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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Sun, 28 Jun 2026 08:54:31 +0000</lastBuildDate>
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		<title>ENTREVISTA: Risco climático passou a ser prioridade de gestão de topo &#8211; KPMG Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:50:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O responsável pela consultoria tecnológica da KPMG Portugal diz, em entrevista à Lusa, que o risco climático saiu da agenda da sustentabilidade e entrou na agenda do CEO, passando a prioridade de gestão de topo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Alexandra Luís, da agência Lusa ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Lisboa, 28 jun 2026 (Lusa) &#8211; O responsável pela consultoria tecnológica da KPMG Portugal diz, em entrevista à Lusa, que o risco climático saiu da agenda da sustentabilidade e entrou na agenda do CEO, passando a prioridade de gestão de topo.</P><br />
<P>&#8220;O risco climático saiu da agenda da sustentabilidade e entrou na agenda do CEO [presidente executivo]. E essa mudança, de tema lateral a prioridade de gestão de topo, é, por si só, a notícia&#8221;, salienta Rui Gonçalves, sócio e responsável pela consultoria tecnológica da KPMG Portugal. </P><br />
<P>&#8220;O problema é que consciência não é o mesmo que ação e Portugal tem um historial de se mobilizar bem depois do desastre e mal antes dele&#8221;, mas, &#8220;desta vez, temos as ferramentas para inverter a ordem, só falta usá-las&#8221;, prossegue, aludindo ao uso da inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A KPMG, juntamente com os parceiros, apresentou recentemente várias soluções com operações à escala global, &#8220;incluindo um caso que opera uma constelação própria de satélites que alimenta modelos de IA, disponibilizando inteligência meteorológica acionável a operadores de energia, transportes e infraestruturas&#8221;, exemplifica.</P><br />
<P>Este trabalho é feito em três frentes muito concretas: Em primeiro lugar, &#8220;o diagnóstico, onde ajudamos entidades públicas e privadas a perceber a sua exposição real &#8212; que infraestruturas são críticas, quão vulneráveis são, o que acontece se falharem &#8212; e a desenhar planos de adaptação assentes em dados, não em intuição&#8221;. Em segundo, &#8220;a ligação à operação, transformar o alerta em ação&#8221;.</P><br />
<P>Em terceiro, &#8220;e talvez o mais subestimado, o número &#8211; quase todas as organizações reconhecem hoje a ameaça climática, mas poucas a conseguem traduzir num valor concreto. E é neste último ponto que tudo se decide: entre a consciência de que há um problema e a decisão de gastar dinheiro para o resolver existe um abismo e quem o consegue atravessar com números credíveis ganha anos de vantagem. É aí que um trusted advisor faz a diferença&#8221;, enfatiza Rui Gonçalves.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a trabalhar para que as soluções demonstradas em maio fiquem disponíveis para teste e demonstração real no Future Lab da KPMG, em Portugal &#8212; um espaço dedicado a tecnologias emergentes, da IA aos digital twins, onde empresas e entidades públicas podem validar conceitos antes de os levarem ao terreno&#8221;, assevera.</P><br />
<P>Relativamente aos agentes IA estes têm um potencial enorme para a resiliência climática, aponta.</P><br />
<P>&#8220;Um agente pode monitorizar uma rede elétrica sem descanso, cruzar anomalias com a meteorologia, acionar a proteção de ativos e coordenar a resposta &#8212; em minutos, a qualquer hora, sem esperar que alguém acorde para validar&#8221;, exemplifica.</P><br />
<P>Contudo, &#8220;a autonomia tem um preço, e o preço não é só técnico, mas também de confiança, o que nós na KPMG chamamos de Trusted AI&#8221;, o qual passa por garantir que um agente de IA age de acordo com as regras. &#8220;Em infraestruturas críticas &#8212; energia, água, transportes &#8212; gerir esta tensão assume uma relevância máxima&#8221;. </P><br />
<P>A resposta &#8220;certa não é travar a adoção&#8221;, mas &#8220;construir, ao mesmo ritmo, os travões: a supervisão, a auditoria, os limites claros que transformam autonomia em autonomia responsável&#8221;, aponta.</P><br />
<P>Usar a IA para prever e travar as alterações climáticas &#8220;exige um poder de cálculo colossal&#8221; que está em centros de dados com &#8220;uma sede de energia que não para de crescer&#8221;, admite.</P><br />
<P>A Agência Internacional de Energia estima que, em 2026, os centros de dados do mundo consumam mais de 1.000 terawatt-hora &#8212; &#8220;tanto como o Japão inteiro&#8221; e &#8220;as Nações Unidas vão mais longe: até 2030, só os centros dedicados a IA podem chegar aos 945 TWh, quase o triplo do que consomem, juntos, o Paquistão, o Bangladesh e a Nigéria &#8212; países onde vivem mais de 650 milhões de pessoas&#8221;.</P><br />
<P>Para se ter uma ideia, &#8220;uma única tarefa de IA generativa gasta, em média, 10 vezes mais energia do que uma pesquisa normal na Internet&#8221;, diz.</P><br />
<P>&#8220;A saída desta encruzilhada exige três coisas ao mesmo tempo: alimentar os centros de dados com energia limpa, desenhar modelos mais eficientes para o que realmente importa, e &#8212; a mais difícil &#8212; ter a disciplina de distinguir o uso de IA que vale o seu custo do uso que não vale&#8221;, aponta. </P><br />
<P>&#8220;E aqui em Portugal temos uma carta na mão que poucos têm: sol, vento, água, uma capacidade renovável que cresce e já coloca o país na frente da Europa. Ou seja, se há algum sítio onde a equação entre IA e clima pode fechar pelo lado certo, é aqui&#8221;, conclui.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782761]]></sapo:autor>
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		<title>ActivTrades Europe com balanço &#8220;muito positivo&#8221; desde mudança para Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:39:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A ActivTrades Europe faz um balanço "muito positivo" da transferência da sua sede europeia do Luxemburgo para Lisboa, em 2023, admitindo ainda a oferta de novos produtos no futuro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ActivTrades Europe faz um balanço &#8220;muito positivo&#8221; da transferência da sua sede europeia do Luxemburgo para Lisboa, em 2023, admitindo ainda a oferta de novos produtos no futuro.</P><br />
<P>Em entrevista à Lusa, o presidente executivo da ActivTrades Europe, Ricardo Evangelista, fez um balanço &#8220;muito, muito, muito positivo&#8221; da transferência da sede europeia da ActivTrades e elogiou o trabalho do regulador português.</P><br />
<P>&#8220;Tenho experiência com a FCA, em Inglaterra, e tenho experiência com a CSSF, no Luxemburgo, e posso dizer que a CMVM [Comissão do Mercado de Valores Mobiliários] não lhes deve nada em termos de eficiência e na facilidade de processos&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Mantemos aqui as funções reguladas, mas o &#8216;oversight&#8217; da operação está todo em Lisboa. Reportamos toda a atividade em Lisboa, pagamos os nossos impostos em Portugal, mas depois temos as nossas sucursais, onde temos outras funções&#8221;, disse apontando que há alguns mitos à volta da celeridade processual em Portugal.</P><br />
<P>&#8220;Desde que viemos para Portugal, a pergunta que me fazem sempre é: &#8216;então mas por que é que vieram para Portugal? Que esquisito&#8217;, mas acho que isso é um problema mais de autoestima de alguns portugueses&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Na sua opinião, Portugal é um país que além de estar inserido num contexto europeu, tem estabilidade política e social e onde os custos fixos &#8220;ainda assim continuam a ser mais baixos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um país onde há talento, onde há formação, com um sistema jurídico maduro &#8212; que algumas pessoas dizem que demora tempo, mas eu acho que é assim um bocado por todo o lado &#8211;, portanto, tendo passado bastante tempo fora e utilizando essa perspetiva, eu penso que Portugal é um destino pelo menos tão atraente como qualquer outro&#8221;, defendeu o gestor.</P><br />
<P>Ricardo Evangelista explicou que a empresa funciona, enquanto intermediário financeiro, na oferta de contratos por diferença, também conhecidos como CFD.</P><br />
<P>&#8220;É um derivativo financeiro que permite aos nossos clientes especular sobre a performance de ativos como, por exemplo, moedas, ações, índices, matérias-primas, ETF, criptoativos, etc&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Ricardo Evangelista apontou que há muitos produtos que ganharam muita projeção na última década, como as criptomoedas. Analisando o desempenho dos CFD, o gestor diz não saber qual a evolução global deste tipo de produto, mas garante que o volume de negócios da sua empresa &#8220;tem crescido bastante&#8221;. </P><br />
<P>Segundo o Relatório e Contas de 2025, a empresa contava com 18.493 clientes no final do exercício, num aumento de 44,4% em termos homólogos. Face a 2023, o número mais que duplicou.</P><br />
<P>Já os depósitos líquidos mais que triplicaram de 4,4 milhões de euros, em 2024, para 15,1 milhões de euros no ano passado.</P><br />
<P>Por sua vez, o resultado líquido avançou 36,6% e atingiu os 2,05 milhões de euros.</P><br />
<P>Para o presidente executivo, a dinâmica de crescimento reflete-se em várias métricas, incluindo no número de trabalhadores.</P><br />
