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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Irão: Autorizar Teerão a controlar o estreito de Ormuz criaria &#8220;precedente perigoso&#8221; &#8211; Rubio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 04:00:42 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, alertou hoje que permitir ao Irão controlar o estreito de Ormuz criaria um "precedente perigoso" com consequências para além do Médio Oriente, onde Teerão e Washington retomaram as hostilidades.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, alertou hoje que permitir ao Irão controlar o estreito de Ormuz criaria um &#8220;precedente perigoso&#8221; com consequências para além do Médio Oriente, onde Teerão e Washington retomaram as hostilidades.</P><br />
<P>&#8220;Se criarmos um precedente no Médio Oriente em que um Estado pode decidir controlar uma via marítima internacional, cobrar uma taxa e afundar navios se não se pagar, estaremos a abrir caminho a que isso se repita noutras partes do mundo, incluindo nesta região&#8221;, afirmou Rubio numa reunião com a Associação das Nações do Sudeste Asiático (ASEAN) em Manila.</P><br />
<P>O responsável sublinhou que o Irão reivindica um direito &#8220;sem qualquer base jurídica existente&#8221; ao controlar o tráfego no estreito de Ormuz. </P><br />
<P>&#8220;Há um princípio fundamental de liberdade de navegação que está ameaçado. A economia mundial está em risco, tal como as regras que regem o comércio internacional há 150 anos, e não podemos deixar que isso aconteça&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>O exército norte-americano lançou esta madrugada o 11.º ataque noturno contra o Irão, numa nova vaga de bombardeamentos que se soma à escalada de violência no Médio Oriente e que tem ofuscado os esforços diplomáticos do Paquistão para salvar o acordo de cessar-fogo interino, entretanto violado.</P><br />
<P>Teerão voltou a bloquear o estreito de Ormuz e Washington retomou o bloqueio de portos iranianos, num confronto que ameaça alargar-se ao mar Vermelho e agravar ainda mais a economia global.</P><br />
<P> A escalada fez subir os preços da energia, com o petróleo Brent a ultrapassar os 91 dólares (83 euros) por barril e a gasolina nos EUA atingiu em média quatro dólares (3,6 euros) por galão.</P><br />
<P>O secretário de Estado garantiu que os EUA permanecem &#8220;abertos a negociações construtivas&#8221;, mas lamentou que as autoridades iranianas &#8220;não levem as conversações a sério&#8221;. &#8220;Se forem sérios, nós também seremos. Se não forem, faremos o necessário para proteger os nossos interesses e os dos nossos aliados&#8221;, disse.</P><br />
<P>Rubio participa na reunião ministerial da ASEAN e tem previstos encontros paralelos com países do Quad (Índia, Japão, Austrália) e, mais tarde, com o ministro chinês dos Negócios Estrangeiros, Wang Yi.</P><br />
<P>As declarações de Rubio surgem num contexto em que a região Ásia-Pacífico enfrenta também os agressivos movimentos da China no mar do Sul da China, outra rota crucial para o comércio mundial.</P><br />
<P> As Filipinas, que este ano assumem a presidência rotativa da ASEAN, foram um dos países mais atingidos pela crise energética e em março decretaram estado de &#8220;emergência energética&#8221; por um ano, para facilitar acordos de compra, incluindo pactos com a Rússia.</P><br />
<P>Na declaração final da reunião ministerial, a ASEAN renovou o apelo &#8220;a todas as partes envolvidas&#8221; para que exerçam moderação e evitem &#8220;qualquer ato que possa agravar ainda mais a situação&#8221;, reafirmando a necessidade de manter a segurança marítima e as rotas comerciais abertas.</P><br />
<P>&#8220;Expressamos a nossa profunda preocupação com qualquer medida discriminatória ou unilateral que possa impedir ou obstruir a passagem de navios pelo estreito de Ormuz&#8221;, sublinhou o texto aprovado pelos ministros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792242]]></sapo:autor>
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		<title>Centros de fraude &#8216;online&#8217; são ameaça à segurança nacional timorense &#8211; ONG</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 03:11:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, sigla em inglês) advertiu hoje que os centros de fraude 'online' em Timor-Leste são uma ameaça à segurança nacional e pediu uma resposta política clara e firme do Governo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Programa de Monitorização do Sistema Judicial (JSMP, sigla em inglês) advertiu hoje que os centros de fraude &#8216;online&#8217; em Timor-Leste são uma ameaça à segurança nacional e pediu uma resposta política clara e firme do Governo.</P><br />
<P>&#8220;A JSMP considera que esta situação não constitui apenas um problema de criminalidade comum, mas representa uma séria ameaça à segurança nacional, à soberania do Estado, à reputação internacional de Timor-Leste e à estabilidade social e económica do país&#8221;, advertiu a organização não-governamental em comunicado à imprensa.</P><br />
<P>As autoridades policiais de Timor-Leste detiveram nas últimas semanas mais de 400 pessoas, na sua maioria cidadãos da China, do Camboja e da Indonésia, por suspeitas de envolvimento em atividades ilegais &#8216;online&#8217;, sobretudo relacionadas com jogo ilegal e fraude.</P><br />
<P>A maioria dos detidos foi sujeita à medida de coação de apresentação periódica às autoridades e ao pagamento de uma multa.</P><br />
<P>O Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC) divulgou terça-feira um relatório no qual salienta que os recentes desenvolvimentos em Timor-Leste mostram a deslocação dos centros de burla do Sudeste Asiático.</P><br />
<P>O dólar como moeda nacional, a porosidade das fronteiras e a limitada capacidade das autoridades em matéria de inteligência financeira criam, segundo a UNODC, &#8220;condições muito semelhantes às vulnerabilidades inicialmente exploradas no Camboja e no Myanmar, tornando a evolução de Timor-Leste um sério motivo de preocupação para a prevenção do crime organizado na região&#8221;.</P><br />
<P>Para a JSMP, o fenómeno das atividades ilegais &#8216;online&#8217; e do crime organizado transnacional &#8220;deve ser considerado um alerta nacional&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Se o Estado não responder com rapidez e firmeza, Timor-Leste corre um risco real de se tornar num refúgio ou uma plataforma operacional para redes criminosas internacionais&#8221;, afirmou a diretora-executiva da JSMP, Ana Paula Marçal.</P><br />
<P>O JSMP salienta também que a situação pode afetar &#8220;negativamente a imagem e a credibilidade de Timor-Leste&#8221;.</P><br />
<P>No comunicado, o programa apela ao Conselho de Ministros de Timor-Leste para declarar publicamente que o combate aos centros de fraude &#8216;online&#8217; e ao crime transnacional são uma &#8220;prioridade nacional&#8221; e que aprove uma estratégica integrada para prevenir, investigar e desmantelar as redes criminosas.</P><br />
<P>A JSMP recomenda também que seja reforçada a capacidade de investigação criminal, incluindo os mecanismos de controlo dos Serviços de Migração e da monitorização de atividades empresariais suspeitas.</P><br />
<P>&#8220;O silêncio ou uma resposta limitada poderá criar a perceção de que Timor-Leste é vulnerável à infiltração de redes criminosas internacionais&#8221;, afirmou o JSMP, que pede também à comunidade internacional para aumentar o apoio técnico ao país.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792241]]></sapo:autor>
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		<title>China inicia operações em mega-acelerador de partículas para simular instantes iniciais do Big Bang</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 03:06:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A China iniciou operações num acelerador de partículas de grande escala que pretende explorar os limites dos núcleos atómicos e desvendar os processos fundamentais da matéria e do universo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A China iniciou operações num acelerador de partículas de grande escala que pretende explorar os limites dos núcleos atómicos e desvendar os processos fundamentais da matéria e do universo.</P><br />
<P>Segundo a agência Xinhua, na terça-feira foi iniciada a fase de operações experimentais do Acelerador de Iões Pesados de Alta Intensidade (HIAF, na sigla em inglês) em Huizhou, na província de Guangdong, que visa explorar os limites dos núcleos atómicos, revelar processos de astrofísica nuclear e impulsionar o desenvolvimento da energia nuclear e das suas aplicações.</P><br />
