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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 07:52:49 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Filas de dias por gasolina na Rússia: drones ucranianos levam guerra ao quotidiano de 50 milhões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:52:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A crise espalhou-se pelo país e obrigou várias autoridades regionais a impor medidas de racionamento. Em alguns casos, os carros só podem abastecer em dias alternados, consoante a matrícula seja par ou ímpar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">As filas nas bombas de combustível tornaram-se parte do quotidiano em várias regiões da Rússia, depois de ataques ucranianos com drones contra infraestruturas energéticas terem provocado uma crise de abastecimento sem paralelo desde os últimos anos da União Soviética.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o ‘Financial Times’, a escassez de combustível afeta diretamente cerca de 50 milhões de russos, o equivalente a 35% da população, com base no número de automobilistas em cada região. Em algumas zonas, os tempos de espera para abastecer já chegam a vários dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">A crise espalhou-se pelo país e obrigou várias autoridades regionais a impor medidas de racionamento. Em alguns casos, os carros só podem abastecer em dias alternados, consoante a matrícula seja par ou ímpar. Nas redes sociais, multiplicam-se vídeos de confrontos nas filas e há relatos de pessoas a tentar vender o próprio lugar na espera.</p>
<p><strong>Cossacos nas bombas e refeições para quem espera</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A tensão nas estações de serviço levou uma região do sul da Rússia a mobilizar cossacos, vestidos com chapéus tradicionais de pele, para manter a ordem junto das bombas de combustível. Noutra zona, na Sibéria, um governador ordenou que fossem distribuídas refeições quentes às pessoas que aguardavam nas filas.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o ‘Financial Times’, a situação levou o presidente russo, Vladimir Putin, a reconhecer publicamente no domingo a existência de “algumas carências” de combustível, embora tenha afirmado que estas não eram críticas.</p>
<p class="isSelectedEnd">O impacto da crise vai além do desconforto dos automobilistas. Em Chita, cidade siberiana, uma empresa de recolha de lixo suspendeu operações até à resolução da escassez de combustível. Duas pequenas companhias aéreas e uma associação do setor dos táxis avisaram que os preços poderão subir. A Wildberries, maior plataforma russa de comércio online, justificou o aumento das comissões pagas a vendedores com a subida dos preços dos combustíveis.</p>
<p><strong>Ucrânia intensificou ataques contra refinarias russas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A pressão começou a aumentar em maio, quando a Ucrânia intensificou a campanha de drones contra infraestruturas petrolíferas russas. Desde então, Kiev atingiu as dez maiores refinarias da Rússia, incluindo a unidade de Omsk, a maior do país.</p>
<p class="isSelectedEnd">A refinaria de Omsk fica a cerca de 2.500 quilómetros da linha da frente e representa aproximadamente 7% da capacidade de refinação russa. Foi atingida na segunda-feira.</p>
<p class="isSelectedEnd">Um alto responsável do setor energético russo citado pelo ‘Financial Times’ afirmou que há agora muito mais drones dirigidos contra cada alvo, numa pressão capaz de romper as defesas existentes. Segundo a mesma fonte, os sistemas que antes funcionavam já não conseguem suportar este nível de ataque, transformando a situação no “novo normal”.</p>
<p><strong>Crimeia em emergência e restrições em quase todo o país</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A primeira região a sentir com maior força a crise foi a Crimeia anexada pela Rússia, que se encontra agora em estado oficial de emergência. A região enfrenta apagões generalizados e o abastecimento de gasolina é feito apenas através de cupões eletrónicos de racionamento.</p>
<p class="isSelectedEnd">Até 25 de junho, quase 50 regiões russas já tinham imposto algum tipo de restrição à venda de combustível. A 8 de julho, as autoridades locais ou os próprios vendedores tinham aplicado limites na maioria das regiões, enquanto três delas declararam regime de “alerta elevado”, o nível anterior ao estado de emergência.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tensão nas filas tem gerado episódios invulgares. Numa região siberiana, a polícia deteve um homem que comprou online uma farda policial e tentou usá-la para passar à frente numa fila para comprar gasolina. Na Chuváchia, a cerca de 650 quilómetros a leste de Moscovo, um vídeo nas redes sociais mostra um motociclista a ultrapassar a fila, o que levou um automobilista a tentar agredi-lo antes de ser atacado com spray pimenta.</p>
<p><strong>Até 40% da capacidade de refinação poderá estar afetada</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A verdadeira dimensão da crise é difícil de medir, uma vez que a Rússia deixou de publicar grande parte dos dados relevantes. Ainda assim, analistas citados pelo ‘Financial Times’, recorrendo a dados secundários e relatos da imprensa, estimam que entre 20% e 40% da capacidade de refinação russa esteja fora de serviço.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho, a Rússia refinou em média 4,1 milhões de barris por dia, menos 28% do que a média dos últimos cinco anos e menos 35% do que a sua capacidade nominal, segundo Borys Dodonov, responsável pelos estudos de energia e clima da Kyiv School of Economics.</p>
<p class="isSelectedEnd">Sergey Vakulenko, investigador sénior do Carnegie Russia Eurasia Center, afirmou que a crise é real e sentida pela população, mas ainda não produziu um impacto económico generalizado ao ponto de comprometer o transporte de mercadorias e a disponibilidade de serviços.</p>
<p><strong>Moscovo com poucas soluções para travar crise</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A margem de manobra do Kremlin é limitada. A Rússia tem produzido historicamente cerca da mesma quantidade de gasolina que consome e dispõe de pouca capacidade de armazenamento, o que dificulta a estabilização do mercado.</p>
<p class="isSelectedEnd">As autoridades permitiram que as refinarias colocassem combustível de qualidade inferior no mercado interno. O Kremlin prometeu na quarta-feira aumentar as importações de produtos petrolíferos refinados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho, a Rússia importou da Bielorrússia um recorde de 141 mil toneladas de gasolina. Apesar de ser uma quantidade modesta quando comparada com o consumo russo, representa um aumento de 141 vezes em relação ao mesmo período do ano anterior.</p>
<p class="isSelectedEnd">Moscovo também proibiu na quarta-feira as exportações de gasóleo, o seu principal produto refinado. A medida deverá ajudar a garantir combustível para a frente de combate, uma vez que a maioria dos veículos militares funciona a diesel. No entanto, terá impacto limitado para os automobilistas russos, já que a maioria dos carros particulares no país utiliza gasolina.</p>
<p>A campanha ucraniana contra refinarias e outras infraestruturas energéticas russas transformou uma guerra distante para muitos cidadãos num problema diário e visível: filas, racionamento, conflitos nas bombas e receio de novos aumentos de preços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787264]]></sapo:autor>
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		<title>Canadá na União Europeia? A proposta de Macron que passa por uma ilha junto à Gronelândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:39:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente francês, Emmanuel Macron, terá sugerido ao primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, que o Canadá poderia aproximar-se da União Europeia ao ponto de ser considerado um candidato legítimo à adesão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O presidente francês, Emmanuel Macron, terá sugerido ao primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, que o Canadá poderia aproximar-se da União Europeia ao ponto de ser considerado um candidato legítimo à adesão, avança o El Español. O argumento assenta numa particularidade geográfica pouco conhecida: o Canadá partilha uma fronteira terrestre com a Dinamarca na ilha de Hans, situada perto da Gronelândia.</p>
<p class="isSelectedEnd">A ideia surgiu durante um almoço no Palácio do Eliseu, em Paris, em maio de 2025, poucos dias depois de Carney ter assumido funções como primeiro-ministro. A visita rompeu com a tradição política canadiana de reservar a primeira deslocação internacional para Washington.</p>
<p class="isSelectedEnd">Na altura, Carney procurava reduzir a dependência do Canadá em relação aos Estados Unidos, depois de declarações de Donald Trump sobre a possibilidade de transformar o país no 51.º estado americano e de novas ameaças comerciais contra Ottawa.</p>
<p><strong>A ilha de Hans e a fronteira que liga o Canadá à Europa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A base geográfica da sugestão de Macron está na ilha de Hans, um pequeno território desabitado no canal de Kennedy, entre a costa da Gronelândia e a ilha canadiana de Ellesmere. O ilhéu tem cerca de quilómetro e meio de extensão e é dividido entre o Canadá e a Dinamarca, através da Gronelândia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Essa fronteira, embora remota, permitiria defender que o Canadá tem uma ligação terrestre a um Estado-membro da União Europeia. Foi com esse argumento que Macron terá colocado em cima da mesa a possibilidade de o país norte-americano se aproximar da UE por uma via mais direta.</p>
<p class="isSelectedEnd">Carney, segundo a informação disponível, sorriu perante a proposta, mas não a tratou como uma simples brincadeira. O primeiro-ministro canadiano estava então a procurar novas alianças estratégicas e via a Europa como alternativa à dependência económica, militar, tecnológica e financeira em relação aos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Canadá procura reduzir dependência dos Estados Unidos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A relação entre Ottawa e Washington tinha-se degradado depois de Trump ter insistido na ideia de anexar o Canadá e de ter aumentado a pressão tarifária. De acordo com a investigação citada no texto original, Carney recordou uma frase atribuída a Trump ao seu antecessor, Justin Trudeau: “Se romper o tratado de 1908, todo o teu país desmorona-se.”</p>
<p class="isSelectedEnd">Para Carney, a mensagem confirmou uma mudança profunda: o aliado histórico do Canadá passava a ser encarado como uma ameaça potencial.</p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro canadiano começou então a olhar para a Europa como parceiro estratégico. Depois de Paris, deslocou-se a Londres para se encontrar com o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer. No entanto, o Reino Unido manteve uma postura cautelosa, receando provocar uma reação negativa de Trump e novas tarifas sobre a economia britânica.</p>
