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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Termina hoje o prazo dado pelo trabalhadores da Lusa para o Conselho de Administração revogar o Acordo de Empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:45:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Trabalhadores da agência de notícias afirmam terem sido confrontados com a denúncia do AE “depois de meses de boa-fé” e acrescentam que, para negociar um novo AE, não seria necessário renunciar o atual, mas apresentar uma proposta de revisão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Administração da Lusa tem até esta sexta-feira para revogar a denúncia do Acordo de Empresa. A decisão foi tomada por unanimidade e aclamação num plenário que reuniu hoje mais de 150 trabalhadores, na sede, em Lisboa, e por meios telemáticos, tendo a administração lamentado ter visto negado o seu pedido para intervenção no plenário.</p>
<p>“Os trabalhadores da Lusa reunidos em plenário, em 2 de junho de 2026 [hoje] condenam a hostil denúncia do Acordo de Empresa (AE) por parte do Conselho de Administração [CA] e a recusa de negociação de aumentos salariais em 2026, aplicando a atualização por ato administrativo”, lê-se na resolução do plenário dos trabalhadores.</p>
<p>Segundo este documento, os trabalhadores da agência de notícias afirmam terem sido confrontados com a denúncia do AE “depois de meses de boa-fé” e acrescentam que, para negociar um novo AE, não seria necessário renunciar o atual, mas apresentar uma proposta de revisão.</p>
<p>Assim, acusam o CA de ter feito uma “chantagem inaceitável sobre os trabalhadores” e garantiram que este é o maior ataque aos seus direitos “de que há memória”.</p>
<p>“Em vez de promover um processo negocial sério e leal, como vinha prometendo, a postura encetada pelo Conselho de Administração objetivamente acaba com a paz social na empresa. A única alternativa para o regresso de alguma paz social na Lusa é a administração voltar atrás nesta postura”, avisam.</p>
<p>Assim, os trabalhadores exigem que o CA liderado por Joaquim Carreira revogue a denúncia do AE, que um futuro acordo seja negociado de forma autónoma, ou seja, sem o constrangimento da denúncia do atual, bem como a separação da negociação do aumento salarial – que faz parte do caderno reivindicativo de 2026 – da negociação do AE.</p>
<p>Assim, querem negociar o aumento salarial e só depois um novo AE.</p>
<p>Os trabalhadores deram até esta sexta-feira como prazo para que o Conselho de Administração responda a estas reivindicações.</p>
<p>Num comunicado enviado aos trabalhadores após o plenário, o CA da Lusa, que para além de Joaquim Carreira é composta por Ana Alves e Luís Ferreira Lopes, lamentou que os órgãos Representativos dos Trabalhadores (ORT) tenham rejeitado o seu pedido para intervir na reunião desta tarde.</p>
<p>“Impedir uma das partes (neste caso, o emissor) de transmitir a sua mensagem significa, na prática, tentar filtrar informação e criar ruído ou distorção no canal para que a mensagem não chegue ao recetor nas devidas condições. Registado”, alertou.</p>
<p>A administração da Lusa disse ainda esperar ter a oportunidade de expor a sua fundamentação para a proposta de alteração do AE e reiterou estar de boa-fé “para criar melhores condições laborais”.</p>
<p>Em 28 de maio, o CA denunciou formalmente o AE, conforme adiantaram os sindicatos, acusando a gestão de querer condicionar as negociações salariais.</p>
<p>Num comunicado, divulgado na altura, o Sindicato dos Jornalistas (SJ), o Sindicato dos Trabalhadores do Setor de Serviços (Sitese) e o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Atividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (Site CSRA) indicaram que o CA confirmou a decisão do Governo em proceder a uma atualização salarial de 56,58 euros mensais em 2026, com retroativos a 01 de janeiro.</p>
<p>“O CA disse estar disponível para fazer um aumento salarial em 2026 de 70 euros (isto é, 13,42 euros acima dos 56,58 euros agora processados), mas condiciona esse aumento adicional à assinatura do novo AE, que poderá levar vários anos a negociar, tendo em conta a grande complexidade do processo, por envolver várias matérias laborais estruturantes e difíceis de negociar”, destacaram as estruturas sindicais.</p>
<p>No mesmo dia, o CA confirmou a apresentação de “um novo AE, que substitua o atual, considerado desatualizado e cuja redação se iniciou em 2006, tendo entrado em vigor em 2009”, tendo ainda partilhado a informação com a Comissão de Trabalhadores, noutra reunião.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771846]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Troca de ataques entre Israel e Hezbollah causa um morto e 14 feridos no Líbano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma pessoa morreu e pelo menos 14 ficaram feridas em ataques israelitas contra o sul do Líbano, informou hoje a imprensa oficial, após uma troca de tiros entre Israel e a milícia xiita Hezbollah.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma pessoa morreu e pelo menos 14 ficaram feridas em ataques israelitas contra o sul do Líbano, informou hoje a imprensa oficial, após uma troca de tiros entre Israel e a milícia xiita Hezbollah.</P><br />
<P>No distrito de Nabatieh, no sul do país, um ataque levado a cabo durante a madrugada por &#8220;aviões de guerra inimigos&#8221; contra um edifício na cidade de Doueir fez um morto e um ferido, enquanto ao amanhecer, um drone atacou uma motorizada e feriu uma pessoa, informou a Agência Nacional de Notícias (NNA, na sigla em inglês) libanesa.</P><br />
<P>Anteriormente, a NNA tinha noticiado que outro &#8220;ataque aéreo inimigo&#8221;, com pelo quatro mísseis, feriu 12 civis e destruiu um edifício bancário perto do Hospital Jabal Amel, na cidade de Tiro.</P><br />
<P>Simultaneamente, houve relatos de bombardeamentos de artilharia contra a cidade de Deir Amas, também na região de Tiro.</P><br />
<P>Além disso, foram relatados bombardeamentos &#8220;nas proximidades de Burj Qalawiya e na área em redor de Deir Kifa ao amanhecer&#8221;, acrescentou a agência.</P><br />
<P>O Hezbollah e Israel trocaram ataques, apesar do cessar-fogo acordado na terça-feira, em Washington, entre Israel e o Líbano. O cessar-fogo estava condicionado pelo fim dos ataques e operações do movimento xiita no sul do Líbano.</P><br />
<P>O Hezbollah anunciou em comunicado que, às primeiras horas da manhã, atacou uma concentração de veículos e soldados israelitas com um míssil de precisão perto do Castelo de Beaufort, no sul do Líbano, a norte do rio Litani.</P><br />
<P>O movimento disse que o ataque surgiu &#8220;em resposta à violação do cessar-fogo pelo inimigo israelita e aos ataques contra aldeias no sul do Líbano&#8221;.</P><br />
<P>O líder do Hezbollah rejeitou na quinta-feira o mais recente acordo de cessar-fogo alcançado entre Israel e o Governo libanês, exigindo a retirada israelita.</P><br />
<P>Numa declaração escrita, lida no canal de televisão do movimento Al-Manar, Naim Qassem afirmou que a exigência do acordo para que os combatentes do Hezbollah abandonem o sul do Líbano sob fogo equivaleria a uma &#8220;rendição, derrota e à concretização dos objetivos do inimigo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O que nos preocupa é o fim da agressão, o cessar-fogo e a retirada de Israel&#8221;, afirmou, acrescentando que o movimento não assume &#8220;qualquer compromisso com qualquer parte para deixar de resistir enquanto houver ocupação&#8221;.</P><br />
<P>Israel e Líbano acordaram na quarta-feira renovar o cessar-fogo e criar várias zonas de segurança &#8220;piloto&#8221; dentro do Líbano, nas quais os militantes do Hezbollah estariam proibidos de permanecer.  </P><br />
<P>Num comunicado conjunto divulgado após uma quarta ronda de negociações mediadas pelos EUA no Departamento de Estado, os dois lados afirmaram que o cessar-fogo &#8220;está condicionado à cessação completa de fogo do Hezbollah e à retirada de todos os operacionais do Hezbollah&#8221; das áreas a sul do rio Litani.</P><br />
<P>Porém, não é claro, para já, como serão estabelecidas as zonas de segurança, mas o acordo prevê que o exército libanês assuma o controlo total dessas áreas.</P><br />
<P>&#8220;O cessar-fogo deve ser global (&#8230;) e sem liberdade para o inimigo matar no Líbano&#8221;, declarou Naim Qassem, sublinhando que não haverá segurança para o norte de Israel sem segurança para as aldeias do sul do Líbano.</P><br />
<P>Do lado israelita, o ministro da Defesa reafirmou na quinta-feira a ameaça de atacar Beirute se sofrer ataques do grupo libanês Hezbollah, apoiado pelo Irão, e avisou que o acordo de cessar-fogo no Líbano prevê a continuação das operações israelitas no sul.</P><br />
<P>Por sua vez, o Presidente libanês, Joseph Aoun, afirmou que o acordo constitui &#8220;a última oportunidade para alcançar um cessar-fogo global e definitivo&#8221;, numa altura em que ainda aguardava resposta do Hezbollah.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772263]]></sapo:autor>
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		<title>China e Taiwan protagonizam novo confronto marítimo junto ao atol de Pratas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:39:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As guardas costeiras da China e de Taiwan envolveram-se hoje num novo incidente marítimo no mar do Sul da China, junto ao atol de Pratas, administrado por Taipé e reclamado por Pequim, informaram as autoridades taiwanesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As guardas costeiras da China e de Taiwan envolveram-se hoje num novo incidente marítimo no mar do Sul da China, junto ao atol de Pratas, administrado por Taipé e reclamado por Pequim, informaram as autoridades taiwanesas.</P><br />
