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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Trump desiste de polémico fundo anti-instrumentalização &#8211; líder republicano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:55:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A administração Trump renunciou ao seu fundo de compensação "anti-instrumentalização" para a justiça, que foi recentemente criado e criticado como um "fundo secreto", disse hoje o líder da maioria republicana no Senado norte-americano, John Thune.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A administração Trump renunciou ao seu fundo de compensação &#8220;anti-instrumentalização&#8221; para a justiça, que foi recentemente criado e criticado como um &#8220;fundo secreto&#8221;, disse hoje o líder da maioria republicana no Senado norte-americano, John Thune.</P><br />
<P>Questionado por jornalistas no Congresso sobre se o fundo &#8220;já não estaria em cima da mesa&#8221;, Thune respondeu: &#8220;É correto&#8221;, citando discussões sobre o assunto com o procurador-geral interino Todd Blanche.</P><br />
<P>O senador disse que esperava que o ministro confirmasse isto &#8220;de forma muito clara&#8221; numa audiência hoje à tarde (hora local) perante uma comissão parlamentar.</P><br />
<P>A administração Trump reconheceu na segunda-feira uma decisão judicial que congelou temporariamente o fundo de quase 1,8 mil milhões de dólares (cerca de 1,5 mil milhões de euros), indicando que poderá dispensá-lo.</P><br />
<P>Vários meios de comunicação, incluindo a Bloomberg e a Axios, acreditam que a administração Trump pretende recuar, perante a oposição dos democratas, mas também de eleitos republicanos.</P><br />
<P>&#8220;Este fundo estava aberto a qualquer pessoa que tenha sido vítima de uma instrumentalização da justiça, visada ou perseguida, seja democrata, republicana, conservadora, independente ou outra&#8221;, disse o Departamento de Justiça na segunda-feira numa declaração no X.</P><br />
<P>Expressou o seu &#8220;profundo desacordo&#8221; com a decisão do tribunal, mas garantiu que a &#8220;respeitaria&#8221;.</P><br />
<P>O departamento anunciou a 18 de maio a criação deste fundo para reparar aquilo que a administração Trump apresenta como uma instrumentalização da justiça contra os apoiantes do Presidente sob o seu antecessor democrata Joe Biden.</P><br />
<P>Os democratas denunciaram um &#8220;fundo secreto&#8221; destinado a recompensar os apoiantes de Donald Trump, incluindo pessoas condenadas pelo ataque ao Capitólio a 6 de janeiro de 2021.</P><br />
<P>A criação deste fundo está a ser contestada em tribunal, incluindo por um antigo procurador federal que investigou casos contra participantes do 6 de janeiro de 2021, polícias que defenderam o Capitólio, uma autoridade local ou organizações.</P><br />
<P>Um juiz num tribunal em Alexandria, perto de Washington, deu provimento parcialmente na sexta-feira.</P><br />
<P>Assim, proibiu o governo, até novo aviso, de qualquer ação relativa a este fundo, incluindo alimentá-lo financeiramente ou retirar dinheiro dele, ou examinar pedidos de indemnização, para garantir que nenhuma quantia seja &#8220;irreversivelmente paga&#8221; antes que seja tomada uma decisão.</P><br />
<P>O juiz marcou uma nova audiência para 12 de junho sobre uma possível extensão deste congelamento.</P><br />
<P>O fundo foi criado ao abrigo de um acordo entre o Departamento de Justiça e o Presidente dos EUA, bem como os seus dois filhos mais velhos, numa disputa com as autoridades fiscais (IRS).</P><br />
<P>Em troca de retirar a sua queixa contra o IRS, na qual reivindicou 10 mil milhões de dólares (cerca de 8,56 mil milhões de euros) por fugas de informação nas suas declarações fiscais, Donald Trump também conseguiu que ele, a sua família e as suas empresas beneficiam de imunidade fiscal retroativa, ou seja, que o IRS não poderia contestar as suas declarações fiscais anteriores.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771426]]></sapo:autor>
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		<title>Procurador do Rio de Janeiro critica classificação de grupos criminosos como terroristas pelos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:41:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro disse hoje que a classificação pelos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital e do Comando Vermelho como organizações terroristas deixa a "soberania brasileira muito exposta".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro disse hoje que a classificação pelos Estados Unidos do Primeiro Comando da Capital e do Comando Vermelho como organizações terroristas deixa a &#8220;soberania brasileira muito exposta&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não muda nada, em termos de enfrentamento real eu penso que não muda nada, mas deixa o Brasil, a soberania brasileira muito exposta, muito vulnerável&#8221;, afirmou à Lusa Antonio José Campos Moreira, à margem do 14.º Fórum de Lisboa, na Aula Magna, que, até quarta-feira, acolhe altos representantes do poder judicial, político e económico brasileiros, mas também de Portugal e outros países.</P><br />
<P>Segundo o magistrado, o Brasil não poderia reconhecer as suas principais fações criminosas como organizações terroristas, uma vez que a legislação brasileira distingue claramente os dois tipos de crime.</P><br />
<P>&#8220;O Brasil não poderia reconhecer como organizações terroristas as suas organizações criminosas, porque no Brasil, pelo princípio da legalidade, há um crime específico de organização criminosa e um outro crime de estrutura típica completamente diferente de organização criminosa terrorista&#8221;, explicou.</P><br />
<P>Sublinhou que, do ponto de vista jurídico e internacional, crime organizado e terrorismo são fenómenos distintos.</P><br />
<P>&#8220;Máfia e crime organizado são uma coisa, terrorismo é outra. Então são coisas que não se confundem&#8221;, frisou, considerando que essa equiparação pode até &#8220;fragilizar as relações entre os Estados e comprometer a efetividade desse combate que tem que ser comum, tem que ser conjunto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Nem os Estados Unidos, com todo o seu poderio, pode sozinho minimizar o problema. Se pudesse, já tinha resolvido o problema do tráfico da América do Sul&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Não é com ações isoladas que se resolve o problema&#8221;, acrescentou, acrescentando que a demora nos mecanismos formais de cooperação pode comprometer investigações e permitir a continuação da atividade criminosa.</P><br />
<P>&#8220;Uma eventual resposta viria completamente fora de tempo e, nesse interregno de tempo, outros crimes continuariam a ser praticados&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>Na sexta-feira, o Presidente brasileiro, Lula da Silva, afirmou que o Brasil não aceitará ser tratado como &#8220;republiqueta&#8221;, após os Estados Unidos classificarem o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.</P><br />
<P>Lula da Silva pediu respeito pela soberania brasileira e afirmou que o país não aceitará interferências externas, declarando: &#8220;não brinquem com a soberania desse país&#8221; e &#8220;não brinquem com a nossa democracia&#8221;.</P><br />
<P>O chefe de Estado criticou ainda o senador e pré-candidato presidencial Flávio Bolsonaro, que se reuniu na semana passada, em Washington, com o Presidente dos EUA, Donald Trump, e com o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, para tratar da classificação do PCC e do CV.</P><br />
<P>O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou quinta-feira a designação do CV e do PCC como organizações terroristas.</P><br />
<P>A classificação das duas maiores fações criminosas do Brasil como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTOs, na sigla em inglês) passa a vigorar a partir de 05 de junho, segundo comunicado do secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio.</P><br />
<P>Na mensagem, Rubio afirmou que o CV e o PCC estão entre &#8220;as organizações criminosas mais violentas do Brasil&#8221; e acusou os grupos de comandarem milhares de membros e de promoverem ataques contra polícias, funcionários públicos e civis.</P><br />
<P>Segundo Washington, a atuação das fações &#8220;estende-se muito além das fronteiras do Brasil&#8221;, alcançando outros países da região e também os Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771425]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal &#8220;vai conseguir frear o avanço&#8221; do crime organizado brasileiro &#8212; procurador do Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:25:51 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro (MPRJ) considerou hoje que Portugal, "como reconheceu desde logo o problema" do crime organizado brasileiro no país, vai "conseguir frear o avanço" destes grupos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O procurador-geral de Justiça do Ministério Público do estado do Rio de Janeiro (MPRJ) considerou hoje que Portugal, &#8220;como reconheceu desde logo o problema&#8221; do crime organizado brasileiro no país, vai &#8220;conseguir frear o avanço&#8221; destes grupos.</P><br />
<P>&#8220;Eu creio que Portugal, como reconheceu desde logo o problema, não fechou os olhos ao problema, eu creio que Portugal vai conseguir frear o avanço&#8221;, disse à Lusa Antonio José Campos Moreira, à margem do 14.º Fórum de Lisboa, na Aula Magna, que, até quarta-feira, acolhe altos representantes do poder judicial, político e económico brasileiros, mas também de Portugal e outros países.</P><br />
<P>O responsável carioca, que alberga no seu estado várias organizações criminosas, entre as quais o Comando Vermelho (CV), garantiu que o diálogo com as autoridades portugueses &#8220;tem sido muito direto e muito objetivo&#8221;.</P><br />