<p class="isSelectedEnd">Apesar dessa prudência britânica, o rei Carlos III demonstrou apoio a Ottawa ao visitar oficialmente o Canadá no final de maio, participando na cerimónia de abertura do Parlamento.</p>
<p><strong>Europa ganha peso na estratégia de Carney</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Carney voltou a insistir na aproximação à Europa durante a cimeira do G20, realizada no final de novembro em Joanesburgo. Aí conseguiu reforçar o apoio de Macron e atrair também o presidente finlandês, Alexander Stubb, e o presidente do Governo espanhol, Pedro Sánchez.</p>
<p class="isSelectedEnd">O primeiro-ministro britânico, contudo, continuou sem aderir totalmente à estratégia. Perante a cautela de Londres em preservar a relação com Washington, Carney terá respondido que já não havia “nenhuma relação a salvar”.</p>
<p class="isSelectedEnd">A tensão com os Estados Unidos agravou-se quando Trump aumentou tarifas sobre o Canadá através de um imposto especial e voltou a apresentar uma solução política direta: se o Canadá se tornasse o 51.º estado americano, as tarifas desapareceriam.</p>
<p><strong>Eurovisão entra na aproximação canadiana à Europa</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O reforço dos laços com a Europa também passou pela cultura e pela diplomacia pública. Em novembro, o Governo canadiano cancelou um antigo projeto com a União Europeia de Radiodifusão para criar uma versão própria do Festival Eurovisão no país.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em paralelo, os orçamentos federais passaram a incluir uma verba de 150 milhões de dólares canadianos, cerca de 92 milhões de euros, para explorar a participação no verdadeiro Festival Eurovisão.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho de 2026, a CBC/Radio-Canada foi aceite como membro de pleno direito da União Europeia de Radiodifusão. A 1 de julho, Dia do Canadá, foi anunciado que o país iria estrear-se no Festival Eurovisão de 2027, que decorrerá na Bulgária.</p>
<p class="isSelectedEnd">A aproximação, contudo, não terá sido motivada sobretudo por razões culturais. O movimento de Carney foi apresentado como parte de uma estratégia mais ampla de reposicionamento internacional do Canadá perante as ambições territoriais de Trump e a crescente incerteza na relação com os Estados Unidos.</p>
<p><strong>Gronelândia aumenta tensão entre aliados</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A questão da Gronelândia tornou-se um elemento central nesta nova fase. Trump voltou a reclamar o controlo do território e não afastou o uso da força. Para Carney, a ameaça sobre a Gronelândia serviu como argumento adicional para reforçar a ligação canadiana à Europa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Numa reunião no Eliseu com aliados da Ucrânia, a primeira-ministra dinamarquesa, Mette Frederiksen, pediu solidariedade europeia perante as pressões sobre a Gronelândia. Carney estava presente e interpretou essa crise como uma oportunidade para acelerar a aproximação estratégica à União Europeia.</p>
<p class="isSelectedEnd">Pouco depois, no Fórum Económico Mundial de Davos, o primeiro-ministro canadiano defendeu uma aliança entre economias médias e alertou para o enfraquecimento da ordem internacional baseada em regras. Carney argumentou que os países deveriam construir “geometrias variáveis”, isto é, coligações flexíveis para partilhar recursos e responsabilidades em áreas estratégicas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Trump acompanhou o discurso a partir do Air Force One e terá classificado o Canadá como um país “ingrato”. No dia seguinte, os dois líderes encontraram-se em Davos, onde Trump terá dito a Carney que o Canadá existe graças aos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Defesa e tecnologia aceleram ligação entre Canadá e UE</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A aproximação estratégica entre Canadá e Europa ganhou novo impulso em fevereiro, quando o presidente do Conselho Europeu, António Costa, convocou uma reunião extraordinária sobre o afastamento dos Estados Unidos. O Canadá foi convidado a participar.</p>
<p class="isSelectedEnd">A partir desse momento, aceleraram os investimentos em tecnologias de defesa e de duplo uso. Vários países europeus começaram também a reduzir a dependência de plataformas tecnológicas americanas em áreas sensíveis.</p>
<p class="isSelectedEnd">França substituiu aplicações de videoconferência usadas pelos seus funcionários públicos por uma solução francesa. Alemanha, Polónia, Países Baixos, Luxemburgo, Bélgica e França avançaram igualmente para a substituição de serviços de mensagens como o WhatsApp por aplicações oficiais.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em junho, Macron e Carney voltaram a reunir-se no Eliseu para preparar a cimeira do G7. Ambos destacaram então o reforço da aproximação estratégica entre o Canadá e a União Europeia. Um dos passos mais relevantes foi a adesão canadiana ao novo fundo europeu de defesa, dotado de 150 mil milhões de euros.</p>
<p><strong>Canadá reforça contactos com líderes europeus</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Carney tem multiplicado contactos com parceiros europeus. Em abril, reuniu-se em Ottawa com o presidente finlandês, Alexander Stubb. Com a Alemanha, lançou a Aliança Tecnológica Soberana. Os seus assessores começaram também a trabalhar com Andy Burnham, apontado no texto original como futuro primeiro-ministro britânico.</p>
<p>A reunião da NATO em Ancara decorreu sob forte atenção à posição de Donald Trump, que voltou a reclamar o controlo da Gronelândia e a criticar os países que não o apoiaram no Irão.</p>
<p>A crise no Médio Oriente poderá desviar atenções de outros pontos de tensão dentro da aliança ocidental, como o apoio à Ucrânia, os orçamentos de defesa ou as reivindicações territoriais dos Estados Unidos. Para vários líderes, a prioridade parece ser ganhar tempo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787257]]></sapo:autor>
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		<title>China e Rússia iniciam fase naval de exercícios conjuntos no mar Amarelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China e a Rússia iniciaram hoje a fase de exercícios no mar das manobras navais conjuntas Joint Sea-2026, que decorre no mar Amarelo, nas águas e no espaço aéreo próximos da cidade chinesa de Qingdao (leste).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China e a Rússia iniciaram hoje a fase de exercícios no mar das manobras navais conjuntas Joint Sea-2026, que decorre no mar Amarelo, nas águas e no espaço aéreo próximos da cidade chinesa de Qingdao (leste).</p>
<p>Segundo a agência noticiosa oficial Xinhua, os navios participantes dos dois países partiram de uma base naval na cidade costeira para realizar exercícios de reconhecimento conjunto, defesa antiaérea e antimíssil, ataque naval e operações conjuntas de salvamento de submarinos.</p>
<p>A nova fase sucede à conclusão da etapa de planeamento em porto, durante a qual o comando conjunto das manobras organizou várias rondas de simulações de comando e coordenação tática.</p>
<p>&#8220;As duas partes acordaram os principais aspetos das operações, as regras dos exercícios e aperfeiçoaram os procedimentos de coordenação marítima e os planos de resposta a emergências&#8221;, indicou a Xinhua.</p>
<p>Desde o início dos exercícios Joint Sea-2026, na segunda-feira, militares chineses e russos participaram em atividades de intercâmbio no porto, incluindo encontros profissionais sobre tecnologias de salvamento de submarinos, visitas recíprocas a navios, um jogo amigável de basquetebol e uma receção.</p>
<p>O ministério da Defesa russo informou na segunda-feira da chegada a Qingdao do cruzador de mísseis Variag, da corveta Rezkiy, do submarino Ufa e do navio de salvamento Igor Belousov. Do lado chinês participam os contratorpedeiros Anshan e Kaifeng, a fragata Wuhu e um submarino diesel-elétrico da classe Yuan.</p>
<p>As manobras prolongam-se até 13 de julho, seguindo-se uma operação de &#8220;patrulhamento marítimo conjunto&#8221; em &#8220;áreas relevantes&#8221; do oceano Pacífico, numa altura em que a China tem intensificado a sua atividade naval naquela região.</p>
<p>Este destacamento ocorre poucos dias depois de Pequim ter lançado, na segunda-feira, um míssil estratégico a partir de um submarino nuclear para águas do Pacífico, um movimento que suscitou preocupação entre vários países da região.</p>
<p>Pequim e Moscovo reforçaram nos últimos anos a cooperação militar, através de exercícios conjuntos, patrulhas aéreas e contactos de alto nível entre os respetivos comandos militares.</p>
<p>A aproximação entre os dois países intensificou-se depois de os Presidentes chinês, Xi Jinping, e russo, Vladimir Putin, terem proclamado, em Pequim, pouco antes da invasão russa da Ucrânia, uma relação bilateral &#8220;sem limites&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787258]]></sapo:autor>
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		<title>Ormuz vale mais do que o nuclear: Irão endurece posição e desafia Washington</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:29:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante quase 25 anos, o programa nuclear foi a principal fonte de tensão entre o Irão e os Estados Unidos, esteve na origem de sanções internacionais pesadas e foi apresentado como a principal justificação para a guerra lançada por Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O controlo do Estreito de Ormuz tornou-se uma prioridade estratégica central para o Irão, ao ponto de ser visto em Teerão como uma “arma dourada” nas disputas com os Estados Unidos e com o Ocidente. Segundo a Reuters, a questão ganhou agora mais peso do que o próprio programa nuclear iraniano, que durante décadas esteve no centro das sanções internacionais contra a República Islâmica.</p>
<p class="isSelectedEnd">A importância atribuída ao estreito aumentou depois de navios que atravessavam a zona sem autorização de Teerão terem sido alvo de disparos esta semana, desencadeando uma troca de fogo com os Estados Unidos e colocando sob pressão o acordo provisório de paz alcançado no mês passado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante anos, os líderes iranianos evitaram bloquear a passagem no Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de um quinto do abastecimento energético mundial. Agora, porém, encaram essa posição geográfica como a sua carta mais forte em várias frentes de negociação.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Reconheçam a nova ordem iraniana no Estreito de Ormuz: este é o único caminho”, escreveu nas redes sociais Ebrahim Azizi, membro da comissão parlamentar iraniana de segurança nacional e política externa, dirigindo-se aos Estados Unidos.</p>
