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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>OMODA já não é promessa: junho coloca a marca no topo dos SUV eletrificados em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:30:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No segmento C-SUV HEV, o OMODA 5 SHS-S foi o modelo mais vendido em junho, reforçando a aceitação da proposta da marca entre os consumidores que procuram um SUV compacto, eletrificado e sem necessidade de carregamento externo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A OMODA | JAECOO consolidou em junho a sua presença no mercado automóvel português, com resultados de destaque em dois segmentos de forte crescimento: os SUV híbridos e os SUV híbridos plug-in.</p>
<p>No segmento C-SUV HEV, o OMODA 5 SHS-S foi o modelo mais vendido em junho, reforçando a aceitação da proposta da marca entre os consumidores que procuram um SUV compacto, eletrificado e sem necessidade de carregamento externo. Já no segmento D-SUV PHEV, a soma dos resultados dos OMODA 7 e OMODA 9 colocou a marca no topo da tabela mensal.</p>

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<p>Segundo a OMODA | JAECOO, estes resultados confirmam a crescente recetividade da gama eletrificada no mercado nacional, numa fase em que os consumidores valorizam cada vez mais propostas que combinem design, tecnologia, eficiência energética e uma relação competitiva entre equipamento e preço.</p>
<p>O OMODA 5 SHS-S destacou-se em junho entre os C-SUV híbridos, numa categoria marcada por forte concorrência e pela procura de soluções eletrificadas mais práticas para o dia a dia. A motorização híbrida permite otimizar consumos e reduzir emissões, mantendo a utilização simples de um automóvel que não depende de carregamento externo.</p>
<p>A marca sublinha ainda o equilíbrio do modelo entre utilização urbana e viagens mais longas, com uma proposta assente em design moderno, conforto, tecnologia intuitiva, segurança e eficiência. A liderança mensal no segmento é apresentada como um sinal da capacidade do OMODA 5 SHS-S para competir numa das categorias mais disputadas do mercado.</p>
<p>Nos SUV híbridos plug-in de maior dimensão, o desempenho combinado dos OMODA 7 e OMODA 9 colocou a OMODA | JAECOO na liderança do segmento D-SUV PHEV em junho. A marca destaca a procura crescente por veículos espaçosos, sofisticados e eletrificados, capazes de oferecer autonomia elétrica para deslocações diárias e versatilidade para viagens de maior distância.</p>
<p>O OMODA 9 posiciona-se como a proposta mais sofisticada da gama, dirigida a clientes que valorizam presença em estrada, espaço interior, conforto, segurança e tecnologia de bordo. Já o OMODA 7 reforça a oferta da marca com uma abordagem mais equilibrada entre design, desempenho, equipamento e eletrificação, tendo despertado interesse desde a sua chegada ao mercado português.</p>
<p>Para Nuno Serra, diretor de Importação da OMODA | JAECOO Portugal, os resultados alcançados em junho representam “um importante reconhecimento” da proposta de valor da marca e da forma como os consumidores portugueses têm recebido a gama eletrificada. O responsável considera que este desempenho confirma o alinhamento da estratégia da marca com as expectativas do mercado.</p>
<p>A OMODA | JAECOO vê nestes resultados um sinal de confiança para continuar a reforçar a sua presença em Portugal e acelerar o crescimento nos segmentos eletrificados. Num mercado cada vez mais competitivo, a marca procura afirmar-se através de uma gama assente em SUV híbridos e híbridos plug-in, combinando tecnologia, eficiência e uma proposta de valor orientada para o consumidor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787660]]></sapo:autor>
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		<title>Bruxelas admite proibir importações dos colonatos israelitas nos territórios palestinianos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:23:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
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		<category><![CDATA[Israel]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Em cima da mesa estão medidas que vão desde licenças mais apertadas até à proibição total ou parcial da entrada destes produtos no mercado da União Europeia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia apresentou aos Estados-membros várias opções para reforçar as restrições às importações de bens produzidos em colonatos israelitas nos territórios palestinianos ocupados. Em cima da mesa estão medidas que vão desde licenças mais apertadas até à proibição total ou parcial da entrada destes produtos no mercado da União Europeia.</p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, Bruxelas distribuiu na quarta-feira um “documento de opções” que propõe três caminhos possíveis para apertar o comércio com os colonatos israelitas, já excluídos do regime pautal preferencial da UE. A iniciativa surge depois de a maioria dos Estados-membros ter pressionado o executivo comunitário a apresentar medidas mais firmes em resposta à expansão dos colonatos na Cisjordânia ocupada.</p>
<p>A primeira hipótese passa por obrigar empresas que importem bens provenientes dos colonatos a obter uma licença específica. Esta solução tinha sido defendida por França e Suécia numa carta conjunta enviada à Comissão em abril. No entanto, o próprio documento alerta que o sistema pode continuar vulnerável a formas de contorno.</p>
<p>A segunda opção prevê a aplicação de direitos aduaneiros mais elevados, de forma a tornar economicamente pouco viável a importação de bens dos colonatos. Ainda assim, Bruxelas reconhece que esta via também pode ser insuficiente, sobretudo perante práticas como rotulagem fraudulenta ou mistura de produtos fabricados nos colonatos com bens produzidos em Israel.</p>
<p>A terceira alternativa é a mais dura: uma proibição total ou parcial das importações provenientes dos colonatos considerados ilegais. Esta medida obrigaria as autoridades aduaneiras nacionais a identificar, nas fronteiras da UE, a origem dos bens e a distinguir produtos oriundos dos colonatos de produtos israelitas.</p>
<p>O documento surge num contexto de crescente pressão política dentro da União Europeia. A &#8216;Euronews&#8217; apurou que, numa reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros no Luxemburgo, em junho, pelo menos 20 Estados-membros pediram à Comissão que apresentasse opções para restringir ainda mais o comércio com os colonatos.</p>
<p>Apesar disso, não se espera uma decisão formal nos próximos dias. Os embaixadores da UE deverão fazer uma primeira avaliação à porta fechada em Bruxelas, antes da reunião dos ministros dos Negócios Estrangeiros marcada para segunda-feira. O próximo Conselho dos Assuntos Externos só deverá realizar-se em outubro, o que pode atrasar qualquer decisão concreta.</p>
<p>Um diplomata europeu citado pela &#8216;Euronews&#8217; acusou a Comissão de estar “claramente a ganhar tempo”, embora tenha admitido que também não existe consenso suficiente no Conselho. A questão jurídica é uma das principais dificuldades: se a proposta avançar com base na política comercial, poderá ser aprovada por maioria qualificada; se for enquadrada na política externa e de segurança comum, exigirá unanimidade entre os Estados-membros.</p>
<p>Os serviços jurídicos do Conselho terão indicado oralmente que a base jurídica comercial poderá ser possível, dependendo dos pormenores da proposta. A Comissão, pelo contrário, reafirma no documento a sua convicção de que será necessária uma base jurídica de política externa, o que tornaria qualquer medida muito mais difícil de aprovar.</p>
<p>Os colonatos israelitas na Cisjordânia, em Jerusalém Oriental e nos Montes Golã são considerados ilegais pelo direito internacional. O parecer consultivo de 2024 do Tribunal Internacional de Justiça reforçou essa leitura, ao declarar a ilegalidade da presença israelita nos territórios ocupados. Várias resoluções das Nações Unidas, desde o final da década de 1970, afirmam igualmente que a atividade de colonização viola o direito internacional.</p>
<p>Israel rejeita essa qualificação e defende que os colonatos não devem ser tratados como ilegais, classificando-os como estruturas temporárias. O governo israelita tem, no entanto, adotado recentemente novas medidas para reforçar o controlo sobre a Cisjordânia e Jerusalém Oriental, incluindo regras sobre propriedade, ordenamento e licenças, o que levantou novas críticas na Europa.</p>
<p>Para os países que defendem restrições mais duras, a medida não deve ser vista como uma sanção contra Israel no seu conjunto, mas como uma forma de diferenciar Israel dos territórios ocupados. Em maio, o vice-ministro francês do Comércio Externo, Nicolas Forissier, afirmou que pedir regras mais rígidas “não é uma posição agressiva”, mas uma consequência normal do direito internacional e dos direitos humanos.</p>
