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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Novos processos para impugnar ordens de expulsão de Portugal aumentaram</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 15:57:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de novos processos para impugnar pedidos de afastamento voluntário, ordens de expulsão de Portugal e indeferimentos de autorização de residência atingiu em abril, em Lisboa, o valor mais elevado, pelo menos, desde janeiro de 2025.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de novos processos para impugnar pedidos de afastamento voluntário, ordens de expulsão de Portugal e indeferimentos de autorização de residência atingiu em abril, em Lisboa, o valor mais elevado, pelo menos, desde janeiro de 2025.</P><br />
<P>De acordo com os dados enviados à Lusa pelo Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais (CSTAF), entraram em abril, no Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa, 496 novas ações administrativas e providências cautelares de impugnação de afastamento voluntário, ordens de expulsão de Portugal e indeferimentos de autorização de residência contra a Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA). </P><br />
<P>Em janeiro de 2025, deram entrada neste tribunal apenas 11 processos relacionados com esta matéria e o aumento expressivo verificou-se em setembro do mesmo ano, com o número de novas ações administrativas e providências cautelares a passar dos 112 em agosto para os 440 em setembro.</P><br />
<P>À data de 21 de maio, adiantou o CSTAF, o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa tinha 2.271 processos pendentes relacionados com ações administrativas e providências cautelares. </P><br />
<P>Ao contrário do que acontece com estes processos, em que o tribunal competente é o da área de residência dos autores da ação judicial, o Tribunal Administrativo do Círculo de Lisboa é o único responsável, a nível nacional, para receber pedidos de intimação à AIMA e, nesta matéria, os números são muito mais elevados. </P><br />
<P>Olhando para os dados enviados pelo CSTAF, estão neste momento pendentes 128.851 processos relacionados com autorizações de residência, intimações para marcação de entrevistas na AIMA relativas ao processo de legalização em território nacional e reagrupamento familiar. </P><br />
<P>Em outubro do ano passado, o CSTAF dava conta de uma acumulação de 133.429 processos, número que diminuiu para os 129.239 processos pendentes no início de março deste ano, altura em que foi anunciado um reforço de juízes nestes tribunais para despacharem processos da AIMA, resultando numa diferença de menos 388 processos pendentes em dois meses. </P><br />
<P>Apesar de o número de novos processos relacionados com autorizações de residência, intimações para marcação de entrevistas na AIMA e reagrupamento familiar ter registado uma diminuição expressiva entre outubro e novembro de 2025, passando de 11.705 novos processos para 3.484 &#8211; fruto da entrada em vigor da nova Lei de Estrangeiros &#8211; voltou a registar-se um aumento nos meses de março e abril, com 4.579 e 5.874 novos processos, respetivamente. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766890]]></sapo:autor>
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		<title>Capitão do Hondius, onde foi detetado surto de hantavírus, abandona hoje o navio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 15:44:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O capitão do navio cruzeiro MV Hondius, onde foi detetado o surto de hantavírus, vai poder deixar hoje o navio, anunciou o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O capitão do navio cruzeiro MV Hondius, onde foi detetado o surto de hantavírus, vai poder deixar hoje o navio, anunciou o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS).</P><br />
<P>&#8220;Acabei de receber a última mensagem do capitão Jan Dobrogowski, que está finalmente a abandonar hoje o navio de cruzeiro MV Hondius. Não apresenta sintomas de hantavírus&#8221;, escreveu Tedros Adhanom Ghebreyesus na rede social X. </P><br />
<P>&#8220;Estou profundamente grato a Jan pela sua cooperação e liderança ao comandar o navio numa jornada extraordinária e assustadora. Obrigado, querido Jan, por comandar os seus passageiros em segurança&#8221;, acrescentou o diretor-geral da OMS. </P><br />
<P>A OMS registou um total de 12 casos suspeitos e confirmados de hantavírus, incluindo três mortes desde 2 de maio, dia em que o surto foi reportado. </P><br />
<P>A origem deste surto de hantavírus ainda é desconhecida, mas, segundo a OMS, a primeira contaminação deverá ter ocorrido antes do início da expedição a 01 de abril, pois o primeiro passageiro a morrer, um holandês de 70 anos, apresentou sintomas já a 06 de abril.</P><br />
<P>O período de incubação do vírus situa-se entre uma a seis semanas e não existe vacina nem tratamento específico contra o hantavírus, que pode provocar uma síndrome respiratória aguda.</P><br />
<P>A taxa de letalidade &#8211; percentagem de pessoas doentes que morrem após contrair a infeção &#8211; deste surto é, nesta fase, de 27%, segundo a OMS.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766889]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Líder do PS acusa o Governo de ser desmazelado na resposta aos momentos críticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 15:38:45 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O líder do PS acusou hoje o Governo de ser desmazelado na resposta aos momentos mais críticos do país, sobretudo nas tempestades que assolaram o país em janeiro e fevereiro, com base no relatório da Presidência da República.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O líder do PS acusou hoje o Governo de ser desmazelado na resposta aos momentos mais críticos do país, sobretudo nas tempestades que assolaram o país em janeiro e fevereiro, com base no relatório da Presidência da República.</P><br />
<P>&#8220;[O relatório] veio mostrar que o Governo não teve capacidade de resposta, chegou tarde, que a resposta foi insuficiente, incompetente, e mostra aquilo que considero ser uma insensibilidade e incompetência, que caracteriza um Governo desmazelado&#8221;, disse José Luís Carneiro aos jornalistas, em Coimbra.</P><br />
<P>O secretário-geral dos socialistas, que falava à entrada para uma reunião do Conselho Estratégico, insistiu que o Governo &#8220;é desmazelado na preparação, no planeamento, na resposta e na avaliação dos efeitos destas tempestades&#8221;.</P><br />
<P>Questionado pelos jornalistas, José Luís Carneiro disse que a melhor resposta do executivo de Luís Montenegro é &#8220;perder a insensibilidade que tem tido, ouvir o que lhe tem sido dito pelas oposições, em particular pelo PS, e arrepiar caminho&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este relatório [da Presidência da República] de resposta às tempestades está, aliás, de acordo com outros e chamo a atenção para o relatório elaborado por um deputado do PSD [Paulo Moniz] sobre o apagão [elétrico], que vem dizer também que o Governo foi incompetente e incapaz e teve uma grande descoordenação na resposta&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Para o líder do PS, o apagão, os incêndios de 2025 e agora o relatório das tempestades sustentam a &#8220;palavra desmazelo, que melhor caracteriza a resposta do Governo aos momentos mais críticos&#8221;.</P><br />
<P>No relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 06 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades, divulgado hoje pelo Público e a que a Lusa teve acesso, o Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que &#8220;se acelerem apoios, se clarifiquem medidas&#8221; e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.</P><br />
<P>&#8220;As preocupações identificadas ao longo da Presidência Aberta são claras: a lentidão de alguns apoios, a persistência de situações por resolver, a necessidade de reforçar a redundância das telecomunicações, do fornecimento de energia, das acessibilidades e da comunicação em emergência, e a urgência de garantir que o território entra nos meses de maior risco em condições mais seguras do que aquelas em que saiu do inverno&#8221;, refere.</P><br />
