Ao contrário do que está a acontecer com o Estados Unidos da América – que sob a batuta de Donald Trump aumenta os impostos sobre produtos europeus -, a China decidiu reduzir as taxas aplicadas a mais de 850 produtos importados. A mudança entra em vigor já a 1 de Janeiro, segundo aponta o The Guardian.
O objectivo será impulsionar o crescimento daquela que é já a segunda maior economia do mundo. Trata-se, porém, de uma redução temporária, que abrangerá bens tão díspares como carne de porco congelada ou semicondutores.
A origem da medida estará precisamente na carne de porco: um surto de gripe suína levou a China a reduzir as taxas aplicadas à importação de porco de modo a fazer face à procura por parte dos consumidores. No entanto, o governo chinês acabou por estender o corte a mais oito centenas de prodtos.
Em declarações reportadas pelo mesmo jornal britânico, o ministro das Finanças da China explica que a mudança visa aumentar as importações de produtos na sequência de uma quebra na oferta doméstica. Ambiciona também facilitar o consumo de produtos estrangeiros especializados no dia-a-dia dos chineses.
Além de artigos alimentares, será também reduzida a taxa referente a medicamentos para a asma e diabetes, por exemplo. Reflexo das alterações aos hábitos da população, fruto de um rápido crescimento.














