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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Polestar 4 domina vendas da marca em Portugal e ajuda a fechar semestre recorde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:28:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[No mercado português, a empresa registou 333 unidades entregues entre janeiro e junho, o que representa um crescimento de 22% em relação ao mesmo período do ano passado]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polestar fechou o primeiro semestre de 2026 com novos recordes de vendas em Portugal e a nível mundial, reforçando a trajetória de crescimento da marca sueca de veículos elétricos.</p>
<p>No mercado português, a empresa registou 333 unidades entregues entre janeiro e junho, o que representa um crescimento de 22% em relação ao mesmo período do ano passado, quando tinham sido comercializadas 273 unidades. O resultado foi alcançado com a mesma gama de produto.</p>
<p>O Polestar 4 voltou a assumir o papel de principal motor da marca em Portugal. O modelo representou 69% das entregas no país durante o primeiro semestre e registou um crescimento de 19% em comparação com os primeiros seis meses de 2025.</p>
<p>Miguel Pinto, managing director da Polestar Portugal, considera que estes resultados confirmam a evolução da marca no mercado nacional. “Estes números comprovam o crescimento da marca em Portugal e pronunciam o quarto ano consecutivo de crescimento no país”, afirma o responsável, destacando também o contributo dos três Polestar Spaces existentes em Portugal, localizados no Porto, Lisboa e Faro.</p>
<p>A nível global, a Polestar entregou 30.423 veículos no primeiro semestre de 2026, ligeiramente acima das 30.289 unidades registadas no mesmo período de 2025, o que corresponde a um crescimento de 0,4%. Apesar da variação moderada, o resultado representa um novo máximo para a marca.</p>
<p>Michael Lohscheller, presidente executivo da Polestar, sublinha que o desempenho foi alcançado num contexto desafiante. “Alcançar este recorde de vendas no primeiro semestre do ano, apesar de todos os desafios regulatórios e das dificuldades do mercado, é uma conquista significativa”, afirma. O responsável destaca ainda o crescimento em vários mercados-chave, incluindo Reino Unido, Alemanha, Coreia do Sul e região ibérica.</p>
<p>A marca tem vindo também a reforçar a sua presença comercial. A rede global de retalho conta agora com 235 pontos de venda, um crescimento de 39% em relação ao ano anterior.</p>
<p>A Polestar entra agora numa fase considerada importante para a estratégia de produto. As primeiras entregas do Polestar 5 a clientes estão prestes a começar, enquanto a produção da versão SUV do Polestar 4 já teve início, com as primeiras entregas previstas para o quarto trimestre.</p>
<p>Com estes resultados, Portugal mantém-se entre os mercados de crescimento relevante para a marca, impulsionado sobretudo pelo desempenho do Polestar 4 e pela consolidação da rede comercial no país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787447]]></sapo:autor>
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		<title>&#8220;Os custos tarifários têm subido a um ritmo inferior ao da inflação&#8221;: Nuno Fitas Mendes, REN Portgás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:26:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à Executive Digest, Nuno Fitas Mendes, Administrador Delegado da REN Portgás, explica o investimento de 129 milhões de euros até 2031 para expandir e modernizar a rede de distribuição de gás no Norte do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A REN Portgás quer investir 129 milhões de euros até 2031 para expandir e modernizar a rede de distribuição de gás no Norte do país, preparando-a para uma nova geração de gases renováveis.</p>
<p>O plano passa pelo reforço da infraestrutura, pela digitalização da operação e pela criação de condições para integrar biometano e hidrogénio, numa região que concentra metade do valor acrescentado bruto industrial de Portugal.</p>
<p>Em entrevista à Executive Digest, Nuno Fitas Mendes, Administrador Delegado da REN Portgás, explica como pretende acelerar a descarbonização da rede, manter as tarifas estáveis e garantir que a transição energética não penaliza consumidores nem empresas.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Quais são os principais objetivos estratégicos do Plano de Investimento 2027–2031 da Portgás?</strong></p>
<p>A REN Portgás tem uma concessão que atua em apenas 5% do continente, uma região em que a indústria representa cerca de 50% do Valor Acrescentado Bruto (VAB) de todo o país, e que abastece 25% dos consumidores de gás do país. A rede da Portgás interliga mais de 400 mil pontos de abastecimento e 1,2 milhões de pessoas, sendo que 80% do gás distribuído é para a indústria.</p>
<p>Ora, o Plano de Investimento 2027–2031 apresenta projetos de investimento que visam o alargamento e a densificação da rede nos 29 concelhos que servimos no Porto, Braga e Viana do Castelo, com prioridade às zonas de procura latente. Esses investimentos já contemplam a preparação da rede para gases renováveis, com pontos de injeção de biometano e critérios de prontidão para a mistura de hidrogénio. São investimentos que permitem continuar a assegurar a qualidade do abastecimento e do serviço, assim como aumentar a eficiência das nossas operações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual o valor global deste investimento?</strong></p>
<p>O plano prevê um investimento global da ordem dos 129 milhões de euros no período 2027–2031, distribuído ao longo dos cinco anos. Trata-se de investimento regulado, sujeito a validação pela ERSE segundo critérios de prudência e de equilíbrio económico. A sua afetação concentra-se em três frentes: expansão e densificação da rede; resiliência da rede, segurança e digitalização da infraestrutura existente; e preparação para gases renováveis. É um esforço de investimento calibrado para gerar retorno social e económico no território.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quando fala em aposta nos gases renováveis, que tecnologias ou soluções estão concretamente em cima da mesa?</strong></p>
<p>O biometano é a prioridade de curto e médio prazo: é uma molécula madura, compatível com a rede existente e com os equipamentos dos clientes, e com potencial relevante no Norte, dada a base agropecuária e de resíduos orgânicos da região. Já o hidrogénio renovável tem um horizonte mais industrial e de mais longo prazo, onde é possível garantir a integração em contexto de mistura na rede de distribuição até 20%.</p>
<p>Para acelerar esta transição, precisamos de reunir três condições: quadro regulatório estável e previsível, incluindo a transposição do Pacote do Gás Descarbonizado europeu; mecanismos de procura, como metas de incorporação e garantias de origem, que criem mercado; e licenciamento ágil para as unidades de produção.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual é o potencial real de substituição do gás natural por gases renováveis na rede da Portgás?</strong></p>
<p>É importante perceber que a rede está tecnicamente apta a receber estas moléculas. O fator limitante não é a infraestrutura, mas sim a maturidade da oferta e do enquadramento de mercado. O potencial é real e significativo, mas concretiza-se de forma faseada. Até 2031, a REN Portgás tem no seu roadmap a descarbonização de mais de 20% do gás distribuído através de biometano.</p>
<p>No curto e médio prazo, o biometano é o substituto com potencial efetivo, e a região Norte reúne condições favoráveis pela disponibilidade de matéria-prima. Contudo, o ritmo de substituição depende diretamente do investimento em capacidade de produção, que ainda está numa fase inicial em Portugal. É realista perspetivar uma trajetória de incorporação crescente e progressiva, e não uma substituição total e imediata. O hidrogénio renovável acrescentará potencial sobretudo em segmentos industriais e num horizonte mais alargado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A infraestrutura atual está preparada para essa transição ou serão necessárias adaptações significativas? </strong></p>
<p>Para o biometano e o gás sintético, a rede está, em larga medida, preparada: a molécula é compatível com a infraestrutura e com os equipamentos dos clientes, sendo necessárias sobretudo adaptações localizadas — pontos de injeção e gestão de pressão e da qualidade da molécula. Não exige uma reconfiguração profunda da rede.</p>
<p>No caso do hidrogénio, o Grupo REN implementou em 2022 o programa H2REN, tendo garantido todas as condições para a injeção e gestão de hidrogénio em contexto de blending até 20% na rede de distribuição.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Quem suporta o custo da transição para gases renováveis: consumidores, indústria ou o sistema?</strong></p>
<p>Será repartido, e o desenho dessa repartição é decisivo. A questão central é a justiça da alocação: os custos de ligação e de socialização das infraestruturas de gases renováveis devem ser repartidos de modo equilibrado, sem onerar desproporcionadamente os consumidores domésticos.</p>
<p>O investimento na produção de gases renováveis cabe sobretudo a produtores e investidores privados, apoiados por instrumentos públicos e europeus de financiamento. E a procura tem de ser estimulada por mecanismos de mercado, como metas de incorporação e garantias de origem, que distribuem o custo através desses mesmos mecanismos.</p>
<p>Note-se, no entanto, que o sistema tarifário de gás não gera défice para as famílias. Aliás, os custos tarifários têm subido a um ritmo inferior ao da inflação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O plano prevê uma «evolução equilibrada» das tarifas. O que significa isso concretamente para famílias e empresas?</strong></p>
