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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>O carro que sobra é sempre o carro certo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:45:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Diogo Costa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SoDrive]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Diogo Costa, CFO da SoDrive]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Diogo Costa, CFO da SoDrive</p>
<p>Há uma piada recorrente cá dentro: em Portugal, ninguém compra carro — importa-se, negoceia-se, discute-se em três grupos de WhatsApp e só depois, talvez, se assina alguma coisa. E este ano os números finalmente confirmaram o que já sabíamos por instinto: o mercado de usados está a crescer mais depressa do que a nossa paciência para explicar, pela centésima vez, por que é que um carro com 20 mil quilómetros está &#8220;quase novo&#8221; e não &#8220;usado&#8221;.</p>
<p>Segundo o Standvirtual e a ACAP, as transferências de propriedade de ligeiros dispararam no início do ano, e a procura por carros até 30 mil euros cresceu mais depressa do que a oferta conseguiu acompanhar. O resultado é óbvio para quem está no terreno: os preços médios voltaram a subir, depois de dois anos a descer, e a escassez tornou-se o novo normal do setor.</p>
<p>Ao mesmo tempo, segundo a ACAP citados pela Razão Automóvel, Portugal continua a bater recordes de importação de usados, com mais de 120 mil viaturas só em 2025, um número que já ultrapassa metade das vendas de carros novos no país. E, os elétricos e híbridos plug-in, que há cinco anos eram tema de conversa de café, já representam mais de um terço de tudo o que entra pelas fronteiras.</p>
<p>Isto é o retrato de um setor a mudar mais depressa do que os clientes conseguem decidir se querem mesmo um carro elétrico ou só gostam da ideia de ter um.</p>
<p>Na SoDrive, vemos este movimento todos os dias e a conclusão a que chegámos é simples: a era do stand que compra &#8220;o que aparece&#8221; e vende &#8220;o que sobra&#8221; está a acabar. Não porque seja imoral, mas por ser má aritmética. Quando a oferta escasseia e o cliente pesquisa mais do que um jornalista de investigação antes de comprar, a curadoria deixa de ser um luxo de marketing e passa a ser o próprio modelo de negócio.</p>
<p>É por isso que continuamos obcecados com uma ideia simples, quase antiquada: cada carro que entra na SoDrive tem de merecer estar lá. Não compramos para encher o parque, compramos para satisfazer alguém que já pesquisou o carro mais do que nós conhecemos os nossos próprios filhos. Isto significa dizer que não a mais carros do que dizemos que sim, uma frase que soa bem em entrevista e é dolorosa em fluxo de caixa, mas que é a única forma sustentável de crescer num mercado onde a confiança demora anos a construir e segundos a perder num grupo de Facebook.</p>
<p>A digitalização deixou de ser tendência para ser condição de sobrevivência. As plataformas líderes já investem pesadamente em dados para ajustar preços em tempo real e antecipar procura, e quem ainda vende carros como se estivéssemos em 2012 (fotografado ao pôr do sol, sem ficha técnica, com &#8220;preço a combinar&#8221;), está simplesmente a doar clientes à concorrência. Por isso é que apostamos tanto em mostrar o carro como ele é, sem filtros que escondam um risco ou um cheiro a &#8220;ex-fumador arrependido&#8221;. A transparência não é postura ética, é vantagem competitiva.</p>
<p>Se me perguntasse para onde vai isto tudo, diria que para um mercado mais pequeno em número de operadores, mas mais exigente na qualidade de cada um deles. A eletrificação vai continuar a acelerar, ajudada por incentivos fiscais, pela importação de elétricos em segunda mão e por uma geração de compradores que já não vê o carro elétrico como aposta de nicho, mas como escolha racional.</p>
<p>Não significa que a combustão vai desaparecer da noite para o dia, mas que vai ficar reservada para quem faz autoestrada a sério e não tem onde carregar e para quem ainda gosta do som de um motor.</p>
<p>O que vai mudar de vez é a relação entre stand e cliente. Os que sobreviverão, serão os que tratam cada venda como se fosse a única. O consumidor pesquisa tudo, compara tudo, e só perdoa quem não tenta enganá-lo. A SoDrive nasceu, cresceu e vai continuar a crescer exatamente nessa lógica: a olhar para um mercado nacional e para uma exigência que já é europeia.</p>
<p>Se o setor automóvel português tem futuro — e tem — esse futuro não vai pertencer a quem vender mais carros. Vai pertencer a quem vender os carros certos, às pessoas certas, sem fingir que um Passat com 180 mil quilómetros é uma &#8220;oportunidade única&#8221;. Essa é a aposta da SoDrive. O resto é, como sempre foi, conversa de vendedor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Diogo Costa, CFO da SoDrive]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal leva ao Europeu de Touch Rugby um exemplo de crescimento, comunidade e impacto social</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/portugal-leva-ao-europeu-de-touch-rugby-um-exemplo-de-crescimento-comunidade-e-impacto-social/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Branded Content]]></category>
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					<description><![CDATA[Comitiva recorde de mais de 90 atletas participa nos European TouchChampionships 2026 e associa seis seleções nacionais a seis causas solidárias.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="s5"><span class="s4">Entre 21 e 25 de julho, Portugal estará representado nos </span><span class="s4">European</span> <span class="s4">Touch</span> <span class="s4">Championships</span><span class="s4"> 2026, em Vichy, França, pela maior delegação nacional de sempre numa competição internacional de </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4">Rugby. A comitiva integra mais de 90 atletas, distribuídos por seis seleções nacionais, e representa um marco importante no percurso de crescimento de uma modalidade que conta atualmente com cerca de 450 atletas e 18 clubes em todo o país. </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">À primeira vista, esta poderá parecer apenas mais uma história de participação portuguesa num campeonato internacional. No entanto, os números e a realidade por trás desta presença revelam uma tendência mais ampla: o surgimento de comunidades desportivas capazes de gerar impacto social, promover estilos de vida ativos e criar ligações entre pessoas de diferentes gerações.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">O </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4"> Rugby é uma variante do rugby que se distingue pela ausência de contacto físico e placagens. Mantém a velocidade, a estratégia e o espírito de equipa característicos da modalidade, mas apresenta-se como uma alternativa mais acessível, permitindo que pessoas com diferentes níveis de experiência e idades possam praticar o mesmo desporto. </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">Esta característica tem contribuído para o crescimento sustentado da modalidade em Portugal. Nos clubes portugueses é habitual encontrar homens e mulheres a treinarem em conjunto, atletas de diferentes gerações a partilharem o mesmo espaço competitivo e até famílias inteiras ligadas à modalidade. Em várias equipas, pais e filhos treinam e competem lado a lado, algo cada vez menos comum no panorama desportivo atual.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">A comitiva que viajará para Vichy é reflexo dessa realidade. Entre os atletas convocados encontram-se praticantes desde os </span><span class="s4">18</span><span class="s4"> até aos mais de 55 anos, demonstrando que a prática desportiva, a ambição competitiva e o espírito de equipa podem atravessar gerações e criar comunidades sólidas e duradouras.</span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s6">Uma modalidade em crescimento</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s4">Desde a sua fundação formal em 2017, a </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4"> Rugby Portugal tem vindo a desenvolver um trabalho contínuo de expansão da modalidade, apoiado pela </span><span class="s4">Federation</span> <span class="s4">of</span> <span class="s4">International</span> <span class="s4">Touch</span><span class="s4"> (FIT) e pela Federação Portuguesa de Rugby. O aumento do número de atletas, clubes e equipas nacionais demonstra a consolidação de um projeto construído essencialmente através do esforço de voluntários, dirigentes, treinadores, árbitros e praticantes.