<p>A questão, agora, é saber se a pressão política se traduzirá numa proposta concreta. Bruxelas já colocou as opções em cima da mesa, mas a divisão entre os Estados-membros e a disputa sobre a base jurídica podem empurrar a decisão para mais tarde. Até lá, os produtos dos colonatos continuarão no centro de uma discussão que junta comércio, direito internacional e a política europeia para o Médio Oriente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787675]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Governo anuncia que 73% dos exames nacionais distribuídos estão corrigidos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/governo-anuncia-que-73-dos-exames-nacionais-distribuidos-estao-corrigidos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:13:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, disse que 73% dos exames nacionais distribuídos para classificação estão corrigidos, um "progresso significativo" entre quarta-feira e hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ministro da Presidência, António Leitão Amaro, disse que 73% dos exames nacionais distribuídos para classificação estão corrigidos, um &#8220;progresso significativo&#8221; entre quarta-feira e hoje.</p>
<p>Na conferência de imprensa do Conselho de Ministros, questionado pelos jornalistas sobre o processo, envolto em polémica, Leitão Amaro garantiu que resolver o problema é uma preocupação do Governo e que há &#8220;empenho total&#8221; no sentido de &#8220;cumprir prazos&#8221;.</p>
<p>Questionado sobre se o calendário de acesso ao ensino superior poderia ser alterado, ou se haveria compensações às famílias, Leitão Amaro afirmou que o Governo não tomou qualquer decisão sobre alterações de prazos ou de calendários.</p>
<p>&#8220;Neste momento o foco total é fazer evoluir os processos em curso, o ritmo de correção está a crescer significativamente e não chegámos ainda ao prazo legal&#8221;, disse.</p>
<p>Leitão Amaro aludiu às dificuldades em relação aos exames que não foram ainda distribuídos, por razões diversas, e disse que estão a ser reforçadas capacidades e apoios de serviços para ultrapassar as restrições.</p>
<p>O esforço, sintetizou, está concentrado em cumprir o que neste momento está definido como prazos, pelo que não há decisões sobre alterações ou compensações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787677]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Guerra do petróleo barato pode começar em Ormuz: Arábia Saudita prepara rota para contornar o Irão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 17:08:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
		<category><![CDATA[Estreito de Ormuz]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[Emirados Árabes Unidos já tinham revelado um plano para ampliar a sua capacidade de exportação fora do Estreito de Ormuz, através de novos investimentos em portos e oleodutos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A pressão do Irão sobre o Estreito de Ormuz pode estar a produzir o efeito contrário ao pretendido. Ao transformar uma das rotas energéticas mais importantes do mundo num ponto de tensão permanente, Teerão está a acelerar os planos de países do Golfo para exportarem petróleo sem dependerem dessa passagem estratégica.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, a Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos estão a reforçar infraestruturas para contornar Ormuz, com investimentos em oleodutos, portos e rotas alternativas. A intenção é reduzir o risco de interrupções provocadas por ataques, bloqueios ou ameaças militares, mas também diminuir o poder de pressão regional do Irão.</p>
<p>Os Emirados Árabes Unidos já tinham revelado um plano para ampliar a sua capacidade de exportação fora do Estreito de Ormuz, através de novos investimentos em portos e oleodutos. O objetivo passa por produzir mais de quatro milhões de barris de petróleo por dia e conseguir colocá-los no mercado sem depender da passagem controlada pela tensão com Teerão.</p>
<p>Agora, a Arábia Saudita prepara-se para ir mais longe. Riade está a estudar a expansão do oleoduto Leste-Oeste, uma infraestrutura construída no início da década de 1980 que transporta petróleo desde a zona oriental do país até ao porto de Yanbu, no Mar Vermelho. Atualmente, este oleoduto tem capacidade para movimentar até sete milhões de barris por dia.</p>
<p>A ambição saudita é transformar essa infraestrutura numa alternativa ainda mais robusta ao Estreito de Ormuz. De acordo com informações citadas pelo &#8216;El Economista&#8217;, a Arábia Saudita está a ponderar aumentar a capacidade do oleoduto em até dois milhões de barris por dia, o que permitiria ao reino e, eventualmente, a alguns países vizinhos, escoar maiores volumes de petróleo sem atravessar a rota marítima mais vulnerável do Golfo.</p>
<p>O projeto surge num momento de forte rivalidade energética. A Arábia Saudita, maior exportador mundial de petróleo, produz atualmente cerca de nove milhões de barris por dia, embora tenha capacidade para produzir 12 milhões. Com pequenos investimentos e ajustamentos, essa capacidade poderia chegar aos 13 milhões de barris diários, o que reforça a importância de garantir rotas de exportação seguras e independentes de Ormuz.</p>
<p>A expansão do oleoduto permitiria a Riade aumentar exportações pelo Mar Vermelho e, ao mesmo tempo, responder ao consumo interno, num país cuja matriz energética continua fortemente dependente do petróleo. A estratégia também surge depois de a Arábia Saudita ter anunciado um corte expressivo nos preços do crude vendido a clientes asiáticos, uma decisão interpretada como sinal de uma postura mais agressiva no mercado.</p>
<p>O oleoduto Leste-Oeste já é hoje uma peça central da segurança energética saudita. Dos sete milhões de barris por dia que pode transportar, cerca de dois milhões abastecem refinarias na costa oeste saudita e aproximadamente cinco milhões destinam-se à exportação. A eventual ampliação poderá exigir a modernização da infraestrutura existente ou mesmo a construção de um novo oleoduto.</p>
<p>As negociações envolvem também outros países do Golfo. Kuwait, Bahrain e Qatar não dispõem atualmente de alternativas relevantes ao Estreito de Ormuz, o que os deixa particularmente expostos a qualquer bloqueio ou escalada militar. O Kuwait já admitiu contactos com a Arábia Saudita e os Emirados para estudar formas de usar sistemas de oleodutos regionais para escoar petróleo kuwaitiano.</p>
<p>O Qatar enfrenta dificuldades adicionais, por depender sobretudo da exportação de gás natural liquefeito. Ainda assim, estará a analisar várias opções, incluindo uma possível ligação através da Arábia Saudita. Já os Emirados Árabes Unidos são, neste momento, o país do Golfo com maior capacidade para exportar petróleo fora de Ormuz, através da rota para Fujairah.</p>
<p>A guerra e o bloqueio parcial do Estreito de Ormuz mudaram o cálculo estratégico da região. A dependência dessa passagem, por onde circulava uma parte essencial do petróleo mundial, deixou de ser apenas uma questão logística e passou a ser vista como vulnerabilidade geopolítica. O encerramento ou instabilidade da rota obrigou produtores do Golfo a reduzir produção, pressionou os preços internacionais do petróleo e expôs a fragilidade das cadeias energéticas globais.</p>
<p>A médio prazo, esta corrida a novas infraestruturas pode enfraquecer a capacidade do Irão para usar Ormuz como instrumento de pressão. Se Arábia Saudita, Emirados, Kuwait ou Qatar conseguirem criar rotas alternativas eficazes, Teerão perderá parte da vantagem estratégica que resulta da sua proximidade ao estreito.</p>
<p>Mas o efeito poderá ir além da geopolítica. Uma vez reduzido o risco de bloqueio e aumentada a capacidade de exportação por rotas alternativas, Arábia Saudita e Emirados poderão entrar numa nova fase de competição pela produção e pelo preço do petróleo. Uma fonte do setor, citada pelo &#8216;El Economista&#8217;, admite mesmo que o pós-guerra possa abrir caminho a uma corrida para maximizar produção e baixar preços.</p>
<p>O resultado seria uma nova guerra do petróleo barato, agora alimentada não apenas pela rivalidade entre produtores, mas também pela tentativa de escapar ao controlo estratégico de Ormuz. O Irão tentou transformar o estreito numa arma. A resposta dos vizinhos pode ser tornar essa arma cada vez menos decisiva.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787669]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Habitação: Governo encurta para dois meses prazo dos despejos por rendas em atraso</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:54:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[No Conselho de Ministros de hoje, o Governo aprovou também novas regras para a transição dos contratos anteriores a 1990 para o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo quer permitir os despejos por rendas em atraso ao fim de dois meses de incumprimento do pagamento, em vez dos três meses exigidos na lei atual.</p>
