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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Jul 2026 09:11:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
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		<title>Quando o verão compra felicidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:11:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[ISEG]]></category>
		<category><![CDATA[Sandra Miranda de Oliveira]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Sandra Miranda de Oliveira, Professora de Gestão Estratégica e Marketing. ISEG – Lisbon School of Economics &#038; Management. Universidade de Lisboa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O verão tem um talento raro que é convencer-nos a sair de casa. Os dias são mais longos, o sol prolonga as horas disponíveis e a vida parece desenrolar-se fora de portas. De repente, queremos ocupar cada fim de tarde, cada fim de semana e cada noite quente. Procuramos concertos, festivais, esplanadas, praias, parques, viagens, restaurantes novos e reencontros com amigos adiados durante meses. Enchemos as nossas agendas rapidamente. Talvez o verão seja a estação da felicidade porque é também a estação das experiências.</p>
<p style="text-align: justify;">Thomas Gilovich e colegas, da Universidade de Cornell, num projeto de investigação que comparou a felicidade gerada por compras materiais e compras experienciais, procuraram responder à seguinte questão: Se vamos gastar dinheiro, qual é a forma de obter o maior retorno emocional desse investimento? As conclusões parecem evidentes: retiramos mais satisfação, mais felicidade e uma sensação de bem-estar mais duradoura das experiências do que dos bens materiais.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma das razões pelas quais as experiências geram mais felicidade é a sua capacidade para fortalecer relações sociais. Os seres humanos são profundamente sociais e a qualidade das suas relações é um dos principais preditores do bem-estar. As experiências aproximam pessoas de uma forma que os objetos raramente conseguem. Vamos a concertos com amigos, viajamos em família, celebramos aniversários à mesa de um restaurante ou encontramos antigos colegas numa festa de verão. Muitas das nossas melhores memórias têm outras pessoas como protagonistas. Além disso, as experiências continuam a gerar valor muito depois de terminarem. Voltamos a falar delas, partilhamos fotografias, contamos episódios engraçados e revisitamos momentos especiais. Uma viagem de uma semana pode transformar-se em meses ou anos de conversas. Um concerto dura algumas horas, mas a história permanece. Gilovich e colegas demonstram que as pessoas falam significativamente mais sobre experiências do que sobre bens materiais e que esse processo de partilha prolonga a satisfação sentida originalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">Uma segunda explicação para a superioridade emocional das experiências é elas tornarem-se parte da nossa identidade. Os objetos podem dizer algo sobre quem somos, mas quando alguém nos pergunta quem somos, dificilmente respondemos com uma lista de bens que possuímos. Contamos antes onde viajámos, o que aprendemos, quem conhecemos, quais foram os momentos mais marcantes das nossas vidas. Como afirmam Gilovich e colegas, somos muito mais o que fazemos do que aquilo que possuímos. Os investigadores verificaram que, quando as pessoas descrevem as suas histórias de vida, incluem experiências de consumo quase duas vezes mais frequentemente do que incluem aquisições materiais.</p>
<p style="text-align: justify;">Há ainda uma última razão que ajuda a explicar por que motivo o consumo experiencial nos traz mais felicidade. As experiências são menos vulneráveis à comparação social. Os bens materiais “vivem” frequentemente sob a sombra da comparação. O automóvel pode ser excelente até descobrirmos que alguém comprou um modelo superior. O smartphone parece extraordinário até ser ultrapassado pela versão seguinte. A televisão impressiona até vermos uma com melhor definição. Os objetos convidam constantemente à comparação, e a comparação é muitas vezes inimiga da satisfação. As experiências funcionam de forma diferente. Uma semana passada nos Açores não perde valor porque alguém foi para as Maldivas. Um concerto memorável não deixa de o ser porque outra pessoa assistiu a um espetáculo diferente. Ou seja, as experiências são mais pessoais, mais difíceis de comparar diretamente e mais resistentes à erosão causada pela competição social. Cada experiência pertence a quem a viveu.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o argumento mais surpreendente da investigação é o facto das experiências resistirem melhor ao tempo. Muitos consumidores justificam a compra de bens materiais com a ideia de que &#8220;ao menos ficam para sempre&#8221;, enquanto as experiências &#8220;acabam depressa&#8221;. A evidência científica sugere precisamente o contrário. Os objetos tendem a perder parte do seu encanto à medida que nos habituamos a eles. A nova aquisição rapidamente se transforma em normalidade. Os investigadores chamam a este fenómeno adaptação hedónica. As experiências, pelo contrário, continuam a viver através das memórias, das histórias e do significado pessoal que lhes atribuímos. Em muitos casos, a satisfação associada a uma experiência mantém-se estável ou até aumenta com o tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">É por isso que o verão ocupa um lugar tão especial nas nossas recordações. Raramente nos lembramos dos objetos que comprámos em agosto de há três anos. Mas lembramo-nos frequentemente do pôr do sol que vimos na praia, do festival onde dançámos até de madrugada, da conversa longa numa esplanada ou da viagem que parecia impossível fazer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Sandra Miranda de Oliveira, Professora de Gestão Estratégica e Marketing. ISEG – Lisbon School of Economics &amp; Management. Universidade de Lisboa]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Viagem de Montenegro ao Mundial obrigou Falcon da Força Aérea a fazer mais 760 quilómetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:05:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A deslocação de Luís Montenegro ao jogo entre Portugal e Espanha, em Dallas, nos Estados Unidos, obrigou a Força Aérea Portuguesa a realizar duas viagens adicionais na Turquia para transportar o primeiro-ministro até à Cimeira da NATO, em Ancara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A deslocação de Luís Montenegro ao jogo entre Portugal e Espanha, em Dallas, nos Estados Unidos, obrigou a Força Aérea Portuguesa a realizar duas viagens adicionais na Turquia para transportar o primeiro-ministro até à Cimeira da NATO, em Ancara.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/viagens-ao-mundial-forca-aerea-obrigada-a-ir-buscar-montenegro-e-a-fazer-mais-760-quilometros" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, o Falcon 900 saiu de Figo Maduro às 07h53 com destino à capital turca, onde aterrou às 14h45 locais. A aeronave transportou a maior parte da comitiva portuguesa que participa na reunião da Aliança Atlântica, mas sem o chefe do Governo, que se encontrava nos Estados Unidos a acompanhar a seleção nacional no Mundial.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Falcon teve de ir a Istambul buscar primeiro-ministro</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Depois do jogo em Dallas, Luís Montenegro viajou diretamente dos Estados Unidos para Istambul. Como a Cimeira da NATO decorria em Ancara, a Força Aérea teve de deslocar o Falcon da capital turca até Istambul para recolher o primeiro-ministro e regressar depois a Ancara ao início da noite.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta operação implicou mais 760 quilómetros de voo. De acordo com o gabinete de Montenegro, citado pelo CM, a utilização de um voo militar foi necessária porque, por razões de segurança, o espaço aéreo de Ancara estava encerrado a voos comerciais, permitindo apenas voos militares e de Estado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Gabinete justifica deslocações ao Mundial</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Luís Montenegro esteve presente em três jogos do Mundial. A primeira deslocação, a Houston, foi enquadrada pelo gabinete do primeiro-ministro como uma “viagem de trabalho”, por ter incluído uma visita a uma empresa portuguesa, uma reunião com o Conselho da Diáspora, uma receção à comunidade portuguesa e uma visita à missão permanente junto da ONU.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nas deslocações a Toronto, no Canadá, e a Dallas, nos Estados Unidos, Montenegro foi acompanhado por três e duas pessoas do seu gabinete, respetivamente. A assessoria do primeiro-ministro afirmou ainda que, nessas viagens, também houve contactos com as comunidades portuguesas, apesar do pouco tempo disponível e da reduzida antecedência para preparar a agenda.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Estado pagou viagens, mas contas ainda não estão fechadas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Com exceção do percurso entre cidades na Turquia, Luís Montenegro recorreu a voos comerciais nas deslocações realizadas. As despesas foram suportadas pelo Estado, mas o gabinete do primeiro-ministro indicou que ainda não dispõe de informação detalhada para apresentar um valor final.</p>
<p class="isSelectedEnd">A assessoria de Montenegro afirmou ao Correio da Manhã que os custos deverão corresponder a valores considerados normais para viagens e alojamento com destino aos Estados Unidos e ao Canadá. O jornal refere que bilhetes em classe económica entre Dallas e Istambul, na Turkish Airlines, companhia utilizada pelo primeiro-ministro, custam mais de 800 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Hugo Soares diz que pagou deslocação a título pessoal</strong></p>
<p>O líder parlamentar do PSD também esteve em Toronto, mas garantiu ao CM que a deslocação foi feita a título pessoal. Hugo Soares afirmou ter suportado os custos das viagens, da estadia e dos bilhetes para os jogos, tanto os seus como os do filho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786662]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Iscte Executive Education leva Inteligência Artificial para a Pós-Graduação em Finanças e Controlo Empresariais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:51:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Iscte Executive Education]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Iscte Executive Education abriu as candidaturas para a 13.ª edição da Pós-Graduação em Finanças e Controlo Empresariais, que terá início em outubro e chega com uma novidade: a integração da Inteligência Artificial aplicada às Finanças e ao Controlo de Gestão no plano curricular.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Iscte Executive Education abriu as candidaturas para a 13.ª edição da Pós-Graduação em Finanças e Controlo Empresariais, que terá início em outubro e chega com uma novidade: a integração da Inteligência Artificial aplicada às Finanças e ao Controlo de Gestão no plano curricular.</p>
