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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>CEiiA e Força Aérea aproximam Portugal do Japão com parceria espacial contra incêndios e fenómenos extremos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:38:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Constelação do Atlântico, iniciativa promovida pelo CEiiA e pela Força Aérea Portuguesa, estabeleceu uma parceria estratégica com o Japão para desenvolver novas capacidades de resposta a eventos climáticos extremos e situações de catástrofe, recorrendo a tecnologia espacial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Constelação do Atlântico, iniciativa promovida pelo CEiiA e pela Força Aérea Portuguesa, estabeleceu uma parceria estratégica com o Japão para desenvolver novas capacidades de resposta a eventos climáticos extremos e situações de catástrofe, recorrendo a tecnologia espacial.</p>
<p>A iniciativa portuguesa, que conta ainda com os parceiros CTI Aeroespacial, N3O e Geosat, pretende reforçar a capacidade nacional de antecipar, monitorizar e responder a fenómenos como os incêndios florestais, numa altura em que estes voltam a representar um dos maiores desafios para o país.</p>
<p>No âmbito desta colaboração foi assinado um Memorando de Entendimento (MoU) entre a New Space Alliances — plataforma criada na sequência do trabalho desenvolvido pelo CEiiA e pela Força Aérea Portuguesa no âmbito da Constelação do Atlântico e do Atlantic Data Hub — e a SPACETIDE, organização que funciona como um hub neutro para a indústria espacial japonesa.</p>
<p>O acordo estabelece um quadro de cooperação para o desenvolvimento de soluções espaciais direcionadas para a monitorização e gestão de eventos climáticos extremos, prevendo igualmente a criação de um Space Hub no Japão.</p>
<p>Segundo os promotores, a parceria permitirá integrar novas competências, conhecimento e capacidade tecnológica na Constelação do Atlântico, reforçando a utilização de dados de observação da Terra e de plataformas digitais para apoiar a prevenção, a gestão de emergências e a tomada de decisão em áreas como os incêndios, a proteção civil, a segurança e a resiliência dos territórios.</p>
<p>&#8220;A assinatura deste MoU representa muito mais do que uma parceria entre duas organizações. É a criação de uma ponte estratégica com o Japão para desenvolver soluções espaciais capazes de dar resposta a desafios globais. Num momento em que os fenómenos climáticos extremos exigem maior capacidade de antecipação e resposta, a cooperação internacional torna-se um fator crítico para transformar tecnologia espacial em impacto económico e social&#8221;, afirma Emir Sirage, diretor da área do Espaço do CEiiA, em representação da New Space Alliances.</p>
<p>Também François Poncin, COO da SPACETIDE, destaca o potencial da colaboração entre os dois países. &#8220;O Japão e Portugal enfrentam desafios comuns e dispõem de capacidades altamente complementares. Esta parceria permitirá aproximar empresas, investigadores e investidores, acelerar projetos conjuntos e criar novas oportunidades para que a inovação espacial responda às necessidades da sociedade. O futuro Space Hub no Japão será um elemento central desta visão de cooperação&#8221;, refere.</p>
<p>O memorando foi formalmente assinado por Masayasu Ichida, CEO da SPACETIDE.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788408]]></sapo:autor>
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		<title>Juiz Carlos Alexandre investiga aumentos salariais suspeitos no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:27:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão de Combate à Fraude no Serviço Nacional de Saúde (CCF-SNS), presidida pelo juiz Carlos Alexandre, está a investigar uma atualização salarial aprovada no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), por suspeitas de eventual conflito de interesses.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Combate à Fraude no Serviço Nacional de Saúde (CCF-SNS), presidida pelo juiz Carlos Alexandre, está a investigar uma atualização salarial aprovada no Serviço de Utilização Comum dos Hospitais (SUCH), por suspeitas de eventual conflito de interesses. Em causa está uma deliberação tomada em janeiro de 2023 pelo então conselho de administração, que permitiu rever os salários de vários técnicos superiores, incluindo os dos próprios administradores que aprovaram a medida.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/juiz-investiga-aumentos-salariais-suspeitos-no-such" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a>, a investigação procura apurar se os aumentos concedidos aos então administradores Paulo Sousa, presidente do SUCH à data, e Joel Azevedo, administrador executivo, poderão estar feridos de ilegalidade por terem sido aprovados pelos próprios no exercício das suas funções. De acordo com a informação publicada, Paulo Sousa viu o seu vencimento como técnico superior aumentar em 484 euros mensais, enquanto Joel Azevedo beneficiou de uma atualização de 1.200 euros por mês. Ambos passaram a auferir um salário de técnico superior de 4.510 euros mensais.</p>
<p>A deliberação em análise consta da ata n.º 1/2023, datada de 4 de janeiro, na qual o conselho de administração autorizou a atualização salarial em diversos serviços do SUCH. Ainda segundo o CM, Paulo Sousa assinou também o mapa comparativo das remunerações dos técnicos superiores antes e depois da revisão salarial, documento onde figuram igualmente os nomes de Paulo Sousa e Joel Azevedo. A investigação da CCF-SNS pretende determinar se a aprovação destes aumentos pelos próprios administradores configura uma situação de conflito de interesses face ao enquadramento legal aplicável ao setor público e às entidades públicas empresariais.</p>
<p>Confrontado com o caso, Paulo Sousa afirmou que, estando em curso uma auditoria preventiva da Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS), determinada pela Assembleia da República, bem como uma inspeção da Comissão de Combate à Fraude na Saúde, na sequência de um pedido do atual presidente do SUCH, reserva os esclarecimentos para esses processos. Joel Azevedo recusou comentar, remetendo quaisquer explicações para Paulo Sousa. Já o atual conselho de administração do SUCH declarou que, enquanto decorrerem a auditoria da IGAS e as diligências da CCF-SNS, não se pronunciará sobre matérias que estejam ou possam vir a estar sob investigação.</p>
<p>A investigação da CCF-SNS e a auditoria da IGAS abrangem a gestão dos últimos anos do SUCH, associação privada sem fins lucrativos e de utilidade pública, tutelada pelos ministérios das Finanças e da Saúde, cuja missão consiste na prestação de serviços comuns aos hospitais para reforçar a eficácia e a eficiência do Serviço Nacional de Saúde. Recorde-se que Paulo Sousa assumiu a presidência do SUCH em 2016, com um vencimento de 6.810 euros, enquanto Joel Azevedo foi nomeado administrador em 2018, auferindo 5.448 euros brutos, valores sujeitos ao corte de 5% então aplicado aos gestores públicos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788401]]></sapo:autor>
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		<title>Lucros das empresas continuam a sustentar ações, mas risco geopolítico preocupa investidores, alerta especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 09:10:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O crescimento dos lucros das empresas e os sinais de recuperação da economia europeia continuam a sustentar uma perspetiva positiva para os mercados acionistas, embora o agravamento das tensões no Médio Oriente esteja a levar os investidores a adotar uma postura mais cautelosa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O crescimento dos lucros das empresas e os sinais de recuperação da economia europeia continuam a sustentar uma perspetiva positiva para os mercados acionistas, embora o agravamento das tensões no Médio Oriente esteja a levar os investidores a adotar uma postura mais cautelosa.</p>
<p>A análise é de Michele Morganti, Senior Equity Strategist da Generali Investments, que mantém uma recomendação de sobreponderação das ações, ainda que de forma menos agressiva do que anteriormente.</p>
<p>Segundo o especialista, o atual momento continua a ser apoiado pela evolução favorável dos resultados das empresas, sustentados por fundamentos sólidos, margens resilientes, custos laborais controlados e ganhos de produtividade associados à inteligência artificial. Neste contexto, a época de apresentação de resultados do segundo trimestre deverá voltar a revelar-se robusta.</p>
<p>Nos Estados Unidos, a Generali Investments estima um crescimento dos lucros por ação (EPS) na ordem dos 20% elevados face ao mesmo período do ano anterior, impulsionado sobretudo pelo setor tecnológico. Excluindo este segmento, o restante mercado deverá contribuir com cerca de nove pontos percentuais para o crescimento. Embora as primeiras orientações divulgadas pelas empresas tenham sido mais positivas do que o habitual, a gestora considera que as surpresas positivas poderão ser limitadas, uma vez que as expectativas do mercado já são bastante elevadas.</p>
<p>Na Europa, o cenário também é favorável. A previsão aponta para um crescimento dos lucros por ação entre 12% e 14% no segundo trimestre, refletindo uma melhoria das revisões das estimativas e abrindo espaço para resultados ligeiramente acima do esperado.</p>
<p>Um dos aspetos destacados por Michele Morganti é o alargamento desta melhoria a um conjunto mais vasto de setores. Depois de energia e tecnologia, também a indústria, os materiais e a banca começam a beneficiar de revisões em alta, um sinal de que o ciclo de lucros europeu está a ganhar consistência.</p>
<p>Para a segunda metade do ano, a Generali Investments antecipa que a recuperação gradual da economia europeia e a agenda pró-crescimento da Alemanha — assente em estímulos orçamentais, investimento em infraestruturas e reformas estruturais — poderão reforçar a confiança das empresas e aumentar o potencial de crescimento da região no longo prazo.</p>
