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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Torreense busca novo sonho com I Liga, Casa Pia procura manter-se no escalão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 04:39:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Casa Pia e Torreense disputam hoje a última vaga na I Liga de futebol de 2026/27, em jogo da segunda mão do play-off de acesso ao primeiro escalão, em Rio Maior, depois do empate 0-0 no primeiro jogo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Casa Pia e Torreense disputam hoje a última vaga na I Liga de futebol de 2026/27, em jogo da segunda mão do play-off de acesso ao primeiro escalão, em Rio Maior, depois do empate 0-0 no primeiro jogo.</P><br />
<P>O jogo, no Estádio Municipal de Rio Maior, casa &#8216;emprestada&#8217; do Casa Pia, acontece poucos dias após a histórica conquista da Taça de Portugal pelo Torreense, que na final, no domingo, venceu o Sporting (2-1, após prolongamento).</P><br />
<P>O emblema de Torres Vedras, treinado por Luís Tralhão, é o primeiro de uma Liga secundária &#8212; foi terceiro classificado na II Liga de 2025/26 &#8211; a vencer a Taça de Portugal em 86 edições da competição, o que lhe deu, também, o apuramento para a Liga Europa da próxima época.</P><br />
<P>Numa semana que tem sido histórica para a formação de Torres Vedras, o Casa Pia, 16.º e antepenúltimo da I Liga, tenta manter-se no escalão principal e evitar, com isso, a continuidade do &#8216;estado de graça&#8217; e felicidade dos torrienses.</P><br />
<P>Por seu lado, o Torreense procura regressar à I Liga, 34 anos depois da última presença, em 1991/92. </P><br />
<P>O Casa Pia está há quatro épocas consecutivas no escalão maior, com resultados satisfatórios nas três primeiras épocas, com dois nonos lugares e um 10.º, mas nesta última deixou a permanência em &#8216;risco&#8217;.</P><br />
<P>O jogo, que tem início marcado para as 20:00 e vai ser arbitrado por Fábio Veríssimo, da associação de Leiria, marca também o fim da carreira do defesa central dos &#8216;gansos&#8217; José Fonte, aos 42 anos, após conquistar o inédito título europeu ao serviço de Portugal, em 2016, e a primeira edição da Liga das Nações, em 2019.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768884]]></sapo:autor>
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		<title>Hong Kong aperta controlo sobre capital chinês destinado a investimento em bolsa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 04:36:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Autoridade Monetária de Hong Kong ordenou à banca local que endureça os critérios para abertura e gestão de contas de investimento pertencentes a cidadãos da China continental, visando travar saídas não reguladas de capitais para o exterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Monetária de Hong Kong ordenou à banca local que endureça os critérios para abertura e gestão de contas de investimento pertencentes a cidadãos da China continental, visando travar saídas não reguladas de capitais para o exterior.</P><br />
<P>Numa circular enviada na quarta-feira ao setor financeiro autorizado, o banco central &#8216;de facto&#8217; do território determinou três medidas de cumprimento obrigatório.</P><br />
<P>A primeira obriga ao encerramento imediato de quaisquer contas abertas com documentação fraudulenta ou de origem duvidosa.</P><br />
<P>As instituições financeiras deverão ainda cancelar definitivamente contas inativas que apresentem saldo nulo.</P><br />
<P>A terceira diretriz impõe uma verificação rigorosa da origem dos fundos e da autenticidade das credenciais bancárias durante a abertura de novas contas.</P><br />
<P>No âmbito do reforço regulatório, os bancos de Hong Kong passarão também a exigir aos clientes provenientes da China continental a assinatura de uma declaração de conformidade legal antes da formalização de novos contratos financeiros.</P><br />
<P>A ofensiva regulatória coincide com a campanha lançada na semana passada pela Comissão Reguladora do Mercado de Valores da China.</P><br />
<P>O organismo anunciou investigações oficiais e notificações de sanções administrativas contra várias empresas chinesas e estrangeiras por alegadas irregularidades.</P><br />
<P>Entre os alvos das autoridades chinesas estão plataformas digitais conhecidas como Tiger Brokers, Futu e Longbridge.</P><br />
<P>As empresas são acusadas de exercer atividades em bolsa ilegalmente na China continental, captando património sem as licenças exigidas.</P><br />
<P>As plataformas eram populares entre pequenos investidores chineses por permitirem acesso a ações cotadas nos Estados Unidos e na Bolsa de Valores de Hong Kong.</P><br />
<P>Este mecanismo permitia aos investidores contornar os rígidos controlos cambiais impostos por Pequim, considerados uma questão de segurança macroeconómica pelas autoridades chinesas.</P><br />
<P>Perante o reforço coordenado da supervisão dos dois lados da fronteira, a Autoridade Monetária de Hong Kong apelou às instituições financeiras para redirecionarem os fluxos de capitais.</P><br />
<P>Caso residentes da China continental pretendam investir em Hong Kong, os intermediários financeiros deverão encaminhá-los exclusivamente para canais transfronteiriços autorizados.</P><br />
<P>Entre esses mecanismos estão o programa oficial de ligação transfronteiriça de gestão de patrimónios e os sistemas de ligação bolsista entre Xangai e Hong Kong e entre Shenzhen e Hong Kong.</P><br />
<P>A medida reflete a aproximação gradual entre Hong Kong, centro financeiro internacional, e os mecanismos de supervisão financeira da segunda maior economia mundial.</P><br />
<P>Ao eliminar brechas regulatórias, Hong Kong procura reforçar o estatuto financeiro internacional, assegurando que os fluxos de capitais provenientes da China continental decorrem sob supervisão estatal.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768883]]></sapo:autor>
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		<title>Pequim recebe 21 líderes estrangeiros em cinco meses e reforça influência diplomática &#8212; análise</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 03:56:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Analistas consideram que sucessão de visitas de líderes estrangeiros à China este ano está a reforçar a imagem de Xi Jinping como figura central da diplomacia global e a narrativa de Pequim como servindo de pilar do multilateralismo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Analistas consideram que sucessão de visitas de líderes estrangeiros à China este ano está a reforçar a imagem de Xi Jinping como figura central da diplomacia global e a narrativa de Pequim como servindo de pilar do multilateralismo.</P><br />
<P>Nos primeiros cinco meses do ano, 21 chefes de Estado ou de Governo visitaram a China, incluindo os líderes da Alemanha, Espanha, Canadá e Reino Unido, segundo cálculos do Financial Times com base em dados do ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, e o homólogo russo, Vladimir Putin, realizaram este mês cimeiras consecutivas com Xi. Esta semana, deslocaram-se também a Pequim o primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, e o Presidente sérvio, Aleksandar Vucic.</P><br />
