Índice de aprovação de Biden cai para novo mínimo esta semana

A sondagem descobriu que 54% dos americanos desaprovavam o desempenho de Biden no cargo, numa altura em que o país luta contra a elevada inflação.

Simone Silva

O índice de aprovação do presidente dos Estados Unidos, Joe Biden caiu para o novo mínimo de 40% esta semana, com vários norte-americanos a citar a economia como a sua principal preocupação, seguida de conflitos estrangeiros.

Segundo o ‘Independent’, a sondagem descobriu que 54% dos americanos desaprovavam o desempenho de Biden no cargo, numa altura em que o país luta contra a elevada inflação.



Os resultados desta semana surgem no mesmo dia em que o líder norte-americano embarca numa viagem de quatro dias à Europa, numa tentativa de coordenar com aliados a assistência militar à Ucrânia e novas sanções à Rússia.

Na agenda, estão temas como os esforços de dissuasão e defesa para responder ao ataque injustificado e não provocado da Rússia à Ucrânia, bem como as sanções económicas ao país.

O responsável vai também marcar presença nas reuniões do Conselho Europeu e do G7, esta última convocada pela Alemanha, que tem a presidência do grupo de países mais industrializados do mundo.

A par da Bélgica, o Presidente norte-americano fará escala em outros países da Europa, como a Polónia, que tem fronteira com a Ucrânia e que foi recentemente visitado pela vice-presidente dos Estados Unidos, Kamala Harris.

Tanto Biden como a NATO têm vindo a sublinhar repetidamente que os EUA e a aliança militar vão fornecer armamento e outro apoio de defesa à Ucrânia, que não é membro da Aliança Atlântica, mas querem impedir uma escalada do conflito militar.

O conselheiro de segurança nacional, Jake Sullivan, disse que o presidente também está a trabalhar em esforços de longo prazo para aumentar as defesas na Europa Oriental, onde os países temem a agressão russa.

Enquanto isso, Biden causou alvoroço durante uma reunião de líderes empresariais na Casa Branca quando referiu que uma “nova ordem mundial” se aproximava após a crise na Ucrânia.

A frase tornou-se viral, com muitos comentadores a gabarem-se do que viram como a invocação presumivelmente acidental do presidente, de uma teoria da conspiração desgastada.

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