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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Lucro da Vidrala aumenta 8,9% no 1.º semestre para 117,4 M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:45:36 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Vidrala, fabricante de embalagens de vidro com uma unidade na Marinha Grande, encerrou o primeiro semestre com um lucro líquido de 117,4 milhões de euros, um aumento de 8,9% relativamente ao mesmo período do exercício anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Vidrala, fabricante de embalagens de vidro com uma unidade na Marinha Grande, encerrou o primeiro semestre com um lucro líquido de 117,4 milhões de euros, um aumento de 8,9% relativamente ao mesmo período do exercício anterior.</P><br />
<P>Em comunicado, a empresa informou que o resultado operacional bruto (ebitda) situou-se nos 225,5 milhões (mais 4,4%), valor que elevou a margem sobre as vendas para 29,9%.</P><br />
<P>As vendas da Vidrala atingiram os 754 milhões, um aumento de 0,5%, enquanto a dívida financeira líquida situou-se nos 252,3 milhões.</P><br />
<P>A melhoria dos resultados do primeiro semestre permitiu à Vidrala elevar o lucro por ação para 3,36 euros, face aos 3,06 euros do mesmo período do ano anterior, o que representa um crescimento de 9,9%.</P><br />
<P>A Vidrala manteve os objetivos para o conjunto do ano, que passam por atingir um ebitda superior a 450 milhões de euros, aumentar o lucro por ação em mais de 5% e gerar fluxo de caixa na ordem dos 200 milhões de euros.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o presidente executivo (CEO) da Vidrala, Raúl Gómez, sublinhou a &#8220;solidez&#8221; da empresa que, &#8220;num contexto repleto de adversidades, cresce em lucros e reforça as margens&#8221;.</P><br />
<P>Ainda assim, a empresa recordou que a economia está condicionada por um contexto internacional complexo, marcado pela fraqueza do consumo na Europa e pelas pressões inflacionistas decorrentes da guerra no Irão.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793049]]></sapo:autor>
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		<title>Google considera que lei europeia prejudica produtos, consumidores e empresas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
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					<description><![CDATA[A Google afirmou hoje que a aplicação da Lei dos Mercados Digitais (DMA) na União Europeia (UE) está a prejudicar os seus produtos, reagindo à multa de 890 milhões de euros aplicada pela Comissão Europeia por incumprimento destas regras.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Google afirmou hoje que a aplicação da Lei dos Mercados Digitais (DMA) na União Europeia (UE) está a prejudicar os seus produtos, reagindo à multa de 890 milhões de euros aplicada pela Comissão Europeia por incumprimento destas regras.</P><br />
<P>Numa reação enviada à Lusa, uma porta-voz da Google afirmou que a implementação do DMA está a obrigar a empresa a retirar funcionalidades utilizadas pelos consumidores europeus, como a apresentação em tempo real de preços e disponibilidade de hotéis, voos e restaurantes, e a alterar mecanismos de segurança da loja de aplicações Google Play.</P><br />
<P>&#8220;Esta implementação do DMA continua a prejudicar os produtos do dia-a-dia. Para cumprir as normas, estamos a ser obrigados a remover as capacidades de pesquisa em tempo real que os europeus adoram [&#8230;] e a desmantelar as proteções de segurança no Google Play&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>A empresa considerou que as exigências impostas pela regulamentação não promovem uma concorrência justa e defendeu que acabam por prejudicar os consumidores e as empresas europeias.</P><br />
<P>&#8220;Isto não é concorrência leal, é a degradação do produto impulsionada por um pequeno grupo de queixosos que visam apenas o seu próprio benefício, com as empresas e os consumidores europeus a sofrerem as consequências. A regulamentação deveria melhorar os produtos, não piorá-los&#8221;, acrescentou a porta-voz da Google.</P><br />
<P>A reação surge depois de a Comissão Europeia ter concluído que a Google não cumpriu a Lei dos Mercados Digitais, ao dar tratamento preferencial aos seus próprios serviços na Pesquisa Google e ao impor restrições às empresas para encaminharem os consumidores para canais de compra alternativos, muitas vezes mais baratos, na Google Play.</P><br />
<P>Neste contexto, a Comissão aplicou à Google uma coima de 460 milhões de euros e outra de 430 milhões de euros, respetivamente. </P><br />
<P>A Google terá 60 dias para cumprir as decisões, caso contrário arrisca pagamentos periódicos de até 5% do seu volume de negócios mundial total.</P><br />
<P>O executivo comunitário adianta que a Google já começou a testar alterações à forma como apresenta os seus serviços na pesquisa Google e introduziu mudanças relacionadas com as regras de encaminhamento, que a seu ver constituem &#8220;um bom progresso no sentido do cumprimento&#8221;.</P><br />
<P>A Google poderá agora recorrer das decisões.</P><br />
<P>A Comissão Europeia já tinha aplicado à empresa grandes multas por infrações às regras de concorrência da UE, num total superior a 11 mil milhões de euros, incluindo a coima de 2,95 mil milhões de euros aplicada em 2025 por práticas abusivas no setor da publicidade digital e a multa de 4,125 mil milhões de euros relativa ao Android, confirmada pelo Tribunal de Justiça da UE este mês.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793050]]></sapo:autor>
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		<title>Judiciária detém homem em liberdade condicional com mais de dois quilos de cocaína</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/judiciaria-detem-homem-em-liberdade-condicional-com-mais-de-dois-quilos-de-cocaina/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[cocaína]]></category>
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		<category><![CDATA[tráfico de droga]]></category>
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					<description><![CDATA[A Polícia Judiciária (PJ) deteve, em Lisboa, um homem em liberdade condicional após prisão por tráfico de droga, na posse de 2,127 quilos de cocaína, quantidade suficiente para pelo menos 21 mil doses individuais, foi hoje divulgado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Polícia Judiciária (PJ) deteve, em Lisboa, um homem em liberdade condicional após prisão por tráfico de droga, na posse de 2,127 quilos de cocaína, quantidade suficiente para pelo menos 21 mil doses individuais, foi hoje divulgado.</P><br />
<P>O homem, detido pela Unidade Nacional de Combate ao Tráfico de Estupefacientes, tem 37 anos e após um primeiro interrogatório judicial foi-lhe decretada a medida de coação mais gravosa: prisão preventiva.</P><br />
<P>Segundo a PJ, a cocaína agora apreendida estava guardada no interior de uma viatura, estacionada a mais de 30 km de distância da sua zona de residência.</P><br />
<P>Para além da condenação por este novo crime de tráfico de droga, a lei determina que devido à reincidência terá de cumprir o remanescente da pena a que estava condenado e em fase de liberdade condicional.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793051]]></sapo:autor>
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		<title>Petição para repetir a final do Mundial 2026 aproxima-se das 90 mil assinaturas e aumenta pressão sobre a FIFA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:35:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A polémica em torno da final do Campeonato do Mundo de 2026 continua longe de terminar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A polémica em torno da final do Campeonato do Mundo de 2026 continua longe de terminar. Dias depois da vitória da Espanha sobre a Argentina, por 1-0 após prolongamento, no MetLife Stadium, em Nova Jérsia, uma <a href="https://www.change.org/p/repetir-la-final-del-mundial-argentina-espa%C3%B1a-sin-el-%C3%A1rbitro-corrupto" target="_blank" rel="noopener">petição lançada na plataforma Change.org</a> para exigir a repetição do encontro continua a ganhar força. Esta quinta-feira, a iniciativa já reunia mais de 84 mil assinaturas, aproximando-se rapidamente da marca das 90 mil, refletindo o descontentamento de milhares de adeptos argentinos com a arbitragem do encontro.</p>
<p>A petição foi criada pela adepta argentina Gisela Sánchez e dirige-se à FIFA, solicitando que o organismo máximo do futebol mundial ordene a repetição da final conquistada pela seleção espanhola graças a um golo de Ferran Torres no prolongamento. No texto, a promotora acusa o árbitro esloveno Slavko Vinčić de ter protagonizado uma atuação &#8220;controversa e corrupta&#8221;, defendendo que várias decisões tomadas ao longo da partida favoreceram a Espanha.</p>
<p>Apesar das acusações, a petição não apresenta provas verificáveis que sustentem essas alegações. Como fundamento, remete apenas para vídeos que circulam nas redes sociais e que, segundo a organizadora, mostram lances em que as decisões da equipa de arbitragem terão beneficiado a seleção espanhola.</p>
