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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Médio Oriente: UE equaciona missão no Líbano para substituir força da ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A chefe da diplomacia da União Europeia referiu hoje que os ministros da Defesa vão decidir se tencionam substituir a força de manutenção da paz da ONU no Líbano com uma missão própria do bloco.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chefe da diplomacia da União Europeia referiu hoje que os ministros da Defesa vão decidir se tencionam substituir a força de manutenção da paz da ONU no Líbano com uma missão própria do bloco.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas à entrada para uma reunião dos ministros da Defesa da União Europeia (UE), em Bruxelas, Kaja Kallas referiu que a missão da ONU de manutenção da paz no Líbano, UNIFIL, termina em dezembro e &#8220;há uma vontade dos europeus para desenvolver uma nova missão para apoiar as Forças Armadas libanesas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Já as estamos a ajudar, mas temos de ver se há vontade de se criar uma nova missão europeia para substituir a UNIFIL&#8221;, referiu.</p>
<p>A Alta Representante da UE para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança indicou também que, na reunião de hoje, os ministros vão decidir se expandem o mandato da missão naval Aspides, que escolta atualmente navios mercantes no Mar Vermelho, para o Estreito de Ormuz.</p>
<p>&#8220;Só precisamos de mudar o plano operacional no mandato [da missão], o que é fácil de fazer se os Estados-membros quiserem reforçá-la e dar-lhe mais meios navais. A estrutura já está toda estabelecida&#8221;, indicou.</p>
<p>Kallas indicou ainda que, na reunião de hoje, os ministros vão também discutir sobre a necessidade de desenvolverem mais projetos comuns a nível de Defesa e como aumentar a produção de armamento.</p>
<p>Questionada sobre como é que vê o facto de os Estados Unidos terem decidido retirar cinco mil militares da Alemanha, a chefe da diplomacia da UE respondeu: &#8220;Isso claramente mostra que temos de aumentar a nossa própria produção em Defesa&#8221;.</p>
<p>&#8220;E desenvolver projetos comuns para conseguirmos produzir [armamento] para nós próprios&#8221;, salientou.</p>
<p>Nesta declaração aos jornalistas, a Alta Representante foi ainda interrogada sobre o conteúdo dos exercícios de simulação que tem apresentado aos Estados-membros e que visam mostrar como é que, na prática, poderia ser ativado o artigo 42.7 do Tratado da UE, que estabelece a cláusula de defesa mútua em caso de agressão a um dos países.</p>
<p>Kallas referiu que, nesses exercícios, há três cenários diferentes: o primeiro cenário é o de um ataque armado contra um Estado-membro da NATO, o que faz com que sejam ativados dois artigos: o artigo 5 da Aliança Atlântica e o 42.7 da UE.</p>
<p>&#8220;O outro cenário é que a agressão é contra outro Estado-membro que não pertence à NATO, ou seja em que só é ativado o artigo 42.7, e o terceiro cenário é quando o ataque se situa abaixo do limiar necessário para o artigo 5 [da NATO], ou seja, quando é um ataque híbrido&#8221;, indicou.</p>
<p>Kallas salientou, contudo, que não tenciona comentar publicamente o teor concreto desses exercícios, porque mostram &#8220;as falhas que a UE tem&#8221;.</p>
<p>&#8220;E é precisamente esse o objetivo desses exercícios: garantir que nos tornamos mais concretos. Quem faz o quê? Quem pode pedir o quê da Comissão? O que é que a Comissão Europeia e os Estados-membros podem fazer? É complicado, porque o artigo é muito vago e precisamos de lhe dar mais substância&#8221;, frisou.</p>
<p>Os ministros da Defesa da UE estão hoje reunidos em Bruxelas, com três pontos na agenda: guerra na Ucrânia, situação no Médio Oriente e a prontidão europeia no domínio da Defesa.</p>
<p>O Governo português está representado pelo ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761460]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. Dos Açores à Turquia: sem os EUA, a Europa perde o seu escudo militar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 08:11:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Resposta, olhando para a atual arquitetura da NATO, é desconfortável para várias capitais europeias]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A decisão americana de retirar cerca de cinco mil militares de bases na Alemanha abriu um novo debate sobre a segurança europeia: até que ponto a Europa consegue defender-se sem os Estados Unidos? A resposta, olhando para a atual arquitetura da NATO, é desconfortável para várias capitais europeias. O continente tem mais investimento em Defesa, mais urgência estratégica e mais consciência do risco russo, mas continua dependente de uma rede militar americana que nenhum país europeu consegue substituir no imediato.</p>
<p>A medida foi anunciada num contexto de tensão entre Washington e aliados europeus e está a ser acompanhada com preocupação na NATO. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, a retirada de cinco mil militares da Alemanha pode fazer regressar a presença americana na Europa para níveis anteriores ao reforço ordenado depois da invasão russa da Ucrânia, em 2022. A mesma agência recorda que os EUA têm atualmente cerca de 85 mil militares no continente europeu. A &#8216;Euronews&#8217; assinala que a legislação americana não impede uma retirada, mas exige consultas e justificações em caso de cortes relevantes.</p>
<p>O número, por si só, não explica tudo. Cinco mil soldados representam uma fração do contingente americano na Europa, mas o sinal político é muito maior. Como sublinha o major-general Arnaut Moreira à &#8216;CNN Portugal&#8217;, “a redução em cinco mil tem uma leitura de natureza política que é muito superior à leitura de natureza militar”. O problema é que, na defesa europeia, os militares americanos não são apenas homens no terreno: são comando, logística, inteligência, aviões, radares, mísseis, depósitos de armamento, capacidade nuclear e resposta rápida.</p>
<p>É por isso que a presença dos Estados Unidos funciona como uma espécie de “sistema operativo” da defesa europeia. A Europa tem forças próprias, exércitos nacionais e duas potências nucleares, França e Reino Unido, mas a engrenagem integrada que permite deslocar tropas, vigiar ameaças, abastecer meios, intercetar mísseis e projetar força continua assente, em larga medida, na infraestrutura americana.</p>
<p><strong>O que significa a influência militar dos EUA na Europa?</strong></p>
<p>A influência americana na Europa concretiza-se de várias formas. A mais visível é a presença de tropas e bases. A menos visível, mas provavelmente a mais importante, é a capacidade de ligar todos os pontos: comando, comunicações, transporte, inteligência, defesa aérea, dissuasão nuclear e reforço rápido em caso de guerra.</p>
<p>A &#8216;CNN Portugal&#8217; descreve uma teia que vai da Gronelândia à Turquia, dos Açores à Polónia, da Alemanha ao Mediterrâneo. No centro está a Alemanha, onde se encontram algumas das estruturas mais importantes do poder militar americano no continente.</p>
<p>Em Patch Barracks, em Vaihingen, opera o Comando Europeu dos Estados Unidos, o EUCOM. Em Kelley Barracks estão o comando americano para África e as forças de operações especiais. Em Wiesbaden funciona uma parte essencial do comando do Exército americano na Europa. E em Ramstein está uma das bases mais estratégicas de toda a NATO.</p>
<p>Ramstein é mais do que uma base aérea. É um nó logístico e de comando. Por ali passam aviões de transporte, missões de evacuação médica, comunicações e operações que ligam os Estados Unidos ao teatro europeu, africano e do Médio Oriente. Não precisa de ter caças permanentemente estacionados para ser decisiva: a sua importância está na capacidade de manter a máquina militar a funcionar.</p>
<p><strong>Onde entra Portugal nesta rede?</strong></p>
<p>Portugal surge nesta arquitetura através da Base das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores. A sua posição no Atlântico faz dela uma infraestrutura relevante para reabastecimento, trânsito aéreo e vigilância marítima.</p>
<p>Num cenário de crise, a geografia volta a ser decisiva. A ponte militar entre os Estados Unidos e a Europa depende do Atlântico. As Lajes funcionam como ponto intermédio nessa travessia, uma espécie de estação estratégica entre o território continental americano e a Europa.</p>
<p>No outro extremo, a Base Espacial de Pituffik, na Gronelândia, tem uma função diferente: vigiar o Ártico e detetar ameaças balísticas. Ou seja, a rede americana não cobre apenas o centro da Europa; cobre as rotas de aproximação, os corredores marítimos, o espaço aéreo e os sinais de alerta precoce.</p>
<p><strong>Como se distribui o poder aéreo americano?</strong></p>
<p>O poder aéreo americano está espalhado por vários pontos-chave. No Reino Unido, a RAF Lakenheath acolhe caças F-35 e F-15E. A base de Mildenhall tem funções de reabastecimento aéreo e operações especiais. Em Itália, Aviano garante capacidade de resposta no Mediterrâneo. Na Turquia, Incirlik é uma ponte para o flanco sul da NATO e para o Médio Oriente.</p>
<p>Esta distribuição não é aleatória. Como explica Arnaut Moreira, as bases aéreas e terrestres seguem uma linha diagonal que vai do Reino Unido à Turquia. Essa linha permite cobrir o norte da Europa, o centro do continente, o Mediterrâneo, o flanco sul e a aproximação ao Médio Oriente.</p>
<p>A presença americana também inclui sistemas de defesa antimíssil. A NATO assumiu formalmente em 2024 o comando do sistema Aegis Ashore em Redzikowo, na Polónia, que se junta à instalação de Deveselu, na Roménia, no escudo antimíssil aliado.</p>
<p>A partir da base naval de Rota, em Espanha, os Estados Unidos operam ainda contratorpedeiros equipados com o sistema Aegis, que patrulham o Mediterrâneo e o Atlântico. Estes navios trabalham em rede com sensores como o radar de Kürecik, na Turquia, capaz de detetar lançamentos a grande distância e enviar dados para os centros de comando.</p>
<p>Sem esta rede, a Europa não ficaria indefesa, mas ficaria muito mais exposta. Os sistemas europeus de defesa aérea existem, mas ainda não substituem de forma plena a cobertura americana contra ameaças balísticas de longo alcance.</p>
<p><strong>O que é o “exército fantasma”?</strong></p>
<p>Uma das peças menos conhecidas desta presença militar é o sistema de material pré-posicionado, conhecido como APS-2. A lógica é simples: em caso de guerra, transportar tanques, blindados e artilharia pesada dos Estados Unidos para a Europa demoraria demasiado tempo. A alternativa foi criar grandes armazéns militares no continente europeu, com equipamento pronto a ser usado.</p>
<p>Esses depósitos existem em países como Polónia, Alemanha, Países Baixos e Bélgica. Guardam tanques M1 Abrams, veículos Bradley, artilharia e outro material pesado, com manutenção permanente.</p>
<p>Num cenário de crise, os soldados podem voar dos Estados Unidos para a Europa e encontrar o equipamento já preparado. É isso que torna esta capacidade tão importante: não se trata apenas de ter tropas, mas de conseguir transformá-las rapidamente numa força de combate pesada.</p>
<p>A &#8216;CNN Portugal&#8217; descreve esta estrutura como uma espécie de “exército fantasma”: não é visível no dia a dia, não aparece em grandes desfiles, mas pode ser ativada rapidamente numa emergência.</p>
<p><strong>E a dissuasão nuclear?</strong></p>
