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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Lactogal lança novo modelo de valorização do leite da ilha açoriana da Graciosa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:57:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo Lactogal vai lançar o programa Produtor Milhafre Graciosa, um projeto-piloto que visa alterar o modelo de pagamento e valorização do leite da ilha, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Grupo Lactogal vai lançar o programa Produtor Milhafre Graciosa, um projeto-piloto que visa alterar o modelo de pagamento e valorização do leite da ilha, foi hoje anunciado.</p>
<p>Segundo um comunicado sobre o programa, a partir de hoje, e pela primeira vez no arquipélago, a matéria-prima &#8220;deixará de ser remunerada exclusivamente com base no volume entregue, passando a ser valorizada em função do seu destino industrial, neste caso, a produção de queijo Ilha Graciosa da marca Milhafre dos Açores&#8221;.</p>
<p>O programa-piloto, que decorre entre 2026 e 2030, introduz um sistema de pagamento que permite que a remuneração aos produtores deixe de estar dependente apenas da quantidade de leite entregue e passe a premiar diretamente a concentração de sólidos úteis (proteína e gordura) que determinam o rendimento real na produção de queijo.</p>
<p>O modelo assenta num Roteiro Técnico até 2030, que acompanha a evolução das unidades produtivas através de apoio veterinário, nutricional e de maneio, financiado pelo Grupo Lactogal.</p>
<p>Os produtores que aderirem voluntariamente ao programa recebem, além do preço base recalibrado, o Prémio Milhafre, um bónus fixo de mais um cêntimo por quilograma, bem como ferramentas de digitalização para as suas unidades produtivas.</p>
<p>O Grupo Lactogal refere que este projeto foi &#8220;desenhado para assegurar o futuro da produção de leite na Graciosa, criando um modelo de negócio mais rentável e atrativo que incentive as novas gerações a permanecer na atividade&#8221;.</p>
<p>&#8220;No ano em que celebramos 30 anos, reafirmamos o nosso compromisso com os Açores através de ações concretas. O futuro do leite açoriano não passa por competir em volume com a Europa, mas sim por liderar no valor acrescentado, na sustentabilidade e no orgulho das comunidades que lhe dão origem. A Graciosa é o ponto de partida desta transformação&#8221;, afirma José Marques, presidente do conselho de administração do Grupo Lactogal, citado na nota de imprensa.</p>
<p>A ilha Graciosa foi escolhida para o arranque deste piloto devido à &#8220;escala controlada, à forte tradição queijeira e à relação de grande proximidade entre a produção local, a cooperativa e a unidade industrial da Pronicol&#8221;.</p>
<p>João do Couto, da cooperativa agrícola Unicol, considera, por seu turno, que este projeto &#8220;nasce da proximidade e do diálogo&#8221;, uma vez que &#8220;não se queria apenas um acordo comercial de curto prazo, porque se pretende dar estabilidade e previsibilidade aos produtores&#8221;.</p>
<p>Ao ligar diretamente o preço do leite ao prestígio e rendimento do queijo Ilha Graciosa Milhafre, estamos a valorizar o trabalho de quem está na terra e a garantir que o valor gerado fica na nossa ilha&#8221;, destaca João do Couto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784370]]></sapo:autor>
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		<title>Empresa portuguesa detida pelo grupo criminoso brasileiro PCC alvo de sanções dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:44:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governo norte-americano aplicou hoje sanções à empresa portuguesa Avenidas Flutuantes, duas empresas brasileiras e pessoas com elas relacionadas por ligações "ao maior grupo criminoso da América Latina", o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O governo norte-americano aplicou hoje sanções à empresa portuguesa Avenidas Flutuantes, duas empresas brasileiras e pessoas com elas relacionadas por ligações &#8220;ao maior grupo criminoso da América Latina&#8221;, o Primeiro Comando da Capital (PCC), de São Paulo.</p>
<p>&#8220;O PCC representa uma ameaça significativa à segurança nacional dos EUA, uma vez que os seus membros em todo o território dos Estados Unidos, particularmente na Flórida, branqueiam rendimentos provenientes do tráfico de droga e contribuem para um ciclo de criminalidade&#8221;, lê-se no comunicado hoje divulgado pelo Gabinete de Controlo de Ativos Estrangeiros (OFAC) do Departamento do Tesouro dos EUA, semelhante ao ministério das Finanças nos governos europeus.</p>
<p>No texto, anuncia que sancionou a Avenidas Flutuantes Unipessoal Lda, uma empresa de transportes e armazenagem com sede em Setúbal, que terá como dono Victor Henrique de Oliveira Shimada, residente em São Paulo, acusado de receber &#8220;fundos ilícitos gerados nos Estados Unidos e branquear esses fundos para o PCC no Brasil&#8221;.</p>
<p>O governo norte-americano aplica também sanções a Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira, funcionária e parente de Shimada, e às empresas Victory Trading, Pixwave Soluções de Pagamentos Lda (Pixwave) e Wave Construções Inteligentes Lda (Wave), todas sediadas em São Paulo, no Brasil.</p>
<p>Devido às sanções, as pessoas e as empresas citadas terão as suas contas e operações nos Estados Unidos bloqueadas, passando a haver a obrigatoriedade de informação às autoridades por parte dos parceiros de negócios.</p>
<p>&#8220;O PCC é atualmente a maior organização criminosa transnacional (TCO) do Hemisfério Ocidental e, nos últimos anos, expandiu as suas operações a nível global, com presença significativa em países como o Reino Unido, a Turquia e o Japão&#8221;, diz o Departamento do Tesouro, apontando para operações de branqueamento de capitais no valor de mais de 190 milhões de dólares, cerca de 166 milhões de euros, ao longo de sete meses.</p>
<p>A iniciativa de hoje, salienta ainda o governo norte-americano, é mais um passo contra as operações do PCC nos Estados Unidos, e contra Shimada, descrito como &#8220;um elo crucial entre os operacionais do PCC sediados na Flórida e os traficantes de droga estrangeiros&#8221;, tendo lavado &#8220;mais de 30 milhões de dólares [26,7 milhões de euros] em receitas ilícitas geradas em várias cidades dos Estados Unidos e arredores, utilizando criptomoedas para transferir fundos de volta para o Brasil em nome do PCC&#8221;.</p>
<p>Em janeiro de 2025, Shimada chegou a estar em prisão domiciliária no Brasil porque uma das suas empresas, a Victory Trading, foi utilizada para branquear dinheiro roubado a um clube de futebol brasileiro, no âmbito de um esquema de fraude publicitária, lembra-se no comunicado.</p>
<p>Esta é a terceira ação do Executivo norte-americano contra o PCC e os seus membros, depois da designação do PCC como organização criminosa, em dezembro de 2021, e da acusação a Diego Macedo Gonçalves do Carmo, em março de 2024.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784350]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Seguro elogia &#8220;reação pronta&#8221; do Governo no apoio prestado a Caracas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:39:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República elogiou hoje a resposta do Governo aos sismos na Venezuela, considerando que "reagiu prontamente" ao disponibilizar equipas para ajudarem nas operações de resgate, e voltou a apresentar condolências às famílias enlutadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República elogiou hoje a resposta do Governo aos sismos na Venezuela, considerando que &#8220;reagiu prontamente&#8221; ao disponibilizar equipas para ajudarem nas operações de resgate, e voltou a apresentar condolências às famílias enlutadas.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas após um encontro com empresários portugueses na Embaixada de Portugal em Paris, António José Seguro foi questionado se considera que, perante o aumento do número de mortos entre a comunidade portuguesa na Venezuela, o Governo pode fazer mais para ajudar nas operações de busca e salvamento.</p>
<p>&#8220;Eu considero que o Governo e o Estado português reagiram prontamente com a ajuda que, neste momento, já está há dois dias ou três na Venezuela, com equipas especializadas para ajudarem no resgate e salvamento de pessoas&#8221;, respondeu o Presidente da República.</p>
<p>Seguro indicou que a própria embaixadora da Venezuela em Portugal, com quem se vai reunir &#8220;ainda esta semana&#8221;, agradeceu &#8220;o apoio que o Governo e o Estado português têm estado a prestar&#8221;.</p>
<p>O Presidente da República dirigiu uma &#8220;palavra de apoio e gratidão&#8221; às equipas portuguesas que estão na Venezuela, agradecendo-lhes o trabalho que estão a fazer para &#8220;salvar vidas humanas&#8221;.</p>
<p>&#8220;São de uma dedicação inexcedível e naturalmente que o país lhes está grato e reconhecido&#8221;, disse.</p>
<p>António José Seguro renovou ainda os seus &#8220;sentimentos a todas as famílias enlutadas e que perderam os seus entes queridos nesta tragédia na Venezuela&#8221;.</p>
<p>O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo decretou um dia de luto nacional, a cumprir no próximo domingo, pelas vítimas dos sismos na Venezuela, em particular os cidadãos nacionais e lusodescendentes.</p>
<p>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 1.943 mortos e 10.571 feridos, segundo o mais recente balanço oficial.</p>
