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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 28 May 2026 09:26:35 +0000</lastBuildDate>
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		<title>EDP liga o maior projeto solar no Japão. São 63 mil painéis solares para fornecer a Amazon</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 09:26:35 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[A EDP inaugurou um projeto solar de grande escala com 44 MWp em Fukushima, no Japão, desenvolvido através da sua unidade EDP Renewables APAC, marcando a entrada em operação plena de uma central que reforça a estratégia internacional da elétrica portuguesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A EDP inaugurou um projeto solar de grande escala com 44 MWp em Fukushima, no Japão, desenvolvido através da sua unidade EDP Renewables APAC, marcando a entrada em operação plena de uma central que reforça a estratégia internacional da elétrica portuguesa.</p>
<p>A infraestrutura, que contou com uma cerimónia tradicional japonesa para assinalar o arranque das operações, opera no âmbito de um contrato de compra de energia de longo prazo (Power Purchase Agreement – PPA) com a Amazon, alinhado com o objetivo da tecnológica de atingir a neutralidade carbónica em todas as suas operações até 2040.</p>
<p>Localizado em Fukushima, o parque solar ocupa uma área de 60 hectares, resultante da reconversão de um antigo campo de golfe desativado. Conta com mais de 63 mil painéis solares e representa, até à data, o maior projeto solar da EDP no Japão. A produção anual estimada ultrapassa os 48 GWh de energia.</p>
<p>Segundo a empresa, a central encontra-se já em operação com níveis de desempenho elevados, tendo superado as previsões durante as fases de testes e comissionamento. Atualmente, regista uma taxa de disponibilidade superior a 98%, acima da média das novas centrais elétricas, consolidando uma base de operação estável.</p>
<p>Este é o segundo acordo PPA entre a EDP e a Amazon na região Ásia-Pacífico, depois de um projeto solar em Singapura, em 2021. A colaboração entre as duas empresas começou em 2015, com um parque eólico em Ohio, e tem vindo a expandir-se de forma consistente. No total, a Amazon já contratou mais de 1,4 GW de capacidade renovável em projetos desenvolvidos pela elétrica portuguesa.</p>
<p>“A nossa colaboração com a EDP em vários países, incluindo este projeto em Fukushima, é fundamental para alcançar o objetivo da Amazon de atingir a neutralidade carbónica até 2040”, afirmou Cameron Evans, diretor de infraestruturas da AWS na região APAC. O responsável destacou ainda a reconversão do antigo campo de golfe como exemplo do impacto positivo do investimento em energias renováveis na regeneração ambiental e nas comundades locais.</p>
<p>Também Miguel Stilwell d’Andrade, CEO da EDP, sublinhou a importância estratégica do projeto. “A entrada em operação do projeto solar de Fukushima demonstra como as energias renováveis se tornaram um motor estratégico para empresas e economias”, afirmou, acrescentando que as parcerias de longo prazo permitem “soluções energéticas resilientes e competitivas” no contexto da transição energética.</p>
<p>A EDP mantém planos de expansão no Japão, onde pretende desenvolver um pipeline superior a 500 MWp até 2030, incluindo projetos solares e sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS). O objetivo é reforçar a segurança energética e contribuir para a independência energética do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768974]]></sapo:autor>
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		<title>AESE Business School : «A eficácia operacional já não é suficiente»</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 09:15:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[AESE Business School]]></category>
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					<description><![CDATA[Para dar resposta aos empresários e dirigentes que procuram elevar a forma como pensam e exercem a sua liderança, a AESE Business School apresenta o pde, um programa inovador]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Para dar resposta aos empresários e dirigentes que procuram elevar a forma como pensam e exercem a sua liderança, a AESE Business School apresenta o pde, um programa inovador.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Desenhado para profissionais que já assumem responsabilidades de direcção no seu dia-a-dia, o programa desafia os participantes a saírem da pressão imediata da operação e a recuperarem uma visão mais ampla sobre a organização. O objectivo passa por aprofundar a capacidade de decisão, reforçar a maturidade de julgamento e desenvolver uma liderança mais consciente.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Miguel Guerreiro, director do PDE – Programa de Direcção de Empresas, em Lisboa, existe um momento na trajectória de um dirigente em que a eficácia operacional deixa de ser suficiente. «Esse momento surge quando os desafios deixam de ser predominantemente operacionais e passam a exigir critério, visão de conjunto e capacidade de orientação num contexto mais exigente, complexo e incerto», destaca. A função de direcção ganha então uma nova densidade: «Já não se trata apenas de responder no imediato, mas de interpretar o contexto, estabelecer prioridades e decidir com impacto no médio e no longo prazo », acrescenta.</p>
<p style="text-align: justify;">É nessa transição que o PDE assume maior relevância. Na visão de Miguel Guerreiro, o programa permite criar distância face ao quotidiano e voltar a pensar a empresa de forma integrada. Ao longo do percurso, os dirigentes aprofundam a sua compreensão global da organização, confrontam-se com desafios reais de liderança e ganham maior clareza sobre a forma como lideram, decidem e mobilizam equipas. «O dirigente reconhece que a qualidade da sua liderança está directamente relacionada com a qualidade da sua reflexão.»</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O método do caso como factor distintivo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Uma das bases mais distintivas do programa é o Método do Caso, que coloca os participantes perante situações empresariais concretas e os desafia a analisar alternativas, discutir decisões e confrontar perspectivas diferentes. O objectivo não é encontrar respostas automáticas, mas sim desenvolver discernimento e capacidade de julgamento em ambientes de incerteza, que são, aliás, condições muito próximas da realidade da gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">«Hoje, gerir e liderar exige bastante mais do que rapidez de execução. Exige a capacidade de questionar pressupostos, rever modelos de decisão e repensar o próprio estilo de liderança », explica Miguel Guerreiro. Muitos dirigentes chegam a uma fase em que precisam menos de soluções imediatas e mais de profundidade na forma como observam a realidade e tomam decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa auto-reflexão tem efeitos concretos no dia-a-dia das empresas. «Melhora a qualidade das decisões, torna a liderança mais consistente e contribui para a construção de organizações mais sólidas », complementa. No PDE, esse trabalho é desenvolvido com aplicabilidade imediata e ganha ainda mais força através da aprendizagem entre pares.</p>
<p style="text-align: justify;">Num mercado onde existem cada vez mais formações executivas, o PDE distingue-se precisamente por não se limitar a ser mais um programa de actualização profissional, e sim «uma experiência de transformação da forma de pensar e exercer a direcção».</p>
<p style="text-align: justify;">Por outro lado, a combinação entre exigência académica, reflexão estratégica, desenvolvimento pessoal e aplicação directa à realidade da empresa constitui uma das suas maiores forças. Já o trabalho individual, a discussão em grupo e o debate em plenário garantem que cada participante assume um papel activo no seu processo de aprendizagem, desenvolvendo a capacidade de decidir, testar critérios e alargar a sua visão sobre a organização.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a componente internacional no IESE Business School, em Madrid, reforça a aprendizagem entre pares, ao expor os participantes a outras abordagens empresariais, culturas de gestão e contextos de decisão. «É essa combinação de visão integrada, método exigente, reflexão pessoal, diversidade de pares e projecção internacional que continua a fazer do PDE uma proposta particularmente sólida », conclui Miguel Guerreiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que um programa de gestão, o PDE &#8211; com edições em Lisboa e no Porto &#8211; é uma oportunidade para repensar a liderança com maior profundidade. Um espaço onde se aprende a decidir melhor, a liderar com mais consciência e a construir organizações mais consistentes num tempo em que dirigir exige muito mais do que saber executar.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “</em>MBA, Pós-graduações &amp; formação de executivos<em>”, publicado na edição de Maio (n.º 242</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_765614]]></sapo:autor>
