Arranca esta sexta-feira, no Campo Pequeno, o Congresso da Juventude Social-Democrata (JSD): o evento servirá para a escolha do seu novo líder, que substituirá no cargo o deputado Alexandre Poço, e a eleição dos novos órgãos nacionais da JSD para o biénio 2024-2026
O secretário-geral do PSD, Hugo Soares, vai participar, às 21 horas, na sessão de abertura do congresso, sendo que a sessão de encerramento, no domingo, às 13 horas, vai contar com a presença do líder social-democrata e primeiro-ministro, Luís Montenegro.
Nos últimos anos, as candidaturas à liderança da ‘jota’ têm sido anunciadas em Conselho Nacional.
Alexandre Poço foi eleito pela primeira vez presidente da Juventude Social-Democrata em 26 de julho de 2020, derrotando a então também deputada Sofia Matos, que tinha sido mandatária nacional para a Juventude do ex-presidente do PSD, Rui Rio. Em 10 de abril de 2022, Poço foi reeleito com 83% dos votos em lista única aos órgãos nacionais.
Alexandre Poço sucedeu no cargo a Margarida Balseiro Lopes, atual ministra da Juventude e Modernização.
Deputado desde a XIV legislatura, Poço tem atualmente 31 anos (já não podendo recandidatar-se ao cargo de líder da JSD) e foi vice-presidente da bancada na direção cessante do grupo parlamentar de Joaquim Miranda Sarmento.
Nas últimas autárquicas, foi candidato pelo PSD a Oeiras, de onde é natural, contra o independente e ex-militante do partido Isaltino Morais.
A JSD Distrital do Porto vai apresentar, no congresso, uma proposta de referendo sobre a regionalização, sendo que a estrutura pretende que seja “marcado para culminar um processo de atribuição de mais poder à governação local, aperfeiçoando a descentralização de competências ao longo dos próximos cinco anos”.
“Desde o lançamento do processo de descentralização pelo anterior Governo socialista, muitos autarcas têm expressado uma significativa insatisfação com a forma como as competências foram transferidas. As principais queixas incluem a insuficiência de recursos financeiros e humanos para cumprir as novas responsabilidades, a falta de clareza nos processos e a fraca e, em muitos casos, a ausência de comunicação entre o governo central e as autarquias”, referiu a JSD Porto, em comunicado.














