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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Peugeot prepara ofensiva sem precedentes: sete novos modelos e tecnologia revolucionária até 2030</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:43:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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					<description><![CDATA[Ofensiva inclui modelos urbanos, SUV compactos, propostas de posicionamento mais elevado e a estreia de uma nova plataforma técnica, denominada STLA One]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Peugeot prepara uma das maiores ofensivas de produto da sua história recente. A marca francesa deverá lançar sete novos modelos até 2030, no âmbito do plano estratégico FaSTLAne 2030 da Stellantis, que coloca a Peugeot no centro da próxima fase industrial do grupo, avança o &#8216;El Economista&#8217;.</p>
<p>A ofensiva inclui modelos urbanos, SUV compactos, propostas de posicionamento mais elevado e a estreia de uma nova plataforma técnica, denominada STLA One. Esta arquitetura será usada em veículos elétricos, híbridos e com motor de combustão interna, com o objetivo de reduzir a complexidade industrial, acelerar o desenvolvimento de novos automóveis e baixar custos de produção.</p>
<p>A Peugeot foi elevada pela Stellantis ao estatuto de marca global, ao lado de Jeep, Ram e Fiat. A designação é reservada às marcas consideradas com maior potencial de crescimento e rentabilidade dentro do grupo. A Stellantis prevê investir 60 mil milhões de euros nos próximos cinco anos, destinando 60% desse valor ao desenvolvimento de marcas e produtos. O restante será canalizado para novas plataformas, motorizações e tecnologias digitais.</p>
<p>Na Europa, o grupo planeia lançar 50 modelos até 2030, dos quais 25 serão totalmente novos. A Peugeot terá um papel relevante nessa estratégia, com sete novidades previstas até ao final da década.</p>
<p>A nova plataforma STLA One será uma das peças centrais desta transformação. A Peugeot será a primeira marca do grupo a utilizá-la, numa arquitetura modular pensada para modelos dos segmentos B, C e D. Segundo a Stellantis, esta base permitirá reduzir a complexidade industrial e os custos de produção em cerca de 20%.</p>
<p>A plataforma será compatível com diferentes tipos de baterias e sistemas de propulsão. Também integrará tecnologias como o sistema STLA Brain, o ambiente digital STLA SmartCockpit e a direção eletrónica ‘steer-by-wire’, que elimina a ligação mecânica entre o volante e as rodas.</p>
<p>O primeiro modelo a estrear esta tecnologia será a próxima geração do Peugeot e-208. O utilitário elétrico deverá ser lançado oficialmente em 2027 e será o primeiro veículo da Stellantis equipado com direção eletrónica. Neste sistema, os comandos do volante são transmitidos às rodas através de sinais elétricos, substituindo a coluna de direção tradicional. A tecnologia será fornecida pela JTEKT, empresa japonesa ligada ao grupo Toyota.</p>
<p>O futuro e-208 já foi antecipado pelo protótipo Polygon, apresentado no final de 2025. A estreia pública poderá acontecer no Salão Automóvel de Paris, antes do início da produção em Saragoça, previsto para junho de 2027.</p>
<p>A mesma arquitetura deverá ser usada também no próximo Peugeot 2008. O SUV urbano será proposto exclusivamente com motorizações elétricas e não deverá chegar antes do final de 2029.</p>
<p>A renovação da gama passará ainda por um novo SUV compacto do segmento C, posicionado ao lado do atual Peugeot 3008. A Stellantis ainda não revelou o nome nem as especificações técnicas, mas indicou que o modelo terá uma oferta multienergia.</p>
<p>Também o Peugeot 308 deverá adotar a plataforma STLA One na próxima geração. O compacto francês, incluindo a variante SW, deverá receber uma nova evolução em 2028.</p>
<p>A ofensiva não se ficará pelos segmentos de maior volume. A Peugeot prepara também o regresso a propostas de posicionamento mais elevado, com um novo modelo do segmento D desenvolvido em parceria com a Dongfeng, fabricante estatal chinesa com a qual a Stellantis deverá reforçar a colaboração industrial na Europa.</p>
<p>Este futuro modelo deverá assumir o formato de uma shooting brake e terá produção na fábrica francesa de Rennes-La Janais, no âmbito de uma joint venture em que a Stellantis terá uma participação maioritária de 51%. A proposta foi antecipada pelo Concept 6, apresentado no Salão Automóvel de Pequim de 2026, com uma silhueta desportiva e aerodinâmica inspirada no Peugeot Instinct de 2017.</p>
<p>A eletrificação será outra dimensão central da estratégia. A plataforma STLA One será compatível com arquiteturas de 800 volts, permitindo carregamentos mais rápidos e maior eficiência energética. A Stellantis pretende ainda alargar a utilização de baterias LFP, de fosfato de ferro-lítio, mais baratas e menos dependentes de matérias-primas críticas.</p>
<p>Outra novidade prevista é a integração estrutural da bateria na carroçaria do veículo, uma solução pensada para reduzir peso, simplificar a produção e aumentar a autonomia.</p>
<p>Antes desta nova vaga de modelos, a Peugeot ainda tem novidades previstas para 2026. Depois dos novos 308, nas versões de cinco portas e SW, e do 408, a marca prepara para o segundo semestre a chegada do e-208 GTi, que recupera uma sigla histórica da Peugeot, agora associada à eletrificação.</p>
<p>O novo Peugeot e-208 GTi será produzido em Saragoça e deverá chegar aos concessionários entre setembro e outubro. Terá 280 cv, chassis desenvolvido pela Peugeot Sport, diferencial autoblocante e travões de alto desempenho, prometendo uma interpretação elétrica e desportiva do segmento B.</p>
<p>Com sete novos modelos, uma nova plataforma global, tecnologias de direção eletrónica, baterias mais acessíveis e um projeto de gama alta com a Dongfeng, a Peugeot entra numa fase decisiva. A marca francesa quer reforçar a presença internacional e assumir-se como um dos pilares tecnológicos e comerciais da Stellantis até 2030.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767413]]></sapo:autor>
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		<title>Itália em alerta por dois casos suspeitos de Ébola em cidadãos regressados do Uganda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:41:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Itália]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Exames estão a ser realizados no Hospital Sacco, em Milão, unidade especializada na gestão de doenças infeciosas de elevado risco biológico]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A região italiana da Lombardia ativou os protocolos de emergência sanitária depois de dois cidadãos regressados do Uganda terem apresentado sintomas compatíveis com Ébola, avança a &#8216;Euronews&#8217;. Os exames estão a ser realizados no Hospital Sacco, em Milão, unidade especializada na gestão de doenças infeciosas de elevado risco biológico.</p>
<p>Os dois casos suspeitos foram registados na zona de Como. Trata-se de uma mulher residente em Lurate Caccivio e de um homem residente em Bulgarograsso, que regressaram nas últimas 24 horas do Uganda, juntamente com outros membros das respetivas famílias, após cerca de três meses como cooperantes humanitários.</p>
<p>Ambos apresentaram sintomas que obrigaram à ativação do protocolo de vigilância, incluindo febre alta, náuseas, vómitos e perturbações intestinais. Por precaução, foram transferidos para o Hospital Sacco, onde decorrem os exames previstos pelos protocolos nacionais e internacionais.</p>
<p>O responsável regional pela Saúde da Lombardia, Guido Bertolaso, confirmou a ativação dos procedimentos de emergência, mas apelou à prudência. “Ainda não há qualquer certeza de que se trate de Ébola”, afirmou, explicando que os resultados dos exames eram esperados durante a tarde e que a expectativa das autoridades era que fossem negativos.</p>
<p>Segundo Bertolaso, os dois doentes estiveram numa zona do Uganda próxima das fronteiras com a República Democrática do Congo e o Ruanda, regiões atualmente sob vigilância devido ao aumento dos casos de Ébola. Ainda assim, a hipótese considerada mais provável pelos médicos é a de malária.</p>
<p>A situação mais grave será a da mulher, de 30 anos, que apresentou febre muito alta e ligeiras complicações neurológicas. Os médicos admitem a possibilidade de uma forma de malária cerebral, que poderá exigir internamento em cuidados intensivos. Também a filha terá contraído malária durante a permanência no Uganda.</p>
<p>O quadro clínico do homem de 31 anos é considerado mais ligeiro. O doente apresenta febre na ordem dos 38 graus e sintomas gastrointestinais. Apesar disso, a origem geográfica dos dois casos levou as autoridades a aplicar imediatamente o protocolo previsto para suspeitas de Ébola.</p>
<p>Os restantes cinco membros das duas famílias envolvidas estão também sob monitorização e vigilância sanitária pelas autoridades competentes.</p>
<p>O Ministério da Saúde italiano garantiu, em comunicado, que o risco de Ébola em Itália “permanece muito baixo”. O ministério sublinhou ainda que o sistema nacional de preparação e resposta a emergências infeciosas está plenamente operacional.</p>
<p>A situação está a ser acompanhada em articulação com a Região Lombardia, o Instituto Superior de Saúde, o Hospital Sacco de Milão, o Spallanzani de Roma e outras unidades de referência na gestão de emergências epidémicas.</p>
<p>De acordo com a &#8216;Euronews&#8217;, realizou-se também uma reunião do Health Security Committee da Comissão Europeia dedicada à emergência de Ébola, com a participação dos ministérios italianos competentes e das principais autoridades nacionais de saúde.</p>
<p>O caso gerou ainda polémica em Itália devido à divulgação pública de informações antes de existirem confirmações clínicas. Guido Bertolaso criticou a exposição prematura de imagens e declarações sobre os casos, considerando que poderia criar alarmismo injustificado.</p>
