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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Semana arranca com &#8216;dose dupla&#8217; de subida de preços dos combustíveis. Veja quais os postos mais baratos do País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:30:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Se precisa de atestar o depósito de combustível do seu veículo saiba que, esta semana, os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado 'regra' nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Se precisa de atestar o depósito de combustível do seu veículo saiba que, esta semana, os combustíveis seguem uma tendência que já se tem tornado &#8216;regra&#8217; nos últimos tempos: novo agravamento dos preços dos combustíveis em Portugal. A partir desta segunda-feira, o gasóleo deverá ficar 12 cêntimos mais caro por litro, enquanto a gasolina deverá aumentar cinco cêntimos, segundo indicou fonte da Associação Nacional de Revendedores de Combustíveis &#8211; ANAREC à Executive Digest.</p>
<p>Nos postos junto aos hipermercados, a tendência é semelhante: outra fonte do setor antecipa um aumento de 0,0521 euros na gasolina e de 0,1103 euros no gasóleo.</p>
<p>Assim, esta será a terceira semana consecutiva de subidas de preços da gasolina e do gasóleo. Desde o início do ano, o gasóleo acumulou uma subida de 32 cêntimos por litro, enquanto a gasolina ficou 25,4 cêntimos mais cara. Num depósito de 60 litros, estas diferenças representam um encargo adicional de 19,2 euros no gasóleo e de 15,24 euros na gasolina comparativamente com a primeira semana de janeiro.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-790535" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3.png" alt="" width="1212" height="549" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3.png 1212w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-300x136.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-900x408.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-768x348.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-1200x544.png 1200w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-3-600x272.png 600w" sizes="(max-width: 1212px) 100vw, 1212px" /></p>
<p>Os dados da Direção-Geral de Energia e Geologia colocam o preço médio da gasolina em 1,915 euros por litro e o do gasóleo em 1,853 euros. Com as mudanças previstas esta semana, a partir de hoje o preço do gasóleo deverá fixar-se nos 1,973 euros e o da gasolina nos 2,415. Os valores praticados podem, contudo, variar entre postos, devido à concorrência local, à procura, à oferta disponível e aos custos de funcionamento de cada operador.</p>
<p>Segundo o mais recente boletim da Comissão Europeia, Portugal apresenta a sétima gasolina mais cara da União Europeia. O preço nacional encontra-se 6,2 cêntimos acima da média comunitária e 37,1 cêntimos acima do valor cobrado em Espanha. A fiscalidade explica grande parte da diferença, uma vez que, antes de impostos, a gasolina 95 é mais barata em Portugal do que no mercado espanhol.</p>
<p><strong>Veja quais os postos mais baratos do País</strong><br />
<img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-790529" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1.png" alt="" width="1205" height="488" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1.png 1205w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1-300x121.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1-900x364.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1-768x311.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1-1200x486.png 1200w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-1-600x243.png 600w" sizes="(max-width: 1205px) 100vw, 1205px" /></p>
<p><img decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-790532" src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2.png" alt="" width="1205" height="513" srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2.png 1205w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2-300x128.png 300w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2-900x383.png 900w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2-768x327.png 768w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2-1200x511.png 1200w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Capturar-2-600x255.png 600w" sizes="(max-width: 1205px) 100vw, 1205px" /></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790747]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Leitura do acórdão do processo BES/Brasil realiza-se hoje. Ricardo Salgado entre os oito arguidos que aguardam decisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ decisão judicial incide sobre um processo que envolve alegados esquemas de corrupção e branqueamento de capitais associados a operações no Brasil e que tem como principal arguido o ex-banqueiro Ricardo Salgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A leitura do acórdão do processo conhecido como Universo Espírito Santo, relacionado com o chamado caso BES/Brasil, realiza-se esta segunda-feira, no Juízo Central Criminal de Lisboa, num dos julgamentos mais relevantes ligados ao colapso do Grupo Espírito Santo (GES). A decisão judicial incide sobre um processo que envolve alegados esquemas de corrupção e branqueamento de capitais associados a operações no Brasil e que tem como principal arguido o ex-banqueiro Ricardo Salgado.</p>
<p>O acórdão será lido a partir das 11h00, no Juiz 7 do Juízo Central Criminal de Lisboa, no Campus de Justiça, no Parque das Nações. Em julgamento estiveram oito arguidos, entre pessoas singulares e uma sociedade de advogados, acusados de vários crimes, incluindo corrupção com prejuízo do comércio internacional, branqueamento de capitais e outros ilícitos. Segundo a acusação, os arguidos terão obtido vantagens patrimoniais estimadas em cerca de 12 milhões de euros.</p>
<p>Entre os arguidos encontra-se Ricardo Salgado, antigo presidente do Banco Espírito Santo (BES), atualmente com 81 anos. O ex-banqueiro foi dispensado pelo tribunal de comparecer durante o julgamento por sofrer de doença de Alzheimer. Além de Salgado, respondem no processo João Alexandre Silva, antigo diretor do BES Madeira e atualmente consultor no Dubai; Humberto Coelho, ex-funcionário de uma filial do Grupo Espírito Santo no Dubai; os advogados Miguel Freitas e Sofia Freitas; a sociedade de advogados destes últimos; e ainda os antigos funcionários do BES/GES Paulo Nacif Jorge e Paulo Murta.</p>
<p>O processo centra-se em alegados atos de corrupção relacionados com antigos responsáveis do Banco do Brasil, num esquema que, segundo a acusação, terá permitido a obtenção de benefícios financeiros milionários através de operações internacionais. Entre os crimes imputados figuram corrupção com prejuízo do comércio internacional e branqueamento de capitais, estando em causa um conjunto de factos associados à atividade do Universo Espírito Santo no mercado brasileiro.</p>
<p>A leitura da decisão judicial representa um momento determinante neste processo, permitindo conhecer o entendimento do coletivo de juízes relativamente à responsabilidade criminal dos oito arguidos e às acusações apresentadas pelo Ministério Público. O acórdão é aguardado com particular expectativa devido ao relevo do caso no conjunto dos processos judiciais relacionados com o antigo Grupo Espírito Santo e o BES.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787078]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estado moçambicano injetou 23,5 ME para LAM cumprir obrigações em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:08:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Estado moçambicano injetou 1.703 milhões de meticais (23,5 milhões de euros) na Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) em 2025 para permitir à transportadora cumprir obrigações e compromissos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Estado moçambicano injetou 1.703 milhões de meticais (23,5 milhões de euros) na Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) em 2025 para permitir à transportadora cumprir obrigações e compromissos.</P><br />
<P>A companhia refere nas demonstrações financeiras de 2025 que o Estado, enquanto acionista maioritário, representado pelo Instituto de Gestão de Participações do Estado (Igepe), &#8220;injetou os recursos necessários de forma a permitir à LAM cumprir com as suas obrigações e compromissos com terceiros&#8221; em 2025, que ascenderam a 1.703.080.906 meticais (23,5 milhões de euros).</P><br />
<P>O relatório regista ainda financiamentos associados ao processo de reestruturação provenientes da Hidroelétrica de Cahora Bassa (HCB), dos Caminhos de Ferro de Moçambique (CFM) e da Empresa Moçambicana de Seguros (Emose), que passaram a ser acionistas da companhia, no valor total de 3.604 milhões de meticais (49,8 milhões de euros).</P><br />