<p>Ainda assim, a gestora alerta que a recente escalada das tensões entre Israel e o Irão poderá continuar a penalizar o apetite pelo risco nos mercados no curto prazo, mantendo os investidores atentos à evolução do contexto geopolítico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788397]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em baixa com Navigator a cair quase 5% e NOS a subir mais de 1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:59:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Navigator a descer 4,77% para 3,12 euros e a NOS a subir 1,18% para 4,97 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Navigator a descer 4,77% para 3,12 euros e a NOS a subir 1,18% para 4,97 euros.</p>
<p>Cerca das 09:15 em Lisboa, o PSI baixava 0,18% para 9.090,55 pontos, com 11 empresas a descer, quatro a subir e uma a manter a cotação (REN em 3,68 euros).</p>
<p>Às ações da Navigator seguiam-se as da Mota-Engil, CTT e Semapa, que desciam 1,82% para 4,43 euros, 1,72% para 5,70 euros e 1,21% para 20,4 euros.</p>
<p>A Altri, Teixeira Duarte e BCP também se desvalorizavam, designadamente 0,96% para 4,64 euros, 0,82% para 0,49 euros e 0,63% para 1,03 euros.</p>
<p>A Jerónimo Martins e a Sonae cediam ambas 0,24% para 16,34 euros e para 2,12 euros, e as outras duas empresas que desciam de cotação eram a Corticeira Amorim (-0,16% para 6,32 euros) e a Ibersol (-0,11% para 9,37 euros).</p>
<p>Em sentido contrário, além da NOS, a Galp, EDP Renováveis e EDP avançavam 0,51% para 19,79 euros, 0,15% para 13,77 euros e 0,13% para 4,47 euros, respetivamente.</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje mistas, perante a nova escalada de tensão no Médio Oriente, que levou o preço do petróleo Brent a subir quase 4% ao reduzir-se a praticamente a zero o tráfego no estreito de Ormuz.</p>
<p>O euro recua 0,05% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1410 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Numa semana, em que as bolsas apontavam para subidas otimistas pelo início da apresentação de resultados empresariais nos EUA, a perspetiva foi frustrada pela situação do estreito de Ormuz, que continua mergulhada na incerteza depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o Irão emitirem mensagens contraditórias sobre a abertura do mesmo ao tráfego marítimo na sequência da nova onda de ataques recíprocos de domingo.</p>
<p>Trump assegurou este domingo que o estreito de Ormuz permanece aberto ao tráfego comercial apesar de o Irão ter anunciado que o bloqueou.</p>
<p>As forças norte-americanas lançaram no domingo à tarde uma nova ofensiva contra o Irão com o objetivo de &#8220;continuar a diminuir&#8221; a sua capacidade de atacar navios comerciais que transitam pelo estreito de Ormuz, informou o Comando Central do Exército dos Estados Unidos (Centcom).</p>
<p>Desta forma, a fragilidade do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão reavivou o temor de uma nova escalada do conflito e trouxe o petróleo de volta ao centro do mercado, com o preço do barril de Brent, referência na Europa, a disparar.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 3,80% para 78,90 dólares (cerca de 69,12 euros).</p>
<p>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 4,15% para 50,66 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Os futuros da bolsa em Wall Street, depois do encerramento positivo de sexta-feira, registam quedas de 1,18% para o Nasdaq e de 0,10% para o Dow Jones.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788391]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Caso Maddie: autoridades britânicas recebem dossiê &#8220;crucial&#8221; com &#8220;provas bombásticas&#8221; sobre Christian Brueckner</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann ganhou um novo desenvolvimento depois de a Scotland Yard ter recebido, nas últimas semanas, um dossiê considerado "crucial" pelas autoridades britânicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A investigação ao desaparecimento de Madeleine McCann ganhou um novo desenvolvimento depois de a Scotland Yard ter recebido, nas últimas semanas, um dossiê considerado &#8220;crucial&#8221; pelas autoridades britânicas. Os documentos, preparados pelas autoridades alemãs, centram-se em Christian Brueckner, principal suspeito no caso, e conterão alegadas provas e elementos que poderão reforçar a linha de investigação seguida pelos investigadores do Reino Unido e da Alemanha.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/portugal/detalhe/dossier-crucial-sobre-maddie-entregue-a-investigadores-britanicos" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã (CM)</a> e informações avançadas pelos jornais britânicos The Sun e Daily Mail, o dossier inclui fotografias e relatos relacionados com o caso, sendo descrito por uma fonte policial como contendo &#8220;provas bombásticas&#8221; sobre Christian Brueckner. A mesma fonte garantiu que estes desenvolvimentos demonstram que tanto os investigadores britânicos como os alemães continuam focados no suspeito. As autoridades alemãs mantêm igualmente a posição de que possuem provas físicas — embora não de natureza forense — que sustentam a convicção de que Madeleine McCann morreu.</p>
<p>Oficialmente, a Scotland Yard limitou-se a confirmar, através da Met Police, que a investigação ao desaparecimento da criança britânica permanece ativa desde 2011. Em declarações citadas pelo Daily Mail, a polícia afirmou manter &#8220;um diálogo próximo com os nossos colegas na Alemanha e em Portugal&#8221; e assegurou que continuará &#8220;a seguir qualquer linha viável de inquérito&#8221;. Recorde-se que a operação Operation Grange, criada exclusivamente para investigar o caso Maddie, chegou a tentar levar Christian Brueckner para ser julgado no Reino Unido, mas a extradição foi inviabilizada pela legislação alemã que impede a entrega de cidadãos a países fora da União Europeia. O suspeito também recusou colaborar quando foi diretamente contactado pelos investigadores britânicos.</p>
<p>Christian Brueckner foi libertado da prisão em novembro, depois de cumprir pena por crimes sexuais cometidos na zona da Praia da Luz, no Algarve. Inicialmente ficou sujeito a vigilância através de pulseira eletrónica, medida que viria a ser anulada por um tribunal alemão por a considerar inconstitucional. Desde então, reside numa tenda na cidade de Kiel, no norte da Alemanha, permanecendo sob vigilância policial. As autoridades continuam também a atribuir relevância a elementos já conhecidos da investigação, nomeadamente o facto de o telemóvel de Brueckner ter acionado antenas na Praia da Luz antes do desaparecimento de Madeleine McCann, à existência de um disco rígido com fotografias e vídeos que alegadamente o colocam em Portugal na altura dos factos e ao episódio recente em que conseguiu escapar durante cerca de 24 horas à vigilância policial, acabando por ser localizado após se envolver numa agressão com outro homem, alegadamente de nacionalidade britânica.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788386]]></sapo:autor>
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		<title>Câmaras usam &#8216;apagões&#8217; na iluminação pública para poupar milhares de euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/camaras-usam-apagoes-na-iluminacao-publica-para-poupar-milhares-de-euros/</link>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:42:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Alguns municípios portugueses continuam a desligar parcialmente a iluminação pública durante a madrugada para reduzir os custos com eletricidade, enquanto outros abandonaram essa prática e optaram por substituir os antigos equipamentos por luminárias LED, que permitem diminuir significativamente os consumos sem recorrer a apagões noturnos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alguns municípios portugueses continuam a desligar parcialmente a iluminação pública durante a madrugada para reduzir os custos com eletricidade, enquanto outros abandonaram essa prática e optaram por substituir os antigos equipamentos por luminárias LED, que permitem diminuir significativamente os consumos sem recorrer a apagões noturnos. No Alto Minho, Viana do Castelo e Arcos de Valdevez continuam a aplicar cortes em determinados períodos e zonas, numa estratégia que tem gerado debate entre autarquias e população.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jn.pt/nacional/artigo/camaras-poupam-milhares-com-cortes-de-luz-nas-ruas/18105505" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, Viana do Castelo interrompe a iluminação pública entre as 3 e as 5 horas da madrugada em algumas áreas onde a infraestrutura não permite reduzir a intensidade da luz, enquanto nas zonas equipadas com tecnologia LED a iluminação mantém-se ativa com diferentes níveis de intensidade. O presidente da Câmara, Luís Nobre, defende que a medida é aplicada de forma seletiva e afirma que permite uma poupança direta de cerca de 600 mil euros, num contrato plurianual de iluminação pública superior a 6,1 milhões de euros até 2028. Já Arcos de Valdevez mantém cortes noturnos sobretudo nas zonas rurais, embora tenha reduzido em 19% o consumo energético desde 2021 graças à substituição gradual das luminárias por tecnologia LED.</p>
<p>Nos restantes municípios do Alto Minho, como Monção, Melgaço, Vila Nova de Cerveira, Caminha, Ponte da Barca, Ponte de Lima, Paredes de Coura, Valença e outros, os cortes totais ou parciais na iluminação pública foram sendo descontinuados à medida que avançou a modernização da rede. De acordo com a E-Redes, citada pelo JN, a tecnologia LED, alvo de um investimento superior a 160 milhões de euros desde 2017, permite uma redução do consumo de energia entre 65% e 70% face aos sistemas anteriormente instalados.</p>
<p>A manutenção dos apagões em Viana do Castelo continua, contudo, a gerar contestação. Uma petição pública, que já reúne centenas de assinaturas, alerta para os impactos da medida na segurança, mobilidade e qualidade de vida, defendendo a reposição da iluminação, pelo menos nas zonas urbanas e de maior circulação. Os subscritores pedem ainda uma avaliação pública dos efeitos da medida e sustentam que &#8220;a iluminação pública não é um luxo, é um serviço essencial e um pilar fundamental da segurança e qualidade de vida urbana&#8221;.</p>