<p>Em caso de incumprimento reiterado, o despejo pode ser iniciado sempre que se verifique um atraso no pagamento igual ou superior a oito dias por mais de três vezes seguidas ou interpoladas, durante um período de 12 meses, ou mais de quatro vezes em 18 meses.</p>
<p>No Conselho de Ministros de hoje, o Governo aprovou também novas regras para a transição dos contratos anteriores a 1990 para o Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU).</p>
<p>No caso dos inquilinos com menos de 65 anos, e rendimento anual inferior a 64.400 euros, a renda mantém-se por um período de 5 anos, mas se o rendimento superar aquele valor, a renda pode ser atualizada para 1/15 do Valor Patrimonial Tributário do imóvel.</p>
<p>Para os inquilinos com mais de 65 anos, o contrato não transita para o NRAU, mas se o rendimento do agregado for superior a 64.400 euros anuais, a renda será atualizada para 1/15 do Valor Patrimonial Tributário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787661]]></sapo:autor>
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		<title>Do charme do MGB GT à era dos robôs: a MG mostra como quer ser elétrica sem perder caráter</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:45:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Goodwood Festival of Speed 2026]]></category>
		<category><![CDATA[mg]]></category>
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					<description><![CDATA[MG escolheu o Goodwood Festival of Speed 2026 para revelar dois novos concept cars elétricos em estreia mundial, num momento em que a marca procura ligar mais de um século de herança desportiva às tecnologias de eletrificação, inteligência artificial e condução inteligente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A MG escolheu o Goodwood Festival of Speed 2026 para revelar dois novos concept cars elétricos em estreia mundial, num momento em que a marca procura ligar mais de um século de herança desportiva às tecnologias de eletrificação, inteligência artificial e condução inteligente.</p>
<p>Os dois protótipos, MG GO! e MG Cyber Concept, antecipam caminhos distintos para o futuro da marca. O primeiro aponta para um hatchback compacto 100% elétrico do segmento B, com lançamento previsto para 2027. O segundo apresenta uma visão mais ambiciosa de um futuro SUV elétrico de elevada performance no segmento D.</p>

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<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/MG-GO-concept-car.png'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="540" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20540&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/MG-GO-concept-car-600x540.png" data-type="string" /></a>

<p>O MG GO! é apresentado como uma interpretação moderna do espírito britânico da marca. Inspirado em modelos clássicos como o MGB GT, mas também em propostas mais jovens e expressivas como o MG Metro Turbo, o MG ZR e o MG EX4, o protótipo procura recuperar a ideia de que um automóvel compacto do dia a dia também pode ter personalidade, emoção e presença própria.</p>
<p>Desenvolvido pela equipa do MG Design Centre, em Londres, liderada por Carl Gotham, o MG GO! não pretende ser apenas um exercício de nostalgia. A marca descreve-o como um compacto contemporâneo, irreverente e emocional, pensado para se destacar num segmento cada vez mais competitivo. “Com o MG GO! quisemos criar algo compacto e contemporâneo, mas também acolhedor, expressivo e imediatamente cativante”, afirmou Carl Gotham, diretor de Design Avançado da MG em Londres.</p>
<p>O MG Cyber Concept leva a herança desportiva da marca para outro território. Concebido como antevisão de um SUV elétrico de grandes dimensões e elevada performance, inspira-se na procura histórica da MG pela velocidade, simbolizada pelo lendário EX181, e procura combinar versatilidade, funcionalidade e prazer de condução.</p>
<p>A proposta do Cyber Concept assenta na ideia de desempenho sem compromissos. O objetivo passa por criar um veículo capaz de responder à utilização urbana, às viagens longas e a percursos mais exigentes, mantendo o apelo emocional associado aos modelos desportivos. O design aposta em proporções robustas, postura afirmativa e superfícies esculpidas para transmitir movimento, energia e sofisticação.</p>
<p>Para Jozef Kabaň, vice-presidente de Design Global da MG, a aposta nestes concept cars é também uma declaração sobre o futuro da identidade automóvel. “A tecnologia e a inovação são essenciais, mas podem ser partilhadas. O caráter, esse, não”, afirmou. Segundo o responsável, o futuro do design passa por criar veículos com identidade forte, capazes de gerar curiosidade, entusiasmo e desejo.</p>
<p>A presença da MG em Goodwood não se limita aos dois protótipos. A marca vai também apresentar o Future Motion Show, um espetáculo protagonizado por robôs de última geração, pensado para demonstrar as suas competências nas áreas da inteligência artificial, condução inteligente, conectividade, sensores, câmaras e tecnologia LiDAR.</p>
<p>No festival estarão ainda em exposição seis modelos da gama eletrificada da MG, incluindo propostas híbridas plug-in, Hybrid+ e 100% elétricas. Entre os modelos presentes destacam-se o MGS9 PHEV, o primeiro SUV de grandes dimensões da marca com sete lugares, o MG4 Urban, o MG HS Plug-in Hybrid, o MG ZS Hybrid+, o MG IM5 e o MG Cyberster.</p>
<p>A marca terá também presença dinâmica na emblemática Hill Climb de Goodwood, com o MGS9 PHEV, o MGS6 EV e o MG Cyberster a participarem nas demonstrações em estrada. A subida da colina servirá como montra para mostrar que a estratégia elétrica da MG não se esgota em design e tecnologia, mas continua ligada ao desempenho.</p>
<p>Com esta ofensiva em Goodwood, a MG procura reforçar a ideia de que o seu futuro elétrico não representa uma quebra com o passado, mas uma continuação da sua identidade. A marca quer transformar a herança desportiva britânica numa linguagem nova, mais tecnológica e mais acessível, capaz de chegar a uma geração que olha para a mobilidade elétrica não apenas como eficiência, mas também como desejo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787652]]></sapo:autor>
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		<title>Presidente da Câmara de Albufeira arguido em caso de alegada discriminação racial diz que não será “calado”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:44:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Rui Cristina, presidente da Câmara Municipal de Albufeira eleito pelo Chega, confirmou que foi constituído arguido num processo relacionado com suspeitas de discriminação racial e incitamento ao ódio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="qMYqUG_convSearchResultHighlightRoot">
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<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="0" data-end="367">Rui Cristina, presidente da Câmara Municipal de Albufeira eleito pelo Chega, confirmou que foi constituído arguido num processo relacionado com suspeitas de discriminação racial e incitamento ao ódio.</p>
<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="0" data-end="367">O caso teve origem numa denúncia apresentada por Helena Palhota, deputada municipal do PSD, na sequência de declarações públicas do autarca sobre a comunidade cigana.</p>
<p data-start="369" data-end="733">O Ministério Público já tinha realizado buscas em março no âmbito desta investigação, que avançou agora com a constituição de arguido.</p>
<p data-start="369" data-end="733">Rui Cristina reagiu através de um vídeo nas redes sociais, defendendo que está a ser alvo de uma tentativa de contestação política por parte de adversários derrotados nas eleições autárquicas de outubro de 2025.</p>
<p><iframe loading="lazy" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F1551339786903677%2F&amp;show_text=true&amp;width=267&amp;t=0" width="267" height="591" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
<p data-start="735" data-end="1070">O autarca, que venceu a Câmara de Albufeira com cerca de 1.500 votos de vantagem sobre a coligação PSD/CDS-PP, afirmou que não aceitará políticas que atribuam mais habitação, apoios ou benefícios a pessoas por pertencerem a determinado grupo ou etnia. Rui Cristina disse ainda que não será silenciado e que foi eleito para “pôr ordem”.</p>
<p data-start="1072" data-end="1370" data-is-last-node="" data-is-only-node="">Recorde-se que este não é o único processo envolvendo o presidente da Câmara de Albufeira, uma vez que o Ministério Público já tinha aberto outro inquérito relacionado com nomeações na autarquia, incluindo suspeitas sobre contratações da irmã do autarca e de vários candidatos do Chega.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787638]]></sapo:autor>