<P>A LAM terminou o exercício com passivos totais de 21.892 milhões de meticais (302,2 milhões de euros) e empréstimos bancários de 5.365 milhões de meticais (74,1 milhões de euros). O relatório refere ainda que, devido a dificuldades de tesouraria, a empresa não está a cumprir os planos de amortização dos financiamentos contraídos junto dos bancos BCI e Moza.</P><br />
<P>Apesar de ter registado lucros de 5.263 milhões de meticais (72,6 milhões de euros) em 2025, a companhia encerrou o exercício com capitais próprios negativos de 16.076 milhões de meticais (221,9 milhões de euros), contra 21.348 milhões de meticais (294,8 milhões de euros) negativos em 2024. </P><br />
<P>A administração admite que, na situação atual, os ativos correntes são inferiores aos passivos correntes, mas sustenta que as demonstrações financeiras &#8220;foram preparadas de acordo com o princípio da continuidade das operações&#8221;, que pressupõe a continuidade do apoio dos acionistas e a realização de &#8220;operações lucrativas no futuro&#8221;.</P><br />
<P>A LAM enfrenta há vários anos problemas operacionais relacionados com uma frota reduzida e falta de investimentos, encontrando-se atualmente num processo de reestruturação.</P><br />
<P>A Hidroelétrica de Cahora Bassa aprovou em 2025 a aquisição de 25,2% do capital social da LAM, no âmbito da reestruturação da companhia aérea, seguida pela Emose e pelos Caminhos de Ferro de Moçambique, cada uma com 15,4%.</P><br />
<P>De acordo com a Conta Geral do Estado de 2025, a HCB aprovou um investimento de 36 milhões de dólares (30,8 milhões de euros) nesse processo e a criação da Fly Moz, entidade que tem o &#8220;objetivo de garantir financiamentos à LAM&#8221;.</P><br />
<P>A seguradora Emose aprovou um investimento de 22 milhões de dólares (18,8 milhões de euros), &#8220;passando a ser detentora de 15,40% na estrutura acionista da LAM&#8221;, tal como os Caminhos de Ferro de Moçambique, segundo a Conta Geral do Estado.</P><br />
<P>Há um ano foi anunciada a intenção de alienar 91% do capital social da LAM, mas as operações entretanto concretizadas representam ainda 56% da estrutura acionista da companhia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791198]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Segunda fase das provas finais do 9.º ano arranca hoje: preparação das escolas dá início ao novo calendário após adiamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 06:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As primeiras provas realizam-se já na terça-feira, 21 de julho, prolongando-se o calendário até quinta-feira, dia 23.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda fase das provas finais do 9.º ano arranca esta segunda-feira com um dia dedicado à preparação e organização das escolas, depois de o Ministério da Educação, Ciência e Inovação ter alterado o calendário da avaliação externa na sequência dos problemas informáticos registados durante a classificação da primeira fase. As primeiras provas realizam-se já na terça-feira, 21 de julho, prolongando-se o calendário até quinta-feira, dia 23.</p>
<p>O arranque desta segunda fase acontece quatro dias mais tarde do que inicialmente previsto. O início estava marcado para 16 de julho, mas o Ministério decidiu adiar o calendário depois de as dificuldades verificadas no processo de classificação eletrónica terem condicionado o cumprimento dos prazos inicialmente estabelecidos.</p>
<p>Segundo explicou o Ministério da Educação, Ciência e Inovação, a alteração pretendeu garantir &#8220;a qualidade e o rigor do processo&#8221; de avaliação externa, assegurando igualmente aos professores &#8220;o tempo necessário e adequado para a classificação dos itens das provas&#8221;. Desta forma, o dia de hoje fica reservado exclusivamente para a preparação logística e organizativa dos estabelecimentos de ensino, não estando prevista a realização de qualquer prova.</p>
<p>As avaliações arrancam efetivamente na terça-feira, 21 de julho, às 9h30, com a prova de Português (91), bem como as provas de Português Língua Segunda (95) e de Português Língua Não Materna (93 e 94). A segunda e última prova final desta fase realiza-se na quinta-feira, 23 de julho, também às 9h30, com o exame de Matemática (92).</p>
<p>O novo calendário resulta das alterações introduzidas pelo EduQa – Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação, que redefiniu as datas da segunda fase da avaliação externa após os constrangimentos registados durante a primeira fase dos exames.</p>
<p>Além do adiamento do início das provas, também a divulgação das classificações sofreu alterações. As pautas relativas às provas finais do ensino básico realizadas nesta segunda fase serão afixadas no dia 7 de agosto, data igualmente prevista para a divulgação dos resultados dos processos de reapreciação dos exames da primeira fase. Inicialmente, a publicação das classificações estava prevista para 5 de agosto.</p>
<p>Apesar das mudanças agora introduzidas, o calendário das reapreciações das provas da segunda fase mantém-se inalterado. Assim, os resultados desses processos continuam previstos para 28 de agosto.</p>
<p>O Ministério da Educação justificou a revisão do calendário com as dificuldades informáticas verificadas durante a classificação eletrónica das provas da primeira fase, considerando que esses problemas pressionaram o cumprimento dos prazos inicialmente definidos. A tutela defendeu, por isso, a necessidade de ajustar o calendário para preservar a fiabilidade da avaliação e garantir que todo o processo decorresse com o rigor exigido.</p>
<p>Com o dia de hoje reservado à preparação das escolas, a segunda fase das provas finais do 9.º ano entra agora na sua fase decisiva, com milhares de alunos chamados a realizar as provas de Português e Matemática ao longo desta semana, antes de conhecerem os respetivos resultados no início de agosto.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787124]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Candidaturas ao ensino superior arrancam hoje: Um guia completo com prazos, vagas, regras e tudo o que precisa de saber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 05:45:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Arranca esta segunda-feira a primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior 2026/27, um processo que vai determinar a colocação de dezenas de milhares de estudantes nas universidades e institutos politécnicos públicos portugueses. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Arranca esta segunda-feira a primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior 2026/27, um processo que vai determinar a colocação de dezenas de milhares de estudantes nas universidades e institutos politécnicos públicos portugueses. Este ano, o regime geral disponibiliza 56.790 vagas, distribuídas por instituições de ensino superior de todo o país, num concurso que chega com novidades importantes, como o fim da obrigatoriedade de realização de duas provas de ingresso para determinados cursos e um reforço da oferta em áreas estratégicas como Medicina e Educação Básica. Ao longo das próximas semanas, os candidatos terão de cumprir um calendário rigoroso, reunir a documentação necessária e submeter a candidatura através da plataforma da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES). Eis um guia completo, em formato de perguntas e respostas, com tudo o que precisa de saber.</p>
<p><strong>Quando começam as candidaturas?</strong><br />
A primeira fase do concurso nacional começa esta segunda-feira, 20 de julho.</p>
<p>Os candidatos abrangidos pelo contingente prioritário destinado a emigrantes portugueses, familiares residentes com estes, luso-descendentes e estudantes que pretendam substituir provas de ingresso por exames estrangeiros podem apresentar candidatura até 27 de julho.</p>
<p>Os restantes candidatos dispõem de um prazo mais alargado, que termina a 6 de agosto.</p>
<p>As restantes fases decorrem nas seguintes datas:</p>
<ul>
<li>2.ª fase: candidaturas entre 24 de agosto e 2 de setembro;</li>
<li>3.ª fase: candidaturas entre 22 e 24 de setembro.</li>
</ul>
<p><strong>Quantas vagas estão disponíveis este ano?</strong><br />
O concurso nacional disponibiliza 56.790 vagas através do regime geral de acesso.</p>
<p>Destas:</p>
<ul>
<li>34.841 vagas pertencem às universidades públicas;</li>
<li>21.949 vagas destinam-se aos institutos politécnicos públicos.</li>
</ul>
