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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Exército dos EUA anuncia aliança com 18 países contra crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 01:11:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Exército norte-americano lançou na terça-feira uma nova aliança de 18 países para combater o crime organizado, numa "transição" da operação militar "Lança do Sul" contra o narcotráfico.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Exército norte-americano lançou na terça-feira uma nova aliança de 18 países para combater o crime organizado, numa &#8220;transição&#8221; da operação militar &#8220;Lança do Sul&#8221; contra o narcotráfico.</P><br />
<P>O Comando Sul do Exército norte-americano (Southcom), sediado em Miami, anunciou em comunicado que o novo Grupo de Trabalho Conjunto do Hemisfério Ocidental pretende &#8220;incrementar a eficácia operacional contra as ameaças que minam a segurança regional e afetam os Estados Unidos&#8221; e os seus aliados, além de &#8220;reforçar&#8221; a resposta a emergências e crises humanitárias.</P><br />
<P>A nova aliança inclui os mesmos 18 países que integravam a Coligação Contra os Cartéis das Américas, iniciada pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, em março de 2026, com o objetivo de usar força letal para erradicar cartéis do narcotráfico e redes de narcoterrorismo no hemisfério ocidental.</P><br />
<P>O general Francis Donovan, comandante do Southcom, declarou que o novo grupo de trabalho será &#8220;o braço executor (&#8230;) para enfrentar as ameaças em todo o hemisfério&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta sede reúne capacidades militares ajustadas e alianças de confiança para aumentar a fricção sistémica total, o ritmo operacional, exercer pressão sustentada sobre as organizações criminosas e reforçar a segurança dos Estados Unidos e dos nossos parceiros&#8221;, afirmou Donovan.</P><br />
<P>O comandante apresentou o novo grupo como uma &#8220;transição&#8221; da operação Lança do Sul, lançada em setembro de 2025 pela Administração do Presidente norte-americano, Donald Trump, e que implicou bombardeamentos contra supostas lanchas do narcotráfico nas águas nas Caraíbas e no Pacífico.</P><br />
<P>Até agora, os EUA atacaram mais de 60 embarcações, causando a morte de 221 pessoas, segundo um balanço do Escritório de Washington para Assuntos Latino-americanos.</P><br />
<P>As Nações Unidas e organizações de defesa dos direitos humanos classificaram estes ataques como &#8220;execuções extrajudiciais&#8221; e denunciaram que entre as vítimas se encontram pescadores e contrabandistas de combustível.</P><br />
<P>A operação também procurou aumentar a pressão sobre o então Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, antes deste ser detido numa intervenção norte-americana em Caracas, e transferido para um centro de detenção em Nova Iorque no início de janeiro, para enfrentar acusações de narcoterrorismo.</P><br />
<P>O novo grupo de trabalho vai ser formado pelos EUA e pelos países que assinaram a aliança Escudo das Américas em março deste ano, em Miami: Argentina, Bolívia, Costa Rica, República Dominicana, Equador, El Salvador, Guiana, Honduras, Panamá, Paraguai e Trinidad e Tobago.</P><br />
<P>Posteriormente, juntaram-se também Bahamas, Belize, Chile, Guatemala, Jamaica e Peru, além do presidente eleito da Colômbia, Abelardo de la Espriella.</P><br />
<P>O chefe do Southcom indicou que o líder do novo grupo será o general Kevin Jarrard, que coordenou a resposta do Departamento de Estado após os sismos de junho na Venezuela.</P><br />
<P>Segundo Donovan esta coligação será a &#8220;sede operacional para a execução de missões em toda a região&#8221;, integrando &#8220;inteligência, vigilância e reconhecimento, planeamento operacional e coordenação multinacional para aumentar a pressão sobre as organizações nefastas que operam em todo o hemisfério&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797657]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil acusa EUA de escalada hostil após revogação de visto de embaixadora em Washington</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2026 00:20:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro repudiou esta terça-feira a decisão dos Estados Unidos de revogarem o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti, classificando como "falsas" as justificações apresentadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro repudiou esta terça-feira a decisão dos Estados Unidos de revogarem o visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti, classificando como &#8220;falsas&#8221; as justificações apresentadas.</P><br />
<P>O Palácio do Planalto sustentou ainda que a decisão &#8220;faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil&#8221;, motivadas por &#8220;razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral&#8221; historicamente pautada pelo respeito mútuo.</P><br />
<P>&#8220;Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente&#8221;, informa o comunicado.</P><br />
<P>O Governo brasileiro acrescentou que o processo de concessão do aprovação é confidencial, recordando que os EUA divulgaram publicamente o nome do seu candidato à embaixada em Brasília, Daniel Perez, antes de apresentarem formalmente o pedido ao Brasil.</P><br />
<P>Brasília acrescentou na nota que segue &#8220;estritamente o direito internacional&#8221; e sublinhou que a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas não estabelece qualquer prazo para a concessão da aprovação, indicando que o pedido norte-americano continua em análise.</P><br />
<P>O Departamento de Estado norte-americano anunciou na terça-feira a revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington e sinalizou que a medida pode ser revertida caso o Brasil conceda o aval diplomático para que o indicado do Presidente Donald Trump assuma a embaixada dos EUA em Brasília.</P><br />
<P>Daniel Perez foi indicado para o cargo em junho deste ano, sendo que a sua aprovação ainda não foi referendada pelo Congresso norte-americano. A revogação do visto da embaixadora brasileira não significa a expulsão de Maria Luiza Ribeiro Viotti dos Estados Unidos, segundo esclareceu anteriormente o Departamento de Estado.</P><br />
<P>Washington indicou que adotou a medida contra a embaixadora após autoridades brasileiras sinalizarem que apenas concederiam a aprovação de Daniel Perez depois das eleições gerais brasileiras, o que considerou inaceitável.</P><br />
<P>O Departamento de Estado referiu ainda ter agido com reciprocidade por Brasília negar vistos a dois diplomatas norte-americanos há duas semanas, alegando que a visita poderia ser utilizada para descredibilizar o sistema eleitoral brasileiro.</P><br />
<P>Sobre este ponto, o Governo brasileiro acrescentou que os dois funcionários pretendiam visitar o país para &#8220;colocar em dúvida a integridade do sistema eleitoral brasileiro&#8221;, classificando a iniciativa como uma tentativa &#8220;inaceitável de interferir no processo político nacional&#8221;.</P><br />
<P>O Planalto recordou também que continuam em vigor sanções individuais impostas pelos EUA a autoridades brasileiras, incluindo o cancelamento de vistos de juízes do Supremo Tribunal Federal e membros do primeiro escalão do Executivo.</P><br />
<P>Segundo a nota, o Presidente Lula da Silva pediu diretamente ao Presidente Donald Trump, durante a visita a Washington em maio, o levantamento dessas sanções.</P><br />
<P>&#8220;A decisão de hoje [terça-feira] não é um fato isolado. Faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo&#8221;, informa Brasília.</P><br />
<P>&#8220;Em linha com sua tradição diplomática, o Governo brasileiro opõe-se à lógica de confrontação e reitera a defesa do diálogo e da negociação em todas as suas relações internacionais&#8221;, conclui o comunicado do Palácio do Planalto.</P><br />