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		<title>De ciberataques à destruição de satélites: China propôs à Rússia formas de neutralizar a Starlink de Musk</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
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					<description><![CDATA[Opções iam de pressão jurídica e diplomática até medidas mais agressivas, como interferência eletromagnética, ciberataques e o desenvolvimento de armas de baixo custo para destruir satélites da rede]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China e a Rússia discutiram formas de contrariar a rede de satélites Starlink, de Elon Musk, e o desenvolvimento conjunto de um novo sistema integrado de defesa aérea e antimíssil, segundo uma investigação conjunta do &#8216;The Insider&#8217;, &#8216;Der Spiegel&#8217; e &#8216;Le Monde&#8217;, baseada em documentos sobre a cooperação militar entre Pequim e Moscovo.</p>
<p>De acordo com a investigação, num fórum de cooperação técnico-militar realizado em Guangzhou, em novembro de 2023, responsáveis chineses apresentaram aos parceiros russos várias formas de limitar ou neutralizar a Starlink. As opções iam de pressão jurídica e diplomática até medidas mais agressivas, como interferência eletromagnética, ciberataques e o desenvolvimento de armas de baixo custo para destruir satélites da rede.</p>
<p>As propostas incluíam a ocupação de bandas de frequência e posições orbitais necessárias à expansão da Starlink, a criação conjunta de interferências eletromagnéticas e ataques informáticos através de terminais civis usados pelos clientes da rede. A investigação aponta ainda para a discussão de sistemas capazes de atingir fisicamente satélites em órbita.</p>
<p>Meses antes desse fórum, em junho de 2023, uma delegação militar chinesa viajou para Moscovo para negociações secretas com a Almaz-Antey, uma das principais fabricantes russas de sistemas de defesa aérea. Segundo o &#8216;The Insider&#8217;, os representantes chineses regressaram à China com um contrato de fornecimento de armamento.</p>
<p>O protocolo de trabalho assinado nessas negociações, obtido pelo &#8216;The Insider&#8217; e alegadamente verificado através de dados de voo dos participantes, indica que a parceria militar entre China e Rússia já ultrapassou a retórica política e passou para uma cooperação estruturada no desenvolvimento de armas em várias áreas.</p>
<p>Entre os projetos discutidos está um sistema integrado de defesa aérea e antimíssil de nova geração, concebido para intercetar mísseis balísticos, ogivas manobráveis e mísseis hipersónicos na fase terminal do voo. Não é claro, porém, até que ponto o desenvolvimento desse sistema já avançou.</p>
<p>A cooperação terá continuado num novo fórum sino-russo, realizado em Ecaterimburgo, em dezembro de 2024. Nessa reunião, investigadores militares chineses propuseram a partilha de dados sobre ataques russos com drones na Ucrânia. O objetivo seria aproveitar a experiência operacional de Moscovo num domínio em que Pequim tem capacidade industrial, mas pouca experiência real de combate.</p>
<p>Segundo a investigação, a China dispõe de cerca de 160 tipos de munições vagueantes, mas não acumulou experiência de guerra comparável à da Rússia. A proposta chinesa passaria por uma troca formal: Moscovo partilharia conhecimento adquirido no campo de batalha, enquanto Pequim contribuiria com tecnologias de inteligência artificial e capacidade de produção em massa para desenvolver uma nova geração de munições autónomas em enxame.</p>
<p>A cooperação também teria uma dimensão económica e logística. A China propôs a troca de fornecimentos em contexto de sanções: Pequim forneceria microchips e componentes eletrónicos, enquanto Moscovo disponibilizaria matérias-primas e peças a que a China tem acesso limitado devido às restrições internacionais.</p>
<p>A Starlink tornou-se um elemento central da guerra na Ucrânia. Embora o serviço não esteja oficialmente disponível na Rússia, o exército russo tem usado terminais obtidos ilegalmente através de países terceiros para apoiar operações, incluindo ataques com drones. Ao mesmo tempo, do lado ucraniano, a rede é usada para comunicações no campo de batalha, coordenação de evacuações médicas, mira de artilharia e controlo de drones em tempo real.</p>
<p>A tentativa de neutralizar a Starlink não é apenas uma questão tecnológica. É também uma disputa estratégica sobre comunicações, drones, satélites e guerra eletrónica. Para a Ucrânia, a rede tem sido uma infraestrutura crítica de sobrevivência militar. Para a Rússia e a China, tornou-se um exemplo do poder que sistemas espaciais privados podem exercer em conflitos modernos.</p>
<p>A revelação destes documentos aponta para uma cooperação cada vez mais profunda entre Pequim e Moscovo no campo militar. A Rússia leva para a mesa a experiência de combate adquirida na Ucrânia; a China oferece indústria, eletrónica, inteligência artificial e escala. O resultado poderá ser uma parceria mais preparada para guerras em que satélites, drones e sistemas autónomos serão tão importantes como tanques, aviões ou artilharia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787646]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Seguradoras conscientes de que estão sob observação do país, garante ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Economia disse hoje, no parlamento, que as companhias de seguros têm consciência do quanto estão sob a observação das pessoas e do país, na sequência das tempestades, e disse acreditar que estas estão empenhadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Economia disse hoje, no parlamento, que as companhias de seguros têm consciência do quanto estão sob a observação das pessoas e do país, na sequência das tempestades, e disse acreditar que estas estão empenhadas. </P><br />
<P>&#8220;Acho que as companhias têm consciência do quanto estão sob a observação das pessoas e do país. A noção que tenho é que estão empenhadas em resolver o assunto&#8221;, afirmou o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, na comissão parlamentar eventual que acompanha o PTRR &#8211; Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência. </P><br />
<P>O ministro disse que as seguradoras, logo após o mau tempo, comprometeram-se a deslocar-se à região de Leiria para ajudar as pessoas e &#8220;é visível que o fizeram&#8221; porque receberam milhares de participações por dia. </P><br />
<P>No entanto, o governante disse que as pessoas queixam-se de que estas estão a demorar demasiado tempo a pagar. </P><br />
<P>Castro Almeida, que disse manter-se em contacto com as seguradoras, referiu que estas estão a procurar avançar com adiantamentos, uma vez que precisam de cumprir um conjunto &#8220;de formalidades, que não são ultrapassáveis&#8221;, até chegar ao valor final. </P><br />
<P>O titular da pasta da Economia, que está também encarregue da coordenação do PTRR, disse ainda que nas candidaturas aos apoios lançados pelo Governo foram identificados vários casos de fraude e que o mesmo deve acontecer com as seguradoras. </P><br />
<P>&#8220;Não quero estar a desculpabilizá-las, mas também é preciso compreender que esta é uma situação anormal de sobrecarga de trabalho&#8221;, apontou.</P><br />
<P>O PTRR é um programa de investimentos, no valor de 22.600 milhões de euros, com a duração de nove anos. </P><br />
<P>Este programa foi criado para responder às inundações e tempestades, ocorridas no início de 2026, e para aumentar a resiliência das infraestruturas em todo o território nacional para prevenir eventos futuros.</P><br />
<P></P><br />
<P>PE/FAC // JNM </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787615]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Chega insiste em debate de urgência sobre exames e propõe dia 17</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
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					<description><![CDATA[ O anúncio foi feito pelo líder do Chega, André Ventura, numa conferência de imprensa na qual anunciou também que o partido quer ouvir no parlamento a ministra do Ambiente e também a presidente da Câmara de Almada e do SMAS na sequência das falhas de abastecimento de água naquele concelho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega vai insistir na realização de um debate de urgência sobre os exames nacionais e propôs o dia 17 de julho, depois de o primeiro pedido, para dia 15, ter sido indeferido pelo presidente do Parlamento.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo líder do Chega, André Ventura, numa conferência de imprensa na qual anunciou também que o partido quer ouvir no parlamento a ministra do Ambiente e também a presidente da Câmara de Almada e do SMAS na sequência das falhas de abastecimento de água naquele concelho.</p>
<p>Sobre os exames nacionais, o presidente do Chega disse que o partido &#8220;não aceita esta não realização do debate de urgência, porque ele é mesmo urgente, e reintroduziu esse pedido para ser realizado no dia seguinte ao debate do Estado da Nação&#8221;, ou seja, no dia 17 de julho, na próxima semana.</p>