<P>O relatório aponta ainda que a governação da crise gerada pelas tempestades de janeiro e fevereiro &#8220;revelou insuficiências de coordenação, clareza e interoperabilidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A crise expôs debilidades no aviso, na comunicação de risco, na articulação entre níveis da administração, na clareza dos interlocutores setoriais, no enquadramento do apoio militar, na interoperabilidade entre plataformas e na capacidade de tratamento administrativo da informação&#8221;, refere o documento.</P><br />
<P>No relatório de quase cem páginas, apontam-se dez prioridades de ação (cinco delas imediatas) e onze &#8220;lições estratégicas para o futuro&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766888]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Paquistão anuncia progressos significativos nas conversações entre Irão e EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 15:23:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Paquistão, mediador nas negociações entre Estados Unidos e Irão para o fim da guerra, afirmou hoje que as conversações realizadas nas últimas 24 horas em Teerão resultaram em "progressos encorajadores" rumo a um "entendimento final".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Paquistão, mediador nas negociações entre Estados Unidos e Irão para o fim da guerra, afirmou hoje que as conversações realizadas nas últimas 24 horas em Teerão resultaram em &#8220;progressos encorajadores&#8221; rumo a um &#8220;entendimento final&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As intensas negociações realizadas nas últimas 24 horas resultaram em progressos encorajadores rumo a um entendimento final&#8221;, afirmou a Ala de Media do Exército Paquistanês (ISPR) num comunicado, no final da visita de mediação do chefe do exército, Asim Munir, à capital iraniana. </P><br />
<P>Teerão e Washington referiram hoje um avanço nas negociações, após semanas de tensões e consultas diplomáticas.</P><br />
<P>&#8220;Após várias semanas de conversações bilaterais, há uma tendência para a aproximação&#8221; em relação às posições norte-americanas, disse o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros iraniano, Esmail Baghaei, na televisão estatal, revelando que Teerão estava na &#8220;fase de finalização&#8221; de um memorando de entendimento com Washington com vista a cessar hostilidades.</P><br />
<P>&#8220;Isto não significa necessariamente que nós e os Estados Unidos cheguemos a um acordo sobre as questões importantes&#8221;, ressalvou.</P><br />
<P>Baghaei afirmou que a questão nuclear não faz parte do acordo em discussão &#8220;nesta fase&#8221;.</P><br />
<P>Minutos antes, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que havia &#8220;uma hipótese&#8221; de o Irão aceitar um acordo para acabar com a guerra já hoje.</P><br />
<P>&#8220;É possível que mais tarde hoje, amanhã ou dentro de alguns dias, tenhamos informações para partilhar&#8221;, disse Rubio aos jornalistas em Nova Deli, acrescentando que esperava ter &#8220;boas notícias&#8221;.</P><br />
<P>As partes mantêm um frágil cessar-fogo desde 08 de abril &#8211; que interrompeu o conflito iniciado por Estados Unidos e Israel em 28 de fevereiro contra a República Islâmica &#8211; e realizaram a única ronda de conversações formal três dias depois em Islamabad, que não produziu resultados, e desde então prosseguem negociações indiretas.</P><br />
<P>O Irão continua a exercer ameaça militar no estreito de Ormuz, atingindo os preços globais de bens petrolíferos, enquanto os Estados Unidos impuseram um bloqueio naval aos portos iranianos como forma de asfixiar a economia da República Islâmica.</P><br />
<P>As negociações são centradas no estreito de Ormuz, no programa nuclear e de produção de mísseis de longo alcance do Irão, bem como no seu apoio a grupos armados no Médio Oriente, como o Hezbollah libanês e o Hamas palestiniano, e nos bens iranianos congelados no estrangeiro e sanções internacionais contra Teerão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766887]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>SATA continua com constrangimentos na operação aérea devido ao nevoeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 15:20:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo de aviação SATA mantém hoje constrangimentos na operação aérea nos Açores, com cancelamentos de voos das companhias SATA Air Açores e Azores Airlines, devido às "condições meteorológicas adversas" que continuam a afetar o arquipélago.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo de aviação SATA mantém hoje constrangimentos na operação aérea nos Açores, com cancelamentos de voos das companhias SATA Air Açores e Azores Airlines, devido às &#8220;condições meteorológicas adversas&#8221; que continuam a afetar o arquipélago.</P><br />
<P>Em comunicado, o grupo SATA informa que, &#8220;devido à manutenção das condições meteorológicas adversas no arquipélago dos Açores pelo segundo dia consecutivo, nomeadamente a ocorrência de nevoeiros que afetam a visibilidade, os constrangimentos na operação das companhias aéreas SATA Air Açores [responsável pelas ligações interilhas] e Azores Airlines [assegura as ligações para o exterior] continuarão a verificar-se durante o dia de hoje&#8221;.</P><br />
<P>A empresa adiantou que na manhã e no início da tarde de hoje &#8220;foram canceladas várias ligações aéreas&#8221; da Azores Airlines e da SATA Air Açores, em &#8220;resultado direto das limitações operacionais impostas pelas condições atmosféricas&#8221;.</P><br />
<P>As companhias &#8220;continuam a acompanhar permanentemente a evolução das previsões meteorológicas, de modo a reajustar a operação aérea da melhor forma possível, com base na informação mais recente disponível&#8221;.</P><br />
<P>O grupo SATA refere que a situação, que afetou os planos de viagem de muitos passageiros, é alheia às companhias aéreas, pelo que &#8220;agradece a compreensão de todos&#8221; e solicita que os passageiros com voos cancelados aguardem contacto &#8220;para reacomodação, evitando deslocações desnecessárias aos aeroportos de partida&#8221;.</P><br />
<P>As companhias reconhecem os transtornos causados pelas alterações ao planeamento operacional e reafirmam que &#8220;estão a envidar todos os esforços para encontrar as melhores soluções para os seus passageiros, privilegiando sempre a segurança das ligações aéreas&#8221;.</P><br />
<P>O grupo SATA acrescenta que a Azores Airlines e a SATA Air Açores continuarão a desenvolver todos os esforços para minorar o impacto da situação e &#8220;agradecem a compreensão dos passageiros e parceiros, face a circunstâncias condicionadas por fatores externos à operação&#8221;.</P><br />
<P>As companhias aéreas dos Açores reafirmam que mantêm disponibilidade para alterar, sem a aplicação de penalizações, reservas efetuadas para viagens a realizar entre sexta-feira e o dia 29 de maio.</P><br />
<P>A TAP, na sua página na internet, também está a informar os passageiros que a operação para os Açores (Ponta Delgada, Terceira e Santa Maria) &#8220;poderá ser afetada por condições meteorológicas adversas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766886]]></sapo:autor>
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		<title>Giro: Eulálio destronado da liderança por Vingegaard que ganhou a 14.ª etapa</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2026 15:20:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ciclista português Afonso Eulálio (Bahrain Victorious) perdeu hoje a 'maglia rosa' da Volta a Itália para o dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), o vencedor da 14.ª etapa, caindo para a segunda posição na geral.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ciclista português Afonso Eulálio (Bahrain Victorious) perdeu hoje a &#8216;maglia rosa&#8217; da Volta a Itália para o dinamarquês Jonas Vingegaard (Visma-Lease a Bike), o vencedor da 14.ª etapa, caindo para a segunda posição na geral. </P><br />