<P>O professor Yang Jiancheng, vice-diretor do Instituto de Física Moderna da Academia Chinesa de Ciências e engenheiro-chefe do projeto, indicou à Xinhua que esta instalação dispõe da maior intensidade de feixe pulsado de iões pesados do mundo e do espetrómetro de anel mais preciso para medição de massas nucleares.</P><br />
<P>Aceleradores de partículas são equipamentos complexos que utilizam campos eletromagnéticos para impulsionar partículas carregadas &#8212; como eletrões, protões e iões &#8212; a velocidades próximas à da luz. </P><br />
<P>Segundo Yang, os iões pesados de alta velocidade funcionam como &#8220;balas microscópicas&#8221; que colidem com alvos, criando condições extremas de temperatura e pressão. </P><br />
<P>Construído pelo Instituto de Física Moderna, o HIAF gerou o seu primeiro feixe em outubro de 2025, após sete anos de obras. A estrutura estende-se por 80 acres e inclui uma linha de feixe de dois quilómetros situada a 13 metros de profundidade.</P><br />
<P>Trata-se de um dos maiores aceleradores de iões do mundo, capaz de acelerar todos os tipos de iões, com uma linha de feixe total de dois quilómetros, mais de 6.000 conjuntos de equipamentos de grande porte e quase cinco milhões de componentes.</P><br />
<P>Na fase de testes, a instalação atingiu níveis inéditos de intensidade para feixes de oxigénio e bismuto, superando os recordes internacionais anteriores em três vezes e 7,5 vezes, respetivamente.</P><br />
<P>Em termos de investigação fundamental, o HIAF permitirá simular ambientes extremos como o interior das estrelas, explosões de supernovas e os primeiros instantes do Big Bang, ajudando a explorar a estrutura profunda da matéria.</P><br />
<P>No plano das aplicações, o acelerador poderá testar a resistência à radiação de naves espaciais, apoiar o desenvolvimento da energia nuclear e facilitar a investigação de materiais funcionais. </P><br />
<P>Na área médica, por exemplo, deverá contribuir para avanços significativos na terapia contra o cancro com iões pesados e na criação de novos radiofármacos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792240]]></sapo:autor>
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		<title>Reserva financeira de Macau com recorde histórico em maio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 03:05:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os ativos da reserva financeira de Macau atingiram em maio um novo recorde máximo, pelo sexto mês consecutivo, de mais de 700 mil milhões de patacas (75,9 mil milhões de euros), anunciou hoje a Autoridade Monetária de Macau (AMCM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os ativos da reserva financeira de Macau atingiram em maio um novo recorde máximo, pelo sexto mês consecutivo, de mais de 700 mil milhões de patacas (75,9 mil milhões de euros), anunciou hoje a Autoridade Monetária de Macau (AMCM).</P><br />
<P>Um balanço publicado pelo regulador financeiro no Boletim Oficial do território mostra que a reserva valia, no final de maio, 702,3 mil milhões de patacas (76,2 mil milhões de euros), valor correspondente a um crescimento homólogo de 9,6%.</P><br />
<P>Já no final de abril, a reserva financeira estava nos 697,3 mil milhões de patacas (75,2 mil milhões de euros), pelo que o valor apresentado hoje representa uma subida em cadeia de 0,7%, de acordo com os dados da Autoridade Monetária de Macau (AMCM).</P><br />
<P>Desde o final de 2025, a reserva registou uma valorização de 35,6 mil milhões de patacas (3,86 mil milhões de euros).</P><br />
<P>O valor da reserva extraordinária no final de maio deste ano era de 518,4 mil milhões de patacas (56,3 mil milhões de euros) e a reserva básica, equivalente a 150% do orçamento público de Macau, era de 163,6 mil milhões de patacas (17,8 mil milhões de euros), ainda de acordo com a AMCM.</P><br />
<P>A reserva financeira de Macau é maioritariamente composta por 300,7 mil milhões de patacas (32,6 mil milhões de euros) em investimentos subcontratados; depósitos e contas correntes no valor de 291,8 mil milhões de patacas (31,7 mil milhões de euros) e títulos de crédito no montante de 106,8 mil milhões de patacas (11,6 mil milhões de euros).</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792239]]></sapo:autor>
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		<title>Fraudes digitais e drogas sustentam &#8220;economia criminosa multinacional&#8221; na Ásia &#8211; ONU</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 02:26:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O crime organizado no Sudeste Asiático transformou-se em "economia multinacional" capaz de desafiar Estados, com perdas anuais superiores a 100 mil milhões de dólares (91 mil milhões de euros) em fraudes, alertou um novo relatório das Nações Unidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O crime organizado no Sudeste Asiático transformou-se em &#8220;economia multinacional&#8221; capaz de desafiar Estados, com perdas anuais superiores a 100 mil milhões de dólares (91 mil milhões de euros) em fraudes, alertou um novo relatório das Nações Unidas.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a assistir a uma mudança em que grupos que antes atuavam apenas nos seus territórios e especialidades criminais operam agora em múltiplos mercados ilícitos ao mesmo tempo, recorrendo às mesmas cadeias de serviços&#8221;, disse a representante regional do Gabinete das Nações Unidas contra a Droga e o Crime (UNODC), Delphine Schantz, num comunicado.</P><br />
<P>O estudo, intitulado &#8216;Um Ecossistema Criminal Interconectado: Avaliação da Ameaça do Crime Organizado Transnacional no Sudeste Asiático 2026&#8217;, descreve como diferentes atividades ilícitas &#8212; do tráfico de pessoas à fraude cibernética &#8212; estão a ser integradas numa infraestrutura financeira e operacional comum.</P><br />
<P>Segundo o relatório, o crime organizado está a deslocar-se do tráfico de bens físicos para a venda de serviços digitais, como fraudes online e liquidações financeiras em plataformas, difíceis de rastrear. </P><br />
<P>As perdas anuais com esquemas fraudulentos em 2025 foram estimadas entre 88,3 mil milhões e 114,1 mil milhões de dólares (80 a 103 mil milhões de euros), superando o PIB de vários países da região.</P><br />
<P>A expansão levou ao aumento do tráfico de pessoas para atividades criminosas forçadas, com vítimas de, pelo menos, 80 países, identificadas em complexos de fraude na região, com redes de recrutamento que procuram alargar o alcance à Europa e América do Norte.</P><br />
<P>O relatório sublinha que o Triângulo Dourado continua a ser o principal centro de produção de metanfetaminas, ketamina e heroína, com um valor anual estimado entre 75 mil milhões e 109,7 mil milhões de dólares (68 a 99 mil milhões de euros). </P><br />
<P>O texto destaca também o Triângulo Sulu-Celebes, entre Indonésia, Malásia e Filipinas, como novo corredor estratégico para contrabando marítimo, incluindo tecnologia usada em operações de fraude.</P><br />
<P>Entre os mercados emergentes, a investigação da ONU aponta para o risco crescente da convergência entre jogos online e apostas ilegais, que torna os jovens particularmente vulneráveis. &#8220;A linha entre jogo digital e jogo de azar está cada vez mais difusa&#8221;, alertou Schantz.</P><br />
<P>O relatório identifica ainda tendências tecnológicas como inteligência artificial generativa, &#8216;deep fakes&#8217; e fraudes automatizadas, incluindo &#8220;malvertising&#8221;, que explora redes de publicidade legítimas para disseminar malware.</P><br />
<P>&#8220;Uma estratégia centrada apenas na disrupção não funciona&#8221;, disse Schantz. &#8220;É preciso atacar os motores do crime, prevenir e seguir o dinheiro. A apreensão de lucros ilícitos enfraquece estas redes e protege potenciais vítimas&#8221;, concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792238]]></sapo:autor>
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		<title>Trump aprova acordo nuclear que poderá permitir à Arábia Saudita enriquecer urânio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 02:22:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou um acordo com a Arábia Saudita que poderá vir a dotar o reino de capacidade de enriquecimento de urânio para o seu programa nuclear civil.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, aprovou um acordo com a Arábia Saudita que poderá vir a dotar o reino de capacidade de enriquecimento de urânio para o seu programa nuclear civil.</P><br />