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		<title>Custos da habitação empurram quase um milhão de portugueses para a pobreza</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/custos-da-habitacao-empurram-quase-um-milhao-de-portugueses-para-a-pobreza/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 09:11:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os elevados custos com a habitação estão a empurrar cerca de um milhão de pessoas para situações de pobreza em Portugal, segundo um novo documento temático divulgado pela Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os elevados custos com a habitação estão a empurrar cerca de um milhão de pessoas para situações de pobreza em Portugal, segundo um novo documento temático divulgado pela Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) Portugal. A organização alerta que o peso das rendas e dos encargos com crédito à habitação se transformou num dos principais fatores de exclusão social no país, anulando o impacto dos salários e dos apoios públicos no rendimento disponível das famílias.</p>
<p>Segundo avança a <a href="https://rr.pt/noticia/religiao/2026/05/28/custos-com-habitacao-empurram-mais-376-mil-pessoas-para-a-pobreza/472310/" target="_blank" rel="noopener">Rádio Renascença,</a> a EAPN Portugal corrigiu em alta as estimativas anteriormente divulgadas. Inicialmente, a instituição apontava para cerca de 376 mil pessoas afetadas pela pressão dos custos da habitação, mas, recorrendo agora aos dados oficiais de 2024, conclui que o número real poderá aproximar-se de um milhão. De acordo com esses dados, a taxa de risco de pobreza em Portugal atingia 16,6% da população, o equivalente a cerca de 1,761 milhões de pessoas. No entanto, se fossem incluídos os encargos com habitação no cálculo oficial, essa taxa subiria para 27,6%.</p>
<p>A organização sustenta, por isso, que “sem a sobrecarga financeira da casa, haveria menos um milhão de pessoas a viver abaixo do limiar da pobreza no país”. O relatório “Habitação e Pobreza”, apresentado esta quinta-feira em Santarém durante o seminário de encerramento do Congresso Nacional “Diálogos sobre a Pobreza”, destaca ainda o forte desequilíbrio entre a evolução dos preços do mercado imobiliário e os rendimentos reais das famílias. Segundo a EAPN, os preços das casas aumentaram 17,6% no último ano, agravando particularmente a situação de famílias com crianças, jovens e idosos isolados.</p>
<p>A coordenadora da EAPN Portugal, Maria José Vicente, defende que “o acesso a uma habitação digna e acessível não pode continuar a ser visto como um bem de consumo”, sublinhando que este deve ser tratado “como um direito humano fundamental e a base indispensável para qualquer estratégia de inclusão social”. Também a socióloga Paula Cruz, da EAPN Portugal, afirmou que “os números não mentem”, alertando que o peso da habitação nos orçamentos familiares deixa as pessoas “muito mais frágeis” e vulneráveis à pobreza. “O importante é pagar a renda, pagar a casa ao banco, e depois tudo o resto, como a alimentação e a medicação, acaba por ir para segundo plano”, afirmou.</p>
<p>A EAPN voltou ainda a defender um reforço significativo do investimento em habitação pública, considerando insuficiente a atual resposta do Estado nesta área. Paula Cruz recordou que Portugal continua com uma percentagem reduzida de habitação pública, apontando para longas listas de espera e dificuldades crescentes no pagamento de rendas. O debate promovido pela organização contou com a participação de várias figuras ligadas ao setor, entre elas o presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses, Pedro Pimpão, a arquiteta Helena Roseta e a secretária de Estado da Habitação, Patrícia Gonçalves Costa.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768942]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Confiança dos consumidores e clima económico sobem em maio</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/confianca-dos-consumidores-e-clima-economico-sobem-em-maio-ine/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 09:07:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O indicador de confiança dos consumidores aumentou em maio, após ter atingido em abril mínimos desde novembro de 2023, e o clima económico melhorou pelo segundo mês consecutivo, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O indicador de confiança dos consumidores aumentou em maio, após ter atingido em abril mínimos desde novembro de 2023, e o clima económico melhorou pelo segundo mês consecutivo, divulgou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).</p>
<p>De acordo com os inquéritos de conjuntura do INE, o indicador de confiança dos consumidores &#8220;aumentou em maio, após ter diminuído nos três meses anteriores, de forma significativa em março, e de ter registado em abril o valor mais baixo desde novembro de 2023&#8221;.</p>
<p>&#8220;A evolução do último mês resultou dos contributos positivos das perspetivas sobre a evolução futura da situação financeira do agregado familiar e da situação económica do país, e, em menor grau, das opiniões sobre a evolução passada da situação financeira do agregado familiar&#8221;, detalha.</p>
<p>Em sentido contrário, as expectativas sobre a evolução futura da realização de compras importantes por parte das famílias registaram um contributo negativo.</p>
<p>Segundo o instituto estatístico, o saldo das apreciações dos consumidores sobre a evolução passada dos preços diminuiu ligeiramente em maio, após ter registado em abril o maior aumento desde maio de 2008.</p>
<p>Quanto ao saldo das expectativas sobre a evolução futura dos preços, diminuiu em abril e maio, depois dos aumentos observados nos três meses anteriores e de ter registado em março o valor mais elevado desde março de 2022.</p>
<p>Já o indicador de clima económico, baseado em inquéritos às empresas, aumentou em abril e maio, após ter diminuído no mês anterior, regressando ao nível observado em janeiro e fevereiro.</p>
<p>Os indicadores de confiança aumentaram nos serviços, na construção e obras públicas e na indústria transformadora, mas diminuíram no comércio.</p>
<p>Nos serviços, o indicador de confiança aumentou em maio, após ter recuado no mês anterior, refletindo &#8220;os expressivos contributos positivos das perspetivas relativas à evolução da procura e das apreciações sobre a atividade da empresa&#8221;.</p>
<p>Na construção e obras públicas, o indicador aumentou nos últimos dois meses, registando o valor mais elevado desde junho de 2025, traduzindo o contributo positivo das apreciações sobre a carteira de encomendas.</p>
<p>Segundo o INE, o indicador da indústria transformadora também aumentou, mas &#8220;de forma ligeira&#8221;, refletindo os contributos positivos das apreciações relativas aos &#8216;stocks&#8217; de produtos acabados e das perspetivas de produção.</p>
<p>Em sentido contrário, o indicador de confiança no comércio diminuiu em maio, após ter aumentado no mês anterior, penalizado pelos contributos negativos das opiniões sobre o volume de vendas e das perspetivas sobre a atividade nos próximos três meses.</p>
<p>O INE precisa que o saldo de respostas das expectativas dos empresários sobre a evolução futura dos preços de venda aumentou na indústria transformadora e diminuiu nos serviços, na construção e no comércio.</p>
<p>Nesta edição dos inquéritos de conjuntura do INE, os períodos de recolha de informação decorreram entre 01 e 15 (dias úteis) de maio no caso do inquérito aos consumidores, com 1.250 respostas obtidas (entrevistas telefónicas), e entre os dias 01 e 21 no caso dos inquéritos qualitativos às empresas (&#8216;webinq&#8217;), com 1.248 respostas no setor do comércio, 651 respostas no setor da construção, 1.399 respostas no setor da indústria e 1.398 respostas no setor dos serviços.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768959]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Empresa do Super Bock Group gera impacto de 190 milhões de euros para a economia nacional e é &#8220;pilar do interior de Portugal&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/empresa-do-super-bock-group-gera-impacto-de-190-milhoes-de-euros-para-a-economia-nacional-e-e-pilar-do-interior-de-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 09:06:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[empresa]]></category>
		<category><![CDATA[interior]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Super bock]]></category>
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					<description><![CDATA[A VMPS – Águas e Turismo, empresa do Super Bock Group, assume-se como um dos principais motores económicos do interior de Portugal, com um impacto total estimado de 190 milhões de euros na economia nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A VMPS – Águas e Turismo, empresa do Super Bock Group, assume-se como um dos principais motores económicos do interior de Portugal, com um impacto total estimado de 190 milhões de euros na economia nacional.</p>