<P>A Casa Branca e o Palácio do Planalto vivem tensões diplomáticas desde o ano passado, quando Trump anunciou a imposição das primeiras tarifas alfandegárias ao Brasil. Em julho, Washington aplicou novas sobretaxas a produtos brasileiros.</P><br />
<P>No mês passado, os EUA decidiram também prolongar por um ano o estado de emergência para o Brasil, classificando o Governo brasileiro como uma ameaça &#8220;incomum e extraordinária&#8221; à segurança nacional, à política externa e à economia norte-americana.</P><br />
<P>Washington classificou ainda recentemente como organizações terroristas globais as duas maiores fações criminosas do país sul-americano, o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797656]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Regras para uso de espaços separados por género mudam no Reino Unido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:57:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Milhares de espaços públicos no Reino Unido segregados por género terão de adaptar-se a partir de hoje a novas disposições, quase um ano e meio depois da histórica decisão do Supremo Tribunal que define género como o sexo atribuído no nascimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Milhares de espaços públicos no Reino Unido segregados por género terão de adaptar-se a partir de hoje a novas disposições, quase um ano e meio depois da histórica decisão do Supremo Tribunal que define género como o sexo atribuído no nascimento.</P><br />
<P>Com a entrada em vigor deste &#8220;código de boas práticas&#8221;, estabelecido pelo organismo regulador da igualdade do Reino Unido, as casas de banho, os balneários, as enfermarias hospitalares e quaisquer outros espaços segregados por género deverão ser utilizados de acordo com o sexo atribuído ao nascimento, e não com o género com o qual a pessoa se identifica.</P><br />
<P>Isto significa que aproximadamente 13.000 casas de banho e mais de 5.000 balneários em ginásios, hospitais e centros de lazer em Inglaterra, Escócia e País de Gales poderão necessitar de obras de remodelação, a um custo estimado de dezenas de milhões de libras, noticiou a agência Efe.</P><br />
<P>A implementação da diretiva segue-se a uma decisão do Supremo Tribunal em abril de 2025, num caso apresentado pela organização For Women Scotland, que limitou a definição legal de mulher ao sexo biológico, decisão amplamente criticada e considerada discriminatória para as pessoas transgénero.</P><br />
<P>O código estipula que os prestadores de serviços podem, se assim o desejarem, excluir uma pessoa transgénero da utilização de um espaço exclusivo para um único género, a fim de &#8220;evitar constrangimento ou desconforto&#8221; para outros utilizadores, ou se outras pessoas se opuserem a partilhar esse espaço com base na sua aparência física.</P><br />
<P>A secretária de Estado para as Mulheres e a Igualdade do Reino Unido, Bridget Phillipson, apresentou a proposta de código ao Parlamento em 21 de maio, tendo a mesma sido automaticamente aprovada em 09 de julho, após o prazo de 40 dias, sem ser debatida ou votada por nenhuma das Câmaras e apesar dos pedidos de várias organizações LGBTQ+.</P><br />
<P>A organização britânica Trans+ Solidarity Alliance declarou em julho que as pessoas transgénero estarão &#8220;expostas a riscos&#8221; e o seu acesso a serviços essenciais &#8220;será mais limitado&#8221; após a entrada em vigor das novas diretrizes.</P><br />
<P>&#8220;Trata-se da capacidade das pessoas transgénero de viverem o seu dia-a-dia com segurança e confiança. Este código de boas práticas não fará com que o problema desapareça, como alguns parecem desejar&#8221;, acrescentou a organização num manifesto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797655]]></sapo:autor>
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		<title>Guatemala em alerta máximo com vulcão do Fogo em erupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:48:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades da Guatemala lançaram um alerta vermelho no país, o nível mais elevado, abrangendo as zonas afetadas pela erupção do vulcão do Fogo, a 35 quilómetros da capital.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da Guatemala lançaram um alerta vermelho no país, o nível mais elevado, abrangendo as zonas afetadas pela erupção do vulcão do Fogo, a 35 quilómetros da capital.</P><br />
<P>O alerta de terça-feira dirige-se aos departamentos de Sacatepéquez, Chimaltenango e Escuintla, indicou a agência nacional de coordenação para a luta contra desastres (Conred), na rede social X.</P><br />
<P>As autoridades da Guatemala já tinham emitido um alerta de &#8220;perigo&#8221; e decretado a retirada de centenas de pessoas após a erupção do Fogo, considerado o vulcão mais ativo da América Central. </P><br />
<P>O vulcão entrou em fase eruptiva na manhã de segunda-feira e está agora a expelir lava, assim como enormes plumas de gás e cinzas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797654]]></sapo:autor>
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		<title>Polícia líbia cria comissão para investigar fuga em massa de prisão no oeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:46:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária líbia formou uma comissão para apurar as circunstâncias de uma fuga em massa da prisão de Surman (oeste) na terça-feira, que coincidiu com confrontos armados entre milícias leais ao Governo de Unidade Nacional (GUN) na cidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária líbia formou uma comissão para apurar as circunstâncias de uma fuga em massa da prisão de Surman (oeste) na terça-feira, que coincidiu com confrontos armados entre milícias leais ao Governo de Unidade Nacional (GUN) na cidade.</P><br />
<P>A polícia adiantou em comunicado que a investigação está a ser conduzida em coordenação com as autoridades de segurança e militares competentes &#8220;para apurar o número de reclusos que fugiram e tomar as medidas legais adequadas para determinar a responsabilidade&#8221;.</P><br />
<P>Após a fuga, as autoridades prisionais instaram os fugitivos a &#8220;apresentarem-se em qualquer centro de reforma e reabilitação&#8221; sob jurisdição do sistema prisional da sua área e a entregarem-se, embora não se saiba se algum dos fugitivos acatou a ordem.</P><br />
<P>Surman acordou na terça-feira com confrontos entre grupos afiliados no GUN, liderados por Abdelhamid Dbeiba &#8211; que utilizavam drones armados, tanques e outras armas de guerra &#8211; até que a 52.ª Brigada de Infantaria, uma força encarregada de conter os confrontos entre milícias, interveio e interrompeu os combates ao fim de dez horas.</P><br />
<P>Até à data, não existem números oficiais sobre vítimas ou perdas materiais, embora alguns órgãos de comunicação social locais relatem que o incidente resultou em cinco mortes, dezenas de feridos e extensos danos em infraestruturas.</P><br />
<P>Em maio, ocorreu um violento confronto entre grupos armados na mesma zona, tendo durado aproximadamente 12 horas e provocado a morte a pelo menos quatro pessoas, deixando mais de 30 feridos e causando danos materiais significativos.</P><br />
<P>Foi o confronto mais intenso na Líbia em 2026 e o primeiro desde os combates de maio de 2025, que resultaram numa dezena de mortos e dezenas de feridos.</P><br />
<P>Desde 2014, após as últimas eleições parlamentares, a Líbia está mergulhada numa profunda crise, com episódios recorrentes de violência e uma divisão institucional, com o GUN a controlar o oeste, enquanto o leste está sob o controlo do marechal Khalifa Haftar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797653]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: ONU pede a Israel que respeite ordens do TIJ sobre provas em Gaza</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:42:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ONU pediu na terça-feira a Israel que respeite as ordens do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), após denúncias sobre a eliminação de provas em Gaza relacionadas com alegações de genocídio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ONU pediu na terça-feira a Israel que respeite as ordens do Tribunal Internacional de Justiça (TIJ), após denúncias sobre a eliminação de provas em Gaza relacionadas com alegações de genocídio.  </P><br />