<P>Prevê-se que o acordo tenha uma duração de 30 anos e que envolva empresas norte-americanas no desenvolvimento do programa. O acordo poderá permitir a construção de uma instalação de enriquecimento de urânio na Arábia Saudita, na sequência de um estudo conjunto entre os Estados Unidos e a Arábia Saudita.</P><br />
<P>A notícia foi inicialmente avançada Wall Street Journal e confirmada à agência Associated Press por duas fontes não autorizadas a comentar publicamente sobre a decisão, ainda por anunciar formalmente, que deverá acontecer ainda hoje. A Casa Branca não respondeu de imediato a um pedido de comentário sobre a decisão.</P><br />
<P>Tanto Trump como o ex-presidente Joe Biden tentaram chegar a um acordo nuclear com o reino para partilhar tecnologia norte-americana.</P><br />
<P>Especialistas em não-proliferação alertam que quaisquer centrifugadoras em funcionamento na Arábia Saudita poderiam abrir a porta a um possível programa de armas do reino, algo que o príncipe herdeiro sugeriu que poderia levar a cabo, caso Teerão obtivesse uma bomba nuclear.</P><br />
<P>A Arábia Saudita e o Paquistão, que possui armas nucleares, já assinaram um pacto de defesa mútua depois de Israel ter lançado um ataque contra o Qatar, visando responsáveis do Hamas. </P><br />
<P>O ministro da Defesa do Paquistão afirmou na altura que o programa nuclear do seu país &#8220;será colocado à disposição&#8221; da Arábia Saudita, se necessário, algo que foi interpretado como um aviso a Israel, há muito considerado o único Estado do Médio Oriente com armas nucleares.</P><br />
<P>O enriquecimento de urânio não é um caminho automático para uma arma nuclear &#8212; um país tem de dominar outras etapas, incluindo a utilização de explosivos de alta potência sincronizados, por exemplo. Mas abre a porta à militarização, o que tem alimentado as preocupações do Ocidente relativamente ao programa do Irão.</P><br />
<P>Os Emirados Árabes Unidos, vizinhos da Arábia Saudita, assinaram o chamado &#8220;acordo 123&#8221; com os Estados Unidos para construir uma central nuclear de Barakah com a assistência da Coreia do Sul. </P><br />
<P>No entanto, os EAU fizeram-no sem procurar o enriquecimento, algo que os especialistas em não-proliferação têm apontado como o &#8220;padrão de excelência&#8221; para as nações que pretendem energia atómica.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792237]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump quer que Infantino se candidate a secretário-geral da ONU &#8211; jornal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 01:44:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O jornal norte-americano New York Post avançou terça-feira que O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá apoiar o líder da FIFA, Gianni Infantino, como candidato a próximo secretário-geral das Nações Unidas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O jornal norte-americano New York Post avançou terça-feira que O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá apoiar o líder da FIFA, Gianni Infantino, como candidato a próximo secretário-geral das Nações Unidas.</P><br />
<P>De acordo com o jornal, que cita fontes não identificadas, Trump considera que Infantino, de 56 anos, é uma figura respeitada internacionalmente e com capacidade para unir diferentes setores, avaliação que resulta em parte da relação estreita desenvolvida entre ambos durante a organização do Mundial de 2026.</P><br />
<P>O sucessor do português António Guterres, cujo mandato termina em dezembro, será escolhido este ano. A nomeação exige primeiro a recomendação do Conselho de Segurança da ONU, onde os EUA têm poder de veto, antes de ser confirmada pela Assembleia-Geral.</P><br />
<P>Durante os dois mandatos, Trump manteve uma relação tensa com a ONU, questionando o papel dos organismos multilaterais e retirando os EUA do Acordo de Paris sobre o clima, da Organização Mundial da Saúde e do Conselho de Direitos Humanos.</P><br />
<P>A ligação entre Trump e Infantino intensificou-se durante o Mundial de 2026, organizado por EUA, México e Canadá, com várias aparições juntos em eventos ligados ao torneio. </P><br />
<P>Em dezembro, o Presidente norte-americano recebeu o primeiro Prémio da Paz da FIFA, atribuído pelo organismo dirigido pelo dirigente suíço.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792236]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo hoteleiro Meliá deixa Cuba devido a dificuldades geradas por sanções dos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 01:38:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A cadeia hoteleira espanhola Meliá declarou esta terça-feira que encerrará completamente as operações em Cuba, desferindo um duro golpe na indústria do turismo da ilha, que enfrenta sanções e um bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A cadeia hoteleira espanhola Meliá declarou esta terça-feira que encerrará completamente as operações em Cuba, desferindo um duro golpe na indústria do turismo da ilha, que enfrenta sanções e um bloqueio energético imposto pelos Estados Unidos.</P><br />
<P>Um comunicado da empresa informou que a decisão, que entrará em vigor na sexta-feira, se deveu às &#8220;significativas dificuldades operacionais, legais, económicas e financeiras que afetaram persistentemente, e continuam a afetar, o ambiente&#8221; em Cuba.</P><br />
<P>A indústria do turismo de Cuba era anteriormente um motor da economia do país. A decisão da Meliá surge após novas sanções anunciadas pelos EUA a 13 de julho, que colocaram na lista negra o Ministério do Turismo de Cuba, parceiro de negócios de mais de uma dúzia de hotéis que a cadeia hoteleira ainda operava na ilha.</P><br />
<P>A cadeia já tinha suspendido anteriormente a gestão de 15 hotéis que operava através de um acordo com uma agência de turismo gerida pela GAESA, um conglomerado empresarial militar cubano que foi sancionado pelos EUA em maio. A empresa retirou agora completamente os seus negócios de Cuba.</P><br />
<P>A Meliá chegou a possuir 34 hotéis de cinco estrelas em Cuba, predominantemente em Havana, a capital do país, e em localizações idílicas como a estância de Varadero. Era também uma cadeia altamente simbólica para a ilha, no seguimento da abertura ao turismo da nação caribenha após o colapso da União Soviética, há mais de 35 anos.</P><br />
<P>As medidas dos EUA contra empresas que operam em Cuba incluem o congelamento dos seus ativos e o encerramento das suas contas nos EUA &#8212; o que significa que deixam de poder operar no mercado financeiro americano &#8212; e também proibições de viagem para os seus acionistas, investidores e funcionários.</P><br />
<P>Os EUA intensificaram a pressão sobre a ilha após a captura do então presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, em janeiro, procurando a queda do Governo cubano e mudanças no seu modelo político e económico. Implementaram também um embargo energético que levou à crise atual.</P><br />
<P>O resultado tem sido apagões diários com duração superior a 20 horas, escassez de medicamentos que coloca o sistema de saúde à beira do colapso, o colapso do abastecimento de água e transportes paralisados.</P><br />
<P>Paolo Spadoni, professor associado no Departamento de Ciências Sociais da Universidade de Augusta, na Geórgia (EUA), declarou à agência Associated Press que a saída da Meliá demonstra o impacto estrondoso das políticas do pPresidente norte-americano Donald Trump, que estão a fechar &#8220;metódica e sistematicamente todas as fontes de divisas para o Governo cubano&#8221;.</P><br />
<P>O turismo caiu a pique com a retirada de grandes cadeias, como a espanhola Iberostar e a canadiana Royalton, bem como com o cancelamento de voos para Cuba por parte de companhias aéreas como a World2Fly, a Air France e a Iberia.</P><br />
<P>No primeiro trimestre deste ano, a chegada de turistas a Cuba diminuiu 48% em comparação com o mesmo período de 2015, totalizando apenas 298 000.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792235]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Exército dos EUA anuncia morte de terceiro soldado em ataque de Teerão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 01:11:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O exército norte-americano anunciou a morte de um terceiro militar no ataque de sexta-feira contra uma base na Jordânia, elevando para 18 o número de militares dos EUA mortos desde o início da guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O exército norte-americano anunciou a morte de um terceiro militar no ataque de sexta-feira contra uma base na Jordânia, elevando para 18 o número de militares dos EUA mortos desde o início da guerra.</P><br />