<p>Os dados constam do estudo “Avaliação do Impacto Socioeconómico da VMPS – Águas e Turismo S.A.”, realizado pela Faculdade de Economia da Universidade do Porto.</p>
<p>Sediada em Vila Pouca de Aguiar, a empresa tem um peso relevante na dinâmica económica local, representando cerca de 24% do volume de negócios do concelho e aproximadamente 31% do valor acrescentado bruto (VAB) empresarial em 2024. No total, a VMPS gera 278 postos de trabalho diretos, distribuídos entre as unidades industriais e turísticas. É um &#8220;pilar do interior de Portugal&#8221;, afirmam em comunicado.</p>
<p>À escala regional, no Alto Tâmega e Barroso, o impacto económico ultrapassa os 91 milhões de euros, com cerca de 32 milhões de euros em VAB. Já a nível nacional, o estudo estima um contributo próximo de 190 milhões de euros em produção, cerca de 70 milhões em valor acrescentado bruto e aproximadamente 30 milhões em remunerações.</p>
<p>Com atividade nas áreas da captação e engarrafamento de águas minerais naturais — incluindo a marca água das Pedras — e do turismo, a VMPS integra um modelo de negócio que articula indústria, bem-estar e turismo de natureza. A empresa detém ainda unidades como o Vidago Palace Hotel e o Pedras Salgadas Spa &amp; Nature Park, que têm vindo a ganhar relevância estratégica na afirmação da região como destino turístico.</p>
<p>Integrada no grupo desde 2002, a VMPS destaca-se por manter a sede fora do eixo industrial de Matosinhos, reforçando a aposta na descentralização económica. No mesmo período, a empresa investiu cerca de 40 milhões de euros no Centro de Produção de Pedras Salgadas, com intervenções na modernização de linhas de enchimento, aumento de capacidade de armazenagem e automação de processos.</p>
<p>Para além da componente económica, o estudo sublinha também o impacto social da VMPS em territórios marcados por desafios demográficos, através da criação de emprego direto, indireto e induzido. A empresa tem igualmente reforçado o seu compromisso com a sustentabilidade e com a comunidade local, através de projetos de restauro ecológico e do apoio a mais de duas dezenas de instituições culturais, sociais e desportivas da região.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768956]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dois casos num mês: Fugitivos brasileiros usam pedidos de asilo para sair da prisão e travar extradição em Portugal</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dois-casos-num-mes-fugitivos-brasileiros-usam-pedidos-de-asilo-para-sair-da-prisao-e-travar-extradicao-em-portugal/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:53:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um cidadão brasileiro associado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores organizações criminosas da América Latina, foi libertado esta quarta-feira da cadeia de alta segurança de Monsanto, em Lisboa, depois de o prazo máximo de prisão preventiva ter expirado antes de existir uma decisão definitiva sobre o seu pedido de asilo em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um cidadão brasileiro associado ao Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores organizações criminosas da América Latina, foi libertado esta quarta-feira da cadeia de alta segurança de Monsanto, em Lisboa, depois de o prazo máximo de prisão preventiva ter expirado antes de existir uma decisão definitiva sobre o seu pedido de asilo em Portugal. O caso voltou a expor aquilo que os tribunais classificam como um “vazio legal” nos processos de extradição envolvendo pedidos de proteção internacional.</p>
<p>Segundo explica o <a href="https://www.jn.pt/justica/artigo/fugitivos-da-america-latina-pedem-asilo-para-sair-da-cadeia-e-evitar-extradicao/18089111" target="_blank" rel="noopener">Jornal de Notícias (JN)</a>, Ygor Daniel Zago, conhecido pelo alias “Hulk”, beneficiou de uma lacuna jurídica que já terá sido usada noutros processos semelhantes. Em menos de um mês, este é o segundo caso de um fugitivo brasileiro que consegue sair da prisão após apresentar um pedido de asilo para evitar a extradição. No ano passado, um alegado contrabandista colombiano também terá recorrido ao mesmo mecanismo.</p>
<p>Condenado no Brasil a 29 anos de prisão por tráfico de droga e por liderar um esquema de contrabando de combustível adulterado com metanol, Ygor Daniel Zago fugiu para Portugal em maio de 2025. Instalou-se posteriormente num condomínio em Cascais, juntamente com a mulher, a partir de onde, segundo as autoridades, continuaria a gerir negócios ligados ao crime organizado. Em outubro, acabou localizado pela Unidade de Informação Criminal da Polícia Judiciária e detido ao abrigo de um mandado internacional emitido pelo Brasil. Já este ano, apresentou um pedido de asilo à Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), que acabou rejeitado, mas recorreu da decisão para o Tribunal Administrativo de Lisboa, conseguindo suspender temporariamente a extradição já validada pelo Supremo Tribunal de Justiça.</p>
<p>O Tribunal da Relação de Lisboa ordenou entretanto a libertação imediata do suspeito, admitindo que a legislação atual não prevê a suspensão da contagem do prazo da prisão preventiva enquanto decorre um processo de asilo. Em comunicado, o tribunal explicou que “o visado não pode permanecer detido por mais tempo do que aquele que a lei prevê para o processo de extradição”. Apesar de ter sido colocado em liberdade, Ygor Daniel Zago ficou sujeito a medidas de coação, incluindo a entrega do passaporte, proibição de sair do país e apresentações diárias às autoridades policiais. Ainda assim, o risco de fuga preocupa as autoridades, sobretudo porque o suspeito possui também nacionalidade italiana, o que poderia facilitar uma eventual deslocação clandestina para Itália, onde um processo de extradição para o Brasil seria mais complexo.</p>
<p>Embora esteja agora em liberdade em Portugal, o mandado de detenção internacional contra “Hulk” mantém-se ativo e poderá ser executado em qualquer outro país com cooperação policial internacional através da Interpol. O caso reacendeu o debate sobre as falhas legais nos mecanismos de extradição e proteção internacional, numa altura em que tribunais portugueses enfrentam um número crescente de pedidos de asilo apresentados por cidadãos estrangeiros procurados pela justiça dos seus países de origem.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768930]]></sapo:autor>
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		<title>AEP investe quase 1 milhão de euros para ajudar 500 PME do Norte a responder às novas exigências ESG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:46:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Associação Empresarial de Portugal (AEP) lançou um novo programa de apoio às empresas do Norte para acelerar a adaptação às crescentes exigências ESG (Environmental, Social and Governance), num contexto em que critérios de sustentabilidade ganham peso no acesso a financiamento, cadeias de fornecimento e competitividade internacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Empresarial de Portugal (AEP) lançou um novo programa de apoio às empresas do Norte para acelerar a adaptação às crescentes exigências ESG (Environmental, Social and Governance), num contexto em que critérios de sustentabilidade ganham peso no acesso a financiamento, cadeias de fornecimento e competitividade internacional.</p>
<p>A iniciativa, designada “Novo Rumo a Norte – Rumo à Sustentabilidade”, inclui um ciclo de webinars gratuitos e uma ferramenta de diagnóstico ESG destinada às micro, pequenas e médias empresas (MPME) da região. O projeto é desenvolvido em parceria com a Get2C e prevê apoiar empresas até 2027.</p>
<p>Segundo os dados apresentados pela AEP, a região Norte concentra atualmente 522 mil empresas, cerca de 33% do tecido empresarial português, emprega mais de 1,6 milhões de pessoas e representa quase 26,7 mil milhões de euros em exportações nacionais.</p>
<p>Apesar do peso económico da região, a associação alerta que muitas empresas continuam pouco preparadas para responder às novas exigências regulatórias e de mercado ligadas à sustentabilidade. Entre os principais riscos identificados estão maiores dificuldades no acesso a financiamento, perda de competitividade e exclusão de oportunidades comerciais.</p>
<p>O projeto conta com um investimento global de cerca de 924,6 mil euros, cofinanciado pelo NORTE 2030, Portugal 2030 e União Europeia, e pretende reforçar a preparação das MPME para um contexto económico marcado pela transição verde e digital.</p>
<p>Os dados divulgados pela AEP mostram ainda fortes assimetrias dentro da própria região Norte. A Área Metropolitana do Porto concentra mais de metade da atividade económica regional, reunindo 263 mil empresas, 862 mil trabalhadores, 97,1 mil milhões de euros de volume de negócios e 13,3 mil milhões de euros em exportações.</p>
