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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Rússia sai em defesa de Cuba após ameaças de Trump e denuncia &#8220;estrangulamento económico&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:34:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cuba]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Rússia garantiu esta quinta-feira que vai prestar “apoio ativo” a Cuba perante o agravamento da pressão política e económica exercida pelos Estados Unidos sobre Havana.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia garantiu esta quinta-feira que vai prestar “apoio ativo” a Cuba perante o agravamento da pressão política e económica exercida pelos Estados Unidos sobre Havana, numa altura em que a administração de Donald Trump endurece as sanções, ameaça empresas estrangeiras que mantenham relações comerciais com a ilha e intensifica o discurso contra o regime cubano. A posição foi assumida pela porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros russo, Maria Zakharova, que acusou Washington de tentar “estrangular economicamente” Cuba através de medidas coercivas e de intimidação internacional.</p>
<p>Segundo avançou o Politico, a declaração surge num contexto de crescente tensão entre os EUA e Cuba, agravado pela crise energética que afeta a ilha após Washington ter cortado o fluxo de petróleo venezuelano destinado a Havana. A situação tornou-se ainda mais delicada depois de o Departamento de Justiça norte-americano ter anunciado acusações contra o antigo presidente cubano Raúl Castro relacionadas com o abate, em 1996, de quatro pessoas ligadas a voos civis de resgate. O caso está a alimentar especulações sobre uma possível escalada da pressão norte-americana sobre o regime cubano.</p>
<p>Durante uma conferência de imprensa em Moscovo, Maria Zakharova manifestou “total solidariedade” com Cuba perante aquilo que classificou como “interferência grosseira nos assuntos internos de um Estado soberano”. A diplomata russa acusou ainda os Estados Unidos de recorrerem a “ameaças, chantagem e medidas restritivas unilaterais” para pressionar Havana, sublinhando que “Cuba continua a ser alvo de uma brutal pressão económica por parte dos Estados Unidos”. Na mesma intervenção, Zakharova considerou que as novas sanções impostas pela Casa Branca a empresas de países terceiros que operam na ilha representam “mais uma ronda da política de pressão de Washington”.</p>
<p>A posição do Kremlin surge também numa altura em que Moscovo tenta reafirmar-se como principal força de oposição à influência global dos Estados Unidos e do Ocidente. A histórica aliança entre Rússia e Cuba continua a ser um dos símbolos mais fortes dessa estratégia geopolítica, embora existam dúvidas crescentes sobre até onde estará Vladimir Putin disposto a ir para defender os seus aliados internacionais. Essas dúvidas intensificaram-se após a limitada reação russa à captura do presidente venezuelano Nicolás Maduro por forças norte-americanas no início deste ano e à relativa passividade de Moscovo perante os ataques dos EUA e de Israel ao Irão, outro aliado estratégico do Kremlin.</p>
<p>Nos últimos meses, a Rússia procurou aliviar a grave crise energética cubana através do envio de petróleo para a ilha. Contudo, essas operações também enfrentaram obstáculos. Em janeiro, um petroleiro russo alvo de sanções foi apreendido pelos Estados Unidos. Já em março, Washington autorizou excecionalmente o envio de combustível russo para o porto cubano de Matanzas, mas essas reservas entretanto esgotaram-se. Um novo navio enviado pela Rússia em abril continua atualmente parado no Atlântico, sem conseguir concluir a entrega.</p>
<p>A escalada entre Washington e Havana ganhou nova dimensão depois de Donald Trump ter voltado a ameaçar diretamente Cuba. O presidente norte-americano afirmou esta semana que teria “a honra de tomar Cuba”, numa declaração que está a gerar forte inquietação internacional. A acusação formal contra Raúl Castro está também a ser comparada ao caso de Nicolás Maduro, acusado pelos EUA de tráfico de droga em 2020 e posteriormente capturado numa operação conduzida por forças norte-americanas em Caracas no início deste ano. Analistas internacionais consideram que a retórica crescente da Casa Branca poderá abrir caminho a novas ações de pressão política, económica ou até militar sobre o regime cubano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765799]]></sapo:autor>
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		<title>Fogos em Portugal têm um salvador, um culpado e um herói</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os incêndios florestais em Portugal têm no cadastro rústico, no eucalipto e no bombeiro, por esta ordem, um salvador, um culpado e um herói, disse hoje o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os incêndios florestais em Portugal têm no cadastro rústico, no eucalipto e no bombeiro, por esta ordem, um salvador, um culpado e um herói, disse hoje o presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC).</p>
<p>Na Figueira da Foz, litoral do distrito de Coimbra, na conferência &#8220;Incêndios Florestais: O Fogo Está A Mudar &#8212; E Nós?&#8221;, promovida pela papeleira Navigator, Ribau Esteves defendeu ainda a ideia de que, em Portugal, o negócio do fogo, que marca a má notícia, tem de passar a ter menos importância do que o negócio da floresta, a boa notícia, na sua opinião.</p>
<p>&#8220;Arranjámos um salvador, mas que não vai funcionar. Mas, para manter a história bonita e o palco marcado pela má notícia, nós temos um culpado e temos um herói. Qualquer telenovela se alimenta infinitamente se tiver um salvador, um culpado e um herói&#8221;, argumentou.</p>
<p>&#8220;E esta história tem um salvador, que é o Bupi [o Balcão Único do Prédio, que permite registar e identificar terrenos rústicos], tem um culpado, que é o eucalipto, e tem um herói, que é o bombeiro. E aqui está o exercício base que faz com que, sistematicamente, a má notícia esteja no palco e o negócio do fogo tenha mais importância na comunicação e no peso político, porque não é assim na sua dimensão económica que tem o negócio da floresta&#8221;, vincou Ribau Esteves.</p>
<p>Num discurso incisivo e crítico de mais de 25 minutos, repleto de ironia e de sarcasmo, o presidente da CCDRC notou que, em Portugal, &#8220;há uma coisa que não falta, há uma coisa que sobra, sobra planeamento&#8221;, elencando uma série de planos existentes.</p>
<p>&#8220;A maior parte dos planos estão feitos para quem os fez, para fazer um visto na &#8216;checklist&#8217; das obrigações legais e não exatamente para ser um instrumento que nos permite gerir melhor aquilo que justifica o planeamento e a base de assento da floresta, que é o território, voltamos sempre ao território&#8221;, considerou o também antigo autarca de Ílhavo e de Aveiro.</p>
<p>Sobre o território, Ribau Esteves apontou, então, o Bupi como o &#8220;salvador da pátria&#8221;, explicando porque é que &#8220;com tantos planos em cima deste território&#8221; Portugal não consegue &#8220;parar ou reduzir, a um nível baixo, a incidência dos fogos&#8221; florestais.</p>
<p>&#8220;Arranjámos um salvador, chama-se Bupi. Entendemos que o problema, afinal, é nós não conhecermos o cadastro, ou melhor, não conhecermos os donos do cadastro, não conhecermos os proprietários [dos terrenos rústicos]. E, então, vamos resolver o problema com o cadastro feito e a caracterização de quem é dono de cada uma coisa&#8221;, afirmou.</p>
<p>&#8220;Já toda a gente percebeu que não vamos conseguir&#8221;, enfatizou Ribau Esteves, estimando que o país atingirá, &#8220;talvez, na média (&#8230;) pelos 50%&#8221; de cadastro rústico realizado.</p>
<p>Essa percentagem, alegou, deriva do facto do financiamento da operação do Bupi, por via do &#8220;famoso PRR&#8221;, o Plano de Recuperação e Resiliência, estar a meses de terminar.</p>
<p>&#8220;A grande questão continua a ser o que é que o Estado faz, o que é que nós conseguimos, como país &#8212; o tal &#8216;nós&#8217; do lema da conferência [de hoje] &#8212; fazer para agir sobre os tais 50% [de proprietários] que vamos continuar a não conseguir saber quem é&#8221;, manifestou.</p>
<p>Na sua intervenção, Ribau Esteves fez ainda uma curiosa dissertação sobre a denominação &#8216;fogos rurais&#8217; &#8212; que passou, há anos, a ser usada &#8212; e que se recusa a utilizar.</p>
<p>&#8220;Eu sou engenheiro zootécnico, sou das ciências agrárias, e nunca vi nenhuma couve, nenhuma abóbora, nenhuma alface a arder&#8221;, ironizou o presidente da CCDRC, dizendo que a explicação para a nova denominação lhe foi transmitida por um técnico da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais: afinal, foi &#8220;uma coisa de marketing para tirar a dimensão negativa e a culpa de que o fogo é sempre da floresta&#8221;.</p>
<p>&#8220;Eu não adiro a isso. É importante saber que o fogo é na floresta, é na floresta de pinheiro, é na floresta de eucalipto, ou dizermos aquilo que nos envergonha a todos: é que a maior parte da área ardida, sistematicamente, ano após ano, é nos territórios abandonados, é fogo de mato. E dá um bocado a noção de terceiro mundo a um país, se nós dissermos a verdade, e chamarmos &#8216;fogos de mato&#8217; dá um ar horrível, mas é a verdade objetiva&#8221;, declarou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765795]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: MNE polaco pede proibição de entrada de ministro israelita</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/medio-oriente-mne-polaco-pede-proibicao-de-entrada-de-ministro-israelita/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:19:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Radoslaw Sikorski, pediu hoje que seja proibida a entrada na Polónia do ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, devido à forma como tratou os ativistas da flotilha Global Sumud.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro dos Negócios Estrangeiros polaco, Radoslaw Sikorski, pediu hoje que seja proibida a entrada na Polónia do ministro da Segurança Nacional de Israel, Itamar Ben Gvir, devido à forma como tratou os ativistas da flotilha Global Sumud.</p>