<p>Entre os mortos, há pelo menos 71 portugueses e lusodescendentes, e outros 71 estão desaparecidos ou incontactáveis.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>A base de operações da missão portuguesa de resposta aos sismos está sediada em Catia la Mar, em La Guaira, uma zona de grande concentração de portugueses e lusodescendentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784345]]></sapo:autor>
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		<title>Amália pode ser descarregado no Gov.pt e modelo conta com 9 mil milhões de parêmetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:33:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O modelo de IA Amália vai poder ser descarregado em Gov.pt e conta com nove mil milhões de parâmetros, sendo objetivo chegar aos 22 mil milhões, aumentado a sua capacidade, disse à Lusa o presidente da ARTE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O modelo de IA Amália vai poder ser descarregado em Gov.pt e conta com nove mil milhões de parâmetros, sendo objetivo chegar aos 22 mil milhões, aumentado a sua capacidade, disse à Lusa o presidente da ARTE.</p>
<p>Quanto maior o número de parâmetros, melhor o desempenho e qualidade do modelo de Inteligência Artificial (IA), sendo que estes representam as regras internas e a capacidade memória do modelo.</p>
<p>&#8220;O modelo Amália tem 9 mil milhões de parâmetros e vai evoluir para chegar aos 22 mil milhões de parâmetros, o que já nos permite uma precisão e uma &#8216;performance&#8217; e uma capacidade resistente substancial&#8221;, disse à Lusa o Diretor de sistemas de informação (CTO) do Estado e presidente da Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), Manuel Dias.</p>
<p>O Amália poderá ser acedido através do &#8216;site&#8217; do Gov.pt, que redirecionará para o Hugging Face (&#8216;software&#8217; de desenvolvimento de aplicações) onde será possível descarregar o modelo.</p>
<p>&#8220;Vou ao portal ia.gov.pt, lá tenho o &#8216;link&#8217; para o Hugging Face, onde eu posso, qualquer empresa, qualquer cidadão, qualquer entidade, pode descarregar o modelo e usá-lo a nível comercial, porque ele tem uma licença Apache 2.0&#8221;, afirmou o CTO do Estado.</p>
<p>&#8220;Este modelo já foi validado com quatro entidades, como vocês viram, museus e cultura, ciência, media, educação. O modelo agora está aberto, nós estamos do lado da arte a colocá-lo ao serviço do cidadão, a colocá-lo no GovPT e na aplicação GovPT e agora qualquer empresa pode tirar partido deste modelo e desenvolver soluções em cima do modelo&#8221;, acrescentou.</p>
<p>AJR/ALU // EA</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784344]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>O elétrico que abriu caminho em Portugal está de volta: novo Nissan LEAF entra na terceira geração</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-eletrico-que-abriu-caminho-em-portugal-esta-de-volta-novo-nissan-leaf-entra-na-terceira-geracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:26:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nissan Leaf]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com design totalmente renovado, duas opções de bateria, maior eficiência e mais tecnologia a bordo, o novo LEAF chega ao mercado nacional a partir de 29.990 euros, acrescidos de IVA, com oferta de três anos de manutenção]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Nissan LEAF já está disponível em Portugal, inaugurando a terceira geração de um dos modelos mais conhecidos da mobilidade 100% elétrica. Com design totalmente renovado, duas opções de bateria, maior eficiência e mais tecnologia a bordo, o novo LEAF chega ao mercado nacional a partir de 29.990 euros, acrescidos de IVA, com oferta de três anos de manutenção.</p>
<p>O modelo pode ser reservado de forma totalmente online através do site leaf.nissan.pt, com as primeiras entregas a clientes previstas para julho. A campanha é válida para clientes particulares e empresários em nome individual em Portugal Continental e ilhas, até 31 de julho de 2026, estando limitada ao stock existente nos concessionários aderentes.</p>
<p>Concebido no Estúdio Global de Design da Nissan, em Atsugi, no Japão, e produzido na fábrica de Sunderland, no Reino Unido, o novo LEAF marca uma mudança profunda face às gerações anteriores. A Nissan aposta agora num visual mais fluido e aerodinâmico, pensado para reforçar a eficiência energética e dar ao modelo uma presença mais moderna e distintiva.</p>
<p>O habitáculo foi desenvolvido com foco na utilização familiar, oferecendo um interior amplo e uma bagageira com até 437 litros VDA de capacidade. A experiência digital a bordo também foi reforçada, com a integração do sistema NissanConnect com Google incorporado.</p>
<p>Com esta solução, os condutores passam a ter acesso a serviços como Google Maps, Google Assistant e Play Store diretamente no veículo. Através de comandos de voz, é possível controlar funções como navegação, climatização e música, simplificando a utilização diária.</p>
<p>O novo Nissan LEAF está disponível com duas opções de bateria: 52 kWh e 75 kWh. A versão com a bateria de maior capacidade permite uma autonomia de até 622 quilómetros e carregamento rápido capaz de recuperar até 417 quilómetros em 30 minutos.</p>
<p>Na versão de 75 kWh, o motor elétrico desenvolve 160 kW de potência máxima e 355 Nm de binário, permitindo cumprir a aceleração dos 0 aos 100 km/h em 7,8 segundos. Já a versão com bateria de 52 kWh conta com 130 kW de potência e 345 Nm de binário.</p>
<p>A eficiência é um dos pontos destacados pela Nissan. O novo sistema de propulsão elétrico 3 em 1 integra motor, inversor e redutor numa única unidade, permitindo reduzir peso e dimensões, melhorar a eficiência energética e reforçar a dinâmica de condução.</p>
<p>O consumo energético anunciado situa-se entre 13,7 e 13,8 kWh por 100 quilómetros, um valor que contribui para reduzir a necessidade de paragens em viagens mais longas. Como veículo 100% elétrico, o novo LEAF apresenta emissões de CO2 de 0 g/km em ciclo combinado.</p>
<p>Entre as funcionalidades disponíveis está também a tecnologia Vehicle-to-Load, que permite ao automóvel fornecer até 3,6 kW de potência elétrica a equipamentos externos. Esta função pode ser usada, por exemplo, para alimentar computadores portáteis ou dispositivos utilizados em atividades ao ar livre.</p>
<p>Ao nível da assistência à condução, o novo Nissan LEAF integra sistemas como Cruise Control Inteligente e Assistência à Manutenção na Faixa de Rodagem. A marca destaca ainda a conectividade melhorada e um conjunto de funcionalidades inteligentes pensadas para facilitar a utilização quotidiana.</p>
<p>O modelo chega ao mercado português depois de ter recebido vários reconhecimentos internacionais. O novo LEAF foi distinguido como Vencedor Absoluto 2026 e Melhor Compacto do Mundo nos Women’s Worldwide Car of the Year, ficou entre os três finalistas do World Car of the Year e foi eleito Carro do Ano pelo jornal britânico The Sun, no âmbito dos The Motor Awards 2026.</p>
<p>O sistema de propulsão do modelo também foi reconhecido, tendo integrado a lista Wards 10 Best Engines &#038; Propulsion Systems 2025, que distingue os melhores motores e sistemas de propulsão.</p>
<p>Em Portugal, o novo Nissan LEAF será proposto em três versões: Engage e Advance, disponíveis com as baterias de 52 kWh e 75 kWh, e Evolve, disponível com a bateria de 75 kWh. Estarão disponíveis seis cores exteriores e duas opções interiores.</p>
<p>Com esta terceira geração, a Nissan procura reforçar a posição do LEAF no mercado dos veículos elétricos, combinando maior autonomia, carregamento rápido, tecnologia integrada e uma proposta comercial que inclui três anos de manutenção.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784318]]></sapo:autor>
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		<title>Calor: Seguro pede a portugueses para seguirem &#8220;todas as instruções&#8221; das autoridades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:24:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente da República pediu hoje que os portugueses sigam "todas as instruções" que as autoridades nacionais vão emitir nos próximos dias para lidar com a onda de calor esperada e tenham "muito cuidado" na prevenção de incêndios.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República pediu hoje que os portugueses sigam &#8220;todas as instruções&#8221; que as autoridades nacionais vão emitir nos próximos dias para lidar com a onda de calor esperada e tenham &#8220;muito cuidado&#8221; na prevenção de incêndios.</p>
<p>&#8220;Deixo aqui um apelo para que todos nós possamos, em primeiro lugar, ter muito cuidado na prevenção, para evitar incêndios, e seguir todas as instruções das autoridades: quer de saúde, no sentido de boa hidratação e para que as pessoas mais vulneráveis se protejam dessa onda de calor, quer da Proteção Civil no que diz respeito à prevenção de incêndios&#8221;, pediu António José Seguro em declarações aos jornalistas no final de um encontro com empresários portugueses em Paris.</p>
<p>O Presidente da República afirmou que, perante a onda de calor, &#8220;as autoridades públicas têm uma responsabilidade&#8221;, mas os cidadãos também.</p>
<p>&#8220;Cada um de nós, como cidadãos, também tem o dever de prevenir e fazer tudo, tudo, tudo, perante esta ofensiva desta onda de calor que está anunciada. E este é o apelo que o Presidente da República dirige a todo o país&#8221;, afirmou.</p>