<P>Na sua estreia no Giro, Vingegaard somou a terceira vitória de etapa na 109.ª edição da &#8216;corsa rosa&#8217; ao coroar em solitário o alto de Pila, após os 133 quilómetros desde Aosta, com o tempo de 03:53.01 horas, deixando o austríaco Felix Gall (Decathlon) na segunda posição, a 49 segundos, com o australiano Jai Hindley (Red Bull-BORA-hansgrohe) a ser terceiro, a 58.</P><br />
<P>Eulálio cedeu a uns 10 quilómetros do alto da contagem de primeira categoria que coincidia com a meta, perdendo 02.49 minutos para o líder da Visma-Lease a Bike, e desceu à vice-liderança da geral, a 02.26 de Vingegaard, que tem Gall, o terceiro classificado, a 02.50.</P><br />
<P>O português da Bahrain Victorious, de 24 anos, vestiu a &#8216;maglia rosa&#8217; após a quinta etapa, na qual foi segundo após integrar a fuga do dia, e tornou-se no segundo ciclista português que mais tempo liderou o Giro, apenas batido por João Almeida, que passou 15 dias como primeiro da geral em 2020.</P><br />
<P>No domingo, o pelotão cumpre 157 quilómetros entre Voghera e Milão, numa 15.ª etapa vocacionada para sprinters.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766885]]></sapo:autor>
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		<title>Sente que envelheceu de repente? Estudo aponta dois momentos em que o corpo muda mais depressa</title>
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		<pubDate>Sat, 23 May 2026 15:00:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O envelhecimento é um processo complexo e está associado ao aumento do risco de várias doenças]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há manhãs em que o espelho parece devolver uma versão ligeiramente diferente de nós. Mais cansada, mais marcada, menos familiar. A sensação de que o envelhecimento acelerou de repente pode parecer apenas impressão, mas um estudo publicado em 2024 sugere que o corpo humano não envelhece sempre de forma lenta e contínua.</p>
<p>Segundo o &#8216;Science Alert&#8217;, uma investigação sobre alterações moleculares associadas ao envelhecimento concluiu que os seres humanos atravessam dois momentos de mudança mais abrupta: um por volta dos 44 anos e outro perto dos 60.</p>
<p>“Não estamos apenas a mudar gradualmente ao longo do tempo; há algumas mudanças realmente dramáticas”, explicou Michael Snyder, geneticista da Universidade de Stanford, quando o estudo foi publicado. “Acontece que a meia-idade, por volta dos 40 anos, é um período de mudança dramática, tal como o início dos 60. E isso é verdade independentemente da classe de moléculas analisada.”</p>
<p>O envelhecimento é um processo complexo e está associado ao aumento do risco de várias doenças. A equipa de Snyder procurou perceber melhor o que muda no corpo, quando muda e de que forma essas alterações podem ajudar a explicar o aparecimento ou agravamento de problemas de saúde com a idade.</p>
<p>Para isso, os investigadores acompanharam 108 adultos que doaram amostras biológicas de poucos em poucos meses ao longo de vários anos. Em vez de analisarem apenas um indicador, observaram uma vasta coleção de biomoléculas, incluindo RNA, proteínas, lípidos e elementos do microbioma intestinal, da pele, do nariz e da boca.</p>
<p>No total, foram analisadas 135.239 características biológicas. Cada participante entregou, em média, 47 amostras ao longo de 626 dias, e o voluntário acompanhado durante mais tempo forneceu 367 amostras. A quantidade de informação reunida ultrapassou os 246 mil milhões de pontos de dados.</p>
<p>Ao processarem esses dados, os cientistas encontraram um padrão: muitas alterações moleculares não aconteciam de forma linear. Em vez de uma subida ou descida gradual ao longo dos anos, havia dois momentos em que as mudanças se concentravam de forma mais intensa.</p>
<p>Cerca de 81% das moléculas estudadas sofreram alterações num ou em ambos os períodos identificados. O primeiro pico ocorreu a meio da década dos 40 anos. O segundo surgiu no início da década dos 60.</p>
<p>As mudanças observadas por volta dos 44 anos estavam associadas ao metabolismo dos lípidos, da cafeína e do álcool, bem como a marcadores relacionados com doença cardiovascular e alterações na pele e nos músculos.</p>
<p>Já o pico dos 60 anos envolveu alterações ligadas ao metabolismo dos hidratos de carbono e da cafeína, à doença cardiovascular, à pele, aos músculos, à regulação do sistema imunitário e à função renal.</p>
<p>O primeiro salto, por volta dos 44 anos, poderia parecer relacionado sobretudo com a menopausa ou a perimenopausa, já que é nessa fase que muitas mulheres começam a atravessar essas alterações hormonais. Mas os investigadores afastaram essa explicação como fator principal: os homens analisados também apresentaram mudanças moleculares relevantes na mesma idade.</p>
<p>“Isso sugere que, embora a menopausa ou a perimenopausa possam contribuir para as mudanças observadas nas mulheres a meio da década dos 40, há provavelmente outros fatores mais significativos a influenciar essas alterações tanto em homens como em mulheres”, explicou Xiaotao Shen, primeiro autor do estudo, anteriormente ligado a Stanford e atualmente na Universidade Tecnológica de Nanyang, em Singapura.</p>
<p>Os autores defendem que identificar esses fatores deverá ser uma prioridade para investigações futuras. A descoberta não significa que todas as pessoas envelheçam exatamente da mesma forma, mas reforça a ideia de que há fases da vida em que o organismo pode tornar-se mais vulnerável a determinadas alterações.</p>
<p>O estudo também ajuda a explicar por que razão o risco de algumas doenças, como Alzheimer ou problemas cardiovasculares, não aumenta sempre de modo uniforme com a idade. Em certos casos, o risco parece subir de forma mais acentuada depois de determinados marcos biológicos.</p>
<p>Ainda assim, os investigadores reconhecem limitações. A amostra era relativamente pequena e incluiu pessoas entre os 25 e os 70 anos. Além disso, apesar da enorme quantidade de dados recolhidos, os cientistas analisaram apenas determinados tipos de amostras biológicas.</p>
<p>Futuras investigações poderão aprofundar estas conclusões, incluindo grupos maiores e mais diversos, para perceber com maior detalhe como o corpo muda ao longo do tempo e se estes ‘saltos’ podem ser antecipados, suavizados ou usados para melhorar estratégias de prevenção.</p>
<p>Por agora, a ideia principal é simples e desconcertante: envelhecer pode não ser uma descida lenta e constante. Em algumas fases, o corpo parece mudar de velocidade.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766093]]></sapo:autor>
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		<title>Primeira-ministra em funções mandatada para tentar formar governo na Dinamarca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 14:52:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A primeira-ministra em funções da Dinamarca, a social-democrata Mette Frederiksen, recebeu hoje do rei Frederico X o mandato para tentar formar governo, após o fracasso de duas rondas de negociações desde as eleições legislativas de 24 de março.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A primeira-ministra em funções da Dinamarca, a social-democrata Mette Frederiksen, recebeu hoje do rei Frederico X o mandato para tentar formar governo, após o fracasso de duas rondas de negociações desde as eleições legislativas de 24 de março.</P><br />
<P>A primeira tentativa foi liderada pela própria Frederiksen, que não conseguiu chegar a um acordo após 45 dias, e a segunda pelo líder do Partido Liberal, Troels Lund Poulsen, que também não conseguiu levar por diante o seu projeto de formar um governo de direita em minoria.</P><br />
<P>Em ambos os casos, foi o partido centrista Os Moderados, que detém os votos decisivos, que forçou uma nova ronda de contactos para tentar formar um executivo com forças de ambos os lados do espetro parlamentar, embora o seu líder, Lars Løkke Rasmussen, tenha agora insinuado que aceitaria integrar um governo de centro-esquerda.</P><br />
<P>&#8220;Os partidos que representam a maioria no parlamento recomendaram a nomeação da primeira-ministra Mette Frederiksen para conduzir as negociações com vista à formação de um governo&#8221;, declarou o palácio real em comunicado.</P><br />