<p>O pedido, que foi anunciado por um porta-voz do ministério numa conferência de imprensa em Varsóvia, junta a Polónia a outros países europeus, como os Países Baixos, o Reino Unido e a Espanha, que já adotaram essa proibição.</p>
<p>Segundo o porta-voz, Maciej Wewiór, os cidadãos polacos detidos por Israel já foram libertados e estão a caminho do aeroporto na Turquia.</p>
<p>O MNE polaco já tinha convocado o encarregado de negócios israelita em Varsóvia, para transmitir &#8220;a indignação&#8221; do Governo polaco e &#8220;exigir um pedido de desculpas pelo comportamento extremamente inadequado de um membro do Governo israelita&#8221;, referindo-se a Ben Gvir.</p>
<p>O encontro foi, segundo o porta-voz do ministério polaco, &#8220;muito breve&#8221;, sendo que o representante de Israel &#8220;não apresentou qualquer pedido de desculpas&#8221; pelos maus-tratos sofridos pelos ativistas europeus.</p>
<p>&#8220;A solicitação que o ministro [Radoslaw] Sikorski enviou ao Ministério do Interior e da Administração [para que seja proibida a entrada de Ben Gvir no país] é, na minha opinião, um indício de como esta conversa se desenrolou&#8221;, afirmou.</p>
<p>A reação polaca surge depois de a Marinha israelita ter intercetado os barcos que integravam a flotilha Global Sumud, que se dirigia à Faixa de Gaza para interromper o bloqueio israelita àquele território.</p>
<p>De acordo com a organização, as forças israelitas arrestaram 50 embarcações e detiveram 428 pessoas, incluindo cidadãos polacos e também dois portugueses.</p>
<p>&#8220;Exigimos a libertação imediata dos cidadãos polacos e que sejam tratados de acordo com as normas internacionais. O facto de o Ministério dos Negócios Estrangeiros ter aconselhado os cidadãos polacos a não viajarem para Israel e para a Palestina não significa que aceitemos a violação dos seus direitos e da sua dignidade&#8221;, sublinhou Sikorski numa mensagem publicada nas redes sociais.</p>
<p>Em imagens divulgadas por Ben Gvir, que Sikorski descreveu como &#8220;ultrajantes&#8221; e &#8220;extremamente inapropriadas&#8221;, veem-se dezenas de ativistas ajoelhados no chão e com o rosto pressionado para baixo e com as mãos amarradas atrás das costas, enquanto o ministro agita uma bandeira israelita e grita em hebraico: &#8220;Bem-vindos a Israel, aqui mandamos nós&#8221;.</p>
<p>Este incidente aprofunda a crise diplomática entre Varsóvia e Telavive, que se tornou tensa após a morte, em abril de 2024, de Damian Sobol, um trabalhador humanitário polaco da organização não-governamental World Central Kitchen, num ataque israelita a um comboio humanitário em Gaza.</p>
<p>Este incidente, que Israel atribuiu a uma &#8220;identidade trocada&#8221;, levou o então Presidente polaco, Andrzej Duda, a descrever a atitude diplomática israelita como &#8220;ultrajante&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765793]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Perdas em fraudes com pagamentos recuam para 5,3 ME no 1.º semestre de 2025</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/perdas-em-fraudes-com-pagamentos-recuam-para-53-me-no-1-o-semestre-de-2025-bdp/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:13:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As perdas devido a fraudes com cartões e transferências caíram 40,4% no primeiro semestre do ano passado, para 5,3 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As perdas devido a fraudes com cartões e transferências caíram 40,4% no primeiro semestre do ano passado, para 5,3 milhões de euros, segundo dados hoje divulgados pelo Banco de Portugal (BdP).</p>
<p>&#8220;A fraude nos pagamentos eletrónicos em Portugal manteve-se muito reduzida&#8221;, recuando face ao período homólogo, regista o BdP no Relatório dos Sistemas de Pagamento de 2025, hoje divulgado.</p>
<p>No primeiro semestre de 2025 &#8212; o BdP não divulga dados para o ano inteiro &#8212; houve nos cartões (ótica do emitente) 66 operações fraudulentas por cada milhão de operações, contra 129 por milhão no primeiro semestre do ano anterior.</p>
<p>Nestes casos, o valor médio da fraude foi de 48 euros, contra 58 um ano antes.</p>
<p>No mesmo período, nas transferências foram detetadas 10 operações fraudulentas em cada milhão de operações, numa descida face às 16 por milhão nos primeiros seis meses de 2024.</p>
<p>Também o valor médio por transação fraudulenta recuou, passando de 3.118 euros para 2.564 euros, um valor que o regulador considerou &#8220;substancialmente elevado&#8221;.</p>
<p>Já os débitos diretos tiveram a menor incidência de fraude, com quatro operações fraudulentas em cada milhão de operações registadas, num valor médio de 11,5 euros, contra 493 euros no período homólogo.</p>
<p>O BdP diz que nas operações com cartão em que é usada a autenticação forte do cliente o nível de fraude (0,0008%) é muito inferior ao das operações sem essa autenticação (0,0058%).</p>
<p>Já nas transferências a crédito, diz o BdP que as fraudes acontecem, sobretudo, devido aos infratores criarem &#8220;esquemas assentes em engenharia social para obtenção de informação pessoal e de fatores de autenticação&#8221; ou para induzir as vítimas a autorizar operações indevidas.</p>
<p>Entre as técnicas de engenharia social usadas, o regulador destaca o crescimento das ocorrências relacionadas com falsas ofertas de emprego e investimentos &#8220;em que os utilizadores são induzidos a efetuar uma ou várias transferências com a promessa de retorno elevado&#8221;.</p>
<p>O regulador detetou variantes associadas a alegadas reativações de carteiras de criptoativos em que se pede o pagamento de comissões para o desbloqueio de saldos, bem como variantes de burla por contacto direto que simulam contactos de familiares e esquemas associados a plataformas digitais de comércio e redes sociais.</p>
<p>O BdP verificou &#8220;um aumento de ocorrências envolvendo &#8216;malware&#8217; [programas maliciosos] ou mecanismos de controlo remoto&#8221; que possibilitariam a realização de transferências ou pagamentos através de canais móveis.</p>
<p>Segundo o BdP, nos primeiros seis meses de 2025, tanto as perdas associadas a fraude com cartões, como as perdas relacionadas com transferências a crédito diminuíram.</p>
<p>Sobre quem assume as perdas, diz o BdP que será o cliente quando as operações são iniciadas por si ou resultam do uso indevido de credenciais de segurança ou de dados pessoais partilhados de forma inadequada. Já &#8220;nos restantes casos&#8221;, as perdas recaem, sobretudo, sobre as empresas de pagamento.</p>
<p>Em 2025, as empresas prestadoras de serviços de pagamento reportaram 51 incidentes de caráter severo ao abrigo do regulamento relativo à resiliência operacional digital no setor financeiro (DORA), mais 16 que no ano anterior, naquela que foi a primeira subida desde 2022.</p>
<p>No ano passado, o BdP foi ainda notificado de &#8220;duas ciberameaças significativas&#8221;.</p>
<p>Segundo os dados reportados, 92% dos incidentes afetaram serviços de pagamento e 6% estiveram relacionados com cibersegurança, tendo as principais causas sido acontecimentos externos (57%), falhas de sistemas (29%), falhas de processos (20%), erros humanos (10%) e ações maliciosas (6%).</p>
<p>Estes incidentes severos afetaram 1,3 milhões de utilizadores &#8212; menos que os 2,8 milhões em 2024 &#8212; e a execução de 1,8 milhões de transações (6,5 milhões), num montante total de 2,4 mil milhões de euros (965 milhões de euros).</p>
<p>Segundo o BdP, o incidente do sistema de transferências TARGET, em fevereiro de 2025, que esteve em baixo durante cerca de 10 horas, foi a principal causa nas transações afetadas. Sem este incidente, o montante impactado teria sido de 751 milhões de euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765782]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Fraudes bancárias estão mais sofisticadas: DECO PROteste alerta para os 10 sinais que nunca deve ignorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[fraude bancária]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Organização alerta que as burlas financeiras estão cada vez mais frequentes, sofisticadas e convincentes, explorando sobretudo o medo, a pressão do tempo e a confiança dos consumidores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Mensagens urgentes, pedidos de transferência “por segurança”, links suspeitos, propostas de investimento com ganhos garantidos e contactos que parecem vir do banco são alguns dos sinais de alerta identificados pela DECO PROteste para ajudar os consumidores a reconhecer tentativas de fraude bancária.</p>
<p>A organização alerta que as burlas financeiras estão cada vez mais frequentes, sofisticadas e convincentes, explorando sobretudo o medo, a pressão do tempo e a confiança dos consumidores no nome e na reputação das instituições bancárias.</p>