<p>Também a presidente da câmara de Lurate Caccivio, Serena Arrighi, tinha anunciado durante a manhã a ativação do protocolo sanitário numa nota dirigida aos munícipes. As autoridades insistem, no entanto, que a medida é preventiva e que não há, para já, confirmação de infeção por Ébola.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767420]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha a subir em linha com restante Europa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:08:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 0,62% para 9.223,83 pontos, em linha com a restante Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa encerrou hoje em alta, com o índice PSI a subir 0,62% para 9.223,83 pontos, em linha com a restante Europa.</p>
<p>Das 16 cotadas que fazem parte do PSI, 11 subiram, quatro desceram e a Altri ficou inalterada em 5,24 euros.</p>
<p>A liderar as subidas ficou a Teixeira Duarte, que cresceu 4,71% para 0,44 euros.</p>
<p>No resto da Europa, Madrid progrediu 2,24%, Frankfurt 2,01% e Paris 1,76%. A bolsa de Londres está encerrada devido ao feriado &#8216;Memorial Day&#8217;, dedicado aos militares que morreram em combate.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767398]]></sapo:autor>
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		<title>“A epidemia está a ultrapassar-nos”: surto de ébola já soma 220 mortes suspeitas no Congo e Uganda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 16:02:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Epicentro do surto está na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo, uma zona marcada por instabilidade e violência]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que o surto de ébola na República Democrática do Congo e no Uganda está a evoluir mais depressa do que a capacidade de resposta das equipas no terreno, numa crise sanitária que já soma 220 mortes suspeitas e mais de 900 casos suspeitos. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, avisou que a epidemia poderá “piorar antes de melhorar”.</p>
<p>O epicentro do surto está na província de Ituri, no leste da República Democrática do Congo, uma zona marcada por instabilidade e violência. A cidade de Mongbwalu foi identificada como um dos principais focos da epidemia, detetada oficialmente em maio. A estirpe em causa é a Bundibugyo, uma variante rara do vírus ébola para a qual não existe uma vacina aprovada.</p>
<p>Numa reunião online da União Africana sobre o surto, Tedros afirmou que o atraso na deteção dos casos deixou as equipas de saúde a “correr atrás do prejuízo”. “Estamos a ampliar urgentemente as operações, mas, neste momento, a epidemia está a ultrapassar-nos”, afirmou o responsável da OMS.</p>
<p>O diretor-geral da OMS anunciou ainda que viajará para a República Democrática do Congo com Chikwe Ihekweazu, responsável da organização para emergências de saúde, numa tentativa de reforçar a resposta internacional ao surto.</p>
<p>A situação agravou-se também no Uganda, país vizinho da República Democrática do Congo. As autoridades ugandesas confirmaram esta segunda-feira mais dois casos de ébola, elevando para sete o número total de infeções confirmadas no país. Os dois novos casos dizem respeito a profissionais de saúde numa unidade privada em Kampala, a capital ugandesa.</p>
<p>Segundo o Ministério da Saúde do Uganda, os dois doentes foram encaminhados para uma unidade de tratamento designada e estão a receber cuidados médicos. As equipas de resposta estão agora a rastrear todos os contactos próximos, numa tentativa de travar novas cadeias de transmissão.</p>
<p>A OMS já declarou o surto de ébola provocado pela estirpe Bundibugyo uma emergência de saúde pública de interesse internacional. Tedros avisou que os países que fazem fronteira com a República Democrática do Congo estão em risco elevado e devem agir imediatamente para reforçar vigilância, rastreio, preparação hospitalar e comunicação pública.</p>
<p>O combate ao surto é particularmente difícil porque as províncias congolesas de Ituri e Kivu do Norte são altamente inseguras. A violência na região, a desconfiança das populações e os ataques a unidades de saúde estão a complicar a resposta das autoridades e das organizações internacionais.</p>
<p>Na província de Ituri, os profissionais de saúde têm enfrentado ataques a instalações médicas e episódios de fuga de doentes. Pelo menos três incidentes foram registados, incluindo dois ataques no fim de semana ao mesmo hospital, que permitiram a saída de mais de duas dezenas de pacientes. Alguns ataques terão sido perpetrados por civis revoltados por não poderem enterrar familiares, ou convencidos de que o surto não era real.</p>
<p>A situação aumenta o risco de propagação. O ébola transmite-se por contacto direto com sangue, secreções, órgãos ou outros fluidos corporais de pessoas infetadas, bem como por contacto com superfícies contaminadas. Quando há doentes em fuga, funerais sem medidas de proteção ou resistência das comunidades às equipas médicas, torna-se mais difícil isolar casos e quebrar cadeias de transmissão.</p>
<p>Além do risco sanitário imediato, há uma preocupação regional. O Uganda já confirmou casos ligados ao surto congolês, e outros países vizinhos foram alertados para a necessidade de preparação urgente. O movimento de pessoas através de fronteiras porosas, a insegurança armada e a fragilidade dos sistemas de saúde tornam a contenção mais complexa.</p>
<p>A estirpe Bundibugyo torna o desafio ainda maior. Ao contrário de outras variantes do vírus ébola, não há vacina aprovada para este subtipo, o que limita as ferramentas disponíveis para travar a transmissão. A resposta depende sobretudo de deteção rápida, isolamento, rastreio de contactos, proteção dos profissionais de saúde, informação às comunidades e medidas rigorosas em funerais e unidades médicas.</p>
<p>O surto é já considerado o terceiro maior alguma vez registado desta estirpe. A OMS insiste que ainda é possível travar a epidemia, mas admite que a situação poderá agravar-se nos próximos dias ou semanas devido ao atraso na identificação dos primeiros casos e às dificuldades no terreno.</p>
<p>Para as autoridades sanitárias, o objetivo imediato é ganhar tempo: identificar casos, proteger profissionais de saúde, recuperar a confiança das populações e evitar que o surto se consolide em zonas urbanas ou atravesse novas fronteiras. Mas o aviso de Tedros é claro: a resposta está atrasada, e o vírus está a avançar mais depressa do que as equipas conseguem acompanhar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767386]]></sapo:autor>
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		<title>Rússia avisa estrangeiros para saírem de Kiev devido a novos ataques</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/russia-avisa-estrangeiros-para-sairem-de-kiev-devido-a-novos-ataques/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Kiev]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[“Os ataques terão como alvo centros de decisão” e “empresas do complexo militar-industrial” em Kiev, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros em comunicado, sem especificar qualquer data ou hora]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Governo russo instou hoje os cidadãos estrangeiros residentes em Kiev, incluindo funcionários diplomáticos, a abandonar a capital ucraniana devido à iminência de novos bombardeamentos para responder ao ataque de sexta-feira contra uma residência estudantil.</p>
<p>“Os ataques terão como alvo centros de decisão” e “empresas do complexo militar-industrial” em Kiev, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros em comunicado, sem especificar qualquer data ou hora.</p>
<p>Segundo o ministério russo, a campanha visa responder ao “ataque sangrento” a uma residência de estudantes da região ocupada de Lugansk, realizado na madrugada de sexta-feira, e do qual resultaram 21 mortos e pelo menos 42 feridos.</p>
<p>O ministério aconselhou ainda os residentes de Kiev a “não se aproximarem das infraestruturas militares e administrativas da cidade”.</p>
<p>O alerta surge um dia depois de um grande ataque russo contra a Ucrânia, para o qual Moscovo usou um míssil com capacidade nuclear. O bombardeamento, realizado na madrugada de domingo, utilizou, de acordo com a Força Aérea ucraniana, 690 sistemas de ataque aéreo, incluindo drones e mísseis de vários tipos e teve Kiev como alvo principal.</p>
<p>Segundo o último balanço das autoridades ucranianas, citado pela agência francesa de notícias AFP, o bombardeamento russo causou pelo menos quatro mortos e mais de 100 feridos.</p>
<p>O ataque, que foi criticado por várias organizações e países, incluindo a Comissão Europeia e Portugal, atingiu uma infraestrutura de abastecimento de água, um mercado, dezenas de edifícios residenciais e várias escolas, avançou o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</p>
<p>Moscovo justificou os bombardeamentos noturnos, que disse terem tido como alvos apenas instalações militares, como uma primeira retaliação pelo ataque à residência estudantil.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767383]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exportações de pequenos frutos mais que triplicam em 10 anos e atingem máximo de 398 milhões</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exportacoes-de-pequenos-frutos-mais-que-triplicam-em-10-anos-e-atingem-maximo-de-398-milhoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:18:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O setor dos pequenos frutos em Portugal mais do que triplicou o valor das exportações na última década, atingindo 398 milhões de euros em 2025, impulsionado sobretudo pela produção de framboesa, segundo o presidente da Portugal Fresh, Gonçalo Santos Andrade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O setor dos pequenos frutos em Portugal mais do que triplicou o valor das exportações na última década, atingindo 398 milhões de euros em 2025, impulsionado sobretudo pela produção de framboesa, segundo o presidente da Portugal Fresh, Gonçalo Santos Andrade.</p>