<p>Além destas, existem 21.493 vagas adicionais distribuídas por concursos especiais e regimes próprios de acesso, destinados, entre outros, a estudantes internacionais, maiores de 23 anos, titulares de diplomas de Técnico Superior Profissional (CTeSP) e licenciados que pretendam ingressar num novo ciclo de estudos. Nestes casos, os calendários e regras são definidos autonomamente por cada instituição.</p>
<p><strong>Quem pode candidatar-se?</strong><br />
Podem candidatar-se ao concurso nacional:</p>
<ul>
<li>cidadãos portugueses;</li>
<li>cidadãos de outro Estado-membro da União Europeia;</li>
<li>familiares de cidadãos portugueses ou da União Europeia, independentemente da nacionalidade;</li>
<li>residentes num Estado-membro da União Europeia há mais de dois anos (contados a 1 de janeiro do ano de ingresso), bem como os respetivos filhos;</li>
<li>beneficiários do estatuto de igualdade de direitos e deveres previsto em tratados internacionais.</li>
</ul>
<p>Os estudantes internacionais seguem, regra geral, concursos próprios promovidos pelas instituições de ensino superior.</p>
<p><strong>Quais são os requisitos para concorrer?</strong><br />
Para apresentar candidatura é necessário:</p>
<ul>
<li>ter concluído o ensino secundário ou possuir habilitação equivalente;</li>
<li>ter realizado, em 2023, 2024, 2025 ou 2026, os exames nacionais exigidos pelo curso pretendido;</li>
<li>cumprir os pré-requisitos eventualmente exigidos por cada curso;<br />
possuir a Ficha ENES 2026, emitida pela escola onde realizou os exames nacionais.</li>
</ul>
<p>Caso exista alteração de classificações após reapreciação ou reclamação, deverá ser solicitada uma nova Ficha ENES.</p>
<p><strong>Como é calculada a nota de candidatura?</strong><br />
A classificação de candidatura resulta da ponderação definida por cada instituição e curso, respeitando os seguintes limites:</p>
<ul>
<li>classificação final do ensino secundário: peso mínimo de 40%;</li>
<li>provas de ingresso: peso mínimo de 45%;</li>
<li>pré-requisitos, quando existam: peso máximo de 15%.</li>
</ul>
<p>As classificações do ensino secundário e dos exames nacionais são utilizadas sem arredondamentos, sendo convertidas para uma escala de 0 a 200 pontos.</p>
<p><strong>O que mudou este ano nas provas de ingresso?</strong><br />
Uma das principais novidades do concurso de 2026/27 é o fim da obrigatoriedade de realização de duas provas de ingresso.</p>
<p>Após a revogação dessa exigência pelo Governo, as instituições podem agora exigir apenas uma prova de ingresso, dependendo do curso.</p>
<p>A medida surge depois de, no ano letivo anterior, se ter registado uma quebra significativa de candidatos colocados. Segundo estimativas do Ministério da Educação, a obrigatoriedade das duas provas terá sido responsável por cerca de 46% da redução verificada na primeira fase do concurso de 2025/26.</p>
<p><strong>Que cursos reforçaram o número de vagas?</strong><br />
O reforço da oferta incidiu sobretudo em duas áreas consideradas prioritárias.</p>
<p>Na Educação Básica, passam a existir 1.344 vagas, mais 147 do que no concurso anterior.</p>
<p>Já Medicina disponibiliza 1.656 vagas, um aumento de 62 lugares face ao ano letivo anterior. O reforço resulta, entre outros fatores, do aumento de vagas na Universidade de Coimbra e da abertura de um novo curso de Medicina na Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, com capacidade para receber 40 estudantes.</p>
<p><strong>Como pedir a senha de acesso?</strong><br />
A candidatura é feita exclusivamente através da plataforma da DGES e exige uma senha de acesso.</p>
<p>Grande parte dos estudantes já possui essa senha por a ter solicitado durante a inscrição para os exames nacionais. Quem ainda não a tenha pode pedi-la na plataforma da DGES até ao final do prazo de candidatura da fase em que pretende concorrer.</p>
<p>Depois do pedido, é enviada uma mensagem para o endereço de correio eletrónico indicado. O candidato deve confirmar o pedido, imprimir o recibo e entregá-lo na escola secundária ou num Gabinete de Acesso ao Ensino Superior para certificação. Só depois recebe a senha definitiva.</p>
<p>Caso o candidato seja menor de idade, o recibo deve ser assinado pelo encarregado de educação.</p>
<p><strong>Como se faz a candidatura?</strong><br />
Depois de obter a senha, o candidato pode entrar na plataforma da DGES utilizando a Chave Móvel Digital ou as credenciais exigidas.</p>
<p>Cada estudante pode indicar até seis opções de curso, ordenadas por preferência, podendo alterá-las livremente enquanto decorrer o prazo da candidatura.</p>
<p>A colocação é determinada pela combinação entre a ordem de preferência indicada e a posição do candidato nas listas de seriação. Em cada fase apenas pode existir uma colocação por candidato.</p>
<p><strong>O que acontece se discordar da nota de um exame?</strong><br />
Os alunos podem pedir a consulta da prova no próprio dia da divulgação das classificações ou no dia útil seguinte.</p>
<p>Depois de consultarem o exame, podem requerer a reapreciação, mediante fundamentação e pagamento de 25 euros, exceto quando a contestação incide apenas sobre a soma das cotações.</p>
<p>Se continuarem a discordar da decisão, podem apresentar reclamação junto do Presidente do Júri Nacional de Exames.</p>
<p>Caso uma reapreciação ou reclamação altere a classificação depois de terminado o prazo de candidatura ao ensino superior, o estudante dispõe de três dias para apresentar candidatura ou alterar as opções de curso.</p>
<p><strong>Quais são os contingentes especiais?</strong><br />
Na primeira fase existem, além do contingente geral, vários contingentes especiais destinados a:</p>
<ul>
<li>candidatos oriundos dos Açores e da Madeira;</li>
<li>emigrantes portugueses e respetivos familiares;</li>
<li>militares em regime de contrato;</li>
<li>candidatos com deficiência igual ou superior a 60%;</li>
<li>beneficiários da ação social escolar, nas instituições que preveem esse contingente.</li>
</ul>
<p>Na segunda fase mantêm-se apenas os contingentes para emigrantes, luso-descendentes e candidatos com deficiência. A terceira fase não contempla contingentes especiais.</p>
<p><strong>Quando são conhecidos os resultados?</strong><br />
O calendário oficial estabelece as seguintes datas:</p>
<p>Primeira fase</p>
<p>Resultados: 23 de agosto;<br />
Matrículas: 24 a 27 de agosto;<br />
Reclamações: 24 a 28 de agosto.</p>
<p>Segunda fase</p>
<p>Resultados: 13 de setembro;<br />
Matrículas: 14 a 16 de setembro;<br />
Reclamações: até 18 de setembro.</p>
<p>Terceira fase</p>
<p>Resultados: 30 de setembro;<br />
Matrículas e inscrições: até 2 de outubro.</p>
<p><strong>O que devo fazer se for colocado?</strong><br />
Após a divulgação dos resultados, os candidatos colocados devem efetuar a matrícula dentro dos prazos definidos pela instituição onde obtiveram colocação.</p>
<p>Cada universidade ou instituto politécnico fixa os procedimentos específicos, os documentos exigidos e a forma de matrícula, que pode ser presencial, eletrónica ou através de ambos os meios.</p>
<p>Com quase 57 mil vagas disponíveis, alterações relevantes nas regras de acesso e reforço da oferta em cursos estratégicos, o concurso nacional de acesso ao ensino superior de 2026/27 arranca hoje e será acompanhado de perto por milhares de estudantes que procuram garantir um lugar no ensino superior público português.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787718]]></sapo:autor>
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		<title>Ensino Secundário: Arranca hoje a segunda fase dos Exames Nacionais, após polémica com correções</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 05:30:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A segunda fase dos exames nacionais entra esta semana numa nova etapa, com as escolas a iniciarem esta segunda-feira os trabalhos de preparação e organização antes do arranque das provas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A segunda fase dos exames nacionais entra esta semana numa nova etapa, com as escolas a iniciarem esta segunda-feira os trabalhos de preparação e organização antes do arranque das provas. Os exames finais nacionais do ensino secundário realizam-se entre 21 e 24 de julho, destinando-se, entre outros casos, aos alunos que não obtiveram aprovação na primeira fase, que pretendem melhorar a classificação ou repetir exames como prova de ingresso no ensino superior, nos termos previstos no Guia Geral de Exames.</p>
<p>Em paralelo com o início desta nova fase, o ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, garantiu, durante um debate de urgência na Assembleia da República sobre os exames nacionais, que o processo decorrerá sem os problemas registados na primeira fase. O governante afirmou que o sistema foi corrigido e assegurou que existem condições para que &#8220;a segunda fase vai correr sem os problemas da primeira fase&#8221;, acrescentando, contudo, que isso &#8220;não quer dizer que não existam coisas a corrigir no próximo ano&#8221;. O ministro reconheceu que existiram erros na primeira fase, admitindo que estes causaram perturbações com impacto nos alunos e respetivas famílias, mas sublinhou que as falhas entretanto identificadas já foram retificadas.</p>