<P>Em comunicado, a Administração da Guarda Costeira de Taiwan (CGA) indicou que uma das suas embarcações avistou às 07:32 (00:32, em Lisboa) o navio chinês 3501, da guarda costeira da China, a nordeste do atol, aproximando-se de imediato para navegar em paralelo.</P><br />
<P>Segundo a CGA, a embarcação chinesa acelerou deliberadamente de cinco para nove nós e efetuou uma manobra brusca para entrar em águas classificadas por Taiwan como restritas, sem atender à segurança da patrulheira taiwanesa.</P><br />
<P>As autoridades indicaram que os dois navios permaneceram frente a frente durante várias horas.</P><br />
<P>Durante o incidente, a guarda costeira taiwanesa emitiu vários avisos por rádio, alertando a embarcação chinesa de que tinha entrado &#8220;sem autorização&#8221; em águas sob jurisdição de Taipé e de que as suas ações afetavam &#8220;a ordem e a segurança&#8221; da zona.</P><br />
<P>Segundo a transcrição divulgada pela CGA, os guardas costeiros taiwaneses advertiram ainda que &#8220;a paz no Estreito de Taiwan é crucial para a estabilidade da economia mundial e para a indústria tecnológica&#8221; e que, em caso de conflito, a China enfrentaria sanções internacionais.</P><br />
<P>O episódio ocorre menos de duas semanas após um incidente semelhante envolvendo o mesmo navio chinês, entre 23 e 24 de maio.</P><br />
<P>A CGA acusou Pequim de assediar regularmente as águas em redor de Pratas, conhecido em mandarim como Dongsha, para criar a &#8220;falsa aparência&#8221; de que exerce jurisdição sobre a área.</P><br />
<P>&#8220;O organismo tem a determinação de defender a soberania das águas nacionais e a capacidade de manter a paz, adotando todas as medidas necessárias para travar as ações irracionais da China&#8221;, refere o comunicado.</P><br />
<P>O atol de Pratas é um dos territórios controlados por Taiwan no mar do Sul da China, cujas águas são reivindicadas quase na totalidade por Pequim e por onde passa cerca de um terço do comércio marítimo mundial.</P><br />
<P>No início deste ano, o Exército chinês realizou exercícios com veículos aéreos não tripulados (&#8220;drones&#8221;) no espaço aéreo sobre Pratas, uma ação que o Governo taiwanês classificou como &#8220;altamente provocadora&#8221; e &#8220;irresponsável&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772262]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio encerra com Nikkei a cair 1,31%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:34:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,31% para 66.588,12 pontos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio fechou hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,31% para 66.588,12 pontos.</P><br />
<P>O segundo indicador, o Topix, fechou também a cair 0,07% para 3.949,09 pontos.</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<title>Porto reorganiza trânsito na Baixa: o que vai mudar a partir desta sexta-feira?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:30:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Reorganização será aplicada de forma faseada em várias ruas centrais da cidade, com mudanças nos sentidos de circulação e prioridade reforçada ao transporte público]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Baixa do Porto vai ter novas alterações de trânsito a partir desta sexta-feira devido à fase final das obras da Linha Rosa da Metro do Porto. A reorganização, noticiada pelo &#8216;Jornal de Notícias&#8217; e divulgada pelo Município do Porto, será aplicada de forma faseada em várias ruas centrais da cidade, com mudanças nos sentidos de circulação e prioridade reforçada ao transporte público.</p>
<p>O reordenamento vai abranger a Rua de Fernandes Tomás, a Rua da Firmeza e a Rua do Moreira. O objetivo passa por melhorar a fluidez do tráfego numa zona particularmente pressionada pelas obras do Metro e preparar a circulação para a fase de conclusão dos trabalhos associados à nova linha.</p>
<p>Na Rua de Fernandes Tomás, no sentido Campo 24 de Agosto–Bolhão, será criado sentido único nascente–poente, com uma via de circulação geral e uma via reservada ao transporte público. Já a Rua da Firmeza, no sentido Bolhão–Rua de Santos Pousada, passará também a funcionar em sentido único, com duas vias de circulação em toda a sua extensão.</p>
<p>A Rua do Moreira será a primeira a sofrer alterações, já esta sexta-feira. O arruamento ficará com sentido único entre o Jardim Paulo Vallada e a Rua da Alegria, também no eixo nascente–poente. De acordo com o Jornal de Notícias, as mudanças avançam depois por fases: a Rua da Firmeza será intervencionada na segunda e terceira semanas de junho, seguindo-se a Rua de Fernandes Tomás na terceira e quarta semanas do mês.</p>
<p>Durante o período de adaptação ao novo esquema viário, as autoridades policiais vão acompanhar os trabalhos nos respetivos arruamentos. A missão será orientar os condutores, ajudar no escoamento do tráfego e facilitar a transição para os novos sentidos de circulação.</p>
<p>As alterações surgem num momento em que o Porto se prepara para recuperar parte da normalidade na Baixa, após o impacto prolongado dos estaleiros e condicionamentos associados à Linha Rosa. Para os automobilistas, os próximos dias exigem atenção redobrada aos novos sentidos, à sinalização temporária e à presença policial nas zonas afetadas.</p>
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		<title>Greve na AIMA termina esta sexta-feira com trabalhadores a pedir reforço de meios e carreira especial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:15:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[A greve foi convocada pelo Sindicato dos Técnicos de Migração e decorreu nos dias 1, 2, 3 e 5 de junho, deixando em aberto a possibilidade de constrangimentos neste último dia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A greve dos trabalhadores da Agência para a Integração, Migrações e Asilo termina esta sexta-feira depois de uma semana marcada por paralisações contra a degradação das condições de trabalho, a falta de meios humanos e técnicos e a incapacidade de resposta aos processos de regularização de imigrantes. </p>
<p>A greve foi convocada pelo Sindicato dos Técnicos de Migração e decorreu nos dias 1, 2, 3 e 5 de junho, deixando em aberto a possibilidade de constrangimentos neste último dia.</p>
<p>O protesto surgiu como reação ao que o sindicato descreve como uma pressão crescente sobre os trabalhadores da AIMA, sem o reforço necessário para responder ao volume de processos. A estrutura sindical acusa o Governo de não ter tomado “medidas eficazes” para garantir dignidade, estabilidade e valorização das funções dos técnicos de migração, apontando ainda para o incumprimento de compromissos anteriormente assumidos.</p>
<p>Apesar da adesão de “muitos trabalhadores” no arranque da greve, os postos de atendimento continuaram a funcionar. A presidente do Sindicato dos Técnicos de Migração, Manuela Niza, explicou que a opção por uma paralisação repartida ao longo da semana teve precisamente como objetivo evitar o encerramento total dos serviços e não penalizar ainda mais os imigrantes que dependem da agência.</p>
<p>A sindicalista traçou um cenário de forte desgaste interno, com funcionários “esgotados e desmotivados”, falta de condições materiais, escassez de computadores e postos de atendimento degradados. O sindicato exige a criação de uma carreira especial para os técnicos de migração e, enquanto essa solução não avança, pede a atribuição de um subsídio de especificidade de funções, além de formação inicial mínima de dois meses para novos trabalhadores.</p>
<p>Para os imigrantes com atendimento marcado esta sexta-feira, a recomendação é que compareçam nos postos da AIMA, mesmo que exista o risco de não serem atendidos. A presença permite comprovar que cumpriram o agendamento e evita que possam ser prejudicados por uma ausência num dia condicionado pela greve.</p>
<p>O protesto termina num momento em que a AIMA continua sob forte pressão, depois de uma força-tarefa lançada em 2024 para tentar resolver cerca de 900 mil pendências. Apesar desse esforço, continuam em curso centenas de milhares de processos de autorização de residência, muitos deles associados a atrasos, erros e dificuldades de comunicação. O último dia de greve volta, por isso, a expor o duplo problema da agência: trabalhadores em rutura e imigrantes ainda à espera de resposta.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771839]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mais de 100 mil baratas contrabandeadas apreendidas na Austrália</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:12:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As autoridades ambientais da Austrália anunciaram hoje o desmantelamento de uma criação ilegal de baratas perto de Sydney, contendo mais de 100 mil baratas, com um valor de mercado superior a 122 mil euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades ambientais da Austrália anunciaram hoje o desmantelamento de uma criação ilegal de baratas perto de Sydney, contendo mais de 100 mil baratas, com um valor de mercado superior a 122 mil euros.</P><br />
<P>O Departamento do Ambiente da Austrália disse que os insetos foram descobertos na maior apreensão de invertebrados exóticos alguma vez realizada no país, na propriedade de um criador em Bathurst, a oeste de Sydney, capital da Nova Gales do Sul.</P><br />