<p>André Ventura disse querer ouvir o ministro da Educação no Parlamento sobre &#8220;as falhas na correção dos exames e o caos em que o Governo está a colocar famílias, alunos, professores, por causa da sua teimosia&#8221;.</p>
<p>O deputado voltou também a apontar &#8220;suspeitas sobre a empresa de gestão da plataforma dos exames nacionais&#8221;.</p>
<p>Ventura disse que o partido vai pedir ao Governo que &#8220;esclareça que empresa é esta ou que empresas são estas, que ligações têm ao PSD e às estruturas do PSD, e que responsabilidade é que vão assumir pelo caos que estão a criar nesta situação dos exames nacionais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Aquilo que tem vindo a público nos últimos dias, nas últimas horas, mostra que há razões para não estarmos tranquilos em relação à adjudicação destes contratos, à forma como ocorreram e às ligações que têm. E, de facto, começa a ficar curto o caminho do ministro da Educação para conseguir resolver o problema e dar alguma explicação sobre isso&#8221;, criticou.</p>
<p>No que toca à situação da falta de água em Almada, o presidente do Chega acusou o PS e o PSD de &#8220;passa culpas&#8221; e considerou que &#8220;este é um problema de responsabilidade da presidente da câmara, mas também do Governo&#8221;.</p>
<p>André Ventura defendeu que a mobilização de meios nacionais para ajudar a colmatar a situação e deu como exemplo o envolvimento das Forças Armadas ou a captação de água de outras zonas.</p>
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		<title>Sonae SGPS sobe 2,65% e lidera ganhos na bolsa de Lisboa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:21:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,43% para 9.123,98 pontos, acompanhando a tendência da generalidade das praças europeias, numa sessão em que a Sonae SGPS liderou os ganhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,43% para 9.123,98 pontos, acompanhando a tendência da generalidade das praças europeias, numa sessão em que a Sonae SGPS liderou os ganhos. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, oito fecharam no &#8216;verde&#8217; e as restantes oito no &#8216;vermelho&#8217;. </P><br />
<P>Nas restantes principais praças europeias, o espanhol IBEX-35 somou 1,14%, o francês CAC-40 avançou 0,90% e o alemão DAX valorizou 0,89%. Já o britânico FTSE 100 perdeu 0,16%. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787626]]></sapo:autor>
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		<title>Por dentro da reunião tensa na Sala Oval em que Trump decidiu que o acordo com o Irão “acabou”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:18:58 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[Pouco antes de partir para uma cimeira da NATO na Turquia, Trump reuniu-se na Ala Oeste com o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário da Defesa, Pete Hegseth]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump decidiu que o cessar-fogo com o Irão estava terminado depois de uma reunião na Sala Oval, na passada segunda-feira, em que foi informado de novos ataques iranianos contra navios no Estreito de Ormuz. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, que cita uma nova reportagem do &#8216;The Wall Street Journal&#8217;, o presidente dos Estados Unidos concluiu que Teerão não estava a negociar de boa-fé para alcançar um acordo final que pusesse fim à guerra.</p>
<p>Pouco antes de partir para uma cimeira da NATO na Turquia, Trump reuniu-se na Ala Oeste com o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário da Defesa, Pete Hegseth. Os dois responsáveis informaram-no de que o Irão tinha disparado contra três navios que atravessavam o Estreito de Ormuz num intervalo de poucas horas.</p>
<p>O presidente perguntou aos seus principais conselheiros se Teerão estava realmente empenhado em negociar uma solução definitiva. Depois da discussão, a resposta foi negativa. A partir daí, a reação americana foi rápida: Trump ordenou uma nova vaga de ataques contra o Irão ao longo dos dois dias seguintes, repôs sanções sobre as vendas de petróleo iraniano e ameaçou restabelecer um bloqueio dos EUA no estreito.</p>
<p>Na quarta-feira, o próprio Trump eliminou qualquer ambiguidade sobre o estado do cessar-fogo. “Para mim, acho que acabou”, afirmou, acrescentando que lidar com os iranianos era “uma perda de tempo”. A declaração marcou uma rutura clara com o discurso de junho, quando o presidente tinha apresentado como avanço histórico um memorando de entendimento assinado com Teerão.</p>
<p>Esse acordo, assinado em Versalhes a 17 de junho, previa 14 pontos, incluindo o fim imediato das hostilidades, a reabertura do Estreito de Ormuz e a negociação de um acordo final no prazo de 60 dias. Depois dos novos ataques, essa possibilidade parece agora mais distante, num conflito que já era visto de forma desfavorável por grande parte da opinião pública americana.</p>
<p>Um responsável dos EUA, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;, atribuiu a responsabilidade da nova escalada ao Irão. Segundo esse responsável, a primeira preferência de Trump continua a ser “a paz e a diplomacia”, mas Teerão escolheu “o caminho da violência” e está agora a sofrer as consequências. A mesma fonte garantiu que os Estados Unidos não ficarão parados perante atos de “terrorismo internacional” e que Trump nunca permitirá que o Irão tenha uma arma nuclear.</p>
<p>A tensão atingiu novo pico no fim de semana no Estreito de Ormuz, uma rota essencial para o comércio internacional e por onde, antes do conflito, passava cerca de 20% do petróleo mundial. O tráfego já tinha sido fortemente reduzido durante a guerra, contribuindo para a subida dos preços dos combustíveis a nível global.</p>
<p>De acordo com a reportagem citada pelo &#8216;The Independent&#8217;, três navios comerciais aproximavam-se da rota sul do estreito no domingo quando receberam um aviso por rádio vindo do Irão. A mensagem indicava que a rota “não era segura” e que mísseis e drones estavam prontos a disparar. Pouco depois, forças iranianas lançaram projéteis contra embarcações, incluindo um petroleiro que ficou em chamas e obrigou a tripulação a abandonar o navio.</p>
<p>A administração americana afirma que os ataques de terça e quarta-feira tiveram como objetivo impor custos pesados ao Irão por atingir tripulações civis em águas internacionais. O Comando Central dos EUA justificou a operação como resposta direta aos ataques contra navegação comercial.</p>
<p>O vice-presidente JD Vance resumiu a nova posição da Casa Branca durante um discurso no Wisconsin. “O acordo é muito simples: se dispararem contra navios, vamos rebentá-los”, afirmou. Paralelamente, Washington revogou uma licença de 60 dias emitida pelo Tesouro no mês anterior, que tinha suspendido sanções sobre o petróleo iraniano no quadro dos esforços para terminar a guerra.</p>
<p>Trump também admitiu repor o bloqueio naval no Estreito de Ormuz. “Talvez o coloquemos de volta”, disse na quarta-feira. Segundo a imprensa americana, navios da Marinha dos EUA estão posicionados e prontos para avançar caso o presidente decida restabelecer a medida.</p>
<p>A nova escalada provocou críticas imediatas dos democratas, que já vinham a contestar a guerra desde o início. Hakeem Jeffries, líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes, escreveu nas redes sociais que o “suposto cessar-fogo no Médio Oriente colapsou outra vez” e classificou a guerra de Trump no Irão como “um desastre”.</p>
<p>O desgaste público também pesa sobre a Casa Branca. Uma sondagem da &#8216;CBS News&#8217; divulgada no mês passado indicava que 78% dos inquiridos queriam o fim da guerra, enquanto 69% consideravam que o conflito não tinha valido o custo. Agora, com o cessar-fogo praticamente desfeito e o Estreito de Ormuz novamente no centro da crise, a guerra ameaça prolongar-se — e arrastar consigo os preços da energia, a segurança marítima e a estabilidade regional.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787631]]></sapo:autor>
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		<title>Falta de água em Almada: Governo aponta “duas a três semanas” para situação ficar reposta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:09:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Governante explicou que a prioridade imediata passa por estabilizar o sistema, reduzir consumos não essenciais e aumentar as fontes de água disponíveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A situação de abastecimento de água em Almada só deverá ficar totalmente reposta dentro de “duas a três semanas”, admitiu esta quinta-feira Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente, depois de uma reunião com a Câmara Municipal de Almada, a Agência Portuguesa do Ambiente e outras entidades envolvidas na resposta ao problema.</p>
