<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Thu, 09 Jul 2026 16:40:39 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>De ciberataques à destruição de satélites: China propôs à Rússia formas de neutralizar a Starlink de Musk</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/de-ciberataques-a-destruicao-de-satelites-china-propos-a-russia-formas-de-neutralizar-a-starlink-de-musk/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/de-ciberataques-a-destruicao-de-satelites-china-propos-a-russia-formas-de-neutralizar-a-starlink-de-musk/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:40:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[China]]></category>
		<category><![CDATA[Elon Musk]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[Starlink]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787646</guid>

					<description><![CDATA[Opções iam de pressão jurídica e diplomática até medidas mais agressivas, como interferência eletromagnética, ciberataques e o desenvolvimento de armas de baixo custo para destruir satélites da rede]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A China e a Rússia discutiram formas de contrariar a rede de satélites Starlink, de Elon Musk, e o desenvolvimento conjunto de um novo sistema integrado de defesa aérea e antimíssil, segundo uma investigação conjunta do &#8216;The Insider&#8217;, &#8216;Der Spiegel&#8217; e &#8216;Le Monde&#8217;, baseada em documentos sobre a cooperação militar entre Pequim e Moscovo.</p>
<p>De acordo com a investigação, num fórum de cooperação técnico-militar realizado em Guangzhou, em novembro de 2023, responsáveis chineses apresentaram aos parceiros russos várias formas de limitar ou neutralizar a Starlink. As opções iam de pressão jurídica e diplomática até medidas mais agressivas, como interferência eletromagnética, ciberataques e o desenvolvimento de armas de baixo custo para destruir satélites da rede.</p>
<p>As propostas incluíam a ocupação de bandas de frequência e posições orbitais necessárias à expansão da Starlink, a criação conjunta de interferências eletromagnéticas e ataques informáticos através de terminais civis usados pelos clientes da rede. A investigação aponta ainda para a discussão de sistemas capazes de atingir fisicamente satélites em órbita.</p>
<p>Meses antes desse fórum, em junho de 2023, uma delegação militar chinesa viajou para Moscovo para negociações secretas com a Almaz-Antey, uma das principais fabricantes russas de sistemas de defesa aérea. Segundo o &#8216;The Insider&#8217;, os representantes chineses regressaram à China com um contrato de fornecimento de armamento.</p>
<p>O protocolo de trabalho assinado nessas negociações, obtido pelo &#8216;The Insider&#8217; e alegadamente verificado através de dados de voo dos participantes, indica que a parceria militar entre China e Rússia já ultrapassou a retórica política e passou para uma cooperação estruturada no desenvolvimento de armas em várias áreas.</p>
<p>Entre os projetos discutidos está um sistema integrado de defesa aérea e antimíssil de nova geração, concebido para intercetar mísseis balísticos, ogivas manobráveis e mísseis hipersónicos na fase terminal do voo. Não é claro, porém, até que ponto o desenvolvimento desse sistema já avançou.</p>
<p>A cooperação terá continuado num novo fórum sino-russo, realizado em Ecaterimburgo, em dezembro de 2024. Nessa reunião, investigadores militares chineses propuseram a partilha de dados sobre ataques russos com drones na Ucrânia. O objetivo seria aproveitar a experiência operacional de Moscovo num domínio em que Pequim tem capacidade industrial, mas pouca experiência real de combate.</p>
<p>Segundo a investigação, a China dispõe de cerca de 160 tipos de munições vagueantes, mas não acumulou experiência de guerra comparável à da Rússia. A proposta chinesa passaria por uma troca formal: Moscovo partilharia conhecimento adquirido no campo de batalha, enquanto Pequim contribuiria com tecnologias de inteligência artificial e capacidade de produção em massa para desenvolver uma nova geração de munições autónomas em enxame.</p>
<p>A cooperação também teria uma dimensão económica e logística. A China propôs a troca de fornecimentos em contexto de sanções: Pequim forneceria microchips e componentes eletrónicos, enquanto Moscovo disponibilizaria matérias-primas e peças a que a China tem acesso limitado devido às restrições internacionais.</p>
<p>A Starlink tornou-se um elemento central da guerra na Ucrânia. Embora o serviço não esteja oficialmente disponível na Rússia, o exército russo tem usado terminais obtidos ilegalmente através de países terceiros para apoiar operações, incluindo ataques com drones. Ao mesmo tempo, do lado ucraniano, a rede é usada para comunicações no campo de batalha, coordenação de evacuações médicas, mira de artilharia e controlo de drones em tempo real.</p>
<p>A tentativa de neutralizar a Starlink não é apenas uma questão tecnológica. É também uma disputa estratégica sobre comunicações, drones, satélites e guerra eletrónica. Para a Ucrânia, a rede tem sido uma infraestrutura crítica de sobrevivência militar. Para a Rússia e a China, tornou-se um exemplo do poder que sistemas espaciais privados podem exercer em conflitos modernos.</p>
<p>A revelação destes documentos aponta para uma cooperação cada vez mais profunda entre Pequim e Moscovo no campo militar. A Rússia leva para a mesa a experiência de combate adquirida na Ucrânia; a China oferece indústria, eletrónica, inteligência artificial e escala. O resultado poderá ser uma parceria mais preparada para guerras em que satélites, drones e sistemas autónomos serão tão importantes como tanques, aviões ou artilharia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/de-ciberataques-a-destruicao-de-satelites-china-propos-a-russia-formas-de-neutralizar-a-starlink-de-musk/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787646]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Mau tempo: Seguradoras conscientes de que estão sob observação do país, garante ministro</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mau-tempo-seguradoras-conscientes-de-que-estao-sob-observacao-do-pais-ministro/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mau-tempo-seguradoras-conscientes-de-que-estao-sob-observacao-do-pais-ministro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:26:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Castro Almeida]]></category>
		<category><![CDATA[mau tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787615</guid>

					<description><![CDATA[O ministro da Economia disse hoje, no parlamento, que as companhias de seguros têm consciência do quanto estão sob a observação das pessoas e do país, na sequência das tempestades, e disse acreditar que estas estão empenhadas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Economia disse hoje, no parlamento, que as companhias de seguros têm consciência do quanto estão sob a observação das pessoas e do país, na sequência das tempestades, e disse acreditar que estas estão empenhadas. </P><br />
<P>&#8220;Acho que as companhias têm consciência do quanto estão sob a observação das pessoas e do país. A noção que tenho é que estão empenhadas em resolver o assunto&#8221;, afirmou o ministro da Economia e da Coesão Territorial, Castro Almeida, na comissão parlamentar eventual que acompanha o PTRR &#8211; Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência. </P><br />
<P>O ministro disse que as seguradoras, logo após o mau tempo, comprometeram-se a deslocar-se à região de Leiria para ajudar as pessoas e &#8220;é visível que o fizeram&#8221; porque receberam milhares de participações por dia. </P><br />
<P>No entanto, o governante disse que as pessoas queixam-se de que estas estão a demorar demasiado tempo a pagar. </P><br />
<P>Castro Almeida, que disse manter-se em contacto com as seguradoras, referiu que estas estão a procurar avançar com adiantamentos, uma vez que precisam de cumprir um conjunto &#8220;de formalidades, que não são ultrapassáveis&#8221;, até chegar ao valor final. </P><br />
<P>O titular da pasta da Economia, que está também encarregue da coordenação do PTRR, disse ainda que nas candidaturas aos apoios lançados pelo Governo foram identificados vários casos de fraude e que o mesmo deve acontecer com as seguradoras. </P><br />
<P>&#8220;Não quero estar a desculpabilizá-las, mas também é preciso compreender que esta é uma situação anormal de sobrecarga de trabalho&#8221;, apontou.</P><br />
<P>O PTRR é um programa de investimentos, no valor de 22.600 milhões de euros, com a duração de nove anos. </P><br />
<P>Este programa foi criado para responder às inundações e tempestades, ocorridas no início de 2026, e para aumentar a resiliência das infraestruturas em todo o território nacional para prevenir eventos futuros.</P><br />
<P></P><br />
<P>PE/FAC // JNM </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mau-tempo-seguradoras-conscientes-de-que-estao-sob-observacao-do-pais-ministro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787615]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Chega insiste em debate de urgência sobre exames e propõe dia 17</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/chega-insiste-em-debate-de-urgencia-sobre-exames-e-propoe-dia-17/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/chega-insiste-em-debate-de-urgencia-sobre-exames-e-propoe-dia-17/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:23:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787617</guid>

