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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Mon, 13 Jul 2026 12:35:20 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Ataques americanos provocam dois mortos no sudoeste do país, relata imprensa iraniana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas pessoas morreram hoje na sequência de ataques norte-americanos no sudoeste do Irão, numa região petrolífera junto às fronteiras com o Kuwait e o Iraque, noticiaram as agências iranianas Fars e Tasnim.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Duas pessoas morreram hoje na sequência de ataques norte-americanos no sudoeste do Irão, numa região petrolífera junto às fronteiras com o Kuwait e o Iraque, noticiaram as agências iranianas Fars e Tasnim.</P><br />
<P>&#8220;Até ao momento, registam-se dois mortos e três feridos&#8221;, escreveram as duas agências, citando um responsável da província do Cuzistão, que referiu ataques contra &#8220;três locais&#8221; distintos na periferia de Abadã.</P><br />
<P>Hoje, na rede social X, o Comando Central dos Estados Unidos para o Médio Oriente (Centcom) adiantou que as forças norte-americanas &#8220;atacaram dezenas de alvos&#8221; e que atingiram &#8220;sistemas iranianos de defesa antiaérea, radares costeiros, capacidades de mísseis e de drones, bem como pequenas embarcações&#8221;.</P><br />
<P>Com estes ataques, o exército norte-americano anunciou ter concluído a mais recente vaga de ataques contra o Irão e insistiu que Teerão &#8220;não controla&#8221; o estreito de Ormuz, sob acusações iranianas de ter &#8220;violado abertamente&#8221; o cessar-fogo acordado.</P><br />
<P>&#8220;O estreito de Ormuz é um corredor marítimo vital para o comércio global. O Irão não o controla&#8221;, declarou o Centcom, que deu conta também de ataques iranianos efetuados domingo, que atingiram o Bahrein, Kuwait, Qatar, Jordânia e até Omã, que partilha com o Irão as águas territoriais que compõem o estreito de Ormuz.</P><br />
<P>O estreito, por onde já passou um quinto de todo o petróleo e gás natural comercializado, tornou-se o ponto central de disputa num acordo interino entre os Estados Unidos e o Irão.</P><br />
<P>Os dois países estão quase a meio do período de 60 dias estabelecido pelo acordo, que deveria preparar negociações para um fim permanente da guerra. Em vez disso, degenerou numa série de ataques sobre o estreito e o seu futuro, preocupando líderes mundiais com a possibilidade de um reatar do conflito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788577]]></sapo:autor>
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		<title>“Podiam ter levado mais”: mentor do roubo do século no Louvre achou pouco um saque de 88 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:32:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Museu Louvre]]></category>
		<category><![CDATA[Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[O roubo ocorreu em 19 de outubro de 2025 e ficou concluído em menos de oito minutos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O alegado mentor do assalto milionário ao Museu do Louvre terá considerado insuficiente o número de joias roubadas e censurado os autores materiais do golpe por não terem levado mais peças, revelam transcrições dos interrogatórios conduzidos pelas autoridades francesas.</p>
<p>O roubo ocorreu em 19 de outubro de 2025 e ficou concluído em menos de oito minutos. O grupo entrou na Galeria de Apolo, no museu parisiense, e conseguiu retirar oito joias da Coroa francesa, avaliadas em cerca de 88 milhões de euros. Uma nona peça, a coroa da imperatriz Eugénia, caiu durante a fuga e foi encontrada danificada nas proximidades.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, que cita informações divulgadas pelo &#8216;The Guardian&#8217; e pelo &#8216;Le Monde&#8217;, dois dos suspeitos, identificados como Abdoulaye N. e Ghelamallah A., afirmaram ter sido recrutados apenas dois ou três dias antes do assalto por um cliente cuja identidade recusam revelar.</p>
<p>Os homens terão recebido previamente um vídeo gravado no interior da galeria, que lhes permitiu reconhecer as vitrinas onde estavam expostas as joias associadas à família de Napoleão. A missão consistia em partir os vidros de proteção e retirar o maior número possível de peças num espaço de poucos minutos.</p>
<p>Os assaltantes chegaram ao Louvre num veículo equipado com uma plataforma elevatória, alcançaram uma varanda no primeiro andar e forçaram uma janela. Já no interior, utilizaram ferramentas elétricas para abrir as vitrinas e fugiram posteriormente em motas.</p>
<p>Abdoulaye N. admitiu ter deixado cair a coroa cravejada de pedras preciosas que pertencera à imperatriz Eugénia, mulher de Napoleão III. Ao ser confrontado pelos investigadores com uma fotografia da peça danificada, terá reconhecido a gravidade do que aconteceu.</p>
<p>O suspeito contou ainda que, depois de entregar as joias ao alegado organizador, este não ficou satisfeito com o resultado e afirmou que o grupo poderia ter roubado mais. Os investigadores franceses ainda não conseguiram confirmar, porém, a existência do suposto mentor nem se os autores agiram realmente por ordem de terceiros.</p>
<p>Abdoulaye N. alegou ter aceitado participar devido às dificuldades financeiras e disse que lhe foram prometidos entre 15 mil e 20 mil euros, além de uma eventual percentagem sobre o valor obtido com a venda das joias. Ghelamallah A., por sua vez, afirmou que julgava estar a preparar um assalto a uma joalharia e que desconhecia que o alvo era o Louvre.</p>
<p>Os dois suspeitos recusaram identificar o alegado mandante ou possíveis cúmplices, justificando o silêncio com receios de represálias contra si e contra as respetivas famílias. Um deles declarou que as pessoas envolvidas “não são santas”, enquanto o outro afirmou ter recebido telefonemas na prisão a ordenar-lhe que não falasse.</p>
<p>O paradeiro das joias continua desconhecido. Os investigadores admitem a possibilidade de as peças terem sido entregues a uma rede internacional, mas receiam também que já tenham sido desmontadas e que as pedras preciosas estejam a ser vendidas separadamente.</p>
<p>O assalto expôs graves falhas de segurança no museu mais visitado do mundo. Uma auditoria posterior revelou que apenas 39% das salas dispunham de videovigilância, enquanto várias melhorias recomendadas há anos continuavam por executar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788576]]></sapo:autor>
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		<title>Parecem salas de jogos, mas coordenam milhares de ataques: por dentro da guerra de drones da Ucrânia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/parecem-salas-de-jogos-mas-coordenam-milhares-de-ataques-por-dentro-da-guerra-de-drones-da-ucrania/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:22:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[drones]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Centro secreto é dirigido por um comandante ucraniano conhecido pela alcunha militar de Kyr, antigo comerciante de cereais e atualmente um dos responsáveis do Grupo Lazar, uma das unidades de drones mais eficazes das forças ucranianas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por fora, o edifício parece anónimo. No interior, dezenas de computadores, ecrãs e equipas especializadas coordenam a atividade de cerca de mil drones numa extensa faixa da frente de combate entre Konstantinivka, no Donetsk, e Energodar, na região de Zaporíjia.</p>
<p>O centro secreto é dirigido por um comandante ucraniano conhecido pela alcunha militar de Kyr, antigo comerciante de cereais e atualmente um dos responsáveis do Grupo Lazar, uma das unidades de drones mais eficazes das forças ucranianas. Numa visita ao local, o &#8216;El Mundo&#8217; acompanhou em tempo real algumas das operações conduzidas contra posições russas.</p>
<p>As equipas instaladas no complexo não se limitam a pilotar aparelhos. Engenheiros, analistas de informação e especialistas em guerra eletrónica recolhem e cruzam dados provenientes de drones, redes sociais, comunicações Wi-Fi e agentes no terreno para localizar artilharia, centros de comando e unidades logísticas russas.</p>
<p>Um dos engenheiros, identificado como Bragman, criou um sistema capaz de reconhecer a “assinatura acústica” de diferentes armas. Sensores instalados em drones captam os sons da artilharia inimiga, permitindo aos operadores identificar e localizar os equipamentos que depois são selecionados como alvos.</p>
<p>Noutra sala, uma equipa explicou ao &#8216;El Mundo&#8217; como terá destruído um centro de comando russo em Vasylivka, no sul de Zaporíjia, depois de três meses a analisar informação proveniente de sete fontes de inteligência. Entre os elementos utilizados estavam sinais de Wi-Fi, redes sociais, imagens aéreas e dados fornecidos por agentes locais.</p>