<p>A dependência europeia também passa pela dimensão nuclear. França e Reino Unido têm armas nucleares, mas os Estados Unidos mantêm na Europa um sistema de partilha nuclear no quadro da NATO. Estimativas públicas apontam para a presença de bombas nucleares táticas B61 em bases de vários países europeus, no âmbito desse arranjo. O Bulletin of the Atomic Scientists assinalou que os EUA têm vindo a modernizar a infraestrutura ligada à missão de partilha nuclear na Europa.</p>
<p>Estas armas permanecem sob controlo americano. Em caso extremo, poderiam ser transportadas por aviões de países aliados preparados para essa missão. O objetivo é dissuadir um adversário de atacar a NATO, mostrando que qualquer escalada poderia ter resposta nuclear.</p>
<p>Este é um dos pontos mais sensíveis da autonomia estratégica europeia. A Europa discute há anos a necessidade de reforçar a sua defesa, mas a dissuasão nuclear alargada dos EUA continua a ser uma garantia central para vários aliados, sobretudo no flanco leste.</p>
<p><strong>Porque é que a retirada de cinco mil soldados preocupa tanto?</strong></p>
<p>A retirada em si pode ser absorvida militarmente com dificuldade, mas não representa o colapso imediato da defesa europeia. O problema é o precedente.</p>
<p>Se os Estados Unidos retiram cinco mil militares da Alemanha, a pergunta seguinte é inevitável: poderão retirar mais? Poderão reduzir presença em Itália, Espanha, Polónia ou noutras bases? Poderão transformar uma garantia permanente numa presença mais intermitente? Poderão condicionar o apoio militar à Europa a disputas políticas com aliados?</p>
<p>A &#8216;Reuters&#8217; refere que o presidente americano tem autoridade relevante enquanto comandante-chefe, embora o Congresso possa impor limites através do orçamento e de regras de consulta. A preocupação em Washington e nas capitais europeias é que uma redução feita sem coordenação possa enfraquecer a dissuasão perante a Rússia.</p>
<p>Por outras palavras, a questão não é apenas saber se a Europa substitui cinco mil soldados. É saber se consegue substituir aquilo que esses soldados representam: compromisso americano, capacidade de reforço rápido, comando integrado, logística e confiança política.</p>
<p><strong>Como é que isto deixa a Europa?</strong></p>
<p>Deixa a Europa mais pressionada, mais exposta e obrigada a acelerar decisões que foi adiando durante décadas.</p>
<p>A guerra na Ucrânia já tinha mostrado que a segurança europeia voltou a depender de defesa territorial, munições, blindados, artilharia, defesa aérea e capacidade industrial. A ameaça de retirada americana acrescenta outra camada: a Europa não pode continuar a depender dos EUA como se essa presença fosse politicamente automática e eterna.</p>
<p>Mas ganhar autonomia não é rápido. Exige dinheiro, indústria, coordenação, doutrina comum, compras conjuntas, capacidade de transporte estratégico, satélites, inteligência, defesa antimíssil e comando integrado. Tudo isto demora anos.</p>
<p>É esse o dilema europeu: os Estados Unidos podem reduzir presença em meses; a Europa só consegue substituir capacidades críticas em anos.</p>
<p>A ameaça de retirada americana não significa que a NATO esteja a acabar. Mas mostra que a aliança já não vive na mesma lógica de previsibilidade. Durante décadas, a defesa europeia assentou na certeza de que os EUA seriam o garante final da segurança do continente. Agora, essa certeza passou a ser uma variável política.</p>
<p>No fundo, a pergunta deixou de ser apenas quantos soldados americanos estão na Europa. A pergunta passou a ser outra: que parte da segurança europeia continua a depender de uma decisão tomada em Washington? E a resposta, para já, é quase tudo o que torna a NATO uma força verdadeiramente integrada.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761455]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Quem manda no PS? As tribos que sobrevivem à volta de Costa, Seguro, Pedro Nuno e Carneiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:57:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Costistas, seguristas, pedronunistas, carneiristas e figuras à espera de espaço político continuam a mover-se no partido, ainda que sem uma guerra aberta pela sucessão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>António Costa e António José Seguro estão afastados da política interna do PS, mas continuam a ter influência através de círculos de proximidade e antigos aliados. A &#8216;<a href="https://www.sabado.pt/portugal/detalhe/como-se-organizam-os-jogos-de-poder-os-chefes-e-os-indios-das-tribos-do-ps" target="_blank" rel="noopener">Sábado</a>&#8216; descreve um partido onde a liderança de José Luís Carneiro não está, para já, em causa, mas onde várias correntes continuam atentas ao futuro socialista.</p>
<p>A lógica interna é simples: o líder está forte, mas as “tribos” não desapareceram. Costistas, seguristas, pedronunistas, carneiristas e figuras à espera de espaço político continuam a mover-se no partido, ainda que sem uma guerra aberta pela sucessão.</p>
<p>Uma fonte socialista citada pela revista resume o ambiente interno: António Costa e António José Seguro tornaram-se figuras “suprapartidárias”, sem intervenção direta na vida do PS, mas com esferas de influência que podem ser ativadas. São, nas palavras dessa fonte, “mãos invisíveis”.</p>
<p><strong>O peso de Costa a partir de Bruxelas</strong></p>
<p>António Costa desligou-se do quotidiano do PS quando deixou a liderança, em janeiro de 2024, e assumiu depois funções europeias. Ainda assim, a sua opinião continua a circular no partido através de conversas informais com figuras socialistas com experiência governativa e peso mediático.</p>
<p>Entre os nomes associados a esse espaço estão Mariana Vieira da Silva, Ana Catarina Mendes e Fernando Medina. A deputada Mariana Vieira da Silva admitiu recentemente não excluir uma candidatura à liderança do PS no futuro, embora vários socialistas ouvidos pela revista semanal considerem que, tal como Fernando Medina, não reúne hoje apoios suficientes para chegar ao cargo de secretário-geral.</p>
<p>Outro nome referido neste núcleo é o de Mário Centeno, antigo governador do Banco de Portugal. Segundo um socialista citado pela revista, Centeno será um dos nomes desejados por Costa e aceite por grande parte deste grupo, embora com reservas por parte de Medina.</p>
<p><strong>Duarte Cordeiro mantém-se à margem</strong></p>
<p>Duarte Cordeiro é outro nome com peso potencial no futuro socialista. Antigo ministro do Ambiente e da Ação Climática, é associado ao universo costista, mas tem uma característica que o distingue: consegue cruzar várias sensibilidades internas.</p>
<p>Cordeiro não tem anticorpos relevantes junto de José Luís Carneiro, elogiou António José Seguro e mantém simpatias na rede que apoiou Pedro Nuno Santos. Essa posição transversal faz com que vários dirigentes o vejam como uma figura com margem para escolher o seu papel futuro.</p>
<p>Para já, porém, optou por manter distância da orgânica formal da atual liderança. Recusou integrar a Comissão Política Nacional do PS, justificando a decisão com a vontade de preservar “liberdade para discordar”.</p>
<p>A relação com Pedro Nuno Santos, que no passado foi próxima, deteriorou-se. O ex-líder do PS deixou recados no regresso ao Parlamento, criticando “taticistas” que, na sua leitura, esperam pelo momento certo para avançar. Duarte Cordeiro respondeu no seu espaço de comentário na NOW, dizendo que Pedro Nuno “falhou o alvo” e que devia concentrar-se “onde residem os problemas do país”.</p>
<p><strong>Os pedronunistas resistem, mas estão enfraquecidos</strong></p>
<p>A derrota eleitoral de maio de 2025, em que o PS obteve 22,83%, o terceiro pior resultado da sua história, levou Pedro Nuno Santos a abandonar a liderança e enfraqueceu a ala mais à esquerda que se organizava à sua volta.</p>
<p>Ainda assim, o grupo não desapareceu. Mantém figuras como Nuno Araújo, Pedro Vaz, Francisco César, Hugo Oliveira e Marina Gonçalves, todos ligados à antiga direção de Pedro Nuno Santos ou próximos da sua área política.</p>
<p>A &#8216;Sábado&#8217; descreve este núcleo como unido, mas fragilizado. Uma fonte socialista considera que a corrente está “meio-morta” e que teria de fazer alianças com outros grupos para apresentar uma alternativa forte numa futura disputa interna.</p>
<p>Alexandra Leitão, que esteve próxima deste universo político, terá perdido ligação ao núcleo com a perda de relevância do pedronunismo, embora mantenha pontes pessoais e políticas com esse espaço.</p>
<p><strong>Carneiro lidera com apoio alargado</strong>  </p>
<p>José Luís Carneiro foi reeleito em março com 96%, um resultado que reforça a ideia de liderança consolidada. O atual secretário-geral conseguiu agregar diferentes sensibilidades, incluindo dirigentes vindos do segurismo e do costismo.</p>
<p>No núcleo político de Carneiro destacam-se Eurico Brilhante Dias, líder parlamentar, e Jamila Madeira, eurodeputada, ambos associados ao universo de António José Seguro.</p>
<p>Entre os nomes mais próximos do atual líder estão André Moz Caldas, presidente da Assembleia Municipal de Lisboa, Luís Soares, chefe de gabinete de Carneiro, e Filipe Santos Costa, dirigente que escreveu a moção global de estratégia. Numa segunda linha surge também Inês de Medeiros, presidente da Câmara de Almada.</p>
<p>O apoio interno é amplo, mas não elimina a existência de correntes. Uma fonte socialista citada pela revista admite que, se Carneiro perder legislativas, esses grupos podem entrar “em ebulição” e gerar alternativas.</p>
<p><strong>Seguristas apoiam mais do que disputam</strong></p>
<p>Ao contrário dos costistas, que parecem preocupados em preservar hipóteses de liderança futura, os seguristas não surgem como uma corrente organizada para disputar o partido.</p>
<p>Francisco Assis, Álvaro Beleza e António Galamba são vistos mais como senadores socialistas do que como candidatos. Paulo Lopes Silva, que dirigiu a campanha presidencial de António José Seguro, é outro dos nomes associados a esta área.</p>
<p>A influência segurista funciona sobretudo como apoio político ao Presidente da República e como referência interna para setores do PS que se revêm num perfil mais moderado.</p>
<p><strong>Um partido unido, mas cheio de centros de influência</strong></p>
<p>O retrato é o de um PS sem contestação aberta à liderança de José Luís Carneiro, mas longe de ser um partido sem movimentos internos.</p>
<p>Costa e Seguro não interferem diretamente, Pedro Nuno Santos mantém seguidores apesar da derrota, Duarte Cordeiro preserva margem de manobra e Carneiro tenta segurar uma maioria interna alargada.</p>
<p>A disputa, para já, não é pela liderança imediata. É pelo posicionamento, pela influência e pela preparação do dia seguinte. No PS, as tribos continuam vivas — mesmo quando os chefes parecem fora do campo de batalha.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761449]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Soares dos Santos lideram dividendos milionários: famílias mais ricas da bolsa recebem 653 milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:47:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em causa estão as famílias Soares dos Santos, Azevedo, Amorim, Queiroz Pereira e Mota, que mantêm posições relevantes em algumas das principais cotadas nacionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As cinco maiores famílias acionistas da bolsa portuguesa vão receber, em conjunto, 653,4 milhões de euros em dividendos relativos aos lucros de 2025, um valor cerca de 1% inferior ao do ano anterior, avança esta terça-feira o &#8216;Jornal de Negócios&#8217;. A descida é ligeira, mas marca uma inversão na remuneração acionista destes grandes grupos familiares, apesar de quatro das cinco famílias virem a encaixar mais este ano.</p>