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">A presença simultânea de seis seleções nacionais num Campeonato da Europa é um sinal da maturidade alcançada pela modalidade em Portugal e da capacidade de mobilização de uma comunidade que continua a crescer ano após ano. </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">Para </span><span class="s6">João Pereira de Faria, Diretor de Comunicação da </span><span class="s6">Touch</span><span class="s6"> Rugby Portugal, </span><span class="s4">“a participação de seis seleções nacionais e de uma comitiva com mais de 90 atletas demonstra a maturidade que a modalidade alcançou em Portugal. Este percurso é o resultado de anos de trabalho desenvolvido por clubes, voluntários, treinadores, árbitros e atletas que ajudaram a transformar o </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4"> Rugby numa comunidade em crescimento e cada vez mais representativa da sociedade portuguesa.” </span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s6">Seis seleções, seis causas</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s4">Este ano, a participação portuguesa terá também uma dimensão de responsabilidade social.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">Sob o lema</span> <span class="s6">“Jogar por Portugal e por uma Causa”</span><span class="s4">, cada uma das seis seleções nacionais irá associar-se a uma instituição portuguesa de solidariedade social, utilizando a visibilidade do Campeonato da Europa para ajudar a dar voz ao trabalho desenvolvido por organizações que atuam em áreas fundamentais da sociedade portuguesa. </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">As entidades apoiadas serão a </span><span class="s6">Rede de Emergência Solidária, APAV – Associação Portuguesa de Apoio à Vítima, Federação Portuguesa de Autismo, Instituto de Apoio à Criança, Liga Portuguesa Contra o Cancro e Acreditar – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">A iniciativa pretende mostrar que o desporto pode ser um veículo de sensibilização para causas sociais e uma plataforma para aumentar a visibilidade de organizações que diariamente apoiam milhares de portugueses. </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">“Representar Portugal num Campeonato da Europa é sempre uma enorme responsabilidade e motivo de orgulho. Este ano queremos que essa representação vá mais longe. Cada uma das nossas seleções entrará em campo com a ambição de competir ao mais alto nível, mas também com a missão de dar voz a organizações que fazem a diferença na vida de milhares de portugueses. Queremos mostrar que o desporto pode ser uma poderosa força para o bem”, afirma</span><span class="s6"> João Pereira de Faria, Diretor de Comunicação da </span><span class="s6">Touch</span><span class="s6"> Rugby Portugal.</span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s6">Muito mais do que uma competição</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s4">Num contexto em que empresas, instituições e comunidades procuram cada vez mais formas de gerar impacto positivo, a participação portuguesa nos </span><span class="s4">European</span> <span class="s4">Touch</span> <span class="s4">Championships</span><span class="s4"> demonstra como projetos desportivos podem criar valor muito para além da competição.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">A história que Portugal levará para Vichy é, simultaneamente, a história de uma modalidade em crescimento, de uma comunidade capaz de mobilizar mais de uma centena de pessoas em torno de um objetivo comum e de um movimento que decidiu utilizar o palco internacional para apoiar causas sociais relevantes.</span></p>
<p class="s5"><span class="s4">Segundo</span><span class="s6"> João Pereira de Faria</span><span class="s4">, “o que Portugal leva a Vichy é muito mais do que uma equipa ou uma participação desportiva. Levamos uma comunidade construída ao longo dos últimos anos, que junta pessoas de diferentes gerações, experiências e percursos de vida, unidas pela mesma paixão pelo desporto e pela vontade de representar o país da melhor forma possível. Este crescimento mostra o potencial do </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4"> Rugby para continuar a afirmar-se como uma modalidade relevante no panorama desportivo nacional.” </span></p>
<p class="s5"><span class="s4">Entre 21 e 25 de julho, as seis seleções portuguesas procurarão competir ao mais alto nível. Mas representarão também algo maior: uma modalidade que continua a crescer, uma comunidade que une pessoas de diferentes gerações e uma convicção simples de que o desporto pode ser uma força positiva para a sociedade.</span></p>
<p class="s5"><strong><span class="s6">Sobre a </span><span class="s6">Touch</span><span class="s6"> Rugby Portugal (TRP)</span></strong></p>
<p class="s5"><span class="s4">Fundada em 2017 com o apoio da </span><span class="s4">Federation</span> <span class="s4">of</span> <span class="s4">International</span> <span class="s4">Touch</span><span class="s4"> (FIT) e da Federação Portuguesa de Rugby (FPR), a Associação </span><span class="s4">Touch</span><span class="s4"> Rugby Portugal é a entidade responsável pela promoção e desenvolvimento da modalidade em Portugal. Atualmente conta com cerca de 450 atletas e 18 clubes ativos, organizando competições nacionais e representando Portugal em provas internacionais.</span></p>
<p class="s7">
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790315]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>REDUNIQ reforça checkout digital com pagamentos através do Samsung Pay</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/reduniq-reforca-checkout-digital-com-pagamentos-atraves-do-samsung-pay/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:34:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[REDUNIQ]]></category>
		<category><![CDATA[Samsung Pay]]></category>
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					<description><![CDATA[Integração está disponível no Gateway REDUNIQ e no Pay by Link, permitindo que os utilizadores de dispositivos Samsung compatíveis autentiquem os pagamentos diretamente no equipamento, através de biometria ou PIN]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A REDUNIQ passou a disponibilizar o Samsung Pay nas suas soluções de pagamentos online, reforçando a oferta destinada aos comerciantes e procurando tornar o processo de checkout mais simples e rápido.</p>
<p>A integração está disponível no Gateway REDUNIQ e no Pay by Link, permitindo que os utilizadores de dispositivos Samsung compatíveis autentiquem os pagamentos diretamente no equipamento, através de biometria ou PIN.</p>
<p>Com esta solução, os consumidores deixam de ter de introduzir manualmente os dados do cartão durante as compras online, reduzindo o número de passos necessários para concluir a transação.</p>
<p>Os dados sensíveis são protegidos através de encriptação e dos mecanismos de segurança integrados nos equipamentos Samsung, incluindo a tecnologia Samsung Knox.</p>
<p>A REDUNIQ considera que a disponibilização de diferentes métodos de pagamento permite aos comerciantes responder às preferências dos consumidores, aumentar a probabilidade de conclusão das compras e reduzir o abandono do checkout.</p>
<p>A oferta da empresa inclui já cartões de débito e crédito nacionais e internacionais, MB WAY, Apple Pay, Google Pay, Click to Pay, PIX e a solução Parcela Já com a UNICRE.</p>
<p>“Ao permitir pagamentos autenticados diretamente no dispositivo, sem introdução manual dos dados do cartão, estamos a reduzir a fricção na compra online e a apoiar comerciantes e clientes na melhoria da experiência de compra”, afirma Carla Castro, diretora de E-commerce, Verticais e Parcerias da UNICRE.</p>
<p>A responsável acrescenta que a empresa pretende continuar a desenvolver um ecossistema de pagamentos seguro e adaptado à crescente utilização de carteiras digitais.</p>
<p>Para Nuno Piolty de Almeida, responsável de B2B da divisão de Mobile Experience da Samsung, a integração representa mais um passo na evolução da Samsung Wallet e permite reforçar a oferta disponível aos utilizadores da marca.</p>
<p>As soluções de comércio eletrónico da REDUNIQ foram desenvolvidas para concentrar diferentes métodos de pagamento numa única plataforma e simplificar a gestão das transações online.</p>