<p><strong>Teerão vê Ormuz como ponto de pressão decisivo</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com duas fontes iranianas de alto nível citadas pela Reuters, há pouco desacordo em Teerão sobre a atual linha estratégica. Embora tenham existido discussões sobre o risco de o Irão estar a ir longe demais, a leitura dominante nos círculos de decisão é que nenhum país racional abriria mão de um instrumento de pressão tão importante.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma dessas fontes classificou o Estreito de Ormuz como a “arma dourada” do Irão e afirmou que seria “absolutamente impossível” retirar essa vantagem estratégica ao país.</p>
<p class="isSelectedEnd">O acordo provisório assinado no mês passado pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, permitiu reabrir o estreito a mais tráfego, mas deixou em aberto uma questão essencial: quem controla, na prática, a passagem marítima.</p>
<p class="isSelectedEnd">O memorando de entendimento estabelece que o Irão fará, “usando os seus melhores esforços”, os preparativos necessários para a passagem segura de navios comerciais, sem encargos, durante apenas 60 dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para os negociadores iranianos, esta formulação equivale a um reconhecimento americano do direito de Teerão a gerir a via marítima, ainda que sem cobrança de taxas ou portagens durante dois meses. Já os Estados Unidos e os países do Golfo rejeitam essa interpretação, defendendo que o texto apenas obriga o Irão a facilitar a passagem segura dos navios, sem impor restrições pela força.</p>
<p><strong>Desconfiança em relação aos Estados Unidos pesa na posição iraniana</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A postura de Teerão é alimentada por uma profunda desconfiança em relação a Washington. Entre os fatores apontados estão a decisão de Trump, em 2018, de abandonar o anterior acordo nuclear, o regresso à guerra este ano depois de ter sido acordado um cessar-fogo no verão passado, e o lançamento não anunciado da ofensiva durante um processo negocial.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma das fontes iranianas citadas pela Reuters defendeu que, se o Irão recuasse em Ormuz, Trump intensificaria as exigências noutras áreas, incluindo o dossier nuclear e o arsenal de mísseis convencionais iranianos. Essa cedência, afirmou a mesma fonte, seria vista como “rendição”, algo que Teerão considera impossível.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante anos, o Irão avisou que poderia fechar o estreito, chegando a afirmar que essa decisão seria tão fácil como “beber um copo de água”. Ainda assim, altos responsáveis iranianos admitiam em privado que essa seria uma medida de último recurso.</p>
<p class="isSelectedEnd">A hesitação explicava-se pelo risco de agravar o isolamento internacional do país, irritar os vizinhos do Golfo, afetar os consumidores globais de energia e prejudicar a própria economia iraniana.</p>
<p><strong>Ataques de fevereiro mudaram cálculo estratégico</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A Reuters escreve que esse cálculo mudou depois dos ataques dos Estados Unidos e de Israel, em 28 de fevereiro, que mataram o líder supremo iraniano e outros altos responsáveis. A partir desse momento, responsáveis em Teerão consideraram que já pouco tinham a perder.</p>
<p class="isSelectedEnd">O Irão encerrou então o Estreito de Ormuz a todo o tráfego, exceto ao seu próprio, provocando a maior perturbação de sempre no abastecimento energético global. Depois de hesitar devido ao impacto nos preços do petróleo, Washington respondeu em abril com um bloqueio aos portos iranianos.</p>
<p class="isSelectedEnd">Com o aumento dos custos económicos associados ao bloqueio de Ormuz, os dois lados acabaram por aceitar um acordo. Mas, segundo a leitura iraniana, o facto de o encerramento do estreito ter forçado os Estados Unidos a negociar reforçou a necessidade de formalizar essa capacidade.</p>
<p class="isSelectedEnd">Ali Ansari, professor de História Moderna na Universidade de St Andrews, na Escócia, considera que ambos os lados enfrentavam receios sobre os problemas económicos imediatos, mas também acreditam ter saído vencedores. Por isso, há agora a perceção de que basta pressionar um pouco mais para alcançar os objetivos pretendidos.</p>
<p><strong>Programa nuclear passa para segundo plano</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O Estreito de Ormuz tornou-se agora mais importante para Teerão do que o próprio programa nuclear. Segundo a Reuters, o Irão acredita também que Washington já aceitou o seu direito ao enriquecimento de urânio e a diluição, em território iraniano, das reservas existentes de urânio altamente enriquecido.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante quase 25 anos, o programa nuclear foi a principal fonte de tensão entre o Irão e os Estados Unidos, esteve na origem de sanções internacionais pesadas e foi apresentado como a principal justificação para a guerra lançada por Trump.</p>
<p class="isSelectedEnd">No entanto, no acordo provisório destinado a pôr fim ao conflito, as negociações sobre o programa nuclear foram remetidas para conversações futuras.</p>
<p>As fontes iranianas de alto nível citadas pela Reuters afirmam que Teerão se recusa sequer a iniciar essas negociações nucleares enquanto os Estados Unidos não aceitarem a gestão plena do Estreito de Ormuz pelo Irão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787252]]></sapo:autor>
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		<title>OpenAI lança GPT-5.6 esta quinta-feira após revisão dos EUA por receios de segurança nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:15:17 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[GPT-5.6 será disponibilizado em três variantes: Sol, Terra e Luna]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A OpenAI vai lançar publicamente esta quinta-feira o GPT-5.6, a sua nova família de modelos de inteligência artificial, depois de um atraso motivado por pedidos do governo dos Estados Unidos relacionados com preocupações de segurança nacional.</p>
<p>Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, a empresa confirmou que o GPT-5.6 Sol, Terra e Luna ficará disponível esta quinta-feira, após ter limitado inicialmente o acesso a um pequeno grupo de parceiros selecionados, cujos dados foram partilhados com as autoridades americanas. A &#8216;Axios&#8217; avançou que a Administração Trump autorizou o lançamento alargado depois de testes adicionais e reuniões entre responsáveis governamentais e a empresa.</p>
<p>A nova família de modelos chega num momento em que os Estados Unidos e a China disputam a liderança no desenvolvimento de sistemas de IA cada vez mais poderosos. Uma das principais preocupações das autoridades americanas é que modelos de última geração possam acelerar ciberataques sofisticados contra setores dependentes de infraestruturas tecnológicas antigas, complexas e interligadas.</p>
<p>Washington tem aumentado o escrutínio sobre o lançamento de modelos avançados, receando que a tecnologia seja utilizada por estruturas militares ou de informações da China, da Rússia e de outros países. De acordo com a &#8216;Reuters&#8217;, as autoridades chinesas também realizaram reuniões com grandes tecnológicas sobre a possibilidade de restringir o acesso externo aos modelos de IA mais avançados do país, incluindo sistemas ainda não lançados.</p>
<p>O GPT-5.6 será disponibilizado em três variantes: Sol, Terra e Luna. A OpenAI descreve o Sol como o modelo mais capaz da empresa até agora, com melhorias em tarefas de programação, investigação científica, biologia, cibersegurança e utilização de computador. A própria empresa afirma que o GPT-5.6 Sol é o seu modelo mais avançado para cibersegurança, mas sublinha que foi desenvolvido com as salvaguardas mais robustas já aplicadas aos seus sistemas.</p>
<p>A versão Terra é apresentada como uma opção equilibrada para trabalho quotidiano, com desempenho competitivo com o GPT-5.5 e custo reduzido para metade. A versão Luna será a mais rápida e económica da família, orientada para utilização de menor custo.</p>
<p>Segundo a tabela de preços divulgada pela OpenAI, o GPT-5.6 Sol custará 5 dólares por milhão de tokens de entrada e 30 dólares por milhão de tokens de saída. O Terra terá um custo de 2,5 dólares por milhão de tokens de entrada e 15 dólares por milhão de tokens de saída, enquanto o Luna ficará nos 1 dólar por milhão de tokens de entrada e 6 dólares por milhão de tokens de saída.</p>
<p>A OpenAI tinha iniciado a prévia limitada do GPT-5.6 no final de junho, através da API e do Codex, apenas para parceiros e organizações consideradas de confiança. Na altura, a empresa afirmou que não considerava desejável que este tipo de processo de acesso governamental se tornasse a norma de longo prazo, mas disse estar a cooperar para poder lançar os modelos de forma mais segura.</p>
<p>O caso da OpenAI surge em paralelo com o da Anthropic, que desativou temporariamente os seus modelos mais avançados, Mythos 5 e Fable 5, depois de uma ordem de controlo de exportações emitida pelo Governo dos Estados Unidos em junho. As restrições sobre o Fable foram levantadas depois de a empresa implementar salvaguardas adicionais, mas o Mythos, desenhado para profissionais de cibersegurança, continua com acesso mais limitado.</p>
<p>O caso mostra que a aprovação de modelos de IA de fronteira está a tornar-se uma negociação política e técnica em tempo real, envolvendo empresas, reguladores e preocupações estratégicas sobre segurança nacional.</p>
<p>Mais do que uma nova versão de um chatbot, o GPT-5.6 marca uma fase diferente na corrida da inteligência artificial. O lançamento mostra que os modelos mais poderosos deixaram de ser apenas produtos tecnológicos: passaram a ser também ativos geopolíticos, avaliados pelo que podem fazer pelos utilizadores, mas também pelo que podem permitir a Estados, empresas e potenciais atacantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786855]]></sapo:autor>
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		<title>Crise da água agrava-se em Almada: sábado traz novas restrições após cortes em 15 zonas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da Câmara de Almada deverá reunir-se hoje com a ministra do Ambiente para analisar a crise no abastecimento e as medidas a aplicar nos próximos dias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A crise no abastecimento de água em Almada deverá prolongar-se por, pelo menos, mais duas semanas. Na noite passada, 15 zonas do concelho ficaram sem água entre as 22h00 e as 06h00, numa medida aplicada em áreas entre a Costa da Caparica e a Charneca da Caparica.</p>