<p>Contudo, as regras da FIFA são claras quanto à possibilidade de repetir um jogo oficial. O regulamento prevê essa hipótese apenas em circunstâncias excecionais, nomeadamente quando existe uma violação grave das regras da competição. Entre os exemplos incluem-se a utilização de um jogador inelegível ou uma intervenção irregular dos órgãos competentes antes da homologação oficial do resultado. Assim, uma petição online, independentemente do número de assinaturas que reúna, não possui qualquer valor jurídico ou desportivo para alterar o desfecho de uma partida.</p>
<p>Ainda assim, este tipo de iniciativas não constitui uma novidade no futebol internacional. Após a final do Mundial de 2022, no Qatar, vencida precisamente pela Argentina frente à França, mais de 200 mil adeptos franceses assinaram uma petição semelhante, exigindo a repetição do encontro devido à arbitragem do polaco Szymon Marciniak. Na altura, a reação argentina resumiu-se a uma mensagem dirigida aos franceses para que &#8220;parassem de chorar&#8221;.</p>
<p>Apesar de raros, existem precedentes de jogos repetidos por decisão da FIFA. Um dos casos mais conhecidos ocorreu em 2006, durante um encontro de qualificação para o Campeonato do Mundo entre Uzbequistão e Bahrein. Nesse caso, a partida teve de ser repetida devido a um erro técnico cometido pelo árbitro na aplicação das leis do jogo, e não por simples discordância relativamente às decisões tomadas durante o encontro.</p>
<p>Enquanto cresce o número de assinaturas da petição, a FIFA abriu também um processo disciplinar relacionado com os acontecimentos registados após o apito final da decisão do Mundial. O organismo nomeou um procurador disciplinar e de ética para investigar vários incidentes envolvendo jogadores das seleções da Argentina e de Espanha.</p>
<p>Entre os principais visados encontra-se o médio argentino Leandro Paredes, depois de imagens mostrarem o jogador a agarrar Eric García pelo pescoço e a empurrar Gavi durante os festejos da seleção espanhola. A FIFA está igualmente a analisar a conduta de Nahuel Molina, alegadamente por ter agredido Rodri, bem como o eventual envolvimento de Roberto Ayala, treinador-adjunto de Lionel Scaloni, num empurrão a Dani Olmo.</p>
<p>A investigação estende-se ainda à cerimónia de entrega do troféu, uma vez que vários jogadores argentinos terão virado costas durante o momento em que Espanha levantou a taça de campeã do mundo.</p>
<p>O processo disciplinar inclui igualmente um episódio ocorrido nas meias-finais da competição. Após eliminar a Inglaterra, a seleção argentina exibiu uma faixa reivindicando a soberania argentina sobre as Ilhas Malvinas (Falkland Islands), território ultramarino britânico. Segundo a FIFA, esse gesto já tinha motivado anteriormente uma multa aplicada à Federação Argentina de Futebol.</p>
<p>Perante o ambiente de tensão instalado, o selecionador argentino Lionel Scaloni procurou apelar à serenidade na conferência de imprensa após a final. &#8220;Somos humildes quando ganhamos e também devemos sê-lo quando perdemos&#8221;, afirmou o treinador.</p>
<p>Apesar desse apelo, a FIFA decidiu prosseguir com o processo disciplinar e informou que divulgará as conclusões e eventuais decisões quando a investigação estiver concluída. Entretanto, a petição para repetir a final continua a ganhar assinantes, embora, à luz dos regulamentos atualmente em vigor, não tenha qualquer efeito sobre o resultado que atribuiu à Espanha o título mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793047]]></sapo:autor>
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		<title>Urgência de obstetrícia do São Francisco Xavier estará fechada em agosto</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgencia-de-obstetricia-do-sao-francisco-xavier-estara-fechada-em-agosto-ordem/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:03:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O bastonário da Ordem dos Médicos alertou hoje que a urgência de obstetrícia do Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, deverá permanecer encerrada durante todo o mês de agosto, assegurando apenas resposta emergente quando acionada pelo INEM.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O bastonário da Ordem dos Médicos alertou hoje que a urgência de obstetrícia do Hospital de São Francisco Xavier, em Lisboa, deverá permanecer encerrada durante todo o mês de agosto, assegurando apenas resposta emergente quando acionada pelo INEM.</P><br />
<P>&#8220;A informação que nos foi dada hoje de manhã é que o São Francisco Xavier irá estar de portas fechadas durante todo o mês de agosto&#8221;, disse Carlos Cortes, que falava aos jornalistas no final de uma visita à Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Almada.</P><br />
<P>Segundo o bastonário, a única resposta que o serviço de obstetrícia daquele hospital da Unidade Local de Saúde Lisboa Ocidental dará será uma resposta de emergência, &#8220;ao INEM, quando isso for necessário&#8221;.</P><br />
<P>Sobre o funcionamento da urgência de obstetrícia do Hospital Garcia de Orta, em Almada, Carlos Cortes reconheceu que existe uma &#8220;sobrecarga e uma grande pressão devido à concentração de utentes provenientes de outras maternidades com constrangimentos&#8221;, mas afirmou-se convicto de que os profissionais daquele hospital &#8220;vão continuar a dar resposta&#8221;, embora sujeitos a um &#8220;esforço enorme, com turnos atrás de turnos&#8221;.</P><br />
<P>Carlos Cortes alertou, contudo, para a &#8220;carência muito grave de anestesistas&#8221; naquele hospital da margem sul do Tejo, lembrando que o funcionamento das maternidades não depende apenas de obstetras e neonatalogistas, mas também de médicos anestesistas.</P><br />
<P>&#8220;É uma mensagem para a Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde, para se preocupar com essa situação&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>Carlos Cortes anunciou que irá reunir-se em breve com o conselho de administração do Garcia de Orta para procurar soluções, face à falta de médicos anestesistas.</P><br />
<P>Na visita à UCSP de Almada, o bastonário fez ainda um balanço positivo da situação dos cuidados de saúde primários na Unidade Local de Saúde (ULS) Almada-Seixal, salientando que o número de doentes sem médico de família naquela unidade tem vindo a diminuir, apesar de ainda haver 55 mil utentes sem médico de família num universo de 380 mil utentes do Seixal e de Almada.</P><br />
<P>&#8220;O objetivo seria todos os utentes terem médico de família, mas reconhecemos que houve aqui um esforço muito importante na contratação de médicos&#8221;, afirmou, destacando ainda a importância da deslocação de especialistas hospitalares aos centros de saúde para realização de consultas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793041]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street segue com perdas à boleia das tensões no Médio Oriente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/wall-street-segue-com-perdas-a-boleia-das-tensoes-no-medio-oriente/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:03:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[Os principais índices norte-americanos seguiam hoje com perdas, com a época de resultados empresariais a intensificar-se e a guerra entre Irão e EUA a levarem o barril do Brent a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os principais índices norte-americanos seguiam hoje com perdas, com a época de resultados empresariais a intensificar-se e a guerra entre Irão e EUA a levarem o barril do Brent a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares.</P><br />
<P>Pelas 14:50 em Lisboa, o índice de referência S&amp;P 500 caia 0,80%, para 7.438,92 pontos, e o industrial Dow Jones perdia 0,93%, para 51.733,31 pontos. </P><br />
<P>Já o tecnológico Nasdaq desvalorizava 1,72%, para 25.249,60 pontos. </P><br />
<P>A ameaça de mais ataques dos EUA no Irão levou o barril do Brent a disparar mais de 6% e a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares, segundo dados da agência de informação financeira Bloomberg. </P><br />
<P>O preço do Brent, petróleo que serve de referência às importações portuguesas, estava hoje, às 14:30, horas de Lisboa, a subir 6,6% para os 100,28 dólares.</P><br />
<P>Ao longo da semana, o barril do Brent já encareceu mais de 10 dólares, numa altura em que o presidente norte-americano, Donald Trump, promete continuar os ataques ao Irão, sobretudo após o envolvimento dos Houthis no conflito na região.</P><br />
<P>Pelas 14:55 de Lisboa, as ações da Alphabet, dona da Google, caíam 6,23% para 320,61 dólares, depois de a empresa ter apresentado os resultados empresariais e a União Europeia ter aplicado uma multa de 980 milhões de euros, por considerar que a gigante tecnológica violou as leis anticoncorrenciais ao criar o Google Play e o seu omnipresente motor de busca de forma a direcionar os consumidores para os seus próprios serviços e aplicações, em detrimento dos concorrentes.</P><br />