<p>Também o presidente da Câmara de Monção e líder da Comunidade Intermunicipal do Alto Minho, António Barbosa, considera que a aposta deve passar pela modernização tecnológica e não pelo desligamento da iluminação. O autarca afirma que nunca defendeu esta política, argumentando que a substituição por iluminação LED permite alcançar poupanças significativas sem comprometer a segurança das populações, sobretudo nos concelhos com forte dispersão populacional e elevado número de idosos a viver sozinhos.</p>
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		<title>PSP e Airbnb alertam para aumento de burlas com alojamento durante as férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:42:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia de Segurança Pública (PSP) e a plataforma eletrónica de alojamentos Airbnb alertaram hoje para o aumento de burlas, em período de férias de verão, com alojamentos 'online', deixando recomendações para que as reservas sejam feitas em segurança.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia de Segurança Pública (PSP) e a plataforma eletrónica de alojamentos Airbnb alertaram hoje para o aumento de burlas, em período de férias de verão, com alojamentos &#8216;online&#8217;, deixando recomendações para que as reservas sejam feitas em segurança.</p>
<p>Em comunicado, a PSP refere que com o aumento das reservas, os burlões estão a direcionar cada vez mais os seus esquemas para viajantes de todas as idades e perfis em Portugal.</p>
<p>De acordo com a polícia, muitos consumidores que procuram férias ou alojamentos &#8216;online&#8217; encontram &#8216;websites&#8217; falsos que imitam plataformas legítimas ou com pedidos de pagamento fora das plataformas oficiais.</p>
<p>&#8220;Sensíveis ao preço e atentos às promoções, muitos viajantes portugueses podem tornar-se alvos fáceis para burlões que exploram a diferença entre aquilo que desejam e aquilo que podem gastar. Assim, as férias de verão podem deixar de ser uma experiência de descoberta para passarem a ser definidas apenas pelo preço&#8221;, realça a PSP.</p>
<p>Na nota, a PSP e a Airbnb (plataforma &#8216;online&#8217; para encontrar e reservar alojamentos) recomendam aos consumidores que nunca cliquem em ligações fraudulentas e anexos enviados por &#8216;e-mail&#8217; ou mensagem, que são frequentemente utilizados para encaminhar os utilizadores para páginas falsas que imitam empresas legítimas.</p>
<p>&#8220;Para maior segurança, utilize a aplicação Airbnb ou aceda diretamente ao &#8216;website&#8217; oficial da plataforma&#8221;, refere a PSP, alertando que as páginas falsas podem conter erros gramaticais, de pontuação ou tempos verbais, que indicam que foram utilizados tradutores.</p>
<p>A PSP e a Airbnb aconselham também os consumidores a denunciarem sempre suspeitas de burla, a guardar trocas de &#8216;e-mails&#8217;, mensagens, fotos trocadas com o anunciante a apresentar queixas junto das autoridades.</p>
<p>Recomendam igualmente os consumidores a desconfiarem de ofertas demasiado baratas ou de pedidos de pagamento elevados, a não realizar pagamentos por transferências bancárias diretas e a usar plataformas de confiança para reservar, comunicar e pagar.</p>
<p>&#8220;Na Airbnb, todas as reservas incluem o AirCover, que garante apoio caso exista um problema significativo com o alojamento que o anfitrião não consiga resolver, incluindo a possibilidade de encontrar uma alternativa semelhante ou receber um reembolso&#8221;., é referido na nota.</p>
<p>A PSP e a Airbnb recomendam ainda o uso de palavras-passe diferentes e a ativação da autenticação multifator.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788378]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias mistas com petróleo a subir e Ormuz praticamente sem tráfego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:32:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias abriram hoje mistas, perante a nova escalada de tensão no Médio Oriente, que levou o preço do petróleo Brent a subir quase 4% ao reduzir-se a praticamente a zero o tráfego no estreito de Ormuz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias abriram hoje mistas, perante a nova escalada de tensão no Médio Oriente, que levou o preço do petróleo Brent a subir quase 4% ao reduzir-se a praticamente a zero o tráfego no estreito de Ormuz.</p>
<p>Às 08:45 em Lisboa, o EuroStoxx 600 estava a cair 0,18% para 639,93 pontos.</p>
<p>As bolsas de Londres e Milão subiam 0,09% e 0,06%, enquanto as de Paris, Frankfurt e Madrid cediam 0,28%, 0,11% e 0,38%, respetivamente.</p>
<p>A bolsa de Lisboa mantinha a tendência de baixa da abertura, com o principal índice, o PSI, a descer 0,41% para 9.069,46 pontos.</p>
<p>O euro recua 0,05% face ao dólar e está a ser trocado a 1,1410 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
<p>Numa semana, em que as bolsas apontavam para subidas otimistas pelo início da apresentação de resultados empresariais nos EUA, a perspetiva foi frustrada pela situação do estreito de Ormuz, que continua mergulhada na incerteza depois de o Presidente dos EUA, Donald Trump, e o Irão emitirem mensagens contraditórias sobre a abertura do mesmo ao tráfego marítimo na sequência da nova onda de ataques recíprocos de domingo.</p>
<p>Trump assegurou este domingo que o estreito de Ormuz permanece aberto ao tráfego comercial apesar de o Irão ter anunciado que o bloqueou.</p>
<p>As forças norte-americanas lançaram no domingo à tarde uma nova ofensiva contra o Irão com o objetivo de &#8220;continuar a diminuir&#8221; a sua capacidade de atacar navios comerciais que transitam pelo estreito de Ormuz, informou o Comando Central do Exército dos Estados Unidos (Centcom).</p>
<p>Os ataques, que começaram às 22:00 horas TMG e foram ordenados por Trump, foram realizados &#8220;para responsabilizar&#8221; as forças iranianas, informou o organismo militar nas redes sociais.</p>
<p>Desta forma, a fragilidade do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão reavivou o temor de uma nova escalada do conflito e trouxe o petróleo de volta ao centro do mercado, com o preço do barril de Brent, referência na Europa, a disparar.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em setembro, avança 3,80% para 78,90 dólares (cerca de 69,12 euros), e o do West Texas Intermediate (WTI), para entrega em agosto, de referência nos Estados Unidos da América (EUA), avança 3,78% para 74,08 dólares.</p>
<p>O gás natural para entrega em agosto no mercado TFF dos Países Baixos, referência na Europa, subia 4,15% para 50,66 euros por megawatt-hora (MWh).</p>
<p>Por sua vez, o preço do ouro cede 1,46% e a onça está a ser negociada a 4.059,66 dólares, enquanto a onça de prata cai 2,48% para 58,3855 dólares.</p>
<p>Na Ásia, o principal índice da bolsa de Seul, o Kospi, desceu hoje 8,95%, devido às renovadas tensões no Médio Oriente e à incerteza sobre o estreito de Ormuz, por onde transita a maior parte do petróleo que a Coreia do Sul importa da região, o índice Nikkei de Tóquio fechou com uma queda de 1,92%, enquanto a bolsa de Xangai perdeu 2,06% e a de Shenzhen, 3,48%.</p>
<p>Por sua vez, o Hang Seng de Hong Kong subia 0,14% no final da sessão.</p>
<p>Os futuros da bolsa em Wall Street, depois do encerramento positivo de sexta-feira, registam quedas de 1,18% para o Nasdaq e de 0,10% para o Dow Jones.</p>
<p>No mercado de dívida, a rentabilidade do título alemão a 10 anos avança para 3,084%, depois de ter fechado em 3,064% na sessão anterior.</p>
<p>A bitcoin baixa 2,03% para 62.864,9 dólares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788377]]></sapo:autor>
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		<title>Refinaria de Sines garante 85% do jet fuel nacional após reforço da produção da Galp</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/refinaria-de-sines-garante-85-do-jet-fuel-nacional-apos-reforco-da-producao-da-galp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 08:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A refinaria da Galp em Sines reforçou a produção de combustível para a aviação na sequência da crise desencadeada pelo conflito no Médio Oriente e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, conseguindo assegurar cerca de 85% das necessidades nacionais de jet fuel. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A refinaria da Galp em Sines reforçou a produção de combustível para a aviação na sequência da crise desencadeada pelo conflito no Médio Oriente e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz, conseguindo assegurar cerca de 85% das necessidades nacionais de jet fuel. A decisão surgiu numa altura em que a interrupção de uma das principais rotas mundiais de transporte de petróleo fez disparar os preços da matéria-prima e aumentou a pressão sobre o abastecimento de combustíveis, sobretudo os utilizados pelo setor da aviação.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.jornaldenegocios.pt/empresas/energia/detalhe/galp-poe-sines-a-produzir-mais-jet-eua-garantem-o-que-falta" target="_blank" rel="noopener">Negócios</a>, a refinaria de Sines, a única em território nacional, produzia habitualmente cerca de 80% do combustível de aviação consumido em Portugal, mas a Galp decidiu aumentar essa percentagem para 85%. A empresa optou por maximizar a produção de jet fuel em detrimento do gasóleo destinado à exportação, uma estratégia resumida pela própria petrolífera como uma decisão de &#8220;make em vez de buy&#8221;. A empresa sublinhou que esta opção não teve impacto no abastecimento de gasóleo ao mercado nacional, uma vez que o combustível cuja produção foi reduzida destinava-se aos mercados externos.</p>
<p>Apesar do reforço da produção em Sines, continuou a ser necessário recorrer ao mercado internacional para suprir os restantes 15% das necessidades nacionais. Em junho, a Galp já tinha confirmado que essas importações estavam contratadas junto de fornecedores da bacia atlântica, sem revelar a origem por razões comerciais. No entanto, segundo o jornal, foram os Estados Unidos que acabaram por assegurar praticamente a totalidade do combustível em falta. Paralelamente, o Estado intensificou contactos diplomáticos com países considerados estratégicos para o abastecimento energético, como Brasil, Argélia e Nigéria, face ao risco de perturbações no fornecimento.</p>
