As forças armadas norte-americanas informaram segunda-feira que 200 soldados ficaram feridos em sete países diferentes, desde início do conflito no Médio Oriente, dos quais 180 já regressaram ao serviço.
O porta-voz do Comando Central das forças norte-americanas (CENTCOM), responsável pelo Médio Oriente, adiantou que 10 feridos são considerados graves.
Os ferimentos foram registados em ataques em Israel, Arábia Saudita, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Iraque e Jordânia.
“A grande maioria dos ferimentos são ligeiros e mais de 180 militares já regressaram ao serviço”, acrescentou o porta-voz do CENTCOM, capitão Tim Hawkins.
Desde início do conflito, com bombardeamentos norte-americano-israelitas contra o Irão a 28 de fevereiro, 13 militares norte-americanos morreram.
As primeiras fatalidades norte-americanas ocorreram a 01 de março, quando um ataque de drone contra um porto no Kuwait deixou seis militares mortos.
Na mesma data, um sétimo militar morreu devido a ferimentos sofridos num ataque iraniano na Base Aérea Príncipe Sultan, na Arábia Saudita.
A 13 de março, o CENTCOM anunciou que todos os seis tripulantes de uma aeronave de reabastecimento morreram quando a mesma se despenhou no oeste do Iraque.
Num incidente que ainda está sob investigação, um militar morreu devido a um problema de saúde no Campo Buehring, no Kuwait, no dia 06 de março.
A ofensiva conjunta dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão já provocou mais de 1.200 mortos no país, segundo as autoridades iranianas.
Entre as vítimas encontram-se o líder supremo iraniano, o ‘ayatollah’ Ali Khamenei, bem como vários ministros e altos responsáveis das forças armadas iranianas.
Em resposta, Teerão lançou vários mísseis e drones contra Israel e contra bases militares norte-americanas instaladas em países do Médio Oriente.