<P>Já a Tesla recua 12,28% para 328,09 dólares, após a fabricante automóvel liderada por Elon Musk ter anunciado que investiu mais dinheiro em investigação e desenvolvimento, o que reduziu os lucros que tinham sido impulsionados por um aumento acentuado nas vendas de veículos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793040]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ativistas da extrema-direita processam Comissão Europeia após rejeição da iniciativa sobre &#8220;remigração&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ativistas-da-extrema-direita-processam-comissao-europeia-apos-rejeicao-da-iniciativa-sobre-remigracao/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 14:01:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[ativistas]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[Extrema-direita]]></category>
		<category><![CDATA[imigração]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está a campanha “Save Europe Act”, que pretendia alterar profundamente as regras migratórias da União Europeia e que justificava essas medidas com a necessidade de impedir aquilo que os seus promotores descrevem como uma “substituição demográfica”.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia recusou registar uma Iniciativa de Cidadania Europeia promovida por ativistas da extrema-direita que defendia a suspensão de vários canais de imigração legal e a chamada “remigração” de cidadãos não europeus considerados “não integrados”, uma decisão que levou os organizadores a anunciarem uma ação judicial contra Bruxelas. Em causa está a campanha “Save Europe Act”, que pretendia alterar profundamente as regras migratórias da União Europeia e que justificava essas medidas com a necessidade de impedir aquilo que os seus promotores descrevem como uma “substituição demográfica”.</p>
<p>A decisão da Comissão Europeia foi tomada por considerar que a proposta é “manifestamente contrária” aos valores fundamentais da União Europeia, argumentando que as medidas defendidas assentavam numa discriminação baseada na raça, origem étnica, cultural ou civilizacional das pessoas abrangidas. Na prática, Bruxelas entendeu que a iniciativa violava princípios essenciais do direito europeu e, por esse motivo, recusou sequer proceder ao seu registo.</p>
<p>Os organizadores, contudo, contestam a interpretação da Comissão e preparam-se para avançar para os tribunais. Martin Sellner, ativista austríaco apontado como uma das principais figuras ideológicas do conceito de “remigração” e líder do movimento, afirmou à Euronews que a equipa jurídica está pronta para apresentar uma ação já nos próximos dias. “Acreditamos que a Comissão agiu contra o direito europeu ao impedir os cidadãos de pedirem medidas específicas”, declarou Sellner, defendendo que os europeus deveriam poder debater e propor este tipo de alterações através dos mecanismos previstos nas instituições comunitárias.</p>
<p>A iniciativa defendia uma suspensão temporária dos chamados “canais de imigração não ocidentais”, abrangendo, entre outros, vistos de estudo e mecanismos de reunificação familiar. Para além disso, propunha o regresso aos países de origem não apenas de migrantes em situação irregular, mas também de cidadãos de países terceiros que residem legalmente na União Europeia e que fossem considerados “não integrados” ou classificados como um “grave fardo cultural ou financeiro” para os Estados-membros.</p>
<p>O conceito de “remigração” tem vindo a ganhar visibilidade em alguns sectores da extrema-direita europeia e é apresentado pelos seus defensores como uma política destinada a inverter processos de imigração considerados excessivos. Segundo a página da campanha, o movimento conta com o apoio de várias figuras nacionalistas europeias, incluindo o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán, o líder do Vox espanhol Santiago Abascal, o político romeno George Simion e o eurodeputado italiano Roberto Vannacci.</p>
<p>No âmbito das regras comunitárias, uma Iniciativa de Cidadania Europeia que seja considerada admissível pode obrigar as instituições europeias a analisar formalmente as propostas caso reúna pelo menos um milhão de assinaturas provenientes de, no mínimo, sete Estados-membros. Nesses casos, a Comissão é obrigada a explicar se pretende ou não agir, enquanto o Parlamento Europeu deve organizar uma audição com os promotores e pode também votar uma resolução sobre o tema.</p>
<p>Os responsáveis pela campanha garantem já ter recolhido, de forma informal, perto de 600 mil assinaturas. Na semana passada, cerca de 200 apoiantes manifestaram-se junto ao Parlamento Europeu, em Bruxelas, exigindo que a iniciativa fosse registada e pudesse avançar para a fase oficial de recolha de assinaturas.</p>
<p>A Comissão Europeia sustentou, porém, que a proposta não respeitava o enquadramento jurídico europeu porque a suspensão dos canais migratórios e as medidas previstas assentavam na origem étnica, cultural ou civilizacional das pessoas visadas, em vez de obedecerem a avaliações individuais e caso a caso, como exigem as normas da União Europeia.</p>
<p>A recusa foi saudada por vários eurodeputados, entre eles Cristina Guarda, do grupo dos Verdes/Aliança Livre Europeia, que classificou a decisão como “um ato justo”. A eurodeputada descreveu ainda a iniciativa como “propaganda de ódio promovida pela extrema-direita”. Guarda e outros parlamentares participaram igualmente numa contramanifestação realizada em Bruxelas para coincidir com o protesto dos apoiantes da campanha.</p>
<p>Com a promessa de recorrer aos tribunais, o caso poderá agora transformar-se num novo confronto político e jurídico sobre os limites das iniciativas populares europeias, a proteção dos direitos fundamentais e o espaço que propostas radicais sobre imigração podem ocupar no quadro legal da União Europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793028]]></sapo:autor>
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		<title>Manutenção das taxas de juro foi uma decisão unânime, indica Lagarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:52:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse hoje que o Conselho de Governadores manteve por unanimidade as taxas diretoras, mas que alguns membros se questionaram se não deveriam aumentar.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde, disse hoje que o Conselho de Governadores manteve por unanimidade as taxas diretoras, mas que alguns membros se questionaram se não deveriam aumentar.         </P><br />
<P>Lagarde acrescentou na conferência de imprensa que se seguiu à reunião do Conselho de Governadores que em setembro o BCE terá mais dados novos para tomar a decisão sobre as taxas diretoras e que por isso é possível que decida aumentá-las então.</P><br />
<P>No entanto, Lagarde sublinhou que o BCE não dá uma orientação de sua política monetária e que tomará as decisões sobre as taxas de juro em cada reunião de acordo com os dados económicos.</P><br />
<P>O BCE manteve hoje as três taxas diretoras, como era esperado pelo mercado, depois de na anterior reunião de política monetária, em 11 de junho, ter aumentado, pela primeira vez desde 2023, as três taxas diretoras em 0,25 pontos percentuais para responder ao aumento dos preços globais provocado pelo conflito do Médio Oriente.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793030]]></sapo:autor>
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		<title>Professores do Ensino Português no Estrangeiro contestam em Lisboa novo regime jurídico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:49:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Professores do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) manifestaram-se hoje, em Lisboa, para exigir aumentos salariais, a redução do horário letivo e a melhoria das condições de trabalho, contestando a proposta do novo regime jurídico apresentada pelo Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Professores do Ensino Português no Estrangeiro (EPE) manifestaram-se hoje, em Lisboa, para exigir aumentos salariais, a redução do horário letivo e a melhoria das condições de trabalho, contestando a proposta do novo regime jurídico apresentada pelo Governo.</P><br />
<P>Os sindicatos representativos dos professores e o Governo iniciaram, no passado dia 28 de maio, as reuniões do processo negocial relativas à revisão do Regime Jurídico do Ensino Português no Estrangeiro (RJEPE), cuja pasta é tutelada pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE). </P><br />
<P>Em declarações à Lusa, a professora Teresa Kueffer, do EPE Suíça, presente na manifestação, explicou que as tabelas salariais não são atualizadas há anos, desde 2009 para a maioria e desde 1997 para os leitores, e que trabalhar num país fora da zona euro agrava a perda de rendimentos.</P><br />
<P>&#8220;Temos os problemas gerais que toda a gente tem. O nosso ordenado não é suficiente para cobrir as despesas, depois do pagamento do IRS [e] da segurança social&#8221;, disse Teresa Kueffer, contando que recebe &#8220;em euros, num país onde se faz tudo em francos [suíços]&#8221; e que tem &#8220;um custo de vida elevadíssimo&#8221;.</P><br />
<P>A professora classificou as condições salariais como &#8220;deploráveis&#8221;.</P><br />
<P>A par das questões remuneratórias, os professores do EPE na Suíça enfrentam problemas burocráticos com a emissão tardia de formulários essenciais para o acesso aos seguros de saúde e a falta de reembolso de despesas de transporte entre escolas.</P><br />