<P>Após o ataque, o Comando Central dos EUA anunciou duas mortes e um militar desaparecido. No dia seguinte, informou que tinham sido encontrados restos mortais não identificados e que decorria um processo de verificação, agora concluído.</P><br />
<P>Na segunda-feira, o Pentágono identificou o tenente Tyler James Feehan, 25 anos, do Havai, e a recruta Isabella Gonzales, 19 anos, do Texas, como as outras duas vítimas mortais na Jordânia, confirmando agora a morte do sargento Angel S. Rampersad, 28 anos, de Nova Iorque.</P><br />
<P>Os três soldados foram atingidos por mísseis balísticos e drones iranianos, tornando-se as primeiras baixas diretas provocadas por fogo iraniano desde os dias iniciais do conflito, e as primeiras baixas norte-americanas registadas desde a quebra do cessar-fogo entre os Estados Unidos e o Irão, há quase duas semanas.</P><br />
<P>Pelo menos 18 militares norte-americanos morreram desde que os Estados Unidos e Israel lançaram, a 28 de fevereiro, uma ofensiva contra o Irão, que ripostou com ataques contra bases norte-americanas no Médio Oriente.</P><br />
<P>O exército norte-americano lançou esta madrugada o 11.º ataque noturno contra o Irão, numa nova vaga de bombardeamentos que se soma à escalada de violência no Médio Oriente e que tem ofuscado os esforços diplomáticos do Paquistão para salvar o acordo de cessar-fogo interino, entretanto violado.</P><br />
<P>Teerão afirma que os bombardeamentos norte-americanos das últimas três semanas causaram pelo menos 50 mortos e mais de 500 feridos.</P><br />
<P>Antes da nova série de bombardeamentos, o ministro do Interior iraniano, Eskandar Momeni, deslocou-se ao Paquistão, mediador chave no conflito, para tentar relançar a diplomacia. </P><br />
<P>Contudo, permanece incerto que um novo entendimento possa ser alcançado para pôr fim à guerra, que se transformou numa disputa pelo controlo do estreito de Ormuz, vital para o abastecimento energético mundial.</P><br />
<P>Ao falar na Casa Branca, Trump afirmou que os EUA não têm &#8220;interesse em encontros&#8221; com Teerão e sugeriu que forças norte-americanas poderão em breve atacar uma área próxima de um dos principais locais de enriquecimento de urânio do Irão.</P><br />
<P>Com as negociações paralisadas e o tráfego marítimo no estreito bloqueado, os dois lados têm procurado ganhar vantagem atingindo infraestruturas civis de que dependem milhões de pessoas.</P><br />
<P>Na terça-feira, os EUA continuaram os bombardeamentos e o Irão atacou um petroleiro no estreito, obrigando a tripulação a abandonar o navio. A escalada fez subir os preços da energia, com o petróleo Brent a ultrapassar os 91 dólares (83 euros) por barril e a gasolina nos EUA atingiu em média quatro dólares (3,6 euros) por galão.</P><br />
<P>Em 12 de maio, o diretor financeiro do Pentágono (Departamento de Defesa), Jules Hurst, anunciou que, até há data, a guerra contra o Irão tinha custado 29 mil milhões de dólares (24,7 mil milhões de euros) aos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792234]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Brasil quer corrigir &#8220;injustiça&#8221; dos EUA sobre tarifas sem política de &#8220;olho por olho&#8221; &#8211; Alckmin</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 23:47:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O vice-presidente Brasileiro, Geraldo Alckmin, voltou a negar hoje que o Brasil responderá com retaliação os Estados Unidos e afirmou que a política do «olho por olho» deixará «os dois países cegos».]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O vice-presidente Brasileiro, Geraldo Alckmin, voltou a negar hoje que o Brasil responderá com retaliação os Estados Unidos e afirmou que a política do «olho por olho» deixará «os dois países cegos».</P><br />
<P>O novo aumento de tarifas de 25% dos EUA a produtos brasileiros, com uma lista de exceções, passa a valer a partir de hoje.</P><br />
<P>Ao longo de terça-feira, o vice-presidente brasileiro, com ministros receberam vários empresários, industriais e representantes de entidades que serão diretamente impactadas pela sobretaxa.</P><br />
<P>De forma geral, eles argumentaram às autoridades brasileiras para que Brasília não aplique a Lei da Reciprocidade, e que o país insista no diálogo e diplomacia com os EUA.</P><br />
<P>Após a reunião na terça-feira, durante conferência de imprensa, Geraldo Alckmin voltou a repetir que «no momento adequado» o Governo brasileiro irá aplicar a lei da reciprocidade, e «do que depender do Brasil, negociação sempre para buscar resolver essas questões&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi aprovada uma lei [pelo Congresso Nacional], a lei da reciprocidade, por unanimidade. É um processo que tem um conjunto de etapas, passando por audiências públicas, enfim», citou.</P><br />
<P>Na sequência, fez uma inferência, sem citar nomes, a uma frase de Mahatma Gandhi.</P><br />
<P>«A ideia não é retaliação. Diz que olho por olho, o que pode acontecer? Os dois ficarem cegos. Nós estamos sendo injustiçados e nós queremos corrigir isso, temos instrumentos para fazê-lo», completou.</P><br />
<P>Na semana passada, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, em inglês) confirmou a aplicação da nova tarifa aos produtos brasileiros, por entender que o Brasil tem adota práticas comerciais &#8220;desleais&#8221; às empresas norte-americanas, e cita, por exemplo, o Pix.</P><br />
<P>O Pix é um sistema de pagamento eletrónico e transferência instantânea criado pelo Banco Central do Brasil, que permite enviar e receber dinheiro em até 10 segundos, 24 horas por dia, todos os dias do ano</P><br />
<P>O Governo brasileiro chegou a classificar a medida como um &#8220;marco lastimável&#8221; na relação bilateral a decisão de Washington de aplicar a tarifa, e anunciou que acionaria a Lei de Reciprocidade contra os norte-americanos.</P><br />
<P>Segundo o governo brasileiro, 18% das exportações brasileiras para os EUA serão atingidas, o que corresponde a 7,2 mil milhões de dólares (6,28 mil milhões de euros na cotação atual), a partir de estimativas dos dados consolidados de 2025.</P><br />
<P>A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) lançará, em agosto, um plano de diversificação económica, em parceria com 57 entidades da agropecuária e da indústria, para apoiar empresas brasileiras afetadas na procura de novos mercados.</P><br />
<P>O plano terá um orçamento de 130 milhões de reais (22,2 milhões de euros), destinado, entre outras medidas, à inteligência de mercado, à vinda de compradores internacionais ao Brasil e à formação para empresas.</P><br />
<P> </P><br />
<P>MYMA // RBF</P><br />
<P>Lusa/</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792233]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>EUA detiveram máximo de 43 mil estrangeiros em junho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 23:24:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades de imigração norte-americanas anunciaram hoje que detiveram mais de 43 mil estrangeiros em junho, o número mais elevado desde a tomada de posse do Presidente Donald Trump.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As autoridades de imigração norte-americanas anunciaram hoje que detiveram mais de 43 mil estrangeiros em junho, o número mais elevado desde a tomada de posse do Presidente Donald Trump. </P><br />
<P>Segundo dados do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), este recorde deverá ser ultrapassado em julho, caso se mantenha o atual ritmo de detenções diárias.</P><br />
<P>No mês passado, o ICE deteve 39.563 pessoas e a Alfândega e Proteção de Fronteiras (CBP) 3.575 estrangeiros, totalizando 43.138 detidos sob custódia das autoridades de imigração.</P><br />
<P>O número recorde de detenções é uma resposta às novas metas estabelecidas pela Casa Branca, que procura aumentar as taxas de deportação para cumprir uma promessa feita por Trump durante a campanha presidencial. </P><br />
<P>As detenções em julho seguiram a tendência do mês anterior, com uma média de 1.593 estrangeiros detidos diariamente por agentes do ICE e da CBP, num total de 16.213 detenções até 11 de julho.</P><br />
<P>Se a média de detenções se mantiver, o número total de detenções aproximar-se-á dos 50.000 imigrantes presos num único mês.</P><br />
<P>A Casa Branca definiu como meta 2.000 detenções diárias, de acordo com o The New York Times.</P><br />
<P>As operações anti-imigração voltaram a aumentar nas principais cidades, mas desencadearam uma onda de protestos.</P><br />