<P>A ActivTrades Europe divide-se atualmente por três geografias: Lisboa, responsável pelo acompanhamento e gestão da atividade da empresa, com 15 pessoas, uma sucursal em Milão, Itália, onde estão outras seis pessoas, e uma outra sucursal em Sófia, Bulgária, onde estão 40 pessoas dedicadas ao serviço de apoio ao cliente e da área comercial.</P><br />
<P>Para o futuro, os objetivos estão traçados: continuar a aumentar o número de clientes, que, por sua vez, &#8220;se vai refletir em mais transações, aumento do volume de vendas brutas e aumento das vendas líquidas&#8221;.</P><br />
<P>Quanto aos riscos identificados, Ricardo Evangelista registou que existem sempre os riscos dos mercados, que &#8220;têm estado muito voláteis&#8221;, bem como o risco regulatório.</P><br />
<P>Além destes, identificou os riscos dos fornecedores de liquidez, as mudanças de mercado, da evolução tecnologia.</P><br />
<P>A ActivTrades Europe, registada como ActivMarkets &#8211; Empresa de Investimento, SA junto da CMVM, funciona como braço da ActivTrades para o espaço económico europeu, uma vez que algumas das atividades da &#8216;empresa mãe&#8217; não estão licenciadas para esta zona.</P><br />
<P>Para este ano, ActivTrades Europe prevê ainda lançar a negociação de ações e &#8216;social trading&#8217;, em que os clientes vão poder registar-se e seguir outros negociadores.</P><br />
<P>Por agora, &#8220;está a correr bem&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há sempre desafios, há sempre ventos contrários que surgem, mas, em geral, está a correr muito bem&#8221;, disse Ricardo Evangelista, antes de bater na madeira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782760]]></sapo:autor>
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		<title>Comissão Nacional do PS reúne-se hoje para votar moções setoriais ao congresso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Nacional do PS vai reunir-se hoje, em Lisboa, e tem como ponto único da agenda discutir e votar as moções setoriais que foram aceites no último congresso do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Nacional do PS vai reunir-se hoje, em Lisboa, e tem como ponto único da agenda discutir e votar as moções setoriais que foram aceites no último congresso do partido.</p>
<p>De acordo com a convocatória, a que a agência Lusa teve acesso, assinada pelo presidente do PS, Carlos César, esta reunião do órgão máximo entre congressos está marcada para a manhã de dia 28 de junho, num hotel em Lisboa, e será iniciada com uma intervenção do secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, aberta à comunicação social.</p>
<p>Depois os trabalhos seguem para o único tema em discussão que é “apreciação e votação das moções setoriais aceites nos termos regulamentares no 25.º Congresso Nacional”, que decorreu no final de março, em Viseu, o primeiro da era de José Luís Carneiro como líder do partido.</p>
<p>Apesar de terem sido apresentadas 50 moções setoriais à reunião magna, apenas 19 foram subscritas por um mínimo de 10% dos delegados eleitos ao congresso e são assim consideradas válidas para discussão e votação.</p>
<p>Na convocatória é ainda explicado que, além dos membros da Comissão Nacional, são igualmente convocados os primeiros subscritores destas moções que não sejam membros deste órgão, “participando na apreciação da respetiva moção ainda que sem direito a voto”.</p>
<p>Entre as 19 moções em discussão, estará a crítica da atual direção, intitulada “Socialismo com futuro” e que tem como primeiro subscritor o deputado Miguel Costa Matos, na qual se lamenta que o PS esteja em “cima do muro do ‘nim&#8217;” e numa posição indecisa, considerando ser preciso “sacudir a imagem de parceiro parlamentar do Governo” e afirmar os socialistas como alternativa.</p>
<p>Já no discurso de apresentação deste texto no congresso, Costa Matos antecipou que o “comboio de eleições” em 2029 irá conduzir o PS “a mais uma vitória” e José Luís Carneiro a primeiro-ministro.</p>
<p>A eurodeputada Ana Catarina Mendes também encabeçou uma moção setorial defendendo que o PS “tem de ser capaz de aproveitar este congresso também para lançar o debate europeu, desde logo com maior integração europeia”, enquanto o eurodeputado Bruno Gonçalves considerou, no seu texto, que o PS tem de se renovar, inovar e refletir sobre um horizonte além do curto prazo que já tem uma “liderança estável”.</p>
<p>Outro dos textos em votação será o de Luísa Salgueiro, presidente da Câmara de Matosinhos e antiga presidente da ANMP, onde se defende que “Portugal precisa de uma nova etapa de reforma do Estado, focada na coesão territorial e social” e que a “regionalização é reforma necessária e não uma simples bandeira simbólica”.</p>
<p>A dirigente e ex-deputada Susana Amador é a primeira subscritora de uma moção sobre “Novo Pacto Europeu de Migração e Asilo e os desafios de acolhimento em Portugal”, defendendo que a implementação deste pacto “coloca desafios importantes ao sistema nacional de acolhimento” e exige “reforço institucional, capacidade administrativa e uma forte coordenação entre entidades públicas e sociedade civil”.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781334]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Hong Kong e Brasil negoceiam acordo para facilitar comércio bilateral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:15:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo de Hong Kong anunciou hoje o início das negociações com o Brasil para um acordo que poderá facilitar o comércio entre os dois mercados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo de Hong Kong anunciou hoje o início das negociações com o Brasil para um acordo que poderá facilitar o comércio entre os dois mercados.</P><br />
<P>A Alfândega da região chinesa disse que assinou, no sábado, um plano de ação com a Secretaria Especial da Receita Federal, que está sob a tutela do Ministério da Fazenda do Brasil.</P><br />
<P>O plano &#8220;inicia oficialmente as negociações&#8221; com o Brasil para um Acordo de Reconhecimento Mútuo para Operadores Económicos Autorizados, disse a Alfândega, num comunicado.</P><br />
<P>O acordo permitirá aos operadores económicos autorizados &#8220;de ambas as economias usufruir de benefícios recíprocos de facilitação do comércio, incluindo taxas de inspeção reduzidas e desalfandegamento prioritário&#8221;, explica a nota.</P><br />
<P>O plano de ação foi assinado pelo comissário adjunto Li Kin-kei, e pelo coordenador-geral de Administração Aduaneira do Brasil, Felipe Mendes Moraes, em Bruxelas.</P><br />
<P>A assinatura aconteceu à margem de reuniões de vários órgãos da Organização Mundial das Alfândegas, que decorreram entre 22 e 27 de junho, na capital da Bélgica.</P><br />
<P>Também em Bruxelas, o comissário da Alfândega de Hong Kong, Chan Tsz-tat, assinou um Acordo de Reconhecimento Mútuo para Operadores Económicos Autorizados com o Chile.</P><br />
<P>O Governo da região semiautónoma chinesa sublinhou que este é o segundo protocolo assinado com uma economia da América do Sul, depois do acordo firmado com o Peru, em dezembro.</P><br />
<P>A Alfândega de Hong Kong prometeu prosseguir com discussões sobre acordos de reconhecimento mútuo com outras jurisdições e expandir a rede de operadores económicos autorizados.</P><br />
<P>O Governo apontou como alvos a Associação das Nações do Sudeste Asiático &#8212; da qual Timor-Leste é membro &#8212; estados árabes, países africanos e os que fazem parte da iniciativa Uma Faixa, Uma Rota.</P><br />
<P>A iniciativa, anunciada pelo líder chinês, Xi Jinping, em 2013, envolve mais de 80 países &#8212; incluindo Angola, Cabo Verde, Guiné Equatorial, Guiné-Bissau, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste &#8212; para desenvolver ligações marítimas, rodoviárias e ferroviárias.</P><br />
<P>A Alfândega de Hong Kong já tinha assinado acordos de reconhecimento mútuo para operadores autorizados com 18 economias, incluindo a China continental, a vizinha região de Macau, Japão, Índia, Canadá e Austrália.</P><br />
<P>Em 17 de junho, o Governo de Hong Kong anunciou o alargamento a mais oito países, incluindo o Brasil, de um fundo criado para promover a internacionalização das pequenas e médias empresas (PME) locais.</P><br />
<P>O secretário para o Comércio e Desenvolvimento Económico, Algernon Yau Ying-wah, referiu também que o limite de financiamento por candidatura subiu de 100 mil para 150 mil dólares de Hong Kong (de 11 mil para 16.500 euros).</P><br />
<P>O subsídio pode ser usado para participar em feiras e exposições numa das 48 economias abrangidas, assim como em publicidade, registo de marcas, testes ou certificações e em portais de PME na Internet.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782759]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ICAD lança programa de tratamento de dependência de videojogos no Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:15:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) abre segunda-feira, em Matosinhos, e integrado numa unidade já existente, um programa de tratamento de dependência de videojogos, sobretudo dirigido a jovens.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Instituto para os Comportamentos Aditivos e as Dependências (ICAD) abre segunda-feira, em Matosinhos, e integrado numa unidade já existente, um programa de tratamento de dependência de videojogos, sobretudo dirigido a jovens.</P><br />
<P>&#8220;Os jovens serão referenciados pelos médicos de família ou por referenciação interna do ICAD&#8221;, disse à agência Lusa a presidente do ICAD, Joana Teixeira.</P><br />
<P>A responsável falava à agência Lusa a propósito da abertura, a 18 de junho em Lisboa, da primeira unidade pública especializada no tratamento da dependência do jogo a dinheiro, uma resposta ao aumento da procura de apoio, que mais do que duplicou desde 2023.</P><br />