<p>A governante explicou que a prioridade imediata passa por estabilizar o sistema, reduzir consumos não essenciais e aumentar as fontes de água disponíveis. Um primeiro furo já identificado pela autarquia deverá entrar em funcionamento até ao fim de semana e permitirá aumentar em cerca de 20% a capacidade de abastecimento.</p>
<p>Segundo Maria da Graça Carvalho, está também identificado um segundo furo, de maior dimensão, que poderá garantir as quantidades de água necessárias para repor os níveis normais de abastecimento, desde que a população continue a poupar. “A água é um bem escasso”, sublinhou a ministra, defendendo que todos devem ter consciência da necessidade de reduzir consumos.</p>
<p>O segundo furo encontra-se ainda em processo de licenciamento, mas a ministra garantiu que a Agência Portuguesa do Ambiente vai acelerar o procedimento. Depois dessa autorização, a construção deverá avançar rapidamente, num prazo estimado entre duas e três semanas, permitindo restabelecer os pontos de água necessários.</p>
<p>Maria da Graça Carvalho adiantou ainda que o Governo fará tudo para que os licenciamentos avancem de imediato. A intervenção nos furos essenciais terá, segundo a ministra, um custo relativamente baixo tendo em conta o impacto do problema, estimado entre 15 mil e 20 mil euros.</p>
<p>A presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, destacou a importância da reunião com o Governo e com a APA para dar conta da dimensão do problema e das medidas já em curso. A autarca sublinhou que o concelho está perante um aumento “muito substancial e imprevisível” do consumo de água.</p>
<p>De acordo com Inês de Medeiros, o sistema de vigilância municipal indica que a maior parte desse aumento não se deve a ruturas. A autarca afirmou que a câmara tem feito um esforço significativo para reduzir perdas na rede e que estas se situam atualmente em cerca de 35%, apesar do forte crescimento do consumo.</p>
<p>A presidente da autarquia apontou vários fatores que podem explicar a pressão sobre o sistema, incluindo o aumento da população e a maior presença de pessoas na Costa da Caparica durante o verão. O pico habitual de consumo em Almada ocorre na segunda quinzena de julho, mas este ano começou logo em maio, agravando a pressão sobre o abastecimento.</p>
<p>Inês de Medeiros destacou ainda que as zonas mais críticas e com população mais vulnerável reduziram o consumo de água. Neste momento, os maiores consumos concentram-se nas áreas mais utilizadas durante o verão, como a Costa da Caparica, Charneca da Caparica e Sobreda, zonas onde se tem registado também mais construção. A autarca admitiu que este crescimento poderá estar relacionado com a flexibilização das regras de licenciamento urbanístico.</p>
<p>Questionada sobre se a situação era previsível, a presidente da Câmara de Almada afirmou que a autarquia está a trabalhar no problema desde maio e sublinhou que nenhuma zona do concelho ficou sem água durante mais de 24 horas.</p>
<p>Inês de Medeiros admitiu ainda que há suspeitas de água a sair do sistema sem ser cobrada, incluindo possíveis “puxadas ilegais”, situação que a autarquia quer averiguar. A presidente da câmara sublinhou, porém, que as zonas afetadas este ano não coincidem necessariamente com as áreas onde se registaram problemas de abastecimento no ano passado.</p>
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		<item>
		<title>Álvaro Santos Pereira teve mais-valias de 3.361 euros com ações que depois doou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:09:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O governador do Banco de Portugal já tinha indicado que as mais-valias foram doadas a uma instituição, adiantando que o valor foi de 3.361 euros, que foram doadas à Make a Wish.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="container px-0">
<div class="mx-3 mx-md-5 article-main-title"></div>
</div>
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<div class="hidden-content relative">
<div id="inRead1">O governador do Banco de Portugal (BdP), Álvaro Santos Pereira, disse hoje que teve mais-valias de 3.361 euros com a venda de ações, montante que doou à fundação Make a Wish.</div>
<div class="mx-3 mx-md-5 article-text margin-top-30">
<div class="article-body readthis-1752356">
<p>Numa audição no parlamento, após um requerimento apresentado pelo Chega sobre a compra de ações de empresas quando já estava à frente da instituição, Santos Pereira salientou que todos os passos na comunicação destas aquisições foram &#8220;proativos&#8221; pelo próprio, porque queria transparência.</p>
<p>O governador salientou também que as regras do Banco Central Europeu (BCE) &#8220;permitem que os governadores tenham títulos de empresas não financeiras, mas não que os adquire&#8221;.</p>
<p>Tal como já tinha sinalizado, as mais-valias foram doadas a uma instituição, adiantando que o valor foi de 3.361 euros, que foram doadas à Make a Wish.</p>
<p>Nesta audição, o deputado do PS Carlos Pereira acusou o governador de &#8220;falhas graves do ponto de vista ético&#8221; e também institucionais, dizendo que considera &#8220;bastante estranho que alguém que aceita ser governador não tenha noção de que este tipo de atitude não pode tomar porque põe em causa transparência das instituições&#8221;.</p>
<p>Criticou ainda o `timing` da compra de ações, apontando que no mesmo dia em que participou em reunião do BCE &#8220;vai adquirir ações da Galp e passado uns tempos da Jerónimo Martins&#8221;, empresas que têm &#8220;exposição a temas da inflação e da energia&#8221;, que terão sido discutidos na reunião.</p>
<p>Já o deputado da Iniciativa Liberal Mário Amorim Lopes salientou que este incidente foi uma &#8220;imprevidência que poderia ter sido evitada se tivesse sido acautelado antes&#8221;, apontando que o governador poderia ter consultado o BCE antes de comprar ações.</p>
<p>O Chega questionou o governador sobre se teve alguma informação privilegiada sobre esses ativos, o que recusou.</p>
<p>O pedido para a COFAP ouvir Santos Pereira partiu do Chega, na sequência de uma notícia do jornal Público de 27 de abril que revelou que o atual líder do BdP comprou ações de empresas quando já era governador.</p>
<p>Líder do BdP desde 06 de outubro de 2025, Santos Pereira comprou títulos da Jerónimo Martins, da Galp Energia, da Nestlé e da Navigator entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, e foi obrigado pelo Banco Central Europeu (BCE) a desfazer-se dessas ações entretanto.</p>
<p>Na declaração de interesses entregue junto do BCE em 12 de janeiro, o governador português indicou ter adquirido ações das duas empresas portuguesas (Jerónimo Martins e Galp Energia) em dezembro de 2025, comprando títulos do grupo dono do Pingo Doce em 29 de dezembro e da petrolífera nos dias 17 e 29 do mesmo mês.</p>
<p>Dois dias depois de o jornal Público noticiar estas operações, o governador revelou, em comunicado, que, em janeiro de 2026, também adquiriu ações da Nestlé e da The Navigator Company, e que fez reforços em ações da Galp Energia e da Jerónimo Martins.</p>
<p>O código de conduta dos responsáveis de bancos centrais da zona euro, como é o caso do português, não proíbe mas limita a aquisição de ações de empresas privadas, motivo pelo qual o BCE analisou o assunto, obrigando Santos Pereira a desfazer-se dos títulos.</p>
<p>Num esclarecimento publicado no site do BdP em 29 de abril, Santos Pereira refere que foi o próprio quem &#8220;comunicou, atempadamente, ao BCE estas transações com ativos financeiros, todas relacionadas com entidades não sujeitas à supervisão do Banco de Portugal, no quadro do exercício anual de declaração de interesses realizada no início de 2026&#8221;.</p>
<p>Santos Pereira acrescenta que comunicou &#8220;todos os detalhes relativos ao seu património à Entidade para a Transparência&#8221; em 15 de janeiro e que, em 01 de abril, &#8220;o comité de ética do BCE transmitiu ao governador que a aquisição de ações, mesmo de empresas não financeiras, não era possível&#8221; e que teria de as alienar até 30 de junho de 2026.</p>
<p>Santos Pereira concluiu &#8220;esse processo de regularização&#8221; e &#8220;decidiu, ainda, doar as mais-valias resultantes da venda destas ações a uma instituição de responsabilidade social, refere-se no esclarecimento.</p>
</div>
</div>
<div>
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</div>
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</div>
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		<item>
		<title>IMI cobrado aos senhorios com rendas antigas vai ser devolvido, garante Fisco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:45:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[rendas]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Tributária (AT) admitiu hoje "algumas anomalias" ao cobrar indevidamente IMI relativo a 2025 aos senhorios com rendas anteriores a 1990, comprometendo-se a reembolsar ou descontar nas prestações seguintes os valores do imposto entretanto pagos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Tributária (AT) admitiu hoje &#8220;algumas anomalias&#8221; ao cobrar indevidamente IMI relativo a 2025 aos senhorios com rendas anteriores a 1990, comprometendo-se a reembolsar ou descontar nas prestações seguintes os valores do imposto entretanto pagos. </P><br />