<p>A principal atualização da nova edição passa pela introdução da unidade curricular Business Intelligence &amp; IA para Controlo de Gestão, reforçando a componente tecnológica da formação. O objetivo é responder às novas exigências da digitalização das funções financeiras, através da aprendizagem de ferramentas e metodologias ligadas à importação de dados, automatização de relatórios, criação de dashboards e utilização de agentes e aplicações de apoio ao controlo de gestão.</p>
<p>Ao longo de 12 edições, a pós-graduação já formou mais de 500 profissionais e tem-se afirmado como uma das formações de referência para quem pretende aprofundar conhecimentos em finanças empresariais, controlo de gestão, planeamento financeiro, decisões de investimento e financiamento, gestão da performance e apoio à tomada de decisão.</p>
<p>O programa integra a oferta do Iscte Executive Education, escola que figura no Top 50 mundial do ranking Executive Education do <em>Financial Times</em>, reforçando o posicionamento internacional da instituição na formação de executivos. Segundo a escola, a pós-graduação tem contribuído para a progressão de carreira dos participantes, aproximando-os de funções de decisão estratégica e facilitando a transição de profissionais de outras áreas para funções ligadas às finanças e ao controlo empresarial.</p>
<p>João Pedro Nunes, coordenador do programa, destaca que o programa mantém uma forte componente prática. &#8220;Já vamos com 12 edições e os nossos alunos procuram saber mais sobre finanças e controlo empresarial. O programa é exigente e trabalhoso, mas, aqui, aprendem fazendo na prática. O feedback final é de que valeu todo o esforço&#8221;, afirma.</p>
<p>Também coordenadora da pós-graduação, Ana Maria Simões sublinha a atualização da oferta formativa. &#8220;Nesta 13.ª edição, integrámos o Power BI e a Inteligência Artificial na estrutura curricular. Serão trabalhados temas como a importação de dados, a automatização de reports e dashboards, e a criação e utilização de agentes e aplicações de apoio ao controlo de gestão. A pós-graduação passa, assim, a combinar conhecimento fundamental com tecnologias digitais&#8221;, refere.</p>
<p>Em regime totalmente online, a Pós-Graduação em Finanças e Controlo Empresariais decorre entre outubro e março e destina-se a gestores, responsáveis financeiros, controllers, analistas, consultores e outros profissionais que pretendam reforçar competências técnicas, analíticas e estratégicas na área financeira.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786658]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>&#8220;A literacia financeira é um instrumento de igualdade de oportunidades&#8221;: Miguel Ferreira, Nova SBE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-literacia-financeira-e-um-instrumento-de-igualdade-de-oportunidades/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[João Silva Gil]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:50:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Finanças para Todos]]></category>
		<category><![CDATA[literacia financeira]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nações Unidas]]></category>
		<category><![CDATA[Nova SBE]]></category>
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					<description><![CDATA[O coordenador científico do programa "Finanças para Todos" da Nova SBE analisa os desafios da educação financeira em Portugal e o reconhecimento internacional atribuído pela ONU ao projecto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O programa de literacia financeira <a href="https://executivedigest.sapo.pt/projeto-da-nova-sbe-e-fidelidade-distinguido-pela-onu-com-premio-internacional-de-educacao-em-gestao/">“Finanças para Todos”, desenvolvido pela Nova SBE em parceria com a Fidelidade</a>, conquistou um dos PRME Education Awards, uma iniciativa das Nações Unidas que reconhece projectos de educação em gestão com impacto comprovado na sociedade.</p>
<p>O programa foi distinguido na categoria Research: Generating Knowledge with Downstream Educational Impact, tendo o prémio reconhecido não apenas o projecto, mas também o estudo científico associado, intitulado The Impact of Financial Literacy: Evidence from a Randomized Trial Linked to Administrative Data.</p>
<p>Em entrevista à Executive Digest, Miguel Ferreira, professor da Nova SBE e coordenador científico do projeto, desenvolvido com a participação dos investigadores Diogo Mendes, da Stockholm School of Economics, e André F. Silva, do Federal Reserve Board, explica o que representa esta distinção e analisa o actual estado da literacia financeira em Portugal.</p>
<p><strong>O que representa para a Nova SBE receber esta distinção pelo projeto &#8216;Finanças para Todos&#8217;?</strong></p>
<p>É um reconhecimento com dois significados. Primeiro, valida o modelo que defendemos desde o início: juntar investigação científica rigorosa e intervenção no terreno. O prémio distingue não apenas o programa, mas o estudo que o avaliou: um ensaio aleatorizado com mais de 10 mil participantes, ligado a dados administrativos, que nos permite medir efeitos reais e não apenas perceções. Segundo, mostra que uma escola de negócios portuguesa consegue produzir conhecimento com impacto social concreto e ser reconhecida por isso ao mais alto nível, numa plataforma das Nações Unidas que reúne escolas de todo o mundo. É também um reconhecimento do trabalho dos meus coautores, Diogo Mendes e André Silva, e dos nossos parceiros, a Fidelidade e a CFA Society Portugal, sem os quais o programa não teria a escala que tem.</p>
<p><strong>O estudo conclui que um programa de apenas 10 horas consegue alterar comportamentos financeiros. Qual o resultado que mais o surpreendeu?</strong></p>
<p>O que mais me surpreendeu foi ver mudanças em decisões de grande peso, e não apenas em pequenos gestos do dia a dia. Esperávamos ganhos de conhecimento que a literatura já documentava. O que não era garantido é que dez horas de formação levassem as pessoas a renegociar o crédito à habitação, a reduzir o saldo utilizado nos cartões de crédito e a entrar em incumprimento com menos frequência. Renegociar um crédito à habitação é uma decisão exigente, que muitas famílias adiam durante anos. E como estes resultados vêm de dados administrativos, e não de questionários, sabemos que refletem comportamento real, seis meses depois do programa. Foi a demonstração mais clara de que o conhecimento financeiro se traduz em ação.</p>
<p><strong>Os maiores ganhos verificaram-se entre mulheres, pessoas com menores rendimentos e menor escolaridade. O que nos dizem estes dados sobre a importância de democratizar a literacia financeira?</strong></p>
<p>Dizem-nos que a literacia financeira é um instrumento de igualdade de oportunidades. Os grupos que mais beneficiaram são precisamente aqueles que partem de níveis mais baixos de conhecimento financeiro e que mais sofrem as consequências de decisões mal informadas: crédito mais caro, menor poupança, maior vulnerabilidade a choques financeiros. Quando o mesmo programa gera ganhos maiores nestes grupos, o retorno social de o expandir é evidente. Há aqui também uma lição de desenho de políticas: a formação tem de ser gratuita, acessível e próxima das pessoas. Se a educação financeira ficar reservada a quem já tem recursos e escolaridade, acaba por amplificar desigualdades em vez de as reduzir.</p>
<p><strong>Apesar dos progressos, o país continua a apresentar níveis de literacia financeira abaixo da média europeia. Quais são os principais desafios?</strong></p>
<p>Os números são conhecidos e não deixam margem para dúvidas. No Eurobarómetro da Comissão Europeia sobre literacia financeira, apenas 42% dos portugueses responderam corretamente a pelo menos três de cinco perguntas básicas — sobre inflação, juros compostos ou diversificação — contra uma média europeia de 52%, o que nos coloca em penúltimo lugar entre os 27 Estados-membros, apenas à frente da Roménia. E somente 11% dos portugueses atingem um nível elevado de literacia financeira, face a 18% na média da União Europeia: a percentagem mais baixa da UE. Perante este ponto de partida, identifico três desafios. O primeiro é a escala: um programa, por mais eficaz que seja, chega a milhares de pessoas; o défice de literacia abrange milhões. É preciso multiplicar canais: escolas, empresas, autarquias, meios de comunicação. O segundo é chegar a quem mais precisa. As pessoas mais vulneráveis são, muitas vezes, as que menos procuram formação, seja por falta de tempo, de confiança ou de informação. Foi por isso que lançámos o Finanças para Todos Empresas, para levar a formação ao local de trabalho. O terceiro é a evolução do próprio ambiente financeiro: a digitalização, o crédito imediato, os criptoativos e as fraudes online criam riscos novos mais depressa do que as competências se difundem. A literacia financeira não é um destino, é uma competência que tem de ser permanentemente atualizada.</p>
<p><strong>Que impacto espera que este reconhecimento internacional tenha na expansão do programa e na forma como a literacia financeira é encarada em Portugal?</strong></p>
<p>Espero dois efeitos. No plano do programa, o reconhecimento dá-nos credibilidade acrescida para atrair novos parceiros e chegar a mais participantes: já formámos 10 mil pessoas desde 2022 e queremos ir muito além, nomeadamente através da vertente dirigida às PME. No plano do debate público, espero que ajude a mudar a forma como a literacia financeira é encarada: não como um tema menor ou uma boa intenção, mas como política pública com retorno mensurável. Temos agora evidência científica, produzida em Portugal e com dados portugueses, de que a educação financeira funciona. Isso deve informar as decisões de escolas, empresas, reguladores e do próprio Estado.</p>
<p><strong>Para terminar, que mensagem gostaria de deixar a quem continua a acreditar que a educação financeira tem pouca influência nas decisões e no bem-estar das pessoas?</strong></p>