<P>&#8220;Quando nos deslocamos, as horas que nos deslocamos, o trabalho que é feito, que equivale a horas de direção turma, sem redução, deslocações por vezes de uma hora, duas horas, três horas, para ir dar um curso, sem que haja essa consideração a nível de tempo de serviço. Nós estamos oficialmente a trabalhar quando nos deslocamos, de um curso para o outro, estamos em serviço, mas esse tempo praticamente não é contabilizado&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Em França, a situação é &#8220;insustentável&#8221;, descreveu a professora Carla Lourenço, destacando a disparidade entre o subsídio de refeição pago pelo Estado português e a realidade económica do país de acolhimento.</P><br />
<P>&#8220;Eu com seis euros em Paris não consigo almoçar, nem sequer no McDonald&#8217;s. Se não nos ajudam a ter uma vida digna nos países em que estamos &#8211; e na região de Paris o nível de vida é bastante elevado -, não vamos conseguir sobreviver, não sei como é que vou fazer&#8221;, declarou Carla Lourenço, lembrando que a inflação e a carga fiscal acumularam perdas substanciais desde o período da Troika.</P><br />
<P>A docente alertou também para o volume de trabalho não remunerado, referindo a participação em eventos culturais fora do horário laboral, a ausência de reduções de horário pela idade e o tempo gasto em deslocações não compensadas entre escolas distantes.</P><br />
<P>Já a professora Carla Guerreiro, que leciona na Alemanha, apelidou a proposta de revisão do regime jurídico de &#8220;uma bomba atómica&#8221; em vez da &#8220;revolução&#8221; prometida pela tutela.</P><br />
<P>Apesar de reconhecer avanços em pontos específicos trazidos pelas rondas negociais, como a cobertura das despesas de bagagem em fim de comissão de serviço, o subsídio de instalação e o pagamento de uma viagem a Portugal de três em três anos, a professora apontou falhas graves na componente pedagógica e na avaliação.</P><br />
<P>&#8220;Apresentaram-nos tabelas salariais que baixam o salário e que são omissas quanto ao enquadramento fiscal e de aposentação. Além disso, propõem uma avaliação anual intercalar feita por alunos menores de idade e sem maturidade, o que é desprovido de lógica&#8221;, criticou Carla Guerreiro.</P><br />
<P>A docente da rede alemã alertou para a redução das horas semanais dedicadas aos alunos, que desceu para cerca de um terço em termos comparativos com anos anteriores, dificultando o aprofundamento de autores clássicos como Camões ou Gil Vicente e conteúdos de História de Portugal.</P><br />
<P>Para pressionar o executivo e exigir que as tabelas salariais reflitam o real custo de vida nos respetivos países, os professores do EPE submeteram uma petição, que contava, ao princípio da tarde de hoje, com 8.836 subscrições. </P><br />
<P>Os docentes não descartam o recurso a outras formas de luta caso as negociações com a tutela não assegurem garantias de dignidade profissional.</P><br />
<P>Segundo o presidente do Sindicato de Professores no Estrangeiro (SPE), Bruno Silva, estão em negociação a redução do horário letivo, o recrutamento, a avaliação, as remunerações e a proteção social.</P><br />
<P>Bruno Silva disse que foram enviadas novas contrapropostas sobre estas matérias. </P><br />
<P>O processo negocial do novo regime tem ainda previsto duas reuniões, uma a 27 de julho e outra a 31 de julho ou 03 de agosto, ainda por confirmar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793029]]></sapo:autor>
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		<title>Lucro do BNP Paribas aumenta 21,8% para 7.562 M€ no primeiro semestre</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:42:15 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BNP Paribas]]></category>
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					<description><![CDATA[O grupo BNP Paribas obteve um lucro de 7.562 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, o que representa um aumento de 21,8% face ao mesmo período do ano anterior, informou hoje a instituição.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo BNP Paribas obteve um lucro de 7.562 milhões de euros no primeiro semestre de 2026, o que representa um aumento de 21,8% face ao mesmo período do ano anterior, informou hoje a instituição.</P><br />
<P>O BNP Paribas alcançou estes resultados graças ao desempenho da banca empresarial e institucional, cujo resultado aumentou 5,6%, bem como da área de gestão de ativos, indicou, citado pela agência EFE. </P><br />
<P>Os lucros foram influenciados por uma operação extraordinária realizada no segundo trimestre: uma mais-valia de 858 milhões de euros obtida com a venda da participação do banco na seguradora AG Insurance ao grupo Ageas.</P><br />
<P>Por outro lado, o custo do risco aumentou para 1.871 milhões de euros, face aos 1.650 milhões registados no primeiro semestre de 2025. Este valor inclui uma provisão de 155 milhões de euros destinada a refletir a evolução do contexto geopolítico.</P><br />
<P>Os encargos relacionados com riscos jurídicos também pesaram nas contas do grupo, totalizando 344 milhões de euros.</P><br />
<P>Ainda assim, o resultado bruto de exploração do grupo atingiu 11.451 milhões de euros no primeiro semestre, o que representa um crescimento sólido de 13,9% em comparação com os 10.052 milhões de euros registados no mesmo período de 2025, destacou o banco.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793027]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Preço do barril de petróleo ultrapassa os 100 dólares</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/urgente-preco-do-barril-de-petroleo-ultrapassa-os-100-dolares/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:38:57 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[brent]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[petróleo]]></category>
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					<description><![CDATA[A ameaça de mais ataques dos EUA no Irão levou o barril do Brent a disparar mais de 6% e a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares, segundo dados da agência de informação financeira Bloomberg.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ameaça de mais ataques dos EUA no Irão levou o barril do Brent a disparar mais de 6% e a ultrapassar a fasquia dos 100 dólares, segundo dados da agência de informação financeira Bloomberg.</P><br />
<P>O preço do Brent, petróleo que serve de referência às importações portuguesas, estava hoje, às 14:30, horas de Lisboa, a subir 6,6% para os 100,28 dólares.</P><br />
<P>Ao longo da semana, o barril do Brent já encareceu mais de 10 dólares, numa altura em que o presidente norte-americano, Donald Trump, promete continuar os ataques ao Irão, sobretudo após o envolvimento dos Huthis no conflito na região.</P><br />
<P>De acordo com a agência de notícias norte-americana Bloomberg, a subida do preço intensificou-se após os Huthis, um grupo rebelde do Iémen, terem reclamado um ataque a dois petroleiros da Arábia Saudita.</P><br />
<P>O transporte de petróleo pela via do Mar Vermelho é uma forma que os sauditas encontraram para escoar parte do petróleo que não conseguem transportar através do estreito de Ormuz, por onde passava 20% do petróleo comercializado a nível mundial antes do conflito que começou em 28 de fevereiro, quando os EUA e Israel atacaram o Irão.</P><br />
<P>&#8220;Se eles voltarem a fazer isto, os EUA irão responsabilizar o Irão&#8221; pelas ações dos Huthis, que são aliados do regime de Teerão, afirmou Trump numa publicação na rede social Truth Social.</P><br />
<P>&#8220;Um grande castigo militar será infligido ao Irão e aos próprios Huthis&#8221;, reforçou o presidente norte-americano. </P><br />
<P>O WTI, petróleo que serve de referência ao mercado norte-americano, estava a subir 4,56% para os 90,79 dólares.</P><br />
<P>O Comando Central das forças armadas dos Estados Unidos anunciou esta madrugada o início de uma nova ronda de ataques aéreos contra o Irão, a 12.ª desde o fim do cessar-fogo provisório.</P><br />
<P>Depois de em junho Washington e Teerão terem assinado um memorando de entendimento para estabelecer um cessar-fogo, desbloquear o estreito de Ormuz e dar espaço a negociações sobre o programa nuclear iraniano, o Presidente dos EUA, Donald Trump, deu por encerrada a trégua há duas semanas ao considerar que o Irão estava a violar o acordo.</P><br />
<P>A Guarda Revolucionária do Irão, por seu lado, mantém ataques no Médio Oriente contra bases e interesses americanos na região, com bombardeamentos contra nações do Golfo aliadas da Casa Branca como o Kuwait, Bahrein, Jordânia e Catar.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793025]]></sapo:autor>