<p>&#8220;Em termos de exportações, o setor valia cerca de 85 milhões de euros há 10 anos e tem vindo sempre a crescer&#8221;, afirmou o responsável à Lusa, sublinhando que o aumento tem sido &#8220;consistente e significativo&#8221;, com o valor a ultrapassar os 200 milhões de euros em 2018, os 250 milhões em 2022 e aproximar-se dos 300 milhões em 2023, até chegar aos atuais 398 milhões.</p>
<p>Segundo o mesmo, o crescimento do setor está ligado, por um lado, à procura internacional, com destaque para mercados da União Europeia (UE) e, por outro, à valorização de dietas mais saudáveis.</p>
<p>&#8220;Há uma tendência muito grande por parte dos consumidores em procurarem dietas equilibradas, à base destes produtos, o que cria potencial para continuarmos a crescer&#8221;, referiu.</p>
<p>As exportações portuguesas de pequenos frutos destinam-se, principalmente, à União Europeia, com mercados como Espanha, França, Alemanha e Países Baixos entre os principais destinos, além do Reino Unido.</p>
<p>Nos últimos anos, países do Médio Oriente, como os Emirados Árabes Unidos, têm também registado &#8220;um aumento relevante&#8221;.</p>
<p>Segundo dados fornecidos à Lusa pela Portugal Fresh, no caso da framboesa, o valor das exportações atingiu cerca de 258 milhões de euros em 2025, com um preço médio de 8,65 euros por quilo.</p>
<p>Espanha surge como o principal mercado de destino, concentrando 32% do total, seguida da França, com 20%, dos Países Baixos, com 19%, e da Alemanha, com 13%. A grande maioria das exportações, cerca de 96%, destina-se a países da UE.</p>
<p>Relativamente aos mirtilos, o valor exportado atingiu 53 milhões de euros em 2025, com um preço médio de 6,59 euros por quilo. Espanha lidera também, com 37% das exportações, seguida da França (25%), dos Países Baixos (17%) e da Alemanha (6%). Tal como na framboesa, o mercado europeu absorve cerca de 96% das exportações.</p>
<p>O morango teve uma expressão residual, entre 1% e 2%.</p>
<p>A produção concentra-se, sobretudo, no sudoeste alentejano, região que tem sido determinante para a expansão da fileira, beneficiando de condições climáticas que permitem assegurar produção ao longo de todo o ano.</p>
<p>&#8220;Portugal é o único país na Europa que consegue produzir framboesas e amoras 52 semanas por ano, o que nos dá uma vantagem competitiva clara&#8221;, afirmou, explicando que, apesar de outros países iniciarem a produção mais cedo em termos de volume, a produção nacional distingue-se pela continuidade ao longo do ano.</p>
<p>Ainda assim, apesar do crescimento Gonçalo Santos Andrade alertou para os principais desafios do setor, colocando a disponibilidade de água como a principal preocupação.</p>
<p>&#8220;Se me perguntar quais são os três principais desafios, digo que o primeiro é a água, o segundo é a água e o terceiro é a água&#8221;, sublinhou, defendendo investimento em infraestruturas de armazenamento e gestão hídrica.</p>
<p>O responsável sublinhou a importância de concretizar projetos anunciados pelo Governo, como o reforço de barragens e sistemas de regadio, lembrando que apenas cerca de 15% da superfície agrícola em Portugal tem acesso a regadio.</p>
<p>Apesar das dificuldades, o presidente da Portugal Fresh mostrou-se otimista quanto ao futuro, considerando que os pequenos contribuem para a dinamização económica e fixação de população em territórios de baixa densidade.</p>
<p>&#8220;O agroalimentar tem ganho peso na economia e já representa uma parte relevante das exportações nacionais&#8221;, destacou.</p>
<p>O responsável considerou ainda que o destaque dado aos pequenos frutos na Feira Nacional de Agricultura (FNA 26), que decorre em Santarém entre 6 e 14 de junho, reflete a importância estratégica desta fileira para a agricultura nacional, &#8220;tanto ao nível da produção como das exportações e do emprego&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767353]]></sapo:autor>
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		<title>5G: Meo reclama 82 ME em ação contra o Estado por exclusão da Huawei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:14:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Meo entrou com uma ação em tribunal contra o Estado português para ser ressarcida da exclusão da Huawei como fornecedora de 5G, reclamando 82 milhões de euros de indemnização, que é uma estimativa do impacto da decisão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Meo entrou com uma ação em tribunal contra o Estado português para ser ressarcida da exclusão da Huawei como fornecedora de 5G, reclamando 82 milhões de euros de indemnização, que é uma estimativa do impacto da decisão.</p>
<p>A notícia desta ação, que deu entrada no Tribunal Administrativo de Lisboa a 24 de abril, com o objetivo o ressarcimento pelos danos provocados por a Huawei ter sido banida do 5G, no montante de 81,7 milhões de euros, foi hoje avançada pelo Público.</p>
<p>Três anos depois da Comissão de Avaliação de Segurança (CAS), no âmbito do Conselho Superior de Segurança do Ciberespaço, ter considerado de &#8220;alto risco&#8221; para a segurança de redes e serviços 5G a fornecedora chinesa Huawei, a empresa liderada por Ana Figueiredo avança com um processo contra o Estado português e o Centro Jurídico do Estado, conforme informação que consta no portal Citius.</p>
<p>&#8220;Esta ação está relacionada com as deliberações da Comissão de Avaliação de Segurança, de 2023, e visa o ressarcimento da Meo pelos danos especiais e anormais que aquelas decisões administrativas lhe impuseram&#8221;, afirmou à Lusa fonte oficial da operadora, quando contactada sobre o tema.</p>
<p>A ação da Meo visa apenas o ressarcimento dos impactos da decisão, que incluem a substituição de equipamentos, alterações das configurações de investimento, entre outros, num valor que é uma estimativa.</p>
<p>Ou seja, a empresa não pede a anulação da decisão que baniu a Huawei, mas somente a compensação pelos custos decorrentes.</p>
<p>Desde 2024, o fornecedor da Meo para o 5G é a Nokia.</p>
<p>A decisão da CAS foi conhecida em maio de 2023 e em setembro do mesmo ano a Huawei Portugal entrou com uma ação administrativa contra a deliberação sobre equipamentos 5G da Comissão de Avaliação de Segurança, com o objetivo de salvaguardar os seus direitos legais.</p>
<p>Em 25 de outubro de 2023, questionado sobre se o Governo estava aberto a compensar os operadores pela exclusão de fornecedores de alto risco, o ministro das Infraestruturas da altura, João Galamba, afirmou que naquele momento não estava &#8220;em cima da mesa&#8221;.</p>
<p>Um estudo feito pela consultora EY a pedido da Huawei e divulgado em setembro de 2024 referia que a exclusão da tecnológica chinesa das redes 5G em Portugal poderia custar à economia portuguesa mais de mil milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767352]]></sapo:autor>
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		<title>Serviços de confirmação de destinatário de transferências já evitaram 6,5 ME em fraudes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:06:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de os clientes bancários verem o nome do destinatário de uma transferência quando colocam o IBAN e outras funcionalidades confirmativas já evitaram 6,5 milhões de euros em fraudes desde maio de 2024, estima o Banco de Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de os clientes bancários verem o nome do destinatário de uma transferência quando colocam o IBAN e outras funcionalidades confirmativas já evitaram 6,5 milhões de euros em fraudes desde maio de 2024, estima o Banco de Portugal.</p>
<p>A projeção foi divulgada hoje pelo governador do banco central, Álvaro Santos Pereira, numa conferência em Lisboa, dizendo respeito à fraude evitada nos últimos dois anos, desde que, em maio de 2024, os bancos e outros prestadores de serviços de pagamento passaram a permitir que os clientes vejam o nome do destinatário de uma transferência antes de autorizarem a operação.</p>
<p>Na abertura da conferência &#8220;Fraude Digital: detetar, responder e prevenir&#8221;, que decorre hoje no Museu do Dinheiro, Santos Pereira disse que as três funcionalidades lançadas pelo Banco de Portugal &#8212; de confirmação dos beneficiários das operações e o sistema &#8216;SPIN&#8217; &#8212; terão &#8220;permitido evitar 6,5 milhões de euros de fraudes durante os dois anos do seu funcionamento&#8221;.</p>
<p>A inovação, salientou, permitiu ao país faz com que seja &#8220;mais eficaz no combate à fraude&#8221;.</p>
<p>&#8220;Desde a sua disponibilização, o peso da manipulação do ordenante na fraude com transferências tem vindo a diminuir de forma expressiva&#8221; e isso explica o porquê de se verificar uma &#8220;trajetória de descida&#8221; nas fraudes em Portugal, em sentido contrário à tendência na União Europeia (UE), disse.</p>
<p>A funcionalidade da confirmação do beneficiário foi lançada em maio de 2024, permitindo que um cliente, antes de autorizar uma transferência bancária, saiba o nome do destinatário do dinheiro no momento em que coloca o IBAN do beneficiário.</p>
<p>Além desta funcionalidade, foram disponibilizadas outras duas, o chamado &#8220;SPIN&#8221; em junho de 2024, que facilita a iniciação de transferências com o número de telemóvel e com o NIF, e o serviço de verificação do beneficiário em outubro de 2025.</p>
<p>As três são disponibilizadas pelo banco central aos bancos e outros prestadores de serviços de pagamento, que, por sua vez, os disponibilizam aos clientes.</p>
<p>Santos Pereira ressalvou que estes mecanismos não são eficazes quando os cidadãos são contactados por telefone por um contacto &#8220;supostamente fidedigno&#8221;, através da técnica conhecida por &#8216;spoofing&#8217;, em que alguém falsifica um número de origem, fazendo parecer que a chamada está a ser realizada a partir de um número oficial.</p>