<P>Analistas citados pelo jornal britânico consideram que a &#8220;parada&#8221; de líderes estrangeiros ajuda Pequim a apresentar-se como parceiro estável e defensor da ordem multilateral, numa altura em que os Estados Unidos enfrentam críticas pela imprevisibilidade da política externa de Trump.</P><br />
<P>Para o público interno chinês, o fenómeno evoca ainda o antigo sistema tributário imperial, em que governantes estrangeiros viajavam até à corte do imperador chinês.</P><br />
<P>&#8220;Há um contexto chinês particular nisto, sobretudo na forma como é percecionado pelo público chinês, como um regresso ao estado natural das coisas, em que os outros vêm até si&#8221;, afirmou John Delury, historiador da China moderna e investigador sénior da Asia Society.</P><br />
<P>&#8220;O imperador nunca saía da China&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Xi Jinping tem reduzido significativamente as deslocações ao estrangeiro. O líder chinês não saiu do país este ano e realizou apenas seis viagens internacionais em 2025.</P><br />
<P>Segundo dados compilados pela Asia Society, Xi realizou 100 visitas ao estrangeiro nos primeiros sete anos após assumir a liderança do Partido Comunista Chinês, em 2012, mais do que as 90 viagens feitas pelos presidentes norte-americanos Barack Obama e Donald Trump no mesmo período.</P><br />
<P>Desde o levantamento das restrições da pandemia da covid-19, em 2022, Xi realizou apenas 26 deslocações internacionais, contra 56 dos Presidentes norte-americanos Joe Biden e Donald Trump.</P><br />
<P>Neil Thomas, especialista em política chinesa no Australian Strategic Policy Institute (ASPI), considerou que as viagens recentes de Xi se concentraram sobretudo em países vizinhos e parceiros estratégicos da Ásia Central e do sudeste asiático, regiões frequentemente &#8220;negligenciadas&#8221; pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Para Damien Ma, diretor do centro Carnegie China, sediado em Singapura, receber líderes em encontros bilaterais permite a Pequim exercer maior influência sobre parceiros menos poderosos e privilegiar relações diretas em detrimento de fóruns multilaterais.</P><br />
<P>&#8220;Para a China, a estrada para a Europa passa por Berlim e Paris, não por Bruxelas&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Segundo os analistas, as visitas produziram resultados variados para os líderes estrangeiros.</P><br />
<P>Durante a visita do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, Pequim reduziu para metade as tarifas de 10% sobre o whisky britânico e autorizou viagens sem visto para cidadãos do Reino Unido, enquanto a farmacêutica AstraZeneca anunciou um investimento de 15 mil milhões de dólares (quase 13 mil milhões de euros) na China.</P><br />
<P>No caso do Canadá, Xi concordou em levantar tarifas sobre sementes de colza, uma importante exportação agrícola canadiana, durante a visita do primeiro-ministro Mark Carney.</P><br />
<P>Michael Kovrig, antigo diplomata canadiano detido na China durante quase três anos, afirmou ao FT que as visitas de líderes ocidentais &#8220;ansiosos&#8221; por se aproximarem de Pequim reforçam a narrativa promovida por Xi sobre &#8220;a ascensão da China e o declínio dos Estados Unidos&#8221;.</P><br />
<P>O analista defendeu que os países ocidentais deveriam coordenar melhor as políticas em relação à China, em vez de procurarem acordos bilaterais isolados.</P><br />
<P>Apesar da intensa agenda diplomática, alguns observadores consideram que Xi estará cada vez mais focado na política interna à medida que se aproxima o 21.º Congresso do Partido Comunista Chinês, previsto para 2027, no qual deverá assegurar um quarto mandato de cinco anos no poder.</P><br />
<P>&#8220;Já estamos basicamente em período de campanha na China&#8221;, afirmou Damien Ma. &#8220;Para Xi Jinping, é melhor estar em casa do que passar o tempo num avião&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768882]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Tecnológicas taiwanesas elevam endividamento para níveis recorde devido à IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 03:54:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As tecnológicas de Taiwan concluíram acordos de dívida no valor recorde de 14,5 mil milhões de dólares (12,4 mil milhões de euros) este ano, para financiar investigação e desenvolvimento em inteligência artificial, informou hoje a Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As tecnológicas de Taiwan concluíram acordos de dívida no valor recorde de 14,5 mil milhões de dólares (12,4 mil milhões de euros) este ano, para financiar investigação e desenvolvimento em inteligência artificial, informou hoje a Bloomberg.</P><br />
<P>O volume de financiamento captado pelas empresas taiwanesas é quase o dobro dos 7,5 mil milhões de dólares (6,4 mil milhões de euros) obtidos no mesmo período do ano passado, segundo dados compilados pela agência de notícias.</P><br />
<P>Do montante total, os empréstimos representaram a maior fatia, com 6,2 mil milhões de dólares (5,3 mil milhões de euros), enquanto as empresas tecnológicas emitiram 5,9 mil milhões de dólares (5 mil milhões de euros) em obrigações convertíveis e outros 2,4 mil milhões de dólares (2 mil milhões de euros em papel comercial.</P><br />
<P>Um dos exemplos destacados pela agência é a Hon Hai, conhecida internacionalmente como Foxconn e considerada a maior montadora de produtos eletrónicos do mundo, que está a preparar uma emissão de obrigações convertíveis de até 1,5 mil milhões de dólares (1,3 mil milhões de euros). </P><br />
<P>Em fevereiro, a empresa já tinha obtido um empréstimo equivalente a 1,1 mil milhões de dólares (948 milhões de euros).</P><br />
<P>A Giga Computing Technology, fabricante de servidores avançados para IA, lançou este mês o primeiro empréstimo sindicalizado da empresa, com o objetivo de angariar cerca de mil milhões de dólares (862 milhões de euros), depois de a casa-mãe, a Gigabyte Technology, ter emitido 500 milhões de dólares (431 milhões de euros) em obrigações convertíveis.</P><br />
<P>Segundo Matthew Liaw, diretor da divisão de financiamento estruturado do banco CTBC, muitas empresas tecnológicas de Taiwan vão necessitar de &#8220;capital significativo&#8221; para contribuir para o desenvolvimento global da IA, o que deverá impulsionar fortemente o financiamento no curto prazo.</P><br />
<P>&#8220;Estamos agora a assistir a uma procura real relacionada com a IA (&#8230;). No entanto, continuamos prudentes na concessão de crédito a este setor em constante evolução&#8221;, afirmou Liaw, citado pela Bloomberg.</P><br />
<P>O crescimento global da IA está a beneficiar particularmente Taiwan, cuja bolsa ultrapassou esta semana a da Índia e tornou-se a quinta maior do mundo, com uma capitalização bolsista próxima dos 4,95 biliões de dólares (4,26 biliões de euros).</P><br />
<P>O produto interno bruto (PIB) da ilha cresceu 13,69% em termos homólogos no primeiro trimestre deste ano, o maior aumento em quase quatro décadas, impulsionado pelo crescimento das exportações de produtos tecnológicos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768881]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Panamá impõe imposto de 15% a multinacionais para sair da lista negra da UE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 02:42:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo do Panamá aprovou uma lei que impõe um imposto de 15% sobre as receitas das empresas multinacionais, num esforço para sair da lista negra de paraísos fiscais da União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo do Panamá aprovou uma lei que impõe um imposto de 15% sobre as receitas das empresas multinacionais, num esforço para sair da lista negra de paraísos fiscais da União Europeia (UE).</P><br />