<p>Em causa estão as famílias Soares dos Santos, Azevedo, Amorim, Queiroz Pereira e Mota, que mantêm posições relevantes em algumas das principais cotadas nacionais. O recuo global deve-se sobretudo à Navigator, que reduziu o dividendo para menos de metade, para o valor mais baixo pelo menos desde 2012.</p>
<p>Essa decisão penaliza diretamente as herdeiras de Pedro Queiroz Pereira. Filipa, Mafalda e Lua Queiroz Pereira tinham recebido no ano passado mais de 120 milhões de euros relativos aos lucros da papeleira. Este ano, a Navigator vai distribuir cerca de 80 milhões de euros aos acionistas, dos quais 56 milhões cabem à família.</p>
<p>Somando a participação na Semapa, o clã Queiroz Pereira deverá encaixar 97,6 milhões de euros. Ainda assim, a descida é suficiente para fazer a família cair do segundo para o quarto lugar no ranking das maiores remunerações acionistas familiares da bolsa de Lisboa, sendo ultrapassada pelos Azevedo e pelos Amorim.</p>
<p><strong>Soares dos Santos recebem o maior cheque</strong></p>
<p>A liderança continua nas mãos da família Soares dos Santos, através da Sociedade Francisco Manuel dos Santos, que controla a maioria do capital da Jerónimo Martins.</p>
<p>A retalhista vai distribuir, pelo quarto ano consecutivo, metade dos lucros obtidos. O dividendo será de 65 cêntimos por ação, ainda abaixo do máximo do século pago em 2022, quando chegou aos 78,5 cêntimos.</p>
<p>No total, a família Soares dos Santos deverá receber 229,6 milhões de euros, mais 10% do que no ano passado. O pagamento começa esta terça-feira, tornando este o maior cheque de dividendos entre as grandes famílias da bolsa portuguesa.</p>
<p><strong>Azevedo sobem com NOS, Sonae e Sonaecom</strong></p>
<p>A família Azevedo, dona da maior parcela da Sonae, da Sonaecom e da NOS, deverá receber 175,6 milhões de euros em dividendos.</p>
<p>A maior fatia vem da NOS, que vai pagar o dividendo mais elevado desde 2007: 45 cêntimos por ação. A subida da remuneração acionista da Sonae e da Sonaecom também contribui para reforçar o montante final.</p>
<p><strong>Amorim beneficiam da Galp e da Corticeira</strong></p>
<p>A família Amorim também vai receber mais este ano. Só através da Galp, os acionistas beneficiam de uma subida de 3% do dividendo, para 64 cêntimos por ação, o valor mais elevado desde 2019. Da petrolífera portuguesa, a família deverá encaixar 97,3 milhões de euros.</p>
<p>A este valor somam-se 28,4 milhões de euros provenientes da Corticeira Amorim. Apesar de os lucros da empresa terem recuado 20%, para 55,6 milhões de euros, a cotada decidiu voltar a aumentar o dividendo para 35 cêntimos por ação, o valor mais alto desde 2015.</p>
<p>No total, os Amorim reforçam a posição entre as famílias portuguesas com maior remuneração acionista em bolsa.</p>
<p><strong>Mota recebem mais com Mota-Engil</strong></p>
<p>A fechar a lista das cinco maiores famílias acionistas está a FM &#8211; Sociedade de Controlo de António da Mota, dona da maioria do capital da Mota-Engil.</p>
<p>O dividendo da construtora é o que mais sobe no PSI em termos percentuais, com uma subida de 15%. Com esta evolução, a família deverá receber 21,4 milhões de euros.</p>
<p>Além disso, o clã Mota deverá encaixar mais 3,5 milhões de euros em dividendos da Martifer, que decidiu recorrer a reservas livres para pagar 9,3 cêntimos por ação, apesar da descida dos lucros para 9,5 milhões de euros, influenciada por provisões.</p>
<p><strong>Outros investidores familiares também recebem milhões</strong></p>
<p>Além das cinco maiores famílias, há outros investidores individuais e grupos familiares com posições relevantes na bolsa portuguesa.</p>
<p>Os Champalimaud vão receber 3,7 milhões de euros em dividendos dos CTT. Já a ATPS, de Alberto Teixeira e António Pinto de Sousa, bem como a Fergie, dos filhos, que controlam a Ibersol, deverão encaixar 18,2 milhões de euros.</p>
<p>Também Ana Mendonça, João e Pedro Borges de Oliveira, Paulo Fernandes e Domingos Vieira de Matos serão remunerados pelas participações que detêm na Altri e na Ramada, num total conjunto de 43,5 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761442]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>&#8216;Chuva&#8217; de 72 milhões de euros? Megajackpot do Euromilhões anda à roda esta noite</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:30:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Euromilhões]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta noite anda à roda um jackpot no Euromilhões de 72 milhões de euros, depois de, no último sorteio, o primeiro prémio não ter saído a um apostador. Ainda assim, para Portugal voou um segundo e terceiro prémios, de mais de 233 e 12 mil euros, respetivamente. Assim, hoje, à distância de cinco números e duas estrelas, tem esta noite a oportunidade de rechear a carteira.</p>
<p>Semanalmente são muitos os que fazem as suas apostas no Euromilhões, na esperança de se tornarem os próximos afortunados deste sorteio, realizado às terças e sextas-feiras à noite em Paris. Com um preço de 2,5 euros por aposta, os jogadores escolhem cinco números e duas estrelas nas apostas simples, ou até 10 números e cinco estrelas nas apostas múltiplas, com o preço a variar consoante o número de apostas realizadas.</p>
<p>As probabilidades de ganhar são ínfimas – uma em 139.838.160. No entanto, um grupo de matemáticos acredita ter encontrado a chave para aumentar essas probabilidades, indica o ’20 Minutos’.</p>
<p><strong>Aumentar as Probabilidades: A Chave Matemática</strong><br />
O Euromilhões segue um formato de lotaria 5/50, onde os jogadores devem escolher cinco números entre 1 e 50. Para calcular as combinações totais possíveis, usa-se a fórmula do coeficiente binomial:</p>
<p>N = 50 números<br />
R = 5 combinações</p>
<p>50C5 = 2.118.760</p>
<p>Isto significa que existem mais de 2 milhões de formas possíveis de combinar os números no Euromilhões. Sem considerar os números, as probabilidades são tão baixas que é mais provável tornar-se presidente do que ganhar o Euromilhões. O primeiro passo é, portanto, reduzir o número de combinações possíveis, onde as matemáticas entram em jogo.</p>
<p>Mark Glickman, professor de estatística na Universidade de Harvard, determinou que a única forma de aumentar as probabilidades de ganhar é comprando mais bilhetes para cada sorteio. Em 2021, explicou à CNBC: “Isto deve-se ao facto de que as probabilidades permanecem as mesmas independentemente dos números escolhidos ou se compras um bilhete para cada sorteio.”</p>
<p><strong>Padrões de Combinação Ideal</strong></p>
<p>Segundo a Lottery Codex, existe um padrão ideal que deve ser seguido para aumentar as probabilidades. A combinação de números ímpares e pares parece ser crucial. A tabela elaborada pela Lottery Codex mostra os padrões completos e as suas probabilidades correspondentes:</p>
<p>Combinação de 3 números ímpares e 2 pares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 3 números pares e 2 ímpares: 0,235 probabilidades<br />
Combinação de 1 número ímpar e 4 pares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 1 número par e 4 ímpares: 0,149 probabilidades<br />
Combinação de 5 números ímpares e nenhum par: 0,025 probabilidades<br />
Combinação de 5 números pares e nenhum ímpar: 0,025 probabilidades</p>
<p>Apesar das probabilidades extremamente baixas, aplicar estratégias matemáticas pode marginalmente aumentar as chances de ganhar no Euromilhões. Comprando mais bilhetes e utilizando combinações equilibradas de números ímpares e pares, os jogadores podem tentar desafiar as probabilidades. No entanto, é essencial lembrar que, em jogos de azar, não há garantias de vitória.</p>
<p><strong>Os números que saem mais e menos</strong></p>
<p>No caso de nenhum jogador ganhar o jackpot, o prémio máximo passa para o sorteio seguinte. Como um sorteio regular, se não houver vencedores do prémio máximo então o jackpot irá continuar a passar para o seguinte até atingir o prémio máximo ou limite de jackpot. O limite de jackpot aumentou de 230 para 240 milhões de euros em julho de 2022.</p>
<p>Assim, se já está a sonhar com o prémio saiba quais são os números que saíram mais vezes até agora e que lhe podem dar acesso ao jackpot.</p>
<p>De acordo com dados disponibilizados pela Santa Casa da Misericórdia, os números que durante os 16 anos em que o concurso está em vigor saíram mais vezes são: o 44 (222 vezes), o 42 (220 vezes), o 23 (218 vezes), além do 19 (217 vezes) e 29 (216 vezes). Já nas estrelas ‘aposte’ no 3 (384 vezes) e no 2 (383 vezes).</p>
<p>As estatísticas mostram também que se devem evitar os números 22, 33, 46, 40 e 18, que são os que menos saem desde 2004 – mesmo o 41, 43 e 2 são ‘de evitar’. As estrelas a fugir, seguindo o mesmo raciocínio, são o 10, 11 e o 12.</p>
<p>Ao todo, desde a criação do sorteio, já houve 78 portugueses a entrar para o clube dos euromilionários.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761284]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Despesas de educação no IRS: Que NIF usar? Um guia para não perder até 800 euros nas deduções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:15:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[IRS 2026]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[irs]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Em cada ano letivo, multiplicam-se os encargos das famílias com livros, propinas, mensalidades, explicações e outros custos associados à educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Em cada ano letivo, multiplicam-se os encargos das famílias com livros, propinas, mensalidades, explicações e outros custos associados à educação. Entre a creche e o ensino superior, setembro é tradicionalmente o mês de maior pressão financeira, mas as despesas prolongam-se até ao final das aulas.</p>
<p>Apesar do peso no orçamento familiar, parte destes encargos pode ser recuperada através do IRS, ao abrigo das deduções à coleta. Para tal, é fundamental incluir o número de identificação fiscal (NIF) nas faturas. A dúvida surge com frequência: deve ser indicado o NIF dos pais ou dos filhos?</p>
<p><strong>Como funciona a dedução das despesas de educação</strong><br />
O Código do IRS permite deduzir 30% do valor suportado com despesas de educação e formação de qualquer membro do agregado familiar, até ao limite global de 800 euros por agregado.</p>
<p>Este teto pode, contudo, ser mais elevado em determinadas situações. Para agregados com estudantes a frequentar estabelecimentos de ensino situados no interior do país ou nas regiões autónomas, o limite máximo sobe para 1.000 euros.</p>
<p>No caso dos estudantes deslocados com idade não superior a 25 anos, é ainda possível deduzir até 400 euros anuais com rendas de alojamento, desde que estas cumpram os requisitos legais. Nestes casos, o limite global das deduções com educação aumenta para 1.100 euros, desde que os 300 euros adicionais resultem de despesas com arrendamento.</p>
<p>Considera-se estudante deslocado aquele que frequenta um estabelecimento de ensino localizado a mais de 50 quilómetros da residência permanente do agregado familiar.</p>
<p><strong>Que despesas são aceites pelo Fisco</strong><br />
Nem todos os gastos associados ao regresso às aulas são considerados despesas de educação para efeitos de IRS.</p>