<p>A estratégia seguida em Sines foi igualmente adotada por refinarias noutros países europeus e também nos Estados Unidos, onde a produção foi direcionada para o combustível de aviação numa altura em que o consumo de gasóleo tende a diminuir durante o verão. Ainda assim, a limitação da capacidade de refinação de jet fuel na Europa provocou um forte aumento da procura por combustível proveniente dos EUA. Dados do setor citados pelo Negócios apontam para um crescimento superior a 500% das importações europeias de jet fuel norte-americano face aos níveis registados em 2025.</p>
<p>O contexto resulta do bloqueio do Estreito de Ormuz, uma das principais artérias do comércio energético mundial. De acordo com os dados referidos pelo jornal, esta passagem concentra cerca de 69% do jet fuel mundial e por ela transitam aproximadamente 44% das importações marítimas deste combustível essencial para a aviação. Neste cenário de escassez e elevada procura, os Estados Unidos acabaram por assumir um papel central no abastecimento europeu, enquanto Portugal conseguiu mitigar os efeitos da crise graças ao reforço da produção na refinaria de Sines.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788367]]></sapo:autor>
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		<title>Gasóleo mantém-se há um mês e meio acima do preço eficiente da ERSE e análise aponta para subidas mais rápidas do que as descidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[ERSE]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço médio do gasóleo simples vendido nos postos de abastecimento em Portugal mantém-se há 42 dias consecutivos acima do chamado "preço eficiente" calculado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O preço médio do gasóleo simples vendido nos postos de abastecimento em Portugal mantém-se há 42 dias consecutivos acima do chamado &#8220;preço eficiente&#8221; calculado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), um indicador que procura refletir o valor de mercado do combustível tendo em conta fatores como as cotações internacionais, custos de logística, incorporação de biocombustíveis, margem de comercialização e carga fiscal. A situação significa que, há praticamente mês e meio, os consumidores têm encontrado nas bombas um preço superior ao valor de referência estimado pelo regulador.</p>
<p>Segundo uma análise do <a href="https://www.publico.pt/2026/07/13/economia/noticia/preco-gasoleo-simples-ha-seis-semanas-acima-preco-eficiente-erse-2181406?&amp;fbclid=IwY2xjawTBdhhleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFLbVBMM2hVMHdITHdwOTZzc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHrnkFD2GNr5uvK8qxYNlBudqmzIv7lXxDaXsQaAX17qwb6QvUKu4ezYTBjDi_aem_eq8XoDpZPRBA8VOAVdzluQ" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, que examinou 2.676 registos diários da ERSE entre 7 de janeiro de 2019 e 5 de julho de 2026, apenas os consumidores que beneficiam de campanhas promocionais e descontos conseguem, de forma consistente, pagar abaixo do preço eficiente. A investigação conclui igualmente que os dados evidenciam um comportamento recorrente do mercado: os preços nas bombas tendem a acompanhar rapidamente as subidas das cotações internacionais, mas demoram mais tempo a refletir as descidas, fenómeno conhecido na literatura económica como efeito &#8220;foguetão-pluma&#8221;.</p>
<p>A análise incidiu sobre o gasóleo por continuar a ser, apesar da redução das vendas de veículos a gasóleo, o combustível rodoviário mais consumido em Portugal, representando 76,8% do consumo nacional em 2025, segundo dados da Epcol. Entre os casos analisados destacam-se dois momentos extremos: a 21 de março de 2022, o preço médio do gasóleo esteve 16,3 cêntimos por litro acima do preço eficiente, num contexto marcado pela guerra na Ucrânia e pela forte volatilidade dos mercados petrolíferos; já a 9 de março de 2026, em plena escalada das tensões no Médio Oriente e após o bloqueio do Estreito de Ormuz, o preço médio nas bombas encontrava-se 25,8 cêntimos abaixo do valor eficiente calculado pela ERSE, refletindo um atraso na repercussão da subida das cotações internacionais.</p>
<p>Os dados analisados mostram ainda que a cotação internacional do gasóleo continua a ser o principal fator de influência sobre o preço final pago pelos consumidores. Ainda assim, o estudo refere que, quando os preços internacionais descem, a redução demora mais tempo a chegar às bombas. A indústria justifica as subidas rápidas com o chamado &#8220;preço de reposição&#8221;, argumentando que o combustível tem de ser vendido tendo em conta o custo da próxima aquisição e não o do produto já armazenado. No entanto, segundo a análise, essa explicação perde protagonismo quando as cotações internacionais recuam, passando então a ser apontados fatores como os custos logísticos e de transporte.</p>
<p>Apesar de o preço eficiente da ERSE não constituir um preço máximo nem um valor regulado, funcionando apenas como um indicador de referência para o mercado, a análise conclui que, nos últimos cinco anos e meio, cerca de dois terços dos dias registaram preços médios de venda superiores ao valor eficiente. No período mais recente, a tendência tornou-se particularmente evidente: desde 1 de junho, o preço médio anunciado para o gasóleo permanece acima do referencial da ERSE, uma situação que se prolonga há seis semanas consecutivas e coincide com novos aumentos previstos nos combustíveis, que poderão atingir cerca de sete cêntimos por litro no gasóleo e 2,5 cêntimos na gasolina.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788362]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pais trabalhadores nas férias escolares: o que diz a lei sobre horários, faltas e teletrabalho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:30:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Andersen Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[Joana de Sá]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à 'Executive Digest', Joana de Sá, sócia da área Laboral da Andersen Portugal, explica que não existe um direito automático a faltar ao trabalho apenas porque há férias escolares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com o aproximar das férias escolares, muitas famílias voltam a enfrentar o mesmo problema: como conciliar horários de trabalho com longos períodos sem aulas? A lei laboral prevê mecanismos de apoio à parentalidade, mas nem sempre é claro o que pode ser pedido, quando pode ser recusado e que limites existem.</p>
<p>Em entrevista à &#8216;Executive Digest&#8217;, Joana de Sá, sócia da área Laboral da Andersen Portugal, explica que não existe um direito automático a faltar ao trabalho apenas porque há férias escolares. O caminho passa, em regra, por combinar férias do trabalhador, horário flexível, teletrabalho, licença parental complementar e, em situações específicas, faltas para assistência a filhos.</p>
<p><strong>A que mecanismos legais podem os pais trabalhadores recorrer durante os períodos de interrupção letiva?</strong></p>
<p>Os períodos de interrupção letiva colocam, efetivamente, um desafio real à conciliação entre a vida profissional e familiar. O Código do Trabalho não prevê um direito autónomo de ausência durante as férias escolares enquanto tal, mas disponibiliza vários mecanismos que os pais trabalhadores podem mobilizar de forma combinada.</p>
<p>O principal e mais direto é o gozo do próprio período de férias do trabalhador, que pode ser programado para coincidir com os períodos de interrupção escolar. As férias devem ser marcadas por acordo entre empregador e trabalhador; na falta de acordo, cabe ao empregador marcá-las, ouvindo os representantes dos trabalhadores. Este é, em regra, o mecanismo de eleição para os períodos de férias mais prolongados.</p>
<p>Para além das férias, o trabalhador com filho menor de 12 anos, ou independentemente da idade com deficiência ou doença crónica, que viva consigo, tem direito a horário flexível, entendendo-se como tal a possibilidade de escolher, dentro de determinados limites, as horas de início e de termo do período de trabalho. Este regime pode ser especialmente útil nos períodos de pausa letiva parcial ou nos momentos de transição entre atividades.</p>
<p>Existe ainda a possibilidade de recurso à licença parental complementar, para assistência a filho ou adotado com idade não superior a seis anos, em modalidades como licença parental alargada por três meses, trabalho a tempo parcial durante 12 meses com redução a metade do tempo completo, trabalho a tempo parcial durante três meses, quando exercido na totalidade por cada progenitor, ou períodos intercalados de licença e tempo parcial em que a duração total equivalha a três meses.</p>
<p>Por fim, o teletrabalho pode igualmente constituir um instrumento relevante de gestão destes períodos.</p>
<p>Importa sublinhar que o empregador tem o dever geral de proporcionar condições de trabalho que favoreçam a conciliação da atividade profissional com a vida familiar e pessoal.</p>
<p><strong>O teletrabalho pode ser solicitado ou imposto nestas situações?</strong></p>
<p>O trabalhador com filho com idade até três anos, ou independentemente da idade com deficiência, doença crónica ou doença oncológica que com ele viva em comunhão de mesa e habitação, tem direito a exercer a atividade em regime de teletrabalho, desde que este seja compatível com a atividade desempenhada e o empregador disponha de recursos e meios para o efeito.</p>
<p>Este direito pode ser prolongado até aos oito anos de idade em algumas situações: quando ambos os progenitores reúnam condições para o teletrabalho e o exerçam em períodos sucessivos de igual duração num prazo de referência máxima de 12 meses; ou em caso de família monoparental; ou quando apenas um dos progenitores reúna condições para o exercício do teletrabalho.</p>
<p>A extensão até aos oito anos é, portanto, uma faculdade condicionada, e não a regra geral. Quando verificados estes pressupostos, o empregador não pode opor-se ao pedido do trabalhador.</p>