<p>Significa previsibilidade e moderação, em contraste com aumentos abruptos. Temos de assegurar que o investimento necessário é recuperado de forma gradual e suavizada no tempo, sem choques tarifários, e que os ganhos de escala e de eficiência operacional compensam esse esforço.</p>
<p>Para as famílias, traduz-se em estabilidade e ausência de surpresas na fatura. Para as empresas, traduz-se em previsibilidade — fator essencial para quem planeia investimentos a vários anos e precisa de saber com que custo de energia pode contar.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787439]]></sapo:autor>
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		<title>Verão elétrico: 82% dos condutores já usam carregamento público em Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:25:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Dados apontam para uma mudança nos hábitos de mobilidade elétrica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O carregamento público está a ganhar peso nas viagens dos condutores de veículos elétricos em Portugal, sobretudo durante o verão. De acordo com um inquérito realizado pela Iberdrola | bp pulse a várias centenas de condutores portugueses, com idades entre os 25 e os 75 anos, 82% dos utilizadores de veículos elétricos já recorrem à rede pública de carregamento, seja ao longo do percurso, na via pública, em supermercados, centros comerciais ou parques de estacionamento.</p>
<p>Os dados apontam para uma mudança nos hábitos de mobilidade elétrica. O carregamento fora de casa deixou de ser apenas uma solução pontual e passou a ser uma opção frequente para muitos condutores, incluindo em viagens mais longas. Entre os utilizadores que recorrem habitualmente à rede pública, 68% afirmam confiar especificamente na infraestrutura rápida ou ultrarrápida para realizar deslocações de longo curso, mais comuns durante as férias de verão.</p>
<p>A velocidade de carregamento, a localização dos postos e a fiabilidade da rede surgem como os fatores mais relevantes para incentivar a utilização do carregamento público. Segundo o estudo, 38% dos inquiridos destacam a localização dos pontos de carregamento, 26% apontam a velocidade e outros 26% referem a fiabilidade como elementos determinantes na decisão.</p>
<p>“A disponibilidade de pontos de carregamento durante as nossas viagens e no nosso destino de férias, bem como a sua fiabilidade e elevada velocidade, são fundamentais para a expansão do automóvel elétrico”, afirma Ricardo Pacheco, country manager da Iberdrola | bp pulse em Portugal. O responsável sublinha que a rede da aliança Iberdrola | bp pulse já conta com mais de 2.500 pontos de carregamento na Península Ibérica, permitindo aos utilizadores viajar com maior confiança e autonomia.</p>
<p>Em Portugal, a rede pública de carregamento continua a crescer. Segundo dados oficiais da MOBI.E. citados pela empresa, existem já mais de 15.000 pontos de carregamento em funcionamento no país. A Iberdrola | bp pulse destaca-se sobretudo na infraestrutura ultrarrápida, com postos entre 150 e 600 kW, característica que a empresa considera essencial para responder às necessidades de quem viaja em percursos mais longos.</p>
<p>O estudo mostra que os condutores de veículos elétricos já não associam estes automóveis apenas a deslocações curtas ou urbanas. A confiança na rede pública está a permitir uma utilização mais ampla, incluindo viagens de férias e deslocações interurbanas. Para a Iberdrola | bp pulse, estes resultados indicam que algumas das principais barreiras à mobilidade elétrica estão a perder peso entre os utilizadores.</p>
<p>Entre os mais jovens, o carregamento fora de casa parece estar especialmente integrado na rotina. No grupo dos 25 aos 34 anos, 78% recorrem à rede pública com uma frequência média mensal de até seis carregamentos. A empresa interpreta estes dados como sinal de que as novas gerações encaram a mobilidade elétrica de forma mais natural, incorporando o carregamento público no dia a dia e também nos hábitos de verão.</p>
<p>“As mudanças na cultura da mobilidade permitem-nos observar uma relação cada vez mais natural entre o condutor e a rede pública de carregamento”, refere Ricardo Pacheco. Para o responsável, a expansão dos pontos públicos permite integrar o carregamento nas deslocações de forma mais simples, contribuindo para uma mobilidade elétrica “cada vez mais confortável, flexível e acessível”.</p>
<p>A experiência de utilização será, segundo a empresa, cada vez mais determinante na escolha do operador. Portugal conta já com mais de 270 mil veículos 100% elétricos em circulação e as vendas continuam a acelerar. Em abril, o crescimento homólogo foi de 34,61% em relação a 2025, num contexto em que a infraestrutura de carregamento acompanha a evolução do parque automóvel elétrico.</p>
<p>Para muitos condutores que vão viajar este verão, a escolha do operador deverá depender da disponibilidade da rede, da existência de carregamento ultrarrápido e de uma experiência digital simples. “Os condutores portugueses procuram tranquilidade: exigem máxima disponibilidade, alta velocidade e transparência na ocupação em tempo real”, afirma Ricardo Pacheco.</p>
<p>A digitalização surge, por isso, como outro eixo central. O inquérito indica que os utilizadores valorizam aplicações com geolocalização inteligente de carregadores próximos, pagamento integrado e informação em tempo real sobre o estado dos postos. Estes elementos permitem planear percursos com menor incerteza, especialmente em viagens mais longas.</p>
<p>A Iberdrola | bp pulse afirma que está a adaptar a sua proposta às necessidades reais dos condutores, procurando reduzir barreiras no acesso ao carregamento. A empresa destaca a possibilidade de utilização de aplicações de vários operadores europeus, para os utilizadores mais digitais, bem como o pagamento através de cartão bancário.</p>
<p>Para a empresa, os resultados do inquérito confirmam que a mobilidade elétrica entrou numa nova fase em Portugal. O carregamento público já não é apenas uma alternativa para emergências ou para quem não tem ponto de carregamento em casa. É cada vez mais parte da rotina de condução e uma peça central para que os veículos elétricos sejam usados também em viagens de verão e percursos de longo curso.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787428]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Portugal melhora desempenho mas ainda é um &#8220;inovador moderado&#8221; na UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:20:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal melhorou o seu desempenho em inovação e alcançou em 2026 um resultado de 93,2% face à média da União Europeia,  adianta a Comissão Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal melhorou o seu desempenho em inovação e alcançou em 2026 um resultado de 93,2% face à média da União Europeia, mantendo a classificação de &#8220;Inovador Moderado&#8221;, segundo o Painel Europeu da Inovação, divulgado hoje pela Comissão Europeia.</p>
<p>&#8220;Portugal é classificado como um Inovador Moderado, apresentando um desempenho equivalente a 93,2% da média da União Europeia [UE] em 2026&#8221;, refere o relatório anual hoje divulgado pelo executivo comunitário.</p>
<p>De acordo com Bruxelas, o país ocupa atualmente a 15.ª posição entre os Estados-membros da União Europeia e a 19.ª posição considerando a UE e os países vizinhos, apresentando um desempenho superior ao grupo de países classificados como &#8220;Inovadores Moderados&#8221;, cuja média corresponde a 86,4% da média europeia.</p>
<p>O relatório indica que Portugal registou uma evolução positiva desde 2019, com uma subida de 13 pontos percentuais, acima do crescimento médio da União Europeia, que foi de 11,6 pontos percentuais.</p>
<p>Houve, ainda, um acréscimo de 1,4 pontos percentuais este ano face a 2025.</p>
<p>Entre os principais pontos fortes de Portugal destaca-se o apoio público à investigação e desenvolvimento empresarial, que &#8220;continua a ser uma clara força de Portugal, com o país a ocupar o primeiro lugar na UE27 em 2026&#8221;.</p>
<p>A investigação científica mantém também um desempenho positivo, com crescimento das copublicações internacionais e forte atração de estudantes estrangeiros de doutoramento, assim como a digitalização, que coloca Portugal na 8.ª posição da UE, embora persistam desafios na adoção empresarial de tecnologias avançadas, como computação em nuvem e inteligência artificial.</p>
<p>Apesar dos progressos, o executivo comunitário identifica fragilidades no investimento privado uma vez que as empresas portuguesas continuam a apresentar baixos níveis de despesa em inovação por trabalhador, evidenciando &#8220;uma diferença persistente entre o forte apoio das políticas públicas e a capacidade das empresas para investirem de forma mais abrangente em inovação&#8221;.</p>
<p>Nos resultados económicos da inovação, Portugal registou melhorias, sobretudo nas vendas de produtos e serviços inovadores, já que &#8220;os resultados da inovação estão a tornar-se mais relevantes do ponto de vista comercial&#8221;.</p>
<p>Contudo, o impacto no emprego continua limitado, com a criação de postos de trabalho em empresas inovadoras abaixo dos níveis de 2019, é indicado.</p>
<p>Além disso, a produtividade mantém-se como um dos principais desafios estruturais.</p>
<p>&#8220;A produtividade global dos recursos e do trabalho continua abaixo da média da UE27, principalmente devido à fraca produtividade laboral. Isto evidencia o contraste entre ganhos ambientais mais fortes e limitações persistentes de produtividade, que continuam a ser um desafio central para a competitividade e crescimento económico de Portugal&#8221;, observa a instituição.</p>