<p>Apenas são elegíveis as despesas isentas de IVA ou tributadas à taxa reduzida de 6%. Além disso, devem ser realizadas em entidades com códigos de atividade económica (CAE) relacionados com:</p>
<ul>
<li>Educação;</li>
<li>Comércio a retalho de livros em estabelecimentos especializados;</li>
<li>Atividades de cuidados para crianças, sem alojamento.</li>
</ul>
<p>De forma geral, são aceites como despesas de educação os encargos com:</p>
<ul>
<li>Creches, jardins-de-infância, lactários e estabelecimentos de ensino;</li>
<li>Serviços de educação e formação;</li>
<li>Refeições em cantinas escolares;</li>
<li>Propinas;</li>
<li>Manuais e livros escolares.</li>
</ul>
<p>As rendas pagas por estudantes deslocados também podem ser consideradas despesas de educação, desde que exista contrato de arrendamento registado e recibos eletrónicos emitidos.</p>
<p>Desde 2024, as explicações ministradas em centros de estudo passaram a estar sujeitas a IVA à taxa de 6%, passando igualmente a ser enquadradas como despesas de educação dedutíveis.</p>
<p><strong>O que fica de fora das deduções</strong><br />
Um dos principais encargos no início do ano letivo — o material escolar — não é, regra geral, aceite como despesa de educação. Mochilas, estojos, cadernos, lápis ou canetas são normalmente tributados à taxa de IVA de 23%, o que os exclui das deduções nesta categoria.</p>
<p>Existe, contudo, uma exceção prática: quando estes artigos são adquiridos em papelarias pertencentes ao próprio estabelecimento de ensino e devidamente enquadradas com o CAE adequado, podem ser considerados como despesa de educação.</p>
<p><strong>Afinal, que NIF deve constar na fatura?</strong><br />
Ao contrário do que sucede com as despesas gerais familiares, as despesas de educação não têm um limite por sujeito passivo, mas sim um limite global por agregado familiar.</p>
<p>Isso significa que o teto de 800 euros (ou 1.000 ou 1.100 euros, consoante o caso) aplica-se ao conjunto do agregado e não individualmente a cada contribuinte.</p>
<p>Assim, é indiferente se a fatura contém o NIF dos pais ou o dos filhos, desde que o número pertença a um membro do agregado familiar. O essencial é que a despesa fique corretamente associada ao agregado para efeitos de dedução.</p>
<p><strong>A importância de validar as faturas</strong><br />
Para garantir que as despesas são consideradas no cálculo do IRS, é fundamental validar as faturas no portal e-fatura ao longo do ano. Este procedimento permite confirmar que os encargos foram corretamente classificados como despesas de educação e evita trabalho adicional no momento da entrega da declaração.</p>
<p>Habitualmente, o prazo para validação das faturas relativas ao ano anterior termina em fevereiro.</p>
<p><strong>Qual é o limite máximo de dedução?</strong><br />
É possível deduzir 30% das despesas de educação até ao limite de 800 euros por agregado familiar. Este valor pode aumentar para 1.000 euros no caso de estudantes a frequentar estabelecimentos no interior ou regiões autónomas, ou até 1.100 euros quando se trate de estudante deslocado com despesas de arrendamento elegíveis.</p>
<p><strong>Posso deduzir mochilas, estojos e cadernos?</strong><br />
Não, na generalidade dos casos. Estes artigos estão sujeitos a IVA de 23% e não são considerados despesas de educação. Apenas em situações muito específicas, como compras efetuadas na papelaria da própria escola com enquadramento adequado, podem ser aceites.</p>
<p><strong>O que significa ser estudante deslocado?</strong><br />
É o estudante que frequenta um estabelecimento de ensino situado a mais de 50 quilómetros da residência permanente do agregado familiar. Nestas circunstâncias, pode deduzir até 400 euros anuais com rendas, desde que exista contrato registado e recibos eletrónicos.</p>
<p><strong>Até quando os filhos são considerados dependentes?</strong><br />
Os filhos são considerados dependentes para efeitos de IRS até aos 25 anos, desde que não aufiram rendimentos anuais superiores a 14 salários mínimos no ano a que respeita a declaração.</p>
<p>Perceber quais as despesas elegíveis e garantir que as faturas têm o NIF correto são passos essenciais para maximizar o benefício fiscal. Num contexto de forte pressão sobre o orçamento das famílias, cada euro deduzido pode fazer diferença no reembolso ou no valor final a pagar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761163]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Entra hoje em circulação uma nova moeda de 5 euros… e é para os amantes do Mundial de Futebol</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 07:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[moeda]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal vai colocar hoje em circulação uma moeda de coleção com o valor facial de 5 euros, designada “FIFA World Cup”. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Portugal vai colocar hoje em circulação uma moeda de coleção com o valor facial de 5 euros, designada “FIFA World Cup”.</p>
<p>Esta nova moeda para colecionadores apresenta, na face frontal, a representação estilizada da figura de um jogador de futebol descrevendo o movimento de um remate aéreo “de bicicleta”. No fundo, a representação de uma bancada de um estádio de futebol repleta de público, e na parte inferior, a representação do escudo de armas de Portugal, a legenda “Portugal 2026” e o valor facial;</p>
<p>No reverso, ao centro, o logótipo oficial do Campeonato do Mundo de futebol de 2026, a designação oficial do evento “FIFA WORLD CUP” e as legendas “Canada”, “Mexico” e “USA”, os três países anfitriões do evento.</p>
<p>A distribuição ao público será efetuada por intermédio das instituições de crédito, das tesourarias do Banco de Portugal e das lojas da Imprensa Nacional-Casa da Moeda.</p>
<p>Foi definido o limite de emissão de 25.000 moedas com acabamento normal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_758415]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>HRW acusa UE de &#8220;falhas sérias&#8221; no controlo das exportações de vigilância</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/hrw-acusa-ue-de-falhas-serias-no-controlo-das-exportacoes-de-vigilancia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A organização Human Rights Watch (HRW) acusou a União Europeia, num relatório divulgado hoje, de permitir a exportação de tecnologia de vigilância para países com histórico comprovado do uso da tecnologia para espiar vozes críticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A organização Human Rights Watch (HRW) acusou a União Europeia, num relatório divulgado hoje, de permitir a exportação de tecnologia de vigilância para países com histórico comprovado do uso da tecnologia para espiar vozes críticas.</P><br />
<P>No relatório de 54 páginas &#8220;Looking the Other Way: EU Failure to Prevent Surveillance Exports to Rights Violators&#8221; [&#8216;Olhar para o lado: Falha da UE de prevenir exportações de vigilância para violadores de Direitos Humanos&#8217;, numa tradução livre], a HRW afirma que o regulamento de produtos de dupla utilização, em vigor desde 2021, &#8220;não está a ser implementado de forma eficaz&#8221;, permitindo que tecnologias com potencial uso repressivo continuem a ser exportadas.</P><br />
<P>De acordo com a HRW, o regulamento foi criado com a intenção, em parte, de impedir a exportação de tecnologias de dupla utilização &#8212; aquelas que podem ser usadas tanto para fins civis como militares, incluindo tecnologia de vigilância comercial &#8212; &#8220;para locais onde provavelmente serão usadas para violar o direito internacional humanitário ou os direitos humanos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A UE está a fazer demasiado pouco para impedir a exportação de tecnologia de vigilância dos estados-membros para governos que provavelmente a usarão para reprimir a dissidência&#8221;, afirmou o investigador na área da vigilância da HRW, Zach Campbell, citado no documento. </P><br />
<P>O responsável defendeu que a Comissão Europeia deve &#8220;agir com urgência&#8221; e garantir &#8220;a tão necessária transparência nas exportações de sistemas de vigilância&#8221;.</P><br />
<P>A HRW pediu informações sobre o licenciamento e as exportações dessa tecnologia por meio de pedidos de acesso à informação em cada um dos 27 Estados-Membros da UE e recebeu dados de quase metade dos países da UE que enviaram dados à Comissão. Portugal não aparece no relatório.</P><br />
<P>A análise realizada pela organização revela &#8220;sérias falhas&#8221; no sistema de controlo europeu. </P><br />
<P>Entre os casos identificados estão exportações de software de intrusão, sistemas de interceção de telecomunicações, ou ambos, da Bulgária para o Azerbaijão, em 2022, e a exportação de sistemas de interceção da Polónia para o Ruanda, em 2023.</P><br />
<P>De acordo com a organização não-governamental, a Comissão Europeia tem reinterpretado as obrigações de transparência previstas no regulamento mencionado, &#8220;de uma forma que prejudicou o propósito da regulamentação&#8221;. </P><br />
<P>Como resultado, os relatórios da comissão &#8220;não fornecem detalhes suficientes para facilitar a análise necessária para avaliar se a regulamentação está a produzir o efeito desejado&#8221;, constatou a HRW.</P><br />
<P>No comunicado, lê-se ainda que, em resposta às perguntas da organização, a Comissão Europeia afirmou que as decisões de licenciamento são &#8220;da exclusiva responsabilidade dos Estados-membros&#8221; e justificou a falta de detalhe nos dados para &#8220;evitar violar a confidencialidade comercial ou revelar a identidade&#8221; de um número limitado de empresas envolvidas.</P><br />
<P>A HRW considera que esta abordagem impede a avaliação do impacto real das exportações. </P><br />
<P>A organização defende que a revisão do regulamento, prevista para o final de 2026, deve reforçar as exigências de diligência devidas, bloquear exportações de risco e garantir a participação de organizações da sociedade civil.</P><br />
<P>&#8220;Parece que países da UE e empresas de vigilância baseadas na UE estão a colocar lucros acima das pessoas, apesar de terem adotado um dos regulamentos mais progressistas para limitar a venda desta tecnologia&#8221;, afirmou Campbell.</P><br />
<P>A HRW lembra que os Estados têm a obrigação de regular a venda e exportação de tecnologias de vigilância devido à &#8220;ameaça inerente&#8221; que representam para direitos fundamentais, incluindo privacidade, liberdade de expressão e proteção contra tortura. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761439]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Moscovo acusou Kiev de ataques com drones durante a madrugada</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-moscovo-acusou-kiev-de-ataques-com-drones-durante-a-madrugada/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:52:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia anunciou que abateu 27 drones ucranianos durante a última noite, após o fim de uma trégua de três dias entre Moscovo e Kiev, mediada pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Rússia anunciou que abateu 27 drones ucranianos durante a última noite, após o fim de uma trégua de três dias entre Moscovo e Kiev, mediada pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Pelo menos 27 drones ucranianos foram intercetados e destruídos por sistemas de defesa aérea sobre as regiões russas de Belgorod, Voronezh e Rostov, indicou o Ministério da Defesa russo em comunicado.</P><br />