<p>Já regiões como Tâmega e Sousa, Alto Minho ou Terras de Trás-os-Montes continuam a apresentar indicadores de riqueza e produtividade abaixo da média europeia. No caso de Tâmega e Sousa, apesar de concentrar 46 mil empresas e quase 167 mil trabalhadores, o PIB per capita corresponde a apenas 53,1% da média da União Europeia.</p>
<p>No centro da iniciativa está uma ferramenta gratuita de diagnóstico ESG, desenvolvida com base na norma europeia VSME — Voluntary Sustainability Reporting Standard for SMEs. Através de um questionário simplificado, as empresas poderão avaliar o seu nível de maturidade nas áreas ambiental, social e de governação, recebendo posteriormente um relatório personalizado com recomendações práticas e orientação para futuras necessidades de reporte de sustentabilidade.</p>
<p>A solução permitirá ainda que as empresas repitam o diagnóstico ao longo do tempo, acompanhando a evolução do seu desempenho ESG.</p>
<p>Com execução prevista até ao segundo trimestre de 2027, o projeto deverá abranger cerca de 500 MPME da região Norte, disponibilizando ações de capacitação, conhecimento especializado e instrumentos de apoio à sustentabilidade empresarial.</p>
<p>Com esta iniciativa, a AEP pretende reforçar o apoio à transformação sustentável do tecido empresarial português, promovendo a sustentabilidade como fator de competitividade, inovação e resiliência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768948]]></sapo:autor>
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		<title>Mau tempo: Empresas com 1.566 ME já contratados dos apoios à reconstrução</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:34:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As empresas afetadas pelo mau tempo têm já contratado, ou em contratação, 1.566 milhões de euros de financiamento disponível na banca comercial, 91% do total do montante candidatado nas Linhas de Apoio à Reconstrução, segundo o BPF.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As empresas afetadas pelo mau tempo têm já contratado, ou em contratação, 1.566 milhões de euros de financiamento disponível na banca comercial, 91% do total do montante candidatado nas Linhas de Apoio à Reconstrução, segundo o BPF.</p>
<p>Os números, fornecidos pelo Banco Português de Fomento (BPF) em resposta à agência Lusa, são conhecidos no dia em se assinalam quatro meses desde a passagem da tempestade Kristin, que afetou fortemente empresas e atividades económicas em vários distritos do país, sobretudo da região Centro.</p>
<p>Desde então, o BPF, em articulação com a banca comercial, mobilizou &#8220;uma resposta financeira de grande dimensão para apoiar a recuperação da economia portuguesa&#8221;, considerou à Lusa o presidente da instituição, Gonçalo Regalado.</p>
<p>Os últimos dados do BPF, de sábado, indicam ainda que no total estão em construção 10.827 candidaturas, representando 1.920 milhões de euros de financiamento. Destas, 9.210 candidaturas completas já foram submetidas ao BPF, num montante de 1.886 milhões de euros, encontrando-se ainda em análise 365 candidaturas no valor de 92 milhões de euros.</p>
<p>O financiamento já disponibilizado às empresas materializou-se em 7.992 &#8216;packs&#8217; contratuais, resultado de uma operação desenvolvida em parceria com a banca comercial, nomeadamente a Caixa Geral de Depósitos, Millennium BCP, Novo Banco, BPI, Crédito Agrícola, Santander Totta, Montepio, Bankinter e Abanca.</p>
<p>As indústrias transformadoras concentram 29% do montante apoiado, seguindo-se o comércio, com 26%, demonstrando o foco do apoio nos setores mais diretamente impactados pelas tempestades. Seguem-se ainda a construção (10%) e a agricultura (9%) como dos setores que mais candidaturas às linhas de Apoio à Reconstrução do BPF submeteram.</p>
<p>As Micro e Pequenas Empresas representam 86% do número total de candidaturas, correspondendo a 49% do montante apoiado, refletindo &#8220;a forte adesão das empresas de menor dimensão aos mecanismos de apoio criados para responder à situação de emergência económica&#8221;, acrescentou o CEO do BPF.</p>
<p>Em termos geográficos, o distrito de Leiria concentra o maior volume de financiamento candidatado, com 882 milhões de euros, seguido de Santarém (342 milhões), Coimbra (232 milhões), Lisboa (158 milhões), Aveiro (138 milhões), Castelo Branco (97 milhões) e Setúbal (18 milhões).</p>
<p>Dentro do distrito de Leiria &#8211; o mais afetado &#8211; destacam-se os concelhos de Leiria, Pombal, Marinha Grande e Alcobaça.</p>
<p>Ao nível do investimento produtivo, nos concelhos afetados pelo conjunto de tempestades, foram já aprovados 624 milhões de euros de investimento e 270 milhões de euros de subvenções, em 641 projetos apoiados pelo Instrumento Financeiro para a Inovação e Competitividade (IFIC), tendo sido adiantados 20 milhões de euros às empresas beneficiárias.</p>
<p>No total, nestas áreas, foram submetidos 2.244 milhões de euros em candidaturas, distribuídos por 1.836 projetos, incluindo 1.351 milhões de euros no âmbito do aviso &#8220;Reindustrializar Calamidades&#8221;, criado especificamente para apoiar empresas afetadas pelas calamidades ocorridas em janeiro.</p>
<p>O BPF diz que a maioria das candidaturas foi apresentada logo nas semanas seguintes às tempestades, durante fevereiro, mantendo-se, contudo, um fluxo estável de novos pedidos ao longo dos últimos meses.</p>
<p>Só em maio foram submetidos cerca de 100 milhões de euros em novas candidaturas.</p>
<p>Os temporais, que atingiram o território continental durante cerca de três semanas, sobretudo nas regiões Centro, Lisboa e Vale do Tejo e Alentejo, provocaram a destruição total ou parcial de milhares de casas, empresas e equipamentos, a queda de árvores e de estruturas, o corte de energia, água e comunicações, inundações e cheias, com prejuízos superiores a cinco mil milhões de euros.</p>
<p>O Grupo BPF realiza hoje a 3.ª edição do Conversas com Fomento, em Leiria, esperando mobilizar 1.000 empresários, disse Gonçalo Regalado.</p>
<p>O Presidente da República, António José Seguro, e o primeiro-ministro, Luís Montenegro, têm presença prevista no evento hoje em Leiria.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768937]]></sapo:autor>
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		<title>PJ lança megaoperação em Lisboa e investiga alegado &#8220;polvo&#8221; autárquico ligado ao PS</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:28:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária desencadeou esta quinta-feira uma das maiores operações do ano na área do combate à corrupção, com mais de 300 inspetores mobilizados para uma investigação centrada num alegado esquema de favorecimento associado ao poder autárquico do PS em Lisboa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Polícia Judiciária desencadeou esta quinta-feira uma das maiores operações do ano na área do combate à corrupção, com mais de 300 inspetores mobilizados para uma investigação centrada num alegado esquema de favorecimento associado ao poder autárquico do PS em Lisboa. A operação envolve buscas, recolha de documentação e prevê detenções relacionadas com suspeitas de crimes de prevaricação, tráfico de influência e recebimento indevido de vantagem.</p>
<p>Segundo avançou a CNN Portugal, a investigação da Unidade Nacional de Combate à Corrupção tem como epicentro a Junta de Freguesia de Santa Maria Maior, em Lisboa, anteriormente liderada pelo socialista Miguel Coelho, um dos visados nas diligências em curso. Em causa estarão alegados favorecimentos na contratação de militantes socialistas e na adjudicação direta de serviços a empresas ligadas ao partido, num montante que terá ultrapassado os 800 mil euros entre 2016 e 2022.</p>
<p>A investigação aponta para a existência de uma rede de nove elementos ligados ao PS de Mafra que terão sido contratados pela Junta de Santa Maria Maior. Entre eles encontra-se Sérgio Santos, identificado como diretor do departamento de compras da junta lisboeta. De acordo com as suspeitas sob investigação, este responsável, em articulação com Miguel Coelho, terá participado na adjudicação de contratos por ajuste direto a 19 empresas da zona de Mafra, todas associadas a militantes socialistas.</p>
<p>As autoridades suspeitam que os contratos atribuídos terão beneficiado estruturas empresariais próximas do universo socialista local, através de procedimentos de contratação pública alegadamente direcionados. Os investigadores estão a analisar a legalidade dos ajustes diretos realizados e a eventual existência de favorecimento político e pessoal nas adjudicações efetuadas ao longo de vários anos.</p>
<p>Entre os casos identificados na investigação encontra-se ainda uma empresa pertencente à mulher de Duarte Moral, antigo assessor do ex-primeiro-ministro António Costa e apontado como próximo do atual secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, na área da comunicação partidária. Segundo os elementos conhecidos, essa empresa terá celebrado contratos por ajuste direto com a Junta de Santa Maria Maior no valor aproximado de 70 mil euros entre 2020 e 2022.</p>