<P>&#8220;A AT procederá à emissão do correspondente reembolso, caso o imposto tenha sido pago em prestação única ou pela totalidade. Nos restantes casos, a diferença do imposto será refletida nas prestações seguintes&#8221;, informou a AT em resposta a um pedido de esclarecimento da Lusa. </P><br />
<P>O artigo 46-A do Estatuto dos Benefícios Fiscais, na nova redação que entrou em vigor em 01 de janeiro de 2024, determina que os arrendamentos para habitação celebrados antes do Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), vulgo rendas &#8220;antigas&#8221; ou &#8220;congeladas&#8221;, estão isentos de IRS e de IMI &#8220;pelo período de duração dos respetivos contratos&#8221;. </P><br />
<P> No caso do IMI, muitos senhorios que pediram a isenção em 2024, e que dela beneficiaram, foram este ano confrontados com a cobrança do imposto relativo a 2025, apesar de os contratos de arrendamento continuarem em vigor. </P><br />
<P>Face às reclamações, houve casos em que a AT corrigiu as liquidações do IMI, e outros em que solicitou aos senhorios a apresentação de um novo pedido de isenção do IMI relativo a 2025, apesar de a lei nada referir sobre a obrigatoriedade de o pedido ter de ser renovado todos os anos. </P><br />
<P>Na ausência de indicações da AT sobre como deveriam proceder, alguns senhorios terão optado por pagar o valor do imposto cobrado dentro do prazo legal, até 31 de maio último. </P><br />
<P>Na resposta enviada à Lusa, a AT garante que &#8220;quem apresentou o pedido de isenção em 2024, não precisa de o voltar a apresentar nos anos seguintes, uma vez que o benefício se mantém, enquanto se mantiverem vigentes as condições do contrato&#8221;.</P><br />
<P>A nota de liquidação do IMI, que é enviada aos proprietários em abril, é referente ao imposto sobre imóveis do ano anterior. Dependendo do montante, o imposto pode ser pago de uma única vez, ou em até três prestações, em maio, agosto e novembro. </P></p>
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		<title>BdP decide nova solução em Entrecampos que custará menos 35 a 40 M€, garante governador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:44:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) vai adquirir apenas um edifício em Entrecampos e não dois como estava previsto, alteração que custará menos 35 milhões a 40 milhões de euros em relação à solução anterior, anunciou hoje o governador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) vai adquirir apenas um edifício em Entrecampos e não dois como estava previsto, alteração que custará menos 35 milhões a 40 milhões de euros em relação à solução anterior, anunciou hoje o governador.</P><br />
<P>&#8220;Existe outra solução dentro do complexo de Entrecampos mais adequada&#8221;, anunciou hoje Álvaro Santos Pereira, numa audição no parlamento, que consiste no edifício principal junto aos dois edifícios do projeto inicialmente contratado. </P><br />
<P>Esta nova solução deverá permitir poupar 35 a 40 milhões de euros em comparação com a opção inicialmente acordada com o promotor do empreendimento, indicou.</P><br />
<P>O governador adiantou também que este edifício será complementado com um novo auditório para 400 pessoas, um espaço que será &#8220;aberto a iniciativas e eventos da comunidade&#8221;.</P><br />
<P>Santos Pereira defendeu que esta decisão representa &#8220;uma gestão prudente e sã de recursos do banco central, sempre com mesmo objetivo de cumprir a missão de serviço público&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787601]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura diz que Chega continuará a ter 60 deputados e &#8220;a ser líder da oposição&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ Na quarta-feira, o deputado do Chega José Dias Fernandes informou o Parlamento que queria passar à condição de não inscrito, desvinculando-se da bancada do partido, mas acabou por recuar algumas horas depois]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Chega evitou hoje comentar o caso do deputado que quis desvincular-se mas recuou, dizendo apenas que a bancada se mantém e o partido vai continuar &#8220;a ser líder da oposição&#8221;.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, André Ventura foi questionado sobre o deputado José Dias Fernandes que, na quarta-feira, informou o parlamento que queria passar à condição de não inscrito, desvinculando-se da bancada do partido, mas acabou por recuar algumas horas depois.</p>
<p>&#8220;O que eu quero dizer é que o Chega tinha 60 deputados, continua a ter 60 deputados. Como devem imaginar, eu não me pronuncio sobre a vida interna parlamentar do Chega&#8221;, afirmou.</p>
<p>André Ventura disse também que &#8220;o Chega continuará com os seus 60 deputados, para a tristeza de muitos partidos, como o Partido Socialista, e continuará mesmo a ser o líder da oposição em Portugal&#8221;.</p>
<p>Na quarta-feira, o deputado do Chega José Dias Fernandes informou o Parlamento que queria passar à condição de não inscrito, desvinculando-se da bancada do partido, mas acabou por recuar algumas horas depois.</p>
<p>De acordo com o jornal &#8216;online&#8217; Observador, o deputado mudou de ideias depois de se ter reunido com o líder do partido.</p>
<p>Segundo confirmou à Lusa fonte parlamentar, ao início da tarde o gabinete de José Pedro Aguiar-Branco recebeu um email de José Dias Fernandes a pedir para passar a deputado não inscrito. Porém, ao fim da tarde, foi recebida outra comunicação do deputado, esta a solicitar que fosse desconsiderado o anterior pedido que formulara ao início da tarde.</p>
<p>Pouco depois da publicação das notícias que davam conta que José Dias Fernandes iria abandonar a bancada do partido, fonte oficial desta força política disse à Lusa que o eleito &#8220;continuará a ser deputado do Chega&#8221;. A mesma fonte confirmou depois o recuo do deputado.</p>
<p>A Lusa tentou contactar o deputado várias vezes, mas José Dias Fernandes não respondeu nem atendeu o telemóvel.</p>
<p>Nas últimas eleições legislativas, o Chega conseguiu eleger 60 deputados, mais dois do que o PS, apesar de ter tido menos votos.</p>
<p>Se José Dias Fernandes saísse, a bancada do Chega ficaria com 59 eleitos e se perdesse depois mais um deputado o partido corria o risco de poder deixar de ser a segunda principal força política.</p>
<p>Na anterior legislatura, o Chega já tinha tido uma dissidência do grupo parlamentar, quando Miguel Arruda passou a não inscrito depois de notícias que deram conta que o ex-deputado era suspeito de furtar malas em aeroportos nas viagens entre os Açores e Lisboa.</p>
<p>José Dias Fernandes foi eleito pela primeira deputado do Chega na lista pelo círculo da Europa nas legislativas de 2024 e reeleito novamente nas últimas eleições para a Assembleia da República, no ano passado. Das duas vezes encabeçou a lista de candidatos por aquele círculo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787602]]></sapo:autor>
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		<title>Robôs na saúde, na comida e nas fábricas: Japão prepara plano para automatizar o país por falta de mão de obra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[robôs]]></category>
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					<description><![CDATA[Plano foi apresentado por Ryosei Akazawa, ministro da Economia, Comércio e Indústria, e recebeu o nome de Noetra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Japão quer acelerar a chegada dos robôs ao quotidiano e preparar uma nova vaga de automação apoiada em inteligência artificial. O governo japonês anunciou uma estratégia nacional para introduzir cerca de 10 milhões de robôs no país até 2040, numa tentativa de responder à escassez de mão de obra provocada pelo envelhecimento da população e por políticas de imigração restritivas.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, o plano foi apresentado por Ryosei Akazawa, ministro da Economia, Comércio e Indústria, e recebeu o nome de Noetra. A ambição passa por levar robôs a 18 setores de atividade, com prioridade para áreas como a produção alimentar e a saúde, onde a pressão sobre os serviços e a falta de trabalhadores já se fazem sentir com intensidade.</p>
<p>Para concretizar a estratégia, o Japão pretende criar um centro de excelência em robótica baseada em inteligência artificial. A estrutura deverá apoiar empresas na adoção de robôs em larga escala, promover investigação e desenvolver programas de formação profissional para preparar trabalhadores e organizações para a integração destas tecnologias.</p>