<P>Anteriormente, na Ucrânia, o chefe da administração militar de Kiev afirmou que se registou um ataque aéreo contra a zona da capital ucraniana. </P><br />
<P>Tratou-se do primeiro alerta de ataque aéreo contra a capital da Ucrânia desde 08 de maio. </P><br />
<P>Um cessar-fogo de três dias, anunciado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump, começou no sábado.</P><br />
<P>Ambos os países denunciaram várias violações da trégua.</P><br />
<P>Durante o fim de semana, a Ucrânia acusou a Rússia de ataques com drones no leste e sul do país, e a Rússia acusou a Ucrânia de atacar a região de Belgorod.</P><br />
<P>Na segunda-feira, a chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, afirmou que a dinâmica da guerra na Ucrânia estava a mudar a favor de Kiev.</P><br />
<P>Kallas mencionou o que classificou de &#8220;perdas recorde de Moscovo no campo de batalha&#8221;, os &#8220;ataques profundos&#8221; realizados por Kiev em território russo e as modestas celebrações de 09 de maio de 1945 na capital russa no passado sábado, sem qualquer equipamento militar.</P><br />
<P>De acordo com a análise da Agência France Presse com base em dados do Instituto para o Estudo da Guerra (ISW), a Rússia perdeu terreno na Ucrânia em abril, algo que não acontecia desde a contraofensiva ucraniana do verão de 2023.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761438]]></sapo:autor>
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		<title>Fundação Champalimaud e Delta Cafés assinam parceria de investigação para o cancro da mama</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:45:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Champalimaud]]></category>
		<category><![CDATA[Grupo Nabeiro - Delta Cafés]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Fundação Champalimaud e a Delta Cafés vão hoje anunciar uma parceria de investigação dedicada ao estudo dos potenciais benefícios do café no cancro da mama.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fundação Champalimaud e a Delta Cafés vão hoje anunciar uma parceria de investigação dedicada ao estudo dos potenciais benefícios do café no cancro da mama.</p>
<p>O acordo será formalizado esta terça-feira, 12 de maio, numa cerimónia marcada para as 15h00, nas instalações da Fundação Champalimaud, em Lisboa.</p>
<p>A sessão contará com a presença de Leonor Beleza, Andrea De Censi e Rui Miguel Nabeiro, que irão apresentar os objetivos da colaboração e participar na assinatura do protocolo.</p>
<p>A iniciativa pretende aprofundar a investigação científica sobre a relação entre o consumo de café e o cancro da mama, numa parceria que junta a área da saúde e investigação biomédica ao setor empresarial.</p>
<p>O programa da cerimónia prevê o início da sessão às 15h00, seguindo-se a apresentação do acordo e as intervenções dos responsáveis das duas entidades. A assinatura do protocolo está agendada para as 15h20, com o encerramento previsto para as 15h30.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761245]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio fecha com Nikkei a ganhar 0,52%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:36:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,52% para 62.742,57 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em alta, com o principal índice, o Nikkei, a cair 0,52% para 62.742,57 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, encerrou a sessão a ganhar 0,83% para 3.872,9 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761437]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal canta hoje na Eurovisão: Bandidos do Cante tentam chegar à final numa edição marcada por boicotes a Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:30:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[eurovisão]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Porugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A única vitória portuguesa aconteceu em 2017, com “Amar pelos dois”, canção composta por Luísa Sobral e interpretada por Salvador Sobral]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal sobe esta terça-feira ao palco da primeira semifinal do Festival Eurovisão da Canção, numa edição marcada pela contestação à participação de Israel e pela desistência de cinco países.</p>
<p>Os Bandidos do Cante representam Portugal com a canção “Rosa” e serão os quintos a atuar na primeira semifinal da 70.ª edição do concurso, que decorre este ano em Viena, na Áustria. </p>
<p>A final está marcada para sábado, 16 de maio, mas antes disso há duas semifinais: a primeira realiza-se esta terça-feira e a segunda na quinta-feira.</p>
<p>Em cada uma serão escolhidas dez canções, perfazendo 20 finalistas. A estes juntam-se os países com entrada direta na final.</p>
<p>Quem compete hoje na primeira semifinal?</p>
<p><strong>A primeira semifinal coloca 15 países em competição.</strong></p>
<p>Além de Portugal, sobem hoje ao palco Moldávia, Suécia, Croácia, Grécia, Geórgia, Finlândia, Montenegro, Estónia, Israel, Bélgica, Lituânia, São Marino, Polónia e Sérvia.</p>
<p>No final da noite, apenas dez destes países conseguirão garantir o passaporte para a final de sábado.</p>
<p>Portugal chega à semifinal numa posição difícil nas previsões.</p>
<p>Na sexta-feira à tarde, a média de várias casas de apostas calculada pelo site especializado eurovisionworld.com colocava Portugal em 11.º lugar entre os países da primeira semifinal.</p>
<p>Se esta previsão se confirmar, os Bandidos do Cante ficarão à porta da final.</p>
<p><strong>Portugal já falhou a final em cinco edições</strong></p>
<p>A não qualificação para a final não seria inédita para Portugal.</p>
<p>Desde a introdução das semifinais, o país já falhou a passagem em 2011, 2012, 2014, 2015 e 2019.</p>
<p>Portugal estreou-se no Festival Eurovisão da Canção em 1964 e, desde então, falhou cinco edições do concurso: 1970, 2000, 2002, 2013 e 2016.</p>
<p>A única vitória portuguesa aconteceu em 2017, com “Amar pelos dois”, canção composta por Luísa Sobral e interpretada por Salvador Sobral.</p>
<p><strong>Cinco países desistiram devido à participação de Israel</strong></p>
<p>Este ano, a Eurovisão conta com 35 países em competição.</p>
<p>O número ficou reduzido depois das desistências de Espanha, Irlanda, Países Baixos, Eslovénia e Islândia, todas motivadas pela participação de Israel no concurso.</p>
<p>Os boicotes surgem na sequência dos ataques militares israelitas na Faixa de Gaza desde outubro de 2023, que já mataram pelo menos 72 mil pessoas.</p>
<p>Uma comissão internacional independente de investigação da Organização das Nações Unidas classificou esses ataques como genocídio.</p>
<p>Ao mesmo tempo, regressam à competição a Bulgária, a Roménia e a Moldávia, depois de três, dois e um ano de ausência, respetivamente.</p>
<p><strong>Carta aberta reuniu mais de 1.100 músicos e profissionais da cultura</strong></p>
<p>A contestação à presença de Israel já vinha a crescer antes do arranque do festival.</p>
<p>Em abril, foi divulgada uma carta aberta subscrita por mais de 1.100 músicos e profissionais da cultura de vários países, incluindo Portugal.</p>
<p>Entre os nomes portugueses surgem Carlos Mendes, Cristina Branco, Hetta, Iolanda, Janeiro, Jorge Palma, Júlio Resende, Linda Martini, Scúru Fitchádu, Selma Uamusse, Stereossauro e The Legendary Tigerman.</p>
<p>A lista internacional inclui também Brendan Perry, dos Dead Can Dance, Brian Eno, Chester Hansen, dos BADBADNOTGOOD, IDLES, Massive Attack, Peter Gabriel, Primal Scream e Sigur Rós.</p>
<p>Na carta, os subscritores criticam o facto de Israel voltar a ser celebrado no palco da Eurovisão “pelo terceiro ano consecutivo”, enquanto a Rússia continua banida devido à invasão da Ucrânia.</p>
<p>Como “músicos e profissionais da Cultura”, afirmam rejeitar que o concurso seja usado para “branquear e normalizar o genocídio, o cerco e a brutal ocupação militar de Israel contra os palestinianos”.</p>
<p><strong>Também houve contestação no Festival da Canção</strong></p>
<p>A polémica chegou também ao Festival da Canção da RTP, realizado em março.</p>
<p>A maioria dos participantes anunciou previamente que recusaria representar Portugal na Eurovisão caso vencesse o concurso.<br />
A posição refletiu a contestação de parte do setor cultural à presença de Israel no festival europeu.</p>
<p>Apesar desse contexto, os Bandidos do Cante venceram a seleção nacional e representam Portugal esta terça-feira em Viena.</p>
<p><strong>Quem já está diretamente na final?</strong></p>
<p>Além dos 20 países escolhidos nas duas semifinais, há entradas diretas na final.</p>
<p>Este ano, passam automaticamente o país anfitrião, a Áustria, e quatro dos chamados ‘Big Five’: França, Alemanha, Reino Unido e Itália.</p>
<p>Espanha, que normalmente integra esse grupo, não estará presente na final porque boicotou esta edição.</p>
<p>A segunda semifinal realiza-se na quinta-feira e terá em competição Bulgária, Azerbaijão, Roménia, Luxemburgo, República Checa, Arménia, Suíça, Chipre, Letónia, Dinamarca, Austrália, Ucrânia, Albânia, Malta e Noruega.</p>
<p><strong>Eurovisão volta a ser palco de tensão política</strong></p>
<p>O Festival Eurovisão da Canção é organizado pela União Europeia de Radiodifusão, em cooperação com operadores públicos de televisão de mais de 35 países, entre os quais a RTP.</p>
<p>O concurso realiza-se anualmente desde 1956 e já teve países excluídos por razões políticas.</p>
<p>A Bielorrússia foi afastada em 2021, após a reeleição de Aleksandr Lukashenko.</p>
<p>A Rússia foi excluída em 2022, após a invasão da Ucrânia.</p>
<p>Israel participa no concurso desde 1973, tendo sido o primeiro país não europeu a entrar na Eurovisão, e venceu por quatro vezes.</p>
<p><strong>Protestos marcaram as últimas edições</strong></p>
<p>A contestação à presença de Israel não é nova.</p>
<p>Em 2024, a edição realizada em Malmö, na Suécia, ficou marcada por manifestações nas ruas, protestos na arena e vaias ao representante israelita durante as atuações.</p>
<p>A participação dos Países Baixos foi cancelada depois de um “incidente” nos bastidores com a delegação de Israel.</p>
<p>No ano passado, em Basileia, na Suíça, manifestantes pró-Palestina e polícia entraram em confronto no dia da final.</p>
<p>Nessa 69.ª edição, a Áustria venceu com “Starmania”, interpretada por JJ.</p>
<p>Portugal ficou em 21.º lugar, com “Deslocado”, dos Napa.</p>
<p><strong>O que está em jogo esta terça-feira?</strong></p>
<p>Para Portugal, a noite desta terça-feira tem um objetivo claro: garantir um lugar entre os dez apurados da primeira semifinal.<br />
Para a organização, o desafio é manter o foco no concurso musical num ano em que a Eurovisão volta a ser atravessada por tensões políticas, protestos e boicotes.</p>
<p>A final de sábado revelará o vencedor da 70.ª edição.</p>
<p>Mas, antes disso, os Bandidos do Cante precisam de ultrapassar a primeira barreira.</p>
<p>Portugal canta hoje “Rosa” em Viena e tenta contrariar as apostas que o colocam fora da final.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761175]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Voos domésticos em Moçambique com menos 14% de passageiros em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:19:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os voos domésticos em Moçambique registaram menos 14% de passageiros em 2025, recuando para 1.066.812, devido aos problemas nas ligações aéreas, segundo relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM) consultado hoje pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os voos domésticos em Moçambique registaram menos 14% de passageiros em 2025, recuando para 1.066.812, devido aos problemas nas ligações aéreas, segundo relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM) consultado hoje pela Lusa.</P><br />