<p>O governador defendeu a necessidade de Portugal legislar o combate ao &#8216;spoofing&#8217; para combater fraudes digitais, lembrando que é o único país da União Europeia (EU) que ainda não o fez.</p>
<p>As fraudes em que os burlões manipulam os ordenantes das transferências caíram 21% nos primeiros cinco meses de 2025 face ao período homólogo de 2024, em que não havia confirmação do beneficiário, detalhou.</p>
<p>Santos Pereira referiu ainda que as fraudes com a manipulação do ordenante &#8212; como as mensagens em que os destinatários são interpelados com um &#8220;Olá, pai&#8221; ou &#8220;Olá, mãe&#8221; &#8212; representavam 60% das transferências fraudulentas em 2023 e que, em 2025, esse rácio baixou para 16%.</p>
<p>&#8220;Os números mostram que, em Portugal, os níveis de fraude são reduzidos&#8221;, afirmou Santos Pereira, dando como exemplo o que se passou nos primeiros seis meses de 2025, em que &#8220;ocorreram quatro débitos diretos fraudulentos por cada milhão de operações, 10 transferências fraudulentas em cada milhão e, nos cartões, 66 em cada milhão de operações&#8221;.</p>
<p>&#8220;Entre o primeiro semestre de 2024 e o primeiro semestre de 2025, registou-se uma diminuição da fraude nas transferências e nos cartões&#8221;, acrescentou, considerando que esta evolução não aconteceu &#8220;ao acaso&#8221;, mas que &#8220;resulta de um esforço continuado do BdP, dos demais supervisores financeiros, das instituições financeiras e das autoridades públicas&#8221;.</p>
<p>Na conferência, Santos Pereira assinalou ainda o lançamento de uma plataforma de acompanhamento da fraude digital em Portugal, que junta operadores de pagamentos, das comunicações, investigação criminal e da justiça.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767348]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bombeiro ferido no combate a incêndio em armazém em Vila Franca de Xira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 15:01:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um bombeiro sofreu hoje ferimentos ligeiros no combate ao incêndio que atinge um complexo de armazéns logísticos da DHL em Vialonga, no concelho de Vila Franca de Xira, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um bombeiro sofreu hoje ferimentos ligeiros no combate ao incêndio que atinge um complexo de armazéns logísticos da DHL em Vialonga, no concelho de Vila Franca de Xira, disse à agência Lusa fonte da Proteção Civil.</p>
<p>&#8220;Confirma-se uma vítima, um bombeiro, ferido leve por trauma, que foi transportado para o Hospital de Vila Franca de Xira&#8221;, disse à agência Lusa o comandante de permanência às operações do Comando Sub-Regional da Grande Lisboa, Bartolomeu Castro.</p>
<p>Segundo um ponto de situação feito às 15:20, o incêndio estava a ser combatido no local por 130 operacionais, apoiados por 50 veículos.</p>
<p>O fogo, cujo alerta foi dado às 12:55, teve início na zona de cobertura de um complexo de armazéns da DHL, em Vialonga.</p>
<p>A proteção civil adiantou ainda que existem alguns condicionamentos de trânsito na estrada de acesso direto aos armazéns, &#8220;de forma a permitir a movimentação e o posicionamento dos meios de socorro&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767344]]></sapo:autor>
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		<title>Supermercado vai ficar mais caro: famílias devem preparar-se para novos aumentos a partir de junho, alerta APED</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:49:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[APED]]></category>
		<category><![CDATA[combustíveis]]></category>
		<category><![CDATA[Gonçalo Lobo Xavier]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[supermercados]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo Gonçalo Lobo Xavier, os preços já estão pressionados por vários fatores, desde o aumento dos custos de produção aos aumentos salariais, mas ainda não refletem totalmente o impacto das tempestades e da subida do petróleo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços nos supermercados vão continuar a subir nos próximos meses, com o impacto da subida dos combustíveis a fazer-se sentir de forma mais clara em junho e julho. O alerta é deixado por Gonçalo Lobo Xavier, diretor-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição, em entrevista à &#8216;Renascença&#8217;.</p>
<p>Segundo o responsável, os preços já estão pressionados por vários fatores, desde o aumento dos custos de produção aos aumentos salariais, mas ainda não refletem totalmente o impacto das tempestades e da subida do petróleo associada ao agravamento da tensão geopolítica no Médio Oriente.</p>
<p>“Ao dia de hoje, em maio, os preços já estão completamente impregnados, não só do aumento dos custos de vários fatores de produção, como os aumentos salariais, mas já sentimos o impacto da guerra com o Irão”, afirmou Gonçalo Lobo Xavier. Ainda assim, o diretor-geral da APED avisa que a pressão não terminou.</p>
<p>Em entrevista ao programa “Dúvidas Públicas”, da &#8216;Renascença&#8217;, o responsável explicou que o setor já sentia uma pressão sobre os preços desde outubro, agravada depois pelo impacto das tempestades e pela subida do petróleo, provocada pelos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irão e pelo bloqueio do Estreito de Ormuz.</p>
<p>De acordo com Gonçalo Lobo Xavier, os preços começaram a refletir em março o efeito das tempestades, mas esse impacto ainda deverá intensificar-se. Já a subida dos combustíveis, embora tenha começado a chegar ao supermercado, será sobretudo visível em junho e julho.</p>
<p>“Ainda não sentimos verdadeiramente o impacto deste aumento de combustíveis”, sublinhou. “O conflito começa em fevereiro, em março ainda conseguimos aguentar alguma coisa.” Mas, se a situação se mantiver, acrescentou, “junho e julho já vai refletir todo este esforço que está a ser feito e todo este impacto”.</p>
<p>Entre os produtos mais afetados pela subida de preços estão alimentos com cacau, carne, peixe e ovos. O caso dos ovos é particularmente sensível, por se tratar de uma das proteínas mais procuradas pelas famílias com menores rendimentos.</p>
<p>O diretor-geral da APED criticou ainda a demora das medidas de apoio do Governo e defendeu respostas que protejam a produção nacional e a competitividade da economia portuguesa, sobretudo perante a concorrência espanhola.</p>
<p>Gonçalo Lobo Xavier considera que o PTRR, pacote de medidas apresentado pelo Governo de Luís Montenegro para responder aos prejuízos causados pelas tempestades e reforçar a prevenção futura, fica aquém do necessário. “Parece-nos curto”, afirmou, classificando o plano como uma reformulação de medidas já existentes e criticando o atraso na sua aplicação no terreno.</p>
<p>O responsável lamentou ainda que o setor da distribuição tenha ficado de fora do plano, apesar de, segundo afirmou, não estar a pedir apoios financeiros diretos ao Governo. A APED defendia antes medidas práticas, como a possibilidade de as lojas armazenarem mais combustível para alimentar geradores em situações de emergência.</p>
<p>Na mesma entrevista, Gonçalo Lobo Xavier defendeu uma “via verde contra a burocracia” e pediu maior peso político para a economia e a agricultura nas decisões do Conselho de Ministros.</p>
<p>Outro desafio apontado pela APED é a dificuldade de contratação no setor da distribuição. Segundo o diretor-geral da associação, os trabalhadores estrangeiros passaram de 4,7% para 11% nos últimos cinco anos, refletindo a crescente dependência do setor da mão-de-obra imigrante.</p>
<p>Gonçalo Lobo Xavier rejeitou, no entanto, a ideia de que a distribuição continue associada apenas a baixos salários. Ainda assim, lamentou a falta de acordo entre parceiros sociais sobre a reforma laboral, em particular em matérias como o banco de horas individual.</p>
<p>Quanto à greve geral marcada para 3 de junho contra as alterações à Lei Laboral, o responsável não espera impacto relevante no comércio. Admitiu constrangimentos nos transportes, mas não antecipa lojas fechadas nem perturbações significativas entre os associados da APED.</p>
<p>“No nosso setor em particular não adivinho uma grande mudança em relação ao que tem sido feito. Não adivinho perturbações nas lojas, nem lojas fechadas”, afirmou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767331]]></sapo:autor>
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		<title>“Internet é mais perigosa do que a rua”: mais de 500 crianças desapareceram em Portugal em cinco anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:43:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[IAC]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Entre 2020 e 2025, o Instituto de Apoio à Criança registou 532 crianças desaparecidas em Portugal, o que corresponde a uma média de 89 casos por ano]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mais de 500 crianças foram dadas como desaparecidas em Portugal nos últimos cinco anos, num retrato que preocupa o Instituto de Apoio à Criança (IAC) e que, segundo o presidente da instituição, Manuel Coutinho, já não pode ser visto apenas através da imagem tradicional da criança que se perde na rua ou num jardim público. Em declarações à &#8216;RTP&#8217;, o responsável alerta que muitos desaparecimentos começam hoje dentro de casa, através de contactos feitos na Internet.</p>
<p>Entre 2020 e 2025, o Instituto de Apoio à Criança registou 532 crianças desaparecidas em Portugal, o que corresponde a uma média de 89 casos por ano. Os números foram revelados no Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, assinalado esta segunda-feira, e servem de alerta para pais, escolas, instituições, autoridades e toda a comunidade.</p>