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		<title>Acesso ao Ensino Superior: segunda fase do concurso termina mais cedo do que o anunciado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:36:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O período de candidaturas à segunda fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior vai terminar dois dias mais cedo do que tinha sido inicialmente anunciado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O período de candidaturas à segunda fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior vai terminar dois dias mais cedo do que tinha sido inicialmente anunciado pelo Ministério da Educação, Ciência e Inovação. A alteração consta do novo calendário publicado em Diário da República, na sequência da criação da época especial de exames nacionais, introduzindo uma revisão dos prazos que os candidatos deverão cumprir para ingressar no ensino superior público.</p>
<p>O novo calendário estabelece que a apresentação de candidaturas à segunda fase decorrerá entre 24 de agosto e 20 de setembro, ao contrário da informação divulgada pelo Ministério na passada terça-feira, que apontava 22 de setembro como data-limite para a submissão das candidaturas. A alteração reduz assim em dois dias o período inicialmente previsto para esta fase do concurso.</p>
<p>De acordo com a mesma informação, a decisão de antecipar o encerramento das candidaturas foi tomada pelo Instituto para o Ensino Superior, organismo responsável pela elaboração e assinatura do diploma agora publicado em Diário da República. A Renascença apurou, junto de uma fonte ligada ao Ministério da Educação, Ciência e Inovação, que foi precisamente esta entidade a decidir proceder ao ajuste das datas constantes do calendário oficial.</p>
<p>Apesar da redução do prazo para apresentação das candidaturas, mantém-se a data prevista para a divulgação dos resultados da segunda fase. Os candidatos conhecerão as colocações a 30 de setembro, data em que serão publicados os resultados do concurso nacional relativos a esta etapa do processo de acesso ao ensino superior.</p>
<p>O diploma agora publicado oficializa igualmente o calendário da terceira fase do Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior, que continua a realizar-se este ano. As candidaturas decorrerão entre 10 e 12 de outubro, estando prevista a divulgação das colocações a 18 de outubro.</p>
<p>Além das alterações ao calendário do ensino superior, foi também publicado em Diário da República o despacho que regulamenta a época especial de exames, criada este ano na sequência das perturbações verificadas no processo de avaliação. O regime aplica-se não apenas aos alunos do ensino secundário, mas também aos estudantes do ensino básico que preencham os critérios definidos.</p>
<p>No caso do 9.º ano de escolaridade, o despacho determina que os alunos elegíveis que frequentaram este nível de ensino durante o ano letivo 2025/2026 realizarão as provas de Português e Matemática nos dias 3 e 7 de setembro, respetivamente. A publicação do novo calendário permite, assim, clarificar oficialmente todas as datas que irão marcar as diferentes fases do acesso ao ensino superior e da época especial de exames no presente ano letivo.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793023]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Remover fornecedores de alto risco na UE pode custar entre 30 a 40 mil ME às operadoras, alerta GSMA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:30:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A substituição de equipamentos de fornecedores de risco nas rede móveis, fixas e de transporte na UE, como a Huawei, poderá custar às operadoras entre 30 a 40 mil milhões de euros, segundo o relatório da GSMA Intelligence.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A substituição de equipamentos de fornecedores de risco nas rede móveis, fixas e de transporte na UE, como a Huawei, poderá custar às operadoras entre 30 a 40 mil milhões de euros, segundo o relatório da GSMA Intelligence.</P><br />
<P>Os custos diretos da substituição integral de equipamentos de fornecedores de alto risco (HRV &#8211; High-Risk Vendors, em inglês) rondam entre os 30.000 e os 40.000 milhões de euros, com uma estimativa central de 35 mil milhões, de acordo com o relatório &#8220;O custo da remoção de fornecedores designados de países terceiros das redes de telecomunicações da UE&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Essa estimativa baseia-se em dados de operadoras que representam quase metade do mercado da UE [União Europeia], agregados e extrapolados para estimar custos e impactos nos preços em toda a UE&#8221;, lê-se no relatório da GSMA Intelligence, braço de pesquisa e consultoria da GSMA, entidade que representa mais de 1.100 operadores móveis.</P><br />
<P>Trata-se de um valor acima do estimado pela Comissão Europeia.</P><br />
<P>&#8220;Em relação às empresas, ao longo de cinco anos, a eliminação progressiva de equipamentos específicos de alto risco poderá gerar custos anuais de 3,4 a 4,3 mil milhões de euros para as operadoras de redes móveis, enquanto os investimentos em fornecedores de confiança poderão crescer até 2 mil milhões de euros por ano&#8221;, lê-se no documento relativo à Regulação de Cibersegurança 2 (Cibersecurity Act 2) da Comissão Europeia, datado de janeiro último.</P><br />
<P>&#8220;Ao mesmo tempo, espera-se que a simplificação e a redução das obrigações de conformidade gerem uma economia de custos de até 15,3 mil milhões de euros para as empresas ao longo de cinco anos&#8221;, refere Bruxelas no mesmo documento.</P><br />
<P>O relatório da GSMA Intelligence estima que a eliminação de fornecedores de alto risco das redes móveis oscile entre 16 e 22 mil milhões de euros, nas redes fixas em cerca de 5 mil milhões de euros e nas redes de transporte entre 9 mil e 12 mil milhões de euros.</P><br />
<P>Há muito que os operadores têm alertado para o custo da retirada de equipamentos de origem chinesa, onde se inclui a Huawei &#8211; que foi banida da rede 5G em Portugal &#8211; e a ZTE, contestando que devem ser compensados por isso.</P><br />
<P>Em Portugal, a Meo entrou com uma ação em tribunal contra o Estado português para ser ressarcida da exclusão da Huawei como fornecedora de 5G, reclamando 82 milhões de euros de indemnização, que é uma estimativa do impacto da decisão.</P><br />
<P>Há pouco mais de três anos, a Comissão de Avaliação de Segurança (CAS), no âmbito do Conselho Superior de Segurança do Ciberespaço, considerou de &#8220;alto risco&#8221; para a segurança de redes e serviços 5G a fornecedora chinesa Huawei.</P><br />
<P>A decisão da CAS foi conhecida em maio de 2023 e em setembro do mesmo ano a Huawei Portugal entrou com uma ação administrativa contra a deliberação sobre equipamentos 5G da Comissão de Avaliação de Segurança, com o objetivo de salvaguardar os seus direitos legais.</P><br />
<P>Um estudo feito pela consultora EY a pedido da Huawei e divulgado em setembro de 2024 referia que a exclusão da tecnológica chinesa das redes 5G em Portugal poderia custar à economia portuguesa mais de mil milhões de euros.</P><br />
<P>Esta semana, o embaixador dos EUA em Portugal afirmou que cada cabo submarino fiável em solo português é um que não chega a um local menos fiável, considerando que é preciso garantir que a infraestrutura crítica é tratada como tal.</P><br />
<P>John J. Arrigo, que falava no Oceanário, em Lisboa, por ocasião da celebração da amarração do cabo submarino transatlântico Nuvem, que liga os EUA, as Bermudas, Açores e Portugal continental, afirmou: &#8220;Cada novo cabo fiável a amarrar em solo português é um cabo que não está a amarrar num local menos fiável, vamos garantir que esta infraestrutura crítica é tratada como tal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A política está estabelecida para evitar fornecedores não fiáveis em qualquer ponto da cadeia de abastecimento&#8221;, rematou o diplomata, salientando que isso &#8220;é importante para Washington&#8221; e acredita &#8220;ser importante para Lisboa&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793022]]></sapo:autor>
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		<title>O chefe pode ligar-lhe durante as férias? Especialista esclarece onde termina o “pedido rápido” e começa a violação da lei</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:18:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[direito laboral]]></category>
		<category><![CDATA[férias]]></category>
		<category><![CDATA[Mafalda Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo a advogada Mafalda Coimbra, o período de férias não corresponde apenas a uma suspensão temporária do trabalho. A lei encara-o como um tempo de descanso e recuperação]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Agosto é, para muitas pessoas, sinónimo de férias, viagens e mais tempo com a família. No entanto, sair fisicamente do local de trabalho nem sempre significa conseguir desligar das obrigações profissionais.</p>
<p>Segundo a advogada Mafalda Coimbra, o período de férias não corresponde apenas a uma suspensão temporária do trabalho. A lei encara-o como um tempo de descanso e recuperação, o que pressupõe uma ausência efetiva da atividade profissional.</p>
<p>Na prática, explica a jurista, o trabalhador não deve ser contactado para resolver assuntos laborais nem pressionado a manter-se disponível, mesmo quando o pedido é apresentado como urgente, excecional ou muito rápido.</p>