<p>Segundo a DECO PROteste, uma das formas mais eficazes de proteger o dinheiro e os dados pessoais passa por conhecer aquilo que um banco nunca fará. A associação sublinha que os consumidores devem desconfiar de pedidos inesperados relacionados com contas bancárias, cartões, códigos de acesso ou investimentos, mesmo quando a mensagem parece credível.</p>
<p>A crescente sofisticação destas fraudes torna cada vez mais difícil distinguir uma comunicação legítima de uma tentativa de burla. Linguagem cuidada, referências ao banco do consumidor e cenários de aparente urgência são usados para levar as vítimas a agir de forma impulsiva, partilhando dados pessoais ou bancários sem confirmar a autenticidade do contacto.</p>
<p>A DECO PROteste defende, por isso, o reforço da literacia digital e financeira, promovendo hábitos de verificação e desconfiança perante contactos inesperados. Antes de clicar num link, transferir dinheiro, instalar uma aplicação ou partilhar códigos, passwords ou dados bancários, os consumidores devem confirmar diretamente a situação através dos canais oficiais da instituição.</p>
<p>Entre os principais sinais de fraude identificados pela organização estão os pedidos para clicar em links enviados por SMS ou e-mail para resolver problemas “urgentes”, as transferências de dinheiro alegadamente necessárias “por motivos de segurança” e as mensagens ou pop-ups que solicitam dados confidenciais.</p>
<p>A lista inclui ainda pedidos para instalar aplicações fora das lojas oficiais, pagamentos antecipados para análise ou aprovação de crédito, solicitações para devolver dinheiro supostamente recebido “por engano” e pedidos para introduzir credenciais de homebanking fora do site oficial do banco.</p>
<p>A DECO PROteste alerta também para contactos em que é pedido acesso remoto ao computador ou telemóvel, propostas de investimento com retornos elevados e garantidos, bem como solicitações de envio de códigos, passwords ou fotografias do cartão-matriz por telefone, SMS ou e-mail.</p>
<p>Para a organização, a regra deve ser simples: perante qualquer pedido inesperado relacionado com dinheiro, dados bancários ou credenciais de acesso, o consumidor deve parar, desconfiar e confirmar a informação junto do banco através dos canais oficiais.</p>
<p>Num contexto em que as fraudes digitais se tornam mais difíceis de detetar, a prevenção continua a ser a principal linha de defesa. Reconhecer os sinais de alerta pode evitar perdas financeiras e proteger dados pessoais cada vez mais valiosos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765778]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Excedente externo da economia desce 84% para 188 M€ até março, indica BdP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:05:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[A economia portuguesa registou um excedente externo de 188 milhões de euros no primeiro trimestre, menos 84,2% que no mesmo período do ano passado, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia portuguesa registou um excedente externo de 188 milhões de euros no primeiro trimestre, menos 84,2% que no mesmo período do ano passado, divulgou hoje o Banco de Portugal (BdP).</p>
<p>Esta é a primeira vez desde o início do ano em que o saldo acumulado das balanças corrente e de capital é positivo, mas mantém-se, à semelhança dos meses anteriores, inferior ao verificado nos meses homólogos de 2025.</p>
<p>O BdP assinala que o excedente das balanças correntes e de capital representou 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB) trimestral, que compara com 1,7% do trimestre homólogo.</p>
<p>Para esta evolução, o BdP destacou o aumento de 779 milhões de euros no défice da balança de bens, justificado pelas importações (+943 milhões de euros) acima das exportações (+165 milhões de euros).</p>
<p>Também o excedente da balança de serviços recuou, em 202 milhões de euros, numa variação &#8220;justificada maioritariamente pela evolução do saldo dos serviços de transporte (-247 milhões de euros)&#8221;.</p>
<p>Na balança de capital, a descida de 193 milhões de euros do excedente foi influenciada pela diminuição da venda de licenças de dióxido de carbono e de passes de futebolistas.</p>
<p>Já a balança de rendimento secundário teve uma diminuição de 138 milhões de euros, &#8220;devido, em grande parte, à maior contribuição financeira paga para o orçamento da União Europeia (UE)&#8221;.</p>
<p>O défice da balança de rendimento primário recuou 310 milhões de euros, numa variação que foi explicada principalmente pela redução dos juros pagos ao exterior.</p>
<p>O banco central assinala ainda que a capacidade de financiamento da economia portuguesa no primeiro trimestre se traduziu num saldo da balança financeira de 32,6 milhões de euros, tendo a banca e as seguradoras e fundos de pensão sido os setores a mais contribuir para este saldo.</p>
<p>O BdP aponta ainda que este aumento se deveu, principalmente, ao aumento de ativos em títulos de dívida emitidos por não residentes, enquanto o banco central &#8212; com o aumento dos passivos na forma de depósitos &#8212; foi o setor com a maior redução de ativos líquidos sobre o exterior.</p>
<p>Apenas no mês de março, a economia portuguesa teve um excedente externo de 435 milhões de euros, menos 22 milhões de euros que no mesmo mês de 2025.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765766]]></sapo:autor>
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		<title>Irão reconstrói capacidade militar mais depressa do que esperado, avançam serviços secretos dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:03:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
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					<description><![CDATA[Durante as seis semanas de cessar-fogo, Teerão terá retomado parte da produção de drones e começado a substituir locais de lançamento de mísseis, lançadores e capacidade produtiva destruída]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Irão está a reconstruir a sua base industrial militar a um ritmo mais rápido do que o previsto pelos serviços secretos dos Estados Unidos, segundo fontes da inteligência americana citadas pela &#8216;CNN&#8217; e referidas pelo &#8216;The Independent&#8217;.</p>
<p>Durante as seis semanas de cessar-fogo, Teerão terá retomado parte da produção de drones e começado a substituir locais de lançamento de mísseis, lançadores e capacidade produtiva destruída durante o conflito. A avaliação sugere que o Irão está a recuperar meios essenciais num prazo inferior ao antecipado por Washington.</p>
<p>“Os iranianos ultrapassaram todos os prazos que a comunidade de informações tinha previsto para a reconstituição”, afirmou um responsável americano citado pela &#8216;CNN&#8217;.</p>
<p>A evolução ocorre num momento em que Donald Trump tem dito não estar com pressa para encerrar a guerra com o Irão. O presidente americano afirmou aos jornalistas que cumprir os objetivos da missão é mais importante do que fixar um calendário para o fim do conflito.</p>
<p>Do lado iraniano, o tom também endureceu. Teerão ameaçou alargar a guerra para além do Médio Oriente e avisou que não se renderá caso os Estados Unidos retomem os ataques.</p>
<p>O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou esta quarta-feira que “movimentos óbvios e ocultos do inimigo” indicam que Washington e os seus aliados estarão a preparar uma nova fase da guerra.</p>
<p>O &#8216;The Independent&#8217; recorda ainda que Trump afirmou estar alinhado com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, nas negociações para terminar a guerra com o Irão. O Presidente americano garantiu que Netanyahu fará aquilo que lhe for pedido, insistindo que ambos estão “na mesma página”.</p>
<p>A aparente recuperação acelerada da capacidade militar iraniana pode tornar mais difícil qualquer acordo de paz, sobretudo se Washington e Israel concluírem que Teerão está a usar o cessar-fogo para recompor meios destruídos durante o conflito. Ao mesmo tempo, aumenta o risco de uma nova escalada caso as negociações falhem.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765767]]></sapo:autor>
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		<title>Paris investiga suspeitas de abusos em escolas: 16 funcionários detidos em caso que abrange dezenas de estabelecimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:52:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[abusos sexuais]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
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		<category><![CDATA[Paris]]></category>
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					<description><![CDATA[Suspeitos têm idades entre os 18 e os 68 anos e trabalharam no jardim de infância Saint Dominique, uma escola pública situada numa das zonas mais centrais de Paris]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A investigação sobre suspeitas de abusos sexuais e violência em atividades extra-escolares em Paris ganhou nova dimensão, com o prolongamento da detenção preventiva de 16 pessoas que trabalharam no jardim de infância público Saint Dominique, no 7º arrondissement da capital francesa. A &#8216;Euronews&#8217; avança que os suspeitos estão a ser interrogados por factos que vão desde violações a outros comportamentos considerados excessivos ou violentos.</p>
<p>Os suspeitos têm idades entre os 18 e os 68 anos e trabalharam no jardim de infância Saint Dominique, uma escola pública situada numa das zonas mais centrais de Paris. A investigação está agora a acelerar, num caso que tem aumentado a pressão sobre as autoridades municipais e sobre os mecanismos de controlo nas atividades de tempos livres das crianças.</p>