<P>Aí, foram encontradas baratas de Madagáscar, também conhecidas como baratas sibilantes, pelo seu mecanismo de defesa ruidoso, bem como baratas Dubia, criadas para serem consumidas por lagartos de estimação.</P><br />
<P>A barata de Madagáscar é uma das maiores baratas do mundo, com 5 a 7,5 centímetros de comprimento. As fotos mostram uma das baratas apreendidas, quase suficientemente grande para cobrir completamente a palma da mão de um adulto.</P><br />
<P>Uma caçadora de cobras de Bathurst, Stefanie Lesser, disse à emissora pública ABC que as espécies exóticas de maior porte estavam provavelmente a ser vendidas como alimento económico para os répteis, pois o seu grande tamanho significava que eram necessários menos insetos.</P><br />
<P>&#8220;Levamos muito a sério a nossa missão de proteger a biodiversidade única da Austrália, bem como as violações da legislação ambiental nacional&#8221;, disse um porta-voz do Departamento do Ambiente.</P><br />
<P>&#8220;Detetámos uma criação e comércio ilegal de baratas exóticas e estamos colocar todas as lojas de animais e donos de animais de estimação em alerta&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O departamento estimou o valor dos insetos em cerca de 200 mil dólares australianos (mais de 122 mil euros).</P><br />
<P>Tanto a importação da barata de Madagáscar como a da barata Dubia é ilegal na Austrália. Não podem ser legalmente mantidas, criadas ou vendidas, independentemente da forma como foram obtidas.</P><br />
<P>A Austrália tem controlos de biossegurança rigorosos nas fronteiras para proteger os setores da agricultura e horticultura e a vida selvagem nativa de infestações de pragas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772259]]></sapo:autor>
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		<title>Moçambique/Ataques: Pelos menos 25 raptos em Cabo Delgado em abril &#8211; relatório</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:12:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 25 pessoas foram raptadas em abril na província moçambicana de Cabo Delgado, num período marcado por um agravamento de ataques de grupos insurgentes que afeta o apoio humanitário no terreno, segundo um relatório das Nações Unidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos 25 pessoas foram raptadas em abril na província moçambicana de Cabo Delgado, num período marcado por um agravamento de ataques de grupos insurgentes que afeta o apoio humanitário no terreno, segundo um relatório das Nações Unidas.</P><br />
<P>De acordo com um relatório do Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA), a que a Lusa teve hoje acesso, &#8220;os incidentes de segurança aumentaram 47%&#8221; em abril, face a março, passando de 47 para 69 incidentes, incluindo a detonação de dois engenhos explosivos artesanais.</P><br />
<P>No documento detalha-se que, do total de incidentes, 55 envolveram violência contra civis e 11 confrontos armados, tendo sido também registados mortos, raptos e destruição de bens em diferentes pontos da província, no norte de Moçambique.</P><br />
<P>Acrescenta-se que &#8220;pelo menos oito civis foram mortos e 25 raptados&#8221;, com ataques destes grupos terroristas concentrados sobretudo nos distritos de Macomia, Mocímboa da Praia, Ancuabe, Nangade e Meluco.</P><br />
<P>A província de Cabo Delgado, rica em gás natural, enfrenta desde outubro de 2017 uma insurgência armada associada a grupos extremistas ligados ao Estado Islâmico, conflito que já provocou mais de 6.600 mortos, segundo organizações internacionais.</P><br />
<P>Segundo o histórico deste conflito, os raptos permitem a estes grupos de insurgentes reforçar as fileiras, sobretudo com crianças, ou exigir resgates.</P><br />
<P>Os incidentes registados pelo OCHA em abril incluem &#8220;assassínios, raptos, pilhagem de alimentos, destruição de propriedade civil e ataques a aldeias&#8221;, evidenciando a persistência da atividade de grupos armados não estatais na região.</P><br />
<P>Entre os casos reportados, o OCHA destaca um ataque ocorrido em 30 de abril na aldeia de Minhauene, distrito de Ancuabe, onde &#8220;elementos armados terão matado dois civis e saqueado material médico de um hospital rural&#8221;. </P><br />
<P>No relatório sublinha-se que &#8220;a insegurança permaneceu o principal fator que limita o acesso humanitário&#8221; naquela região, afetada igualmente por ciclones e tempestades nos últimos meses, sobretudo nas áreas classificadas com maior severidade de necessidades.</P><br />
<P>Além da violência, persistem constrangimentos logísticos, com o OCHA a referir que &#8220;as condições degradadas das estradas continuaram a restringir o acesso a comunidades remotas e pouco assistidas&#8221;. </P><br />
<P>A organização acrescenta que &#8220;inundações localizadas e danos em infraestruturas afetaram temporariamente a circulação, incluindo interrupções na estrada Nacional 1 à entrada da cidade de Pemba&#8221;, capital da província de Cabo Delgado, dificultando as operações humanitárias.</P><br />
<P>Outros obstáculos mencionados no relatório incluem a escassez de combustível e o aumento dos custos operacionais, fatores que &#8220;continuaram a afetar a mobilidade do pessoal, a logística humanitária e a capacidade de resposta&#8221; na região.</P><br />
<P>A situação é agravada por problemas de aceitação nas comunidades, com o relatório a indicar que &#8220;a desinformação e a desconfiança em torno da resposta ao surto de cólera continuaram a gerar tensões&#8221; locais. </P><br />
<P>No distrito de Quissanga, &#8220;alegações que ligavam trabalhadores de saúde à propagação da cólera levaram a confrontos e à expulsão de pessoal médico&#8221;, comprometendo as ações de assistência, reconhece-se no relatório.</P><br />
<P>Apesar de apontar o aumento da violência, no documento indica-se que os níveis de deslocação interna em 2026 são inferiores aos do mesmo período do ano anterior, sugerindo que &#8220;as comunidades estão a recorrer cada vez mais a estratégias locais e de curto prazo, em vez de deslocações de longa distância&#8221;.</P><br />
<P>No total, foram reportados quatro incidentes específicos de acesso humanitário em abril, relacionados com insegurança, restrições de movimento e entraves burocráticos, que continuam a atrasar a entrega de ajuda.</P><br />
<P>No documento conclui-se que &#8220;a deterioração simultânea da segurança, das condições físicas de acesso e da aceitação comunitária&#8221; está a criar um ambiente cada vez mais desafiante para as organizações humanitárias no norte de Moçambique.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772258]]></sapo:autor>
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		<title>Nvidia reforça contactos na Coreia do Sul em plena procura por chips de memória</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:08:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente executivo da Nvidia, Jensen Huang, deixou hoje Taiwan após uma visita de duas semanas e seguiu para a Coreia do Sul para se reunir com parceiros da empresa, numa altura de forte procura por 'chips' de memória.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente executivo da Nvidia, Jensen Huang, deixou hoje Taiwan após uma visita de duas semanas e seguiu para a Coreia do Sul para se reunir com parceiros da empresa, numa altura de forte procura por &#8216;chips&#8217; de memória.</P><br />
<P>&#8220;Temos fornecedores e parceiros lá e, nesta viagem, a caminho de casa, vamos agradecer a todos pelo trabalho árduo e preparar-nos para a segunda metade do ano e para o próximo, que será muito maior do que este&#8221;, afirmou Huang aos jornalistas no aeroporto de Songshan, em Taipé.</P><br />
<P>Em declarações transmitidas pelas televisões locais, o empresário reconheceu que a capacidade de produção permanece &#8220;apertada&#8221; em toda a cadeia de abastecimento, devido à forte procura gerada pelas aplicações de IA e computação de alto desempenho.</P><br />
<P>&#8220;A Nvidia também é compradora direta de memória. Os nossos sistemas integram memória, por isso somos um dos maiores compradores, e temos parceiros muito importantes e excelentes na Coreia&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Huang permaneceu duas semanas em Taiwan para participar na cerimónia de lançamento da nova sede da Nvidia em Taipé e na Computex, uma das mais importantes feiras tecnológicas do mundo.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o responsável promoveu ainda um jantar na capital taiwanesa com representantes de alguns dos principais parceiros sul-coreanos da empresa, incluindo a SK Hynix, a Samsung Electronics, a LG e a Naver.</P><br />
<P>A deslocação à Coreia do Sul ocorre num contexto de crescente competição pelo fornecimento dos componentes essenciais ao desenvolvimento da inteligência artificial, em particular a memória de alta largura de banda (HBM), um segmento dominado pela SK Hynix, Samsung e pela Micron Technology.</P><br />
<P>Impulsionadas pela procura ligada à IA, as ações da SK Hynix e da Samsung valorizaram-se 211,96% e 158,95%, respetivamente, na bolsa de Seul desde o início de 2026.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772256]]></sapo:autor>