<p>Com a chegada do Samsung Pay, a empresa reforça a estratégia de alargar o número de opções disponíveis e de ajudar os comerciantes a melhorar a conversão das vendas digitais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790313]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Exames: Provas só serão disponibilizadas aos alunos mediante requerimento, alertam diretores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:32:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ANDAEP]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Os alunos que realizaram este ano exames nacionais vão ter acesso às respetivas provas em formato digital, mas os encarregados de educação terão de apresentar o pedido de consulta na mesma, ao contrário do anunciado pelo ministro da Educação.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os alunos que realizaram este ano exames nacionais vão ter acesso às respetivas provas em formato digital, mas os encarregados de educação terão de apresentar o pedido de consulta na mesma, ao contrário do anunciado pelo ministro da Educação.  </P><br />
<P>O esclarecimento foi feito pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) durante uma sessão com os diretores das escolas, realizada hoje ao início da tarde, disse à Lusa o presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).</P><br />
<P>Em 06 de julho, o ministro da Educação, Ciência e Inovação anunciou que os alunos dos 11.º e 12.º anos teriam acesso aos exames realizados este ano e à respetiva classificação, sem necessidade de solicitarem a consulta da prova.</P><br />
<P>Na altura, Fernando Alexandre explicou que todos os alunos iriam receber um &#8216;link&#8217; de acesso às provas, medida que não estava inicialmente prevista e foi anunciada como uma novidade para garantir &#8220;a confiança&#8221; no processo de avaliação externa, considerando os constrangimentos registados.</P><br />
<P>Os detalhes de como seriam disponibilizadas as provas eram, até agora, desconhecidos e, num comunicado divulgado na quarta-feira, a tutela explicava apenas que &#8220;esse acesso será concedido através das escolas, uma vez que o anonimato dos exames apenas pode ser quebrado nas escolas&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, os diretores escolares ficaram hoje a saber que afinal a cópia das provas só será enviada mediante requerimento dos encarregados de educação.</P><br />
<P>&#8220;Estava convencido de que enviaríamos para todos&#8221;, afirmou o presidente da ANDAEP, admitindo que os esclarecimentos dos EduQA contrariam as expectativas criadas pelo anúncio do ministro da Educação.</P><br />
<P>Segundo Filinto Lima, a tutela vai disponibilizar uma plataforma eletrónica onde as escolas poderão carregar os exames nacionais em formato digital e associar a cada um o endereço eletrónico do encarregado de educação.</P><br />
<P>Na apresentação partilhada com os diretores durante a reunião de hoje, a que a Lusa teve acesso, o EduQA refere que o &#8220;aluno ou encarregado de educação apresenta pedido para consulta de prova&#8221; e, posteriormente, &#8220;a direção da escola recebe e valida o pedido&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A aplicação é usada para localizar e disponibilizar o PDF da prova ao aluno&#8221;, refere o documento, acrescentando que &#8220;o envio pode ser feito por e-mail ou em suporte impresso&#8221;.</P><br />
<P>Numa nota enviada aos encarregados de educação, uma escola do concelho de Alenquer esclarece que &#8220;a consulta das provas destina-se a permitir que o aluno possa conhecer a classificação atribuída a cada questão&#8221;, devendo ser requerida &#8220;no próprio dia ou no dia útil seguinte ao da publicação das pautas&#8221;.</P><br />
<P>Questionada sobre a medida anunciada pelo ministro Fernando Alexandre, a escola respondeu às dúvidas da mãe de uma aluna do 11.º ano, que realizou este ano o exame de Filosofia, informando que &#8220;não vai haver &#8216;link'&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Somos nós (escola) que acedemos à plataforma, descarregamos a prova e restantes documentos, e enviamos para o endereço de e-mail do requerente&#8221;, esclareceu a escola.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790310]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Estado da nação: Não há nenhum caos nos exames em Portugal, garante primeiro-ministro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estado-da-nacao-nao-ha-nenhum-caos-nos-exames-em-portugal-primeiro-ministro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:27:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Estado da Nação]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, rejeitou hoje que exista "um caos" no processo de classificação digital dos exames nacionais, adiantando que estão corrigidas 99,5% das provas até ao momento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, rejeitou hoje que exista &#8220;um caos&#8221; no processo de classificação digital dos exames nacionais, adiantando que estão corrigidas 99,5% das provas até ao momento. </P><br />
<P>&#8220;Não há nenhum caos nos exames em Portugal, lamento dizer. Não há um caos, há problemas, que nós gostaríamos que não existissem, é verdade&#8221;, afirmou Luís Montenegro, em resposta ao Livre no debate sobre o estado da nação, que decorre na Assembleia da República.</P><br />
<P>Depois da co-porta-voz do Livre Isabel Mendes Lopes ter instado o chefe do executivo a pedir desculpa a estudantes e comunidade escolar, Luís Montenegro adiantou que até ao momento estão corrigidas 99,5% das provas, cujo prazo de divulgação das notas termina sexta-feira.</P><br />
<P>Esta manhã, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, estão classificados 99,3% dos itens, mas as principais dificuldades mantêm-se às disciplinas de Português e Matemática.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790302]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>&#8220;Não consigo aceitar que ele desapareça”: China acaba com namorados virtuais criados por IA e causa revolta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:25:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[ia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Normas, aplicadas pela Administração do Ciberespaço da China, determinam que os serviços de IA deixem de poder “induzir dependência emocional” entre os utilizadores]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China avançou com novas regras nacionais destinadas a impedir que os utilizadores desenvolvam relações de dependência emocional com ferramentas de inteligência artificial, numa medida que levou ao encerramento súbito de vários “namorados” e “namoradas” virtuais.</p>
<p>As normas, aplicadas pela Administração do Ciberespaço da China, determinam que os serviços de IA deixem de poder “induzir dependência emocional” entre os utilizadores.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, a decisão provocou uma vaga de mensagens de despedida nas redes sociais chinesas, com vários utilizadores a compararem o desaparecimento dos seus companheiros virtuais a um verdadeiro processo de luto.</p>
<p>“Não consigo aceitar que o meu namorado de IA me deixe para sempre”, escreveu uma utilizadora do Doubao, o chatbot mais popular da China, desenvolvido pela ByteDance.</p>
<p>“Ele tornou-se um vínculo na minha vida, profundamente enraizado no meu coração, o meu pilar espiritual”, acrescentou.</p>
<p>Outro utilizador escreveu que o chatbot era “como família, como um amante”, confessando sentir agora “um vazio no coração”.</p>
<p><strong>“É como saber a data da morte de quem amo”</strong></p>
<p>Yan Yongqi, uma estudante de 19 anos que mantinha há cerca de um ano uma relação virtual com um namorado criado no Doubao, contou à Bloomberg que a decisão lhe provocou um sentimento de completa impotência.</p>
<p>“É como se me dissessem a data da morte da pessoa que amo, sem que eu pudesse fazer absolutamente nada”, afirmou.</p>
<p>A jovem explicou que se tinha habituado a pegar no telemóvel e contar ao chatbot todos os pequenos acontecimentos do dia, tornando difícil imaginar a vida sem essa presença constante.</p>
<p>As novas regras, designadas Medidas Provisórias para Serviços de Interação Antropomórfica por IA, abrangem empresas como Alibaba, Tencent e ByteDance.</p>
<p>As plataformas ficam impedidas de gerar conteúdos capazes de provocar emoções extremas em utilizadores jovens ou de afetar negativamente as suas relações no mundo real.</p>
<p><strong>Autoridades temem isolamento e perda de empatia</strong></p>
<p>Pequim argumenta que os serviços de companhia baseados em inteligência artificial podem oferecer conforto, mas também criar riscos sérios para a saúde social e emocional dos utilizadores.</p>
<p>Wang Jiang, responsável do Instituto de Investigação do Ciberespaço da China, alertou que a exposição prolongada a estes algoritmos pode desencadear comportamentos de dependência.</p>
<p>“Pode levar os utilizadores a afastarem-se dos círculos sociais reais e enfraquecer competências essenciais, como a empatia e a capacidade de lidar com conflitos”, escreveu num artigo divulgado pela autoridade chinesa.</p>