<p>No total, o Ministério Público de Paris está a investigar possíveis atos de violência em 84 jardins de infância, cerca de 20 escolas do ensino básico e uma dezena de creches. Desde o início de 2026, 78 funcionários municipais foram suspensos, 31 dos quais por suspeitas de violência sexual.</p>
<p>O caso ganhou maior impacto público depois de novas revelações publicadas na passada segunda-feira pelo jornal &#8216;Le Parisien&#8217;. De acordo com essas informações, um animador indiciado em 2025 por abusos sexuais contra três menores numa escola parisiense já tinha sido detido em 2024 por factos semelhantes denunciados num estabelecimento vizinho.</p>
<p>Emmanuel Grégoire, responsável por um plano de combate aos abusos sexuais nas atividades de tempos livres, no valor de 20 milhões de euros, saudou aquilo que descreveu como “uma aceleração das investigações”. O responsável prometeu também sanções, procedimentos de recrutamento mais rigorosos e uma melhor rastreabilidade dos agentes que trabalham com crianças.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765762]]></sapo:autor>
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		<title>“Parem de mentir”: vídeo mostra astronautas da NASA confrontados por homem que os acusa de “nunca terem ido ao espaço”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:42:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Artemis II]]></category>
		<category><![CDATA[Capitólio]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O incidente ocorreu depois de uma visita dos astronautas ao Capitólio, onde se reuniram com responsáveis políticos americanos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os quatro astronautas da missão Artemis II da NASA foram confrontados no Capitólio dos Estados Unidos por um homem que os acusou de mentir sobre as missões espaciais e de participarem numa alegada “operação psicológica” contra o público.</p>
<blockquote class="twitter-tweet">
<p lang="en" dir="ltr">❗️👩‍🚀🇺🇲 &#8211; Man at the U.S. Capitol Accuses Artemis II Astronauts of Lying About Their Moon Mission</p>
<p>In a bizarre confrontation that quickly went viral, a man approached NASA’s Artemis II crew during their visit to Capitol Hill this week and accused the astronauts of lying about… <a href="https://t.co/e03uoxOkkN">pic.twitter.com/e03uoxOkkN</a></p>
<p>&mdash; 🔥🗞The Informant (@theinformant_x) <a href="https://twitter.com/theinformant_x/status/2057294018162069609?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>O incidente ocorreu depois de uma visita dos astronautas ao Capitólio, onde se reuniram com responsáveis políticos americanos. Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, vídeos partilhados nas redes sociais mostram o homem a dirigir-se à tripulação com frases como “parem de mentir”, “vocês nunca foram ao espaço” e “eu vejo através das vossas mentiras”.</p>
<p>O homem acusou ainda os astronautas de enganarem o público e insistiu que a alegada “operação psicológica” “não estava a funcionar”. Durante a abordagem, fez também referências religiosas, dizendo aos membros da tripulação para “seguirem Jesus”, afirmando que “Deus está a observar-vos” e exigindo que se “arrependessem diante de Deus”.</p>
<p>Os astronautas mantiveram a calma durante todo o episódio e evitaram responder diretamente às provocações, continuando a deslocar-se pelo edifício.</p>
<p>A missão Artemis II foi a primeira missão tripulada do programa Artemis e marcou o regresso de astronautas a uma viagem em torno da Lua, mais de 50 anos depois da era Apollo. A NASA confirma que a missão foi lançada a 1 de abril de 2026 e terminou a 10 de abril, com a amaragem da cápsula Orion no Pacífico, ao largo de San Diego.</p>
<p>A tripulação foi composta pelos astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, e pelo astronauta canadiano Jeremy Hansen. Durante a missão, a cápsula Orion realizou uma viagem de quase dez dias em torno da Lua, sem alunar, testando sistemas essenciais para futuras missões lunares e para o objetivo de levar astronautas a Marte.</p>
<p>O programa Artemis é uma das principais apostas da NASA para regressar à Lua de forma sustentada. Depois da Artemis II, a agência já está a preparar a Artemis III, missão que deverá avançar para uma nova fase da exploração lunar.</p>
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		<title>Rutte avisa Putin após exercícios nucleares russos na Bielorrússia: ataque à NATO terá resposta “devastadora”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:36:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Declarações surgem depois de a Bielorrússia ter anunciado exercícios nucleares russos no seu território, aumentando a pressão sobre o flanco oriental da NATO]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, deixou um aviso direto a Vladimir Putin na sequência dos recentes exercícios nucleares russos, com impacto na guerra na Ucrânia e potencial alcance sobre outros países europeus.</p>
<p>“Que ninguém se engane. A nossa capacidade e a nossa determinação em defender cada aliado são absolutas. Se alguém for suficientemente insensato para atacar, a resposta será devastadora”, afirmou Rutte, na Suécia, antes da reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros da Aliança Atlântica.</p>
<p>As declarações surgem depois de a Bielorrússia ter anunciado exercícios nucleares russos no seu território, aumentando a pressão sobre o flanco oriental da NATO. O contexto ficou ainda mais tenso depois de Moscovo ter acusado a Letónia, país membro da Aliança, de permitir ataques ucranianos contra território russo a partir do seu solo, alegações que Riga rejeitou como “ridículas”.</p>
<p>Apesar do tom duro dirigido a Moscovo, Rutte procurou minimizar a redução da presença militar americana na Europa. O secretário-geral da NATO enquadrou a decisão numa nova dinâmica de longo prazo, marcada por uma distribuição mais equilibrada das tropas, das responsabilidades e do investimento em defesa entre os aliados.</p>
<p>Na prática, Rutte considera “lógica” a retirada de mais de 5.000 soldados americanos da Alemanha e a suspensão de destacamentos noutros pontos, como a Polónia, num momento em que os países europeus e o Canadá estão a aumentar os gastos militares. Para o responsável, estas alterações serão feitas de forma “estruturada e gradual” e não deverão afetar as capacidades da NATO.</p>
<p>O secretário-geral insistiu que os Estados Unidos continuarão comprometidos com a defesa europeia. “Os Estados Unidos continuarão a ter uma presença de longo prazo na Europa, é claro, tanto em termos de armas nucleares como convencionais”, afirmou aos jornalistas.</p>
<p>Rutte argumenta que os destacamentos em causa envolvem forças rotativas e que a retirada de 4.000 ou 5.000 militares “não tem impacto na defesa da NATO”. Para o responsável, não se trata de uma retirada estratégica dos Estados Unidos da Europa, mas de uma reorganização dos recursos da Aliança, num momento em que Washington quer concentrar mais atenção noutras regiões, incluindo a Ásia.</p>
<p>A mudança reflete uma ideia que tem ganho peso dentro da NATO: a Europa terá de assumir maior responsabilidade pela sua própria defesa. Rutte destacou países como Suécia, Canadá, Alemanha, Países Baixos, Dinamarca e Noruega, que, segundo afirmou, estão a desempenhar um papel “acima da média” dentro da Aliança Atlântica.</p>
<p>“Somos democracias, gostamos de debater, mas no final chegamos sempre a um consenso, todos os 32”, sublinhou Rutte, contrastando o funcionamento da NATO com os modelos políticos da Rússia e da China.</p>
<p>As palavras do secretário-geral respondem também ao debate aberto nos Estados Unidos sobre a redistribuição de forças americanas. O vice-presidente JD Vance tinha defendido que não se trata de retirar todas as tropas dos EUA da Europa, mas de realocar alguns recursos para maximizar a segurança americana, incentivando simultaneamente os europeus a assumirem maior responsabilidade.</p>
<p>Para a NATO, a mensagem é dupla: por um lado, a Aliança quer mostrar firmeza perante Moscovo e responder aos exercícios nucleares russos com uma garantia de defesa absoluta dos seus membros; por outro, procura convencer os aliados europeus de que a redução gradual de algumas tropas americanas não significa abandono, mas sim uma nova fase na repartição de encargos dentro da organização.</p>
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		<title>Portugal enfrenta calor acima do normal nos próximos dias: DGS deixa 11 cuidados essenciais para sua segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:28:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De acordo com as informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, estão previstas temperaturas elevadas em todo o continente, com noites também mais quentes em alguns distritos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal continental deverá enfrentar temperaturas acima do normal para esta época do ano nos próximos dias, com valores que podem ultrapassar os 35ºC sobretudo no interior e na região sul. A Direção-Geral da Saúde deixou um conjunto de recomendações para reduzir os riscos associados ao calor, que se deverá manter até este sábado.</p>
<p>De acordo com as informações do Instituto Português do Mar e da Atmosfera, estão previstas temperaturas elevadas em todo o continente, com noites também mais quentes em alguns distritos. As temperaturas mínimas poderão superar os 20ºC em zonas do interior e do sul, aumentando o risco de desconforto e de efeitos negativos para a saúde, sobretudo entre os grupos mais vulneráveis.</p>