<P>O Parlamento do Panamá aprovou na quarta-feira a lei que introduz o imposto sobre as receitas brutas, caso as empresas multinacionais não consigam provar ter atividade económica no país.</P><br />
<P>Apenas um dos 71 deputados da Assembleia Nacional do Panamá não votou a favor da proposta apresentada pelo Governo.</P><br />
<P>A nova legislação visa &#8220;combater as chamadas empresas de fachada que não exercem atividades reais no país, mas obtêm rendimentos fora da jurisdição nacional sem os declarar&#8221;, segundo um comunicado do parlamento.</P><br />
<P>A lei &#8220;obriga as empresas multinacionais a demonstrarem que têm operações físicas e atividade real num país, além da simples procura de vantagens fiscais&#8221;, acrescenta a nota.</P><br />
<P>O Ministério da Economia e Finanças declarou, em comunicado, que &#8220;a nova legislação reafirma o compromisso do Panamá com os padrões internacionais de transparência fiscal e substância económica, consolidando o país como uma jurisdição fiável e moderna, alinhada com as melhores práticas internacionais&#8221;.</P><br />
<P>A lei reconhece um tratamento especial para os rendimentos derivados de ativos intangíveis desenvolvidos no Panamá, como patentes, marcas registadas e direitos de autor, &#8220;para incentivar a inovação, o desenvolvimento tecnológico e a geração de valor acrescentado no país&#8221;.</P><br />
<P>Na mais recente atualização da lista negra de paraísos fiscais, divulgada em fevereiro, a União Europeia manteve o Panamá como uma das dez &#8220;jurisdições não cooperantes para efeitos fiscais&#8221;.</P><br />
<P>A lista elaborada pelo Conselho Europa inclui Samoa Americana, Anguila, Guame, Palau, Panamá, Rússia, Ilhas Turcas e Caicos, Ilhas Virgens dos Estados Unidos, Vanuatu e Vietname.</P><br />
<P>Criada em dezembro de 2017 para enumerar as jurisdições consideradas &#8220;não cooperantes&#8221; a nível fiscal, a lista é atualizada duas vezes por ano em função de critérios de transparência de informação tributária, equidade fiscal e cumprimento de normas internacionais de prevenção da erosão da base tributável e do desvio de lucros das empresas.</P><br />
<P>Apesar de ser conhecida como &#8220;lista negra de paraísos fiscais&#8221;, não se refere apenas a territórios que têm uma tributação nula ou muito baixa, antes ao incumprimento de normas de boa governação fiscal, como a troca de informações entre países a nível global, de acordo com as regras definidas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) e pelo bloco G20.</P><br />
<P>Em relação ao Panamá, o Conselho Europeu lembrou que continuava a ter &#8220;um regime prejudicial de isenção de rendimentos de origem estrangeira&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Panamá comprometeu-se a corrigir as deficiências identificadas pelo Fórum Global [para a Transparência e a Troca de Informações da OCDE]&#8221;, acrescenta.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768880]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Meta lança planos de assinatura pagos para as principais aplicações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 00:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Meta lançou na quarta-feira planos de assinatura pagos para as suas principais aplicações, um passo importante para a gigante tecnológica que procura reduzir a sua dependência da publicidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Meta lançou na quarta-feira planos de assinatura pagos para as suas principais aplicações, um passo importante para a gigante tecnológica que procura reduzir a sua dependência da publicidade.</P><br />
<P>O anúncio foi partilhado no Instagram pela diretora de produtos da Meta, Naomi Gleit.</P><br />
<P>Simplesmente denominados Instagram Plus e Facebook Plus, estes planos oferecem, nomeadamente, funcionalidades adicionais de análise estatística e acesso a um público mais vasto.</P><br />
<P>O acesso terá um custo mensal de 3,99 dólares.</P><br />
<P>Por 2,99 dólares por mês, o WhatsApp Plus coloca a ênfase na personalização, com, nomeadamente, autocolantes premium, toques personalizados e temas para a aplicação.</P><br />
<P>Segundo Gleit, o objetivo do grupo a longo prazo é agrupar estes planos numa oferta denominada Meta One.</P><br />
<P>Este lançamento ocorre num momento em que a Meta está sob estreita vigilância por parte dos investidores devido às suas despesas massivas em inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A empresa prevê gastar este ano entre 125 e 145 mil milhões de dólares, principalmente em centros de dados dedicados à IA.</P><br />
<P>As ações da Meta subiram mais de 3% em Wall Street na quarta-feira.</P><br />
<P>Em 2023, a Meta lançou versões pagas e sem publicidade do Facebook e do Instagram para os utilizadores europeus, a fim de cumprir a legislação da UE em matéria de proteção de dados, oferecendo assim aos utilizadores a possibilidade de escolherem entre uma experiência gratuita financiada por publicidade e uma experiência paga sem anúncios.</P></p>
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		<item>
		<title>Bolsa de Tóquio abre com Nikkei a cair 0,55%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 00:22:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,55% para 64.644,38 pontos, após a abertura da sessão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Tóquio abriu hoje em queda, com o principal índice, o Nikkei, a perder 0,55% para 64.644,38 pontos, após a abertura da sessão.</P><br />
<P>Também o segundo indicador, o Topix, baixava 0,62% para 3.893,56 pontos, às 09:20 locais (01:20 em Lisboa)</P><br />
<P>O índice Nikkei reflete a média não ponderada dos 225 principais valores da bolsa de Tóquio, enquanto o indicador Topix agrupa os valores das 1.600 maiores empresas cotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768878]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela: Oposição denuncia agravamento de crise elétrica no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2026 00:12:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A oposição venezuelana denunciou hoje que a crise elétrica se agravou no país, com os apagões a afetarem economicamente os setores produtivos e a submeterem a população a um estado de alerta e sobrevivência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A oposição venezuelana denunciou hoje que a crise elétrica se agravou no país, com os apagões a afetarem economicamente os setores produtivos e a submeterem a população a um estado de alerta e sobrevivência.</P><br />
<P>No relatório &#8220;Viver entre Apagões&#8221;, o partido Primeiro Justiça (PJ) refere que aproximadamente 90% dos lares do país sofrem &#8220;apagões de energia diários ou esporádicos&#8221; e que em estados como Zúlia, Táchira, Mérida, Lara e Barinas, &#8220;os cortes variam entre 6 e 12 horas por dia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Os cortes de energia perturbam as rotinas básicas, como dormir, cozinhar, trabalhar, carregar o telemóvel ou conservar alimentos. Isto gera irritabilidade, conflitos familiares e uma sensação de desesperança&#8221;, explica.</P><br />
