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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Ucrânia: Zelensky pede que Europa tenha palavra a dizer nas conversações de paz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 01:25:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que, para pôr fim à invasão lançada pela Rússia, "a Europa precisa" de ter uma voz própria em quaisquer negociações de paz.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que, para pôr fim à invasão lançada pela Rússia, &#8220;a Europa precisa&#8221; de ter uma voz própria em quaisquer negociações de paz.</P><br />
<P>&#8220;A Europa precisa, sem dúvida, da sua própria voz, da sua própria posição e da sua própria contribuição para todos os esforços diplomáticos que possam ajudar a pôr fim à guerra&#8221;, enfatizou Zelensky.</P><br />
<P>De acordo com um comunicado da Presidência da Ucrânia, o chefe de Estado falava durante um telefonema com o primeiro-ministro do Reino Unido, Keir Starmer, na quarta-feira.</P><br />
<P>Os líderes discutiram, segundo Kiev, a &#8220;diplomacia conjunta com a Europa&#8221; para interromper e pôr fim à guerra, bem como os preparativos para negociações e reuniões focadas no fornecimento de armas para a defesa da Ucrânia.</P><br />
<P>O Presidente ucraniano agradeceu ainda a Starmer o mais recente pacote de sanções anunciado por Londres para limitar as transações com criptomoedas russas.</P><br />
<P>&#8220;Agradeço ao Reino Unido o seu apoio&#8221;, disse Zelensky, que, no entanto, sublinhou que &#8220;é absolutamente essencial que todas as formas de pressão sobre o agressor sejam ainda mais reforçadas&#8221;.</P><br />
<P>A União Europeia (UE) iniciou na quarta-feira os preparativos para abrir a primeira ronda de negociações formais de adesão da Ucrânia ao bloco, após a Hungria ter retirado o seu veto, anunciou a Presidência cipriota. </P><br />
<P>Os Estados-membros deram também luz verde para o início das conversações com a a Moldova, outro país candidato à adesão, numa reunião dos Representantes Permanentes da UE realizada em Bruxelas, adiantou a mesma fonte.</P><br />
<P>O primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar, anunciou na quarta-feira um &#8220;acordo histórico&#8221; com Kiev sobre os direitos da minoria húngara residente na Ucrânia, ponto de discórdia de longa data entre os dois países.</P><br />
<P>A Ucrânia solicitou a adesão à UE em fevereiro de 2022, após a invasão russa, tornando-se rapidamente um país candidato, em junho do mesmo ano.</P><br />
<P>As negociações de adesão começaram oficialmente em junho de 2024, mas o antecessor de Magyar, Viktor Orbán, bloqueou a abertura dos seis blocos temáticos que organizam os 35 capítulos técnicos, etapa que exige o acordo unânime dos 27 Estados-membros em cada fase do processo de adesão.</P><br />
<P>O impasse de dois anos levou Bruxelas e Kiev a iniciarem conversações informais para trabalharem a nível técnico em muitas das questões, de forma a terem trabalho adiantado quando as negociações pudessem arrancar.</P><br />
<P>Nos contactos com Kiev, Bruxelas tem expressado preocupação com a situação de corrupção no país e com o conflito em curso.</P><br />
<P>A Rússia invadiu a Ucrânia a 24 de fevereiro de 2022, com o argumento de proteger as minorias separatistas pró-russas no leste e &#8220;desnazificar&#8221; o país vizinho, independente desde 1991 &#8211; após a desagregação da antiga União Soviética &#8211; e que tem vindo a afastar-se do espaço de influência de Moscovo e a aproximar-se da Europa e do Ocidente.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771905]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuelanos pediram aos EUA transição pacífica e calendário eleitoral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 01:13:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Centenas de venezuelanos pediram quarta-feira a intervenção dos Estados Unidos para uma transição política pacífica na Venezuela e para que seja divulgado rapidamente um calendário que inclua eleições presidenciais livres e transparentes no país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Centenas de venezuelanos pediram quarta-feira a intervenção dos Estados Unidos para uma transição política pacífica na Venezuela e para que seja divulgado rapidamente um calendário que inclua eleições presidenciais livres e transparentes no país.</P><br />
<P>O pedido foi feito em um documento, entregue na Embaixada norte-americana em Caracas, no âmbito de uma marcha convocada pela Coligação Sindical Nacional e diversas organizações de estudantes, que reclamaram ainda a libertação de todos os presos políticos e melhoras nas condições de vida.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a solicitar com urgência um calendário eleitoral, porque entendemos que é necessário substituir os membros do Conselho Nacional Eleitoral, do Supremo Tribunal de Justiça e de outras instituições da administração pública para que isso aconteça. Assim que o calendário for fixado, saberemos que o governo interino de Delcy Rodríguez está em fim de mandato&#8221;, disse o sindicalista José Patines aos jornalistas.</P><br />
<P>Em 05 de janeiro, a vice-presidente Delcy Rodríguez assumiu as funções de presidente interina do país iniciando uma transição política tutelada pelos EUA.</P><br />
<P>Sob forte custodia policial, os manifestantes partiram desde a Praça Luís Brión, de Chacaíto, até àquela sede diplomática em Valle Arriba, ambos localidades no leste de Caracas, pedindo ainda que seja prestada ajuda humanitária aos venezuelanos.</P><br />
<P>Além de uma transição pacífica, os manifestantes pediram mudanças políticas no país, que sejam destituídos os funcionários públicos acusados de violar os direitos humanos dos presos e que Washington intervenha para que os venezuelanos tenham salários dignos e para que sejam solucionados problemas nos serviços públicos, entre eles no abastecimento de água e eletricidade.</P><br />
<P>O protesto assinalou os cinco meses da operação militar norte-americana que em 03 de janeiro, levou à captura do então Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e da mulher, Cília Flores, que estão atualmente detidos em Nova Iorque para responder a acusações de tráfico de droga, sobre as quais ambos se declararam inocentes.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771904]]></sapo:autor>
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		<title>Greve Geral: Sindicato dos Enfermeiros anuncia adesão de 75,3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 00:49:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anunciou hoje que 75,3% dos profissionais aderiram à greve de quarta-feira contra a reforma laboral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) anunciou hoje que 75,3% dos profissionais aderiram à greve de quarta-feira contra a reforma laboral.</P><br />
<P>O sindicato disse que a &#8220;massiva adesão&#8221; demonstra que &#8220;os enfermeiros, de todos os setores (público, privado e social) rejeitam o pacote laboral&#8221; e a proposta de Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) do Ministério da Saúde.</P><br />
<P>Num comunicado, o SEP descreveu a reforma laboral como &#8220;um retrocesso, [que] desequilibra a relação dos trabalhadores com as entidades empregadoras com implicação direta nos direitos dos enfermeiros&#8221;.</P><br />
<P>O sindicato deu como exemplo a parentalidade, a &#8220;impossibilidade da conciliação da vida pessoal com a profissional e a eternização dos vínculos precários&#8221;.</P><br />