<p>A atividade é monitorizada através de um grande painel que reúne os alvos atacados mensalmente. No final de junho, o centro contabilizava 6.641 ataques. Kyr atribui à pressão exercida pelos drones ucranianos a retirada das forças russas de pelo menos quatro localidades no sul de Zaporíjia e um recuo de cerca de 15 quilómetros.</p>
<p>O Grupo Lazar nasceu em 2022 por iniciativa de Pavlo Yelizarov, antigo empresário e produtor de televisão que se juntou às forças ucranianas após a invasão russa. A unidade começou com apenas alguns pilotos e um drone agrícola comprado por cerca de dez mil dólares, adaptado para transportar uma mina antitanque.</p>
<p>Desde então, tornou-se uma das unidades mais bem classificadas das Forças de Sistemas Não Tripulados da Ucrânia, ao lado das forças especiais Alpha e dos Magyar Birds. Segundo estimativas citadas pela revista &#8216;Forbes&#8217; e reproduzidas no relato, o Grupo Lazar terá inutilizado equipamento militar russo avaliado em mais de 12 mil milhões de dólares.</p>
<p>A evolução tecnológica alterou também a localização dos pilotos. Durante os primeiros anos da guerra, as equipas tinham de operar a poucos quilómetros da linha da frente, escondidas em bunkers e expostas aos ataques inimigos. Atualmente, o aumento da autonomia das baterias e do alcance das antenas permite-lhes comandar drones a partir de instalações situadas entre 40 e 60 quilómetros de distância.</p>
<p>A mudança procura sobretudo proteger os operadores, cuja formação pode demorar entre três meses e um ano. Os drones utilizados custam, em muitos casos, apenas algumas centenas ou milhares de euros, enquanto a perda de um piloto experiente representa um prejuízo humano e operacional muito mais difícil de substituir.</p>
<p>Na frente, permanecem equipas encarregadas de transportar e lançar fisicamente os aparelhos. Estes militares aproximam-se das zonas de combate, preparam os drones e regressam rapidamente aos abrigos, enquanto os pilotos assumem o controlo à distância a partir dos centros de coordenação.</p>
<p>Entre os aparelhos utilizados estão drones Hornet destinados a atacar a logística russa que abastece a Crimeia ocupada. Os operadores procuram identificar veículos militares mesmo quando estes são disfarçados de camiões civis, recorrendo à presença de sistemas antiaéreos móveis ou equipamentos de interferência eletrónica.</p>
<p>A guerra com drones deu igualmente origem a confrontos diretos entre unidades especializadas. No sul da Ucrânia, o Grupo Lazar enfrenta a brigada russa Varyag, descrita pelas forças ucranianas como uma das unidades de sistemas não tripulados mais bem equipadas de Moscovo, com drones experimentais e aparelhos de fibra ótica capazes de percorrer até 30 quilómetros.</p>
<p>Kyr compara este duelo aos combates entre os grandes “ases” da aviação da Primeira Guerra Mundial. A diferença é que os pilotos atuais raramente veem o inimigo diretamente: combatem através de ecrãs, sensores, algoritmos e transmissões em direto, num conflito em que a distância física não reduziu a violência.</p>
<p>A concentração dos operadores em centros remotos mostra até que ponto a guerra mudou. O que antes dependia sobretudo de trincheiras, artilharia e blindados passou também a ser decidido em salas que se assemelham a centros tecnológicos, mas onde cada ponto num mapa pode representar um alvo real.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788564]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Preço mundial do café cai 2,8% em junho para o nível mais baixo em quase 2 anos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/preco-mundial-do-cafe-cai-28-em-junho-para-o-nivel-mais-baixo-em-quase-2-anos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:19:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Café]]></category>
		<category><![CDATA[El Niño]]></category>
		<category><![CDATA[ICO]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O preço mundial do café caiu 2,8% em junho em relação a maio e situou-se "no nível mais baixo em quase dois anos" num mercado atento aos efeitos do El Niño, anunciou hoje a ICO.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O preço mundial do café caiu 2,8% em junho em relação a maio e situou-se &#8220;no nível mais baixo em quase dois anos&#8221; num mercado atento aos efeitos do El Niño, anunciou hoje a ICO.          </P><br />
<P>Segundo a ICO (International Cofee Organization, Organização Internacional do Café), o mercado está atento aos efeitos do El Niño, que &#8220;se tornará um Super El Niño no final de 2026&#8221;.</P><br />
<P>A cotação do café alcançou em junho uma média de 248,90 centavos de dólar por libra &#8211; equivalente a cerca de 453 gramas &#8211; (217,80 centavos de euro/libra), segundo a ICO.</P><br />
<P>A organização explicou no último relatório que os preços continuaram a tendência de queda observada no mês anterior até 09 de junho, quando em média o café se cotou 231,96 centavos de dólar/libra, para depois &#8220;subir abruptamente&#8221; para 272,39 centavos de dólar/libra no final do mês.</P><br />
<P>&#8220;O clima voltou a emergir como o principal motor da dinâmica dos preços do café&#8221;, assegurou a ICO antes de precisar que, embora a perspetiva de fornecimento seja cada vez mais positiva, as notícias de possíveis grandes efeitos do El Niño nas produções fizeram o preço disparar.</P><br />
<P>Explicou também que a queda das exportações em maio, somada à escassez de inventários e a uma maior diminuição das existências certificadas de café arábica nos Estados Unidos, gerou &#8220;nervosismo no mercado&#8221;.</P><br />
<P>Em relação à produção brasileira, apontou que as chuvas, superiores à média, estão a retardar a colheita e afetaram a qualidade do grão, com perdas localizadas que se traduziram num impulso dos preços.</P><br />
<P>Por tipos de café, os preços dos suaves colombianos aumentaram em junho 0,4%, os suaves brasileiros diminuíram 2,4%, os naturais brasileiros caíram 7,4% e o do café robusta da Colômbia cresceu uma média de 1,7%, segundo os indicadores da ICO.</P><br />
<P>Segundo o portal financeiro Trading Economics, o café está hoje a cotar-se nos mercados futuros a 329,02 centavos de dólar/libra (287,91 centavos de euro/libra).</P><br />
<P>&#8220;A volatilidade intensificou-se recentemente, uma vez que os  fornecimentos globais ajustados aumentaram a sensibilidade do mercado aos desenvolvimentos climáticos, o que levou os investidores a ajustarem rapidamente as suas posições&#8221;, asseguraram analistas da Trading Economics, citados pela Efe.</P><br />
<P>Adicionaram que os investidores continuam a monitorizar o risco do El Niño e o possível impacto deste no desenvolvimento da colheita 2027/28. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788563]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fisco cobra dívidas de 1.550 milhões em 2025, mais 10% do que em 2024</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fisco-cobra-dividas-de-1-550-milhoes-em-2025-mais-10-do-que-em-2024/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:18:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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		<category><![CDATA[Cláudia Reis Duarte]]></category>
		<category><![CDATA[fisco]]></category>
		<category><![CDATA[impostos]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A administração tributária recuperou dívidas ao Estado de 1.550,2 milhões de euros em 2025 através de processos de execução fiscal instaurados a contribuintes, mais 10% do que em 2024, segundo o último relatório de combate à fraude.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A administração tributária recuperou dívidas ao Estado de 1.550,2 milhões de euros em 2025 através de processos de execução fiscal instaurados a contribuintes, mais 10% do que em 2024, segundo o último relatório de combate à fraude.</P><br />
<P>O valor compara com 1.415,1 milhões de euros recuperados em 2024, de acordo com o mais recente relatório do Governo sobre o combate à fraude e evasão fiscais e aduaneiras de 2025, entregue no parlamento pelo gabinete da secretária de Estado dos Assuntos Fiscais, Cláudia Reis Duarte, e publicado no site da comissão de orçamento de finanças na semana passada.</P><br />
<P>O montante diz respeito a toda a dívida recuperada, que abrange 1.412,4 milhões de euros de dívidas de tributos (a chamada &#8220;quantia exequenda&#8221;) e 137,8 milhões de euros de juros de mora.</P><br />
<P>A receita obtida pelo Estado através da cobrança coerciva tem origem em processos de execução que são instaurados pela Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) quando os contribuintes deixam de pagar determinados impostos. Os processos são abertos com o objetivo de o Estado reaver impostos em falta a partir do momento em que os valores passam a ser contabilizados como dívidas fiscais.</P><br />
<P>Além de impostos, o Estado cobra de forma coerciva dívidas de taxas, contribuições financeiras, coimas e outras sanções decorrentes de decisões judiciais relativas a contraordenações tributárias ou de responsabilidade civil.</P><br />