<p>A investigação abrange igualmente alegadas ligações empresariais do próprio Duarte Moral ao PS de Mafra durante as eleições autárquicas de 2021. Estão em causa serviços relacionados com produção de material de campanha e consultadoria de comunicação, num negócio que terá ultrapassado os 10 mil euros e que, segundo a informação avançada, terá sido replicado noutras campanhas socialistas em diferentes zonas do país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768929]]></sapo:autor>
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		<title>Prazo para limpeza de terrenos alargado até 30 de junho em todo o território</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:27:03 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O prazo para limpeza dos terrenos foi alargado até 30 de junho para todo o território, anunciou o ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, numa entrevista à RTP.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O prazo para limpeza dos terrenos foi alargado até 30 de junho para todo o território, anunciou o ministro da Agricultura, José Manuel Fernandes, numa entrevista à RTP.</p>
<p>&#8220;Para todo o pais, e face as condições climatéricas que também tivemos e às chuvas, vamos alargar o prazo de limpeza, que acabava [para os concelhos que não estiveram em situação de calamidade] agora a 31 de maio, até 30 de junho&#8221;, disse o ministro.</p>
<p>O governante acrescentou que as entidades já foram ouvidas para o prolongamento do prazo em todo o território nacional.</p>
<p>No início do mês, os proprietários florestais já tinham pedido o prolongamento do prazo para a limpeza de terrenos, para prevenir incêndios rurais, apontando falta de mão-de-obra e aumento de custos.</p>
<p>Até agora, os prazos para os trabalhos de gestão de combustível na rede secundária, no âmbito das medidas de prevenção de fogos rurais, iam até 30 de junho apenas nos concelhos abrangidos pela declaração de calamidade, devido às tempestades de janeiro e fevereiro.</p>
<p>As coimas por falta de limpeza podem ir desde 150 a 1.500 euros, para pessoas singulares, podendo atingir 10 mil em casos específicos, e até 25 mil para pessoas coletivas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768932]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsas europeias em baixa com petróleo a subir</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bolsas-europeias-em-baixa-com-petroleo-a-subir/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:22:10 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As principais bolsas europeias encontravam-se hoje no 'vermelho', enquanto o petróleo subia mais de 2%, depois de novos ataques entre Estados Unidos da América e Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As principais bolsas europeias encontravam-se hoje no &#8216;vermelho&#8217;, enquanto o petróleo subia mais de 2%, depois de novos ataques entre Estados Unidos da América e Irão.</p>
<p>Pelas 08:30 em Lisboa, o Eurostoxx 600 perdia 0,53% para 624,87 pontos.</p>
<p>Pela mesma hora, o principal índice de Londres recuava 0,89%, o de Paris 0,42%, o de Madrid 0,33% e tanto o de Milão como o de Frankfurt desciam 0,14%.</p>
<p>As principais bolsas europeias seguem, assim, em terreno negativo, depois de notícias contraditórias sobre as negociações entre os EUA e o Irão.</p>
<p>A bolsa em Wall Street também fechou na quarta-feira em alta, tendo o Dow Jones chegado mesmo a máximos intradiários.</p>
<p>Ainda assim, o otimismo dos investidores arrefeceu após os novos ataques no Médio Oriente, que aumentam as dúvidas sobre um possível acordo de paz quando o conflito se prolonga há três meses.</p>
<p>As forças norte-americanas terão atacado instalações no sul iraniano, uma operação assinalada como um ato &#8220;de defesa própria&#8221;.</p>
<p>Em resposta, o Irão atacou uma base aérea dos EUA e assegurou que bloqueou a passagem de quatro embarcações norte-americanas no estreito de Ormuz.</p>
<p>Depois dos ataques, o barril de petróleo Brent para entrega em julho voltou a subir &#8212; na ordem dos 2,5% &#8211; e chegou aos 96,65 dólares.</p>
<p>Já o petróleo do Texas, referência para os EUA, avança 2,7% para 91,09 dólares.</p>
<p>O euro descia para 1,161 dólares e o ouro recuava 1,46% para 4.388,1 dólares.</p>
<p>Por sua vez, a prata recuava 1,69% para 73,37 dólares e a bitcoin perdia 2,77% para 73.061,6 dólares.</p>
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		<title>Calor extremo em Portugal pode prolongar-se por 15 dias em alguns distritos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:19:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal está a enfrentar uma onda de calor invulgar para a Primavera, com temperaturas extremas que já bateram recordes históricos em várias regiões do país e que poderão prolongar-se até 15 dias em alguns distritos do Interior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal está a enfrentar uma onda de calor invulgar para a Primavera, com temperaturas extremas que já bateram recordes históricos em várias regiões do país e que poderão prolongar-se até 15 dias em alguns distritos do Interior, segundo o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA). O fenómeno começou a 20 de maio e poderá ainda alargar-se a mais zonas do território continental nos próximos dias.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.publico.pt/2026/05/27/azul/noticia/onda-calor-primavera-vai-continuar-mora-ultrapassou-recorde-69-anos-passa-2176160" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, Mora registou esta terça-feira 39,4 graus Celsius, ultrapassando o anterior máximo de maio, fixado em 39 graus em 1957, enquanto Alcobaça atingiu 36,1 graus, superando o recorde de 35,3 graus estabelecido em 1978. O IPMA refere ainda que Odemira e Lamas de Mouro registaram temperaturas mínimas historicamente elevadas para maio, com 19,9 e 18,9 graus, acima dos anteriores máximos observados em 1999 e 2001. O instituto alerta que a onda de calor poderá persistir durante cerca de duas semanas em algumas regiões do Interior, apesar de ser esperada uma descida das temperaturas máximas no litoral Oeste a partir de 28 de maio.</p>
<p>O investigador da Organização Meteorológica Mundial, Álvaro Silva, explica que este episódio de calor extremo resulta de um bloqueio anticiclónico persistente combinado com a entrada de ar muito quente proveniente do Noroeste de África. Segundo o especialista, esta configuração atmosférica cria uma espécie de “cúpula de calor”, impedindo a entrada de massas de ar mais fresco do Atlântico e favorecendo um aquecimento contínuo da superfície devido ao céu limpo e à forte radiação solar. Paralelamente ao calor intenso, as previsões apontam para trovoadas secas, granizo e rajadas fortes sobretudo nos distritos de Vila Real, Viseu, Coimbra, Aveiro, Braga e Viana do Castelo.</p>
<p>Os especialistas em clima sublinham que este fenómeno está diretamente relacionado com as alterações climáticas. Friederike Otto afirmou que “este calor recorde tem as impressões digitais das alterações climáticas por todo o lado”, acrescentando que temperaturas desta magnitude eram anteriormente raras até mesmo no pico do Verão. Já Garyfallos Konstantinoudis alertou que ondas de calor precoces são particularmente perigosas para os grupos mais vulneráveis, uma vez que o organismo ainda não teve tempo para se adaptar às temperaturas extremas.</p>
<p>A onda de calor está a afetar grande parte da Europa, com alertas emitidos em países como Espanha, França, Reino Unido, Irlanda, Áustria e República Checa. Em França, o Governo associou já sete mortes ao episódio de calor extremo, cinco delas por afogamento. Em Espanha, a Agência Estatal de Meteorologia prevê temperaturas próximas dos 40 graus Celsius e noites tropicais em várias regiões da Península Ibérica. Os cientistas alertam que fenómenos desta natureza estão a tornar-se mais frequentes, mais intensos e mais duradouros devido às alterações climáticas, transformando episódios antes considerados excecionais em situações cada vez mais comuns.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768925]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Kuwait abate mísseis e drones após anúncio de ataque iraniano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:15:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O estado-maior do exército do Kuwait relatou hoje que as suas defesas antiaéreas intercetaram mísseis e drones lançados sobre o seu território, após o Irão ter anunciado um ataque contra uma base norte-americana na região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O estado-maior do exército do Kuwait relatou hoje que as suas defesas antiaéreas intercetaram mísseis e drones lançados sobre o seu território, após o Irão ter anunciado um ataque contra uma base norte-americana na região.</p>