<p>Diria que essa crença era legítima há uns anos (parte da literatura inicial encontrava efeitos pequenos) mas que hoje os dados mostram o contrário. Com um programa simples, de dez horas, gratuito, as pessoas passaram a poupar mais, a participar mais no mercado de capitais (por exemplo, investindo em ETF de índices de ações), a depender menos do crédito mais caro, a gerir melhor as suas dívidas e a planear a reforma (por exemplo, investindo em PPR). Não são intenções declaradas num inquérito; são comportamentos observados em dados administrativos. Saber gerir o dinheiro não é um luxo nem um dom: é uma competência que se aprende e que faz diferença concreta na vida de cada pessoa, sobretudo na vida de quem tem menos margem para errar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786374]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Petróleo sobe para máximos de duas semanas após nova troca de ataques entre EUA e Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:47:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os preços do petróleo subiram mais de 2% esta quarta-feira e atingiram máximos de duas semanas, numa altura em que os Estados Unidos e o Irão voltaram a trocar ataques.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Os preços do petróleo subiram mais de 2% esta quarta-feira e atingiram máximos de duas semanas, numa altura em que os Estados Unidos e o Irão voltaram a trocar ataques e Washington repôs sanções sobre as vendas de crude iraniano. A escalada reacendeu os receios de que a frágil trégua entre os dois países esteja a desfazer-se e de que os fornecimentos do Médio Oriente possam voltar a ser perturbados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Reuters, os futuros do Brent avançavam 1,73 dólares, ou 2,33%, para 75,89 dólares por barril às 07h55 GMT. Já o West Texas Intermediate, referência norte-americana, subia 1,57 dólares, ou 2,23%, para 72,01 dólares por barril. Ambos os referenciais atingiram os valores mais elevados desde 24 de junho.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Sanções ao crude iraniano pressionam mercado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A subida desta quarta-feira prolonga o movimento já registado na terça-feira, quando os dois referenciais valorizaram cerca de 3% depois de os Estados Unidos terem revogado a licença geral que autorizava a venda de petróleo iraniano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Tamas Varga, analista da PVM, citado pela Reuters, afirmou que a valorização continuou esta manhã e referiu que quatro petroleiros e navios de gás terão decidido não atravessar o Estreito de Ormuz ou sido obrigados a inverter a rota. A decisão surgiu depois de o Irão ter declarado que a única passagem marítima segura pelo estreito é a rota designada por Teerão.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Estreito de Ormuz voltou, assim, ao centro das preocupações do mercado energético. Antes do início da guerra, no final de fevereiro, por esta passagem circulavam cargas equivalentes a cerca de um quinto do abastecimento energético mundial.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>EUA atacam o Irão após incidentes com navios</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Comando Central dos Estados Unidos afirmou na terça-feira que os ataques aéreos norte-americanos foram uma resposta a ações iranianas contra três navios comerciais que atravessavam o Estreito de Ormuz.</p>
<p class="isSelectedEnd">Poucas horas depois, a Guarda Revolucionária iraniana anunciou ter atacado instalações militares dos Estados Unidos no Bahrein e no Kuwait. O Irão não assumiu responsabilidade pelos ataques contra os navios, mas o Qatar responsabilizou Teerão pelos incidentes, incluindo um ataque contra um navio qatari de gás natural liquefeito, que terá sido atingido por um drone e sofrido um incêndio na casa das máquinas.</p>
<p class="isSelectedEnd">A sucessão de incidentes aumentou a tensão sobre o transporte marítimo na região e trouxe de volta o risco de perturbações no fornecimento de energia a partir do Médio Oriente.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Teerão acusa Washington de violar acordo de paz</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, acusou os Estados Unidos de violarem gravemente o acordo provisório de paz. Entre as críticas apontadas por Teerão estão os ataques norte-americanos contra o Irão, a reposição de sanções ao petróleo, ameaças de novos bombardeamentos, violações das regras iranianas no Estreito de Ormuz e a continuação de ataques israelitas contra o Líbano.</p>
<p class="isSelectedEnd">Bjarne Schieldrop, analista-chefe de matérias-primas do SEB, afirmou que os desenvolvimentos mais recentes colocaram em dúvida o futuro do processo negocial de 60 dias. Na sua avaliação, um preço do petróleo mais próximo dos 80 dólares por barril estará mais alinhado com os atuais fundamentos do mercado do que um valor próximo dos 70 dólares.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Mercado tinha apostado numa queda dos preços</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de os Estados Unidos e o Irão terem assinado uma trégua no mês passado, os preços do petróleo recuaram para níveis anteriores à guerra. Os investidores acumularam posições curtas nos futuros do petróleo, apostando numa continuação da queda dos preços.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa descida tinha sido alimentada pela expectativa de que uma vaga de oferta reprimida do Médio Oriente pudesse chegar ao mercado. A nova escalada militar, porém, inverteu o sentimento dos investidores e renovou os receios de escassez.</p>
<p>Desde o início do conflito, vários países têm recorrido às suas reservas para compensar a quebra de abastecimento. Nos Estados Unidos, os inventários de crude voltaram a cair na semana passada, segundo fontes de mercado citadas pela Reuters com base em dados do American Petroleum Institute. Analistas consultados pela agência esperavam uma descida de cerca de 2,4 milhões de barris na semana terminada a 3 de julho.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786649]]></sapo:autor>
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		<title>UniCredit reforça posição no Commerzbank para 47,65% do capital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:44:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O banco UniCredit passou a deter 47,65% do capital do Commerzbank, após concluir a oferta pública de aquisição (OPA) de ações que lhe permitiu reforçar a participação em 17,60%, superando "largamente as expectativas iniciais", foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O banco UniCredit passou a deter 47,65% do capital do Commerzbank, após concluir a oferta pública de aquisição (OPA) de ações que lhe permitiu reforçar a participação em 17,60%, superando &#8220;largamente as expectativas iniciais&#8221;, foi hoje anunciado.</p>
<p>Depois do encerramento do período inicial de aceitação da OPA de ações, somada à participação que detém diretamente, equivalente a 26,77%, e aos instrumentos financeiros que conferem o direito de solicitar a entrega física de uma participação de 3,22%, a posição total do UniCredit eleva-se a 47,59% do capital do Commerzbank, explicaram as entidades em comunicado.</p>
<p>&#8220;A participação de 47,59% corresponde a 49,65% dos direitos de voto do Commerzbank, uma vez que a percentagem atingirá esse nível assim que o Commerzbank proceder à amortização das ações próprias, operação que o banco se comprometeu a realizar&#8221;, precisou o comunicado.</p>
<p>Com a conclusão dos períodos de oferta pública de aquisição, o UniCredit assegura que &#8220;se dá mais um passo em frente na execução do investimento estratégico do UniCredit no Commerzbank&#8221;.</p>
<p>Já o UniCredit comunicou que &#8220;continuará a procurar um diálogo construtivo com todas as partes interessadas, ao mesmo tempo que prossegue com os trâmites regulamentares e de autorização necessários relacionados com o investimento&#8221;.</p>
<p>A operação enfrentou a oposição frontal do Governo de Berlim e da própria direção do Commerzbank.</p>
<p>A Agência Financeira da Alemanha (Finanzagentur des Bundes) &#8211; que gere a participação de 12% que o Estado alemão ainda detém no banco &#8211; considerou que a oferta não inclui um prémio adequado.</p>
<p>A OPA voluntária lançada pelo UniCredit consiste numa troca de 0,485 ações próprias por cada ação do banco alemão, o que avalia o Commerzbank em cerca de 35.000 milhões de euros.</p>
<p>Embora esta equação corresponda a cerca de 31,07 euros por ação, segundo o Commerzbank (e 34,35 euros, segundo o UniCredit), as ações da entidade alemã ultrapassavam, no início da semana, os 36,50 euros na Bolsa de Frankfurt.</p>
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		<title>Trump diz que cessar-fogo com o Irão “acabou” após novos ataques contra bases norte-americanas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:28:53 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A escalada volta a colocar sob pressão os esforços diplomáticos, numa altura em que Washington e Teerão trocaram novos ataques após incidentes no Estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O frágil acordo de cessar-fogo destinado a pôr fim à guerra entre os Estados Unidos e o Irão ficou em risco esta quarta-feira, depois de Teerão ter atacado bases norte-americanas na região em resposta a novos bombardeamentos dos EUA contra território iraniano.</p>
<p class="isSelectedEnd">A escalada volta a colocar sob pressão os esforços diplomáticos, numa altura em que Washington e Teerão trocaram novos ataques após incidentes no Estreito de Ormuz. Questionado sobre se o memorando de entendimento para terminar a guerra estava morto, Donald Trump foi taxativo: “Acho que acabou.”</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente dos Estados Unidos afirmou não querer voltar a lidar com Teerão e usou linguagem dura contra a liderança iraniana, classificando os responsáveis do regime como pessoas “doentes”, “violentas” e “viciosas”. Trump acrescentou ainda que, se o Irão tivesse uma arma nuclear, a usaria.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Irão anuncia ataques contra bases dos EUA</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Guarda Revolucionária iraniana anunciou ter atingido bases norte-americanas importantes no Bahrein e no Kuwait. O corpo militar iraniano afirmou também ter abatido um drone MQ-9 Reaper dos Estados Unidos, que, segundo Teerão, estaria a tentar interferir na operação.</p>
<p class="isSelectedEnd">As sirenes de ataque aéreo soaram nos dois países. No Kuwait, o exército afirmou que as defesas aéreas estavam a responder a ataques considerados “hostis”. Até ao momento, não houve uma reação imediata das forças militares norte-americanas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Washington ataca embarcações iranianas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Comando Central dos Estados Unidos alegou ter atingido mais de 60 pequenas embarcações da Guarda Revolucionária iraniana. Segundo Washington, a operação foi uma resposta aos ataques iranianos contra navios no Estreito de Ormuz, uma das rotas marítimas mais sensíveis para o comércio internacional de petróleo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Além da ação militar, os Estados Unidos revogaram uma licença que permitia ao Irão vender petróleo, aumentando a pressão económica sobre Teerão num momento de agravamento da tensão militar.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Explosões em zonas estratégicas do Irão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Antes dos ataques anunciados contra bases norte-americanas, meios de comunicação iranianos tinham relatado explosões em vários pontos estratégicos do país. Entre as zonas mencionadas estavam Kharg Island, principal centro petrolífero do Irão, Qeshm Island e as cidades portuárias de Sirik e Bandar Abbas, no sul do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A sucessão de ataques e contra-ataques deixou o cessar-fogo praticamente sem margem política, com Trump a admitir publicamente que já não considera viável o entendimento alcançado com Teerão.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Trump critica aliados da NATO em Ancara</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As declarações sobre o Irão surgiram durante uma conferência de imprensa de Donald Trump à margem da cimeira da NATO, em Ancara. O presidente norte-americano aproveitou a ocasião para criticar duramente vários aliados, acusando-os de não apoiarem Washington no confronto com Teerão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump afirmou que Reino Unido, França e Alemanha não quiseram ajudar os Estados Unidos em relação ao Irão, país que voltou a descrever como o principal patrocinador estatal do terrorismo. O presidente disse ainda não querer “negócios” com Espanha por causa da posição assumida em relação ao conflito, classificando Madrid como um “terrível parceiro” na NATO.</p>