<P>Também o ACT irá potenciar &#8220;maior desregulação dos horários de trabalho e consequentemente mais conflitos nas instituições de saúde&#8221;, o que poderá agravar a &#8220;fuga para o estrangeiro&#8221; dos enfermeiros, alertou o SEP.</P><br />
<P>O sindicato garantiu que os enfermeiros &#8220;continuam disponíveis para todas as ações de luta que garantam a valorização da carreira de enfermagem&#8221;, incluindo aumentos salariais.</P><br />
<P>O SEP acusou o Governo de não resolver &#8220;nenhum dos problemas dos enfermeiros&#8221;, entre os quais o pagamento de retroativos, um modelo de avaliação do desempenho &#8220;justo e objetivo&#8221; e a &#8220;carência de enfermeiros que se agrava todos os dias&#8221;.</P><br />
<P>A paralisação de enfermeiros realizou-se entre as 00:00 e as 24:00 de quarta-feira, tendo ainda efeitos na terça-feira devido ao início do turno da noite, sendo assegurados os serviços mínimos.</P><br />
<P>Os enfermeiros rejeitam as &#8220;propostas inseridas no pacote laboral apresentadas pelo Governo e pedem a revogação das &#8216;normas gravosas&#8217; do código do trabalho&#8221;.</P><br />
<P>A CGTP entregou um pré-aviso de greve geral para 03 de junho contra as alterações à lei laboral, após as negociações com o Governo terem terminado sem acordo.</P><br />
<P>O Governo aprovou em maio em Conselho de Ministros a proposta de lei de revisão da lei laboral, que será discutida no parlamento.</P><br />
<P>O anúncio foi feito pela ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Rosário Palma Ramalho, em conferência de imprensa, uma semana depois de o Governo ter dado por terminadas as negociações sobre as alterações à legislação laboral sem acordo na Concertação Social.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771903]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 1,17%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 00:15:08 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,17% para 67.603,09 pontos, pouco depois da abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em baixa, com o principal índice, o Nikkei, a perder 1,17% para 67.603,09 pontos, pouco depois da abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, caía 0,99% para 3.956,79 pontos, às 09:13 locais (01:13 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771902]]></sapo:autor>
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		<title>SpaceX avaliada em 1,5 biliões de euros na entrada em bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 23:48:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A SpaceX informou hoje o regulador do mercado de capitais norte-americano que planeia oferecer ações a 135 dólares na entrada em bolsa, avaliando a empresa aeroespacial e de inteligência artificial em aproximadamente 1,77 biliões de dólares (1,5 biliões de euros).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A SpaceX informou hoje o regulador do mercado de capitais norte-americano que planeia oferecer ações a 135 dólares na entrada em bolsa, avaliando a empresa aeroespacial e de inteligência artificial em aproximadamente 1,77 biliões de dólares (1,5 biliões de euros).</P><br />
<P>Num documento enviado à Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos (SEC), a empresa fundada por Elon Musk indicou que pretende vender 555,6 milhões de ações a 135 dólares, podendo arrecadar 75 mil milhões de dólares, o que seria a maior entrada em bolsa de sempre.</P><br />
<P>O recorde de cotação inicial são os 25,6 mil milhões de dólares angariados pela Aramco na Bolsa da Arábia Saudita em 2019 e 25 mil milhões de dólares angariados pela Alibaba na Bolsa de Nova Iorque em 2014. </P><br />
<P>A avaliação de 1,77 biliões de dólares para a SpaceX está em linha com as estimativas de algumas empresas de análise, o que a colocaria atualmente como a oitava maior empresa de capital aberto do mundo, à frente da Aramco (1,75 biliões de dólares) e da Tesla (1,59 biliões de dólares).</P><br />
<P>O documento não inclui uma data prevista para a oferta pública de venda, mas a SpaceX deverá começar a promover formalmente a operação a 04 de junho e definir o seu preço inicial de oferta pública a 11 de junho.</P><br />
<P>A SpaceX vai abrir o seu capital nos índices Nasdaq e Nasdaq Texas sob o símbolo &#8220;SPCX&#8221; no dia 12 de junho, de acordo com a CNBC.</P><br />
<P>Musk, CEO, diretor de tecnologia e presidente do conselho de administração da SpaceX &#8211; além de homem mais rico do mundo &#8211; deterá 82,4% do poder de voto na empresa cotada em bolsa, de acordo com o documento hoje publicado. </P><br />
<P>A SpaceX informou ainda que, em 2025, teve um prejuízo líquido de 4,9 mil milhões de dólares e uma receita de 18,7 mil milhões de dólares, números que contrastam fortemente com os de outros gigantes tecnológicos, como a Meta, que faturou 60 mil milhões de dólares no mesmo ano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771900]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Homem de 20 anos mata namorada de 16 anos em Odivelas e é atropelado após fugir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:58:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma jovem de 16 anos foi hoje assassinada em Odivelas (Lisboa), sendo o suspeito o namorado de 20 anos, que a terá atingido com uma barra de ferro e acabou atropelado após fugir, adiantou à Lusa fonte policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Uma jovem de 16 anos foi hoje assassinada em Odivelas (Lisboa), sendo o suspeito o namorado de 20 anos, que a terá atingido com uma barra de ferro e acabou atropelado após fugir, adiantou à Lusa fonte policial.</P><br />
<P>Fonte da PSP de Lisboa indicou à Lusa que a vítima, agredida com uma barra de ferro, foi assistida pela equipa da Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) mas não resistiu aos ferimentos.</P><br />
<P>O óbito da jovem de 16 anos foi declarado no local.</P><br />
<P>O alerta foi dado pelas 19:10 e o crime ocorreu em Famões, concelho de Odivelas, distrito de Lisboa.</P><br />
<P>O suspeito fugiu do local do crime e, mais tarde, pelas 20:15, foi dado o alerta para um atropelamento envolvendo o homem de 20 anos.</P><br />
<P>A mesma fonte da PSP indicou que após a força policial ter efetuado diligencias, apurou que o homem atropelado era o suspeito do homicídio, namorado da vítima.</P><br />
<P>O atropelamento ocorreu no Itinerário Complementar 17, ao quilómetro 12,6, no sentido Odivelas-Oriente. </P><br />
<P>O homem foi transportado pelos Bombeiros Voluntários de Odivelas, em estado grave, para o Hospital de Santa Maria, adiantou ainda.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771899]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Hamas adia para domingo discussões com mediadores no Egipto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:50:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O encontro previsto para hoje entre o Hamas e os mediadores no Egito sobre o frágil acordo de cessar-fogo em Gaza foi adiado para domingo, segundo informações de fonte próxima do movimento islamista palestiniano Hamas.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O encontro previsto para hoje entre o Hamas e os mediadores no Egito sobre o frágil acordo de cessar-fogo em Gaza foi adiado para domingo, segundo informações de fonte próxima do movimento islamista palestiniano Hamas.  </P><br />