<p>“Um email, uma mensagem para confirmar alguma coisa ou uma tarefa que, alegadamente, não demora nada podem parecer interferências pequenas. Mas, quando se repetem, acabam por esvaziar o próprio direito a férias”, alerta Mafalda Coimbra.</p>
<p>De acordo com a advogada, a expectativa de disponibilidade permanente pode, em determinadas circunstâncias, representar uma violação dos direitos do trabalhador. Já a interrupção das férias por iniciativa da entidade empregadora apenas será admissível em situações excecionais e devidamente justificadas.</p>
<p>Quando isso acontece, acrescenta, o trabalhador poderá ter direito a ser compensado pelos prejuízos sofridos, incluindo despesas ou alterações provocadas pela interrupção do período de descanso.</p>
<p>As férias de verão levantam também dúvidas na esfera familiar, sobretudo quando existem filhos e responsabilidades parentais partilhadas. Viagens, deslocações e decisões tomadas fora da rotina habitual podem exigir articulação entre ambos os progenitores.</p>
<p>Nem todas as viagens obrigam a uma autorização formal, esclarece Mafalda Coimbra. Ainda assim, a inexistência de conflito anterior não elimina a necessidade de avaliar cada situação, sobretudo quando a decisão pode interferir com o exercício das responsabilidades parentais ou com o regime definido.</p>
<p>Para a jurista, o problema comum às duas áreas é a dificuldade em impor limites claros: perante a entidade empregadora, na organização da parentalidade e nas situações que, com o tempo, passaram a ser vistas como normais.</p>
<p>Muitas pessoas respondem a mensagens profissionais porque consideram mais simples fazê-lo, aceitam interrupções porque acreditam que serão pontuais ou tomam decisões familiares sem as formalizar porque nunca existiram divergências. O risco, salienta a advogada, surge quando aquilo que parecia excecional se transforma numa prática repetida ou num foco de conflito.</p>
<p>Mafalda Coimbra defende, por isso, que o aconselhamento jurídico não deve surgir apenas quando o problema já está instalado. Conhecer antecipadamente os limites legais pode ajudar trabalhadores e famílias a identificar riscos, ajustar comportamentos e evitar conflitos mais difíceis de resolver.</p>
<p>“Parar não é apenas afastar-se fisicamente do trabalho ou mudar de rotina. É também perceber se aquilo que estamos a aceitar corresponde, de facto, ao que a lei protege”, conclui.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793016]]></sapo:autor>
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		<title>Falhas nos alertas e planos desatualizados em Espanha: sobreviventes garantem que vítimas dos incêndios florestais foram deixadas à própria sorte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 13:08:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Espanha]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[Os sobreviventes e familiares das vítimas do incêndio florestal que, a 9 de julho, provocou 13 mortos na província espanhola de Almería contestam a versão apresentada pelas autoridades da Andaluzia e garantem que nunca receberam qualquer aviso oficial para permanecer em casa ou abandonar a zona antes de as chamas chegarem. Segundo uma investigação da [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os sobreviventes e familiares das vítimas do incêndio florestal que, a 9 de julho, provocou 13 mortos na província espanhola de Almería contestam a versão apresentada pelas autoridades da Andaluzia e garantem que nunca receberam qualquer aviso oficial para permanecer em casa ou abandonar a zona antes de as chamas chegarem.</p>
<p>Segundo uma investigação da &#8216;Reuters&#8217;, pelo menos cinco sobreviventes afirmam que não receberam qualquer instrução das autoridades, enquanto outras duas pessoas dizem ter sido alertadas apenas através dos sinos da igreja, mensagens em grupos de WhatsApp ou visitas porta a porta de responsáveis locais.</p>
<p>As autoridades regionais sustentam que várias vítimas ignoraram recomendações para permanecer nas suas habitações. No entanto, os testemunhos recolhidos pela agência noticiosa apontam para um cenário diferente, marcado pela ausência de um sistema de alerta eficaz.</p>
<p>Bob Layton, um cidadão britânico reformado que vivia na aldeia de Paraje el Curato, contou à &#8216;Reuters&#8217; que decidiu fugir por iniciativa própria apenas um minuto antes de a sua casa ser consumida pelas chamas.</p>
<p>&#8220;Se me tivessem dito para ficar em casa, estaríamos mortos. A casa ficou completamente destruída&#8221;, afirmou.</p>
<p>O homem conseguiu escapar porque conhecia um caminho alternativo. Oito dos seus vizinhos tentaram utilizar a mesma estrada, mas encontraram-na bloqueada pelo incêndio. Acabaram por abandonar os automóveis e morreram enquanto tentavam fugir a pé. Outras quatro pessoas perderam a vida numa coluna de viaturas diferente. Uma 13ª vítima, uma britânica de 93 anos, morreu posteriormente no hospital devido aos ferimentos sofridos.</p>
<p>O incêndio só atingiu Paraje el Curato cerca de três horas e meia depois de ter sido detetado, altura em que a principal estrada de saída já estava cortada pelas chamas.</p>
<p>O responsável máximo pelos serviços de emergência da Andaluzia, Antonio Sanz, explicou que o governo regional optou por não utilizar o sistema de alertas enviados para telemóveis porque este não permitia distinguir as zonas onde seria necessário evacuar daquelas onde a população deveria permanecer em casa.</p>
<p>Outras comunidades autónomas espanholas, como Madrid, Aragão e Castela-La Mancha, recorreram ao mesmo sistema de alerta durante incêndios registados na semana passada.</p>
<p>A irmã de uma das vítimas mortais, Sophie Vandebroek, garante, porém, que o irmão nunca recebeu qualquer aviso oficial e acredita que um simples alerta enviado horas antes poderia ter evitado a tragédia.</p>
<p>&#8220;Se tivesse existido uma comunicação através do sistema de emergência quando o incêndio começou, o meu irmão e os sete vizinhos ainda estariam vivos hoje&#8221;, afirmou.</p>
<p>Especialistas ouvidos pela &#8216;Reuters&#8217; alertam que os incêndios florestais estão a propagar-se cada vez mais depressa na Europa e defendem que os planos de evacuação, os percursos de fuga e os sistemas de comunicação devem estar preparados muito antes de qualquer fogo deflagrar.</p>
<p>Os dados do governo regional mostram ainda que apenas 42 dos 103 municípios da província de Almería tinham planos de emergência em vigor e que apenas nove cumpriam a obrigação legal de manter esses planos atualizados. A investigação às causas do incêndio e à resposta das autoridades continua a decorrer.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793013]]></sapo:autor>
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		<title>Houthis cumprem a promessa e atacam petroleiros sauditas: abre-se uma nova frente de guerra no Médio Oriente</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:55:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[arábia saudita]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[houthis]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[mar vermelho]]></category>
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					<description><![CDATA[Navios 'Encelia' e 'Layla' foram atacados por alegadamente terem ignorado os avisos emitidos pelos houthis, que classificaram a operação como uma ação militar de "alta qualidade"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os houthis reivindicaram esta quinta-feira um ataque com drones e mísseis contra dois petroleiros sauditas que navegavam no estreito de Bab el-Mandeb, no Mar Vermelho, abrindo uma nova frente no conflito regional que envolve o Irão, os Estados Unidos e vários aliados de Washington. A informação foi avançada pelo &#8216;El Confidencial&#8217;, que cita um comunicado da milícia iemenita.</p>
<p>Segundo os rebeldes, os navios &#8216;Encelia&#8217; e &#8216;Layla&#8217; foram atacados por alegadamente terem ignorado os avisos emitidos pelos houthis, que classificaram a operação como uma ação militar de &#8220;alta qualidade&#8221;.</p>
<p>O ataque acontece poucos dias depois de o grupo anunciar um bloqueio marítimo a embarcações ligadas à Arábia Saudita no Mar Vermelho, uma rota estratégica por onde passa cerca de 12% do comércio marítimo mundial e uma parte significativa das exportações globais de petróleo.</p>
<p>A importância desta via aumentou depois de o Irão ter encerrado o Estreito de Ormuz em resposta aos ataques americanos, obrigando muitas rotas comerciais a recorrerem ao corredor de Bab el-Mandeb.</p>
<p>A escalada militar teve reflexos imediatos nos mercados internacionais, com o preço do barril de petróleo Brent a aproximar-se dos 98 dólares, após uma subida superior a 4% durante a sessão de quinta-feira.</p>
<p>O ataque surge também um dia depois de Washington e Riade terem assinado um acordo que permitirá à Arábia Saudita desenvolver um programa nuclear civil. Os houthis, apoiados pelo Irão, mantêm uma rivalidade histórica com o reino saudita, contra o qual travam um conflito há vários anos.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Confidencial&#8217;, esta é a confrontação mais séria entre a Arábia Saudita e os houthis desde o início do processo de aproximação patrocinado pelas Nações Unidas em 2022, que reduziu significativamente os ataques transfronteiriços, embora nunca tenha resultado num acordo de paz definitivo.</p>