<P>Antonio José Campos Moreira considerou que a influência e a presença do crime organizado em Portugal &#8220;ainda não é algo extremamente preocupante, não é algo que tenha uma dimensão muito grande, mas que já preocupa&#8221;.</P><br />
<P>Não quis comentar o caso do membro do grupo criminoso Primeiro Comando da Capital (PCC), conhecido por &#8216;Hulk&#8217;, cuja libertação foi ordenada por ter esgotado a prisão preventiva em Portugal.</P><br />
<P>O homem, conhecido por &#8216;Hulk&#8217;, detido pela Polícia Judiciária (PJ) em novembro do ano passado, avançou com um pedido de proteção internacional na Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA) para evitar a extradição para o Brasil, que foi recusado e, posteriormente, recorreu para o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa.</P><br />
<P>Ainda assim, questionado sobre a importância de leis processuais penais destinadas a casos de membros de organizações criminosas, como existe no Brasil, Antonio José Campos Moreira sublinhou que estas são importantes &#8220;porque a legislação voltada para o crime comum, o crime episódico, não funciona na criminalidade organizada, porque a dinâmica é outra&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As leis, tanto as leis penais, mas principalmente as leis processuais penais, têm que ser compatíveis com a própria essência do crime organizado, não pode ser o processo penal tradicional, clássico. Não funciona&#8221;, observou.</P><br />
<P>A criminalidade organizada, insistiu, &#8220;tem uma velocidade infinitamente maior do que a do Estado no seu enfrentamento&#8221;, sendo, por isso, &#8220;um combate já desigual, à partida&#8221;.</P><br />
<P>Para isso, tem de &#8220;deixar um pouco de lado a burocracia, as formalidades e, principalmente, na fase de investigação, fomentar o compartilhamento de informações, de elementos de inteligência e de elementos de informação de uma forma ágil e desburocratizada&#8221;, sublinhou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771422]]></sapo:autor>
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		<title>Tony Carreira, D.A.M.A e Nunca Mates o Mandarim atuam na noite de São João no Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:24:01 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As festas de São João, no Porto, vão contar com Tony Carreira, D.A.M.A e Nunca Mates o Mandarim, esperando-se ainda fogo de artifício de 12 minutos à meia-noite, anunciou hoje a Câmara do Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As festas de São João, no Porto, vão contar com Tony Carreira, D.A.M.A e Nunca Mates o Mandarim, esperando-se ainda fogo de artifício de 12 minutos à meia-noite, anunciou hoje a Câmara do Porto.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado emitido após a apresentação da programação para o São João, que decorreu hoje, as festas vão dividir-se entre a Avenida dos Aliados, o Largo Amor de Perdição, Casa da Música, Ribeira e Palácio de Cristal, com destaque &#8220;para o espetáculo multimédia e de fogo de artifício, às 00:00, que promete encher os céus de Porto e Vila Nova de Gaia com muita luz durante 12 minutos, entre as pontes Luís I e da Arrábida&#8221;, que custará 215 mil euros às duas autarquias.</P><br />
<P>Na Avenida dos Aliados, os Quinta do Bill abrem a noite pelas 22:00 e, após as 00:00, Tony Carreira sobe ao palco, seguindo-se a &#8220;apresentação de Fernando Alvim, em formato DJ Set, ao longo da noite&#8221;, bem como a Dupla Mete Cá Sets, até de madrugada.</P><br />
<P>&#8220;Ainda antes dos concertos, o ecrã instalado nos Aliados irá transmitir, a partir das 18 horas, o jogo de futebol entre Portugal e o Uzbequistão, a contar para o Mundial deste ano&#8221;, refere a Câmara do Porto.</P><br />
<P>Já no Largo do Amor de Perdição, na Cordoaria, &#8220;o destaque vai para os D.A.M.A&#8221;, que apresentam, às 00:20, &#8220;o espetáculo &#8216;Canções Bonitas em PORTOguês&#8217;, cantadas com sotaque do Norte&#8221;, com o mesmo palco a receber antes, às 22:00, os grupo de &#8216;hip hop&#8217; e eletrónica Últimos Românticos e ainda o projeto Noz Pimba atuará &#8220;ao longo de toda a noite&#8221;. </P><br />
<P>Na Casa da Música será instalado o Palco Juventude, onde será apresentado o projeto &#8216;Nunca Mates o Arraial&#8217;, que tem curadoria dos Nunca Mates o Mandarim e contará com um concerto do grupo à meia-noite.</P><br />
<P>Está ainda prevista a atuação do grupo Rapaz Ego, às 22:45, e Cedofeita Takeover às 21:30, havendo ainda espaço para o Bar Dançante dos músicos Mike El Nite e João Não, e um DJ Set do projeto Más Influências, até às 4 horas. </P><br />
<P>&#8220;A comandar esta &#8216;festa&#8217; estarão os apresentadores de serviço: Beatriz Gosta e David Bruno&#8221;, assinala ainda a autarquia.</P><br />
<P>Quanto à Ribeira, estará instalado um palco &#8220;que contará com a atuação dos Karetus, entre as 22:30 e as 23:59, tendo a Ponte Luís I como cenário&#8221;, o que antecede &#8220;o grande espetáculo multimédia e de fogo de artifício, agendado para as 00:00&#8221;, e no dia seguinte, 24 de junho, pelas 18:00, &#8220;a Banda Sinfónica Portuguesa irá apresentar o seu habitual Concerto de São João na Concha Acústica dos Jardins do Palácio de Cristal, com entrada livre&#8221;.</P><br />
<P>Em 19 junho haverá ainda concertos de várias figuras da música popular pelas várias freguesias, como Ana Malhoa em Paranhos, Romana em Lordelo do Ouro, Diapasão em Ramalde, Victor Rodrigues nas Fontainhas, Fusiform na Foz, Marcus em Miragaia e Mónica Sintra em Campanhã.</P><br />
<P>Na véspera de São João, dia 23 às 22:00, os Minhotos Marotos estarão em Lordelo do Ouro, Bandalusa na Foz, Zé Amaro em Campanhã, Jorge Guerreiro nas Fontainhas, Iniciadores em Paranhos, Tiago Neto e Paulo Fragoso em Ramalde, e Ritmo e Alma Show em Miragaia.</P><br />
<P>Em 13 de junho terão também lugar a habitual Arruada de Ranchos e no dia 27 acontecem as habituais Rusgas, &#8220;que trazem às ruas da Baixa e aos Aliados os grupos das sete freguesias e uniões de freguesia da cidade&#8221;.</P><br />
<P>Quanto aos divertimentos, estarão &#8220;em vários locais espalhados pela cidade&#8221;, com destaque para &#8220;carrosséis, zonas de restauração, pipocas e farturas&#8221; nas Fontainhas até 29 de junho, no Jardim do Cálem, em Lordelo do Ouro, de 05 de junho a 05 de julho; e na Avenida de D. Carlos I, na Foz, entre os dias 09 de junho e 05 de julho.</P><br />
<P>No Mercado do Bolhão estará em exposição, de 08 a 28 de junho, a Cascata Comunitária de São João e haverá &#8220;oficinas para toda a família, nos dias &#8216;6, 13, 20 e 27 de junho&#8221;, bem como um Arraial em 20 de junho, com Nel Monteiro e Jorge Lomba.</P><br />
<P>&#8220;As Festas de São João do Porto têm um orçamento global de 800 mil euros&#8221;, segundo a Câmara do Porto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771420]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo brasileiro indignado com tarifa de 25% dos EUA ameaça reciprocidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:20:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro manifestou hoje indignação com a decisão preliminar dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, classificando a medida como injustificada e politicamente motivada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro manifestou hoje indignação com a decisão preliminar dos Estados Unidos de aplicar uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, classificando a medida como injustificada e politicamente motivada.</P><br />
<P>Em nota, o executivo criticou as conclusões divulgadas pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) no âmbito da investigação aberta sob a Seção 301 da Lei de Comércio norte-americana.</P><br />
<P>Segundo o Governo, a investigação foi iniciada em julho de 2025 e estaria relacionada com as tentativas de interferência em assuntos internos do Brasil, além de ter sido estimulada por aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro.</P><br />
<P>Na nota, o Palácio do Planalto menciona a recente viagem do senador e pré-candidato à Presidência do Brasil Flávio Bolsonaro a Washington e afirma que interesses eleitorais e familiares estariam a prejudicar os esforços diplomáticos realizados entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;É lastimável que todo o trabalho de diálogo e articulação que o Governo brasileiro tem feito, inclusive com envolvimento pessoal dos Presidentes Lula e Trump, seja sabotado por interesses meramente eleitorais e familiares&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>O Palácio do Planalto também rejeitou as alegações que fundamentam a investigação e afirmou que &#8220;não existe justificativa económica&#8221; para a adoção de tarifas contra produtos brasileiros ou contra mecanismos nacionais de pagamento como o Pix.</P><br />
<P>O executivo destacou que os EUA acumulam superávit comercial com o Brasil há vários anos, com saldo favorável aos norte-americanos da ordem dos 424,5 mil milhões de dólares entre 2011 e 2025, o equivalente a 364,6 mil milhões de euros. </P><br />
<P>Acrescenta que 76% das importações provenientes dos Estados Unidos entraram no Brasil sem pagamento de imposto de importação no ano passado.</P><br />
<P>&#8220;Oito dos dez principais produtos importados dos Estados Unidos pelo Brasil tiveram tarifa efetiva zero, incluindo petróleo e derivados, aeronaves, gás natural e carvão&#8221;, afirma, ao lembrar que a alíquota média efetivamente cobrada foi de 3,1%.</P><br />
<P>Brasília argumentou ainda que as medidas unilaterais adotadas por Washington têm provocado impactos negativos sobre a economia brasileira, afetando investimentos, empregos e rendimento.</P><br />
<P>O Governo observou que a participação dos Estados Unidos nas exportações brasileiras caiu para 9,4% no primeiro trimestre de 2026, o menor nível da série histórica.</P><br />