<p class="isSelectedEnd">O presidente norte-americano voltou também a queixar-se de que os Estados Unidos pagam demasiado pela Aliança Atlântica. Segundo Trump, Washington protege os aliados, mas esses mesmos aliados não estão disponíveis quando os EUA precisam de apoio.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Gronelândia volta ao discurso de Trump</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na mesma conferência de imprensa, Donald Trump voltou a falar da Gronelândia, dizendo que os Estados Unidos cometeram um erro ao “devolver” o território à Dinamarca. O presidente norte-americano afirmou que a ilha semiautónoma é muito importante para os Estados Unidos, mas não para os dinamarqueses.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump disse ainda que a Dinamarca foi derrotada pelos nazis em menos de um dia e defendeu que os Estados Unidos “tomaram conta” da Gronelândia antes de a entregarem novamente. As declarações aumentaram o tom de tensão diplomática numa cimeira já marcada por críticas abertas aos aliados da NATO.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Cessar-fogo em risco após nova escalada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A nova troca de ataques entre Estados Unidos e Irão representa o golpe mais recente num cessar-fogo que já era descrito como frágil. Teerão acusa Washington de violar o acordo de paz ao lançar novos ataques contra o Irão, enquanto os Estados Unidos justificam as suas operações com incidentes no Estreito de Ormuz.</p>
<p>Com ataques a bases norte-americanas no Golfo, explosões em zonas petrolíferas iranianas, ações militares contra embarcações da Guarda Revolucionária e sanções adicionais sobre o petróleo iraniano, o conflito voltou a aproximar-se de uma fase de confronto aberto.</p>
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		<title>Explicador: Vale a pena esperar pela descida dos juros para comprar casa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:26:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Comprar casa continua a exigir prudência, estabilidade financeira e capacidade para acomodar a prestação sem comprometer a qualidade de vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Por Ana Cláudia Lima, Maxfinance Dragão</em></p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="aligncenter wp-image-786639 size-medium" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Ana-Claudia-Lima_Maxfinance-Dragao-e1783499151633-300x242.jpeg" alt="" width="300" height="242" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Ana-Claudia-Lima_Maxfinance-Dragao-e1783499151633-300x242.jpeg 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Ana-Claudia-Lima_Maxfinance-Dragao-e1783499151633-557x450.jpeg 557w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Ana-Claudia-Lima_Maxfinance-Dragao-e1783499151633-768x620.jpeg 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Ana-Claudia-Lima_Maxfinance-Dragao-e1783499151633-600x485.jpeg 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Ana-Claudia-Lima_Maxfinance-Dragao-e1783499151633.jpeg 1060w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Consigo entender o motivo pelo qual tanta gente se debate com esta questão. Isto, porque a lógica parece simples: se os juros baixarem, a prestação fica mais barata. O que muitas vezes se esquece, é que essa mesma conclusão está a ser feita por milhares de pessoas ao mesmo tempo.</p>
<p>No meu entendimento, existe uma situação adicional a esta que deve ser fortemente considerada e que nos mostra que muitas vezes o ganho obtido com uma taxa de juro mais baixa pode ser anulado por um preço de compra mais alto.</p>
<p>Quero com isto dizer, que quando existe a tão desejada descida das taxas de juro, o poder de compra das famílias aumenta, estimulando a procura por habitação. Quando a oferta não acompanha esse aumento de procura, os preços dos imóveis acabam por sofrer uma pressão ascendente.</p>
<p>Adiar a compra na expectativa de obter uma prestação mensal mais reduzida, pode significar, encontrar mais tarde, um imóvel de preço superior. Neste caso, o aumento do valor de aquisição pode traduzir-se em mais capital financiado, assim como numa entrada de capitais próprios superior, mas a decisão de comprar envolve muitas mais variáveis do que as referidas anteriormente, como por exemplo, idade e o prazo de financiamento que é muitas vezes ignorado, mas que tem grande impacto.</p>
<p>Isto significa que devemos comprar a qualquer custo? Naturalmente que não.</p>
<p>Comprar casa continua a exigir prudência, estabilidade financeira e capacidade para acomodar a prestação sem comprometer a qualidade de vida. Nenhuma descida de juros compensa uma decisão tomada sem preparação.</p>
<p>Mas também é verdade que demasiadas famílias ficam presas numa espécie de sala de espera financeira, convencidas de que o próximo trimestre ou o próximo semestre lhes trará condições ideais.</p>
<p>Na maioria das vezes, essas condições ideais não chegam.</p>
<p>O mercado muda, os preços ajustam-se, a procura reage e a oportunidade que parecia estar apenas adiada acaba por desaparecer.</p>
<p>Talvez por isso a pergunta mais relevante não seja: &#8220;Quando vão descer os juros?&#8221;</p>
<p>A pergunta certa é outra: &#8220;Se encontrasse hoje a casa certa, teria condições para a comprar?&#8221;</p>
<p>Porque quem compra uma casa não investe apenas numa taxa de juro. Investe num imóvel, numa localização, num projeto de vida e num momento. E os momentos, ao contrário das taxas, nem sempre voltam.</p>
<p>É precisamente por isso que faz sentido olhar para a decisão de forma global. Avaliar a capacidade financeira, comparar soluções de financiamento, perceber o impacto do prazo, da taxa escolhida ou do montante de entrada são fatores que podem ter um peso muito superior a uma pequena descida da Euribor.</p>
<p>Mais do que tentar adivinhar o comportamento futuro das taxas de juro, importa perceber qual é a solução mais adequada para cada situação concreta. E é aqui que o apoio de um intermediário de crédito pode fazer a diferença: ajudando as famílias a comparar propostas de diferentes bancos, a compreender o verdadeiro custo do financiamento e a tomar uma decisão informada, ajustada à sua realidade e aos seus objetivos de longo prazo.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786636]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Concorrência notificada da compra da Mocoffee pela Delta</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/concorrencia-notificada-da-compra-da-mocoffee-pela-delta/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:23:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade da Concorrência (AdC) foi notificada em 01 de julho da aquisição da Mocoffee Europe pela Delta Cafés, informou o regulador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade da Concorrência (AdC) foi notificada em 01 de julho da aquisição da Mocoffee Europe pela Delta Cafés, informou o regulador.</p>
<p>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição, pela Delta Cafés &#8212; Sociedade Gestora De Participações Sociais, S.A. (&#8216;Delta&#8217; ou &#8216;Notificante&#8217;), do controlo exclusivo da Mocoffee Europe, S.A. (&#8216;Mocoffee&#8217; ou &#8216;Adquirida&#8217;)&#8221;, lê-se na informação divulgada.</p>
<p>A Delta encabeça o Grupo Nabeiro, ativo no setor do café em Portugal, designadamente na torrefação e comercialização de café, nas cápsulas do sistema Delta Q e nas máquinas de café associadas a esse sistema.</p>
<p>Já a Mocoffee é uma sociedade portuguesa com sede na Azambuja, cuja atividade se centra no fabrico de cápsulas de café em regime de &#8216;private label&#8217; (por encomenda de terceiros, para serem comercializadas sob a marca destes), compatíveis com o sistema Nespresso.</p>
<p>A Mocoffee não dispõe de qualquer marca própria, nem vende diretamente ao consumidor final, atuando estritamente num plano &#8216;business-to-business&#8217; (B2B).</p>
<p>Agora, quaisquer observações sobre a operação devem ser remetidas à Autoridade da Concorrência, no prazo de 10 dias úteis.</p>
<p>A faturação do grupo Nabeiro-Delta Cafés subiu 12% no ano passado, face a 2024, para 650 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786637]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>NATO/Cimeira: Chanceler alemão nega qualquer possiblidade da Rússia vencer a guerra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-chanceler-alemao-nega-qualquer-possiblidade-da-russia-vencer-a-guerra/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou hoje que a Rússia "não tem qualquer possibilidade" de vencer a guerra contra a Ucrânia, durante a cimeira da NATO, que se realiza em Ancara.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O chanceler alemão, Friedrich Merz, afirmou hoje que a Rússia &#8220;não tem qualquer possibilidade&#8221; de vencer a guerra contra a Ucrânia, durante a cimeira da NATO, que se realiza em Ancara.</p>
<p>&#8220;A Rússia não tem qualquer hipótese de vencer esta guerra. Não alcançarão os seus objetivos nesta guerra e quanto mais cedo esta terminar, melhor para a Europa, melhor para a Rússia e melhor para a paz mundial&#8221;, afirmou Merz, à chegada ao Complexo Presidencial de Bestepe para o segundo dia da cimeira da NATO.</p>
<p>&#8220;O fim da guerra depende da Rússia&#8221;, enfatizou o chanceler alemão, sublinhando que o encontro em Ancara enviará uma mensagem clara a Moscovo.</p>
<p>O chanceler alemão reafirmou o apoio da Aliança Atlântica à Ucrânia, numa altura em que Berlim promove uma iniciativa europeia para auxiliar Kiev com 70 mil milhões de euros este ano e no próximo.</p>
<p>Merz disse ainda esperar que a cimeira de Ancara fomente um &#8220;espírito que fortaleça&#8221; a NATO.</p>
<p>O líder alemão sublinhou que os parceiros da Aliança cumpriram os acordos alcançados no ano passado em Haia.</p>
<p>&#8220;Na sua maioria, entre os Estados-membros da União Europeia (UE) e da NATO, melhorámos significativamente os nossos esforços. Vamos discutir isso hoje. Vamos tornar a NATO mais europeia para que possa manter-se transatlântica&#8221;, enfatizou.</p>
<p>O chanceler alemão citou como exemplo destes esforços a decisão do Canadá de adquirir 12 submarinos avançados Tipo 212 CD à empresa alemã TKMS, desenvolvidos em cooperação com a Noruega, no âmbito de um programa de modernização da força naval avaliado em até 30,75 mil milhões de euros.</p>
<p>Os chefes de Estado e de Governo da NATO reúnem-se hoje em Ancara, no segundo e último dia da cimeira da Aliança Atlântica que terá como principal foco o reforço do investimento em Defesa, nomeadamente dos aliados europeus face a um recuo dos Estados Unidos (EUA), e o apoio à Ucrânia.</p>
<p>A reunião decorre numa altura de tensão entre a Europa e os EUA, com a administração norte-americana liderada pelo republicano Donald Trump a recuar no seu investimento no âmbito da Aliança Atlântica, inclusive com a retirada de tropas do território europeu, argumentando que cabe aos aliados europeus um maior papel na defesa do chamado &#8220;velho continente&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786635]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bolsas europeias abrem negativas atentas ao Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:10:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As bolsas europeias dão hoje continuidade à tendência de queda do final da sessão de terça-feira e abriram em terreno negativo, com os investidores atentos ao Médio Oriente e com receio de uma bolha no setor da IA.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As bolsas europeias dão hoje continuidade à tendência de queda do final da sessão de terça-feira e abriram em terreno negativo, com os investidores atentos ao Médio Oriente e com receio de uma bolha no setor da IA.</p>