<P>Segundo o PJ, todas as famílias venezuelanas sofrem economicamente devido ao racionamento e flutuações de energia, e aos danos em eletrodomésticos, causando avarias e outro tipo de prejuízos para a população, incluindo de saúde.</P><br />
<P>&#8220;Quando falha o fornecimento de energia elétrica, não só se perdem os alimentos refrigerados, também se paralisa o comércio, se afeta o descanso da população devido às altas temperaturas e se altera o horário escolar&#8221;, afirma.</P><br />
<P>O relatório refere ainda que os apagões elétricos também afetam o abastecimento de água, os hospitais, comércios e escolas e que no estado de Táchira, a Câmara de Comércio e Indústria documentou quedas de até 60% na produção, devido a falhas no fornecimento de energia elétrica.</P><br />
<P>O PJ adianta que em 05 de maio terminou os 45 dias do período de emergência energética decretado pelo Executivo, mas que a crise não se atenuou, e pelo contrário agravou-se, lamentando que os &#8220;porta-vozes do governo estejam a apelar com total descaramento à poupança de eletricidade a uma população que sofre cortes diários no serviço&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, refere, especialistas em saúde mental estão a alertar para um aumento dos casos de stress, ansiedade crónica, esgotamento emocional e distúrbios do sono, causados pela falta de previsibilidade do serviço.  </P><br />
<P>O PJ questiona a capacidade do atual executivo para oferecer soluções estruturais ao Sistema Elétrico Nacional (SEN), após décadas de deterioração por alegada falta de investimento, falhas de manutenção e opacidade na gestão e execução dos recursos.</P><br />
<P>&#8220;Após 27 anos no poder, [os governantes] afirmam agora que vão recuperar o sistema com investimentos estrangeiros multimilionários, o que não se concretiza porque, simplesmente, não existe confiança institucional&#8221;, conclui.</P><br />
<P>Em março de 2019, uma falha na Central Hidroelétrica Simón Bolívar da Barragem de El Guri causou um apagão que deixou a Venezuela às escuras durante sete dias.</P><br />
<P>Os apagões elétricos, que inicialmente se registavam apenas no interior do país, são agora também frequentes na cidade de Caracas, a capital do país, zona que tinha sido declarada como protegida pelas autoridades.</P><br />
<P>O governo atribui a crise ao aumento das temperaturas, a um alegado crescimento da atividade económica e a sanções internacionais que limitam o acesso a peças de reposição e a investimentos estrangeiros.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768877]]></sapo:autor>
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		<title>Jornalista diz que CBS cancelou o seu contrato após reportagem polémica sobre imigrantes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:55:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A jornalista norte-americana Sharyn Alfonsi, do programa de investigação '60 Minutes' da cadeia de televisão CBS, denunciou que o seu contrato foi cancelado após a polémica reportagem sobre deportações de imigrantes pelo Governo de Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A jornalista norte-americana Sharyn Alfonsi, do programa de investigação &#8217;60 Minutes&#8217; da cadeia de televisão CBS, denunciou que o seu contrato foi cancelado após a polémica reportagem sobre deportações de imigrantes pelo Governo de Donald Trump.</P><br />
<P>Numa entrevista ao The New York Times divulgada na quarta-feira e citada pela estação NBC News, Sharyn Alfonsi defendeu que o término do seu contrato &#8220;passa uma mensagem assustadora a toda a redação&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a correspondente do &#8217;60 Minutes&#8217;, a CBS News terá recusado renovar o contrato após a sua reportagem sobre a deportação de homens venezuelanos para uma prisão em El Salvador pela administração Trump, que foi abruptamente retirada do ar no final do ano passado.</P><br />
<P>&#8220;Penso que foi uma escolha deliberada penalizar uma jornalista por se recusar a censurar uma reportagem precisa&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>O programa &#8217;60 Minutes&#8217; acabou por exibir a reportagem de Alfonsi em janeiro, após um adiamento de última hora no final de dezembro, que a correspondente alegou não ter sido &#8220;uma decisão editorial&#8221;, mas sim política.</P><br />
<P>A reportagem não incluiu entrevistas em vídeo com responsáveis do governo de Donald Trump, mas teve declarações da Casa Branca e do Departamento de Segurança Interna que não faziam parte da reportagem inicialmente retirada.  </P><br />
<P>A peça apresentou entrevistas com homens que foram deportados dos EUA para o Centro de Confinamento do Terrorismo (CECOT, na sigla em inglês), em Tecoluca, El Salvador. </P><br />
<P>Os entrevistados descreveram tortura e abusos físicos e sexuais no complexo.</P><br />
<P>Numa reunião editorial em 22 de dezembro, na manhã seguinte à retirada da reportagem, a editora-chefe da CBS News, Bari Weiss, disse que tinha retido a peça &#8220;porque não estava pronta&#8221;, segundo uma fonte citada pela NBC News.</P><br />
<P>&#8220;Embora a reportagem apresentasse depoimentos impactantes sobre tortura no CECOT, não representava um avanço significativo &#8212; o The New York Times e outros órgãos de comunicação já tinham feito trabalhos semelhantes&#8221;, indicou Weiss à equipa da CBS News, de acordo com a mesma fonte.</P><br />
<P>Weiss é ex-colunista e editora do The New York Times e lançou o &#8216;site&#8217; The Free Press em 2021. </P><br />
<P>A Paramount Skydance, proprietária da CBS, adquiriu o The Free Press e contratou Weiss como editora-chefe da CBS News em outubro.</P><br />
<P>Alfonsi, que se estreou no &#8217;60 Minutes&#8217; em 2015, continuou a aparecer no programa de jornalismo de investigação até ao final da sua 58.ª temporada, que terminou em 17 de maio.</P><br />
<P>É a segunda correspondente do &#8217;60 Minutes&#8217; a abandonar o programa desde que Weiss se tornou editora-chefe da CBS News, seguindo-se a Anderson Cooper, que se despediu este mês após 20 anos na estação.</P><br />
<P></P><br />
<P>DMC (PDF) //</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768876]]></sapo:autor>
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		<title>Legisladores de Nova Iorque aprovam imposto sobre segunda habitação de luxo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:50:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os legisladores de Nova Iorque aprovaram quarta-feira um novo imposto sobre segunda habitação de luxo de indivíduos não residentes, medida-chave do autarca Zohran Mamdani para equilibrar o orçamento da metrópole.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os legisladores de Nova Iorque aprovaram quarta-feira um novo imposto sobre segunda habitação de luxo de indivíduos não residentes, medida-chave do autarca Zohran Mamdani para equilibrar o orçamento da metrópole.</P><br />
<P>Com este imposto, o presidente de câmara de Nova Iorque, eleito pelo Partido Democrata, prevê arrecadar cerca de 500 milhões de dólares por ano (429,9 milhões de euros). </P><br />