<P>Apesar das críticas, o executivo informou que as negociações comerciais entre os dois países continuam em curso com o objetivo de alcançar uma solução antes da conclusão da investigação da USTR, prevista para 15 de julho.</P><br />
<P>O Governo afirmou que manterá o diálogo com o setor privado e procurará evitar a entrada em vigor das tarifas anunciadas pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Realça que o Brasil poderá recorrer aos mecanismos previstos na Lei de Reciprocidade Económica, aprovada pelo Congresso Nacional, caso considere que as medidas adotadas por Washington violam normas do comércio internacional.</P><br />
<P>Por fim, o Governo declarou esperar que as recomendações preliminares não sejam transformadas em tarifas definitivas, mas garantiu que adotará medidas para proteger a economia brasileira caso as restrições sejam efetivamente implementadas.</P><br />
<P>O Palácio do Planalto termina dizendo: &#8220;É preciso estar atento aos traidores da pátria e trabalhar em defesa da nossa soberania e dos interesses do povo brasileiro&#8221;.</P><br />
<P>Antes, ao comentar a decisão dos EUA, Lula da Silva chamou Flávio Bolsonaro de &#8220;traidor da pátria&#8221; e de &#8220;imbecil&#8221;. </P><br />
<P>Flávio Bolsonaro, por sua vez, declarou hoje, em entrevista, que não pediu &#8220;expressamente&#8221; para Trump taxar o Brasil durante a reunião que tiveram na Casa Branca, na semana passada.  </P><br />
<P>Lula, por sua vez, recuperou a publicação de Flávio Bolsonaro nas redes sociais, no ano passado, em que celebrou o primeiro &#8220;tarifaço&#8221; imposto por Trump ao Brasil, e acusou o adversário de mentiroso.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771418]]></sapo:autor>
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		<title>Concessionários do Algarve alertam que chapéus-de-sol em frente aos apoios de praia constituem &#8220;perigo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:16:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação dos Concessionários da Orla Marítima do Algarve (AISCOMA) contestou hoje o esclarecimento da APA de que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia, defendendo que tal "pode pôr em causa a segurança".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Associação dos Concessionários da Orla Marítima do Algarve (AISCOMA) contestou hoje o esclarecimento da APA de que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia, defendendo que tal &#8220;pode pôr em causa a segurança&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que não está certo, no nosso entendimento, é a população em geral colocar os guarda-sóis em frente das concessões [&#8230;], porque é uma área que deve estar livre, é uma área que os nadadores-salvadores, se houver uma situação qualquer, [&#8230;] deve estar livre para poderem atuar em devidas condições e não pôr ninguém em perigo&#8221;, afirmou o presidente da AISCOMA, Artur Simão, em declarações à agência Lusa.</P><br />
<P>Em causa está o esclarecimento da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) sobre a ocupação de áreas não concessionadas nas praias balneares, informando que os banhistas podem colocar chapéus-de-sol em frente às concessões de praia, que são áreas de uso privado que &#8220;não podem exceder 30% da área útil da praia, nem 50% da frente de praia&#8221;.</P><br />
<P>No esclarecimento técnico divulgado hoje, a APA reforçou que, &#8220;em Portugal, as praias são espaços de utilização pública e de acesso livre&#8221;.</P><br />
<P>Em representação dos concessionários da Orla Marítima do Algarve, Artur Simão disse que &#8220;está tudo certo&#8221; quanto ao que está definido em relação aos apoios balneários, mas manifestou preocupações relativas à permissão de colocação de chapéus-de-sol em frente às concessões de praia.</P><br />
<P>&#8220;Achamos que não está certo, porque nunca foi assim, e penso que é muito popular, é muito popular dizer que &#8216;sim senhor, que as pessoas podem pôr os guarda-sóis à frente das concessões&#8217;, mas depois, na prática, pode trazer alguns aborrecimentos e pode pôr em causa a segurança das pessoas&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Por outro lado, o presidente da AISCOMA realçou que há praias que este ano estão &#8220;desassoreadas&#8221;, inclusive no Algarve, e o que acontece é que as pessoas, &#8220;muitas vezes&#8221;, colocam os chapéus na areia molhada e, se vier um vento forte, podem ferir os outros banhistas.</P><br />
<P>Artur Simão defendeu que em toda a zona à frente das praias &#8220;as pessoas devem circular livremente&#8221;, sublinhando que os nadadores-salvadores também precisam de espaço para atuarem, inclusive com motas de água: &#8220;É preciso tudo estar livre, toda a frente da praia, para que circulem e que não esteja em causa a segurança das pessoas.&#8221;</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que o espaço é público, mas o que é certo é que toda a frente da praia deve estar livre. Deve estar livre para que haja circulação, quer de pessoas que andem a pé e que não estão para estar sentadas, quer para os nadadores-salvadores circularem ali livremente e que não estejam a passar por cima de guarda-sóis e, numa situação qualquer de emergência, que ponha tudo em perigo e tudo em causa&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Indicando que a ocupação de áreas do domínio público marítimo por concessionários é permitida quando existe uma licença válida, a APA sublinhou que essas áreas estão sujeitas aos limites, condições e obrigações definidas nas respetivas licenças, consoante as características morfológicas de cada praia, os instrumentos de gestão territorial e as determinações das autoridades.</P><br />
<P>No esclarecimento técnico sobre a ocupação de áreas do domínio público marítimo nas praias balneares, a APA refere que os Planos de Ordenamento da Orla Costeira e os Regulamentos de Gestão das Praias Marítimas em vigor estabelecem limites para a ocupação das praias por apoios balneares, &#8220;garantindo o equilíbrio entre o uso privado e o uso público&#8221;, sendo que estas ocupações &#8220;não podem exceder 30% da área útil da praia nem 50% da frente de praia&#8221;.</P><br />
<P>Assim, &#8220;as áreas não abrangidas por licença ou concessão mantêm-se disponíveis para uso público, podendo ser livremente utilizadas pelos utentes, nomeadamente para a colocação de chapéus de praia, para-ventos ou outros equipamentos balneares particulares&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771417]]></sapo:autor>
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		<title>Mini do século XXI faz 25 anos: o pequeno premium que ninguém consegue destronar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:15:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Em 1994, o Grupo BMW comprou as marcas e empresas do Rover Group, conglomerado britânico que detinha, entre outras, a Mini]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Mini acaba de celebrar 25 anos desde o renascimento moderno que o transformou num dos casos mais duradouros de sucesso entre os automóveis inspirados pela nostalgia, escreve o &#8216;El Economista&#8217;. Depois do Volkswagen Carocha e do Fiat 500, nenhum modelo conseguiu manter durante tanto tempo o estatuto de ícone reinventado como o pequeno urbano da marca britânica, relançado sob o comando do Grupo BMW.</p>
<p>A história do Mini moderno começou antes da chegada ao mercado. Em 1994, o Grupo BMW comprou as marcas e empresas do Rover Group, conglomerado britânico que detinha, entre outras, a Mini. Anos mais tarde, a BMW acabaria por se desfazer de várias dessas marcas, como Land Rover, MG, Rover e Sterling, mas manteve a Mini.</p>
<p>Foi uma decisão que viria a revelar-se decisiva. Após 41 anos de produção ininterrupta do modelo original, a segunda geração do Mini surgia como uma aposta arriscada: um carro pequeno, com preço elevado para o seu tamanho, mas com design distintivo, qualidade interior e uma condução suficientemente diferente para criar uma nova categoria.</p>
<p><strong>O pequeno carro caro que criou um segmento</strong></p>
<p>O novo Mini foi desenvolvido nas instalações do Grupo BMW em Munique, sem que tivessem surgido imagens antes da apresentação. O primeiro vislumbre chegou em 1999, sob a forma de concept car. O modelo final seria revelado no Salão Automóvel de Paris, em 2000, gerando grande expectativa.</p>
<p>A chegada ao mercado aconteceu já no século XXI e trouxe uma ideia que hoje parece comum, mas que na altura era menos óbvia: um citadino pequeno podia ser também um produto premium. O preço era elevado para as dimensões, mas o Mini compensava com personalidade, qualidade percebida, possibilidades de personalização e uma condução mais desportiva do que a maioria dos rivais urbanos.</p>
<p>A pintura bicolor, atualmente presente em muitos modelos de diferentes marcas, era então um dos elementos visuais mais distintivos. O design recuperava a herança do Mini clássico, mas adaptava-a a um automóvel moderno, mais seguro, mais refinado e pensado para um público disposto a pagar por diferenciação.</p>
<p><strong>Condução desportiva e personalização como assinatura</strong></p>
<p>Se o desenho foi o primeiro grande chamariz, a condução ajudou a consolidar o modelo. O Mini moderno manteve como um dos seus principais argumentos a agilidade em estrada, uma sensação desportiva e direta que continuou a alimentar a ligação emocional ao modelo.</p>
<p>Ao longo destes 25 anos, o carro construiu também uma identidade assente na personalização. Cores, tejadilhos contrastantes, interiores específicos, versões especiais e colaborações com nomes da moda ajudaram a reforçar a imagem de objeto de estilo, não apenas de meio de transporte.</p>
<p>O &#8216;El Economista&#8217; recorda que estilistas como Versace, Gianfranco Ferré, Roberto Cavalli, Missoni e Paul Smith estiveram entre os nomes que ‘vestiram’ o Mini, reforçando a ligação do modelo ao design, à moda e à cultura urbana.</p>