<p class="isSelectedEnd">O corte afetou zonas de seis freguesias: Charneca da Caparica, Sobreda, Costa da Caparica, Palhais, Caparica e Trafaria. A situação poderá repetir-se nos próximos dias noutras áreas do concelho.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a tarde, o município tinha declarado situação de alerta devido à escassez de água e avançado com várias restrições ao consumo. Entre as medidas já impostas está a proibição de regar jardins públicos e privados, campos de golfe, lavar viaturas e encher piscinas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Também ficou proibida a utilização de chuveiros e lava-pés nas zonas balneares.</p>
<p><strong>Câmara diz que plano tenta evitar cortes de 24 horas</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Num vídeo divulgado nas redes sociais durante a noite, a presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, afirmou que o plano de contingência é a única forma de evitar que algumas zonas do concelho fiquem sem água durante todo o dia.</p>
<p><iframe style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1341840298102355%2F&amp;show_text=true&amp;width=267&amp;t=0" width="267" height="591" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p class="isSelectedEnd">Os problemas no abastecimento já se arrastam há mais de uma semana. Numa primeira fase, os munícipes foram confrontados com uma redução da pressão da água durante o período noturno. Agora, a autarquia passou a aplicar cortes integrais por zonas, sempre entre as 22h00 e as 06h00.</p>
<p class="isSelectedEnd">A presidente da Câmara revelou ainda que, a partir de sábado, serão aplicadas novas restrições no concelho.</p>
<p><strong>Camiões cisterna vão apoiar distribuição de água</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Perante a situação, o município vai recorrer ao apoio de camiões cisterna para distribuir água à população.</p>
<p class="isSelectedEnd">A falta de água em Almada tem gerado forte contestação. Esta quarta-feira, a situação levou a um protesto com cortes de estradas e confrontos entre manifestantes e a polícia. A população enfrenta há vários dias dificuldades no acesso à água nas torneiras, enquanto a autarquia já admitiu que a resolução do problema não será imediata.</p>
<p class="isSelectedEnd">A contestação também chegou à liderança do município, com moradores a pedirem a demissão da presidente da Câmara, Inês de Medeiros.</p>
<p><strong>Ministra do Ambiente aponta falhas de investimento</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">A ministra do Ambiente acusou a Câmara de Almada de não ter realizado os investimentos necessários para evitar a atual falta de água. A governante alertou ainda que o concelho apresenta perdas de água na ordem dos 40%, uma das situações mais graves a nível nacional.</p>
<p>A presidente da Câmara de Almada deverá reunir-se hoje com a ministra do Ambiente para analisar a crise no abastecimento e as medidas a aplicar nos próximos dias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787244]]></sapo:autor>
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		<title>Condutor sem carta apanhado com 15 crianças em autocarro a caminho da praia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:02:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo seguia das Caldas da Rainha para a Praia do Carreiro de Joanes, em Peniche, quando foi intercetado durante uma operação rodoviária no IP6.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Um condutor que transportava 15 crianças num autocarro foi fiscalizado pela GNR sem ter a carta de qualificação de motorista. O grupo seguia das Caldas da Rainha para a Praia do Carreiro de Joanes, em Peniche, quando foi intercetado durante uma operação rodoviária no IP6.</p>
<p class="isSelectedEnd">De acordo com o <a href="https://www.jn.pt/justica/artigo/condutor-sem-carta-apanhado-a-caminho-da-praia-com-15-criancas-num-autocarro/18104076" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias</a>, a fiscalização decorreu na manhã de terça-feira, por volta das 12 horas, numa ação da Guarda Nacional Republicana acompanhada pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes. A operação esteve centrada no transporte coletivo de crianças.</p>
<p class="isSelectedEnd">Durante a inspeção, os militares detetaram outras irregularidades. Além de não ter carta de qualificação de motorista, o condutor também não possuía cartão de tacógrafo. Foi ainda verificado que o transporte de passageiros estava a ser realizado sem o licenciamento obrigatório.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o Jornal de Notícias, a GNR levantou vários autos de contraordenação na sequência da fiscalização. A Guarda sublinhou que o cumprimento das normas aplicáveis ao transporte de passageiros é essencial para garantir a segurança rodoviária, especialmente quando estão envolvidas crianças.</p>
<p>A operação teve como objetivo identificar situações capazes de colocar em causa a segurança na estrada e assegurar que o transporte coletivo cumpre a legislação em vigor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787241]]></sapo:autor>
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		<title>Vai ao NOS Alive? Saiba como chegar a Algés, evitar os cortes de trânsito e o que não pode levar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 07:00:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Com cerca de 60 mil visitantes diários previstos, a PSP vai montar uma operação especial de segurança durante o festival]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O NOS Alive arranca esta quinta-feira no Passeio Marítimo de Algés, em Oeiras, com milhares de pessoas esperadas por dia e um cartaz que junta nomes como Nick Cave &#038; The Bad Seeds, Twenty One Pilots, Foo Fighters, Florence + The Machine, Lorde, Buraka Som Sistema, Teddy Swims, Wolf Alice, Skunk Anansie, A Perfect Circle, The Warning, The Royston Club e Don West.</p>
<p>Com cerca de 60 mil visitantes diários previstos, a PSP vai montar uma operação especial de segurança durante o festival, enquanto as principais empresas de transportes públicos reforçam a oferta para facilitar as deslocações até Algés e o regresso depois dos concertos.</p>
<p><strong>Trânsito condicionado a partir das 15h</strong></p>
<p>Os condicionamentos de trânsito começam às 15h desta quinta-feira e vão afetar várias zonas junto ao recinto, incluindo a Avenida Brasília, a Avenida Marginal entre Algés e o Alto da Boa Viagem, o Viaduto da CRIL/IC17, em Algés, e a Praça D. Manuel I.</p>
<p>Também haverá restrições no acesso à CRIL pela Avenida General Norton de Matos, em Miraflores, pela Avenida Humberto Melo Pereira, no cruzamento com a Rua Damião de Góis, e pela Avenida Ivens, no sentido Lisboa-Cascais.</p>
<p>Entre as 23h e as 4h, a circulação será interrompida na via descendente da CRIL/IC17, entre o nó de Miraflores e a rotunda junto à Avenida Brasília. A PSP recomenda percursos alternativos pela A5, N117/Belém e N6-3, no Alto da Boa Viagem.</p>
<p>A recomendação principal das autoridades é clara: quem for ao festival deve evitar o carro e privilegiar os transportes públicos, tanto pela dimensão da afluência como pelos procedimentos de segurança previstos no acesso ao recinto.</p>
<p><strong>Carris terá shuttle especial à saída do festival</strong></p>
<p>Para o regresso, a Carris preparou um shuttle especial com partida junto à saída do recinto do NOS Alive e três destinos principais. Um dos trajetos segue para Santa Apolónia, com paragens em Belém, Alcântara, Santos e Cais do Sodré. Outro terá destino ao Marquês de Pombal, com paragem nas Amoreiras. O terceiro seguirá para o Oriente, com paragens na Estação de Benfica e no Campo Grande.</p>
<p>Na quinta-feira, o serviço funciona entre a meia-noite e as 3h. Na sexta-feira, estará disponível entre a meia-noite e as 4h, acompanhando o período de maior saída do recinto.</p>
<p><strong>CP reforça comboios nas madrugadas do festival</strong></p>
<p>A CP também vai reforçar a oferta, com comboios especiais e serviços dedicados para facilitar as deslocações. Nas madrugadas dos dias de festival, haverá reforço dos Comboios Urbanos de Lisboa nas ligações entre Algés e Cais do Sodré, Algés e Cascais, e Cais do Sodré e Algés.</p>
<p>Estão previstas partidas adicionais de Algés para Cais do Sodré à 1h45, 2h15, 2h30, 3h, 3h30 e 4h. No sentido Algés-Cascais, haverá comboios às 2h, 2h15, 2h30, 3h, 3h30 e 4h. No sentido Cais do Sodré-Algés, estão previstas ligações às 18h10, 18h30, 18h50, 19h10, 19h20 e 19h40.</p>
<p>Haverá ainda o Comboio Especial Música entre Santa Apolónia e Porto-Campanhã. Nas madrugadas de 10 e 12 de julho, a partida de Lisboa está prevista para as 3h20. Na madrugada de 11 de julho, o comboio sai de Santa Apolónia às 2h45.</p>
<p><strong>Ligação fluvial chega a Pedrouços/Algés</strong></p>
<p>A Transtejo Soflusa também reforça a operação. A partir desta quinta-feira, a ligação fluvial entre Trafaria e Lisboa passa a ser prolongada até Pedrouços/Algés, através da rota Trafaria – Porto Brandão – Pedrouços/Algés, que passa a funcionar todos os dias da semana.</p>
<p>Durante as madrugadas do festival, a empresa terá ainda carreiras extraordinárias nas ligações Cais do Sodré – Cacilhas e Terreiro do Paço – Barreiro, com partidas às 3h e às 4h.</p>
<p><strong>Chegar cedo e preparar a entrada</strong></p>
<p>A PSP aconselha os festivaleiros a chegarem com antecedência, tendo em conta a elevada afluência esperada e os procedimentos de segurança necessários para aceder ao recinto. À entrada serão realizadas revistas e todos os objetos não autorizados serão retirados.</p>
<p>Entre os objetos proibidos estão bebidas alcoólicas, armas de fogo, armas brancas, canivetes, correntes metálicas, cintos ou pulseiras pontiagudas, garrafas reutilizáveis de metal, objetos de vidro, latas de bebida ou spray, selfie sticks, hastes rígidas, tendas, bancos, cadeiras, correntes, cordas e lanternas.</p>
<p>Também não será permitida a entrada de garrafas de água com tampa acima de 500 ml, nem de cartazes de grandes dimensões ou com mensagens ofensivas, discriminatórias ou relacionadas com ações extremistas.</p>
<p>A PSP alerta que os objetos apreendidos durante as revistas não serão devolvidos. Quem transportar artigos não permitidos poderá recorrer ao bengaleiro localizado junto às bilheteiras, mediante o pagamento de um euro.</p>
<p><strong>O cartaz por dias</strong></p>
<p>O primeiro dia do NOS Alive terá Nick Cave &#038; The Bad Seeds no Palco NOS, num dos regressos mais aguardados ao circuito europeu, além da estreia dos Twenty One Pilots no festival. A Perfect Circle e The Royston Club também atuam esta quinta-feira no Palco NOS.</p>
<p>Na sexta-feira, o grande destaque vai para os Foo Fighters, que regressam ao Passeio Marítimo de Algés. O mesmo dia contará ainda com Wolf Alice, The Warning e Skunk Anansie, numa programação marcada pelo rock alternativo e por concertos de forte presença ao vivo.</p>