<P>&#8220;Penso que os dinamarqueses merecem que se forme um Governo&#8221;, afirmou, por sua vez, Frederiksen, após receber o mandato de Federico X, acrescentando que a partir de domingo começará a negociar de forma intensa com o Partido Socialista Popular, Os Moderados e o Partido Liberal Radical.</P><br />
<P>Essas quatro forças políticas somam 82 dos 179 assentos do Parlamento, embora contem com o apoio de duas formações de esquerda, o que lhes daria uma maioria sólida.</P><br />
<P>O panorama político complexo e fragmentado, com até 12 partidos com representação parlamentar, e o facto de nenhum bloco político ter maioria fizeram com que a Dinamarca batesse o recorde de dias de negociação para a formação de governo que remontava a 2022.</P><br />
<P>O Partido Social-Democrata foi o mais votado, com 21,9%, embora tenha obtido o pior resultado num século, tendo ficado à frente do Partido Socialista Popular (11,5%) e do Partido Liberal (10,2%).</P><br />
<P>Após um primeiro mandato a governar em minoria com o apoio do resto do bloco de esquerda, Frederiksen liderou, entre 2022 e 2026, um Governo com o Partido Liberal e Os Moderados, uma fórmula inédita na política dinamarquesa, mas que agora não conta com o apoio parlamentar necessário. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766884]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Angola em risco de ser afetada pela epidemia &#8211; Africa CDC</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 14:45:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Angola está entre os 10 países africanos que correm o risco de ser afetados pelo vírus Ébola, além da República Democrática do Congo (RDCongo), epicentro da epidemia, e do Uganda, alertou hoje a agência de saúde Africa CDC.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Angola está entre os 10 países africanos que correm o risco de ser afetados pelo vírus Ébola, além da República Democrática do Congo (RDCongo), epicentro da epidemia, e do Uganda, alertou hoje a agência de saúde Africa CDC.</P><br />
<P>&#8220;Temos 10 países em risco&#8221; de serem afetados, afirmou o presidente do Centro Africano de Controlo e Prevenção de Doenças (Africa CDC) da União Africana (UA), Jean Kaseya, durante uma conferência de imprensa. </P><br />
<P>Esses países são o Sudão do Sul, o Ruanda, o Quénia, a Tanzânia, a Etiópia, o Congo, o Burundi, Angola, a República Centro-Africana e a Zâmbia.</P><br />
<P>Existem cerca de 750 casos suspeitos de Ébola e 177 mortes suspeitas na RDCongo, um país com cerca de 100 milhões de habitantes onde a epidemia &#8220;se propaga rapidamente&#8221;, alertou na sexta-feira a Organização Mundial da Saúde (OMS).</P><br />
<P>Esta epidemia, a 17.ª a afetar a RDCongo, &#8220;é a segunda maior que conhecemos no mundo&#8221;, afirmou também Kaseya.</P><br />
<P>A epidemia, declarada em 15 de maio, corresponde a uma nova estirpe do Ébola, para a qual não existe vacina e cuja taxa de mortalidade varia entre 30% e 50%, segundo a OMS.</P><br />
<P>O Ébola provoca uma febre hemorrágica mortal, mas o vírus, que causou mais de 15 mil mortes em África nos últimos 50 anos, é menos contagioso do que a covid-19 ou o sarampo.</P><br />
<P>Na ausência de vacina e de tratamento aprovado contra a estirpe Bundibugyo do vírus, responsável pela epidemia atual, as diretrizes de contenção assentam essencialmente no cumprimento das medidas de barreira e na deteção rápida dos casos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766883]]></sapo:autor>
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		<title>Hezbollah garante que não será abandonado pelo Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 14:29:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo xiita Hezbollah afirmou hoje que o Irão não abandonará o movimento islamista libanês e que a mais recente proposta de Teerão para terminar a guerra com os Estados Unidos incluía um cessar-fogo no Líbano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>   O grupo xiita Hezbollah afirmou hoje que o Irão não abandonará o movimento islamista libanês e que a mais recente proposta de Teerão para terminar a guerra com os Estados Unidos incluía um cessar-fogo no Líbano.</P><br />
<P>	Em comunicado, o Hezbollah declarou que o seu líder, Naim Qassem, recebeu uma mensagem do ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi, assegurando que o Irão &#8220;não renunciará ao seu apoio aos movimentos que exigem justiça e liberdade, principalmente o Hezbollah&#8221;. </P><br />
<P>	O comunicado acrescenta que a mais recente proposta iraniana, transmitida a Washington por mediadores paquistaneses que procuram um &#8220;fim permanente&#8221; para o conflito, destaca a exigência de incluir o Líbano no cessar-fogo.</P><br />
<P>	Os esforços diplomáticos para a paz entre Irão e Estados Unidos da América intensificaram-se nas últimas horas, com conversações entre governantes de Qatar, Turquia, Iraque, Omã e Irão, enquanto este país analisa a última proposta de Washington.</P><br />
<P>	O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou entretanto que existe &#8220;uma hipótese&#8221; de o Irão aceitar muito em breve, eventualmente ainda hoje, um acordo para acabar com a guerra.</P><br />
<P>	A declaração do governante norte-americano surge no mesmo dia em que o Governo iraniano afirmou que Teerão e Washington se aproximaram de um possível acordo de paz sob mediação paquistanesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766882]]></sapo:autor>
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		<title>Catorze mortos e 93 feridos em dois acidentes de trânsito no Camboja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 14:20:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois acidentes de trânsito distintos ocorridos hoje no Camboja causaram a morte de pelo menos 14 trabalhadores de fábricas têxteis e deixaram 93 feridos, na sua maioria mulheres.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Dois acidentes de trânsito distintos ocorridos hoje no Camboja causaram a morte de pelo menos 14 trabalhadores de fábricas têxteis e deixaram 93 feridos, na sua maioria mulheres.</P><br />
<P>O primeiro acidente ocorreu na província de Kampong Chhnang, a cerca de 60 quilómetros a norte da capital, Phnom Penh, quando um camião de carga pesada colidiu com outro camião que transportava trabalhadores para a sua fábrica.</P><br />
<P>Nove pessoas morreram e 53 ficaram feridas, de acordo com um comunicado emitido pelo Ministério do Trabalho.</P><br />
<P>O segundo acidente ocorreu na província de Svay Rieng, no sudeste do país, um dos principais centros de fábricas de vestuário do Camboja, quando um autocarro que transportava trabalhadores saiu da estrada e capotou, matando cinco pessoas e ferindo outras 40.</P><br />
<P>Os camiões são o meio de transporte habitual disponível para os trabalhadores. Muitas vezes, não possuem bancos, obrigando os passageiros a ficar em pé, o que aumenta significativamente o risco de ferimentos ou morte.</P><br />
<P> O Ministério do Trabalho declarou estar &#8220;profundamente chocado com os dois terríveis acidentes de trânsito que ocorreram simultaneamente&#8221; e apelou ao cumprimento rigoroso das leis de trânsito para prevenir acidentes.</P><br />
<P>Um relatório do Ministério dos Transportes refere que 1.467 pessoas morreram em acidentes de trânsito em 2025, tornando-os a principal causa de mortes acidentais neste país asiático.</P><br />
<P>O setor têxtil do Camboja, que abrange vestuário, calçado e artigos de viagem, emprega entre 800.000 a um milhão de pessoas em aproximadamente 1.900 fábricas, de acordo com o Ministério do Comércio do país.</P><br />
<P>Este setor industrial é a principal fonte de receitas de exportação do Camboja, sendo os baixos custos de mão-de-obra a sua vantagem competitiva.</P><br />