					<description><![CDATA[ O anúncio foi feito pelo líder do Chega, André Ventura, numa conferência de imprensa na qual anunciou também que o partido quer ouvir no parlamento a ministra do Ambiente e também a presidente da Câmara de Almada e do SMAS na sequência das falhas de abastecimento de água naquele concelho]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Chega vai insistir na realização de um debate de urgência sobre os exames nacionais e propôs o dia 17 de julho, depois de o primeiro pedido, para dia 15, ter sido indeferido pelo presidente do Parlamento.</p>
<p>O anúncio foi feito pelo líder do Chega, André Ventura, numa conferência de imprensa na qual anunciou também que o partido quer ouvir no parlamento a ministra do Ambiente e também a presidente da Câmara de Almada e do SMAS na sequência das falhas de abastecimento de água naquele concelho.</p>
<p>Sobre os exames nacionais, o presidente do Chega disse que o partido &#8220;não aceita esta não realização do debate de urgência, porque ele é mesmo urgente, e reintroduziu esse pedido para ser realizado no dia seguinte ao debate do Estado da Nação&#8221;, ou seja, no dia 17 de julho, na próxima semana.</p>
<p>André Ventura disse querer ouvir o ministro da Educação no Parlamento sobre &#8220;as falhas na correção dos exames e o caos em que o Governo está a colocar famílias, alunos, professores, por causa da sua teimosia&#8221;.</p>
<p>O deputado voltou também a apontar &#8220;suspeitas sobre a empresa de gestão da plataforma dos exames nacionais&#8221;.</p>
<p>Ventura disse que o partido vai pedir ao Governo que &#8220;esclareça que empresa é esta ou que empresas são estas, que ligações têm ao PSD e às estruturas do PSD, e que responsabilidade é que vão assumir pelo caos que estão a criar nesta situação dos exames nacionais&#8221;.</p>
<p>&#8220;Aquilo que tem vindo a público nos últimos dias, nas últimas horas, mostra que há razões para não estarmos tranquilos em relação à adjudicação destes contratos, à forma como ocorreram e às ligações que têm. E, de facto, começa a ficar curto o caminho do ministro da Educação para conseguir resolver o problema e dar alguma explicação sobre isso&#8221;, criticou.</p>
<p>No que toca à situação da falta de água em Almada, o presidente do Chega acusou o PS e o PSD de &#8220;passa culpas&#8221; e considerou que &#8220;este é um problema de responsabilidade da presidente da câmara, mas também do Governo&#8221;.</p>
<p>André Ventura defendeu que a mobilização de meios nacionais para ajudar a colmatar a situação e deu como exemplo o envolvimento das Forças Armadas ou a captação de água de outras zonas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/chega-insiste-em-debate-de-urgencia-sobre-exames-e-propoe-dia-17/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787617]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sonae SGPS sobe 2,65% e lidera ganhos na bolsa de Lisboa</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sonae-sgps-sobe-265-e-lidera-ganhos-na-bolsa-de-lisboa/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sonae-sgps-sobe-265-e-lidera-ganhos-na-bolsa-de-lisboa/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:21:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsa de Lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Sonae SGPS]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787626</guid>

					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,43% para 9.123,98 pontos, acompanhando a tendência da generalidade das praças europeias, numa sessão em que a Sonae SGPS liderou os ganhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em terreno positivo, com o PSI a subir 0,43% para 9.123,98 pontos, acompanhando a tendência da generalidade das praças europeias, numa sessão em que a Sonae SGPS liderou os ganhos. </P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice de referência nacional, oito fecharam no &#8216;verde&#8217; e as restantes oito no &#8216;vermelho&#8217;. </P><br />
<P>Nas restantes principais praças europeias, o espanhol IBEX-35 somou 1,14%, o francês CAC-40 avançou 0,90% e o alemão DAX valorizou 0,89%. Já o britânico FTSE 100 perdeu 0,16%. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sonae-sgps-sobe-265-e-lidera-ganhos-na-bolsa-de-lisboa/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787626]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Por dentro da reunião tensa na Sala Oval em que Trump decidiu que o acordo com o Irão “acabou”</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/por-dentro-da-reuniao-tensa-na-sala-oval-em-que-trump-decidiu-que-o-acordo-com-o-irao-acabou/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/por-dentro-da-reuniao-tensa-na-sala-oval-em-que-trump-decidiu-que-o-acordo-com-o-irao-acabou/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:18:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cessar-fogo]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787631</guid>

					<description><![CDATA[Pouco antes de partir para uma cimeira da NATO na Turquia, Trump reuniu-se na Ala Oeste com o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário da Defesa, Pete Hegseth]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Donald Trump decidiu que o cessar-fogo com o Irão estava terminado depois de uma reunião na Sala Oval, na passada segunda-feira, em que foi informado de novos ataques iranianos contra navios no Estreito de Ormuz. Segundo o &#8216;The Independent&#8217;, que cita uma nova reportagem do &#8216;The Wall Street Journal&#8217;, o presidente dos Estados Unidos concluiu que Teerão não estava a negociar de boa-fé para alcançar um acordo final que pusesse fim à guerra.</p>
<p>Pouco antes de partir para uma cimeira da NATO na Turquia, Trump reuniu-se na Ala Oeste com o secretário de Estado, Marco Rubio, e o secretário da Defesa, Pete Hegseth. Os dois responsáveis informaram-no de que o Irão tinha disparado contra três navios que atravessavam o Estreito de Ormuz num intervalo de poucas horas.</p>
<p>O presidente perguntou aos seus principais conselheiros se Teerão estava realmente empenhado em negociar uma solução definitiva. Depois da discussão, a resposta foi negativa. A partir daí, a reação americana foi rápida: Trump ordenou uma nova vaga de ataques contra o Irão ao longo dos dois dias seguintes, repôs sanções sobre as vendas de petróleo iraniano e ameaçou restabelecer um bloqueio dos EUA no estreito.</p>
<p>Na quarta-feira, o próprio Trump eliminou qualquer ambiguidade sobre o estado do cessar-fogo. “Para mim, acho que acabou”, afirmou, acrescentando que lidar com os iranianos era “uma perda de tempo”. A declaração marcou uma rutura clara com o discurso de junho, quando o presidente tinha apresentado como avanço histórico um memorando de entendimento assinado com Teerão.</p>
<p>Esse acordo, assinado em Versalhes a 17 de junho, previa 14 pontos, incluindo o fim imediato das hostilidades, a reabertura do Estreito de Ormuz e a negociação de um acordo final no prazo de 60 dias. Depois dos novos ataques, essa possibilidade parece agora mais distante, num conflito que já era visto de forma desfavorável por grande parte da opinião pública americana.</p>
<p>Um responsável dos EUA, citado pelo &#8216;The Independent&#8217;, atribuiu a responsabilidade da nova escalada ao Irão. Segundo esse responsável, a primeira preferência de Trump continua a ser “a paz e a diplomacia”, mas Teerão escolheu “o caminho da violência” e está agora a sofrer as consequências. A mesma fonte garantiu que os Estados Unidos não ficarão parados perante atos de “terrorismo internacional” e que Trump nunca permitirá que o Irão tenha uma arma nuclear.</p>
<p>A tensão atingiu novo pico no fim de semana no Estreito de Ormuz, uma rota essencial para o comércio internacional e por onde, antes do conflito, passava cerca de 20% do petróleo mundial. O tráfego já tinha sido fortemente reduzido durante a guerra, contribuindo para a subida dos preços dos combustíveis a nível global.</p>
<p>De acordo com a reportagem citada pelo &#8216;The Independent&#8217;, três navios comerciais aproximavam-se da rota sul do estreito no domingo quando receberam um aviso por rádio vindo do Irão. A mensagem indicava que a rota “não era segura” e que mísseis e drones estavam prontos a disparar. Pouco depois, forças iranianas lançaram projéteis contra embarcações, incluindo um petroleiro que ficou em chamas e obrigou a tripulação a abandonar o navio.</p>
<p>A administração americana afirma que os ataques de terça e quarta-feira tiveram como objetivo impor custos pesados ao Irão por atingir tripulações civis em águas internacionais. O Comando Central dos EUA justificou a operação como resposta direta aos ataques contra navegação comercial.</p>
<p>O vice-presidente JD Vance resumiu a nova posição da Casa Branca durante um discurso no Wisconsin. “O acordo é muito simples: se dispararem contra navios, vamos rebentá-los”, afirmou. Paralelamente, Washington revogou uma licença de 60 dias emitida pelo Tesouro no mês anterior, que tinha suspendido sanções sobre o petróleo iraniano no quadro dos esforços para terminar a guerra.</p>
<p>Trump também admitiu repor o bloqueio naval no Estreito de Ormuz. “Talvez o coloquemos de volta”, disse na quarta-feira. Segundo a imprensa americana, navios da Marinha dos EUA estão posicionados e prontos para avançar caso o presidente decida restabelecer a medida.</p>
<p>A nova escalada provocou críticas imediatas dos democratas, que já vinham a contestar a guerra desde o início. Hakeem Jeffries, líder da minoria democrata na Câmara dos Representantes, escreveu nas redes sociais que o “suposto cessar-fogo no Médio Oriente colapsou outra vez” e classificou a guerra de Trump no Irão como “um desastre”.</p>
<p>O desgaste público também pesa sobre a Casa Branca. Uma sondagem da &#8216;CBS News&#8217; divulgada no mês passado indicava que 78% dos inquiridos queriam o fim da guerra, enquanto 69% consideravam que o conflito não tinha valido o custo. Agora, com o cessar-fogo praticamente desfeito e o Estreito de Ormuz novamente no centro da crise, a guerra ameaça prolongar-se — e arrastar consigo os preços da energia, a segurança marítima e a estabilidade regional.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/por-dentro-da-reuniao-tensa-na-sala-oval-em-que-trump-decidiu-que-o-acordo-com-o-irao-acabou/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787631]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Falta de água em Almada: Governo aponta “duas a três semanas” para situação ficar reposta</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/falta-de-agua-em-almada-governo-aponta-duas-a-tres-semanas-para-situacao-ficar-reposta/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/falta-de-agua-em-almada-governo-aponta-duas-a-tres-semanas-para-situacao-ficar-reposta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:09:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Almada]]></category>
		<category><![CDATA[Inês de Medeiros]]></category>
		<category><![CDATA[Maria da Graça Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787621</guid>