<P>Este encontro deveria realizar-se em El Alamein, no norte do Egito, entre uma delegação liderada por Khalil al-Hayya, negociador chefe, representantes de outros movimentos palestinianos, incluindo a Jihad Islâmica, e mediadores egípcios, mas também turcos e do Qatar.  </P><br />
<P>Porém, o Hamas e os movimentos palestinianos só iniciarão as consultas no Cairo no sábado, antes de reuniões com os mediadores no domingo, segundo a mesma fonte citada pela agência noticiosa francesa AFP, que justifica este adiamento pela &#8220;intransigência de Israel&#8221;.  </P><br />
<P>No final de maio, o recém-nomeado chefe da ala armada do Hamas, Mohammed Odeh, foi morto num ataque israelita, onze dias após o assassinato do seu antecessor.  </P><br />
<P>&#8220;Os mediadores devem obrigar o ocupante a pôr fim aos assassinatos, aos bombardeamentos e à fome&#8221; na faixa de Gaza e permitir a entrada do Comité Nacional para a Administração de Gaza, conselho de 15 membros que é suposto governar durante um período transitório, enumerou Taher al-Nounou, um dos líderes do Hamas. </P><br />
<P>O território palestiniano continua a ser palco de violência, com ataques quase diários de Israel e, desde o cessar-fogo em outubro, pelo menos 932 palestinianos foram mortos, segundo o Ministério da Saúde de Gaza, sob autoridade do Hamas. </P><br />
<P>Israel e o Hamas acusam-se mutuamente de violar a trégua que entrou em vigor dois anos após a guerra, desencadeada a 07 de outubro de 2023 pelo ataque sem precedentes da organização islâmica contra Israel. </P><br />
<P>A primeira fase deste acordo foi cumprida com a libertação dos últimos reféns israelitas de Gaza raptados pelo Hamas, em troca de palestinianos detidos por Israel. </P><br />
<P>Mas, a transição para a segunda fase, que deveria traduzir-se no desarmamento do Hamas e numa retirada progressiva do exército israelita, parece completamente bloqueada. </P><br />
<P>Na semana passada, o Primeiro-Ministro israelita, Benjamin Netanyahu, disse ter ordenado ao exército que tomasse o controlo de 70% da faixa de Gaza, contra os 60% atualmente controlados.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771898]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street fecha em baixa e termina a sua sequência de recordes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:18:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em baixa, depois de ter atingido vários máximos consecutivos e de voltar a sentir os efeitos do impasse geopolítico no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em baixa, depois de ter atingido vários máximos consecutivos e de voltar a sentir os efeitos do impasse geopolítico no Médio Oriente.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão mostram que o índice seletivo Dow Jones caiu 1,21%, para os  50.687,07 pontos, o tecnológico Nasdaq recuou 0,89%, para os 26.853,98 pontos, enquanto o índice S&amp;P 500, mais abrangente, teve uma queda de 0,73%, para os 7.553,68 pontos.</P><br />
<P>Os Estados Unidos e o Irão têm trocado mensagens contraditórias nas últimas horas a propósito das suas negociações de paz, pois Teerão afirma que estão paralisadas, enquanto Trump declara que estão em curso.</P><br />
<P>Numa entrevista publicada hoje, Trump divulgou que o Irão concordou em não desenvolver armas nucleares, mas reconheceu que Teerão poderia &#8220;mudar de ideias&#8221; sobre um acordo para pôr fim à guerra.</P><br />
<P>Entretanto, o Irão mantém o bloqueio do estreito de Ormuz, os EUA impuseram um bloqueio marítimo aos portos iranianos e ambos os lados trocaram tiros na madrugada de hoje no golfo Pérsico.</P><br />
<P>Os investidores estavam mais focados no setor tecnológico em expansão do que na geopolítica, mas hoje reagiram elevando o preço dos contratos futuros de crude West Texas Intermediate (WTI) em 2,4%, para 96,02 dólares por barril.</P><br />
<P>Os rendimentos dos títulos do Tesouro dos EUA também subiram, com o título a 10 anos a aproximar-se dos 4,5%, depois de novos dados económicos terem aumentado as expectativas de subida das taxas de juro.</P><br />
<P>O setor privado nos Estados Unidos adicionou 122.000 empregos em maio, em comparação com o mês anterior, mais do que o esperado.</P><br />
<P>No entanto, o setor dos serviços cresceu menos do que o previsto, de acordo com o Instituto de Gestão do Fornecimento (ISM).</P><br />
<P>Entre os setores empresariais do S&amp;P 500, o tecnológico sofreu hoje as maiores perdas, com uma queda de 1,52%, seguido pelo setor financeiro (-1,2%), enquanto o setor energético registou os maiores ganhos (1,38%).</P><br />
<P>Entre as empresas que interromperam a sua sequência de lucros estão a Oracle (-5,83%), a Nvidia (-3,62%), a Microsoft (-3,17%) e a Dell (-3,2%). </P><br />
<P>Os mercados bolsistas globais fecharam hoje em baixa, enquanto os preços do petróleo subiram, em reação às tensões no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Os preços do petróleo continuaram a sua tendência de alta depois de terem atingido o nível mais baixo em cinco semanas na sexta-feira&#8221;, destacou David Morrison, da Trade Nation.</P><br />
<P>&#8220;Os desenvolvimentos recentes sugerem que os investidores podem ter precificado muito rapidamente o impacto do memorando de entendimento&#8221; mencionado por Washington no final da semana passada, explicou Kathleen Brooks, analista da XTB.</P><br />
<P>Este memorando de entendimento incluía uma prorrogação de 60 dias do cessar-fogo e a abertura do estreito de Ormuz, de acordo com o portal de notícias norte-americano Axios.</P><br />
<P>A navegação por esta via navegável estratégica, por onde passa normalmente 20% do petróleo e gás do mundo, continua a ser praticamente impossível devido a um duplo bloqueio imposto pelos Estados Unidos e pelo Irão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771896]]></sapo:autor>
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		<title>E-Redes julgada por abate ilegal de sobreiros em Arouca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:07:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa E-Redes vai começar a ser julgada na próxima terça-feira, no Tribunal de Arouca, no distrito de Aveiro, num processo relacionado com o abate ilegal de sobreiros, uma espécie protegida em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa E-Redes vai começar a ser julgada na próxima terça-feira, no Tribunal de Arouca, no distrito de Aveiro, num processo relacionado com o abate ilegal de sobreiros, uma espécie protegida em Portugal.</P><br />
<P>Para além da empresa do grupo EDP, que opera a rede de distribuição de eletricidade em Portugal continental, em regime de concessão, o processo tem como arguidos a empresa a quem foi adjudicado o corte das árvores e o seu legal representante.</P><br />
<P>Os arguidos, que vão ser julgados em tribunal singular, porque a moldura penal é inferior a cinco anos de prisão, estão acusados de um crime de danos contra a natureza.</P><br />
<P>Em causa está o abate ilegal de mais de meia centena de sobreiros, entre outras árvores, num terreno particular situado na Quinta das Regadas, em Arouca, em janeiro de 2023.</P><br />
<P>A acusação refere que a E-Redes terá mandado cortar 63 sobreiros, que se encontravam por baixo de uma rede de transporte e distribuição de energia elétrica, apesar de só ter autorização do Instituto da Conservação da Natureza e Florestas (ICNF) para o corte de oito sobreiros adultos.</P><br />