<p>O calendário da segunda fase prevê o arranque das provas na terça-feira, 21 de julho, às 9h30, com os exames de Português (639), Português Língua Segunda (138) e Português Língua Não Materna (839) para o 12.º ano, bem como Literatura Portuguesa (734) para o 11.º ano. Durante a tarde realizam-se ainda os exames de Economia A (712), História da Cultura e das Artes (724) e Latim A (732). Na quarta-feira, 22 de julho, decorrem os exames de Matemática A (635) para o 12.º ano, Matemática B (735) e Matemática Aplicada às Ciências Sociais (835) para o 11.º ano, seguindo-se à tarde a prova de Filosofia (714).</p>
<p>Na quinta-feira, 23 de julho, realizam-se os exames de História A (623) para o 12.º ano, Biologia e Geologia (702) e História B (723) para o 11.º ano. Durante a tarde estão marcadas as provas de Geometria Descritiva A (708), bem como várias línguas estrangeiras: Alemão (501), Espanhol (547 e 847), Francês (517), Italiano (849) e Mandarim (848). O calendário termina na sexta-feira, 24 de julho, com os exames de Desenho A (706) para o 12.º ano, Física e Química A (715) e Geografia (719) para o 11.º ano, encerrando a componente escrita desta fase.</p>
<p>Entre 21 e 28 de julho decorre ainda a aplicação das componentes de produção e interação orais das provas de Línguas Estrangeiras e de Português Língua Não Materna (PLNM). As pautas com as classificações serão afixadas no dia 7 de agosto, enquanto os resultados dos processos de reapreciação serão divulgados a 28 de agosto.</p>
<p>Durante o debate parlamentar, Fernando Alexandre reiterou que os erros ocorridos na primeira fase não terão impacto no acesso dos estudantes ao ensino superior e rejeitou qualquer necessidade de alterar o calendário do concurso nacional de acesso. O ministro afirmou que &#8220;não há razão&#8221; para modificar o calendário, explicando que o Júri Nacional de Exames dispõe das condições necessárias para enviar as classificações às escolas dentro dos prazos previstos. Recordou ainda que os exames permanecem totalmente anónimos durante todo o processo de classificação, cabendo exclusivamente às escolas identificar os alunos, divulgar os resultados e gerir eventuais reclamações ou pedidos de reapreciação, garantindo que qualquer erro detetado poderá ser corrigido através dos mecanismos legalmente previstos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787122]]></sapo:autor>
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		<title>Calor regressa em força esta semana a Portugal: Temperaturas podem voltar aos 40ºC em várias regiões</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 05:15:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
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					<description><![CDATA[A semana que hoje começa deverá marcar o regresso gradual do calor intenso a Portugal continental. Depois de vários dias com temperaturas relativamente contidas para a época, a previsão aponta para uma subida progressiva dos valores térmicos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A semana que hoje começa deverá marcar o regresso gradual do calor intenso a Portugal continental. Depois de vários dias com temperaturas relativamente contidas para a época, a previsão aponta para uma subida progressiva dos valores térmicos, impulsionada pela expansão de uma massa de ar muito quente do Mediterrâneo para o Atlântico. O aquecimento deverá fazer-se sentir de forma mais expressiva a partir de terça-feira, sobretudo no interior do país, embora também alcance várias zonas do litoral.</p>
<p>Segundo as previsões do portal especializado <a href="https://www.tempo.pt/" target="_blank" rel="noopener">Tempo.pt</a>, a alteração do estado do tempo resulta do reforço de uma crista subtropical sobre a Península Ibérica e da deslocação da corrente de jato para latitudes mais elevadas, permitindo que o ar muito quente, até agora concentrado sobre o Mediterrâneo, se expanda para oeste. Esta configuração atmosférica reduzirá temporariamente a influência das massas de ar mais frescas vindas do Atlântico, diminuindo o habitual efeito moderador do oceano e favorecendo uma atmosfera mais estável, seca e propícia ao aumento das temperaturas.</p>
<p>Após uma segunda-feira marcada por maior nebulosidade em algumas zonas do litoral, mas sem previsão de chuva, a subida dos termómetros deverá tornar-se evidente já na terça-feira. As temperaturas mais elevadas são esperadas no interior do Alentejo, na Beira Baixa, no vale do Guadiana e em setores do Nordeste Transmontano, onde as máximas poderão atingir entre 34 e 36 ºC. Bragança, Castelo Branco e Beja deverão rondar os 34 ºC, Portalegre e Vila Real poderão alcançar os 33 ºC, Santarém deverá atingir cerca de 32 ºC e Lisboa aproximar-se dos 29 ºC. No litoral Centro e Sul, o aquecimento também será sentido, embora a nortada durante a tarde continue a limitar a subida das temperaturas junto à costa.</p>
<p>A partir de quarta-feira, o episódio de calor deverá ganhar intensidade. As previsões indicam máximas entre 37 e 39 ºC em vários pontos do interior Centro e Sul, com Beja e Castelo Branco perto dos 37 ºC e Portalegre e Bragança a rondarem os 35 ºC. O contraste entre o litoral e o interior deverá tornar-se mais evidente, uma vez que a influência marítima continuará a manter as temperaturas costeiras significativamente mais baixas, enquanto o fluxo de leste ou sudeste favorecerá um aquecimento mais acentuado nas regiões interiores.</p>
<p>Os modelos meteorológicos apontam ainda para uma nova intensificação do calor entre quinta-feira e o final da semana, período em que algumas áreas do interior alentejano, do vale do Guadiana, da Beira Baixa e também do Vale do Douro poderão aproximar-se ou mesmo ultrapassar os 40 ºC. Em contraste, ao longo da faixa litoral as temperaturas deverão manter-se, na maioria dos casos, abaixo dos 28 ºC, refletindo a persistente influência do oceano Atlântico.</p>
<p>Apesar de o cenário apontar para vários dias consecutivos de calor, a evolução da circulação atmosférica poderá ainda introduzir pequenos ajustamentos na intensidade e distribuição das temperaturas mais elevadas. Ainda assim, as projeções mais recentes do modelo europeu ECMWF indicam que este novo episódio de tempo quente deverá prolongar-se durante vários dias, consolidando o regresso de condições tipicamente estivais em grande parte de Portugal continental ao longo desta semana.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790755]]></sapo:autor>
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		<title>Empresa chinesa exige indemnização ao Reino Unido pela nacionalização da British Steel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 04:51:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A empresa chinesa que era proprietária da British Steel exigiu no domingo uma indemnização ao Governo britânico pelas perdas sofridas com a nacionalização da siderúrgica, concluída na semana passada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A empresa chinesa que era proprietária da British Steel exigiu no domingo uma indemnização ao Governo britânico pelas perdas sofridas com a nacionalização da siderúrgica, concluída na semana passada.</P><br />
<P>O Governo do Reino Unido assumiu o controlo operacional da empresa no ano passado, depois de o grupo chinês Jingye ter admitido encerrar os altos-fornos da fábrica de Scunthorpe, no norte de Inglaterra, a última unidade do país a produzir aço primário a partir de matérias-primas.</P><br />
<P>Num comunicado divulgado na rede social chinesa WeChat, o Grupo Jingye afirmou que a nacionalização prejudicou a credibilidade do Governo britânico, afastou investidores internacionais e provocou &#8220;grandes prejuízos&#8221; à empresa e aos contribuintes britânicos.</P><br />
<P>A empresa acusou ainda Londres de &#8220;pisotear as regras internacionais do investimento&#8221; e exigiu que o Governo britânico respeite os compromissos assumidos.</P><br />
<P>O grupo anunciou ter iniciado os procedimentos de negociação previstos nos acordos bilaterais de proteção do investimento, reservando todos os direitos, incluindo o recurso à arbitragem internacional.</P><br />
<P>O Jingye indicou também que irá representar os contribuintes britânicos na tentativa de responsabilizar judicialmente o Governo do Reino Unido e a administração da British Steel, embora não tenha explicado de que forma pretende fazê-lo.</P><br />
