<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Executive Digest</title>
	<atom:link href="https://executivedigest.sapo.pt/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://executivedigest.sapo.pt</link>
	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 08 Jul 2026 11:22:44 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-PT</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>Mota-Engil junta-se à fábrica de unicórnios de Lisboa para colocar startups a testar soluções na construção</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mota-engil-junta-se-a-fabrica-de-unicornios-de-lisboa-para-colocar-startups-a-testar-solucoes-na-construcao/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/mota-engil-junta-se-a-fabrica-de-unicornios-de-lisboa-para-colocar-startups-a-testar-solucoes-na-construcao/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:17:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786790</guid>

					<description><![CDATA[A iniciativa será desenvolvida através da MEXT: Mota-Engil Next, a plataforma de inovação do grupo, e pretende aproximar startups e scaleups da realidade operacional da empresa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Mota-Engil estabeleceu uma parceria estratégica com a Unicorn Factory Lisboa para reforçar a sua ligação ao ecossistema nacional e internacional de inovação e acelerar o desenvolvimento de soluções tecnológicas aplicadas às áreas da construção, infraestruturas e sustentabilidade.</p>
<p>A iniciativa será desenvolvida através da MEXT: Mota-Engil Next, a plataforma de inovação do grupo, e pretende aproximar startups e scaleups da realidade operacional da empresa, permitindo testar e desenvolver soluções em contexto real e acelerar a sua aplicação em projetos da Mota-Engil.</p>
<p>A parceria centra-se em áreas consideradas estratégicas para o grupo, nomeadamente a construção sustentável, novos materiais e técnicas construtivas, descarbonização, circularidade de recursos, monitorização e eficiência de edifícios, digitalização de processos, segurança operacional, mobilidade inteligente e transição energética.</p>
<p>Silvia Mota, CEO da MEXT: Mota-Engil Next, afirma que a colaboração reforça o compromisso do grupo em &#8220;aproximar indústria, tecnologia e talento&#8221;, promovendo o desenvolvimento e a aplicação de soluções para responder aos desafios das infraestruturas, da sustentabilidade e do desenvolvimento urbano. A responsável acrescenta que a parceria permitirá criar condições para testar e escalar inovação com impacto prático.</p>
<p>Também Gil Azevedo, diretor-geral da Unicorn Factory Lisboa, considera que a colaboração demonstra a crescente importância da inovação e da cooperação entre grandes empresas e startups para o futuro do setor da construção e das infraestruturas. Segundo o responsável, a entrada da Mota-Engil como parceiro estratégico cria novas oportunidades para desenvolver soluções com impacto no mercado e acelerar a transformação do setor.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/mota-engil-junta-se-a-fabrica-de-unicornios-de-lisboa-para-colocar-startups-a-testar-solucoes-na-construcao/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786790]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Economia deve ter crescido 2,2% em termos homólogos no 2.º trimestre, revela Católica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/economia-deve-ter-crescido-22-em-termos-homologos-no-2-o-trimestre-catolica/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/economia-deve-ter-crescido-22-em-termos-homologos-no-2-o-trimestre-catolica/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786791</guid>

					<description><![CDATA[A economia portuguesa deverá ter crescido 0,6% em cadeia e 2,2% em termos homólogos no segundo trimestre deste ano, de acordo com as previsões do NECEP - Católica Lisbon Forecasting Lab, divulgadas hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A economia portuguesa deverá ter crescido 0,6% em cadeia e 2,2% em termos homólogos no segundo trimestre deste ano, de acordo com as previsões do NECEP &#8211; Católica Lisbon Forecasting Lab, divulgadas hoje.</p>
<p>&#8220;A generalidade dos indicadores de alta frequência aponta para uma melhoria da atividade e do sentimento económico nos últimos meses, superada que foi a fase mais crítica da subida dos preços da energia e das perturbações nas cadeias de distribuição, motivadas pelo conflito no Médio Oriente&#8221;, lê-se na Síntese da Folha Trimestral de Conjuntura.</p>
<p>No entanto, os economistas ressalvam que esta estimativa tem dificuldade em incorporar a dinâmica da população ativa, que cresceu 0,8% em cadeia no segundo trimestre.</p>
<p>Para o conjunto do ano, a estimativa central de crescimento da economia portuguesa em 2026 foi revista em alta de 1,5% para 1,8% na sequência do desempenho agora previsto para o segundo trimestre, indica o NECEP.</p>