<P>O Ministério Público (MP) abriu um inquérito contra a E-Redes, a empresa a quem foi adjudicado o corte das árvores e o seu legal representante, mas mandou arquivar o caso, alegando ter-se recolhido &#8220;prova bastante da não verificação do crime de danos contra a natureza&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, a dona do terreno requereu a abertura de instrução, que terminou com o despacho de pronúncia dos arguidos pela prática em coautoria de um crime de dano contra a natureza.</P><br />
<P>Inconformada com a decisão, a E-Redes recorreu para o Tribunal da Relação do Porto que confirmou a decisão do Juízo de Instrução Criminal de Santa Maria da Feira.</P><br />
<P>O despacho de pronúncia refere que os arguidos abateram, além de outras espécies de árvores, os 63 sobreiros existentes no terreno em causa sem a necessária autorização legal emitida pelo ICNF para o efeito, pelo menos para 55 deles, não obstante disso estarem cientes e que tal conduta era proibida e punida por lei e quiseram fazê-lo.</P><br />
<P>O documento refere ainda a falta de colaboração da empresa que ao longo do processo dificultou a investigação, quer não respondendo às informações que lhe foram solicitadas, quer invocando &#8220;desculpas&#8221; sucessivas para a não apresentação das autorizações, assim conseguindo evitar a sua oportuna constituição como arguida.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771895]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Pelo menos nove pessoas morreram em ataques israelitas no Líbano e Hezbollah diz ter atingido Israel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 22:04:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ataques israelitas deixaram hoje nove mortos no Líbano, onde o Hezbollah pró iraniano reivindicou disparos contra Israel, que ameaçou atacar os subúrbios do sul de Beirute em caso de agressão ao seu território.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Ataques israelitas deixaram hoje nove mortos no Líbano, onde o Hezbollah pró iraniano reivindicou disparos contra Israel, que ameaçou atacar os subúrbios do sul de Beirute em caso de agressão ao seu território.  </P><br />
<P>O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, advertiu que qualquer ataque à capital libanesa provocaria &#8220;uma retomada em grande escala da guerra&#8221; no Médio Oriente.  </P><br />
<P>&#8220;As nossas forças armadas estão totalmente prontas para retomar a guerra e atacar alvos em Israel&#8221;, acrescentou Araghchi à cadeia de televisão libanesa Al Mayadeen, segundo a agência de notícias iraniana Tasnim.  </P><br />
<P>Um cessar-fogo entrou em vigor entre o Irão e os Estados Unidos entrou em vigor a 08 de abril, e desde então ambos os países tentam chegar a um acordo para pôr fim à guerra de forma duradoura. Outro cessar-fogo deveria estar em vigor entre Israel e o Hezbollah desde 17 de abril.  </P><br />
<P>O Hezbollah indicou ter atingido hoje militares no norte de Israel.  </P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz tinha avisado no dia anterior que os subúrbios do sul de Beirute, bastião daquele movimento xiita, seriam atingidos se este visasse o seu território. </P><br />
<P>O responsável pela pasta da Defesa israelita afirmou ter o aval dos Estados Unidos nesse sentido, depois de Donald Trump ter dissuadido na segunda-feira o Primeiro-Ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, de atacar os subúrbios do sul da capital libanesa, poupados desde abril. </P><br />
<P>Netanyahu afirmou hoje que o presidente americano partilhava o seu objetivo de &#8220;desarmar o Hezbollah e desmilitarizar o Líbano&#8221;. </P><br />
<P>Na manhã de hoje, um ataque israelita atingiu um carro em Khaldé, à entrada sul da capital, segundo a Agência Nacional de Informação (ANI, oficial). </P><br />
<P>A ANI também informou sobre bombardeamentos em mais de trinta localidades no sul, onde o exército israelita pediu a retirada das populações de sete aldeias. </P><br />
<P>À margem do conflito com Israel, o exército libanês informou sobre a morte de um militar num ataque israelita enquanto &#8220;circulava&#8221; no sul, e de dois militares feridos por um drone israelita que atingiu o veículo onde seguiam na mesma região. </P><br />
<P>Na mesma região, um ataque israelita também visou &#8220;diretamente&#8221; uma ambulância, matando dois socorristas e ferindo gravemente um terceiro, anunciou o ministério da Saúde libanês, elevando para pelo menos 130 o número de socorristas e pessoal médico mortos desde o início da guerra. </P><br />
<P>Quatro sírios e dois palestinianos também foram mortos perto de Tiro, indicou o ministério. </P><br />
<P>A cidade costeira milenar tem sido bombardeada durante vários dias e, na terça-feira, Israel acusou membros do Hezbollah de se esconderem no bairro cristão, até agora poupado.</P><br />
<P>Segundo um correspondente da agência de notícias francesa AFP, deslocados que dormiam nos seus carros ou tendas nesta área considerada segura fugiram para outros setores. </P><br />
<P>O presidente da Câmara e um oficial libanês deslocaram-se ao bairro cristão para tentar tranquilizar os habitantes. </P><br />
<P>Segundo as autoridades libanesas, o Hezbollah tinha aceitado na segunda-feira uma proposta americana prevendo, numa primeira fase, que Israel se abstivesse de atacar os subúrbios em troca do compromisso do movimento de parar os seus ataques a Israel. </P><br />
<P>Mas um alto responsável do Hezbollah indicou à AFP na terça-feira que o seu grupo não aceitará um &#8220;cessar-fogo parcial&#8221;. </P><br />
<P>Teerão exige que qualquer acordo com Washington para pôr fim à guerra regional inclua o fim das hostilidades na frente libanesa. </P><br />
<P>Os ataques israelitas mataram 3.516 pessoas desde 02 de março, início da guerra no Líbano, e deslocaram mais de um milhão, segundo as autoridades. </P><br />
<P>Do lado israelita, 26 militares e um contratado civil foram mortos no Líbano.</P><br />
<P>Diplomatas libaneses e israelitas deveriam reunir-se hoje em Washington para uma nova sessão de negociações, da qual o secretário de Estado americano, Marco Rubio, disse esperar que resulte num &#8220;plano de ação&#8221; sobre a segurança no Líbano.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771894]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Teerão assinala nenhum &#8220;progresso tangível&#8221; nas negociações com EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:43:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, assinalou hoje que não houve "qualquer progresso tangível" nas negociações com os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, assinalou hoje que não houve &#8220;qualquer progresso tangível&#8221; nas negociações com os Estados Unidos para pôr fim à guerra no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Houve uma troca de mensagens sobre a necessidade de pôr fim à agressão contra Beirute, mas não foram feitos progressos tangíveis no processo de negociação&#8221;, destacou Araghchi, referindo-se aos ataques israelitas contra o Hezbollah, um grupo pró-Irão, no Líbano.</P><br />
<P>O governante, que falava numa entrevista dada a uma estação de televisão libanesa, divulgada pela agência de notícias Tasnim, acrescentou, sem adiantar mais pormenores, que &#8220;o regresso à mesa das negociações está condicionado à garantia dos direitos do povo iraniano, ao fim da guerra no Líbano e à redução das tensões na região&#8221;.</P><br />