<p>António José Seguro acrescentou que tem falado com o primeiro-ministro sobre esta matéria e recordou que o fenómeno dos incêndios tem sido uma preocupação sua desde que tomou posse.</p>
<p>&#8220;Aliás, manifestada também no relatório que elaborei durante a presidência aberta, sobre a situação de haver muito material de florestas que estão caídos&#8221;, disse.</p>
<p>As autoridades de saúde preveem um aumento da mortalidade nos próximos dias, em que está prevista uma onda de calor, com temperaturas máximas que podem chegar aos 44 graus, disse hoje a secretária de Estado da Saúde, Ana Povo.</p>
<p>A governante salientou que esta informação reforça a importância de antecipar medidas de prevenção e de proteção das pessoas em maior risco, como idosos, crianças, grávidas e pessoas com doenças crónicas.</p>
<p>Os distritos de Lisboa e Setúbal vão estar sob aviso vermelho por causa do calor a partir de quinta-feira, estendendo-se na sexta-feira a Coimbra e Leiria, segundo o IPMA.</p>
<p>O aviso vermelho é o mais grave e surge numa altura em que Portugal entra num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus e mínimas entre os 24º e os 28º.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784334]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha em baixa numa Europa maioritariamente negativa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa encerrou hoje em baixa, com o índice PSI a cair 0,46% para 9.090,47 pontos, numa Europa maioritariamente negativa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa encerrou hoje em baixa, com o índice PSI a cair 0,46% para 9.090,47 pontos, numa Europa maioritariamente negativa.</p>
<p>Das 16 cotadas que integram o PSI, 11 desceram, quatro subiram e a Sonae SGPS ficou inalterada em 2,02 euros.</p>
<p>A liderar as descidas ficou a NOS, que baixou 3,07% para 4,89 euros.</p>
<p>No resto da Europa, Paris retrocedeu 0,79%, Madrid 0,34% e Londres 0,18%, enquanto Frankfurt cresceu 0,18%.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784316]]></sapo:autor>
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		<title>“Menos trânsito, mais cidade”: Salzburgo proíbe visitantes de entrar de carro no centro histórico</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/menos-transito-mais-cidade-salzburgo-proibe-visitantes-de-entrar-de-carro-no-centro-historico/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:09:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Áustria]]></category>
		<category><![CDATA[Salzburgo]]></category>
		<category><![CDATA[turismo]]></category>
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					<description><![CDATA[Medida, em vigor durante julho e agosto, pretende reduzir o congestionamento provocado pelo turismo automóvel e segue o exemplo de outras cidades europeias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Salzburgo começou a aplicar uma nova restrição de verão que impede visitantes de entrarem de carro no centro histórico da cidade. A medida, em vigor durante julho e agosto, pretende reduzir o congestionamento provocado pelo turismo automóvel e segue o exemplo de outras cidades europeias pressionadas pelo excesso de visitantes.</p>
<p>Segundo o ‘The Guardian’, as autoridades da quarta maior cidade da Áustria esperam que a campanha, apresentada sob o lema “menos trânsito, mais cidade”, permita reduzir em cerca de 1.000 por dia o número de entradas de veículos na zona histórica.</p>
<p>A decisão tem como principal alvo os excursionistas que chegam de carro de outras regiões para visitar atrações como a casa onde nasceu Mozart, a catedral barroca do século XVII e o centro histórico classificado como Património Mundial da UNESCO.</p>
<p>O presidente da Câmara de Salzburgo, Bernhard Auinger, justificou a medida com os episódios de congestionamento registados no verão passado. “Não queremos situações caóticas de trânsito como as que vimos no ano passado”, afirmou quando anunciou as restrições, em maio.</p>
<p>Auinger sublinhou que a medida é dirigida sobretudo a visitantes ocasionais que viajam de carro a partir de zonas mais distantes. Residentes, trabalhadores e tráfego ligado a atividades profissionais não deverão ser afetados pelas novas regras.</p>
<p>Para o autarca, os próprios turistas também sairão beneficiados. Em vez de passarem horas presos no trânsito, poderão deixar o carro fora do centro e circular pela cidade de forma mais simples. A medida, defendeu, torna igualmente a vida mais fácil para quem vive e trabalha em Salzburgo.</p>
<p>As queixas crescentes dos moradores durante os meses de verão foram decisivas para avançar com a restrição. Ao site &#8216;Salzburg24&#8217;, o presidente da Câmara resumiu o problema com uma imagem clara: a cidade tinha permitido que os turistas “entrassem de carro na nossa sala de estar”.</p>
<p>A fiscalização será feita pela polícia. Condutores com matrículas de fora da região de Salzburgo que entrem na zona limitada em torno da Staatsbrücke, a ponte sobre o rio Salzach, poderão ser multados em até 80 euros.</p>
<p>Há, no entanto, exceções. A restrição não se aplica a residentes, trabalhadores pendulares, veículos de entregas, táxis, carros de aluguer, visitantes com deficiência e hóspedes de hotéis situados na zona abrangida, desde que apresentem confirmação de reserva.</p>
<p>Também os automobilistas alemães das zonas bávaras vizinhas de Berchtesgaden e Bad Reichenhall ficam isentos das limitações, devido à proximidade e aos fluxos habituais entre estas regiões e Salzburgo.</p>
<p>Para incentivar os visitantes a deixarem o carro fora do centro, os parques dissuasores da cidade passaram a disponibilizar um bilhete diário que inclui estacionamento e utilização dos transportes públicos locais para até cinco pessoas, por 7,50 euros.</p>
<p>A política foi aprovada pelo conselho municipal em maio e inspira-se em modelos já aplicados noutras cidades europeias. Heidi Strobl, do organismo local de turismo, explicou que Salzburgo olhou para as zonas de tráfego limitado existentes em cidades italianas como Roma, Florença e Pisa, bem como para restrições adotadas em Dubrovnik, na Croácia.</p>
<p>O problema é particularmente sensível numa cidade com pouco mais de 158 mil habitantes, mas que recebe mais de três milhões de dormidas por ano. O peso do turismo aumenta de forma acentuada nos meses de verão, quando muitos visitantes chegam em excursões de apenas um dia.</p>
<p>No ano passado, as comemorações dos 60 anos do filme ‘Música no Coração’, rodado na região de Salzburgo, deram novo impulso à procura turística. A popularidade da cidade voltou a colocar pressão sobre ruas estreitas, acessos rodoviários e zonas históricas já muito procuradas.</p>
<p>Com esta medida, Salzburgo junta-se à lista de destinos europeus que procuram limitar os efeitos mais visíveis do turismo excessivo. A mensagem das autoridades é simples: os visitantes continuam a ser bem-vindos, mas o centro histórico deixa de estar aberto a todo o trânsito automóvel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784311]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mobilidade, investimento e qualidade de vida: o que vale o passaporte português no ranking global</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:04:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Global Passport Index]]></category>
		<category><![CDATA[passaporte]]></category>
		<category><![CDATA[Suécia]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a 'Euronews', nove dos dez passaportes mais fortes do mundo em 2026 são europeus. A única exceção é Singapura, que fecha o top 10 e continua a destacar-se pela liberdade de circulação internacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O passaporte português continua entre os documentos de viagem mais desejáveis do mundo, segundo o Global Passport Index 2026, ranking elaborado pela Global Citizen Solutions que avalia não apenas a liberdade de circulação, mas também a atratividade para investimento e a qualidade de vida associada a cada país.</p>
<p>Portugal surge em 30.º lugar na classificação geral do Global Passport Index 2026. A posição resulta de uma avaliação composta, que cruza diferentes dimensões: mobilidade internacional, condições para investimento e indicadores de qualidade de vida. É precisamente nesta última componente que o passaporte português mais se destaca.</p>
<p>No detalhe do ranking, Portugal ocupa o 15.º lugar no Enhanced Mobility Index, que mede a capacidade de circulação internacional, o 59.º lugar no Investment Index, dedicado à atratividade para investimento, e o 11.º lugar no Quality of Living Index, indicador que avalia fatores ligados à qualidade de vida.</p>
<p>Segundo a Global Citizen Solutions, o passaporte português garante acesso sem visto a 121 países, colocando Portugal entre os países com níveis elevados de mobilidade internacional. Os titulares de passaporte português beneficiam de acesso sem visto ou com visto à chegada a destinos como Estados Unidos, Alemanha, França, China, Japão, Andorra, Áustria e Bélgica.</p>
<p>Ainda assim, os cidadãos portugueses continuam a precisar de visto para cerca de 11 destinos, entre os quais República Centro-Africana, República do Congo, Argélia, Eritreia, Gana, Mali e Níger.</p>