					<description><![CDATA[Governante explicou que a prioridade imediata passa por estabilizar o sistema, reduzir consumos não essenciais e aumentar as fontes de água disponíveis]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A situação de abastecimento de água em Almada só deverá ficar totalmente reposta dentro de “duas a três semanas”, admitiu esta quinta-feira Maria da Graça Carvalho, ministra do Ambiente, depois de uma reunião com a Câmara Municipal de Almada, a Agência Portuguesa do Ambiente e outras entidades envolvidas na resposta ao problema.</p>
<p>A governante explicou que a prioridade imediata passa por estabilizar o sistema, reduzir consumos não essenciais e aumentar as fontes de água disponíveis. Um primeiro furo já identificado pela autarquia deverá entrar em funcionamento até ao fim de semana e permitirá aumentar em cerca de 20% a capacidade de abastecimento.</p>
<p>Segundo Maria da Graça Carvalho, está também identificado um segundo furo, de maior dimensão, que poderá garantir as quantidades de água necessárias para repor os níveis normais de abastecimento, desde que a população continue a poupar. “A água é um bem escasso”, sublinhou a ministra, defendendo que todos devem ter consciência da necessidade de reduzir consumos.</p>
<p>O segundo furo encontra-se ainda em processo de licenciamento, mas a ministra garantiu que a Agência Portuguesa do Ambiente vai acelerar o procedimento. Depois dessa autorização, a construção deverá avançar rapidamente, num prazo estimado entre duas e três semanas, permitindo restabelecer os pontos de água necessários.</p>
<p>Maria da Graça Carvalho adiantou ainda que o Governo fará tudo para que os licenciamentos avancem de imediato. A intervenção nos furos essenciais terá, segundo a ministra, um custo relativamente baixo tendo em conta o impacto do problema, estimado entre 15 mil e 20 mil euros.</p>
<p>A presidente da Câmara Municipal de Almada, Inês de Medeiros, destacou a importância da reunião com o Governo e com a APA para dar conta da dimensão do problema e das medidas já em curso. A autarca sublinhou que o concelho está perante um aumento “muito substancial e imprevisível” do consumo de água.</p>
<p>De acordo com Inês de Medeiros, o sistema de vigilância municipal indica que a maior parte desse aumento não se deve a ruturas. A autarca afirmou que a câmara tem feito um esforço significativo para reduzir perdas na rede e que estas se situam atualmente em cerca de 35%, apesar do forte crescimento do consumo.</p>
<p>A presidente da autarquia apontou vários fatores que podem explicar a pressão sobre o sistema, incluindo o aumento da população e a maior presença de pessoas na Costa da Caparica durante o verão. O pico habitual de consumo em Almada ocorre na segunda quinzena de julho, mas este ano começou logo em maio, agravando a pressão sobre o abastecimento.</p>
<p>Inês de Medeiros destacou ainda que as zonas mais críticas e com população mais vulnerável reduziram o consumo de água. Neste momento, os maiores consumos concentram-se nas áreas mais utilizadas durante o verão, como a Costa da Caparica, Charneca da Caparica e Sobreda, zonas onde se tem registado também mais construção. A autarca admitiu que este crescimento poderá estar relacionado com a flexibilização das regras de licenciamento urbanístico.</p>
<p>Questionada sobre se a situação era previsível, a presidente da Câmara de Almada afirmou que a autarquia está a trabalhar no problema desde maio e sublinhou que nenhuma zona do concelho ficou sem água durante mais de 24 horas.</p>
<p>Inês de Medeiros admitiu ainda que há suspeitas de água a sair do sistema sem ser cobrada, incluindo possíveis “puxadas ilegais”, situação que a autarquia quer averiguar. A presidente da câmara sublinhou, porém, que as zonas afetadas este ano não coincidem necessariamente com as áreas onde se registaram problemas de abastecimento no ano passado.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/falta-de-agua-em-almada-governo-aponta-duas-a-tres-semanas-para-situacao-ficar-reposta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787621]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Álvaro Santos Pereira teve mais-valias de 3.361 euros com ações que depois doou</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/alvaro-santos-pereira-teve-mais-valias-de-3-361-euros-com-acoes-que-depois-doou/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/alvaro-santos-pereira-teve-mais-valias-de-3-361-euros-com-acoes-que-depois-doou/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:09:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787620</guid>

					<description><![CDATA[O governador do Banco de Portugal já tinha indicado que as mais-valias foram doadas a uma instituição, adiantando que o valor foi de 3.361 euros, que foram doadas à Make a Wish.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="container px-0">
<div class="mx-3 mx-md-5 article-main-title"></div>
</div>
<div id="article-content-data">
<div class="hidden-content relative">
<div id="inRead1">O governador do Banco de Portugal (BdP), Álvaro Santos Pereira, disse hoje que teve mais-valias de 3.361 euros com a venda de ações, montante que doou à fundação Make a Wish.</div>
<div class="mx-3 mx-md-5 article-text margin-top-30">
<div class="article-body readthis-1752356">
<p>Numa audição no parlamento, após um requerimento apresentado pelo Chega sobre a compra de ações de empresas quando já estava à frente da instituição, Santos Pereira salientou que todos os passos na comunicação destas aquisições foram &#8220;proativos&#8221; pelo próprio, porque queria transparência.</p>
<p>O governador salientou também que as regras do Banco Central Europeu (BCE) &#8220;permitem que os governadores tenham títulos de empresas não financeiras, mas não que os adquire&#8221;.</p>
<p>Tal como já tinha sinalizado, as mais-valias foram doadas a uma instituição, adiantando que o valor foi de 3.361 euros, que foram doadas à Make a Wish.</p>
<p>Nesta audição, o deputado do PS Carlos Pereira acusou o governador de &#8220;falhas graves do ponto de vista ético&#8221; e também institucionais, dizendo que considera &#8220;bastante estranho que alguém que aceita ser governador não tenha noção de que este tipo de atitude não pode tomar porque põe em causa transparência das instituições&#8221;.</p>
<p>Criticou ainda o `timing` da compra de ações, apontando que no mesmo dia em que participou em reunião do BCE &#8220;vai adquirir ações da Galp e passado uns tempos da Jerónimo Martins&#8221;, empresas que têm &#8220;exposição a temas da inflação e da energia&#8221;, que terão sido discutidos na reunião.</p>
<p>Já o deputado da Iniciativa Liberal Mário Amorim Lopes salientou que este incidente foi uma &#8220;imprevidência que poderia ter sido evitada se tivesse sido acautelado antes&#8221;, apontando que o governador poderia ter consultado o BCE antes de comprar ações.</p>
<p>O Chega questionou o governador sobre se teve alguma informação privilegiada sobre esses ativos, o que recusou.</p>
<p>O pedido para a COFAP ouvir Santos Pereira partiu do Chega, na sequência de uma notícia do jornal Público de 27 de abril que revelou que o atual líder do BdP comprou ações de empresas quando já era governador.</p>
<p>Líder do BdP desde 06 de outubro de 2025, Santos Pereira comprou títulos da Jerónimo Martins, da Galp Energia, da Nestlé e da Navigator entre dezembro de 2025 e janeiro de 2026, e foi obrigado pelo Banco Central Europeu (BCE) a desfazer-se dessas ações entretanto.</p>
<p>Na declaração de interesses entregue junto do BCE em 12 de janeiro, o governador português indicou ter adquirido ações das duas empresas portuguesas (Jerónimo Martins e Galp Energia) em dezembro de 2025, comprando títulos do grupo dono do Pingo Doce em 29 de dezembro e da petrolífera nos dias 17 e 29 do mesmo mês.</p>
<p>Dois dias depois de o jornal Público noticiar estas operações, o governador revelou, em comunicado, que, em janeiro de 2026, também adquiriu ações da Nestlé e da The Navigator Company, e que fez reforços em ações da Galp Energia e da Jerónimo Martins.</p>
<p>O código de conduta dos responsáveis de bancos centrais da zona euro, como é o caso do português, não proíbe mas limita a aquisição de ações de empresas privadas, motivo pelo qual o BCE analisou o assunto, obrigando Santos Pereira a desfazer-se dos títulos.</p>
<p>Num esclarecimento publicado no site do BdP em 29 de abril, Santos Pereira refere que foi o próprio quem &#8220;comunicou, atempadamente, ao BCE estas transações com ativos financeiros, todas relacionadas com entidades não sujeitas à supervisão do Banco de Portugal, no quadro do exercício anual de declaração de interesses realizada no início de 2026&#8221;.</p>
<p>Santos Pereira acrescenta que comunicou &#8220;todos os detalhes relativos ao seu património à Entidade para a Transparência&#8221; em 15 de janeiro e que, em 01 de abril, &#8220;o comité de ética do BCE transmitiu ao governador que a aquisição de ações, mesmo de empresas não financeiras, não era possível&#8221; e que teria de as alienar até 30 de junho de 2026.</p>
<p>Santos Pereira concluiu &#8220;esse processo de regularização&#8221; e &#8220;decidiu, ainda, doar as mais-valias resultantes da venda destas ações a uma instituição de responsabilidade social, refere-se no esclarecimento.</p>
</div>
</div>
<div>
<div></div>
</div>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/alvaro-santos-pereira-teve-mais-valias-de-3-361-euros-com-acoes-que-depois-doou/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787620]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>IMI cobrado aos senhorios com rendas antigas vai ser devolvido, garante Fisco</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/imi-cobrado-aos-senhorios-com-rendas-antigas-vai-ser-devolvido-fisco/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/imi-cobrado-aos-senhorios-com-rendas-antigas-vai-ser-devolvido-fisco/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:45:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[fisco]]></category>
		<category><![CDATA[IMI]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[rendas]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787595</guid>