<P>O Centro Especializado de Prevenção (CEP) vai funcionar no antigo hospital de Matosinhos, na Rua Alfredo Cunha, onde atualmente já funciona o Centro de Respostas Integradas (CRI) Porto Ocidental do ICAD.</P><br />
<P>Segundo a psiquiatra, estas dependências estão frequentemente associadas a outras perturbações psiquiátricas, embora com perfis diferentes: no jogo a dinheiro são mais comuns casos de depressão e ideação suicida, enquanto nos videojogos predominam ansiedade e perturbações do humor, sobretudo entre adolescentes.</P><br />
<P>&#8220;Há uma grande comorbilidade com patologia psiquiátrica&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A responsável reforçou que, apesar da aposta na prevenção, a prioridade atual passa por dar resposta aos casos que já chegam aos serviços: &#8220;Temos que dar já uma resposta imediata para quem nos procura&#8221;.</P><br />
<P>À Lusa, a presidente do ICAD avançou que o novo programa de tratamento de dependência de videojogos do Porto poderá vir a ser alargado a Lisboa.</P><br />
<P>Já num resumo enviado à Lusa, o ICAD refere que, no Porto, o programa de tratamento para as utilizações problemáticas de videojogos, &#8220;ao contrário da faixa etária do jogo a dinheiro&#8221; não terá limitação de idade para tratar o doente&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;[Isto porque] a maior parte dos utilizadores problemáticos são jovens que frequentam o 3.º ciclo e o ensino secundário&#8221;, termina.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782758]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Bruxelas condena ataques iranianos contra o Bahrein</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) condenou no sábado à noite os últimos ataques iranianos contra o Bahrein e pediu ao Irão para "cumprir plenamente" o memorando de entendimento para pôr fim à guerra assinado na semana passada com os Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia (UE) condenou no sábado à noite os últimos ataques iranianos contra o Bahrein e pediu ao Irão para &#8220;cumprir plenamente&#8221; o memorando de entendimento para pôr fim à guerra assinado na semana passada com os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;A União Europeia condena energicamente os últimos ataques com drones iranianos dirigidos contra o Bahrein. Expressamos a nossa plena solidariedade com o Bahrein&#8221;, afirmou um comunicado do porta-voz do Serviço Europeu de Ação Externa (SEAE).</P><br />
<P>O porta-voz acrescentou que os ataques do Irão &#8220;são inaceitáveis e injustificáveis, e constituem violações do direito internacional&#8221;.</P><br />
<P>Além disso, instou o país a &#8220;cessar imediatamente os ataques contra os Estados vizinhos, a cumprir plenamente o memorando de entendimento assinado recentemente e a aplicar integralmente a Resolução 2817 do Conselho de Segurança das Nações Unidas&#8221;.</P><br />
<P>O Governo do Bahrein afirmou no sábado que foi atacado por &#8220;vários drones iranianos&#8221;, enquanto Teerão assegurou que teve como alvo &#8220;bases americanas&#8221;.</P><br />
<P>Por sua vez, o Irão acusou hoje os EUA de violar de novo o acordo de paz depois dos novos bombardeamentos norte-americanos contra instalações na costa sul iraniana, e reafirmou a determinação de responder militarmente a qualquer agressão.</P><br />
<P>Estes foram os primeiros ataques lançados por ambas as partes desde que Washington e Teerão assinaram em 17 de junho um memorando de entendimento para pôr fim às hostilidades e garantir a livre navegação pelo estreito de Ormuz, enquanto negoceiam um acordo definitivo sobre o programa nuclear iraniano. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782757]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Recebe apoios da Segurança Social? Veja o calendário de pagamentos do mês de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 08:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[apios]]></category>
		<category><![CDATA[julho]]></category>
		<category><![CDATA[Pagamentos]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de julho de 2026.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de julho de 2026.</p>
<p>Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares.</p>
<p>Assim, é possível um melhor planeamento e uma salvaguarda para os beneficiários, na medida em que sabem exatamente o dia em que recebem o subsídio. Veja o calendário:</p>
<p>03 JUL<br />
Doença Profissional: pensões e subsídios</p>
<p>07 JUL<br />
Rendas</p>
<p>08 JUL<br />
Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de Despesas de Funeral<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>16 JUL<br />
Prestações familiares<br />
1º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social</p>
<p>21 JUL<br />
Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>23 JUL<br />
Fundo de Garantia Salarial<br />
Rendimento Social de Inserção</p>
<p>28 JUL<br />
2º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781332]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sete distritos do continente sob aviso amarelo nos próximos dias devido ao calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Sete distritos do continente estão sob aviso amarelo nos próximos dias devido à persistência de valores elevados de temperatura máxima, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Sete distritos do continente estão sob aviso amarelo nos próximos dias devido à persistência de valores elevados de temperatura máxima, informou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>Os distritos de Évora, Guarda, Beja, Castelo Branco e Portalegre estarão sob aviso amarelo devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima entre as 09:00 de segunda-feira e as 06:00 de quarta-feira.</P><br />
<P>Vila Real e Bragança estarão também sob aviso amarelo devido ao calor entre as 09:00 de terça-feira e as 06:00 de quarta.</P><br />
<P>O aviso amarelo é o menos grave de uma escala de três e é emitido sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</P><br />
<P>O IPMA prevê para hoje no continente céu pouco nublado ou limpo, com nebulosidade matinal no litoral oeste e possibilidade de ocorrência de chuvisco no litoral Norte e Centroaté ao fim da manhã, neblina ou nevoeiro matinal no litoral oeste e pequena subida da temperatura máxima no Algarve.</P><br />
<P>As temperaturas mínimas vão oscilar entre os 12 graus Celsius (Guarda) e os 21 (Faro) e as máximas entre os 23 graus (Aveiro, Porto e Braga) e os 33 (Faro).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782756]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CPLP/30 anos: Casa de Angola de contas saneadas quer aproximar cultura angolana de Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:35:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A associação Casa de Angola, nascida em Lisboa em 1971 e que não passou imune à turbulência da revolução, tem agora as contas saneadas, após um período de instabilidade, e quer reforçar-se como ponte entre Portugal e Angola.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A associação Casa de Angola, nascida em Lisboa em 1971 e que não passou imune à turbulência da revolução, tem agora as contas saneadas, após um período de instabilidade, e quer reforçar-se como ponte entre Portugal e Angola.</P><br />
<P>Na sequência de problemas de gestão, em 2020, foi criada uma comissão extraordinária que esteve nos últimos anos dedicada a &#8220;salvar a Casa de Angola&#8221;, disse à Lusa o dirigente Carlos Bajouca.</P><br />
<P>Segundo o escultor e membro da direção, &#8220;as dívidas passadas estão todas saneadas&#8221;, tendo acabado de ser pagas este ano.</P><br />
<P>&#8220;A nossa intenção não era criar animações nem dar continuidade a projetos culturais, não havia dinheiro. A intenção era salvar a Casa de Angola&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A partir de agora, acrescentou, a Casa de Angola quer empenhar-se em conseguir receitas estruturais, desde logo para manter a sede, o edifício situado na Travessa da Fábrica das Sedas (entre o Largo do Rato e o Jardim das Amoreiras), projetado pelo renomado arquiteto Cassiano Branco, que ali viveu com a família.</P><br />
<P>Daí, vêm surgindo ideias de alugar espaços a empresas ou instituições culturais ligadas a Angola. </P><br />
<P>Quer ainda ser plataforma de divulgação de Angola e aproximação a Portugal. </P><br />
<P>Para Bajouca, &#8220;um livro sobre Angola seria muito interessante&#8221;, descrevendo património, expressões culturais, etnias. Antevê ainda uma pequena rádio para promoção de artistas.</P><br />
<P>Contudo, disse, tratam-se só de ideias e qualquer decisão caberá à nova direção, pois este ano haverá eleições.</P><br />
<P>Atualmente, a âncora da Casa de Angola é o espaço gastronómico, liderado pelo chef Paulo Soares, uma referência na comida típica angolana.</P><br />
<P>&#8220;Atrai muita gente, pela sua qualidade e por permitir matar saudades da nossa terra&#8221;, afirmou Bajouca.</P><br />
<P>A Casa de Angola foi fundada em 1971. O edifício-sede foi adquirido nesse ano por sete mil contos.</P><br />
<P>Gervásio Viana, atual membro da direção, contou à Lusa que um dos mentores foi o seu padrasto, Burity da Silva, deputado pelo círculo de Angola na Assembleia Nacional entre 1961 e 1965, durante a ditadura.</P><br />
<P>Com o fim da Casa dos Estudantes do Império (criada em 1944 para acolher estudantes das antigas colónias e encerrada em 1965 pela PIDE), a comunidade angolana sentia falta de um espaço que a agregasse.</P><br />