<p>Ao contrário de outros rankings centrados apenas na facilidade de viajar, o Global Passport Index procura medir o valor global de um passaporte. Para isso, considera fatores como ambiente fiscal, inovação, competitividade económica, saúde, segurança, clima, infraestrutura social e qualidade dos serviços disponíveis.</p>
<p>É esta abordagem mais ampla que ajuda a explicar a posição de Portugal. O país não surge no topo absoluto da tabela geral, mas combina uma mobilidade internacional forte com uma pontuação elevada em qualidade de vida, dimensão em que fica muito próximo dos lugares cimeiros.</p>
<p>A edição de 2026 volta a confirmar o domínio europeu no ranking. Nove dos dez passaportes mais poderosos do mundo no Global Passport Index são europeus, com a Suécia a ocupar o primeiro lugar, seguida da Suíça e da Finlândia. Singapura é o único país fora da Europa a entrar no top 10.</p>
<p>A Suécia lidera a classificação global graças a uma combinação equilibrada entre mobilidade, atratividade para investimento e qualidade de vida. A Suíça surge em segundo lugar, apoiada sobretudo no desempenho em investimento, enquanto a Finlândia fecha o pódio e lidera a dimensão da qualidade de vida.</p>
<p>Para a Global Citizen Solutions, a força da Europa não está apenas na liberdade de circulação. O continente distingue-se por combinar acesso internacional elevado com estabilidade institucional, segurança, bons serviços públicos e níveis elevados de qualidade de vida.</p>
<p><strong>Porque é que Portugal aparece em 30.º num ranking e em 5.º noutro?</strong></p>
<p>A posição de Portugal no Global Passport Index contrasta com a classificação alcançada no Henley Passport Index, onde o passaporte português surge em 5.º lugar mundial, em igualdade com Hungria, Eslováquia, Eslovénia e Emirados Árabes Unidos.</p>
<p>A diferença explica-se pela metodologia. O Henley Passport Index avalia essencialmente o número de países e territórios a que os titulares de cada passaporte podem aceder sem visto prévio. Nesse ranking, Portugal permite entrada sem visto em 184 destinos, o que o coloca no grupo de elite da mobilidade global.</p>
<p>Já o Global Passport Index tem uma leitura mais abrangente. Não mede apenas a facilidade de viajar, mas também o contexto económico e social associado ao país emissor do passaporte. Por isso, Portugal surge em 30.º lugar na classificação geral, apesar de manter uma posição forte em mobilidade e de se destacar especialmente na qualidade de vida.</p>
<p>No Henley Passport Index, o topo é liderado por Singapura, com acesso sem visto a 192 destinos, seguida por Japão e Coreia do Sul, com 188. A Europa ocupa grande parte dos lugares seguintes, com Dinamarca, Luxemburgo, Espanha, Suécia e Suíça no terceiro lugar, e vários países europeus no quarto.</p>
<p>Portugal surge logo depois, em quinto, com 184 destinos. Este resultado mostra que, quando o critério é apenas a mobilidade sem visto, o passaporte português está entre os mais fortes do mundo.</p>
<p>A leitura combinada dos dois rankings permite uma conclusão mais completa: Portugal tem um passaporte muito poderoso para viajar e, ao mesmo tempo, mantém uma posição relevante num índice mais exigente, que inclui investimento e qualidade de vida.</p>
<p>No caso português, a principal força está na combinação entre mobilidade internacional elevada e bons indicadores de vida. O passaporte nacional não se resume à facilidade de atravessar fronteiras; representa também a pertença a um país visto como seguro, estável e com condições favoráveis para viver.</p>
<p>A tendência global mostra que o valor de um passaporte já não se mede apenas pelo número de carimbos que evita. Mede-se também pela qualidade do país que está por trás dele: pelas oportunidades que oferece, pela estabilidade que garante e pela vida que permite construir.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784308]]></sapo:autor>
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		<title>Famílias elegíveis para Vale Eficiência contactadas a partir de outubro, garante Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:02:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[vale eficiência]]></category>
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					<description><![CDATA[Graça Carvalho explicou que não será aberto um novo concurso, uma vez que sabem exatamente quem são as pessoas que não conseguiram um vale, apesar de terem recebido a informação de que tinham condições de elegibilidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ministra do Ambiente e Energia disse hoje que as cerca de 28 mil famílias economicamente vulneráveis que ficaram sem Vale Eficiência deverão começar a ser contactadas a partir de 15 de outubro para atribuição de voucher.</p>
<p>Ouvida no parlamento a propósito do requerimento apresentado pelo PS sobre o cancelamento da atribuição de novos vales do programa Vale Eficiência, Graça Carvalho explicou que não será aberto um novo concurso, uma vez que sabem exatamente quem são as pessoas que não conseguiram um vale, apesar de terem recebido a informação de que tinham condições de elegibilidade. &#8220;Nós sabemos exatamente os e-mails de quem são e já não vamos fazer nova avaliação.</p>
<p>&#8220;Vamos só verificar se não há dívidas à Autoridade Tributária ou à Segurança Social&#8221;, referiu a ministra responsável pela pasta do Ambiente e Energia.</p>
<p>Aos deputados da Assembleia da República, Graça Carvalho detalhou o calendário previsto para a atribuição de vouchers às 27 960 famílias: em setembro deverão ser feitas negociações com os fornecedores e, a partir de 15 de outubro, deverão começar a ser contactadas as famílias para que possam &#8220;ir aos fornecedores que aderiram, escolher os equipamentos e [saber] as obras que são necessárias&#8221;.</p>
<p>No total das duas fases deste programa, disse ainda a ministra, há registo de 48 131 candidaturas elegíveis, segundo dados atualizados a 26 de junho. &#8220;Da segunda fase, já temos 17 675 [candidaturas] pagas e o resto está a pagamento para chegar aos 20 mil, o que corresponde a 28 milhões de euros pagos&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O programa Vale Eficiência foi desenhado para apoiar as famílias economicamente vulneráveis no combate à pobreza energética através da substituição de janelas de classe energética A e de sistemas de aquecimento e/ou arrefecimento como bombas de calor, sistemas solares térmicos, caldeiras e sistemas solares fotovoltaicos, entre outros.</p>
<p>Cada vale atribuído aos beneficiários tem o valor de 1300 euros, acrescido de IVA. Na primeira fase do programa cada família teve direito a apenas um vale, mas na segunda fase foram atribuídos até três vales por agregado familiar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784304]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamento conclui que Rita Matias (Chega) violou código de conduta em dois casos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:58:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Parlamentar de Transparência concluiu hoje que Rita Matias (Chega) violou o código de conduta por utilização abusiva do cartão de deputada na Faculdade de Letras de Lisboa e também por insultos dirigidos à socialista Isabel Moreira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Parlamentar de Transparência concluiu hoje que Rita Matias (Chega) violou o código de conduta por utilização abusiva do cartão de deputada na Faculdade de Letras de Lisboa e também por insultos dirigidos à socialista Isabel Moreira.</p>
<p>Fonte da Comissão de Transparência e Estatuto dos Deputados adiantou à agência Lusa que estes dois pareceres foram aprovados por ampla maioria, embora com os votos contra do Chega.</p>
<p>No processo que envolve a Faculdade de Letras de Lisboa, a admoestação por mau comportamento estende-se à deputada do Chega Madalena Cordeiro. Já no caso relativo a Isabel Moreira, considerou-se provado que Rita Matias se dirigiu à constitucionalista da bancada do PS usando a expressão &#8220;assassina&#8221;, associando-a à morte de 18 mil bebés.</p>
<p>&#8220;Chamar assassina a outra colega parlamentar constitui um insulto e, por conseguinte, um comportamento inadequado e inaceitável por parte de uma senhora deputada à Assembleia da República. Tais são comportamentos que um(a) deputado(a), no exercício das suas funções, não pode ter, até porque atos desta natureza não só não preservam a dignidade e a credibilidade do órgão de soberania, nem prestigiam a instituição parlamentar, como também afetam os deveres de urbanidade e do respeito que é devido entre deputados(as)&#8221;, lê-se no relatório.</p>
<p>Concluiu-se então que Rita Matias &#8220;incorreu em violação grave dos deveres dos deputados&#8221; e &#8220;do Código de Conduta dos Deputados&#8221;.</p>
<p>O caso de Rita Matias e de Madalena Cordeiro com a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa é considerado mais insólito.</p>
<p>As duas deputadas foram a essa faculdade em 18 de março passado. Após ter-lhes sido dito que o diretor da faculdade não iria recebê-las, decidiram forçar o encontro e apresentaram a agentes da PSP o &#8220;Cartão de Deputado &#8211; Livre-Trânsito&#8221;.</p>
<p>Segundo o relatório, Rita Matias e Madalena Cordeiro insistiram e pediram que lhes fosse conferido acesso à sala onde o diretor presidia à reunião da Comissão Coordenadora do Conselho Científico &#8211; solicitação essa que foi negada.</p>