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		<title>Banco de Moçambique multou nove instituições e recuperou 22,9 ME para clientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:04:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Banco de Moçambique multou nove Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (ICSF) em 2025, num processo de supervisão que permitiu devolver 1.700 milhões de meticais (22,9 milhões de euros) a clientes, anunciou hoje a instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Moçambique multou nove Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras (ICSF) em 2025, num processo de supervisão que permitiu devolver 1.700 milhões de meticais (22,9 milhões de euros) a clientes, anunciou hoje a instituição.</P><br />
<P>No relatório anual de 2025, o banco central explica que &#8220;como corolário da supervisão&#8221; e do &#8220;tratamento de reclamações&#8221;, foram &#8220;sancionadas&#8221; nove instituições, o &#8220;que permitiu a recuperação e devolução aos consumidores financeiros de cerca de 1,7 mil milhões de meticais, correspondente a um incremento em 22,9%, em relação a 2024&#8221;.</P><br />
<P>Do montante total recuperado, refere o Banco de Moçambique, 39% resultou de irregularidades sobre contas de depósito, 18,6% por cobrança indevida de comissões e encargos, e 17,8% de cobranças indevidas relativas ao cartão bancário.</P><br />
<P>As sanções aplicadas às ICSF decorreram da violação de normas prudenciais, de prevenção e combate ao branqueamento de capitais e financiamento do terrorismo, cambiais e de conduta de mercado e de proteção do consumidor de produtos e serviços financeiros. </P><br />
<P>Estas infrações resultaram na aplicação de multas no total de 71,5 milhões de meticais (961 mil euros), destacando-se as aplicadas ao Banco Comercial e de Investimentos (BCI), o maior do país e liderado pela Caixa Geral de Depósitos, e ao sul-africano First National Bank, com multas totais de 42,7 milhões de meticais (574 mil euros) e 13,1 milhões de meticais (387 mil euros), respetivamente.</P><br />
<P>No relatório também se acrescenta que as reclamações dos consumidores financeiros recebidas no banco central caíram 35,7% em 2025, para 1.164, a primeira queda em cinco anos.</P><br />
<P>&#8220;Esta diminuição pode ser explicada pelas diligências efetuadas pelo Banco de Moçambique junto da gestão das instituições de crédito, no sentido de reforçar a observância dos princípios que regem a proteção dos consumidores financeiros na comercialização de produtos e serviços financeiros, bem assim pelo tratamento eficaz de reclamações de clientes a nível das ICSF&#8221;, lê-se no documento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772255]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;A paz regressou, mas os problemas mantêm-se&#8221;: Ano letivo que hoje termina para milhares de alunos marcado por falta de professores e tensão nas escolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 06:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[ANDAEP]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista exclusiva à Executive Digest, o presidente da ANDAEP, Filinto Lima, faz um balanço do ano letivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Esta sexta-feira assinala o fim das atividades letivas para os alunos do 9.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade, marcando o início da reta final de mais um ano escolar que, na avaliação da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), ficou fortemente condicionado pela persistente escassez de professores e pelas mudanças estruturais em curso no sistema educativo.</p>
<p>Em entrevista exclusiva à Executive Digest, o presidente da ANDAEP, Filinto Lima, faz um balanço do ano letivo e considera que, apesar de a estabilidade ter regressado em larga medida às escolas, continuam a existir problemas estruturais que permanecem longe de estar resolvidos e que poderão continuar a marcar os próximos anos.</p>
<p>Segundo o dirigente associativo, o principal traço distintivo do ano escolar que agora termina foi a falta de docentes, uma realidade que continua a afetar diversas regiões do país. Filinto Lima assinala que o ano foi marcado pela escassez de professores, ao mesmo tempo que decorreu uma profunda reforma administrativa promovida pelo Estado na área da Educação, um processo que, embora possa vir a produzir efeitos positivos no futuro, tem provocado dificuldades no funcionamento quotidiano das escolas.</p>
<p>Na perspetiva do responsável, as alterações em curso têm gerado alguns constrangimentos operacionais, nomeadamente ao nível da relação entre os estabelecimentos de ensino e os serviços centrais do Ministério da Educação. Entre as dificuldades sentidas pelos diretores, destaca a crescente complexidade em obter apoio direto junto da tutela, referindo que a dificuldade em contactar responsáveis ministeriais capazes de prestar auxílio às escolas se tornou uma das queixas mais frequentes ao longo do último ano.</p>
<p><strong>Reforma em curso gera expectativas e preocupações</strong><br />
Apesar das reservas relativamente a alguns impactos imediatos da reorganização administrativa, Filinto Lima admite que o sistema educativo está a atravessar um período de transformação profunda.</p>
<p>Ao comentar o alcance das mudanças, recorda uma antiga expressão utilizada pelo ex-ministro Nuno Crato sobre a necessidade de &#8220;implodir&#8221; o edifício do Ministério da Educação, considerando que essa transformação está agora efetivamente a acontecer. Ainda assim, sublinha que a expectativa da ANDAEP é que o processo resulte numa melhoria efetiva do sistema educativo nacional e numa maior eficiência da resposta prestada às escolas.</p>
<p><strong>Falta de professores mantém-se como principal problema</strong><br />
No balanço do ano letivo, a escassez de docentes continua a surgir como a maior preocupação dos diretores escolares.</p>
<p>Embora reconheça que o Ministério da Educação procurou mitigar o problema através de medidas como a atribuição de horas extraordinárias aos professores, Filinto Lima considera que essas soluções apenas permitiram atenuar parcialmente um problema que classifica como estrutural e acumulado ao longo de vários anos.</p>
<p>Segundo explica, Lisboa continua a ser a região onde as dificuldades são mais visíveis, particularmente na cidade de Lisboa, mas a situação mantém-se igualmente preocupante no Alentejo e no Algarve. Em algumas escolas, refere, continuam a existir alunos sem professores em determinadas disciplinas.</p>
<p>Mais preocupante ainda, acrescenta, é o facto de as dificuldades no recrutamento de docentes já começarem a fazer-se sentir em regiões tradicionalmente menos afetadas. O presidente da ANDAEP, que dirige um agrupamento no Norte do país, admite que encontrar professores para substituições se tornou progressivamente mais difícil também em várias zonas do Centro e Norte, sobretudo em determinadas áreas disciplinares.</p>
<p><strong>Paz social regressou, mas futuro depende das negociações</strong><br />
Apesar dos constrangimentos, Filinto Lima considera que os últimos anos trouxeram uma estabilidade que há muito não se verificava no setor da Educação.</p>
<p>O responsável recorda que já tinha afirmado anteriormente que o atual ministro da Educação conseguiu devolver paz e estabilidade ao sistema educativo e manifesta o desejo de que essa tranquilidade não seja comprometida pelas negociações ainda em curso relativas ao Estatuto da Carreira Docente.</p>
<p>Na sua análise, o novo estatuto terá necessariamente de representar um avanço para a profissão docente. Caso contrário, alerta, poderá desencadear um forte movimento de contestação por parte dos cerca de 150 mil professores portugueses.</p>
<p>Filinto Lima defende que os docentes foram sucessivamente prejudicados ao longo das últimas décadas por governos de diferentes orientações políticas e considera que chegou o momento de reconhecer o papel central que desempenham na sociedade.</p>
<p>Por essa razão, espera que as negociações sejam concluídas rapidamente e que todas as partes envolvidas demonstrem capacidade de compromisso. Na sua opinião, o prolongamento das discussões está a gerar ansiedade desnecessária entre os profissionais do setor, quando aquilo de que as escolas necessitam é precisamente de estabilidade e previsibilidade.</p>
<p><strong>Final do ano marcado por exames, avaliações e greve</strong><br />
O encerramento das aulas para os alunos do ensino secundário e do 9.º ano acontece depois de uma semana particularmente exigente para as escolas, marcada simultaneamente pela realização de provas, exames e pela greve que afetou o setor da Educação.</p>
<p>Antes da paralisação, Filinto Lima tinha alertado que a adesão poderia ser muito significativa e antecipava um forte impacto no funcionamento das escolas. Na sua perspetiva, a mobilização dos professores juntou-se à tradicional participação dos trabalhadores não docentes, aumentando os riscos de perturbação da atividade letiva.</p>
<p>O dirigente tinha igualmente defendido a necessidade de o Ministério da Educação comunicar rapidamente quaisquer alterações ao calendário das provas afetadas pela greve, argumentando que as direções escolares necessitam de tempo para organizar todos os procedimentos administrativos associados e que as famílias também precisam de informação atempada para gerir a sua vida quotidiana. Foi ontem comunicado pelo Ministério da Educação que a prova ModA foi reagendada para 9 de junho, próxima terça-feira.</p>
<p><strong>Um ano de transição para a escola pública</strong><br />
No seu conjunto, o balanço traçado pela ANDAEP aponta para um ano letivo de transição, caracterizado por uma maior estabilidade social nas escolas, mas simultaneamente marcado por desafios estruturais que continuam sem solução definitiva.</p>