<P>Gervásio Viana explicou que &#8220;inicialmente o regime era contra&#8221;, especialmente o então ministro do Ultramar, Silva Cunha, pela memória de que a Casa dos Estudantes do Império se tinha tornado um viveiro da resistência anticolonial, abrigo de futuros líderes africanos como Agostinho Neto e Amílcar Cabral.  </P><br />
<P>Para convencer o poder, foi criado um conselho estratégico com gente ligada ao regime (como Baltazar Rebelo de Sousa, pai do ex-Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa). Em 1971, saiu o despacho governamental que cria a Casa de Angola.</P><br />
<P>Num depoimento publicado no n.º 5 da revista AfroLetras (2000), o jornalista Rui Romano, que foi dirigente da Casa de Angola, identifica Burity da Silva, Emílio Simões de Abreu e Fernando Laires como mentores de um projeto &#8220;com o intuito óbvio de congregar todos os angolanos e suas emanações num bloco que se opusesse, frontal e decididamente, ao peso do domínio estatal-colonial&#8221;.</P><br />
<P>Romano relata que envolveram pessoas do regime para &#8220;salvaguarda de aparências&#8221; e que, nos primeiros anos, a Casa de Angola fez uso da &#8220;fraquíssima margem de manobra&#8221; política e financeira para organizar cursos e ações de apoio médico, social e educacional.</P><br />
<P>A revolução de 25 de Abril de 1974 foi marcante para a Casa de Angola. Gervásio Viana contou que, de imediato, jovens angolanos deslocaram-se para ali contestando a direção e que, em 26 de abril, são-lhes entregues as chaves da associação.</P><br />
<P>Segundo o relato de Rui Romano, a passagem das chaves deu-se &#8220;na presença de Jaime Neves e seus chaimites&#8221;.</P><br />
<P>Acrescenta Romano que, nessa noite, foi feito &#8220;um minuto de silêncio por todos, mas todos, os que tinham caído nas batalhas da Liberdade (africanos, portugueses, todos, todos, civis ou militares)&#8221; e enviado um telegrama à Junta de Salvação Nacional a exigir a &#8220;libertação imediata de todos os presos políticos&#8221;.</P><br />
<P>Nos anos seguintes, já com a independência do país, a Casa de Angola transformou-se numa espécie de consulado de Angola, emitindo vistos e tratando de documentação de angolanos, relatou Viana.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, não escapou às turbulências da revolução, sendo alvo de vários atentados bombistas, atribuídos à extrema-direita.</P><br />
<P>A revista O Referencial (N.º 143, de 2021), da Associação 25 de Abril, conta no artigo &#8220;A rede bombista da extrema direita&#8221; que, em 24 de outubro de 1975, houve um atentado à bomba na Casa de Angola, &#8220;a que se seguiu, no dia seguinte, um violento assalto às respetivas instalações depois de uma manifestação de retornados realizada em Lisboa nesse mesmo dia&#8221;.</P><br />
<P>Uma cronologia do Museu do Aljube refere que, em outubro de 1975, uma &#8220;manifestação de desalojados/retornados de Angola termina com o assalto e a destruição da Casa de Angola&#8221;. A ação foi reivindicada pelo Comando Operacional de Defesa da Civilização Ocidental (Codeco) e, no decurso desta, foi lançado contra o edifício um automóvel e colocada uma bomba. </P><br />
<P>Em julho de 1976, nova bomba destrói a Casa de Angola.</P><br />
<P>A revista Vida Mundial de julho de 1976 (n.º 1898) tem uma reportagem sobre ataques bombistas, incluindo à Casa de Angola. Descreve que esta ficou com &#8220;recheio, portas e janelas completamente destruídos&#8221; e que a esquerda &#8220;insinua Spínola nas atividades bombistas&#8221;.</P><br />
<P>Uma fotografia que acompanha a reportagem mostra o exterior da Casa de Angola com centenas de pessoas concentradas.</P><br />
<P>A Casa de Angola foi, por essa altura, ocupada por famílias cabo-verdianas, que aí viveram nos anos seguintes.</P><br />
<P>Em junho de 1996, a Lusa noticiava que a Câmara Municipal de Lisboa (CML) as tinha realojado e que a direção estava a reconstruir a sede, com projeto do arquiteto Troufa Real, funcionando provisoriamente a Casa de Angola na Rua do Forno do Tijolo.</P><br />
<P>Já em 24 de junho de 2001, a Lusa noticiava a cerimónia de reabertura da sede e que a reconstrução tinha contado com o apoio da CML, da petrolífera Sonangol e do Governo angolano.</P><br />
<P>Pouco antes da cerimónia, no exterior, um homem incendiou duas bandeiras da UNITA (oposição ao MPLA, no poder em Angola desde 1975). No dia seguinte, a UNITA repudiou &#8220;enérgica e veemente&#8221; a queima das bandeiras.</P><br />
<P>Na cerimónia, o então presidente da CML, João Soares, contou que, na última visita do seu pai, Mário Soares, a Angola como Presidente da República, umas das preocupações transmitidas foi precisamente o estado da Casa de Angola, pelo que o país se envolveu na reconstrução.</P><br />
<P>Segundo o escultor Carlos Bajouca, &#8220;há uma percepção errada da Casa de Angola&#8221;, pois em geral as pessoas &#8220;pensam que é um complemento da Embaixada de Angola, quando é completamente autónoma, independente do poder político e do governante&#8221; no país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782755]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Israel desmobiliza reservistas a fronteira libanesa a partir de hoje</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:30:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel vai dispensar do serviço militar, a partir deste domingo, os pelotões de defesa compostos por reservistas destacados nas comunidades da fronteira norte com o Líbano, em consequência do progresso do cessar-fogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Israel vai dispensar do serviço militar, a partir deste domingo, os pelotões de defesa compostos por reservistas destacados nas comunidades da fronteira norte com o Líbano, em consequência do progresso do cessar-fogo.</p>
<p>Em comunicado, as Forças Armadas de Israel disseram que a decisão foi tomada &#8220;com base na avaliação operacional e após uma série de discussões sobre a situação&#8221;.</p>
<p>O anúncio ocorreu apesar de o primeiro-ministro israelita Benjamin Netanyahu ter afirmado que os militares vão manter a presença no sul do Líbano durante &#8220;o tempo que for necessário&#8221;.</p>
<p>Os soldados reservistas que compõem os pelotões israelitas vão concluir o serviço no domingo, depois de terem sido convocados no contexto da guerra com o Irão, que a 02 de março se intensificou com confrontos no Líbano.</p>
<p>O exército israelita afirmou que vai rever periodicamente a situação para tomar decisões futuras sobre o destacamento de tropas.</p>
<p>Os pelotões de defesa regionais, conhecidos em hebraico como Kitot Konnenut, são compostos por reservistas do exército que residem nas comunidades onde são convocados.</p>
<p>Uma vez recrutados passam a fazer parte de uma equipa de segurança de resposta rápida face a situações de emergência.</p>
<p>O exército não especificou quantos reservistas estão envolvidas na desmobilização.</p>
<p>No contexto da guerra com o Irão, Israel aprovou um plano para convocar até 400 mil reservistas, principalmente para funções de defesa aérea, mas também para reforçar as fronteiras ou participar na invasão do sul do Líbano.</p>
<p>A trégua entre Israel e a milícia xiita libanesa Hezbollah (Partido de Deus) entrou em vigor na tarde de sexta-feira, embora o primeiro ponto do memorando de entendimento entre Washington e Teerão já estipule a cessação das hostilidades.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781343]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Botija solidária em 2026: Quem tem direito e como pedir este apoio?</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/botija-solidaria-em-2026-quem-tem-direito-e-como-pedir-este-apoio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com ComparaJá.pt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A botija solidária é um apoio social que concede um desconto mensal na compra de gás de botija (GPL) a famílias em situação de vulnerabilidade económica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-v-1d41837b="">A botija solidária é um apoio social que concede um desconto mensal na compra de gás de botija (GPL) a famílias em situação de vulnerabilidade económica. Se beneficia da <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/tarifa-social" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">tarifa social de energia</a>, pode ter direito a este programa. Regulado pela DGEG (Direção-Geral de Energia e Geologia) e operacionalizado pela ANAFRE (Associação Nacional de Freguesias), o apoio é um dos instrumentos de combate à <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/gas-contra-pobreza-energetica" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">pobreza energética em Portugal</a>.</p>
<h2 id="heading-1" data-v-1d41837b="">O que é a botija solidária e como funciona?</h2>
<p data-v-1d41837b="">A botija solidária é um apoio financeiro criado em 2022 pelo Governo português. Destina-se a famílias que dependem de gás de botija (GPL) para cozinhar ou aquecer a casa e que não estão ligadas à rede de gás natural canalizado. Na prática, funciona como um subsídio mensal que reduz o custo efetivo de cada botija adquirida.</p>
<p data-v-1d41837b="">A ANAFRE coordena a gestão operacional do programa através das juntas de freguesia de todo o país. A regulação e supervisão cabem à DGEG, sob tutela do Ministério do Ambiente e Energia. O Governo tem prorrogado o programa desde a sua criação, e a última extensão conhecida abrangeu o ano de 2025. Para 2026, a continuidade do apoio depende de nova decisão governamental, pelo que convém confirmar o estado do programa junto da junta de freguesia da tua área de residência.</p>