<p>Perante este caso, a Comissão de Transparência concluiu que esta iniciativa é &#8220;estranha&#8221; ao exercício do mandato parlamentar e, sobretudo, que as duas deputadas &#8220;não poderiam, em circunstância alguma, ter utilizado o cartão de deputado para garantir o acesso de livre circulação nas instalações da Faculdade de Letras&#8221;.</p>
<p>&#8220;E muito menos ainda para aceder a uma reunião reservada, que se encontrava a decorrer, de um órgão interno daquela instituição de ensino superior&#8221;, salienta-se no parecer aprovado.</p>
<p>Tratou-se, por isso, de &#8220;uma utilização ostensivamente abusiva da prerrogativa de livre trânsito, na medida em que não só esta prerrogativa foi utilizada para uma finalidade alheia ao exercício do mandato parlamentar, como também a sua utilização pretendeu contornar e subverter as regras internas de funcionamento de uma instituição universitária, que goza de autonomia&#8221;.</p>
<p>Ao agir desta forma descrita, acrescenta-se, Rita Matias e Madalena Cordeiro &#8220;abusaram do direito dos deputados ao livre trânsito, (&#8230;) afrontando claramente o disposto nesta disposição estatutária, para além de terem desrespeitado, com este seu comportamento, a imagem, o prestígio e a dignidade da Assembleia da República&#8221;.</p>
<p>&#8220;Com esta sua conduta, as senhoras deputadas Rita Matias e Madalena Cordeiro incorreram em violação grave dos deveres dos Deputados&#8221; e &#8220;do Código de Conduta dos Deputados&#8221;, conclui-se.</p>
<p>A Comissão da Transparência, no seu relatório, recomenda às duas deputadas do Chega para que, a partir de agora, &#8220;se abstenham de fazer uma utilização abusiva do direito ao livre trânsito dos deputados, nomeadamente, inibindo-se de o utilizar em ações de natureza político-partidária, estranhas ao exercício do mandato parlamentar&#8221;.</p>
<p>&#8220;E, em qualquer caso, para interromper reuniões de órgãos universitários, em desrespeito pelas regras de funcionamento interno dessas instituições de ensino superior&#8221;, refere-se.</p>
<p>Recomenda-se ainda a Rita Matias e a Madalena Cordeiro que se retratem &#8220;junto da instituição queixosa&#8221;, a Faculdade de Letras de Lisboa, &#8220;pugnando pela salvaguarda da imagem institucional da Assembleia da República, que invariavelmente acaba por ser afetada pelas suas condutas.&#8221;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784305]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Aranha venenosa sul-americana detetada no Porto: é o primeiro registo na Península Ibérica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:57:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[aranha venenosa]]></category>
		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Apesar da descoberta, os investigadores garantem que não há motivo para alarme, uma vez que se trata de uma espécie discreta, pouco agressiva e com baixa probabilidade de contacto com a população]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma espécie de aranha venenosa originária da América do Sul foi identificada no Porto, no que constitui o primeiro registo confirmado da aranha-reclusa-do-Chile na Península Ibérica. Apesar da descoberta, os investigadores garantem que não há motivo para alarme, uma vez que se trata de uma espécie discreta, pouco agressiva e com baixa probabilidade de contacto com a população.</p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, a espécie em causa é a Loxosceles laeta, conhecida como aranha-reclusa-do-Chile. A identificação foi feita por investigadores ligados ao Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto e corresponde ao primeiro registo desta espécie em Portugal e em toda a Península Ibérica.</p>
<p>José Manuel Grosso-Silva, entomólogo do Museu de História Natural e da Ciência da Universidade do Porto e um dos investigadores envolvidos na descoberta, explicou à &#8216;Euronews&#8217; que a probabilidade de as pessoas se cruzarem com esta aranha ou serem mordidas é reduzida. A espécie tem hábitos reservados, é sobretudo noturna e tende a esconder-se em locais escuros e pouco expostos.</p>
<p>Ainda assim, a mordedura pode ser grave. No estudo assinado pelos biólogos Francisco Gil e José Manuel Grosso-Silva, a espécie é descrita como pouco inclinada a morder, mas com veneno capaz de provocar lesões cutâneas significativas, incluindo necrose. O trabalho científico assinala a Loxosceles laeta como uma espécie exótica sul-americana registada pela primeira vez em Portugal e na Península Ibérica, sendo apenas o terceiro registo confirmado na Europa.</p>
<p>O primeiro exemplar foi encontrado por acaso a 10 de setembro de 2025, quando um macho foi observado numa parede no Campo dos Mártires da Pátria, no Porto. Um segundo exemplar, também macho, foi identificado a 10 de janeiro de 2026, recolhido já morto numa armadilha adesiva que não tinha sido colocada especificamente para capturar esta espécie.</p>
<p>A aranha-reclusa-do-Chile é nativa da região ocidental da América do Sul e pode surgir em países como Chile, Brasil ou Argentina. A sua presença longe do habitat original tem sido associada ao comércio internacional e ao transporte acidental de mercadorias.</p>
<p>Os investigadores ainda não sabem se a espécie está limitada à cidade do Porto ou se já se encontra mais disseminada. Uma das dificuldades está na semelhança com outra aranha venenosa do mesmo género, a Loxosceles rufescens, conhecida como aranha-reclusa-mediterrânica, que existe em Portugal há várias décadas e está amplamente distribuída.</p>
<p>José Manuel Grosso-Silva admite que alguns registos fotográficos atribuídos à aranha-reclusa-mediterrânica possam, na verdade, corresponder à nova espécie agora identificada. A distinção segura entre ambas passa sobretudo pela análise dos pedipalpos dos machos, apêndices localizados na parte frontal do corpo das aranhas e usados em funções sensoriais e reprodutivas.</p>
<p>Visualmente, as duas espécies são muito semelhantes. Têm coloração castanha uniforme, não apresentam padrões vistosos e não constroem as teias tradicionais visíveis em plantas para capturar insetos. Em vez disso, fazem teias em paredes, cantos, fendas e locais mais escondidos, escuros e abrigados.</p>
<p>O risco para a população é considerado baixo, mas não inexistente. As mordeduras de aranhas do género Loxosceles podem causar quadros de gravidade variável, desde lesões ligeiras até situações mais graves. Em casos raros, podem ocorrer complicações sistémicas.</p>
<p>Portugal já tinha registado um caso de loxoscelismo em 2023, síndrome causada pelo veneno destas aranhas, associado à Loxosceles rufescens. O caso, publicado na &#8216;SPMI Case Reports&#8217;, revista científica da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, envolveu uma mulher de 48 anos mordida num parque urbano, que desenvolveu necrose e outros sintomas, tendo recebido alta hospitalar ao fim de 16 dias, sem sequelas.</p>
<p>A descoberta no Porto insere-se num fenómeno mais amplo: a chegada e fixação de espécies exóticas em Portugal. O aumento do transporte internacional de mercadorias, a introdução de plantas ornamentais, a urbanização, a alteração de habitats e as temperaturas mais elevadas podem favorecer a dispersão de espécies que antes dificilmente sobreviveriam fora das suas regiões de origem.</p>
<p>Há já mais de 300 espécies de insetos de várias regiões do mundo estabelecidas em Portugal, muitas introduzidas involuntariamente através da atividade humana. A vespa-asiática é um dos exemplos mais conhecidos de uma espécie que chegou à Europa por transporte acidental e acabou por se expandir.</p>
<p>Na Europa, a aranha-reclusa-do-Chile já tinha sido registada em 1972 num edifício da Universidade de Helsínquia, na Finlândia, onde terá sobrevivido graças às temperaturas interiores. Mais recentemente, em 2025, a Universidade de Tübingen, na Alemanha, também identificou exemplares desta espécie em instalações da instituição, sublinhando que a aranha é tímida e que as mordeduras são raras.</p>
<p>Para já, os investigadores defendem vigilância, mas não alarmismo. A presença da Loxosceles laeta no Porto é cientificamente relevante por ser o primeiro registo na Península Ibérica, mas o comportamento discreto da espécie torna improvável o contacto frequente com humanos. A evolução da sua presença em Portugal terá, ainda assim, de ser acompanhada nos próximos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784296]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Os Simpsons acertaram outra vez? A teoria viral que põe Portugal na final do Mundial&#8217;2026</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/os-simpsons-acertaram-outra-vez-a-teoria-viral-que-poe-portugal-na-final-do-mundial2026/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[México]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
		<category><![CDATA[Os Simpsons]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Teoria parte de um episódio da nona temporada, intitulado “The Cartridge Family”. Nele, aparece um anúncio televisivo a promover um jogo de futebol entre México e Portugal para decidir “qual é a maior nação da Terra”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há uma nova teoria viral a circular nas redes sociais: os Simpsons teriam previsto uma final entre Portugal e México no Mundial de 2026. A ideia ganhou força nos últimos dias, alimentada por excertos de um episódio de 1997 e pela velha fama da série norte-americana de “antecipar” acontecimentos reais. Mas, segundo a &#8216;Euronews&#8217;, a alegada previsão não é bem o que parece.</p>