<p>A Comissão Europeia conclui que Portugal apresenta uma trajetória positiva na inovação, impulsionada pelo apoio público, ciência e digitalização, mas precisa de acelerar a capacidade das empresas para transformar conhecimento em novos produtos, processos e crescimento económico.</p>
<p>O Painel Europeu da Inovação deste ano mostra que a UE tem reforçado o seu desempenho inovador num contexto de crescente concorrência global.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787434]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Relação confirma prisão preventiva de polícias suspeitos de tortura em esquadras de Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/relacao-confirma-prisao-preventiva-de-policias-suspeitos-de-tortura-em-esquadras-de-lisboa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:08:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[tribunal da relação de lisboa]]></category>
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					<description><![CDATA[Juízes desembargadores salientaram, ainda, que há "fortes indícios" de que os arguidos - seis da esquadra do Rato e um da do Bairro Alto - cometeram os crimes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) confirmou, esta quinta-feira, a aplicação de prisão preventiva aos sete agentes da PSP detidos em março por tortura em esquadras de Lisboa, alegando que há o risco de continuarem a cometer crimes.</p>
<p>&#8220;Ponderando os locais onde os crimes foram cometidos (esquadras policiais) e a especial qualidade dos arguidos (agentes policiais), foi assinalado [no acórdão] o especial desvalor ético das condutas, a incapacidade de contenção revelada, o desrespeito pelas funções atribuídas e o comportamento grupal demonstrado, concluindo o tribunal existir perigo de continuação da atividade criminosa&#8221;, informou, em comunicado, o TRL.</p>
<p>Os juízes desembargadores salientaram, ainda, que há &#8220;fortes indícios&#8221; de que os arguidos &#8211; seis da esquadra do Rato e um da do Bairro Alto &#8211; cometeram os crimes, sublinhando que é &#8220;previsível que, com a prova já carreada, os arguidos sejam alvo de penas de prisão efetivas quando julgados&#8221;.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787423]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A China exporta tantos carros elétricos que já os empilha em navios pouco convencionais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-china-exporta-tantos-carros-eletricos-que-ja-os-empilha-em-navios-pouco-convencionais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:05:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Crescimento da indústria automóvel chinesa, impulsionado por marcas como BYD, MG ou Leapmotor, está a pressionar a capacidade mundial de transporte marítimo de veículos e a obrigar as empresas a encontrar soluções pouco convencionais]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China está a exportar tantos carros elétricos que encontrou um problema inesperado: faltam navios especializados para os levar até aos mercados internacionais. O crescimento da indústria automóvel chinesa, impulsionado por marcas como BYD, MG ou Leapmotor, está a pressionar a capacidade mundial de transporte marítimo de veículos e a obrigar as empresas a encontrar soluções pouco convencionais.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, a escassez de navios do tipo ro-ro — abreviatura de roll-on/roll-off — tornou-se um dos principais desafios logísticos para os fabricantes chineses. Estes navios são concebidos para transportar veículos sobre rodas, permitindo que carros, camiões ou maquinaria entrem e saiam diretamente através de rampas. É o método mais eficiente para mover automóveis acabados em grande escala.</p>
<p>O problema é que a procura disparou. À medida que as marcas chinesas aceleram a presença fora do mercado doméstico, a capacidade disponível deixou de chegar. A BYD, uma das fabricantes que mais cresce, tem fretado navios gigantes capazes de transportar milhares de veículos, alguns com mais de 10 mil carros e vários pisos de estacionamento no interior. Mas nem isso chega para acompanhar o ritmo das exportações.</p>
<p>Perante a falta de navios especializados, algumas empresas começaram a recorrer a cargueiros convencionais. A Leapmotor, com apoio da Stellantis, adotou uma solução desenvolvida pela Cosco Shipping que permite transportar automóveis em estruturas metálicas chamadas flat racks. Em vez de entrarem por rampas num navio ro-ro, os veículos são fixados nestas plataformas e depois carregados para navios de carga.</p>
<p>Os flat racks são estruturas reforçadas, sem paredes laterais ou teto, usadas normalmente para transportar cargas pesadas, volumosas ou com formatos irregulares. Adaptadas ao transporte automóvel, permitem empilhar veículos em navios que, originalmente, não foram pensados para esse fim. A imagem é pouco habitual: carros elétricos chineses acondicionados em vários níveis dentro de cargueiros convencionais.</p>
<p>O método já foi testado em grande escala. A Leapmotor transportou mais de 1.800 veículos para o Brasil usando este sistema, recorrendo depois à rede logística da Stellantis para a distribuição final. A solução mostra como os fabricantes chineses procuram contornar rapidamente obstáculos logísticos para manter o ritmo da expansão internacional.</p>
<p>Outra alternativa em crescimento é o transporte em contentores. Um contentor de 40 pés pode levar, em média, entre dois e quatro veículos, dependendo do modelo e da forma de acondicionamento. Embora menos eficiente do que os navios ro-ro para grandes volumes, esta opção oferece flexibilidade e permite aproveitar rotas marítimas já existentes.</p>
<p>A Cosco também está a adaptar navios multipropósito, originalmente usados para transportar celulose, transformando-os em cargueiros capazes de levar mais de mil carros por viagem. Com plataformas dobráveis e sistemas de empilhamento, estes navios passaram a funcionar como uma espécie de “transformadores” do mar, capazes de alternar entre diferentes tipos de carga.</p>
<p>A pressão logística é um sintoma da dimensão que a indústria chinesa ganhou. A BYD tornou-se um dos símbolos dessa ofensiva. A empresa atingiu recentemente a marca dos 17 milhões de veículos de nova energia produzidos e, no primeiro semestre de 2026, ultrapassou a Tesla, consolidando-se como a maior fabricante mundial de veículos 100% elétricos.</p>
<p>Nos primeiros seis meses do ano, a BYD vendeu 1.808.511 veículos, com um segundo trimestre particularmente forte. Só em junho, entregou 403.472 unidades. O crescimento internacional foi ainda mais expressivo: entre janeiro e junho, a marca vendeu 789.367 veículos fora da China, mais 68% do que no mesmo período do ano anterior.</p>
<p>A Europa é uma das frentes mais importantes dessa expansão. Em maio, cinco grandes marcas chinesas, lideradas pela BYD, atingiram uma quota de mercado de 12% na Europa, superando pela primeira vez as fabricantes japonesas, que ficaram nos 11,3%. O marco é relevante porque aconteceu apesar das tarifas europeias aplicadas aos veículos elétricos chineses, que podem chegar a 45,3%.</p>
<p>Os consumidores europeus têm sido atraídos por uma combinação difícil de ignorar: preços competitivos, boa relação entre equipamento e custo, e uma oferta que já não se limita aos elétricos puros. Híbridos e híbridos plug-in ajudaram as marcas chinesas a contornar parte da resistência dos compradores europeus à adoção total do carro elétrico.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a pressão para exportar aumenta devido ao abrandamento do mercado interno chinês. As vendas a retalho de automóveis de passageiros na China recuaram em junho, enquanto as exportações de veículos de novas energias dispararam. O resultado é uma indústria com enorme capacidade de produção e necessidade crescente de encontrar compradores fora de portas.</p>
<p>É por isso que o problema dos navios se tornou tão importante. A China já não enfrenta apenas tarifas, desconfiança política ou resistência das marcas tradicionais. Enfrenta também a dificuldade física de mover milhões de carros pelo mundo. E, como tem acontecido noutras áreas, a resposta passa por escala, adaptação e pragmatismo logístico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787414]]></sapo:autor>
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		<title>Dos bancos centrais ao Estreito de Ormuz: O que está a ditar o rumo dos mercados?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 11:05:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os mercados obrigacionistas registaram rendibilidades positivas em junho na maioria dos segmentos, num mês marcado pela influência da geopolítica, das decisões dos bancos centrais e da divulgação de indicadores económicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os mercados obrigacionistas registaram rendibilidades positivas em junho na maioria dos segmentos, num mês marcado pela influência da geopolítica, das decisões dos bancos centrais e da divulgação de indicadores económicos.</p>
<p>A análise de Marco Giordano, Investment Director da Wellington Management, destaca que o rendimento das obrigações continuou a sustentar o desempenho da classe de ativos, apesar do ligeiro alargamento dos spreads e da crescente dispersão entre mercados, impulsionada pela valorização do dólar norte-americano.</p>