<p>Pelas 08:35 em Lisboa, o EuroStoxx 600 perdia 0,67% para 641,95 unidades.</p>
<p>Pela mesma hora, Frankfurt desvalorizava 1,01%, Madrid perdia 0,83%, Paris caia 0,76%, Londres recuava 0,73% e Milão contraía 0,52%.</p>
<p>Durante o dia de hoje, serão divulgadas as atas da reunião do comité da Reserva Federal (Fed) realizada em junho &#8212; embora os efeitos concretos só devam chegar ao mercado na quinta-feira, uma vez que a sua publicação ocorrerá apenas após o encerramento das praças europeias.</p>
<p>Os investidores voltam-se hoje para o Médio Oriente, depois de novos ataques dos Estados Unidos da América contra posições iranianas no estreito de Ormuz, numa retaliação aos ataques da Guarda Revolucionária contra navios mercantes.</p>
<p>Esta incerteza voltou a aumentar o preço do barril de petróleo, e o Brent para entrega em setembro chegou a crescer mais de 3%, tocando nos 76,47 dólares, enquanto o WTI subia 3,05% para 72,59 dólares.</p>
<p>Na terça-feira, Wall Street fechou em baixa, com os títulos dos setores dos semicondutores e dos equipamentos de redes de comunicação a liderarem as quedas, enquanto o setor energético teve o melhor desempenho.</p>
<p>O Dow Jones perdeu 0,25%, o S&amp;P 500 recuou 0,45% e o Nasdaq baixou 1,16%.</p>
<p>O Fundo Monetário Internacional (FMI) atualiza hoje as perspetivas económicas mundiais, depois de ter, em abril, previsto um crescimento global de 3,1% e uma inflação global próxima de 4,4%.</p>
<p>A cimeira dos países da NATO continua hoje em Ancara, na Turquia, depois de terem sido anunciadas na terça-feira novas aquisições militares no valor de 50.000 milhões de dólares (43,7 mil milhões de euros).</p>
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		<title>NATO/Cimeira: Starmer espera que Aliança mostre &#8220;unidade e força&#8221; no contexto atual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, defendeu hoje que a NATO deve demonstrar "unidade e força" no atual contexto internacional, considerando que a cimeira que hoje se realiza em Ancara é "muito importante" perante os conflitos mundiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, defendeu hoje que a NATO deve demonstrar &#8220;unidade e força&#8221; no atual contexto internacional, considerando que a cimeira que hoje se realiza em Ancara é &#8220;muito importante&#8221; perante os conflitos mundiais.</p>
<p>&#8220;É muito importante que nós, enquanto líderes, mostremos a unidade e a força da NATO num momento como este. E é isso que faremos nesta cimeira&#8221;, afirmou Keir Starmer em declarações aos jornalistas à chegada à cimeira dos chefes de Estado e de Governo da NATO, em Ancara.</p>
<p>Na sua última participação numa reunião da Aliança Atlântica enquanto primeiro-ministro britânico, após ter anunciado a sua demissão em 22 de junho, Keir Starmer considerou que a cimeira de hoje é &#8220;muito importante&#8221;, devido à atual guerra na Ucrânia e aos &#8220;desenvolvimentos no Estreito de Ormuz&#8221;.</p>
<p>&#8220;Há muitas questões importantes para discutirmos e concordarmos na cimeira&#8221;, afirmou, numa breve declaração sem respostas a jornalistas.</p>
<p>Por sua vez, o primeiro-ministro belga, Bart de Wever, lamentou as declarações que o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez esta terça-feira, à chegada a Ancara, nas quais admitiu que, caso a cimeira se tivesse realizado na Europa e não na Turquia, provavelmente não teria participado.</p>
<p>&#8220;Lamento, porque os países europeus responderam ao seu pedido de aumentarmos o investimento. Estamos todos a tratar disso, mas, infelizmente, ele continua a ser muito crítico da organização e dos países europeus. Lamento&#8221;, afirmou.</p>
<p>Questionado sobre os ataques dos Estados Unidos ao Irão esta noite, o primeiro-ministro belga considerou que é justificado &#8220;tentar evitar que o Irão desenvolva uma arma nuclear&#8221;.</p>
<p>&#8220;Claro que saber se a operação foi bem planeada e bem executada já é outra questão. Não parece estar a decorrer de forma particularmente eficaz&#8221;, disse.</p>
<p>Já o Presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda, considerou que o conflito no Irão também é europeu, devido à importância do estreito de Ormuz para o abastecimento energético do continente.</p>
<p>&#8220;É claro que também é o nosso conflito e a nossa guerra, e precisamos de permanecer unidos se esperamos solidariedade dos americanos&#8221;, frisou, admitindo que ficou preocupado com os ataques que os Estados Unidos fizeram esta noite ao Irão.</p>
<p>&#8220;Mas, ao mesmo tempo, percebemos, porque é necessário resolver o problema das bombas nucleares do Irão&#8221;, disse, salientando que a Lituânia está solidária com os Estados Unidos e disponível para participar em operações de desminagem no Estreito de Ormuz.</p>
<p>O primeiro-ministro búlgaro, Rumen Radev, recém-eleito e considerado próximo de Moscovo, defendeu que o atual contexto global deve empurrar a NATO a &#8220;manter-se unida, mas razoável&#8221;.</p>
<p>&#8220;A minha mensagem é clara: nós, o Ocidente, temos tentado obter uma vitória convencional sobre a maior potência nuclear, sem termos capacidades suficientes para combater os seus mísseis hipersónicos, e isto está a aumentar dramaticamente o risco de uma escalada, incluindo envolvendo uma resposta nuclear, e isso é muito, muito perigoso&#8221;, advertiu.</p>
<p>Por isso, prosseguiu, é necessário a Aliança &#8220;desenvolver as condições para que se abra caminho para a diplomacia e a paz e para que não se escale mais&#8221;.</p>
<p>Os chefes de Estado e de Governo da NATO reúnem-se hoje em Ancara, no segundo e último dia da cimeira da Aliança Atlântica que terá como principal foco o reforço do investimento em Defesa, nomeadamente dos aliados europeus face a um recuo dos Estados Unidos (EUA), e o apoio à Ucrânia.</p>
<p>A reunião decorre numa altura de tensão entre a Europa e os EUA, com a administração norte-americana liderada pelo republicano Donald Trump a recuar no seu investimento no âmbito da Aliança Atlântica, inclusive com a retirada de tropas do território europeu, argumentando que cabe aos aliados europeus um maior papel na defesa do chamado &#8220;velho continente&#8221;.</p>
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		<title>NATO/Cimeira: Meloni reune-se com Zelensky e confirma apoio de Itália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 08:02:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, reuniu-se hoje com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, à margem da cimeira da NATO, em Ancara, e confirmou que Itália continuará a prestar assistência ao povo ucraniano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, reuniu-se hoje com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, à margem da cimeira da NATO, em Ancara, e confirmou que Itália continuará a prestar assistência ao povo ucraniano.</p>
<p>&#8220;Durante a reunião, a Itália reiterou seu firme compromisso com a Ucrânia e com um processo que leve a uma paz justa e duradoura&#8221;, explicou o governo italiano, em comunicado.</p>
<p>Meloni confirmou a Zelensky &#8220;que Itália continuará a prestar assistência ao povo ucraniano, &#8220;com especial atenção às medidas destinadas a fortalecer a resiliência da infraestrutura energética, que foi severamente danificada pelos ataques russos&#8221;, refere a nota.</p>
<p>Após a reunião, a primeira-ministra italiana participou na segunda sessão da cimeira da NATO, acompanhada pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, e pelo ministro da Defesa, Guido Crosetto.</p>
<p>De acordo com a agenda oficial da cimeira de chefes de Estado e de Governo dos 32 Estados-membros da Aliança Atlântica vão ser debatidos no encontro três assuntos: o investimento em Defesa, o reforço da produção industrial e o apoio à Ucrânia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786613]]></sapo:autor>
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		<title>Constitucional chumba norma que permitia ouvir vítimas de violência doméstica sem alertar suspeitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 07:54:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um acórdão do Tribunal Constitucional está a preocupar magistrados do Ministério Público que investigam crimes de violência doméstica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um acórdão do Tribunal Constitucional está a preocupar magistrados do Ministério Público que investigam crimes de violência doméstica. Em causa está uma norma que permitia recolher declarações para memória futura de vítimas antes de o alegado agressor ser constituído arguido, evitando que este fosse formalmente alertado para a existência de um inquérito.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a <a href="https://cnnportugal.iol.pt/tribunal-constitucional/violencia-domestica/constitucional-chumba-norma-que-protegia-testemunho-de-vitimas-de-violencia-domestica-sem-alertar-agressores/20260708/6a4d1cc0d34ef04b4f3f4e4e" target="_blank" rel="noopener">CNN Portugal</a>, a decisão foi tomada por uma maioria curta de juízes-conselheiros e pode ter impacto direto na forma como são conduzidas investigações de violência doméstica. Para o Ministério Público, a possibilidade agora afastada permitia ouvir a vítima numa fase inicial, preservar o relato quando os factos ainda estavam presentes na memória e reduzir o risco de pressões ou condicionamentos posteriores.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Tribunal Constitucional dá primazia aos direitos de defesa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O caso nasceu num inquérito por suspeitas de violência doméstica agravada que corria no Juízo de Instrução Criminal de Penafiel. O Ministério Público pediu que fossem recolhidas declarações para memória futura da vítima, embora o homem denunciado ainda não tivesse sido constituído arguido. O juiz recusou a diligência por considerar a norma inconstitucional e o caso acabou por chegar obrigatoriamente ao Tribunal Constitucional.</p>