<p data-v-1d41837b="">Se procura uma visão mais alargada dos apoios para gás engarrafado existentes, há outras medidas que podem complementar este programa. Para quem pondera alternativas ao GPL, é útil consultar a comparação entre <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/eletricidade-ou-gas" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">eletricidade ou gás</a> e perceber qual opção se adequa ao perfil de consumo do agregado.</p>
<div id="293c15c9-afe6-41d6-a587-7593effa511a" class="tip-box color-red full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Atenção:</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Para 2026, a continuidade do apoio depende de nova decisão governamental. Confirme o estado do programa junto da junta de freguesia da sua área de residência.</p>
</div>
</div>
</div>
<h2 id="heading-2" data-v-1d41837b="">Tenho direito à botija solidária em 2026?</h2>
<p data-v-1d41837b="">O acesso à botija solidária tem estado associado aos critérios da tarifa social de eletricidade. São elegíveis, em regra, as <a href="https://www.comparaja.pt/energia/noticias/tarifa-social-de-eletricidade-768-mil-familias" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">famílias com desconto na fatura</a> de eletricidade que utilizem GPL engarrafado como fonte de energia.</p>
<p data-v-1d41837b="">Os perfis que tipicamente se qualificam incluem:</p>
<ul data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Beneficiários do <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/rendimento-social-de-insercao" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">Rendimento Social de Inserção</a> (RSI)</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Beneficiários do <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/complemento-solidario-para-idosos" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">Complemento Solidário para Idosos</a> (CSI)</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Beneficiários do subsídio social de desemprego</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Famílias com rendimento por elemento do agregado inferior ao limiar indexado ao <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/indexante-dos-apoios-sociais" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">valor do IAS em 2026</a></p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Agregados abrangidos pela Prestação Social para a Inclusão (PSI)</p>
</li>
</ul>
<p data-v-1d41837b="">A <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/agregado-familiar" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">composição do agregado familiar</a> influencia diretamente o cálculo do rendimento por elemento. Agregados mais numerosos podem ter maior facilidade em cumprir os critérios de rendimento.</p>
<p data-v-1d41837b="">O requisito fundamental é que o agregado utilize GPL de botija e não gás natural canalizado. Quem já tem contrato de gás natural pode <a href="https://www.comparaja.pt/energia/gas-natural" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">comparar fornecedores de gás</a> para encontrar tarifas mais acessíveis. Os critérios exatos são revistos periodicamente, pelo que convém confirmar a elegibilidade junto da junta de freguesia.</p>
<h2 id="heading-3" data-v-1d41837b="">Quanto recebo com o apoio da botija solidária?</h2>
<p data-v-1d41837b="">O valor de referência da botija solidária tem sido de 10 euros por mês, creditados ou descontados na aquisição de GPL engarrafado. Este montante aplica-se independentemente do distribuidor escolhido.</p>
<p data-v-1d41837b="">Para avaliar o impacto real no orçamento familiar, é útil comparar este apoio com o preço praticado para uma botija de butano de 11 kg. O valor varia consoante o distribuidor (Galp, BP, Repsol, entre outros) e a região do país. A DGEG publica periodicamente os preços de referência do GPL engarrafado, pelo que convém consultar os dados mais recentes antes de fazer contas.</p>
<p data-v-1d41837b="">Se pretende <a href="https://www.comparaja.pt/energia/noticias/erse-vai-lancar-ferramenta-para-comparar-precos" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">comparar preços botijas de gás</a>, a ERSE tem vindo a disponibilizar ferramentas que facilitam essa consulta. Com um apoio mensal de 10 euros, a poupança acumulada ao longo de 12 meses pode representar uma diferença significativa para famílias que consomem pelo menos uma botija por mês.</p>
<p data-v-1d41837b="">Para quem procura reduzir ainda mais a despesa energética, o <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/programa-vale-eficiencia" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">Programa Vale Eficiência famílias</a> apoia melhorias na habitação. O <a href="https://www.comparaja.pt/energia/noticias/arranca-novo-programa-de-substituicao-de-equipamentos-domesticos" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">programa E-Lar</a> permite a substituição de equipamentos a gás por alternativas mais eficientes, o que pode reduzir o consumo de GPL a médio prazo.</p>
<div id="77bd4565-32aa-48ee-9b90-afbb099f0c88" class="tip-box color-green full-width" data-v-1d41837b="" data-v-2dc5c81c="">
<div class="title-container" data-v-2dc5c81c=""><span data-v-2dc5c81c="">Tome nota;</span></div>
<div class="text-container" data-v-2dc5c81c="">
<div class="rich-text-container" data-v-2dc5c81c="" data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Com um apoio mensal de 10 euros, a poupança acumulada ao longo de 12 meses pode representar uma diferença significativa para famílias que consomem pelo menos uma botija por mês.</p>
</div>
</div>
</div>
<h2 id="heading-4" data-v-1d41837b="">Como posso pedir a botija solidária?</h2>
<p data-v-1d41837b="">A candidatura à botija solidária é feita presencialmente na junta de freguesia da área de residência. O processo é coordenado pela ANAFRE e não exige deslocação a serviços centrais.</p>
<p data-v-1d41837b="">O procedimento habitual inclui os seguintes passos:</p>
<ol data-v-1d41837b="">
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Confirmar a elegibilidade como beneficiário da tarifa social de eletricidade ou de outro apoio social que confira acesso ao programa</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Reunir os documentos necessários: cartão de cidadão, comprovativo de morada (o <a href="https://www.comparaja.pt/financas-pessoais/artigos/atestado-de-residencia" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">atestado de residência</a> pode ser obtido na própria junta de freguesia) e comprovativo de utilização de GPL engarrafado</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Apresentar o pedido na junta de freguesia, que valida a elegibilidade do agregado</p>
</li>
<li data-v-1d41837b="">
<p data-v-1d41837b="">Aguardar a confirmação e a ativação do apoio mensal</p>
</li>
</ol>
<p data-v-1d41837b="">O prazo de resposta varia de freguesia para freguesia. Os seus <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/direitos-energia-e-agua" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">direitos de consumidor de energia</a> garantem o acesso a informação clara sobre o estado do pedido.</p>
<p data-v-1d41837b="">É possível que seja exigida uma <a href="https://www.comparaja.pt/energia/artigos/inspecao-de-gas" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">inspeção de gás obrigatória</a> à instalação, para verificar que cumpre as normas de segurança em vigor. Para quem recebe o <a href="https://www.comparaja.pt/mercado-trabalho/artigos/ordenado-minimo" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">ordenado mínimo</a>, existem outros apoios complementares que podem ser solicitados em simultâneo.</p>
<h2 id="heading-5" data-v-1d41837b="">Posso acumular a botija solidária com a tarifa social de energia?</h2>
<p data-v-1d41837b="">Sim, em princípio, a botija solidária pode ser acumulada com a tarifa social de eletricidade. Os dois programas têm finalidades distintas: a tarifa social reduz o custo da eletricidade, enquanto a botija solidária alivia a despesa com GPL engarrafado. Quem reúne os critérios para ambos pode beneficiar dos dois em simultâneo.</p>
<p data-v-1d41837b="">Existem outros apoios no setor energético e social que podem ser compatíveis, nomeadamente a <a href="https://www.comparaja.pt/agua/artigos/tarifa-social-da-agua" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">tarifa social da água</a> e a <a href="https://www.comparaja.pt/tv-net-voz/artigos/tarifa-social-internet" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">tarifa social de internet</a>. A possibilidade de acumulação depende dos critérios específicos de cada programa em vigor no momento da candidatura.</p>
<p data-v-1d41837b="">Para famílias que pretendem <a href="https://www.comparaja.pt/energia" target="_self" data-v-1d41837b="" rel="noopener">comparar fornecedores de energia</a> e otimizar toda a fatura energética, a análise conjunta dos apoios disponíveis é o primeiro passo. A junta de freguesia ou a Segurança Social podem fornecer uma visão completa dos programas a que tens direito.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782521]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>França regista mais 1.000 mortes que o habitual devido ao calor extremo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:27:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades francesas divulgaram hoje um primeiro balanço sobre as vítimas associadas ao calor extremo no país e registaram 1.000 mortes a mais do que o habitual desde quarta-feira, coincidindo com a metade da onda de calor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades francesas divulgaram hoje um primeiro balanço sobre as vítimas associadas ao calor extremo no país e registaram 1.000 mortes a mais do que o habitual desde quarta-feira, coincidindo com a metade da onda de calor.    </P><br />