<P>De acordo com os dados do IACM, este movimento contrasta com os 1.237.566 passageiros nos voos domésticos registados em 2024, refletindo os constrangimentos operacionais que ao longo de 2025 continuaram a afetar a companhia estatal Linhas Aéreas de Moçambique (LAM), nomeadamente a indisponibilidade da frota e a redução de frequências em várias rotas.</P><br />
<P>Em termos de aeronaves, o movimento doméstico também recuou 12%, passando de 38.089 movimentos em 2024 para 33.580 em 2025.</P><br />
<P>O documento justifica esta redução do movimento de aeronaves com &#8220;atrasos, cancelamentos e suspensão de rotas&#8221;, reconhecendo ainda que o aumento dos custos de combustível, da manutenção de aeronaves e de outros custos operacionais ao longo de 2025 tornou o transporte aéreo menos viável economicamente.</P><br />
<P>No transporte regional em África, a partir de Moçambique, o número de passageiros transportados em 2025 recuou 5%, para 546.906, enquanto nos voos intercontinentais se registou um crescimento de 7%, para 231.282 passageiros, impulsionado sobretudo pela retoma gradual da procura internacional.</P><br />
<P>No final de 2025 estavam registadas em Moçambique 88 aeronaves, de 14 operadores comerciais, para um total de 12 aeroportos, 256 aeródromos públicos e 21 aeródromos privados, de acordo com dados do Instituto de Aviação Civil de Moçambique.</P><br />
<P>Tal como os anteriores, 2025 voltou a ser marcado pelas dificuldades operacionais da LAM em manter as ligações aéreas domésticas, tendo o Governo avançado em maio com um processo de reestruturação da companhia, que envolveu a chegada de novas aeronaves nos meses seguintes.</P><br />
<P>A LAM detém o monopólio das ligações aéreas domésticas, mas a companhia aérea privada Solenta já prepara a instalação no aeroporto da Beira da sua base de operações internas, com três aeronaves a iniciarem os voos no segundo semestre, foi anunciado anteriormente.</P><br />
<P>A companhia prevê disponibilizar inicialmente três aeronaves com capacidade para 50 passageiros cada, estando o início das operações previsto para o segundo semestre de 2026, com base no centro do país. Enquanto isso, decorre para o efeito o processo de implantação da base no Aeroporto Internacional da Beira.</P><br />
<P>O Instituto de Aviação Civil de Moçambique atribuiu em 17 de dezembro a licença de exploração de transporte aéreo regular em rotas domésticas à companhia aérea privada Solenta.</P><br />
<P>&#8220;A Solenta, efetivamente, concluiu com todas as fases que resultaram no seu licenciamento sem nenhum aspeto que possam não ter cumprido. Eles cumpriram com todos os aspetos que lhes dão o direito de poderem operar no mercado doméstico e no mercado regional&#8221;, disse o presidente do conselho de administração do IACM, Emanuel Chaves, durante a entrega da licença à companhia aérea, em Maputo.</P><br />
<P>Segundo o responsável, a certificação da Solenta, que surge após avaliações para o seu licenciamento pelo Governo em meados de agosto, atrasou pela necessidade de modernizar a legislação aérea nacional, que já não era adequada, para permitir uma &#8220;concorrência saudável&#8221;.</P><br />
<P>A Solenta referiu anteriormente que conta com quatro aeronaves Embraer 145 para operações domésticas em Moçambique, uma das quais será utilizada pela indústria petrolífera em voos &#8216;charter&#8217; [voos privados não regulares, e as demais em rotas de Maputo para Tete, Beira, Quelimane e Nampula.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761436]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Migrações: Malásia procura 14 desaparecidos após naufrágio de embarcação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:16:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades da Malásia estão à procura de 14 pessoas desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação que alegadamente transportava migrantes indonésios sem documentos, ocorrido na segunda-feira no estado de Perak, no noroeste do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades da Malásia estão à procura de 14 pessoas desaparecidas após o naufrágio de uma embarcação que alegadamente transportava migrantes indonésios sem documentos, ocorrido na segunda-feira no estado de Perak, no noroeste do país.</P><br />
<P>&#8220;O alerta para o naufrágio, que ocorreu na segunda-feira de manhã, foi dado por um pescador local que avisou as autoridades para a presença de várias vítimas a flutuar no mar&#8221;, segundo o diretor da Guarda Costeira de Perak, Mohamad Shukri bin Khotob. </P><br />
<P>Após o alerta, foi iniciada uma operação de busca e salvamento, com o apoio da Polícia Marítima, da Marinha Real da Malásia e da comunidade piscatória local, para encontrar os desaparecidos da embarcação, que alegadamente transportava 37 &#8220;migrantes indonésios em situação irregular&#8221;. </P><br />
<P>Um barco de pesca resgatou 23 pessoas, 16 homens e sete mulheres, todos cidadãos indonésios, enquanto as restantes 14 continuam desaparecidas. </P><br />
<P>As autoridades &#8220;vão continuar a intensificar os esforços de busca até que todas as vítimas sejam localizadas&#8221;, segundo Shukri.</P><br />
<P>As investigações preliminares indicam que o grupo partiu no sábado de Kisaran, no norte de Sumatra, na Indonésia, muito perto da costa oeste da Malásia, com destino a cidades malaias como Penang, Terengganu, Selangor e Kuala Lumpur, de acordo com o Quartel-General Marítimo de Perak.</P><br />
<P>As autoridades recuperaram três malas com roupas que se acredita pertencerem às vítimas e estão a realizar procedimentos de identificação com os sobreviventes do naufrágio.</P><br />
<P>As autoridades malaias indicaram que três tripulantes birmaneses operavam a embarcação. </P><br />
<P>Em novembro passado, 27 pessoas morreram quando um barco que transportava migrantes rohingya, uma minoria muçulmana perseguida em Myanmar, se afundou ao largo da costa da Malásia e da Tailândia. </P><br />
<P></P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761435]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fátima prepara-se para receber hoje milhares de peregrinos: 300 operacionais e 200 militares por dia no terreno</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fatima-prepara-se-para-receber-hoje-milhares-de-peregrinos-300-operacionais-e-200-militares-por-dia-no-terreno/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:15:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Fátima]]></category>
		<category><![CDATA[GNR]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[peregrinação]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 300 operacionais integram a “Operação Fátima 2026” da Proteção Civil, montada para garantir assistência e socorro aos peregrinos que se deslocam ao Santuário de Fátima para a peregrinação internacional de 12 e 13 de maio]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 300 operacionais integram a “Operação Fátima 2026” da Proteção Civil, montada para garantir assistência e socorro aos peregrinos que se deslocam ao Santuário de Fátima para a peregrinação internacional de 12 e 13 de maio.</p>
<p>A operação foi anunciada pela Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), que adianta a participação de mais de 300 operacionais, incluindo 170 elementos de 29 corpos de bombeiros da Região de Lisboa e Vale do Tejo.</p>
<p>A estes meios juntam-se elementos do Serviço Municipal de Proteção Civil de Ourém, da Força Especial de Proteção Civil da ANEPC, do Instituto Nacional de Emergência Médica, da Cruz Vermelha Portuguesa, da Guarda Nacional Republicana e do Corpo Nacional de Escutas.</p>
<p>A operação envolve ainda outras entidades civis e religiosas, entre as quais a Associação de Servitas de Nossa Senhora de Fátima e as unidades locais de Saúde da Região de Leiria e do Médio Tejo.</p>
<p><strong>Posto de comando instalado em Fátima</strong></p>
<p>A coordenação da operação será feita através do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Médio Tejo.</p>
<p>Segundo a ANEPC, esta estrutura vai coordenar os sistemas integrados de operações de proteção e socorro e de emergência médica, assegurando a mobilização, prontidão, empenhamento, pré-posicionamento e gestão dos meios no terreno.</p>
<p>O Posto de Comando Operacional da “Operação Fátima 2026” está instalado no Colégio de São Miguel, na cidade de Fátima, concelho de Ourém, distrito de Santarém.</p>
<p><strong>GNR reforça operação nas estradas</strong></p>
<p>Também a Guarda Nacional Republicana reforçou os alertas aos peregrinos e condutores, numa altura em que vários grupos seguem a pé rumo ao Santuário de Fátima.</p>
<p>A operação “Peregrinação Segura 2026” já está no terreno e mobiliza cerca de 200 militares por dia.</p>
<p>Até às celebrações, a atenção da GNR estará centrada sobretudo nas estradas percorridas pelos peregrinos. Depois, o dispositivo será concentrado na zona do santuário, durante as cerimónias que atraem milhares de fiéis.</p>
<p>A operação contará ainda com o apoio de forças congéneres de Itália e França.</p>
<p><strong>Atenção redobrada nas estradas e nas zonas de menor visibilidade</strong></p>
<p>A GNR alertou para a necessidade de maior cuidado, tanto por parte dos peregrinos como dos condutores, devido às condições meteorológicas e à eventual redução da visibilidade.</p>
<p>“Com as condições climatéricas que se fazem sentir, é importante que todos tenham consciência de que devem, não só os peregrinos a pé estar atentos à estrada e aos veículos, como também os condutores devem ter essa noção nesta altura do ano”, afirmou o tenente-coronel Carlos Canatário, porta-voz da GNR.</p>
<p>O responsável lembrou que, “de repente, depois de uma qualquer lomba ou curva, pode surgir um grupo de peregrinos” e apelou aos automobilistas para circularem com mais cautela.</p>
<p>Carlos Canatário lamentou ainda a morte de um peregrino, em Coimbra, atropelado por um comboio.</p>
<p><strong>GNR desaconselha uso de auriculares</strong></p>
<p>Entre as recomendações da GNR está também o apelo para que os peregrinos evitem usar auriculares durante o percurso.</p>
<p>“Sabemos que é uma distração. Sabemos que é normal as pessoas, muitas vezes, virem cansadas, com dores, e procurarem abstrair-se desse estado físico e emocional”, explicou o porta-voz.</p>
<p>“Mas, muitas vezes, esses instrumentos retiram atenção ao meio envolvente”, acrescentou.</p>
<p>A GNR recomenda ainda que os peregrinos caminhem de forma visível, mantenham contacto com o grupo, tenham o telemóvel carregado e evitem transportar grandes quantias de dinheiro ou bens valiosos.</p>
<p><strong>Drones e capacidade antidrone junto ao santuário</strong></p>
<p>A operação de segurança inclui também o uso de drones para vigilância.</p>
<p>A GNR terá ainda capacidade antidrone, permitindo a deteção e inativação de drones não autorizados a sobrevoar o santuário, explicou o coronel João Santos.</p>
<p>Nas imediações da Basílica da Santíssima Trindade estará também instalado um posto móvel da GNR durante as celebrações.</p>
<p>João Moderno, comandante do Destacamento Territorial de Tomar da GNR, deixou ainda recomendações para prevenir furtos, aconselhando os peregrinos a manterem os bens pessoais protegidos e a terem consigo o contacto de um elemento do grupo.</p>