<P>O apelo foi feito pelo porta-voz adjunto do secretário-geral da ONU, Farhan Haq, na sua conferência de imprensa diária, após ser questionado sobre um relatório do Observatório Euromediterrâneo de Direitos Humanos que afirma que Israel está a demolir e remover entulho de bairros e instalações civis.  </P><br />
<P>&#8220;Todas as autoridades devem cumprir as decisões do Tribunal Internacional de Justiça&#8221;, declarou Haq.  </P><br />
<P>O porta-voz insistiu na &#8220;preocupação&#8221; da organização com &#8220;as atividades levadas a cabo por Israel em Gaza&#8221; e garantiu que continuarão a fazer tudo o que for possível para que os habitantes daquele território &#8220;possam voltar à vida normal e que haja responsabilização pelo que ocorreu&#8221;.  </P><br />
<P>Há dois anos, o TIJ emitiu uma ordem com seis medidas provisórias, entre as quais que Israel evite cometer atos que constituam uma violação da Convenção sobre o Genocídio. </P><br />
<P>Além disso, ordenou a preservação das provas relativas a possíveis violações da convenção e proibiu a sua destruição, exigindo ainda o acesso da população a ajuda humanitária básica. </P><br />
<P>O relatório do Observatório indica que as forças israelitas, juntamente com empresas civis, estão a realizar operações para remover detritos em zonas da Faixa de Gaza que estão sob seu controlo. </P><br />
<P>Segundo o relatório, há cerca de 400 máquinas a trabalhar na zona e, nas últimas semanas, foram observados cerca de 100 camiões a retirar entulho. </P><br />
<P>O porta-voz do secretário-geral da ONU denunciou também que Israel continua a avançar para a zona situada entre a &#8220;linha amarela&#8221; e a &#8220;linha laranja&#8221; da Faixa de Gaza &#8211; como são conhecidas duas áreas de demarcação interna estabelecidas após o acordo de cessar-fogo de outubro do ano passado. </P><br />
<P>&#8220;As tropas israelitas destruíram as tendas de quase uma dúzia de famílias que se refugiavam no pátio de uma escola e colocaram blocos de cimento nas instalações, o que representa uma nova expansão das áreas em que as autoridades israelitas impuseram restrições de acesso&#8221;, explicou o porta-voz. </P><br />
<P>Na Cisjordânia, há &#8220;mais de 80 escolas&#8221; que estão sujeitas a ordens de demolição ou medidas similares.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797652]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bombeiros tentam conter fogos nos arredores de Atenas antes de mais vento e calor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bombeiros-tentam-conter-fogos-nos-arredores-de-atenas-antes-de-mais-vento-e-calor/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:28:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os bombeiros gregos procuram aproveitar uma pausa nos ventos fortes para reforçar as linhas de contenção nos fogos a oeste de Atenas, perante alertas para regresso de rajadas mais fortes e subida das temperaturas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os bombeiros gregos procuram aproveitar uma pausa nos ventos fortes para reforçar as linhas de contenção nos fogos a oeste de Atenas, perante alertas para regresso de rajadas mais fortes e subida das temperaturas.</P><br />
<P>&#8220;Há uma enorme quantidade de material combustível na área e o risco aumenta ao longo do dia&#8221;, frisou Costas Tsingas, responsável da Associação Grega de Bombeiros. </P><br />
<P>A arder pelo quinto dia consecutivo, o incêndio nos arredores de Atenas provocou a retirada de mais de mil pessoas e foi atribuído a uma linha de energia defeituosa de um parque eólico da região. </P><br />
<P>As autoridades informaram que 33 pessoas foram detidas entre 29 de junho e 02 de agosto por atearem incêndios, incluindo 30 por negligência e três por suspeita de fogo posto. </P><br />
<P>A maioria dos casos de negligência envolvia atividades agrícolas realizadas apesar das proibições locais, incluindo soldagem.</P><br />
<P>As equipas de socorro trabalharam na terça-feira contra o tempo, pois os ventos costumam aumentar à tarde, um fenómeno costeiro comum em todo o Mediterrâneo no verão, quando a terra aquece mais rapidamente do que o mar e traz brisas mais fortes.</P><br />
<P>O Exército mobilizou máquinas para abrir faixas nas encostas queimadas, enquanto unidades especializadas avançavam a pé pelas áreas florestais para extinguir brasas incandescentes antes que pudessem reacender.</P><br />
<P>Mais de mil pessoas foram retiradas da região da estância balnear de Porto Germeno e de outras zonas a oeste da capital, incluindo mais de 250 resgatadas por barcos nas praias da região.   </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797651]]></sapo:autor>
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		<title>Senado dos EUA abre caminho à nomeação de ex-advogado de Trump para procurador-geral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:23:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O comité judicial do Senado dos Estados Unidos aprovou a nomeação para procurador-geral de Todd Blanche, ex-advogado de Donald Trump e atual dirigente interino do Departamento de Justiça, retirando um obstáculo importante ao nomeado do Presidente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O comité judicial do Senado dos Estados Unidos aprovou a nomeação para procurador-geral de Todd Blanche, ex-advogado de Donald Trump e atual dirigente interino do Departamento de Justiça, retirando um obstáculo importante ao nomeado do Presidente.</P><br />
<P>Com maioria republicana, o comité aprovou na terça-feira a nomeação de Blanche por 12 votos contra 10, com dois senadores conservadores &#8211; John Cornyn, do Texas, e Thom Tillis, da Carolina do Norte &#8211; a retirarem a sua oposição, relacionada com o fundo para indemnizar alegadas vítimas da &#8216;instrumentalização&#8217; do sistema judicial em governos anteriores, que atrasou a votação.</P><br />
<P>A nomeação será agora submetida a votação no plenário do Senado, onde os republicanos detêm 53 lugares, contra 47 da oposição.</P><br />
<P>Blanche anunciou na segunda-feira a sua decisão de revogar formalmente o polémico fundo, avaliado em 1,7 mil milhões de dólares (1,4 mil milhões de euros), depois de os senadores republicanos terem ameaçado bloquear a sua nomeação.</P><br />
<P>Cornyn e Tillis também se opuseram à nomeação de Blanche devido à sua atuação nos ficheiros relacionados com o caso Jeffrey Epstein, particularmente após a fuga de dados pessoais das vítimas.</P><br />
<P>O governo Trump defendeu o &#8216;fundo anti-instrumentalização&#8217; criado para encerrar o processo movido pelo republicano contra a autoridade fiscal (IRS, Internal Revenue Service) devido à fuga das suas declarações de rendimentos.</P><br />
<P>O acordo incluía também uma proibição ao IRS de rever as declarações fiscais anteriores de Trump, da sua família e das suas empresas, medida que os detratores do magnata interpretaram como uma tentativa de se proteger financeiramente.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797650]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela /Sismos: Pelo menos 1.579 pessoas desaparecidas &#8211; governador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:15:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 1.579 pessoas continuam desaparecidas após os terramotos de 24 de junho na Venezuela, que já causaram 6.125 mortos, confirmou terça-feira o governador do estado La Guaira, José Alejandro Terán.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 1.579 pessoas continuam desaparecidas após os terramotos de 24 de junho na Venezuela, que já causaram 6.125 mortos, confirmou terça-feira o governador do estado La Guaira, José Alejandro Terán.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com as informações que nos fornecem diretamente os familiares, há 1.579 pessoas desaparecidas&#8221;, afirmou Terán numa entrevista à emissora colombiana Caracol Radio.</P><br />