<p>Manuel Coutinho sublinha que estes casos não dizem respeito, na sua maioria, a raptos por terceiros. “Não se está a falar de raptos efetuados por terceiros. Estamos essencialmente a falar de crimes de subtração de menores e de fugas da família e das instituições”, afirmou à &#8216;RTP Antena1&#8217;.</p>
<p>O presidente do IAC considera, ainda assim, que o número é “muitíssimo elevado” e deve levar a uma vigilância reforçada. O responsável destaca que há cada vez mais jovens a fugir de casa ou de instituições, muitas vezes depois de contactos online com adultos ou redes que os expõem a situações de risco.</p>
<p>“O que leva muitas vezes ao desaparecimento não é as crianças andarem a passear ou a brincar nos jardins públicos. É muitas vezes andarem a navegar na Internet”, avisou Manuel Coutinho.</p>
<p>O responsável vai mais longe e afirma que “a maior parte das crianças que desaparece não é de jardins públicos” nem “da rua”. Segundo Manuel Coutinho, muitas desaparecem de casa, depois de contactos feitos no “submundo da Internet”, onde se expõem de forma perigosa e podem ficar vulneráveis a predadores.</p>
<p>Embora a maior parte das crianças desaparecidas acabe por ser localizada, o IAC alerta que o regresso nem sempre significa que o problema ficou resolvido. Segundo Manuel Coutinho, há menores que, quando são recuperados, já passaram por situações de maus-tratos, abuso sexual, privação ou outros contextos de elevada complexidade.</p>
<p>O alerta surge também num momento em que a Polícia Judiciária se associou à campanha europeia “A nossa Casa Deve Ser um Lugar Seguro”, lançada pela AMBER Alert Europe em 20 países. A iniciativa pretende chamar a atenção para o desaparecimento de crianças que fogem de ambientes familiares inseguros, uma das causas consideradas mais negligenciadas nestes casos.</p>
<p>Em comunicado, a PJ lembra que “todos os anos, milhares de crianças desaparecem depois de fugirem de ambientes familiares inseguros” e alerta que, em muitos casos, os sinais surgem antes do desaparecimento, mas são ignorados ou mal interpretados pelos adultos à volta da criança.</p>
<p>A campanha identifica cinco sinais de alerta: mudanças repentinas de comportamento, ferimentos inexplicáveis, postura defensiva permanente, medo de regressar a casa e dificuldade em contar o que se passa. Estes indicadores, segundo a Polícia Judiciária, baseiam-se em investigação científica e em diretrizes nacionais de proteção à infância, tendo sido analisados por especialistas na União Europeia e no Reino Unido.</p>
<p>O objetivo é mobilizar adultos que contactam regularmente com crianças, como professores, treinadores, vizinhos, profissionais de saúde ou outras pessoas de confiança, para que reconheçam estes sinais e intervenham antes de a fuga ser vista pela criança como a única saída.</p>
<p>Além desta campanha, o Instituto de Apoio à Criança assinala a data com a divulgação da Linha SOS Criança Desaparecida — 116 000. Trata-se de uma linha europeia gratuita, confidencial e disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, destinada a apoiar crianças desaparecidas e as suas famílias.</p>
<p>Em Portugal, a linha é assegurada pelo IAC, com apoio da Polícia Judiciária, garantindo apoio emocional, acompanhamento técnico e articulação com as autoridades competentes em situações de desaparecimento de crianças e jovens.</p>
<p>O IAC associou-se ainda este ano à campanha europeia #BlueForHope, promovida pela Missing Children Europe, organização da qual o instituto é membro fundador. A iniciativa convida entidades públicas, organizações e cidadãos a iluminarem edifícios e monumentos a azul, reforçando a visibilidade do problema e a importância da cooperação na proteção das crianças.</p>
<p>Questionado sobre o caso das duas crianças abandonadas em Alcácer do Sal, Manuel Coutinho admitiu não se recordar de uma situação semelhante em Portugal. “A realidade, infelizmente, por vezes, ultrapassa a ficção”, afirmou o presidente do IAC.</p>
<p>Para o Instituto de Apoio à Criança, a mensagem central deste Dia Internacional das Crianças Desaparecidas é clara: a prevenção não passa apenas por vigiar espaços públicos. Passa também por perceber o que acontece dentro de casa, nas relações familiares, nas instituições e no mundo digital onde muitas crianças começam a ser aliciadas.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767323]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Criança de seis anos morre subitamente em escola no Seixal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:35:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Autoridades estiveram no local a investigar as circunstâncias da morte. O corpo foi posteriormente encaminhado para o Instituto de Medicina Legal, por indicação do Ministério Público]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma criança de seis anos morreu na manhã desta segunda-feira na Escola Básica da Quinta de São João, na Arrentela, concelho do Seixal, depois de se ter sentido mal no estabelecimento de ensino, avançou a &#8216;CNN Portugal&#8217;.</p>
<p>O aluno terá chegado à escola a queixar-se de cansaço e sono. Perante o estado da criança, uma funcionária encaminhou-a para descansar.</p>
<p>Cerca das 10 horas, quando a auxiliar tentou acordá-la, verificou que o menino se encontrava inanimado e com o corpo frio. O alerta foi dado de imediato para o 112.</p>
<p>Para o local foram mobilizados meios de socorro, incluindo a VMER de Almada, mas o óbito acabou por ser confirmado no local.</p>
<p>Segundo fontes citadas pela &#8216;CNN Portugal&#8217;, a criança tinha antecedentes cardíacos e já teria sido submetida a uma intervenção cirúrgica com apenas oito meses.</p>
<p>As autoridades estiveram no local a investigar as circunstâncias da morte. O corpo foi posteriormente encaminhado para o Instituto de Medicina Legal, por indicação do Ministério Público.</p>
<p>De acordo com o &#8216;Correio da Manhã&#8217;, as restantes crianças acabaram por ser levadas pelos pais para casa, numa manhã marcada pela consternação na comunidade escolar.</p>
<p>As circunstâncias da morte estão agora a ser analisadas pelas autoridades competentes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767314]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Trump exige agora acordo “excelente e significativo” para acabar a guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:35:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, advertiu hoje que um eventual acordo com o Irão terá de ser “excelente e significativo”, caso contrário não será concretizado, depois de ter admitido no sábado que estava iminente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente norte-americano, Donald Trump, advertiu hoje que um eventual acordo com o Irão terá de ser “excelente e significativo”, caso contrário não será concretizado, depois de ter admitido no sábado que estava iminente.</p>
<p>“Ou o acordo com o Irão será um acordo excelente e significativo, ou não haverá acordo”, escreveu Trump numa rede social própria.</p>
<p>Trump começou por anunciar no sábado que o acordo estava quase finalizado, para no dia seguinte assegurar ao aliado Israel que iria incluir a questão do programa nuclear iraniano, que Teerão recusa discutir.</p>
<p>Ainda antes da advertência de hoje, já tinha moderado as expectativas ao dizer que dera instruções aos negociadores para que não se apressassem, porque o tempo estava do lado dos Estados Unidos.</p>
<p>Pelo meio, o Paquistão, mediador do acordo, anunciou que esperava acolher muito em breve uma nova ronda de negociações entre os Estados Unidos e o Irão, enquanto o chefe do exército paquistanês se deslocava a Teerão.</p>
<p>O cenário positivo, pelo menos até sábado, trouxe alívio aos mercados e os preços do petróleo caíram hoje abaixo da barreira dos 100 dólares, o que não acontecia há duas semanas, de acordo com a agência de notícias France-Presse (AFP).</p>
<p>Já hoje, o porta-voz da diplomacia do Irão admitiu progressos nas negociações, adiantando mesmo que as partes chegaram a “uma conclusão sobre grande parte das questões”, mas recomendou prudência.</p>
<p>“Daí a dizer que a assinatura de um acordo é iminente, ninguém o pode afirmar”, declarou Esmaeil Baghaei, acusando Washington de ser versátil.</p>
<p>Os ataques contra o Irão têm estado em pausa com a entrada em vigor de um cessar-fogo em 08 de abril, com que Washington e Teerão concordaram para dar vez às negociações promovidas pelo Paquistão.</p>
<p>O fracasso de uma primeira ronda em Islamabad em abril levou Trump a ordenar um bloqueio naval ao Irão, o que agravou a situação no estreito de Ormuz, bloqueado pelo Irão desde o início da guerra.</p>
<p>Passagem habitual de um quinto dos hidrocarbonetos consumidos no mundo, o bloqueio do estreito de Ormuz causou uma subida acentuada dos preços do petróleo e o receio de uma recessão económica global.</p>
<p>O Japão, uma das economias mais robustas do mundo, anunciou hoje a apresentação em breve de um orçamento suplementar para ajudar as famílias a enfrentar o aumento do custo de vida causado pela guerra no Médio Oriente.</p>
<p>A guerra foi desencadeada por um ataque dos Estados Unidos e de Israel contra o Irão, em 28 de fevereiro.</p>
<p>Teerão respondeu com o bloqueio do estreito de Ormuz e com ataques contra países da região, generalizando o conflito a uma parte significativa do Médio Oriente.</p>
<p>A guerra provocou já milhares de mortos, sobretudo no Irão e no Líbano, arrastado para o conflito pelos ataques do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah contra Israel.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767317]]></sapo:autor>
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		<title>Autoridades iranianas autorizam mais 32 navios a passarem por Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[O Irão declarou hoje que 32 navios atravessaram o estreito de Ormuz nas últimas 24 horas após terem recebido autorização, elevando o número total de embarcações para 182 desde quarta-feira.
