Legislativas: Pedro Nuno Santos ‘sobe a palco’ com Rui Rocha esta noite e Mortágua defronta Inês Sousa Real

Ao todo serão 27 debates, divididos entre os canais de sinal aberto e de cabo, de acordo com o sorteio, aos quais acresce dois debates a realizar pela RTP. Todos os debates terão entre 25 e 30 minutos, com exceção daquele que opõe os líderes dos dois maiores partidos, cuja duração prevista é de 75 minutos

Executive Digest

Os debates entre os partidos com assento parlamentar que vão disputar as eleições legislativas de 18 de maio prosseguem esta quinta-feira: Pedro Nuno Santos (PS) e Rui Rocha (IL) vão trocar argumentos na RTP1 e RTP3, às 21 horas, sendo que uma hora depois sobem ‘ao palco’ da CNN Portugal Mariana Mortágua (BE) e Inês Sousa Real (PAN).

Ao todo serão 27 debates, divididos entre os canais de sinal aberto e de cabo, de acordo com o sorteio, aos quais acresce dois debates a realizar pela RTP. Todos os debates terão entre 25 e 30 minutos, com exceção daquele que opõe os líderes dos dois maiores partidos, cuja duração prevista é de 75 minutos.



Esta sexta-feira, a AD e Livre defrontam-se na TVI, com o PS e o PAN a debater no mesmo canal no dia seguinte (12 de abril).

No domingo, 13 de abril, é debate entre a AD e o PAN, na SIC.

Ainda em sinal aberto, a AD e a IL defrontam-se em 14 de abril, na RTP, e o PS e o Chega encontram-se na TVI em 15 de abril.

A Aliança Democrática debate com o BE em 16 de abril, na RTP, enquanto o PS e o Livre tem lugar marcado no dia seguinte na SIC.

A RTP transmite o PS-CDU na segunda-feira, 21 de abril, e a SIC AD-Chega dia 24 de abril.

O último debate entre o PS e a AD está marcado para 28 de abril e será transmitido, à semelhança do que tem acontecido no passado, pelos três canais generalistas às 21:00.

Em suma, RTP, SIC e TVI transmitirão quatro debates em sinal aberto e cinco por cabo.

A RTP realiza ainda mais dois debates, um a 6 de maio, com os líderes de todos os partidos ou coligações com representação parlamentar, e no dia 8 de maio, com os líderes dos partidos sem representação parlamentar.

As eleições antecipadas foram anunciadas pelo Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, em 13 de março, dois dias depois de o parlamento chumbar uma moção de confiança ao Governo e que ditou a demissão do Governo PSD/CDS-PP.

Essa moção foi anunciada pelo primeiro-ministro a 5 de março e justificada com a necessidade de “clarificação política” depois de semanas de dúvidas sobre a vida patrimonial e pessoal de Luís Montenegro e a empresa familiar Spinumviva, que motivaram duas moções de censura ao Governo, de Chega e PCP, ambas rejeitadas, e o anúncio do PS de que iria apresentar uma comissão de inquérito ao caso.

As eleições estão marcadas para 18 de maio.

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