O Japão registou em maio um défice comercial de 378.600 milhões de ienes (cerca de 2.032 milhões de euros à taxa de câmbio atual), informou hoje o Governo.
O saldo negativo surge após três meses consecutivos de excedente, embora represente uma redução de 42,8% em relação ao défice registado no mesmo mês do ano anterior, de acordo com o relatório mensal publicado pelo Ministério das Finanças japonês.
As exportações japonesas cresceram 17% em termos homólogos no quinto mês de 2026, atingindo os 9,51 biliões de ienes (cerca de 51.050 milhões de euros), enquanto as importações aumentaram 12,5%, atingindo os 9,89 biliões de ienes (53.090 milhões de euros).
Com a China, o seu maior parceiro comercial, o Japão registou em maio um défice de 649.700 milhões de ienes (3.488 milhões de euros), mais 3,9% do que o registado no ano passado.
Com a primeira economia mundial e o seu segundo parceiro comercial, os Estados Unidos, o país asiático obteve um excedente de 357.000 milhões de ienes (1.916 milhões de euros), o que representa uma redução de 19,9% em relação ao ano anterior.
Com a União Europeia, o terceiro maior parceiro comercial, o Japão registou um saldo negativo no valor de 250.700 milhões de ienes (1.346 milhões de euros), 19,1% menos do que no mesmo mês de 2025.
Em relação ao Brasil, o Japão reduziu o défice em 3,5% em termos homólogos, para 49.599 milhões de ienes (266 milhões de euros), enquanto o saldo negativo com o Chile aumentou 29,5%, para 125.528 milhões de ienes (674 milhões de euros).
Em contrapartida, o Japão registou um excedente comercial com o México no valor de 79.298 milhões de ienes (426 milhões de euros), um aumento de 63% em relação ao ano anterior.