<p>A escassez de professores, as dificuldades associadas à reforma administrativa da Educação e a incerteza em torno da valorização da carreira docente surgem como os principais temas identificados por Filinto Lima no encerramento do ano escolar.</p>
<p>À medida que milhares de alunos terminam esta sexta-feira as atividades letivas e entram no período de exames e avaliações finais, o presidente da associação que representa os diretores escolares considera que a prioridade deverá passar por consolidar a estabilidade entretanto alcançada, sem perder de vista os problemas que continuam a afetar a escola pública portuguesa e que exigirão respostas nos próximos anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771730]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucros da banca moçambicana caíram 140 ME em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os lucros da banca moçambicana caíram 37,9% em 2025, o equivalente a menos 9.600 milhões de meticais (140 milhões de euros), penalizados pelo aumento das imparidades devido à dívida pública, segundo dados do Banco de Moçambique.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os lucros da banca moçambicana caíram 37,9% em 2025, o equivalente a menos 9.600 milhões de meticais (140 milhões de euros), penalizados pelo aumento das imparidades devido à dívida pública, segundo dados do Banco de Moçambique.</P><br />
<P>No relatório anual de 2025, o banco central refere que rentabilidade do sistema bancário manteve-se positiva, &#8220;não obstante a redução do resultado líquido&#8221;, reconhecendo que a resultou &#8220;fundamentalmente do aumento expressivo das perdas por imparidades líquidas em 172,7%&#8221;, no valor de 17,1 mil milhões de meticais (229,6 milhões de euros).</P><br />
<P>O relatório anual, que analisa na generalidade 36 instituições de crédito e sociedades financeiras, não refere valores, mas cálculos a partir desta evolução apontam que os lucros globais da banca moçambicana recuaram para 15,7 mil milhões de meticais (228 milhões de euros) em 2025.</P><br />
<P>A deterioração da rentabilidade da banca moçambicana surge num contexto macroeconómico mais exigente e de dependência do financiamento interno do Estado, impactado pelas alterações ao &#8216;rating&#8217; soberano em 2025, o que obrigou a generalidade dos bancos a aumentar fortemente a constituição de imparidades.</P><br />
<P>Em 2025, o Governo recorreu principalmente ao endividamento interno, no montante de 62,5 mil milhões de meticais (840 milhões de euros), apesar de ser uma redução de 43% face ao ano anterior.</P><br />
<P>Além disso, o rácio de solvabilidade fixou-se em 28,1%, enquanto &#8220;o sistema financeiro continuou a apresentar níveis confortáveis de liquidez, situando-se em 60,5%, depois dos 49,6% registados em 2024&#8221;.</P><br />
<P>Ao nível operacional, os bancos conseguiram aumentar receitas, com o produto bancário a crescer 9,9%, equivalente a 9.800 milhões de meticais (131,7 milhões de euros), impulsionado pela margem financeira e pelas comissões, com estas últimas a crescerem 25,2%.</P><br />
<P>Ainda assim, o banco central sublinha que &#8220;o aumento expressivo das perdas por imparidades&#8221; acabou por ser &#8220;suficiente para suplantar o crescimento do produto bancário&#8221;, explicando a queda do resultado líquido.</P><br />
<P>A qualidade da carteira de crédito melhorou, mas continua acima dos níveis considerados saudáveis, com o rácio de crédito em incumprimento a fixar-se em 7,6%, abaixo dos 9,3% registados em dezembro de 2024, &#8220;embora continue acima do máximo convencionalmente aceite de 5%&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, a evolução da liquidez reflete também uma postura mais cautelosa do setor. &#8220;Esta subida reflete o aumento dos ativos líquidos em 32,4% (&#8230;) em maior proporção que os passivos de curto prazo&#8221;, refere o relatório.</P><br />
<P>O ativo total do sistema bancário moçambicano cresceu 7,3% em 2025, para 1,096 biliões (milhões de milhões) de meticais (14.733 milhões de euros), sustentado sobretudo pelo incremento de aplicações no sistema financeiro.</P><br />
<P>No conjunto, o Banco de Moçambique conclui que o setor &#8220;continuou robusto e com níveis confortáveis de liquidez&#8221;, mas reconhece que a evolução da rentabilidade passou a refletir de forma mais direta o aumento do risco e o enquadramento macroeconómico, com destaque para o peso da dívida pública e o custo do crédito.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772254]]></sapo:autor>
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		<title>Governo quer apertar lei do tráfico de pessoas e proteger vítimas forçadas a cometer crimes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A proposta de lei prevê ainda a criação da figura do Coordenador Nacional Antitráfico de Seres Humanos. Esta nova estrutura deverá assumir integralmente as funções do Relator Nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="112" data-end="455">O Governo quer alargar o crime de tráfico de seres humanos à exploração da gestação de substituição, do casamento forçado e da adoção ilegal. A proposta de lei entregue esta semana no Parlamento prevê ainda que as vítimas de tráfico não sejam punidas por crimes que tenham sido obrigadas a cometer durante o período de exploração, avança o JN.</p>
<p data-start="457" data-end="809">A iniciativa legislativa será discutida pelos deputados e pretende transpor para a ordem jurídica interna a Diretiva (UE) 2024/1712, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 13 de junho de 2024. O objetivo é reforçar o combate ao tráfico de pessoas, alargando as formas de exploração previstas na lei e aumentando a proteção dos grupos mais vulneráveis.</p>
<p data-start="811" data-end="977">Além da gestação de substituição, do casamento forçado e da adoção ilegal, a proposta inclui também a exploração de ou para a prática de outras atividades criminosas.</p>
<p data-start="1059" data-end="1391">Uma das principais alterações previstas passa pela introdução de um novo ponto no artigo 160.º do Código Penal, relativo ao tráfico de pessoas. Esse aditamento estabelece a não punibilidade das vítimas de tráfico de seres humanos que pratiquem atos ilícitos como consequência direta da situação de exploração a que estavam sujeitas.</p>
<p data-start="1393" data-end="1644">Na proposta, o Governo explica que a diretiva europeia introduz avanços no combate ao tráfico, nomeadamente através do reforço das medidas de prevenção dirigidas a grupos vulneráveis e da adoção de mecanismos mais exigentes de responsabilização penal.</p>
<p data-start="1646" data-end="1768">Entre esses mecanismos está também a criminalização da utilização consciente de serviços prestados por vítimas de tráfico.</p>
<p data-start="1834" data-end="2064">A proposta surge numa altura em que um relatório do Conselho da Europa revela que, entre 2021 e 2024, foram registadas 690 alegadas vítimas de tráfico de seres humanos em Portugal. Segundo o JN, 250 desses casos foram confirmados.</p>
<p data-start="2066" data-end="2236">Entre as vítimas confirmadas estão 39 crianças, das quais três raparigas e 36 rapazes. Do total de vítimas identificadas, 32 são do sexo feminino e 216 do sexo masculino.</p>
<p data-start="2238" data-end="2345">No que diz respeito à nacionalidade, o relatório indica que 20 vítimas eram portuguesas e 228 estrangeiras.</p>
<p data-start="2347" data-end="2402"><strong>Migrantes na agricultura entre os grupos de maior risco</strong></p>
<p data-start="2404" data-end="2677">O documento do Conselho da Europa aponta os migrantes que trabalham na agricultura como um dos grupos mais expostos ao risco de tráfico de seres humanos. Também os portugueses oriundos de contextos socioeconómicos desfavorecidos são identificados como população vulnerável.</p>
<p data-start="2679" data-end="2866">A proposta do Governo acolhe observações e recomendações apresentadas a Portugal pelo Grupo de Peritos Contra o Tráfico de Seres Humanos do Conselho da Europa, conhecido pela sigla GRETA.</p>
<p data-start="2868" data-end="3043">Essas recomendações vão no sentido de dar cumprimento às diretrizes europeias nesta matéria, em particular ao princípio da não punição das vítimas de tráfico de seres humanos.</p>
<p data-start="3100" data-end="3284">A proposta de lei prevê ainda a criação da figura do Coordenador Nacional Antitráfico de Seres Humanos. Esta nova estrutura deverá assumir integralmente as funções do Relator Nacional.</p>
<p data-start="3286" data-end="3555">Com estas alterações, o Governo pretende atualizar o enquadramento legal do crime de tráfico de pessoas, alargar as situações reconhecidas como exploração e reforçar a proteção das vítimas que, durante o período de exploração, possam ter sido forçadas a cometer crimes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772140]]></sapo:autor>
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		<title>Celebrações do Dia de Portugal começam hoje no Luxemburgo: Seguro abre comemorações junto da comunidade portuguesa antes dos Açores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/celebracoes-do-dia-de-portugal-comecam-hoje-no-luxemburgo-seguro-abre-comemoracoes-junto-da-comunidade-portuguesa-antes-dos-acores/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:45:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[Dia de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Luxemburgo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Programa marca também o primeiro 10 de Junho de António José Seguro enquanto Presidente da República]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As comemorações do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas começam este ano fora do país, com António José Seguro a deslocar-se ao Luxemburgo até 8 de junho, antes das cerimónias oficiais marcadas para os Açores. O Presidente da República antecipa assim a celebração junto da comunidade portuguesa residente no Grão-Ducado, numa visita a que se juntará também o primeiro-ministro, Luís Montenegro.</p>