<p><strong>Quatro gerações e muitas carroçarias</strong></p>
<p>Em 25 anos, o Mini passou por quatro gerações e multiplicou versões. Ao modelo de três portas juntaram-se variantes de cinco portas, Roadster, Coupé, Clubman, Clubvan, Paceman e Cabriolet.</p>
<p>A marca explorou diferentes formatos sem perder o eixo central do produto: um carro urbano premium, compacto, reconhecível e com forte margem para expressão individual. Até a criação de um descapotável de quatro lugares num automóvel tão pequeno foi vista como uma conquista técnica e comercial.</p>
<p>As versões John Cooper Works acrescentaram uma camada de desportividade mais extrema, aproximando o Mini da competição e reforçando a ideia de que o modelo não vivia apenas da estética. Essa vertente continua a ser uma das bases da sua reputação.</p>
<p><strong>Do motor a combustão ao elétrico</strong></p>
<p>Hoje, o Mini elétrico convive com as versões a combustão, numa transição que tenta preservar a identidade do modelo enquanto responde às novas exigências do mercado automóvel. A eletrificação acrescenta um novo capítulo a uma história que começou com a reinvenção de um ícone britânico por um grupo alemão.</p>
<p>A longevidade do Mini moderno destaca-se ainda mais quando comparada com outros modelos recuperados por nostalgia. O Fusca moderno teve um arranque forte, mas a produção terminou em 2019 devido às vendas mais baixas. O Fiat 500, lançado em 2007, continua em produção, mas ainda não igualou a duração do Mini moderno no mercado.</p>
<p>Vinte e cinco anos depois, o Mini continua a ocupar o trono do urbano premium. Pequeno no tamanho, caro para o segmento e imediatamente reconhecível, conseguiu aquilo que muitos tentaram e poucos alcançaram: transformar memória, design e condução num produto de sucesso prolongado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771102]]></sapo:autor>
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		<title>Parlamentares defendem aproveitamento do potencial gerado pelos países da CPLP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:02:12 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Deputados dos países lusófonos defenderam hoje, em Maputo, a transformação das potencialidades da CPLP em oportunidades para desenvolver as comunidades, desde logo na energia, tirando partido da estabilidade destes países.</P><br />
<P>&#8220;As matérias energéticas são elas um constrangimento ao desenvolvimento dos países da CPLP, mas também são uma grande oportunidade porque aqui nós somos produtores de fontes de energia&#8221;, afirmou o líder da delegação do parlamento português na Assembleia Parlamentar da Comunidade de Países da Língua Portuguesa (AP-CPLP), o deputado socialista Luís Moreira Testa.</P><br />
<P>Representantes de cada parlamento membro da AP-CPLP estiveram reunidos nos últimos dias em Maputo e hoje tiveram um encontro com a Fundação para a Competitividade Empresarial (Fundec) moçambicana.</P><br />
<P>O objetivo foi discutir as perspetivas de crescimento económico do país africano, tendo o parlamentar português sublinhado a importância para os países da CPLP dos recursos energéticos, que precisam de ser transformados em oportunidades.</P><br />
<P>&#8220;Temos que transformar aquilo que tem sido um constrangimento de desenvolvimento a outras áreas da economia, numa oportunidade para que essas mesmas áreas se possam desenvolver na nossa comunidade, tendo acesso a energia mais barata e de forma a que o seu fornecimento seja mais contínuo&#8221;, defendeu Luís Testa.</P><br />
<P>O representante afirmou levar, após o encontro, uma mensagem &#8220;muito positiva&#8221; para a economia da CPLP, considerando que estes países estão &#8220;absolutamente sintonizados&#8221;, incluindo com as delegações parlamentares, com vista a tornarem a comunidade economicamente &#8220;robusta&#8221; para servir as populações que a compõem com &#8220;desenvolvimento, progresso e futuro&#8221;.</P><br />
<P>O representante destacou &#8220;estabilidade no comportamento&#8221; dos países da CPLP face aos conflitos que afetam o mundo, com destaque para a guerra no Médio Oriente, considerando-os &#8220;um exemplo à escala global&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Têm tido uma estabilidade no seu comportamento, no seu posicionamento, também para servir de farol àquilo que são os comportamentos políticos à escala global. Eu acho que nós temos que aprofundar o trabalho que tem sido desenvolvido. Temos que aprofundar o exemplo que temos sido para o contexto internacional e estaremos obviamente também disponíveis para estudar as melhores formas de traduzir aquilo que é o exemplo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa naquilo que é o comportamento de outros&#8221;, concluiu o deputado português.</P><br />
<P>Já o deputado da bancada parlamentar da Frente de Libertação de Moçambique (Frelimo, partido no poder desde 1975) Feliz Silva considerou &#8220;extremamente importante&#8221; que os parlamentos da CPLP comecem a participar &#8220;ativamente na vida económica&#8221; dos Estados que representam, aprovando leis e políticas que impulsionem o desenvolvimento.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que os nossos países estão numa economia global, não estão isentos dos choques externos. Nós temos que nos fortificar como instituições, mas também a Assembleia Parlamentar da CPLP tem que começar também a pensar em aspetos de agenda económica dos seus países&#8221;, disse Feliz Silva.</P><br />
<P>O deputado moçambicano avançou que foi discutida na reunião a necessidade de se aprovar uma política de mobilidade empresarial e do setor privado no espaço da CPLP, considerando que pode impulsionar o desenvolvimento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771416]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump nega suspensão de negociações com Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 19:00:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, negou hoje que tenha havido uma suspensão das negociações com o Irão devido à ofensiva israelita no Líbano e indicou que as conversações continuam.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, negou hoje que tenha havido uma suspensão das negociações com o Irão devido à ofensiva israelita no Líbano e indicou que as conversações continuam.</P><br />
<P>&#8220;A notícia falsa de que a República Islâmica do Irão e os Estados Unidos deixaram de se falar há alguns dias é falsa e errónea. As conversas entre nós estão em curso, incluindo as de há quatro, três, dois e um dia, e hoje&#8221;, disse o líder norte-americano na rede Truth Social. </P><br />
<P>A agência de notícias Tasnim, ligada à Guarda Revolucionária iraniana, indicou na segunda-feira que Teerão interrompeu as conversações de paz em retaliação pelos ataques israelitas contra o seu aliado Hezbollah no Líbano.</P><br />
<P>Trump afirmou na altura que Teerão não o tinha informado sobre qualquer suspensão dos contactos, mas também disse que não se importaria que as negociações fossem paradas.</P><br />
<P>Já hoje, as agências Fars e Tasnim noticiaram que o Irão interrompeu as comunicações com os mediadores sobre a prorrogação do cessar-fogo, em vigor desde 08 de abril, na guerra iniciada em 28 de fevereiro pelos Estados Unidos e Israel contra a República Islâmica.</P><br />
<P>No último mês, Hezbollah e Israel têm continuado os ataques aéreos e confrontos terrestres no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril, acordado pelas autoridades libanesas e israelitas, mas que não era reconhecido pelo Hezbollah. </P><br />
<P>Na segunda-feira, Donald Trump anunciou ter obtido garantias do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e de Hezbollah de que os dois lados iram suspender os confrontos.</P><br />
<P>No entanto, Netanyahu afirmou em seguida que atacará Beirute se o seu país voltar a ser visado pelo Hezbollah, ao mesmo tempo que indicou que &#8220;as Forças de Defesa de Israel continuarão a operar como planeado no sul do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>Esta reação levou Trump, de acordo com o jornal digital Axios, a destratar o primeiro-ministro israelita, numa conversa por telefone, em que o chamou &#8220;doido&#8221; e questionou: O que raio estás a fazer?&#8221;</P><br />
<P>Israel e Hezbollah prosseguiram hoje os confrontos no sul do Líbano, apesar das garantias do Presidente norte-americano e do pronunciamento do líder israelita, que não impediu porém que delegações de Israel e do Líbano voltassem hoje à mesa de negociações em Washington.</P><br />
<P>Estados Unidos e Irão realizaram uma única ronda de negociações formal, com mediação do Paquistão em Islamabad, em 11 e 12 de abril, que não produziu resultados.</P><br />
<P>Desde então, as partes têm mantido o diálogo indireto através de mediadores, centrado na reabertura do tráfego marítimo no estreito de Ormuz, sob ameaça militar de Teerão desde o início da guerra, e no bloqueio naval imposto por Trump aos portos iranianos, além da crise no Líbano. </P><br />
<P>Os outros temas essenciais das conversações incluem o programa de enriquecimento de urânio e de produção de mísseis de longo alcance do Irão, bem como o apoio a grupos armados no Médio Oriente, incluindo o Hezbollah, a par do descongelamento de ativos iranianos no estrangeiro e levantamento de sanções internacionais a Teerão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771415]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Apagão: NOS diz que serviços prestados pela empresa não foram causa das falhas no SIRESP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:52:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A NOS esclareceu que os serviços prestados pela empresa não foram a causa das falhas no SIRESP, razão pela qual não pode ser penalizada ou ter recebido comunicação formal de intenção nesse sentido, e que os contratos foram cumpridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A NOS esclareceu que os serviços prestados pela empresa não foram a causa das falhas no SIRESP, razão pela qual não pode ser penalizada ou ter recebido comunicação formal de intenção nesse sentido, e que os contratos foram cumpridos.</P><br />