<p>As projeções para 2027 e 2028 mantiveram-se em 1,5% e 1,9%, respetivamente, enquanto a economia da zona euro deverá crescer apenas 0,4% em 2026, uma revisão em baixa de 0,4 pontos percentuais face à estimativa anterior, &#8220;reflexo da contração do primeiro trimestre e do crescimento fraco previsto para o segundo&#8221;.</p>
<p>Já no que diz respeito à inflação, o crescimento do IPC (Índice de Preços no Consumidor) deverá passar de 2,3% para 2,5% este ano, mantendo-se alinhado com o objetivo de 2% da política monetária no limiar de 2028, com um valor intermédio de 2,2% em 2027.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/economia-deve-ter-crescido-22-em-termos-homologos-no-2-o-trimestre-catolica/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786791]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bruxelas processa Portugal para exigir condições de trabalho transparentes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bruxelas-processa-portugal-para-exigir-condicoes-de-trabalho-transparentes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bruxelas-processa-portugal-para-exigir-condicoes-de-trabalho-transparentes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:14:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[legislação laboral]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786782</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão Europeia abriu um procedimento de infração contra Portugal por considerar que a legislação nacional "não está totalmente alinhada" com as regras sobre condições de trabalho transparentes e previsíveis da União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia abriu um procedimento de infração contra Portugal por considerar que a legislação nacional &#8220;não está totalmente alinhada&#8221; com as regras sobre condições de trabalho transparentes e previsíveis da União Europeia (UE).</P><br />
<P>No âmbito do pacote de infrações de julho, hoje publicado, Bruxelas anuncia ter enviado uma carta de notificação formal a Portugal por falhas na transposição da diretiva que estabelece normas de maior transparência e previsibilidade nas relações laborais na UE, considerando que o país (e sete outros) &#8220;não alinharam totalmente a sua legislação nacional&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com a Comissão Europeia, a diretiva garante que todos os trabalhadores da União Europeia recebem &#8220;informação clara e antecipada sobre as suas condições essenciais de emprego&#8221;, incluindo elementos como horários de trabalho, remuneração e estabilidade da relação laboral.</P><br />
<P>A instituição comunitária indica que estas regras reforçam a proteção dos trabalhadores contra práticas abusivas, nomeadamente &#8220;horários imprevisíveis e atribuições de trabalho de última hora&#8221;, assegurando também direitos como a realização de formação obrigatória sem custos para os trabalhadores.</P><br />
<P>Além de Portugal, o procedimento de infração abrange a República Checa, Estónia, Irlanda, Grécia, Hungria, Países Baixos e Finlândia, países que receberam agora cartas de notificação formal.</P><br />
<P>Os países abrangidos têm agora dois meses para responder às preocupações levantadas por Bruxelas e adotar as medidas necessárias para corrigir as falhas identificadas.</P><br />
<P>Caso as respostas não sejam consideradas satisfatórias, a Comissão Europeia poderá decidir avançar para a fase seguinte do procedimento, através do envio de pareceres fundamentados.</P><br />
<P>A infração surge depois de, em meados de junho, o executivo comunitário ter dito à Lusa que estava analisar o estado da transposição das novas regras sobre transparência salarial pelos Estados-membros, incluindo Portugal.</P><br />
<P>O prazo para a transposição para a legislação nacional da Diretiva sobre Transparência Salarial terminou no dia 07 de junho.</P><br />
<P>Esta diretiva verte em lei aplicável o princípio consagrado no Tratado de salário igual para trabalho igual ou de valor igual entre mulheres e homens.</P><br />
<P>Ao abrigo das novas regras, os empregadores são obrigados a divulgar a faixa salarial inicial ou o salário base nos anúncios das vagas ou antes da entrevista e os funcionários têm o direito de solicitar por escrito informações sobre o seu nível salarial individual e sobre os níveis médios de remuneração, discriminados por sexo, para categorias de trabalhadores que desempenham funções equivalentes.</P><br />
<P>As empresas da UE têm ainda de tomar medidas se a disparidade remuneratória em função do género for superior a 5%.</P><br />
<P>A diretiva inclui igualmente disposições sobre a indemnização das vítimas de discriminação remuneratória e sanções, incluindo coimas, para os empregadores que violem as regras.</P><br />