<P>A medida, aprovada pelos legisladores estaduais, afeta apenas os imóveis avaliados em 5 milhões de dólares ou mais na cidade de Nova Iorque e entrará em vigor a 01 de julho, data de início do exercício fiscal de 2027, informou o The Wall Street Journal. </P><br />
<P>O chamado imposto &#8216;pied à terre&#8217; foi apresentado conjuntamente por Mamdani e pela governadora do estado, Kathy Hochul, e interpretado como uma concessão ao autarca, tendo em conta que aquela se recusava inicialmente a apoiar um pretendido aumento de impostos sobre os mais ricos. </P><br />
<P>O jornal indica que, segundo a legislação aprovada, o Departamento de Finanças local determinará se as habitações pertencem a indivíduos que não residem permanentemente no estado e calculará o seu valor de mercado.  </P><br />
<P>A medida pode afetar cerca de 13.000 habitações e apartamentos de luxo na &#8216;Grande Maçã&#8217;, segundo o anúncio inicial. </P><br />
<P>Entre estes está o edifício de 238 milhões do magnata Ken Griffin, que Mamdani colocou na mira ao publicar um vídeo de informação sobre o imposto que foi gravado em frente à sua residência.</P><br />
<P>Em resposta, Griffin ameaçou transferir para Miami a sua empresa, o fundo de investimentos Citadel.  </P><br />
<P>Mamdani apresentou este mês um orçamento de 124.700 milhões de dólares para o exercício de 2027 apoiado por financiamento estatal e cortes em várias agências municipais, com os quais pretende fazer face a um défice de cerca de 5.400 milhões de dólares que atribui à administração anterior.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768875]]></sapo:autor>
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		<title>Jill Biden pensou que marido Joe estava a ter AVC durante debate de 2024 com Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:35:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, revelou que pensou que o marido estava a ter um AVC durante o debate presidencial de 2024 contra Donald Trump, por Joe Biden surgir incoerente e desorientado em alguns momentos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Jill Biden, revelou que pensou que o marido estava a ter um AVC durante o debate presidencial de 2024 contra Donald Trump, por Joe Biden surgir incoerente e desorientado em alguns momentos.</P><br />
<P>&#8220;Não fiquei horrorizada, fiquei assustada, porque nunca tinha visto o Joe assim. Nem antes&#8230; nem depois. Nunca mais o vi assim&#8221;, relatou Jill Biden no programa &#8220;Sunday Morning&#8221;, da CBS, de acordo com um excerto da entrevista divulgado na quarta-feira.</P><br />
<P>&#8220;Não sei o que aconteceu. Quer dizer, quando o vi, enquanto o via, pensei: &#8216;Meu Deus, está a ter um AVC!&#8217; E isso assustou-me muito&#8221;, acrescentou a ex-primeira-dama na entrevista que será divulgada no domingo.</P><br />
<P>A hesitação de Biden (2021-2025), os seus comentários desconexos e, por vezes, a sua atitude confusa foram evidentes no debate entre o candidato democrata e Trump, em 27 de junho de 2024, em Atlanta.</P><br />
<P>A sua prestação acabou por levar o partido a substituí-lo como candidato por Kamala Harris para as eleições presidenciais de novembro desse ano, que o republicano venceu.</P><br />
<P>Muitas vozes dentro e fora do Partido Democrata criticaram duramente Biden e o seu círculo mais próximo pela insistência na sua candidatura, apesar das dúvidas sobre a sua capacidade como candidato presidencial. </P><br />
<P>Acreditam que o desempenho do político do Delaware entregou a vitória a Trump de bandeja e que a decisão de o substituir por Harris foi tomada tarde demais.</P><br />
<P>Desde que deixou a Casa Branca, Joe Biden, agora com 83 anos, foi diagnosticado em 2025 com uma forma agressiva de cancro da próstata com &#8220;metástases ósseas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768872]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Cuba e China querem consolidar a relação bilateral estratégica e multifacetada</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:24:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os ministros dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodriguez, e chinês, Wang Yi, defenderam na quarta-feira a consolidação das suas relações bilaterais "estratégicas e multifacetadas", durante um encontro por ocasião de uma sessão do Conselho de Segurança da ONU.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ministros dos Negócios Estrangeiros cubano, Bruno Rodriguez, e chinês, Wang Yi, defenderam na quarta-feira a consolidação das suas relações bilaterais &#8220;estratégicas e multifacetadas&#8221;, durante um encontro por ocasião de uma sessão do Conselho de Segurança da ONU. </P><br />
<P>Em mensagem nas redes sociais, Rodriguez disse que concordou com o homólogo chinês em &#8220;avançar nos consensos alcançados entre os líderes de ambos países e continuar a construção de uma Comunidade de Futuro Partilhado&#8221;.</P><br />
<P>Agradeceu ainda &#8220;a permanente solidariedade e o apoio do Partido, do Governo e do Povo chinês, principalmente na atual situação em que Cuba enfrenta as ameaças e o recrudescimento extremo do bloqueio dos EUA, com medidas adicionais, sanções secundárias e um cerco energético&#8221;.</P><br />
<P>Cuba recebeu na semana passada as primeiras 15 mil toneladas de arroz, de um novo donativo de 60 mil toneladas no total, entregue por Pequim como assistência alimentar de emergência perante a grave crise económica na ilha.</P><br />
<P>Pequim prometeu &#8220;continuar a apoiar e assistir dentro das suas capacidades&#8221; a ilha e expressou a sua oposição à &#8220;interferência de forças estrangeiras&#8221; em Cuba, em referência às pressões dos EUA sobre Havana, com um bloqueio petrolífero desde janeiro e o endurecimento das medidas para setores vitais da economia.</P><br />
<P>A China, um dos principais aliados e sócios comerciais de Cuba na Ásia, também denunciou na quinta-feira &#8220;o abuso de meios judiciais&#8221;, depois da acusação feita por Washington ao ex-presidente cubano Raúl Castro pelo derrube de duas avionetas em 1996.</P><br />
<P>Na escalada de tensões com Havana nas últimas semanas, o governo dos EUA enfatizou a suposta presença de bases militares chinesas na Cuba, com a advertência de que &#8220;não tolerará&#8221; bases militares e centros de recolha de informação dos seus &#8220;adversários&#8221; na ilha. </P><br />
<P>A propósito, Pequim respondeu que &#8220;inventar pretextos e difundir rumores para difamar não pode servir de justificação para o bloqueio brutal e as sanções ilegais dos EUA contra Cuba&#8221;.</P><br />
<P>A economia de Cuba está a sofrer uma crise prolongada que se aprofundou nos últimos cinco anos, com uma contração económica de 15%, segundo dados oficiais.</P><br />
<P>Havana e Pequim mantêm estreitas relações políticas e económicas, com o Estado asiático a destacar-se como um dos principais aliados dos dirigentes da ilha. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768859]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Incêndios: Incêndio em Arouca em fase de rescaldo desde as 23:54 &#8212; Proteção Civil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:18:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um incêndio que deflagrou numa zona florestal do concelho de Arouca entrou em fase de rescaldo pelas 23:54 de quarta-feira, adiantou à Lusa fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um incêndio que deflagrou numa zona florestal do concelho de Arouca entrou em fase de rescaldo pelas 23:54 de quarta-feira, adiantou à Lusa fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto.</P><br />