<P>&#8220;O Reino Unido ignorou o investimento contínuo e o contributo significativo do Jingye e apenas estava disposto a oferecer uma compensação praticamente nula&#8221;, afirmou a empresa.</P><br />
<P>O Governo britânico anunciou na semana passada que será realizada uma avaliação independente para determinar se será paga alguma compensação ao Grupo Jingye.</P><br />
<P>O ministério dos Negócios e Comércio britânico justificou a nacionalização, anunciada em 17 de julho, com a necessidade de preservar milhares de postos de trabalho e proteger o interesse nacional, assegurando o fornecimento de aço produzido no país para grandes projetos de construção e para a indústria da defesa.</P><br />
<P>A British Steel produz aço em Scunthorpe há mais de 130 anos e emprega atualmente cerca de 2.700 trabalhadores.</P><br />
<P>O Grupo Jingye adquiriu a British Steel em 2020, afirmando então ter salvo a empresa da falência.</P><br />
<P>No sábado, o ministério dos Negócios Estrangeiros chinês afirmou que a forma como o Reino Unido gerir este processo influenciará diretamente a perceção dos investidores chineses sobre o ambiente de investimento britânico e a credibilidade do Governo de Londres.</P><br />
<P>A diplomacia chinesa apelou ao Reino Unido para que respeite &#8220;os princípios do mercado e o espírito contratual&#8221; e encontre uma solução para a compensação e outras questões &#8220;aceitável para ambas as partes&#8221;.</P><br />
<P>Pequim acrescentou ainda que apoia as empresas na defesa dos seus direitos e interesses legítimos através dos meios legais.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791197]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mercados chineses recuperam com intervenção de fundos públicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 04:40:54 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As bolsas chinesas recuperaram hoje parte das fortes perdas da semana passada, após dois grandes fundos estatais anunciarem novas compras e o regulador dos mercados convocar uma reunião com os principais participantes do setor para reforçar a estabilidade financeira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As bolsas chinesas recuperaram hoje parte das fortes perdas da semana passada, após dois grandes fundos estatais anunciarem novas compras e o regulador dos mercados convocar uma reunião com os principais participantes do setor para reforçar a estabilidade financeira.</P><br />
<P>O índice de referência CSI 300 chegou a subir 2% nas primeiras horas da sessão, depois de ter recuado 3,6% na sexta-feira e acumulado uma perda semanal de 5,3%, a maior desde outubro de 2022, num contexto de forte correção das ações tecnológicas a nível mundial.</P><br />
<P>A recuperação ocorreu após a China Reform Holdings Corporation e a China Chengtong Holdings Group, duas gestoras estatais associadas à chamada &#8220;equipa nacional&#8221; (&#8220;national team&#8221;), anunciarem no domingo o reforço das suas posições em ações chinesas.</P><br />
<P>As duas entidades comprometeram-se igualmente a continuar a aumentar os investimentos, em particular em empresas estatais sob controlo do Governo central.</P><br />
<P>A China Reform Holdings revelou que uma das suas subsidiárias recorreu a mais de 50 mil milhões de yuan (cerca de 6,4 mil milhões de euros) da facilidade de &#8216;swap&#8217; do Banco Popular da China (banco central) para apoiar a estabilidade dos mercados.</P><br />
<P>Já a China Chengtong indicou que duas subsidiárias adquiriram recentemente ativos acionistas chineses no valor de quase 10 mil milhões de yuan (cerca de 1,3 mil milhões de euros).</P><br />
<P>Entretanto, a Comissão Reguladora do Mercado de Valores da China vai reunir-se hoje com empresas cotadas, corretoras e gestoras de fundos para recolher propostas destinadas a promover &#8220;um desenvolvimento estável e saudável&#8221; dos mercados de capitais, segundo a imprensa estatal.</P><br />
<P>As medidas surgem depois de uma vaga de vendas iniciada pelas ações chinesas ligadas à inteligência artificial (IA), que acabou por alastrar ao conjunto do mercado.</P><br />
<P>O índice STAR 50, que agrega empresas tecnológicas cotadas em Xangai, caiu 17% na semana passada, refletindo também as preocupações dos investidores com a pressão da oferta antes da esperada entrada em bolsa da fabricante chinesa de memória ChangXin Memory Technologies (CXMT).</P><br />
<P>Na sexta-feira, os fundos negociados em bolsa (ETF) habitualmente associados à chamada &#8220;equipa nacional&#8221; registaram entradas líquidas de cerca de 28 mil milhões de yuan (3,6 mil milhões de euros), o valor mais elevado desde abril de 2025.</P><br />
<P>O reforço da intervenção estatal faz recordar as medidas adotadas em abril do ano passado, quando Pequim mobilizou vários fundos públicos para apoiar os mercados acionistas após a forte queda provocada pelo anúncio das tarifas globais impostas pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.</P><br />
<P>Nessa altura, a China Reform Holdings, a China Chengtong Holdings e o fundo soberano Central Huijin Investment comprometeram-se igualmente a adquirir ações para restaurar a confiança dos investidores.</P></p>
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		<item>
		<title>Novo líder trabalhista Andy Burnham assume hoje chefia do Governo britânico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 04:20:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O novo líder do Partido Trabalhista, Andy Burnham, torna-se hoje o sétimo primeiro-ministro britânico em 10 anos, sucedendo a Keir Starmer, que anunciou a demissão no mês passado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O novo líder do Partido Trabalhista, Andy Burnham, torna-se hoje o sétimo primeiro-ministro britânico em 10 anos, sucedendo a Keir Starmer, que anunciou a demissão no mês passado.</P><br />
<P>Starmer, que renunciou à liderança do partido em junho, apresenta formalmente a demissão ao rei Carlos III esta manhã, no Palácio de Buckingham, após um breve discurso em Downing Street.</P><br />
<P>Na última sessão de perguntas ao primeiro-ministro no Parlamento, Starmer defendeu o seu legado governativo, afirmando estar &#8220;orgulhoso de deixar o país em melhor estado&#8221;.</P><br />
<P>Burnham será depois convidado pelo monarca a formar Governo enquanto líder do partido com maioria parlamentar, evitando a realização de eleições legislativas antecipadas.</P><br />
<P>O novo líder trabalhista foi oficialmente declarado na sexta-feira, após uma eleição sem oposição, na qual obteve o apoio de 94% do grupo parlamentar e de oito dos 11 sindicatos afiliados.</P><br />
<P>No entanto, já começou a receber informação preparatória antes da tomada de posse formal como parte do processo de transição.</P><br />
<P>No seu primeiro discurso como líder do Partido Trabalhista, Burnham prometeu &#8220;restaurar a esperança&#8221; dos militantes do partido, mas também dos britânicos em geral. </P><br />
<P>À chegada a Downing Street, residência oficial do primeiro-ministro, Burnham deverá fazer uma declaração com a sua visão para os próximos anos e iniciar a formação do executivo.</P><br />
<P>&#8220;Estou a finalizar essas decisões e anunciarei a equipa ministerial na segunda-feira&#8221;, afirmou, perante intensa especulação em Westminster sobre a escolha do ministro das Finanças, com nomes como Ed Miliband, Shabana Mahmood e Yvette Cooper apontados como possíveis opções.</P><br />
<P>Em intervenções nas últimas semanas, garantiu que vai respeitar as regras orçamentais atuais, bem como os compromissos eleitorais de não aumentar impostos sobre o rendimento, o IVA ou as contribuições para a segurança social.</P><br />
<P>No entanto, entre política externa, imigração, defesa, habitação, finanças e economia, Burnham enfrenta um conjunto alargado de desafios no início do mandato.</P><br />
<P>Segundo a imprensa, o novo primeiro-ministro poderá autorizar nos próximos dias novos projetos de exploração de petróleo e gás no Mar do Norte, uma decisão à qual o atual Governo resistiu.</P><br />
<P>Entretanto, anunciou no sábado que não vai avançar com o desenvolvimento de um sistema de identificação digital porque quer uma &#8220;mudança de rumo no sentido de melhorar a vida quotidiana e fortalecer as economias locais, em detrimento de programas dispendiosos do governo nacional&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791195]]></sapo:autor>