<p>Importa ainda ressalvar que a extensão do direito até aos oito anos não se aplica ao trabalhador de microempresa.</p>
<p>Quanto à imposição, o teletrabalho não pode ser imposto unilateralmente pelo empregador em substituição dos restantes direitos parentais legalmente previstos. A transição para teletrabalho, fora das situações de direito legalmente consagrado, depende de acordo entre as partes ou de previsão em instrumento de regulamentação coletiva.</p>
<p><strong>Existem limites legais à assistência a menores durante os períodos de pausa letiva?</strong></p>
<p>É um ponto que merece particular clareza, pois existe alguma confusão frequente nesta matéria.</p>
<p>O Código do Trabalho não prevê um direito autónomo e genérico de ausência ao trabalho pelo simples facto de existir um período de interrupção letiva. Os mecanismos disponíveis têm fins e condições específicas, que não devem ser confundidos.</p>
<p>Em particular, as faltas para assistência a filho previstas no artigo 49.º do Código do Trabalho destinam-se exclusivamente a situações inadiáveis e imprescindíveis de doença ou acidente de filho menor de 12 anos ou, independentemente da idade, de filho com deficiência ou doença crónica, até ao limite de 30 dias por ano ou durante todo o período de eventual hospitalização. A estes limites acresce um dia por cada filho além do primeiro.</p>
<p>Estas faltas não constituem um mecanismo de cobertura das pausas letivas durante as quais a criança se encontre saudável. Têm natureza de urgência, associada a uma situação de saúde.</p>
<p>O regime é diferente no que respeita às deslocações a estabelecimento de ensino. É falta justificada a deslocação a estabelecimento de ensino do responsável pela educação de menor, por motivo da situação educativa deste, pelo tempo estritamente necessário, até quatro horas por trimestre, por cada menor. Este mecanismo serve para acomodar reuniões e situações pontuais de natureza escolar, não os períodos de férias.</p>
<p>Em suma, os instrumentos legais pensados para gerir os períodos de interrupção letiva são essencialmente o gozo das próprias férias do trabalhador, o horário flexível, o teletrabalho e a licença parental complementar. A sua combinação criteriosa é o caminho que a lei coloca à disposição das famílias.</p>
<p><strong>A entidade empregadora pode recusar pedidos de assistência a filho?</strong></p>
<p>A resposta depende, em primeiro lugar, da natureza do direito invocado.</p>
<p>Quando estão em causa direitos legalmente consagrados, como o horário flexível para trabalhador com filho menor de 12 anos ou o teletrabalho nos termos do artigo 166.º-A do Código do Trabalho, o empregador pode apenas recusar com fundamento em exigências imperiosas do funcionamento da empresa ou em impossibilidade de substituição, quando indispensável.</p>
<p>Nessas situações, deve ser seguido um procedimento específico, com prazos definidos e, em certos casos, parecer da entidade competente na área da igualdade. A recusa pode ainda carecer de decisão judicial em caso de parecer desfavorável. A margem de recusa é, portanto, substancialmente limitada.</p>
<p>Quanto às faltas para assistência a filho por doença ou acidente, o empregador pode exigir prova do carácter inadiável e imprescindível da assistência, bem como declaração do trabalhador sobre a atividade profissional do outro progenitor e sobre o facto de este não faltar pelo mesmo motivo, ou sobre a sua impossibilidade. Em caso de hospitalização, pode igualmente exigir declaração do hospital. Verificados os pressupostos e cumpridas as formalidades, não pode recusar.</p>
<p><strong>O que acontece quando ambos os progenitores trabalham?</strong></p>
<p>Esta é uma realidade cada vez mais comum e a lei procura dar-lhe resposta, ainda que impondo uma regra de não simultaneidade.</p>
<p>As faltas para assistência a filho, nos termos do artigo 49.º, não podem ser exercidas simultaneamente pelo pai e pela mãe pelo mesmo motivo. O mesmo princípio vale para a licença parental complementar: quando ambos os progenitores pretendem gozar licença parental complementar simultaneamente e trabalham para o mesmo empregador, este pode adiar a licença de um deles por exigências imperiosas do funcionamento, fundamentando a decisão por escrito.</p>
<p>Cabe, portanto, a ambos os progenitores coordenar entre si a forma como dividem e combinam o exercício destes direitos, nomeadamente alternando os períodos de férias, repartindo a licença parental complementar ou organizando os respetivos horários flexíveis de forma complementar.</p>
<p>Quando ambos têm direito ao teletrabalho e pretendem beneficiar da extensão até aos oito anos, a lei exige que o exercício seja feito em períodos sucessivos de igual duração, num prazo de referência máxima de 12 meses, assegurando assim uma repartição equitativa entre os dois progenitores.</p>
<p>Na elaboração do horário de trabalho, o empregador tem o dever de facilitar a conciliação da atividade profissional com a vida familiar, o que constitui um parâmetro relevante sempre que se coloquem situações de conflito de interesses entre trabalhadores e empresa.</p>
<p><strong>Existem direitos ou apoios adicionais no caso de famílias monoparentais?</strong></p>
<p>Sim. A lei laboral reconhece expressamente a situação específica das famílias monoparentais, atribuindo-lhes um regime mais favorável em domínios determinantes.</p>
<p>O exemplo mais significativo no plano prático é o do teletrabalho. Enquanto nos casais com dois progenitores a extensão do direito ao teletrabalho até aos oito anos está sujeita à condição de alternância — cada progenitor exerce o teletrabalho em períodos sucessivos de igual duração —, nas famílias monoparentais este direito é reconhecido sem necessidade de alternância, precisamente porque não existe outro progenitor que possa partilhar essa responsabilidade.</p>
<p>Esta lógica reflete um princípio mais amplo de reconhecimento de que, na família monoparental, a responsabilidade de cuidado e acompanhamento dos filhos recai integralmente sobre uma única pessoa, o que justifica uma proteção reforçada.</p>
<p>A lei proíbe qualquer forma de discriminação em função do exercício dos direitos de maternidade e paternidade, incluindo discriminações remuneratórias e afetações desfavoráveis na progressão na carreira. Esta proteção é especialmente relevante para progenitores únicos, que tendem a depender mais intensamente dos mecanismos de flexibilização e assistência legalmente previstos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787867]]></sapo:autor>
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		<title>China pune 27 pessoas por alegada divulgação de rumores sobre desastres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades chinesas detiveram quatro pessoas e aplicaram sanções administrativas a outras 23 por alegadamente divulgarem rumores relacionados com inundações e desastres naturais, numa altura em que o país enfrenta as consequências da passagem de dois tufões consecutivos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades chinesas detiveram quatro pessoas e aplicaram sanções administrativas a outras 23 por alegadamente divulgarem rumores relacionados com inundações e desastres naturais, numa altura em que o país enfrenta as consequências da passagem de dois tufões consecutivos.</p>
<p>O Gabinete de Segurança Cibernética do Ministério da Segurança Pública divulgou hoje cerca de duas dezenas de casos considerados representativos, envolvendo as províncias de Guangdong, Guangxi, Zhejiang e Hubei.</p>
<p>O tufão Bavi atingiu a costa leste da China durante o fim de semana e continua hoje a deslocar-se em direção ao nordeste do país, embora o comunicado das autoridades não especifique se os casos sancionados estão diretamente relacionados com este fenómeno.</p>
<p>Antes disso, a região autónoma de Guangxi, no sul da China, foi afetada pelo tufão Maysak, que provocou 39 mortos na sequência da rutura de vários diques na capital regional e da fuga de cerca de 900 serpentes, incluindo cobras venenosas, depois de uma quinta de répteis ter sido danificada pelas chuvas.</p>
<p>Segundo o ministério, alguns utilizadores da Internet fabricaram deliberadamente informações falsas sobre as inundações e os desastres naturais, com o objetivo de obter benefícios pessoais, interferindo gravemente nas operações de prevenção de cheias e de socorro e provocando impactos negativos.</p>
<p>A operação das autoridades resultou na detenção criminal de quatro pessoas, na aplicação de sanções administrativas a outras 23 e no bloqueio das contas utilizadas para divulgar os conteúdos nas respetivas plataformas.</p>
<p>A polícia cibernética recordou que a Internet &#8220;não é uma zona sem lei&#8221; e apelou aos utilizadores para regularem o seu comportamento em linha e se absterem de fabricar informação falsa através de montagens, manipulação de conteúdos ou recurso a programas de inteligência artificial (IA).</p>
<p>A China enfrenta desde meados de maio uma sucessão de episódios de chuva intensa nas regiões centro e sul, aos quais se junta agora a fase mais ativa da época de tufões nos mares adjacentes ao país.</p>
<p>A China é o país com o maior número de utilizadores de Internet no mundo, mas também um dos que exerce maior controlo sobre os conteúdos &#8216;online&#8217;. Serviços populares no resto do mundo, como Google, Facebook, X e YouTube, encontram-se bloqueados no país há vários anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788351]]></sapo:autor>
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		<title>Caso Rosalina Ribeiro volta a Sintra antes das férias judiciais: tribunal tenta resolver provas em falta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:15:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Rosalina Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[A sessão está agendada para as 11h00 e realiza-se ainda antes das férias judiciais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O processo do homicídio de Rosalina Ribeiro, no qual o antigo deputado do PSD Duarte Lima é arguido, volta esta segunda-feira ao Tribunal de Sintra, numa audiência destinada a tentar resolver o problema das provas em falta antes do início do julgamento, marcado para 5 de novembro.</p>