<P>Segundo dados de Bruxelas, a falta de transparência salarial foi identificada como um dos principais obstáculos à eliminação da disparidade salarial entre homens e mulheres, que se mantém em cerca de 11%, o que significa que as mulheres ganham, em média, menos 11% do que os homens por hora por trabalho igual ou de valor igual, de acordo com informação do Eurostat relativa a 2024.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bruxelas-processa-portugal-para-exigir-condicoes-de-trabalho-transparentes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786782]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Parlamento aprova na especialidade alargar a todo o país transportes gratuitos para ex-combatentes</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-aprova-na-especialidade-alargar-a-todo-o-pais-transportes-gratuitos-para-ex-combatentes/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-aprova-na-especialidade-alargar-a-todo-o-pais-transportes-gratuitos-para-ex-combatentes/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:13:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[ex-combatentes]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[parlamento]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[transportes públicos]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786777</guid>

					<description><![CDATA[A comissão parlamentar de Defesa aprovou hoje por unanimidade o projeto de lei do Chega, com alterações propostas pelo PSD, para alargar a todo o território a gratuitidade de transportes públicos para ex-combatentes.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A comissão parlamentar de Defesa aprovou hoje por unanimidade o projeto de lei do Chega, com alterações propostas pelo PSD, para alargar a todo o território a gratuitidade de transportes públicos para ex-combatentes.</P><br />
<P>A iniciativa foi aprovada, na especialidade, com os votos favoráveis de PSD, PS, Chega e JPP, os partidos presentes na reunião da comissão.</P><br />
<P>O Chega propõe que o Governo, em articulação com as autoridades de transportes competentes, adote as medidas necessárias para assegurar a gratuitidade dos transportes públicos, em todo o país, para todos os antigos combatentes, bem como para a viúva ou viúvo.</P><br />
<P>Foi também aprovada por unanimidade uma proposta de alteração da autoria do PSD, que define a criação de um mecanismo de compensação baseado na validação e utilização efetiva do passe, &#8220;em conformidade com os princípios da eficiência da despesa pública, da proporcionalidade e da boa gestão financeira&#8221;.</P><br />
<P>Bruno Vitorino, deputado do PSD, explicou na comissão que esta adição à proposta tem como objetivo garantir que o passe &#8220;seja pago pela lógica de utilização de uma pessoa em particular&#8221;, assegurando assim que a iniciativa é viável para o Estado.</P><br />
<P>Estava também agendada a discussão de um projeto de resolução do PSD e CDS-PP e outro do JPP com objetivos semelhantes, mas que acabaram retirados pelo seu teor ser coincidente com o do texto final aprovado em especialidade.</P><br />
<P>No dia 29 de maio, o ministro da Defesa Nacional, Nuno Melo, anunciou que o Governo tenciona alargar a gratuitidade de transportes públicos para antigos combatentes a todo o país, salientando que primeiro terá que ser alterado o atual modelo de financiamento.</P><br />
<P>Atualmente, a gratuitidade dos transportes públicos para antigos combatentes abrange três modalidades: passes metropolitanos, passes municipais ou títulos assentes em assinaturas de linha (que permitem deslocações entre uma origem e um destino específicos). Neste último caso, a gratuitidade só abrange deslocações até ao escalão máximo de 32 quilómetros a contar da localidade de residência habitual do utente.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-aprova-na-especialidade-alargar-a-todo-o-pais-transportes-gratuitos-para-ex-combatentes/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786777]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>PR espera rápida resolução dos problemas e que confiança no sistema de avaliação de exames fique intacta</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/pr-espera-rapida-resolucao-dos-problemas-e-que-confianca-no-sistema-de-avaliacao-de-exames-fique-intacta/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/pr-espera-rapida-resolucao-dos-problemas-e-que-confianca-no-sistema-de-avaliacao-de-exames-fique-intacta/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 11:03:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[António José Seguro]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786772</guid>

					<description><![CDATA[O Presidente da República afirmou hoje esperar que os problemas na classificação dos exames nacionais sejam rapidamente resolvidos e que a confiança no sistema de avaliação fique intacta.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Presidente da República afirmou hoje esperar que os problemas na classificação dos exames nacionais sejam rapidamente resolvidos e que a confiança no sistema de avaliação fique intacta.</p>
<p>António José Seguro, que falava aos jornalistas no fim da inauguração da nova sede do Mecanismo Nacional Anticorrupção (MENAC), em Lisboa, referiu que vai falar deste assunto com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, esta semana.</p>
<p>Questionado se o ministro da Educação, Fernando Alexandre, tem condições para continuar em funções, o chefe de Estado respondeu: &#8220;Não respondo a essas questões.&#8221;</p>
