Incêndios: Chamas já passaram de Oliveira do Hospital para o concelho de Nelas

O presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, Francisco Rolo, adiantou que, ao final da tarde, as chamas atravessaram o rio Mondego e alastraram ao concelho de Nelas, no seguimento de uma linha de fogo de alguns quilómetros que está por controlar.

Executive Digest com Lusa

O incêndio que lavra desde a tarde de hoje em Oliveira do Hospital, no distrito de Coimbra, já passou para o concelho vizinho de Nelas, distrito de Viseu, disse à agência Lusa fonte autárquica.

O presidente da Câmara de Oliveira do Hospital, Francisco Rolo, adiantou que, ao final da tarde, as chamas atravessaram o rio Mondego e alastraram ao concelho de Nelas, no seguimento de uma linha de fogo de alguns quilómetros que está por controlar.

“O incêndio não está controlado e vamos ter muito trabalho noturno”, disse o autarca, referindo que os meios terrestres estão a ser reforçados e que as condições climáticas (humidade e ausência de vento) podem ajudar no combate.

Segundo Francisco Rolo, o fogo, que começou antes das 13:30, em Póvoa de São Cosme, já percorreu três freguesias do concelho – Ervedal, Vila Franca da Beira e Seixo da Beira.

Durante a tarde, por precaução, mais de duas dezenas de pessoas foram retiradas das suas casas, na encosta do vale do Mondego, numa zona de quintas habitadas por cidadãos de nacionalidade estrangeira.

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As pessoas retiradas de casa foram instaladas numa zona abrigo em Seixo da Beira.

Os meios têm sido reforçados durante a tarde e, às 19:50, no teatro de operações estavam 475 operacionais, apoiados por 141 viaturas. Durante a tarde, e até por volta das 19:30, participaram também no combate oito meios aéreos.

No terreno, estão também três máquinas de rasto acionadas pelo município de Oliveira do Hospital, que estão a criar zonas de descontinuidade para ajudar ao combate.

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Segundo o presidente da autarquia de Oliveira do Hospital, as máquinas de rastos estavam, ao final da tarde, a criar faixas de proteção à aldeia de Felgueira Velha, junto ao rio Mondego, para precaver qualquer mudança na orientação do incêndio.

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