					<description><![CDATA[A Autoridade Tributária (AT) admitiu hoje "algumas anomalias" ao cobrar indevidamente IMI relativo a 2025 aos senhorios com rendas anteriores a 1990, comprometendo-se a reembolsar ou descontar nas prestações seguintes os valores do imposto entretanto pagos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Autoridade Tributária (AT) admitiu hoje &#8220;algumas anomalias&#8221; ao cobrar indevidamente IMI relativo a 2025 aos senhorios com rendas anteriores a 1990, comprometendo-se a reembolsar ou descontar nas prestações seguintes os valores do imposto entretanto pagos. </P><br />
<P>&#8220;A AT procederá à emissão do correspondente reembolso, caso o imposto tenha sido pago em prestação única ou pela totalidade. Nos restantes casos, a diferença do imposto será refletida nas prestações seguintes&#8221;, informou a AT em resposta a um pedido de esclarecimento da Lusa. </P><br />
<P>O artigo 46-A do Estatuto dos Benefícios Fiscais, na nova redação que entrou em vigor em 01 de janeiro de 2024, determina que os arrendamentos para habitação celebrados antes do Novo Regime do Arrendamento Urbano (NRAU), vulgo rendas &#8220;antigas&#8221; ou &#8220;congeladas&#8221;, estão isentos de IRS e de IMI &#8220;pelo período de duração dos respetivos contratos&#8221;. </P><br />
<P> No caso do IMI, muitos senhorios que pediram a isenção em 2024, e que dela beneficiaram, foram este ano confrontados com a cobrança do imposto relativo a 2025, apesar de os contratos de arrendamento continuarem em vigor. </P><br />
<P>Face às reclamações, houve casos em que a AT corrigiu as liquidações do IMI, e outros em que solicitou aos senhorios a apresentação de um novo pedido de isenção do IMI relativo a 2025, apesar de a lei nada referir sobre a obrigatoriedade de o pedido ter de ser renovado todos os anos. </P><br />
<P>Na ausência de indicações da AT sobre como deveriam proceder, alguns senhorios terão optado por pagar o valor do imposto cobrado dentro do prazo legal, até 31 de maio último. </P><br />
<P>Na resposta enviada à Lusa, a AT garante que &#8220;quem apresentou o pedido de isenção em 2024, não precisa de o voltar a apresentar nos anos seguintes, uma vez que o benefício se mantém, enquanto se mantiverem vigentes as condições do contrato&#8221;.</P><br />
<P>A nota de liquidação do IMI, que é enviada aos proprietários em abril, é referente ao imposto sobre imóveis do ano anterior. Dependendo do montante, o imposto pode ser pago de uma única vez, ou em até três prestações, em maio, agosto e novembro. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/imi-cobrado-aos-senhorios-com-rendas-antigas-vai-ser-devolvido-fisco/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787595]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>BdP decide nova solução em Entrecampos que custará menos 35 a 40 M€, garante governador</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bdp-decide-nova-solucao-em-entrecampos-que-custara-menos-35-a-40-me-governador/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bdp-decide-nova-solucao-em-entrecampos-que-custara-menos-35-a-40-me-governador/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:44:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Álvaro Santos Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787601</guid>

					<description><![CDATA[O Banco de Portugal (BdP) vai adquirir apenas um edifício em Entrecampos e não dois como estava previsto, alteração que custará menos 35 milhões a 40 milhões de euros em relação à solução anterior, anunciou hoje o governador.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco de Portugal (BdP) vai adquirir apenas um edifício em Entrecampos e não dois como estava previsto, alteração que custará menos 35 milhões a 40 milhões de euros em relação à solução anterior, anunciou hoje o governador.</P><br />
<P>&#8220;Existe outra solução dentro do complexo de Entrecampos mais adequada&#8221;, anunciou hoje Álvaro Santos Pereira, numa audição no parlamento, que consiste no edifício principal junto aos dois edifícios do projeto inicialmente contratado. </P><br />
<P>Esta nova solução deverá permitir poupar 35 a 40 milhões de euros em comparação com a opção inicialmente acordada com o promotor do empreendimento, indicou.</P><br />
<P>O governador adiantou também que este edifício será complementado com um novo auditório para 400 pessoas, um espaço que será &#8220;aberto a iniciativas e eventos da comunidade&#8221;.</P><br />
<P>Santos Pereira defendeu que esta decisão representa &#8220;uma gestão prudente e sã de recursos do banco central, sempre com mesmo objetivo de cumprir a missão de serviço público&#8221;. </P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bdp-decide-nova-solucao-em-entrecampos-que-custara-menos-35-a-40-me-governador/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787601]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ventura diz que Chega continuará a ter 60 deputados e &#8220;a ser líder da oposição&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ventura-diz-que-chega-continuara-a-ter-60-deputados-e-a-ser-lider-da-oposicao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ventura-diz-que-chega-continuara-a-ter-60-deputados-e-a-ser-lider-da-oposicao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:43:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787602</guid>

					<description><![CDATA[ Na quarta-feira, o deputado do Chega José Dias Fernandes informou o Parlamento que queria passar à condição de não inscrito, desvinculando-se da bancada do partido, mas acabou por recuar algumas horas depois]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Chega evitou hoje comentar o caso do deputado que quis desvincular-se mas recuou, dizendo apenas que a bancada se mantém e o partido vai continuar &#8220;a ser líder da oposição&#8221;.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas na Assembleia da República, André Ventura foi questionado sobre o deputado José Dias Fernandes que, na quarta-feira, informou o parlamento que queria passar à condição de não inscrito, desvinculando-se da bancada do partido, mas acabou por recuar algumas horas depois.</p>
<p>&#8220;O que eu quero dizer é que o Chega tinha 60 deputados, continua a ter 60 deputados. Como devem imaginar, eu não me pronuncio sobre a vida interna parlamentar do Chega&#8221;, afirmou.</p>
<p>André Ventura disse também que &#8220;o Chega continuará com os seus 60 deputados, para a tristeza de muitos partidos, como o Partido Socialista, e continuará mesmo a ser o líder da oposição em Portugal&#8221;.</p>
<p>Na quarta-feira, o deputado do Chega José Dias Fernandes informou o Parlamento que queria passar à condição de não inscrito, desvinculando-se da bancada do partido, mas acabou por recuar algumas horas depois.</p>
<p>De acordo com o jornal &#8216;online&#8217; Observador, o deputado mudou de ideias depois de se ter reunido com o líder do partido.</p>
<p>Segundo confirmou à Lusa fonte parlamentar, ao início da tarde o gabinete de José Pedro Aguiar-Branco recebeu um email de José Dias Fernandes a pedir para passar a deputado não inscrito. Porém, ao fim da tarde, foi recebida outra comunicação do deputado, esta a solicitar que fosse desconsiderado o anterior pedido que formulara ao início da tarde.</p>
<p>Pouco depois da publicação das notícias que davam conta que José Dias Fernandes iria abandonar a bancada do partido, fonte oficial desta força política disse à Lusa que o eleito &#8220;continuará a ser deputado do Chega&#8221;. A mesma fonte confirmou depois o recuo do deputado.</p>
<p>A Lusa tentou contactar o deputado várias vezes, mas José Dias Fernandes não respondeu nem atendeu o telemóvel.</p>
<p>Nas últimas eleições legislativas, o Chega conseguiu eleger 60 deputados, mais dois do que o PS, apesar de ter tido menos votos.</p>
<p>Se José Dias Fernandes saísse, a bancada do Chega ficaria com 59 eleitos e se perdesse depois mais um deputado o partido corria o risco de poder deixar de ser a segunda principal força política.</p>
<p>Na anterior legislatura, o Chega já tinha tido uma dissidência do grupo parlamentar, quando Miguel Arruda passou a não inscrito depois de notícias que deram conta que o ex-deputado era suspeito de furtar malas em aeroportos nas viagens entre os Açores e Lisboa.</p>
<p>José Dias Fernandes foi eleito pela primeira deputado do Chega na lista pelo círculo da Europa nas legislativas de 2024 e reeleito novamente nas últimas eleições para a Assembleia da República, no ano passado. Das duas vezes encabeçou a lista de candidatos por aquele círculo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ventura-diz-que-chega-continuara-a-ter-60-deputados-e-a-ser-lider-da-oposicao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787602]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Robôs na saúde, na comida e nas fábricas: Japão prepara plano para automatizar o país por falta de mão de obra</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/robos-na-saude-na-comida-e-nas-fabricas-japao-prepara-plano-para-automatizar-o-pais-por-falta-de-mao-de-obra/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/robos-na-saude-na-comida-e-nas-fabricas-japao-prepara-plano-para-automatizar-o-pais-por-falta-de-mao-de-obra/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 15:08:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Japão]]></category>
		<category><![CDATA[robôs]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787585</guid>