<P>Os salários, incluindo horas extraordinárias, rondam geralmente os 175 a 260 euros por mês.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766881]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Três detidos e sete polícias feridos após confrontos em marcha anti-Sánchez em Madrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 14:18:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Três pessoas foram detidas e sete agentes da polícia nacional de Espanha ficaram ligeiramente feridos em Madrid, durante confrontos no final de um protesto a exigir a demissão do primeiro-ministro socialista, Pedro Sánchez, segundo fonte oficial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Três pessoas foram detidas e sete agentes da polícia nacional de Espanha ficaram ligeiramente feridos em Madrid, durante confrontos no final de um protesto a exigir a demissão do primeiro-ministro socialista, Pedro Sánchez, segundo fonte oficial.</P><br />
<P>Os incidentes ocorreram quando a polícia impediu que alguns manifestantes alcançassem o Palácio da Moncloa, sede da Presidência do Governo espanhol, procurando alterar o percurso previamente autorizado da chamada &#8216;Marcha pela Dignidade&#8217;, que decorreu hoje de manhã, adiantou a Delegação do Governo em Madrid.</P><br />
<P>Sob o slogan &#8220;Sánchez, demite-te agora!&#8221; e transportando bandeiras espanholas, os manifestantes entoaram diferentes slogans contra o executivo da coligação partilhado pelo PSOE (socialista) e Sumar (esquerda radical), o ex-primeiro-ministro socialista José Luis Rodríguez Zapatero, acusado de tráfico de influências, e também contra alguns meios de comunicação que cobriam a manifestação, cujo trabalho tentaram boicotar.</P><br />
<P>A marcha, convocada pela Sociedade Civil Espanhola, que coordena mais de 150 associações civis, à qual se juntaram os partidos PP (direita) e Vox (extrema-direita), contou com a participação de 120.000 pessoas, segundo os organizadores, enquanto a Delegação do Governo em Madrid situou a afluência em 40.000 pessoas.</P><br />
<P>Os líderes do PP, liderados pela sua porta-voz no Senado, Alicia García, e Vox, liderados pelo seu presidente, Santiago Abascal, juntaram-se à marcha para pedir a saída de Sánchez devido ao &#8220;desastre&#8221; a que afirmam estar a conduzir Espanha.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766880]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>PAN encontrou animais maltratados em Penafiel e apresenta queixa-crime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 14:13:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A dirigente do PAN, Inês Sousa Real, denunciou hoje a falta de condições em que encontrou um grupo de cães, pertencentes a caçadores, mas acolhidos em espaço arrendado pela autarquia de Penafiel, junto ao canil municipal, que visitou durante a manhã.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>*** Serviço áudio disponível em www.lusa.pt ***</P><br />
<P></P><br />
<P>Penafiel, Porto, 23 mai 2026 (Lusa) &#8212; A dirigente do PAN, Inês Sousa Real, denunciou hoje a falta de condições em que encontrou um grupo de cães, pertencentes a caçadores, mas acolhidos em espaço arrendado pela autarquia de Penafiel, junto ao canil municipal, que visitou durante a manhã.</P><br />
<P>Inês Sousa Real disse à Lusa que pediu a intervenção da GNR porque os animais se encontravam em condições &#8220;deploráveis, rodeados de fezes, sem água e sem comida&#8221; e afirmou que irá apresentar uma queixa-crime.</P><br />
<P>&#8220;Na parte de trás do canil existe um espaço que foi cedido aos caçadores aqui do bairro, está absolutamente imundo, os animais estão a passar fome, não têm quaisquer condições&#8221;, sustentou.</P><br />
<P>Naquele local, disse, encontram-se &#8220;matilhas de diferentes caçadores, que foram retirados de um bairro, mas que pertencem a proprietários diferentes&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Há animais doentes, cheios de fezes, pele e osso, a comerem os próprios dejetos, temos inclusivamente vídeos disso&#8221;, referiu. </P><br />
<P>Foi durante uma visita ao Canil Municipal de Penafiel que a dirigente do PAN percebeu a existência de cães que ladravam em instalações anexas ao canil, que não tinham sido incluídas no percurso visitado.</P><br />
<P>&#8220;Fomos até lá e defrontamo-nos com uma situação degradante. Foi-nos comunicado que os animais pertenciam a um grupo de caçadores, pelo que denunciamos e chamamos a GNR ao local&#8221;, contou à Lusa. </P><br />
<P>Além desta situação de insalubridade e de falta de alimentação, foram encontrados casos de animais muito doentes.</P><br />
<P>&#8220;Há aqui um animal que vai morrer provavelmente nos próximos dias. Também se suspeita que possa haver aqui procriação de cães de raça&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A visita de Inês Sousa Real ao Canil Municipal de Penafiel teve como objetivo verificar &#8216;in loco&#8217; as condições de funcionamento do espaço, uma vez que os dados relativos a atividade do canil &#8220;ainda não foram publicados pela Direção Geral de Veterinária&#8221;, o que gerou &#8220;alguma apreensão&#8221;.</P><br />
<P>No local, o vereador responsável pelo Pelouro, Henrique Martins, disse à Lusa que os dados foram todos enviados, mas &#8220;não foram publicados&#8221;, alegadamente porque uma parte da atividade foi realizada em clínicas privadas, dada a inexistência de sala de cirurgia no canil.</P><br />
<P>&#8220;Não compreendemos porque há outros canis municipais na mesma situação e já têm os seus dados disponíveis na página da Direção Geral de Veterinária&#8221;, disse à Lusa.</P><br />
<P>O autarca disse ainda que estão previstas obras de melhoramento das instalações do canil municipal, assim como um reforço de meios humanos, mas não soube garantir que a criação de uma sala de cirurgia está incluída.</P><br />
<P>Sobre o caso denunciado por Inês Sousa Real, o autarca disse desconhecer as condições em que aqueles animais se encontram e comprometeu-se a &#8220;mudar a regra do funcionamento, no sentido de ter um acesso permanente ao espaço&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766879]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Vento forte provoca queda de árvores que danificaram viaturas em Viseu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 14:07:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O vento forte que hoje de manhã se registou na cidade de Viseu provocou a queda de árvores que danificaram viaturas, disse à agência Lusa o adjunto de Comando dos Bombeiros Sapadores, Rui Poceiro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vento forte que hoje de manhã se registou na cidade de Viseu provocou a queda de árvores que danificaram viaturas, disse à agência Lusa o adjunto de Comando dos Bombeiros Sapadores, Rui Poceiro.</P><br />
<P>&#8220;Entre as 09:00 e as 10:00, registou-se trovoada e vento forte na cidade, originando cerca de 30 ocorrências, como queda de ramos, de pernadas e de árvores de grande, que provocaram danos em várias viaturas&#8221;, explicou Rui Poceiro, ainda sem conseguir precisar o número de veículos atingidos.</P><br />
<P>Segundo este responsável dos Bombeiros Sapadores de Viseu, &#8220;há também danos em portões&#8221; e &#8220;o vento forte arrancou um telhado&#8221;, assim como danos em cabos elétricos originados por queda de árvores.</P><br />
<P>&#8220;Todas as situações estão resolvidas ou em fase de resolução&#8221;, esclareceu, pelas 14:30, o adjunto, destacando não haver feridos, mas &#8220;só danos materiais&#8221;.</P><br />
<P>Além dos Bombeiros Sapadores, estão envolvidos nos trabalhos os Voluntários de Viseu, Polícia Municipal, Polícia de Segurança Pública, serviços municipais e a empresa E-Redes, principal operadora da rede de distribuição de energia elétrica em Portugal Continental das redes de alta, média e baixa tensão.</P><br />
<P>O Instituto Português do Mar e da Atmosfera colocou 10 distritos, incluindo Viseu, sob aviso amarelo até à meia-noite de hoje, devido à previsão de precipitação e trovoada.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766878]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: EUA admitem &#8220;hipótese&#8221; de Teerão aceitar acordo muito em breve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 14:03:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que existe "uma hipótese" de o Irão aceitar muito em breve, eventualmente ainda hoje, um acordo para acabar com a guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Marco Rubio, afirmou que existe &#8220;uma hipótese&#8221; de o Irão aceitar muito em breve, eventualmente ainda hoje, um acordo para acabar com a guerra.</P><br />