<p>A deslocação arranca esta sexta-feira, com a chegada de António José Seguro ao aeroporto do Findel. Embora a visita oficial junto das autoridades luxemburguesas esteja anunciada para os dias 6 e 7 de junho, a permanência do chefe de Estado no Luxemburgo prolonga-se por quatro dias, permitindo incluir encontros com a comunidade portuguesa, empresários, representantes políticos e instituições culturais.</p>
<p>O programa marca também o primeiro 10 de Junho de António José Seguro enquanto Presidente da República. Ao contrário do modelo seguido em vários anos por Marcelo Rebelo de Sousa, que começava as comemorações em Portugal e seguia depois para um país com uma comunidade portuguesa expressiva, Seguro inverte a ordem: começa junto da diáspora e segue depois para os Açores, região autónoma escolhida para acolher as cerimónias principais deste ano.</p>
<p><strong>Luxemburgo abre as comemorações com comunidade, política e cultura</strong></p>
<p>A visita tem como objetivo celebrar o Dia de Portugal junto da comunidade portuguesa no Luxemburgo, uma das mais significativas da diáspora. Nesta sexta-feira, participará nessa noite num jantar com empresários portugueses, acompanhado pelo secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, e pelo embaixador de Portugal no Luxemburgo, Pedro Sousa e Abreu.</p>
<p>No sábado, o Presidente da República será recebido com honras militares no Palácio Grão-Ducal, numa cerimónia marcada para as 10h15. A agenda inclui depois várias reuniões bilaterais, começando pelo encontro com o presidente da Câmara dos Deputados, Claude Wiseler, no Parlamento luxemburguês.</p>
<p>Durante a tarde, Seguro será recebido pelo primeiro-ministro do Luxemburgo, Luc Frieden, no Ministério de Estado, e pelo vice-primeiro-ministro e ministro dos Negócios Estrangeiros, Xavier Bettel. A comitiva portuguesa contará também com Luís Montenegro e deputados de vários partidos com assento parlamentar.</p>
<p><strong>Montenegro junta-se à visita e discursa na Philharmonie</strong></p>
<p>O momento central das comemorações no Luxemburgo está marcado para domingo, na Philharmonie, onde António José Seguro e Luís Montenegro farão discursos oficiais perante a comunidade portuguesa e convidados institucionais. Na plateia estará também o Grão-Duque Guillaume, que está na origem do convite para esta visita de Estado.</p>
<p>A cerimónia deverá incluir ainda um agraciamento ao empresário português Orlando Pinto, ligado ao setor da construção civil, e animação musical a cargo de António Zambujo. A Embaixada de Portugal no Luxemburgo abriu a participação à comunidade portuguesa, com 1.300 lugares sentados disponíveis mediante reserva prévia, limitada a dois bilhetes por pessoa.</p>
<p>A cerimónia começa oficialmente às 15h20 de domingo, mas as portas da Philharmonie fecham às 14h45. O público deverá chegar entre as 13h45 e as 14h45 para controlo de bilhetes e documentos de identificação. Por motivos de segurança, não serão admitidos sacos ou mochilas no grande auditório.</p>
<p><strong>Encontro com alunos e homenagem aos 60 anos da comunidade portuguesa</strong></p>
<p>Antes da cerimónia na Philharmonie, António José Seguro e Luís Montenegro encontrar-se-ão, no domingo de manhã, com 120 alunos dos cursos de língua e cultura portuguesas, em Soleuvre, na sala Artikuss. O momento reforça o peso simbólico da visita, centrada na ligação entre Portugal, a língua portuguesa e as novas gerações da diáspora.</p>
<p>A agenda inclui também iniciativas culturais ligadas à presença portuguesa no Luxemburgo. No sábado, em Dudelange, o Presidente da República estará na apresentação do livro “Testemunhos”, obra que assinala os 60 anos da comunidade portuguesa no país. Ao final do dia, no Centro Cultural Camões, em Luxemburgo, participa na inauguração da exposição “Atlas Lusitano”, do escultor Frederico Ferreira.</p>
<p>Estas iniciativas colocam a comunidade portuguesa no centro do arranque das comemorações, cruzando a dimensão institucional da visita com momentos dedicados à história da emigração, à cultura e à afirmação da língua portuguesa.</p>
<p><strong>Depois do Luxemburgo, seguem-se os Açores e a Madeira</strong></p>
<p>Após a passagem pelo Luxemburgo, António José Seguro segue para os Açores, onde decorrerão as cerimónias oficiais do 10 de Junho. A ilha Terceira foi escolhida como anfitriã deste primeiro Dia de Portugal do novo Presidente da República, numa decisão que a Presidência justificou com o papel histórico, político e cultural das regiões autónomas na construção de um país mais coeso, plural e solidário.</p>
<p>A escolha tem ainda uma dimensão simbólica adicional: este ano assinalam-se os 50 anos da consagração constitucional das autonomias regionais. O professor universitário Miguel Monjardino, natural de Angra do Heroísmo e especialista em Geopolítica e Geoestratégia, foi escolhido para presidir às comemorações.</p>
<p>Depois dos Açores, António José Seguro desloca-se à Madeira, onde, a 12 de junho, participará numa sessão comemorativa dos 50 anos da autonomia regional e dos 40 anos da integração europeia.</p>
<p><strong>Diáspora no centro do primeiro 10 de Junho de Seguro</strong></p>
<p>No discurso de tomada de posse, António José Seguro afirmou que queria manter a tradição de celebrar o 10 de Junho tanto em Portugal como junto das comunidades portuguesas no estrangeiro. A escolha do Luxemburgo para abrir as comemorações reforça esse sinal político, colocando a diáspora no primeiro momento das celebrações.</p>
<p>Entre a visita de Estado, os encontros com a comunidade, a presença de Luís Montenegro, a cerimónia na Philharmonie e a passagem posterior pelos Açores e pela Madeira, o arranque das comemorações deste ano desenha um roteiro com três eixos: comunidades portuguesas, autonomia regional e afirmação de Portugal no mundo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771827]]></sapo:autor>
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		<title>Japão pretende substituir 14 reatores nucleares obsoletos até 2050</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/japao-pretende-substituir-14-reatores-nucleares-obsoletos-ate-2050/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:37:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Japão está a considerar substituir um máximo de 14 reatores nucleares obsoletos até à década de 2050, avançou hoje a imprensa local, mais de 15 anos após o desastre de Fukushima.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Japão está a considerar substituir um máximo de 14 reatores nucleares obsoletos até à década de 2050, avançou hoje a imprensa local, mais de 15 anos após o desastre de Fukushima.</P><br />
<P>O plano, delineado pelo Ministério da Economia, Comércio e Indústria, surge numa altura em que o Japão se esforça por garantir capacidade de geração de eletricidade suficiente para satisfazer a crescente procura, impulsionada principalmente por tecnologias emergentes como a inteligência artificial, os centros de dados e as fábricas de semicondutores.</P><br />
<P>De acordo com o plano, o ministério espera substituir até cinco reatores obsoletos até à década de 2040, elevando o total para cerca de 14 na década seguinte, informaram a agência de notícias Kyodo News e a emissora pública NHK.</P><br />
<P>Esta é a primeira vez que o governo estabelece metas específicas para a substituição de reatores, segundo a Kyodo News.</P><br />
<P>O plano será apresentado numa reunião do Conselho de Ministros japonês ainda hoje, informaram os meios de comunicação locais, acrescentando que o Governo da primeira-ministra, Sanae Takaichi, irá rever o projeto este verão.</P><br />
<P>A indústria energética japonesa estima que, até 2040, o país enfrente um défice de 5,5 milhões de quilowatts, o equivalente à produção de cerca de cinco reatores, acrescentou a Kyodo.</P><br />
<P>O Japão desativou todas as centrais nucleares após o terramoto e tsunami de 2011, que provocaram a fusão de três reatores na central de Fukushima.</P><br />
<P>Mas o país quer agora reativar a energia nuclear para reduzir a dependência dos combustíveis fósseis e alcançar a neutralidade carbónica até 2050.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772253]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Segurança Social paga hoje apoio extraordinário às rendas: conheça o calendário das restantes prestações de junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/seguranca-social-paga-hoje-apoio-extraordinario-as-rendas-conheca-o-calendario-das-restantes-prestacoes-de-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:30:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[segurança social]]></category>
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					<description><![CDATA[Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Já são conhecidas as datas de pagamento dos subsídios sociais e das pensões para o mês de junho de 2026.</p>
<p>Com o objetivo de prestar um melhor serviço ao cidadão, a Segurança Social tem uma data fixa mensal para o pagamento dos subsídios sociais e familiares.</p>
<p>Assim, é possível um melhor planeamento e uma salvaguarda para os beneficiários, na medida em que sabem exatamente o dia em que recebem o subsídio. Veja o calendário:</p>
<p>Hoje</p>
