Joe Biden recebeu, esta quinta-feira, na Casa Branca, a primeira-ministra da Suécia Magdalena Andersson e o presidente da Finlândia, Sauli Niinistö, para celebrar o pedido de adesão dos dois países nórdicos à Organização do Tratado do Atlântico Norte (NATO) e garantiu que o crescimento da NATO “não é uma ameaça para ninguém”.
“É uma grande honra receber-vos na Casa Branca conforme a Finlândia e Suécia iniciam o processo de adesão à NATO”, garantiu o líder americano. “A NATO enfrentou dúvidas sobre se era necessária no século XXI. Hoje, não há dúvidas, a NATO é precisa e é eficaz, mais do que nunca”, frisou, recordando as operações conjuntas no Kosovo, no Iraque e Afeganistão.
“É um dia muito, muito grande. Tenho orgulho de dar as boas-vindas e oferecer o forte apoio dos Estados Unidos para as candidaturas de duas grandes democracias e dois parceiros próximos e altamente capazes para se juntarem à aliança defensiva mais forte e poderosa da história do mundo”, referiu Biden, sublinhando “os dois orgulhosos países independentes que exercem o seu direito soberano que todos os estados possuem para decidir a sua própria segurança”.
O presidente americano garantiu ainda que as conversas com os dois países antecedem a agressão da Rússia à Ucrânia, que Biden sublinhou que “rompeu” a segurança da Europa.
“A Finlândia e a Suécia tornam a NATO mais forte, não só pela sua capacidade mas pelas suas democracias fortes. Uma NATO forte e unida é a base da segurança dos Estados Unidos”, garantiu, reforçando: “A entrada de novos membros na NATO não é uma ameaça para nenhuma nação. Nunca foi. O objetivo da NATO é defender-se contra agressões”, finalizou.