<p>A DGS alerta que os episódios de calor intenso não provocam apenas incómodo. Podem representar riscos reais para a saúde, exigindo uma resposta das autoridades e comportamentos preventivos por parte da população. A autoridade de saúde garante que está a acompanhar a evolução da situação meteorológica e o seu impacto na saúde, no âmbito do Plano de Contingência para a Resposta Sazonal em Saúde.</p>
<p>Entre as principais recomendações está a hidratação regular. A DGS aconselha a beber água mesmo sem sede, num mínimo de 1,5 litros por dia, o equivalente a cerca de oito copos. Deve ainda ser evitado o consumo de bebidas alcoólicas e com cafeína, que podem contribuir para a desidratação.</p>
<p>A população deve procurar permanecer em ambientes frescos ou climatizados, com sombra e circulação de ar, durante pelo menos duas a três horas por dia. Nas horas de maior calor, a DGS recomenda manter janelas, persianas e estores fechados, evitando a entrada de ar quente nas habitações.</p>
<p>A exposição direta ao sol deve ser evitada, sobretudo entre as 11h00 e as 17h00. Quem estiver ao ar livre deve usar protetor solar com fator igual ou superior a 30, renovando a aplicação de duas em duas horas e depois de banhos na praia ou piscina. A roupa deve ser clara, leve, larga e cobrir a maior parte do corpo, sendo também recomendado o uso de chapéu e óculos de sol com proteção ultravioleta.</p>
<p>A DGS aconselha ainda a evitar atividades no exterior que exijam grande esforço físico, incluindo desporto e lazer, durante os períodos de maior calor. Para quem tiver de viajar de carro, a recomendação é escolher as horas mais frescas do dia e nunca permanecer dentro de viaturas estacionadas e expostas ao sol.</p>
<p>Crianças, idosos, doentes crónicos, grávidas e trabalhadores com atividade no exterior devem receber atenção especial. As crianças devem beber água frequentemente e permanecer em locais frescos e arejados. No caso de bebés com menos de seis meses, a DGS lembra que não devem ser expostos ao sol, direta ou indiretamente.</p>
<p>A autoridade de saúde recomenda também contactar e acompanhar pessoas idosas ou isoladas, garantindo que estão hidratadas e em ambientes frescos. A vigilância de familiares, vizinhos e cuidadores pode ser determinante nos dias de maior calor.</p>
<p>A população deve manter-se informada sobre as condições meteorológicas e adaptar comportamentos ao longo do dia. Em caso de sinais de alerta, como suores intensos, febre, vómitos, náuseas ou pulsação acelerada ou fraca, deve ser contactado o SNS 24, através do 808 24 24 24, ou o número europeu de emergência 112.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765750]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Um Toyota com zero estrelas nos testes mundiais de segurança: o ‘feito raro’ que nenhuma marca quer alcançar</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-toyota-com-zero-estrelas-nos-testes-mundiais-de-seguranca-o-feito-raro-que-nenhuma-marca-quer-alcancar/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:24:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Global NCAP]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Toyota Starlet]]></category>
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					<description><![CDATA[Modelo, fabricado na Índia e comercializado sobretudo no mercado sul-africano, foi avaliado pela organização internacional de segurança automóvel e acabou por falhar de forma clara na proteção dos ocupantes adultos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Toyota Starlet vendido na África do Sul, um Suzuki Baleno rebatizado, obteve zero estrelas na proteção de ocupantes adultos nos testes de colisão da Global NCAP, num resultado descrito pelo &#8216;L’Automobile Magazine&#8217; como um “feito raro” que nenhuma marca gostaria de alcançar.</p>
<p>O modelo, fabricado na Índia e comercializado sobretudo no mercado sul-africano, foi avaliado pela organização internacional de segurança automóvel e acabou por falhar de forma clara na proteção dos ocupantes adultos. A pontuação foi tão baixa que a Global NCAP interrompeu parte dos testes, incluindo o ensaio de impacto lateral contra um poste, devido ao fraco desempenho estrutural do veículo.</p>
<p>Apesar de cumprir os requisitos legais de homologação e poder ser vendido no mercado, a classificação de zero estrelas significa, segundo a Global NCAP, que o automóvel não dispõe de tecnologias modernas essenciais de segurança. O Starlet testado estava equipado com airbags frontais e controlo eletrónico de estabilidade, mas não tinha airbags laterais.</p>
<p>O principal problema detetado esteve na resistência estrutural. No impacto frontal, a zona dos pés sofreu uma deformação significativa. Já no impacto lateral, os resultados foram ainda mais preocupantes: a proteção da cabeça e do tórax dos ocupantes foi considerada insuficiente, expondo fragilidades graves em caso de acidente.</p>
<p>A proteção de ocupantes infantis teve um resultado menos negativo, com 29,33 pontos e três estrelas. Ainda assim, Richard Woods, diretor-geral da Global NCAP, classificou o resultado como “chocante”, sublinhando que o Starlet é um dos carros mais vendidos na África do Sul e apresentou uma carroçaria instável e proteção inadequada para cabeça e tórax.</p>
<p>A Toyota África do Sul reagiu afirmando que o teste já não representa o modelo atualmente à venda. Segundo a marca, a versão testada era uma configuração de entrada próxima do fim de produção, enquanto o modelo atual passou a incluir airbags laterais de série.</p>
<p>Essa atualização deverá melhorar o desempenho em novos ensaios, mas não elimina todas as dúvidas. Como nota o &#8216;L’Automobile Magazine&#8217;, a fragilidade estrutural detetada no teste levanta questões sobre os veículos já em circulação e também sobre a segurança do Suzuki Baleno, modelo no qual o Toyota Starlet se baseia.</p>
<p>A Global NCAP já anunciou que comprou anonimamente unidades atuais do Toyota Starlet para realizar novos testes. Até lá, a classificação de zero estrelas mantém-se e deixa a Toyota perante uma das piores publicidades possíveis num tema sensível: a segurança dos ocupantes.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765746]]></sapo:autor>
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		<title>Segunda via da Carta de Condução já pode ser pedida na aplicação gov.pt</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:20:13 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Agência para a Reforma Tecnológica do Estado]]></category>
		<category><![CDATA[carta de condução]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda via da Carta de Condução já pode ser pedida na aplicação (app) gov.pt, anunciou hoje a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), depois de 50 mil portugueses terem precisado de o fazer em 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A segunda via da Carta de Condução já pode ser pedida na aplicação (app) gov.pt, anunciou hoje a Agência para a Reforma Tecnológica do Estado (ARTE), depois de 50 mil portugueses terem precisado de o fazer em 2025.</P><br />
<P>Desta forma, o processo pode ser realizado a qualquer hora e em qualquer ligar, diretamente pelo telemóvel.</P><br />
<P>Os cidadãos que percam ou tenham a carta de condução furtada &#8220;podem agora pedir a segunda via do documento diretamente pela app gov.pt, sem necessidade de se deslocar a qualquer balcão&#8221;. </P><br />
<P>Esta nova funcionalidade, &#8220;disponível para quem tenha a carta associada à aplicação, foi desenvolvida em articulação com o Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) e reforça o crescente papel do gov.pt como plataforma central de acesso aos serviços públicos digitais em Portugal&#8221;, refere a ARTE.</P><br />
<P>&#8220;O processo é intuitivo, inteiramente digital e pode ser realizado a qualquer hora, sendo apenas necessário selecionar o motivo, confirmar os dados e efetuar o pagamento&#8221;, acrescenta. </P><br />
<P>Além de casos de perda ou furto, o serviço abrange também a substituição por danos ou alteração de dados.</P><br />
<P>No ano passado, &#8220;foram registados cerca de 50 mil pedidos de segunda via de carta de condução, tendência que se mantém em 2026, com quase 10 mil pedidos registados apenas nos primeiros quatro meses do ano&#8221;. </P><br />
<P>A app gov.pt conta hoje com &#8220;mais de 2,2 milhões de utilizadores e disponibiliza mais de 30 documentos oficiais em formato digital com validade legal, com destaque para o Cartão de Cidadão e a Carta de Condução&#8221;. </P><br />
<P>Além da Carta de Condução, a app gov.pt já permite pedir a segunda via do cartão de beneficiário da ADSE e do cartão de sócio da ACP, bem como renovar o Cartão de Cidadão por fim de validade ou por motivos de perda, danos ou furto. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765742]]></sapo:autor>
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		<title>Autoridades francesas abriram inquérito sobre irmãos abandonados em Alcácer do Sal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/autoridades-francesas-abriram-inquerito-sobre-irmaos-franceses-abandonados/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:19:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alcácer do Sal]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Os dois rapazes são irmãos, de três e cinco anos de idade, e foram encontradas numa estrada por populares]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades francesas abriram hoje um inquérito judicial pelo abandono de duas crianças francesas encontradas sozinhas na noite de terça-feira numa estrada da zona de Alcácer do Sal.</p>
