pub

Jerónimo de Sousa reforça oposição do PCP ao Estado de Emergência. Diz que nada resolveu

Depois de reunir com o Presidente da República, Jerónimo de Sousa deixou claro que o PCP tinha razão em votar contra as novas medidas do Estado de Emergência. «É pela via da proibição, pela via da limitação, que se tentam aplicar essas medidas com todos os efeitos que teve, particularmente numa outra dimensão, que não pode ser esquecida: as consequências para centenas de milhares de trabalhadores.»

Segundo Jerónimo de Sousa, há milhares de micro, pequenas e médias empresas «numa situação dramática», sublinhando o caso da restauração e do recolher obrigatório a partir das 13h em quase 200 concelhos portugueses.

Além da restauração, aponta ainda para a cultura, para os eventos e para outras indústrias que «começam a ter problemas sérios e, no entanto, o Estado de Emergência acabou por prevalecer». Isto sem resolver o problema, acredita o secretário-geral do PCP.

Jerónimo de Sousa adianta ainda que o congresso marcado para os próximos dias 27, 28 e 29 de Novembro mantém-se como previsto.

Após as rondas de reuniões entre o Presidente da República e os partidos políticos, que começaram ontem e se estendem ao dia de hoje, as declarações dos intervenientes indicam que o Estado de Emergência será mesmo para renovar e que haverá novas medidas a caminho.

Amanhã, a Assembleia da República vai debater e votar o novo decreto presidencial, antes de iniciar a discussão sobre o Orçamento do Estado na especialidade.

 

Ler Mais
pub

Comentários
Loading...