<P>&#8220;Desde 24 de junho, foram observadas cerca de 1.000 mortes adicionais &#8211; números não consolidados &#8211; em comparação com os falecimentos registados nos meses anteriores&#8221;, anunciou a a agência nacional de saúde pública francesa.</P><br />
<P>Este organismo do Ministério da Saúde assinalou que o fenómeno afeta principalmente os maiores de 65 anos (85% dos casos), ao mesmo tempo que apontou um aumento de 40% apenas nas mortes em casa. </P><br />
<P>França retoma hoje temperaturas mais respiráveis após 11 dias de uma onda de calor histórica, já considerada mais intensa do que o episódio emblemático de 2003, mas o efeito retardado do calor nos organismos mantém os hospitais sob forte tensão e gera receios de uma alta taxa de mortalidade.</P><br />
<P>Nenhum balanço numérico tinha sido dado até o momento, mas a ministra da Saúde, Stéphanie Rist, já tinha alertado no sábado que um número de mortes &#8220;superior ao normal&#8221; estava a ser observado.</P><br />
<P>Neste contexto, o balanço da agência nacional de saúde pública francesa dá uma primeira ideia dessa mortalidade, mesmo que permaneça muito parcial. </P><br />
<P>A agência de saúde pública começou as observações a partir de quarta-feira, data em que a onda de calor se intensificou com temperaturas superiores a 40°C em todo o território.</P><br />
<P>&#8220;Mais de 1.200 mortes &#8211; de todas as causas &#8211; foram registadas no dia 24 de junho e mais de 1.400 mortes diárias nos dias 25 e 26 de junho&#8221;, explica a agência. 	</P><br />
<P>&#8220;Para comparação, contavam-se cerca de 900 a 1.000 mortes por dia em abril/maio&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>No total, desde quarta-feira, isso já aponta para cerca de mil mortes a mais do que a média, mesmo que não sejam oficialmente atribuíveis ao calor. </P><br />
<P>Mas o balanço será provavelmente mais pesado, já que alguns efeitos às vezes demoram dias a fazerem-se sentir.</P><br />
<P>O aumento das mortes afeta &#8220;todas as faixas etárias, lembrando que os efeitos da onda de calor podem afetar toda a população&#8221;, constata a agência. </P><br />
<P>&#8220;No entanto, 85% dos óbitos observados dizem respeito a pessoas com 65 anos ou mais&#8221;.</P><br />
<P>Principalmente, &#8220;um aumento particularmente acentuado dos óbitos em casa é observado &#8211; da ordem de 40% -, especialmente na Île-de-France&#8221;, observa a agência, um fenómeno já mencionado pelas autoridades de saúde.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782754]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;Ventura procura manter tudo sob controlo&#8221;: Politóloga prevê disputas intensas nas distritais do Chega, mas afasta ameaça à liderança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 07:15:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega inicia este domingo, o primeiro fim de semana de eleições para as comissões políticas distritais, num processo que decorre também a 5 de julho e que representa o mais disputado da história interna do partido.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega inicia este domingo, o primeiro fim de semana de eleições para as comissões políticas distritais, num processo que decorre também a 5 de julho e que representa o mais disputado da história interna do partido. Apesar da multiplicação de candidaturas em distritos estratégicos como Lisboa, Porto, Braga, Santarém e Setúbal, a politóloga, docente universitária e investigadora do CIES-Iscte, Patrícia Calca, considera que esta competição interna deve ser encarada como uma consequência natural do crescimento da estrutura partidária e não como um sinal de rutura na liderança de André Ventura.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à Executive Digest, Patrícia Calca defende que a atual fase corresponde ao processo normal de consolidação de um partido ainda recente. &#8220;Eu acho que é uma fase normal naquilo que é a própria dinâmica do partido&#8221;, afirma, embora ressalve que &#8220;isso não quer dizer que efetivamente vá haver grandes possibilidades de democracia interna&#8221;. A investigadora considera que o Chega continua a apresentar &#8220;uma dinâmica muito centralizada numa pessoa&#8221;, lembrando que, ao longo dos últimos anos, &#8220;de vez em quando aparece um ou outro membro do Chega a contestar, mas até agora isso tem sido abafado&#8221;.</p>
<p>Segundo a especialista, o próprio percurso de crescimento do partido ajuda a explicar as disputas que hoje chegam às urnas. &#8220;Além da natureza muito recente do Chega, além dos tópicos que abordam e da centralização do partido, há também toda uma estrutura que ainda não está muito sedimentada e que é própria do tempo&#8221;, refere. Acrescenta ainda que o partido &#8220;foi buscar contributos a várias linhas no país e muita gente que não tinha ligação formalizada à política&#8221;, motivo pelo qual &#8220;é normal que haja esta procura de estruturação&#8221;. Na sua perspetiva, o Chega atravessa atualmente &#8220;uma sedimentação a nível local&#8221;, semelhante ao percurso vivido por outras forças políticas, embora com características próprias devido à rápida expansão territorial conseguida nos últimos anos.</p>
<p>Apesar das disputas renhidas em várias distritais, Patrícia Calca afasta qualquer cenário de ameaça à liderança nacional. &#8220;Resumindo, eu acho que isto é natural que haja esta luta interna, mas eu acho que isto não vai colocar em causa a liderança do partido&#8221;, afirma. A politóloga entende que André Ventura continuará a desempenhar um papel determinante na gestão deste processo, mesmo mantendo uma posição pública de aparente neutralidade. &#8220;Tenho convicção, provada pelo comportamento do André Ventura, que ele procura sempre ter as coisas sob controlo&#8221;, sustenta. Para a investigadora, esse controlo &#8220;é um controlo de manutenção da parte dele, mas é mais do que isso&#8221;, correspondendo também &#8220;a uma procura muito concreta e ativa por manter alguma estabilidade no partido&#8221;.</p>
<p>Na análise da investigadora, essa necessidade de estabilidade resulta das fragilidades estruturais que acompanharam o nascimento do Chega. &#8220;Não havendo estrutura inicial, não havendo quadros iniciais&#8221;, recorda, &#8220;um partido deste só pode, entre aspas, ter este sucesso se realmente se centralizar num líder forte, num contexto difícil, de incerteza e quando há uma certa fadiga na população&#8221;. Patrícia Calca faz questão de reconhecer igualmente &#8220;os méritos políticos e estratégicos de André Ventura&#8221;, considerando que soube interpretar &#8220;a possibilidade de crescimento&#8221; do partido numa conjuntura favorável.</p>
<p>Questionada sobre a influência que estas eleições distritais poderão ter na estratégia nacional do Chega, a investigadora admite que a preservação da unidade constitui uma prioridade para a direção. &#8220;Esta tentativa de manutenção de alguma estabilidade é, obviamente, absolutamente necessária&#8221;, afirma. Ainda assim, lembra que os processos internos dos partidos permanecem, em grande medida, pouco transparentes para o exterior. &#8220;Nós sabemos sempre muito pouco sobre aquilo que é o processo, digamos, sobre a democracia interna dos partidos&#8221;, observa, acrescentando que &#8220;muitas vezes fazem parte dos próprios segredos do negócio&#8221;.</p>
<p>Patrícia Calca acredita, por isso, que as escolhas que saírem destas eleições continuarão a refletir a forte centralização da estrutura partidária. &#8220;No caso deste ciclo eleitoral ainda será a mais&#8221;, prevê, sustentando que André Ventura &#8220;deverá ter controlo sobre essas nomeações&#8221;, embora exista &#8220;algum diálogo local&#8221;, uma vez que &#8220;depois não se podem fazer os cozinhados sem os ingredientes que existem localmente&#8221;. Ainda assim, conclui que &#8220;a última palavra diria que é sempre de André Ventura&#8221;, reforçando que, na sua opinião, &#8220;é ainda bastante centralizado&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782259]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Teerão acusa Washington de violar de novo acordo de paz entre o Irão e os EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 06:59:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Teerão acusou hoje Washington de violar novamente o memorando de entendimento entre as duas partes para acabar a guerra, após novos bombardeamentos norte-americanos contra instalações na costa sul iraniana, e reafirmou a determinação de responder militarmente a qualquer agressão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Teerão acusou hoje Washington de violar novamente o memorando de entendimento entre as duas partes para acabar a guerra, após novos bombardeamentos norte-americanos contra instalações na costa sul iraniana, e reafirmou a determinação de responder militarmente a qualquer agressão.        </P><br />
<P>&#8220;Esses ataques selvagens, que constituem uma violação flagrante do parágrafo 4 do artigo 2 da Carta das Nações Unidas, bem como uma violação expressa da primeira cláusula do Memorando de Entendimento para acabar a guerra, demonstram que o regime americano não concede o menor valor nem credibilidade aos seus compromissos&#8221;, denunciou o ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano num comunicado.</P><br />