<P>&#8220;É possível que mais tarde hoje, amanhã ou dentro de alguns dias, tenhamos informações para partilhar&#8221;, disse Rubio aos jornalistas em Nova Deli, acrescentando que esperava ter &#8220;boas notícias&#8221;.</P><br />
<P>A declaração do governante norte-americano surge no mesmo dia em que o Governo iraniano afirmou que Teerão e Washington se aproximaram de um possível acordo de paz sob mediação paquistanesa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766877]]></sapo:autor>
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		<title>Um detetive, uma baixa médica e 36 anos de casa: o despedimento que custou 380 mil euros à empresa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 14:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[direito do trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Alan, de St Helens, no noroeste de Inglaterra, trabalhava na mesma empresa desde 1983, quando entrou como aprendiz]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Alan Jones tinha 59 anos, mais de 36 anos de casa e uma deficiência reconhecida quando recebeu a carta de despedimento. Estava de baixa médica, mas a empresa onde trabalhava suspeitou que estaria a exercer outra atividade e contratou um detetive privado para o seguir.</p>
<p>O caso, contado pelo &#8216;HuffPost&#8217;, acabou nos tribunais. A decisão foi favorável ao trabalhador: o despedimento foi considerado injusto e discriminatório, obrigando a empresa a pagar-lhe uma indemnização de 380 mil euros.</p>
<p>Alan, de St Helens, no noroeste de Inglaterra, trabalhava na mesma empresa desde 1983, quando entrou como aprendiz. Ao longo de mais de três décadas, foi subindo na estrutura até se tornar um dos chefes de equipa. A sua situação de saúde mudou depois de desenvolver neuropatia na sequência de tratamentos contra o cancro realizados nos anos 80.</p>
<p>A doença provocou-lhe perda muscular significativa num ombro e episódios de depressão. Alan tinha uma deficiência oficialmente reconhecida, um detalhe que viria a ser central para a avaliação do caso em tribunal.</p>
<p>Durante a baixa médica, a empresa recebeu informações de que o trabalhador estaria a trabalhar para outra entidade. As imagens recolhidas pelo investigador mostravam Alan acompanhado por um amigo, em situações como uma entrega ou pequenos gestos ocasionais, incluindo carregar um saco de batatas ou uma mangueira.</p>
<p>Para a empresa, essas imagens demonstravam que o trabalhador estava apto para regressar às suas funções. Em outubro de 2019, acabou despedido por alegada conduta grave.</p>
<p>O tribunal, porém, teve outra leitura. Os juízes consideraram que a empresa baseou a decisão em “suposições” e não apresentou provas médicas suficientes para concluir que Alan estava apto para retomar o seu trabalho habitual ou que tinha cometido fraude durante a baixa.</p>
<p>Com apoio do sindicato, o trabalhador avançou com uma ação contra o antigo empregador por discriminação relacionada com a sua deficiência. Em 2021, obteve uma decisão favorável, que foi confirmada em 2023.</p>
<p>A decisão deixa uma mensagem clara: uma baixa médica não pode ser avaliada apenas por fotografias, vídeos ou suspeitas. Quando há uma deficiência reconhecida, qualquer decisão disciplinar exige prova clínica e uma análise concreta sobre aquilo que o trabalhador pode ou não fazer.</p>
<p>Para Alan, depois de décadas na mesma empresa, o processo confirmou que pequenos gestos captados por um detetive não provavam fraude. E que uma vida profissional de 36 anos não podia terminar apenas com base numa interpretação apressada de imagens fora de contexto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766145]]></sapo:autor>
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		<title>UE admite novas emissões de dívida comum para enfrentar crises &#8211; comissário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 13:54:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Nicósia, 23 mai (Lusa) -- A União Europeia (UE) não descarta a emissão de dívida comum para enfrentar novas crises, como fez após a pandemia de Covid-19, mas isso "tem um preço", disse hoje o comissário europeu para a Economia, Valdis Dombrovskis.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Nicósia, 23 mai (Lusa) &#8212; A União Europeia (UE) não descarta a emissão de dívida comum para enfrentar novas crises, como fez após a pandemia de Covid-19, mas isso &#8220;tem um preço&#8221;, disse hoje o comissário europeu para a Economia, Valdis Dombrovskis.</P><br />
<P>&#8220;Já temos uma solução estruturada que podemos utilizar, se necessário. Provavelmente não sabemos exatamente que tipo de crise iremos enfrentar&#8221;, disse Dombrovskis, sublinhando que as emissões de dívida têm &#8220;um preço&#8221; e &#8220;não são gratuitas&#8221; porque os Estados-membros têm de pagar posteriormente os juros do empréstimo. </P><br />
<P>O comissário falava na conferência de imprensa que se seguiu à reunião informal dos ministros da Economia e Finanças (Ecofin) da UE, realizada em Nicósia, onde os 27 Estados-membros discutiram formas de lidar com o aumento da despesa em defesa, energia e pensões, sem comprometer a sustentabilidade orçamental. </P><br />
<P>As discussões tiveram como base uma análise do Fundo Monetário Internacional (FMI), intitulada &#8216;Como pode a Europa pagar por coisas que não pode suportar?&#8217;, que sugere a combinação de reformas estruturais com ajustamentos orçamentais para cobrir um aumento da despesa pública nos países europeus de 5% do PIB até 2040, assim como o recurso à emissão conjunta de dívida para financiar &#8220;bens comuns europeus&#8221;, como a defesa, a energia e a inovação.</P><br />
<P>Sem alterações nas políticas públicas, o FMI estima que a dívida pública subirá para uma média de 130% do PIB durante esse período, o dobro do nível atual.</P><br />
<P>Questionado sobre esta hipótese, o comissário europeu recordou que a UE utilizou o mesmo sistema para financiar o Fundo de Recuperação Next Generation, a ajuda à Ucrânia e o programa SAFE de empréstimos para a compra conjunta de equipamento de defesa. </P><br />
<P>Deu ainda nota de que a Comissão Europeia incluiu a emissão de dívida na sua proposta de Quadro Financeiro Plurianual (QFP) para 2028-2034, como resposta a potenciais crises.</P><br />
<P>Uma análise do Tribunal de Contas europeu demonstra que a dívida da UE ultrapassará os 900 mil milhões de euros em 2027, quase dez vezes o valor anterior à criação do Fundo de Recuperação, e os custos com juros, no âmbito do próximo Quadro Financeiro Plurianual, ultrapassarão os 30 mil milhões de euros, mais do dobro do orçamento inicial.</P><br />
<P>Para além desta proposta específica, os ministros das Finanças da UE concordaram que o espaço orçamental &#8220;não é ilimitado&#8221; e que o investimento público &#8220;não será suficiente&#8221; para atingir os objetivos em matéria de defesa, transição verde, energia e competitividade. </P><br />
<P>Por isso, &#8220;uma melhor coordenação, políticas mais inteligentes e uma maior mobilização de capital privado&#8221; serão &#8220;essenciais&#8221;, como explicou o ministro cipriota das Finanças, Makis Keravnos.</P><br />
<P>&#8220;Houve um amplo consenso no sentido de que garantir a sustentabilidade orçamental continua a ser um objetivo fundamental da coordenação das políticas económicas e orçamentais da UE, apesar das significativas necessidades de investimento que pressionam as nossas finanças públicas&#8221;, resumiu o ministro. </P><br />