<p>&#8220;O desejo do Presidente é que rapidamente tudo volte à normalidade e, sobretudo, que a relação de confiança entre os alunos e as suas famílias e o sistema de avaliação se mantenha intacta&#8221;, afirmou.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/pr-espera-rapida-resolucao-dos-problemas-e-que-confianca-no-sistema-de-avaliacao-de-exames-fique-intacta/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786772]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Trump exige mais armas, mas a Europa tem um problema: faltam 160 mil milhões por ano para apanhar os EUA</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/trump-exige-mais-armas-mas-a-europa-tem-um-problema-faltam-160-mil-milhoes-por-ano-para-apanhar-os-eua/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/trump-exige-mais-armas-mas-a-europa-tem-um-problema-faltam-160-mil-milhoes-por-ano-para-apanhar-os-eua/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:59:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786770</guid>

					<description><![CDATA[Exigências de Donald Trump para que os aliados aumentem a despesa militar estão a empurrar os orçamentos para cima, mas o desafio vai muito além de gastar mais dinheiro]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A cimeira da NATO em Ancara tornou-se um novo teste à capacidade europeia de transformar promessas de defesa em músculo industrial. As exigências de Donald Trump para que os aliados aumentem a despesa militar estão a empurrar os orçamentos para cima, mas o desafio vai muito além de gastar mais dinheiro.</p>
<p>Segundo o &#8216;El Economista&#8217;, a diferença entre a indústria de defesa dos Estados Unidos e a europeia continua a ser enorme: a Europa teria de preencher uma distância anual de cerca de 160 mil milhões de euros face ao setor americano. Em 2024, último ano com dados disponíveis, a indústria aeroespacial e de defesa europeia gerou 325,7 mil milhões de euros em receitas, enquanto a americana faturou quase 487 mil milhões.</p>
<p>A diferença também é visível entre os maiores fabricantes de armamento. Entre as 100 maiores empresas do setor, de acordo com o Instituto Internacional de Investigação para a Paz de Estocolmo, constavam 42 empresas americanas, com receitas de cerca de 287 mil milhões de euros. As cinco maiores eram dos Estados Unidos e representavam 31% do total. Do lado europeu, excluindo as russas, surgiam 26 empresas, com receitas de 132 mil milhões de euros.</p>
<p>A dimensão da base industrial ajuda a explicar a diferença. A indústria americana de defesa é composta por cerca de 60 mil empresas e emprega 1,17 milhões de trabalhadores. A base industrial europeia tem cerca de meio milhão de trabalhadores e, excluindo o Reino Unido, a principal associação patronal continental representa apenas quatro mil empresas. Bruxelas contabiliza ainda cerca de 2.500 pequenas e médias empresas no setor.</p>
<p>Mas o paradoxo europeu é outro: apesar de ter uma indústria mais fragmentada e menos poderosa, a Europa opera muito mais sistemas de armas principais do que os Estados Unidos. Washington utiliza cerca de 40 grandes sistemas, como veículos blindados e navios de guerra, enquanto a Europa chega aos 171. A consequência é menos escala, mais dispersão e maior dificuldade em transformar investimento em capacidade militar comum.</p>
<p>Um relatório recente da Alternatives Foundation, com dados do Instituto Internacional de Estudos Estratégicos e da consultora McKinsey, estima que a Europa teria de investir 850 mil milhões de euros para substituir por completo as capacidades militares que os Estados Unidos aportam à NATO. O número aproxima-se dos 800 mil milhões de euros que a Comissão Europeia pretende mobilizar para a defesa até 2030.</p>
<p>Este novo ciclo de rearme já teve impacto direto nos mercados. As principais empresas europeias de defesa valorizaram-se de forma expressiva e várias apresentaram resultados financeiros recorde no último ano, impulsionadas pela guerra na Ucrânia, pela pressão americana e pela mudança de prioridades estratégicas no continente.</p>
<p>Para executar esta transformação, os países europeus estão a colocar os seus grandes grupos nacionais no centro dos programas de defesa. Em Espanha, a Indra assinou alianças para colaborar em contratos avaliados em mais de 11 mil milhões de euros com empresas como a alemã Rheinmetall, a britânica BAE Systems e a italiana Leonardo. A tecnológica espanhola fechou ainda mais de 150 acordos com empresas, incluindo muitas pequenas e médias empresas espanholas.</p>
<p>A alternativa passa por estruturas de cooperação multinacional, como a MBDA, o consórcio Eurofighter ou empresas pan-europeias como a Airbus. O problema é que estes modelos exigem coordenação política, industrial e tecnológica entre países que nem sempre têm as mesmas prioridades.</p>