<P>O governador indicou que algumas pessoas dadas como falecidas podem estar na lista de desaparecidos porque &#8220;ainda não foram certificadas pelos organismos forenses do Senamecf (Serviço Nacional de Medicina e Ciências Forenses) para se poder legalmente dar o estatuto de falecido&#8221;.</P><br />
<P>Este número é divulgado um dia depois de as autoridades publicarem o seu balanço mais recente dos sismos, segundo o qual o número de mortos subiu para 6.125, com mais 579 falecidos em relação ao balanço anterior.</P><br />
<P>A nova contagem tem uma estrutura diferente das anteriores e exclui números como os de feridos, afetados e edifícios colapsados e inclui outros, como o das habitações entregues (287). </P><br />
<P>O &#8220;boletim informativo semanal&#8221; relativo à &#8220;etapa de reconstrução&#8221; indica também que 43.679 habitações foram avaliadas e que &#8211; de um total de 41.624 &#8211; há 9.866 &#8220;com restrições&#8221; e 6.433 em &#8220;alto risco&#8221;, segundo o presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>A ONG venezuelana Provea exigiu no dia anterior ao Governo a divulgação do número de falecidos e o de desaparecidos, este último inalterado desde 25 de junho, quando as autoridades informaram de 157 pessoas estavam desaparecidas. </P><br />
<P>Iniciativas civis como a Desaparecidos Terremoto Venezuela denunciaram mais de 29.000 pessoas com paradeiro desconhecido e, segundo a Provea, não existe &#8220;um registo público que o comprove&#8221;. </P><br />
<P>O governador Terán destacou hoje que a realidade do ocorrido &#8220;ultrapassou sem dúvida alguma a visão de qualquer governo para se preparar face a um desastre natural&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797649]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Líbano e Israel realizam em Roma 7.ª ronda negocial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:10:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governo do Líbano iniciou na terça-feira uma nova ronda negocial com Israel em Roma, sob patrocínio dos Estados Unidos, visando a retirada das forças israelitas do sul do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O governo do Líbano iniciou na terça-feira uma nova ronda negocial com Israel em Roma, sob patrocínio dos Estados Unidos, visando a retirada das forças israelitas do sul do país. </P><br />
<P>As discussões, que começaram na embaixada dos Estados Unidos em Roma, devem durar até quinta-feira, confirmou na rede social X o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Tommy Pigott. </P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos continuam totalmente empenhados em apoiar os dois governos na continuação deste processo, de forma a garantir uma segurança duradoura para ambos os países, eliminar as ameaças à segurança de Israel e restabelecer a autoridade do Estado libanês em todo o sul do país&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>Um acordo-quadro assinado no final de junho na 6.ª ronda negocial prevê o destacamento do exército libanês em &#8220;zonas piloto&#8221; cujas populações foram retiradas por Israel &#8211; que ainda ocupa parte do sul do país &#8211; sujeito ao desarmamento do movimento pró-iraniano Hezbollah. </P><br />
<P>O ministro italiano dos Negócios Estrangeiros, Antonio Tajani, exortou na segunda-feira as duas partes a &#8220;continuarem o trabalho num espírito construtivo, definindo soluções comuns&#8221; para a colocação em prática do acordo-quadro, após reuniões com os chefes respetivos das delegações libanesa e israelita, Simon Karam e Yechiel Leiter. </P><br />
<P>Ao abrigo do acordo-quadro, o exército libanês iniciou a 21 de julho o seu destacamento na localidade do sul de Zawtar al-Gharbiya, primeira &#8220;zona piloto&#8221;, e autorizou os habitantes a regressarem. </P><br />
<P>O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, referiu na segunda-feira, durante uma reunião do gabinete, esforços para alcançar &#8220;retiradas israelitas sucessivas do território libanês, até uma retirada total&#8221;, indicou o ministro da Informação, Paul Morcos. </P><br />
<P>Segundo um responsável do Departamento de Estado, as discussões devem incidir sobre a extensão do processo das &#8220;zonas piloto&#8221;, a resolução das questões fronteiriças em suspenso, visando um acordo global de paz e segurança entre os dois países, ainda tecnicamente em estado de guerra. </P><br />
<P>Mas o embaixador dos Estados Unidos no Líbano, Michel Issa, apelou na segunda-feira a uma prática &#8220;responsável&#8221; do acordo-quadro. &#8220;Ir rápido demais pode colocar em perigo os próprios civis que este processo pretende proteger&#8221;, afirmou em comunicado. </P><br />
<P>Segundo o diplomata, as duas partes devem chegar a um acordo sobre &#8220;um mecanismo claro e prático antes de passar à próxima etapa&#8221;. </P><br />
<P>O Hezbollah rejeitou este acordo várias vezes e recusa-se a depor as armas enquanto não for definido qualquer calendário para a retirada total de Israel. </P><br />
<P>As negociações diretas com Israel só trarão &#8220;vergonha e humilhação&#8221;, criticou na terça-feira o seu líder, Naim Kassem, acusando o presidente libanês de fomentar divisões no país em vez de atuar como &#8220;árbitro&#8221;. </P><br />
<P>Este movimento xiita envolveu o Líbano na guerra regional ao disparar contra Israel, no dia 02 de março, em apoio a Teerão, desencadeando importantes ataques aéreos israelitas e uma ofensiva terrestre. </P><br />
<P>A violência diminuiu desde junho, mas Beirute continua a relatar ataques israelitas esporádicos e denuncia explosões no sul do país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797648]]></sapo:autor>
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		<title>EUA declaram estado de emergência para combater incêndios descontrolados no noroeste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 23:04:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo norte-americano declarou estado de emergência para responder aos incêndios florestais que assolam o noroeste do país, onde mais de 65 mil pessoas foram retiradas e cerca de 700 estruturas foram destruídas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo norte-americano declarou estado de emergência para responder aos incêndios florestais que assolam o noroeste do país, onde mais de 65 mil pessoas foram retiradas e cerca de 700 estruturas foram destruídas.</P><br />
<P>O governador de Washington, Bob Ferguson, do Partido Democrata, confirmou a declaração na terça-feira, depois de ter solicitado apoio federal para combater os incêndios, que afetaram particularmente Spokane, a segunda maior cidade do Estado, rodeada por três focos de incêndio distintos.</P><br />
<P>A declaração permite à Agência Federal de Gestão de Emergências (FEMA, na sigla em inglês) prestar apoio aos esforços de resposta, incluindo evacuações, abrigos de emergência, alimentos e água, operações de busca e salvamento e outros custos relacionados com a resposta.</P><br />
<P>Mais de 65.000 pessoas na região de Spokane foram retiradas, enquanto algumas regressaram a casa para descobrir que perderam tudo, noticiou a agência Efe.</P><br />
<P>As autoridades contabilizaram até à data cerca de 700 estruturas queimadas, mas estima-se que a extensão dos danos seja muito maior devido aos três incêndios que estão fora de controlo.</P><br />