<P>Dos 1.550,2 milhões de euros de dívida fiscal recuperada em 2025, a maior fatia &#8212; mais de um terço &#8212; diz respeito a IVA (523,6 milhões de euros, 34% do total).</P><br />
<P>Em segundo lugar surge a cobrança de IRS (com um total recuperado de 476,3 milhões de euros, 31%) e, em terceiro, o IRC (com a entrada de 281,7 milhões de euros, 18%).</P><br />
<P>Os restantes valores (268,6 milhões de euros, 17%) correspondem a outras dívidas fiscais, nas quais se incluem impostos municipais.</P><br />
<P>Ao contrário do que aconteceu em 2024, em que o Estado teve no IRS a maior fonte de cobrança coerciva, em 2025 o IVA foi o imposto com maior peso. No relatório, o Governo não apenas que a receita recuperada no IVA aumentou 19%, registando o aumento mais expressivo (face a crescimentos de 5% no IRS, de 4% no IRC e de 8% nas outras dívidas).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788567]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Polícia russa detém Boris Nadezhdin, o último rival interno que ainda desafiava o poder de Putin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 12:03:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Boris Nadezhdin]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
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					<description><![CDATA[Detenção acontece poucos dias depois de o Ministério da Justiça russo ter incluído Nadezhdin no registo de “agentes estrangeiros”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A polícia russa deteve esta segunda-feira Boris Nadezhdin, opositor à guerra na Ucrânia e antigo candidato presidencial que tentou concorrer contra Vladimir Putin nas eleições de 2024. A informação foi divulgada pelo próprio político através das redes sociais.</p>
<p>“A polícia chegou. Estão a levar-me para a esquadra de Dolgoprudny”, escreveu Nadezhdin na sua conta no Telegram, citado pelo &#8216;El Español&#8217;. A cidade situa-se na região de Moscovo, onde o opositor desenvolveu parte significativa da sua atividade política.</p>
<p>Não foram imediatamente divulgadas as razões da detenção nem esclarecido se o político ficou formalmente acusado de algum crime ou infração. Também não era conhecido, no momento do anúncio, durante quanto tempo permaneceria sob custódia.</p>
<p>A detenção acontece poucos dias depois de o Ministério da Justiça russo ter incluído Nadezhdin no registo de “agentes estrangeiros”, uma classificação que impõe fortes restrições à atividade pública e impede os visados de se candidatarem a cargos eletivos.</p>
<p>As autoridades russas acusam o político de divulgar informações que consideram “não fiáveis” sobre decisões do Governo e sobre o sistema eleitoral do país. O Ministério da Justiça atribui-lhe ainda apelos à participação em manifestações e piquetes não autorizados e colaboração na produção de conteúdos ligados a organizações declaradas indesejáveis.</p>
<p>A mesma classificação foi aplicada à associação “Quartel-General dos Candidatos”, à jornalista Yekaterina Voropai e ao ativista e empresário Timofei Rogozhin. Ao contrário destes dois colaboradores, que vivem no estrangeiro, Nadezhdin permaneceu na Rússia.</p>
<p>O antigo deputado preparava uma candidatura às próximas eleições legislativas e procurava recolher milhares de assinaturas nos círculos de Mytishchi e da região de Moscovo. A inclusão no registo de “agentes estrangeiros” inviabilizou essa intenção a pouco mais de dois meses das eleições para a Duma.</p>
<p>Nadezhdin tentou concorrer às eleições presidenciais russas de março de 2024 com uma plataforma contrária à invasão da Ucrânia. A Comissão Eleitoral Central recusou, porém, registar a candidatura, alegando irregularidades nas assinaturas apresentadas pela sua equipa.</p>
<p>O político foi deputado da Duma entre 1999 e 2003 e esteve ligado ao movimento liberal liderado por Boris Nemtsov, opositor assassinado em Moscovo em 2015. Nadezhdin tem comparado a classificação de “agente estrangeiro” ao rótulo soviético de “inimigo do povo”.</p>
<p>A detenção reforça a pressão sobre uma das poucas figuras críticas do Kremlin que continuavam a viver e a desenvolver atividade política dentro da Rússia. Nadezhdin defendia negociações para terminar a guerra e criticava a condução política do país, embora evitasse frequentemente ataques pessoais diretos a Putin.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788560]]></sapo:autor>
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		<title>Deloitte Legal TELLES reforça liderança com quatro novos sócios e passa a contar com 37 parceiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Advisory]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Deloitte Legal TELLES reforçou a sua estrutura de liderança com a nomeação de quatro novos sócios, elevando para 37 o número de parceiros da sociedade, que conta atualmente com cerca de 200 advogados distribuídos pelos escritórios de Lisboa e Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="103" data-end="354">A Deloitte Legal TELLES reforçou a sua estrutura de liderança com a nomeação de quatro novos sócios, elevando para 37 o número de parceiros da sociedade, que conta atualmente com cerca de 200 advogados distribuídos pelos escritórios de Lisboa e Porto.</p>
<p data-start="356" data-end="689">As promoções inserem-se na estratégia de crescimento orgânico da firma e abrangem áreas consideradas estratégicas para responder aos desafios que as empresas enfrentam, desde a transformação dos modelos de negócio e a crescente complexidade regulatória até às mudanças no mercado de trabalho e às exigências em matéria de compliance.</p>
<p data-start="691" data-end="1025">Diogo Damião foi promovido a sócio da área de Corporate, M&amp;A e Private Equity. Com mais de duas décadas de experiência, tem acompanhado clientes nacionais e internacionais em operações de fusões e aquisições, private equity, reestruturações societárias e constituição de joint ventures, bem como na negociação de contratos comerciais.</p>
<p data-start="1027" data-end="1434">Na área de Contencioso, Arbitragem e Reestruturação, Catarina Guedes de Carvalho passa igualmente a integrar o colégio de sócios. A advogada tem cerca de 20 anos de experiência em reestruturações, insolvências, recuperação de crédito e resolução de litígios, tendo participado em processos nacionais e internacionais de elevada complexidade, sobretudo nos setores da banca, imobiliário, automóvel e aviação.</p>
<p data-start="1436" data-end="1743">João Dotti de Carvalho assume funções como sócio da área de Trabalho e Segurança Social. Ao longo de mais de 20 anos de carreira, tem prestado assessoria a empresas nacionais e multinacionais em matérias laborais, incluindo processos de reestruturação empresarial, negociação coletiva e contencioso laboral.</p>
<p data-start="1745" data-end="2136">Já Nuno Cardoso é promovido a sócio da área de Direito Penal, Contraordenacional e Compliance. Com mais de duas décadas de experiência, lidera esta prática na Deloitte Legal TELLES, acompanhando processos de direito penal económico e financeiro, investigações internas, programas de compliance e iniciativas de prevenção da corrupção, branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo.</p>
<p data-start="2138" data-end="2503">Citado em comunicado, Francisco Espregueira Mendes, Managing Partner da Deloitte Legal TELLES, afirma que estas promoções &#8220;representam muito mais do que um reconhecimento individual&#8221;, refletindo &#8220;a consistência de um projeto que aposta no desenvolvimento de talento e na construção de equipas altamente qualificadas&#8221;, capazes de responder aos desafios dos clientes.</p>
<p data-start="2505" data-end="2776" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Segundo a sociedade, estas nomeações reforçam a aposta no desenvolvimento de talento interno e fazem parte de uma estratégia de crescimento sustentado, assente na especialização e na consolidação da posição da Deloitte Legal TELLES como parceiro estratégico das empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788553]]></sapo:autor>
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		<title>&#8216;Amazon para pistolas&#8217;: Trump quer facilitar compra de armas de fogo online nos EUA e reforma pode beneficiar empresa ligada ao filho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:49:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Administração de Donald Trump está a preparar uma profunda alteração às regras de comercialização de armas de fogo nos Estados Unidos, permitindo que determinadas armas adquiridas pela Internet possam ser entregues diretamente na casa dos compradores, sem necessidade de levantamento numa loja física licenciada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Administração de Donald Trump está a preparar uma profunda alteração às regras de comercialização de armas de fogo nos Estados Unidos, permitindo que determinadas armas adquiridas pela Internet possam ser entregues diretamente na casa dos compradores, sem necessidade de levantamento numa loja física licenciada. A proposta, apresentada como uma atualização das regras à realidade do comércio eletrónico e uma forma de reforçar os direitos dos proprietários de armas, está a gerar forte controvérsia, não apenas pelas implicações para a segurança pública, mas também pelo potencial benefício para a GrabAGun, uma das maiores plataformas norte-americanas de venda de armas online, da qual Donald Trump Jr. é conselheiro e acionista.</p>