<p>No sábado, Florence + The Machine, Lorde, Teddy Swims, Buraka Som Sistema e Don West fecham o cartaz principal. O regresso dos Buraka Som Sistema, em concerto exclusivo em Portugal, deverá ser um dos momentos mais fortes da edição deste ano.</p>
<p>O NOS Alive regressa assim ao Passeio Marítimo de Algés com três dias de concertos, fortes restrições à circulação automóvel e uma operação de transportes reforçada. Para quem vai ao festival, a melhor estratégia é planear a chegada, confirmar horários de regresso e deixar em casa tudo o que não pode entrar no recinto.</p>
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		<title>Ormuz &#8216;a ferro e fogo&#8217;: estreito continua como zona de guerra até (pelo menos&#8230;) esta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[intenacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão foi tomada por sindicatos e empregadores do setor marítimo, depois de novos ataques a navios terem mantido elevado o risco para as tripulações]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estreito de Ormuz vai continuar a ser considerado zona de guerra pelo menos até esta quinta-feira, 9 de julho, apesar da trégua entre os Estados Unidos e o Irão. A decisão foi tomada por sindicatos e empregadores do setor marítimo, depois de novos ataques a navios terem mantido elevado o risco para as tripulações.</p>
<p>A classificação aplica-se aos navios cujas empresas são signatárias dos acordos coletivos de trabalho do International Bargaining Forum, que abrange cerca de 15 mil embarcações em todo o mundo. Para os profissionais marítimos cobertos por estes acordos, a designação tem efeitos diretos: direito ao dobro do salário, possibilidade de recusar navegar na zona e pedido de repatriamento a expensas da empresa.</p>
<p>“Esta decisão reconhece o risco significativo e contínuo para a vida dos profissionais e a rápida evolução da situação na região”, justificaram, em comunicado conjunto, a Federação Internacional dos Trabalhadores dos Transportes e o Joint Negotiating Group, que representa os empregadores da indústria marítima.</p>
<p>O estreito de Ormuz foi inicialmente classificado como zona de guerra a 5 de março, quatro dias depois do primeiro ataque a navios que tentavam atravessar aquela passagem estratégica. Desde 1 de março, o tráfego mercante tem sido fortemente afetado pelo conflito no Médio Oriente, depois de o Irão ter colocado o estreito sob ameaça militar em retaliação pelos ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel.</p>
<p>Antes da guerra, cerca de 20% do comércio mundial de produtos petrolíferos passava por Ormuz, o que fez da instabilidade na região um fator imediato de pressão sobre os preços internacionais da energia. A insegurança marítima tem também custos diretos para as empresas, que passam a suportar salários agravados e potenciais alterações operacionais nas rotas.</p>
<p>Pelo menos 14 tripulantes morreram e mais de 40 navios foram atacados durante o conflito. Os ataques mais recentes, registados nos últimos dias, levaram a Organização Marítima Internacional a suspender um plano para retirar 11 mil tripulantes que continuam retidos na região do Golfo.</p>
<p>A decisão de manter a classificação de zona de guerra foi discutida antes dos ataques mais recentes a embarcações. Uma fonte próxima das negociações disse à AFP que, se os navios não tivessem sido atingidos em dois dias distintos e se as entradas e saídas da região tivessem continuado sem perturbações, a avaliação poderia ter sido diferente esta semana.</p>
<p>O comité conjunto responsável por decidir esta classificação voltará agora a reunir semanalmente para avaliar a evolução da situação. As reuniões regulares tinham sido suspensas no início de maio, quando se tornou claro que as condições no estreito de Ormuz não estavam a melhorar.</p>
<p>A trégua em vigor resultou de um memorando de entendimento assinado a 17 de junho pelos Estados Unidos e pelo Irão, abrindo um período de 60 dias para tentar chegar a um acordo de paz definitivo. As negociações envolvem o futuro do estreito de Ormuz, o programa nuclear iraniano, o levantamento de sanções e a libertação de bens iranianos congelados no estrangeiro.</p>
<p>Ainda assim, a fragilidade do cessar-fogo continua a pesar sobre o transporte marítimo. Os ataques recentes, as tensões entre Washington e Teerão e a continuação da ofensiva israelita contra o Hezbollah no Líbano mantêm aberta a possibilidade de a classificação de zona de guerra ser prolongada para lá desta quinta-feira.</p>
<p>Para armadores, tripulações e mercados energéticos, a questão central já não é apenas a existência formal de uma trégua. É saber se o estreito de Ormuz volta a ser suficientemente seguro para garantir a circulação regular de navios numa das passagens mais importantes do comércio mundial de petróleo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786543]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Índia e Austrália chegam a acordo para fornecimento de Urânio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, anunciou hoje que chegou a um acordo com a Austrália para o fornecimento de urânio ao seu país, o mais populoso do mundo, que procura desenvolver um programa de energia nuclear civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro indiano, Narendra Modi, anunciou hoje que chegou a um acordo com a Austrália para o fornecimento de urânio ao seu país, o mais populoso do mundo, que procura desenvolver um programa de energia nuclear civil.</P><br />
<P>&#8220;Assinámos hoje um importante acordo de energia nuclear. Abrirá caminho para o fornecimento de urânio da Austrália à Índia, dando um novo impulso às nossas metas de energia limpa&#8221;, disse Modi, numa visita à Austrália, após uma reunião com o seu homólogo, Anthony Albanese.</P><br />
<P>Numa declaração conjunta, foi tornado público que o acordo entre os dois países permite exportações de urânio a longo prazo para fins &#8220;exclusivamente pacíficos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Esta disposição facilita as exportações australianas de urânio para a Índia, ajudando a aumentar a quota de capacidade energética proveniente de fontes não fósseis&#8221;, disse o primeiro-ministro australiano aos jornalistas após a reunião.</P><br />
<P>Segundo a Associação Nuclear Mundial, a Austrália detém 28% das reservas mundiais de urânio.</P><br />
<P>A Índia, com uma população de 1,4 mil milhões de pessoas, procura aumentar significativamente a sua capacidade de produção de energia nuclear.</P><br />
<P>Apesar da assinatura de um acordo bilateral sobre energia nuclear em 2015 para abrir caminho às exportações de urânio, persistiram barreiras legais.</P><br />
<P>O comércio de urânio entre os dois países é praticamente inexistente.</P><br />
<P>Os laços entre Camberra e Nova Deli fortaleceram-se nos últimos anos, impulsionados pelo desejo partilhado de conter as ambições chinesas na região da Ásia-Pacífico e de desenvolver parcerias comerciais fora da China.</P><br />
<P>Como forma de boas-vindas, espera-se que Modi seja recebido como uma estrela pela diáspora indiana ainda esta quinta-feira num estádio em Melbourne, uma importante cidade no sudeste da Austrália.</P><br />
<P>Os organizadores estimam a presença de mais de 20.000 pessoas.</P><br />
<P>Em 2023, o primeiro-ministro indiano foi recebido de forma semelhante num grande salão em Sydney.</P><br />
<P>Depois da Austrália, o primeiro-ministro indiano seguirá viagem para a Nova Zelândia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787240]]></sapo:autor>
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		<title>Rendibilidade das obrigações japonesas a dez anos sobe para 2,9 % pela primeira vez desde 1996</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:38:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A taxa de rendibilidade das obrigações do Tesouro japonês a dez anos atingiu hoje os 2,9%, pela primeira vez desde 1996, impulsionada pelo receio de um recrudescimento da inflação na sequência das renovadas tensões no Médio Oriente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A taxa de rendibilidade das obrigações do Tesouro japonês a dez anos atingiu hoje os 2,9%, pela primeira vez desde 1996, impulsionada pelo receio de um recrudescimento da inflação na sequência das renovadas tensões no Médio Oriente.</P><br />
<P>O principal indicador das taxas de juro de longo prazo tem vindo a subir há meses, num contexto de preocupação dos investidores com os ambiciosos planos de despesa fiscal da primeira-ministra conservadora, Sanae Takaichi.</P><br />
<P>O aumento do rendimento dos títulos japoneses ocorre em paralelo com a depreciação persistente do iene, que hoje se situava em cerca de 162 unidades por dólar, o nível mais baixo desde a década de 1980, apesar da intervenção levada a cabo pelas autoridades japonesas em abril e maio, que teve apenas efeitos temporários.</P><br />
<P>As obrigações refletiram hoje as pressões inflacionistas na sequência da subida dos preços do petróleo bruto, depois de o Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ter posto fim à trégua com o Irão e de ambos os países terem regressado aos confrontos no Médio Oriente.</P><br />
<P>Apesar da notícia, a Bolsa de Tóquio mantinha-se estável, com uma subida superior a 1% na sessão da tarde, a quase uma hora do fecho do mercado. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787239]]></sapo:autor>
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		<title>Irão enterra Khamenei esta quinta-feira funeral torna-se mensagem política do Irão aos EUA, a Israel e à região</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:30:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ali Khamenei]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Khamenei, que liderou a República Islâmica durante quase 37 anos, morreu aos 86 anos, na sequência de ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel no final de fevereiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O funeral de Ali Khamenei, antigo líder supremo do Irão, termina esta quinta-feira com o enterro em Mashhad, no nordeste do país, depois de vários dias de cerimónias fúnebres que atravessaram cidades sagradas iranianas e iraquianas.</p>
<p>Khamenei, que liderou a República Islâmica durante quase 37 anos, morreu aos 86 anos, na sequência de ataques realizados pelos Estados Unidos e por Israel no final de fevereiro. A morte foi oficialmente confirmada a 1 de março, mas as cerimónias inicialmente previstas para esse mês acabaram por ser adiadas devido à guerra e à necessidade de preparar uma mobilização de grande escala.</p>
<p>As homenagens começaram em Teerão e passaram por Qom, um dos principais centros religiosos do Irão, antes de a urna seguir para o Iraque. Segundo a &#8216;Reuters&#8217;, o caixão chegou na terça-feira a Najaf, cidade sagrada para os muçulmanos xiitas, onde foi recebido por responsáveis iraquianos, incluindo o primeiro-ministro Ali al-Zaidi, e por figuras religiosas.</p>