<p>A abertura do inquérito em França foi confirmada hoje à agência France-Presse (AFP) pelo procurador Jean Richert.</p>
<p>Os dois rapazes são irmãos, de três e cinco anos de idade, e foram encontradas numa estrada por populares.</p>
<p>A mãe das crianças, uma mulher de 41 anos, que &#8220;desapareceu sem dar explicações&#8221; está a ser procurada, afirmou à AFP o magistrado francês.</p>
<p>O pai, que está separado da mãe, dirigiu-se voluntariamente à polícia e apresentou queixa por rapto de menores, disse ainda Jean Richert à AFP.</p>
<p>A família da mãe comunicou o desaparecimento da mulher no passado dia 11 de maio.</p>
<p>&#8220;O que surpreendeu foi que ela não estava em casa, não tinha qualquer motivo para não estar e não avisou ninguém&#8221;, disse o procurador, referindo-se a uma &#8220;saída repentina&#8221; em que a mulher tinha saído de carro.</p>
<p>&#8220;Conseguimos restringir o paradeiro, sucessivamente no sul de França, em Espanha e em Portugal, mas sem conseguir contactá-la&#8221;, explicou Richert.</p>
<p>Os meninos foram encontrados na noite de terça-feira na Estrada Nacional 253, que liga a cidade de Alcácer do Sal à zona de praias da Comporta.</p>
<p>Entretanto, em Portugal, a Polícia Judiciária (PJ) tomou hoje conta das investigações.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, fonte policial indicou que o caso, que estava nas mãos da GNR, passou para a PJ &#8220;ao final da manhã de hoje, por determinação do Ministério Público de Grândola&#8221;.</p>
<p>&#8220;A PJ vai tomar conta da investigação e está a iniciar diligências, por haver suspeitas de rapto internacional&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O Conselho Superior de Magistratura revelou hoje que as crianças encontradas em Alcácer do Sal], e de acordo com informação transmitida pela comarca de Setúbal, &#8220;não foram entregues à embaixada&#8221; de França.</p>
<p>&#8220;No âmbito do processo, foram apenas solicitadas informações à embaixada&#8221;, sendo que &#8220;a medida aplicada pelo tribunal foi a de acolhimento familiar&#8221;, esclareceu o Conselho Superior de Magistratura.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765736]]></sapo:autor>
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		<title>Líder Supremo desafia Trump e ordena que urânio enriquecido fique no Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:12:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[urânia enriquecido]]></category>
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					<description><![CDATA[Ordem atribuída ao ayatollah Mojtaba Khamenei surge num momento particularmente sensível, com Washington a exigir que o urânio altamente enriquecido seja retirado do Irão como parte de qualquer acordo de paz]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Líder Supremo do Irão emitiu uma diretiva que proíbe o envio para o estrangeiro do stock de urânio enriquecido próximo do grau necessário para fabricar armas nucleares, endurecendo a posição de Teerão num dos pontos centrais das negociações com os Estados Unidos. A decisão foi avançada à &#8216;Reuters&#8217; por duas fontes iranianas de alto nível.</p>
<p>A ordem atribuída ao ayatollah Mojtaba Khamenei surge num momento particularmente sensível, com Washington a exigir que o urânio altamente enriquecido seja retirado do Irão como parte de qualquer acordo de paz. Autoridades israelitas disseram à &#8216;Reuters&#8217; que Donald Trump garantiu a Israel que esse stock seria removido do país.</p>
<p>Em causa está urânio enriquecido a 60%, um nível muito acima do necessário para usos civis e próximo dos 90% exigidos para produzir uma arma nuclear. Israel, os Estados Unidos e outros países ocidentais acusam há muito o Irão de procurar desenvolver armamento nuclear, algo que Teerão nega.</p>
<p>“A diretiva do Líder Supremo, e o consenso dentro do Governo, é que o stock de urânio enriquecido não deve sair do país”, afirmou uma das fontes iranianas, sob anonimato, devido à sensibilidade do assunto. Segundo essas fontes, as principais autoridades de Teerão receiam que enviar o material para o estrangeiro torne o país mais vulnerável a novos ataques dos Estados Unidos e de Israel.</p>
<p>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, já afirmou que não considerará a guerra terminada até que o urânio enriquecido seja retirado do Irão, Teerão cesse o apoio a milícias aliadas e as capacidades de mísseis balísticos iranianas sejam eliminadas.</p>
<p>O impasse ameaça complicar ainda mais os esforços diplomáticos para pôr fim à guerra entre os Estados Unidos e Israel, de um lado, e o Irão, do outro. Está em vigor um cessar-fogo instável, mas as negociações mediadas pelo Paquistão continuam bloqueadas por várias divergências, incluindo o programa nuclear iraniano, o bloqueio americano aos portos do Irão e o controlo de Teerão sobre o Estreito de Ormuz, uma rota essencial para o abastecimento mundial de petróleo.</p>
<p>As fontes iranianas citadas pela &#8216;Reuters&#8217; referem uma “profunda suspeita” em Teerão de que a pausa nas hostilidades possa ser apenas uma manobra tática de Washington para criar uma sensação de segurança antes de retomar ataques aéreos. O principal negociador iraniano, Mohammad Baqer Qalibaf, afirmou esta quarta-feira que “movimentos óbvios e ocultos do inimigo” indicavam que os americanos estariam a preparar novos ataques.</p>
<p>Donald Trump também elevou o tom, ao afirmar que os Estados Unidos estão preparados para avançar com novos ataques contra Teerão caso o Irão não aceite um acordo de paz. Ainda assim, sugeriu que Washington poderá esperar “alguns dias” para obter as respostas pretendidas.</p>
<p>Antes da guerra, o Irão tinha sinalizado disponibilidade para exportar metade do seu stock de urânio enriquecido a 60%. Mas, segundo as fontes iranianas, essa posição mudou depois das repetidas ameaças de Trump. Agora, Teerão insiste que a prioridade é garantir o fim permanente da guerra e obter garantias credíveis de que os Estados Unidos e Israel não lançarão novos ataques.</p>
<p>Só depois dessas garantias, dizem as autoridades iranianas, poderá haver negociações detalhadas sobre o programa nuclear. Ainda assim, uma das fontes admitiu que existem “fórmulas viáveis” para resolver o impasse, incluindo a redução do stock sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atómica.</p>
<p>A AIEA estimava que o Irão tinha 440,9 quilos de urânio enriquecido a 60% quando Israel e os Estados Unidos atacaram instalações nucleares iranianas em junho de 2025. Não é claro quanto desse material sobreviveu. Em março, o diretor-geral da agência, Rafael Grossi, afirmou que o stock remanescente estava armazenado sobretudo num complexo de túneis em Isfahan, onde a AIEA acreditava existirem pouco mais de 200 quilos.</p>
<p>O Irão sustenta que precisa de parte desse material para fins médicos e para um reator de investigação em Teerão, que utiliza pequenas quantidades de urânio enriquecido a cerca de 20%. Para Washington e Israel, porém, o destino do stock de urânio enriquecido continua a ser uma das condições decisivas para qualquer acordo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765721]]></sapo:autor>
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		<title>Banco de Portugal estuda solução para facilitar mudança de conta entre bancos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/banco-de-portugal-estuda-solucao-para-facilitar-mudanca-de-conta-entre-bancos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:05:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A possibilidade de mudar de banco de forma mais simples e rápida está novamente em cima da mesa, com o Banco de Portugal a analisar mecanismos que permitam reduzir os obstáculos enfrentados pelos clientes quando pretendem transferir a sua conta para outra instituição financeira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de mudar de banco de forma mais simples e rápida está novamente em cima da mesa, com o Banco de Portugal a analisar mecanismos que permitam reduzir os obstáculos enfrentados pelos clientes quando pretendem transferir a sua conta para outra instituição financeira. Em causa está a dificuldade prática associada à alteração do IBAN, um dos principais entraves à mobilidade bancária, sobretudo devido à necessidade de atualizar salários, débitos diretos, transferências e outros serviços associados à conta antiga.</p>
<p>Segundo avança o Público, o regulador liderado por Álvaro Santos Pereira está a estudar soluções que possam facilitar esta transição entre bancos, sendo uma das hipóteses em análise o reforço do papel do sistema SPIN, atualmente utilizado para transferências imediatas através do número de telemóvel ou do NIF. A avaliação surge depois de a Autoridade da Concorrência ter identificado a dificuldade de mudar de banco como uma das principais barreiras à concorrência no sector financeiro português.</p>
<p>A ideia de permitir uma espécie de “portabilidade bancária”, semelhante à existente nas operadoras de telecomunicações, esbarra, contudo, em limitações técnicas e legais associadas ao próprio funcionamento internacional do IBAN. Em Portugal, o número internacional de conta bancária tem 25 caracteres e inclui elementos identificativos do país, da instituição financeira e da conta do cliente. Isso significa que, ao mudar de banco, parte do IBAN altera-se obrigatoriamente, tornando praticamente impossível manter exatamente o mesmo número de conta. O Banco de Portugal considera que estas regras decorrem de normas internacionais e não podem ser contornadas unilateralmente.</p>