<P>Os bombeiros não conseguiram conter os três incêndios que rodeiam a área, alimentados por ventos fortes e condições de seca, pelo que as ordens de evacuação obrigatória continuam em vigor em várias áreas.</P><br />
<P>Ferguson mobilizou membros da Guarda Nacional de Washington para auxiliar na emergência.  </P><br />
<P>A polícia daquele Estado deteve Aaron Farinacci, de 37 anos, que foi visto a agir de forma suspeita perto do local de um dos incêndios que afetam Spokane antes do seu início, informaram as autoridades.</P><br />
<P>Farinacci é suspeito do incêndio Old Trails, que começou no sábado e é um dos treze grandes fogos atualmente a lavrar em Washington. Está detido sob fiança.</P><br />
<P>As autoridades do Estado de Washington também estavam a lidar na terça-feira com as eleições primárias e com o dever de garantir que os eleitores possam exercer o seu direito de voto e manter a integridade dos boletins de voto enviados pelo correio.</P><br />
<P>Os incêndios florestais mantêm também as autoridades do Oregon, vizinho de Washington, em alerta máximo devido aos mais de 30 focos de incêndio que estavam ativos.</P><br />
<P>Um dos incêndios, o Grasshopper Fire, obrigou à evacuação do sofisticado resort Mt. Hood Meadows.</P><br />
<P>O Departamento Florestal do Oregon anunciou na segunda-feira que foi estabelecido um novo recorde de área ardida por incêndios florestais, com quase 809.000 hectares devastados, superando o recorde anterior de 769.000 hectares, registado em 2014.</P><br />
<P>Oregon já registou mais de 1.300 incêndios florestais este ano, com três meses da época de incêndios ainda pela frente, e é atualmente o estado com o maior número de incêndios ativos no país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797647]]></sapo:autor>
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		<title>Academia de projeto de gás no sul de Moçambique necessária a formação atempada &#8211; Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 22:39:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo moçambicano justificou hoje a escolha do sul do país para a fase inicial da Academia Mozambique LNG com a necessidade de garantir condições adequadas à formação atempada de técnicos, assegurando decorrerem outras ações na província de Cabo Delgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo moçambicano justificou hoje a escolha do sul do país para a fase inicial da Academia Mozambique LNG com a necessidade de garantir condições adequadas à formação atempada de técnicos, assegurando decorrerem outras ações na província de Cabo Delgado.</P><br />
<P>A posição do Ministério da Educação e Cultura (MEC) moçambicano surge após críticas do Fórum das Organizações da Sociedade Civil de Cabo Delgado (Focade) e do Conselho Empresarial Provincial, na semana passada, à realização na cidade da Matola, arredores de Maputo, da formação inicial de 260 jovens para a indústria do gás, que consideram representar uma oportunidade perdida para fortalecer o ensino técnico e as competências locais na província que acolhe o projeto Mozambique LNG, liderado pela francesa TotalEnergies.</P><br />
<P>Numa nota de esclarecimento, o MEC garante que a parceria com a TotalEnergies não altera a prioridade ao desenvolvimento do ensino técnico-profissional em Cabo Delgado e enquadra-se numa estratégia mais ampla de formação de quadros para a indústria do petróleo e gás associada ao projeto Mozambique LNG, que já permitiu beneficiar 1.765 jovens com formação técnica, bolsas de estudo e estágios profissionais. </P><br />
<P>&#8220;Desses, 1.154 frequentaram ações de formação no IFPELAC [Instituto de Formação Profissional e Estudos Laborais Alberto Cassimo], em Pemba, e 390 no Instituto Industrial e Comercial de Pemba&#8221;, refere a nota.</P><br />
<P>Sobre a opção pela Matola, o Governo afirma que a decisão &#8220;decorre de uma avaliação técnica das condições existentes nas instituições de ensino vocacional analisadas&#8221;, que concluiu que o Instituto Industrial e Comercial da Matola reúne &#8220;as condições de infra-estrutura, capacidade instalada, alojamento, oficinas, laboratórios e equipamentos indispensáveis para assegurar o arranque imediato do programa, em conformidade com os padrões técnicos exigidos pela indústria do gás natural liquefeito&#8221;.</P><br />
<P>O executivo defende ainda que a utilização das capacidades já existentes naquela instituição permite &#8220;cumprir o calendário de implementação do Projecto Mozambique LNG&#8221; e evitar atrasos que poderiam obrigar à realização da formação fora do país.</P><br />
<P>O Programa Nacional de Formação Mozambique LNG prevê um investimento da TotalEnergies de 191,5 milhões de meticais (2,6 milhões de euros) e destina-se a 260 licenciados nas áreas de mecânica, eletricidade, instrumentação e controlo e operações de processo. Após um ano de formação teórico-prática na Matola, os formandos seguirão para cerca de dois anos de formação em contexto de trabalho nas instalações da empresa em Afungi, no distrito de Palma, em Cabo Delgado.</P><br />
<P>Respondendo às críticas sobre a alegada marginalização da província, o Ministério sustenta que &#8220;Cabo Delgado mantém-se no centro da estratégia&#8221; de desenvolvimento de competências para o setor do gás&#8221;, apontando investimentos em infraestruturas de ensino técnico na província, incluindo a construção e apetrechamento do Instituto Industrial e Comercial Filipe Jacinto Nyusi, na vila de Namaua.</P><br />
<P>Segundo o MEC, Cabo Delgado dispõe atualmente de 14 instituições de ensino técnico-profissional, seis das quais públicas, e já formou 525 jovens nas áreas de eletricidade, petróleo e gás, incluindo 150 em processamento de gás.</P><br />
<P>O investigador moçambicano João Feijó alertou, em entrevista à Lusa, na segunda-feira que a decisão de realizar no sul a fase inicial da Academia Mozambique LNG evidencia &#8220;desconsideração&#8221; do Governo central pelas populações do norte, ameaçando aprofundar o descontentamento social em Cabo Delgado.</P><br />
<P>A Lusa tentou obter uma reação da TotalEnergies a estas críticas locais, mas sem sucesso até ao momento.</P></p>
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		<title>Governo Trump anuncia revogação de visto da embaixadora do Brasil nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 22:19:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Departamento de Estado norte-americano anunciou hoje a revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Departamento de Estado norte-americano anunciou hoje a revogação do visto da embaixadora do Brasil em Washington, Maria Luiza Ribeiro Viotti.</P><br />
<P>Segundo a diplomacia norte-americana, a medida pode ser revogada caso o Brasil conceda o aval diplomático para que o indicado do Presidente Donald Trump assuma a embaixada norte-americana no Brasil.</P><br />
<P>Daniel Perez foi indicado para o cargo em junho deste ano, sendo que a sua aprovação ainda não foi referendada pelo Congresso norte-americano.</P><br />
<P>Washington indica ainda que adotou a medida após autoridades brasileiras sinalizarem que só concederiam o «agrément» (aprovação, no jargão diplomático) a Daniel Perez após as eleições gerais do Brasil, o que foi considerado inaceitável pela diplomacia norte-americana.</P><br />
<P>O Departamento de Estado refere ainda que agiu com reciprocidade por Brasília negar visto a dois funcionários do Departamento de Estado há duas semanas, sob alegação de a visita ao Brasil poder ser utilizada para descredibilizar o sistema eleitoral brasileiro.</P><br />
<P>A revogação do visto da embaixadora brasileira não significa a expulsão de Maria Luiza Ribeiro Viotti do país, frisou a mesma fonte. </P><br />
<P>A Lusa pediu uma reação ao Ministério de Relações Exteriores do Brasil, que até o momento não respondeu.</P><br />