<p class="isSelectedEnd">Por três votos contra dois, o Tribunal Constitucional entendeu que a norma sacrificava de forma excessiva as garantias de defesa do suspeito. Para a maioria dos juízes, quando não exista impedimento à constituição do suspeito como arguido antes da recolha do depoimento, não deve ser afastada a sua participação na formação de uma prova que poderá ser usada mais tarde em julgamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">O acórdão sublinha que, sem o estatuto de arguido, o suspeito não pode escolher advogado, preparar a defesa com esse advogado nem fornecer elementos que permitam questionar de forma eficaz o testemunho da vítima. Votaram pela inconstitucionalidade os juízes-conselheiros Mariana Canotilho, António José da Ascensão Ramos e Dora Lucas Neto.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Decisão dividiu o Palácio Ratton</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão não foi unânime. O presidente do Tribunal Constitucional, João Carlos Loureiro, e o juiz-conselheiro José Eduardo Figueiredo Dias votaram contra a declaração de inconstitucionalidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na declaração de voto, Figueiredo Dias defendeu que a interpretação da maioria sobre o contraditório é demasiado limitada. Para o juiz-conselheiro, garantir o contraditório não deve significar abrir caminho à descredibilização da vítima, considerando que os valores protegidos pela recolha antecipada do testemunho são especialmente relevantes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O juiz-conselheiro entendeu ainda que os direitos do suspeito não ficariam sem proteção pelo facto de ainda não ter sido constituído arguido. Na sua perspetiva, a presença de um defensor nomeado para a diligência seria suficiente para assegurar as exigências constitucionais do contraditório, até porque o depoimento poderia ser conhecido e contestado mais tarde, incluindo em julgamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a CNN Portugal, João Carlos Loureiro também discordou da decisão agora tomada, remetendo para decisões anteriores do próprio Tribunal Constitucional que tinham admitido uma interpretação semelhante. Em 2025, o Palácio Ratton tinha considerado não inconstitucional a recolha de declarações para memória futura sem que existisse ainda arguido constituído.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Ministério Público teme atrasos e condicionamento das vítimas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão está a ser recebida com preocupação pelos magistrados do Ministério Público. Para os procuradores, ouvir a vítima rapidamente é muitas vezes decisivo, sobretudo porque, em casos de violência doméstica, pode continuar a existir contacto ou convivência com o alegado agressor.</p>
<p class="isSelectedEnd">Paulo Lona, presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público, alertou que esse contacto pode perturbar a recolha do depoimento. O magistrado sublinhou que é frequente as vítimas deixarem de querer falar mais tarde ou perderem disponibilidade para repetir o relato da violência sofrida.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável lembrou ainda que, em muitos processos de violência doméstica, a prova é limitada. Como os factos ocorrem frequentemente dentro de casa e sem testemunhas, as declarações da vítima podem ser o principal elemento disponível para a investigação.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Paulo Lona, o acórdão do Constitucional deu peso excessivo às garantias do suspeito e reduziu a proteção da vítima. Na sua leitura, a decisão obrigará a constituir mais cedo o suspeito como arguido, quando a prioridade deveria passar pela proteção da vítima e pela eventual aplicação de medidas de coação.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Secções especializadas sob pressão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A decisão surge num momento em que as estruturas do Ministério Público dedicadas à investigação da violência doméstica já enfrentam dificuldades internas. Segundo a CNN Portugal, um relatório interno sobre o DIAP Regional de Lisboa concluiu que as Secções Especializadas Integradas de Violência Doméstica vivem uma situação de crise permanente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas secções foram criadas em 2019 pelo Conselho Superior do Ministério Público para responder de forma mais rápida e especializada aos crimes de violência doméstica, num contexto de aumento de mortes associadas a este fenómeno, algumas presenciadas por crianças. A intenção era concentrar magistrados com especialização na área e acelerar os procedimentos de investigação.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, o relatório citado pela CNN Portugal aponta que o modelo não reuniu as condições necessárias para ser devidamente testado. Os inspetores referem falta de funcionários, ausência da adesão esperada por parte do Ministério da Justiça e dificuldade em atrair magistrados com o perfil inicialmente previsto.</p>
<p>O mesmo documento assinala ainda que quase metade dos magistrados colocados nestas secções não tem a classificação esperada para ocupar esses lugares. O acórdão do Tribunal Constitucional vem, assim, acrescentar uma nova dificuldade a um sistema que já enfrentava limitações na resposta aos crimes de violência doméstica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786610]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>NATO/Cimeira: Espanha reiterou investimento na defesa sem afetar estado social</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nato-cimeira-espanha-reiterou-investimento-na-defesa-sem-afetar-estado-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 07:54:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, vai transmitir hoje aos homólogos presentes na Cimeira da NATO em Ancara que Espanha é um país aliado "com princípios", que cumpre o investimento na defesa sem afetar o estado social do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, vai transmitir hoje aos homólogos presentes na Cimeira da NATO em Ancara que Espanha é um país aliado &#8220;com princípios&#8221;, que cumpre o investimento na defesa sem afetar o estado social do país.</p>
<p>Fontes governamentais espanholas disseram hoje à agência EFE que o primeiro-ministro espanhol pretende reforçar o &#8220;carácter europeu&#8221;, a unidade e a coesão da Aliança Atlântica para &#8220;enfrentar os desafios futuros&#8221;.</p>
<p>Durante a reunião do Conselho do Atlântico Norte, que reúne os 32 chefes de Estado e de Governo da NATO, Sánchez vai concentrar-se também na situação em que se encontra a Ucrânia.</p>
<p>Representantes do Governo espanhol disseram à EFE que a Ucrânia representa &#8220;outra prioridade para Espanha&#8221; defendendo um apoio contínuo, sustentado e previsível, &#8220;em linha com a política externa&#8221; de Madrid.</p>
<p>Sanchéz disse na terça-feira, através das redes sociais, que a Espanha vai cumprir as obrigações sem cortes que possam atingir o &#8220;estado de bem-estar&#8221; social em Espanha.</p>
<p>O primeiro-ministro do executivo de Madrid foi recebido na terça-feira à noite pelo Presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, no Palácio Presidencial da Turquia.</p>
<p>De seguida juntou-se aos outros líderes aliados para uma fotografia oficial antes de participar num jantar de gala oferecido pela Presidência turca.</p>
<p>Segundo as mesmas fontes, os líderes estavam distribuídos por várias mesas: Sánchez sentou-se com os primeiros-ministros do Canadá, Mark Carney, da Polónia, Donald Tusk, e da Finlândia, Petteri Orpo.</p>
<p>De acordo com a EFE, Sanchéz falou também com o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, embora não se saiba se falou com o chefe de Estado norte-americano, Donald Trump, que criticou repetidamente Espanha pela recusa de Madrid em aumentar as despesas com a defesa para 5%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786611]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PSD quer proteger uniões de facto da venda forçada da casa de família em heranças indivisas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 07:47:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O PSD quer reforçar as garantias da proposta do Governo que permite a um só herdeiro avançar judicialmente com a venda de imóveis incluídos em heranças indivisas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O PSD quer reforçar as garantias da proposta do Governo que permite a um só herdeiro avançar judicialmente com a venda de imóveis incluídos em heranças indivisas. Entre as alterações apresentadas pelos sociais-democratas está a extensão às uniões de facto da proteção já prevista para a casa de morada de família.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.publico.pt/2026/07/08/politica/noticia/psd-quer-unioes-facto-travao-venda-casa-familia-herancas-indivisas-2180828?ref=hp&amp;cx=manchete_2_destaques_0" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, a proposta do Governo prevê que um único herdeiro possa desencadear um processo judicial de venda de imóveis urbanos ou rurais quando a herança permaneça indivisa há mais de dois anos por falta de acordo entre os herdeiros. O objetivo assumido é desbloquear situações que se arrastam no tempo, muitas vezes associadas a conflitos familiares, imóveis abandonados e dificuldades na gestão de património herdado.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Casa de família pode ficar fora da venda forçada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A principal alteração agora proposta pelo PSD passa por impedir que a venda forçada abranja imóveis que sejam casa de morada de família de um membro de uma união de facto. Na prática, a garantia que já se aplicava aos cônjuges, nos termos do Código Civil, passaria a abranger também pessoas que vivam em união de facto.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Público, o deputado social-democrata Paulo Lopes Marcelo explicou que a intenção é proteger quem tenha direitos de uso sobre a casa de morada de família. Caberá depois ao Governo definir os termos concretos dessa garantia no regime jurídico do processo especial de venda de imóveis integrados em herança indivisa.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>PSD quer regime aplicado a heranças já abertas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Além desta proteção, o PSD propõe que o novo regime se aplique às heranças abertas e ainda não partilhadas à data de entrada em vigor do decreto-lei. Os sociais-democratas defendem que se trata de uma retroatividade limitada às regras processuais e que, por isso, não colide com a Constituição.</p>
<p class="isSelectedEnd">Outra alteração passa pela escolha do cabeça-de-casal. O PSD recupera uma proposta da Iniciativa Liberal para permitir que a administração da herança e o exercício dessas funções possam ser entregues a outra pessoa por maioria simples, em vez de exigir o acordo de todos os interessados. A exceção mantém-se quando o cabeça-de-casal for o cônjuge sobrevivo, bem como nos casos em que exista testamenteiro com poderes de partilha.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Alterações respondem a pareceres e à oposição</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As mudanças apresentadas pelo PSD procuram também responder a preocupações levantadas nos pareceres enviados ao Parlamento pelos conselhos superiores do Ministério Público e da Magistratura. O Conselho Superior da Magistratura alertou para o risco de a venda forçada de bens em heranças indivisas poder intensificar conflitos, enquanto o Conselho Superior do Ministério Público admitiu que o regime poderia abrir espaço a novos litígios.</p>