<p>No comunicado das autoridades locais lê-se que &#8220;as defesas kuwaitianas estão a repelir ataques com mísseis e drones&#8221;, sem especificar qual zona do país do golfo Pérsico que foi atacada ou adiantar mais pormenores.</p>
<p>O texto avisa que &#8220;quaisquer explosões ouvidas se devem à interceção de ataques pelos sistemas de defesa aérea&#8221; e pede &#8220;a todos que sigam as instruções de segurança emitidas pelas autoridades competentes&#8221;.</p>
<p>O incidente ocorreu pouco depois de a Guarda Revolucionária iraniana anunciar também em comunicado que tinha lançado um ataque contra uma base aérea norte-americana em resposta a uma ofensiva anterior dos Estados Unidos no sul do país.</p>
<p>Entretanto, continuam as negociações indiretas entre Washington e Teerão para pôr fim ao conflito e reabrir o estreito de Ormuz, com uma reunião, hoje, entre o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, e o ministro dos Negócios Estrangeiros do Paquistão, Ishaq Dar, intermediário.</p>
<p>Desde que o cessar-fogo anunciado em 08 de abril entre entrou em vigor, o Kuwait relatou vários ataques contra seu território e infraestruturas estratégicas.</p>
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		<title>Temperaturas médias globais vão continuar em nível recorde (e Portugal será uma das regiões mais expostas)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[As temperaturas médias globais deverão continuar em níveis recorde ou perto deles nos próximos cinco anos, indica a Atualização Climática Global Anual a Decenal, da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgada esta quinta-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As temperaturas médias globais deverão continuar em níveis recorde ou perto deles nos próximos cinco anos, indica a Atualização Climática Global Anual a Decenal, da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgada esta quinta-feira.</p>
<p>O novo relatório, realizado pelo serviço nacional de meteorologia do Reino Unido, o Met Office, prevê que, durante o período de 2026 a 2030, as temperaturas médias globais anuais junto à superfície variem entre 1,3 graus Celsius (°C) e 1,9°C acima da média da era pré-industrial (1850-1900).</p>
<p>Considera igualmente como “muito provável (com uma taxa de probabilidade de 91%) que a temperatura média global junto à superfície ultrapasse temporariamente 1,5°C acima dos níveis médios de 1850-1900 durante pelo menos um ano” do referido período.</p>
<p>Este nível também foi temporariamente ultrapassado em 2024, “quando a temperatura média global à superfície foi de cerca de 1,55°C acima da linha de base pré-industrial”, segundo um comunicado da OMM.</p>
<p>A atualização considera ainda provável (75%) que a média dos cinco anos ultrapasse 1,5°C acima dos valores da época pré-industrial, indicando como “excecionalmente improvável (menos de 1%) que qualquer ano isolado ultrapasse os 2°C acima da média de 1850-1900“.</p>
<p>Indica também que “a previsão da temperatura média quinquenal no Pacífico tropical central [na região Niño 3.4, utilizada para monitorizar o fenómeno] indica uma tendência para condições de El Niño, particularmente em 2027 e 2028″.</p>
<p>“Há uma previsão de El Niño para o final de 2026, o que aumenta as probabilidades de o ano seguinte, 2027, ser o próximo ano recorde“, afirma o autor principal do relatório, Leon Hermanson, citado no comunicado.</p>
<p>Segundo a agência das Nações Unidas, “a confiança nas previsões da temperatura média global anual junto à superfície é elevada, pois as previsões retrospetivas demonstram uma elevada precisão“.</p>
<p>Em relação ao Ártico, o estudo, que sintetiza previsões de 13 institutos, prevê temperaturas 2,8°C acima das médias de 1991 a 2020 nos próximos cinco invernos prolongados do hemisfério norte (novembro a março).</p>
<p>“Uma anomalia mais de três vezes e meia superior à anomalia da temperatura média global no mesmo período”, que poderá explicar as previsões de “novas reduções na concentração de gelo marinho no Mar de Barents, no Mar de Bering e no Mar de Okhotsk” entre o corrente ano e 2035.</p>
<p>Quanto à pluviosidade, os padrões previstos para a época entre maio e setembro de 2026-2030 indicam como mais prováveis “anomalias húmidas no Sahel, norte da Europa, Alasca e Sibéria, e anomalias secas sobre a Amazónia“.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768921]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal está a ficar sem casas para os ricos. Mansões acima dos 8 milhões são raridade e estrangeiros estão a absorver a oferta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:11:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Portugal consolidou-se como um destino de luxo global, atraindo compradores nacionais e internacionais em busca de habitações exclusivas. No entanto, a oferta de casas de superluxo continua limitada: no início de 2026 existiam pouco mais de mil imóveis à venda no país com preços superiores a 4 milhões de euros, segundo dados do idealista/data.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Portugal consolidou-se como um destino de luxo global, atraindo compradores nacionais e internacionais em busca de habitações exclusivas. No entanto, a oferta de casas de superluxo continua limitada: no início de 2026 existiam pouco mais de mil imóveis à venda no país com preços superiores a 4 milhões de euros, segundo dados do idealista/data.</p>
<p>A escassez explica-se, sobretudo, pela falta de localizações verdadeiramente premium. Zonas com vista mar, elevada privacidade, segurança, proximidade a marinas, campos de golfe ou centros históricos são raras e, em muitos casos, enfrentam restrições ambientais e urbanísticas que limitam novos projetos.</p>
<p>Entre os destinos mais procurados destaca-se Cascais, que concentra a maior oferta nacional deste segmento. O concelho tinha, no arranque de 2026, cerca de 425 casas de ultraluxo à venda, com preços medianos de 4,7 milhões de euros, apesar de o stock ter recuado 10% face ao ano anterior.</p>
<p>A dimensão do mercado em Cascais supera mesmo a das maiores cidades portuguesas. Lisboa contabilizava cerca de 141 imóveis deste tipo, enquanto o Porto tinha apenas 10 habitações disponíveis. Ainda assim, a Invicta registou o preço mediano mais elevado, nos 6,5 milhões de euros, enquanto Lisboa se fixou nos 5,2 milhões.</p>
<p>Já a Comporta continua a afirmar-se como um mercado ultraprime marcado pela exclusividade e discrição. Apesar da reduzida oferta — apenas três imóveis disponíveis — a região mantém forte atratividade internacional, impulsionada por celebridades e investidores estrangeiros.</p>
<p>No Algarve, o distrito de Faro destaca-se com mais de 325 casas de ultraluxo à venda, num crescimento anual de 46%. O preço mediano manteve-se estável nos 4,95 milhões de euros. O chamado “triângulo dourado”, entre Quinta do Lago, Vale do Lobo e Vilamoura, continua a concentrar algumas das propriedades mais valorizadas do país.</p>
<p>Também a Madeira tem vindo a ganhar peso neste mercado. A oferta quase triplicou no último ano, atingindo cerca de 60 imóveis, enquanto o preço mediano subiu 22%, para 5,5 milhões de euros.</p>
<p>O segmento mais exclusivo do mercado — casas acima dos 8 milhões de euros — permanece ainda mais restrito. No primeiro trimestre de 2026 existiam pouco mais de 200 imóveis ultraprime anunciados em Portugal.</p>
<p>Neste patamar, Cascais e Algarve continuam a dominar. O concelho de Cascais contabilizava mais de 50 imóveis acima dos 8 milhões de euros, com preços medianos de 13,5 milhões. Já o distrito de Faro reunia mais de 140 propriedades deste segmento, com preços medianos de 11,5 milhões de euros.</p>
<p>Segundo o idealista/data, a crescente procura internacional por Portugal como destino residencial de luxo continua a aumentar mais rapidamente do que a capacidade de criar nova oferta, contribuindo para valorizar ainda mais os imóveis exclusivos no país.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768917]]></sapo:autor>
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		<title>Startup Portugal leva 28 empresas nacionais ao South Summit Madrid</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 08:04:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Startup Portugal vai levar 28 'startups' ao South Summit Madrid, entre 03 e 05 de junho, uma delegação que já captou mais de 49,4 milhões de euros de investimento e receitas agregadas superiores a 8,2 milhões de euros.  ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Startup Portugal vai levar 28 &#8216;startups&#8217; ao South Summit Madrid, entre 03 e 05 de junho, uma delegação que já captou mais de 49,4 milhões de euros de investimento e receitas agregadas superiores a 8,2 milhões de euros.</p>
<p>Em comunicado, a entidade responsável pela promoção do ecossistema empreendedor nacional indicou que terá um &#8216;stand&#8217; próprio naquele que é considerado um dos principais eventos europeus de inovação e empreendedorismo.</p>