<p>Atualmente, os norte-americanos já podem comprar armas através da Internet, mas o processo termina obrigatoriamente numa loja autorizada, onde um vendedor licenciado procede à verificação da identidade do comprador, confirma os antecedentes criminais, mantém os registos exigidos por lei e fica sujeito à fiscalização do Bureau of Alcohol, Tobacco, Firearms and Explosives (ATF), a agência federal responsável pela supervisão do comércio de armas. A proposta da Administração Trump pretende eliminar esse último passo em determinadas circunstâncias, permitindo que vendedores autorizados concluam todo o processo remotamente e enviem a arma diretamente para o comprador, desde que a transação ocorra dentro do mesmo estado. A Casa Branca garante que continuarão a existir verificações de identidade, controlo de antecedentes e períodos de espera quando aplicáveis, mas organizações defensoras de um maior controlo das armas consideram que a medida transformará a aquisição de uma pistola numa experiência semelhante à compra de qualquer outro produto numa plataforma de comércio eletrónico.</p>
<p>A dimensão política da reforma ganha particular relevância devido ao envolvimento de Donald Trump Jr. na GrabAGun, empresa texana especializada na venda online de armas, munições e acessórios. O filho mais velho do Presidente integrou o conselho de administração e assumiu funções de consultor após a vitória eleitoral do pai, recebendo 300 mil ações da empresa, equivalentes a pouco mais de 1% do capital. Desde então, o valor dessa participação tem variado significativamente em bolsa, mas os críticos da reforma sublinham que qualquer alteração legislativa que facilite as vendas remotas poderá beneficiar diretamente uma empresa onde Trump Jr. detém interesses financeiros. A GrabAGun preparava-se há vários meses para esse cenário, tendo lançado em janeiro a PEW Logistics, uma subsidiária criada para disponibilizar aos fabricantes um serviço integrado de vendas diretas, incluindo plataforma digital, processamento de encomendas, cumprimento das exigências legais, logística e gestão de dados dos clientes. O filho do Presidente e os seus colaboradores rejeitam qualquer conflito de interesses, defendendo que a iniciativa visa exclusivamente proteger o direito constitucional à posse e porte de armas.</p>
<p>A proposta faz parte de um pacote muito mais vasto de desregulação do setor das armas, através do qual a Administração Trump pretende revogar mais de três dezenas de medidas introduzidas durante a presidência de Joe Biden. Entre as alterações previstas está o fim da política de &#8220;tolerância zero&#8221; que permitiu retirar mais de 600 licenças a comerciantes que falsificavam registos, omitiram verificações de antecedentes ou venderam armas a pessoas legalmente impedidas de as adquirir. Com a nova abordagem, a revogação de uma licença apenas poderá ocorrer se for demonstrado que o vendedor tinha consciência de que estava a violar a lei. A reforma prevê igualmente facilitar o acesso às armas para algumas pessoas anteriormente sujeitas a restrições relacionadas com problemas de saúde mental ou incapacidade para gerir os próprios assuntos financeiros, além de reduzir a supervisão sobre determinados acessórios, como estabilizadores que podem tornar algumas armas mais fáceis de ocultar e utilizar. Segundo o próprio ATF, citado nos documentos de análise da reforma, o impacto destas alterações poderá variar entre consequências mínimas e cenários que envolvam &#8220;vítimas em massa&#8221;.</p>
<p>Em paralelo, a Administração Trump continua a contestar judicialmente restrições impostas por estados liderados pelos democratas, incluindo proibições de espingardas semiautomáticas no Colorado, Virgínia e Distrito de Columbia, bem como limitações aplicadas pela Califórnia à comercialização de pistolas Glock e modelos semelhantes. Enquanto organizações dedicadas ao controlo das armas denunciam um ataque à segurança pública e alguns estados acusam Washington de interferir nas suas competências, também pequenas lojas de armas receiam perder competitividade perante grandes plataformas digitais como a GrabAGun. Do lado oposto, os setores mais conservadores do movimento pró-armas consideram que Trump ainda não foi suficientemente longe e defendem a eliminação de um número ainda maior de controlos, registos e obrigações impostas ao comércio de armas. A reforma tornou-se, assim, mais do que uma simples alteração administrativa: representa um novo capítulo na política de desregulação da Administração Trump e reacende o debate sobre o equilíbrio entre direitos constitucionais, segurança pública e potenciais conflitos de interesses envolvendo o círculo próximo do Presidente norte-americano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788532]]></sapo:autor>
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		<title>Ministro da Agricultura defende gestão inteligente da água</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:44:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, defendeu hoje uma "gestão inteligente da água", que reduza as perdas para o mar através de mais armazenamento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Agricultura e Pescas, José Manuel Fernandes, defendeu hoje uma &#8220;gestão inteligente da água&#8221;, que reduza as perdas para o mar através de mais armazenamento.</p>
<p>&#8220;Temos que fazer uma gestão inteligente da água com vários objetivos: um objetivo de consumo humano, um objetivo de agricultura, de indústria e de proteção civil&#8221;, referiu o responsável, em declarações à margem do Conselho de ministros da Agricultura e Pescas da União Europeia (UE).</p>
<p>&#8220;Não podemos deixar fugir a água toda para o mar, temos de armazenar para depois a distribuir&#8221;, acrescentou, referindo ainda que &#8220;há um outro investimento anterior a isso tudo, que é o da poupança. Nós temos poupar, mas depois temos que agir se necessário com redes interligadas&#8221;.</p>
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		<title>Hospital de Sintra aproveita metade da capacidade instalada para cirurgias no primeiro ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:44:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[No primeiro ano de funcionamento, o Hospital de Sintra atendeu 35.600 urgências e utilizou apenas metade da sua capacidade instalada para cirurgias, com cerca de 2.000 operações em ambulatório efetuadas nesse período.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>No primeiro ano de funcionamento, o Hospital de Sintra atendeu 35.600 urgências e utilizou apenas metade da sua capacidade instalada para cirurgias, com cerca de 2.000 operações em ambulatório efetuadas nesse período.</p>
<p>Integrado na Unidade Local de Saúde (ULS) Amadora-Sintra, o novo hospital foi inaugurado em 14 de julho de 2025, projetado para ser complementar ao Hospital Fernando Fonseca (HFF), um dos mais sobrecarregados do país e que serve uma população de cerca de 600 mil pessoas, cerca de um terço das quais sem equipa de médico de família atribuída.</p>
<p>Um ano depois da inauguração, a administração da ULS Amadora-Sintra considerou que a abertura faseada das portas do HS aliviou &#8220;parcialmente&#8221; a pressão sobre as urgências do HFF.</p>
<p>&#8220;A abertura do Hospital de Sintra permitiu distribuir a resposta por duas unidades hospitalares, aumentando a capacidade instalada e aproximando os cuidados de saúde da população&#8221;, adiantou a ULS à agência Lusa.</p>
<p>Embora tenha contribuído para reforçar a capacidade assistencial e para uma melhor distribuição da atividade entre as duas unidades hospitalares, os responsáveis da unidade local de saúde reconheceram que a elevada procura por cuidados de saúde &#8220;continua a constituir um desafio permanente&#8221;.</p>
<p>Ao longo do primeiro ano de atividade, foram registados cerca de 35.600 episódios de urgência, o que corresponde a cerca de 60% das 60.000 urgências anuais projetadas para o novo hospital, maioritariamente classificados como pulseira verde.</p>
<p>Apesar de ser uma urgência básica, o Hospital de Sintra disponibiliza várias valências diferenciadas, como sala de eletrocardiograma, unidade de serviço de observação, sala de pequena cirurgia e apoio permanente do centro tecnológico de imagiologia, equipado com radiologia convencional e TAC.</p>
<p>Quanto à atividade cirúrgica, os dados da ULS indicam que foram efetuados cerca de 2.000 procedimentos cirúrgicos em ambulatório, uma atividade que decorreu, nesta fase inicial, aproveitando apenas metade da capacidade instalada.</p>