<P>Em comunicado divulgado hoje, a NOS recorda que presta à rede SIRESP &#8211; Sistema Integrado de Redes de Emergência e Segurança de Portugal &#8220;serviços de transmissão terrestre e de redundância via satélite, ao abrigo de contratos celebrados, os quais foram integralmente cumpridos&#8221;.</P><br />
<P>Enquanto prestador de serviços, &#8220;a NOS não tem &#8212; nem nunca teve &#8212; qualquer intervenção no desenho, na arquitetura ou nas decisões operacionais da rede SIRESP&#8221;, sendo que &#8220;essas responsabilidades são, exclusivamente, da SIRESP S.A., entidade gestora da rede&#8221;. </P><br />
<P>No que respeita os serviços prestados pela NOS, &#8220;podemos afirmar que estes não foram a causa das falhas no SIRESP&#8221;, prossegue, adiantando que &#8220;essa é a razão para a NOS não poder ser penalizada e não ter recebido qualquer penalidade ou comunicação formal de intenção nesse sentido&#8221;.</P><br />
<P>A NOS &#8220;tem estado e continuará disponível para apresentar os dados técnicos que suportam esta posição às entidades competentes e para colaborar no cabal esclarecimento dos factos, bem como na melhoria da rede SIRESP&#8221;.</P><br />
<P>A SIC Notícias &#8216;online&#8217; noticiou hoje que o SIRESP exige 343 mil euros de penalizações aos fornecedores responsáveis pelas falhas de serviço que aconteceram no dia do apagão geral, a 28 de abril de 2025.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771413]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Paulo Azevedo detém 6,6 milhões de ações da Sonae após compra de títulos por Migracom</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:44:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A sociedade Migracom, dominada por Paulo Azevedo, presidente do Conselho de Administração da Sonae, comprou 244.261 ações da empresa da Maia, passando a ser imputáveis ao gestor 6,6 milhões de ações, segundo um comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A sociedade Migracom, dominada por Paulo Azevedo, presidente do Conselho de Administração da Sonae, comprou 244.261 ações da empresa da Maia, passando a ser imputáveis ao gestor 6,6 milhões de ações, segundo um comunicado.</P><br />
<P>Na nota, divulgada na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a Sonae informou que &#8220;a Migracom, SA, dominada por Duarte Paulo Teixeira de Azevedo, presidente do Conselho de Administração da Sonae e membro do Conselho de Administração da Migracom, SA&#8221; informou &#8220;ter adquirido, nos dias 27, 28 e 29 de maio de 2026, 244.261 ações da Sonae, a um preço médio ponderado de 1,9037 euros&#8221;.</P><br />
<P>Assim, após esta transação, a Migracom passa &#8220;a deter diretamente 5.030.242 ações da Sonae, participação imputável a Duarte Paulo Teixeira de Azevedo&#8221;.  </P><br />
<P>Paralelamente, &#8220;considerando igualmente as 1.650.067 ações por si diretamente detidas, passam a ser imputáveis a Duarte Paulo Teixeira de Azevedo, direta e indiretamente, 6.680.309 ações representativas do capital social e dos direitos de voto da sociedade&#8221;.</P><br />
<P>A Sonae fechou hoje a sessão na bolsa de Lisboa a subir menos de 1%, para 1,86 euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771412]]></sapo:autor>
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		<title>Execução da Lei de Programação Militar desce para 52% em 2025 mas é a maior em termos absolutos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:26:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A execução da Lei de Programação Militar (LPM) em 2025 foi de 52%, ligeiramente inferior à do ano anterior, mas é a maior de sempre em termos absolutos, correspondendo a cerca de 699 milhões de euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A execução da Lei de Programação Militar (LPM) em 2025 foi de 52%, ligeiramente inferior à do ano anterior, mas é a maior de sempre em termos absolutos, correspondendo a cerca de 699 milhões de euros.</P><br />
<P>De acordo com um relatório da Direção-Geral de Armamento e Património da Defesa Nacional, coordenado pelo núcleo de acompanhamento da execução da LPM, ao qual a Lusa teve acesso, e que será debatido na quarta-feira na comissão parlamentar de Defesa, a LPM &#8220;registou em 2025 uma execução financeira global de 699,566 milhões de euros, correspondente a 52% da dotação corrigida&#8221;.</P><br />
<P>O relatório realça que este valor representa, &#8220;ainda assim, o valor mais elevado de sempre em termos de execução global da LPM&#8221;.</P><br />
<P>Em 2024, de acordo com um relatório semelhante apresentado anualmente à Assembleia da República então elaborado pela Direção-Geral de Recursos da Defesa Nacional, a LPM registou uma execução de 55%, correspondente a cerca de 388 milhões, e no ano anterior a taxa de execução foi de 64%, correspondente a 372 milhões.</P><br />
<P>Em 2025, a dotação total (que inclui receitas próprias e de impostos acumuladas ao longo do ano) correspondeu a 1.352,453 milhões de euros e foi reforçada em 651 milhões, registando um acréscimo face a 2024 de 92,8%.</P><br />
<P>Este aumento, explica-se no texto, resultou &#8220;em grande medida, da execução das receitas provenientes de impostos, que totalizaram 530,427 milhões&#8221;. Já as receitas próprias fixaram-se nos 169,138 milhões.</P><br />
<P>No ano passado, continua o relatório, a execução da LPM foi influenciada &#8220;por fatores positivos, nomeadamente a implementação de medidas de flexibilização, a isenção de cativações legais e a aprovação da maior parte da transição de saldos no primeiro semestre&#8221;. </P><br />
<P>Quanto a &#8220;fatores negativos&#8221;, é mencionada &#8220;a ausência de receitas provenientes da rentabilização de imóveis&#8221;. Na revisão da LPM em 2023, uma das novidades foi ter ficado estabelecido que parte do financiamento da lei teria que ser feita através da rentabilização de imóveis, &#8220;quando estas receitas não estejam afetas à execução da Lei de Infraestruturas Militares (LIM)&#8221;.</P><br />
<P>O relatório também identifica como fatores negativos a &#8220;data tardia de atribuição dos reforços destinados ao cumprimento dos 2%de investimento em Defesa no montante total de 520 milhões&#8221;, que só foram disponibilizados no segundo semestre do ano, bem como a &#8220;complexidade dos procedimentos de contratação&#8221; e o continuar do conflito na Ucrânia, com &#8220;impacto direto na economia mundial&#8221;.</P><br />
<P>No total, em 2025, foram executados 90 projetos: 29 decorrem como planeado, &#8220;à semelhança do ano anterior&#8221;, 54 apresentam atrasos, mais três do que em 2024, e sete mantêm &#8220;atrasos no caminho crítico&#8221; (dois nos serviços centrais, dois no EMGFA, um na Marinha e dois na Força Aérea).</P><br />
<P>A categoria com maior percentagem de execução foram os &#8220;Serviços Centrais&#8221; com 82% (260 milhões executados), seguidos da Força Aérea, que executou 75% (169 milhões), o Exército com 38% (110 milhões), o Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) com 36% (18 milhões) e a Marinha com 30% (140 milhões).</P><br />
<P>Numa análise comparativa dos últimos 20 anos, o relatório indica que em 2010 registou-se a taxa de execução mais elevada da LPM, 89%, e a mais baixa foi em 2007, e correspondeu a 50%.</P><br />
<P>A Lei de Programação Militar estabelece o investimento público em meios e equipamentos para as Forças Armadas e o Governo prevê revê-la este ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771411]]></sapo:autor>
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		<title>EDP Renováveis regista aumento de capital de 43 ME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:10:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP Renováveis (EDPR) anunciou hoje que o seu aumento de capital, decidido em assembleia-geral, já foi registado com o valor nominal de 43 milhões de euros, foi comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A EDP Renováveis (EDPR) anunciou hoje que o seu aumento de capital, decidido em assembleia-geral, já foi registado com o valor nominal de 43 milhões de euros, foi comunicado ao mercado. </P><br />
<P>&#8220;A EDPR informa que, nesta data, a escritura relativa ao aumento de capital social da sociedade [&#8230;] foi registada no Registo Comercial de Astúrias, no valor nominal de 43.329.245 euros&#8221;, lê-se no comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).  </P><br />
<P>Este aumento de capital vai ser executado mediante a emissão de 8.665.849 ações ordinárias da sociedade, com o valor nominal de cinco euros cada. </P><br />
<P>Conforme detalhou, aproximadamente 92,3% dos direitos de incorporação emitidos no âmbito do programa de dividendos foram convertidos em ações e, consequentemente, participaram no aumento de capital social. </P><br />
<P>Após este aumento, o capital social da EDPR passa a ser de 5.298.494.825 euros.</P><br />
<P>Na sessão de hoje da bolsa, as ações da EDPR subiram 0,35% para 14,25 euros. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771410]]></sapo:autor>
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		<title>Papa Leão XIV faz história e nomeia a primeira &#8220;ministra&#8221; leiga do Vaticano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:08:21 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Papa Leão XIV deu um novo passo no processo de renovação das estruturas da Santa Sé ao nomear a mexicana Montserrat Alvarado como prefeita do Dicastério para a Comunicação, tornando-a a primeira mulher leiga a assumir sozinha a liderança de um dos principais organismos governativos do Vaticano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Papa Leão XIV deu um novo passo no processo de renovação das estruturas da Santa Sé ao nomear a mexicana Montserrat Alvarado como perfeita do Dicastério para a Comunicação, tornando-a a primeira mulher leiga a assumir sozinha a liderança de um dos principais organismos governativos do Vaticano.</p>