<p>A passagem por Najaf tem forte peso simbólico. A cidade alberga o santuário do imã Ali, primo e genro do profeta Maomé, e é um dos locais de peregrinação mais importantes do xiismo. A presença do corpo de Khamenei naquele território transformou o funeral numa cerimónia não apenas nacional, mas também regional.</p>
<p>O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, deslocou-se igualmente a Najaf para participar nas cerimónias. Milhares de pessoas acompanharam a procissão fúnebre pelas ruas da cidade, com bandeiras iranianas e iraquianas e palavras de ordem contra os Estados Unidos e Israel, num ambiente que sublinhou a dimensão política do luto.</p>
<p>A comitiva passou ainda por Karbala, outra cidade sagrada do Iraque, antes do regresso ao Irão para o enterro em Mashhad. A cidade, de onde Khamenei era natural, é também um dos principais centros religiosos do país e acolhe o túmulo do imã Reza, figura central para os xiitas.</p>
<p>Em abril, milhares de iranianos já tinham prestado homenagem ao antigo líder supremo, 40 dias após a sua morte, num rito importante do luto muçulmano. Agora, o prolongamento das cerimónias até esta quinta-feira dá ao regime a oportunidade de reforçar a imagem de continuidade num dos momentos mais sensíveis da história recente da República Islâmica.</p>
<p>Os três filhos de Khamenei — Mustafa, Meysam e Masoud — marcaram presença nas cerimónias em Teerão. Já Mojtaba Khamenei, apontado como sucessor do pai e novo líder supremo desde março, não apareceu publicamente nas homenagens, num contexto em que as autoridades iranianas têm invocado razões de segurança.</p>
<p>A ausência de Mojtaba alimenta leituras sobre o grau de proteção em torno da nova liderança iraniana, depois dos ataques que mataram o pai e abalaram o centro do poder em Teerão. Ainda assim, o regime procurou projetar controlo, continuidade e unidade, transformando o funeral num momento de afirmação interna e externa.</p>
<p>Mais do que uma despedida, as cerimónias de Khamenei funcionam como uma mensagem política. Ao levar o corpo do antigo líder por Teerão, Qom, Najaf, Karbala e Mashhad, o Irão procura ligar a sucessão do poder ao eixo religioso xiita e à rede de influência regional que construiu ao longo de décadas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786545]]></sapo:autor>
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		<title>Alerta por calor termina hoje em dez distritos, mas estas proibições mantêm-se até às 23h59</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão abrange Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora e Faro, distritos onde continuam em vigor medidas excecionais destinadas a reduzir o risco de ignição e a reforçar a capacidade de resposta operacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A situação de alerta por causa do risco de incêndio rural termina às 23h59 desta quinta-feira em dez distritos de Portugal continental, depois de ter sido prolongada pelo Governo devido à manutenção da onda de calor e às previsões meteorológicas adversas para o interior do país.</p>
<p>A decisão abrange Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora e Faro, distritos onde continuam em vigor medidas excecionais destinadas a reduzir o risco de ignição e a reforçar a capacidade de resposta operacional.</p>
<p>O Governo justifica a prorrogação com as temperaturas elevadas, os baixos níveis de humidade, a possibilidade de ocorrência de trovoada e vento forte, fatores que aumentam o perigo de incêndio rural. A declaração surge depois de uma primeira situação de alerta, decretada para todo o território continental entre sexta-feira e segunda-feira, ter sido prolongada apenas nos distritos considerados mais expostos.</p>
<p>Esta quarta-feira, mais de 80 concelhos de 14 distritos estavam em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Além dos dez distritos abrangidos pela situação de alerta, havia concelhos em risco máximo também em Braga, Porto, Coimbra e outros pontos do território continental.</p>
<p>O IPMA colocou ainda praticamente todo o restante território continental em perigo muito elevado ou elevado de incêndio rural, com exceção de alguns concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santarém, Lisboa e Setúbal. O perigo de incêndio rural é calculado a partir de fatores como temperatura do ar, humidade relativa, vento e precipitação nas 24 horas anteriores.</p>
<p><strong>O que está proibido até ao fim do alerta</strong></p>
<p>Enquanto a situação de alerta se mantiver, está proibido o acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais definidos nos planos municipais de defesa da floresta contra incêndios, bem como nos caminhos florestais, caminhos rurais e outras vias que os atravessem.</p>
<p>Também estão proibidas queimadas e queimas de sobrantes, ficando suspensas as autorizações que tenham sido emitidas. A interdição abrange ainda trabalhos em espaços florestais com recurso a maquinaria, exceto em situações relacionadas com o combate a incêndios rurais.</p>
<p>Nos espaços rurais, ficam proibidos trabalhos com motorroçadoras de lâminas ou discos metálicos, corta-matos, destroçadores e máquinas com lâminas ou pá frontal. A utilização de fogo-de-artifício ou outros artefactos pirotécnicos também está proibida, tal como o lançamento de balões com mecha acesa.</p>
<p>Há, no entanto, exceções. Continuam permitidos trabalhos essenciais e inadiáveis associados à alimentação e abeberamento de animais, tratamento fitossanitário, fertilização, regas, podas, colheita e transporte de culturas agrícolas, desde que decorram em zonas de regadio ou sem floresta, mato ou materiais inflamáveis e não criem perigo de ignição.</p>
<p>Também ficam excluídos da proibição a extração manual de cortiça e a cresta de mel, desde que não seja usado material incandescente ou gerador de temperatura. Trabalhos de construção civil inadiáveis podem avançar, desde que sejam adotadas medidas adequadas de mitigação do risco de incêndio.</p>
<p>A colheita de culturas agrícolas com máquinas, como ceifeiras-debulhadoras, e operações de exploração florestal de corte, rechega e transporte também podem realizar-se entre o pôr do sol e as 11h, desde que sejam tomadas medidas de prevenção e comunicadas ao Serviço Municipal de Proteção Civil.</p>
<p><strong>Mais meios no terreno</strong></p>
<p>A situação de alerta implica a elevação do grau de prontidão e resposta operacional da GNR e da PSP, com reforço de meios para vigilância, fiscalização, patrulhamento dissuasor e apoio às operações de proteção e socorro que possam ser desencadeadas.</p>
<p>A medida permite ainda a interrupção de férias, folgas e períodos de descanso nas forças de segurança, quando necessário, para garantir a resposta operacional.</p>
<p>Também aumenta o grau de prontidão das equipas de emergência médica, saúde pública e apoio social, bem como das entidades com responsabilidades nas áreas das comunicações e da energia.</p>
<p>As equipas de sapadores florestais, os agentes florestais e os vigilantes da natureza que integram o dispositivo de prevenção e combate a incêndios mantêm-se mobilizados em permanência.</p>
<p>A GNR poderá realizar ações de patrulhamento e fiscalização aérea com meios das Forças Armadas, sobretudo nos distritos em alerta especial e nos locais sinalizados com risco de incêndio muito elevado ou máximo. A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil deverá continuar a emitir avisos à população sobre o perigo de incêndio rural.</p>
<p><strong>Avisos por calor continuam em vários distritos</strong></p>
<p>A persistência de temperaturas máximas elevadas levou o IPMA a colocar sob aviso laranja os distritos de Évora, Faro, Beja, Castelo Branco, Portalegre, Bragança e Guarda. O aviso laranja é emitido quando existe uma situação meteorológica de risco moderado a elevado.</p>
<p>Viseu, Setúbal, Santarém, Lisboa, Leiria, Coimbra e Vila Real estiveram também sob aviso amarelo devido ao tempo quente, sinal de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.</p>
<p>Na Madeira, as regiões montanhosas estão igualmente sob aviso laranja por causa do calor, enquanto as costas norte e sul da ilha e o Porto Santo estão sob aviso amarelo devido à persistência de valores elevados da temperatura máxima.</p>
<p>Até ao fim do alerta, as autoridades pedem à população que evite comportamentos de risco, cumpra as restrições em vigor e acompanhe as indicações da Proteção Civil, da GNR, da PSP e do IPMA. A regra central é simples: enquanto o calor, o vento e a baixa humidade mantiverem o risco elevado, qualquer ignição pode transformar-se rapidamente num incêndio difícil de controlar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786541]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Coreia do Sul: Supremo Tribunal confirma condenação de ex-presidente a sete anos de prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:02:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Supremo Tribunal da Coreia do Sul confirmou hoje a condenação a sete anos de prisão do ex-presidente Yoon Suk-yeol por factos relacionados com a tentativa falhada de declarar lei marcial em 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Supremo Tribunal da Coreia do Sul confirmou hoje a condenação a sete anos de prisão do ex-presidente Yoon Suk-yeol por factos relacionados com a tentativa falhada de declarar lei marcial em 2024.</P><br />
<P>&#8220;Todos os recursos são indeferidos&#8221;, declarou um juiz do Supremo Tribunal numa decisão transmitida pela televisão, confirmando assim a pena anteriormente proferida por um tribunal de recurso.</P><br />
<P>Yoon é acusado de obstruir as deliberações do Conselho de Ministros e de utilizar assinaturas falsificadas do primeiro-ministro antes de decretar a lei marcial. Sobre o ex-dirigente pesa ainda a acusação de recorrer a agentes de segurança presidenciais para impedir a própria detenção, depois de deputados terem anulado a declaração de lei marcial.</P><br />
<P>Condenado a cinco anos de prisão em janeiro, a pena foi posteriormente agravada em abril para sete anos, por obstrução à justiça, após recurso.</P><br />
<P>O Ministério Público tinha pedido uma pena de dez anos de prisão.</P><br />
<P>Tanto o Ministério Público como a defesa de Yoon recorreram para o Supremo Tribunal, cujas decisões não são passíveis de recurso.</P><br />
<P>Os advogados do Yoon Suk-yeol manifestaram &#8220;profundo pesar&#8221;, acusando o tribunal de ter decidido sobre o caso &#8220;sem deliberação suficiente&#8221;.</P><br />
<P>A defesa expressou intenção de contestar a decisão por motivos constitucionais e afirmou que vai apresentar uma queixa.</P><br />
