O volume de vendas de imóveis no Dubai aumentou 136,5% em agosto, em relação ao período homólogo do ano passado.
As “villas” foram as mais vendidas, com uma aumento 124% em transações, graças, em parte, à venda de várias casas na ordem dos 27 milhões de dólares na luxuosa Dubai Hills Grove.
“Normalmente fazemos um ou dois contratos de 27 milhões de dólares, por ano. Este ano já fizemos nove”, confessou Rohal Kohyar, diretor de marketing da Luxhabitat Sotheby’s International Realty, à revista ‘Forbes’.
Os “booms” imobiliários no Dubai não são de hoje, mas desta vez é diferente. “Agora as pessoas estão a comprar estas propriedades de luxo para cá ficarem com as suas famílias e não só para passarem férias ou como uma forma de investimento”, explica Kohyar.
Entre os investidores multimilionários que montam escritórios familiares no Dubai, a maioria é proveniente dos EUA e do Reino Unido, de acordo com os dados da Sotheby’s. Singapura e Hong Kong ocupam o segundo e terceiro lugar da lista dos refúgios mais procurados pelos super ricos.
Para o diretor de marketing da consultora imobiliária, uma das principais razões que leva este tipo de pessoas a fugir para o Dubai, está relacionado com o facto de o Emirado ter sido bastante eficaz na gestão da pandemia.
“Muitos dos nossos clientes ficaram espantados com a forma eficiente como o Dubai combateu a covid-19. O emirado vacinou rapidamente três milhões de pessoas e os testes são baratos”.
A região só enfrentou um confinamento entre março e abril do ano passado.







