Inglaterra deverá prolongar confinamento outra vez. Restrições podem durar até ao verão, adianta Boris Johnson

O terceiro confinamento que está atualmente em vigor em Inglaterra vai ser revisto em meados de fevereiro e deverá ser prolongado, de acordo com o porta-voz do primeiro-ministro.

Mara Tribuna
Fevereiro 1, 2021
17:26

O terceiro confinamento que está atualmente em vigor em Inglaterra vai ser revisto em meados de fevereiro e deverá ser prolongado, de acordo com o porta-voz do primeiro-ministro.

Boris Johnson afirmou anteriormente que pensava que o país poderia regressar a alguma forma de normalidade até à Páscoa. Mas hoje o seu porta-voz oficial pareceu sugerir que algumas das restrições poderiam ser alargadas para além dessa data.

A esperança é que “até ao verão regressaremos a algum tipo de normalidade”, afirmou, citado pelo jornal britânico Express. Para prolongar as regras de confinamento além do final de março será necessário o apoio dos deputados.

Há apenas quinze dias, o primeiro-ministro disse que estava otimista e que as coisas iam parecer “muito diferentes” até à primavera, e em dezembro afirmou que o Reino Unido voltaria à normalidade até à Páscoa.

Boris Johnson quer flexibilizar as restrições antes do verão, se possível. “Se pudermos, esperamos começar a permitir que os alunos regressem à escola a partir de 8 de março. E o plano a decidir em fevereiro estabelecerá o que poderemos fazer em termos de reduzir as restrições que vão para a frente”, disse.

“Antes de o fazermos é importante rever as provas e os dados científicos, que é o que vamos fazer em meados de fevereiro”. Neste sentido, lembrou que as restrições podem durar até ao verão, se for preciso. Ainda assim, Boris Johnson está “otimista” que as pessoas possam desfrutar de férias de verão este ano.

“Não quero dar demasiadas datas concretas para as nossas férias de verão. Estou otimista – compreendo as razões para estar otimista – mas algumas coisas têm de correr bem”, disse. “O programa de vacinas tem de continuar a ser bem sucedido”, sublinhou, citado pelo Express.

“Temos de garantir que não nos desviamos do rumo por novas variantes, temos de garantir que continuamos a manter a doença sob controlo e que o nível de infeções desce”, disse ainda.

Partilhar

Edição Impressa

Assinar

Newsletter

Subscreva e receba todas as novidades.

A sua informação está protegida. Leia a nossa política de privacidade.