<p>O caso mais sensível é o Sistema de Combate Aéreo do Futuro, conhecido como FCAS, projeto liderado por Alemanha, França e Espanha. Pensado para desenvolver um ecossistema de combate aéreo em torno de um caça de sexta geração, o programa tornou-se símbolo das dificuldades europeias: quando a colaboração funciona, pode multiplicar escala e capacidade; quando falha, atrasa projetos decisivos.</p>
<p>Há outros grandes programas em curso. O MGCS, liderado por Alemanha e França, pretende substituir os atuais carros de combate Leopard 2 e Leclerc a partir da década de 2040 e criar um verdadeiro “sistema de sistemas” para a guerra terrestre. Espanha, Itália e Reino Unido já demonstraram interesse em participar.</p>
<p>No setor aéreo, avança o Eurodrone, projeto de drone de média altitude e longa duração liderado por Espanha, França, Itália e Alemanha. Na área naval, a Corveta de Patrulha Europeia junta Itália, Espanha, França e Grécia, envolvendo 46 empresas de 12 países.</p>
<p>Ainda assim, a aposta principal continua a ser a criação de grandes programas multinacionais, considerados por Bruxelas a via mais rápida para ganhar escala. A Comissão Europeia propôs recentemente cinco novos projetos para mobilizar até 281 mil milhões de euros até 2045 em áreas como drones, defesa marítima, espaço, defesa aérea e proteção da fronteira leste da União Europeia.</p>
<p>A questão que a cimeira de Ancara volta a colocar é simples, mas difícil de responder: a Europa está pronta para gastar mais em defesa, mas conseguirá transformar esse dinheiro numa indústria militar capaz de depender menos dos Estados Unidos?</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/trump-exige-mais-armas-mas-a-europa-tem-um-problema-faltam-160-mil-milhoes-por-ano-para-apanhar-os-eua/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786770]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Comissão Europeia abre processo contra Portugal por falhas no controlo das pescas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/comissao-europeia-abre-processo-contra-portugal-por-falhas-no-controlo-das-pescas/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/comissao-europeia-abre-processo-contra-portugal-por-falhas-no-controlo-das-pescas/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:47:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[pescas]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786751</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão Europeia abriu um procedimento de infração contra Portugal por incumprimento das obrigações europeias relativas ao controlo das atividades de pesca, dando dois meses ao país para corrigir as lacunas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia abriu um procedimento de infração contra Portugal por incumprimento das obrigações europeias relativas ao controlo das atividades de pesca, dando dois meses ao país para corrigir as lacunas.</P><br />
<P>No âmbito dos procedimentos de infração de julho, Bruxelas anunciou hoje em comunicado ter dado início a processos por incumprimento, enviando cartas de notificação formal a Portugal &#8212; e também a Itália &#8212; por não terem cumprido as obrigações relativas ao regulamento para controlo das pescas da UE, exigindo assim a &#8220;correção das lacunas identificadas nos sistemas nacionais&#8221;.</P><br />
<P>De acordo com Bruxelas, Portugal deveria ter implementado, até dezembro de 2013, um sistema de cruzamento automático, análise e verificação dos dados da atividade pesqueira, incluindo uma base de dados eletrónica destinada a validar essa informação.</P><br />
<P>No entanto, a Comissão Europeia indica que Portugal tem &#8220;atrasado repetidamente o desenvolvimento&#8221; desse sistema, situação que impede a identificação e investigação de inconsistências ou erros nos dados utilizados para o controlo das pescas.</P><br />
<P>Para o executivo comunitário, estas falhas prolongadas prejudicam a eficácia da fiscalização e podem comprometer a igualdade de condições entre operadores do setor pesqueiro nos diferentes Estados-membros.</P><br />
<P>Além de Portugal, a Comissão Europeia abriu um procedimento semelhante contra Itália, onde identificou várias medidas pendentes.</P><br />
<P>Portugal e Itália têm agora dois meses para responder às preocupações apresentadas e tomar medidas para corrigir as deficiências identificadas.</P><br />
<P>Caso as respostas sejam consideradas insuficientes, Bruxelas poderá avançar para uma nova fase do processo, através do envio de um parecer fundamentado, podendo posteriormente recorrer ao Tribunal de Justiça da União Europeia.</P><br />
<P>A Comissão Europeia sublinha que sistemas eficazes de controlo das pescas são essenciais para garantir o cumprimento das regras comunitárias, proteger os recursos marinhos e assegurar uma concorrência equilibrada dentro do mercado europeu.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/comissao-europeia-abre-processo-contra-portugal-por-falhas-no-controlo-das-pescas/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786751]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Custos da construção nova sobem 6,9% em maio, revela INE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/custos-da-construcao-nova-sobem-69-em-maio-ine/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/custos-da-construcao-nova-sobem-69-em-maio-ine/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:47:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[construção]]></category>