					<description><![CDATA[Plano foi apresentado por Ryosei Akazawa, ministro da Economia, Comércio e Indústria, e recebeu o nome de Noetra]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Japão quer acelerar a chegada dos robôs ao quotidiano e preparar uma nova vaga de automação apoiada em inteligência artificial. O governo japonês anunciou uma estratégia nacional para introduzir cerca de 10 milhões de robôs no país até 2040, numa tentativa de responder à escassez de mão de obra provocada pelo envelhecimento da população e por políticas de imigração restritivas.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, o plano foi apresentado por Ryosei Akazawa, ministro da Economia, Comércio e Indústria, e recebeu o nome de Noetra. A ambição passa por levar robôs a 18 setores de atividade, com prioridade para áreas como a produção alimentar e a saúde, onde a pressão sobre os serviços e a falta de trabalhadores já se fazem sentir com intensidade.</p>
<p>Para concretizar a estratégia, o Japão pretende criar um centro de excelência em robótica baseada em inteligência artificial. A estrutura deverá apoiar empresas na adoção de robôs em larga escala, promover investigação e desenvolver programas de formação profissional para preparar trabalhadores e organizações para a integração destas tecnologias.</p>
<p>O plano assenta no Noetra, um modelo nacional de desenvolvimento multimodal criado no âmbito de um projeto do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Industrial Avançada. A iniciativa está centrada na chamada IA física, ou seja, sistemas capazes de aplicar inteligência artificial a tarefas concretas no mundo real, desde movimentos mecânicos a operações industriais, assistência a pessoas ou resposta a emergências.</p>
<p>Uma das peças centrais da estratégia será a criação de uma grande infraestrutura de dados para robótica e IA física. O Governo japonês quer reunir informação acumulada por empresas e setores ao longo de décadas, desde cuidados a idosos e operação de máquinas até processos de produção e resposta a desastres naturais.</p>
<p>A estratégia deverá contar com o envolvimento de grandes empresas japonesas, incluindo Sony, Honda, SoftBank e NEC. Outras companhias, como Fujitsu e Rakuten, também poderão vir a participar. Para as autoridades japonesas, a experiência industrial do país e a quantidade de dados acumulados pelas empresas podem tornar-se uma vantagem competitiva decisiva.</p>
<p>“Aproveitar os dados acumulados será a estratégia vencedora do Japão”, afirmou Ryosei Akazawa, citado pelo &#8216;El Economista&#8217;. A ideia é transformar esse conhecimento operacional em sistemas robóticos mais capazes, treinados para responder a necessidades reais em setores onde a contratação de trabalhadores é cada vez mais difícil.</p>
<p>O envelhecimento da população japonesa é o pano de fundo de todo o plano. Com menos pessoas em idade ativa e dificuldades em preencher vagas através dos métodos tradicionais de recrutamento, o governo vê a automação como uma resposta prática para manter serviços, produção e cadeias de abastecimento a funcionar.</p>
<p>A aposta nos robôs não significa apenas substituir tarefas repetitivas em fábricas. O objetivo é alargar a robótica a áreas críticas da vida económica e social, incluindo cuidados de saúde, assistência a idosos, produção alimentar e operações em ambientes de risco. A inteligência artificial deverá permitir que estes sistemas sejam mais autónomos, adaptáveis e úteis em contextos onde hoje ainda dependem de supervisão humana constante.</p>
<p>O Japão quer, assim, antecipar uma transformação que muitos países ainda encaram como distante. A diferença é que, para Tóquio, a robotização deixou de ser apenas uma promessa tecnológica: passou a ser uma resposta estratégica a um problema demográfico que já está a condicionar o crescimento económico, os serviços públicos e o funcionamento das empresas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/robos-na-saude-na-comida-e-nas-fabricas-japao-prepara-plano-para-automatizar-o-pais-por-falta-de-mao-de-obra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787585]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ucrânia: Junho foi o mês com mais vítimas civis desde início da guerra, avisa ONU</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-junho-foi-o-mes-com-mais-vitimas-civis-desde-inicio-da-guerra-onu/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-junho-foi-o-mes-com-mais-vitimas-civis-desde-inicio-da-guerra-onu/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:59:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[ONU]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787574</guid>

					<description><![CDATA[Pelo menos 265 pessoas foram mortas e 1.816 ficaram feridas, de acordo com os números preliminares de junho, apresentados pelo Gabinete do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dados preliminares da ONU mostraram hoje um aumento do número de vítimas civis, em junho, na Ucrânia, depois de maio ter sido o mês mais violento para a população civil desde o início da guerra.</p>
<p>Pelo menos 265 pessoas foram mortas e 1.816 ficaram feridas, de acordo com os números preliminares de junho, apresentados pelo Gabinete do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH).</p>
<p>Anteriormente, o ACNUDH tinha indicado que o número de civis mortos e feridos em solo ucraniano foi superior em maio do que em qualquer outro mês desde o início do conflito.</p>
<p>&#8220;Esta tendência preocupante parece manter-se em julho&#8221;, advertiu a subsecretária-geral da ONU para Assuntos Políticos e de Consolidação da Paz, Rosemary DiCarlo, numa reunião do Conselho de Segurança da ONU sobre a Ucrânia.</p>
<p>Desde o início da invasão em grande escala da Ucrânia pela Federação Russa, em fevereiro de 2022, o ACNUDH verificou que pelo menos 16.402 civis, incluindo 802 crianças, foram mortos na Ucrânia.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ucrania-junho-foi-o-mes-com-mais-vitimas-civis-desde-inicio-da-guerra-onu/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787574]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Ébola avança no Congo mais depressa do que a resposta: há 600 mortos e profissionais em greve</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-avanca-no-congo-mais-depressa-do-que-a-resposta-ha-600-mortos-e-profissionais-em-greve/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-avanca-no-congo-mais-depressa-do-que-a-resposta-ha-600-mortos-e-profissionais-em-greve/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[RD Congo]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787572</guid>

					<description><![CDATA[Mais recente relatório do Governo congolês identifica novos casos suspeitos em regiões anteriormente poupadas, incluindo Kisangani, na província de Tshopo, no centro-norte do país]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O surto de Ébola no Congo está a espalhar-se para novas zonas do país e já provocou 600 mortes, numa altura em que a resposta sanitária enfrenta centros de tratamento quase lotados, dificuldades logísticas, insegurança e greves de profissionais de saúde por atrasos salariais.</p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, o mais recente relatório do Governo congolês identifica novos casos suspeitos em regiões anteriormente poupadas, incluindo Kisangani, na província de Tshopo, no centro-norte do país. O número total de casos confirmados subiu para 1.759, enquanto as autoridades investigam possíveis cadeias de transmissão fora das zonas já conhecidas do surto. A &#8216;Associated Press&#8217; confirmou igualmente que o balanço mortal chegou a 600 e que há suspeitas de propagação para províncias até agora não afetadas.</p>
<p>Os dois novos casos suspeitos em Kisangani preocupam as autoridades por razões diferentes. Um deles estará ligado à zona de saúde de Nia-Nia, em Ituri, província onde o surto começou. O outro, segundo o relatório citado pela &#8216;Euronews&#8217;, “não apresenta ligação geográfica aparente com surtos conhecidos”, o que pode indicar transmissão ainda não detetada ou falhas na identificação das cadeias de contacto.</p>
<p>A Organização Mundial da Saúde tem alertado que o vírus continua a propagar-se devido aos movimentos de população e à insegurança em várias zonas do país. Anne Ancia, representante da OMS no Congo, indicou que alguns centros de tratamento estão quase lotados, sinal de que a capacidade de resposta está sob forte pressão. A &#8216;Reuters&#8217; também noticiou que foram registados 51 novos casos e 20 mortes num período recente de 24 horas, num contexto em que o surto continua a crescer.</p>
<p>A situação é agravada pela contestação entre profissionais de saúde em Ituri, epicentro do surto. Trabalhadores envolvidos na vigilância epidemiológica, enterros seguros, segurança e sensibilização comunitária dizem não receber salários e subsídios desde que o surto foi declarado, em 15 de maio. Alguns abandonaram funções ou protestaram, ameaçando comprometer tarefas essenciais para conter a doença.</p>
<p>“Desde que foi declarado o surto da doença por vírus Ébola, temos exigido o pagamento pelo nosso trabalho”, disse Biensi Kano, membro da comissão de vigilância epidemiológica em Bunia, à Associated Press. Os profissionais denunciam também falta de meios, más condições de trabalho e tratamento desigual por parte das autoridades e das equipas de resposta.</p>
<p>As autoridades locais reconhecem dificuldades operacionais. Akilimali Pierre, coordenador de incidentes no Instituto Nacional de Saúde Pública do Congo, afirmou à &#8216;AP&#8217; que o encerramento do aeroporto de Bunia está a dificultar a implementação da resposta, incluindo o fluxo de fundos necessário para pagar as equipas no terreno. Ao mesmo tempo, os profissionais enfrentam ataques de residentes revoltados e desconfiança em relação à existência ou gravidade do vírus.</p>
<p>O surto foi declarado oficialmente em 15 de maio, depois de a doença ter circulado durante semanas sem deteção formal. A atual epidemia é provocada pelo vírus Bundibugyo, uma estirpe rara do Ébola para a qual não existe vacina nem tratamento aprovados. O Centro de Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA indica que, nestes casos, o tratamento disponível é sobretudo de suporte clínico, enquanto decorrem esforços para testar novas opções terapêuticas.</p>
<p>Na semana passada, investigadores lançaram um ensaio clínico considerado aguardado para tentar encontrar uma resposta ao vírus Bundibugyo. Mas, no terreno, o desafio imediato continua a ser travar a transmissão: identificar contactos, isolar casos suspeitos, proteger profissionais, garantir enterros seguros e manter a confiança das comunidades.</p>
<p>O risco, para já, é que o surto continue a correr mais depressa do que a resposta. A chegada de casos suspeitos a novas regiões, a pressão sobre os centros de tratamento e a greve de equipas essenciais criam uma combinação perigosa. Num surto de Ébola, cada atraso na vigilância, no isolamento ou no pagamento de quem está na linha da frente pode transformar uma crise localizada numa emergência muito mais difícil de controlar.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ebola-avanca-no-congo-mais-depressa-do-que-a-resposta-ha-600-mortos-e-profissionais-em-greve/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787572]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Putin ouviu a proposta para congelar a guerra. A resposta foi uma repreensão — e a ordem de avançar no Donbass</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/putin-ouviu-a-proposta-para-congelar-a-guerra-a-resposta-foi-uma-repreensao-e-a-ordem-de-avancar-no-donbass/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/putin-ouviu-a-proposta-para-congelar-a-guerra-a-resposta-foi-uma-repreensao-e-a-ordem-de-avancar-no-donbass/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:45:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
		<category><![CDATA[Vladimir Putin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787567</guid>