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão declarou hoje que 32 navios atravessaram o estreito de Ormuz nas últimas 24 horas após terem recebido autorização, elevando o número total de embarcações para 182 desde quarta-feira.</p>
<p>&#8220;Depois de receberem autorização da Marinha da Guarda Revolucionária, 32 navios atravessaram o estreito de Ormuz nas últimas 24 horas&#8221;, anunciou o corpo militar de elite iraniano em um comunicado divulgado pela agência de notícias Tasnim.</p>
<p>A agência de notícias iraniana indicou que, entre as 32 embarcações, estavam cinco superpetroleiros, que tiveram prioridade na travessia pela passagem estratégica.</p>
<p>Um total de 182 navios conseguiu atravessar o estreito nos últimos seis dias com autorização da Marinha iraniana, que mantém um bloqueio parcial da passagem desde o início da guerra com Israel e os Estados Unidos, em 28 de fevereiro.</p>
<p>A Guarda Revolucionária não informou sob que bandeira navegavam os navios.</p>
<p>No entanto, a televisão estatal iraniana noticiou na semana passada que a maioria das embarcações que atravessaram o estreito de Ormuz com autorização do Irão estava ligada a países do Sudeste Asiático, que &#8220;mantêm relações de amizade&#8221; com Teerão.</p>
<p>O encerramento parcial do estreito de Ormuz, por onde passava 20% do petróleo mundial antes da guerra, fez subir os preços dos combustíveis, enquanto decorrem negociações para a sua reabertura.</p>
<p>Teerão impôs o bloqueio após o início dos ataques israelo-americanos contra o Irão, em 28 de fevereiro.</p>
<p>O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, declarou hoje que o Irão vai estabelecer um mecanismo com Omã para &#8220;garantir o trânsito seguro&#8221;, um serviço que exigirá pagamento, embora tenha insistido que não se trata de uma portagem.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767304]]></sapo:autor>
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		<title>Operação Influencer: Chega avança para obrigar António Costa a depor presencialmente no Parlamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:32:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Chega quer alterar a lei para impedir que antigos primeiros-ministros, Presidentes da República e presidentes da Assembleia da República possam responder por escrito em comissões parlamentares de inquérito, numa iniciativa que surge no contexto da tentativa do partido de ouvir António Costa sobre a Operação Influencer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega quer alterar a lei para impedir que antigos primeiros-ministros, Presidentes da República e presidentes da Assembleia da República possam responder por escrito em comissões parlamentares de inquérito, numa iniciativa que surge no contexto da tentativa do partido de ouvir António Costa sobre a Operação Influencer. A proposta legislativa foi anunciada depois de o partido liderado por André Ventura ter pedido a criação de uma comissão parlamentar de inquérito dedicada ao processo que envolve projetos relacionados com lítio, hidrogénio e o centro de dados de Sines.</p>
<p>O Chega pretende revogar o direito atualmente previsto no Regime Jurídico dos Inquéritos Parlamentares que permite aos atuais e antigos titulares dos três mais altos cargos do Estado prestarem depoimentos por escrito em comissões parlamentares de inquérito ou noutros atos de natureza investigatória. O objetivo político da iniciativa é claro: evitar que António Costa volte a recorrer a esse mecanismo, como aconteceu na anterior legislatura.</p>
<p>Num comunicado enviado às redações, o partido classificou esse mecanismo como um “privilégio inaceitável e incompreensível”, defendendo que o aumento do escrutínio público sobre as relações entre o poder político e interesses económicos exige maior transparência e igualdade perante os mecanismos parlamentares de investigação. O Chega argumenta que casos como a Operação Marquês ou a Operação Influencer demonstram a necessidade de reforçar os instrumentos de fiscalização democrática.</p>
<p>Na mesma nota, o partido sustenta que as comissões parlamentares de inquérito devem assegurar “um escrutínio sem privilégios relativamente ao exercício do poder público e à gestão dos bens comunitários”, considerando que a possibilidade de responder por escrito enfraquece a capacidade de confronto político e de esclarecimento público dos factos.</p>
<p>A iniciativa legislativa surge paralelamente ao pedido formal apresentado pelo Chega para a criação de uma comissão parlamentar de inquérito à Operação Influencer. O partido pretende investigar a eventual legalidade da intervenção do antigo primeiro-ministro António Costa em processos ligados à exploração de lítio, à produção de hidrogénio e ao projeto Start Campus, em Sines.</p>
<p>A proposta para a constituição da comissão será discutida no Parlamento a 2 de Junho, mas enfrenta desde já dificuldades políticas. O Partido Social Democrata já anunciou que não viabilizará a iniciativa e o Partido Socialista deverá adotar a mesma posição, tornando improvável a aprovação da comissão através de votação parlamentar.</p>
<p>Perante esse cenário, André Ventura já admitiu recorrer ao mecanismo potestativo, que permite a um quinto dos deputados — 46 parlamentares — impor a criação de uma comissão parlamentar de inquérito sem necessidade de aprovação da maioria. Contudo, existe um obstáculo legal: cada partido só pode utilizar esse mecanismo uma vez por sessão legislativa.</p>
<p>O Chega já recorreu ao direito potestativo na actual sessão parlamentar para impor uma comissão de inquérito relacionada com os negócios associados aos incêndios rurais. Isso significa que o partido terá de esperar até Setembro, com o início de nova sessão legislativa, para poder voltar a utilizar esse instrumento.</p>
<p>A pressão política sobre António Costa intensificou-se depois de uma reportagem da TVI/CNN ter revelado contactos entre o antigo primeiro-ministro e o empresário Diogo Lacerda Machado relacionados com o projeto Start Campus, em Sines. Segundo o Chega, essas informações entram em contradição com a versão apresentada por Costa em Novembro de 2023, quando se demitiu na sequência da Operação Influencer.</p>
<p>Na legislatura anterior, o Chega já tinha chamado António Costa à comissão parlamentar de inquérito ao chamado “caso das gémeas”, uma comissão também criada por iniciativa potestativa do partido. Nessa ocasião, o antigo chefe do Governo respondeu por escrito, evitando uma audição presencial no Parlamento — precisamente o cenário que o partido agora quer impedir através da alteração da lei.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767306]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A gestão de crise na reputação começa antes da crise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:31:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
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		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Raquel Soares]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Raquel Soares, CEO da Love People, Personal Branding &#038; Image Consulting. Autora do livro Personal Branding]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Raquel Soares, CEO da Love People, Personal Branding &#038; Image Consulting. Autora do livro Personal Branding</p>
<p>A gestão de crise na marca pessoal é frequentemente abordada como uma competência reactiva, um conjunto de ferramentas a activar quando a situação já saiu do controlo. Contudo, na realidade, é exatamente o oposto. A capacidade de atravessar uma crise de reputação sem danos permanentes assenta em cinco pilares da gestão de marca pessoal, a identidade, o posicionamento, a imagem, a reputação e a comunicação e depende do grau de solidez com que cada um deles foi desenvolvido antes de a pressão existir.</p>
<p>Uma identidade clara define o que não muda sob pressão. Um posicionamento consistente determina como se é percepcionado quando a narrativa escapa. A imagem comunica antes das palavras. A reputação funciona como capital, acumula-se em estabilidade e consome-se em crise. E a comunicação, quando disciplinada, é a diferença entre gerir a narrativa e ser gerido por ela.</p>
<p>A partir destes cinco pilares, propõe-se uma abordagem estruturada à gestão preventiva da marca pessoal para executivos e líderes.</p>
<p>1. O problema está na pergunta errada</p>
<p>Quando uma organização ou um líder enfrenta uma crise de imagem, a primeira questão que surge é invariavelmente a mesma, o que comunicamos agora?</p>
<p>É a pergunta errada. Não porque a comunicação em crise seja dispensável, até porque é uma variável crítica e deve ser gerida com rigor. Mas porque a eficácia dessa comunicação depende de uma variável que já não pode ser alterada no momento em que a crise ocorre, a reputação construída até então.</p>
<p>A reputação, no contexto da gestão de marca pessoal, é a percepção externa que os outros têm de um indivíduo. É um reflexo acumulado do comportamento, das decisões, da consistência entre o que se diz e o que se faz. E tem uma propriedade que nenhuma declaração de imprensa tem, funciona de forma autónoma, independentemente da presença activa do seu titular.</p>
<p>A pergunta certa, portanto, não é o que comunicar em crise. É o que foi construído antes dela.</p>
<p>2. A reputação como capital</p>
<p>A reputação funciona como capital. Acumula-se em períodos de estabilidade e é consumida em períodos de pressão. Quem não fez os depósitos, não tem reservas para usar quando precisar. E esta analogia não é apenas retórica. Tem implicações práticas directas na forma como líderes e executivos deveriam pensar a construção da sua marca pessoal ao longo do tempo.</p>
<p>Os depósitos fazem-se através de quatro elementos fundamentais: autenticidade, consistência, competência demonstrada e transparência. Cada interação reflete genuinamente os valores do</p>
<p>indivíduo. Cada entrega que corresponde ao que foi prometido é um depósito. Cada momento de transparência, incluindo a admissão de erro, é um depósito. A soma destes comportamentos ao longo do tempo cria aquilo a que se pode chamar crédito reputacional, ou seja uma reserva de confiança que a crise pode consumir, mas raramente destruir por completo quando está suficientemente consolidada.</p>
<p>O inverso é igualmente verdadeiro. Uma reputação frágil, construída sobre inconsistências, sobre a distância entre o discurso e o comportamento, sobre a ausência de substância por detrás do posicionamento não tem reservas. E quando a crise chega, não há nada a consumir. O colapso é imediato.</p>
<p>3. O erro sistemático em comunicação de crise</p>
<p>Existe um padrão recorrente na forma como líderes gerem crises de reputação. O dano raramente vem do acontecimento em si. Vem da comunicação que se segue.</p>
<p>A pressão de gerir a percepção em tempo real gera um impulso de comunicar, de explicar, de justificar, de controlar a narrativa antes que outros o façam. Este impulso é compreensível. É também, na maioria dos casos, contraproducente.</p>
<p>A comunicação apressada, feita antes de existirem certezas, cria dois problemas simultâneos. O primeiro é factual quando a realidade muda, e em situações de crise a realidade muda frequentemente, qualquer afirmação prévia que não se sustente torna-se um segundo problema, muitas vezes maior do que o original. O segundo é perceptivo, a urgência transmitida por uma comunicação precipitada sinaliza ausência de controlo. E a ausência de controlo percepcionada pelo público é, em si mesma, um dano reputacional.</p>