<P>Países como a Espanha e a Itália defendem novas emissões de dívida para financiar bens comuns após o fim do fundo de recuperação, mas a ideia enfrenta a oposição de Estados-membros como a Alemanha e os Países Baixos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766876]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mãe dos irmãos franceses vai para prisão de Tires e companheiro para EP de Setúbal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 13:48:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A mãe dos dois irmãos menores franceses abandonados na zona de Alcácer do Sal vai cumprir prisão preventiva no Estabelecimento Prisional (EP) de Tires, enquanto o companheiro vai para o EP de Setúbal, revelou a GNR.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A mãe dos dois irmãos menores franceses abandonados na zona de Alcácer do Sal vai cumprir prisão preventiva no Estabelecimento Prisional (EP) de Tires, enquanto o companheiro vai para o EP de Setúbal, revelou a GNR.</P><br />
<P>Contactada pela agência Lusa, fonte oficial da GNR explicou que a arguida, a mulher de 41 anos, mãe das duas crianças de 4 e 5 anos, vai aguardar o desenrolar do processo judicial em prisão preventiva no EP de Tires, na freguesia de São Domingos de Rana, no concelho de Cascais, distrito de Lisboa.</P><br />
<P>Quanto ao outro arguido neste processo, o homem de 55 anos, companheiro da mulher, para o qual a juíza de instrução criminal também determinou a medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva, foi já transportado pela GNR para o EP de Setúbal.</P><br />
<P>Segundo constatou a Lusa no local, os dois arguidos, que chegaram hoje de manhã ao Tribunal de Setúbal transportados pela GNR, saíram também das instalações deste tribunal, por volta das 14:10, numa carrinha desta força de segurança.</P><br />
<P>A mulher e o homem, ambos franceses, chegaram, por volta das 16:00 de sexta-feira, ao Tribunal Judicial de Setúbal para serem presentes a primeiro interrogatório judicial, mas a diligência foi interrompida por volta das 24:00 e foi retomada hoje de manhã, para leitura das medidas de coação.</P><br />
<P>&#8220;O tribunal validou as detenções dos arguidos Marine Noëlle Paulette Rousseau e Marc Rene Michel Ballagriga, efetuadas fora de flagrante delito&#8221;, revelou hoje o juiz presidente da Comarca de Setúbal, juiz desembargador António Fialho.</P><br />
<P>Através de uma nota divulgada pelo Conselho Superior de Magistratura (CSM), o juiz revelou que foi determinada a prisão preventiva dos dois arguidos, assim como o termo de identidade e residência.</P><br />
<P>O tribunal considerou que a arguida está &#8220;fortemente indiciada&#8221; de &#8220;dois crimes de exposição ou abandono agravado&#8221; em relação aos dois filhos.</P><br />
<P>Quanto ao arguido, &#8220;o tribunal considerou fortemente indiciada a prática de dois crimes de exposição ou abandono e de um crime de ofensa à integridade física qualificada&#8221;.</P><br />
<P>Fonte ligada ao processo revelou à Lusa que Marc Rene Michel Ballagriga está indiciado por este último crime no caso de &#8220;um dos menores&#8221;. </P><br />
<P>Segundo o juiz presidente da Comarca de Setúbal, a decisão de aplicar a prisão preventiva a ambos os arguidos &#8220;teve em conta as exigências cautelares do caso&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Designadamente perigo de fuga, perigo de perturbação do processo, perigo de continuação da atividade criminosa e perigo de perturbação da ordem e tranquilidade públicas&#8221;, precisou.</P><br />
<P>De acordo com a nota divulgada pelo CSM, &#8220;o tribunal entendeu que outras medidas de coação seriam inadequadas ou insuficientes para acautelar estes perigos&#8221;.</P><br />
<P>A mulher de 41 anos e o homem de 55 foram detidos pela GNR, na quinta-feira, quando se encontravam na esplanada de um café situado nas imediações da cidade de Fátima, no concelho de Ourém, distrito de Santarém, e, no dia seguinte, foram transportados para o Posto Territorial de Palmela. </P><br />
<P>Na terça-feira, por volta das 19:00, os duas crianças foram encontrados por um popular quando se encontravam sozinhas, a vaguear junto à Estrada Nacional 253 (EN253), na zona do Monte Novo do Sul, entre Comporta e Alcácer do Sal, distrito de Setúbal.</P><br />
<P>Os dois irmãos transportavam uma mochila com uma muda de roupa, fruta e uma garrafa de água e, de acordo com o que tem sido noticiado pelos meios de comunicação social, terão relatado que a mãe os vendou e lhes disse que iam fazer um jogo, altura em que os terá abandonado, partindo de carro com o outro homem.</P><br />
<P>O juiz presidente do Tribunal Judicial de Setúbal já tinha esclarecido, na sexta-feira, que os dois menores residiam com a mãe em França, estando os pais separados. O pai, aliás, dispõe &#8220;de um direito de visita limitado e supervisionado&#8221;.</P><br />
<P>O Ministério Público junto do Juízo de Família e Menores de Santiago do Cacém instaurou um procedimento urgente de proteção a favor dos dois irmãos e, na sequência do pedido, a juíza titular daquele juízo, determinou o acolhimento familiar das crianças.</P><br />
<P>&#8220;Caberá às autoridades judiciárias francesas, através dos mecanismos de cooperação judiciária, iniciar o processo de regresso das crianças ao Estado da residência habitual&#8221;, ou seja, &#8220;os tribunais franceses são internacionalmente competentes para decidir sobre medidas de proteção definitivas e sobre as responsabilidades parentais&#8221;, esclareceu o Tribunal de Setúbal. </P><br />
<P>E, acrescentou, &#8220;só mediante esse pedido e após cumprir as regras processuais aplicáveis&#8221; é que as autoridades judiciárias portuguesas poderão decidir sobre o pedido que, eventualmente venha a ser formulado pelas autoridades judiciárias francesas, acrescentou. </P><br />
<P></P><br />
<P>GR/RRL // ZO</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766875]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mau tempo: PS acusa Governo de deslealdade institucional e de se &#8220;esconder atrás de autarquias&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 13:41:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O PS acusou hoje o Governo de incompetência política na gestão das consequências das tempestades e de "deslealdade institucional" ao "esconder-se atrás das autarquias", apontando-lhes responsabilidades nos atrasos dos apoios às populações.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O PS acusou hoje o Governo de incompetência política na gestão das consequências das tempestades e de &#8220;deslealdade institucional&#8221; ao &#8220;esconder-se atrás das autarquias&#8221;, apontando-lhes responsabilidades nos atrasos dos apoios às populações.</P><br />
<P>Em comunicado assinado pelo líder parlamentar Eurico Brilhante Dias e Catarina Louro (deputados eleitos por Leiria), o PS manifesta &#8220;a sua profunda indignação&#8221; perante as declarações do ministro da Coesão Territorial, acusando Manuel Castro Almeida de ter escolhido &#8220;o caminho mais fácil: procurar culpados em vez de assumir responsabilidades&#8221;.</P><br />
<P>Em causa, estão declarações do ministro num debate parlamentar de sexta-feira, em que apontou &#8220;grande disparidade&#8221; entre os municípios na avaliação das habitações afetadas pelas tempestades, verificando que 13 deles já concluíram todos os processos enquanto outros ainda não avaliaram nenhuma casa.</P><br />
<P>&#8220;O apelo que eu posso fazer é que os municípios mais lentos se aproximem do ritmo dos municípios mais rápidos, alguns dos quais já terminaram o processo&#8221;, disse.</P><br />
<P>Para o PS, depois ter &#8220;chegou atrasado à resposta às populações afetadas pelas tempestades&#8221;, o Governo abre agora um novo capítulo de atuação, marcado &#8220;pela incompetência política e pela deslealdade institucional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Primeiro, o Governo falhou na capacidade de antecipação e resposta. Depois criou expectativas junto das famílias atingidas, prometendo rapidez, eficácia e apoio célere. Agora, perante atrasos evidentes e milhares de pessoas ainda à espera de respostas, opta por transferir mais uma vez responsabilidades para os municípios&#8221;, disse.</P><br />
