A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi de 0,932% em junho (0,903% no mês anterior). Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 0,845% em maio para 0,900% em junho, segundo dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), divulgados esta segunda-feira.
Para o destino de financiamento Aquisição de Habitação, o mais relevante no conjunto do crédito à habitação, a taxa de
juro implícita para o total dos contratos subiu para 0,946% (numa subida de 2,8 p.b. face a maio). Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, a taxa de juro para este destino de financiamento fixou-se em 0,887%.
Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação vencida subiu 1 euro, para 228 euros. Deste valor,
42 euros (18%) correspondem a pagamento de juros e 186 euros (82%) a capital amortizado (ver gráfico 2). Nos contratos celebrados nos últimos 3 meses, o valor médio da prestação subiu para 275 euros.
Em junho, o capital médio em dívida para a totalidade dos contratos subiu 116 euros face ao mês anterior, fixando-se
nos 54 126 euros. Para os contratos celebrados nos últimos 3 meses, o montante médio do capital em dívida foi 108 460 euros, mais 271 euros que em maio.