<p>A alternativa não é o silêncio por omissão. É o silêncio deliberado. Uma escolha estratégica, não uma ausência de resposta. O silêncio bem colocado transmite controlo. Comunica que existe um processo de análise em curso, que a resposta virá quando houver algo a dizer com substância. Em crise, a disciplina de não comunicar até existir clareza é uma competência. Como qualquer competência, exige treino e, acima de tudo, uma reputação prévia suficientemente sólida para suportar o intervalo.</p>
<p>4. Resiliência como competência comunicacional</p>
<p>A resiliência, no contexto da marca pessoal, é frequentemente reduzida à capacidade de recuperar de situações adversas. Esta definição é insuficiente.</p>
<p>A resiliência aplicada à gestão de marca pessoal é a capacidade de manter a coerência e a eficácia da comunicação mesmo sob pressão. Não se trata de resistir à adversidade, trata-se de não deixar que a adversidade altere a essência do que se comunica e de como se comunica.</p>
<p>Esta distinção tem implicações directas para líderes. Em momentos de crise, a tentação de ajustar o discurso ao que o público quer ouvir é enorme. A pressão para parecer mais conciliador, mais disponível, mas diferente do que se foi até então é uma das armadilhas mais comuns da comunicação de crise. E é precisamente aí que a reputação se perde não no acontecimento, mas na inconsistência comunicacional que se segue.</p>
<p>A resiliência comunicacional exige três coisas. Primeiro, clareza sobre os valores centrais que não são negociáveis independentemente da pressão externa. Segundo, um plano de comunicação em crise desenvolvido antes da crise existir, não como um script, mas como um conjunto de princípios que orientam as decisões quando a racionalidade está comprometida pela pressão. Terceiro, uma rede de apoio que ofereça perspectiva externa nos momentos em que a proximidade ao problema compromete o julgamento.</p>
<p>5. O tempo da reputação não é o tempo da crise</p>
<p>A reputação tem uma característica que poucos executivos levam verdadeiramente a sério. Constrói-se devagar. Destrói-se depressa. E essa assimetria muda tudo na forma como se deve pensar a sua gestão.</p>
<p>A reputação constrói-se em anos. Através de comportamento consistente, de entrega sustentada, de decisões que refletem os valores declarados mesmo quando é mais fácil não o fazer. Este processo é lento, gradual e raramente visível no curto prazo.</p>
<p>Mas uma crise mal gerida pode desfazer em dias o que levou anos a construir. Uma decisão comunicacional errada, uma inconsistência evidente entre o discurso e a ação, o impacto não é proporcional ao acontecimento. É desproporcional. E essa desproporção é, em si mesma, uma das características mais subestimadas da gestão de reputação.</p>
<p>Esta assimetria tem uma consequência fundamental, a gestão da reputação não pode ser tratada como uma atividade reactiva. Não pode ser ativada quando a crise surge. Tem de ser uma prática contínua, integrada no comportamento diário do líder, nos momentos em que ninguém está a observar, quando a entrega podia ser menor e não é.</p>
<p>É aí que se faz a diferença. Não na gestão da crise. Na gestão dos dias normais que a precedem.</p>
<p>6. Três perguntas para antes da próxima crise</p>
<p>A gestão preventiva da reputação não requer metodologias complexas. Requer honestidade e regularidade. As três perguntas que se seguem constituem um exercício de diagnóstico que qualquer líder pode aplicar sem necessidade de suporte externo.</p>
<p>A primeira: o comportamento do dia-a-dia está a gerar crédito reputacional ou a consumir reservas que não existem? A resposta exige uma avaliação honesta da consistência entre o posicionamento declarado e as decisões efetivamente tomadas.</p>
<p>A segunda: quando se comunica em situações de pressão, a mensagem está ancorada nos valores centrais ou está a ser moldada pelo que a audiência quer ouvir? A autenticidade não é uma qualidade estática. É uma prática que se verifica, ou não, precisamente nos momentos em que é mais difícil mantê-la.</p>
<p>A terceira: existe a disciplina de não comunicar quando não há nada a dizer com substância? Esta é, frequentemente, a competência mais difícil de desenvolver e a mais determinante em contexto de crise.</p>
<p>A reputação constrói-se na coerência entre o que se diz e o que se faz. Em crise ou fora dela. E é essa coerência, acumulada ao longo do tempo, que determina se uma crise deixa uma marca permanente ou simplesmente passa.</p>
<p>A gestão de marca pessoal é uma decisão tomada todos os dias, sobretudo nos dias em que ninguém está a ver.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Raquel Soares, CEO da Love People, Personal Branding &amp; Image Consulting. Autora do livro Personal Branding]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estes são os melhores países do mundo para emigrar 2026 (e a Europa está em destaque)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:06:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Suíça foi considerada o melhor país do mundo para emigrar em 2026, num ranking internacional que avalia qualidade de vida, salários, segurança, sistemas de saúde, custo de vida e integração de estrangeiros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Suíça foi considerada o melhor país do mundo para emigrar em 2026, num ranking internacional que avalia qualidade de vida, salários, segurança, sistemas de saúde, custo de vida e integração de estrangeiros. O país europeu surge no topo do Immigration Index 2026, elaborado pela empresa Remitly, ultrapassando a Islândia, que liderava a classificação no ano passado.</p>
<p>O índice analisou 82 países com base em 34 critérios distintos, incluindo poder de compra, preços da habitação, custos de alimentação, qualidade da educação, acesso à saúde, felicidade, segurança pública, infraestruturas e potencial salarial. A classificação procura identificar os destinos mais atrativos para quem pretende mudar-se para o estrangeiro, seja por motivos profissionais, familiares ou em busca de melhores condições de vida.</p>
<p>A Suíça destacou-se sobretudo pelo elevado potencial de rendimento, acesso aos cuidados de saúde, baixos níveis de criminalidade e qualidade das infraestruturas públicas. Segundo a Remitly, o país “sobressai pelo excecional potencial de ganhos, forte acesso aos cuidados de saúde, elevados padrões de segurança e excelentes oportunidades salariais”. O relatório acrescenta ainda que a presença consolidada de comunidades estrangeiras e o desempenho em novos indicadores, como oferta de escolas internacionais e capacidade energética, ajudaram a garantir a liderança suíça.</p>
<p>Logo atrás surge a Islândia, que desceu do primeiro para o segundo lugar. Apesar da quebra, o país nórdico continua a ser apontado como um dos destinos mais atrativos para emigrantes graças à segurança, qualidade ambiental e políticas favoráveis às famílias. A Remitly sublinha que a Islândia oferece “uma elevada qualidade de vida numa sociedade coesa”, embora a menor disponibilidade de escolas internacionais tenha penalizado a classificação deste ano.</p>
<p>O Luxemburgo ocupa o terceiro lugar global, beneficiando dos elevados salários, dos fortes níveis de segurança e da eficiência dos transportes públicos. O relatório considera que o pequeno Estado europeu continua a ser especialmente atrativo para quem procura estabilidade económica e elevado nível de vida no centro da Europa.</p>
<p>A Austrália surge na quarta posição e é o único país fora da Europa presente no top cinco. A Remitly destaca a forte comunidade de imigrantes, o potencial salarial e o estilo de vida associado às atividades ao ar livre como fatores determinantes para o bom desempenho australiano.</p>
<p>Já a Alemanha fecha o grupo dos cinco primeiros classificados. O estudo descreve o país como uma “escolha fiável” para emigrantes que procuram oportunidades na maior economia europeia, apontando ainda a proteção laboral e as perspetivas de carreira a longo prazo como vantagens importantes. O relatório refere também que algumas cidades alemãs continuam entre as mais acessíveis da Europa para compra de habitação.</p>
<p>O top 10 mundial dos melhores países para emigrar em 2026 é liderado por países europeus. Depois da Suíça, Islândia, Luxemburgo, Austrália e Alemanha, seguem-se Irlanda, Estados Unidos, Dinamarca, Noruega e Espanha.</p>
<p>O relatório analisou igualmente quais os países mais favoráveis para famílias, tendo em conta indicadores como qualidade do sistema educativo, licenças de maternidade e paternidade, custos anuais com creches e número de escolas internacionais. Nesta categoria, Espanha surge no primeiro lugar mundial.</p>
<p>A diretora executiva da Remitly Europe, Eva Borislavova, afirmou que Espanha continua a destacar-se “como um destino para famílias que procuram estabilidade e oportunidades no estrangeiro”, graças à combinação entre qualidade de vida, apoio social e acessibilidade. Segundo a responsável, estes fatores tornam o país “uma escolha cada vez mais apelativa”.</p>
<p>Além de Espanha, apenas mais três países europeus entraram no top 10 dos destinos mais favoráveis para famílias: Reino Unido, em oitavo lugar, Islândia, em nono, e Croácia, na décima posição. Os restantes lugares foram ocupados por China, Estados Unidos, Sri Lanka, Emirados Árabes Unidos, Austrália e Bangladesh.</p>
<p>Outro dos critérios avaliados foi o equilíbrio entre custo de vida e rendimento disponível. Nesta categoria, a Arábia Saudita liderou o ranking global, beneficiando da combinação entre salários relativamente elevados e menores encargos habitacionais. O estudo ressalva, contudo, que os dados foram recolhidos antes da recente escalada militar envolvendo os Estados Unidos, Israel e o Irão.</p>
<p>No espaço europeu, a Noruega foi o país melhor classificado em termos de equilíbrio entre salários e custo de vida, ocupando o quarto lugar mundial, seguida da Dinamarca na quinta posição. Luxemburgo e Irlanda também aparecem entre os dez melhores destinos globais nesta categoria.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767285]]></sapo:autor>
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		<title>Linha SOS Criança Desaparecida recebeu 128 denúncias desde janeiro de 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 14:03:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Linha SOS Criança Desaparecida recebeu 128 denúncias desde janeiro de 2024 até abril deste ano, maioritariamente associadas a fugas de casa e rapto parental, revelou hoje o Instituto de Apoio à Criança (IAC).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Linha SOS Criança Desaparecida recebeu 128 denúncias desde janeiro de 2024 até abril deste ano, maioritariamente associadas a fugas de casa e rapto parental, revelou hoje o Instituto de Apoio à Criança (IAC).</P><br />
<P>No Dia Internacional das Crianças Desaparecidas, o Instituto de Apoio à Criança (IAC) -responsável em Portugal pela linha europeia SOS Criança Desaparecida -, disse em dados enviados à Lusa que nos primeiros quatro meses do ano já se realizaram 12 denúncias de raptos parentais, quatro de fugas de casa e quatro de menores que se perdem ou ficam feridos e que não são encontrados no momento da ocorrência. </P><br />