<P>O antigo presidente, destituído em abril de 2025 e já detido, interpôs ainda recurso de outra condenação, desta vez de prisão perpétua, afirmando ter agido &#8220;exclusivamente para o bem da nação&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787232]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Transtejo cria primeira nova ligação fluvial desde 1997: rota entre Trafaria e Algés começa esta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 06:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[rio Tejo]]></category>
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					<description><![CDATA[Arranque coincide com o início do NOS Alive, que decorre entre quinta-feira e sábado no Passeio Marítimo de Algés, numa altura em que se espera forte pressão sobre a mobilidade naquela zona de Oeiras]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A nova ligação fluvial entre Trafaria, Porto Brandão e Pedrouços/Algés começa esta quinta-feira, 9 de julho, anunciou a Transtejo/Soflusa. A rota será assegurada todos os dias da semana e terá um período experimental de seis meses.</p>
<p>O arranque coincide com o início do NOS Alive, que decorre entre quinta-feira e sábado no Passeio Marítimo de Algés, numa altura em que se espera forte pressão sobre a mobilidade naquela zona de Oeiras. Segundo a empresa, a nova ligação surge como alternativa para deslocações entre as duas margens do Tejo e para o acesso à área de Pedrouços/Algés.</p>
<p>No comunicado, a Transtejo afirma que se inicia “uma nova fase da sua operação fluvial”, com o objetivo de reforçar a oferta de transporte público, captar novos utilizadores e tornar o transporte fluvial mais atrativo enquanto solução de mobilidade sustentável.</p>
<p>A concretização da nova rota resultou da colaboração entre a Transtejo, as câmaras municipais de Lisboa e Oeiras e a Administração do Porto de Lisboa. O pontão de embarque ficará situado na Doca de Pedrouços, tendo a empresa indicado ao PÚBLICO que os horários serão divulgados em breve.</p>
<p>Rui Rei, presidente da Transtejo, sublinha que esta é a primeira nova ligação fluvial criada pela empresa desde 1997, ano em que foi inaugurada a ligação regular ao Seixal. “Este novo percurso representa muito mais do que uma extensão da rede: simboliza o nosso compromisso com o futuro da mobilidade, reforçando a aposta num transporte público mais próximo das pessoas, mais eficiente e cada vez mais sustentável”, afirma.</p>
<p>A possibilidade de criar uma ligação fluvial entre Almada e Oeiras tinha sido avançada em junho de 2025, depois de uma reunião entre os presidentes das câmaras de Almada e Oeiras, Inês de Medeiros e Isaltino Morais, e a então presidente da Transtejo, Alexandra Carvalho. Na altura, as autarquias admitiram estar a estudar a ligação entre os dois municípios.</p>
<p>No início deste ano, já com Rui Rei na presidência da empresa, a nova rota entre Trafaria e Algés chegou a ser apontada para 2027, numa primeira fase com ligações experimentais. A principal questão em avaliação era a localização mais adequada para o pontão de embarque.</p>
<p>A antecipação para esta quinta-feira dá à nova rota uma estreia em contexto de elevada procura, com o NOS Alive a atrair milhares de pessoas ao Passeio Marítimo de Algés. Para a Transtejo, o desafio será testar durante seis meses se a ligação consegue responder não só a grandes eventos, mas também às necessidades regulares de mobilidade entre as duas margens do Tejo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786244]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Mais de 70 concelhos do interior Norte e Centro em perigo máximo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/incendios-mais-de-70-concelhos-do-interior-norte-e-centro-em-perigo-maximo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 05:49:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais de 70 concelhos do interior Norte e Centro do país e uma dezena do Alentejo e Algarve estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 70 concelhos do interior Norte e Centro do país e uma dezena do Alentejo e Algarve estão hoje em perigo máximo de incêndio rural, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</p>
<p>Os concelhos em perigo máximo de incêndio rural pertencem aos distritos de Bragança, Vila Real, Viseu, Coimbra, Leiria, Santarém, Guarda, Castelo Branco, Portalegre, Évora, Beja e Faro.</p>
<p>O IPMA colocou ainda em perigo muito elevado e elevado mais de 80 concelhos dos distritos de Braga, Vila Real, Viseu, Porto, Aveiro, Coimbra, Leiria, Santarém, Portalegre, Évora, Beja e Faro.</p>
<p>Em perigo elevado estão mais de 50 concelhos dos distritos de Viana do Castelo, Braga, porto, Aveiro, Coimbra, Santarém, Leiria, Lisboa, Setúbal, Évora, Beja e Faro.</p>
<p>O perigo de incêndio rural determinado pelo IPMA tem cinco níveis, que vão de reduzido a máximo. Os cálculos são obtidos a partir da temperatura do ar, humidade relativa, velocidade do vento e quantidade de precipitação nas 24 horas anteriores.</p>
<p>Na segunda-feira, o Governo decretou a prorrogação da situação de alerta em vigor até às 23:59 de hoje em 10 distritos de Portugal Continental.</p>
<p>A decisão abrange os distritos de Vila Real, Bragança, Guarda, Viseu, Castelo Branco, Beja, Santarém, Portalegre, Évora e Faro.</p>
<p>Para hoje, o IPMA prevê uma pequena descida da temperatura máxima, com possibilidade de trovoada no interior durante a tarde.</p>
<p>Por causa do calor ainda estão até às 18:00 de hoje sob aviso laranja os distritos de Bragança e Guarda.</p>
<p>Quanto a temperaturas, as mínimas vão variar entre os 14º (Viana do Castelo e Braga) e os 19º (Faro) e as máximas entre os 22º (Viana do Castelo, Porto e Setúbal) e os 37º (Castelo Branco).</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787231]]></sapo:autor>
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		<title>Pedro Frazão conhece esta tarde sentença no caso de alegada difamação a José Manuel Pureza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 05:45:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[José Manuel Pureza]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Frazão]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Decisão será lida às 13h30 no Tribunal Local Criminal de Lisboa, tendo o parlamentar sido dispensado de comparecer]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado do Chega Pedro Frazão conhece esta quinta-feira a sentença no processo em que está acusado de ter difamado José Manuel Pureza, atual coordenador do Bloco de Esquerda. A decisão será lida às 13h30 no Tribunal Local Criminal de Lisboa, tendo o parlamentar sido dispensado de comparecer.</p>
<p>Em causa está uma publicação feita em 2021 na então rede social Twitter, atual X, na qual, segundo a acusação do Ministério Público, Pedro Frazão lançou a suspeita de que José Manuel Pureza, na altura vice-presidente da Assembleia da República e deputado do BE, poderia ter praticado um crime contra a liberdade e autodeterminação sexual de uma jovem militante ou simpatizante bloquista.</p>
<p>A publicação surgiu depois de Pedro Frazão ter partilhado um vídeo de uma jovem ligada ao BE, que denunciava ter sido vítima de atos sexuais não consentidos por uma pessoa associada ao partido. A acompanhar o vídeo, o deputado do Chega escreveu: “Já não há Pureza no Bloco de Asquereza? #MeToo”. Noutro comentário, questionou: “Quem será o nojento de 62 anos?”.</p>
<p>Para o Ministério Público, a associação entre o apelido Pureza, a referência ao Bloco de Esquerda, a idade de 62 anos e as funções então exercidas por José Manuel Pureza permitia identificar o dirigente bloquista como alvo da suspeita. A acusação considera ainda que Pedro Frazão tinha consciência de que as mensagens seriam vistas por um público alargado, por terem sido divulgadas numa rede social.</p>
<p>Nas alegações finais, o Ministério Público defendeu que a acusação ficou provada em tribunal. A procuradora sustentou que “não se mostra credível” a versão apresentada por Pedro Frazão, segundo a qual a referência a “pureza” não visava José Manuel Pureza, mas antes a “pureza como virtude humana”.</p>
<p>Ainda assim, a procuradora não pediu expressamente a condenação do deputado do Chega, apelando ao tribunal para que dê como demonstrados os factos e a prática do crime de difamação agravada com publicidade, fazendo “acostumada justiça”.</p>
<p>A posição do Ministério Público foi acompanhada pela mandatária de José Manuel Pureza. A advogada Carmo Afonso pediu a condenação de Pedro Frazão pelo crime de difamação agravada com publicidade e defendeu que o deputado deve indemnizar o dirigente bloquista pelos danos sofridos.</p>
<p>“Há prints da publicação e, ao dia de hoje, continuam a circular e a manchar a honra de José Manuel Pureza”, afirmou a advogada, sublinhando que o atual coordenador do BE teve de ser medicado para lidar com as consequências do caso.</p>
<p>Durante o julgamento, José Manuel Pureza descreveu o impacto da publicação como “arrasador” e rejeitou a explicação de Pedro Frazão sobre o uso da palavra “pureza”. Para o dirigente bloquista, o facto de o termo surgir com letra maiúscula mostrava que a referência era dirigida à sua pessoa.</p>
<p>Pureza recordou ainda um episódio ocorrido em março de 2022 na Assembleia da República, quando se cruzou com Pedro Frazão e este lhe terá dirigido a expressão “Já não há pureza no bloco de asquereza?”, o que, no seu entender, reforça que a publicação tinha como destinatário o então deputado do BE.</p>
<p>A defesa pediu a absolvição de Pedro Frazão. O advogado José Gaspar Schwalbach sustentou que considerar que a publicação identificava José Manuel Pureza como autor da agressão sexual “é extrapolar” e alegou tratar-se de uma “perseguição política” do BE ao Chega.</p>
<p>Pedro Frazão, que já se tinha declarado “perfeitamente inocente” na primeira sessão do julgamento, reiterou no final das alegações que não teve “intenção de difamar ninguém”. O deputado argumentou que a palavra “pureza” fazia parte do seu vocabulário habitual por causa da sua formação cristã e disse ainda que desconhecia a idade de José Manuel Pureza na altura da publicação.</p>
<p>O parlamentar também admitiu não ter a certeza de ter sido ele próprio a escrever a mensagem, referindo a possibilidade de a publicação ter sido feita por alguém que geria as suas redes sociais. Ainda assim, reconheceu que a mensagem foi publicada na sua conta e que se relaciona com ela.</p>
<p>A sentença desta quinta-feira deverá determinar se o tribunal considera provada a prática do crime de difamação agravada com publicidade e se Pedro Frazão terá de indemnizar José Manuel Pureza pelos danos alegadamente sofridos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_777437]]></sapo:autor>