<P>Cerca de 40 senadores norte-americanos enviaram esta segunda-feira uma carta a exigir reformas no ICE, após a morte de dois trabalhadores migrantes em tiroteios envolvendo agentes da agência federal.</P><br />
<P>A missiva liderada pelo senador independente por Maine Angus King e subscrita por legisladores democratas, foi enviada ao Departamento de Segurança Interna (DHS, na sigla em inglês) e reclama maior transparência nas operações do ICE e medidas para reforçar a supervisão dos seus agentes, incluindo o uso obrigatório de câmaras corporais e uma identificação mais clara dos oficiais durante as suas atuações.</P><br />
<P>Os senadores pediram ainda uma revisão dos protocolos do ICE e que as autoridades forneçam informação mais detalhada sobre os incidentes em que agentes da agência recorreram à força, considerando necessário fortalecer os mecanismos de responsabilização.</P><br />
<P>Nos últimos dias, dois migrantes &#8211; o mexicano Lorenzo Salgado Araujo e o colombiano Johan Durán &#8211; morreram por disparos de agentes do ICE após controlos de trânsito no Texas e no Maine, respetivamente.</P><br />
<P>A 14 de julho, outro migrante não identificado faleceu na Florida ao ser colhido por um camião após um controlo de trânsito do ICE.</P><br />
<P>Estes novos episódios surgem depois de uma onda de críticas contra o ICE no início de 2026, na sequência da morte de dois cidadãos norte-americanos durante operações migratórias em Minneapolis.</P><br />
<P>Renee Nicole Good, de 37 anos, morreu a 07 de janeiro após ser baleada por um agente federal, enquanto Alex Pretti, enfermeiro de 37 anos, faleceu a 24 de janeiro durante um confronto com agentes de imigração &#8211; casos que desencadearam protestos e exigências de maior supervisão.</P><br />
<P>A tensão política resultante dessas mortes chegou ao Congresso, onde legisladores democratas bloquearam verbas para o DHS durante uma disputa sobre os fundos destinados às operações migratórias.</P><br />
<P>O impasse provocou um encerramento parcial da agência e mudanças na liderança da Segurança Interna, incluindo a saída da secretária da Segurança Interna Kristi Noem e a entrada de novos responsáveis em áreas-chave da imigração.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792232]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Irão: Secretário da Defesa dos EUA estima que guerra custe 32,9 mil milhões de euros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 23:16:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O secretário da Defesa dos EUA estimou hoje que a guerra no Irão custará aos Estados Unidos 37,5 mil milhões de dólares até ao final de setembro, um aumento de quase 30% em comparação com a estimativa anterior.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário da Defesa dos EUA estimou hoje que a guerra no Irão custará aos Estados Unidos 37,5 mil milhões de dólares até ao final de setembro, um aumento de quase 30% em comparação com a estimativa anterior.</P><br />
<P>Pete Hegseth apresentou esta estimativa de 37,5 mil milhões de dólares (32,9 mil milhões de euros) a uma comissão do Senado dos EUA, onde defendeu o pedido da administração Trump para um financiamento adicional de 67 mil milhões de dólares (58,7 mil milhões de euros) para o Pentágono.</P><br />
<P>Este valor representa um aumento de 8,5 mil milhões de dólares (7,45 mil milhões de euros) em pouco mais de dois meses e acontece numa altura em que o conflito, que começou em 28 de fevereiro, se prolonga mais do que o previsto.</P><br />
<P>Hegseth, interrompido por manifestantes durante o seu depoimento, pediu aos senadores um orçamento total de 1,5 biliões de dólares (1,32 biliões de euros) para o Pentágono.</P><br />
<P>O secretário de Defesa afirmou que a China e a Rússia estão a auxiliar o Irão &#8220;a diferentes níveis&#8221; e a facilitar algumas das suas atividades.</P><br />
<P>Durante o período de perguntas, a senadora republicana Lisa Murkowski questionou Hegseth se a Casa Branca acredita que a autorização do Congresso é desnecessária para a continuidade das operações militares no Médio Oriente.</P><br />
<P>Hegseth respondeu que o Governo acredita ter a autoridade necessária e apontou mais tarde que o esforço militar dos EUA para guiar navios através do estreito de Ormuz continuou &#8220;secretamente&#8221; desde maio e ajudou a facilitar a passagem de até 500 milhões de barris de petróleo.</P><br />
<P>Em 08 de julho, o Presidente Trump declarou o fim do cessar-fogo e as hostilidades foram retomadas, resultando em mais baixas entre as forças norte-americanas.</P><br />
<P>O Pentágono identificou hoje o sargento Michael Emmanuel Swinton como o militar norte-americano morto na explosão de um drone iraniano no Iraque durante a atual escalada da guerra com o Irão.</P><br />
<P>A sua morte junta-se ao número de outros dois militares mortos na Jordânia, o primeiro-tenente Tyler James Feehan, de 25 anos, e a soldado Isabella Gonzales, de 19 anos.</P><br />
<P>Estas são as primeiras baixas norte-americanas no conflito desde que o cessar-fogo entre Washington e Teerão foi quebrado há cerca de duas semanas.</P><br />
<P>Com estas mortes, pelo menos 17 militares norte-americanos morreram desde que os Estados Unidos e Israel lançaram a ofensiva inicial da atual guerra contra o Irão, em 28 de fevereiro.</P><br />
<P>O Departamento de Defesa informou na segunda-feira que quase 100 militares ficaram feridos nas últimas duas semanas durante a atual escalada do conflito, o que está a dificultar os esforços para negociar um acordo de paz.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792231]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Puigdemont apresenta queixa à Comissão Europeia após Espanha não aplicar amnistia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/puigdemont-apresenta-queixa-a-comissao-europeia-apos-espanha-nao-aplicar-amnistia/</link>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 23:11:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A defesa do antigo presidente catalão Carles Puigdemont, que fugiu de Espanha em 2017, apresentou uma queixa contra Espanha à Comissão Europeia por "incumprimento" da legislação europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A defesa do antigo presidente catalão Carles Puigdemont, que fugiu de Espanha em 2017, apresentou uma queixa contra Espanha à Comissão Europeia por &#8220;incumprimento&#8221; da legislação europeia.</P><br />
<P>A queixa resulta da recusa do Tribunal de Contas em aplicar de imediato a amnistia na sequência da decisão do Tribunal de Justiça da União Europeia (TJUE), noticiou na terça-feira a agência Efe.</P><br />
<P>O documento, redigido pelo advogado de Puigdemont, Gonzalo Boye, inicialmente divulgado pela VilaWeb e acedido pela Efe, responde a uma decisão proferida na segunda-feira pelo Tribunal de Contas. </P><br />
<P>O Tribunal de Contas questionou a acusação e a defesa sobre a possibilidade de negar amnistia aos cerca de trinta antigos altos funcionários do governo catalão, incluindo Puigdemont, que estão a ser processados pelas despesas com o processo de independência, dado que foram utilizados fundos da UE para cobrir essas despesas.</P><br />
<P>Na sua queixa contra o Reino de Espanha por &#8220;violação do direito da União Europeia&#8221;, datada de terça-feira e dirigida ao secretário-geral da Comissão Europeia, Boye solicita que seja instaurado um processo por infração contra Espanha, com base no artigo 258.º do Tratado sobre o Funcionamento da UE, devido ao incumprimento, por parte do Tribunal de Contas, da decisão do TJUE que confirma a amnistia.</P><br />
<P>O documento, que representa não só Puigdemont, mas também os ex-ministros Toni Comín e Lluís Puig, refere que o Tribunal de Contas &#8220;emitiu um comunicado de imprensa oficial que deturpa o significado da decisão do TJUE&#8221;, alegando, por exemplo, que a decisão &#8220;admite as oito questões levantadas&#8221; pelo tribunal espanhol, apesar de várias delas &#8220;terem sido declaradas inadmissíveis&#8221;.</P><br />