<p>A sessão está agendada para as 11h00 e realiza-se ainda antes das férias judiciais. Em causa está uma audiência de reforma dos autos, procedimento que pode ocorrer quando há perda, extravio ou desaparecimento de partes do processo. Neste caso, o problema prende-se com provas digitais relativas a gravações feitas no Brasil que nunca chegaram a Portugal.</p>
<p>Segundo a Lusa, citada pelo ECO, o objetivo da audiência é tentar chegar a um consenso sobre as peças processuais que não constam do processo remetido para Portugal e avaliar se é possível restaurar os autos, incluindo ou não a informação em falta.</p>
<p>O caso arrasta-se há vários anos nos tribunais portugueses e brasileiros. Duarte Lima foi acusado pelo homicídio de Rosalina Ribeiro, antiga companheira do empresário Lúcio Thomé Feteira, morta no Brasil em 2009. O início do julgamento chegou a estar marcado para novembro de 2022, mas acabou por ser adiado, primeiro devido a dificuldades na notificação de testemunhas residentes no Brasil e depois pela falta das gravações.</p>
<p>A justiça portuguesa pediu várias vezes às autoridades brasileiras o envio da documentação em falta. Em janeiro de 2025, Portugal voltou a solicitar ao Brasil as gravações do processo, desta vez indicando as peças processuais onde os ficheiros são referidos, para tentar desbloquear o início do julgamento.</p>
<p>Em novembro de 2025, o juiz Carlos Camacho, do Tribunal de Sintra, admitiu que, perante a incapacidade das autoridades judiciárias brasileiras para enviarem o processo na íntegra, restava avançar para a audiência de discussão e julgamento. Essa decisão foi contestada pela defesa de Duarte Lima, que se opôs a que o julgamento começasse sem todas as peças processuais.</p>
<p>O advogado João Barroso Neto escreveu num requerimento que não queria crer que as autoridades brasileiras insistissem no não envio da prova que, segundo a defesa, comprovaria aquilo que o arguido “não tem que comprovar”: a sua inocência. A audiência desta segunda-feira servirá, precisamente, para discutir o alcance dessa falta documental e o eventual restauro do processo.</p>
<p>O Ministério Público sustenta que Duarte Lima recebeu na sua conta bancária valores transferidos por Rosalina Ribeiro, relacionados com a herança de Lúcio Thomé Feteira. De acordo com a acusação, o antigo deputado terá insistido para que Rosalina assinasse uma declaração em que afirmava que o dinheiro transferido lhe pertencia. Perante a recusa, defende o Ministério Público, Duarte Lima terá matado Rosalina Ribeiro.</p>
<p>O caso tem ainda uma dimensão internacional complexa, por envolver factos ocorridos no Brasil, prova recolhida pelas autoridades brasileiras e julgamento em Portugal. Em maio, o Tribunal de Sintra voltou a recorrer ao Brasil para tentar localizar testemunhas no processo, num contexto em que algumas são já de idade avançada.</p>
<p>A audiência de segunda-feira não corresponde ao início do julgamento, mas pode ser relevante para definir em que condições o processo avançará em novembro. O tribunal tentará perceber se há acordo possível sobre as provas digitais em falta e se o processo pode ser estabilizado antes da fase de julgamento.</p>
<p>Mais de 16 anos depois da morte de Rosalina Ribeiro, o caso regressa assim a tribunal para resolver uma questão processual que tem bloqueado o avanço definitivo do julgamento. A sessão desta segunda-feira, às 11h00, no Tribunal de Sintra, será mais um passo num processo marcado por sucessivos adiamentos, cartas rogatórias, pedidos ao Brasil e disputa sobre a prova que falta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787106]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Aumenta para 702 mortos e para 1.926 casos confirmados na RDCongo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:14:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) elevou hoje para 702 o número de mortos e para 1.926 os casos confirmados no surto de ébola declarado a 15 de maio no leste do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo da República Democrática do Congo (RDCongo) elevou hoje para 702 o número de mortos e para 1.926 os casos confirmados no surto de ébola declarado a 15 de maio no leste do país.</p>
<p>Segundo as autoridades, com dados até 11 de julho, a taxa de letalidade situa-se em 36,4%. Há 753 pacientes em isolamento ou hospitalização e 318 pessoas recuperadas.</p>
<p>A taxa de rastreio de contactos ascende a 78,3% nas províncias orientais de Ituri, o epicentro da epidemia, e em Kivu Norte e Kivu Sul, precisaram as autoridades. As investigações prosseguem em Tshopo e Haut-Uele, após a deteção de casos e mortes, maioritariamente importados de Ituri.</p>
<p>&#8220;Mantêm-se os esforços para reforçar a deteção precoce, melhorar o atendimento e consolidar a mobilização comunitária&#8221;, indicou o ministério.</p>
<p>O Instituto Nacional de Saúde Pública da RDCongo alertou também para o aumento semanal de casos confirmados, um sinal de transmissão contínua na comunidade.</p>
<p>O surto corresponde à estirpe de Bundibugyo, cuja taxa de letalidade varia entre 30% e 50% e para a qual não existe vacina ou tratamento específico. A Organização Mundial da Saúde considera &#8220;alto&#8221; o risco de expansão na África subsariana e &#8220;baixo&#8221; a nível global.</p>
<p>Os protocolos da Organização Mundial da Saúde (OMS) estabelecem que um surto de Ébola pode ser considerado encerrado se não forem detetados novos casos durante 42 dias consecutivos, o dobro do período de incubação do vírus.</p>
<p>O surto foi oficialmente declarado em 15 de maio em Ituri, província fronteiriça com o Uganda e o Sudão do Sul.</p>
<p>A epidemia alastrou-se igualmente ao Uganda, onde foram confirmados 20 casos, 15 dos quais importados da RDCongo, entre os quais se contam duas mortes.</p>
<p>O surto está associado à estirpe de Bundibugyo, cuja taxa de letalidade oscila entre os 30% e os 50% e para a qual não existe vacina autorizada nem tratamento específico, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), que considera &#8220;elevado&#8221; o risco de propagação do surto na África Subsariana e &#8220;baixo&#8221; à escala global.</p>
<p>A OMS estima que o vírus tenha começado a circular em Ituri cerca de dois meses antes da declaração do surto e classificou a epidemia, no passado dia 17 de maio, como uma &#8220;emergência de saúde pública de importância internacional&#8221;.</p>
<p>Trata-se da terceira pior epidemia de Ébola da história registada até à data e é a 17.ª a afetar a RDCongo.</p>
<p>O surto atual fica apenas atrás do que assolou a África Ocidental entre 2014 e 2016, que causou cerca de 11 mil mortes e 28 mil casos, e de outro que afetou o leste do Congo entre 2018 e 2020 e que causou 2.299 mortes e 3.481 casos.</p>
<p>O vírus transmite-se por contacto direto com fluidos corporais de pessoas ou animais infetados e provoca febre hemorrágica grave, vómitos, diarreia e hemorragias internas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788350]]></sapo:autor>
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		<title>Trabalhadores da Hyundai na Coreia do Sul iniciam greve nacional de três dias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os trabalhadores da Hyundai Motors iniciaram hoje uma greve nacional parcial de três dias, após o fracasso das negociações salariais com a administração da maior fabricante automóvel da Coreia do Sul.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os trabalhadores da Hyundai Motors iniciaram hoje uma greve nacional parcial de três dias, após o fracasso das negociações salariais com a administração da maior fabricante automóvel da Coreia do Sul.</p>
<p>Segundo o principal sindicato da empresa, cerca de 40.000 trabalhadores participam no movimento, interrompendo a produção quatro horas por dia até quarta-feira.</p>
<p>Os grevistas exigem aumentos salariais, uma maior bonificação de desempenho e o adiamento da idade de reforma.</p>
<p>As negociações, em curso desde maio, voltaram a falhar a 08 de julho. A direção tinha proposto um aumento de 89.000 wons (52 euros) no salário base mensal, uma bonificação de 350% do salário base mais 10 milhões de wons (5.800 euros) e 15 ações da empresa por trabalhador.</p>
<p>O sindicato rejeitou a oferta, exigindo um aumento superior, um bónus de 800% do salário mensal, participação nos lucros, o adiamento da reforma e a reintegração de funcionários despedidos.</p>
<p>&#8220;Vamos parar as linhas de produção quatro horas por dia &#8212; duas horas por cada turno &#8212; de segunda a quarta-feira&#8221;, disse um dirigente sindical à agência France-Presse (AFP).</p>
<p>De acordo com o jornal Maeil Business, a paralisação poderá custar 200 mil milhões de wons (116 milhões de euros) à empresa.</p>
<p>O vice-presidente executivo da Hyundai, Choi Yeong-il, lamentou a greve, afirmando que ocorre &#8220;num momento em que deveríamos procurar recuperar resultados com o lançamento de novos modelos no segundo semestre&#8221;, segundo a agência Yonhap.</p>
<p>O movimento acontece num contexto de crescente preocupação com o futuro do emprego no setor, face aos avanços da robótica e inteligência artificial. A Hyundai prevê introduzir robots humanoides nas suas fábricas nos EUA a partir de 2028.</p>
<p>O sindicato principal deverá decidir na quarta-feira se prolonga a greve.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788349]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa abre a cair 0,20%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:06:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,20%, para 9.088,48 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa abriu hoje em terreno negativo, com o índice PSI (Portuguese Stock Index) a cair 0,20%, para 9.088,48 pontos.</p>