<P>A Casa Branca e o Palácio do Planalto vivem tensões diplomáticas desde o ano passado, quando Trump anunciou a imposição das primeiras tarifas alfandegárias ao Brasil. Em julho, Washington aplicou novas sobretaxas a produtos brasileiros.</P><br />
<P>No mês passado, os Estados Unidos decidiram também estender por um ano o estado de emergência para o país sul-americano, classificando o Governo brasileiro como uma ameaça &#8220;incomum e extraordinária&#8221; à segurança nacional, à política externa e à economia norte-americana.</P><br />
<P>Acrescentando aos atritos com o Governo brasileiro, Washington classificou recentemente como organizações terroristas globais as duas maiores fações criminosas do Brasil &#8211; Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<title>Eletricidade em Cuba reposta após 6º &#8216;apagão&#8217; do ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 22:05:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades de Cuba anunciaram hoje a reposição do fornecimento de eletricidade, após o 6ª. 'apagão' nacional do ano, desde a noite de domingo para segunda-feira, no contexto da grave crise energética e do bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades de Cuba anunciaram hoje a reposição do fornecimento de eletricidade, após o 6ª. &#8216;apagão&#8217; nacional do ano, desde a noite de domingo para segunda-feira, no contexto da grave crise energética e do bloqueio petrolífero imposto pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>A companhia nacional de eletricidade UNE indicou que o sistema elétrico nacional tinha sido restabelecido após um corte generalizado de um dia e meio, mas vastas áreas do país continuam sem eletricidade, segundo a AFP. Em Havana, capital da ilha, apenas 42% da cidade tinha eletricidade hoje ao meio-dia (final da tarde em Portugal continental).  </P><br />
<P>As autoridades tiveram dificuldade em repor o sistema elétrico, gerando frustração na população, que sofre cortes de eletricidade locais quase permanentes, além dos seis cortes gerais.  </P><br />
<P>&#8220;É isto, a nova normalidade: o sistema colapsa, eles ligam-no, e ele volta a colapsar, mas de qualquer forma, nunca temos eletricidade, mesmo quando a rede não avaria. Portanto, para mim, isso não muda nada&#8221;, afirmou Carlos Garcia, 57 anos, motorista. </P><br />
<P>Cuba, com 9,4 milhões de habitantes, está mergulhada numa profunda crise económica há vários anos, e o regime comunista luta para manter o abastecimento de eletricidade aos seus cidadãos devido a infraestruturas antigas, mas também ao severo bloqueio energético imposto por Washington. </P><br />
<P>A maioria dos cubanos dispõe agora de eletricidade apenas algumas horas por dia, o que torna o seu quotidiano extremamente complicado, com cortes frequentes de bombas de água, ventiladores e outro tipo de aparelhos.</P><br />
<P>Na segunda-feira à noite, na total escuridão da Velha Havana, os moradores colocaram-se nas varandas ou inclinaram-se nas janelas, batendo em utensílios de cozinha para expressar descontentamento. </P><br />
<P>Hoje, o ministro cubano dos Negócios Estrangeiros, Bruno Rodriguez, responsabilizou Washington pela crise. As falhas na rede, afirmou na rede social X, são &#8220;consequências diretas do bloqueio genocida dos Estados Unidos contra Cuba&#8221;. </P><br />
<P>Os Estados Unidos, por seu lado, dizem que a crise se deve à má gestão da economia pelo governo comunista. </P><br />
<P>As sete centrais termoelétricas, que constituem a espinha dorsal da rede nacional cubana, têm mais de 40 anos e sofrem frequentemente avarias. </P><br />
<P>Mas os cortes de eletricidade têm-se agravado desde janeiro, quando Washington impôs à ilha um bloqueio petrolífero que complica o abastecimento de combustível para estas centrais e para os geradores de reserva. </P><br />
<P>As relações entre os Estados Unidos e Cuba têm-se deteriorado significativamente desde o início do ano, especialmente após a captura por forças norte-americanas do Presidente venezuelano Nicolás Maduro, aliado do governo cubano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797642]]></sapo:autor>
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		<title>Mais de 400 detidos incluindo 156 menores devido a incêndios em França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:48:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Mais de 400 pessoas foram detidas, incluindo 156 menores, por suspeita de ligação aos incêndios florestais em França, que queimaram 120 mil hectares desde o início do verão, anunciou hoje o ministro do Interior francês.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Mais de 400 pessoas foram detidas, incluindo 156 menores, por suspeita de ligação aos incêndios florestais em França, que queimaram 120 mil hectares desde o início do verão, anunciou hoje o ministro do Interior francês.</P><br />
<P>Das 402 pessoas detidas, 156 são menores e 36 estão sob custódia, seja por condenação ou por aguardarem julgamento, referiu o ministro do Interior, Laurent Nuñez, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>No total, &#8220;desde o início da época, tivemos 14.540 focos de incêndio&#8221; numa área ardida de 120 mil hectares, acrescentou, garantindo que &#8220;a situação está a melhorar&#8221;.</P><br />
<P>As autoridades, no entanto, monitorizam de perto várias áreas, com o ministro do Interior a citar o litoral mediterrânico (sudeste), o vale do Ródano (centro-leste) e o oeste, onde deflagrou um incêndio em Morbihan, na Bretanha.</P><br />
<P>&#8220;Obviamente, continuamos extremamente vigilantes, uma vez que as condições meteorológicas permanecem favoráveis aos incêndios florestais&#8221;, explicou.</P><br />
<P>A agência meteorológica Météo-France manteve o aviso laranja de onda de calor para quarta-feira em 13 departamentos (em comparação com 16 na terça-feira), incluindo Drôme (sudeste), onde um incêndio iniciado na segunda-feira já consumiu 280 hectares, segundo o ministro.</P><br />
<P>O sistema de alerta francês tem quatro níveis, do verde (sem vigilância específica) ao vermelho (vigilância absoluta), incluindo os níveis amarelo e laranja.</P><br />
<P>Nove em cada dez incêndios florestais são causados por humanos, sendo os raios responsáveis por grande parte dos restantes 10%. </P><br />
<P>Os maiores incêndios da temporada em França, no entanto, foram acidentais, de acordo com as primeiras conclusões.</P><br />
<P>Em França, 2026 já bateu o recorde de área ardida em vinte anos de medições por satélite, segundo o Sistema Europeu de Monitorização de Incêndios (EFFIS).</P><br />
<P>As florestas estão a arder com muito mais facilidade porque a vegetação e o solo estão extremamente secos há meses, um fenómeno agravado pelas recentes ondas de calor excecionais.</P><br />
<P>De acordo com um estudo publicado na quinta-feira pelos climatologistas do grupo World Weather Attribution, as alterações climáticas causadas pelas atividades humanas estão a tornar a seca atual mais severa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797639]]></sapo:autor>
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		<title>SpaceX reduziu perdas em 46% para 470 ME no segundo trimestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:36:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A empresa tecnológica norte-americana SpaceX anunciou hoje que registou prejuízos de 541 milhões de dólares (470 milhões de euros) no segundo trimestre, uma redução de perdas de 46,3% relativamente ao período homólogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa tecnológica norte-americana SpaceX anunciou hoje que registou prejuízos de 541 milhões de dólares (470 milhões de euros) no segundo trimestre, uma redução de perdas de 46,3% relativamente ao período homólogo. </P><br />
<P>Fundada por Elon Musk, a SpaceX tinha registado entre abril e junho do ano passado 1.008 milhões de dólares (875 milhões de euros) de prejuízos.  </P><br />
<P>As contas agora apresentados são as primeiras trimestrais da empresa após a sua estreia em bolsa, a 12 de junho.</P><br />