<P>A defesa solicita que a Comissão Europeia envie &#8220;a correspondente carta de notificação formal ao Reino de Espanha com a máxima urgência, dada a natureza do incumprimento e o seu impacto nas medidas cautelares que oneram os demandantes em mais de 9,5 milhões de euros&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O desrespeito deliberado de uma sentença do Tribunal de Justiça por um órgão judicial de um Estado-Membro, acompanhado da sua deturpação pública através de um comunicado de imprensa oficial, mina o valor do Estado de direito em que se funda a União&#8221;, pode ler-se no documento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792228]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bessent ameaça com sanções à China em caso de roubo de propriedade intelectual em IA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 23:09:00 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[Os Estados Unidos poderão aplicar sanções à China se uma investigação em curso determinar que houve "roubo de propriedade intelectual" a empresas norte-americanas de inteligência artificial (IA) por rivais chinesas, ameaçou terça-feira o secretário do Tesouro, Scott Bessent.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os Estados Unidos poderão aplicar sanções à China se uma investigação em curso determinar que houve &#8220;roubo de propriedade intelectual&#8221; a empresas norte-americanas de inteligência artificial (IA) por rivais chinesas, ameaçou terça-feira o secretário do Tesouro, Scott Bessent.</P><br />
<P>&#8220;Se constatarmos, principalmente, que os modelos estrangeiros estão a roubar as nossas grandes empresas, temos a capacidade de as sancionar por isso&#8221;, disse hoje Bessent em entrevista à Fox Business.</P><br />
<P>O secretário do Tesouro norte-americano afirmou que Washington não tolerará o roubo de propriedade intelectual e que foram encontradas provas da presença de capacidades de modelos de IA norte-americanos nos sistemas chineses, algo que será analisado &#8220;nos próximos dias ou semanas&#8221;.</P><br />
<P>Bessent referia-se à chamada técnica de &#8220;destilação&#8221;, pela qual um modelo de IA mais pequeno aprende a reproduzir o comportamento de um modelo mais avançado utilizando as suas respostas.</P><br />
<P>As empresas norte-americanas, como a Anthropic, afirmam que algumas empresas chinesas utilizaram esta técnica para replicar as capacidades dos seus modelos sem autorização, incluindo a DeepSeek, a Moonshot AI e a MiniMax.</P><br />
<P>As declarações de Bessent surgem numa altura de crescente competição entre as duas maiores economias do mundo pela liderança em IA, após as empresas chinesas terem apresentado recentemente modelos que rivalizam com os desenvolvidos por Anthropic ou OpenAI em termos de desempenho e relação custo-benefício.</P><br />
<P>Entre elas está a startup Moonshot AI, que na passada sexta-feira apresentou o Kimi K3, um modelo que, segundo a empresa, supera os da OpenAI e da Anthropic em alguns testes de desempenho utilizados pela indústria.</P><br />
<P>O seu lançamento provocou quedas em Wall Street, particularmente entre as empresas de semicondutores, entre receios de que os modelos chineses possam pressionar as margens do setor. </P><br />
<P>A Moonshot AI anunciou que o Kimi K3 atinge 2,8 triliões de parâmetros &#8212; a medida que indica a complexidade de um sistema de IA durante o seu treino &#8212; um número superior a outros modelos chineses de código aberto, como o DeepSeek V4 Pro (1,6 triliões) ou a série GLM-5 da Zhipu AI (744 mil milhões).</P><br />
<P>A consultora Artificial Analysis classificou o K3 num nível comparável ao do Claude Opus 4.8 e do GPT-5.5, considerados os segundos melhores modelos da Anthropic e da OpenAI, respetivamente, embora atrás do Claude Fable 5 e do GPT-5.6 Sol em termos de desempenho global.</P><br />
<P>Embora as empresas norte-americanas continuem a liderar o desenvolvimento dos modelos mais avançados, empresas chinesas como a DeepSeek, a Alibaba, a Tencent e a Moonshot AI aceleraram a concorrência com sistemas &#8212; alguns deles de código aberto &#8212; que se destacam pela sua relação custo-benefício e permitem às empresas e aos investigadores adaptá-los às suas necessidades.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792227]]></sapo:autor>
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		<title>Trump rejeitou 6 mil pedidos de indultos este mês após conceder perdão a aliados &#8211; Media</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 22:57:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente dos EUA, Donald Trump, negou este mês aproximadamente 6 mil pedidos de perdão de pessoas que aguardavam a sua vez enquanto concedeu amnistias aos seus aliados, segundo noticiou hoje o New York Times (NYT).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente dos EUA, Donald Trump, negou este mês aproximadamente 6 mil pedidos de perdão de pessoas que aguardavam a sua vez enquanto concedeu amnistias aos seus aliados, segundo noticiou hoje o New York Times (NYT).</P><br />
<P>Embora houvesse a expectativa de que a administração Trump concedesse 250 indultos para o 250.º aniversário da independência dos EUA, celebrado em 04 de julho, aqueles que solicitaram o indulto seguindo os procedimentos necessários viram os seus pedidos rejeitados, noticiou o NYT.</P><br />
<P>A rejeição dos pedidos de perdão pelo Departamento de Justiça foi comunicada numa carta datada de 14 de julho e enviada pelo procurador federal Ed Martin.</P><br />
<P>O jornal obteve uma cópia da carta, que foi enviada a todos os procuradores federais do país.</P><br />
<P>Embora estas amnistias não tenham sido concedidas, Trump perdoou seis pessoas condenadas por violarem as normas federais de emissões em 03 de julho.</P><br />
<P>&#8220;É uma grande honra para mim ter assinado o perdão para seis pessoas que foram perseguidas pelo Governo de Biden e estavam na prisão, ou prestes a serem presas, por &#8216;reparar os seus carros'&#8221;, publicou Trump na sua plataforma de redes sociais, Truth Social, referindo-se ao seu antecessor na Casa Branca, o democrata Joe Biden.</P><br />
<P>O republicano, que critica frequentemente o seu antecessor, insistiu que estas condenações fizeram &#8220;parte da manipulação política e da estupidez&#8221; que o país &#8220;teve de suportar&#8221; durante o mandato do democrata, entre 2021 e 2025.</P><br />
<P>A decisão de Trump relativamente aos perdões presidenciais está em linha com as práticas que tem vindo a adotar desde que regressou à Casa Branca em janeiro de 2025, práticas que beneficiaram os seus aliados políticos.</P><br />
<P>Em destaque estão os quase 1.600 indultos concedidos a pessoas por crimes relacionados com o ataque ao Capitólio, em 06 de janeiro de 2021, após a derrota do candidato republicano nas eleições presidenciais de 2020.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792223]]></sapo:autor>
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		<title>Portugal prepara linha de crédito de 100ME para investimento em Cabo Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 22:30:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal vai criar uma linha de crédito de 100 milhões de euros para empresas que invistam em Cabo Verde, anunciou hoje o Presidente António José Seguro, após um encontro com o seu homólogo, José Maria Neves.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal vai criar uma linha de crédito de 100 milhões de euros para empresas que invistam em Cabo Verde, anunciou hoje o Presidente António José Seguro, após um encontro com o seu homólogo, José Maria Neves.</P><br />
<P>«O Governo português está a ultimar uma linha de crédito de 100 milhões de euros para ajudar ao investimento por parte de empresas portuguesas em Cabo Verde», referiu Seguro no Palácio Presidencial, na cidade da Praia, numa conferência de imprensa com o chefe de Estado cabo-verdiano.</P><br />
<P>O encontro entre ambos deu o pontapé de saída para a primeira visita de Estado de Seguro, a decorrer até quinta-feira, no arquipélago.</P><br />
<P>O chefe de Estado referiu que, segundo informações do primeiro-ministro, Luís Montenegro, o processo de estruturação da linha de crédito está «na parte final, ligada a aspetos técnicos».</P><br />
<P>«É uma boa notícia que sela a boa relação entre Cabo Verde e Portugal», acrescentou.</P><br />
<P>José Maria Neves referiu que a linha de crédito será «mais um marco» significativo nas relações entre os dois países.</P><br />
<P>«Temos de reimaginar a agenda e atingir novos patamares» de cooperação, na saúde, educação e economia, entre outros setores, acrescentou, referindo que entre os dois países há muitos aspetos partilhados e que «não podem ser quantificados» &#8212; sejam transferências médicas que salvam vidas, na área da saúde, ou momentos de festa, como no último Mundial.</P><br />
<P>«A amizade não se quantifica», acrescentou António José Seguro e «é o que perdura».</P><br />
<P>A cooperação bilateral está a um nível «excelente», mas pode ser ainda «diversificada e aprofundada», acrescentou, apontando para as novas tecnologias e oceanos.</P><br />
<P>A par do encontro entre os dois chefes de Estado e entre as lembranças que ambos trocaram, Seguro entregou a José Maria Neves um tubarão azul de loiça, numa alusão à visibilidade que a seleção ganhou no Mundial 2026.</P><br />