<p>O anúncio foi feito esta terça-feira pela Sala de Imprensa da Santa Sé e representa um marco na história da Igreja Católica. Embora já existam mulheres em posições de destaque na administração vaticana, Alvarado será a primeira leiga a dirigir, de forma autónoma, um dicastério — estrutura equivalente aos ministérios da Cúria Romana.</p>
<p>A responsável substituirá o italiano Paolo Ruffini, atual prefeito do organismo, e tomará posse a 1 de novembro. Apesar de não ser a única mulher a desempenhar funções de perfeita no Vaticano, será a primeira a fazê-lo sem a presença de um cardeal ou outro responsável a partilhar a liderança do respetivo organismo.</p>
<p>A nomeação surge poucos dias depois de Leão XIV ter defendido, na sua primeira encíclica, a necessidade de impor “restrições éticas” à inteligência artificial e de travar aquilo que classificou como uma “dinâmica desumanizante” associada ao desenvolvimento tecnológico. A escolha de Alvarado é vista como mais um sinal da intenção do novo pontífice de prosseguir reformas estruturais dentro da Igreja.</p>
<p><strong>Uma carreira construída nos media católicos internacionais</strong><br />
Conhecida internacionalmente como Montse Alvarado, a futura perfeita da Comunicação do Vaticano desempenha desde 2023 os cargos de presidente e diretora de operações da EWTN News, uma das maiores organizações de comunicação católica do mundo.</p>
<p>Nas suas funções atuais, supervisiona plataformas mediáticas globais que produzem conteúdos em inglês, espanhol, alemão, francês, português, árabe e italiano, alcançando milhões de pessoas em vários continentes.</p>
<p>O jornal norte-americano Wall Street Journal chegou a descrevê-la como uma defensora da liberdade religiosa que esteve “na linha da frente das guerras culturais dos Estados Unidos”, sublinhando o papel que desempenhou em debates públicos sobre religião, sociedade e valores culturais.</p>
<p>Natural da Cidade do México, Alvarado apresenta-se frequentemente como uma “católica latina orgulhosa”. Possui uma licenciatura em Ciência Política pela Florida International University e um mestrado obtido na George Washington University.</p>
<p><strong>Defesa da liberdade religiosa e intervenção pública</strong><br />
Antes de ingressar na EWTN, iniciou a sua carreira na Becket Fund for Religious Liberty, uma organização sem fins lucrativos dedicada à defesa da liberdade religiosa nos Estados Unidos.</p>
<p>Durante esse período, integrou equipas jurídicas que participaram em diversos processos junto do Supreme Court of the United States. Segundo a sua biografia oficial, o grupo obteve doze vitórias naquele tribunal em casos relacionados com as Little Sisters of the Poor, reclusos muçulmanos condenados à pena de morte e instituições de solidariedade social, entre outros.</p>
<p>Alvarado destacou-se também como criadora e apresentadora do programa “EWTN News in Depth”, um espaço semanal de análise dedicado à atualidade da Igreja Católica, à política e à cultura sob uma perspetiva católica.</p>
<p>Ao longo dos anos, participou em múltiplas iniciativas ligadas à chamada nova evangelização, abordando temas como a liberdade de expressão, o papel das mulheres na Igreja e a integração de comunidades marginalizadas na sociedade.</p>
<p>Além do espanhol e do inglês, fala fluentemente francês. A sua biografia refere ainda que é intérprete de jazz e de música clássica.</p>
<p><strong>Reforma da comunicação da Santa Sé ganha novo impulso</strong><br />
A escolha de Montserrat Alvarado é interpretada como uma continuação do processo de reforma dos meios de comunicação do Vaticano, uma prioridade já identificada pelos cardeais durante reuniões recentes com o Papa Leão XIV.</p>
<p>O Dicastério para a Comunicação foi criado pelo Papa Francisco em 2015, no âmbito da reforma da Cúria Romana. O organismo concentra a supervisão de praticamente todo o sistema mediático da Santa Sé.</p>
<p>Sob a sua tutela encontram-se estruturas como Vatican News, Rádio Vaticano, L&#8217;Osservatore Romano, Vatican Media, a Sala de Imprensa da Santa Sé, a editora vaticana, a tipografia oficial e a filmoteca do Vaticano.</p>
<p><strong>Nova &#8216;ministra&#8217; promete servir o pontificado de Leão XIV</strong><br />
Num comunicado divulgado após a sua nomeação, Alvarado afirmou ter recebido a decisão com surpresa, mas também com sentido de missão.</p>
<p>“Embora esta nomeação tenha sido inesperada, acolho-a com o sincero desejo de servir o Santo Padre no início do seu pontificado”, declarou.</p>
<p>A futura reponsável agradeceu ainda o trabalho desenvolvido por Paolo Ruffini e manifestou vontade de prosseguir o projeto iniciado pelo seu antecessor.</p>
<p>“Estou grata a Paolo Ruffini pela sua liderança nos últimos anos e espero continuar, com amizade e esperança, o importante trabalho de fortalecer o Dicastério para que continue a servir a Igreja em Roma e noutras partes do mundo, comunicando Cristo ao mundo”, afirmou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771398]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel e Hezbollah prosseguem ataques apesar de trégua de Trump</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-israel-e-hezbollah-prosseguem-ataques-apesar-de-tregua-de-trump/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 18:06:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Israel e o grupo xiita Hezbollah prosseguiram hoje os confrontos no sul do Líbano, apesar das garantias do Presidente norte-americano, Donald Trump, de que tinha obtido um compromisso de uma trégua de ambos os lados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Israel e o grupo xiita Hezbollah prosseguiram hoje os confrontos no sul do Líbano, apesar das garantias do Presidente norte-americano, Donald Trump, de que tinha obtido um compromisso de uma trégua de ambos os lados.</P><br />
<P>O exército israelita atacou hoje cerca de 20 locais no sul do Líbano, de acordo com a agência oficial de notícias libanesa, NNA.</P><br />
<P>As forças israelitas lançaram uma série de ataques contra a cidade libanesa de Nabatieh e outras cidades vizinhas, região onde intensificou a sua ofensiva nos últimos dias, tendo cruzado o rio Litani, que era a anterior demarcação das operações militares no sul do Líbano</P><br />
<P>As tropas israelitas já chegaram a cerca de oito quilómetros a sul de Nabatieh, depois de no domingo reivindicarem a captura da fortaleza de Beaufort, também do lado norte do rio Litani.</P><br />
<P>O Hezbollah reivindicou por sua vez vários ataques contra os militares israelitas que ocupam parte do sul do Líbano, mas não mencionou qualquer ofensiva contra o norte de Israel, embora Israel tenha anunciado que intercetou dois projéteis.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano anunciou na segunda-feira ter obtido garantias do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e do Hezbollah de uma trégua, que incluía a suspensão da ordem do chefe de Governo israelita do bombardeamento do bairro de Dahieh, na periferia sul de Beirute e um bastião do grupo xiita apoiado pelo Irão.</P><br />
<P>&#8220;Israel não os atacará e eles não atacarão Israel&#8221;, declarou o líder norte-americano, que disse ter obtido também a garantia de Netanyahu de que as tropas israelitas não chegarão a Beirute.</P><br />
<P>A embaixada do Líbano em Washington confirmou ter recebido a adesão do Hezbollah à proposta de trégua e que o acordo se aplicava a todo o país. </P><br />
<P>Pouco depois, o primeiro-ministro israelita afirmou que Israel atacará Beirute se o seu país voltar a ser visado pelo Hezbollah, ao mesmo tempo que indicou que &#8220;as Forças de Defesa de Israel continuarão a operar como planeado&#8221; no sul do Líbano. </P><br />
<P>No seguimento deste pronunciamento, o jornal digital Axios noticiou hoje que o Presidente norte-americano destratou o primeiro-ministro israelita, afirmando que está &#8220;doido&#8221; e que impediu que fosse preso pelas acusações que enfrenta na justiça de fraude, abuso de confiança e corrupção.</P><br />
<P>Já hoje, o ministro da Defesa de Israel disse ter obtido o aval de Washington para bombardear os subúrbios de Beirute, se for atacado pelo Hezbollah.</P><br />
<P>O Hezbollah indicou pelo seu lado que não aceitará um &#8220;cessar-fogo parcial&#8221;, segundo Mahmoud Qomati, alto dirigente do grupo xiita citado pela agência France Presse (AFP).</P><br />
<P>Apesar da tensão, representantes libaneses e israelitas retomaram hoje as negociações de paz em Washington, numa ronda de diálogo patrocinada pelos Estados unidos que se prolonga até quarta-feira.</P><br />
<P>A escalada militar no Líbano levou o Irão a suspender na segunda-feira as conversações de paz com Washington e que estão ligadas ao conflito entre Israel o Hezbollah.</P><br />
<P>O Irão justificou a sua decisão com violações &#8220;em todas as frentes&#8221; do cessar-fogo acordado com Washington no início de abril, incluindo o Líbano.</P><br />
<P>No último mês, Hezbollah e Israel têm continuado os ataques aéreos e confrontos terrestres no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril. </P><br />
<P>A trégua foi acordada entre Israel o Governo libanês em Washington, mas não era reconhecida pelo grupo xiita apoiado pelo Irão, tal como as negociações de paz israelo-libanesas em curso, com o patrocínio dos Estados Unidos.</P><br />
<P>O Líbano foi arrastado pelas milícias xiitas libanesas para a nova guerra na região ao reatarem, no início de março, ataques aéreos contra o território israelita.</P><br />