<P>Apesar de ter reduzido praticamente para metade as suas perdas trimestrais, no conjunto dos seis primeiros meses do ano o resultado da SpaceX foi negativo em 5.488 milhões de dólares (4.763 milhões de euros), 257% acima das perdas de 1.536 milhões de dólares (1.333 milhões de euros) que registou no primeiro semestre de 2025.</P><br />
<P>Por outro lado, as receitas da empresa somaram no trimestre 7.814 milhões de dólares (6.782 milhões de euros), um aumento de 92% em relação ao ano anterior, impulsionadas pelo crescimento de 65,8% do negócio de conectividade, que inclui os satélites Starlink, com uma faturação de 4.291 milhões de dólares (3.724 milhões de euros). </P><br />
<P>Além disso, a divisão de inteligência artificial (IA) da SpaceX atingiu um volume de negócios no trimestre de 2.561 milhões de dólares (2.223 milhões de euros), um aumento de 247% em relação ao ano anterior, enquanto o negócio espacial gerou receitas de 962 milhões de dólares (835 milhões de euros), um crescimento de 29% em relação ao segundo trimestre do exercício anterior. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797638]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street fecha com recorde de Dow Jones e S&#038;P 500 pelo otimismo sobre Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:26:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, após o Dow Jones, principal índice, e o S&#38;P 500 terem atingido novos máximos históricos, impulsionados pelo otimismo dos investidores com um possível acordo para reabrir o estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, após o Dow Jones, principal índice, e o S&amp;P 500 terem atingido novos máximos históricos, impulsionados pelo otimismo dos investidores com um possível acordo para reabrir o estreito de Ormuz.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones subiu 1,71% para 54.085 pontos, o S&amp;P 500, mais abrangente, avançou 1,79% para 7.736 pontos e o Nasdaq, com uma forte presença de empresas tecnológicas, teve um aumento de 2,59%, para 26.584 pontos.</P><br />
<P>Durante a sessão, o Dow Jones atingiu 54.272 pontos e o S&amp;P 500 7.758 pontos, ambos novos máximos históricos, e ambos os índices fecharam em níveis recorde.</P><br />
<P>De forma geral, os mercados bolsistas globais dispararam hoje, atingindo novos máximos.</P><br />
<P>O otimismo foi impulsionado, entre outros fatores, por declarações do secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, antes da abertura do mercado, nas quais admitia um acordo iminente entre Washington e Teerão sobre Ormuz.</P><br />
<P>Segundo Bessent, os dois países poderão finalizar um acordo entre hoje e quarta-feira que inclui a reabertura da via navegável estratégica, crucial para 20% do crude mundial antes do início da guerra e que o Irão mantém bloqueada em retaliação pelos ataques norte-americanos.</P><br />
<P>Além disso, o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, acrescentou que &#8220;estão a transitar&#8221; navios pelo estreito de Ormuz e que estão em curso negociações entre o Irão e Omã, envolvendo Washington.</P><br />
<P>A notícia fez também com que o preço do crude West Texas Intermediate (WTI), de referência nos Estados Unidos, caísse 5,7% no fecho da sessão, em comparação com o fecho anterior, para 75,77 dólares por barril.</P><br />
<P>Para além das esperanças de uma solução no Médio Oriente, a bolsa de Nova Iorque foi também impulsionada pela divulgação de resultados trimestrais melhores do que o esperado, como os da Palantir.</P><br />
<P>As ações da tecnológica, especializada em análise de dados e inteligência artificial (IA) com forte presença na área da defesa, subiram 29,45% no fecho, após a divulgação de um aumento de 93% na receita trimestral.</P><br />
<P>Entretanto, a SpaceX avançou 9,43% no fecho, minutos antes de apresentar o seu primeiro relatório de resultados desde a oferta pública de venda (IPO, em inglês).</P><br />
<P>Outras empresas que lideraram os ganhos da sessão foram a Intel (10,84%), a Caterpillar (5,57%), a Goldman Sachs (2,62%) e a Nvidia (2,56%).</P><br />
<P>Noutros mercados, o ouro subiu 1,07% para 4.134 dólares a onça; a prata subiu 3,4% para 59,82 dólares a onça. A taxa dos títulos do Tesouro a 10 anos caiu 5,5 pontos base, para 4,624%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797634]]></sapo:autor>
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		<title>Canadá cria registo público de influência estrangeira para proteger instituições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:18:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro canadiano da Segurança Pública, Gary Anandasangaree, defendeu hoje que o novo registo público de atividades de influência estrangeira reforça a transparência e protege a integridade das instituições democráticas do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro canadiano da Segurança Pública, Gary Anandasangaree, defendeu hoje que o novo registo público de atividades de influência estrangeira reforça a transparência e protege a integridade das instituições democráticas do país. </P><br />
<P>O registo público, criado por uma lei que entrou hoje em vigor, pretende assegurar que quem representa interesses de entidades estrangeiras o faça &#8220;com transparência e responsabilidade&#8221;, contribuindo para combater interferências, afirmou o ministro.</P><br />
<P>&#8220;A transparência é uma parte fundamental da proteção da democracia do Canadá&#8221;, frisou Anandasangaree. </P><br />
<P>Com a entrada em vigor da Lei da Transparência e Responsabilização da Influência Estrangeira e respetivos regulamentos, passa a ser obrigatório registar, no prazo de 14 dias, acordos entre pessoas ou organizações e entidades estrangeiras destinados a influenciar processos políticos ou governamentais no Canadá.</P><br />
<P>Os acordos existentes antes de 04 de agosto beneficiam de um período transitório, podendo ser registados até 03 de outubro de 2026.</P><br />
<P>As atividades registadas serão disponibilizadas num portal público, permitindo identificar quem procura influenciar decisões públicas em nome de governos ou outras entidades estrangeiras.</P><br />
<P>Anton Boegman assumiu formalmente funções como primeiro comissário para a Transparência da Influência Estrangeira, cargo independente responsável pela administração e fiscalização do novo regime jurídico.</P><br />
<P>Segundo Boegman, o registo reforçará &#8220;a transparência, a responsabilização e a confiança pública&#8221;, permitindo compreender melhor como é exercida a influência estrangeira e de que forma pode influenciar a tomada de decisões públicas.</P><br />
<P>A lei prevê que o comissário possa investigar incumprimentos e aplicar sanções administrativas até um milhão de dólares canadianos (617 mil euros, ao câmbio de hoje), sendo também obrigatória a divulgação pública das infrações verificadas. </P><br />
<P>O Governo canadiano considera que o novo sistema constitui um marco na resposta à interferência estrangeira, complementando medidas já existentes nas áreas da coordenação das informações, do policiamento, da segurança fronteiriça e do trabalho com comunidades e organizações da sociedade civil. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797633]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Câmara de Abrantes critica intervenção na Ribeira de Alcolobre sem licença da APA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:01:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A intervenção realizada num troço da Ribeira de Alcolobre, entre Abrantes e Constância, decorreu sem licenciamento da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e sem conhecimento prévio dos municípios, revelou hoje o presidente da Câmara de Abrantes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A intervenção realizada num troço da Ribeira de Alcolobre, entre Abrantes e Constância, decorreu sem licenciamento da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e sem conhecimento prévio dos municípios, revelou hoje o presidente da Câmara de Abrantes.</P><br />