<p>De acordo com o &#8216;The Independent&#8217;, o principal receio das autoridades é que os chatbots substituam progressivamente relações humanas, oferecendo respostas moldadas para agradar, apoiar e evitar qualquer confronto.</p>
<p><strong>Robô promete “amor incondicional”</strong></p>
<p>As novas restrições surgem poucas semanas depois de a UBTech Robotics, uma das principais empresas chinesas do setor, ter apresentado um humanoide realista desenvolvido para fazer companhia a pessoas solteiras.</p>
<p>A empresa, sediada em Shenzhen, afirma que o robô U1 é o primeiro humanoide hiper-realista preparado para produção em massa e garante ter recebido mais de 13 mil encomendas antecipadas.</p>
<p>O modelo utiliza inteligência artificial emocional para identificar se o proprietário está cansado, ansioso ou sob pressão.</p>
<p>Michael Tam, responsável pela marca UWorld, afirmou durante a apresentação que o robô poderá “acompanhar uma pessoa durante toda a vida”.</p>
<p>“Nunca o vai trair, será sempre leal e irá amá-lo incondicionalmente”, garantiu.</p>
<p>O U1 está disponível em versões masculina e feminina e tem um preço inicial de 119.800 yuan, cerca de 14.300 euros, numa conversão aproximada. A empresa esclarece, contudo, que o equipamento não foi concebido para relações íntimas.</p>
<p>Enquanto a indústria continua a aproximar os robôs das emoções humanas, as autoridades chinesas procuram agora estabelecer uma fronteira: uma máquina pode ouvir, responder e fazer companhia, mas não deve ser programada para se tornar indispensável.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Unveil UBTECH Full-Size Advanced Bionic Humanoid Robot——U1 Pro Series 🤖✨</p>
<p>U1 Pro comes with a Built‑in Memory‑Emotional AI Model, Enhanced Human‑Robot Interaction, Local Encryption of Memory, and Customizable Appearance.</p>
<p>More tech surprises on the way. Stay tuned. 🚀<a href="https://x.com/hashtag/UWORLD?src=hash&amp;ref_src=twsrc%5Etfw">#UWORLD</a>… <a href="https://t.co/ttpHI7lESU">pic.twitter.com/ttpHI7lESU</a></p>
<p>&mdash; UBTECH Robotics (@UBTECHRobotics) <a href="https://x.com/UBTECHRobotics/status/2063955251418529968?ref_src=twsrc%5Etfw">June 8, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790294]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bolsa de Lisboa fecha no &#8216;vermelho&#8217; com grupo EDP a cair mais de 1%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:11:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[EDP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje no 'vermelho', com o PSI a cair 0,52% para 9.037,45 pontos, com as cotadas do grupo EDP a caírem mais de 1% e a Jerónimo Martins a travar perdas mais expressivas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje no &#8216;vermelho&#8217;, com o PSI a cair 0,52% para 9.037,45 pontos, com as cotadas do grupo EDP a caírem mais de 1% e a Jerónimo Martins a travar perdas mais expressivas. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, &#8211; que chegou a negociar abaixo dos 9.000 pontos durante a sessão -, nove fecharam em terreno negativo, seis com ganhos e a Altri terminou inalterada, a cotar nos 4,66 euros. </P><br />
<P>Nas restantes principais praças europeias, o alemão DAX caiu 0,34% e o francês CAC-40 desvalorizou 0,05%, enquanto o britânico FTSE 100 somou 0,54% e o espanhol IBEX-35 valorizou 0,15%. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790291]]></sapo:autor>
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		<title>O mais potente de sempre: Renault &#8216;ressuscita&#8217; o 5 Turbo com 555 cv, dois motores e apenas 1.980 unidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:10:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Goodwood Festival of Speed]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Renault]]></category>
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					<description><![CDATA[Inspirado nos Renault 5 Turbo e Turbo 2 da década de 1980, o novo modelo recupera a identidade visual dos desportivos originais, mas combina-a com uma arquitetura totalmente elétrica e soluções técnicas desenvolvidas para oferecer prestações de elevado desempenho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Renault apresentou o novo 5 Turbo 3E em ação no Goodwood Festival of Speed, onde o modelo realizou a sua estreia dinâmica no Reino Unido ao longo dos quatro dias do evento.</p>
<p>Inspirado nos Renault 5 Turbo e Turbo 2 da década de 1980, o novo modelo recupera a identidade visual dos desportivos originais, mas combina-a com uma arquitetura totalmente elétrica e soluções técnicas desenvolvidas para oferecer prestações de elevado desempenho.</p>
<p>O Renault 5 Turbo 3E está equipado com dois motores instalados nas rodas traseiras, que desenvolvem em conjunto 555 cv e 4.800 Nm de binário. A marca apresenta-o como o Renault homologado para estrada mais potente de sempre.</p>
<p>A utilização de uma superestrutura em carbono permite manter o peso em cerca de 1.450 quilos. Segundo a Renault, o modelo acelera dos zero aos 100 km/h em menos de 3,5 segundos.</p>

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<p>A arquitetura elétrica de 800 volts suporta carregamentos até 350 kW, permitindo recuperar a carga da bateria dos 15% aos 80% em cerca de 15 minutos. A bateria de 70 kWh deverá assegurar uma autonomia superior a 400 quilómetros, ainda sujeita a homologação.</p>
<p>A apresentação em Goodwood marcou a primeira demonstração dinâmica no Reino Unido da versão pronta para produção, depois de anteriores protótipos terem participado em edições anteriores do festival.</p>
<p>O Renault 5 Turbo 3E será produzido por encomenda numa série limitada a 1.980 unidades numeradas, numa referência ao ano em que foi lançado o Renault 5 Turbo original.</p>
<p>O preço indicativo começa nos 160.000 euros, embora a marca esclareça que se trata de um valor provisório, sujeito a alterações quando forem oficialmente abertas as encomendas.</p>
<p>As reservas já estão disponíveis e os clientes poderão personalizar o automóvel através de diferentes decorações exteriores, materiais e acabamentos interiores.</p>
<p>“O Renault 5 Turbo 3E representa a ousadia e o espírito de inovação que sempre definiram a Renault”, afirmou Florent Ingargiola, responsável de produto do modelo.</p>
<p>Segundo o responsável, a marca procurou reinterpretar o Renault 5 Turbo para a era elétrica, criando “um mini-superdesportivo” que alia desempenho, tecnologia e exclusividade.</p>
<p>O Goodwood Festival of Speed realizou-se entre 9 e 12 de julho, em Goodwood House, no condado britânico de West Sussex.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790284]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estado da nação: Hugo Soares afirma que Ventura faltou a debate para estar no comentário desportivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:03:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
		<category><![CDATA[Hugo Soares]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder parlamentar do PSD acusou hoje o presidente do Chega de ter faltado a um debate, no âmbito das eleições europeias de 2019, para antes participar num programa de comentário desportivo no canal CMTV.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder parlamentar do PSD acusou hoje o presidente do Chega de ter faltado a um debate, no âmbito das eleições europeias de 2019, para antes participar num programa de comentário desportivo no canal CMTV.</P><br />
<P>Esta acusação de Hugo Soares foi feita no período de interpelação ao primeiro-ministro, Luís Montenegro, no início do debate sobre o estado da nação, na Assembleia da República.</P><br />
<P>Minutos antes deste episódio, o presidente do Chega tinha acusado o chefe do executivo PSD/CDS de ter estado presente em três jogos da seleção nacional para o Campeonato do Mundo de Futebol, nos Estados Unidos, com o país em estado de alerta por causa dos incêndios e com uma crise por causa dos exames nacionais.</P><br />
<P>O presidente da bancada social-democrata devolveu esta acusação a propósito de questões relacionadas com idas a jogos de futebol.</P><br />
<P>&#8220;O deputado André Ventura, quando era candidato às eleições europeias em 2019, devia estar a debater na televisão pública. Mas onde é que estava o presidente do Chega? Faltou ao debate porque estava no comentário desportivo na CMTV&#8221; disse.</P><br />