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		<title>Candidaturas ao ensino superior arrancam hoje com mais de 56 mil vagas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 04:10:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O concurso nacional de acesso ao ensino superior arranca hoje, com mais de 56 mil vagas, numa altura em que os alunos já deverão conhecer todas as classificações dos exames nacionais, após os atrasos na divulgação das pautas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O concurso nacional de acesso ao ensino superior arranca hoje, com mais de 56 mil vagas, numa altura em que os alunos já deverão conhecer todas as classificações dos exames nacionais, após os atrasos na divulgação das pautas.</P><br />
<P>A primeira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES) decorre até 06 de agosto, no &#8216;site&#8217; da Direção-Geral do Ensino Superior (DGES), e os resultados serão divulgados em 23 de agosto.</P><br />
<P>Para o próximo ano letivo, as universidades e institutos politécnicos disponibilizaram 56.790 vagas (mais 834 face ao ano passado) através do regime geral de acesso.</P><br />
<P>No dia em que arranca a primeira fase do concurso, todos os alunos finalistas do ensino secundário já deverão conhecer os resultados obtidos nos exames nacionais, após resolvidos os problemas que inviabilizaram a divulgação de algumas notas.</P><br />
<P>As pautas dos mais de 300 mil exames nacionais começaram a ser afixadas apenas na sexta-feira à noite, mas inicialmente sem todas as classificações, devido a falhas identificadas pelo Júri Nacional de Exames.</P><br />
<P>Entre as cerca de 1.400 provas que, na sexta-feira, surgiram identificadas na pauta com &#8220;suspenso&#8221;, as desconformidades resultaram, por exemplo, de exames enviados tardiamente pelas escolas, folhas de resposta incompletas ou informações em falta.</P><br />
<P>O Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) informou, no sábado à noite, que enviaria às escolas as pautas completas para publicação a partir de domingo.</P><br />
<P>&#8220;Nenhum aluno será prejudicado no acesso ao Ensino Superior por motivos não imputáveis ao próprio&#8221;, garantiu, entretanto, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação.</P><br />
<P>Depois de terem acesso à cópia dos respetivos exames, que será enviada pelas escolas, os alunos poderão pedir a reapreciação da prova, devendo formalizar o pedido até dois dias úteis após o período de consulta.</P><br />
<P>Os resultados dos processos de reapreciação só serão publicados a 07 de agosto, mas os alunos poderão utilizar essa classificação na primeira fase do CNAES, dispondo de três dias para alterar a candidatura ou apresentar uma nova, caso só então reúnam as condições necessárias.</P><br />
<P>Hoje termina também o prazo de inscrição para a segunda fase dos exames nacionais, que começa na terça-feira com a prova de Português.</P><br />
<P>Os alunos que queiram ir a exame na segunda fase devem inscrever-se na Plataforma de Inscrição Eletrónica em Provas e Exames, disponível em jnepiepe.dge.mec.pt.</P><br />
<P>Este foi o primeiro ano em que os exames nacionais do ensino secundário, realizados por cerca de 166 mil alunos, foram corrigidos em formato digital.</P><br />
<P>O processo, contudo, registou falhas técnicas desde o início, obrigando o Ministério da Educação a rever o calendário inicialmente previsto.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791194]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Equipa do Ministério da Educação convoca para hoje conferência de imprensa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 23:22:43 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Educação vai hoje dar uma conferência de imprensa sobre os exames finais nacionais do Ensino Secundário, anunciada na noite de domingo, quando as notas do 9.º ano ainda não tinham chegado a escolas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Educação vai hoje dar uma conferência de imprensa sobre os exames finais nacionais do Ensino Secundário, anunciada na noite de domingo, quando as notas do 9.º ano ainda não tinham chegado a escolas.</P><br />
<P>Na noite de domingo, depois de uma semana envolta em polémica por atrasos na divulgação das notas, o Ministério da Educação informou que o ministro da Educação, Fernando Alexandre, e o secretário de Estado Adjunto e da Educação, Alexandre Homem Cristo, dariam às 12:00 de hoje uma conferência de imprensa sobre os exames.</P><br />
<P>No domingo, uma informação do Júri Nacional de Exames (JNE) dirigida aos estabelecimentos de ensino informou que as notas das provas finais do 9.º ano, realizadas na transição dos alunos para o ensino secundário, seriam enviadas até ao final do dia às escolas para que fossem afixadas ao início da manhã de hoje, se possível até às 09:30.</P><br />
<P>No entanto esta noite, depois das 23:00, uma professora coordenadora de uma escola, ouvida pela Lusa, garantiu que as notas do 9.º ano ainda não tinham chegado à escola a essa hora.</P><br />
<P>As classificações das provas finais do ensino básico deveriam ter sido publicadas na sexta-feira, mas, nesse mesmo dia, o Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA) anunciou que isso não seria possível, por ser necessário dar prioridade aos exames nacionais, devido ao cumprimento do calendário do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que arranca na segunda-feira.</P><br />
<P>No domingo o representante dos diretores escolares afirmou que as escolas estão em condições de afixar as notas das provas finais do 9.º ano esta manhã assim os ficheiros cheguem aos estabelecimentos de ensino durante a noite.</P><br />
<P>Quanto aos exames nacionais do secundário no domingo foram enviados às escolas os ficheiros sobre os 1.400 alunos que tinham a sua nota suspensa desde sexta-feira, quando foram afixadas as classificações.</P><br />
<P>O EduQa já tinha informado que tal ia acontecer e que essa suspensão se deveu à necessidade de rigor e era &#8220;a bem da transparência e equidade entre todos os alunos&#8221;.</P><br />
<P>A correção generalizada dos exames em formato digital, depois de uma experiência piloto no passado ano letivo, teve problemas, obrigando o Ministério a adiar os prazos inicialmente previstos.</P><br />
<P>As escolas só na sexta-feira à noite começaram a receber os ficheiros com as classificações das provas, e mesmo assim com mais de mil com a indicação de suspensos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791193]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismos: Número de mortos sobe para 5.208 segundo último balanço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 23:02:44 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.208, depois das autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos, divulgou domingo o presidente da Assembleia Nacional.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos no duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.208, depois das autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos, divulgou domingo o presidente da Assembleia Nacional.</P><br />
<P>De acordo com o último balanço, morreram na sequência do duplo sismo de magnitude 7,2 e 7,5 ocorrido há quase um mês na zona norte da Venezuela 5.208, contra 5.119 anteriormente anunciados.</P><br />
<P>Esta subida do número de falecidos resultante dos sismos acontece depois de as autoridades terem contabilizado mais 89 óbitos, informou o presidente da Assembleia Nacional (parlamento), Jorge Rodríguez.</P><br />
<P>Os sismos registados na Venezuela em 24 de junho causaram pelo menos 5.208 mortos e 16.740 feridos, segundo o mais recente balanço oficial. Entre os mortos, há pelo menos 120 portugueses e lusodescendentes, e outros 50 estão desaparecidos.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791192]]></sapo:autor>
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		<title>Mundial2026: Espanha soma segundo título ao vencer Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 22:07:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Espanha conquistou hoje pela segunda vez o Mundial de futebol, ao vencer a Argentina, que era a campeã em título, por 1-0, após prolongamento, na final da 23.ª edição, em East Rutherford, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Espanha conquistou hoje pela segunda vez o Mundial de futebol, ao vencer a Argentina, que era a campeã em título, por 1-0, após prolongamento, na final da 23.ª edição, em East Rutherford, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Um golo do suplente Ferran Torres, aos 106 minutos, carimbou o título do conjunto europeu, que repetiu 2010, ano em que também venceu a final por 1-0, no tempo extra, então face aos Países Baixos, com um tento de Andrés Iniesta.</P><br />