<P>«Espero que viva toda a grandeza dessa participação» durante a visita ao arquipélago, desejou José Maria Neves.</P><br />
<P>Ambos trocaram também condecorações: o Presidente cabo-verdiano foi o primeiro chefe de Estado a receber o Grande Colar da Ordem de Camões, pelo trabalho em prol da língua e da cooperação entre os dois estados.</P><br />
<P>Seguro recebeu a condecoração de Primeiro Grau da Ordem Amílcar Cabral, a mais alta distinção do país.</P><br />
<P>Relações económicas, cooperação bilateral e gestão dos oceanos são temas em foco no programa da visita do Presidente português ao arquipélago.</P><br />
<P>Um fórum económico Cabo Verde &#8212; Portugal está marcado para quarta-feira no auditório do banco central.</P><br />
<P>Na quinta-feira, o Presidente português participa na sessão de abertura da V Conferência Internacional da Década do Oceano dedicada ao tema «Economia Azul: Caminhos Sustentáveis», na ilha da Boa Vista.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792215]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street fecha em alta com semicondutores a liderarem o otimismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 22:19:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, impulsionada pelo entusiasmo em torno das principais empresas de semicondutores e por resultados de empresas melhores do que o esperado, relegando as incertezas geopolíticas para segundo plano.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em alta, impulsionada pelo entusiasmo em torno das principais empresas de semicondutores e por resultados de empresas melhores do que o esperado, relegando as incertezas geopolíticas para segundo plano.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average subiu 0,74%, para 52.224,64 pontos, o Nasdaq Composite, com uma forte presença de empresas tecnológicas, avançou 1,29%, para 25.837,21 pontos, e o S&amp;P 500, mais abrangente, subiu 0,89%, para 7.509,20 pontos.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a assistir a uma recuperação generalizada ligada ao apetite pelo risco&#8221;, impulsionada sobretudo pelo setor dos semicondutores, analisou José Torres, da Interactive Brokers.</P><br />
<P>O setor tem passado por períodos turbulentos nos últimos meses, pressionado pelas preocupações com os investimentos maciços em inteligência artificial (IA) e a sua rentabilidade.</P><br />
<P>&#8220;Mas o mercado parece pronto para tentar mais uma vez reanimar as ações do setor&#8221;, observou Patrick O&#8217;Hare, da Briefing.com.</P><br />
<P>Neste contexto, a gigante tecnológica Nvidia subiu 1,97%, a Broadcom avançou 2,21%, a AMD disparou 8,11% e a Micron saltou 12,17%.</P><br />
<P>O mercado norte-americano também foi impulsionado pelas notícias positivas sobre empresas, uma vez que a época de balanços do segundo trimestre está a todo o vapor, observou Sam Stovall, analista da CFRA, em entrevista à agência France-Presse (AFP).</P><br />
<P>A fabricante automóvel General Motors (GM) subiu 4,89%, fechando a cotar nos 79,51 dólares, depois de ter elevado hoje várias projeções anuais, apesar das despesas relacionadas com o seu negócio de veículos elétricos.</P><br />
<P>O conglomerado industrial 3M (Scotch, Post-it) subiu 7,33% para 170,77 dólares, beneficiando de um momento semelhante. Após um trimestre que superou as expectativas, a empresa aumentou a sua previsão para o ano fiscal completo.</P><br />
<P>&#8220;Wall Street espera que os resultados continuem a surpreender pela positiva&#8221;, observou Sam Stovall.</P><br />
<P>A Alphabet, empresa-mãe da Google, e a Tesla, especialista em veículos elétricos, vão divulgar os seus resultados financeiros na quarta-feira. A gigante dos microprocessadores, Intel, fará o mesmo na quinta-feira.</P><br />
<P>&#8220;Espera-se que o setor tecnológico registe um aumento de 61% nos lucros em comparação com o ano anterior, enquanto o setor dos semicondutores deverá apresentar um aumento de 140%&#8221;, explicou Stovall.</P><br />
<P>&#8220;As expectativas são muito elevadas e, se forem cumpridas, a questão será o que será atingido no próximo trimestre&#8221;, acrescentou o analista.</P><br />
<P>Focado nos resultados empresariais, Wall Street pareceu ignorar mais uma subida dos preços do petróleo, mesmo com a continuidade do conflito no Médio Oriente.</P><br />
<P>&#8220;Estas tensões preocupam os analistas do setor energético e os observadores do mercado obrigacionista, que temem tanto uma escassez de oferta como aumentos das taxas de juro por parte da Fed (o banco central dos EUA), juntamente com expectativas de inflação mais elevadas&#8221;, explicou José Torres.</P><br />
<P>O preço do petróleo Brent, referência global, fechou hoje acima dos 90 dólares por barril, pela primeira vez desde o início de junho.</P><br />
<P>No mercado obrigacionista, o rendimento do título do Tesouro norte-americano a 10 anos subiu para 4,63% por volta das 21:30 (hora de Lisboa), em comparação com 4,59% no fecho do dia anterior. Está a acompanhar amplamente a evolução dos preços do petróleo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792210]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Exames: Época especial entre 03 e 08 de setembro e aberta aos alunos elegíveis para 2.ª fase</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/exames-epoca-especial-entre-03-e-08-de-setembro-e-aberta-aos-alunos-elegiveis-para-2-a-fase/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 21:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A época especial de exames vai decorrer entre 03 e 08 de setembro e será aberta a todos os alunos elegíveis para a realização de provas na segunda fase, quer as realizem ou não, divulgou hoje o Ministério da Educação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A época especial de exames vai decorrer entre 03 e 08 de setembro e será aberta a todos os alunos elegíveis para a realização de provas na segunda fase, quer as realizem ou não, divulgou hoje o Ministério da Educação.</P><br />
<P>Em comunicado, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação detalhou que &#8220;o exame realizado na época extraordinária é considerado, para todos os efeitos, como correspondendo à 2.ª fase&#8221;.  </P><br />
<P>&#8220;No caso de o aluno também ter realizado exame na 2.ª fase, é considerada a melhor classificação obtida entre os resultados das duas provas&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>As inscrições decorrem de 27 a 31 de julho e os exames realizam-se entre 03 e 08 de setembro, indicou a mesma fonte.</P><br />
<P>Em 03 de setembro decorrem as provas de Português, Português Língua Segunda, Português Língua Não Materna, Literatura Portuguesa, Economia A, História da Cultura e das Artes e Latim.</P><br />
<P>Dia 04 são as provas de História A, Biologia e Geologia, História B, Geometria Descritiva A, Alemão, Espanhol, Francês, Italiano e Mandarim, seguindo-se dia 07 Matemática A, Matemática B, Matemática Aplicada às Ciências Sociais e Filosofia.</P><br />
<P>No último dia da época especial (08 de setembro) decorrem as provas de Desenho A, Física e Química A, Geografia A e Inglês.</P><br />
<P>Já a segunda fase para apresentação das candidaturas ao Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior irá decorrer entre 24 de agosto e 22 de setembro, sendo os resultados publicados a 30 de setembro, referiu o ministério.</P><br />
<P>O ministério liderado por Fernando Alexandre lembrou que &#8220;as dificuldades técnicas verificadas na classificação eletrónica impediram alguns alunos de conhecer as suas classificações definitivas atempadamente, circunstância que poderá ter condicionado, designadamente, a decisão de inscrição e de realização dos exames na 2.ª fase, bem como a adequada preparação dos alunos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;A decisão de criar uma época extraordinária visa assegurar que nenhum aluno é prejudicado por circunstâncias que não lhe são imputáveis&#8221;, acrescentou, insistindo que está assegurada &#8220;toda a transparência e rigor do processo de avaliação das aprendizagens dos alunos e as condições de equidade na conclusão do ensino secundário e no acesso ao ensino superior&#8221;.</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas o processo registou várias falhas técnicas.</P><br />
<P>As pautas com os resultados das provas começaram a ser afixadas apenas na sexta-feira à noite, mas sem todas as classificações ou com classificações incorretas devido a falhas identificadas pelo Júri Nacional de Exames.</P><br />