<p><strong>Mais de 6.300 peregrinos organizados são esperados na Cova da Iria</strong></p>
<p>Nos próximos dias, são esperados na Cova da Iria mais de 6.300 peregrinos organizados em 138 grupos, de acordo com informação avançada pelo jornal ‘Região de Leiria’.</p>
<p>A peregrinação internacional de 12 e 13 de maio é a primeira grande celebração do ano no Santuário de Fátima.</p>
<p>Este ano, será presidida pelo patriarca de Lisboa, Rui Valério, de 61 anos, natural de Urqueira, no concelho de Ourém.</p>
<p>Segundo o santuário, será a primeira vez que Rui Valério preside a uma peregrinação aniversária na Cova da Iria desde que foi nomeado para a Sé Patriarcal, em 2023.</p>
<p><strong>A maior peregrinação do ano em Fátima</strong></p>
<p>A peregrinação de maio evoca a primeira aparição da Virgem às três crianças de Aljustrel e é habitualmente a mais participada do ano em Fátima.</p>
<p>No ano passado, segundo o santuário, acolheu mais de 450 mil peregrinos.</p>
<p>Com milhares de fiéis a caminho e grandes concentrações previstas para os dias 12 e 13 de maio, as autoridades apelam à prudência nas deslocações, à atenção nas estradas e ao cumprimento das indicações das forças de segurança e socorro.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761165]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Transporte aéreo movimentou menos 9,3% de passageiros em Moçambique em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:12:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O transporte aéreo movimentou quase 1,9 milhões de passageiros em 2025 em Moçambique, menos 9,3%, influenciado pela instabilidade social após as eleições gerais de 2024, segundo dados oficiais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O transporte aéreo movimentou quase 1,9 milhões de passageiros em 2025 em Moçambique, menos 9,3%, influenciado pela instabilidade social após as eleições gerais de 2024, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>De acordo com dados de um relatório da Autoridade de Aviação Civil de Moçambique (IACM), o transporte aéreo movimentou em 2025 um total de 1.863.772 passageiros, que compara com o recorde de quase 2,05 milhões de passageiros em 2024.</P><br />
<P>A quebra, lê-se, foi &#8220;influenciado pela suspensão e cancelamento dos voos, e a sensibilidade do segmento a fatores externos e políticos&#8221;, aludindo aos protestos que se seguiram às eleições de outubro de 2024, que provocaram nos meses seguintes mais de 400 mortos e a destruição e saque de empresas e instituições públicas.</P><br />
<P>O documento acrescenta que 2025 &#8220;caracterizou-se por um decréscimo de 6,9% em comparação com o igual período de 2024&#8221; em termos de atividade global no setor em Moçambique.</P><br />
<P>Este desempenho está &#8220;associado aos constrangimentos operacionais enfrentados pela companhia aérea Linhas Aéreas de Moçambique (LAM)&#8221;, incluindo as rotas Maputo&#8211;Lisboa, Maputo&#8211;Harare e Maputo&#8211;Lusaka, face à &#8220;indisponibilidade da sua frota de aeronaves, bem como ao contexto de instabilidade social resultante das manifestações pós eleitorais, que se estenderam até fevereiro de 2025&#8221;, bem como os ciclones que atingiram sobretudo o norte do país.</P><br />
<P>Refere também que o movimento de aeronaves no país caiu 10,9%, para 54.495, face aos 61.182 em 2024.</P><br />
<P>&#8220;O manuseamento de carga foi de 7.843,08 toneladas, decrescendo em 28,4% comparando com o ano de 2024, que registou 10.956,72 toneladas. Esse declínio está associado, em grande parte, à introdução da taxa de segurança, que tornou o manuseamento de carga mais oneroso, desencorajando as operações neste setor&#8221;, refere a IACM no documento, avançando que &#8220;medidas e esforços estão a ser implementados para mitigar esse impacto e reverter a tendência de retração&#8221;.</P><br />
<P>O plano anteriormente apresentado pela IACM para o setor estimava que o transporte aéreo deverá movimentar no país, em 2027, mais de 2,9 milhões de passageiros e no ano seguinte 3,1 milhões, crescimento que deverá acompanhar igualmente na carga movimentada, que deverá passar de 18.027 toneladas no ano passado para mais de 21.600 toneladas em 2027.</P><br />
<P>No final de 2025 estavam registadas em Moçambique 88 aeronaves, de 14 operadores comerciais, para um total de 12 aeroportos, 21 aeródromos privados e 256 aeródromos públicos.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761434]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal volta a acolher famílias ucranianas marcadas pela guerra: grupo chega esta tarde a Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 06:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[projeto Choven]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[A chegada está prevista para as 16h30, no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, no voo TP1205, proveniente de Varsóvia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal recebe esta terça-feira um novo grupo de familiares de vítimas da guerra na Ucrânia, no âmbito do projeto Choven, uma iniciativa de apoio a famílias de militares ucranianos mortos ou desaparecidos em combate.</p>
<p>A chegada está prevista para as 16h30, no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, no voo TP1205, proveniente de Varsóvia.</p>
<p>À chegada, a associação HelpUAPT, em parceria com os Ministérios da Defesa e dos Veteranos da Ucrânia, a Fundação Friends of Ukraine e o apoio institucional do Ombudsman da Ucrânia, realiza uma conferência de imprensa para apresentar a iniciativa.</p>
<p><strong>Projeto Choven apoia famílias de militares ucranianos</strong></p>
<p>O projeto Choven tem como objetivo apoiar famílias afetadas diretamente pela guerra na Ucrânia, em particular familiares de militares vítimas do conflito.</p>
<p>A iniciativa está ligada a programas de recuperação emocional, apoio psicológico, integração cultural e acompanhamento social.</p>
<p>A HelpUA.pt tem apresentado o projeto “Choven – Famílias da Guerra” como uma intervenção estruturada e centrada no trauma, combinando apoio individual e de grupo, atividades culturais, componente educativa e reconhecimento institucional. A associação descreve a iniciativa como parte do seu trabalho de recuperação física e emocional de vítimas da guerra.</p>
<p><strong>Portugal já acolheu mães e crianças ucranianas em programas semelhantes</strong></p>
<p>Esta não é a primeira missão humanitária deste tipo em Portugal.</p>
<p>Em janeiro, o Governo português anunciou o acolhimento de 18 crianças e 15 mães viúvas ucranianas, vítimas da guerra, no âmbito de um programa de reabilitação emocional e social em Ourém. A receção decorreu também no Aeroporto Humberto Delgado e a iniciativa foi organizada pela HelpUA.pt, com acolhimento no Centro de Reabilitação Fénix.</p>
<p>Durante essa estadia, as famílias beneficiaram de acompanhamento psicológico, fisioterapia e atividades lúdicas e culturais, num programa orientado para a recuperação emocional.</p>
<p>A &#8216;Euronews&#8217; noticiou então que o grupo era composto por familiares de soldados ucranianos falecidos ou desaparecidos em combate e que as crianças e mães chegaram a Portugal para três semanas de tranquilidade, depois de viajarem da Ucrânia até à Polónia e daí para Lisboa.</p>
<p><strong>HelpUAPT tem coordenado missões humanitárias em Portugal</strong></p>
<p>A HelpUA.pt – Ukrainian Refugees UAPT é uma associação sediada em Lisboa dedicada ao apoio humanitário, psicológico, social e institucional a pessoas vulneráveis, com especial enfoque em refugiados ucranianos e respetivas famílias em Portugal.</p>
<p>A associação tem desenvolvido respostas nas áreas do acolhimento, acompanhamento social, apoio psicológico especializado, integração cultural e educacional, apoio institucional e jurídico, bem como programas de reabilitação emocional.</p>
<p>No Centro de Reabilitação Fénix, em Ourém, a HelpUA.pt desenvolve também respostas de reabilitação física, fisioterapia, cuidados continuados e acompanhamento de pessoas em situação de vulnerabilidade social e clínica.</p>
<p><strong>GNR já tinha apoiado missão do projeto Choven</strong></p>
<p>O projeto Choven já teve apoio institucional em Portugal.</p>
<p>Em março, a GNR recebeu uma delegação da HelpUA.pt, entidade responsável pelo projeto “Choven – Famílias da Guerra”, numa visita ao Quartel do Carmo, em Lisboa.</p>
<p>Segundo a própria GNR, a colaboração da força de segurança incluiu o acompanhamento de um grupo humanitário composto por crianças e mulheres ucranianas que visitaram Portugal, garantindo segurança e apoio durante a estadia.</p>
<p>A visita serviu também para uma homenagem institucional em reconhecimento do apoio prestado no âmbito do projeto.</p>
<p><strong>Uma chegada com dimensão humanitária e simbólica</strong></p>
<p>A chegada desta terça-feira tem uma dimensão humanitária, mas também simbólica.</p>
<p>Portugal volta a receber famílias que carregam as consequências diretas da guerra, num programa que procura oferecer acompanhamento, descanso, segurança e algum espaço de recuperação longe do conflito.</p>
<p>Na missão acolhida em janeiro, a então ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, afirmou que Portugal queria proporcionar “conforto, segurança, proteção e, acima de tudo, dignidade” às famílias ucranianas recebidas no país.</p>
<p>A governante sublinhou ainda que o acolhimento era uma afirmação de valores, ligada à defesa dos direitos humanos e à proteção dos mais vulneráveis.</p>
<p><strong>Conferência de imprensa à chegada</strong></p>
<p>A conferência de imprensa desta terça-feira deverá decorrer no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, depois do desembarque do grupo proveniente de Varsóvia.</p>
<p>A iniciativa será conduzida pela HelpUAPT, em articulação com os Ministérios da Defesa e dos Veteranos da Ucrânia, a Fundação Friends of Ukraine e o apoio institucional do Ombudsman ucraniano.</p>
<p>O objetivo é assinalar a chegada a Portugal e explicar o enquadramento do projeto Choven, criado para apoiar famílias de militares ucranianos vítimas da guerra.</p>
<p>Para estas famílias, a viagem representa mais do que uma deslocação humanitária.</p>
<p>É uma pausa possível num percurso marcado pela perda, pela incerteza e pela violência de uma guerra que continua a deixar marcas profundas na sociedade ucraniana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761287]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Investigadores esperam ano &#8220;particularmente severo&#8221; para incêndios florestais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/investigadores-esperam-ano-particularmente-severo-para-incendios-florestais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:55:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Investigadores alertaram hoje que os incêndios florestais deverão atinjam um nível "particularmente severo" em todo o mundo em 2026, impulsionados pelas alterações climáticas e pelo fenómeno El Niño.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Investigadores alertaram hoje que os incêndios florestais deverão atinjam um nível &#8220;particularmente severo&#8221; em todo o mundo em 2026, impulsionados pelas alterações climáticas e pelo fenómeno El Niño.</P><br />
<P>&#8220;Este ano, a época global de incêndios começou muito forte, com mais 50% de área ardida do que a média para esta altura do ano&#8221;, enfatizou Theodore Keeping, académico da universidade britânica Imperial College London, durante uma apresentação aos jornalistas.</P><br />