<P>Araghchi alertou também que qualquer ataque a Beirute levaria a &#8220;uma retoma em larga escala da guerra&#8221; no Médio Oriente, após ameaças israelitas contra o Hezbollah, um grupo pró-Irão.</P><br />
<P>&#8220;Se a agressão israelita contra Beirute continuar, as nossas forças armadas estão totalmente preparadas para retomar a guerra e atacar alvos dentro de Israel&#8221;, garantiu.</P><br />
<P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, avisou na terça-feira que os subúrbios do sul de Beirute, um bastião do movimento xiita, seriam atingidos caso o seu território fosse alvo de ataques.</P><br />
<P>Já o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, insistiu hoje, durante uma audição no Congresso, que as principais operações militares contra o Irão tinham terminado, apesar dos novos confrontos entre o Irão e os Estados Unidos.</P><br />
<P>&#8220;Já não estamos a realizar ataques contínuos no Irão para enfraquecer as suas forças armadas porque a Operação Fúria Épica terminou&#8221;, declarou, depois de ter afirmado no dia anterior, durante outra audição no Congresso, que &#8220;a guerra acabou&#8221;.</P><br />
<P>Rubio referia-se à campanha de bombardeamento dos EUA iniciada em 28 de Fevereiro e ao acordo de cessar-fogo alcançado em 08 de abril, que se encontra agora numa situação extremamente frágil.</P><br />
<P>&#8220;Quanto a quem ganhou, posso dizer o seguinte: nós definimos a vitória. Definimos a vitória como a destruição da sua base industrial de defesa, a redução significativa dos seus lançadores de mísseis, a redução significativa do seu arsenal de drones, e alcançámos todos estes objetivos, além de destruir o que restava da sua força aérea e aniquilar toda a sua marinha convencional&#8221;, apontou Rubio.</P><br />
<P>Os congressistas democratas criticaram estas declarações após o retomar dos confrontos entre o Irão e os Estados Unidos e os ataques iranianos contra o Kuwait, referindo também que o estreito de Ormuz permanece bloqueado. </P><br />
<P>O Kuwait afirmou ter sido hoje alvo de um total de 13 mísseis balísticos e 17 drones iranianos.</P><br />
<P>De acordo com o Comando Central dos EUA (Centcom), o Irão também disparou mísseis em direção ao Bahrein durante a noite, o que levou a ataques aéreos de retaliação dos EUA contra a ilha iraniana de Qeshm. Teerão alega que os mísseis atingiram uma torre de comunicações.</P><br />
<P>Após o cessar-fogo de 08 de abril entre os Estados Unidos e o Irão, as hostilidades praticamente cessaram. </P><br />
<P>Mas foram retomadas nos últimos dias, particularmente em torno do estreito de Ormuz, uma rota marítima estratégica para hidrocarbonetos bloqueada por Teerão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771893]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Israel acusa quatro ONG espanholas de canalizarem fundos para o Hamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um relatório do Ministério israelita dos Assuntos da Diáspora e da Luta contra o Antissemitismo acusou quatro ONG espanholas de canalizarem fundos direta ou indiretamente para o Hamas e para a Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um relatório do Ministério israelita dos Assuntos da Diáspora e da Luta contra o Antissemitismo acusou quatro ONG espanholas de canalizarem fundos direta ou indiretamente para o Hamas e para a Frente Popular de Libertação da Palestina (FPLP).</P><br />
<P>Os dois movimentos são considerados organizações terroristas pela União Europeia (UE). </P><br />
<P>As ONG visadas são Paz con Dignidad; Rumbo a Gaza &#8211; iniciativa parte da Flotilha Global Sumud; a associação Al Quds de Solidariedade com os Povos do Mundo Árabe e a sucursal espanhola da ONG islâmica britânica Human Appeal. </P><br />
<P>O relatório não oferece nenhum vínculo claro entre nenhuma das ONG e qualquer tipo de financiamento à luta armada na Palestina. </P><br />
<P>O Ministério contra o Antissemitismo israelita destaca que a Human Appeal Espanha, a filial da ONG homónima com sede em Manchester, já tinha sido proibida de atuar em Israel em 2008 pelos seus laços financeiros com a Union of Good, entidade à qual o Centro de Informação sobre a Inteligência e o Terrorismo israelitas são referidos como os &#8220;canalizadores&#8221; de fundos de caridade para o Hamas. </P><br />
<P>Quanto à Rumbo a Gaza e ao seu gestor financeiro, Unadikum (em árabe, Os Aple), Israel associa os seus fundadores &#8211; o ex-eurodeputado Manu Pineda e o ativista Daniel Lobato &#8211; a Ismail Haniyeh, líder político do Hamas assassinado por Israel, ao canal de televisão iraniano em espanhol HispanTV e à ONG islâmica turca IHH, considerada terrorista por Israel devido à sua ligação à União do Bem. </P><br />
<P>Relativamente à Paz com Dignidade de Madrid, o documento publicado por aquele ministério israelita identifica ligações com a Al Auda, uma ONG que o relatório descreve como o &#8220;ramo de saúde do Hamas&#8221; e gestora de dois hospitais e uma rede de centros de saúde em Gaza, para a qual a Paz com Dignidade teria transferido 759.510 euros antes de agosto de 2025. </P><br />
<P>Finalmente, Israel acusa a Associação Al Quds de solidariedade com os Povos do Mundo Árabe por ser diretora de uma das entidades destinatárias da arrecadação de fundos, o Centro Palestino para os Direitos Humanos (PCHR), foi condenado por um tribunal israelita por pertencer ao Hamas. </P><br />
<P>O documento destaca que, ao contrário de outros países europeus, que optam por modelos de financiamento baseados no micro mecenato, no caso das ONG espanholas que destinam fundos à Palestina predomina a arrecadação de receitas por cartão de crédito, transferências bancárias ou aplicações de pagamento como o Bizum ou o PayPal. </P><br />
<P>Além disso, o relatório aponta que, desde o ataque do Hamas a Israel, 07 de outubro de 2023, o Governo de Pedro Sánchez tornou Espanha numa &#8220;base conveniente para as atividades de organizações apoiantes da Palestina, tanto para arrecadação de fundos como para promover narrativas contra Israel&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771892]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Greve Geral: Atuação da PSP nos confrontos junto à AR foi &#8220;ponderada e responsável&#8221; &#8211; MAI</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/greve-geral-atuacao-da-psp-nos-confrontos-junto-a-ar-foi-ponderada-e-responsavel-mai/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:20:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério da Administração Interna (MAI) manifestou hoje "total confiança" na PSP, após os confrontos com manifestantes junto à Assembleia da República, sublinhando que a atuação policial foi "ponderada, profissional e responsável".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério da Administração Interna (MAI) manifestou hoje &#8220;total confiança&#8221; na PSP, após os confrontos com manifestantes junto à Assembleia da República, sublinhando que a atuação policial foi &#8220;ponderada, profissional e responsável&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A atuação policial foi pautada pela ponderação, profissionalismo e sentido de responsabilidade, intervindo para pôr termo à desordem pública com a firmeza e a robustez adequadas às circunstâncias&#8221;, pode ler-se, num comunicado enviado pelo ministério liderado por Luís Neves. </P><br />
<P>Pelo menos seis pessoas foram detidas hoje à tarde junto ao Parlamento, em Lisboa, no final da manifestação da CGTP, após confrontos com a PSP, estando indiciados por desobediência e resistência e coação sobre funcionário, segundo a polícia.</P><br />