<p>&#8220;Tendo em conta que só foi utilizada 50% dessa capacidade, é expectável que, com a mobilização de recursos, o número de cirurgias possa vir a aumentar&#8221;, reconheceu a ULS, adiantando que foram ainda realizadas cerca de 22.500 consultas externas no primeiro ano de funcionamento, das quais 10.000 foram primeiras consultas de utentes.</p>
<p>Já a Unidade de Patologia Clínica respondeu às necessidades de cerca de 800 doentes por mês da ULS Amadora-Sintra, enquanto o Centro de Diagnóstico realizou aproximadamente 20.000 procedimentos, referem os números enviados à Lusa.</p>
<p>Perante estes números, a administração da ULS Amadora-Sintra realçou que se tratou de um período de &#8220;aprendizagem e consolidação&#8221;, salientando que a abertura de um novo hospital mas &#8220;não elimina, por si só, os desafios estruturais&#8221;, como a escassez de profissionais de saúde, a consolidação das equipas e a adaptação contínua dos processos de assistência aos utentes.</p>
<p>Quanto aos recursos humanos, os profissionais que trabalham no Hospital de Sintra foram, na sua maioria, transferidos do HFF e mantêm-se atualmente em funções, tendo sido substituídos por outros profissionais nos seus serviços de origem.</p>
<p>&#8220;Foi privilegiada a transferência de profissionais com experiência profissional nas diversas áreas para garantir segurança dos cuidados, uma vez que as equipas são mais pequenas e necessitam de maior autonomia&#8221;, alegou a ULS, adiantando que também foram transferidos profissionais que residem nas proximidades do novo hospital para possibilitar &#8220;terem maior qualidade de vida&#8221;.</p>
<p>Além disso, &#8220;sempre que se revelou necessário para assegurar a continuidade da prestação de cuidados e responder às necessidades identificadas&#8221;, foram recrutados novos profissionais, avançou a ULS, sem especificar quantos.</p>
<p>&#8220;É de prever que, com o aumento da capacidade assistencial, o número de colaboradores possa vir a aumentar&#8221;, admitiu.</p>
<p>O Hospital de Sintra representou um investimento de cerca de 81 milhões de euros. A construção iniciou-se em 2021 e ascendeu a cerca de 64 milhões de euros, suportados pela Câmara Municipal de Sintra, enquanto a aquisição de equipamentos e mobiliário representou um investimento de 17 milhões de euros.</p>
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		<title>AICEP chega a cerca de 7.000 empresas no primeiro semestre e reforça capacitação para a internacionalização</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:40:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal registou um forte crescimento da sua atividade de capacitação empresarial durante o primeiro semestre de 2026, alcançando cerca de 7.000 empresas portuguesas, um aumento superior a 400% face ao mesmo período do ano passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal registou um forte crescimento da sua atividade de capacitação empresarial durante o primeiro semestre de 2026, alcançando cerca de 7.000 empresas portuguesas, um aumento superior a 400% face ao mesmo período do ano passado. Os resultados refletem o reforço da estratégia da agência para preparar as empresas nacionais para competir nos mercados internacionais, através de ações de formação orientadas para as principais áreas ligadas à internacionalização.</p>
<p>Entre janeiro e junho, a Academia AICEP promoveu 70 ações de capacitação, mais do triplo das realizadas no período homólogo de 2025. Os programas abrangeram temas considerados estratégicos para a atividade exportadora, nomeadamente comércio internacional, branding, acesso a novos mercados, acordos comerciais, inovação e setores prioritários da economia portuguesa. Para Paulo Rios, administrador da AICEP responsável pela Academia, &#8220;estes resultados demonstram que as empresas portuguesas procuram cada vez mais conhecimento especializado para responder aos desafios da internacionalização&#8221;, acrescentando que &#8220;a Academia AICEP tem vindo a afirmar-se como um parceiro estratégico das empresas, disponibilizando formação prática, orientada para resultados e alinhada com as exigências dos mercados internacionais&#8221;.</p>
<p>Entre as iniciativas que reuniram maior adesão destaca-se a sessão dedicada ao Acordo de Comércio entre a União Europeia e o Mercosul, que envolveu 1.623 empresas e 1.928 participantes. Seguiram-se o Programa de Capacitação para o Setor dos Vinhos, que contou com a participação de 1.258 empresas e 1.589 participantes, e o programa Criar Marcas com Reconhecimento Internacional, igualmente frequentado por 1.258 empresas, reunindo 1.465 participantes. A AICEP sublinha ainda que a qualidade da oferta formativa continuou a evoluir, registando uma avaliação média de 4,77 pontos pelos participantes, um resultado superior ao obtido no período homólogo.</p>
<p>Na segunda metade do ano, a Academia AICEP prevê alargar a sua oferta formativa com novos programas focados nas necessidades emergentes das empresas exportadoras. Entre as principais novidades estão o lançamento de um Programa de Inteligência Artificial para a Exportação, uma nova edição do Programa de Capacitação em ESG, a continuidade da formação em Economia de Defesa e um conjunto de Master Classes dedicadas à captação de investimento. Paulo Rios considera que &#8220;a forte adesão aos programas confirma que as empresas procuram respostas concretas para desafios muito específicos, desde a diversificação de mercados até à incorporação da inteligência artificial, da sustentabilidade ou da gestão de cadeias de abastecimento&#8221;, acrescentando que &#8220;o nosso objetivo é antecipar essas necessidades e transformar conhecimento em capacidade de ação para as empresas portuguesas&#8221;.</p>
<p>Apesar dos resultados positivos, a AICEP identifica como um dos principais desafios para os próximos meses a recuperação da sua base histórica de contactos empresariais, na sequência da renovação dos consentimentos exigida pelo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (RGPD). A agência encontra-se atualmente a desenvolver uma campanha destinada à obtenção dessas autorizações, considerando que este processo será determinante para garantir que um número crescente de empresas continua a receber informação sobre as ações de capacitação e as oportunidades disponibilizadas pela Academia AICEP no âmbito da internacionalização.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788495]]></sapo:autor>
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		<title>Operadora Telefónica na Alemanha prepara corte de mais de 1.000 empregos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:40:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A operadora de telecomunicações Telefónica na Alemanha está a discutir com os representantes dos trabalhadores um plano de reestruturação que poderá implicar a eliminação de mais de 1.000 postos de trabalho, cerca de 15% da força laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A operadora de telecomunicações Telefónica na Alemanha está a discutir com os representantes dos trabalhadores um plano de reestruturação que poderá implicar a eliminação de mais de 1.000 postos de trabalho, cerca de 15% da força laboral.</p>
<p>&#8220;Estamos a elaborar uma transformação integral da empresa para garantir a competitividade e viabilidade a longo prazo&#8221;, referiu a operadora em comunicado.</p>
<p>A empresa confirmou hoje estar a analisar várias medidas para reforçar a competitividade e assegurar a viabilidade a longo prazo, mas recusou comentar números, impactos concretos ou prazos, alegando respeito pelas negociações em curso com sindicatos e trabalhadores.</p>
<p>A imprensa alemã diz estar em causa a eliminação de mais de 1.000 postos de trabalho, dos cerca de 6.800 atuais, tendo a empresa já fechado acordos para saídas voluntárias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788544]]></sapo:autor>
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		<title>De Zurique para os EUA: FIFA não abandona Miami após o Mundial e mantém operação com 700 trabalhadores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:36:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão representa uma mudança no modelo tradicional de organização dos campeonatos do mundo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando terminar o Mundial masculino de 2026, a FIFA não deverá simplesmente desmontar a operação criada nos Estados Unidos e regressar a Zurique. A organização pretende manter aberto o escritório de Miami e usá-lo como base para preparar os próximos grandes eventos desportivos nas Américas.</p>
<p>A decisão representa uma mudança no modelo tradicional de organização dos campeonatos do mundo. Em vez de depender de uma estrutura local criada para cada torneio e dissolvida depois da final, a FIFA quer conservar as equipas, os contactos e o conhecimento acumulados durante a competição, segundo avança o &#8216;POLITICO&#8217;.</p>