					<description><![CDATA[Recentes ataques ucranianos de longo alcance contra refinarias, portos e infraestruturas de combustível na Rússia não aproximaram Moscovo de negociações. Pelo contrário, terão endurecido a posição de Putin]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Vladimir Putin rejeitou uma proposta dos seus próprios conselheiros para travar a guerra na atual linha da frente e repreendeu o grupo que lhe apresentou essa hipótese, mantendo-se determinado a continuar a ofensiva na Ucrânia. A informação foi avançada pela &#8216;Reuters&#8217;, citada pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;, com base em três fontes ligadas ao Kremlin.</p>
<p>Segundo duas dessas fontes, os recentes ataques ucranianos de longo alcance contra refinarias, portos e infraestruturas de combustível na Rússia não aproximaram Moscovo de negociações. Pelo contrário, terão endurecido a posição de Putin, que continua focado no objetivo de conquistar o restante território do Donbass ainda sob controlo ucraniano.</p>
<p>Uma das fontes, que se reúne regularmente com o presidente russo, disse à &#8216;Reuters&#8217; que Putin “fincou o pé” nesse objetivo. A mesma fonte afirmou que o líder russo repreendeu recentemente um grupo de conselheiros que sugeriu congelar o conflito ao longo da atual linha da frente como base para um cessar-fogo.</p>
<p>Outra fonte citada pela agência indicou que Putin acredita que as forças russas conseguirão, com o tempo, tomar o restante Donbass, razão pela qual não estará disposto a aceitar compromissos. As fontes apontam mesmo para uma “elevada probabilidade” de a Rússia escalar a guerra nos próximos meses, em vez de avançar para negociações de paz.</p>
<p>A leitura contraria as declarações recentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que afirmou, depois de contactos com Putin e com Volodymyr Zelensky, que o fim da guerra estava “mais perto do que as pessoas imaginam”. O Kremlin, pela voz de Dmitry Peskov, insistiu que Moscovo continua disponível para uma solução pacífica, mas sublinhou que a Rússia tem capacidade para prosseguir a chamada “operação militar especial”, expressão usada oficialmente por Moscovo para se referir à invasão da Ucrânia.</p>
<p>A avaliação de Kiev aponta no mesmo sentido das fontes citadas pela &#8216;Reuters&#8217;. Um alto responsável ucraniano disse que os serviços de informações também veem sinais de que Putin prepara uma nova escalada militar, que poderá incluir novas operações dentro da Ucrânia ou mesmo ações contra outro país europeu.</p>
<p>O presidente checo, Petr Pavel, lançou um aviso semelhante em declarações ao The Telegraph, citado pelo &#8216;Kyiv Post&#8217;. Pavel defendeu que a Ucrânia tem cerca de dois meses para tentar empurrar Moscovo para negociações antes de uma eventual escalada russa, admitindo que Putin evite anunciar uma mobilização em larga escala antes das eleições parlamentares russas de 20 de setembro, mas possa fazê-lo depois.</p>
<p>A pressão sobre a Rússia tem aumentado devido aos ataques ucranianos contra a infraestrutura energética. Refinarias, depósitos de combustível e portos têm sido visados por drones de longo alcance, provocando quebras na capacidade de refinação e problemas de abastecimento em várias regiões. O &#8216;The Guardian&#8217; noticiou esta quinta-feira que a Rússia impôs uma proibição à exportação de gasóleo para tentar estabilizar o mercado interno, após ataques que desencadearam escassez e aumentos de preços.</p>
<p>As autoridades ucranianas defendem que estes ataques têm como objetivo enfraquecer a capacidade de Moscovo para sustentar a guerra. A &#8216;Associated Press&#8217; referiu também que a campanha ucraniana contra a infraestrutura petrolífera russa tem provocado incêndios em depósitos e petroleiros, agravando uma crise de combustíveis sentida longe da linha da frente.</p>
<p>Apesar desses custos, as fontes ligadas ao Kremlin indicam que Moscovo interpreta a escalada como o caminho para obter aquilo que Putin considera uma vitória militar necessária no Donbass. A aposta russa parece, assim, menos orientada para uma pausa negocial e mais para uma tentativa de alterar o equilíbrio no terreno antes que a pressão económica e social dentro da Rússia se torne politicamente mais difícil de gerir.</p>
<p>O resultado é um impasse perigoso. A Ucrânia tenta transformar os ataques de longo alcance numa forma de pressão sobre Moscovo; os aliados europeus defendem que esse desgaste pode abrir espaço a negociações; e Putin, segundo fontes próximas do Kremlin, responde com maior determinação em continuar a guerra. Para já, a paz parece menos provável do que uma nova fase de escalada.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/putin-ouviu-a-proposta-para-congelar-a-guerra-a-resposta-foi-uma-repreensao-e-a-ordem-de-avancar-no-donbass/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787567]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Iscte reúne mais de 700 especialistas de 70 países para debater o futuro do terceiro setor</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/iscte-reune-mais-de-700-especialistas-de-70-paises-para-debater-o-futuro-do-terceiro-setor/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/iscte-reune-mais-de-700-especialistas-de-70-paises-para-debater-o-futuro-do-terceiro-setor/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:36:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Universidades]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[especialistas]]></category>
		<category><![CDATA[ISCTE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787563</guid>

					<description><![CDATA[O Iscte vai receber, entre 10 e 17 de julho, a 17.ª Conferência da Sociedade Internacional para a Investigação no Terceiro Setor (ISTR), um dos principais encontros mundiais dedicados às organizações sem fins lucrativos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p data-start="263" data-end="743">O Iscte vai receber, entre 10 e 17 de julho, a 17.ª Conferência da Sociedade Internacional para a Investigação no Terceiro Setor (ISTR), um dos principais encontros mundiais dedicados às organizações sem fins lucrativos. O evento reunirá mais de 700 especialistas de cerca de 70 países para discutir os desafios e o futuro do terceiro setor, com destaque para a forma como a investigação académica pode contribuir para aumentar o impacto das organizações sociais, fundações e ONG.</p>
<p data-start="745" data-end="1324">Sob o mote <em data-start="756" data-end="829">&#8220;Imaginando a próxima geração: reforçar os alicerces do terceiro setor&#8221;</em>, a conferência contará com a participação de algumas das maiores referências internacionais na área, como Susan Phillips, da Universidade de Carleton (Canadá), Amir Pasic, diretor da Lilly Family School of Philanthropy da Universidade de Indiana (Estados Unidos), e Georg von Schnurbein, da Universidade de Basileia (Suíça). Ao longo de quatro dias, especialistas vão partilhar práticas inovadoras, casos de sucesso e investigação aplicada ao desenvolvimento das organizações do terceiro setor.</p>
<p data-start="1326" data-end="1789">Para Raquel Rego, professora de Sociologia e investigadora do Iscte, a ligação entre ciência e intervenção social é essencial. &#8220;As organizações do terceiro setor apostam na investigação social desenvolvida em colaboração com universidades para garantir uma base de informação de qualidade&#8221;, afirma, acrescentando que, num contexto marcado por múltiplas crises, a conferência pretende reforçar a colaboração entre a academia e as organizações que atuam no terreno.</p>
<p data-start="1791" data-end="2141">O programa inclui mesas-redondas, sessões plenárias e apresentações de estudos sobre inovação social, filantropia, voluntariado e políticas públicas. Em Portugal, o encontro conta com o alto patrocínio do Presidente da República, António José Seguro, e dedicará três sessões exclusivamente ao contexto nacional, abertas ao público mediante inscrição.</p>
<p data-start="2143" data-end="2674">Entre os temas em destaque estará o papel do terceiro setor no desenvolvimento do país. Segundo Raquel Rego, Portugal é reconhecido internacionalmente pela evolução das suas organizações sociais e pelas experiências de inovação social, embora continue a enfrentar desafios como uma das mais baixas taxas de voluntariado formal da Europa. A investigadora defende, contudo, que grande parte da solidariedade acontece fora das estatísticas oficiais, através de redes de entreajuda familiar, de vizinhança e de mobilização comunitária.</p>
<p data-start="2676" data-end="3160" data-is-last-node="" data-is-only-node="">A conferência inclui ainda uma mesa-redonda sobre os desafios do terceiro setor em Portugal, com representantes da Fundação Calouste Gulbenkian, Portugal Inovação Social, Fundação &#8220;la Caixa&#8221;, CASES e Café Joyeux, bem como a apresentação do estudo &#8220;Cooperação em Transição: Práticas e Tendências que Moldam as ONGD em Portugal&#8221;. O encerramento contará com uma sessão dedicada à relação entre filantropia e investigação social, reunindo representantes de várias fundações nacionais.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/iscte-reune-mais-de-700-especialistas-de-70-paises-para-debater-o-futuro-do-terceiro-setor/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787563]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fechar a torneira ajuda, mas não resolve: Portugal perdeu água suficiente para abastecer 30 milhões de pessoas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fechar-a-torneira-ajuda-mas-nao-resolve-portugal-perdeu-agua-suficiente-para-abastecer-30-milhoes-de-pessoas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/fechar-a-torneira-ajuda-mas-nao-resolve-portugal-perdeu-agua-suficiente-para-abastecer-30-milhoes-de-pessoas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com DECO PROTeste]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:34:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[água]]></category>
		<category><![CDATA[Almada]]></category>
		<category><![CDATA[Deco Proteste]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787529</guid>