<p class="isSelectedEnd">Paulo Lopes Marcelo afirmou que as propostas resultam ainda do diálogo com o PS e com a Iniciativa Liberal. O deputado social-democrata defende que este não deve ser tratado como um tema partidário, mas como uma forma de resolver bloqueios que permanecem durante anos nos tribunais e nas famílias.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Imóveis abandonados e risco de incêndio no centro do debate</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O PSD sustenta que o novo regime pode ajudar a resolver situações de abandono de casas e terrenos herdados, que ficam frequentemente sem utilização por falta de entendimento entre herdeiros. O partido associa também esse bloqueio a problemas de limpeza de terrenos e ao consequente aumento do risco de incêndio.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para os sociais-democratas, a proposta insere-se no combate à burocracia e pode permitir desbloquear património que permanece parado durante anos. O deputado Paulo Lopes Marcelo considera que a atual situação é quase imoral e mostra-se confiante na aprovação do diploma.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Votação deverá ficar fechada antes das férias parlamentares</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A proposta de autorização legislativa do Governo estava prevista para ser votada na especialidade esta quarta-feira, mas, segundo o Público, a votação deverá passar para quinta-feira. Caso o diploma seja aprovado nessa fase, a votação final global deverá realizar-se no dia 16, antes da pausa parlamentar de Verão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na votação na generalidade, realizada a 3 de Junho, a proposta foi aprovada com os votos favoráveis do PSD, CDS, PS e Iniciativa Liberal. O diploma permite que um herdeiro, incluindo o viúvo enquanto cônjuge meeiro, ou um testamenteiro possam pedir judicialmente a venda de imóveis integrados em heranças indivisas há mais de dois anos.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Críticas apontam dúvidas sobre impacto e constitucionalidade</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar do apoio parlamentar inicial, a iniciativa tem sido alvo de reservas. O bastonário da Ordem dos Notários considerou que a proposta não resolverá o problema da habitação no curto prazo, defendendo que só terá efeitos dentro de dez ou 20 anos.</p>
<p>Também Luís Menezes Leitão, presidente da Associação Lisbonense de Proprietários e antigo bastonário da Ordem dos Advogados, levantou dúvidas sobre a constitucionalidade do regime, por entender que pode estar em causa uma venda forçada.</p>
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		<item>
		<title>Ministro admite falhas nos exames digitais e não garante notas na data prevista</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ministro-admite-falhas-nos-exames-digitais-e-nao-garante-notas-na-data-prevista/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 07:38:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Fernando Alexandre garantiu ainda que as famílias que venham a ser prejudicadas por eventuais alterações ao calendário dos exames poderão receber compensação financeira, caso demonstrem prejuízo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Fernando Alexandre reconheceu que nem tudo correu como previsto na correção digital dos exames nacionais do Ensino Secundário e evitou garantir que todas as classificações serão conhecidas na data prevista. O ministro da Educação recusou, no entanto, abandonar o modelo digital, defendendo que o sistema “veio para ficar”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em entrevista à CNN Portugal, Fernando Alexandre admitiu que houve falhas no processo, mas garantiu que o Ministério da Educação interveio para corrigir os problemas detetados. Ainda assim, o governante não assegurou de forma definitiva que os resultados estarão todos disponíveis no próximo dia 17.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>“Estamos a fazer tudo” para cumprir calendário</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Na mesma entrevista, o ministro afirmou que não vê, para já, motivos para alterar o calendário dos exames nacionais. Sublinhou, porém, que as notas só serão divulgadas quando houver garantia técnica de que correspondem ao desempenho real dos alunos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Alexandre classificou o processo como “muito complexo” e reconheceu que a transição para o novo modelo poderia ter sido feita de outra forma. O governante admitiu que a implementação devia ter avançado de forma gradual, uma declaração que surge depois de sucessivas queixas de professores sobre dificuldades na plataforma digital.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Correção digital veio para ficar</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar dos problemas, o ministro da Educação defendeu a continuidade do sistema digital nos exames nacionais. Segundo Fernando Alexandre, o país deve aproveitar as possibilidades da tecnologia, argumentando que a escola não pode funcionar como se ainda estivesse “no século XX”.</p>
<p class="isSelectedEnd">O governante revelou ainda que 12 mil professores já corrigiram provas e garantiu que o ministério está a identificar o que falhou. Está também prevista uma auditoria ao processo, com o objetivo de retirar conclusões e evitar a repetição dos mesmos erros.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Professores continuam a relatar falhas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">As dificuldades, no entanto, não desapareceram. Continuam a existir classificadores que ainda não conseguiram aceder à plataforma digital, enquanto outros, apesar de terem acesso, não encontram itens disponíveis para classificar, segundo denúncias de docentes.</p>
<p class="isSelectedEnd">O processo de digitalização já tinha sido alvo de críticas em 2025, quando a Associação de Professores de Filosofia e vários sindicatos apontaram dificuldades técnicas no projeto-piloto do Exame Nacional de Filosofia. Na altura, foram denunciados erros no sistema e falhas no acesso à plataforma de correção, embora o Ministério da Educação tenha considerado a experiência “muito positiva”.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Ministro recusa falar em demissão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Questionado sobre uma eventual demissão e sobre a possibilidade de o cargo estar em risco, Fernando Alexandre não respondeu diretamente. Limitou-se a afirmar que a equipa continua a trabalhar com motivação e que não existe área mais importante para o país do que a Educação.</p>
<p class="isSelectedEnd">O tema também chegou ao Parlamento. O presidente da Assembleia da República rejeitou um pedido de debate de urgência apresentado pelo Chega sobre os exames nacionais. Já o PSD mostrou disponibilidade para audições parlamentares relacionadas com os problemas registados no processo.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>Famílias poderão ser compensadas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Fernando Alexandre garantiu ainda que as famílias que venham a ser prejudicadas por eventuais alterações ao calendário dos exames poderão receber compensação financeira, caso demonstrem prejuízo, nomeadamente por mudanças nas datas de férias já previstas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ministro defendeu que, se uma família provar que sofreu danos devido a alterações no calendário, o Estado deverá ressarci-la, enquadrando essa compensação como um direito jurídico.</p>
<p>Entretanto, a contestação ao processo continua. A petição que pede a anulação dos exames nacionais deste ano já reúne 6300 assinaturas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786603]]></sapo:autor>
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		<title>ERSE trava suspeitas sobre combustíveis: preços nas bombas não mostram irregularidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 07:27:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está a diferença entre a descida das cotações internacionais do petróleo e o ritmo mais lento a que gasolina e gasóleo têm baixado nos postos de abastecimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="110" data-end="497">A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos não encontrou sinais de irregularidade na evolução recente dos preços dos combustíveis em Portugal, depois de o Governo ter pedido uma análise ao comportamento do mercado. Em causa está a diferença entre a descida das cotações internacionais do petróleo e o ritmo mais lento a que gasolina e gasóleo têm baixado nos postos de abastecimento.</p>
<p data-start="499" data-end="822">De acordo com o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/erse-nao-encontra-irregularidades-na-evolucao-dos-precos-dos-combustiveis" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Negócios</a>, fonte oficial da ERSE garante que os preços efetivamente pagos pelos consumidores nas bombas ficaram abaixo dos chamados Preços Eficientes divulgados pelo regulador. Por esse motivo, a entidade considera que, para já, não há indícios de comportamento anómalo no mercado dos combustíveis.</p>
<p data-start="824" data-end="873"><strong>Governo pediu análise à evolução dos combustíveis</strong></p>
<p data-start="875" data-end="1249">A avaliação surge depois de a ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, ter pedido à Entidade Nacional para o Setor Energético que analisasse a evolução dos preços. A governante tinha admitido preocupação com o facto de os combustíveis não estarem a descer com a mesma rapidez com que subiram, numa altura em que o mercado internacional dava sinais de alívio.</p>
<p data-start="1251" data-end="1551">Segundo o Jornal de Negócios, a ministra mostrou-se, entretanto, confiante numa continuação da descida dos preços, caso a situação internacional evolua favoravelmente. O Governo quer perceber de que forma essa evolução se refletirá no valor final pago pelos consumidores pela gasolina e pelo gasóleo.</p>
<p data-start="1553" data-end="1611"><strong>Porque é que a queda do petróleo não chega logo às bombas?</strong></p>
<p data-start="1613" data-end="1969">A ERSE explica que acompanha semanalmente o mercado através do Preço Eficiente, um indicador que procura estimar o custo dos combustíveis tendo em conta várias parcelas. Entre elas estão as cotações internacionais dos produtos refinados, os fretes marítimos, a logística, os biocombustíveis, as reservas estratégicas, a componente de retalho e os impostos.</p>
<p data-start="1971" data-end="2331">O regulador sublinha que a descida das cotações internacionais dos produtos refinados já teve reflexo nos preços eficientes. Ainda assim, essa transmissão não é automática nem acompanha de forma direta a evolução do Brent, uma vez que o preço final dos combustíveis depende de vários fatores e não apenas do valor do petróleo bruto nos mercados internacionais.</p>
<p data-start="2333" data-end="2386"><strong>ERSE distingue Preço Eficiente de Preço de Referência</strong></p>
<p data-start="2388" data-end="2699">A entidade reguladora assinala ainda que o Preço Eficiente não deve ser confundido com o Preço de Referência divulgado pela ENSE. A diferença é relevante, porque o indicador da ENSE não inclui algumas componentes que pesam no valor final, como a distribuição até aos postos, a margem de comercialização e o IVA.</p>
<p data-start="2701" data-end="2934">Esta distinção ajuda a explicar porque é que a descida do petróleo nos mercados internacionais pode não se traduzir, de imediato e na mesma proporção, numa redução visível no preço pago pelos consumidores nos postos de abastecimento.</p>
<p data-start="2936" data-end="2992"><strong>ENSE aponta custos de refinação, logística e armazenagem</strong></p>