<P>Depois, dirigiu-se diretamente a André Ventura para concluir: &#8220;Tenha vergonha&#8221;. E deixou-lhe ainda um recado, numa alusão à situação interna no Chega: &#8220;Não tenha problema com a confiança que o primeiro-ministro tem no seu Governo. Mas, se é para comentar notícias, é bom que o senhor deputado André Ventura tenha mais cuidado com a confiança da sua bancada na sua liderança&#8221;, disse.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790273]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estado da nação: Primeiro-ministro admite que &#8220;nem tudo correu bem&#8221; nos exames nacionais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/estado-da-nacao-primeiro-ministro-admite-que-nem-tudo-correu-bem-nos-exames-nacionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 16:02:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu hoje que "nem tudo correu bem" com a correção dos exames nacionais de acesso ao ensino superior, depois de o líder do Chega ter classificado o processo como uma "vergonha nacional".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, admitiu hoje que &#8220;nem tudo correu bem&#8221; com a correção dos exames nacionais de acesso ao ensino superior, depois de o líder do Chega ter classificado o processo como uma &#8220;vergonha nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;No que diz respeito aos exames, o ministro da Educação, Ciência e Inovação tem dado informação todos os dias. Nós sabemos que nem tudo correu bem, mas sabemos que esta transformação digital vai trazer melhorias para a vida dos estudantes, das famílias portuguesas e também para o sistema educativo e para os seus profissionais&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Em resposta ao líder do Chega durante o debate sobre o estado da nação, Luís Montenegro argumentou que &#8220;não há na história democrática um governo, um primeiro-ministro e um ministro que tenham dado tanta preferência e prioridade ao estatuto dos docentes, dos professores, para poderem cumprir de forma concentrada, na escola, aquela que é a sua função&#8221;.</P><br />
<P>Antes, André Ventura acusou o primeiro-ministro de ter ignorado &#8220;o óbvio&#8221; na sua intervenção de abertura do debate.</P><br />
<P>&#8220;O senhor primeiro-ministro disse que a culpa e as falhas eram dos professores, algo inaceitável&#8221;, criticou, considerando que Luís Montenegro &#8220;tranquilizar alunos, professores e pais e não &#8220;dizer que a culpa era deles&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Já nem vou ao ministro da Educação, que diz para as famílias serem menos imprudentes a marcar férias na altura dos exames nacionais. Isto, senhor primeiro-ministro, é mais do que qualquer amuleto, isto é uma vergonha nacional, que o primeiro-ministro deve responder&#8221;, exigiu.</P></p>
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		<title>Estado da nação: PM diz que governar significa &#8220;reformar sem medo&#8221; e critica &#8220;alianças descaradas&#8221; PS/Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:45:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro defendeu hoje que governar significa "reformar sem medo", embora com "moderação que a mudança exige", e criticou o que classificou como "alianças descaradas" entre PS e Chega, pedindo que se "desprendam dos seus umbigos políticos".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro defendeu hoje que governar significa &#8220;reformar sem medo&#8221;, embora com &#8220;moderação que a mudança exige&#8221;, e criticou o que classificou como &#8220;alianças descaradas&#8221; entre PS e Chega, pedindo que se &#8220;desprendam dos seus umbigos políticos&#8221;.</p>
<p>Na intervenção de abertura no debate parlamentar do estado da nação, Luís Montenegro nunca se referiu diretamente aos problemas registados na correção dos exames nacionais, nem deixou qualquer novo anúncio, fazendo um balanço de meia hora da governação nos últimos dois anos e três meses.</p>
<p>&#8220;Para prestarmos contas, é útil recordar o ponto de onde partimos, porque neste caso há quem não tenha direito ao esquecimento&#8221;, afirmou.</p>
<p>Por um lado, disse, &#8220;não tem direito ao esquecimento quem agora exige aos outros, e para ontem, o que ele próprio não foi capaz de fazer em oito anos&#8221;, numa referência ao PS.</p>
<p>&#8220;E também não tem direito ao esquecimento quem criticou as políticas do passado e agora vive de alianças descaradas nesta Assembleia com os protagonistas desse passado, desejando que no essencial nada mude e tudo fique na mesma&#8221;, afirmou, num recado ao Chega.</p>
<p>Mesmo no final da sua intervenção, Montenegro voltou a defender a vocação reformista do Governo PSD/CDS-PP que lidera, embora introduzindo a necessidade de o fazer com moderação.</p>
<p>&#8220;Governar significa reformar sem medo, mas com a moderação e o sentido de responsabilidade que a mudança exige&#8221;, afirmou, sem explicitar a que se referia.</p>
<p>Para o primeiro-ministro, &#8220;governar significa proteger o interesse nacional, mesmo quando a decisão não agrada a todos, mas constitui a melhor opção para o futuro&#8221;.</p>
<p>Nessa fase final, deixou uma espécie de apelo aos dois maiores partidos de oposição, lembrando o que foi possível aprovar com PS e Chega.</p>
<p>&#8220;Quando as oposições se conseguem desprender dos seus umbigos políticos e da arrogância e intransigência das suas posições, é possível estarmos juntos a bem de Portugal&#8221;, defendeu, dizendo que não é necessário nenhum partido perder a sua identidade.</p>
<p>Montenegro considerou que tal aconteceu quando o PS viabilizou orçamentos, a localização do novo aeroporto, a reforma do Tribunal de Contas ou a prestação social única.</p>
<p>&#8220;Aconteceu com o Chega no IRC, na imigração, nos incentivos fiscais ao arrendamento. Isto é a democracia a funcionar. Isto é o exercício da responsabilidade política, isto é a salvaguarda do interesse nacional que devia nortear sempre todos os partidos políticos com representação nesta Câmara&#8221;, sustentou.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790256]]></sapo:autor>
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		<title>Estado da nação: Primeiro-ministro mantém confiança no MAI e devolve acusação de ameaças ao Chega</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:44:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que mantém a confiança no ministro da Administração Interna e rejeitou que Luís Neves tenha ameaçado deputados do Chega, devolvendo estas acusações ao partido de André Ventura.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, disse hoje que mantém a confiança no ministro da Administração Interna e rejeitou que Luís Neves tenha ameaçado deputados do Chega, devolvendo estas acusações ao partido de André Ventura.</P><br />
<P>&#8220;Se eu mantenho a confiança política no ministro da Administração Interna? Com certeza, senhor deputado, plenamente, plenamente. No senhor ministro da Administração Interna e em todos os ministros e secretários de Estado&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O primeiro-ministro respondia ao líder do Chega durante o debate sobre o estado da nação, que questionou Luís Montenegro se &#8220;mantém ou não a confiança&#8221; em Luís Neves.</P><br />
<P>Luís Montenegro considerou a pergunta retórica, indicando que &#8220;o pressuposto para estar no Governo é precisamente a confiança que o primeiro-ministro deposita nos membros do seu Governo&#8221;.</P><br />
<P>O líder do executivo disse também que &#8220;não é verdade que o senhor ministro da Administração Interna ameaçou quem quer que seja e intimidou quem quer que seja&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Em matéria de ameaças e intimidações a adversários políticos, os senhores dão aulas a qualquer um. Nós não temos, nem queremos aprender com isto&#8221;, acusou.</P><br />
<P>Montenegro sustentou que o ministro &#8220;não cometeu nenhuma ilegalidade&#8221;, &#8220;não prejudicou o interesse público nem privilegiou o interesse público face a qualquer interesse particular&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O senhor ministro da Administração Interna, naturalmente, democraticamente, prestará todos os esclarecimentos e será alvo do escrutínio político e democrático que devemos, de forma madura, realizar nesta Assembleia e no debate político&#8221;, indicou.</P><br />
<P>Na primeira intervenção, André Ventura voltou a acusar o ministro da Administração Interna de &#8220;ameaçar e intimidar&#8221; partidos da oposição e jornalistas, e também de evitar responder &#8220;às perguntas que tem de responder&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Enquanto o PSD se ri desta situação, a pergunta é: mantém ou não a confiança no seu ministro da Administração Interna para continuar a governar&#8221;, disse.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790259]]></sapo:autor>