					<description><![CDATA[As falhas no abastecimento de água registadas nos últimos dias em Almada voltaram a colocar a gestão dos recursos hídricos no centro do debate]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As falhas no abastecimento de água registadas nos últimos dias em Almada voltaram a colocar a gestão dos recursos hídricos no centro do debate. Para a DECO PROteste, o episódio mostra que Portugal precisa de preparar melhor os sistemas de abastecimento para responder a situações de escassez, mas também de garantir que os consumidores conhecem os seus direitos e sabem como reduzir o impacto da falta de água no dia a dia.</p>
<p>A organização lembra que as interrupções ou condicionamentos no abastecimento podem tornar-se mais frequentes num contexto marcado pelas alterações climáticas, pela pressão crescente sobre os recursos hídricos e pelo envelhecimento das infraestruturas. Embora o caso de Almada resulte de uma ocorrência operacional específica, a DECO PROteste considera que a situação evidencia a necessidade de tornar as redes mais resilientes.</p>
<p>Os dados da organização apontam para um problema estrutural. Entre 2013 e 2024, Portugal perdeu cerca de 2 mil milhões de metros cúbicos de água nas redes de abastecimento, o equivalente a meia barragem do Alqueva ou ao abastecimento anual de cerca de 30 milhões de pessoas. Todos os anos, desaparecem aproximadamente 166 milhões de metros cúbicos de água já captada, tratada e transportada.</p>
<p>Almada também enfrenta desafios nesta matéria. O concelho está inserido numa zona de escassez hídrica elevada ou severa e, apesar de ter reduzido as perdas de água entre 2023 e 2024, de 402 para 284 litros por ramal e por dia, continua a apresentar valores que justificam reforço do investimento na renovação da rede.</p>
<p>A DECO PROteste sublinha que os consumidores podem reduzir de forma significativa o consumo doméstico através de pequenas mudanças. Segundo os seus cálculos, uma pessoa pode passar de cerca de 280 litros de água por dia para aproximadamente 100 litros se recorrer a equipamentos mais eficientes, como redutores de caudal, chuveiros economizadores e autoclismos de dupla descarga. A poupança pode chegar a 180 litros por dia, o equivalente a 36 garrafões de cinco litros.</p>
<p>Entre as recomendações estão privilegiar duches rápidos em vez de banhos de imersão, fechar a torneira enquanto se lava os dentes ou se ensaboa as mãos, reparar rapidamente fugas em torneiras e autoclismos, reaproveitar a água fria do duche, usar máquinas de lavar roupa e loiça apenas com carga completa e regar jardins nas horas de menor calor, sempre que possível com sistemas de gota a gota.</p>
<p>A organização recorda também que o abastecimento de água é um serviço público essencial. Por isso, as entidades gestoras têm deveres de informação e qualidade de serviço. Sempre que haja interrupções programadas ou situações que afetem significativamente o abastecimento, os consumidores devem ser informados de forma clara, atempada e transparente, para poderem preparar-se e reduzir os impactos no quotidiano.</p>
<p>Depois de falhas ou anomalias no abastecimento, a DECO PROteste aconselha os consumidores a verificarem cuidadosamente as faturas e a reclamarem sempre que detetem valores que não correspondam aos consumos efetivos ou incumprimentos nos padrões de qualidade do serviço. As reclamações podem ser apresentadas junto da entidade gestora e, quando necessário, junto da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos.</p>
<p>Para a DECO PROteste, porém, a poupança doméstica não pode ser a única resposta à escassez hídrica. A organização defende uma estratégia nacional assente em consumidores mais informados, redes de abastecimento mais eficientes e maior reutilização da água.</p>
<p>A organização considera que não basta pedir às famílias que reduzam consumos quando continuam a perder-se milhões de metros cúbicos de água tratada devido ao envelhecimento das infraestruturas. A resposta deve passar pela renovação das condutas, pelo reforço da monitorização das perdas, pela reutilização de águas residuais tratadas e por investimentos dirigidos aos territórios onde as necessidades são mais urgentes.</p>
<p>Num país onde apenas uma pequena parte dos municípios não enfrenta situações de escassez hídrica, a DECO PROteste defende que a proteção da água exige responsabilidade partilhada entre consumidores, entidades gestoras e decisores públicos. Só assim, considera a organização, será possível garantir um abastecimento mais seguro, sustentável e resiliente.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/fechar-a-torneira-ajuda-mas-nao-resolve-portugal-perdeu-agua-suficiente-para-abastecer-30-milhoes-de-pessoas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787529]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 104 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-104-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-104-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:29:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[sismos]]></category>
		<category><![CDATA[Venezuela]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787530</guid>

					<description><![CDATA[O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 104 e há 57 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de cidadãos portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela em 24 de junho aumentou para 104 e há 57 desaparecidos, anunciou hoje o Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</p>
<p>Entre os 104 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, em que 90 tinham também a nacionalidade venezuelana, estão 18 crianças e 86 adultos, indicou o MNE.</p>
<p>O anterior balanço contabilizava 102 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos e 57 desaparecidos ou incontactáveis.</p>
<p>No total, o número de mortos subiu na quarta-feira para 3.811, enquanto o de feridos se manteve em 16.740, segundo o mais recente balanço oficial divulgado pelo Governo venezuelano.</p>
<p>O número de feridos mantém-se igual ao registado no balanço de domingo, enquanto o de falecidos representa um aumento de 126 pessoas.</p>
<p>O presidente do Parlamento, Jorge Rodríguez, indicou numa reunião com a chefe de Estado interina, Delcy Rodríguez, que 17.907 pessoas ficaram sem habitação após o duplo sismo, enquanto se mantém &#8211; desde a passada quinta-feira &#8211; a cifra de resgatados em 6.462.</p>
<p>Rodríguez acrescentou que as autoridades já prestaram assistência a 86.794 famílias e distribuíram 9.603.000 quilogramas de alimentos.</p>
<p>O dirigente afirmou ainda que há 856 edifícios afetados pelos sismos, dos quais 190 colapsaram totalmente.</p>
<p>O parlamentar referiu que se encontram no país sul-americano 4.388 socorristas internacionais, além de 30.076 efetivos da Força Armada Nacional Bolivariana, polícias nacionais, estaduais e municipais, corpos de bombeiros, Proteção Civil e funcionários destacados nos acampamentos temporários.</p>
<p>Do mesmo modo, sublinhou que 28.992 pessoas se registaram como voluntários para ajudar na resposta à contingência após os dois sismos.</p>
<p>Na quarta-feira, o ministro da Educação, Héctor Rodríguez, informou que, pelo menos, 16.686 pessoas estão alojadas em 87 acampamentos temporários habilitados pelo Governo venezuelano.</p>
<p>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</p>
<p>Os Estados Unidos da América (EUA) destinaram, até ao momento, mais de 386 milhões de dólares (cerca de 377 milhões de euros) em ajuda humanitária, informou o Departamento de Estado.</p>
<p>Relativamente a Portugal, o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, iniciou na quarta-feira uma visita de quatro dias ao país e anunciou hoje que a companhia aérea TAP vai retomar, em 13 de julho, os voos de e para a Venezuela, utilizando o Aeroporto Arturo Michelena de Valência, a 170 quilómetros a oeste de Caracas.</p>
<p>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/venezuela-sismo-sobe-para-104-numero-de-portugueses-e-lusodescendentes-mortos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787530]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Irão: Governo português preocupado com impacto económico de novas tensões</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/irao-governo-portugues-preocupado-com-impacto-economico-de-novas-tensoes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/irao-governo-portugues-preocupado-com-impacto-economico-de-novas-tensoes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:28:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Governo]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
		<category><![CDATA[Irão]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim Miranda Sarmento]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787531</guid>