<p>Rendas</p>
<p>08 JUN</p>
<p>Pensões<br />
Complemento Solidário para Idosos<br />
Reembolso de Despesas de Funeral<br />
Prestação Social para a Inclusão</p>
<p>16 JUN</p>
<p>Prestações familiares<br />
1º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social</p>
<p>19 JUN</p>
<p>Fundo de Garantia de Alimentos Devidos a Menores</p>
<p>23 JUN</p>
<p>Fundo de Garantia Salarial<br />
Rendimento Social de Inserção</p>
<p>26 JUN</p>
<p>2º pagamento desemprego / doença / parentalidade / ação social<br />
Subsídio de Apoio ao Cuidador Informal</p>
<p><strong>O que é o apoio extraordinário à renda?</strong></p>
<p>O apoio extraordinário à renda consiste num apoio financeiro mensal, não reembolsável, até ao limite máximo de 200€, que corresponde à diferença entre a taxa de esforço efetivamente suportada pelo agregado com a renda e uma taxa de esforço máxima de 35 %.</p>
<p>Podem beneficiar do apoio os agregados familiares que cumpram cumulativamente os seguintes critérios:</p>
<p>– Tenham residência fiscal em Portugal;<br />
– Sejam titulares de contrato de arrendamento ou subarrendamento de primeira habitação, registado na AT e celebrado até 15.03.2023;<br />
– Cuja taxa de esforço com o encargo de pagamento das rendas seja igual ou superior a 35%;* Cujo rendimento anual seja igual ou inferior ao limite máximo do 6.º escalão do IRS (2023: 38 632€) ou,<br />
se não estiverem obrigados à entrega da declaração anual de IRS, cujo valor total mensal de rendimentos seja igual ou inferior a 1/14 do limite máximo do 6.º escalão do IRS relativos a rendimentos mensais de trabalho declarados à Segurança Social ou às seguintes prestações sociais:<br />
. Pensões de velhice, sobrevivência, invalidez ou pensões sociais;<br />
. Prestações de desemprego ou de parentalidade;<br />
. Rendimento social de inserção, prestação social para a inclusão ou complemento solidário para idosos;<br />
. Subsídios de doença e doença profissional (de atribuição não inferior a 1 mês) ou de apoio ao cuidador informal.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771729]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sexta-feira fresca, sábado com chuviscos no Norte e domingo a aquecer: o tempo para o fim de semana</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sexta-feira-fresca-sabado-com-chuviscos-no-norte-e-domingo-a-aquecer-o-tempo-para-o-fim-de-semana/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:15:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Previsão aponta para um fim de semana em duas fases: sábado ainda com alguma instabilidade no Noroeste e domingo já com sinais de subida das temperaturas, sobretudo no interior]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental chega a esta sexta-feira ainda sob influência de uma circulação de norte e noroeste, com ambiente mais fresco no litoral, vento por vezes forte e temperaturas contidas para o início de junho. A previsão do &#8216;Tempo.pt&#8217; aponta para um fim de semana em duas fases: sábado ainda com alguma instabilidade no Noroeste e domingo já com sinais de subida das temperaturas, sobretudo no interior.</p>
<p>Para esta sexta-feira, não está prevista precipitação significativa em Portugal continental. O dia deverá ser marcado por tempo geralmente seco, embora com ambiente mais fresco nas zonas costeiras, em especial no litoral Norte e Centro, onde a nortada continuará a limitar a subida dos termómetros. Nas cidades do litoral, a sensação térmica deverá continuar mais moderada, com máximas abaixo dos valores mais quentes esperados no interior.</p>
<p><strong>Sexta-feira: tempo seco, mas sem grande calor no litoral</strong></p>
<p>A sexta-feira deverá ser o dia mais estável antes de uma nova passagem frontal enfraquecida prevista para sábado. Depois dos episódios de chuva fraca e chuvisco registados durante a semana, o &#8216;Tempo.pt&#8217; indica que esta sexta-feira não deverá ter ocorrência de precipitação, mantendo-se a influência atlântica e a circulação de norte.</p>
<p>O vento continuará a ser um dos elementos a ter em conta. A nortada deverá soprar com maior intensidade durante a tarde, sobretudo no litoral oeste, nas terras altas do Centro e Sul e no Barlavento Algarvio, podendo contribuir para uma sensação de tempo mais fresco junto à costa. No litoral Norte e Centro, as máximas deverão continuar, em geral, entre os 20 e os 25 ºC, enquanto no interior os valores serão mais elevados.</p>
<p><strong>Sábado: chuva fraca pode regressar ao Noroeste</strong></p>
<p>No sábado, a extremidade de uma nova frente fria enfraquecida deverá alcançar Portugal continental durante a madrugada e poderá manter influência até ao final da manhã ou início da tarde. A chuva, no entanto, deverá ser fraca, pouco frequente e concentrada sobretudo no Noroeste.</p>
<p>As zonas mais expostas serão o Minho, em particular os distritos de Viana do Castelo e Braga. Ainda assim, não estão excluídos chuviscos dispersos noutras áreas do Norte litoral e interior. De acordo com o &#8216;Tempo.pt&#8217;, Viana do Castelo deverá ser o distrito com mais precipitação acumulada até sábado, podendo chegar aos 7 milímetros, enquanto Braga deverá somar entre 2 e 4 milímetros. Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Lisboa, Vila Real e Viseu deverão registar valores mais baixos, entre 0,5 e 3 milímetros.</p>
<p>Apesar desta instabilidade fraca, o sábado já deverá marcar alguma recuperação gradual das temperaturas em parte do território. O tempo continuará mais condicionado junto ao litoral, mas o interior começará a sentir sinais de uma massa de ar mais quente e seca sobre a Península Ibérica.</p>
<p><strong>Domingo: o calor começa a ganhar força no interior</strong></p>
<p>O domingo deverá trazer uma mudança mais clara no estado do tempo. Não está prevista precipitação e a estabilidade atmosférica deverá reforçar-se, com o calor a intensificar-se sobretudo nas regiões do interior. O &#8216;Tempo.pt&#8217; antecipa que a mudança gradual comece precisamente a partir de domingo, com uma área mais alargada do país a sentir a subida das temperaturas.</p>
<p>A diferença entre litoral e interior deverá tornar-se mais evidente. Nas zonas costeiras, a influência atlântica e a nortada poderão continuar a travar a subida das máximas, mantendo cidades como Lisboa ou Porto com valores mais moderados. Já no interior, especialmente no Alentejo, vale do Tejo e interior Centro, as temperaturas deverão subir de forma mais expressiva, com máximas a aproximarem-se dos 30 ºC ou a superarem esse valor em alguns pontos.</p>
<p>Segundo a &#8216;Meteored&#8217;, o fim de semana deverá dar os primeiros sinais de uma alteração mais ampla da circulação atmosférica, com tempo mais ameno no sábado e maior intensificação do calor no domingo, antes de uma possível consolidação do calor na semana seguinte.</p>
<p><strong>Fim de semana pede atenção ao contraste entre litoral e interior</strong></p>
<p>Na prática, quem ficar pelo litoral deverá contar com um fim de semana relativamente ameno, algum vento e maior probabilidade de nebulosidade baixa nas manhãs. Para quem viajar para o interior, sobretudo a partir de domingo, o cenário será mais quente e seco, com temperaturas já mais próximas de um ambiente de verão.</p>
<p>A chuva, quando surgir, deverá ser fraca e localizada, com maior probabilidade no sábado de manhã no Noroeste. Para a maior parte do país, o fim de semana será sobretudo marcado pela transição entre uma sexta-feira fresca e seca, um sábado ainda com alguma instabilidade no Norte e um domingo mais quente no interior.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771823]]></sapo:autor>
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		<title>Membros do Sindicato dos Atores ratificam novo contrato com mais proteções anti-IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os membros do Sindicato dos Atores ratificaram o novo contrato de quatro anos com os maiores estúdios de cinema e televisão, que inclui um aumento salarial e mais proteções contra o uso de inteligência artificial (IA). ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os membros do Sindicato dos Atores ratificaram o novo contrato de quatro anos com os maiores estúdios de cinema e televisão, que inclui um aumento salarial e mais proteções contra o uso de inteligência artificial (IA). </P><br />
<P>Segundo um comunicado do sindicato SAG-AFTRA, 91,42% dos membros que entregaram os seus boletins votaram a favor do novo acordo com a Alliance of Motion Picture and Television Producers (AMPTP), que representa a Walt Disney, Warner Bros., Universal Pictures, Paramount Pictures, Sony Pictures, Netflix, Amazon Studios, Apple, ABC, CBS, FOX, NBC e centenas de produtoras mais pequenas. </P><br />
<P>&#8220;O novo contrato inclui ganhos significativos para várias categorias de membros, protegendo e celebrando a performance humana&#8221;, declarou o SAG-AFTRA (Screen Actors Guild &#8211; American Federation of Television and Radio Artists).</P><br />
<P>&#8220;Alarga as proteções anteriores contra a IA e réplicas digitais, incluindo novos termos que restringem ainda mais a utilização de [atores] sintéticos, dando proteções adicionais contra a substituição do trabalho dos membro por IA&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>O uso de IA pelos estúdios esteve na origem das greves que abalaram Hollywood em 2023 e um dos grandes objetivos do sindicato para esta ronda negocial era apertar as condições.</P><br />
<P>O negociador-chefe, Duncan Crabtree-Ireland, frisou que a meta foi cumprida e que o uso de atores sintéticos &#8220;vai manter-se a exceção, e não a regra, na nossa indústria&#8221;. </P><br />