<P>Israel respondeu com bombardeamentos intensivos e expandiu as posições militares que já mantinha no sul do país vizinho durante o conflito anterior.</P><br />
<P>Desde 02 de março, pelo menos 3.468 pessoas morreram, segundo a última atualização do Ministério da Saúde libanês, em resultado dos ataques israelitas, que provocaram também acima de um milhão de deslocados.</P><br />
<P>As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra de Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e que foi interrompido com o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irão. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771406]]></sapo:autor>
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		<title>Trump nomeia aliado para liderar os serviços secretos dos EUA. Até agora chefiava financiamento à habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:35:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a nomeação de Bill Pulte para o cargo de diretor interino da Inteligência Nacional dos Estados Unidos, colocando um dos seus aliados políticos à frente da coordenação das principais agências de informações do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou a nomeação de Bill Pulte para o cargo de diretor interino da Inteligência Nacional dos Estados Unidos, colocando um dos seus aliados políticos à frente da coordenação das principais agências de informações do país.</p>
<p>A decisão surge na sequência da saída de Tulsi Gabbard, que abandonou funções no mês passado após revelar que o marido foi diagnosticado com uma forma extremamente rara de cancro ósseo. Na altura, Gabbard explicou que decidiu deixar a vida pública para poder dedicar-se integralmente ao apoio ao companheiro durante o tratamento da doença.</p>
<p>A antiga responsável pela Inteligência Nacional tinha sido uma escolha controversa para o cargo. Antiga membro do Partido Democrata, Gabbard destacou-se ao longo dos anos pelas críticas à intervenção militar dos Estados Unidos em conflitos internacionais, posições que geraram debate tanto entre republicanos como entre democratas durante o período em que liderou a comunidade de informações norte-americana.</p>
<p>O sucessor interino, Bill Pulte, desempenhava até agora as funções de diretor da Agência Federal de Financiamento da Habitação dos Estados Unidos (Federal Housing Finance Agency, FHFA), organismo responsável pela supervisão do sistema federal de financiamento à habitação. Durante o seu mandato, tomou uma decisão que atraiu atenção em Washington ao nomear-se presidente das gigantes hipotecárias Fannie Mae e Freddie Mac, duas das instituições mais importantes do mercado imobiliário norte-americano.</p>
<p>Ao anunciar a nomeação através da sua rede social Truth Social, Trump justificou a escolha afirmando que Pulte possui “vasta experiência na gestão de assuntos sensíveis na América”. O presidente acrescentou ainda que, durante este período interino, o novo responsável continuará simultaneamente a exercer as funções de diretor da FHFA e de presidente da Fannie Mae e da Freddie Mac.</p>
<p>A nomeação significa que Pulte passará a assumir temporariamente a supervisão da comunidade de informações dos Estados Unidos, estrutura que coordena diversas agências responsáveis pela recolha, análise e avaliação de informação estratégica relacionada com a segurança nacional.</p>
<p>A decisão reforça também a influência de figuras próximas de Trump em cargos-chave da administração norte-americana, numa altura em que a Casa Branca continua a reorganizar posições de topo em vários departamentos governamentais. Embora tenha sido designado apenas numa base interina, Bill Pulte passa agora a ocupar um dos postos mais sensíveis da estrutura de segurança dos Estados Unidos, acumulando simultaneamente responsabilidades relevantes nos setores financeiro e habitacional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771372]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Greve Geral: STAL espera &#8220;grande adesão&#8221; e efeitos já hoje na recolha de resíduos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:30:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) espera "uma grande adesão" à greve de quarta-feira, contra a proposta de pacote laboral do Governo, e que os efeitos se façam sentir já hoje na recolha de resíduos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL) espera &#8220;uma grande adesão&#8221; à greve de quarta-feira, contra a proposta de pacote laboral do Governo, e que os efeitos se façam sentir já hoje na recolha de resíduos.</p>
<p>&#8220;Os trabalhadores estão atentos, estão preocupados&#8221; não só com &#8220;as intenções do Governo, com o pacote laboral, mas também muito com o poder de compra. Há (&#8230;) muita preocupação com as dificuldades de fazer face àquilo que é necessário no dia-a-dia, as necessidades básicas, alimentação e habitação&#8221;, afirmou Cristina Torres.</p>
<p>Por isso, a presidente da direção nacional do STAL, em declarações à Lusa, disse esperar &#8220;que haja uma grande adesão dos trabalhadores da administração local e do setor empresarial local à greve convocada para amanhã [quarta-feira], que começa ainda hoje à noite&#8221;.</p>
<p>A CGTP-IN entregou um pré-aviso de greve geral para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo na Concertação Social.</p>
<p>&#8220;O STAL fez centenas de plenários e de ações de contacto com os trabalhadores, fez esta preparação da greve continuando a esclarecer os trabalhadores sobre o que está em causa com o pacote laboral&#8221;, explicou Cristina Torres, notando que as alterações não se destinam &#8220;só para o setor privado, é para todos os trabalhadores, calha a todos&#8221;, e tem obtido como resposta &#8220;entusiasmo&#8221; e &#8220;manifestação de vontade de adesão à greve&#8221;.</p>
<p>Para a dirigente sindical, é necessário derrotar o pacote laboral, e embora &#8220;convicta [de] que os trabalhadores já o rejeitaram, na sua esmagadora maioria&#8221;, agora &#8220;é preciso derrotá-lo, é preciso que ele vá ao chão&#8221;, pois como disse &#8220;é só mais um empurrão e o pacote vai ao chão&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mas é necessário também que, no campo da administração pública, (&#8230;) o Governo responda àquilo que a Frente Comum e os seus sindicatos reivindicam, que é o aumento dos salários, o aumento intercalar de salários, que faça face ao problema do custo de vida&#8221; e &#8220;que os trabalhadores da administração local sejam valorizados&#8221;, advogou.</p>
<p>A responsável do STAL salientou que os trabalhadores, quer seja &#8220;sentados à secretária&#8221;, com &#8220;a vassoura na mão&#8221;, atrás &#8220;de um camião de recolha do lixo&#8221; ou &#8220;a garantir que a água chegue às torneiras&#8221; dos munícipes &#8220;têm consciência da importância do seu trabalho&#8221;, mas não veem isso &#8220;refletido na sua vida, nos seus salários, nos seus direitos&#8221;.</p>
<p>&#8220;É preciso que este governo olhe para os seus trabalhadores, olhe para o seu povo e responda às suas necessidades, em vez de responder só aos desejos gananciosos de meia dúzia de grupos económicos&#8221;, proclamou.</p>
<p>Em relação aos efeitos da greve, Cristina Torres admitiu que os primeiros serviços afetados sejam os &#8220;da recolha de resíduos&#8221;, que costumam começar a operar a partir das 22:00, mas que, devido à paralisação, &#8220;os carros vão ficar dentro dos estaleiros e dos parques de viaturas e não vai haver recolha&#8221;.</p>
<p>Depois, espera também uma forte adesão de &#8220;equipamentos coletivos, como bibliotecas, piscinas, mesmo serviços administrativos&#8221; e escolas, juntamente com os &#8220;camaradas da função pública&#8221;.</p>
<p>A luta do STAL vai além do pacote laboral, com o aumento da precarização dos postos de trabalho, facilitação dos despedimentos e desvalorização da contratação coletiva, também em defesa do suplemento de penosidade e insalubridade, regulamentação das profissões de desgaste rápido e reposição do direito à indemnização devida por acidente de trabalho ou doença profissional.</p>
<p>&#8220;Os trabalhadores da administração pública continuam limitados nesse direito, portanto só os trabalhadores que têm uma perda de capacidade igual ou superior a 30% é que recuperaram o direito, todos os outros continuam sem o direito à devida compensação indemnizatória sobre a perda de capacidade por acidente de trabalho&#8221;, apontou.</p>
<p>O STAL vai ter piquetes de greve, entre outros, na Amadora, Loures, Sintra, Setúbal, Seixal, Porto ou Braga, com o que Cristina Torres assegurou ser uma &#8220;grande vontade de vencer&#8221; esta batalha. Aos trabalhadores deixou o apelo: &#8220;Façam greve, juntem-se a todos, unam-se, porque é preciso termos todos direito a uma vida com dignidade.&#8221;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771395]]></sapo:autor>
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		<title>Euro volta a cair mas segue na barreira dos 1,16 dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:27:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O euro caiu hoje face ao dólar, pela segunda sessão consecutiva, mas manteve-se na barreira dos 1,16 dólares, no mesmo dia em que o Hezbollah disse que não vai aceitar um cessar-fogo parcial com Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O euro caiu hoje face ao dólar, pela segunda sessão consecutiva, mas manteve-se na barreira dos 1,16 dólares, no mesmo dia em que o Hezbollah disse que não vai aceitar um cessar-fogo parcial com Israel.</p>
<p>Às 18:02 (hora de Lisboa), o euro seguia a 1,1628 dólares, quando na segunda-feira, pela mesma hora, negociava a 1,1630 dólares.</p>
<p>O euro também baixou em comparação com a libra, mas avançou relativamente ao iene.</p>
