O antigo presidente do Brasil, Jair Bolsonaro, foi constituído arguido por incentivar crimes sexuais: a decisão do juiz Omar Dantas de Lima, da 3ª Vara Criminal de Brasília, acolheu a denúncia do Ministério Público devido a um incidente em 2014, na Câmara dos Deputados, quando Bolsonaro era deputado federal, quando afirmou que não iria violar a deputada Maria do Rosário, do PT, porque ela não merecia uma vez que era feia de mais para alguém abusar dela.
Quando foi eleito presidente do Brasil, Bolsonaro viu a ação ser suspensa, porque o ato foi anterior à ocupação desse cargo. Em junho de 2023, com Bolsonaro afastado da Presidência, o Supremo Tribunal Federal enviou o processo para a primeira instância.
Nas redes sociais, Jair Bolsonaro afirmou que este processo está inserido numa campanha de perseguição política contra ele. “Defendemos desde sempre a punição mais severa para quem cometa esse tipo de crime e justamente quem defende o criminoso agora vira a ‘vítima'”, escreveu o ex-presidente brasileiro. “Fui insultado, defendo-me e mais uma vez a ordem dos factos é modificada para confirmar mais uma perseguição política conhecida por todos!”
– Mais uma: agora de fato de 2014.
– A perseguição não pára!
– Defendemos desde sempre punição mais severa para quem cometa esse tipo de crime e justamente quem defende o criminoso agora vira a “vítima”.
– Fui insultado, me defendo e mais uma vez a ordem dos fatos é modificada… pic.twitter.com/rcXkV263Xy— Jair M. Bolsonaro (@jairbolsonaro) September 26, 2023