<p>A teoria parte de um episódio da nona temporada, intitulado “The Cartridge Family”. Nele, aparece um anúncio televisivo a promover um jogo de futebol entre México e Portugal para decidir “qual é a maior nação da Terra”. A partir desse excerto, muitos utilizadores nas redes sociais passaram a afirmar que a série teria previsto a final do Mundial de 2026.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">The Simpsons Season 9, Episode 5 literally predicted a Portugal vs Mexico 2026 World Cup Final</p>
<p>The scriptwriters don’t miss. <a href="https://t.co/VvPkvoBr1v">pic.twitter.com/VvPkvoBr1v</a></p>
<p>&mdash; Ohene🚶🏽 (@ik_ohene7) <a href="https://x.com/ik_ohene7/status/2064054364239466821?ref_src=twsrc%5Etfw">June 8, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O problema é que o episódio não menciona o ano de 2026, nem faz qualquer referência ao Campeonato do Mundo da FIFA. A cena mostra apenas um jogo fictício entre México e Portugal, num contexto humorístico, sem ligação direta a qualquer edição real do torneio.</p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; lembra que esta mesma teoria já circulou antes, durante os Mundiais de 2018 e 2022, sempre associada ao mesmo episódio. A diferença é que, desta vez, ganhou mais força por uma razão simples: o México é um dos países anfitriões do Mundial de 2026, juntamente com os Estados Unidos e o Canadá, e Portugal pode, em teoria, cruzar-se com a seleção mexicana numa fase avançada da competição.</p>
<p>Também não há qualquer referência a Cristiano Ronaldo no episódio, ao contrário do que algumas publicações nas redes sociais têm sugerido. A ausência faz sentido: quando o episódio foi emitido, em 1997, Ronaldo tinha apenas 12 anos.</p>
<p>A fama dos Simpsons como série “profética” não é nova. Ao longo dos anos, fãs têm apontado episódios que parecem antecipar acontecimentos como a presidência de Donald Trump, a compra da 21st Century Fox pela Disney, o escândalo de corrupção na FIFA em 2015 ou debates sobre censura artística. Muitas dessas associações, porém, resultam de coincidências, leituras posteriores ou interpretações retiradas do contexto original.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">This knockout bracket has aligned with the Simpsons&#39; Mexico 🇲🇽 vs Portugal 🇵🇹 final prediction. Both teams are on opposite sides of the bracket. Do you think this is possible?<a href="https://x.com/hashtag/FIFAWorldCup?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#FIFAWorldCup</a> <a href="https://t.co/8fTEzwy5yF">pic.twitter.com/8fTEzwy5yF</a></p>
<p>&mdash; The Foxxy 🦊One (@foxxydammie) <a href="https://x.com/foxxydammie/status/2071175349690319032?ref_src=twsrc%5Etfw">June 28, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>No caso do suposto Portugal-México no Mundial de 2026, o excerto é real, mas a conclusão viral é enganadora. A série mostrou um jogo entre os dois países, mas não previu uma final do Campeonato do Mundo, nem indicou qualquer data.</p>
<p>Há ainda outro detalhe importante: no episódio, o jogo entre México e Portugal é tão aborrecido que o público de Springfield acaba por se revoltar nas bancadas. Nenhum vencedor é mostrado.</p>
<p>A final do Mundial de 2026 está marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em New Jersey, nos Estados Unidos. Se Portugal e México chegarem mesmo a esse jogo, a internet dificilmente deixará passar a coincidência. Mas, por agora, a “previsão” dos Simpsons é apenas mais uma teoria viral sem base real.</p>
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<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DZsvp17D3hn/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Um post compartilhado por We’re All Primos! (@wereallprimos)</a></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784284]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Estado de prontidão da Proteção Civil elevado para nível 3 nos próximos dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:43:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado de prontidão especial do dispositivo de combate a incêndios deverá será ser ativado para nível alto entre quinta-feira e o fim de semana, anunciou hoje o secretário de Estado da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado de prontidão especial do dispositivo de combate a incêndios deverá será ser ativado para nível alto entre quinta-feira e o fim de semana, anunciou hoje o secretário de Estado da Proteção Civil.</p>
<p>&#8220;A prontidão vai sendo determinada em função das condições. Nestes dias está em cima da mesa já para amanhã [quinta-feira] ou para depois, para o fim de semana, que o estado de prontidão especial determinado pela ANEPC [Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil] vai elevar para o nível 3&#8221;, disse Rui Rocha no parlamento, no âmbito de uma interpelação ao Governo agendada pelo Livre, sobre a época de incêndios.</p>
<p>A elevação do estado de prontidão especial &#8220;determina um nível de empenhamento diferenciado de todos os operacionais&#8221;, acrescentou Rui Rocha.</p>
<p>O Estado de Prontidão Especial (EPE) de Nível 3 da Proteção Civil é um nível intermédio/alto de alerta que determina o reforço de meios e a prontidão reforçada das equipas de socorro e operacionais para intervenção iminente ou resposta a situações de catástrofe, numa escala com quatro níveis progressivos, segundo informação oficial.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784285]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Calor: Governo está &#8220;a fazer tudo&#8221; para prevenir e responder a pressão nos serviços públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo está "a fazer tudo" para prevenir e, depois, responder ao previsível aumento de pressão nos serviços públicos em consequência da vaga de calor esperada para os próximos dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro afirmou hoje que o Governo está &#8220;a fazer tudo&#8221; para prevenir e, depois, responder ao previsível aumento de pressão nos serviços públicos em consequência da vaga de calor esperada para os próximos dias.</p>
<p>À margem da cerimónia de apresentação do modelo português de Inteligência Artificial Amália, em Lisboa, Luís Montenegro foi questionado sobre o grau de preparação do país perante os alertas de tempo muito quente.</p>
<p>O primeiro-ministro começou por remeter para as recomendações e alertas já feitos hoje pelas autoridades de saúde, admitindo que esta vaga de calor vai causar &#8220;preocupação, problemas acrescidos e pressão acrescida sobre alguns serviços públicos, em particular os serviços de saúde&#8221;.</p>
<p>&#8220;Nós estamos a fazer tudo aquilo que está ao nosso alcance para prevenir &#8211; agora mesmo estará a ser enviada uma mensagem da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil para os cidadãos &#8211; e tudo faremos para, em primeiro lugar, prevenir e depois, podermos estar à altura da responsabilidade de acudir àqueles que vierem a ter algum problema e que careçam de uma prestação de cuidados dos nossos serviços públicos, em particular dos serviços de saúde&#8221;, afirmou.</p>
<p>As autoridades de saúde preveem um aumento da mortalidade nos próximos dias, em que está prevista uma onda de calor, com temperaturas máximas que podem chegar aos 44 graus, disse hoje a secretária de Estado da Saúde, Ana Povo.</p>
<p>A governante salientou que esta informação reforça a importância de antecipar medidas de prevenção e de proteção das pessoas em maior risco, como idosos, crianças, grávidas e pessoas com doenças crónicas.</p>
<p>Os distritos de Lisboa e Setúbal vão estar sob aviso vermelho por causa do calor a partir de quinta-feira, estendendo-se na sexta-feira a Coimbra e Leiria, segundo o IPMA.</p>
<p>O aviso vermelho é o mais grave e surge numa altura em que Portugal entra num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus e mínimas entre os 24º e os 28º.</p>
<p>A secretária de Estado da Saúde apelou à população para que acompanhe as recomendações emitidas pela DGS e demais autoridades competentes.</p>
<p>É recomendado à população uma hidratação adequada ao longo do dia, bebendo pelo menos 1,5 litros de água, mesmo sem sede, que evite a exposição solar durante as horas de maior calor, entre as 11:00 e as 17:00, a permanência em ambientes frescos sempre que possível, que feche as persianas durante o dia e areje a casa nas horas de menor calor, o uso de chapéu, roupa leve, larga e de cores claras, a adaptação da atividade física às condições meteorológicas e que contacte atempadamente o SNS24 ou os serviços de saúde perante quaisquer sinais de agravamento do estado de saúde.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784279]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Jovem da Feira acusado de instigar massacres no Brasil condenado a seis anos de prisão</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-jovem-da-feira-acusado-de-instigar-massacres-no-brasil-condenado-a-seis-anos-de-prisao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:29:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O jovem de 19 anos, residente em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, acusado de instigar massacres em escolas no Brasil, incluindo um em que morreu uma adolescente, foi hoje condenado no tribunal local a seis anos de prisão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O jovem de 19 anos, residente em Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, acusado de instigar massacres em escolas no Brasil, incluindo um em que morreu uma adolescente, foi hoje condenado no tribunal local a seis anos de prisão.</P><br />