<p>O plano começou com a transferência de cerca de 50 trabalhadores experientes da sede de Zurique para Miami. Esse núcleo contratou posteriormente novos profissionais e serviu de base ao crescimento da operação, explicou ao &#8216;POLITICO&#8217; um consultor sénior da organização.</p>
<p>Inaugurado em 2023, o escritório da FIFA em Miami conta atualmente com mais de 700 trabalhadores a tempo inteiro. Durante o Mundial, funcionou como centro operacional da competição, acolhendo vários responsáveis de topo, incluindo o secretário-geral da organização, Heimo Schirgi.</p>
<p>A dimensão da estrutura poderá diminuir depois da final, mas a presença da FIFA no sul da Florida deverá manter-se. A equipa terá como prioridade os próximos torneios e eventos internacionais realizados no continente americano.</p>
<p>O Brasil recebe o Mundial feminino em 2027, enquanto a FIFA participará na gestão das competições de futebol dos Jogos Olímpicos de Los Angeles, em 2028. Em 2030, apesar de Portugal, Espanha e Marrocos concentrarem a maioria dos jogos do Mundial masculino, Uruguai, Argentina e Paraguai vão acolher uma partida inaugural cada um, numa homenagem ao centenário da competição.</p>
<p>No ano seguinte, os Estados Unidos deverão receber o Mundial feminino de 2031, garantindo à FIFA outro grande evento em território americano pouco depois da competição masculina de 2026.</p>
<p>Segundo o &#8216;POLITICO&#8217;, a organização acredita que a experiência reunida durante o maior Mundial de sempre poderá tornar-se um ativo permanente. A estratégia acompanha a crescente importância da América do Norte como mercado para o futebol e reforça a intenção da FIFA de manter uma presença mais próxima dos patrocinadores, adeptos e organizadores da região.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788529]]></sapo:autor>
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		<title>Rede Floresta do Futuro alerta para pior início de época de incêndios desde 2017 e acusa Governo de abandonar o mundo rural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:33:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Floresta do Futuro]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 30 mil hectares de área ardida até aos primeiros dias de julho fazem deste o pior início de época de incêndios em Portugal desde 2017, alerta a Rede de Resposta a Incêndios Floresta do Futuro, que acusa o Governo de não responder aos problemas estruturais da floresta e do mundo rural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 30 mil hectares de área ardida até aos primeiros dias de julho fazem deste o pior início de época de incêndios em Portugal desde 2017, alerta a Rede de Resposta a Incêndios Floresta do Futuro, que acusa o Governo de não responder aos problemas estruturais da floresta e do mundo rural. Em comunicado, a organização sustenta que o cenário atual era previsível e considera que os próximos meses poderão ser ainda mais graves, face às condições existentes no território.</p>
<p>Segundo a rede, só no início de julho arderam mais de 15 mil hectares, tornando o incêndio de Vouzela num dos maiores mega-incêndios da história recente do país. A organização afirma que esta evolução não foi inesperada, apontando como principais fatores as tempestades de janeiro, que deixaram grandes quantidades de madeira derrubada no terreno, o calor extremo associado à crise climática e o fenómeno Super El Niño, que, segundo refere, já começou. A organização acrescenta ainda que Portugal continua a apresentar cerca de um milhão de hectares de eucaliptal — que descreve como a maior área relativa de eucalipto do mundo —, mantendo extensas áreas sem gestão e um mundo rural marcado pelo abandono.</p>
<p>A Rede Floresta do Futuro considera que a resposta política tem sido insuficiente e critica o que classifica como uma estratégia de agravamento do abandono do território. Citada no comunicado, Sílvia Carreira, da organização, afirma que &#8220;perante esta realidade, a resposta é permitir que o abandono se agrave e criar condições para uma exploração cada vez mais intensiva dos solos, dos recursos naturais e das populações&#8221;, acrescentando que &#8220;a política pública é extremamente simples: deixar queimar e promover o abandono que embaratece a exploração dos solos, dos recursos e das pessoas que ainda resistem no interior&#8221;.</p>
<p>No mesmo comunicado, a organização dirige críticas ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, referindo que, enquanto o país enfrentava incêndios, calor extremo e vítimas associadas às elevadas temperaturas e à inalação de fumo, o chefe do Governo se deslocou aos Estados Unidos para assistir ao Mundial de Futebol. Para a Rede Floresta do Futuro, esta deslocação simboliza &#8220;o distanciamento entre o poder político e a realidade vivida pelas populações&#8221;, defendendo que &#8220;o abandono do país e em particular das regiões rurais é absoluto, intencional e que já nem sequer é escondido&#8221;. A organização acrescenta que &#8220;o povo está entregue a si mesmo e os governos completamente divorciados de quem supostamente representariam&#8221;.</p>
<p>Perante este cenário, a Rede de Resposta a Incêndios Floresta do Futuro garante que continuará a acompanhar a evolução da época de fogos e rejeita a ideia de que os incêndios florestais sejam inevitáveis. A organização defende uma transformação profunda da gestão do território, baseada na redução da dependência do eucalipto, na descarbonização da economia através da diminuição efetiva das emissões provenientes dos combustíveis fósseis, na rejeição de soluções assentes em megaprojetos energéticos sem ordenamento do território e numa maior democratização da gestão dos recursos naturais, considerando que só alterações estruturais poderão reduzir a repetição de tragédias como as que voltam a marcar o verão de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788449]]></sapo:autor>
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		<title>Detidos dos No Name Boys ficam em prisão preventiva</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/detidos-dos-no-name-boys-ficam-em-prisao-preventiva/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:33:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os 10 detidos da claque benfiquista No Name Boys, suspeitos de terem agredido um adepto do Sporting perto do pavilhão leonino antes do dérbi de futsal de 19 de fevereiro, ficaram em prisão preventiva, anunciou hoje a PSP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os 10 detidos da claque benfiquista No Name Boys, suspeitos de terem agredido um adepto do Sporting perto do pavilhão leonino antes do dérbi de futsal de 19 de fevereiro, ficaram em prisão preventiva, anunciou hoje a PSP.</p>
<p>Em comunicado, a PSP explicou que os detidos foram presentes a primeiro interrogatório, tendo sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva a todos os elementos da claque No Name Boys.</p>
<p>Em causa estão suspeitas dos crimes de tentativa de homicídio, ofensas à integridade física qualificada, participação em rixa e danos qualificados antes de um jogo de futsal entre o Sporting e o Benfica.</p>
<p>Os 10 suspeitos foram detidos no dia 09 de julho pela PSP na Área Metropolitana de Lisboa, no âmbito da operação KICKOFF, durante a qual foram ainda cumpridos 11 mandados de busca domiciliária para recolha de prova.</p>
<p>O caso aconteceu quando o grupo se dirigiu, fora do cordão policial, às instalações da claque sportinguista Juve Leo, no Estádio José Alvalade, tendo, alegadamente, acabado por agredir um adepto leonino, precisou o comissário Tiago Costa, da Divisão de Investigação Criminal da PSP de Lisboa à Lusa.</p>
<p>A rixa resultou na detenção pela PSP de 124 adeptos dos dois clubes, libertados no dia seguinte e sujeitos a termo de identidade e residência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788534]]></sapo:autor>
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		<title>Corrida ao Eliseu: Adversários de Le Pen mudam estratégia e classificam-na como &#8220;candidata de esquerda&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O regresso de Marine Le Pen à corrida às eleições presidenciais francesas de 2027 está a obrigar os seus principais adversários a redefinir a estratégia política.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O regresso de Marine Le Pen à corrida às eleições presidenciais francesas de 2027 está a obrigar os seus principais adversários a redefinir a estratégia política. Depois de a líder da União Nacional ter recuperado a possibilidade de concorrer, na sequência de uma decisão judicial favorável em recurso, o antigo primeiro-ministro Edouard Philippe decidiu centrar os ataques no programa económico da rival, procurando apresentá-la como defensora de políticas tradicionalmente associadas à esquerda e incompatíveis com uma gestão rigorosa das finanças públicas.</p>
