Hungria vai tomar as “medidas necessárias” contra nova vaga da Covid-19, garante primeiro-ministro

A Hungria registou hoje 459 novos casos do coronavírus, o maior número diário desde o início da pandemia de Covid-19.

Executive Digest com Lusa

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, declarou, esta sexta-feira, que pretende proteger os idosos, criar condições para o funcionamento das escolas e manter a economia a funcionar durante a segunda vaga da pandemia de Covid-19.

A Hungria registou hoje 459 novos casos do coronavírus, o maior número diário desde o início da pandemia de Covid-19, informaram as autoridades húngaras.

O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orban, disse à rádio estatal que o seu Governo tem três objetivos principais em relação à segunda onda da pandemia: proteger aqueles que estão em maior risco, como os idosos, criar as condições necessárias para o funcionamento das escolas e acelerar a economia.

“Se a economia tiver de parar novamente, todos nós estaremos numa situação muito difícil”, declarou Orban à rádio estatal.

A decisão da Hungria de encerrar as suas fronteiras para a maioria dos estrangeiros desde 01 de setembro provocou críticas da União Europeia (UE), mas Orban considerou que, apesar das objeções de Bruxelas, “em alguns dias, farão o que nós fizemos”, porque sem implementar novas regras de fronteira, os demais países europeus não serão capazes de conter a propagação do novo coronavírus.

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A Hungria registou 7.382 casos confirmados e 621 óbitos pelo novo coronavírus.

A pandemia de covid-19 já provocou pelo menos 863.679 mortos e infetou mais de 26 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 1.829 pessoas das 59.051 confirmadas como infetadas, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

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A doença é transmitida por um novo coronavírus detetado no final de dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Depois de a Europa ter sucedido à China como centro da pandemia em fevereiro, o continente americano é agora o que tem mais casos confirmados e mais mortes.

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