<p>Entretanto, vários países, entre os quais a Turquia, condenaram o bloqueio marítimo anunciado pelos houthis, enquanto o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, avisou que responderá caso a milícia cumpra as suas ameaças de impedir a navegação no Mar Vermelho.</p>
<p>No terreno, os combates entre Washington e Teerão continuam a intensificar-se. A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou um pacote de cerca de 1,15 biliões de dólares (cerca de 980 mil milhões de euros) destinado a financiar o esforço militar contra o Irão, numa altura em que prosseguem os ataques aéreos americanos e os bombardeamentos iranianos contra interesses aliados dos Estados Unidos na região.</p>
<p>Apesar de um memorando de entendimento assinado em junho para tentar estabilizar a situação e reabrir o Estreito de Ormuz, a trégua colapsou nas últimas semanas e os confrontos têm vindo a alargar-se a infraestruturas civis e a novas frentes de combate, aumentando o receio de uma escalada regional de maiores dimensões.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793004]]></sapo:autor>
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		<title>Nem máscaras resolvem: bolor, fungos e piso abatido mergulham funcionários das Finanças da Marinha Grande no caos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:44:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Finanças]]></category>
		<category><![CDATA[Marinha Grande]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos]]></category>
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					<description><![CDATA[Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos denuncia que os funcionários são obrigados a usar máscara e luvas devido ao bolor e aos fungos existentes no arquivo, enquanto cerca de 80% da documentação permanece inacessível após novo abatimento do piso]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Há funcionários das Finanças da Marinha Grande a trabalhar de máscara e luvas devido ao bolor e aos fungos existentes no arquivo do serviço. Em comunicado, o Sindicato dos Trabalhadores dos Impostos (STI) denuncia que o edifício onde funcionava o Serviço de Finanças apresenta um elevado estado de degradação e que um novo abatimento do piso, registado na semana passada, tornou inacessível cerca de 80% da documentação ali armazenada.</p>
<p>Segundo o sindicato, a situação obrigou mesmo os trabalhadores a emitir, esta semana, certidões nas quais certificam formalmente a impossibilidade de aceder a processos de imposto sucessório e a outros elementos indispensáveis para a sua emissão, devido à falta de acesso ao arquivo.</p>
<p>De acordo com o STI, os armários encontram-se bloqueados pelo abatimento do piso, enquanto o arquivo está afetado por bolor, fungos e infiltrações de água através do teto, situação que, segundo a estrutura sindical, ocorre mesmo em dias sem chuva.</p>
<p>Em comunicado, o sindicato refere que os trabalhadores têm de entrar no arquivo equipados com máscara e luvas para desempenharem as suas funções, numa situação que considera inaceitável para um serviço público.</p>
<p>Enquanto o edifício aguarda obras, o Serviço de Finanças funciona provisoriamente nas antigas instalações da Segurança Social, num antigo posto médico desativado que, segundo o STI, não dispõe de ar condicionado nem oferece condições adequadas para o atendimento ao público ou para o trabalho administrativo.</p>
<p>A mudança para estas instalações deveria durar apenas 90 dias. No entanto, esta quinta-feira, 24 de julho, cumprem-se já 120 dias desde a transferência, sem que exista, de acordo com o sindicato, qualquer solução definitiva ou calendário para o regresso ao edifício original.</p>
<p>O STI afirma que a situação foi comunicada por diversas vezes às entidades competentes, incluindo responsáveis da Autoridade Tributária e da Câmara Municipal da Marinha Grande, tendo sido igualmente apresentadas propostas de solução pelos próprios trabalhadores.</p>
<p>Perante o agravamento das condições, o sindicato apela agora a uma intervenção urgente das entidades responsáveis e exige uma solução definitiva que permita garantir condições dignas de trabalho e o normal funcionamento do Serviço de Finanças da Marinha Grande.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792998]]></sapo:autor>
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		<title>Até onde vai a segurança de um automóvel? A Geely quis descobrir com um teste inédito na Europa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ate-onde-vai-a-seguranca-de-um-automovel-a-geely-quis-descobrir-com-um-teste-inedito-na-europa/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[euro ncap]]></category>
		<category><![CDATA[geely]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
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					<description><![CDATA[Ensaio decorreu nas instalações da UTAC, em França, e colocou à prova o SUV híbrido plug-in Geely STARRAY EM-i num cenário de colisão em cadeia de elevada severidade]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Geely tornou-se a primeira fabricante automóvel a realizar na Europa um teste de duplo impacto lateral mais exigente do que os atuais protocolos da Euro NCAP. O ensaio decorreu nas instalações da UTAC, em França, e colocou à prova o SUV híbrido plug-in Geely STARRAY EM-i num cenário de colisão em cadeia de elevada severidade.</p>
<p>Durante o teste, o veículo foi atingido lateralmente por uma barreira deformável a 60 km/h e, de seguida, projetado contra um poste rígido colocado no lado oposto. O segundo impacto simulou uma colisão de elevada energia, superior à prevista nos atuais ensaios europeus de segurança.</p>
<p>Segundo a marca, o habitáculo manteve a sua integridade estrutural, enquanto os airbags e os pré-tensores dos cintos de segurança foram acionados corretamente. Após a colisão, o sistema de chamada automática de emergência (eCall) entrou em funcionamento e as portas foram desbloqueadas automaticamente para facilitar o acesso das equipas de socorro.</p>
<p>A demonstração foi realizada durante a conferência internacional &#8220;Automotive Safety Tech Globalization &#038; Innovation in the Smart Driving Era&#8221;, organizada pela CAERI e pela UTAC, entidade acreditada pela Euro NCAP. A Geely foi a única fabricante automóvel convidada a realizar uma demonstração pública deste tipo.</p>
<p>A marca afirma que este ensaio reflete a sua estratégia de desenvolvimento de sistemas de segurança, atualmente apoiada por tecnologias de inteligência artificial através da plataforma Comprehensive Safety System 2.0, que integra dados do veículo, da infraestrutura rodoviária e da cloud para reforçar a prevenção de acidentes.</p>
<p>A Geely refere ainda que os seus modelos já conquistaram mais de 80 classificações máximas em programas internacionais de avaliação de segurança, incluindo a Euro NCAP, e que tem partilhado algumas das suas soluções de segurança com outros fabricantes.</p>
<p>Em Portugal, a marca comercializa atualmente dois SUV eletrificados: o Geely STARRAY EM-i, híbrido plug-in, e o Geely E5, 100% elétrico. Ambos receberam cinco estrelas nos testes da Euro NCAP e contam com uma garantia de oito anos ou 200 mil quilómetros para o veículo e a bateria.</p>

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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792985]]></sapo:autor>
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		<title>Vídeo torna-se viral: homem imita todos os gestos de Trump durante discurso… sem que o presidente se aperceba</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:23:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
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					<description><![CDATA[Desconhecido sentado atrás do presidente dos Estados Unidos reproduziu os movimentos de mãos, as expressões e até a famosa dança de Trump durante um comício na Geórgia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um momento insólito marcou o mais recente comício de Donald Trump na Geórgia. Enquanto o presidente dos Estados Unidos discursava perante centenas de apoiantes, um homem sentado nas filas atrás começou a imitar, de forma exagerada, praticamente todos os seus gestos e maneirismos, aparentemente sem que Trump se apercebesse do que estava a acontecer.</p>
<p>O episódio ocorreu esta quarta-feira, durante um comício realizado na Wheeler High School, em Marietta, e foi captado pelas câmaras que transmitiam o evento. As imagens rapidamente começaram a circular nas redes sociais, acumulando milhares de visualizações.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🚨 An audience member standing behind President Trump is going viral after appearing to mimic his gestures during a speech, with many online interpreting it as mockery. The clip has sparked widespread reactions and debate on social media. <a href="https://t.co/5DbEQ4e267">pic.twitter.com/5DbEQ4e267</a></p>