<P>Os produtores só poderão usar atores sintéticos se eles trouxerem &#8220;um valor adicional significativo&#8221; em comparação com um ator humano ou com o avatar digital de um ator humano. Desta forma, considera o SAG-AFTRA, o uso de atores sintéticos e de réplicas será limitado a casos especiais. </P><br />
<P>Este acordo também aumenta os pagamentos residuais e outras formas de compensação, um ponto saliente na insatisfação dos atores em negociações anteriores. </P><br />
<P>&#8220;Mais importante ainda, este acordo posiciona os nossos membros para que modelem o futuro deste negócio enquanto protege o valor da performance e criatividade humanas&#8221;, referiu o responsável do sindicato, que representa mais de 160 mil profissionais de média, incluindo atores, locutores e modelos.</P><br />
<P>Críticos do acordo consideram que um contrato de quatro anos é muito longo numa altura em que a IA se desenvolve a grande velocidade. Mas era um objetivo dos estúdios conseguir um contrato mais prolongado, para evitar o tipo de instabilidade que aconteceu em 2023. </P><br />
<P>&#8220;Este acordo oferece melhorias significativas nos salários, benefícios de pensões e de saúde, direitos de autor e proteção dos artistas&#8221;, indicou a AMPTP, em comunicado, onde congratulou o sindicato pela ratificação. </P><br />
<P>O presidente do SAG-AFTRA, Sean Astin, também agradeceu aos membros e considerou que o contrato honra a luta dos atores em 2023.</P><br />
<P>&#8220;Os nossos membros sempre compreenderam que proteger o futuro desta profissão significa preparar-se para a mudança antes que ela chegue&#8221;, afirmou. &#8220;Este acordo reflete esse compromisso e o poder coletivo deste sindicato&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O contrato, que começou a ser negociado entre o sindicato e os estúdios a 9 de fevereiro, entra em vigor a 01 de julho e será válido até 30 de junho de 2030.</P><br />
<P>Além da IA, estabelece condições para a fusão do plano de pensões dos produtores SAG e o fundo de reforma AFTRA, algo que ainda não tinha sido feito desde a fusão dos sindicatos, em 2012.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_772252]]></sapo:autor>
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		<title>Cabaz alimentar interrompe três semanas de alívio e volta a pesar na carteira dos portugueses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 05:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A subida confirma a pressão persistente sobre os alimentos, depois de vários meses em que este cabaz tem atingido valores recorde praticamente todas as semanas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="85" data-end="343">O preço do cabaz alimentar voltou a subir na primeira semana de junho, interrompendo três semanas consecutivas de descidas. A cesta de bens essenciais monitorizada pela DECO PROteste aumentou 1,97 euros, o equivalente a 0,77%, e passou a custar 259,31 euros.</p>
<p data-start="345" data-end="608">A subida confirma a pressão persistente sobre os alimentos, depois de vários meses em que este cabaz tem atingido valores recorde praticamente todas as semanas. Desde o início do ano, o conjunto de produtos essenciais já encareceu 17,48 euros, uma subida de 7,2%.</p>
<p data-start="610" data-end="807">A comparação com 2022 mostra uma diferença ainda mais expressiva. A 5 de janeiro desse ano, comprar exatamente os mesmos produtos custava menos 71,61 euros, o que representa uma diferença de 38,2%.</p>
<p data-start="809" data-end="870"><strong>Atum, farinha e esparguete entre os produtos que mais subiram</strong></p>
<p data-start="872" data-end="1108">Na última semana analisada, entre 27 de maio e 3 de junho, os maiores aumentos percentuais foram registados no atum posta em óleo vegetal, que subiu 28%, na farinha para bolos, que aumentou 17%, e no esparguete, que ficou 16% mais caro.</p>
<p data-start="1110" data-end="1337">Quando a comparação é feita com a primeira semana do ano, a 7 de janeiro de 2026, o esparguete surge como o produto com a maior subida percentual, com um aumento de 32%. Seguem-se o tomate e a dourada, ambos com subidas de 28%.</p>
<p data-start="1339" data-end="1566">Já desde o início da monitorização, em janeiro de 2022, os produtos que mais encareceram foram a carne de novilho para cozer, com uma subida de 125%, os ovos, que aumentaram 84%, e o bacalhau graúdo, com uma valorização de 76%.</p>
<p data-start="1568" data-end="1630"><strong>Conflito no Médio Oriente pode pressionar ainda mais os preços</strong></p>
<p data-start="1632" data-end="1930">A evolução dos preços alimentares poderá continuar a ser condicionada pelo contexto internacional. Se o conflito no Médio Oriente se prolongar, os preços dos bens alimentares poderão subir ainda mais nos próximos meses, devido ao impacto nos combustíveis, na energia e nas cadeias de abastecimento.</p>
<p data-start="1932" data-end="2271">A situação tem semelhanças com os efeitos sentidos após o início da guerra na Ucrânia, quando a crise energética pressionou os custos de produção e distribuição. A estes fatores juntam-se ainda os prejuízos causados pelas tempestades de janeiro e fevereiro em Portugal, que poderão não estar totalmente refletidos nos preços ao consumidor.</p>
<p data-start="2273" data-end="2625">Outro fator de pressão está nos fertilizantes agrícolas. Alguns dos maiores produtores de fertilizantes e de matérias-primas usadas na sua produção estão localizados no Médio Oriente. Como grande parte destas mercadorias é transportada por via marítima através do estreito de Ormuz, o aumento dos custos pode acabar por chegar aos preços dos alimentos.</p>
<p data-start="2627" data-end="2661"><strong>Como é calculado o cabaz alimentar</strong></p>
<p data-start="2663" data-end="2932">Desde janeiro de 2022, a DECO PROteste acompanha semanalmente a evolução dos preços de um conjunto de 63 bens alimentares essenciais. A análise é feita todas as quartas-feiras, com base nos preços recolhidos no dia anterior nos principais supermercados com loja online.</p>
<p data-start="2934" data-end="3148">Para calcular o valor final do cabaz, é apurado o preço médio de cada produto nas lojas online onde está disponível. Depois, a soma desses preços médios permite obter o custo total da cesta alimentar para esse dia.</p>
<p data-start="3150" data-end="3194"><strong>Porque é que os alimentos ficaram mais caros</strong></p>
<p data-start="3196" data-end="3481">A subida dos preços alimentares nos últimos quatro anos começou a ganhar força com a invasão da Rússia à Ucrânia. Em 2022, a União Europeia e Portugal dependiam de uma parte significativa dos cereais provenientes da Ucrânia, o que colocou pressão adicional sobre o setor agroalimentar.</p>
<p data-start="3483" data-end="3788">O setor já enfrentava os efeitos da pandemia de covid-19 e da seca em Portugal. A limitação da oferta de matérias-primas, o aumento dos custos de produção, a subida dos fertilizantes e a energia mais cara acabaram por se refletir nos mercados internacionais e, depois, nos preços pagos pelos consumidores.</p>
<p data-start="3790" data-end="4128">Produtos como carne, hortofrutícolas, cereais de pequeno-almoço e óleo vegetal foram alguns dos bens afetados por este contexto. Em abril de 2023, o Governo avançou com a isenção de IVA num cabaz com mais de 40 alimentos. A medida ajudou inicialmente a travar a subida dos preços, mas o efeito acabou por perder força nos meses seguintes.</p>
<p data-start="4130" data-end="4430">Em 2024, depois da reposição do imposto, alguns produtos continuaram a encarecer. O azeite virgem extra foi um dos exemplos mais visíveis, tendo atingido o preço mais elevado em abril desse ano. Já em 2025, as maiores pressões sentiram-se em produtos como os ovos, o café torrado moído e o chocolate.</p>
<p data-start="4432" data-end="4467"><strong>Inflação mantém-se nos 3,3% em maio</strong></p>
<p data-start="4469" data-end="4715">A subida dos preços ao consumidor contribuiu para níveis historicamente elevados de inflação em 2022 e 2023. Em 2025, a taxa de inflação fixou-se nos 2,3%, abaixo dos 2,4% registados em 2024, segundo os dados do Instituto Nacional de Estatística.</p>
<p data-start="4717" data-end="4891">Em abril de 2026, a inflação acelerou para 3,3%, mais 0,6 pontos percentuais do que em março. Já em maio, de acordo com as estimativas do INE, deverá ter-se mantido nos 3,3%.</p>
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		<title>Colisão entre ligeiro e pesado de mercadorias deixa um morto em Coimbra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 04:55:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Uma colisão entre um veículo ligeiro e um pesado de mercadorias causou hoje um morto e deixou o trânsito condicionado no IC2 em Coimbra, disse à Lusa a Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma colisão entre um veículo ligeiro e um pesado de mercadorias causou hoje um morto e deixou o trânsito condicionado no IC2 em Coimbra, disse à Lusa a Proteção Civil.</P><br />
<P>Um porta-voz do Comando Sub-regional da Região de Coimbra da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil confirmou o acidente, na freguesia de Cernache, município de Coimbra.</P><br />
<P>A Proteção Civil recebeu o alerta sobre a colisão pouco antes das 04:20 e, cerca de uma hora depois, ainda estavam no local 22 operacionais, apoiados por sete veículos.</P><br />
<P>A mesma fonte disse que o trânsito permanecia condicionado no troço do IC2 onde ocorreu o acidente.</P></p>
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