<P>O MAI destacou que o Governo tem &#8220;total confiança&#8221; na PSP e &#8220;nos agentes que, no cumprimento da sua missão, atuaram para garantir a segurança das pessoas, a proteção das instituições democráticas e a manutenção da ordem pública&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado, o MAI sublinhou que &#8220;o direito à manifestação é uma conquista fundamental da democracia portuguesa e deve ser plenamente garantido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Mas o exercício desse direito implica responsabilidade, respeito pela lei e pelas instituições democráticas. Não serão tolerados comportamentos que procurem substituir esse direito pela desordem, pela intimidação, pela violência ou pela afronta contra as autoridades&#8221;, pode ler-se.</P><br />
<P>Para o MAI, o confronto com as forças de segurança, e a desobediência às determinações legalmente emanadas pelas autoridades, &#8220;não têm lugar num Estado de direito democrático&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Numa democracia, não há lugar para comportamentos extremistas&#8221;, vincou. </P><br />
<P>O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, já tinha destacado hoje que o dia de greve geral foi de &#8220;trabalho para a esmagadora maioria de portugueses&#8221; e condenou &#8220;comportamentos inaceitáveis de alguns&#8221; na manifestação junto ao Parlamento, distinguindo-os da organização.</P><br />
<P>Leitão Amaro sublinhou que &#8220;o Governo respeita integralmente o direito à greve e também o direito a trabalhar de todos aqueles que trabalharam&#8221;, lamentando incidentes na manifestação junto à Assembleia da República.</P><br />
<P>O responsável pelo Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, superintendente Resende da Silva, disse aos jornalistas, junto à Assembleia da República, que os detidos estavam, cerca das 20:00, a ser identificados e posteriormente serão ouvidos em primeiro interrogatório judicial, para aplicação de medidas de coação.</P><br />
<P>Uma outra fonte policial admitiu à Lusa que os detidos possam incorrer ainda nos crimes de dano, devido aos fogos que atearam nos caixotes do lixo, bem como arremesso de garrafas de vidro e outros objetos contundentes contra os polícias, tendo deles sofrido ferimentos ligeiros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771891]]></sapo:autor>
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		<title>Trump acredita em acordo de paz com o Irão no fim de semana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 21:07:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje acreditar que Washington e Teerão podem chegar a um acordo de paz "durante o fim de semana".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou hoje acreditar que Washington e Teerão podem chegar a um acordo de paz &#8220;durante o fim de semana&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se acontecer &#8211; e pode não acontecer, quem sabe? &#8211; mas se acontecer, pode ser que aconteça este fim de semana&#8221;, disse Trump, questionado pelos jornalistas na Sala Oval sobre o progresso das negociações para acabar com conflito iniciado pelo ataque norte-americano e israelita contra o Irão a 28 de fevereiro.</P><br />
<P>Sobre os ataques de terça-feira &#8211; das forças norte-americanas contra alvos no Irão, que responderam visando países vizinhos &#8211; Trump defendeu não estar em causa uma violação do cessar-fogo bilateral em vigor desde 08 de abril, mas apenas &#8220;alguns incidentes, nada de grave&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Tínhamos a situação controlada; resolvemos o problema rapidamente, como fazem as melhores forças armadas do mundo&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771890]]></sapo:autor>
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		<title>Greve Geral: CGTP sublinha milhares em manifestações pacificas por todo o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, destacou hoje os milhares de trabalhadores presentes nas manifestações da confederação sindical em todo o país e apontou que os distúrbios ocorridos em Lisboa foram causados por grupos que se infiltraram no protesto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, destacou hoje os milhares de trabalhadores presentes nas manifestações da confederação sindical em todo o país e apontou que os distúrbios ocorridos em Lisboa foram causados por grupos que se infiltraram no protesto.</P><br />
<P>Tiago Oliveira referiu, em entrevista à RTP hoje à noite, que a confederação sindical organizou em todos os distritos manifestações que &#8220;decorreram pacificamente&#8221;, lembrando que o mote da CGTP na greve geral que decorre hoje era &#8220;passar a mensagem concreta do que são as reivindicações dos trabalhadores&#8221;.</P><br />
<P>Sobre os distúrbios ocorridos hoje em Lisboa, que envolveram confrontos entre manifestantes e a polícia, o secretário-geral da CGTP frisou que estes momentos &#8220;desviam o cerne da questão do que são os objetivos da ação&#8221;.</P><br />
<P>Tiago Oliveira salientou que nenhum elemento do sindicato esteve envolvido nos confrontos, referindo que &#8220;há grupos que se integram nas manifestações da CGTP para levar adiante este tipo de situações&#8221;.</P><br />
<P>O líder sindical frisou, no entanto, que &#8220;o que está a acontecer é revelador das insuficiências e das faltas de respostas a problemas concretos&#8221; por parte do Governo.</P><br />
<P>Questionado sobre o timing da marcação da greve geral, Tiago Oliveira lembrou que a CGTP não controla a agenda, ao contrário do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Não controlando a agenda, o pior que podíamos fazer era permitir que o tempo decorresse e depois de estar concretizado ir a correr atrás do prejuízo&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Tiago Oliveira referiu que o Governo entregou na semana passada na Assembleia da República o pacote laboral para discussão, deu início na terça-feira à discussão pública e agendou para dia 18 discussões no Parlamento.</P><br />
<P>&#8220;Posto isto, confirmou a razão da greve geral, tínhamos que criar um momento especifico para permitir que os trabalhadores tivessem este momento para se pronunciarem sobre o pacote laboral&#8221;, frisou.</P><br />
<P>O secretário-geral da CGTP apontou ainda que além da confederação sindical a sociedade em geral rejeita o pacote laboral.</P><br />
<P>&#8220;O que estamos a assistir é um Governo que está com postura de prepotência, de arrogância, de falta de humildade, que se nega a ouvir a visão dos trabalhadores e que tem uma agenda própria&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>O ministro da Presidência afirmou hoje que o dia de greve geral foi de &#8220;trabalho para a esmagadora maioria de portugueses&#8221; e condenou &#8220;comportamentos inaceitáveis de alguns&#8221; na manifestação junto ao Parlamento, distinguindo-os da organização.</P><br />
<P>No final da reunião semanal do Conselho de Ministros, António sublinhou que &#8220;o Governo respeita integralmente o direito à greve e também o direito a trabalhar de todos aqueles que trabalharam&#8221;, lamentando incidentes na manifestação junto à Assembleia da República.</P><br />
<P>Pelo menos seis pessoas foram detidas hoje à tarde junto ao parlamento, em Lisboa, no final da manifestação da CGTP, após confrontos com a PSP, estando indiciados por desobediência e resistência e coação sobre funcionário, segundo a polícia.</P><br />