<P>Segundo o PS, os números mostram que &#8220;continuam a existir dezenas de milhares de processos por concluir e milhares de famílias ainda sem apoio efetivo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Não é aceitável que o Governo ignore estes factos. É ainda mais grave que qualquer membro de um Governo procure estabelecer uma narrativa pública de confronto com autarquias, expondo municípios de forma seletiva e promovendo uma lógica de divisão institucional que em nada ajuda as populações afetadas&#8221;, argumentam.</P><br />
<P>Os deputados do PS acusam também Castro Almeida de &#8220;já nem procurar esconder a partidarite aguda de que padece&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os deputados do PS manifestam ainda séria preocupação com os sinais persistentes de falta de coordenação no terreno, uma realidade que não resulta apenas das críticas das populações e dos autarcas, mas que foi igualmente identificada pelo próprio Presidente da República no seguimento da Presidência Aberta realizada nas zonas afetadas&#8221;, referem.</P><br />
<P>No relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 06 e 10 de abril, hoje divulgado, o Presidente da República considera que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que &#8220;se acelerem apoios, se clarifiquem medidas&#8221; e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.</P><br />
<P>&#8220;As preocupações identificadas ao longo da Presidência Aberta são claras: a lentidão de alguns apoios, a persistência de situações por resolver, a necessidade de reforçar a redundância das telecomunicações, do fornecimento de energia, das acessibilidades e da comunicação em emergência, e a urgência de garantir que o território entra nos meses de maior risco em condições mais seguras do que aquelas em que saiu do inverno&#8221;, refere.</P><br />
<P>O PS questiona ainda se o Governo está preparado para enfrentar &#8220;um período de elevado risco&#8221;, o dos incêndios rurais.</P><br />
<P>&#8220;As populações afetadas já passaram por demasiado para terem agora de assistir a um jogo de empurra de responsabilidades entre instituições. Portugal precisa de um Governo responsável, que seja empático, ágil e esteja verdadeiramente ao lado das pessoas&#8221;, defendem.</P><br />
<P>Pelo menos 19 pessoas morreram em Portugal entre o final de janeiro e o início de março na sequência da passagem, entre janeiro e fevereiro, das depressões Kristin, Leonardo e Marta, que fizeram também várias centenas de feridos, desalojados e deslocados. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_766874]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mau tempo: Região de Leiria diz que relatório da Presidência deve ser base para aprendizagem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 May 2026 13:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Leiria, 23 mi 2026 (Lusa) -- O presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Leiria afirmou hoje que o relatório da Presidência Aberta sobre o mau tempo que atingiu o país no início do ano deve servir de base para aprendizagem.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Leiria, 23 mi 2026 (Lusa) &#8212; O presidente da Comunidade Intermunicipal (CIM) da Região de Leiria afirmou hoje que o relatório da Presidência Aberta sobre o mau tempo que atingiu o país no início do ano deve servir de base para aprendizagem.</P><br />
<P>&#8220;Entendemos que este documento deve servir de base para uma aprendizagem, eu relembro que vivemos durante vários dias sem comunicações e sem energia elétrica&#8221;, disse à agência Lusa Jorge Vala, recordando que, para comunicar com os restantes nove municípios para &#8220;marcar a primeira reunião&#8221;, teve de &#8220;enviar um emissário&#8221;.</P><br />
<P>Saudando &#8220;a forma objetiva como identifica alguns constrangimentos&#8221; e relevando &#8220;a importância de apontar algumas soluções&#8221;, Jorge Vala, também presidente da Câmara de Porto de Mós, assinalou ainda o facto de o relatório &#8212; &#8220;um bom documento&#8221; &#8211; ter sido feito num curto período.</P><br />
<P>&#8220;Só não identifica, de uma forma mais completa, a inutilidade de algumas entidades, que achamos que são redundantes e inúteis, como é o caso da AGIF [Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais], por exemplo&#8221;, declarou, considerando ser necessário fazer &#8220;um exercício sobre a utilidade de algumas das entidades que estão associadas&#8221; à questão da floresta e também a outras situações.</P><br />
<P>Além de Porto de Mós, a CIM, território gravemente afetado pela depressão Kristin, em 28 de janeiro, integra os municípios de Alvaiázere, Ansião, Batalha, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Leiria, Marinha Grande, Pedrógão Grande e Pombal.</P><br />
<P>O Presidente da República considerou que as consequências do mau tempo que atingiu o país no início do ano exigem que &#8220;se acelerem apoios, se clarifiquem medidas&#8221; e se melhore a coordenação entre entidades no terreno.</P><br />
<P>No relatório da Presidência Aberta na Zona Centro do país, realizada por António José Seguro entre 06 e 10 de abril às zonas afetadas pelas tempestades &#8211; hoje divulgado pelo jornal Público e a que Lusa teve acesso -, o chefe de Estado avisou, na introdução, que &#8220;para muitas famílias, empresas e comunidades, esta crise ainda não terminou&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;As consequências desta crise persistem e continuarão a persistir ao longo do tempo. E também por isso deve continuar a vigilância sobre os apoios, sobre a reconstrução e sobre a capacidade do país, e em particular do Estado, para retirar deste episódio as conclusões e as lições necessárias&#8221;, disse.</P><br />
<P>Ao longo da Presidência Aberta, as preocupações identificadas foram &#8220;a lentidão de alguns apoios, a persistência de situações por resolver, a necessidade de reforçar a redundância das telecomunicações, do fornecimento de energia, das acessibilidades e da comunicação em emergência, e a urgência de garantir que o território entra nos meses de maior risco em condições mais seguras do que aquelas em que saiu do inverno&#8221;.</P><br />
<P>A existência de riscos acrescidos de incêndio nas zonas afetadas pela depressão Kristin é uma das conclusões do documento.</P><br />
<P>Para Jorge Vala, o relatório &#8220;deve ser o ponto de partida para se tirarem as ilações daquilo que aconteceu&#8221;, realçando ser &#8220;importante que exista uma profissionalização da resposta de urgência neste tipo de acontecimentos&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, assinalou que o &#8220;PTRR está aí precisamente para o reforço de investimentos, quer na resiliência, quer na transformação, em conjunto com todos os atores do país&#8221;.</P><br />
<P>O PTRR -Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência é um programa de resposta à catástrofe climática que assolou várias regiões do país entre 28 janeiro e 15 de fevereiro, e que visa preparar o país &#8220;para um futuro mais seguro, resiliente e competitivo, segundo o Governo.</P><br />
<P>À pergunta se considera o documento um recado para o Governo, Jorge Vala referiu não entender este &#8220;como um relatório político&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um relatório que tem, na sua base, a constatação de factos e depois, naturalmente, que diz ao Governo e aos vários atores que é fundamental aprendermos com o que aconteceu de pior e não nos voltar a acontecer desta forma&#8221;, declarou.</P><br />
<P>Certo de que este tipo de fenómenos climatéricos vai repetir-se, o presidente da CIM salientou a importância da preparação.</P><br />
<P>&#8220;Temos de aprender com os erros e, sobretudo, temos de nos sentar sobre eles em vez de andarmos aqui agora a passar culpas&#8221;, sustentou o autarca.</P><br />
<P>Segundo Jorge Vala, é fundamental que todos façam &#8220;um exercício daquilo que é necessário aligeirar&#8221;, porque não vale a pena criar &#8220;camadas de novos serviços para colocarem burocracia no processo&#8221;, considerando que a resposta a situações idênticas exige um processo ágil, para resultar em respostas eficazes para a população.</P><br />
<P>&#8220;Esse é o nosso objetivo, o nosso propósito, e penso que é também o propósito deste relatório&#8221;, acrescentou o autarca.</P></p>
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