<p>O Hezbollah não aceitará um &#8220;cessar-fogo parcial&#8221; com Israel, afirmou hoje um responsável do movimento pró-iraniano, ameaçando com uma retaliação caso Israel ataque Beirute ou os subúrbios do sul.</p>
<p>&#8220;Não aceitaremos qualquer acordo parcial de cessar-fogo&#8221;, assegurou Mahmoud Qomati, numa declaração escrita, de acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP). &#8220;O inimigo sionista deve saber que qualquer agressão contra os subúrbios [do sul de Beirute] poderá provocar uma resposta mais forte&#8221; por parte do Hezbollah.</p>
<p>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, afirmou que os Estados Unidos validaram o princípio segundo o qual Israel atacará os subúrbios do sul da capital libanesa, bastião do Hezbollah, caso o movimento vise território israelita.</p>
<p>As declarações de Qomati surgiram no mesmo dia em que os embaixadores de Israel e do Líbano em Washington foram recebidos no Departamento de Estado para uma nova sessão de conversações diretas, quando se mantêm os ataques do Hezbollah e das forças israelitas.</p>
<p>Trata-se do quarto encontro entre os representantes dos dois países, que não mantêm relações diplomáticas.</p>
<p>Divisas&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.hoje&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;segunda-feira</p>
<p>Euro/dólar&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;1,1628&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;1,1630</p>
<p>Euro/libra&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;0,86354&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..0,86398</p>
<p>Euro/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.185,95&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;185,91</p>
<p>Dólar/iene&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;159,92&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;159,60</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771388]]></sapo:autor>
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		<title>Governo confirma contacto da Mitsubishi Fuso sobre eventual &#8216;lay-off&#8217; de até 400 trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:23:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo confirmou que a Mitsubishi Fuso informou o IEFP da intenção de avançar com um eventual 'lay-off' que poderá abranger até 400 trabalhadores em julho, segundo uma resposta enviada ao PCP a que a Lusa teve hoje acesso.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo confirmou que a Mitsubishi Fuso informou o IEFP da intenção de avançar com um eventual &#8216;lay-off&#8217; que poderá abranger até 400 trabalhadores em julho, segundo uma resposta enviada ao PCP a que a Lusa teve hoje acesso.</p>
<p>Na resposta à pergunta apresentada pelos comunistas sobre a situação laboral na fábrica do Tramagal, no concelho de Abrantes, o Ministério do Trabalho indica que o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP) se encontra &#8220;em articulação direta com a empresa&#8221;, que comunicou a intenção de avançar com um eventual processo de &#8216;lay-off&#8217;.</p>
<p>Segundo o documento, datado de 15 de maio, o processo &#8220;poderá envolver até 400 postos de trabalho durante o mês de julho de 2026&#8221; naquela unidade fabril do distrito de Santarém.</p>
<p>O Governo refere ainda que, em 30 de março, foi realizada uma reunião entre responsáveis do IEFP e da empresa para preparar respostas formativas destinadas aos trabalhadores abrangidos, encontrando-se o instituto a aguardar uma decisão da Mitsubishi Fuso.</p>
<p>Por outro lado, a tutela indica que não foi comunicada à Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT) qualquer situação de despedimento coletivo nem solicitada a abertura de um processo de prevenção de conflitos.</p>
<p>A resposta acrescenta que a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) realizou uma visita inspetiva à unidade industrial do Tramagal e que, até ao momento, não foi requerido qualquer processo de redução temporária do período normal de trabalho ou suspensão de contratos por crise empresarial.</p>
<p>Num comunicado hoje divulgado, a Comissão Concelhia de Abrantes do PCP afirma que a resposta do Governo demonstra que o executivo tinha conhecimento da situação &#8220;desde março&#8221; deste ano.</p>
<p>&#8220;Enquanto afirma não ter sido formalmente informado sobre qualquer processo de &#8216;lay-off&#8217; ou despedimento, o próprio Governo admite que o IEFP se encontrava, desde março, em articulação com a empresa para preparar um processo que poderá abranger até 400 trabalhadores&#8221;, refere o PCP.</p>
<p>Os comunistas acusam o executivo de se limitar a acompanhar o processo, apesar dos impactos que a medida poderá ter nos trabalhadores e respetivas famílias, defendendo a proteção dos postos de trabalho e dos salários.</p>
<p>Em abril, a Mitsubishi Fuso confirmou à Lusa que não está prevista produção na fábrica do Tramagal durante o mês de julho, no âmbito de um ajustamento do planeamento operacional associado à transição do modelo europeu de encomendas e distribuição.</p>
<p>Na mesma ocasião, a empresa admitiu a adaptação da estrutura de recursos humanos através de um programa de saídas voluntárias, enquanto o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras (SITE-CSRA) apontou para a saída de cerca de 40 trabalhadores e alertou para a aplicação de um regime de &#8216;lay-off&#8217; durante o período de paragem.</p>
<p>A paragem da produção, prevista para o mês de julho, foi justificada pela administração como uma &#8220;adaptação à transição energética&#8221;.</p>
<p>A fábrica deixará de produzir para o mercado europeu os modelos Canter a gasóleo até 3.500 quilogramas, focando-se em veículos de maior dimensão e na versão elétrica eCanter, da qual detém produção exclusiva para a Europa.</p>
<p>Segundo fonte oficial da Mitsubishi Fuso Truck and Bus Corporation (MFTBC) à Lusa, o processo faz parte de uma reorganização internacional do grupo para responder às exigências ambientais do setor automóvel europeu.</p>
<p>A unidade industrial do Tramagal emprega cerca de 400 trabalhadores permanentes, segundo a empresa, número que o sindicato estima em cerca de 500, incluindo contratos temporários.</p>
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		<title>Tribunal disse que Salgado &#8220;é propenso à prática&#8221; dos factos pelos quais foi condenado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 17:18:59 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O tribunal considerou hoje que Ricardo Salgado "é propenso à prática" dos factos pelos quais foi condenado, mas que, neste momento, não existe perigosidade, nem condições de saúde para cumprir pena numa cadeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O tribunal considerou hoje que Ricardo Salgado &#8220;é propenso à prática&#8221; dos factos pelos quais foi condenado, mas que, neste momento, não existe perigosidade, nem condições de saúde para cumprir pena numa cadeia.</p>
<p>No acórdão a que a Lusa teve acesso e que determinou a suspensão da pena única de 13 anos, o coletivo de juízes presidido por Ana Paula Rosa apontou que &#8220;a ilicitude dos factos é muito elevada, atendendo ao modo de atuação do arguido&#8221; e que a sua personalidade mostra &#8220;que o mesmo é propenso à prática de factos similares&#8221;.</p>
<p>Estes pontos foram algumas das justificações para fixar nos 13 anos o cúmulo jurídico das duas penas de prisão de seis anos e três meses e oito anos a que Ricardo Salgado foi condenado no âmbito dos processos EDP e Operação Marquês.</p>
<p>Apesar da pena única de 13 anos de prisão, o Tribunal Central Criminal de Lisboa decidiu suspender a pena, uma vez que, lê-se no acórdão, &#8220;a doença de que o arguido padece impede uma compreensão plena do sentido e alcance de uma pena e dos factos a ela associados, mantendo apenas algumas capacidades semânticas e automatismos sociais preservados&#8221;.</p>
<p>O tribunal considerou válida a última perícia feita ao ex-banqueiro, que diz que está &#8220;incapaz de gerir o seu quotidiano de forma independente num estabelecimento prisional&#8221; e que as limitações cognitivas e motoras do examinando [Ricardo Salgado] comprometem gravemente a sua autonomia de forma que carece de acompanhamento para grande parte das atividades de vida diária&#8221;.</p>
<p>&#8220;Dos factos provados, resulta indubitavelmente que Ricardo Salgado sofre de anomalia psíquica, que surgiu depois da prática dos crimes, que a mesma é determinante para a sua incapacidade de compreensão do sentido, do alcance e dos efeitos da pena, e que inexiste perigosidade atual do arguido para a prática de crimes da mesma espécie&#8221;, lê-se ainda no acórdão.</p>
<p>A última perícia forense pedida pelo tribunal para determinar se Ricardo Salgado pode ou não cumprir as penas de prisão a que foi condenado concluiu que o ex-banqueiro está incapaz de compreender o porquê de cumprir pena.</p>
<p>&#8220;Ainda que possa conservar uma compreensão muito genérica da existência de um processo judicial, tal será tão-somente a replicação mecânica de indicações de que está em contexto pericial, sem integrar a verdadeira noção axiológica do processo, nomeadamente a relação entre os factos e a pena, o motivo pela qual ela lhe é aplicada, a duração da mesma e a finalidade da sua execução&#8221;, refere o documento datado de 11 de maio, ao qual a Lusa teve acesso.</p>
<p>O antigo presidente do BES foi condenado no âmbito de dois processos: um que resultou do chamado caso EDP, em que foi condenado, em 2024, a seis anos e três meses de prisão por ter corrompido o antigo ministro Manuel Pinho (2005-2009), para que este beneficiasse o Grupo Espírito Santo (GES); e outro que resultou do processo Operação Marquês, em que foi condenado, em 2022, a oito anos de cadeia por abuso de confiança, por ter desviado, em 2011, 10,7 milhões de euros do GES.</p>
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