<P>Nos anos de 2024 e 2025, a maioria das denúncias estavam associadas a fugas de casa, tendo sido registado uma diminuição ligeira, uma vez que no ano passado a Linha SOS Criança Desaparecida, destinada a apoiar crianças desaparecidas e as suas famílias, recebeu 20 denúncias e há dois anos contabilizou 19 sinalizações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767284]]></sapo:autor>
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		<title>Stubb, Draghi&#8230; ou um regresso &#8216;triunfal&#8217; de Merkel? Europa dividida sobre quem vai negociar com Putin o fim da guerra na Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 13:37:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de a União Europeia avançar para contactos diplomáticos diretos com Moscovo para tentar desbloquear negociações sobre a guerra na Ucrânia está a reacender um intenso debate político em Bruxelas e nas principais capitais europeias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de a União Europeia avançar para contactos diplomáticos diretos com Moscovo para tentar desbloquear negociações sobre a guerra na Ucrânia está a reacender um intenso debate político em Bruxelas e nas principais capitais europeias. Entre os vários nomes apontados como possíveis interlocutores com o Kremlin, o da antiga chanceler alemã Angela Merkel voltou inesperadamente ao centro das discussões, num momento em que os ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia se preparam para abordar o tema numa reunião marcada para a próxima semana, em Chipre.</p>
<p>Os governos europeus deverão discutir não apenas que proposta poderá ser apresentada à Rússia, mas também quem teria legitimidade política e diplomática para assumir o papel de mediador junto de Vladimir Putin. Apesar de muitos analistas considerarem improvável que a reunião produza uma decisão imediata, o simples facto de a hipótese estar em cima da mesa já desencadeou movimentações políticas e especulação sobre os nomes mais bem posicionados para assumir esse papel delicado.</p>
<p>Entre os potenciais candidatos surge o presidente finlandês, Alexander Stubb, cuja experiência diplomática herdaria parte da tradição de mediação internacional da Finlândia, país associado a figuras como Martti Ahtisaari, vencedor do Prémio Nobel da Paz. Ainda assim, o facto de Helsínquia ter aderido à NATO em 2023, após a invasão russa da Ucrânia, é visto como um obstáculo importante, sobretudo porque Moscovo reagiu de forma particularmente negativa à entrada finlandesa na Aliança Atlântica.</p>
<p>Outro nome frequentemente referido é o do antigo presidente do Banco Central Europeu e ex-primeiro-ministro italiano Mario Draghi. O antigo governante é considerado um perfil tecnocrático e moderado, respeitado em várias capitais europeias e com capacidade negocial reconhecida. Contudo, fontes citadas no debate europeu sublinham que Draghi nunca demonstrou interesse em assumir um papel ativo como mediador no conflito ucraniano.</p>
<p>É neste contexto que Angela Merkel reaparece como hipótese. A antiga chanceler alemã, que liderou a Alemanha entre 2005 e 2021, manteve contactos regulares tanto com Vladimir Putin como com Volodymyr Zelensky durante os anos em que esteve no poder. A sua experiência diplomática, o conhecimento profundo da Rússia e até o domínio da língua russa fazem dela uma figura vista por alguns setores europeus como particularmente preparada para uma eventual mediação.</p>
<p>No entanto, o legado político de Merkel em relação à Rússia continua a gerar fortes divisões. Durante os seus anos de governação, Berlim apostou fortemente na cooperação energética com Moscovo, incluindo o polémico gasoduto Nord Stream 2, que aprofundou a dependência alemã do gás russo. Merkel também foi uma das líderes europeias que se opôs ao avanço do processo de adesão da Ucrânia e da Geórgia à NATO, uma decisão hoje amplamente criticada por vários analistas e governos do Leste europeu.</p>
<p>O analista Nicolás de Pedro, do Institute for Statecraft, considera que Merkel “contribuiu decisivamente para a situação em que estamos”, acusando a antiga chanceler de ter seguido durante anos uma política excessivamente conciliadora com Putin. Em declarações citadas pelo El Confidencial, o especialista argumenta que a estratégia de acomodação europeia ajudou Moscovo a acreditar que poderia avançar militarmente sobre a Ucrânia sem consequências suficientemente dissuasoras.</p>
<p>A própria Merkel tem rejeitado essas críticas e insiste que faltou diálogo diplomático para evitar a guerra. Recentemente, acusou mesmo a União Europeia de não estar a utilizar “todo o seu potencial diplomático” na relação com o Kremlin, reacendendo o debate sobre a necessidade — ou não — de abrir canais políticos com Moscovo.</p>
<p>Apesar disso, vários especialistas consideram improvável que Merkel venha realmente a assumir um papel de mediação. A antiga chanceler enfrenta resistência significativa em países como a Polónia, os Estados bálticos e o Reino Unido, que olham com desconfiança para o seu historial político em relação à Rússia. Também em Kiev existem fortes reservas. Um alto responsável ucraniano citado pelo Financial Times afirmou que Volodymyr Zelensky preferiria “alguém como Draghi” ou “um líder atual, em funções e forte”, afastando implicitamente a hipótese Merkel.</p>
<p>Ainda assim, há quem considere que a ex-chanceler possui qualidades importantes para um eventual processo negocial. Miriam Kosmehl, especialista da Fundação Bertelsmann, defende que Merkel “conhece Putin, sabe de onde vem, fala a língua e é inteligente”. A analista acrescenta ainda que a antiga líder alemã poderá sentir necessidade de compensar a confiança excessiva que depositou durante anos na ideia de que a interdependência económica com Moscovo seria suficiente para conter as ambições russas.</p>
<p>O debate decorre numa altura particularmente delicada para a diplomacia europeia. Washington, sob a administração de Donald Trump, está fortemente concentrado na escalada da crise envolvendo o Irão, deixando a Europa sob maior pressão para assumir protagonismo no dossier ucraniano. Ainda assim, vários analistas alertam que encontrar uma figura aceite simultaneamente por Bruxelas, Kiev e Moscovo poderá revelar-se praticamente impossível.</p>
<p>Há também quem questione a utilidade de iniciar negociações nesta fase da guerra. Nicolás de Pedro considera que “não vai haver nenhum acordo de paz”, argumentando que Moscovo continua a insistir em objetivos máximos e que a Europa deveria concentrar-se antes no reforço da dissuasão militar e política perante a Rússia.</p>
<p>O regresso do nome de Merkel ao centro das discussões coincide ainda com uma nova distinção política atribuída à antiga chanceler. O Parlamento Europeu entregou-lhe recentemente a Ordem Europeia do Mérito, juntamente com o ex-presidente polaco Lech Wałęsa e o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky. Durante a cerimónia, Merkel apelou ao compromisso europeu com “a paz, a prosperidade e a democracia” e pediu às instituições europeias que cumpram “as promessas feitas aos cidadãos”.</p>
<p>O líder do Partido Popular Europeu, Manfred Weber, elogiou Merkel como “uma das grandes figuras políticas europeias do nosso tempo”, recordando o papel desempenhado durante crises como a do euro. Ainda assim, o dirigente conservador deixou também críticas implícitas ao legado da antiga chanceler, afirmando que muitos esperavam “mais liderança e mais visão histórica” em matérias de política externa e segurança.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_767273]]></sapo:autor>
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		<title>Relação reduz pena de ex-SEF por ter protegido inspetores que mataram ucraniano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 13:29:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal da Relação de Lisboa reduziu a pena suspensa de prisão aplicada ao antigo dirigente do SEF por, em 2020, ter protegido de processos disciplinares três inspetores que mataram um cidadão ucraniano no aeroporto de Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal da Relação de Lisboa reduziu a pena suspensa de prisão aplicada ao antigo dirigente do SEF por, em 2020, ter protegido de processos disciplinares três inspetores que mataram um cidadão ucraniano no aeroporto de Lisboa.</P><br />
<P>Em 24 de janeiro de 2025, o diretor de Fronteiras de Lisboa aquando da morte de Ihor Homeniuk tinha sido condenado pelo Tribunal Local Criminal de Lisboa a dois anos e seis meses de prisão, suspensos na sua execução por igual período, pela prática de um crime de denegação de justiça e prevaricação.</P><br />
<P>O arguido, de cerca de 60 anos, recorreu para o Tribunal da Relação de Lisboa, que, na quinta-feira, decidiu condená-lo antes por um crime de abuso de poder &#8211; e não de denegação de justiça e prevaricação &#8211; a um ano e dez meses de pena de prisão, também suspensa por igual período, segundo o acórdão a que a Lusa teve acesso.</P><br />
<P>A decisão não foi unânime, com uma das três juízas desembargadoras a defender que o arguido deveria ser absolvido, por não constar explicitamente da acusação do Ministério Público que António Sérgio Henriques &#8220;tinha conhecimento das circunstâncias da morte&#8221; de Ihor Homeniuk.</P><br />
<P>Na decisão, o Tribunal da Relação de Lisboa confirmou, por outro lado, a condenação a seis meses de pena suspensa de prisão de dois vigilantes do Espaço Equiparado a Centro de Instalação Temporária (EECIT) do Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa, por exercício ilícito da atividade de segurança privada.</P><br />
<P>Em causa está o facto de os seguranças terem, na noite anterior à morte, manietado o cidadão ucraniano, de 40 anos, com fita adesiva nas pernas e nos braços, contribuindo, com a sua conduta, para &#8220;o crescendo da situação&#8221; e a propagação do rumor falso de que a vítima era violenta, fundamentou, em janeiro de 2025, o Tribunal Local Criminal de Lisboa.</P><br />
<P>Ihor Homeniuk morreu asfixiado em 12 de março de 2020, depois de ter sido espancado e deixado deitado e algemado numa sala do EECIT por três inspetores do então Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), extinto em outubro de 2023.</P><br />
<P>Duarte Laja, Luís Silva e Bruno Sousa foram condenados em 2021 pelo Tribunal Central Criminal de Lisboa, no processo principal do caso, a nove anos de prisão por ofensa à integridade física qualificada, agravada pelo resultado (morte), tendo saído em liberdade condicional no final de março de 2026.</P><br />
<P>Os ex-inspetores, expulsos da função pública, foram colocados em prisão domiciliária em março de 2020, ainda durante a investigação do caso, e entregaram-se em agosto de 2023 no Estabelecimento Prisional de Évora para cumprir o que restava da pena, após a condenação ter transitado em julgado, tornando-se definitiva.</P><br />
<P>No processo secundário que culminou na condenação do ex-diretor de Fronteiras de Lisboa e dos dois seguranças, foram ainda absolvidos dois outros inspetores que tinham sido acusados de homicídio negligente por omissão.</P><br />
<P>O caso aconteceu depois de o SEF ter recusado na fronteira do aeroporto de Lisboa a entrada em Portugal de Ihor Homeniuk.</P><br />
<P></P></p>
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