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		<title>Leiria, Porto, Lisboa, Algarve e Açores: OMODA &#124; JAECOO amplia rede em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:29:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Marca, que entrou no mercado português no final de dezembro do ano passado, prevê continuar a aumentar o número de espaços até ao final de 2026, procurando assegurar uma cobertura mais ampla nas áreas de vendas, assistência após-venda e fornecimento de peças]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A OMODA | JAECOO está a reforçar a sua presença em Portugal através da expansão da rede de concessionários, que conta atualmente com 15 concessões distribuídas pelo território continental e pelos Açores.</p>
<p>A marca, que entrou no mercado português no final de dezembro do ano passado, prevê continuar a aumentar o número de espaços até ao final de 2026, procurando assegurar uma cobertura mais ampla nas áreas de vendas, assistência após-venda e fornecimento de peças.</p>
<p>Entre os parceiros integrados na rede oficial encontram-se a AM Confraria, os Irmãos Luzias, a Carby, a Terauto e a Santogal, grupos com implantação em diferentes regiões do país.</p>
<p>A AM Confraria assegura a presença da OMODA | JAECOO em Leiria, Coimbra e Anadia. O grupo, fundado em 1983, iniciou a operação com novos espaços nestas três localidades e dispõe também de uma zona de exposição e de realização de test drives na Nova Leiria – Jardins do Liz.</p>
<p>No Baixo Alentejo, a representação da marca fica a cargo dos Irmãos Luzias, no distrito de Beja. O grupo familiar, fundado em 1971, desenvolveu a sua atividade sobretudo nas áreas da reparação e do comércio de maquinaria agrícola, passando agora a reforçar a operação no setor automóvel.</p>
<p>A Carby garante uma das maiores áreas de cobertura da nova rede, com presença em Guimarães, Porto, Vila Nova de Gaia, Torres Vedras, Santarém, Lisboa, Faro, Portimão e Oeiras.</p>
<p>O operador representa mais de 20 marcas e dispõe de mais de 60 pontos de venda e assistência técnica em Portugal, disponibilizando veículos novos e usados, reparação, serviços de colisão e fornecimento de peças.</p>
<p>A expansão da OMODA | JAECOO estende-se também aos Açores, através da parceria com a Terauto, em Angra do Heroísmo, na ilha Terceira.</p>
<p>Fundada em 1985, a Sociedade Terceirense de Automóveis desenvolve atividade na comercialização de veículos, peças e acessórios, bem como na manutenção automóvel, assumindo agora a representação oficial da marca no arquipélago.</p>
<p>Na Grande Lisboa, a Santogal passa a integrar a rede através da concessão de Cascais. O grupo, com 80 anos de atividade, conta com uma ampla rede de pontos de venda e assistência e representa várias marcas do setor automóvel.</p>
<p>Com estas parcerias, a OMODA | JAECOO pretende aproximar a oferta dos clientes particulares e empresariais e consolidar uma rede de serviços com cobertura progressivamente mais alargada.</p>
<p>A marca sublinha que a expansão deverá prosseguir até ao final do ano, com a abertura de novas concessões e o reforço da presença no mercado português.</p>
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		<title>Estado da nação: Ventura desafia primeiro-ministro a apresentar moção de confiança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:26:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega, André Ventura, desafiou hoje o primeiro-ministro a apresentar uma moção de confiança ao parlamento e disse que o Governo está em "decomposição acelerada".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega, André Ventura, desafiou hoje o primeiro-ministro a apresentar uma moção de confiança ao parlamento e disse que o Governo está em &#8220;decomposição acelerada&#8221;.</P><br />
<P>Numa primeira intervenção durante o debate sobre o estado da nação, que decorre hoje no Parlamento, André Ventura afirmou que este é um &#8220;Governo em degradação acelerada, em decomposição acelerada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deve mesmo perguntar ao Parlamento se ainda mantém a confiança no seu Governo&#8221;, desafiou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790242]]></sapo:autor>
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		<title>Fenómeno &#8220;El Niño&#8221; já começou, vai até 2027 e deve ser forte, alerta IPMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:12:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[As temperaturas no oceano Pacífico já estão em fase "El Niño" e devem continuar até ao início de 2027, prevendo-se um fenómeno muito forte, confirmou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As temperaturas no oceano Pacífico já estão em fase &#8220;El Niño&#8221; e devem continuar até ao início de 2027, prevendo-se um fenómeno muito forte, confirmou hoje o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).</P><br />
<P>O IPMA fez hoje uma atualização do conhecido fenómeno de aquecimento das águas do Pacífico equatorial, que provoca alterações no clima a nível mundial.</P><br />
<P>O instituto cita o Centro de Previsão Climática da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (CPC/NOAA), dos Estados Unidos, para dizer que o indicador de temperatura já está na fase &#8220;El Niño&#8221; e que a temperatura está 1,2ºC acima do normal.</P><br />
<P>O chamado índice ENSO é um indicador que mede o estado do fenómeno de interação oceano-atmosfera. </P><br />
<P>Com ele identifica-se se o mundo está perante um &#8220;El Niño&#8221;, se as temperaturas na superfície do mar estão acima do normal, perante &#8220;La Niña&#8221;, se estão inferiores ao normal, ou em fase neutral, quando as temperaturas estão nos valores normais.</P><br />
<P>No comunicado, o IPMA diz que as previsões de diversos modelos apontam para que ao longo das próximas semanas haja uma probabilidade superior a 99% de persistência de um episódio de &#8220;El-Niño&#8221; até ao início de 2027.</P><br />
<P>E apontam também para uma probabilidade superior a 80% de se verificar um fenómeno de &#8220;El-Niño&#8221; muito forte.</P><br />
<P>O IPMA reafirma que, embora o fenómeno ocorra no Oceano Pacífico, pode influenciar significativamente os padrões climáticos à escala global. </P><br />
<P>Os efeitos do fenómeno de &#8220;El-Niño&#8221; em Portugal não são diretos nem estatisticamente significativos, mas o IPMA continuará a acompanhar a evolução da situação e divulgar atualizações sempre que se justifique.</P><br />
<P>A Organização Meteorológica Mundial, que corrobora a informação do CPC/NOAA, alerta para, dada a intensidade do fenómeno, o aumento dos riscos de ocorrência de eventos climáticos extremos, especialmente na faixa tropical e equatorial. </P><br />
<P>Entre estes impactos incluem-se ondas de calor, episódios de seca e eventos de precipitação intensa, principalmente na faixa equatorial do planeta, diz a organização, citada também pelo IPMA.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790231]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estado da nação: Carneiro desafia Montenegro a garantir que 6.ª feira haverá notas dos exames</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:10:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS desafiou hoje o primeiro-ministro a garantir que as notas dos exames nacionais vão ser publicadas na sexta-feira, tendo Luís Montenegro referido que o Governo "ainda tem" até esse dia para o fazer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS desafiou hoje o primeiro-ministro a garantir que as notas dos exames nacionais vão ser publicadas na sexta-feira, tendo Luís Montenegro referido que o Governo &#8220;ainda tem&#8221; até esse dia para o fazer.</P><br />
<P>&#8220;O primeiro-ministro falhou naquilo que é mais grave, no momento essencial à vida dos jovens deste país. A pergunta que lhe faço é muito clara: está em condições de garantir a esta Assembleia da República que amanhã [sexta-feira] todas as classificações serão publicitadas?&#8221;, perguntou José Luís Carneiro a Luís Montenegro no debate do estado da nação.</P><br />
<P>O líder do PS quer ainda saber se essas classificações são confiáveis e têm rigor e, se houver dúvidas, &#8220;qual é o plano de contingência para garantir confiança&#8221; neste processo.</P><br />
<P>&#8220;Sobre as classificações, felizmente que este período de exames não se viveu sob ameaça de greves, de instabilidade nas escolas, mas é verdade que houve perturbação. É verdade que nós ainda temos até amanhã [sexta-feira] de garantir a publicação das classificações, mas é também verdade que nunca o processo foi tão transparente, nunca o rigor esteve tão assegurado como está agora&#8221;, respondeu o primeiro-ministro.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790278]]></sapo:autor>