<P>O fogo, que deflagrou na freguesia de Escariz e que teve alerta pelas 17:30, foi dado como dominado pelas 21:20 e em resolução pelas 23:54, detalhou a mesma fonte.</P><br />
<P>Ainda segundo fonte do Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil da Área Metropolitana do Porto, pelas 00:00 de hoje não havia indicação de feridos ou danos causados pelo fogo, mantendo-se no terreno 114 operacionais, apoiados por 34 viaturas.</P><br />
<P>Num balanço anterior, a fonte da Proteção Civil tinha referido que o incêndio afetava apenas zona de mato.</P><br />
<P>O comandante dos Bombeiros Voluntários de Arouca acrescentou também anteriormente que a ocorrência registava &#8220;coisas estranhas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Houve muitos focos de incêndio a surgir à mesma hora e isso não é natural, portanto as autoridades policiais agora vão investigar&#8221;, salientou Sérgio Azevedo.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768850]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela: Ativista Rocio San Miguel regressa ao país</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-ativista-rocio-san-miguel-regressa-ao-pais/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:12:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A advogada e ativista venezuelana Rocio San Miguel, libertada após a captura de Nicolás Maduro e exilada em Espanha, regressou ao seu país, onde enfrenta acusações de "terrorismo", anunciou a sua família.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A advogada e ativista venezuelana Rocio San Miguel, libertada após a captura de Nicolás Maduro e exilada em Espanha, regressou ao seu país, onde enfrenta acusações de &#8220;terrorismo&#8221;, anunciou a sua família.</P><br />
<P>Uma das presas políticas mais conhecidas do país, Rocio San Miguel foi uma das primeiras a ser libertada, em janeiro, logo após a captura de ex-líder venezuelano Nicolás Maduro em Caracas por forças dos Estados Unidos. </P><br />
<P>As autoridades levaram-na diretamente ao aeroporto para apanhar um avião para Espanha, país do qual também é cidadã.</P><br />
<P>Especialista militar e diretora da ONG Control Ciudadano, San Miguel regressou à Venezuela no âmbito dos processos judiciais ainda em curso relacionados com o seu caso, que levou à sua detenção em 2024, segundo num comunicado divulgado pela família na quarta-feira. </P><br />
<P>&#8220;Esta decisão responde ao seu desejo de reencontrar a família e de acompanhar pessoalmente o desenrolar e o encerramento desta fase, na esperança de que a situação jurídica possa ser resolvida de acordo com a lei e de forma definitiva&#8221;, acrescenta a nota.</P><br />
<P>A advogada da ativista, Theresly Malavé, confirmou à agência de notícias francesa AFP o regresso de San Miguel à Venezuela, mas adiantou que esta está proibida de falar à imprensa.  </P><br />
<P>Rocio San Miguel foi detida a 09 de fevereiro de 2024 na zona de imigração do aeroporto de Caracas, quando estava com a sua filha, Miranda Diaz, que também foi detida por pouco tempo e se encontra em liberdade condicional. </P><br />
<P>A detenção de San Miguel ocorreu cinco meses antes das presidenciais venezuelanas de julho de 2024, nas quais foi declarado vencedor Nicolas Maduro, num processo eleitoral que a oposição e os países ocidentais denunciaram como fraudulento. </P><br />
<P>Cerca de 2.400 pessoas foram detidas e 28 mortas durante a repressão dos protestos pós-eleitorais. </P><br />
<P>As autoridades venezuelanas acusavam San Miguel de estar envolvida num alegado plano para assassinar Maduro, ao que a sua defesa sempre negou. </P><br />
<P>O governo Maduro fazia regularmente referência a conspirações reais ou imaginárias. </P><br />
<P>Após a captura de Maduro, a 03 de janeiro deste ano, as autoridades venezuelanas libertaram centenas de prisioneiros e promulgaram uma lei de amnistia, considerada insuficiente por muitas ONG. </P><br />
<P>O governo, agora liderado pela Presidente interina Delcy Rodriguez, afirma que há cerca de 8.000 beneficiários da amnistia, em vigor desde fevereiro, mas a maioria não estava presa, apenas sujeita a processos judiciais. </P><br />
<P>A ONG Foro Penal estima que, a 25 de maio, estavam ainda atrás das grades 409 prisioneiros políticos. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768846]]></sapo:autor>
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		<title>Alabama pede ao Supremo dos EUA para evitar bloqueio de mapa eleitoral favorável a republicanos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:10:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades do Alabama solicitaram "medidas cautelares" ao Supremo Tribunal norte-americano para impedir o bloqueio da implementação do seu mapa eleitoral, elaborado pelo Partido Republicano e que elimina um dos dois distritos de maioria negra no Estado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades do Alabama solicitaram &#8220;medidas cautelares&#8221; ao Supremo Tribunal norte-americano para impedir o bloqueio da implementação do seu mapa eleitoral, elaborado pelo Partido Republicano e que elimina um dos dois distritos de maioria negra no Estado.</P><br />
<P>A estação CBS News noticiou que as autoridades exigem a suspensão da decisão emitida na terça-feira por um painel de três juízes federais até à resolução de um recurso, pedindo à mais alta instância judicial do país que se pronuncie sobre o assunto antes de 01 de junho.</P><br />
<P>Na petição, argumentam que os eleitores serão forçados a exercer o seu direito de voto &#8220;num mapa eleitoral manipulado racialmente, elaborado por um tribunal, que não serve os objetivos legítimos de redistribuição dos distritos do Alabama&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O Alabama e os seus cidadãos correm o risco de sofrer danos irreparáveis, a menos que seja concedida uma providência cautelar, pois ficarão impossibilitados de utilizar os planos devidamente aprovados pelo estado para as eleições de 2026&#8221;, acrescentaram, referindo-se às eleições intercalares, previstas para o início de novembro.</P><br />
<P>Um tribunal federal norte-americano bloqueou na terça-feira o plano do Estado do Alabama para alterar os círculos eleitorais da Câmara dos Representantes.</P><br />
<P>Um painel de três juízes impediu preliminarmente a aplicação do novo mapa eleitoral e determinou a manutenção do modelo utilizado nas eleições de 2024, que inclui dois distritos onde a população negra representa a maioria ou quase a maioria.</P><br />
<P>Os juízes concluíram que o plano republicano, ao prever apenas um distrito de maioria negra, violava princípios constitucionais de igualdade racial.</P><br />
<P>&#8220;Em última análise, não conseguimos ver como obrigar os cidadãos do Alabama a votar nas eleições de 2026 ao abrigo de um plano de redistribuição de distritos contaminado por discriminação racial intencional&#8221;, escreveram os magistrados.</P><br />
<P>A decisão constitui um revés político para o Partido Republicano, que procurava utilizar o novo mapa nas eleições intercalares de novembro para tentar recuperar o círculo atualmente representado pelo deputado democrata Shomari Figures.</P><br />