<p>Segundo a Startup Portugal, as empresas participantes no evento empregam cerca de 360 colaboradores e representam diferentes regiões do país, incluindo Lisboa, Porto, Braga, Coimbra, Leiria, Covilhã e Viana do Castelo.</p>
<p>As &#8216;startups&#8217; integram áreas como Inteligência Artificial (IA), Fintech, Energia, Indústria, Mobilidade e Telecomunicações.</p>
<p>A participação é organizada através do programa Business Abroad, criado para apoiar a presença de &#8216;startups&#8217; portuguesas em conferências tecnológicas internacionais.</p>
<p>Citado no comunicado, o presidente da Startup Portugal, Alexandre Teixeira dos Santos, afirmou que o ecossistema nacional atravessa &#8220;um momento de viragem&#8221;, com empresas &#8220;mais maduras e preparadas para um momento crucial: escalar&#8221;.</p>
<p>O responsável considerou ainda que Espanha representa &#8220;um passo natural de expansão internacional&#8221; para &#8216;startups&#8217; portuguesas que pretendem crescer num mercado competitivo e classificou o South Summit como &#8220;uma plataforma-chave para acelerar essa presença&#8221;.</p>
<p>Além das &#8216;startups&#8217;, a comitiva portuguesa integra fundos de investimento como Armilar, Bynd e Indico Capital Partners, bem como entidades como a Unicorn Factory Lisboa.</p>
<p>Integram a delegação as &#8216;startups&#8217; e-Security.bio, Complear, Good Casting, ZeroPact, InsightDigital, Coalex.ai, Indie Seguros, Logistics WMS, SCEMAI, UPinC LDA, Enline, ambi., Automaise, ubbu, Granter, WiseWorld, VIVIN APP, Meetball, Paynest e Planta Smart Homes.</p>
<p>A Savearth, TeemyTech, B10SEC, Manie, LoopOS, Deepneuronic, Serp Energy e Gazelle Wind Power também fazem parte do grupo que viaja para a capital espanhola.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768914]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Gestora do SIRESP acumulou três salários durante dois anos sem autorização do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Revista de Imprensa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 07:54:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Paula Sofia Casimiro, nomeada vogal executiva do SIRESP em maio de 2022, acumulou durante dois anos funções de gestão com atividade docente em duas instituições de ensino superior, sem a necessária autorização do Governo. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Paula Sofia Casimiro, nomeada vogal executiva do SIRESP em maio de 2022, acumulou durante dois anos funções de gestão com atividade docente em duas instituições de ensino superior, sem a necessária autorização do Governo. A situação foi identificada numa auditoria da Inspeção-Geral de Finanças (IGF), que apontou várias irregularidades à gestão liderada pelo general Paulo Viegas Nunes.</p>
<p>Segundo o <a href="https://www.cmjornal.pt/politica/detalhe/gestora-do-siresp-acumulou-tres-salarios" target="_blank" rel="noopener">Correio da Manhã</a>, Paula Sofia Casimiro manteve atividade docente simultaneamente na Academia Militar e na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, apesar de exercer um cargo executivo no SIRESP em regime de exclusividade e a tempo inteiro. Fontes citadas pelo jornal indicam que a gestora terá sido escolhida para o cargo por Paulo Viegas Nunes, entretanto novamente nomeado para presidir à empresa responsável pelas redes de emergência do Estado.</p>
<p>A Academia Militar confirmou que Paula Sofia Casimiro lecionou naquela instituição a partir de 13 de setembro de 2022, passando para “regime de tempo integral, deixando a dedicação exclusiva”. O Exército adiantou ainda que a docente apresentou um requerimento para acumulação de funções. Já a Faculdade de Direito de Lisboa informou ter tido conhecimento da situação através da própria professora, mantendo-a como professora auxiliar convidada “a 50% em regime de tempo parcial”.</p>
<p>Contudo, a autorização necessária por parte do Executivo nunca terá sido emitida. O Estatuto do Gestor Público estabelece que cargos executivos devem ser exercidos “em regime de exclusividade”, admitindo exceções para atividades de docência no ensino superior apenas mediante despacho dos membros do Governo responsáveis pelas áreas das Finanças e do setor em causa, ou através de previsão específica no contrato de gestão. Nem o Ministério da Administração Interna, então tutelado por José Luís Carneiro, nem o Ministério das Finanças, liderado na altura por Fernando Medina, terão dado essa autorização.</p>
<p>A auditoria da IGF, apresentada em 2024, refere que Paula Sofia Casimiro esteve durante dois anos em “acumulação de funções de docência não autorizada”, apesar de ter solicitado autorização. Enquanto vogal executiva do SIRESP, a gestora auferia um salário bruto de 3700 euros, acrescido de 1482 euros em despesas de representação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768903]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Partidos recebem hoje Aliança Extremadura e Beira Baixa na Assembleia da República</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 07:30:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[assembleia da república]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A Aliança Territorial Europeia (ATE) Norte da Extremadura e Beira Baixa vai ser recebida na Assembleia da República (AR), esta quinta-feira, para exigir um compromisso político dos partidos para o arranque da ligação transfronteiriça com Espanha.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Aliança Territorial Europeia (ATE) Norte da Extremadura e Beira Baixa vai ser recebida na Assembleia da República (AR), esta quinta-feira, para exigir um compromisso político dos partidos para o arranque da ligação transfronteiriça com Espanha.</p>
<p>Numa nota enviada à agência Lusa, a ATE explicou que a sua comitiva, composta por presidentes de câmaras municipais, associações empresariais e movimentos sociais, irá reunir-se, na quinta-feira, com os grupos parlamentares do Chega, do PS e do PSD, para &#8220;exigir o compromisso político dos partidos para o arranque definitivo das obras nos 72 quilómetros que ainda faltam construir para ligar as duas capitais ibéricas&#8221;.</p>
<p>No dia 11 de junho a plataforma será recebida pelo PCP, não estando ainda agendadas as datas dos encontros com os restantes partidos com assento parlamentar.</p>
<p>A ATE reclama à Junta da Extremadura (Espanha) o início das obras dos 20 quilómetros entre Moraleja e Monfortinho (concelho de Idanha-a-Nova) no final deste ano e, ao Governo de Portugal, o arranque dos 33 quilómetros da primeira fase do IC31 (entre Alcains/A23 e o cruzamento com a EN353/EN557) no início do segundo semestre de 2027.</p>
<p>Pretende ainda que a próxima Cimeira Ibérica sirva para assinar o convénio de construção da nova ponte internacional sobre o rio Erges, no concelho de Idanha-a-Nova, distrito de Castelo Branco.</p>
<p>No final da ronda de audiências de quinta-feira, pelas 15:30, o porta-voz da ATE Francisco Martín e o presidente da Câmara de Castelo Branco, Leopoldo Rodrigues, vão prestar declarações aos jornalistas na Praça da Constituição de 1976.</p>
<p>Estas audiências na Assembleia da República acontecem depois da ATE já ter sido recebida pelos diferentes grupos parlamentares no Parlamento da Junta da Extremadura, em Mérida (Espanha).</p>
<p>A plataforma defende, para já, a conclusão dos cerca de 72 quilómetros (de um total de 600 quilómetros) de ligação por autoestrada entre Lisboa e Madrid, isto é, a construção do IC31, ligação entre a A23 e a fronteira das Termas de Monfortinho.</p>
<p>Para os promotores, este é um projeto estratégico fulcral para travar o galopante despovoamento da fronteira, funcionando como um corredor turístico e logístico vital para fixar empresas e criar emprego.</p>
<p>A urgência da infraestrutura motivou já uma manifestação, no dia 20, em Monfortinho, que reuniu cerca de mil cidadãos de ambos os países ibéricos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768557]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ucrânia: Kaja Kallas pediu cautela nas negociações entre a UE e a Rússia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-kaja-kallas-pediu-cautela-nas-negociacoes-entre-a-ue-e-a-russia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 07:23:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, pediu hoje prudência aos Estados-membros quanto a eventuais conversações com a Rússia sobre a guerra na Ucrânia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A chefe da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, pediu hoje prudência aos Estados-membros quanto a eventuais conversações com a Rússia sobre a guerra na Ucrânia.</p>
<p>Kallas disse que os estados-membros não devem &#8220;cair na armadilha da Rússia&#8221; ao permitirem que Moscovo escolha os interlocutores da União Europeia.</p>