<p>Na sexta-feira, a bolsa fechou em terreno negativo, com o PSI a cair 0,19% para 9.106,84 pontos, contrariando a tendência da generalidade das praças europeias e pressionada pelo setor da pasta e do papel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788348]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EDP alerta para fraudes mais sofisticadas com dados personalizados dos clientes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/edp-alerta-para-fraudes-mais-sofisticadas-com-dados-personalizados-dos-clientes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:05:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP alertou para uma nova tipologia de fraude, mais sofisticada, que usa dados personalizados dos consumidores para simular comunicações legítimas da empresa e induzir ao pagamento de valores indevidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP alertou para uma nova tipologia de fraude, mais sofisticada, que usa dados personalizados dos consumidores para simular comunicações legítimas da empresa e induzir ao pagamento de valores indevidos.</p>
<p>Em comunicado, a empresa refere que receber uma mensagem de correio eletrónico com o nome, a morada ou o número de contribuinte corretos &#8220;já não é garantia de autenticidade&#8221;.</p>
<p>Segundo a EDP, nos últimos dias começaram a surgir tentativas de fraude através de mensagens de correio eletrónico que simulam comunicações da empresa e que podem incluir dados personalizados dos consumidores, como o Código do Ponto de Entrega (CPE), que identifica a instalação elétrica.</p>
<p>Esta nova abordagem representa, de acordo com a empresa, uma evolução face aos esquemas anteriormente detetados, que incidiam sobretudo no envio de mensagens escritas genéricas com pedidos de pagamento fraudulentos.</p>
<p>A EDP explica que a utilização de informação personalizada pretende aumentar a credibilidade das mensagens e levar os consumidores a efetuarem pagamentos indevidos.</p>
<p>&#8220;A informação utilizada nestas comunicações pode ter diferentes origens, incluindo dados disponibilizados pelos próprios consumidores em plataformas digitais&#8221;, refere, acrescentando que continua a investigar a proveniência dos dados e as plataformas que poderão ter sido usadas na sua recolha.</p>
<p>A EDP sublinha que nunca solicita dados bancários, palavras-passe ou credenciais de acesso através de mensagem escrita ou correio eletrónico, recomendando especial atenção a comunicações que criem um sentido de urgência para a realização de pagamentos ou que peçam informação sensível.</p>
<p>Além disso, a empresa recorda que as entidades de pagamento da EDP Comercial são exclusivamente 20174 e 23013 para clientes residenciais, e 12223 e 21196 para clientes empresariais.</p>
<p>A empresa aconselha ainda os consumidores a &#8220;validar sempre a autenticidade de pedidos de pagamento recebidos através de SMS ou email, verificando cuidadosamente o remetente e os dados apresentados na comunicação&#8221;.</p>
<p>&#8220;No caso do email, a empresa envia sempre as suas faturas em anexo, em formato PDF, não disponibilizando links para consulta direta da fatura no corpo do email&#8221;, reforça.</p>
<p>No mesmo comunicado, a elétrica recomenda também a adesão ao débito direto para pagamento de faturas, considerando que esta é a forma mais segura de pagamento por eliminar o risco associado à utilização de referências Multibanco fraudulentas.</p>
<p>A empresa relembra que mantém também uma parceria com a SIBS, entidade responsável pela gestão da rede Multibanco, para acelerar a identificação e o bloqueio de referências fraudulentas.</p>
<p>Desde o início do ano, a EDP recebeu mais de 3.000 denúncias de tentativas de fraude, um aumento de 4% face ao mesmo período do ano passado, uma evolução que admite que possa refletir uma maior sensibilização e vigilância por parte dos clientes, como &#8220;resultado do trabalho contínuo de informação e prevenção desenvolvido pela EDP Comercial junto de clientes, colaboradores e da opinião pública&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788346]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;O escritório precisa oferecer algo que o trabalho remoto não oferece”: Sofia Tavares, JLL Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 07:00:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à Executive Digest, Sofia Tavares, Head of Leasing Advisory Portugal na JLL, explica como estão a mudar os escritórios, o retalho, a logística e o investimento, e aponta as tendências que vão marcar o setor nos próximos anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de anos de forte crescimento, o mercado imobiliário português entrou numa nova fase. O capital continua interessado em Portugal, mas os investidores estão mais exigentes, os projetos são analisados com maior rigor e a qualidade dos ativos tornou-se o principal fator de diferenciação.</p>
<p>Em entrevista à Executive Digest, Sofia Tavares, Head of Leasing Advisory Portugal na JLL, explica como estão a mudar os escritórios, o retalho, a logística e o investimento, e aponta as tendências que vão marcar o setor nos próximos anos.</p>
<p><strong><br />
O mercado imobiliário em Portugal atravessa um momento curioso: continua a atrair investimento, mas já não com a mesma facilidade de antes, sobretudo com taxas de juro mais elevadas e maior exigência dos investidores. O que é que mudou realmente na forma como o capital olha para Portugal — e o que ainda nos mantém no radar?</strong></p>
<p>Sim, Portugal era visto como um mercado com muitas oportunidades, com yields atrativos, custo de entrada relativamente baixo e potencial de valorização significativo. A narrativa era de &#8220;descoberta&#8221;, os Golden Visa, turismo em crescimento explosivo, startups tecnológicas emergentes, etc. O mercado amadureceu e a análise tornou-se substancialmente mais rigorosa. Com as taxas a aumentar, o custo de capital disparou. Investidores exigem agora yields que compensem esse custo acrescido, mas os preços dos ativos não ajustaram proporcionalmente na mesma velocidade, criando um gap de expectativas entre compradores e vendedores. O capital institucional internacional tornou-se extremamente seletivo e o perfil de risco mudou. Mas ainda há muitos fatores que mantêm Portugal no radar, nomeadamente a estabilidade política, a segurança jurídica, a posição geográfica para logística, por exemplo, mantém relevância estratégica, o ecossistema tecnológico de Lisboa bastante mais maduro e o turismo naturalmente. O desafio é conseguir demonstrar resiliência nas rendas e maturidade operacional.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Muito se falou do “fim do escritório” com a pandemia, mas a realidade parece ter seguido outro caminho. Hoje, o que é que define um ativo de escritórios vencedor?</strong></p>
<p>O mercado de escritórios não desapareceu, mas transformou-se profundamente. O que observamos atualmente é uma clara divisão entre escritórios premium que mantêm uma procura forte e taxas de ocupação elevadas; e ativos de qualidade inferior ou desatualizados que enfrentam uma <em>vacancy</em> crescente e uma pressão significativa nas rendas.</p>
<p>As principais características mais valorizadas neste momento nos escritórios são: localização, acessibilidades e proximidades a transportes públicos, certificações de sustentabilidade, saúde e bem estar, flexibilidade, tecnologia, <em>amenities</em> e serviços.</p>
<p>Edifícios dos anos 80-90, sem intervenção profunda, pisos compartimentados e pouco flexíveis, pé direito baixo, fachadas em vidro sem protecção solar, ar condicionado obsoleto e localizações periféricas e sem transportes públicos, é tudo o que neste momento não funciona no mercado de escritórios.<strong> </strong></p>
<p>O mercado premia qualidade, sustentabilidade e experiência de utilizador. Ativos que não conseguem entregar estas características enfrentam desafios crescentes de comercialização e manutenção de rendas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>E do lado das empresas ocupantes, há um equilíbrio difícil entre flexibilidade, eficiência de custos e atração de talento. Na prática, o que é que está a pesar mais nas decisões de ocupação neste momento?</strong></p>
<p>Esta é uma das tensões mais interessantes do mercado atual. As empresas enfrentam alguns desafios, nomeadamente:</p>
<p>A atração e retenção de talento, o talento qualificado, particularmente gerações mais jovens, valoriza ambiente de trabalho inspirador, localização <em>cool</em>, espaços colaborativos. Por esta razão as empresas que impõem regresso total ao escritório em espaços desatualizados enfrentam alguma resistência por parte dos colaboradores. Há um reconhecimento crescente de que o escritório precisa oferecer algo que o trabalho remoto não oferece, funcionando como fator diferenciador e não apenas como local de presença obrigatória.</p>
<p>A eficiência de custos: menos metros quadrados totais (redução de 20-30% é comum), mas mais investimento por pessoa em qualidade. O custo total pode até manter-se ou aumentar ligeiramente, mas a perceção é de maior eficiência porque há menos postos de trabalho fixos.</p>
<p>A flexibilidade contratual: os espaços flex passaram a ser muito procurados, sobretudo porque as empresas procuram agilidade para crescer ou reduzir área sem ficarem presas a compromissos longos em mercados incertos e porque este tipo de espaços também permite uma rápida e fácil instalação;</p>
<p>Aquilo que verificamos sobretudo é que as empresas estão a investir mais em menos espaços, em melhores localizações, em melhores edifícios. Preferem 1.000 m2 num edifício AAA bem localizado do que 2.000 m2 num edifício numa zona periférica, com pouca oferta de transportes públicos e ao mesmo custo total. A qualidade é mais importante e valorizada do que a quantidade.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em que áreas é que o mercado português está claramente com oferta em falta, e quais podem vir a ser os próximos “gargalos”?</strong></p>
<p>Claramente em falta é fácil identificar:</p>
<p>Escritórios premium de qualidade e com certificações de sustentabilidade, temos uma oferta razoável de escritórios de grade A mas ainda representam uma percentagem de 16% do stock total de escritórios;</p>
<p>Logística de <em>last mile</em>, o e-commerce B2C cresceu estruturalmente. A expectativa de entrega rápida ao consumidor exige armazéns próximos de centros urbanos, mas a disponibilidade junto destas zonas é escassa e cara. Estão a surgir algumas soluções criativas, sobretudo com a mudança de uso de alguns ativos mas a escala é insuficiente.</p>