<P>O caso representa mais um capítulo da disputa jurídica e política em torno da redistribuição eleitoral no sul dos Estados Unidos, depois de uma decisão recente do Supremo Tribunal sobre um distrito eleitoral de maioria negra no estado da Louisiana, que enfraqueceu partes da Lei dos Direitos de Voto.</P><br />
<P>Na sequência dessa decisão, vários estados controlados pelos republicanos avançaram com alterações aos mapas eleitorais em zonas com forte presença de minorias, tradicionalmente favoráveis aos democratas.</P><br />
<P>A controvérsia integra uma estratégia mais ampla associada ao Presidente norte-americano, Donald Trump, para preservar a reduzida maioria republicana na Câmara dos Representantes nas eleições intercalares deste ano.</P><br />
<P>A batalha judicial no Alabama prolonga-se há vários anos.</P><br />
<P>Em 2023, o mesmo painel de juízes concluiu que um mapa desenhado pelos republicanos estaduais diluía deliberadamente o peso eleitoral dos cidadãos negros num estado onde cerca de 27% da população é afro-americana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768840]]></sapo:autor>
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		<title>Homem que tentou matar jornalista iraniano-americana condenado a 10 anos de prisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 23:00:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um homem foi hoje condenado a 10 anos de prisão, em Nova Iorque, pelo seu envolvimento num plano para assassinar Masih Alinejad, jornalista norte-americana conhecida pelas duras crítica às autoridades do seu país de origem, o Irão.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um homem foi hoje condenado a 10 anos de prisão, em Nova Iorque, pelo seu envolvimento num plano para assassinar Masih Alinejad, jornalista norte-americana conhecida pelas duras crítica às autoridades do seu país de origem, o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Teerão tentou assassinar uma jornalista norte-americana nos Estados Unidos simplesmente porque ela tinha exposto alguns dos muitos abusos daquele regime&#8221;, sublinhou o procurador-geral adjunto para a Segurança Nacional, John Eisenberg, citado num comunicado.</P><br />
<P>Detido em novembro de 2024, Jonathan Loadholt, de 37 anos, declarou-se culpado de tentativa de assédio e branqueamento de capitais, como parte de um grupo.</P><br />
<P>Loadholt e outro homem, Carlisle Rivera, foram acusados de aceitar 100 mil dólares para encontrar, vigiar e matar Masih Alinejad.</P><br />
<P>O seu cúmplice foi condenado no final de janeiro a 15 anos de prisão, depois de se ter declarado culpado de planear o homicídio mediante pagamento.</P><br />
<P>Farhad Shakeri, um afegão residente no Irão acusado de os recrutar para a Guarda Revolucionária iraniana, o exército ideológico da República Islâmica, continua em fuga.</P><br />
<P>Masih Alinejad, de 49 anos, foi alvo de outra tentativa de assassínio, frustrada por pouco, no verão de 2022, e de planos de rapto anteriores.</P><br />
<P>Após deixar o Irão em 2009, ganhou destaque em 2014 ao lançar o movimento &#8220;MyStealthyFreedom&#8221; nas redes sociais, incentivando as mulheres iranianas a protestar contra o uso obrigatório do &#8216;hijab&#8217;, o véu islâmico.</P><br />
<P>A sua conta na rede Instagram tem quase nove milhões de seguidores.</P></p>
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		<title>Presidente da Bolívia diz que crise no país &#8220;aproxima-se do ponto de rutura&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 22:50:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente boliviano, Rodrigo Paz, apelou hoje ao diálogo com os manifestantes que exigem nas ruas a sua demissão, alertando que a crise "aproxima-se do ponto de rutura".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente boliviano, Rodrigo Paz, apelou hoje ao diálogo com os manifestantes que exigem nas ruas a sua demissão, alertando que a crise &#8220;aproxima-se do ponto de rutura&#8221;.</P><br />
<P>A declaração surge um dia depois da decisão do parlamento que abriu caminho ao Presidente para instaurar o estado de emergência devido à contestação.</P><br />
<P>&#8220;O país precisa de ordem (&#8230;) O tempo está a esgotar-se&#8221;, afirmou o líder de centro-direita em La Paz, a capital administrativa do país.</P><br />
<P>O chefe de Estado enfrenta desde o início de maio uma forte contestação, com bloqueios de estradas e manifestações maciças conduzidas por camponeses, mineiros, trabalhadores e motoristas. Inicialmente, os manifestantes exigiam medidas contra a crise económica, a pior em 40 anos, mas agora pedem a demissão de Rodrigo Paz.</P><br />
<P>Na terça-feira à noite, o Parlamento revogou uma norma que limitava os poderes do Presidente para decretar o estado de emergência, que permite o recurso ao exército e restrições às liberdades de reunião e circulação. </P><br />
<P>&#8220;Aqueles que querem destruir a pátria &#8216;terão de lidar [comigo] e com toda a força da Constituição'&#8221;, advertiu o chefe de Estado. &#8220;As polícias, as forças armadas: sintam-se seguros, o vosso povo apoia-vos&#8221;, acrescentou. </P><br />
<P>La Paz tornou-se o epicentro das manifestações e bloqueios que provocam escassez de alimentos, medicamentos e combustível. </P><br />
<P>Segundo Rodrigo Paz, a crise já custou 600 milhões de dólares à economia boliviana.</P><br />
<P>Vestidos de &#8216;polleras&#8217;, as saias tradicionais dos Andes, milhares de camponesas desfilaram também hoje em La Paz, antes de se juntarem a uma marcha de motoristas em greve que paralisaram os transportes públicos. </P><br />
<P>O governo denuncia aquilo que considera ser uma tentativa de &#8220;perturbar a ordem democrática&#8221; e acusa o antigo presidente socialista Evo Morales (2006-2019), alvo de um mandado de detenção num caso de alegada exploração de uma menor, de alimentar a contestação.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768805]]></sapo:autor>
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		<title>México e EUA iniciam negociações para rever acordo comercial bilateral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 22:40:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O México e os Estados Unidos iniciaram oficialmente hoje as negociações para rever o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (CUSMA), que se realizam sob pressão das tarifas do governo de Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O México e os Estados Unidos iniciaram oficialmente hoje as negociações para rever o Acordo de Livre Comércio da América do Norte (CUSMA), que se realizam sob pressão das tarifas do governo de Donald Trump. </P><br />
<P>O Ministério da Economia mexicano afirmou em comunicado tratar-se de &#8220;um primeiro ciclo oficial de negociações em preparação para a revisão conjunta do acordo&#8221;, no qual também participa o Canadá. </P><br />
<P>O CUSMA, que entrou em vigor em 2020, deve ser reexaminado a cada seis anos. </P><br />
<P>Este acordo de livre comércio é vital para o México, que tem nos Estados Unidos o seu principal parceiro comercial e mercado de destino de mais de 80% das suas exportações. </P><br />
<P>O primeiro ciclo de negociações, na Cidade do México, continuará até sexta-feira. Uma segunda série de reuniões terá lugar nos dias 16 e 17 de junho, em Washington, e a última decorrerá a 20 de julho, novamente na capital mexicana. </P><br />