<P>Ao condenar os ataques aéreos lançados pelo Exército dos Estados Unidos no sábado à noite contra várias instalações de monitorização e vigilância situadas na costa sul do país, o ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão sustentou que &#8220;o não cumprimento dos acordos faz parte da natureza&#8221; de Washington.</P><br />
<P>Da mesma forma, lembrou as responsabilidades do Conselho de Segurança da ONU e do secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, para preservar a paz e a segurança internacionais e reiterou que a República Islâmica defenderá &#8220;a soberania nacional e a integridade territorial do Irão&#8221; face à &#8220;agressão militar dos Estados Unidos&#8221;, de acordo com o artigo 51 da Carta da ONU.</P><br />
<P>As novas acusações de Teerão ocorrem depois de os Estados Unidos terem lançado no sábado uma segunda série de bombardeamentos desde sexta-feira contra múltiplos objetivos militares iranianos.</P><br />
<P>A última ofensiva dos Estados Unidos ocorreu em resposta a um ataque com drones atribuído ao Irão contra um petroleiro que navegava pelo estreito de Ormuz, depois do qual o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a acusar no sábado Teerão de violar o acordo de cessar-fogo.</P><br />
<P>Numa mensagem publicada no Truth Social, Trump advertiu que Washington poderia intensificar a ofensiva militar se Teerão continuar com os ataques, a ponto de que a República Islâmica &#8220;deixará de existir&#8221;.</P><br />
<P>Mais tarde, a Guarda Revolucionária iraniana respondeu ao bombardeamento americano com o lançamento de drones e mísseis contra alvos no Kuwait e no Bahrein e advertiu que, a partir de agora, atuará &#8220;com maior firmeza do que antes&#8221; contra os navios que considerar infratores no estreito de Ormuz. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782753]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Sirenes de alerta aéreo voltam a soar em Bahrein</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-sirenes-de-alerta-aereo-voltam-a-soar-em-bahrein/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 05:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério do Interior de Bahrein confirmou que as sirenes de alerta de ataque aéreo voltaram a soar no país, pela segunda vez durante a manhã de hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério do Interior de Bahrein confirmou que as sirenes de alerta de ataque aéreo voltaram a soar no país, pela segunda vez durante a manhã de hoje.</P><br />
<P>Horas antes, o ministério tinha pedido aos residentes do país, que alberga uma importante base naval dos Estados Unidos, que &#8220;mantivessem a calma e se dirigissem para o local seguro mais próximo&#8221;, após a primeira vez em que soaram as sirenes.</P><br />
<P>A diplomacia de Bahrein denunciou, num outro comunicado, o que chamou de &#8220;uma escalada perigosa que revela que o que Teerão está a fazer não é um ato passageiro, nem um incidente isolado&#8221;.</P><br />
<P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros de Manama acusou o Irão de &#8220;uma abordagem deliberada e um padrão sistemático de agressão repetida contra a soberania do reino e a segurança dos seus cidadãos e residentes&#8221;.</P><br />
<P>A diplomacia de Bahrein apelou à convocação de uma sessão extraordinária do Conselho de Segurança das Nações Unidas e disse que a ofensiva representa uma &#8220;ameaça direta ao Conselho de Cooperação do Golfo&#8221;.</P><br />
<P>O Conselho reúne Omã, Arábia Saudita, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Bahrein e Qatar.</P><br />
<P>Horas antes, também o exército do Kuwait tinha anunciado, num comunicado oficial, que as defesas aéreas do emirato estavam &#8220;a repelir ataques realizados por mísseis e drones hostis&#8221;, estava sob ataque de &#8220;mísseis e drones hostis&#8221;.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária do Irão reivindicou a responsabilidade pelos ataques aéreos contra Kuwait e Bahrein, em retaliação pelos ataques dos EUA em território iraniano, e prometeu uma &#8220;resposta implacável&#8221; a qualquer agressão futura.</P><br />
<P>A Guarda &#8220;destruiu oito importantes instalações militares norte-americanas na Base Aérea de Ali al-Salem, no Kuwait, e na Base Naval da Quinta Frota, em Port Salman, no Bahrein&#8221;, afirmou, em comunicado.</P><br />
<P>Os ataques foram lançados entre as 02:00 e as 03:00 (entre as 23:30 de sábado e as 00:30 de hoje em Lisboa), &#8220;numa resposta decisiva à recente agressão norte-americana&#8221;, disse a Guarda.</P><br />
<P>&#8220;Qualquer agressão inimiga, independentemente do pretexto, mesmo contra alvos insignificantes, será respondida com uma resposta implacável&#8221;, acrescentou o exército ideológico da República Islâmica.</P><br />
<P>Os EUA atacaram &#8220;vários alvos&#8221; no Irão, no sábado, em resposta a um ataque a um navio próximo do estreito de Ormuz.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Central do Exército dos EUA, responsável pelo Médio Oriente, as forças norte-americanas efetuaram ataques aéreos contra &#8220;infraestruturas de vigilância militar iranianas, sistemas de comunicação, instalações de defesa aérea, instalações de armazenamento de drones e meios de colocação de minas&#8221;.</P><br />
<P>Os meios de comunicação iranianos noticiaram diversas explosões nas regiões de Sirik e Qeshm, no sul do país.</P><br />
<P>Os ataques ocorreram depois de o Irão ter atacado com um drone unidirecional o petroleiro Kiku, de bandeira panamiana, que transportava mais de dois milhões de barris de petróleo no estreito de Ormuz.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782752]]></sapo:autor>
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		<title>Síria: Israel afirma ter morto &#8220;vários terroristas armados&#8221; no sul do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 05:24:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) afirmaram hoje ter morto "vários terroristas armados" no sul da Síria, no sábado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) afirmaram hoje ter morto &#8220;vários terroristas armados&#8221; no sul da Síria, no sábado.</P><br />
<P>&#8220;Ontem, as forças da Brigada Etzioni (&#8230;) eliminaram vários terroristas armados na zona de segurança no sul da Síria&#8221;, afirmou o exército israelita, num comunicado.</P><br />
<P>As IDF garantiram que &#8220;continuarão a operar na zona de segurança no sul da Síria e a eliminar qualquer ameaça aos cidadãos do Estado de Israel e às forças&#8221; militares israelitas.</P><br />
<P>O exército israelita ocupa uma &#8220;zona de segurança&#8221; no sul da Síria desde o final de 2024. Na quinta-feira, o ministro da Defesa, Israel Katz, declarou que Israel pretende manter as suas tropas ali &#8220;indefinidamente&#8221;, tal como no Líbano e na Faixa de Gaza.</P><br />
<P>Em 22 de junho, a ONU confirmou que a atividade militar de Israel no sul da Síria continua ativa, inclusive em violação ao Acordo de Separação de Forças de 1974.</P><br />
<P>Numa reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre os desenvolvimentos políticos e humanitários na Síria, o enviado especial adjunto das Nações Unidas para território sírio, Claudio Cordone, explicou que as forças israelitas mantiveram a sua presença na área de separação e realizaram incursões quase diárias em partes do sul do país, estabelecendo postos de controlo temporários e realizando buscas e detenções de civis.</P><br />
<P>Alguns desses civis foram libertados após interrogatório pelas IDF, e outros, segundo os relatos recolhidos pela ONU, permanecem sob custódia israelita.</P><br />
<P>Cordone relatou igualmente restrições ao acesso de civis sírios e danos em terras agrícolas. </P><br />
<P>&#8220;O Governo sírio tem demonstrado contenção, ao mesmo tempo que sinaliza abertura a um acordo de segurança com Israel, embora não tenham sido alcançados progressos tangíveis até à data. As Nações Unidas na Síria estão a intensificar os seus esforços para satisfazer as necessidades da população afetada, no meio da contínua atividade militar israelita&#8221;, afirmou o enviado.</P><br />
<P>&#8220;Reiteramos veementemente o nosso apelo a Israel para que cumpra o Acordo de 1974, liberte os detidos ilegalmente e respeite a soberania e a integridade territorial da Síria&#8221;, instou.</P></p>
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		<title>Venezuela/Sismo: Menino de 11 anos encontrado vivo três dias após abalos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 04:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um rapaz de 11 anos foi resgatado com vida dos escombros em Caraballeda, no norte da Venezuela, três dias depois dos devastadores sismos que atingiram a região, anunciou a presidente interina do país, Delcy Rodríguez.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um rapaz de 11 anos foi resgatado com vida dos escombros em Caraballeda, no norte da Venezuela, três dias depois dos devastadores sismos que atingiram a região, anunciou a presidente interina do país, Delcy Rodríguez.</P><br />
<P>&#8220;Há poucos minutos, um rapaz de 11 anos foi resgatado com vida em Caraballeda. Neste momento, cada vida é uma fonte de esperança para a Venezuela&#8221;, escreveu Rodríguez na rede social X, numa mensagem acompanhada de um vídeo do resgate da criança.</P><br />
<P>O tempo está a esgotar-se para encontrar sobreviventes, mais de 72 horas após dois grandes sismos, na quarta-feira, que causaram pelo menos 1.430 mortos e 3.328 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</P><br />
<P>Pelo menos 17 países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>&#8220;Em princípio, os corpos já não têm vida, mas graças a Deus, às vezes conseguimos encontrar sobreviventes&#8221;, disse um socorrista de El Salvador em Playa Grande, em La Guaira, uma cidade costeira perto de Caracas.</P><br />