		<category><![CDATA[INE]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786748</guid>

					<description><![CDATA[Os custos de construção de habitação nova subiram 6,9% em termos homólogos em maio, com aumentos no preço dos materiais (6,4%) e da mão-de-obra (7,5%), segundo a estimativa do INE hoje divulgada.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os custos de construção de habitação nova subiram 6,9% em termos homólogos em maio, com aumentos no preço dos materiais (6,4%) e da mão-de-obra (7,5%), segundo a estimativa do INE hoje divulgada.</P><br />
<P>De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a taxa de variação homóloga do Índice de Custos de Construção de Habitação Nova (ICCHN) foi superior em 0,9 pontos percentuais (p.p.) face à observada em abril.</P><br />
<P>No mês em análise, os preços dos materiais subiram 6,4%, o que compara com 5% no mês anterior, e o custo da mão de obra aumentou 7,5%, resultado 0,4 p.p. superior a abril.</P><br />
<P>O custo da mão-de-obra contribuiu com 3,5 p.p. (3,3 p.p. no mês anterior) para a formação da taxa de variação homóloga do ICCHN e os materiais registaram um contributo de 3,4 p.p. (2,7 p.p. no mês de abril).</P><br />
<P>De acordo com o INE, entre os materiais que mais influenciaram positivamente a variação agregada do preço estão os betumes e o gasóleo com uma subida de cerca de 30% e o fio de cobre nu e revestido e os tubos de PVC com cerca de 25% acima do período homólogo. </P><br />
<P>Por outro lado, verificou-se apenas uma redução nos produtos pré-fabricados de betão.</P><br />
<P>Já em termos mensais, a taxa de variação mensal do ICCHN foi de 1,1% em maio, 0,3 p.p. superior à registada no mês anterior e 0,8 p.p. superior à de maio de 2025. O custo dos materiais subiu 1,3%, e o da mão de obra 0,9%.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/custos-da-construcao-nova-sobem-69-em-maio-ine/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786748]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Fenprof acusa tutela de amadorismo no processo dos exames nacionais</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fenprof-acusa-tutela-de-amadorismo-no-processo-dos-exames-nacionais/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/fenprof-acusa-tutela-de-amadorismo-no-processo-dos-exames-nacionais/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:46:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[exames nacionais]]></category>
		<category><![CDATA[Fenprof]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786750</guid>

					<description><![CDATA[A Fenprof acusou hoje o Ministério da Educação de amadorismo no processo de classificação dos exames nacionais e exigiu soluções rápidas, defendendo que o ministro da Educação não tem condições para continuar no cargo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Fenprof acusou hoje o Ministério da Educação de amadorismo no processo de classificação dos exames nacionais e exigiu soluções rápidas, defendendo que o ministro da Educação não tem condições para continuar no cargo.</p>
<p>&#8220;O ministro, perante o que tem acontecido, (&#8230;) não tem condições para exercer a função de ministro da Educação&#8221;, disse um dos secretários gerais da Federação Nacional de Professores, Francisco Gonçalves.</p>
<p>Em conferência de imprensa, no Porto, para marcar o lançamento de um abaixo-assinado contra as &#8220;graves deficiências verificadas no processo de classificação dos exames nacionais e suas consequências&#8221;, a Fenprof criticou a decisão do Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) de alterar o processo de classificação dos exames, passando-o a formato digital com sistemas informáticos que têm apresentado problemas desde o início.</p>
<p>&#8220;Não somos nós que dizemos. Especialistas na área dizem que foi um processo feito com amadorismo e sem um plano de contingência. E os resultados estão à vista. E atenção: vamos ter, de certeza, o pedido de reapreciação de milhares de provas. Falamos aqui no dilatar de prazos, a 17 de julho ou 20 de julho, o processo não estará concluído&#8221;, acrescentou o também secretário-geral da Fenprof José Feliciano Costa.</p>
<p>Insistindo que Fernando Alexandre tem de assumir as responsabilidades políticas, a Fenprof alertou que a questão atual não está &#8220;só na pessoa, mas nas opções políticas&#8221;.</p>
<p>&#8220;Tem de haver aí um recuo, tem de haver mudanças. O problema aqui não é a questão da mudança do ministro. O ministro pode sair. Se as políticas continuarem, ficamos todos na mesma&#8221;, disse José Feliciano Costa.</p>
<p>Pela primeira vez este ano, as provas dos 11.º e 12.º anos, que continuam a ser realizadas em papel, estão a ser corrigidas em formato digital, um processo que implica que sejam digitalizadas e só depois distribuídas pelos professores para serem avaliadas.</p>