<p>Apesar dessas limitações, o supervisor financeiro está a estudar formas alternativas de tornar a mudança menos complexa para os consumidores. Uma das possibilidades passa precisamente pelo alargamento das funcionalidades do SPIN, sistema criado pelo Banco de Portugal há cerca de dois anos para assegurar transferências imediatas através da associação entre IBAN, número de telemóvel e NIF. Na prática, ao alterar a conta bancária associada ao serviço, o utilizador poderia continuar a receber transferências da mesma forma, reduzindo parte do impacto provocado pela mudança de banco.</p>
<p>Ainda assim, a própria Autoridade da Concorrência reconhece que o SPIN, na forma actual, continua a ter um alcance limitado. O sistema facilita sobretudo transferências entre particulares, mas não resolve outras operações essenciais do dia-a-dia, como débitos diretos, pagamentos automáticos ou serviços associados ao IBAN original. Por isso, continuam em análise diferentes cenários para aumentar a mobilidade dos clientes bancários e estimular maior concorrência entre instituições financeiras.</p>
<p>O estudo da Concorrência inclui também outras recomendações dirigidas ao Banco de Portugal e ao Governo, entre elas a eliminação de determinadas comissões de manutenção consideradas pouco justificadas e alterações nas regras aplicáveis aos intermediários de crédito. Algumas dessas propostas geraram fortes críticas por parte do sector bancário durante a consulta pública, enquanto entidades de defesa do consumidor, como a Deco, mostraram abertura a várias das mudanças sugeridas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765723]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PJ toma conta de investigação de irmãos franceses abandonados em Alcácer do Sal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:05:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[PJ]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) tomou hoje conta das investigações do caso dos dois irmãos franceses, de 3 e 5 anos, encontrados sozinhos junto à Estrada Nacional 253 (EN253), entre Comporta a Alcácer do Sal, revelou fonte policial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária (PJ) tomou hoje conta das investigações do caso dos dois irmãos franceses, de 3 e 5 anos, encontrados sozinhos junto à Estrada Nacional 253 (EN253), entre Comporta a Alcácer do Sal, revelou fonte policial.</p>
<p>Em declarações à agência Lusa, a mesma fonte explicou que o caso, que estava nas mãos da GNR, passou para a PJ &#8220;ao final da manhã de hoje, por determinação do Ministério Público de Grândola&#8221;.</p>
<p>&#8220;A PJ vai tomar conta da investigação e está a iniciar diligências, por haver suspeitas de rapto internacional&#8221;, acrescentou.</p>
<p>O Conselho Superior de Magistratura revelou hoje que as crianças encontradas em Alcácer do Sal], e de acordo com informação transmitida pela comarca de Setúbal, &#8220;não foram entregues à embaixada&#8221; de França.</p>
<p>&#8220;No âmbito do processo, foram apenas solicitadas informações à embaixada&#8221;, sendo que &#8220;a medida aplicada pelo tribunal foi a de acolhimento familiar&#8221;, esclareceu o Conselho Superior de Magistratura.</p>
<p>Na terça-feira, por volta das 19:00, os dois irmãos, de nacionalidade francesa, foram encontrados quando se encontravam sozinhos e a vaguear junto à EN253, na zona do Monte Novo do Sul, perto de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, de acordo com a estação televisiva SIC Notícias.</p>
<p>&#8220;Depois de alertadas, as autoridades encaminharam as crianças para um posto da GNR. Apesar de se terem identificado, não tinham documentos consigo, mas os pais já foram identificados&#8221;, indicou a estação de televisão.</p>
<p>Já a estação televisiva CNN revelou que os menores foram encontrados por um casal, Eugénia e Artur Quintas. Estavam assustados e tinham apenas uma garrafa de água e uma peça de fruta, encontrando-se &#8220;à borda da estrada a chorar e a chamar pelo pai&#8221;.</p>
<p>O caso, segundo a CNN, começou ainda em França, quando a mãe destes irmãos de 3 e 5 anos os raptou, trazendo-os depois para Portugal, onde entrou por Bragança.</p>
<p>&#8220;Ao que as autoridades conseguiram perceber, a mãe disse aos dois filhos que iam fazer um jogo e vendou-os. Quando voltaram a abrir os olhos a progenitora já não estava e os irmãos estavam perdidos no meio da Estrada Nacional 253, entre Alcácer do Sal e a Comporta&#8221;, realçou a CNN.</p>
<p>Contactado hoje pela Lusa, o major João Gaspar, do Comando-Geral da GNR, confirmou que as crianças foram encontradas sozinhas, na terça-feira, junto à EN253.</p>
<p>Segundo o oficial da guarda, as crianças foram encontradas por populares, que chamaram a GNR, tendo os menores sido encaminhados para o Posto de Alcácer do Sal e, mais tarde, para o hospital de Setúbal, por determinação do Ministério Público (MP).</p>
<p>Perante a situação, limitou-se a acrescentou, a GNR estabeleceu contactos com várias entidades, como a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CCPJ) e a embaixada de França, além do MP.</p>
<p>Numa resposta a questões colocadas pela Lusa através de correio eletrónico, a Procuradoria-Geral da República (PGR) indicou que este caso foi comunicado ao MP, que, na quarta-feira de manhã, &#8220;deu entrada, no Juízo de Família e Menores de Santiago do Cacém, com um procedimento judicial urgente&#8221;.</p>
<p>&#8220;Aguarda-se decisão judicial&#8221;, pode ainda ler-se na resposta da PGR à Lusa.</p>
<p>De acordo com a CNN, as autoridades terão ligado este caso a &#8220;um outro desenvolvido em França, onde esta mãe e os filhos eram procurados há 15 dias, depois de terem fugido do país, já depois de a mulher ter deixado para trás um outro filho, este com 16 anos&#8221;.</p>
<p>&#8220;Espera-se que os dois irmãos mais novos sejam agora entregues aos familiares mais próximos, enquanto as autoridades continuam a tentar localizar a mãe das crianças, que está desaparecida e pode até já ter fugido do país&#8221;, acrescentou a CNN.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765724]]></sapo:autor>
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		<title>Conselho de Ministros aprova criação de duas universidades em Leiria e no Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 12:03:41 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[conselho de ministros]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[universidades]]></category>
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					<description><![CDATA[O Conselho de Ministros aprovou hoje a criação de duas novas universidades, atualmente institutos politécnicos, nas zonas de Leiria e do Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho de Ministros aprovou hoje a criação de duas novas universidades, atualmente institutos politécnicos, nas zonas de Leiria e do Porto.</p>
<p>A criação das duas instituições &#8211; a Universidade de Leiria e do Oeste e a Universidade Técnica do Porto &#8211; resulta da reconfiguração dos atuais institutos politécnicos de Leiria e do Porto, que passarão a integrar o sistema universitário.</p>
<p>Segundo fonte do Governo, os decretos-lei aprovados hoje pelo Conselho de Ministros garantem as condições para as universidades aprofundarem a respetiva capacidade de investigação, expandirem a oferta de educação superior universitária e intensificarem a integração em redes de investigação e inovação.</p>
<p>O objetivo, acrescenta a mesma fonte, é fortalecer a rede de ensino superior e o sistema científico e tecnológico nacional, reforçar a coesão territorial e &#8220;consolidar um ensino superior público mais diversificado, competitivo e preparado para os desafios do futuro&#8221;.</p>
<p>Associado à criação das duas instituições, será criada a Escola Superior de Técnicos Especializados, na Universidade de Leiria e Oeste, e a Escola Técnica Superior Profissional, na Universidade Técnica do Porto.</p>
<p>A transformação dos institutos politécnicos de Leiria e do Porto em universidades foi solicitada pelas próprias instituições no ano passado, e já tinha sido em Conselho de Ministros em fevereiro.</p>
<p>A mudança mereceu os pareceres favoráveis do Conselho Coordenador do Ensino Superior, do Instituto para o Ensino Superior e da Agência de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior.</p>
<p>Por outro lado, em abril, o Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP) manifestou-se preocupado com a aprovação da criação das universidades antes da entrada em vigor do novo Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior (RJIES), aprovado na Assembleia da República há duas semanas.</p>
<p>Na posição enviada ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, o CCISP afirmava que, a confirmar-se, a criação da Universidade de Leiria e do Oeste e da Universidade Técnica do Porto alteraria &#8220;de forma substancial&#8221; o cenário proposto pela tutela no âmbito da revisão do RJIES.</p>
<p>MCA/SR // ZO</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765725]]></sapo:autor>