<P>A leitura do acórdão decorreu hoje, no Tribunal de Santa Maria da Feira, tendo o coletivo de juízes dado como não provada a grande maioria dos factos imputados pelo Ministério Público (MP) ao arguido.</P><br />
<P>&#8220;Resultou, no entender do Tribunal, que toda a narrativa criada em volta desta situação, de que o arguido era um monstro capaz das coisas mais hediondas e o principal responsável destes atos, era manifestamente exagerado e não se provou que tenha praticado a grande maioria dos factos de que vem acusado&#8221;, disse.</P><br />
<P>A pena única resultou do cúmulo jurídico das penas parcelares aplicadas ao arguido por um crime de homicídio qualificado na forma tentada como cúmplice moral (três anos e nove meses), um crime de pornografia de menores agravado (três anos e três meses), dois crimes de maus tratos de animal de companhia, um como cúmplice e outro como instigador (seis meses e um ano, respetivamente) e um crime de apologia pública de crime (três meses).</P><br />
<P>O primeiro dos crimes está relacionado com o facto de o arguido ter incentivado um menor a atentar contra a vida de estudantes na escola que frequentava no Brasil, por ser vítima de &#8220;bullying&#8221;. Uma outra situação tem a ver com a atuação do arguido de levar um menor a praticar maus tratos e a morte a um gato.</P><br />
<P>Apesar da ausência de antecedentes criminais e de o arguido ter apenas 16 anos à data dos factos, o juiz presidente explicou que o tribunal decidiu não aplicar uma atenuação especial da pena prevista no regime especial para jovens delinquentes, devido à gravidade dos factos e por o arguido ser imaturo e com bastantes debilidades.</P><br />
<P>O arguido foi absolvido de um crime de homicídio qualificado e três tentativas de homicídio, relacionadas com o massacre da escola de Sapopemba, que resultou na morte de uma estudante de 17 anos com um tiro na cabeça e deixou outros três alunos feridos, e mais duas tentativas de homicídio.</P><br />
<P>Relativamente ao caso de Sapopemba, o juiz presidente deixou duras críticas à acusação, assinalando que bastava que o MP tivesse lido o processo do Brasil, que foi remetido para Portugal, para concluir de forma evidente que a intervenção do arguido nestes factos foi praticamente nula.</P><br />
<P>&#8220;Resulta do processo do Brasil que há mais de 30 dias o menor [brasileiro] estava a planear este ataque. Não há qualquer troca de mensagens entre o arguido e o menor&#8221;, disse o juiz, adiantando que o tribunal &#8220;desconsiderou por completo&#8221; o depoimento do menor que acusava o arguido de o ter instigado a cometer o crime.</P><br />
<P>O Tribunal absolveu ainda o arguido de um crime de maus tratos a animais de companhia, como instigador, quatro crimes de coação agravada, um crime de incitamento ou ajuda ao suicídio agravado, um crime de discriminação e incitamento ao ódio e à violência, um crime de instigação pública a crime e de 224 crimes de pornografia de menores.</P><br />
<P>O jovem estava ainda acusado de um crime de associação criminosa, mas também foi absolvido por não se ter apurado a existência de algum acordo de vontades, pelo menos entre três pessoas, para a prática de atos criminosos.</P><br />
<P>O julgamento decorreu à porta fechada, com exceção da leitura da decisão, por estarem em causa crimes contra a liberdade e autodeterminação sexual.</P><br />
<P>De acordo com a acusação do MP, o arguido, que está em prisão preventiva desde que foi detido em maio de 2024, era o dinamizador de um grupo, sobretudo na plataforma de jogos Discord, no qual incitava adolescentes à prática, com transmissão em direto, de atos violentos contra si próprios, outras pessoas e animais de estimação.</P><br />
<P>Entre estes, estava a instigação de quatro massacres em escolas no Brasil, incluindo o que ficou conhecido como o Massacre de Sapopemba, em São Paulo, no qual um adolescente de 16 anos matou a tiro uma colega de 17 e feriu outros três estudantes, em 23 de outubro de 2023.</P><br />
<P>Os restantes três foram travados pelas autoridades antes de acontecerem e os seus eventuais autores teriam 12, 13 e 14 anos.</P><br />
<P>Segundo o MP, o arguido teria ainda, no mesmo grupo, planeado o homicídio de um sem-abrigo em São Paulo, em fevereiro de 2024, e incentivado e permitido a transmissão em direto de maus tratos a animais, bem como automutilações de adolescentes.</P><br />
<P>O objetivo dos autores dos atos seria obterem reconhecimento do jovem e subirem na hierarquia da comunidade &#8216;online&#8217;.</P><br />
<P>O grupo, com presença noutras plataformas, terá igualmente servido para o suspeito partilhar pornografia de menores e difundir conteúdos de ódio contra pessoas homossexuais e negras, tendo chegado a partilhar imagens suas com uma farda nazi e uma caçadeira.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784278]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Paz no Médio Oriente volta a pesar nos combustíveis? Petróleo desce com sinais positivos entre EUA e Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:28:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
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		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Expectativa de uma redução da tensão no Médio Oriente está a aliviar os receios de perturbações no abastecimento, sobretudo no Estreito de Ormuz, uma das passagens marítimas mais importantes para o comércio mundial de petróleo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços do petróleo voltaram a cair esta quarta-feira, pressionados pelo otimismo em torno das negociações entre os Estados Unidos e o Irão no Qatar. A expectativa de uma redução da tensão no Médio Oriente está a aliviar os receios de perturbações no abastecimento, sobretudo no Estreito de Ormuz, uma das passagens marítimas mais importantes para o comércio mundial de petróleo.</p>
<p>Segundo a &#8216;Fox News&#8217;, o Brent, referência internacional, recuava 1,1%, para 72,12 dólares por barril, cerca de 61,5 euros, a meio da manhã em Nova Iorque. Já o West Texas Intermediate, referência americana, descia 0,66%, para 69,04 dólares por barril, cerca de 58,9 euros.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; apontava, no mesmo dia, para uma queda de 1,30% no Brent, para 72 dólares por barril, e de 0,78% no WTI, para 68,96 dólares, o valor mais baixo desde 27 de fevereiro. A descida surge depois de Donald Trump ter afirmado que os encontros no Qatar estavam a correr bem.</p>
<p>“Estamos a dar-nos muito bem com o Irão”, disse o presidente americano, acrescentando que as reuniões em Doha tinham sido positivas. “No que diz respeito à desnuclearização do Irão, as coisas estão a avançar bem. Tiveram reuniões muito boas e vamos ver”, afirmou Trump, citado pela imprensa americana.</p>
<p>As conversações decorrem de forma indireta. Jared Kushner, genro de Donald Trump, e Steve Witkoff, enviado especial dos Estados Unidos, deslocaram-se a Doha para contactos técnicos sobre o acordo com Teerão. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, os representantes americanos falam com mediadores, e não diretamente com os iranianos, num processo centrado na circulação marítima pelo Estreito de Ormuz e na tentativa de garantir um cessar-fogo duradouro.</p>
<p>A importância do Estreito de Ormuz explica a reação imediata dos mercados. Situada entre Omã e o Irão, esta passagem no Golfo Pérsico é um dos principais “gargalos” energéticos do mundo, por onde circula normalmente cerca de um quinto do petróleo transportado globalmente. Qualquer ameaça à navegação naquela zona tende a fazer subir os preços; qualquer sinal de normalização tende a produzir o efeito inverso.</p>
<p>A tensão agravou-se nos últimos dias, depois de novos confrontos entre os Estados Unidos e o Irão terem colocado em risco uma trégua de 60 dias. Teerão terá disparado contra dois navios comerciais e Washington respondeu com ataques a alvos iranianos, num episódio que reacendeu receios sobre a segurança da navegação no Golfo.</p>
<p>Ainda assim, os investidores parecem estar a privilegiar o cenário de desanuviamento. Ole Hansen, analista do Saxo Bank citado pela &#8216;Reuters&#8217;, afirmou que as negociações no Qatar estão a ser vistas como positivas pelo mercado, permitindo que os preços continuem a recuar. “Há uma possibilidade de vermos preços ainda mais baixos”, disse.</p>
<p>A descida desta quarta-feira surge depois de um mês e de um trimestre particularmente negativos para o crude. O Brent caiu cerca de 21% no mês passado, a maior queda mensal desde março de 2020, segundo a &#8216;Fox News&#8217;. A &#8216;Reuters&#8217; acrescenta que o Brent perdeu cerca de 45 dólares por barril no segundo trimestre, a maior queda trimestral desde a crise financeira global de 2008.</p>
<p>Também o petróleo americano registou uma forte correção. O WTI caiu mais de 20% em junho, naquele que foi o pior desempenho mensal desde o final de 2021, e perdeu cerca de 31 dólares no segundo trimestre, a maior queda trimestral desde 2020, quando a pandemia de covid-19 esmagou a procura mundial de energia.</p>