<p>No entanto, nas últimas semanas, professores classificadores relataram atrasos na disponibilização das provas, erros na digitalização das folhas de resposta e problemas técnicos na plataforma de distribuição e classificação.</p>
<p>Na semana passada, o Governo anunciou o adiamento da divulgação dos resultados e da segunda fase dos exames nacionais devido aos problemas técnicos que, na segunda-feira, o ministro da Educação disse estarem resolvidos.</p>
<p>Na terça-feira, em entrevista à CNN Portugal, o ministro da Educação confirmou que a plataforma eletrónica em que é feita a correção dos exames nacionais do ensino secundário estaria indisponível hoje, durante duas horas, entre as 00:00 e as 02:00.</p>
<p>Sobre a segunda fase dos exames nacionais, adiada para entre 21 e 24 de julho, Fernando Alexandre disse acreditar que &#8220;vai correr muito bem e será exemplar&#8221;.</p>
<p>Mais de 5.700 pessoas já subscreveram uma petição em que pedem a anulação dos exames nacionais, sem prejuízo dos alunos, devido aos problemas no processo de correção, argumentando que as sucessivas falhas técnicas comprometem a validade das provas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/fenprof-acusa-tutela-de-amadorismo-no-processo-dos-exames-nacionais/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786750]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Europa aquece, mas nem todos conseguem proteger-se: 40% não têm meios para manter a casa fresca</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/europa-aquece-mas-nem-todos-conseguem-proteger-se-40-nao-tem-meios-para-manter-a-casa-fresca/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/europa-aquece-mas-nem-todos-conseguem-proteger-se-40-nao-tem-meios-para-manter-a-casa-fresca/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:44:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786746</guid>

					<description><![CDATA[No sul e no centro-leste da Europa, mais de 85% das pessoas afirmam ter sentido perturbações relacionadas com o clima, desde ondas de calor intensas ao ar livre até temperaturas difíceis de suportar dentro de casa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Europa volta a enfrentar uma onda de calor intensa, mas os efeitos dos fenómenos meteorológicos extremos não são sentidos da mesma forma em todos os países, nem por todos os cidadãos. Um novo estudo da Agência Europeia do Ambiente e da Eurofound mostra que quatro em cada cinco europeus dizem já ter sido afetados por eventos climáticos extremos.</p>
<p>Segundo a &#8216;Euronews&#8217;, os dados revelam diferenças claras entre regiões. No sul e no centro-leste da Europa, mais de 85% das pessoas afirmam ter sentido perturbações relacionadas com o clima, desde ondas de calor intensas ao ar livre até temperaturas difíceis de suportar dentro de casa.</p>
<p>Os incêndios florestais e o fumo associado são uma das marcas mais visíveis dessa desigualdade. Na Grécia, 41% dos inquiridos dizem ter sido afetados por incêndios ou fumo, seguindo-se Portugal, com 35%, e Chipre, com 20%. A média europeia é de apenas 8%, o que mostra a dimensão particular do problema nos países mais expostos a temperaturas elevadas e períodos prolongados de seca.</p>
<p>O sul da Europa volta, aliás, a estar sob pressão, com incêndios florestais a obrigarem milhares de pessoas a abandonar as suas casas e a levarem as autoridades a impor restrições em eventos ao ar livre, incluindo em parte do percurso da Volta a França. Em Portugal, os satélites do programa europeu Copernicus captaram, a 3 de julho, uma nuvem de fumo a deslocar-se para oeste sobre o Atlântico, proveniente dos incêndios no noroeste do país.</p>
<p>Noutras regiões, o risco dominante é diferente. Na Áustria, quase 26% dos inquiridos dizem ter sido afetados por inundações, enquanto na Eslovénia esse valor chega aos 19%. A média da União Europeia é de 11%, confirmando que a exposição aos fenómenos climáticos extremos varia muito consoante a geografia.</p>
<p>Mas a vulnerabilidade não depende apenas do país onde se vive. O rendimento, as condições da habitação e o estado de saúde também determinam a forma como cada pessoa suporta o calor, as cheias ou outros fenómenos extremos. O estudo indica que quase 40% dos europeus não têm meios para manter a casa fresca durante os picos de calor do verão.</p>
<p>A situação é mais grave na Europa Central e Oriental, onde 46,1% dos inquiridos dizem não conseguir assegurar uma temperatura confortável em casa no verão. No norte da Europa, esse valor baixa para 30,1%. Entre os agregados familiares com dificuldades em chegar ao fim do mês, a percentagem sobe para mais de 66%.</p>
<p>A preocupação com o futuro acompanha esta exposição desigual. Mais de 60% da população do sul da Europa afirma estar profundamente preocupada com futuros extremos de temperatura, mais do dobro do valor registado no norte do continente.</p>