<P>A formação espanhola, que só tinha disputado a final de há 16 anos, iguala os dois cetros de Uruguai (1930 e 1950) e França (1998 e 2018) &#8211; duas formações que afastou da edição 2026 &#8211; no quinto lugar do &#8216;ranking&#8217;, liderado pelo &#8216;penta&#8217; do Brasil.</P><br />
<P>O conjunto de Luis de la Fuente junta o Mundial ao Campeonato da Europa de 2024, sendo agora a detentora das duas principais provas de seleções.</P><br />
<P>Por seu lado, a Argentina perdeu pela quarta vez na final, como em 1930, 1990 e 2014, mantendo-se com três títulos, arrebatados em 1978, 1986 e 2022, no quarto lugar do ranking.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791191]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>URGENTE: Mundial2026: Espanha soma segundo título ao vencer Argentina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 22:03:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Espanha conquistou hoje pela segunda vez o Mundial de futebol, ao vencer a Argentina, que era a campeã em título, por 1-0, após prolongamento, na final da 23.ª edição, em East Rutherford, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Espanha conquistou hoje pela segunda vez o Mundial de futebol, ao vencer a Argentina, que era a campeã em título, por 1-0, após prolongamento, na final da 23.ª edição, em East Rutherford, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Um golo do suplente Ferran Torres, aos 106 minutos, carimbou o título do conjunto europeu, que repetiu 2010.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791190]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Faz compras na Amazon? Este botão &#8216;secreto&#8217; pode ajudá-lo a poupar muito dinheiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 20:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Até agora, quem queria acompanhar a evolução dos preços tinha de recorrer a extensões de terceiros, disponíveis apenas na versão web da loja.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Amazon começou a disponibilizar uma nova funcionalidade que permite aos utilizadores consultar o histórico de preços dos produtos diretamente na plataforma, tornando mais fácil perceber se uma promoção é realmente vantajosa ou se o artigo costuma ser vendido pelo mesmo valor.</p>
<p>Até agora, quem queria acompanhar a evolução dos preços tinha de recorrer a extensões de terceiros, disponíveis apenas na versão web da loja. Com esta novidade, a informação passa a estar integrada na própria Amazon, incluindo na aplicação para iPhone e Android.</p>
<p>Ao aceder à página de um produto, os utilizadores podem consultar um gráfico com a evolução do preço ao longo do último ano, escolhendo entre diferentes períodos de análise, como um mês, três meses ou 12 meses. A funcionalidade utiliza ferramentas de inteligência artificial da empresa para apresentar os dados de forma simples e intuitiva.</p>
<p>Além do histórico de preços, a ferramenta permite criar alertas para ser notificado quando um produto atingir o valor desejado. Também sugere artigos semelhantes e alternativas com melhor relação qualidade-preço, ajudando os consumidores a comparar opções antes de finalizar a compra.</p>
<p>A novidade é particularmente útil durante campanhas promocionais, como a Prime Day ou a Black Friday, uma vez que permite verificar se um desconto corresponde a uma verdadeira redução de preço ou se o produto já esteve à venda por valores semelhantes noutras alturas do ano.</p>
<p>Segundo o site especializado MakeUseOf, a funcionalidade já está disponível para utilizadores da Amazon nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido e Índia, estando prevista a sua expansão para outros mercados nos próximos meses.</p>
<p>Para consultar o histórico de preços basta selecionar a opção &#8220;Price history&#8221;, apresentada junto ao preço do produto. O utilizador é encaminhado para uma interface de conversação onde pode visualizar os gráficos e obter informação adicional, incluindo o preço máximo, mínimo e atual registados nos últimos 30 dias.</p>
<p>Apesar de ainda não ser possível consultar o preço exato de cada dia através do gráfico, a ferramenta oferece uma visão clara da evolução do valor de um produto, ajudando os consumidores a decidir se vale a pena comprar de imediato ou esperar por uma oportunidade melhor.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790669]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ryan Fox vence primeiro &#8216;major&#8217; da carreira com &#8216;birdie&#8217; a encerrar British Open</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 19:10:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O neozelandês Ryan Fox conquistou hoje a primeira vitória da carreira num torneio 'major' de golfe, ao ganhar o British Open, com um 'birdie' no 18.º e último buraco a fazer a diferença.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O neozelandês Ryan Fox conquistou hoje a primeira vitória da carreira num torneio &#8216;major&#8217; de golfe, ao ganhar o British Open, com um &#8216;birdie&#8217; no 18.º e último buraco a fazer a diferença.</P><br />
<P>No quarto e último dia da prova, disputada em Royal Birkdale, na cidade inglesa de Southport, a norte de Liverpool, o golfista de 39 anos, 56.º do ranking mundial, estava igualado com o norte-americano Cameron Young na liderança, com nove pancadas abaixo do par, quando teve a oportunidade de &#8216;birdie&#8217; (uma pancada abaixo do par) num &#8216;putt&#8217; em que a bola estava a 3,6 metros do derradeiro buraco.</P><br />
<P>Fox concretizou essa oportunidade, terminou a quarta e última volta do torneio com 68 pancadas (duas abaixo do par) e com um agregado de 270 golpes, menos um do que Young, quarto classificado do ranking mundial, e menos dois do que outro norte-americano, Sam Burns, jogador que liderava o torneio à partida para o último dia.</P><br />
<P>Burns chegou a liderar hoje a 154.ª edição do British Open, com um registo de 11 pancadas abaixo do par, antes de cair de rendimento e de terminar a volta com 72 pancadas (duas acima do par), num dia em que o melhor desempenho pertenceu a Cameron Young.</P><br />
<P>Após terminar a volta de hoje com 64 &#8216;shots&#8217; (seis abaixo do par), o norte-americano, de 29 anos, liderou por duas horas até ao êxito de Ryan Fox na derradeira tacada.</P><br />
<P>O segundo neozelandês a vencer o torneio, depois de Bob Charles, em 1963, sucedeu a Scottie Scheffler, vencedor da edição de 2025 e líder do ranking mundial desde 2023, que terminou o sábado no 11.º posto e subiu hoje ao quarto lugar, com as mesmas 273 pancadas do inglês Tommy Fleetwood, após uma volta com 68 golpes.</P><br />
<P>Já o sul-coreano Si Woo Kim, que encerrou o sábado no terceiro lugar, concluiu a prova no sexto lugar, com 274 pancadas, após um dia com 72 golpes (dois acima do par), enquanto o norte-irlandês Rory McIlroy, segundo da hierarquia mundial, foi apenas 40.º, com um agregado de 279 &#8216;shots&#8217;, somente um abaixo do par.</P><br />
<P>Ryan Fox venceu o quarto e último &#8216;major&#8217; do calendário anual, depois de Rory McIlroy ter vencido o Masters, no estado norte-americano da Geórgia, em abril, de o inglês Aaron Rai ter vencido o PGA Championship, em maio, no estado norte-americano da Pensilvânia, e de o norte-americano Wyndham Clark ter vencido o US Open, em junho, no estado de Nova Iorque.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791184]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Robôs humanoides armados são a nova aposta da Ucrânia para enfrentar a Rússia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 19:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[robôs]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[A Ucrânia quer acelerar a utilização de robôs humanoides no campo de batalha e lançou um programa de financiamento para desenvolver sistemas armados capazes de operar na linha da frente, reduzindo a exposição dos militares em missões de combate.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Ucrânia quer acelerar a utilização de robôs humanoides no campo de batalha e lançou um programa de financiamento para desenvolver sistemas armados capazes de operar na linha da frente, reduzindo a exposição dos militares em missões de combate.</p>
<p>A iniciativa pretende aumentar a robotização das operações militares, permitindo que estas plataformas apoiem as tropas na defesa de posições, em missões de reconhecimento e noutras operações de combate. O objetivo é tornar as operações mais eficientes e diminuir o número de baixas entre os soldados ucranianos.</p>
<p>Segundo o jornal ucraniano Militarnyi, citado por vários meios internacionais, o programa será coordenado pela plataforma de inovação em defesa Brave1. O diretor executivo da organização, Andriy Hrytsenyuk, explicou que os primeiros projetos irão centrar-se em plataformas humanoides básicas, que deverão evoluir gradualmente para sistemas mais sofisticados à medida que o programa avançar.</p>