<p>O alívio nos preços levou analistas a reverem em baixa as previsões para 2026 pela primeira vez desde o início da guerra com o Irão, segundo uma sondagem da &#8216;Reuters&#8217;. A reabertura gradual do Estreito de Ormuz e a recuperação do tráfego de petroleiros reduziram os receios de perturbações prolongadas no abastecimento.</p>
<p>Mas a normalização ainda não está garantida. A ING alertou que os movimentos de petroleiros no Estreito de Ormuz continuam limitados, embora já exista uma ligeira recuperação no tráfego de entrada no Golfo Pérsico. Os estrategas Warren Patterson e Ewa Manthey consideram que, se esta tendência acelerar, poderá tornar-se um obstáculo a uma recuperação dos preços do petróleo.</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; também sublinha que os dados de tráfego de petroleiros e os custos de transporte podem ser um indicador mais fiável do que os futuros do Brent para perceber se o mercado está realmente a normalizar. Apesar da recuperação parcial, o número de trânsitos semanais permanece abaixo dos níveis anteriores ao conflito, e parte da produção continua condicionada pela incerteza logística.</p>
<p>Outro fator de pressão poderá vir da OPEP+. Segundo fontes citadas pela &#8216;Reuters&#8217;, os países produtores deverão discutir no domingo um novo aumento das metas de produção a partir de agosto, acrescentando oferta num momento em que os preços já estão em queda.</p>
<p>A presidente executiva da Petrobras, Magda Chambriard, disse que os preços do petróleo parecem ter estabilizado numa nova faixa entre 72 e 75 dólares por barril, embora o mercado ainda não esteja totalmente normalizado e o conflito no Médio Oriente continue a criar incerteza.</p>
<p>Para os consumidores, a descida do petróleo pode aliviar a pressão sobre os combustíveis, mas o efeito não é imediato nem automático. O preço final nas bombas depende de vários fatores, incluindo impostos, margens, câmbio euro-dólar, cotações dos produtos refinados e ritmo de transmissão das variações internacionais para o mercado nacional.</p>
<p>Ainda assim, a leitura dos mercados é clara: quanto maior for a perceção de que Washington e Teerão conseguem manter o diálogo e evitar nova escalada no Estreito de Ormuz, menor tende a ser o prémio de risco incorporado no preço do crude. Por agora, a diplomacia está a empurrar o petróleo para baixo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784263]]></sapo:autor>
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		<title>Regulador dos seguros instaurou 28 processos de contraordenação em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:20:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) instaurou 28 processos de contraordenação em 2025, acima dos 22 processos de 2024, segundo o Relatório de Regulação e Supervisão da Conduta de Mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF) instaurou 28 processos de contraordenação em 2025, acima dos 22 processos de 2024, segundo o Relatório de Regulação e Supervisão da Conduta de Mercado.</p>
<p>&#8220;Em 2025, no exercício das suas competências sancionatórias, a ASF deu início a 57 novos processos com indícios da prática de ilícitos contraordenacionais, tendo procedido ao arquivamento liminar de oito e instaurado 28 novos processos de contraordenação&#8221;, lê-se no relatório.</p>
<p>Sobre as infrações apreciadas, a maioria das decisões tem que ver com incumprimento de regras do regime jurídico da atividade seguradora e resseguradora, do regime do livro de reclamações e do regime de reparação de acidentes de trabalho e de doenças profissionais.</p>
<p>Ainda em 2025, a ASF recebeu 2.945 processos de reclamação, mais 21% face a 2024, emitiu 232 determinações específicas dirigidas a empresas de seguros e a entidades gestoras de fundos de pensões.</p>
<p>Ainda no âmbito das suas atividades, em 2025, o regulador dos seguros realizou 448 ações de supervisão e analisou 856 anúncios publicitários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784273]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Governo português decreta um dia de luto nacional a cumprir no domingo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:12:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo decretou um dia de luto nacional, a cumprir no próximo domingo, pelas vítimas dos sismos na Venezuela, em particular os cidadãos nacionais e lusodescendentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro anunciou hoje que o Governo decretou um dia de luto nacional, a cumprir no próximo domingo, pelas vítimas dos sismos na Venezuela, em particular os cidadãos nacionais e lusodescendentes.</p>
<p>&#8220;Decidimos no Governo, também já com a partilha com o Presidente da República, determinar o próximo domingo como dia de luto nacional pelas vítimas dos terramotos que ocorreram na Venezuela e, em particular, pelos cidadãos portugueses, e lusodescendentes que perderam a vida e por todos aqueles que sofreram o efeito destas tragédias&#8221;, afirmou Luís Montenegro.</p>
<p>O primeiro-ministro fez este anúncio em breves declarações à comunicação social à margem da cerimónia de apresentação do modelo português de Inteligência Artificial Amália, em Lisboa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784262]]></sapo:autor>
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		<title>SUV, elétricos e franceses: estes são os carros que mais saíram dos stands em 2026</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 15:10:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[No acumulado do primeiro semestre, foram colocados em circulação 157.943 novos veículos em Portugal, o que representa um aumento de 10,4% face ao mesmo período de 2025]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O mercado automóvel português voltou a crescer em junho. Segundo dados da ACAP — Associação Automóvel de Portugal, foram matriculados 30.317 veículos automóveis no sexto mês de 2026, mais 15% do que no mesmo mês do ano passado.</p>
<p>No acumulado do primeiro semestre, foram colocados em circulação 157.943 novos veículos em Portugal, o que representa um aumento de 10,4% face ao mesmo período de 2025. O crescimento abrangeu as principais categorias do mercado, dos ligeiros de passageiros aos comerciais ligeiros e veículos pesados.</p>
<p>Nos automóveis ligeiros de passageiros, foram matriculadas 26.349 unidades em junho, mais 13,7% do que no mês homólogo. Entre janeiro e junho, este segmento totalizou 137.080 matrículas, uma subida de 10,5% em relação ao primeiro semestre do ano anterior.</p>
<p>O Peugeot 2008 foi o modelo mais vendido em Portugal no primeiro semestre de 2026, com 4.824 unidades matriculadas e uma quota de 3,52% entre os ligeiros de passageiros. O modelo manteve a liderança face a 2025, ano em que tinha registado 4.772 unidades no mesmo período.</p>
<p>Na segunda posição surge o Peugeot 208, com 3.781 unidades matriculadas entre janeiro e junho, equivalente a 2,76% do mercado. O terceiro lugar pertence ao Tesla Model 3, que totalizou 3.715 unidades e reforçou o peso dos modelos elétricos entre os automóveis mais procurados pelos portugueses.</p>
<p>O top 5 do primeiro semestre fica completo com o Citroën C3, que registou 3.652 unidades, e o Dacia Sandero, com 3.158 matrículas. Seguem-se o Dacia Duster, com 2.814 unidades, o Seat Ibiza, com 2.612, o Tesla Model Y, com 2.544, o Toyota Yaris Cross, com 2.457, e o Opel Corsa, com 2.417.</p>
<p>Os dados mostram também a força crescente dos modelos eletrificados. No primeiro semestre de 2026, 74,2% dos ligeiros de passageiros novos matriculados em Portugal eram movidos a energias alternativas, incluindo elétricos, híbridos e híbridos plug-in.</p>
<p>Entre janeiro e junho, os veículos 100% elétricos representaram 25,3% das matrículas de ligeiros de passageiros novos. Em junho, esse peso subiu para 28,7%, aproximando-se de quase três em cada dez automóveis novos vendidos no país.</p>
<p>No conjunto do semestre, os híbridos convencionais representaram 28,4% do mercado de ligeiros de passageiros, os híbridos plug-in chegaram aos 14,3% e os elétricos a bateria atingiram 25,3%. Já os veículos a gasolina ficaram nos 22,1% e os diesel nos 3,7%, confirmando a perda de peso das motorizações tradicionais.</p>
<p>O crescimento não se limitou aos automóveis de passageiros. O mercado de veículos ligeiros de mercadorias registou 3.341 matrículas em junho, mais 22,5% do que no mesmo mês de 2025. No acumulado do semestre, foram matriculadas 16.669 unidades, uma subida de 5,8%.</p>
<p>Também os veículos pesados tiveram um desempenho positivo. Em junho, foram comercializados 627 veículos pesados de passageiros e mercadorias, mais 40,9% face ao mês homólogo. Entre janeiro e junho, esta categoria atingiu 4.194 unidades, o que corresponde a um crescimento de 30,0%.</p>
<p>No conjunto dos ligeiros, que inclui ligeiros de passageiros e ligeiros de mercadorias, foram registadas 29.690 matrículas em junho, mais 14,6% do que um ano antes. No primeiro semestre, o total chegou às 153.749 unidades, uma subida de 10,0%.</p>
<p>A evolução do mercado confirma uma recuperação sólida da procura automóvel em Portugal, ao mesmo tempo que evidencia uma mudança acelerada nas preferências dos consumidores. Os SUV compactos continuam a dominar os lugares cimeiros, mas a presença do Tesla Model 3 e do Tesla Model Y entre os dez modelos mais vendidos mostra que os elétricos já deixaram de ser uma escolha de nicho.</p>
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