<P>Em declarações à Lusa, Manuel Jorge Valamatos disse que a Câmara foi alertada para &#8220;uma intervenção com robustez e com impacto visual muito significativo&#8221;, tendo contactado de imediato a APA, que informou entretanto o município de que &#8220;não havia nenhum processo de licenciamento com a Agência Portuguesa do Ambiente para este efeito&#8221;.</P><br />
<P>A intervenção incidiu num troço de cerca de 300 metros da Ribeira de Alcolobre, a jusante da EN118, entre as freguesias de Tramagal, no concelho de Abrantes, e Santa Margarida da Coutada, no concelho de Constância, distrito de Santarém, onde foram efetuados trabalhos de desassoreamento, reforço das &#8220;motas de proteção&#8221; e remoção praticamente integral da vegetação existente nas margens.</P><br />
<P>Surpreendido com &#8220;uma intervenção daquela dimensão e daquela natureza&#8221;, o autarca considerou que &#8220;foi demasiado&#8221;, remetendo uma avaliação definitiva para o relatório da autoridade ambiental.</P><br />
<P>Visível da EN118, a alteração da paisagem surpreendeu residentes e automobilistas, que de um dia para o outro se depararam com uma profunda transformação daquele troço da linha de água, desencadeando um intenso debate nas redes sociais sobre os impactos ambientais da intervenção e o respetivo enquadramento legal.</P><br />
<P>Contactadas pela Lusa, a Câmara de Constância e a Junta de Freguesia de Santa Margarida da Coutada afirmaram desconhecer a realização dos trabalhos, enquanto o presidente da Junta de Freguesia de Tramagal adiantou que a intervenção estaria associada à instalação de um olival intensivo numa propriedade agrícola recentemente adquirida, ressalvando desconhecer o enquadramento legal dos trabalhos efetuados na ribeira.</P><br />
<P>O tema foi hoje debatido na reunião do executivo municipal de Abrantes, depois de o vereador do PSD João Morgado ter questionado o presidente da Câmara sobre o enquadramento da intervenção e a posição do município em matéria de proteção ambiental.</P><br />
<P>Na resposta, Manuel Jorge Valamatos esclareceu que existe um processo relacionado com a instalação de uma exploração agrícola de olival na propriedade, &#8220;que nada tem a ver com estes trabalhos que foram feitos naquela linha de água&#8221;, acrescentando que nem as câmaras de Abrantes e Constância, nem a própria APA, tinham conhecimento prévio da intervenção.</P><br />
<P>O autarca adiantou ainda que a APA tinha previsto realizar hoje uma ação de fiscalização no local, que se confirmou.</P><br />
<P>O vice-presidente da Câmara, João Gomes, com o pelouro do Ambiente, afirmou que a informação transmitida pela autoridade ambiental ao município aponta para o levantamento de autos de contraordenação e para a exigência de um programa de recuperação da linha de água.</P><br />
<P>João Gomes recordou que qualquer intervenção em linhas de água carece de licenciamento da APA e considerou que os trabalhos realizados &#8220;não foram uma simples limpeza&#8221;, tendo provocado danos na galeria ripícola, na envolvente da ribeira e em parte do percurso pedestre e da sinalética existentes no local.</P><br />
<P>Questionado sobre a possibilidade de estar em causa um crime ambiental, escusou-se a tirar conclusões, defendendo que essa avaliação cabe às entidades competentes, alertando, no entanto, para os danos da intervenção.</P><br />
<P>&#8220;Há uma coisa que já não podemos voltar atrás: os danos estão feitos&#8221;, afirmou, considerando agora essencial garantir a recuperação ambiental daquele troço da ribeira.</P><br />
<P>Contactada pela Lusa, a APA não respondeu, até ao momento, às questões sobre o enquadramento legal da intervenção, eventuais ações de fiscalização e medidas de recuperação ambiental.</P><br />
<P>Fonte oficial da Urbigav, promotora do investimento em curso para instalação de um olival na propriedade, recusou prestar esclarecimentos, afirmando apenas que &#8220;o momento não é propício a comentários&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_797632]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Veterano da Renamo anuncia nova providência para afastar líder do partido moçambicano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 20:36:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O veterano político da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) António Muchanga anunciou hoje que a ala contestatária do partido apresentará esta semana nova providência cautelar para obrigar o líder, Ossufo Momade, a convocar o Conselho Nacional para eleger nova liderança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O veterano político da Resistência Nacional Moçambicana (Renamo) António Muchanga anunciou hoje que a ala contestatária do partido apresentará esta semana nova providência cautelar para obrigar o líder, Ossufo Momade, a convocar o Conselho Nacional para eleger nova liderança.</P><br />
<P>«Vamos meter a providência cautelar que vai obrigar Ossufo Momade a realizar o Conselho Nacional o mais rápido possível para se convocar o Congresso Extraordinário», declarou Muchanga, citado hoje pela comunicação social moçambicana.</P><br />
<P>Segundo o antigo deputado da Assembleia da República, o objetivo é criar condições para a eleição de novos órgãos dirigentes e garantir que a preparação dos próximos processos eleitorais seja conduzida por uma nova liderança.</P><br />
<P>«Queremos que o novo líder da Renamo, a nova Comissão Política da Renamo, o novo Conselho Nacional da Renamo, sejam os que vão dirigir este processo», afirmou.</P><br />
<P>Muchanga, que tem percorrido várias províncias mobilizando apoio contra a liderança de Momade, sustentou que o movimento de contestação continua a ganhar força e que a atual direção deve abandonar o poder para permitir a reorganização interna do partido.</P><br />
<P>O político defendeu que a renovação da liderança é necessária para preparar a Renamo para os próximos desafios eleitorais, incluindo as eleições autárquicas previstas para 2028 e garantiu que o processo de contestação vai prosseguir, apesar de reconhecer limitações financeiras.</P><br />
<P>«Portanto, nós também, que estamos juntos nesta causa de salvar a Renamo desta gestão danosa, desta gestão vergonhosa, feita por Ossufo Momade e seus acólitos, podemos conseguir os nossos desejos sem dinheiro», declarou.</P><br />
<P>Momade, de 65 anos, assumiu a presidência da Renamo em 2018, após a morte de Afonso Dhlakama, e foi reeleito em maio de 2024 num processo contestado internamente. O dirigente afirmou posteriormente que não voltaria a candidatar-se à liderança do partido.</P><br />
<P>A liderança da Renamo tem sido alvo de contestação interna crescente nos últimos anos, sobretudo após os resultados das eleições gerais de 2024, nas quais Momade obteve 6% dos votos na corrida presidencial, o pior resultado de sempre de um candidato apoiado pela Renamo. O partido perdeu igualmente representação parlamentar, passando de 60 deputados em 2019 para 28 assentos nas eleições de 2024.</P><br />
<P>Na semana passada, Muchanga acusou o presidente da Renamo de permanecer em silêncio perante alguns dos principais problemas do país, desde o conflito armado em Cabo Delgado até ao aumento do custo de vida.</P><br />
<P>Em 12 de julho, também ameaçou avançar com uma nova ação judicial contra o líder do partido, exigindo a convocação do Conselho Nacional e a preparação do Congresso até outubro.</P><br />
<P>Em maio, ex-guerrilheiros da Renamo apresentaram uma participação à Procuradoria-Geral da República (PGR), exigindo que Ossufo Momade preste contas sobre a gestão dos recursos financeiros recebidos pelo partido nos últimos dois anos.  </P></p>
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