<p data-start="2994" data-end="3361">Nas conclusões preliminares da análise em curso, a ENSE considera que a evolução dos combustíveis nas bombas não segue automaticamente a descida do petróleo. A entidade refere que, desde o início da crise no Estreito de Ormuz, os preços dos produtos refinados subiram cerca de 25% no gasóleo e 35% na gasolina, enquanto a carga fiscal se manteve praticamente estável.</p>
<p data-start="3363" data-end="3710">A ENSE atribui a descida mais lenta dos preços ao funcionamento da cadeia de valor dos combustíveis. Refinação, armazenagem, logística, transporte, incorporação de biocombustíveis e limitações na capacidade de armazenagem na Europa e em Portugal são alguns dos fatores apontados para explicar a diferença entre a evolução do crude e o preço final.</p>
<p data-start="3712" data-end="3754"><strong>Margens máximas continuam previstas na lei</strong></p>
<p data-start="3756" data-end="4055">A ERSE recorda que a legislação permite propor ao Governo a fixação temporária de margens máximas nas componentes comerciais dos combustíveis simples e do GPL engarrafado. Essa possibilidade depende, porém, da existência de sinais que justifiquem a medida e de parecer da Autoridade da Concorrência.</p>
<p data-start="4057" data-end="4255" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Para já, o regulador indica que continuará a acompanhar a evolução do mercado dos combustíveis e a avaliar, dentro das suas competências, se surgem elementos que possam justificar novas diligências.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786599]]></sapo:autor>
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		<title>Guterres recebe subvenção vitalícia de 4.138 euros apesar do cargo na ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 07:17:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A lista divulgada mensalmente pela Caixa Geral de Aposentações mostra que há atualmente 285 beneficiários de subvenções vitalícias. Destes, 230 recebem a prestação por inteiro e 14 têm redução parcial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">António Guterres continua a receber uma subvenção vitalícia atribuída pela Caixa Geral de Aposentações, no valor bruto de 4.138,77 euros mensais. O antigo primeiro-ministro, atualmente secretário-geral da ONU, tem a prestação ativa e sem redução em 2026, apesar de exercer um cargo internacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com a <a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/antonio-guterres-mantem-subvencao-de-4-138" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>, a subvenção foi atribuída a António Guterres em 9 de abril de 2002, pouco depois de ter deixado funções públicas em Portugal. Em termos líquidos, o gabinete do secretário-geral das Nações Unidas confirmou à revista que Guterres recebe 2.925,06 euros por mês, valor que considera ter direito a auferir pelo trabalho desempenhado como primeiro-ministro de Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">O caso contrasta com o de António Costa, que também foi primeiro-ministro e exerce atualmente um cargo internacional, como presidente do Conselho Europeu. Costa tem uma subvenção vitalícia atribuída desde 1 de abril de 2024, no valor de 3.113,71 euros, mas decidiu suspendê-la por iniciativa própria.</p>
<p><strong>Cargos internacionais não suspendem automaticamente a subvenção</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A subvenção vitalícia foi criada para antigos titulares de cargos políticos que, até 2005, reuniam mais de oito anos de exercício em funções como Governo, Parlamento, Presidência da República ou Tribunal Constitucional. Em 2005, uma alteração legislativa impediu novos beneficiários de acumularem tempo de serviço para aceder a este regime, mas salvaguardou os direitos de quem já cumpria os requisitos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo a Sábado, a lei prevê a suspensão da subvenção quando o beneficiário exerce determinados cargos públicos ou políticos remunerados, como deputado, eurodeputado, embaixador, juiz do Tribunal Constitucional ou gestor público. No entanto, os cargos internacionais não surgem abrangidos por essa regra, o que permite que a subvenção de Guterres continue ativa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em 2019, quando a lista voltou a ser publicada depois de uma interrupção, o Ministério do Trabalho e da Segurança Social, então tutelado por José António Vieira da Silva, justificou a manutenção da subvenção de Guterres precisamente com o facto de o exercício de cargos internacionais não ser uma das situações previstas para travar o pagamento.</p>
<p><strong>ONU não entra como atividade privada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A legislação também passou a limitar, desde 2014, o valor da subvenção quando existem rendimentos de atividades privadas superiores a três vezes o Indexante dos Apoios Sociais. Atualmente, esse patamar corresponde a 1.611,39 euros.</p>
<p class="isSelectedEnd">Mas a atividade desempenhada na ONU dificilmente poderá ser enquadrada como setor privado. A Sábado questionou o gabinete do ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, que tutela a Caixa Geral de Aposentações, para perceber se é esse o fundamento jurídico que permite a manutenção da subvenção sem redução, mas não obteve resposta até ao fecho da edição.</p>
<p class="isSelectedEnd">O salário base do secretário-geral da ONU é estimado em 238.375 dólares anuais, cerca de 208.299 euros. Com ajustamentos adicionais, o rendimento de António Guterres em 2025 terá atingido 418.348 dólares por ano, equivalentes a 365.565 euros, além de outros benefícios associados ao cargo, como casa de função, segurança e motorista. Estes valores são líquidos, uma vez que os funcionários da ONU, tal como os de outros organismos internacionais, não pagam impostos.</p>
<p><strong>Há 285 beneficiários a receber subvenções vitalícias</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A lista divulgada mensalmente pela Caixa Geral de Aposentações mostra que há atualmente 285 beneficiários de subvenções vitalícias. Destes, 230 recebem a prestação por inteiro e 14 têm redução parcial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Há ainda 41 beneficiários com subvenção suspensa ou com redução total. Essa situação pode resultar de iniciativa própria, do exercício de funções políticas ou públicas remuneradas, ou de atividade privada remunerada acima do limite legal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Entre os políticos que decidiram suspender a subvenção por iniciativa própria estão António Costa, Luís Marques Mendes, António Vitorino e Rui Gomes da Silva. Outros beneficiários têm a prestação suspensa por aplicação do regime legal.</p>
<p><strong>Guterres é o quarto nome com valor mais elevado</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">António Guterres surge como o quarto beneficiário com a subvenção mais elevada na lista conhecida. O valor mais alto pertence a Jorge Rangel, atual presidente do Instituto Internacional de Macau e antigo membro do Governo de Macau, que recebe 6.633 euros mensais.</p>
<p class="isSelectedEnd">A seguir surgem José de Sousa e Brito e José Manuel Cardoso da Costa, ambos juízes conselheiros do Tribunal Constitucional. Guterres aparece depois, com os 4.138,77 euros brutos mensais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na lista constam ainda nomes como José Sócrates, que recebe 2.372 euros, Bagão Félix, Assunção Esteves, Miguel Relvas e Jerónimo de Sousa, entre outros antigos titulares de cargos políticos.</p>
<p><strong>Menos beneficiários do que em 2005</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar dos casos que continuam ativos, há hoje menos beneficiários do que em 2005. Nesse ano, a lista contava com 318 pessoas. Atualmente, são 285, menos 33.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nos últimos dez anos, apenas 17 beneficiários entraram no regime, devido ao facto de a lei ter deixado de permitir a acumulação de tempo de serviço para novas subvenções, mantendo apenas direitos adquiridos antes da alteração legislativa.</p>
<p>Ficam fora desta lista os antigos presidentes da República e os ex-titulares de cargos políticos da Região Autónoma da Madeira, uma vez que essas subvenções são atribuídas e pagas, respetivamente, pela Presidência da República e pela Região Autónoma.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786596]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>NATO/Cimeira: Montenegro convicto que integridade da Dinamarca &#8220;não está em causa&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 07:10:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro português manifestou-se hoje convicto de que a integridade territorial da Dinamarca não "está em causa", apesar das ameaças de Donald Trump sobre a Gronelândia, e rejeitou que o Presidente dos Estados Unidos tenha rancor com a Aliança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro português manifestou-se hoje convicto de que a integridade territorial da Dinamarca não &#8220;está em causa&#8221;, apesar das ameaças de Donald Trump sobre a Gronelândia, e rejeitou que o Presidente dos Estados Unidos tenha rancor com a Aliança.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas à chegada à cimeira dos chefes de Estado e de Governo da NATO, em Ancara, Luís Montenegro frisou que, se a Aliança tem um compromisso de &#8220;garantir a integralidade territorial de todos os Estados-membros da NATO face a países externos e terceiros&#8221;, isso também se deve aplicar a casos internos.</p>
<p>&#8220;E creio que, independentemente das declarações e do contexto em que elas foram proferidas, não estará em causa, de maneira nenhuma, a integralidade territorial de nenhum Estado-membro da NATO, incluindo, naturalmente, a Dinamarca&#8221;, afirmou.</p>
<p>Questionado se manifesta assim solidariedade com Copenhaga, após Donald Trump ter esta terça-feira, à chegada a Ancara, novamente insistido que a Gronelândia deve pertencer aos Estados Unidos, Montenegro respondeu: &#8220;Solidariedade com Copenhaga, solidariedade com o princípio de salvaguarda da integralidade territorial de todos os Estados-membros&#8221;.</p>
<p>&#8220;Repito, se o fazemos com um contexto externo, é óbvio que, em primeiro lugar, devemos salvaguardá-lo também no contexto interno&#8221;, reforçou.</p>
<p>Interrogado se acha que existe efetivamente algum rancor de Donald Trump para com a NATO, o primeiro-ministro respondeu: &#8220;Creio que não&#8221;.</p>
<p>&#8220;Naquilo que eu já me pude aperceber dos trabalhos até ao momento, não me parece que haja razão para dizer isso&#8221;, afirmou.</p>
<p>Os chefes de Estado e de Governo da NATO reúnem-se hoje em Ancara, no segundo e último dia da cimeira da Aliança Atlântica que terá como principal foco o reforço do investimento em Defesa, nomeadamente dos aliados europeus face a um recuo dos Estados Unidos (EUA), e o apoio à Ucrânia.</p>
<p>A reunião decorre numa altura de tensão entre a Europa e os EUA, com a administração norte-americana liderada pelo republicano Donald Trump a recuar no seu investimento no âmbito da Aliança Atlântica, inclusive com a retirada de tropas do território europeu, argumentando que cabe aos aliados europeus um maior papel na defesa do chamado &#8220;velho continente&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p>
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