<p>A mudança de rumo surge depois de Philippe ter lançado oficialmente a sua candidatura, em maio, com a promessa de apresentar aos franceses um programa conservador &#8220;massivamente otimista&#8221;. Agora, o foco passa por desmontar as propostas económicas da líder da extrema-direita. Nathalie Loiseau, eurodeputada que integra a campanha de Philippe, sintetizou essa estratégia ao afirmar que &#8220;Marine Le Pen tem um programa largamente de esquerda&#8221;, procurando afastar da candidata a imagem de representante de uma direita economicamente liberal.</p>
<p>Embora esta crítica não seja inédita — setores da direita francesa acusam há vários anos a União Nacional de incoerência económica —, a equipa de Philippe considera que o contexto mudou significativamente. Durante o período em que Marine Le Pen esteve impedida de concorrer, após a condenação por desvio de fundos públicos e a consequente proibição de exercer cargos públicos durante cinco anos, Jordan Bardella assumiu o papel de candidato natural do partido. O jovem dirigente procurou então aproximar-se de posições mais favoráveis às empresas e a uma gestão orçamental mais conservadora, alargando o eleitorado potencial da extrema-direita. Contudo, a decisão do tribunal que permitiu a Le Pen regressar à disputa presidencial faz regressar ao centro da campanha a sua visão de um Estado mais interventivo e de maior proteção social.</p>
<p>Apesar de reconhecerem que Marine Le Pen será uma adversária mais experiente e potencialmente mais difícil de derrotar do que Bardella, os aliados de Edouard Philippe acreditam que o seu programa oferece várias fragilidades. O deputado Frédéric Valletoux, apoiante do antigo primeiro-ministro, considera que &#8220;Marine Le Pen é mais experiente e provavelmente uma adversária mais difícil, mas o seu programa não faz sentido em vários aspetos&#8221;. Segundo a estratégia delineada pelo partido Horizons, a campanha procurará explorar aquilo que considera serem incoerências de um programa &#8220;altamente estatista&#8221;, sobretudo no que diz respeito à intenção de reverter reformas estruturais e prometer menos anos de trabalho aos franceses.</p>
<p>Uma das principais linhas de confronto deverá centrar-se precisamente na reforma das pensões. Marine Le Pen continua a defender o regresso da idade mínima da reforma aos 62 anos, anulando a polémica reforma aprovada pelo Presidente Emmanuel Macron em 2023, que prevê um aumento gradual para os 64 anos. Jordan Bardella tinha admitido rever essa posição devido às preocupações com o agravamento das finanças públicas francesas, numa altura em que a dívida pública deverá aumentar de 115,5% do produto interno bruto para 203% até 2050, segundo projeções da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). Em sentido contrário, Edouard Philippe chegou mesmo a admitir a possibilidade de elevar ainda mais a idade da reforma, procurando conquistar o eleitorado conservador preocupado com a sustentabilidade das contas públicas.</p>
<p>Para Gilles Boyer, codiretor da campanha de Philippe, esta diferença poderá revelar-se decisiva nas eleições presidenciais. &#8220;Um eleitor de direita que valoriza a livre iniciativa e uma forma de prudência orçamental e fiscal terá menos tendência para votar em Marine Le Pen do que em Jordan Bardella. Edouard Philippe poderá conquistá-lo&#8221;, afirmou. A candidatura do antigo primeiro-ministro aposta, assim, em captar os eleitores conservadores que poderiam sentir-se mais confortáveis com a linha económica anteriormente defendida por Bardella, transformando a política económica e a credibilidade orçamental num dos principais campos de batalha da corrida ao Palácio do Eliseu em 2027.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788498]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Empresa europeia fabricante de satélites instala-se em Portugal e cria “centro de excelência” em Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:27:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A ICEYE, empresa europeia especializada em inteligência espacial baseada em tecnologia de radar de abertura sintética (SAR), anunciou a criação da ICEYE Portugal e a abertura de um centro de excelência em Lisboa, reforçando a sua presença no país e o investimento no desenvolvimento de tecnologia espacial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ICEYE, empresa europeia especializada em inteligência espacial baseada em tecnologia de radar de abertura sintética (SAR), anunciou a criação da ICEYE Portugal e a abertura de um centro de excelência em Lisboa, reforçando a sua presença no país e o investimento no desenvolvimento de tecnologia espacial.</p>
<p>A nova estrutura será liderada por Rui Costa, que assume o cargo de CEO da ICEYE Portugal. Segundo a empresa, a aposta representa um compromisso de longo prazo com o ecossistema espacial português, após dois anos de colaboração com a Força Aérea Portuguesa e outros parceiros nacionais.</p>
<p>O centro de excelência em Lisboa irá concentrar atividades de investigação e desenvolvimento nas áreas de software, integração de sistemas e inteligência artificial, com o objetivo de desenvolver soluções de inteligência espacial e criar emprego altamente qualificado. A ICEYE refere ainda que irá recrutar talento local e colaborar com universidades, centros de investigação e empresas do setor.</p>
<p>O projeto complementa o desenvolvimento da capacidade nacional de montagem, integração e testes (AIT) de satélites, atualmente em curso através da CTI Aeroespacial em parceria com a Força Aérea Portuguesa, da qual a ICEYE é parceira tecnológica.</p>
<p>A empresa destaca também a evolução de Portugal na área da tecnologia espacial. Até ao momento, o país adquiriu quatro satélites da ICEYE, dois dos quais já foram lançados, no âmbito da criação de uma constelação destinada ao acompanhamento do domínio marítimo atlântico e da Zona Económica Exclusiva. Portugal integra ainda o grupo de sete países europeus que recorreram à tecnologia da empresa para desenvolver capacidades próprias de inteligência espacial.</p>
<p>Além da atividade ligada ao espaço, a ICEYE pretende expandir em Portugal as suas soluções de monitorização e resposta a catástrofes naturais para bancos, seguradoras e entidades de proteção civil. Em 2025, a empresa analisou mais de 390 catástrofes naturais em todo o mundo. Durante as cinco tempestades atlânticas que afetaram Portugal e Espanha entre janeiro e fevereiro deste ano, captou 630 imagens de satélite que cobriram uma área inundada de 4.657 quilómetros quadrados, permitindo disponibilizar informação às autoridades e seguradoras poucas horas após os eventos.</p>
<p>Citado em comunicado, o CEO e cofundador da ICEYE, Rafal Modrzewski, afirma que Portugal é atualmente &#8220;uma das nações mais avançadas da Europa em termos de capacidade espacial soberana&#8221; e considera que a instalação do novo centro em Lisboa reforça tanto as capacidades nacionais como a resiliência europeia.</p>
<p>Já Rui Costa sublinha que Portugal reúne &#8220;a geografia, o talento e a ambição&#8221; para desempenhar um papel relevante no desenvolvimento da capacidade espacial europeia, defendendo que a nova empresa pretende trabalhar em conjunto com universidades, instituições de investigação, parceiros industriais e entidades nacionais para desenvolver tecnologia crítica a partir de Portugal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788520]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bruxelas altera lista de produtos abrangidos pelo regulamento da desflorestação da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:26:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia adotou hoje novas medidas para aplicar o regulamento da União Europeia (UE) contra a desflorestação, alterando a lista de produtos abrangidos e introduzindo simplificações no sistema informático das empresas, visando uma implementação mais eficaz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia adotou hoje novas medidas para aplicar o regulamento da União Europeia (UE) contra a desflorestação, alterando a lista de produtos abrangidos e introduzindo simplificações no sistema informático das empresas, visando uma implementação mais eficaz.</p>
<p>Em comunicado, o executivo comunitário refere que as novas orientações e perguntas frequentes, a disponibilizar nos próximos dias em todas as línguas oficiais da UE, visam proporcionar &#8220;maior segurança jurídica e previsibilidade&#8221; às empresas e aos Estados-membros, tendo em conta a aplicação a partir do final de 2026.</p>
<p>Através de um ato delegado, a instituição reviu a lista de produtos abrangidos pelo Regulamento da Desflorestação da UE, lei comunitária que pretende impedir a colocação no mercado europeu de produtos associados à desflorestação e à degradação florestal, obrigando as empresas a demonstrar que as suas cadeias de abastecimento não contribuíram para esses fenómenos.</p>
<p>Após ouvir as partes interessadas, a Comissão Europeia decidiu retirar do âmbito da legislação peles e couros de bovino, pneus recauchutados, sementes de soja para sementeira, determinados artigos de borracha vulcanizada, correias transportadoras e de transmissão e bancos para aeronaves e veículos automóveis.</p>