<p>&mdash; Commentary Donald Trump (@DonaldTrumpfe) <a href="https://x.com/DonaldTrumpfe/status/2080191621866430599?ref_src=twsrc%5Etfw">July 23, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Ao longo do discurso, o homem — cuja identidade continua por revelar — reproduziu os característicos movimentos das mãos de Trump, conhecidos por muitos como as &#8220;mãos acordeão&#8221;, sincronizando os gestos com as palavras do presidente.</p>
<p>Além das expressões faciais, o imitador pareceu repetir silenciosamente várias frases ditas por Trump, exagerando os movimentos da boca para aumentar o efeito humorístico.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">🇺🇸 A man behind Trump’s back parodied the president of the USA at a rally in Georgia and stole all the attention</p>
<p>He exactly copied the characteristic gestures of the head of the White House, head movements, facial expressions and repeated phrases.</p>
<p>The video quickly spread… <a href="https://t.co/ndmLxmSrZt">pic.twitter.com/ndmLxmSrZt</a></p>
<p>&mdash; RusWar (@ruswar) <a href="https://x.com/ruswar/status/2080184522771972263?ref_src=twsrc%5Etfw">July 23, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Quando o presidente falava sobre o desempenho da economia americana e o número recorde de máximos históricos da bolsa desde as eleições de 2024, o homem passou também a imitar outro dos gestos mais característicos de Trump: o movimento de punhos cerrados que costuma fazer perante os apoiantes.</p>
<p>Num dos momentos mais caricatos, levantou um cartaz da plataforma TrumpAccounts.Gov e trocou comentários com outras pessoas sentadas ao lado, provocando gargalhadas. Pouco depois, outro participante juntou-se à brincadeira, reproduzindo igualmente a conhecida dança de Trump.</p>
<p>Nas redes sociais, os vídeos multiplicaram-se rapidamente. Um utilizador da plataforma &#8216;X&#8217; classificou a atuação como &#8220;surreal&#8221;, enquanto outros destacaram o facto de Trump nunca ter demonstrado perceber que estava a ser imitado a poucos metros de distância.</p>
<p>O comício teve lugar poucas horas depois de Trump participar, no estado do Delaware, na cerimónia de homenagem aos quatro militares americanos mortos durante o conflito entre os Estados Unidos e o Irão.</p>
<p>Já durante o discurso na Geórgia, o presidente voltou a abordar a guerra, descrevendo-a como uma &#8220;escaramuça&#8221;, apesar de o conflito se prolongar desde fevereiro e de já ter provocado a morte de pelo menos 18 militares americanos.</p>
<p>Trump insistiu ainda que o Irão acabará por aceitar um acordo &#8220;muito em breve&#8221;, embora tenha acusado Teerão de alterar sucessivamente os termos das negociações.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792978]]></sapo:autor>
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		<title>BCE mantém juros e prepara o mercado para uma decisão difícil em setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 12:16:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[Inflação]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[juros]]></category>
		<category><![CDATA[Risco]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, depois de, em junho, ter aumentado os juros em 25 pontos base, naquele que foi o primeiro aumento das taxas diretoras em quase três anos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco Central Europeu (BCE) decidiu manter as taxas de juro inalteradas na reunião de política monetária desta quinta-feira, depois de, em junho, ter aumentado os juros em 25 pontos base, naquele que foi o primeiro aumento das taxas diretoras em quase três anos.</p>
<p>&#8220;O Conselho de Governadores decidiu hoje manter inalteradas as três principais taxas de juro do BCE. As perspetivas para os preços da energia, embora altamente voláteis, situam-se atualmente próximas do patamar de referência das projeções da equipa técnica do Eurosistema para junho e bem acima dos níveis registados antes do conflito no Médio Oriente&#8221;, escreve, em comunicado, o organismo liderado por Christine Lagarde.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-width="500" data-dnt="true">
<p lang="en" dir="ltr">We kept our key interest rates at their current levels.   </p>
<p>Read today’s monetary policy decisions <a href="https://t.co/LHXigITpym">https://t.co/LHXigITpym</a> <a href="https://t.co/bDQsgUIvJv">pic.twitter.com/bDQsgUIvJv</a></p>
<p>&mdash; European Central Bank (@ecb) <a href="https://x.com/ecb/status/2080265709850964304?ref_src=twsrc%5Etfw">July 23, 2026</a></p></blockquote>
<p><script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Com a decisão desta quinta-feira, a taxa aplicável à facilidade permanente de depósito permanece em 2,25%, enquanto a taxa das operações principais de refinanciamento se mantém em 2,40% e a facilidade permanente de cedência de liquidez em 2,65%.</p>
<p>A decisão surge num contexto marcado pelo aumento da instabilidade geopolítica e pela evolução dos preços da energia, numa altura em que o BCE procura avaliar os efeitos destes fatores sobre a inflação na Zona Euro.</p>
<p>A última subida das taxas diretoras tinha ocorrido em 2023, seguindo-se um período de pausa até junho de 2024, quando o BCE iniciou um ciclo de descida dos juros. Depois de vários cortes, o banco central manteve as taxas inalteradas desde julho de 2025, antes de voltar a subir os juros em junho deste ano.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Pressão energética mantém BCE em alerta</strong></p>
<p>Apesar da decisão de manter os juros estáveis, as perspetivas para a política monetária continuam condicionadas pela evolução dos preços da energia e pela situação geopolítica no Médio Oriente.</p>
<p>Roman Ziruk, analista sénior de mercados da Ebury, considera que o agravamento das tensões entre os Estados Unidos e o Irão poderá reforçar as expectativas de uma nova subida dos juros em setembro.</p>
<p>Os mercados estão atualmente a antecipar quase integralmente uma subida das taxas em setembro, estando descontados, no total, cerca de 44 pontos base de aumentos dos juros até ao final do ano.</p>
<p>A Ebury considera, contudo, que estas expectativas poderão ser excessivamente agressivas. Para Roman Ziruk, o BCE deverá adotar uma postura cautelosa perante um choque energético que resulta sobretudo de fatores do lado da oferta, e não de uma pressão da procura.</p>
<p>Depois de uma trégua entre os Estados Unidos e o Irão ter contribuído para aliviar a pressão sobre os mercados energéticos, o cenário voltou a deteriorar-se. O preço do petróleo Brent chegou a cair para cerca de 70 dólares por barril, aproximadamente 55 dólares abaixo do pico registado em abril, enquanto os preços do gás natural também recuaram, embora de forma menos acentuada.</p>
<p>Este alívio contribuiu para reduzir os receios de novas pressões inflacionistas. O relatório de inflação da Zona Euro relativo a junho veio também abaixo das expectativas, reforçando a perceção de que o BCE não teria necessidade de acelerar o aperto da política monetária.</p>
<p>A mesma visão é partilhada por Martin Wolburg, economista sénior da Generali Investments, que considera que, apesar de os membros do Conselho do BCE terem mantido uma comunicação globalmente mais restritiva, a evolução recente da inflação e a descida dos preços da energia contribuíram para aliviar as pressões sobre a política monetária.</p>
<p>Segundo o economista, as perspetivas para a inflação estão agora mais próximas de um cenário benigno do que do cenário base apresentado pelo BCE na reunião de junho. Esta evolução deverá permitir ao Conselho do BCE manter as taxas de juro no nível atual, pelo menos por enquanto.</p>
<p><strong>O que esperar da próxima reunião do BCE?</strong></p>
<p>A próxima reunião de política monetária do BCE, prevista para setembro, deverá ser marcada por uma maior incerteza. Embora os mercados estejam a atribuir uma probabilidade elevada a uma nova subida dos juros, os analistas dividem-se sobre a necessidade de avançar com um novo aumento das taxas.</p>
<p>Martin Wolburg considera que o BCE poderá voltar a aumentar os juros já em setembro, sobretudo se a escalada do conflito entre o Irão e Israel persistir e provocar novas pressões sobre os preços da energia.</p>
<p>Para a Ebury, contudo, o BCE deverá manter uma abordagem mais cautelosa e avaliar se o eventual choque energético se traduz numa pressão persistente sobre a inflação. Uma subida dos juros em setembro dependerá, assim, da evolução dos preços da energia, das expectativas de inflação e dos efeitos da instabilidade geopolítica sobre a economia europeia.</p>
<p>A evolução do conflito no Médio Oriente surge, desta forma, como um dos principais fatores de risco para as próximas decisões do BCE. Um novo aumento dos preços do petróleo e do gás poderá voltar a pressionar a inflação e aumentar a probabilidade de uma subida das taxas, enquanto uma estabilização dos mercados energéticos poderá dar margem ao banco central para prolongar a atual pausa.</p>
<p>Para já, o BCE optou pela estabilidade. Mas, depois da subida de junho, a reunião de setembro poderá voltar a colocar em cima da mesa a questão de um novo aumento dos juros.</p>
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