<P>A Organização das Nações Unidas (ONU) estimou no sábado que quase sete milhões de pessoas foram afetadas pelos dois sismos.</P><br />
<P>Os danos causados estão estimados em quase sete mil milhões de dólares (seis mil milhões de euros), ou 6% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, segundo a avaliação do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.</P><br />
<P>Em Genebra, o responsável pela ajuda humanitária da ONU, Tom Fletcher, disse à agência de notícias France-Presse que mais de 50 mil pessoas estavam desaparecidas. O número de mortos deverá, por isso, &#8220;aumentar consideravelmente&#8221;, no contexto de &#8220;uma operação de resgate extremamente complexa&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Uma pista do aeroporto de Caracas foi reaberta e está a receber aviões vindos dos Estados Unidos com ajuda humanitária, anunciou um alto funcionário norte-americano no sábado.</P><br />
<P>Entre os mortos, há pelo menos 48 portugueses e lusodescendentes, e outros 83 estão desaparecidos ou incontactáveis.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo e foram seguidos por mais de 20 réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782750]]></sapo:autor>
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		<title>PS reúne hoje Comissão Nacional e inicia jornadas parlamentares sobre custo de vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 04:18:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS reúne hoje a Comissão Nacional para votar moções setoriais aceites no último Congresso, antes de iniciar, em Sintra, três dias de jornadas parlamentares dedicadas ao aumento do custo de vida.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS reúne hoje a Comissão Nacional para votar moções setoriais aceites no último Congresso, antes de iniciar, em Sintra, três dias de jornadas parlamentares dedicadas ao aumento do custo de vida.</P><br />
<P>A reunião do órgão máximo entre congressos começa às 14:00, num hotel no Centro de Lisboa, com uma intervenção aberta à comunicação social do secretário-geral do PS, José Luís Carneiro.</P><br />
<P>Esta Comissão Nacional terá como ponto único da ordem de trabalhos a &#8220;apreciação e votação das moções setoriais aceites nos termos regulamentares no 25.º Congresso Nacional&#8221;, que decorreu no final de março, em Viseu, o primeiro da era de José Luís Carneiro. </P><br />
<P>Apesar de terem sido apresentadas 50 moções setoriais ao Congresso, apenas 19 foram subscritas por um mínimo de 10% dos delegados eleitos e são consideradas válidas para discussão e votação.</P><br />
<P>De acordo com a convocatória, além dos membros da Comissão Nacional, foram igualmente convocados os primeiros subscritores das moções que não integrem este órgão, embora sem direito a voto.</P><br />
<P>Entre as 19 moções em discussão, estará a crítica da atual direção, intitulada &#8220;Socialismo com futuro&#8221; e que tem como primeiro subscritor o deputado Miguel Costa Matos, na qual se lamenta que o PS esteja em &#8220;cima do muro do &#8216;nim'&#8221; e numa posição indecisa, considerando ser preciso &#8220;sacudir a imagem de parceiro parlamentar do Governo&#8221; e afirmar os socialistas como alternativa.</P><br />
<P>Este sábado, o partido divulgou que a ex-eurodeputada Isabel Estrada Carvalhais vai integrar o Secretariado Nacional do PS, enquanto o deputado Pedro Coimbra, eleito presidente da Federação de Coimbra dos socialistas, está de saída da direção.</P><br />
<P>Depois da reunião da Comissão Nacional, o PS inicia ao fim da tarde, em Sintra, as suas jornadas parlamentares, sob o tema &#8220;Custo de Vida, o seu aumento e os seus impactos&#8221;, que decorrem até terça-feira, em 13 dos 18 concelhos da Área Metropolitana de Lisboa.</P><br />
<P>O arranque das jornadas será nas Festas de São Pedro, em Sintra, e a comitiva socialista contará com a presença do secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, e do presidente do Grupo Parlamentar, Eurico Brilhante Dias.</P><br />
<P>Em declarações aos jornalistas, no Parlamento, Eurico Brilhante Dias sublinhou que as jornadas realizam-se numa área metropolitana &#8220;onde se fazem sentir os fortes impactos do aumento do custo de vida&#8221;.</P><br />
<P>O PS vai focar-se &#8220;no aumento do custo de vida, que é aquilo que hoje mais preocupa aos portugueses&#8221;, disse Brilhante Dias, deixando críticas às opções do Governo perante o aumento dos preços.</P><br />
<P>&#8220;O país hoje, infelizmente, não está melhor. O impacto da Guerra do Médio Oriente e a forma como o Governo olha para essa guerra está a ter impacto nos bolsos dos portugueses&#8221;, frisou, acrescentando que o &#8220;Governo tem governado mal&#8221; e que &#8220;é preciso dar atenção a estes problemas e apresentar propostas&#8221;. </P><br />
<P>O PS espera que as jornadas sejam um &#8220;momento de aproximação&#8221; do Grupo Parlamentar do PS à realidade da Área Metropolitana de Lisboa e adiantou que servirão também para preparar o debate do Estado da Nação, dia 16 de julho.</P><br />
<P>No segundo dia das jornadas, os líderes do partido e da bancada começam o dia às 08:00, com uma viagem de comboio na Linha de Sintra, a que se seguirão visitas a Loures, Lisboa, Setúbal e Moita. </P><br />
<P>Também na segunda-feira, os deputados dividir-se-ão em cinco grupos focados em cinco áreas (mobilidade e transportes, habitação, saúde, economia e emprego, e impactos sociais), prevendo-se visitas a empresas, serviços públicos e instituições de solidariedade social.</P><br />
<P>Na terça-feira, serão apresentadas as conclusões das jornadas, estando também previsto um painel sobre o custo de vida com o antigo ministro das Finanças e ex-governador do Banco de Portugal Mário Centeno e a economista Susana Peralta, moderado pelo socialista António Mendonça Mendes.</P><br />
<P></P><br />
<P>TS (JF) // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782749]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Áustria e Argélia qualificam-se e Messi volta a marcar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 04:07:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Áustria e a Argélia conquistaram no sábado as últimas duas vagas nos 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao empataram a três na terceira jornada do Grupo J, marcada por novo golo do argentino Lionel Messi.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Áustria e a Argélia conquistaram no sábado as últimas duas vagas nos 16 avos de final do Mundial de futebol de 2026, ao empataram a três na terceira jornada do Grupo J, marcada por novo golo do argentino Lionel Messi.</P><br />
<P>Em Kansas City, Marko Arnautovic (28 minutos), Marcel Sabitzer (55) e Sasa Kalajdzic (90+6) marcaram para os austríacos, enquanto Rafik Belghali (45) e Riyad Mahrez (60 e 90+3) faturaram para os africanos.</P><br />
<P>Os austríacos acabaram no segundo lugar, com quatro pontos, enquanto os argelinos seguiram em frente com um dos oito melhores terceiros, num resultado que impediu o apuramento do Irão.</P><br />
<P>No outro jogo, a já apurada Argentina venceu a já eliminada Jordânia por 3-1, com golos de Giovani Lo Celso (19 minutos), de livre direto, Lautaro Martínez (31), de penálti, e de Lionel Messi (80), também de livre direto, depois de ter entrado aos 60 &#8212; primeiro a marcar em sete jogos do Mundial seguidos.</P><br />
<P>Mousa Al Tamari marcou para os jordanos, aos 55 minutos, em Arlington.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_782748]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exército do Iraque lança operação contra &#8220;figuras políticas&#8221; em Bagdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jun 2026 03:48:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As forças de segurança do Iraque foram mobilizadas hoje na Zona Verde, um enclave de segurança no centro de Bagdade que alberga as embaixada estrangeiras, numa operação contra "figuras políticas", disse um responsável.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As forças de segurança do Iraque foram mobilizadas hoje na Zona Verde, um enclave de segurança no centro de Bagdade que alberga as embaixada estrangeiras, numa operação contra &#8220;figuras políticas&#8221;, disse um responsável.</P><br />
<P>A Zona Verde alberga diversas missões diplomáticas, instituições internacionais e gabinetes governamentais. Muitos altos funcionários e figuras políticas também residem lá.</P><br />
<P>Um oficial militar disse à agência de notícias France-Presse, que uma &#8220;operação teve como alvo várias figuras políticas em ligação com um caso de corrupção financeira, por ordem judicial&#8221;, acrescentando que a operação envolveu forças antiterroristas e o exército.</P><br />
<P>Nenhum comunicado oficial foi divulgado até ao momento.</P><br />
<P>A fonte, que pediu para não ser identificada, não adiantou mais pormenores nem os nomes dos alegadamente detidos.</P><br />
<P>Imagens que circulam nos canais locais da plataforma de mensagens Telegram mostram soldados em veículos pesados, como tanques, dentro da Zona Verde, incluindo dentro de um complexo e, num caso, dentro de uma habitação.</P><br />
<P>Estas operações de grande escala visavam prender altos funcionários iraquianos, vários dos quais tinham os seus nomes a circular nos meios de comunicação locais.</P><br />
<P>O novo primeiro-ministro do Iraque, Ali al-Zaidi, prometeu combater a corrupção e a má gestão que assolam o Iraque há décadas.</P></p>
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