<p>Em sentido inverso, passam a integrar a lista o café solúvel, determinados derivados do óleo de palma e línguas de bovino congeladas.</p>
<p>Estes novos produtos apenas ficarão sujeitos às regras a partir de 30 de dezembro de 2027, para permitir um período de adaptação às empresas.</p>
<p>O ato delegado será agora analisado pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da UE antes de entrar em vigor.</p>
<p>A Comissão Europeia aprovou igualmente um ato de execução que atualiza o funcionamento do sistema de informação associado ao regulamento, introduzindo simplificações operacionais, nomeadamente declarações simplificadas para micro e pequenas empresas e melhorias técnicas que facilitam a integração automática de dados.</p>
<p>O sistema informático está novamente disponível desde junho de 2026, permitindo às empresas familiarizarem-se com as novas funcionalidades e começarem a introduzir informação antes da entrada em aplicação das regras, estando previstas novas atualizações durante o verão.</p>
<p>Citada no comunicado, a comissária europeia para o Ambiente, Resiliência Hídrica e Economia Circular Competitiva, Jessika Roswall, indica que estas medidas visam assegurar &#8220;a clareza e a previsibilidade&#8221; necessárias para que empresas, Estados-membros e parceiros internacionais se preparem para a aplicação do regulamento no final de 2026.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_788523]]></sapo:autor>
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		<title>IL quer descentralizar sistema de proteção civil e clarificar competências</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:26:24 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ A Iniciativa Liberal apresentou hoje um projeto de revisão da Lei de Bases da Proteção Civil para descentralizar e clarificar o exercício de competências dentro do sistema, dar prioridade à prevenção e introduzir a dimensão das infraestruturas críticas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Iniciativa Liberal apresentou hoje um projeto de revisão da Lei de Bases da Proteção Civil para descentralizar e clarificar o exercício de competências dentro do sistema, dar prioridade à prevenção e introduzir a dimensão das infraestruturas críticas.</p>
<p>Estes foram alguns dos princípios defendidos pela presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, em conferência de imprensa, no Parlamento, durante a qual alertou para o facto de a Lei de Bases da Proteção Civil ter já 20 anos e &#8220;estar desatualizada, sem que sucessivos governos do PS e PSD tivessem a iniciativa de a rever&#8221;.</p>
<p>Na apresentação desta iniciativa legislativa, a presidente da IL considerou que a tragédia dos incêndios de Pedrógão Grande em 2017, o apagão de dimensão nacional e o recente comboio de tempestades mostraram os limites do atual sistema.</p>
<p>&#8220;A lei que nos devia proteger está desenhada para um país que já não existe e não responde aos riscos que enfrentamos todos os anos. O sistema atual é demasiado reativo, só se tomam medidas após as tragédias acontecerem&#8221;, criticou.</p>
<p>Em vez de um sistema &#8220;demasiado centralizado, no qual se tomam decisões longe de quem conhece o terreno&#8221;, Mariana Leitão defendeu a evolução para um modelo de maior proximidade e baseado na prevenção.</p>
<p>&#8220;É mais eficaz do ponto de vista social, porque permite salvar vidas, e é mais racional do ponto de vista financeiro, porque prevenir custa sempre menos do que remediar&#8221;, declarou, antes de se referir em concreto aos principais eixos subjacentes ao projeto da IL.</p>
<p>&#8220;A avaliação permanente do risco passa a ser a base de todas as políticas públicas nesta área, a par da prioridade no sentido de se proteger as infraestruturas críticas e os serviços essenciais: energia, água, comunicações, saúde, abastecimento alimentar. O apagão e a depressão mostraram-no de forma brutal&#8221;, observou.</p>
<p>Segundo Mariana Leitão, estes serviços essenciais e infraestruturas críticas devem representar a &#8220;espinha dorsal, mas estão hoje completamente ausentes da lei em vigor&#8221;.</p>
<p>&#8220;A reforma que a IL propõe define-os, protege-os e cria o conceito de rutura crítica para as falhas sistémicas&#8221;, salientou, antes de falar na mudança de um conceito em que o cidadão &#8220;deixa de ser objeto passivo da ação do Estado e passa a ser reconhecido como agente ativo de proteção civil&#8221;.</p>
<p>&#8220;Consagramos o direito à informação verdadeira, atempada e acessível sobre os riscos que nos rodeiam. Uma informação que se pretende adaptada à idade, à língua, à literacia e à situação de cada pessoa. E queremos atualizar a lei para os riscos do século XXI, porque hoje a lei conhece apenas dois conceitos: acidente grave e catástrofe&#8221;, referiu.</p>
<p>Outro objetivo classificado como prioritário pela IL é o de colocar o município na primeira linha de emergência. Depois, o nível intermunicipal responde aos riscos que atravessam concelhos.</p>
<p>&#8220;O Estado deve assumir uma função estratégica, mas complementar. Quem está mais perto e mais bem preparado atua primeiro, sem nunca impedir o apoio de quem está acima quando é preciso&#8221;, advogou.</p>
<p>Mariana Leitão frisou ainda a exigência de clareza de responsabilidades entre as diferentes entidades de proteção civil, já que &#8220;numa emergência a pior coisa que pode acontecer é ninguém saber quem decide&#8221;.</p>
<p>&#8220;A reforma separa com nitidez a direção política, a coordenação estratégica, o comando operacional e a responsabilidade institucional. Quem decide, decide. Quem coordena, coordena. Quem executa, executa. E quem falha, responde&#8221;, acentuou.</p>
<p>A presidente da IL considerou ainda essencial que a vertente da recuperação seja mesmo concretizada, sendo definida como uma fase própria da proteção civil.</p>
<p>&#8220;A proteção civil não termina quando as câmaras de televisão vão embora e a emergência sai do noticiário. É muitas vezes depois desse momento que as populações ficam mais sozinhas, famílias desalojadas, serviços por repor, danos por reparar, apoios impossíveis de perceber&#8221;.</p>
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		<title>Euro NCAP endureceu os testes — e o novo Zeekr 7GT conquistou a nota máxima</title>
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		<pubDate>Mon, 13 Jul 2026 11:22:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A metodologia deste ano foi profundamente revista e é descrita pela organização como a alteração mais significativa desde 2009. Os testes procuram aproximar-se mais das condições reais de utilização e passam a analisar quatro áreas distintas: proteção em caso de colisão, segurança pós-colisão, prevenção de acidentes e condução segura]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Zeekr 7GT alcançou a classificação máxima de cinco estrelas nos testes de segurança do Euro NCAP, tornando-se um dos primeiros automóveis avaliados ao abrigo dos novos protocolos introduzidos em 2026.</p>
<p>A metodologia deste ano foi profundamente revista e é descrita pela organização como a alteração mais significativa desde 2009. Os testes procuram aproximar-se mais das condições reais de utilização e passam a analisar quatro áreas distintas: proteção em caso de colisão, segurança pós-colisão, prevenção de acidentes e condução segura.</p>
<p>O Zeekr 7GT obteve a melhor pontuação na segurança pós-colisão, com 95%, seguindo-se a proteção em caso de acidente, com 93%. O modelo alcançou ainda 89% na prevenção de colisões e 79% na condução segura.</p>
<p>Os novos critérios incluem uma avaliação mais ampla de diferentes perfis de ocupantes, entre os quais crianças e pessoas idosas. No caso dos automóveis elétricos, passaram também a ser analisados aspetos específicos como o isolamento da bateria de alta tensão depois de um embate.</p>
<p>Segundo a Zeekr, os resultados refletem tanto a resistência estrutural do modelo como a eficácia dos sistemas de segurança ativa. A marca entregou mais de 70 relatórios técnicos ao Euro NCAP para demonstrar que o desempenho obtido é repetível em diferentes condições de utilização.</p>
<p>Aled Williams, diretor de Programa do Euro NCAP, considera que os novos protocolos reforçam o rigor dos testes ao avaliarem a segurança antes, durante e depois de um acidente. O responsável classificou o resultado do 7GT como excecional, sobretudo por ter sido alcançado numa das primeiras avaliações realizadas com as regras de 2026.</p>
<p>Para Lothar Schupet, presidente executivo da Zeekr Europe, a classificação constitui um marco para o modelo e demonstra aos clientes europeus o nível de segurança que a marca pretende oferecer no segmento premium.</p>
<p>O Zeekr 7GT começou a chegar às estradas europeias depois do lançamento realizado em junho. A entrada no mercado português está prevista para o verão, com preços a partir de 55.450 euros, IVA incluído, estando o modelo já disponível para pré-reserva.</p>
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