A taxa de juro implícita no conjunto dos contratos de crédito à habitação foi 0,997% em Fevereiro, valor inferior em 0,3 pontos base (p.b) face aos 1,000% no mês anterior, mostram dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), publicados nesta quinta-feira. Esta é a sétima descida consecutiva.
Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro subiu de 1,090% para 1,131%, segundo o INE.
Em Fevereiro, o capital médio em dívida aumentou 147 euros, fixando-se em 53.755 euros. Já a prestação média aumentou um euro, para 248 euros.
Para os contratos celebrados nos últimos três meses, o montante médio do capital em dívida foi 105 896 euros, mais 769 euros que em Janeiro.
Para o destino de financiamento Aquisição de Habitação (o mais relevante no conjunto do crédito à habitação), a taxa de
juro implícita para o total dos contratos desceu para 1,018%. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, a taxa de juro para este destino de financiamento aumentou 4,7 p.b. no mês em análise, fixando-se em 1,128%.
Considerando a totalidade dos contratos, o valor médio da prestação vencida aumentou um euro para 248 euros. Deste
valor, 45 euros (18%) correspondem a pagamento de juros e 203 euros (82%) a capital amortizado. Nos contratos celebrados nos últimos três meses, o valor médio da prestação subiu cinco euros, para 342 euros.
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