<p>Habitação acessível em todas as categorias, há défice estrutural em todos os segmentos e impacta indiretamente também a atração de talento para empresas.</p>
<p>Como oportunidades futuras podemos facilmente identificar a infraestrutura em data centers; a intervenção profunda em muitos edifícios obsoletos e que precisam de estar <em>compliance</em>; solo industrial bem localizado e licenciado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>No industrial e logística, já entrámos no mapa internacional como destino consolidado? O que falta para dar o salto seguinte?</strong></p>
<p>Sim, mas com ressalvas importantes.</p>
<p>Portugal conseguiu estabelecer-se como hub logístico ibérico muito credível. O triângulo Lisboa-Porto-Sines/Setúbal funciona como plataforma estratégica de distribuição. Investidores internacionais especializados entraram e desenvolveram uma oferta muito moderna. Isso valida naturalmente o sector industrial e logístico português. As principais vantagens competitivas do país são sobretudo a posição geográfica, o custo competitivo, boas infraestruturas, mão de obra qualificada e relativamente mais acessível que outros países europeus, e crescente capacidade de energia renovável.</p>
<p>Precisamos de ganhar escala, melhorar substancialmente a conectividade ferroviária de mercadorias para a Europa, aumentar os níveis de automação e tecnologia nos armazéns e agilizar significativamente os processos de licenciamento.</p>
<p>Portugal está no mapa como player regional sólido, mas para se tornar destino primário europeu (não apenas ibérico), precisa de evoluir nestas dimensões críticas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>No retalho, a história é mais complexa. Entre o crescimento do e-commerce e a recuperação do consumo físico, como é que o papel das lojas físicas se está a redefinir? Estamos a falar de menos lojas ou de lojas completamente diferentes?</strong></p>
<p>A transformação do retalho é incrível e nem sempre é bem compreendida. A comparação constante &#8220;e-commerce vs lojas físicas&#8221; é bastante simplista. O que está a acontecer é uma evolução do omnichannel, onde o físico e o digital são complementares e não concorrentes. Estamos a falar de lojas com uma maior vertente de experiência, onde o cliente descobre e experiência a marca; ou de lojas físicas mais pequenas mas com micro armazéns e focadas no click and collect para reduzir custos logísticos e acelerar a entrega; ou de espaços mais focadas na comunidade e eventos com workshops, talks e encontros, como por exemplo as livrarias ou algumas lojas de desporto; também customização e serviços diferenciados ao cliente; e flagships icónicas, com statement da marca;</p>
<p>Não estamos a falar de mais ou menos lojas, a palavra certa é ‘diferente’. Mesmo marcas que eram apenas digitais estão a abrir no formato físico precisamente porque o físico acrescenta dimensão que o digital não consegue. As lojas são mais pensadas e cada abertura é muito trabalhada.</p>
<p>Os retalhistas tradicionais estão a fechar lojas underperformance e a reinvestir em <em>flagship stores </em>renovados, com experiências premium e nas melhores localizações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Olhando para o pipeline de projetos, sente-se uma maior cautela na decisão de avançar com novas construções, ou o mercado continua a encontrar formas de contornar esse risco?</strong></p>
<p>Há efetivamente maior prudência nas decisões de investimento, mas o mercado mantém-se ativo e seletivo.</p>
<p>A construção especulativa diminuiu significativamente. Os promotores procuram maior segurança através de contratos de pré-arrendamento antes de avançar com a construção. O faseamento dos projetos é feito de forma mais cautelosa, com as fases seguintes dependentes do sucesso da comercialização das fases anteriores, por exemplo.</p>
<p>O próprio mercado tem encontrado diferentes estratégias para gerir os riscos: construção de ativos institucionais de qualidade que tendem a ser mais líquidos; joint ventures entre promotores e investidores institucionais para partilhar risco e capital; construção à medida de clientes específicos com contratos garantidos; etc.</p>
<p>Continua a haver desenvolvimento em logística, onde a procura estrutural se mantém forte face à oferta disponível; em escritórios de qualidade superior em localizações core; e em residencial, onde existe procura fundamental.</p>
<p>O mercado adotou uma postura mais seletiva. Nem todos os projetos avançam com a mesma facilidade de anos anteriores, mas projetos bem estruturados, em boas localizações e com capitais adequados continuam a encontrar caminho para execução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por fim, se tivéssemos de olhar para os próximos três a cinco anos, qual é a mudança estrutural que vai mesmo redefinir o imobiliário em Portugal — e que hoje ainda não está a ser discutida com a seriedade devida?</strong></p>
<p>Diria que a transição gradual mas consistente para padrões de sustentabilidade mais elevados.</p>
<p>A regulação europeia está efetivamente a apertar requisitos de eficiência energética e reporte de sustentabilidade.  Isto não será uma disrupção dramática mas a evolução gradual dos padrões irá premiar ativos e players bem posicionados e irá penalizar quem não se adaptar.</p>
<p>Diria que as empresas e investidores que anteciparem estas tendências e se posicionarem adequadamente terão vantagem competitiva. Quem não considerar estas mudanças enfrentará desafios crescentes sim mas que serão superáveis. Diria que o ideal é a adaptação gradual em vez da transformação disruptiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Oposição timorense preocupada com capacidade do Governo para combater crime organizado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 06:58:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin) pediu hoje uma revisão do sistema de imigração e controlo de fronteiras, após manifestar preocupação com a capacidade do Governo para combater o crime organizado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin) pediu hoje uma revisão do sistema de imigração e controlo de fronteiras, após manifestar preocupação com a capacidade do Governo para combater o crime organizado.</P><br />
<P>&#8220;Quero aproveitar esta oportunidade para manifestar a minha profunda preocupação relativamente à segurança nacional e à capacidade do Governo para prevenir e combater o crime organizado transnacional&#8221;, disse a deputada da Fretilin, Yuri Costa, numa intervenção no parlamento, antes do período da ordem do dia.</P><br />
<P>Em causa estão as detenções feitas pelas autoridades timorenses de quase 200 cidadãos da China, Camboja e Indonésia por suspeita de envolvimento em atividades ilegais &#8216;online&#8217;, nomeadamente jogo e fraude.</P><br />
<P>&#8220;Estes factos não constituem acontecimentos isolados. Pelo contrário, revelam um padrão que deve preocupar todos os timorenses&#8221;, disse a deputada.</P><br />
<P>Na intervenção, a deputada questiona também o funcionamento do sistema de informações, do controlo de fronteiras e do sistema de imigração, que considerou continuarem a revelar fragilidades.</P><br />
<P>&#8220;O crime organizado não surge de um dia para o outro. Redes de branqueamento de capitais, jogo ilegal, fraude eletrónica e criminalidade transnacional exigem tempo, organização, financiamento e movimentação de pessoas. Nada disto acontece sem oportunidades e sem falhas no sistema&#8221;, disse Yuri Costa.</P><br />
<P>A deputada da Fretilin exigiu também saber se o Governo já identificou ou não as redes ou indivíduos em território nacional que &#8220;ajudaram, facilitaram ou apoiaram as atividades ilegais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O crime organizado não atua sozinho. As redes internacionais necessitam, normalmente, de apoio local, de facilitadores locais e de estruturas locais. A investigação deve chegar a todos os envolvidos, com base nas provas e de acordo com a lei&#8221;, salientou.</P><br />
<P>A deputada considerou igualmente que o Governo deve assumir as responsabilidades das falhas que ocorreram e proceder a uma revisão completa do sistema de imigração e do controlo das fronteiras, a um reforço do sistema nacional de informações e partilha de informação entre todas as instituições competentes, bem como intensificar o combate ao crime organizado transnacional.</P><br />
<P>Yuri Costa pediu a criação de um Centro Nacional de Operações de Segurança que integre vários serviços de segurança para assegurar uma &#8220;monitorização permanente das ameaças à segurança nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A segurança nacional não é apenas uma questão política. É a garantia da soberania, da estabilidade e do futuro do nosso país&#8221;, acrescentou a deputada.</P><br />
<P> O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) alertou em setembro passado para a proliferação de redes criminosas em Oecussi, enclave timorense no lado indonésio da ilha de Timor, salientando que as recentes investigações mostram uma contaminação da região.</P><br />
<P>Na sequência daquela denúncia pública, o Governo timorense determinou cancelar as licenças concedidas para exploração de jogos e apostas &#8216;online&#8217;, bem como proibir a atribuição de novas licenças, devido a riscos para a segurança e estabilidade social.</P><br />
<P>Segundo a UNODC, após uma região ser infiltrada por criminosos digitais, &#8220;frequentemente transforma-se num centro de fraude cibernética e de tráfico de droga e de pessoas&#8221;.</P></p>
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		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a perder 1,92%</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 06:55:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixo, com o principal índice, o Nikkei, a cair 1,92% para 67.242,73 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixo, com o principal índice, o Nikkei, a cair 1,92% para 67.242,73 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, encerrou a sessão a perder 0,71% para 4.007,49 pontos. </P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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