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		<title>Mau Tempo: Moratórias para empresas com quebras acima de 20% e famílias em &#8216;lay-off&#8217; ou desemprego</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 11:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[mau tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O prolongamento por 12 meses da moratória de créditos associada às tempestades do inverno abrange apenas empresas com quebras da faturação superiores a 20% no primeiro trimestre e empréstimos para habitação de famílias afetadas pelo 'lay-off' ou desemprego.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prolongamento por 12 meses da moratória de créditos associada às tempestades do inverno abrange apenas empresas com quebras da faturação superiores a 20% no primeiro trimestre e empréstimos para habitação de famílias afetadas pelo &#8216;lay-off&#8217; ou desemprego.</p>
<p>Nos termos do decreto-lei n.º 98/2026, publicado hoje em Diário da República, as empresas, empresários em nome individual, cooperativas e associações de produtores agrícolas abrangidos pela moratória têm de ter já usufruído das medidas de apoio agora prolongadas ou da isenção, total ou parcial, do pagamento de contribuições à Segurança Social ou do regime de &#8216;lay-off&#8217; inicialmente previsto.</p>
<p>Devem ainda, cumulativamente, ter registado uma quebra homóloga comprovada da faturação de pelo menos 20% no primeiro trimestre de 2026 ou, quando tal não seja possível, com a média mensal dos três meses anteriores a janeiro de 2026.</p>
<p>No que diz respeito às famílias, são abrangidos pela moratória os créditos para habitação própria e permanente relativos a imóveis localizados nos municípios afetados e cujos beneficiários tenham sido abrangidas pelo regime de &#8216;lay-off&#8217; em empresas sediadas ou com atividade nessas regiões, ou se encontrem em situação de desemprego a partir de 28 de janeiro de 2026, &#8220;quando essa situação resulte dos efeitos da tempestade &#8216;Kristin&#8217; e a entidade empregadora estivesse sediada ou exercesse atividade nesses municípios&#8221;.</p>
<p>Excluídos da moratória estão as sociedades que integrem o setor financeiro, designadamente bancos, outras instituições de crédito, sociedades financeiras, instituições de pagamento, instituições de moeda eletrónica, intermediários financeiros, empresas de investimento, organismos de investimento coletivo, fundos de pensões, fundos de titularização, respetivas sociedades gestoras, sociedades de titularização, empresas de seguros e resseguros e organismos públicos que administram a dívida pública a nível nacional, com estatuto equiparado, nos termos da lei, ao das instituições de crédito.</p>
<p>A moratória vigora por um período de 12 meses contados a partir de 29 de abril de 2026, independentemente da respetiva data de adesão.</p>
<p>O decreto-lei agora publicado foi promulgado em 14 de maio pelo Presidente da República, que, numa nota então publicada no sítio oficial da Presidência da República na Internet, avisou que estaria atento à sua regulamentação.</p>
<p>Na nota, António José Seguro salientava ter &#8220;presente a importância deste diploma para a estabilização da tesouraria dos beneficiários e a retoma gradual da atividade económica, sem prejuízo de uma especial atenção à sua regulamentação&#8221; e prometia &#8220;especial atenção&#8221; à regulamentação, &#8220;considerando as questões que se podem levantar quanto à uniformidade de aplicação [&#8230;] pelas instituições de crédito e à sua articulação com outros instrumentos de apoio à reconstrução&#8221;.</p>
<p>A prorrogação da moratória de créditos foi anunciada pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro, durante o debate quinzenal de 29 de abril na Assembleia da República, e o decreto-lei foi aprovado pelo Governo PSD/CDS-PP no dia seguinte.</p>
<p>Segundo o comunicado dessa reunião do Conselho de Ministros, o decreto-lei &#8220;prolonga por 12 meses as medidas excecionais de proteção de crédito de famílias, empresas, instituições sociais, e demais entidades afetadas pela tempestade Kristin e pelos fenómenos meteorológicos que ocorreram no início do ano&#8221;.</p>
<p>Nos termos do diploma, as medidas visam &#8220;prolongar o diferimento temporário do pagamento de capital, juros e demais encargos associados a contratos de crédito, bem como na proibição da revogação de linhas de crédito existentes, permitindo às entidades beneficiárias estabilizar a sua tesouraria e retomar gradualmente a sua atividade normal, em condições de maior previsibilidade económica e financeira, durante os próximos 12 meses&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765693]]></sapo:autor>
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		<title>“NATO 3.0”: menos soldados dos EUA, mais responsabilidade para a Europa. O que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 11:45:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa estão, sobretudo, a retirada prevista de 5.000 soldados americanos da Alemanha e a decisão do Pentágono de não avançar, para já, com o envio de 4.000 militares para a Polónia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os aliados europeus dos Estados Unidos aguardam sinais mais claros de Washington sobre a esperada redução da presença militar americana na Europa, depois de vários anúncios terem gerado tensão dentro da NATO. Em causa estão, sobretudo, a retirada prevista de 5.000 soldados americanos da Alemanha e a decisão do Pentágono de não avançar, para já, com o envio de 4.000 militares para a Polónia.</p>
<p>A administração americana esclareceu que, no caso da Polónia, se trata de uma pausa e não de um cancelamento definitivo. Ainda assim, a decisão surpreendeu alguns aliados, até porque a Polónia é considerada uma peça central no flanco oriental da Aliança Atlântica e um dos parceiros europeus mais próximos de Washington em matéria de defesa.</p>
<p>O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, procurou desdramatizar a situação, afirmando que estas alterações fazem parte de uma “redistribuição de responsabilidades” dentro da Aliança. A ideia passa por os aliados europeus e o Canadá assumirem um papel mais forte na defesa convencional da região euro-atlântica, enquanto os Estados Unidos mantêm o compromisso com a dissuasão nuclear, mas com uma presença militar mais reduzida no terreno.</p>
<p>O conceito tem vindo a ser descrito em Washington como uma espécie de “NATO 3.0”: uma Aliança em que os europeus pagam mais, destacam mais forças e assumem maior responsabilidade operacional pela sua própria defesa, permitindo aos Estados Unidos concentrar mais recursos noutras frentes estratégicas, nomeadamente no Pacífico.</p>
<p>O problema, para vários aliados, não está apenas na direção da mudança, mas na forma como ela está a ser conduzida. Fontes diplomáticas citadas no texto apontam para falta de coordenação e de transparência por parte dos Estados Unidos, num momento em que a relação transatlântica já foi abalada por divergências sobre a operação americana e israelita contra o Irão.</p>
<p>A tensão, de acordo com o &#8216;El Confidencial&#8217;, aumentou depois de Donald Trump criticar aliados que não apoiaram politicamente o ataque a Teerão. Entre os casos referidos está Espanha, que não terá autorizado a utilização de bases militares no seu território. Em paralelo, alguns anúncios sobre tropas americanas na Europa foram interpretados por diplomatas como politicamente carregados, nomeadamente a redução de efetivos na Alemanha após críticas do governo de Friedrich Merz à operação contra o Irão.</p>
<p>O Pentágono explicou que a presença americana na Europa será reduzida de quatro para três batalhões, regressando a níveis próximos dos existentes em 2021, antes da invasão russa da Ucrânia. O Departamento de Defesa, liderado por Pete Hegseth, afirmou que o destino final destas forças será decidido com base nas necessidades estratégicas dos Estados Unidos e na capacidade dos aliados europeus para contribuírem para a defesa do continente.</p>
<p>Há, no entanto, outro ponto de preocupação: a decisão da Administração Trump de recuar no plano acordado durante a presidência de Joe Biden para estacionar mísseis Tomahawk na Alemanha. Estes sistemas poderiam atingir alvos a milhares de quilómetros de distância e eram vistos como uma resposta aos mísseis russos posicionados na Bielorrússia e em Kaliningrado, incluindo sistemas Iskander com capacidade para transportar ogivas nucleares.</p>
<p>A discussão insere-se numa mudança mais ampla dentro da NATO. Depois da cimeira de Haia, em junho de 2025, os aliados comprometeram-se a aumentar a despesa em defesa para 5% do PIB, dos quais 3,5% destinados a capacidades militares. Agora, o debate já não é apenas sobre quem paga, mas também sobre quem assume responsabilidades concretas no terreno.</p>
<p>Essa redistribuição começa também a refletir-se na estrutura de comando. Comandantes europeus deverão assumir maior protagonismo em centros de comando conjunto da NATO, enquanto os Estados Unidos procuram manter controlo sobre áreas estratégicas, incluindo forças marítimas, terrestres e aéreas.</p>
<p>O tema será discutido na reunião de ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO, na Suécia, onde deverá estar presente o secretário de Estado americano, Marco Rubio. A questão deverá também preparar terreno para a próxima cimeira de líderes aliados em Ancara, em julho, onde a nova distribuição de responsabilidades militares dentro da Aliança poderá ficar mais clara.</p>
<p>No essencial, a NATO enfrenta agora uma transição delicada: a Europa sabe que terá de assumir maior peso na sua própria defesa, mas quer previsibilidade, coordenação e garantias de que a redução americana não abrirá falhas de segurança num momento em que a ameaça russa continua no centro das preocupações aliadas.</p>
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