<p>Entre os principais fatores que estão a moldar os mercados, a gestora aponta a primeira reunião de Kevin Warsh como presidente da Reserva Federal (Fed). O banco central norte-americano manteve as taxas de juro entre 3,5% e 3,75%, mas adotou um discurso mais restritivo, sinalizando que quase metade dos membros da Fed admite pelo menos uma subida adicional das taxas este ano. A Wellington considera que a combinação entre inflação persistente, mercado laboral resiliente e uma comunicação menos orientadora poderá aumentar a volatilidade nos mercados de dívida de curto prazo.</p>
<p>A inteligência artificial continua igualmente a destacar-se como um dos principais motores dos mercados de crédito. Segundo a análise, as emissões de dívida ligadas ao setor mantêm uma procura muito elevada, permitindo às empresas financiarem-se em condições cada vez mais favoráveis. Ainda assim, os investidores estão a tornar-se mais seletivos, avaliando com maior rigor a estrutura das operações, a qualidade dos emitentes e as garantias contratuais. Para a Wellington, o ciclo de investimento em infraestruturas de IA continua a gerar novas oportunidades e a apoiar o crescimento da economia norte-americana, ao mesmo tempo que influencia outros mercados, como o da Coreia do Sul, onde a expansão da indústria dos semicondutores impulsiona as exportações e os mercados financeiros.</p>
<p>No plano geopolítico, o cessar-fogo alcançado entre os Estados Unidos e o Irão em junho permitiu a reabertura do Estreito de Ormuz e uma recuperação gradual da atividade marítima comercial. Apesar da redução dos receios imediatos de interrupção no fornecimento de energia, a gestora alerta que o acordo representa apenas uma estabilização temporária das tensões e que o risco de novos episódios de instabilidade continua elevado.</p>
<p>A análise identifica ainda os dados económicos como um potencial fator de surpresa positiva. Nos Estados Unidos, o abrandamento da inflação da habitação poderá perder força, tornando a evolução do mercado de trabalho decisiva para o comportamento dos preços. Na Zona Euro, embora a descida recente da inflação tenha reduzido os receios de estagflação, o Banco Central Europeu optou por subir as taxas de juro, numa tentativa de impedir que as pressões inflacionistas se alastrem a outros setores da economia. Já no Reino Unido, a resistência do consumo e do crescimento salarial continua a alimentar preocupações com a inflação, enquanto no Japão prossegue o processo de normalização da política monetária.</p>
<p>Por último, a Wellington sublinha que o risco político europeu permanece no radar dos investidores. A eventual mudança de liderança no Reino Unido, após a demissão do primeiro-ministro Keir Starmer, teve até agora impacto limitado nos mercados, mas as futuras decisões em matéria de política orçamental e de aumento da despesa com defesa poderão tornar-se determinantes para a evolução das obrigações soberanas europeias.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787418]]></sapo:autor>
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		<title>Trump confundiu Irão com Japão e chamou Putin a Zelensky durante encontro na NATO: veja as imagens</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:55:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
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		<category><![CDATA[Política]]></category>
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		<category><![CDATA[Volodymr Zelensky]]></category>
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					<description><![CDATA[Donald Trump protagonizou dois lapsos durante um encontro com Volodymyr Zelensky à margem da cimeira da NATO, em Ancara, ao confundir o Irão com o Japão e ao referir-se ao presidente ucraniano como “Putin”]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump protagonizou dois lapsos durante um encontro com Volodymyr Zelensky à margem da cimeira da NATO, em Ancara, ao confundir o Irão com o Japão e ao referir-se ao presidente ucraniano como “Putin”. O episódio ocorreu esta quarta-feira, numa conferência de imprensa improvisada ao lado do líder ucraniano.</p>
<p>O presidente dos Estados Unidos falava sobre armamento defensivo americano e sobre um alegado ataque a um porta-aviões dos EUA quando disse que tinham sido disparados 111 mísseis pela “República Islâmica do Japão”. Trump parecia referir-se ao Irão, que tem estado no centro de uma nova escalada militar com Washington, mas acabou por mencionar o Japão, aliado próximo dos Estados Unidos desde o fim da II Guerra Mundial.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Trump repeatedly refers to Zelenskyy as &quot;President Putin&quot; <a href="https://t.co/zbTzfMc5EI">pic.twitter.com/zbTzfMc5EI</a></p>
<p>&mdash; Aaron Rupar (@atrupar) <a href="https://x.com/atrupar/status/2074844465261408408?ref_src=twsrc%5Etfw">July 8, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>“Dispararam 111 mísseis contra o porta-aviões ao longo de cerca de uma hora”, afirmou Trump, segundo o &#8216;The Independent&#8217;. O presidente acrescentou que os mísseis tinham sido abatidos, em grande parte, por sistemas Patriot e por outros meios defensivos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Trump: &quot;We had 11 missiles shot by the Islamic Republic of Japan&quot; <a href="https://t.co/FUOFLVZiKh">pic.twitter.com/FUOFLVZiKh</a></p>
<p>&mdash; Aaron Rupar (@atrupar) <a href="https://x.com/atrupar/status/2074842383250768018?ref_src=twsrc%5Etfw">July 8, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> </p>
<p>Pouco depois, Trump voltou a baralhar nomes. Sentado ao lado de Zelensky, perguntou aos jornalistas se tinham “uma pergunta para o presidente Putin”. A sala reagiu com riso, e o presidente tentou corrigir o momento, dizendo que levaria essa pergunta ao líder russo.</p>
<p>A troca de nomes ganhou particular atenção por recordar um episódio semelhante protagonizado por Joe Biden em julho de 2024, quando o então presidente dos EUA apresentou Zelensky como “presidente Putin” durante uma cimeira da NATO em Washington. Biden corrigiu-se na altura, mas o lapso tornou-se um dos momentos mais comentados do final do seu mandato.</p>
<p>A Casa Branca desvalorizou o episódio. Questionada pela &#8216;Newsweek&#8217;, a porta-voz Karoline Leavitt afirmou que Trump teve uma participação “maratonista” e “de alta energia” na cimeira, com várias conferências de imprensa e respostas a perguntas não preparadas sobre uma ampla variedade de temas. Defendeu ainda que o presidente “comandou todas as salas” e saiu de Ancara com uma NATO mais forte e um mundo livre mais unido.</p>
<p>Os lapsos ocorreram num momento especialmente sensível da política externa americana. Horas antes, Trump tinha declarado terminado o cessar-fogo negociado com o Irão, depois de novos ataques contra navios no estreito de Ormuz. Em Ancara, o presidente chamou “escumalha” aos dirigentes iranianos e admitiu que os Estados Unidos poderiam voltar a atacar alvos iranianos.</p>
<p>De acordo com a &#8216;Associated Press&#8217;, a cimeira da NATO ficou marcada por vários temas de tensão, incluindo o papel da Aliança no Médio Oriente, o apoio militar à Ucrânia e a pressão de Trump para que os aliados europeus assumam uma fatia maior da despesa com defesa. Ainda assim, o encontro terminou com Trump a declarar apoio à NATO e os aliados a reafirmarem o compromisso com o artigo 5.º, a cláusula de defesa coletiva.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Trump appears to be completely passed out asleep at the NATO summit in Turkey <a href="https://t.co/U1VGsPGbeK">pic.twitter.com/U1VGsPGbeK</a></p>
<p>&mdash; Headquarters (@HQNewsNow) <a href="https://x.com/HQNewsNow/status/2074887520005812718?ref_src=twsrc%5Etfw">July 8, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> </p>
<p>As declarações de Trump também reacenderam o debate sobre idade, resistência física e capacidade de resposta dos presidentes americanos em contextos internacionais exigentes. A &#8216;Newsweek&#8217; lembra que apoiantes de Trump e de Biden têm, em momentos diferentes, classificado estes episódios como lapsos normais de discurso, enquanto críticos os apresentam como sinais de preocupação mais ampla.</p>
<p>Tom Nichols, antigo professor do U.S. Naval War College e ex-republicano, foi mais duro. Em declarações citadas pela &#8216;Newsweek&#8217;, afirmou que, se outro presidente tivesse cometido os mesmos lapsos, o episódio seria tratado como uma crise nacional, sobretudo por ocorrer no contexto de uma guerra em curso e de decisões sensíveis de política externa.</p>
<p>Os aliados da administração, por outro lado, insistem que Trump continua apto para o cargo e apontam para exames físicos e testes cognitivos recentes. O próprio presidente disse em maio que os resultados apontavam para a sua “inteligência extrema”, segundo a &#8216;Newsweek&#8217;.</p>
<p>A cimeira de Ancara já tinha sido marcada por outros momentos de tensão, incluindo comentários de Trump sobre a Gronelândia e críticas a Espanha. O secretário-geral da NATO, Mark Rutte, procurou enquadrar as divergências como parte do funcionamento democrático da Aliança, defendendo que os países aliados continuam unidos apesar das discussões públicas.</p>
<p>No fim, os lapsos roubaram parte da atenção a uma cimeira dominada por temas estratégicos: Ucrânia, Irão, gastos militares e coesão transatlântica. Ao lado de Zelensky, Trump queria sublinhar a força do armamento americano e pressionar aliados e adversários. Acabou, porém, por deixar a imagem de um presidente a trocar o Irão pelo Japão e Zelensky por Putin num dos palcos diplomáticos mais observados do mundo.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787408]]></sapo:autor>