<p>A aposta surge numa altura em que a Ucrânia se tornou um dos principais laboratórios mundiais para o desenvolvimento e teste de novas tecnologias militares, atraindo empresas de defesa e startups especializadas em armamento e inteligência artificial.</p>
<p>Esta não é, contudo, a primeira experiência do país com robôs humanoides. Em março foi apresentado o Phantom MK-1, um androide concebido para operar em ambientes de elevado risco, realizar missões de reconhecimento e manusear armas de fogo.</p>
<p>Com cerca de 1,8 metros de altura, 80 quilos de peso e capacidade para transportar até 40 quilos de carga, o robô pode atingir uma velocidade máxima de 6,1 km/h. Está equipado com inteligência artificial para navegar e movimentar-se de forma autónoma, embora qualquer decisão relacionada com o uso de força letal continue a depender de um operador humano.</p>
<p>O Phantom MK-1 incorpora ainda atuadores cicloidais, uma tecnologia que melhora a resistência mecânica e permite movimentos mais precisos e seguros em ambientes onde coexistem humanos e máquinas.</p>
<p>De acordo com as autoridades ucranianas, os testes realizados até agora têm apresentado resultados positivos, embora o sistema continue em fase de desenvolvimento e avaliação antes de uma utilização em larga escala no combate.</p>
<p>Num discurso por ocasião do Dia do Trabalhador da Indústria de Defesa, o presidente Volodymyr Zelensky afirmou que, pela primeira vez desde o início da guerra, uma posição inimiga foi conquistada exclusivamente com recurso a sistemas não tripulados, incluindo plataformas terrestres e drones, sem envolvimento direto de tropas de infantaria e sem baixas do lado ucraniano. Embora não tenha especificado que equipamentos foram utilizados, o episódio é apontado como um sinal da crescente importância da robótica nas operações militares.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_790662]]></sapo:autor>
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		<title>Viticultores do Douro marcam concentração para 07 de agosto na Régua</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 18:51:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os viticultores do Douro vão concentrar-se em 07 de agosto, no Peso da Régua, para dar a conhecer ao Governo um conjunto de medidas para resolver a crise instalada na região, foi hoje decidido em plenário.</P><br />
<P>&#8220;É de assinalar uma iniciativa de viticultores que culminará com uma concentração junto ao IVDP [Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto], na Régua, no dia 07 de agosto. [Vamos] dar conhecimento aos responsáveis políticos de um conjunto de medidas que reclamamos para resolver, de forma estrutural, a crise que está instalada na Região Demarcada do Douro [RDD]&#8221;, revelou Vítor Rodrigues, dirigente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), promotora do plenário, em declarações à Lusa.</P><br />
<P>Entre as medidas estão a proibição de compra de uvas abaixo dos custos de produção, a utilização de aguardente regional na produção de vinho do Porto e a existência de uma medida de destilação de crise com uma dotação suficiente.</P><br />
<P>Ainda que não sejam reivindicações &#8220;exatamente novas&#8221;, para os viticultores estas mantêm-se &#8220;como absolutamente necessárias para ir ao encontro da ideia que os agricultores merecem rendimentos dignos e preços dignos pagos pelas suas uvas&#8221;.</P><br />
<P>Segundo Vítor Rodrigues, os produtores durienses estão especialmente preocupados com o preço das uvas que não são para beneficiar.</P><br />
<P>&#8220;As uvas que são para beneficiar ainda têm um preço que cobre os custos de produção, [que] dá algum rendimento aos produtores, mas o benefício está estabelecido num nível bastante baixo e, portanto, todos os outros preços não só são valores abaixo dos custos de produção, como são os mesmos de há cerca de 25 anos&#8221;, alertou o dirigente.</P><br />
<P>A RDD vai transformar um total de 76 mil pipas de mosto em vinho do Porto nesta vindima, mais mil do que no ano anterior, decidiu o conselho interprofissional do IVDP em 17 de julho.</P><br />
<P>No Douro, o benefício desceu das 104 mil pipas em 2023, para as 90 mil em 2024 e as 75 mil em 2025, numa quebra em três anos de 29 mil pipas.</P><br />
<P>Cada pipa de vinho do Porto pode corresponder a uma média de mil euros pagos aos viticultores, sendo o benefício uma das principais fontes de rendimento dos produtores durienses.</P><br />
<P>A pouco mais de um mês do arranque das vindimas no Douro, os agricultores não sabem se vão conseguir vender a sua uva e se vão vendê-la a um preço justo, sendo certo que, mantendo-se o cenário dos últimos anos, não vão consegui-lo.</P><br />
<P>&#8220;É justamente isto que reivindicamos, que da parte do comércio e do Governo sejam implementadas medidas, nomeadamente a proibição de compra abaixo do preço de produção, para que os trabalhadores não andem só a trabalhar para aquecer, do ponto de vista do cultivo das uvas, e esta é uma reivindicação central&#8221;, frisou Vítor Rodrigues.</P><br />
<P>Entre as medidas exigidas está, ainda, a capacitação da Casa do Douro para que possa ter um papel de estabilização de &#8216;stocks&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;Cremos que há aqui um caminho a fazer, que não é de grande novidade em relação àquilo que vimos reclamando de há algum tempo para cá, mas que necessita de outro impulso&#8221;, concluiu o dirigente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_791183]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Livre diz que ministro deve assumir responsabilidades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 19 Jul 2026 18:22:23 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O porta-voz do Livre Jorge Pinto instou hoje o ministro da Educação a assumir as responsabilidades na questão dos exames do ensino secundário, recordando que o ministro disse estar disponível para o fazer.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O porta-voz do Livre Jorge Pinto instou hoje o ministro da Educação a assumir as responsabilidades na questão dos exames do ensino secundário, recordando que o ministro disse estar disponível para o fazer.</P><br />
<P>&#8220;Não tendo cumprido com os objetivos de ter todas as notas publicadas na sexta-feira, ter criado uma situação de desigualdade entre alunos, parece-nos essencial que o senhor ministro perceba que falhou e que assuma as suas responsabilidades&#8221;, disse Jorge Pinto numa mensagem à margem do Rasga, um evento do Livre para jovens, com debates e eventos culturais, realizado nas Caldas da Rainha, distrito de Leiria.</P><br />
<P>Na sexta-feira, em entrevista à SIC, o ministro da Educação, Fernando Alexandre, afirmou estar de consciência tranquila quanto ao processo e acrescentou: &#8220;Mas, obviamente, teremos um processo de auditoria e eu estarei sempre disponível para assumir as minhas responsabilidades.&#8221;</P><br />
<P>Jorge Pinto ironizou afirmando que o ministro disse que tiraria responsabilidades, mas na verdade parece ter dito foi que &#8220;atiraria&#8221; responsabilidades, porque culpou dos &#8220;agrafos&#8221; ao EduQa.</P><br />
<P>Além disso, criticou o deputado, o governante referiu-se aos diretores de escolas de forma &#8220;bastante ameaçadora&#8221; e &#8220;num tom persecutório&#8221;.</P><br />
<P>   Pela primeira vez este ano, os exames nacionais do ensino secundário, realizados por 166 mil alunos, foram corrigidos em formato digital, mas o processo registou falhas técnicas desde o início, obrigando o Ministério da Educação a adiar os prazos inicialmente previstos. </P><br />
<P>   Os encarregados de educação e os alunos só tiveram acesso às classificações a partir de sexta-feira à noite.</P><br />
<P>   Também há um atraso na divulgação dos resultados das provas do 9.º ano, obrigatórias para concluir o 3.º ciclo, que decorreram há um mês e, pela primeira vez este ano, foram realizadas em formato digital.</P><br />
<P>   No sábado, a Provedoria de Justiça pediu ao Ministério da Educação um &#8220;ponto de situação&#8221; sobre a publicação das notas dos exames nacionais e as &#8220;medidas pensadas&#8221; para a segunda fase, que arranca na segunda-feira.</P><br />
<P>   Em comunicado, a instituição salientou que as &#8220;circunstâncias e o contexto&#8221; que envolvem a realização das provas &#8220;têm sido objeto de várias queixas&#8221;, em particular por parte das famílias dos alunos.</P></p>
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