<P>Apesar dos atrasos na divulgação das notas, o Ministério manteve os calendários da primeira fase do concurso nacional de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, bem como o calendário da segunda fase dos exames, que decorre esta semana.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792190]]></sapo:autor>
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		<title>Angola e Brasil têm responsabilidade comum de construir instituições plurais &#8212; Supremo Tribunal Federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 21:21:04 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil (STFB) defendeu hoje, em Luanda, que os tribunais devem decidir sem medo do governo e do poder económico e considerou que Angola e Brasil têm responsabilidade de construir instituições plurais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Supremo Tribunal Federal do Brasil (STFB) defendeu hoje, em Luanda, que os tribunais devem decidir sem medo do governo e do poder económico e considerou que Angola e Brasil têm responsabilidade de construir instituições plurais.</P><br />
<P>Segundo Luís Edson Fachin, a independência judicial não pertence ao juiz, mas pertence ao cidadão e esta, no seu entender, «não existe para proteger magistradas e magistrados, existe para proteger quem será julgado por ele».</P><br />
<P>«O cidadão precisa de saber que quando entrar numa sala de audiências encontrará alguém que possa decidir sem receber ordens, sem medo do governo, sem medo do poder económico, sem medo da imprensa (&#8230;), sem medo de decidir contra a maioria, esta é a essência da independência judicial: não é privilégio, é garantia», disse.</P><br />
<P>O presidente do STFB, que proferiu hoje uma aula magna sobre a «Democracia Constitucional e Independência do Judiciário», no âmbito sua visita oficial a Angola, considerou também que a independência do poder judiciário deve ser institucional (externa) e decisória (interna).</P><br />
<P>Argumentou que a independência institucional se traduz na capacidade de o poder judiciário exercer suas funções sem submissão indevida aos demais poderes do Estado.</P><br />
<P>«E isto envolve autonomia administrativa, autonomia orçamental, critérios objetivos para ingresso, nomeação e promoção, garantias contra interferências externas», notou.</P><br />
<P>Quanto à independência decisória, prosseguiu, esta protege cada magistrado no momento de decidir: «Significa que a única obediência que deve o juiz é a Constituição, é às leis, não à interesses políticos, não a interesses económicos, não a campanhas mediáticas».</P><br />
<P>Defendeu que um [poder] judiciário institucionalmente forte se for composto por juízes individualmente vulneráveis à pressão «não é um judiciário verdadeiramente independente».</P><br />
<P>Perante uma plateia composta por magistrados judicias e do Ministério Público, juristas, estudantes de direito e docentes universitários, no Palácio da Justiça em Luanda, o juiz brasileiro enalteceu igualmente a «histórica e ancestral» cooperação entre o Brasil e Angola.</P><br />
<P>Ambos os países, de acordo com o Luís Edson Fachin, são sociedades profundamente marcadas pela diversidade, são sociedades plurais, multiculturais e com histórias complexas.</P><br />
<P>«Por isso, temos a uma responsabilidade comum: construir instituições que consigam reconhecer a pluralidade das sociedades que servem. E, nisso, há que se reconhecer que o Brasil ainda tem um dever a cumprir», disse.</P><br />
<P>Referiu-se também da história do constitucionalismo angolano, tendo considerado que esta ficou marcada pela experiência revolucionária (com a Lei Constitucional de 1975) e a pela construção de um novo Estado, que permitiu o país avançar em direção a uma ordem comprometida com os princípios do Estado Democrático de Direito.</P><br />
<P>Contudo, o também presidente do Conselho Nacional de Justiça da República Federativa do Brasil, afirmou também que a legitimidade das cortes funcionais (tribunais especializados) não é uma legitimidade eleitoral.</P><br />
<P>«É uma legitimidade funcional, procedimental e argumentativa. Tribunais não substituem a vontade popular», sustentou respondendo uma questão retórica sobre a posição de magistrados, que não eleitos diretamente pelo povo invalidam decisões de entes eleitos democraticamente.</P><br />
<P>Fachin considerou, por outro lado, que os juízes precisam de justificar as suas decisões, precisam de prestar contas de como e o que decidem, porque, no seu entender, o poder jurisdicional «exige razões públicas».</P><br />
<P>«E essas razões são públicas para que possam ser criticadas, revistas, contestadas, comparadas, examinadas pela academia (&#8230;), debatidas pela imprensa», acrescentou, realçando que a política democrática e a sociedade precisam de ter espaço.</P><br />
<P>Na sua exposição de uma hora, o presidente do STFB afirmou igualmente que o sistema judiciário contemporâneo congrega vários desafios, nomeadamente as tecnologias de informação, a desinformação, as redes tecnológicas e a manipulação.</P><br />
<P>Aos estudantes angolanos «futuros juristas e magistrados», assinalou, apelou ao rigor técnico &#8212; «não existe independência sólida sem competência» &#8211;, integridade, ética republicana, prudência e discernimento que, como disse, «é uma mercadoria em falta nas prateleiras dos supermercados mediáticos contemporâneos».</P><br />
<P>Luís Edson Fachin, professor titular de direito civil e membro da Academia Brasileira de Letras Jurídicas, defendeu ainda que há um núcleo de direitos que «não pode ser simplesmente sacrificado por cálculos de conveniência».</P><br />
<P>«Direitos fundamentais não existem apenas para os dias tranquilos existem, sobretudo, para os dias difíceis», concluiu o magistrado brasileiro, que está em Luanda a convite do Tribunal Constitucional de Angola.</P></p>
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		<title>Médio Oriente: Doze palestinianos mortos hoje em ataques israelitas em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jul 2026 21:02:30 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Um total de doze palestinianos morreram hoje em ataques israelitas em Gaza, incluindo quatro crianças, segundo um último balanço das autoridades locais, após ter sido revisto número de vítimas em ataque aéreo que atingiu um apartamento na cidade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Um total de doze palestinianos morreram hoje em ataques israelitas em Gaza, incluindo quatro crianças, segundo um último balanço das autoridades locais, após ter sido revisto número de vítimas em ataque aéreo que atingiu um apartamento na cidade.  </P><br />
<P>A morgue do hospital Al Shifa, para onde os corpos foram levados, identificou as vítimas do bombardeamento contra o edifício residencial da zona de Al Samr como Abdalá Yaha, Mohamed al Hawari, Yihad Azam e Subhi Saqala.  </P><br />
<P>Horas antes, o Exército israelita tinha matado outras oito pessoas em dois ataques diferentes, em mais um dia em que continuou a não respeitar o cessar-fogo vigente desde outubro.  </P><br />
<P>No primeiro dos ataques das forças armadas israelitas, de manhã, foram mortos seis membros da família Al Masri, pai, mãe e quatro filhos, com 5, 9, 11 e 12 anos, num bombardeamento à sua residência no sul da cidade de Gaza, segundo o Ministério da Saúde da Faixa de Gaza.  </P><br />
<P>O exército admitiu o ataque, afirmando que visou suspeitos membros do Hamas. </P><br />
<P>Depois do meio-dia, o exército matou a tiro dois homens num ataque a um veículo à entrada da cidade de Al Zahra (centro), identificados como Raed al Omsi, 34 anos, e Nabhan al Omsi, 53, que era professor na Agência das Nações Unidas para os Refugiados da Palestina (UNRWA), relatou o hospital dos Mártires de Al Aqsa, para onde os corpos foram transferidos. </P><br />
<P>O exército israelita continua a atacar diariamente a devastada Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo que entrou em vigor em outubro de 2025, além de expandir a sua ocupação militar no enclave palestiniano para quase 70% do território. </P><br />
<P>No total, o exército israelita matou cerca de 73.300 pessoas desde o início da sua ofensiva em outubro de 2023, descrita por grande parte da comunidade internacional como genocídio devido à destruição generalizada e aos ataques deliberados contra crianças palestinianas, segundo as conclusões de comissões independentes. </P><br />
<P>Fontes médicas estimam que cerca de 7.500 pessoas continuam desaparecidas sob os escombros. Israel não permite a entrada de maquinaria para trabalhos de desobstrução e recuperação de corpos. </P></p>
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