<P>O responsável pelo Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, superintendente Resende da Silva, disse aos jornalistas, junto à Assembleia da República, que os detidos estavam, cerca das 20:00, a ser identificados e posteriormente serão ouvidos em primeiro interrogatório judicial, para aplicação de medidas de coação.</P><br />
<P>A mesma fonte não especificou a idade dos detidos, uma vez que ainda estão a proceder à sua identificação.</P><br />
<P>Uma outra fonte policial admitiu à Lusa que os detidos possam incorrer ainda nos crimes de dano, devido aos fogos que atearam nos caixotes do lixo, bem como arremesso de garrafas de vidro e outros objetos contundentes contra os polícias, tendo alguns sofrido ferimentos ligeiros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771889]]></sapo:autor>
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		<title>UE desbloqueia primeira ronda de negociações para adesão da Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 20:16:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A União Europeia (UE) iniciou hoje os preparativos para abrir a primeira ronda de negociações formais de adesão da Ucrânia ao bloco, após a Hungria ter retirado o seu veto, anunciou a Presidência cipriota.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A União Europeia (UE) iniciou hoje os preparativos para abrir a primeira ronda de negociações formais de adesão da Ucrânia ao bloco, após a Hungria ter retirado o seu veto, anunciou a Presidência cipriota. </P><br />
<P>Os Estados-membros deram luz verde para o início destas conversações com a Ucrânia e também com a Moldova, outro país candidato à adesão, numa reunião dos Representantes Permanentes da UE realizada hoje em Bruxelas, adiantou a mesma fonte em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Isto representa um marco significativo no caminho para a integração europeia e envia uma forte mensagem de unidade e determinação da UE&#8221;, afirmou a Presidência cipriota do Conselho da UE, que detém a presidência rotativa neste semestre.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771883]]></sapo:autor>
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		<title>UE procura reduzir dependência tecnológica dos EUA e China com alternativas europeias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:58:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia apresentou hoje leis para promover os fornecedores europeus de serviços na nuvem em setores essenciais e garantir o fornecimento de chips, para reduzir a dependência tecnológica da UE em relação às empresas norte-americanas e chinesas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia apresentou hoje leis para promover os fornecedores europeus de serviços na nuvem em setores essenciais e garantir o fornecimento de chips, para reduzir a dependência tecnológica da UE em relação às empresas norte-americanas e chinesas.</P><br />
<P>Atualmente, a UE depende de fornecedores não pertencentes à UE para mais de 80% dos seus produtos, serviços e infraestruturas digitais, destacou a Comissão Europeia (CE), alertando para os perigos da &#8220;dependência tecnológica excessiva&#8221; numa altura em que &#8220;a fragmentação geopolítica está a aprofundar-se e as cadeias de abastecimento estão a ser cada vez mais instrumentalizadas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A União Europeia encontra-se numa conjuntura crucial para afirmar a sua soberania tecnológica e recuperar a sua posição na corrida global pelo poder geoeconómico&#8221;, declarou a CE em comunicado.</P><br />
<P>O foco principal da proposta são os concursos governamentais com empresas tecnológicas para serviços na nuvem. </P><br />
<P>O documento define quatro níveis de &#8220;soberania tecnológica&#8221; que devem ser considerados para impedir os governos estrangeiros de aceder a informação sensível ou até mesmo obrigar as empresas a um bloqueio tecnológico.</P><br />
<P>O nível mais baixo exige que os centros de dados estejam localizados na Europa, um requisito que a Amazon, a Microsoft e a Google, líderes de mercado, cumprem em 70% dos casos, segundo fontes da UE citadas pela agência Efe.</P><br />
<P>O segundo nível exige medidas para impedir que os governos estrangeiros acedam aos dados e interfiram com os serviços.</P><br />
<P>O terceiro, que as empresas sejam propriedade de cidadãos europeus e o quarto, que mantenham o controlo sobre os serviços na nuvem que oferecem.</P><br />
<P>Estas medidas complementam outras leis atualmente em negociação em Bruxelas, como a lei da cibersegurança, que estabelece as bases para excluir as empresas chinesas Huawei e ZTE do desenvolvimento de infraestruturas críticas. Pequim já ameaçou com retaliações caso esta lei seja aprovada.</P><br />
<P>&#8220;É tempo de a Europa assumir o controlo dos seus dados, das suas cadeias de abastecimento e do seu futuro&#8221;, destacou Henna Virkkunen, vice-presidente da CE responsável pela política digital, em conferência de imprensa.</P><br />
<P>Além disso, o comissário da Energia, Dan Jørgensen, anunciou que Bruxelas irá apresentar medidas no futuro para garantir a sustentabilidade energética dos centros de dados na Europa.</P><br />
<P>A CE apresentou também uma nova lei sobre chips para garantir o fornecimento de um material essencial para o desenvolvimento da inteligência artificial, reconhecendo que a lei atual, de 2022, é insuficiente numa altura em que &#8220;as cadeias de abastecimento se tornaram um ativo geopolítico fundamental&#8221;.</P><br />
<P>Bruxelas cita o caso da Nexperia, a empresa chinesa de semicondutores em que o Governo neerlandês interveio no ano passado, uma medida que levou Pequim a vetar temporariamente o fornecimento de chips à UE, comprometendo a indústria automóvel europeia.</P><br />
<P>Embora a lei atual tenha permitido a mobilização de 52 mil milhões de euros em investimentos públicos e privados, &#8220;persistem lacunas evidentes (&#8230;) que devem ser abordadas&#8221;, realçou a CE.</P><br />
<P>O executivo da UE está agora a propor um novo critério para a concessão de financiamento público às empresas de semicondutores, que tenha em conta o &#8220;valor acrescentado&#8221; que estas trazem para a Europa, seja através de investimentos em investigação e desenvolvimento ou através da criação de emprego, explicaram as fontes.</P><br />
<P>Com este objetivo, Virkkunen anunciou ainda uma consulta pública sobre a possibilidade de criação de um instrumento financeiro para financiar &#8220;as ambições da Europa em relação à soberania tecnológica&#8221;.</P><br />
<P>O chamado &#8220;pacote de soberania tecnológica&#8221; terá agora de ser negociado entre o Conselho da UE e o Parlamento Europeu. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771882]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: Trump admite ter chamado &#8220;doido&#8221; a Netanyahu por minar negociações com Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:47:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, admitiu hoje ter criticado o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, chamando-lhe "doido" num telefonema tenso, por os ataques de Israel ao Hezbollah no Líbano estarem a minar as conversações de paz com o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, admitiu hoje ter criticado o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, chamando-lhe &#8220;doido&#8221; num telefonema tenso, por os ataques de Israel ao Hezbollah no Líbano estarem a minar as conversações de paz com o Irão.</P><br />