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		<title>Aprovada em comissão proposta de lei que transpõe o pacto europeu de migração e asilo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aprovada-em-comissao-proposta-de-lei-que-transpoe-o-pacto-europeu-de-migracao-e-asilo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:55:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os deputados do PSD, CDS e IL aprovaram hoje uma proposta de lei que transpõe o pacto europeu de migração e asilo, com a oposição a votar contra, por considerar que o diploma inclui medidas mais lesivas para os imigrantes e refugiados.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os deputados do PSD, CDS e IL aprovaram hoje uma proposta de lei que transpõe o pacto europeu de migração e asilo, com a oposição a votar contra, por considerar que o diploma inclui medidas mais lesivas para os imigrantes e refugiados.</p>
<p>Na Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, o PSD apresentou uma proposta de substituição integral de duas propostas sobre a matéria, substituindo-se a um outro diploma do Governo, cuja discussão ficou suspensa, até o executivo o retirar, algo que foi criticado pelo deputado do Livre Paulo Muacho, que lamentou &#8220;a confusão legislativa&#8221; criada.</p>
<p>Para António Rodrigues (PSD), o objetivo desta proposta única visou &#8220;clarificar e unificar&#8221; os critérios em matérias &#8220;de regresso na fronteira&#8221;, procedimentos de triagem, de &#8220;concessão de asilo ou proteção subsidiária e os estatutos de requerente de asilo, de refugiado e de proteção subsidiária&#8221;.</p>
<p>&#8220;São regulamentos que já entravam na ordem jurídica interna&#8221; devido ao pacto europeu, que entrou em vigor a 12 de junho.</p>
<p>O &#8220;objetivo é integrar num só diploma&#8221; e &#8220;há matérias que vão mais longe do que o previsto no pacto e outras que ficam mais aquém&#8221;, explicou António Rodrigues.</p>
<p>Os prazos de recurso são mais curtos do que o previsto no pacto e esse tem sido um dos pontos mais criticados, podendo diminuir a defesa legal dos requerentes.</p>
<p>O Livre tinha também propostas sobre esta mateira, que não chegaram a ser votadas, e que contemplavam &#8220;os contributos dos pareceres&#8221; recebidos na consulta pública, que, no entender de Paulo Muacho, não foram acolhidos pelo PSD:</p>
<p>&#8220;Na verdade o Governo está a ir além do regulamento europeu em muitas matérias, o que é grave&#8221;, afirmou.</p>
<p>A proposta foi aprovada com os votos favoráveis do PSD, IL e CDS e teve os votos contra do PS, Livre, PCP, PAN e JPP. O Chega retirou uma proposta de alteração do debate e optou por se abster.</p>
<p>O pacto europeu em matéria de migração e asilo é um conjunto de novas regras que regem a gestão da migração e estabelecem um sistema comum de asilo a nível da UE, com medidas mais restritivas, prazos mais curtos de resposta e a aceleração do retorno forçado.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787410]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Pedro Rebelo de Sousa nomeado presidente da Fundação Millennium bcp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:49:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O advogado e gestor Pedro Rebelo de Sousa foi nomeado presidente da Fundação Millennium bcp, sucedendo no cargo ao embaixador António Monteiro, que conclui no final de julho o seu mandato, anunciou hoje a instituição, em comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O advogado e gestor Pedro Rebelo de Sousa foi nomeado presidente da Fundação Millennium bcp, sucedendo no cargo ao embaixador António Monteiro, que conclui no final de julho o seu mandato, anunciou hoje a instituição, em comunicado.</p>
<p>A Fundação Millennium bcp recorda, na nota, &#8220;um ciclo de liderança de mais de oito anos&#8221; de António Monteiro como presidente, &#8220;marcado por um forte compromisso com a missão da Fundação e por um contributo determinante no panorama cultural português&#8221;, sublinha a entidade privada que dedica grande parte do seu mecenato no apoio às artes e à recuperação de património histórico.</p>
<p>Numa nota conjunta citada pela Fundação, Nuno Amado, presidente do conselho de administração do Millennium bcp, e Miguel Maya, presidente executivo do Millennium bcp, agradecem o contributo do presidente cessante da entidade, indicando ainda que assumirá funções como curador da Fundação Millennium bcp.</p>
<p>O programa de Apoio Mecenático da Fundação Millennium bcp centra-se em três grandes áreas: cultura, incluindo língua portuguesa e património, ciência e educação, e solidariedade social.</p>
<p>Na área da cultura, a fundação, criada há mais de 30 anos, desenvolve uma importante atividade mecenática em Portugal, nomeadamente com apoios a museus nacionais, arte contemporânea, artes de palco, projetos nas áreas da música e editoriais, e restauro de património.</p>
<p>É o caso, entre outros, dos apoios ao Museu Nacional do Azulejo, Museu Nacional de Arte Antiga, o Museu Nacional dos Coches, o Museu Arpad Szenes &#8211; Vieira da Silva, à Companhia Nacional de Bailado, os restauros dos Painéis de São Vicente, dos murais em Lisboa do artista Almada Negreiros, do antigo carrinho de passeio da Casa Real portuguesa, ou a iniciativa Concertos nas Igrejas, e o Festival de Música de Alcobaça.</p>
<p>Também patrocinou a edição da Obra Completa Pombalina, do catálogo &#8216;raisonné&#8217; da artista Aurélia de Sousa e o Guia de Arquitetura Gonçalo Byrne, o prémio Estudar a Dança, o Prémio Literário da Fundação Eça de Queiroz, além de vários prémios de arte contemporânea e as feiras ARCOlisboa e Drawing Room.</p>
<p>Pedro Rebelo de Sousa, de 71 anos, irmão do anterior Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, onde foi docente, tendo iniciado o seu percurso no setor financeiro nos Estados Unidos, onde foi vice-presidente da divisão internacional de mercados financeiros do Citibank, liderou o departamento de sindicatos de empréstimos e reestruturações no banco Citicorp, e, regressado a Portugal, foi presidente do Banco Fonsecas &amp; Burnay.</p>
<p>Na área jurídica entrou no início dos anos 1990 na firma Simmons &amp; Simmons, fundou e liderou durante 30 anos a sua própria firma de advocacia, a SRS Advogados, presidiu ao Conselho Geral do Instituto Português de Corporate Governance, e entre 2017 e maio deste ano foi presidente da Assembleia Geral do BCP, tendo passado entretanto pelos órgãos sociais de empresas como a operadora de energia Redes Energéticas Nacionais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787406]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Accenture assegura contrato de 200 milhões de euros para modernizar infraestrutura digital da NATO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:41:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Accenture assinou um contrato de cerca de 200 milhões de euros com a Agência de Informação e Comunicações da NATO (NCIA) para desenvolver o programa Protected Business Network (PBN), uma iniciativa que pretende modernizar a infraestrutura digital da Aliança Atlântica.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Accenture assinou um contrato de cerca de 200 milhões de euros com a Agência de Informação e Comunicações da NATO (NCIA) para desenvolver o programa Protected Business Network (PBN), uma iniciativa que pretende modernizar a infraestrutura digital da Aliança Atlântica.</p>
<p>O projeto, adjudicado por um período de sete anos, será desenvolvido em parceria com o grupo italiano Leonardo e visa criar uma plataforma segura baseada em cloud para suportar operações que envolvem informação classificada.</p>
<p>O programa Protected Business Network servirá de base às operações digitais da NATO, permitindo que decisores e militares comuniquem, coordenem operações e acedam a dados críticos através de um ambiente cloud padronizado, escalável e mais resiliente a ciberataques e interrupções. O novo sistema substituirá a infraestrutura atualmente utilizada, recorrendo a um modelo operacional comum para cloud, práticas de engenharia uniformizadas e um ambiente que permitirá acelerar o desenvolvimento e implementação de novos serviços digitais. A plataforma será instalada num ambiente multicloud da NCIA e deverá apoiar, de forma faseada, cerca de 29 mil utilizadores da organização.</p>
<p>No âmbito do projeto, a Leonardo ficará responsável pela implementação de uma arquitetura de segurança Zero Trust, suportada pela sua plataforma proprietária de cibersegurança baseada em inteligência artificial. O contrato foi assinado durante o Fórum das Indústrias da Defesa da Cimeira da NATO, em Ancara, pelo diretor-geral da NCIA, Dylan Browne, e por Olivier Girard, responsável pelo setor da Defesa da Accenture para a região EMEA. Segundo Dylan Browne, o acordo representa &#8220;um passo decisivo&#8221; na transformação digital da Aliança, enquanto Mauro Macchi, CEO da Accenture em EMEA, classificou o projeto como &#8220;um dos programas de transformação mais relevantes do nosso tempo&#8221;. Já o CEO da Leonardo, Lorenzo Mariani, considerou que a iniciativa reforçará a prontidão operacional, a interoperabilidade e a continuidade das missões da NATO. Aprovado pelo Conselho do Atlântico Norte, o programa integra a estratégia da Aliança para acelerar a adoção de tecnologias emergentes e reforçar a sua vantagem tecnológica.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787401]]></sapo:autor>
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		<title>“Lei das burcas” aprovada na especialidade com votos da direita e oposição da esquerda</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:25:07 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS aprovaram hoje, na especialidade, com a oposição da esquerda parlamentar, um projeto conhecido como “lei das burcas”, que se destina a proibir a ocultação do rosto em espaços públicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div id="txt">