<p>O plano assenta no Noetra, um modelo nacional de desenvolvimento multimodal criado no âmbito de um projeto do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Industrial Avançada. A iniciativa está centrada na chamada IA física, ou seja, sistemas capazes de aplicar inteligência artificial a tarefas concretas no mundo real, desde movimentos mecânicos a operações industriais, assistência a pessoas ou resposta a emergências.</p>
<p>Uma das peças centrais da estratégia será a criação de uma grande infraestrutura de dados para robótica e IA física. O Governo japonês quer reunir informação acumulada por empresas e setores ao longo de décadas, desde cuidados a idosos e operação de máquinas até processos de produção e resposta a desastres naturais.</p>
<p>A estratégia deverá contar com o envolvimento de grandes empresas japonesas, incluindo Sony, Honda, SoftBank e NEC. Outras companhias, como Fujitsu e Rakuten, também poderão vir a participar. Para as autoridades japonesas, a experiência industrial do país e a quantidade de dados acumulados pelas empresas podem tornar-se uma vantagem competitiva decisiva.</p>
<p>“Aproveitar os dados acumulados será a estratégia vencedora do Japão”, afirmou Ryosei Akazawa, citado pelo &#8216;El Economista&#8217;. A ideia é transformar esse conhecimento operacional em sistemas robóticos mais capazes, treinados para responder a necessidades reais em setores onde a contratação de trabalhadores é cada vez mais difícil.</p>
<p>O envelhecimento da população japonesa é o pano de fundo de todo o plano. Com menos pessoas em idade ativa e dificuldades em preencher vagas através dos métodos tradicionais de recrutamento, o governo vê a automação como uma resposta prática para manter serviços, produção e cadeias de abastecimento a funcionar.</p>
<p>A aposta nos robôs não significa apenas substituir tarefas repetitivas em fábricas. O objetivo é alargar a robótica a áreas críticas da vida económica e social, incluindo cuidados de saúde, assistência a idosos, produção alimentar e operações em ambientes de risco. A inteligência artificial deverá permitir que estes sistemas sejam mais autónomos, adaptáveis e úteis em contextos onde hoje ainda dependem de supervisão humana constante.</p>
<p>O Japão quer, assim, antecipar uma transformação que muitos países ainda encaram como distante. A diferença é que, para Tóquio, a robotização deixou de ser apenas uma promessa tecnológica: passou a ser uma resposta estratégica a um problema demográfico que já está a condicionar o crescimento económico, os serviços públicos e o funcionamento das empresas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787585]]></sapo:autor>
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		<title>Ucrânia: Junho foi o mês com mais vítimas civis desde início da guerra, avisa ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:59:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Pelo menos 265 pessoas foram mortas e 1.816 ficaram feridas, de acordo com os números preliminares de junho, apresentados pelo Gabinete do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados preliminares da ONU mostraram hoje um aumento do número de vítimas civis, em junho, na Ucrânia, depois de maio ter sido o mês mais violento para a população civil desde o início da guerra.</p>
<p>Pelo menos 265 pessoas foram mortas e 1.816 ficaram feridas, de acordo com os números preliminares de junho, apresentados pelo Gabinete do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH).</p>
<p>Anteriormente, o ACNUDH tinha indicado que o número de civis mortos e feridos em solo ucraniano foi superior em maio do que em qualquer outro mês desde o início do conflito.</p>
<p>&#8220;Esta tendência preocupante parece manter-se em julho&#8221;, advertiu a subsecretária-geral da ONU para Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz, Rosemary DiCarlo, numa reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a Ucrânia.</p>
<p>Desde o início da invasão em grande escala da Ucrânia pela Federação Russa, em fevereiro de 2022, o ACNUDH verificou que pelo menos 16.402 civis, incluindo 802 crianças, foram mortos na Ucrânia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787574]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola avança no Congo mais depressa do que a resposta: há 600 mortos e profissionais em greve</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[RD Congo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[Mais recente relatório do Governo congolês identifica novos casos suspeitos em regiões anteriormente poupadas, incluindo Kisangani, na província de Tshopo, no centro-norte do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O surto de Ébola no Congo está a espalhar-se para novas zonas do país e já provocou 600 mortes, numa altura em que a resposta sanitária enfrenta centros de tratamento quase lotados, dificuldades logísticas, insegurança e greves de profissionais de saúde por atrasos salariais.</p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, o mais recente relatório do Governo congolês identifica novos casos suspeitos em regiões anteriormente poupadas, incluindo Kisangani, na província de Tshopo, no centro-norte do país. O número total de casos confirmados subiu para 1.759, enquanto as autoridades investigam possíveis cadeias de transmissão fora das zonas já conhecidas do surto. A &#8216;Associated Press&#8217; confirmou igualmente que o balanço mortal chegou a 600 e que há suspeitas de propagação para províncias até agora não afetadas.</p>
<p>Os dois novos casos suspeitos em Kisangani preocupam as autoridades por razões diferentes. Um deles estará ligado à zona de saúde de Nia-Nia, em Ituri, província onde o surto começou. O outro, segundo o relatório citado pela &#8216;Euronews&#8217;, “não apresenta ligação geográfica aparente com surtos conhecidos”, o que pode indicar transmissão ainda não detetada ou falhas na identificação das cadeias de contacto.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde tem alertado que o vírus continua a propagar-se devido aos movimentos de população e à insegurança em várias zonas do país. Anne Ancia, representante da OMS no Congo, indicou que alguns centros de tratamento estão quase lotados, sinal de que a capacidade de resposta está sob forte pressão. A &#8216;Reuters&#8217; também noticiou que foram registados 51 novos casos e 20 mortes num período recente de 24 horas, num contexto em que o surto continua a crescer.</p>
<p>A situação é agravada pela contestação entre profissionais de saúde em Ituri, epicentro do surto. Trabalhadores envolvidos na vigilância epidemiológica, enterros seguros, segurança e sensibilização comunitária dizem não receber salários e subsídios desde que o surto foi declarado, em 15 de maio. Alguns abandonaram funções ou protestaram, ameaçando comprometer tarefas essenciais para conter a doença.</p>
<p>“Desde que foi declarado o surto da doença por vírus Ébola, temos exigido o pagamento pelo nosso trabalho”, disse Biensi Kano, membro da comissão de vigilância epidemiológica em Bunia, à Associated Press. Os profissionais denunciam também falta de meios, más condições de trabalho e tratamento desigual por parte das autoridades e das equipas de resposta.</p>
<p>As autoridades locais reconhecem dificuldades operacionais. Akilimali Pierre, coordenador de incidentes no Instituto Nacional de Saúde Pública do Congo, afirmou à &#8216;AP&#8217; que o encerramento do aeroporto de Bunia está a dificultar a implementação da resposta, incluindo o fluxo de fundos necessário para pagar as equipas no terreno. Ao mesmo tempo, os profissionais enfrentam ataques de residentes revoltados e desconfiança em relação à existência ou gravidade do vírus.</p>
<p>O surto foi declarado oficialmente em 15 de maio, depois de a doença ter circulado durante semanas sem deteção formal. A atual epidemia é provocada pelo vírus Bundibugyo, uma estirpe rara do Ébola para a qual não existe vacina nem tratamento aprovados. O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA indica que, nestes casos, o tratamento disponível é sobretudo de suporte clínico, enquanto decorrem esforços para testar novas opções terapêuticas.</p>
<p>Na semana passada, investigadores lançaram um ensaio clínico considerado aguardado para tentar encontrar uma resposta ao vírus Bundibugyo. Mas, no terreno, o desafio imediato continua a ser travar a transmissão: identificar contactos, isolar casos suspeitos, proteger profissionais, garantir enterros seguros e manter a confiança das comunidades.</p>
<p>O risco, para já, é que o surto continue a correr mais depressa do que a resposta. A chegada de casos suspeitos a novas regiões, a pressão sobre os centros de tratamento e a greve de equipas essenciais criam uma combinação perigosa. Num surto de Ébola, cada atraso na vigilância, no isolamento ou no pagamento de quem está na linha da frente pode transformar uma crise localizada numa emergência muito mais difícil de controlar.</p>
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