<P>A área ardida &#8220;é 20% superior ao recorde anterior estabelecido desde o início da monitorização global em 2012&#8221;, indicou o investigador, prevendo um &#8220;ano particularmente severo&#8221;.</P><br />
<P>A área total ardida em todo o mundo atingiu cerca de 163 milhões de hectares desde o início do ano até 06 de maio, de acordo com os dados do Sistema Global de Informação sobre Incêndios, em comparação com uma média de 110 milhões de hectares no período de 2012 a 2025 até essa data.</P><br />
<P>A tendência é particularmente acentuada em África, onde foi registada a maior área ardida desde 2012, com recordes históricos em países como Gâmbia, Senegal, Guiné-Conacri, Mauritânia, Mali, Gana e Togo.</P><br />
<P>No total, foram queimados 85 milhões de hectares em África este ano, em comparação com o recorde anterior de 69 milhões.</P><br />
<P>Os incêndios na savana nestas regiões têm sido alimentados por um fenómeno conhecido como &#8220;efeito chicote climático&#8221;, que alterna períodos de chuvas fortes, promovendo o crescimento da vegetação, com períodos de seca propícios a incêndios.</P><br />
<P>Os investigadores alertam também para as consequências do esperado regresso do poderoso fenómeno de aquecimento El Niño.</P><br />
<P>Esta é uma fase de um ciclo natural no Oceano Pacífico, que geralmente começa na primavera e afeta gradualmente as temperaturas, os ventos e o clima em todo o resto do globo nos meses seguintes.</P><br />
<P>A Organização Meteorológica Mundial alertou, embora ainda existam algumas incertezas, que o regresso do El Niño é cada vez mais provável de maio a julho, enquanto o fenómeno oposto, La Niña, diminui.</P><br />
<P>Isto agravaria o aquecimento contínuo provocado pelas atividades humanas.</P><br />
<P>&#8220;A probabilidade de incêndios extremos e perigosos pode ser potencialmente a mais elevada da história recente se se desenvolver um El Niño forte&#8221;, afirmou Theodore Keeping.</P><br />
<P>O fenómeno pode tornar &#8220;as condições muito quentes e secas mais prováveis na Austrália, no noroeste dos Estados Unidos e no Canadá, e na floresta amazónica&#8221;, explicou.</P><br />
<P>&#8220;Sabemos que os incêndios extremos estão a aumentar com as alterações climáticas, tanto em termos de emissões como dos seus impactos, tal como os mega incêndios&#8221;, acrescentou Keeping.</P><br />
<P>Friederike Otto, outro investigador do Imperial College, sublinhou ainda que o desenvolvimento de um El Niño forte este ano, combinado com a tendência para as alterações climáticas, resultaria em &#8220;extremos climáticos sem precedentes&#8221;.</P><br />
<P></P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_761433]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Atenção, contribuintes: nova regra da Segurança Social entra hoje em vigor e pode bloquear acessos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:45:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Mudança pretende reforçar a proteção dos dados dos cidadãos e reduzir o risco de fraude ou acessos indevidos, acrescentando uma segunda camada de validação ao processo de entrada no portal]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A partir desta terça-feira passa a ser obrigatória a autenticação de dois fatores no acesso ao Portal da Segurança Social para os utilizadores particulares que entram com NISS e palavra-passe.</p>
<p>A mudança pretende reforçar a proteção dos dados dos cidadãos e reduzir o risco de fraude ou acessos indevidos, acrescentando uma segunda camada de validação ao processo de entrada no portal.</p>
<p>Na prática, deixa de bastar introduzir o Número de Identificação da Segurança Social e a palavra-passe. O utilizador passa também a ter de confirmar o acesso através de um código temporário enviado por SMS ou por e-mail.</p>
<p>A Segurança Social já tinha recomendado que a ativação fosse feita antes de 11 de maio, para evitar constrangimentos no dia da entrada em vigor da medida. Quem ainda não tratou do assunto deve fazê-lo esta terça-feira, para garantir que continua a conseguir entrar normalmente na Segurança Social Direta. A alteração consta da informação divulgada pela Segurança Social sobre a atualização de contactos e a autenticação de dois fatores no portal.</p>
<p><strong>O que muda no acesso?</strong></p>
<p>Até agora, muitos utilizadores acediam ao portal apenas com NISS e palavra-passe.</p>
<p>Com a nova regra, passa a ser exigido um código adicional de verificação.</p>
<p>Esse código pode ser enviado para o telemóvel ou para o endereço de e-mail associado à conta, consoante o método definido pelo utilizador.</p>
<p>O objetivo é impedir que terceiros consigam entrar na conta mesmo que tenham acesso à palavra-passe.</p>
<p><strong>Porque é que deve confirmar já os contactos?</strong></p>
<p>O ponto crítico está nos contactos registados na Segurança Social Direta.</p>
<p>Para receber o código de verificação, o utilizador tem de ter um número de telemóvel e um endereço de e-mail válidos associados à conta.</p>
<p>Se o telemóvel estiver errado, desatualizado ou já não estiver em uso, o código pode não chegar.</p>
<p>Se o e-mail estiver incorreto ou inacessível, o mesmo problema pode acontecer.</p>
<p>Nesses casos, o contribuinte pode ficar impedido de concluir o acesso ao portal.</p>
<p><strong>Quem tem de ativar a autenticação de dois fatores?</strong></p>
<p>A medida aplica-se aos particulares que acedem ao Portal da Segurança Social com NISS e palavra-passe.</p>
<p>Quem usa a Chave Móvel Digital não deverá ser afetado da mesma forma, uma vez que esse método já inclui autenticação reforçada.</p>
<p>Para as empresas, este modelo já estava em vigor desde 26 de fevereiro.</p>
<p>Agora, a obrigatoriedade passa também a abranger os utilizadores particulares.</p>
<p><strong>Como atualizar os dados?</strong></p>
<p>O procedimento deve ser feito diretamente na Segurança Social Direta.</p>
<p>O utilizador deve entrar no portal com o NISS e a palavra-passe, aceder à área de perfil e verificar os dados pessoais associados à conta.</p>
<p>Se necessário, deve atualizar o número de telemóvel e o endereço de correio eletrónico.</p>
<p>Depois da alteração, os contactos devem ser validados para garantir que ficam corretamente associados à conta.</p>
<p>É esta validação que permitirá receber os códigos de autenticação necessários para entrar no portal.</p>
<p><strong>O que acontece se não tiver acesso ao telemóvel ou ao e-mail?</strong></p>
<p>Se o utilizador deixar de ter acesso ao e-mail e ao telemóvel associados à conta, a Segurança Social indica que terá de entrar através do autenticação.gov, usando o Cartão de Cidadão ou a Chave Móvel Digital.</p>
<p>É por isso que a atualização prévia dos contactos é essencial.</p>
<p>O problema pode não estar na palavra-passe, mas sim na impossibilidade de receber o código adicional exigido pelo novo sistema.</p>
<p><strong>Atenção às fraudes</strong></p>
<p>A Segurança Social tem alertado também para tentativas de fraude.</p>
<p>A instituição sublinha que não pede dados bancários, palavras-passe ou códigos de acesso através de ligações enviadas por SMS ou por e-mail.</p>
<p>Qualquer atualização deve ser feita exclusivamente no Portal da Segurança Social.</p>
<p>Este aviso é particularmente relevante numa altura em que a mudança de regras pode ser aproveitada por esquemas de phishing para tentar enganar contribuintes.</p>
<p><strong>Porque é que esta mudança é importante?</strong></p>
<p>A Segurança Social Direta reúne informação sensível sobre contribuições, prestações sociais, carreira contributiva e dados pessoais.</p>
<p>A autenticação de dois fatores acrescenta uma barreira de segurança.</p>
<p>Mesmo que alguém descubra a palavra-passe de um utilizador, não deverá conseguir entrar na conta sem acesso ao código temporário enviado para o contacto associado.</p>
<p>A medida aproxima o portal de práticas já comuns noutros serviços digitais, como bancos, plataformas públicas e contas de correio eletrónico.</p>
<p><strong>O que deve fazer esta terça-feira?</strong></p>
<p>Se costuma aceder à Segurança Social Direta com NISS e palavra-passe, confirme já se tem o telemóvel e o e-mail atualizados.</p>
<p>Se ainda não ativou a autenticação de dois fatores, deve fazê-lo no portal.</p>
<p>Se usa Chave Móvel Digital, o acesso mantém-se com autenticação reforçada.</p>
<p>A regra entra em vigor esta terça-feira, 12 de maio, e pode causar dificuldades a quem deixar a atualização para depois.</p>
<p>Para evitar bloqueios, a recomendação é simples: entrar na Segurança Social Direta, confirmar os contactos e ativar a nova camada de segurança antes de precisar do portal para tratar de qualquer assunto urgente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_748211]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PR moçambicano pede aos enfermeiros para humanizarem atendimento hospitalar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 05:44:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente de Moçambique pediu hoje aos enfermeiros para reforçarem a humanização no atendimento hospitalar, prometendo mais esforços para melhorar as condições de trabalho destes profissionais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente de Moçambique pediu hoje aos enfermeiros para reforçarem a humanização no atendimento hospitalar, prometendo mais esforços para melhorar as condições de trabalho destes profissionais.</P><br />
<P>Em comunicado referente ao Dia Internacional do Enfermeiro, que se assinala hoje, a Presidência refere que a mensagem do chefe do Estado, Daniel Chapo, exorta os profissionais de enfermagem a reforçarem o compromisso com a humanização dos cuidados de saúde, colocando o paciente no centro da sua atuação e assegurando que ninguém seja deixado para trás.</P><br />
<P>&#8220;O Governo continua empenhado no fortalecimento do setor da saúde, na melhoria gradual das condições de trabalho dos profissionais de saúde, na expansão da formação, na humanização dos serviços e na valorização dos enfermeiros, reconhecendo o papel central que desempenham no desenvolvimento do país&#8221;, lê-se na mensagem da Presidência, que cita o Presidente moçambicano. </P><br />
<P>Na mensagem, o chefe de Estado presta homenagem aos enfermeiros moçambicanos, destacando o &#8220;elevado sentido de missão, entrega e espírito de sacrifício&#8221; destes profissionais, considerados um dos principais pilares do Sistema Nacional de Saúde.</P><br />
<P>&#8220;É uma verdadeira missão de solidariedade, humanidade e compromisso com a vida&#8221;, refere Daniel Chapo, apelando aos profissionais de enfermagem para reforçarem o compromisso com a humanização dos cuidados de saúde e a assistência aos pacientes. </P><br />
<P>Moçambique assinala o dia Internacional do Enfermeiro num contexto de desafios no sistema nacional de saúde, com profissionais do setor a reivindicarem melhores condições laborais, mais formação e reforço dos recursos humanos e infraestruturas hospitalares.</P><br />
<P>O setor da saúde enfrenta, há quatro anos, greves e paralisações convocadas pela Associação dos Profissionais de Saúde Unidos e Solidários de Moçambique (APSUSM).</P><br />
<P>O Sistema Nacional de Saúde moçambicano enfrentou também, nos últimos três anos, diversos momentos de pressão, provocados por greves de funcionários, convocadas pela Associação Médica de Moçambique (AMM) e exigindo melhorias das condições de trabalho.</P><br />
<P> </P></p>
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