<p class="text-paragraph">PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS aprovaram hoje, na especialidade, com a oposição da esquerda parlamentar, um projeto conhecido como “lei das burcas”, que se destina a proibir a ocultação do rosto em espaços públicos.</p>
<p class="text-paragraph">Esta votação, em sede de Comissão de Assuntos Constitucionais, foi igual à que se registou quando este diploma, que partiu do Chega, foi aprovado na generalidade já em outubro passado. Ficou depois cerca de oito meses parado a aguardar discussão na especialidade.</p>
<p class="text-paragraph">Em junho, o PSD apresentou um projeto de substituição ao diploma originário do Chega, focando as razões de segurança inerentes à proibição da ocultação do rosto, de forma a secundarizar a questão das burcas islâmicas.</p>
<p class="text-paragraph">Nessa altura, o Chega ameaçou votar contra as mudanças propostas pelos sociais-democratas. Mas, na quarta-feira, à noite, o partido de André Ventura apresentou um novo texto de substituição, aproximando-se do teor das posições dos sociais-democratas, que tentam evitar que o diploma possa ser colocado em causa por eventuais inconstitucionalidades, designadamente em matéria de liberdade religiosa.</p>
<p class="text-paragraph">Logo na abertura da reunião da Comissão de Assuntos Constitucionais, o vice-presidente da bancada do PSD António Rodrigues anunciou que iria retirar o texto de substituição apresentado pela sua bancada, já que as mais recentes propostas do Chega representavam uma aproximação relevante do ponto de vista político.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar de o PSD ter insistido que o diploma se destina a responder a questões de segurança no espaço público, no plano do discurso político os deputados Madalena Cordeiro (Chega), Rui Rocha (Iniciativa Liberal) e João Almeida (CDS), nas suas intervenções, salientaram a ideia de combater a ocultação do rosto por motivos religiosos.</p>
<p class="isSelectedEnd">De salientar que a aprovação na especialidade não significa, por si só, que a lei esteja já em vigor. O diploma ainda terá de cumprir as etapas finais do processo legislativo antes de poder ser aplicado, incluindo a votação final global e os passos posteriores previstos até à entrada em vigor.</p>
<p>Caso avance definitivamente, a mudança central será esta: em espaços públicos, a regra passará a ser a obrigatoriedade de manter o rosto visível para efeitos de identificação, salvo exceções previstas no diploma ou na lei.</p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787383]]></sapo:autor>
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		<title>Número de turistas chegados a Portugal cresce 3,3% para 29,9 milhões em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:24:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de turistas a chegados a Portugal cresceu 3,3% em 2025 para 29,9 milhões de pessoas, um abrandamente face ao crescimento de 9,3% em 2024, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de turistas a chegados a Portugal cresceu 3,3% em 2025 para 29,9 milhões de pessoas, um abrandamente face ao crescimento de 9,3% em 2024, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>O mercado espanhol manteve a liderança entre os mercados emissores, apesar do decréscimo de 0,6%, representando uma quota de 23,8%.</p>
<p>O mercado do Reino Unido (11,9% do total) manteve-se como o segundo principal mercado emissor e foi o único, entre os três principais mercados emissores de turistas internacionais, a crescer (+1,9%).</p>
<p>Seguiu-se o mercado francês (10,9% do total), mas que diminuiu 2,9%.</p>
<p>Em 2025, a despesa média por turista em cada viagem registou um decréscimo de 4,2% face ao valor de 2024, fixando-se em 265,1 euros.</p>
<p>A generalidade dos meios de alojamento turístico registou 34,8 milhões de hóspedes, que deram origem a 89,7 milhões de dormidas em 2025, correspondendo a aumentos de 2,2% e 1,6%, respetivamente.</p>
<p>O mercado interno gerou 29,5 milhões de dormidas em 2025, correspondente a 32,9% do total e a um acréscimo de 3,5% face ao ano anterior. Os mercados externos deram origem a 60,2 milhões de dormidas, refletindo um crescimento anual de 0,6%.</p>
<p>Em 2025, 70 municípios registaram um número de dormidas de não residentes superior ao número de dormidas de residentes.</p>
<p>As dormidas de não residentes representaram 67,1% das dormidas na generalidade dos meios de alojamento em 2025, tendo este sido um dos anos, desde 2013, com maior dependência dos mercados internacionais, apenas superado por 2017 e de 2024, anos em que estes mercados representaram, respetivamente, 67,8% e 67,7% do total. Face a 2024, a dependência de mercados externos, em termos de dormidas, recuou 0,6 pontos percentuais (p.p.).</p>
<p>A taxa de sazonalidade diminuiu para 36,4% e atingiu o valor mais baixo desde 2013. Este indicador foi mais elevado entre os residentes (40,4%) do que entre os não residentes (34,4%), embora tenha diminuído em ambos os casos.</p>
<p>As deslocações turísticas dos residentes atingiram 26 milhões, acelerando 13,7%, em resultado da dinâmica das viagens em território nacional, que aumentaram 14% face ao ano anterior, atingindo 22,2 milhões, e das deslocações para o estrangeiro, que cresceram 12,5% em comparação com 2024, alcançando 3,9 milhões em 2025.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787385]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Carneiro acusa primeiro-ministro de &#8220;insensibilidade atroz&#8221; sobre exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 10:15:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ O secretário-geral do PS considerou hoje incompreensível que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, não tenha tido "uma palavra de tranquilidade e confiança" às famílias sobre as falhas nos exames nacionais, acusando Luís Montenegro de "insensibilidade atroz".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O secretário-geral do PS considerou hoje incompreensível que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, não tenha tido &#8220;uma palavra de tranquilidade e confiança&#8221; às famílias sobre as falhas nos exames nacionais, acusando Luís Montenegro de &#8220;insensibilidade atroz&#8221;.</p>
<p>&#8220;Quero concentrar-me naquilo que são as declarações do ministro da Educação, que disse ontem [quarta-feira] que estava satisfeito porque havia apenas 7% de falhas nos exames nacionais. 7% de falhas são mais de 21 mil provas que não têm para já solução em relação à classificação dos exames&#8221;, respondeu aos jornalistas o líder do PS, à entrada para o Aquário Vasco da Gama, onde encerra hoje a iniciativa socialista &#8220;Rota pela economia do mar&#8221;.</p>
<p>Na perspetiva de Carneiro, é &#8220;um assunto demasiado grave que afeta milhares de alunos e milhares de famílias&#8221;, criticando o primeiro-ministro por &#8220;até agora e incompreensivelmente&#8221; não dizer &#8220;uma palavra de tranquilidade, de confiança, às famílias&#8221;.</p>
<p>&#8220;O primeiro-ministro mostra uma insensibilidade atroz na forma como desconsidera matérias de uma grave condição para aquilo que é a vida das famílias&#8221;, apontou.</p>
<p>&#8220;Isso para mim é que é, de facto, neste momento, muito relevante&#8221;, considerou.</p>
<p>O secretário-geral do PS disse ainda que esta é &#8220;uma crise no modelo de avaliação&#8221; como &#8220;não há memória&#8221;.</p>
<p>&#8220;O Presidente do Conselho Nacional de Educação afirmou que, em 30 anos que tem de vida dedicada aos modelos de avaliação e ao acompanhamento do ensino, não conhece uma crise com esta extensão e com esta profundidade&#8221;, referiu.</p>
<p>A empresa que desenvolveu a plataforma utilizada para classificar os exames nacionais diz que seguiu as especificações definidas pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) e intervém no sistema &#8220;mediante solicitação&#8221;.</p>
<p>&#8220;A BLAT desenvolveu a plataforma de classificação para o IAVE/EduQA, sendo responsável pelo seu desenho e desenvolvimento, de acordo com as especificações definidas pelo IAVE/EduQA, intervindo mediante solicitação deste&#8221;, refere a empresa, numa resposta à agência Lusa na quarta-feira.</p>
<p>Nesse dia, o ministro da Educação escusou-se a comentar as declarações do Presidente da República sobre garantir que se manterá intacta a confiança das famílias no sistema de avaliação, dizendo apenas que a sua equipa está a &#8220;resolver tudo&#8221;.</p>
<p>O Presidente da República afirmou na quarta-feira esperar que os problemas na classificação dos exames nacionais do ensino secundário sejam resolvidos rapidamente: &#8220;O desejo do Presidente é que rapidamente tudo volte à normalidade e, sobretudo, que a relação de confiança entre os alunos e as suas famílias e o sistema de avaliação se mantenham intactos&#8221;, afirmou, mostrando-se confiante que tal irá acontecer.</p>
<p>Em causa estão as falhas identificadas durante o processo de avaliação dos cerca de 300 mil exames nacionais do 11.º e 12.º anos, que levaram a tutela a adiar as datas de divulgação dos resultados da 1.º fase assim como o calendário das provas da 2ª fase.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787381]]></sapo:autor>