<p>Nesse sentido, a chefe da diplomacia do bloco europeu argumentou que a União Europeia (UE) deve concentrar estratégias na definição da substância das exigências europeias para a Ucrânia antes de decidir quem se sentará numa eventual mesa de negociações.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas antes de participar na reunião informal dos ministros dos Negócios Estrangeiros da UE no Chipre, Kallas antecipou que as eventuais negociações devem ser encaradas como um &#8220;esforço de equipa&#8221; e com uma estratégia conjunta.</p>
<p>&#8220;A Rússia quer que caiamos na armadilha de debater quem vai negociar com eles. (&#8230;) Não vamos cair nessa armadilha&#8221;, disse Kallas acrescentando que o conteúdo das negociações é mais importante do que o formato dos encontros.</p>
<p>A chefe da diplomacia defendeu uma &#8220;abordagem maximalista&#8221; às exigências que Moscovo tem mantido até ao momento e recordou que em fevereiro propôs uma série de medidas a exigir a Moscovo em caso de eventuais negociações de paz para a Ucrânia.</p>
<p>Entre as propostas, a Alta Representante da UE defendeu que qualquer acordo deve basear-se no respeito da Rússia pelos acordos internacionais, a não atacar os países vizinhos e a respeitar a soberania dos Estados.</p>
<p>Por outro lado, evocou o &#8220;princípio da reciprocidade militar&#8221;, explicando que as concessões exigidas à Ucrânia em relação às limitações bélicas também devem ser aplicadas à Rússia.</p>
<p>A chefe da diplomacia da UE afirmou também que a estabilidade do continente depende da retirada das tropas russas da Geórgia e da Moldova e do fim da interferência da Rússia em processos eleitorais.</p>
<p>Na mesma linha, o representante da União Europeia para a Cooperação, José Manuel Albares, desvalorizou o formato de possíveis negociações ou a escolha de um enviado especial.</p>
<p>Albares disse que o &#8220;importante não é o nome, mas a abordagem&#8221; sublinhando a importância de os 27 Estados-Membros falarem &#8220;a uma só voz&#8221;.</p>
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		<title>Especialistas apontam saturação estrutural do aeroporto de Lisboa como principal causa das filas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 07:23:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A saturação estrutural do aeroporto de Lisboa, a concentração de voos em certas horas e a falta de preparação para o novo sistema europeu estão entre as principais causas das filas no controlo de fronteiras, segundo especialistas ouvidos pela Lusa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A saturação estrutural do aeroporto de Lisboa, a concentração de voos em certas horas e a falta de preparação para o novo sistema europeu estão entre as principais causas das filas no controlo de fronteiras, segundo especialistas ouvidos pela Lusa.</p>
<p>Apesar de Bruxelas rejeitar que os problemas nos aeroportos portugueses resultem do novo Sistema de Entrada/Saída da União Europeia, conhecido como EES, os especialistas consideram que o sistema aumentou a pressão sobre uma infraestrutura já limitada.</p>
<p>&#8220;Todos os problemas não podem ser atribuídos exclusivamente ao novo sistema europeu. No entanto, também é verdade que a União Europeia, que é frequentemente muito normativa e burocrática, nem sempre olha de forma prática para a realidade de cada aeroporto&#8221;, afirmou à Lusa Rui Quadros, antigo gestor da Iberia, PGA e SATA, acrescentando que a implementação de sistemas como o EES deveria ser acompanhada por avaliações e prazos caso a caso, compatíveis com a capacidade real de cada infraestrutura.</p>
<p>Para o professor na Atlântica &#8211; Instituto Universitário, &#8220;o problema português parece resultar mais da incapacidade estrutural de absorver esta nova necessidade: aeroporto saturado, margem física reduzida, recursos humanos limitados, falhas tecnológicas e preparação operacional insuficiente&#8221;.</p>
<p>O especialista aponta ainda que os atuais constrangimentos já não são &#8220;apenas a existência de filas no controlo fronteiriço&#8221;, uma vez que a &#8220;congestão espalha-se para corredores, zonas comerciais e de restauração, afetando até passageiros europeus e Schengen antes mesmo do fluxo se dividir&#8221;.</p>
<p>&#8220;Curiosamente, as áreas comerciais, lojas e restaurantes cresceram significativamente nos últimos anos, enquanto as áreas críticas de circulação, controlo e gestão de passageiros continuaram limitadas&#8221;, criticou.</p>
<p>Também Maria Baltazar, professora no ISEC Lisboa, considera que os constrangimentos resultam de uma combinação de fatores, destacando a pressão sobre Lisboa, onde o aeroporto cresceu &#8220;de forma muito intensa num espaço físico limitado e com necessidade constante de adaptação&#8221;.</p>
<p>&#8220;Na minha avaliação, é credível afirmar que o EES não é, neste momento, a principal causa dos constrangimentos observados&#8221;, referiu.</p>
<p>A professora aponta ainda a &#8220;forte concentração de voos em determinadas horas do dia, especialmente nos períodos da manhã e do final da tarde&#8221;, associada à elevada procura turística, como um dos fatores com maior impacto nos constrangimentos.</p>
<p>No entanto, considera ser &#8220;importante reconhecer que o aeroporto de Lisboa tem conseguido manter níveis de operação muito relevantes apesar da enorme pressão a que está sujeito diariamente&#8221;.</p>
<p>O fundador e diretor da SkyExpert, Pedro Castro, defende que as diferenças nos tempos de espera não se explicam apenas por país, mas sobretudo por aeroporto, volume de passageiros não-Schengen (sujeitos a este controlo) e organização da operação.</p>
<p>&#8220;No caso português, no Porto ou em Ponta Delgada espera-se menos do que em Lisboa ou Faro e isso está também diretamente relacionado com a quantidade de passageiros não-Schengen recebidos por cada aeroporto&#8221;, afirmou.</p>
<p>Segundo o consultor, Faro tem &#8220;a percentagem mais elevada no país com mais de 50% sobretudo devido ao tráfego britânico&#8221;, enquanto Lisboa tem &#8220;o maior volume anual em termos absolutos com mais de 10 milhões de passageiros não-Schengen&#8221;.</p>
<p>Pedro Castro acrescenta que a organização de Lisboa como &#8216;hub&#8217; &#8211; plataforma giratória de distribuição de voos &#8211; &#8220;não ajuda devido à chegada de vários voos não-Schengen à mesma hora&#8221;, com muitos passageiros em ligação para destinos Schengen e vice-versa.</p>
<p>&#8220;Tudo isto cria uma pressão artificial sobre a infraestrutura e sobre a gestão dos recursos técnicos e humanos&#8221;, afirmou o consultor, considerando que o aeroporto tem de estar preparado &#8220;para aqueles picos de apenas algumas horas&#8221;.</p>
<p>O responsável aponta ainda a falta de antecipação na preparação nacional para o novo sistema europeu, lembrando que o EES estava em preparação há vários anos e que a União Europeia já tinha admitido um período de adaptação &#8220;no qual as filas pudessem chegar às duas horas&#8221;.</p>
<p>&#8220;E é isso que se tem verificado em certos picos em vários aeroportos europeus&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A Grécia, por exemplo, decidiu suspender o novo sistema durante a época alta.</p>
<p>&#8220;Obviamente que cada país reagiu de forma diferente aos avisos. Uns ter-se-ão preparado para o pior cenário com antecedência e outros terão negligenciado essa preparação atempada&#8221;, comentou.</p>
<p>No caso de Portugal, fazendo um paralelismo com a saúde, considera que é como quando se tem &#8220;aqueles picos de espera nos hospitais no inverno e dizem que é por causa do surto de gripe&#8221;.</p>
<p>&#8220;Também aqui nos dizem que é por causa do tráfego que aumenta nesta época do ano e por causa do EES, que está a ser planeado há quase 10 anos&#8221;, recorda, referindo-se às longas filas no aeroporto de Lisboa, cujos vídeos têm sido partilhados nas redes sociais e noticiadas em vários países.</p>
<p>O consultor considera que Faro poderia ter servido como &#8220;laboratório&#8221; para testar o sistema antes do alargamento ao resto do país, &#8220;sobretudo durante o inverno passado, em plena época baixa&#8221;.</p>
<p>Sobre as obras em curso em Lisboa, Rui Quadros considera que podem agravar a operação &#8220;a curto prazo&#8221;, mas não são a causa principal do problema.</p>
<p>&#8220;Diria que funcionam mais como uma &#8216;aspirina&#8217;: podem aliviar alguns pontos específicos ou reorganizar temporariamente espaços, mas não resolvem a doença principal, que é a saturação estrutural do aeroporto. Quando um aeroporto já está cheio, qualquer trabalho, desvio de circulação ou redução temporária de espaço inevitavelmente aumenta a pressão operacional&#8221;, concluiu.</p>
<p>Na quarta-feira, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, voltou a admitir suspender, pelo menos nas &#8220;horas críticas&#8221;, o novo sistema de controlo de fronteiras nos aeroportos para garantir que a economia portuguesa &#8220;não é penalizada&#8221;.</p>
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