O Grupo Ingka, do qual faz parte a IKEA Portugal, através dos seus investimentos nas lojas, novas e existentes, em ferramentas e serviços digitais, em energia renovável e na área de logística, conseguiu reduzir a sua pegada carbónica total em mais de 13%.
Os dados são do Relatório anual e de Sustentabilidade FY22 da empresa que revelam que de desde 2016, o ano zero de implementação das políticas, se assistiu a uma redução de 13,6%, com 74,2% da eletricidade usada proveio de fontes renováveis, um aumento de 69,1% comparado com o período homólogo anterior.
O relatório sublinha ainda a redução do desperdício operacional em 9,5% em relação a 2021, com uma taxa de reciclagem de 75,7%, e a redução do desperdício alimentar em 57,8% das lojas IKEA desde o ano fiscal de 2017. A redução é equivalente aos alimentos usados em 20 milhões de refeições e 36.000 toneladas de CO2.
O Grupo Ingka iniciou o seu plano, que tem como meta o investimento de um total de 6,5 mil milhões de euros em energia renovável até 2030, investindo 0,9 mil milhões de euros em projetos de energia renovável.
“O nosso propósito de criar uma vida melhor para a maioria das pessoas está mais forte do que nunca e estou muito orgulhoso do que alcançámos na operação de retalho IKEA, Ingka Centers e Ingka Investments. Investimos na criação de uma IKEA melhor, tornando-a mais acessível e sustentável – o que reforça a importância de continuarmos a reduzir a nossa pegada carbónica total, ao mesmo tempo que conseguimos fazer o negócio crescer”, diz Jesper Brodin, CEO do Ingka Group.
Por sua vez, Karen Pflug, Diretora de Sustentabilidade do Grupo Ingka, sublinha que estão “cientes de que é preciso acelerar para alcançar as metas com que estamos comprometidos em relação às pessoas e com o planeta. Mais do que nunca, precisamos de nos focar nos desafios globais que enfrentamos enquanto empresa e indivíduos, tais como o aumento da desigualdade e a crise climática”.
Galp e Ikea criam maior rede de carregamento privada para veículos elétricos em Portugal