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		<title>Universidade de Évora reforça ponte científica entre Portugal e a China para preservação do património cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:51:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Universidade de Évora acolheu um encontro entre as instituições parceiras do Laboratório Conjunto China-Portugal para as Ciências da Conservação do Património Cultural, reforçando o papel da academia alentejana como elo de ligação entre Portugal e a China na investigação e preservação do património cultural.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Universidade de Évora acolheu um encontro entre as instituições parceiras do Laboratório Conjunto China-Portugal para as Ciências da Conservação do Património Cultural, reforçando o papel da academia alentejana como elo de ligação entre Portugal e a China na investigação e preservação do património cultural.</p>
<p>Integrada no programa chinês &#8220;Uma Faixa, Uma Rota&#8221;, a iniciativa deu destaque ao trabalho desenvolvido pelo consórcio internacional desde a sua criação, em 2018, e procurou fortalecer a cooperação científica e institucional entre os parceiros.</p>
<p>O Laboratório Conjunto China-Portugal resulta da colaboração entre a Universidade de Évora, a Soochow University e a City University of Macau, promovendo projetos de investigação nas áreas da conservação, restauro e valorização do património cultural.</p>
<p>A sessão de abertura contou com a participação do reitor António Candeias, do diretor do laboratório, Wu Yao, da vereadora da Câmara Municipal de Évora, Carmen Carvalheira, e do embaixador da República Popular da China em Portugal, Yang Yirui.</p>
<p>O programa incluiu ainda uma visita guiada à exposição &#8220;Youth and Traditional Building Craftsmanship: Outstanding Case Exhibition&#8221;, dedicada ao contributo das novas gerações para a preservação das técnicas tradicionais de construção.</p>
<p>O laboratório foi criado em 2018 e tem-se afirmado como uma plataforma de excelência na investigação aplicada à conservação do património e na projeção internacional da Universidade de Évora nesta área.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787358]]></sapo:autor>
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		<title>Ibersol reduz capital social para 40 ME com extinção de quase 900.000 ações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:50:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, anunciou hoje que concluiu a redução do capital social em quase 900 mil euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ibersol, empresa que explora as marcas KFC e Pizza Hut em Portugal, anunciou hoje que concluiu a redução do capital social em quase 900 mil euros, passando agora para um valor de 40 milhões de euros.</p>
<p>Em comunicado enviado hoje ao mercado, a Ibersol anunciou que, &#8220;em cumprimento da deliberação aprovada na assembleia-geral de acionistas de 20 de maio de 2026, tal como oportunamente divulgado, foi cumprida a inscrição, junto da Conservatória do Registo Comercial, mostrando-se concluído, em 08 de julho de 2026, o respetivo registo, da redução do capital social da sociedade&#8221;.</p>
<p>Com esta alteração, a Ibersol extinguiu 899.126 ações próprias para libertação de excesso de capital.</p>
<p>&#8220;Consequentemente, o capital social da Ibersol, SGPS S.A. é de 40.000.000 euros, sendo representado por 40.000.000 ações ordinárias, cada uma com o valor nominal de um euro&#8221;, explica a Ibersol.</p>
<p>A Ibersol lançou um programa de recompra de ações em 2024 com o objetivo de extinguir um máximo de 4.151.481 ações ordinárias.</p>
<p>Em junho de 2025, a empresa definiu que até final de novembro de 2026 poderá gastar mais 41 milhões de euros na recompra de ações próprias com vista à redução do seu capital social.</p>
<p>O plano decorre até 29 de novembro de 2026, exceto se antes dessa data for atingido o limite de ações ou o montante pecuniário máximo definido no programa de recompra.</p>
<p>No passado dia 29 de junho, a Ibersol comunicou ao mercado que tinha realizado mais uma série de compra de ações próprias e que já detinha 3% do capital social da empresa.</p>
<p>A Ibersol opera diversos restaurantes de marcas alimentares internacionais. Além da Pizza Hut e KFC, também explora Pans &amp; Company, Taco Bell, Pret a Manger, entre outras.</p>
<p>A maioria do capital da Ibersol pertence à empresa ATPS, de António Pinto de Sousa e Alberto Teixeira.</p>
<p>As ações da Ibersol sobem 0,11% para 9,45 euros.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787356]]></sapo:autor>
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		<title>CBRE assessora venda de resort Reserva do Paiva no Brasil ao Grupo Vila Galé</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:45:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A operação foi conduzida através de uma coordenação entre as equipas de hotelaria da CBRE em Portugal e no Brasil, no âmbito da plataforma LATAM da consultora.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A CBRE assessorou, em regime de exclusividade, a venda do antigo hotel Sheraton na Reserva do Paiva, em Recife, no estado brasileiro de Pernambuco, ao Grupo Vila Galé Hotéis. A unidade, que estava sob gestão de uma instituição bancária portuguesa, deverá reabrir em outubro, depois de um processo de reposicionamento e remodelação do conceito atual.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação foi conduzida através de uma coordenação entre as equipas de hotelaria da CBRE em Portugal e no Brasil, no âmbito da plataforma LATAM da consultora. Esta estrutura foi criada para apoiar investidores ibéricos em processos de expansão na América Latina e, em sentido inverso, acompanhar capital latino-americano interessado em oportunidades na Península Ibérica.</p>
<p><strong>Antigo Sheraton tem 298 quartos e sete pisos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O empreendimento localiza-se em frente à Praia do Paiva e conta com sete pisos, 298 quartos e suítes, além de uma infraestrutura vocacionada para turismo, lazer, conferências e eventos.</p>
<p class="isSelectedEnd">O resort situa-se a cerca de 25 minutos do Aeroporto Internacional do Recife, posicionando-se como uma unidade orientada tanto para turismo de lazer como para viajantes de negócios.</p>
<p class="isSelectedEnd">O hotel operou sob a marca Sheraton até ao início da pandemia, altura em que encerrou. Segundo a informação divulgada, o estado de preservação do edifício permitiu uma transição mais rápida, estando a estrutura pronta para retomar a atividade.</p>
<p><strong>Resort terá restaurantes, beach club, spa e centro de eventos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O complexo ocupa uma área construída de 28.000 metros quadrados e deverá oferecer três restaurantes, dois bares, beach club exclusivo, piscina para adultos e piscina para crianças com parque aquático.</p>
<p class="isSelectedEnd">A unidade contará ainda com ginásio, spa com 600 metros quadrados e piscina interior, além de uma estrutura dedicada a eventos corporativos e sociais. No total, estão previstas 13 salas, sendo que a maior terá capacidade para acolher 1.100 pessoas sentadas.</p>
<p><strong>CBRE destaca expansão internacional dos operadores ibéricos</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Gilberto Martins, Investment Properties Hotels Director da CBRE Portugal, afirma que a operação demonstra o dinamismo dos operadores hoteleiros ibéricos nos seus planos de expansão internacional e a confiança no mercado brasileiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">O responsável sublinha que a venda do resort Reserva do Paiva mostra como a especialização setorial e a presença global da CBRE podem criar valor em processos complexos. Segundo Gilberto Martins, a plataforma LATAM permite ligar a colocação de ativos no mercado às estratégias de expansão dos grandes grupos hoteleiros, assegurando uma transição fluida.</p>
<p class="isSelectedEnd">Danilo Monteiro, vice-presidente da CBRE Brasil, considera que a venda do Reserva do Paiva representa mais do que uma transação imobiliária. Para o responsável, a operação reflete a confiança de investidores internacionais no potencial de longo prazo do mercado brasileiro.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo Danilo Monteiro, o processo contou com concorrência de vários players e evidencia a capacidade da CBRE para atuar como ponte entre capitais globais e oportunidades locais, combinando conhecimento de mercado, especialização setorial e uma plataforma internacional.</p>
<p><strong>Operação reforça papel da plataforma LATAM</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Para a CBRE, a conclusão desta transação no início de julho valida a eficácia dos mandatos em regime de exclusividade geridos através de plataformas transfronteiriças.</p>
<p class="isSelectedEnd">A consultora considera que a operação reforça o seu papel na assessoria a grandes ativos hoteleiros à escala internacional e demonstra a capacidade da sua rede global para aproximar investidores e oportunidades entre as duas margens do Atlântico.</p>
<p>Com a aquisição pelo Grupo Vila Galé, o antigo Sheraton da Reserva do Paiva prepara-se para regressar ao mercado hoteleiro brasileiro, num projeto que combina turismo, lazer, eventos e expansão internacional de um operador ibérico.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787353]]></sapo:autor>