<P>A delegação mexicana é liderada pelo ministro da Economia, Marcelo Ebrard, e a norte-americana pelo representante adjunto do Comércio, Jeff Goettman. </P><br />
<P>Segundo o Ministério da Economia mexicano, as partes procurarão &#8220;identificar resultados concretos em benefício da região&#8221;.  </P><br />
<P>&#8220;O México e os Estados Unidos reafirmaram o seu compromisso de continuar a fortalecer a sua cooperação bilateral em favor de uma América do Norte mais integrada, mais dinâmica e mais robusta&#8221;, acrescenta. </P><br />
<P>Questionado pelos jornalistas numa conferência de imprensa, Ebrard afirmou que o México insistirá para que as tarifas aduaneiras sejam eliminadas nos setores automóvel e do aço, vitais para as exportações mexicanas. </P><br />
<P>&#8220;Numa abordagem sistémica, não deveria haver direitos aduaneiros entre nós&#8221;, afirmou o ministro. </P><br />
<P>Questionada também durante a sua conferência de imprensa matinal, a Presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, manifestou otimismo quanto à conclusão de um acordo. &#8220;Será um diálogo muito construtivo&#8221;, afirmou. </P><br />
<P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, declarou várias vezes que o acordo trazia poucos benefícios para os Estados Unidos, deixando no ar a ameaça de se retirar do CUSMA. </P><br />
<P>Trump acusa o México de servir de porta de entrada a produtos e componentes provenientes da China. </P><br />
<P>Estas negociações decorrem, aliás, num contexto de tensões entre estes dois países no domínio da segurança. </P><br />
<P>Os Estados Unidos apresentaram, no final de abril, um pedido de prisão e extradição de dez responsáveis do partido Morena, no poder no México, acusados de tráfico de droga, incluindo Rubén Rocha Moya, o governador do Estado de Sinaloa. </P><br />
<P>O pedido de extradição dirigido a este último está a ser examinado pela procuradoria-geral do México. </P><br />
<P>Claudia Sheinbaum exige provas conclusivas antes de qualquer prisão. </P><br />
<P>Noutro caso, o México protestou junto de Washington depois da participação de agentes da CIA numa operação contra o tráfico de drogas no Estado mexicano de Chihuahua em meados de abril, revelada por um acidente de viação no qual morreram.</P></p>
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		<title>SpaceX suspende lançamentos da Starship por investigação a incidente em voo de teste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 22:34:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Os lançamentos da nave espacial Starship, da SpaceX, estão suspensos, enquanto decorre uma investigação a um incidente no voo de teste da semana passada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os lançamentos da nave espacial Starship, da SpaceX, estão suspensos, enquanto decorre uma investigação a um incidente no voo de teste da semana passada.</P><br />
<P>A Administração Federal de Aviação norte-americana (FAA, na sigla em inglês) revelou hoje que o voo espacial de uma hora, na sexta-feira no Texas, registou num incidente devido ao desempenho do primeiro estágio do foguetão.</P><br />
<P>Minutos após a descolagem da Starship, o primeiro estágio, o propulsor Super Heavy separou-se normalmente, mas os motores falharam durante a reentrada na atmosfera terrestre. </P><br />
<P>Em vez de uma aterragem controlada no golfo do México, o propulsor Super Heavy caiu bruscamente. </P><br />
<P>Não houve registo de feridos ou danos materiais, segundo a FAA, que vai supervisionar a investigação da empresa.</P><br />
<P>A sonda continuou a sua órbita, libertando 20 satélites antes de terminar a missão como planeado, com uma aterragem na água no oceano Índico.</P><br />
<P>A missão marcou a estreia da configuração V3, tanto no propulsor Super Heavy como no estágio superior Starship, e ocorreu dias depois de a SpaceX anunciar planos para entrar na bolsa.</P><br />
<P>O foguetão de 124 metros é o maior e mais potente Starship alguma vez concebido pela SpaceX, empresa presidida pelo bilionário Elon Musk, para levar tripulações a Marte. </P><br />
<P>A NASA espera que permita a aterragem de astronautas na Lua já em 2028 e ajude a construir uma base lunar.</P><br />
<P>O historial recente do programa tem sido irregular. O voo de teste mais recente realizado em março de 2025 tinha terminado com a explosão do foguetão apenas dez minutos após a descolagem, o que provocou interrupções no espaço aéreo sobre a Florida e as Caraíbas</P></p>
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		<title>Wall Street fecha em alta com recordes dos indices emblemáticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 22:15:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em pequena alta, a exibir otimismo mais contido que na véspera sobre a assinatura de um acordo sobre o Médio Oriente e os valores tecnológicos a sofrerem com a realização de ganhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em pequena alta, a exibir otimismo mais contido que na véspera sobre a assinatura de um acordo sobre o Médio Oriente e os valores tecnológicos a sofrerem com a realização de ganhos. </P><br />
<P>Mesmo assim, os três principais índices da praça nova-iorquina conseguiram estabelecer novos recordes. O índice seletivo Dow Jones Industrial Average avançou 0,36%, para 50.644,28 pontos, o tecnológico Nasdaq progrediu 0,07%, para as 26.674,73 unidades, e o alargado S&amp;P500 ganhou 0,02%, para as 7.520,36.</P><br />
<P>Nas últimas semanas, &#8220;o mercado percorreu um caminho longo, na ausência de dados ou de acontecimentos relevantes, pelo que se está a assistir a uma pausa ligeira&#8221;, resumiu Angelo Kourkafas, da Edward Jones, em declarações à AFP.</P><br />
<P>O Irão considerou hoje pouco provável a retoma das hostilidades com os EUA, quando os dois Estados negoceiam um acordo para acabar a guerra, mas com Donald Trump a declarar que ainda não está satisfeito com o estado das propostas de Teerão.</P><br />
<P>A televisão iraniana divulgou na quarta-feira um resumo do protocolo de acordo em discussão, desmentido de imediato pela Casa Branca, que aí vê &#8220;uma total invenção&#8221;. </P><br />
<P>As cotações do petróleo caíram hoje mais de cinco por cento. </P><br />
<P>Angelo Kourkafas aponta um sinal &#8220;encorajador&#8221;, que permite desde logo reduzir os receios com a inflação. </P><br />
<P>E no mercado obrigacionista o rendimento dos títulos da dívida federal a 10 anos estabilizou nos 4,48%, a repetir o valor do fecho da véspera. </P><br />
<P>&#8220;Ainda existem muitas incertezas sobre os desenvolvimentos geopolíticos e as perspetivas da Reserva Federal quanto à durabilidade desta situação, mas não há dúvidas que vamos na boa direção, o que vai tornar a recuperação do mercado mais durável&#8221;, considerou Kourkafas.</P><br />
<P>Entre os títulos tecnológicos, o dia foi de realização de ganhos. </P><br />
<P>Assim, o especialista de semicondutores Qualcomm recuou 6,20%, a Texas Instruments 2,29% e a Nvidia 1,05%.</P><br />
<P>Mas a Micron conseguiu valorizar 3,63%, reforçando a sua entrada na véspera no clube restrito das empresas com uma capitalização bolsista superior a um bilião (milhão de milhões) de dólares.  </P></p>
]]></content:encoded>
					
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