<P>Numa entrevista hoje divulgada, Trump assegurou que, apesar das tensões, a sua relação com Netanyahu é sólida por serem ambos líderes em tempos de guerra.</P><br />
<P>&#8220;Trabalhamos muito bem juntos. Gosto muito do Bibi. E trabalho muito bem com ele&#8221;, disse Trump a um podcast do The New York Post.</P><br />
<P>Em entrevista ao canal de notícias norte-americano CNBC, Netanyahu respondeu que ele e Trump têm por vezes &#8220;divergências táticas&#8221;, mas mantêm &#8220;objetivos em comum&#8221; e &#8220;concordam nos pontos principais&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Ele respeita-me. Eu respeito-o. Encontramos sempre uma forma de resolver as nossas diferenças&#8221;, disse o primeiro-ministro israelita.</P><br />
<P>O jornal digital Axios noticiou na terça-feira que Trump destratou Netanyahu na segunda-feira, devido à ofensiva israelita no Líbano, afirmando que está &#8220;doido&#8221;.</P><br />
<P>O portal citou dois responsáveis norte-americanos sob anonimato e uma terceira fonte que tomou conhecimento do conteúdo da chamada telefónica, durante a qual Trump usou linguagem vulgar e se referiu não só à guerra entre Israel e o grupo xiita Hezbollah, como às acusações contra Netanyahu na justiça israelita de fraude, abuso de poder e corrupção.</P><br />
<P>&#8220;És doido varrido. Estarias na cadeia se não fosse eu. Estou a salvar-te o coiro. Agora toda a gente te odeia. Toda a gente odeia Israel por causa disto&#8221;, disse o Trump, segundo a transcrição da conversa pelo Axios.</P><br />
<P>A repreensão de Trump ocorreu no mesmo dia em que o líder da Casa Branca anunciou ter obtido garantias de Netanyahu e do Hezbollah de uma trégua.</P><br />
<P>De acordo com o Axios, noutro momento do telefonema, Trump confrontou Netanyahu e questionou: &#8220;O que raio estás a fazer?&#8221;, referindo-se à escalada militar no Líbano. </P><br />
<P>A versão oficial desta ligação, no entanto, é mais diplomática e evita qualquer menção a um confronto entre os dois líderes, que concordaram em lançar conjuntamente a ofensiva contra o Irão em 28 de fevereiro, com impacto em todo o Médio oriente, em particular no Líbano. </P><br />
<P>A escalada militar no Líbano levou o Irão a suspender na segunda-feira as conversações de paz com Washington, que estão ligadas ao conflito entre Israel o Hezbollah. </P><br />
<P>No último mês, Hezbollah e Israel têm continuado os ataques aéreos e confrontos terrestres no sul do Líbano, apesar do cessar-fogo em vigor desde 17 de abril. </P><br />
<P>No domingo, Israel capturou a fortaleza de Beaufort, uma posição estratégica no sul do Líbano, a norte do rio Litani, anterior linha de demarcação dos militares israelitas, que na semana passada receberam ordens para atuar até ao rio Zahrani, a cerca de 40 quilómetros da fronteira entre os dois países.</P><br />
<P>A trégua foi acordada entre Israel o Governo libanês em Washington, mas não era reconhecida pelo grupo xiita apoiado pelo Irão, tal como as negociações de paz israelo-libanesas em curso, com o patrocínio dos Estados Unidos. </P><br />
<P>O Líbano foi arrastado pelas milícias xiitas libanesas para a nova guerra na região ao reatarem, no início de março, ataques aéreos contra o território israelita.</P><br />
<P>Israel respondeu com bombardeamentos intensivos e expandiu as posições militares que já mantinha no sul do país vizinho durante o conflito anterior. </P><br />
<P>As partes tinham estado em confronto no seguimento da guerra de Faixa de Gaza, entre outubro de 2023 e novembro de 2024, data de um cessar-fogo nunca verdadeiramente respeitado e que foi interrompido com o início do conflito entre Estados Unidos, Israel e Irão. </P><br />
<P>Também hoje, Trump manteve-se evasivo quanto a um calendário para a resolução do conflito com o Irão, afirmando que o Estreito de Ormuz poderá permanecer bloqueado.</P><br />
<P>&#8220;Acho que poderia ser (o estreito manter-se fechado até ao Dia do Trabalho, a 07 de setembro), mas acho improvável. Acho que isso se vai resolver rapidamente&#8221;, disse Trump ao Post.</P><br />
<P>O Líder Supremo do Irão, Mojtaba Khamenei, que sucedeu ao seu falecido pai, está &#8220;envolvido&#8221; nas conversações de paz, acrescentou Trump.</P><br />
<P>&#8220;Têm muito respeito por ele&#8221;, disse o Presidente na entrevista.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771881]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pelo menos seis detidos após confrontos entre manifestantes e polícia junto à AR</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:27:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos seis pessoas foram detidas hoje à tarde junto ao parlamento, em Lisboa, no final da manifestação da CGTP, após confrontos com a PSP, estando indiciados por desobediência e resistência e coação sobre funcionário, segundo a polícia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Pelo menos seis pessoas foram detidas hoje à tarde junto ao parlamento, em Lisboa, no final da manifestação da CGTP, após confrontos com a PSP, estando indiciados por desobediência e resistência e coação sobre funcionário, segundo a polícia.</P><br />
<P>O responsável pelo Comando Metropolitano de Lisboa (Cometlis) da PSP, superintendente Resende da Silva, disse aos jornalistas, junto à Assembleia da República, que os detidos estavam, cerca das 20:00, a ser identificados e posteriormente serão ouvidos em primeiro interrogatório judicial, para aplicação de medidas de coação.</P><br />
<P>A mesma fonte não especificou a idade dos detidos, uma vez que ainda estão a proceder à sua identificação.</P><br />
<P>Uma outra fonte policial admitiu à Lusa que os detidos possam incorrer ainda nos crimes de dano, devido aos fogos que atearam nos caixotes do lixo, bem como arremesso de garrafas de vidro e outros objetos contundentes contra os polícias, tendo deles sofrido ferimentos ligeiros.</P><br />
<P></P><br />
<P>ARA/CMP // ZO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_771880]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Magyar anuncia acordo &#8220;histórico&#8221; sobre direitos da minoria húngara na Ucrânia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/magyar-anuncia-acordo-historico-sobre-direitos-da-minoria-hungara-na-ucrania/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2026 19:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar, anunciou hoje um "acordo histórico" com Kiev sobre os direitos da minoria húngara residente na Ucrânia, ponto de discórdia de longa data entre os dois países.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro húngaro, Peter Magyar, anunciou hoje um &#8220;acordo histórico&#8221; com Kiev sobre os direitos da minoria húngara residente na Ucrânia, ponto de discórdia de longa data entre os dois países.</P><br />
<P>&#8220;Chegámos a um acordo abrangente com a Ucrânia sobre a expansão dos direitos linguísticos, educacionais, culturais e políticos da minoria húngara&#8221; residente na Ucrânia, afirmou Magyar numa publicação no Facebook.</P><br />
<P>Os direitos da minoria húngara na Ucrânia eram um dos motivos invocados pelo antecessor de Magyar, Viktor Orbán, para bloquear o apoio da União Europeia a Kiev no contexto da invasão russa e também o processo de adesão ucraniana ao bloco. </P></p>
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