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		<title>Cantora Bonnie Taylor morreu aos 75 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:42:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A cantora galesa Bonnie Tyler, conhecida por êxitos dos anos 1980 como "Total Eclipse of The Heart" ou "It´s a Heartache", morreu quarta-feira à noite, aos 75 anos, anunciou a família num comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cantora galesa Bonnie Tyler, conhecida por êxitos dos anos 1980 como &#8220;Total Eclipse of The Heart&#8221; ou &#8220;It’s a Heartache&#8221;, morreu quarta-feira à noite, aos 75 anos, anunciou a família num comunicado.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;A família e a equipa da Bonnie estão de coração partido ao anunciar que a Bonnie faleceu inesperadamente ontem à noite num hospital em Portugal, em consequência da doença para a qual estava a ser tratada&#8221;, pode ler-se num comunicado publicado na conta do Facebook da cantora, noticiado pelas agências noticiosas AP, France Presse e EFE.</p>
<p class="text-paragraph">A cantora de 75 anos, que tinha casa no Algarve, foi internada no Hospital de Faro em maio, na sequência de uma cirurgia de emergência.</p>
<p class="text-paragraph">Bonnie Tyler, nome artístico de Gaynor Hopkins, nasceu em 08 de junho de 1951, na vila de Skewen, no município de Neath Port Talbot, no País de Gales, Reino Unido, onde cresceu.</p>
<p class="text-paragraph">A cantora foi descoberta pelo produtor Roger Bell, numa discoteca em Swansea, tendo lançado o seu primeiro &#8216;single&#8217;, &#8220;Lost in France&#8221;, em 1977.</p>
<p class="text-paragraph">No mesmo ano, gravou a balada “It’s a Heartache”, com a qual começou a ficar conhecida, tendo atingido êxito internacional com &#8220;Total Eclipse of the Heart&#8221;, em 1983, canção que, na altura, esteve duas semanas em primeiro lugar no &#8216;top&#8217; do Reino Unido, e quatro semanas, nos Estados Unidos. Este ano ultrapassou mil milhões de reproduções no Spotify, adiantou a BBC.</p>
<p class="text-paragraph">O sucesso de &#8220;Total Eclipse of the Heart&#8221; deu a Bonnie Tyler uma nomeação para os Grammys, o que também aconteceu com o álbum &#8220;Faster Than the Speed of Night&#8221; e o ‘single’ &#8220;Here She Comes&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Em 2013, Bonnie Tyler representou o Reino Unido no Festival Eurovisão da Canção, terminando em 19.º lugar entre 26 participantes.</p>
<p class="text-paragraph">Em 2023, foi condecorada com a Ordem do Império Britânico (MBE) pelos serviços prestados à música.</p>
<p class="text-paragraph">Entre as mais recentes atuações de Bonnie Tyler em Portugal, contam-se os concertos no Casino Estoril e no Campo Pequeno, em Lisboa, em 2023, e no Coliseu dos Recreios e no Coliseu do Porto, em 2024.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787352]]></sapo:autor>
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		<title>O novo mal-estar no trabalho: burnout, quiet quitting e resenteeism preocupam empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:41:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Estas dinâmicas têm impacto direto na motivação, no bem-estar, no desempenho das equipas e na capacidade das organizações para reter talento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">O mundo do trabalho continua a mudar, impulsionado por novas expectativas dos profissionais, modelos laborais mais flexíveis e uma atenção crescente ao bem-estar. Neste contexto, surgem fenómenos que ajudam a explicar a forma como muitos colaboradores se relacionam hoje com as empresas, a carreira e o equilíbrio entre vida pessoal e profissional.</p>
<p class="isSelectedEnd">A Olisipo, empresa portuguesa especializada em recrutamento, outsourcing e formação na área das tecnologias de informação, identifica quatro tendências que estão a marcar o mercado de trabalho: burnout, boreout, quiet quitting e resenteeism.</p>
<p class="isSelectedEnd">Estas dinâmicas têm impacto direto na motivação, no bem-estar, no desempenho das equipas e na capacidade das organizações para reter talento.</p>
<p><strong>Burnout: quando a pressão leva à exaustão</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O burnout é caracterizado por um estado de exaustão física, emocional e mental, muitas vezes associado a níveis elevados de exigência, pressão constante e dificuldade em separar a vida profissional da vida pessoal.</p>
<p class="isSelectedEnd">Para as empresas, a prevenção passa por criar uma cultura que valorize o equilíbrio, o acompanhamento próximo das equipas e uma gestão sustentável das cargas de trabalho. A capacidade de identificar sinais de desgaste antes de se tornarem críticos pode ser determinante para proteger colaboradores e organizações.</p>
<p><strong>Boreout: a desmotivação causada pela falta de desafios</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O boreout surge quando os profissionais sentem ausência de desafios, poucas oportunidades de aprendizagem ou falta de propósito nas funções que desempenham.</p>
<p class="isSelectedEnd">Quando um colaborador sente que o seu potencial está subaproveitado, podem surgir sinais de desmotivação e afastamento progressivo em relação à organização. Para contrariar este fenómeno, a Olisipo aponta a criação de percursos de desenvolvimento e a atribuição de novos desafios como medidas relevantes.</p>
<p><strong>Quiet quitting: cumprir apenas o essencial</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O quiet quitting descreve a decisão de cumprir apenas as responsabilidades previstas, sem assumir tarefas adicionais ou demonstrar envolvimento extra com a empresa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta tendência mostra a importância de ambientes de trabalho onde os colaboradores se sintam valorizados, reconhecidos e alinhados com os objetivos da organização. Mais do que uma recusa direta do trabalho, o fenómeno pode revelar quebra de ligação emocional com a empresa.</p>
<p><strong>Resenteeism: ficar na empresa apesar da insatisfação</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">O resenteeism refere-se a colaboradores que permanecem na organização apesar de se sentirem insatisfeitos, frustrados ou sem perspetivas de evolução.</p>
<p class="isSelectedEnd">Esta realidade pode afetar o desempenho individual, o compromisso e o ambiente dentro das equipas. A comunicação transparente e a criação de oportunidades de crescimento são apontadas como formas de prevenir este tipo de afastamento silencioso.</p>
<p><strong>Bem-estar, reconhecimento e propósito ganham peso</strong></p>
<p class="isSelectedEnd">Paula Peixoto, diretora de People and Culture da Olisipo, afirma que estas tendências demonstram uma mudança na relação entre profissionais e organizações.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Hoje, os colaboradores valorizam cada vez mais fatores como bem-estar, reconhecimento, desenvolvimento contínuo e sentido de propósito”, refere. A responsável sublinha que cada profissional tem o seu próprio perfil, pelo que as lideranças devem manter um acompanhamento próximo, compreender necessidades individuais e atuar de forma preventiva.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787347]]></sapo:autor>
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		<title>Fundo VALOR PRIME compra plataforma logística de 16.000 m2 na Trofa</title>
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		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:36:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O imóvel encontra-se totalmente ocupado e conta com um contrato de arrendamento de longo prazo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">A Cushman &amp; Wakefield concluiu a venda de uma plataforma logística com cerca de 16.000 m2, localizada na Trofa, no distrito do Porto. O imóvel encontra-se totalmente ocupado e conta com um contrato de arrendamento de longo prazo.</p>
<p class="isSelectedEnd">A operação foi realizada em representação do vendedor. O ativo foi adquirido pelo Fundo VALOR PRIME, gerido pela Montepio Gestão de Activos.</p>
<p class="isSelectedEnd">A plataforma logística vendida pela Cushman &amp; Wakefield está situada numa zona estratégica do Grande Porto e integra o segmento industrial e logístico, uma área que tem continuado a atrair o interesse de investidores institucionais em Portugal.</p>
<p class="isSelectedEnd">O facto de o imóvel estar 100% ocupado e associado a um contrato de arrendamento de longo prazo reforça o perfil de rendimento estável do ativo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diogo Lopo, Head of Industrial &amp; Logistics Investment na Cushman &amp; Wakefield, afirma que a transação reflete o bom desempenho do mercado industrial e logístico em Portugal e o interesse contínuo dos investidores por ativos de qualidade, bem localizados e com rendimento previsível.</p>
<p class="isSelectedEnd">“Esta transação evidencia a excelente performance que o mercado industrial e logístico tem vindo a registar, e o contínuo interesse de investidores institucionais pelo setor logístico em Portugal”, refere o responsável.</p>
<p class="isSelectedEnd">Diogo Lopo acrescenta que a Cushman &amp; Wakefield está satisfeita por ter participado na operação, alinhando os interesses do vendedor e do comprador e contribuindo para a dinamização do setor a nível nacional.</p>
<p class="isSelectedEnd">José Dias de Jesus, diretor de Investimentos Imobiliários da Montepio Gestão de Activos, considera que a aquisição está alinhada com a estratégia do fundo.</p>
<p class="isSelectedEnd">Segundo o responsável, o imóvel corresponde ao perfil de ativos estrategicamente localizados procurados para o portefólio e representa mais um passo no reforço da política de investimento em ativos logísticos de qualidade, com rendimento estável e de longo prazo.</p>
<p>Com esta operação, o Fundo VALOR PRIME reforça a exposição ao segmento logístico, num mercado que continua a ganhar relevância no investimento imobiliário em Portugal.</p>
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