Os poderes ocidentais estão a ficar sem munições que possam entregar à Ucrânia, perante a continuação da invasão da Rússia ao país, segundo avisaram hoje altos-responsáveis da Nato e do Reino Unido.
De acordo com Rob Bauer, líder do Comité Militar da NATO, os stocks da Aliança Atlãntica estão tão desgastados “que já se v~e o fundo do barril”, pelo que será necessário “acelerar a produção e um ritmo muito maior”
“Precisamos de grande volumes. A economia do ‘mesmo a tempo’ ou ‘apenas o suficiente’ que construímos juntos em 30 anos, nas nossas economias liberais, é boa para muita coisa, mas não para as Forças Armadas quando há uma guerra a decorrer”, disse Bauer no Fórum de Segurança de Varsóvia.
O ministro inglês da defesa James Heappey sublinhou que, com efeito, as reservas “estão a parecer um pouco magras” e apelou para que os aliados da Nato gastem 2% do seu PIB em Defesa, como se comprometeram.
“Se não for agora a altura, quando há uma guerra na Europa, quando será?”, questionou. “Temos de Temos que continuar a manter a Ucrânia na luta hoje, e amanhã, e no dia seguinte, um a seguir ao outro. Se pararmos, isso não significa que Putin ira Parar”, sustentou.













