INEM não cumpre tempo de resposta na assistência às vítimas graves, denuncia estudo

Segundo a publicação, as ambulâncias de suporte imediato de vida (SIV), as viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER) e os helicópteros de emergência médica (HEM) não cumprem os tempos de resposta predefinidos na maioria dos casos

Revista de Imprensa
Julho 25, 2024
9:31

O INEM – Instituto Nacional de Emergência Médica – está a demorar tempo a mais para socorrer vítimas graves, segundo avança esta quita-feira o ‘Jornal de Notícias’, de acordo com dados sobre os tempos de resposta e intervenções extra-hospitalar à vítima de trauma major na região centro de Portugal da Ata Médica Portuguesa.

Segundo a publicação, as ambulâncias de suporte imediato de vida (SIV), as viaturas médicas de emergência e reanimação (VMER) e os helicópteros de emergência médica (HEM) não cumprem os tempos de resposta predefinidos na maioria dos casos – no entanto, o tempo necessário para transportá-la para o hospital tendeu a estar dentro das recomendações.

Em média, o INEM demora mais de 30 minutos a conseguir prestar auxílio à vítima antes de a transportar para o hospital – de acordo com a Direção-Geral da Saúde, o tempo de permanência dos meios no local da ocorrência, deveria ser no máximo 20 minutos. “Estes tempos constituem uma preocupação porque sabemos que há três picos de mortalidade no trauma: logo no início, até à primeira hora e nos cuidados intensivos”, refere a autora do estudo, Sandra Rito.

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