					<description><![CDATA[Joaquim Miranda Sarmento referiu que o Governo vai "ver que efeitos é que isto vai ter nas próximas semanas, sobretudo no preço dos combustíveis, e atuar em conformidade"]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Governo vê &#8220;com preocupação&#8221; o impacto económico do ressurgimento de tensões no Médio Oriente, dados os novos ataques norte-americanos e iranianos, admitindo a &#8220;situação bastante incerta e volátil&#8221;, nomeadamente para os preços dos combustíveis.</p>
<p>&#8220;Este regressar da tensão no estreito Ormuz e no conflito do Medo Oriente naturalmente preocupa-nos. Todos tínhamos a expectativa há umas semanas, quando foi firmado um acordo, que o conflito terminaria, que a passagem pelo estreito Ormuz retomaria a sua normalidade e que com isso o preço do petróleo pudesse baixar para níveis pré-conflito e ter o mesmo efeito na gasolina e no gasóleo&#8221;, disse hoje o ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento.</p>
<p>Em declarações aos jornalistas portugueses em Bruxelas, na entrada para a reunião do Eurogrupo, o governante apontou: &#8220;A situação é bastante incerta, sempre muito volátil, e se voltarmos a ter uma situação de conflito e um agravamento do preço do petróleo isso tem naturalmente consequências negativas na economia&#8221;.</p>
<p>&#8220;Esperemos que tudo possa ser sanado rapidamente&#8221;, acrescentou.</p>
<p>Indicando que Portugal &#8220;acompanha a evolução e os impactos deste conflito&#8221;, Joaquim Miranda Sarmento referiu que o Governo vai &#8220;ver que efeitos é que isto vai ter nas próximas semanas, sobretudo no preço dos combustíveis, e atuar em conformidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;A situação orçamental de 2025, ao ter sido melhor do que aquilo que antecipava, deu-nos um pouco de margem, mas temos que atuar em função daquilo que seja a evolução das circunstâncias&#8221;, indicou, sem precisar.</p>
<p>Certo é que Portugal já anunciou que irá beneficiar do alívio das regras orçamentais da União Europeia proposto pela Comissão Europeia para acomodar despesas energéticas, uma medida que permite aos Estados-membros aumentar o investimento público em áreas como a energia e a segurança energética sem que esses gastos afetem o cumprimento das regras de défice e dívida da UE.</p>
<p>Questionado sobre que medidas poderiam ser incluídas, Joaquim Miranda Sarmento apontou que &#8220;essa é uma discussão que agora terá de ser feita com a Comissão&#8221;.</p>
<p>&#8220;A nossa expectativa é que naturalmente os apoios que foram decididos de desconto do ISP [Imposto sobre os Produtos Petrolíferos e Energéticos], de apoio no gasóleo agrícola, de apoio no gás óleo às empresas de transporte e às empresas de passageiros que fazem serviço público, portanto não podem refletir no preço o aumento dos combustíveis, o apoio aos fertilizantes, que tudo isso possa ser incluído na cláusula de escape&#8221;, elencou.</p>
<p>Citando dados de há cerca de um mês, referentes ao impacto orçamental das medidas portuguesas publicado pela Comissão Europeia, o ministro falou num valor próximo de 0,2% do PIB, caso não sejam adotadas mais medidas.</p>
<p>Em meados de junho, o Governo anunciou estar a elaborar o projeto de criação de taxas sobre os lucros extraordinários de empresas energéticas, anunciado em maio, que enviará depois à Assembleia da República.</p>
<p>Já hoje, Joaquim Miranda Sarmento indicou aos jornalistas em Bruxelas que o executivo ainda está &#8220;analisar essa possibilidade&#8221;.</p>
<p>&#8220;Mais tarde, tomaremos decisões&#8221;, concluiu.</p>
<p>A posição surge quando o conflito entre os Estados Unidos e o Irão voltou a intensificar-se, com uma troca de ataques militares que agravou as preocupações em torno da segurança no estreito de Ormuz, uma rota por onde passa cerca de um quinto do comércio mundial de petróleo.</p>
<p>A escalada das tensões aumenta os receios de perturbações no abastecimento energético e de novos impactos na economia global, nomeadamente através da subida dos preços do petróleo e do aumento da incerteza nos mercados.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/irao-governo-portugues-preocupado-com-impacto-economico-de-novas-tensoes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787531]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Caixa Geral de Depósitos é o banco com melhor desempenho em Portugal e mantém-se no Top 200 mundial da The Banker</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/caixa-geral-de-depositos-e-o-banco-com-melhor-desempenho-em-portugal-e-mantem-se-no-top-200-mundial-da-the-banker/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/caixa-geral-de-depositos-e-o-banco-com-melhor-desempenho-em-portugal-e-mantem-se-no-top-200-mundial-da-the-banker/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:26:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[banco]]></category>
		<category><![CDATA[caixa]]></category>
		<category><![CDATA[Financial Times]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787551</guid>

					<description><![CDATA[A Caixa Geral de Depósitos voltou a ser distinguida como o banco português mais bem classificado no ranking TOP 1000 World Banks 2026, da revista britânica The Banker, pertencente ao grupo Financial Times.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Caixa Geral de Depósitos voltou a ser distinguida como o banco português mais bem classificado no ranking TOP 1000 World Banks 2026, da revista britânica The Banker, pertencente ao grupo Financial Times. A instituição subiu duas posições face ao ano anterior, alcançando o 183.º lugar a nível mundial, sendo o único banco nacional a integrar o top 200 da publicação.</p>
<p>Pela primeira vez, a The Banker atribuiu ainda à Caixa um conjunto de distinções que reconhecem o seu desempenho em Portugal, nomeadamente nas categorias de melhor desempenho global, rendibilidade, eficiência operacional, rendibilidade ajustada ao risco, solidez, alavancagem e capital Tier 1.</p>
<p>A posição da instituição no ranking reflete os resultados financeiros registados no primeiro trimestre de 2026. Nesse período, a Caixa apresentou um resultado líquido consolidado de 397 milhões de euros e capitais próprios de 12,2 mil milhões de euros. O banco mantém rácios de solvabilidade CET1 e de Capital Total de 21,2%, já considerando a dedução do dividendo de 1.250 milhões de euros referente ao exercício de 2025, o maior alguma vez distribuído por um banco português.</p>
<p>A atividade comercial também registou crescimento no arranque do ano. Em Portugal, o volume de negócios aumentou cerca de três mil milhões de euros, impulsionado pela expansão da carteira de crédito em 1,7 mil milhões de euros e pelo reforço de 1,1 mil milhões de euros dos recursos de clientes. O crédito a empresas e instituições cresceu 852 milhões de euros, enquanto a produção de novo crédito ao investimento atingiu 2,2 mil milhões de euros. Já o crédito à habitação ultrapassou 1,6 mil milhões de euros, representando um aumento homólogo de 41%.</p>
<p>Segundo a instituição, a Caixa mantém a liderança na banca nacional, com quotas de mercado de 22,9% nos depósitos totais e de 18,3% no crédito. No segmento de particulares, detém uma quota de 30,9% nos depósitos e de 24,2% no crédito à habitação. O banco destaca ainda a evolução da sua operação digital, que conta com mais de 2,5 milhões de clientes digitais ativos, bem como a melhoria contínua da qualidade dos ativos e a redução da exposição a ativos não estratégicos.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/caixa-geral-de-depositos-e-o-banco-com-melhor-desempenho-em-portugal-e-mantem-se-no-top-200-mundial-da-the-banker/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787551]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Sentença de deputado do Chega Pedro Frazão por difamação adiada para 15 de julho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/sentenca-de-deputado-do-chega-pedro-frazao-por-difamacao-adiada-para-15-de-julho/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/sentenca-de-deputado-do-chega-pedro-frazao-por-difamacao-adiada-para-15-de-julho/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 14:25:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Chega]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Frazão]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=787533</guid>

					<description><![CDATA[A leitura da sentença do caso em que o deputado do Chega Pedro Frazão está acusado de ter difamado, em 2021, o atual coordenador do BE, José Manuel Pureza, foi hoje adiada para 15 de julho.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A leitura da sentença do caso em que o deputado do Chega Pedro Frazão está acusado de ter difamado, em 2021, o atual coordenador do BE, José Manuel Pureza, foi hoje adiada para 15 de julho.</P><br />
<P>Marcada para o dia de hoje, no Tribunal Criminal de Lisboa, a sessão de leitura da sentença de Pedro Frazão acabou por ser adiada depois de o juiz responsável pelo julgamento ter pedido que fosse adicionada ao processo a &#8220;identificação civil destinada a comprovar a data de nascimento e consequentemente a idade do assistente [José Manuel Pureza]&#8221;. </P><br />
<P>O objetivo do juiz será perceber se, à data da publicação nas redes sociais de Pedro Frazão, o líder do Bloco de Esquerda tinha 62 anos, uma vez que o deputado do Chega escreveu &#8220;quem será o nojento de 62 anos?&#8221;.</P><br />
<P>Uma vez que foi adicionada documentação, as partes &#8211; arguido, Ministério Público e assistente &#8211; têm um prazo para se pronunciarem e, por isso, a sentença só será lida a 15 de julho, às 13:30. </P><br />
<P>Em causa está uma publicação nas redes sociais em que, segundo a acusação do Ministério Público a que a Lusa teve acesso, o deputado do Chega lançou a suspeita de que José Manuel Pureza, à data vice-presidente da Assembleia da República, poderia ter praticado um &#8220;crime contra a liberdade e autodeterminação sexual&#8221; de &#8220;uma jovem militante/simpatizante&#8221; do Bloco de Esquerda.</P><br />
<P>&#8220;Já não há Pureza no Bloco de Asquereza? #MeToo&#8221;, escreveu Pedro Frazão na publicação, tendo ainda questionado num comentário: &#8220;Quem será o nojento de 62 anos?&#8221;.</P><br />
<P>Para o Ministério Público, Pedro Frazão &#8220;tinha perfeita consciência&#8221; de que José Manuel Pureza &#8220;pertencia aos órgãos do Bloco de Esquerda, que havia sido eleito deputado por aquele partido e que tinha 62 anos de idade&#8221;.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/sentenca-de-deputado-do-chega-pedro-frazao-por-difamacao-adiada-para-15-de-julho/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_787533]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