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		<title>Meta vai investir 8 mil ME em maior centro de dados de IA fora dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 05:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Meta, empresa-mãe do Facebook e Instagram, vai investir mais de 9,1 mil milhões de dólares (8 mil milhões de euros) na construção do seu primeiro centro de dados de inteligência artificial (IA) no Canadá.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Meta, empresa-mãe do Facebook e Instagram, vai investir mais de 9,1 mil milhões de dólares (8 mil milhões de euros) na construção do seu primeiro centro de dados de inteligência artificial (IA) no Canadá.</P><br />
<P>A instalação, que será a maior da empresa fora dos Estados Unidos, será construída em Sturgeon County, na província de Alberta, e alimentada por uma central a gás natural desenvolvida por um consórcio que inclui a empresa Pembina Pipeline, sediada em Calgary.</P><br />
<P>O ministro da Tecnologia e Inovação da província canadiana, Nate Glubish, classificou o projeto como &#8220;um grande passo para Alberta&#8221;, sublinhando que a província criou um quadro regulatório para atrair investimento em centros de dados.</P><br />
<P>Alberta tem procurado captar centros de dados de grande escala, numa altura em que cresce a procura por infraestruturas de inteligência artificial. </P><br />
<P>Contudo, o rápido desenvolvimento da IA tem suscitado preocupações sobre o elevado consumo de eletricidade e água destas instalações e o impacto nas redes energéticas e comunidades locais.</P><br />
<P>Como a rede elétrica da província não suporta múltiplos centros de dados de grande dimensão, Alberta está a priorizar projetos que garantam a sua própria geração de energia, como planeia fazer a Meta.</P><br />
<P>A empresa afirmou que o centro de dados utilizará um sistema de arrefecimento em circuito fechado, sem recorrer a fontes hídricas locais, e que vai investir 42 milhões de dólares em infraestruturas locais, incluindo estradas e sistemas de abastecimento de água.</P><br />
<P>Na semana passada, a Pembina Pipeline, a Morgan Stanley Infrastructure Partners e a Kineticor Asset Management anunciaram que avançariam com a construção de uma central elétrica em Sturgeon County, tendo a Meta sido identificada como cliente. </P><br />
<P>A central, com capacidade de 932 megawatts, deverá entrar em funcionamento na segunda metade de 2030.</P><br />
<P>A empresa informou que o projeto empregará mais de 3.000 trabalhadores da construção civil e envolverá investimentos em infraestruturas locais, bem como financiamento a organizações sem fins lucrativos da região.</P><br />
<P>Este será o 33º centro de dados da Meta e o mais recente esforço da empresa para expandir rapidamente a sua infraestrutura e satisfazer a procura de serviços e infraestruturas de IA, enquanto compete com gigantes da computação como a Alphabet, a Microsoft e a Amazon.</P></p>
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		<title>Interpol detém 5.800 pessoas e apreende 300 milhões de dólares em operação mundial contra fraude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 05:35:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Cerca de 5.800 pessoas foram detidas e cerca de 300 milhões de dólares (262,45 milhões de euros) apreendidos no âmbito de uma operação mundial de combate à fraude com manipulação psicológica, anunciou hoje a Interpol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Cerca de 5.800 pessoas foram detidas e cerca de 300 milhões de dólares (262,45 milhões de euros) apreendidos no âmbito de uma operação mundial de combate à fraude com manipulação psicológica, anunciou hoje a Interpol.</P><br />
<P>A operação, realizada entre janeiro e abril, que envolveu forças policiais de 97 países, visou especialmente os esquemas fraudulentos que se aproveitam da confiança das pessoas para obter dinheiro ou informações confidenciais.</P><br />
<P>Trata-se, por exemplo, do desvio de e-mails profissionais, da &#8216;sextorsão&#8217;, de fraudes sentimentais online, da usurpação de identidade ou de fraudes relacionadas com investimentos, detalhou num comunicado a Interpol, que coordenou esta ação denominada &#8220;First Light 2026&#8221;.</P><br />
<P>O número muito elevado de vítimas identificadas (142.000) &#8220;salienta até que ponto&#8221; este tipo de fraude &#8220;se tornou uma ameaça transnacional de grande dimensão, afetando indivíduos, empresas e governos&#8221;, assinala a Interpol.</P><br />
<P>A organização internacional de polícia criminal sediada em Lyon relata, por exemplo, ter detido 82 pessoas em Eswatini (antiga Suazilândia) e &#8220;desmantelado uma rede criminosa que geria jogos de azar online ilegais e lavava dinheiro&#8221; proveniente de fraudes &#8220;sofisticadas por usurpação de identidade&#8221;.</P><br />
<P>A operação levou ainda à apreensão de &#8220;uma réplica realista de uma esquadra de polícia brasileira, com uniformes falsos&#8221;: &#8220;fazendo-se passar pela Polícia Federal do Brasil através de videochamadas, os burlões convenciam as vítimas de que estas eram alvo de um crime, levando-as a transferir fundos para os colocar &#8216;em segurança&#8217;, fundos esses que eram posteriormente desviados&#8221;.</P><br />
<P>Outro caso citado: uma empresa de comercialização de matérias-primas sediada em Singapura, alvo de criminosos que se faziam passar por um fornecedor; ou também, em Macau, falsos funcionários públicos que convenceram uma vítima a transferir dinheiro sob o pretexto de uma investigação por fraude, tendo sido detidos pouco antes de esta lhes transferir cerca de 372.000 dólares norte-americanos (325.440 euros).</P></p>
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		<title>Governo mexe nas rendas antigas e prepara despejos mais rápidos: novo NRAU chega esta quinta-feira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 05:30:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[mercado imobiliário]]></category>
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		<category><![CDATA[NRAU]]></category>
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					<description><![CDATA[Proposta deverá ir a Conselho de Ministros e inclui duas novidades centrais: facilitar o despejo em casos de incumprimento do contrato de arrendamento e avançar com o descongelamento de rendas antigas]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo prepara-se para apresentar esta quinta-feira a renovação do Novo Regime de Arrendamento Urbano, o NRAU, numa versão que deverá mexer em dois dos temas mais sensíveis da habitação: os despejos por incumprimento e as rendas antigas.</p>
<p>A proposta deverá ir a Conselho de Ministros e inclui duas novidades centrais: facilitar o despejo em casos de incumprimento do contrato de arrendamento e avançar com o descongelamento de rendas antigas, acompanhado pela criação de um subsídio social de renda para os inquilinos que comprovem não ter condições económicas para suportar a atualização.</p>
<p>A revisão do NRAU é uma promessa antiga do Governo liderado por Luís Montenegro e tem sido defendida pelo ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, como uma peça essencial para dar mais segurança ao mercado de arrendamento. No programa apresentado após as legislativas antecipadas de 2024, o Executivo já assumia a intenção de acabar com o arrendamento forçado e com os congelamentos de rendas, substituindo a proteção generalizada por apoios dirigidos aos arrendatários vulneráveis.</p>
<p>Em setembro de 2025, Miguel Pinto Luz já tinha defendido a necessidade de agilizar os despejos, mas com uma resposta social associada. “É necessário agilizar, mas, concomitantemente, ter uma visão humanista”, afirmou então o ministro, explicando que os despejos seriam trabalhados em conjunto com o Fundo de Emergência Habitacional.</p>
<p>O argumento do Governo passa por tentar equilibrar duas pressões: proteger quem não consegue pagar rendas atualizadas e, ao mesmo tempo, responder às queixas dos senhorios sobre processos longos de incumprimento. Pinto Luz tem defendido que a falta de previsibilidade afasta proprietários do mercado e limita a oferta de casas para arrendamento.</p>
<p>O tema já surgia no Orçamento do Estado para 2026, onde o Executivo assumia a intenção de reforçar a segurança e estabilidade do mercado de arrendamento por via legislativa. No OE para 2024, o Governo também prometia concluir a transição dos contratos de arrendamento habitacional anteriores a 1990 para o NRAU, corrigindo aquilo que classificava como distorções criadas na legislação nos últimos anos.</p>
<p>A discussão é antiga. A lei do arrendamento de 2012, conhecida como “Lei Cristas”, previa o descongelamento integral das rendas antigas e a compensação dos proprietários, mas a medida foi sendo adiada sucessivamente. Mais tarde, o pacote Mais Habitação, aprovado durante o Governo de António Costa, afastou a atualização dos valores para arrendatários com mais de 65 anos ou grau de deficiência igual ou superior a 60%.</p>
<p>O NRAU tem origem em 2006, durante um Governo de José Sócrates, com António Costa responsável pela pasta do arrendamento. A intenção era permitir a evolução das rendas antigas para valores de mercado, com um período de transição até dez anos. Na prática, essa transição nunca se concretizou de forma plena, nem chegou a avançar o subsídio destinado a apoiar inquilinos com contratos anteriores a 1990.</p>
<p>Na altura, António Costa defendia no Parlamento que era preciso pôr fim ao ciclo em que o Estado tinha delegado nos senhorios o custo social da proteção das rendas. Duas décadas depois, o mesmo problema continua por resolver e volta agora ao centro da agenda política, num contexto de rendas historicamente elevadas e taxas de esforço acima do recomendado por várias instituições.</p>
<p>Na entrevista concedida à &#8216;Renascença&#8217;, Miguel Pinto Luz admitiu que o Governo pretendia apresentar até dezembro o seu modelo para o NRAU, incluindo alterações às regras do arrendamento, heranças indivisas, condomínios, mediação imobiliária e criação de uma caderneta única do edifício. O ministro também prometeu simplificar os vários programas de apoio ao arrendamento, juntando instrumentos dispersos num produto mais simples e transparente.</p>
<p>O Executivo já tinha anunciado o aumento das deduções de rendas em sede de IRS, que passam para 900 euros em 2026 e 1000 euros no ano seguinte. Mas a revisão do NRAU será o verdadeiro teste político à estratégia do Governo para o arrendamento: saber até onde vai no descongelamento das rendas antigas, como vai proteger os inquilinos vulneráveis e que garantias dará aos proprietários.</p>
<p>A proposta que chega esta quinta-feira a Conselho de Ministros deverá, por isso, abrir uma nova frente no debate da habitação. Para os senhorios, está em causa a previsibilidade do mercado e a possibilidade de recuperar rendimentos congelados há décadas. Para os inquilinos, sobretudo os mais velhos e economicamente frágeis, a questão será saber se o novo subsídio social consegue evitar que a atualização das rendas se transforme numa pressão insustentável.</p>
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