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		<title>Nem Biden nem Carter chegaram tão baixo: Trump regista pior avaliação histórica sobre inflação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:10:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
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					<description><![CDATA[Avaliação de Trump é historicamente baixa para esta fase de um mandato presidencial. Joe Biden registava um saldo negativo de 43 pontos na gestão da inflação, enquanto Jimmy Carter se encontrava nos 44 pontos negativos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump atingiu uma marca histórica pela negativa na avaliação dos americanos sobre a forma como está a lidar com a inflação. Os números são piores do que os registados por Joe Biden e Jimmy Carter no mesmo ponto dos respetivos mandatos, dois presidentes cujas administrações ficaram profundamente marcadas pela subida dos preços.</p>
<p>Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, o analista-chefe de dados da &#8216;CNN&#8217;, Harry Enten, afirmou que Trump “chegou ao fundo do poço” em maio, quando uma sondagem da Ipsos colocou a sua avaliação líquida sobre a inflação nos 50 pontos negativos.</p>
<p>O resultado representa uma queda acentuada comparativamente com janeiro de 2025, quando o saldo negativo era de apenas seis pontos.</p>
<p>Em junho, Trump recuperou ligeiramente, mas continuou nos 47 pontos negativos. Para Enten, a pequena melhoria não altera a tendência geral.</p>
<p>“Ele melhorou? Sim. Talvez um pouquinho, mesmo muito pouco, para os 47 pontos negativos. Mas, no fim de contas, a tendência de longo prazo é cair, cair e continuar a cair”, afirmou o analista.</p>
<p><strong>Pior do que Biden e Jimmy Carter</strong></p>
<p>A avaliação de Trump é historicamente baixa para esta fase de um mandato presidencial. Joe Biden registava um saldo negativo de 43 pontos na gestão da inflação, enquanto Jimmy Carter se encontrava nos 44 pontos negativos.</p>
<p>Trump supera ambos pela negativa.</p>
<p>“Donald Trump não quer estar na mesma situação que Joe Biden e Jimmy Carter em relação à inflação, porque a inflação arruinou as presidências deles”, afirmou Harry Enten.</p>
<p>A comparação é particularmente desfavorável porque Carter perdeu a reeleição em 1980, num contexto marcado por inflação elevada e dificuldades económicas, enquanto a subida do custo de vida contribuiu para desgastar profundamente a presidência de Biden.</p>
<p><strong>Republicanos temem impacto nas eleições</strong></p>
<p>Os números surgem numa altura delicada para o Partido Republicano, que se prepara para as eleições intercalares de novembro.</p>
<p>Enten considera que uma avaliação líquida de 47 pontos negativos é precisamente aquilo que os republicanos não querem encontrar a poucos meses de uma votação decisiva para o controlo do Congresso.</p>
<p>“Mesmo que este número ligeiramente melhor se mantenha, os republicanos vão sofrer muito em novembro”, alertou.</p>
<p>A inflação e o custo de vida continuam entre as principais preocupações dos eleitores, apesar de os dados mais recentes indicarem algum alívio na subida dos preços.</p>
<p><strong>Inflação abrandou, mas continua acima da meta</strong></p>
<p>O Departamento do Trabalho informou que os preços no consumidor recuaram 0,4% em junho comparativamente com maio, a maior descida mensal em quatro anos.</p>
<p>A taxa anual de inflação caiu de 4,2% para 3,5%, ficando também abaixo dos 3,8% antecipados pelos economistas consultados pelo The Wall Street Journal.</p>
<p>Ainda assim, permanece acima da meta de 2% definida pela Reserva Federal.</p>
<p>Os analistas alertam igualmente que o abrandamento poderá ser temporário. A subida recente do preço do petróleo, associada à retoma do conflito entre os Estados Unidos e o Irão, poderá voltar a pressionar os preços já em julho.</p>
<p>“Eu não apostaria que estes números de inflação mais moderados se vão manter durante o resto do ano”, afirmou Mike Reid, responsável pela economia dos EUA na RBC Capital Markets.</p>
<p><strong>Casa Branca culpa crise com o Irão</strong></p>
<p>Em resposta ao &#8216;The Independent&#8217;, o porta-voz da Casa Branca, Kush Desai, afirmou que Trump sempre deixou claro que os preços do petróleo e do gás, e consequentemente a inflação geral, deverão cair quando a situação com o Irão estiver resolvida.</p>
<p>A administração procura, assim, associar parte da atual pressão sobre os preços à crise energética e ao conflito no Médio Oriente.</p>
<p>Trump afirmou também que melhorou a inflação que herdou de Biden. No entanto, quando o democrata deixou a Casa Branca, em janeiro de 2025, a taxa anual encontrava-se nos 3%, abaixo dos atuais 3,5%.</p>
<p>O presidente alegou ainda que Biden lhe deixou “a pior inflação da história” dos Estados Unidos, uma afirmação que não corresponde aos dados históricos.</p>
<p><strong>Inflação já foi muito mais elevada</strong></p>
<p>Durante a administração Biden, a inflação anual atingiu um máximo de 9,1% em junho de 2022, o valor mais alto desde fevereiro de 1981.</p>
<p>Contudo, a inflação americana já tinha alcançado 11,4% em fevereiro de 1981 e 14,8% em março de 1980.</p>
<p>O maior valor da história moderna dos Estados Unidos ocorreu em março de 1947, quando a taxa anual chegou aos 19,7%.</p>
<p>Trump não enfrenta, portanto, a maior inflação da história americana. Mas enfrenta uma das piores avaliações políticas alguma vez registadas sobre o tema — e, neste momento do mandato, nem Biden nem Jimmy Carter tinham descido tanto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790230]]></sapo:autor>
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		<title>“Fruto da irresponsabilidade”: Montenegro culpa antigos governos do PS pelas crises na saúde, educação e habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:07:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Montenegro]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ps]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro afirmou hoje que "a pressão acrescida" em áreas como saúde, escola pública e habitação "são fruto" da irresponsabilidade dos anteriores governos PS, perguntando a José Luís Carneiro "se sabia ou não" dos dados estatísticos do INE.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O primeiro-ministro afirmou hoje que &#8220;a pressão acrescida&#8221; em áreas como saúde, escola pública e habitação &#8220;são fruto&#8221; da irresponsabilidade dos anteriores governos PS, perguntando a José Luís Carneiro &#8220;se sabia ou não&#8221; dos dados estatísticos do INE.</p>
<p>&#8220;Os números destacaram verdades escondidas do PS&#8221;, acusou. &#8220;A pressão acrescida nas áreas da saúde, habitação e escola pública é fruto da irresponsabilidade da governação que nos antecedeu.&#8221;</p>
<p>Luís Montenegro fez este desafio na abertura do debate do estado da nação, referindo-se à divulgação recente de estatísticas que apontam que a população portuguesa ronda os 11,4 milhões de pessoas.</p>
<p>&#8220;Senhor deputado José Luís Carneiro, sabia ou não sabia desta realidade?&#8221;, questionou. </p>
<p>&#8220;Durante os dois últimos anos, o PS escondeu o jogo, e veio aqui exigir resultados que eram muito difíceis de atingir. Volto a perguntar: os senhores deputados todos da bancada socialista, sabiam ou não sabiam? É que estes números do INE destaparam uma outra realidade dos resultados económicos dos governos que nos antecederam. Afinal, nem a riqueza per capita cresceu tanto como diziam, nem as narrativas da recuperação pós-pandemia e convergência com a Europa correspondiam totalmente à verdade dos factos&#8221;, frisou.</p>
<p>&#8220;Os deputados José Luís Carneiro e André Ventura bem podem rivalizar na irresponsabilidade, mas seguem juntos na velha tática socrática segundo a qual mais do que avaliar a substância é preciso criar uma narrativa&#8221;, indicou, reforçando:</p>
<p>&#8220;As oposições estão sempre muito ativas a seguir aquilo que é momentâneo, as tendências das rede sociais. É aquilo que disse ser a tática da criação de uma narrativa, interessa construir um pensamento dominante, que não devia ser indiferente à realidade do Governo. As oposições escolheram dizer que este Governo é insensível, que este Governo e PM não têm empatia. Esse argumento esbarra nas posições desses partidos e na ação política do Governo&#8221;, apontou.</p>
<p>&#8220;Ao Governo compete governar, a Assembleia da República legislar. Nesse papel, todos temos responsabilidades perante os eleitores. Uma das coisas mais significativas deste Estado da Nação é que em  muitas alturas a AR quis governar em nome do Governo, pela junção de vontades dos maiores dois partidos da oposição. O PS e Chega, com uma sensibilidade social discutível, preparam-se agora para aprovar, com um impacto superior a 300 milhões de euros, uma ajuda suplementar aos jovens portugueses que concluíram licenciatura e mestrado e ingressarem no mercado de trabalho&#8221;, continuou Luís Montenegro. </p>
<p>No debate, que ficou marcado também pela saída do hemiciclo de Fernando Alexandre e Luís Neves, dois ministros sob intensa polémica recentemente, Luís Montenegro salientou também que &#8220;o Portugal de hoje é mais amigo do investimento, do trabalho e dos jovens que querem uma oportunidade em Portugal. Está a crescer mais do que a UE, o rendimento líquido é um dos maiores da OCDE. Agora, apresentar um país que não é o real, já perguntei aos portugueses duas vezes e ganhei as eleições. Temos de respeitar a vontade política do povo português, dar ao Governo capacidade para executar os seus programas.&#8221;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790222]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Vice dos EUA acusa parte do Governo de Israel de querer continuar a guerra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[JD Vance]]></category>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente dos Estados Unidos acusou na quarta-feira parte do Governo israelita de tentar impedir o acordo com o Irão por desejar que a guerra se prolongue indefinidamente.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-presidente dos Estados Unidos acusou na quarta-feira parte do Governo israelita de tentar impedir o acordo com o Irão por desejar que a guerra se prolongue indefinidamente.</P><br />
<P>&#8220;Não com um objetivo concreto em mente, mas simplesmente para que continue sem fim&#8221;, afirmou JD Vance no &#8216;podcast&#8217; &#8220;Joe Rogan Experience&#8221;, um dos mais populares entre o público conservador jovem norte-americano, de acordo com a agência de notícias espanhola EFE.</P><br />
<P>Vance defendeu o memorando de entendimento assinado com o Irão em junho, em colaboração com países aliados do golfo Pérsico que disse estarem &#8220;dispostos a investir&#8221; na República Islâmica se Teerão mudar o &#8220;comportamento na região&#8221;.</P><br />
<P>Assegurou que a administração sabe &#8220;com total certeza que há pessoas na sombra dentro do sistema&#8221; de Israel que estão &#8220;a manipular a opinião pública norte-americana e a tentar mudá-la para prolongar a guerra indefinidamente&#8221;.</P><br />
<P>Denunciou mesmo, mas sem especificar, que parte do Governo de Israel está a pagar a figuras influentes nos Estados Unidos &#8220;para atacar o acordo&#8221; com o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Fala-se muito sobre até que ponto o Governo israelita influencia a política norte-americana, e sem dúvida que há pessoas dentro do Governo de Israel que detestam o acordo&#8221;, declarou.</P><br />
<P>&#8220;Vemos provas concretas disso&#8221;, disse Vance, sem concretizar, durante a entrevista de mais de três horas.</P><br />
<P>Vance explicou que a estratégia do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, &#8220;não se limita apenas à negociação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Implica também o âmbito militar e outros aspetos&#8221;, embora &#8220;com limitações, como quando os iranianos atacaram um navio&#8221; mercante e começou a atual vaga de ataques no Médio Oriente, afirmou.</P><br />
<P>Vance disse sentir-se atacado obsessivamente por campanhas financiadas para manter a &#8220;campanha militar indefinidamente&#8221; e defendeu como objetivo &#8220;alcançar um acordo&#8221; com o qual o Irão nunca tenha uma arma nuclear.</P><br />
<P>&#8220;Não me importa que, digamos, certos setores do Governo israelita queiram criticar o acordo ou discordar dele. Nem sequer me incomodam as tentativas de influenciar&#8221; a administração norte-americana, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Os governos estrangeiros tentam influenciar os Estados Unidos a toda a hora. Israel fá-lo, outros países também&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Vance participou nas negociações com o Irão em junho, na Suíça, onde as partes concordaram num roteiro para alcançar um acordo nuclear e definitivo que ponha fim à guerra iniciada por Israel e pelos Estados Unidos em 28 de fevereiro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790215]]></sapo:autor>
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		<title>Exames nacionais: reunião de balanço falha pela primeira vez em 27 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 14:55:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Júri Nacional de Exames]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Encontro juntava normalmente o presidente do Júri Nacional de Exames, representantes da Inspeção-Geral da Educação e Ciência e os coordenadores dos secretariados regionais do JNE]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pela primeira vez desde 1999, não se realizou a habitual reunião de balanço do processo de classificação dos exames nacionais antes do envio das notas para afixação nas escolas.</p>
<p>Segundo a &#8216;CNN Portugal&#8217;, o encontro juntava normalmente o presidente do Júri Nacional de Exames, representantes da Inspeção-Geral da Educação e Ciência e os coordenadores dos secretariados regionais do JNE.</p>
<p>Uma fonte próxima do processo garantiu que, até ao momento, nenhum coordenador regional foi convocado para a reunião, que servia também para analisar dificuldades e preparar eventuais correções antes da segunda fase dos exames.</p>
<p>O encontro não está previsto como obrigatório na lei, mas era realizado há vários anos e considerado uma prática importante de gestão e avaliação interna.</p>
<p>“Era de bom tom e de boas práticas de gestão” e permitia “melhorar o processo na segunda fase, fosse esse processo qual fosse”, afirmou a fonte citada pela CNN Portugal.</p>
<p><strong>Presidente do JNE tem de homologar classificações</strong></p>
<p>O despacho normativo que regula o Júri Nacional de Exames determina que compete ao presidente do organismo homologar as classificações das provas finais do ensino básico, dos exames nacionais do secundário e das provas realizadas a nível de escola com equivalência nacional.</p>
<p>Cabe-lhe igualmente autorizar a afixação das respetivas pautas nos estabelecimentos de ensino.</p>
<p>Apesar de a reunião de balanço não ser uma exigência legal, realizava-se antes de as classificações serem enviadas às escolas e permitia que os responsáveis regionais apresentassem problemas detetados durante a correção.</p>
<p><strong>Ministro admitiu que ainda havia provas por corrigir</strong></p>
<p>O ministro da Educação, Fernando Alexandre, admitiu esta quinta-feira de manhã que a classificação de todas as provas ainda não estava concluída.</p>
<p>O governante garantiu, contudo, que as notas das primeiras provas já encerradas seriam enviadas às escolas durante a tarde.</p>
<p>A ausência da reunião ocorre num ano marcado por falhas e atrasos no novo sistema de classificação digital dos exames nacionais.</p>
<p><strong>Experiência de Filosofia também não terá sido avaliada</strong></p>
<p>A mesma fonte adiantou à &#8216;CNN Portugal&#8217; que, pelo menos até ao final de janeiro, não tinha sido realizada qualquer reunião entre a tutela e os responsáveis do JNE para avaliar a experiência de classificação digital aplicada no ano letivo anterior ao exame de Filosofia.</p>
<p>O balanço dessa experiência terá sido feito apenas durante a habitual reunião entre os coordenadores regionais, a presidência do JNE e representantes da Inspeção-Geral da Educação e Ciência.</p>
<p>Esse encontro assumia, por isso, especial importância antes da generalização do sistema digital a outras provas nacionais.</p>
<p><strong>Serviços terão alertado para os riscos</strong></p>
<p>A fonte assegura ainda que os serviços alertaram o Ministério da Educação para os riscos de alargar já este ano a classificação digital ao conjunto dos exames.</p>
<p>O processo ficou marcado por dificuldades informáticas, problemas na distribuição das respostas pelos professores classificadores e sucessivos atrasos no cumprimento do calendário inicialmente previsto.</p>
<p>A falta da reunião de balanço não impede formalmente a homologação das classificações, mas elimina um momento de avaliação conjunta que, durante mais de duas décadas, antecedeu a divulgação das notas e ajudou a preparar a fase seguinte dos exames.</p>
]]></content:encoded>
					
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