<p>Também o acesso à água potável surge como fonte de ansiedade. Na Europa Central e Oriental, mais de metade dos inquiridos manifesta preocupação com a disponibilidade de água para uso diário, enquanto no norte da Europa essa preocupação atinge menos de um quarto da população.</p>
<p>O retrato deixado pelo estudo é claro: a crise climática já é uma experiência comum para a maioria dos europeus, mas não é uma experiência igual. Quem vive em regiões mais expostas, em casas menos preparadas ou com menos recursos financeiros enfrenta o calor, os incêndios, o fumo e a escassez de água com muito menos margem de proteção.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/europa-aquece-mas-nem-todos-conseguem-proteger-se-40-nao-tem-meios-para-manter-a-casa-fresca/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786746]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Há uma classe de ativos dos mercados emergentes que continua a convencer os investidores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ha-uma-classe-de-ativos-dos-mercados-emergentes-que-continua-a-convencer-os-investidores/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/ha-uma-classe-de-ativos-dos-mercados-emergentes-que-continua-a-convencer-os-investidores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:43:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[ativos]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Investidores]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786752</guid>

					<description><![CDATA[A dívida local dos mercados emergentes continua a ser a opção mais atrativa no universo do rendimento fixo destes mercados, segundo a mais recente análise de Guillaume Tresca, Senior Emerging Market Strategist da Generali Investments. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A dívida local dos mercados emergentes continua a ser a opção mais atrativa no universo do rendimento fixo destes mercados, segundo a mais recente análise de Guillaume Tresca, Senior Emerging Market Strategist da Generali Investments. Para o especialista, a resiliência demonstrada por esta classe de ativos durante o recente conflito entre o Irão e Israel reforça uma visão positiva que a gestora mantém há já algum tempo.</p>
<p>De acordo com a análise, a dívida local beneficia de um enquadramento macroeconómico ainda favorável nos mercados emergentes, caracterizado por uma atividade económica resiliente e por revisões limitadas das perspetivas de crescimento, mesmo após o agravamento das tensões geopolíticas no Médio Oriente.</p>
<p>A Generali Investments considera também que as avaliações permanecem atrativas. As taxas de juro continuam a oferecer níveis interessantes de carry e de rendibilidade real, ao mesmo tempo que os mercados deverão reduzir as expectativas de novas subidas de juros que surgiram na fase inicial do conflito com o Irão.</p>
<p>No mercado cambial, as moedas dos mercados emergentes sofreram alguma pressão após a reunião de junho da Reserva Federal norte-americana, marcada por um tom mais restritivo. Ainda assim, Guillaume Tresca considera que tanto as avaliações como os benefícios de diversificação não justificam uma extrapolação da recente valorização do dólar.</p>
<p>A análise destaca ainda fatores técnicos favoráveis à dívida local. A participação de investidores estrangeiros continua abaixo da média histórica, enquanto os fluxos de investimento voltaram a ganhar dinamismo, sustentando uma perspetiva positiva para esta classe de ativos.</p>
<p>Por último, a Generali Investments identifica a Inteligência Artificial como um novo fator de suporte para os mercados locais emergentes. Segundo a gestora, o crescimento associado à IA está a beneficiar os exportadores do Norte da Ásia e os fornecedores de matérias-primas, contribuindo para a geração de elevados excedentes comerciais que acabam por ser canalizados para os mercados domésticos de rendimento fixo.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/ha-uma-classe-de-ativos-dos-mercados-emergentes-que-continua-a-convencer-os-investidores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786752]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Não se podem ver: Sánchez fica longe da mesa principal da NATO antes das ameaças de Trump a Espanha</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/nao-se-podem-ver-sanchez-fica-longe-da-mesa-principal-da-nato-antes-das-ameacas-de-trump-a-espanha/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/nao-se-podem-ver-sanchez-fica-longe-da-mesa-principal-da-nato-antes-das-ameacas-de-trump-a-espanha/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:26:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Donald Trump]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[NATO]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Sanchéz]]></category>
		<category><![CDATA[politica]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786742</guid>

					<description><![CDATA[Sánchez partilhou mesa com o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, e com os presidentes da Polónia, Karol Nawrocki, da Finlândia, Alexander Stubb, e da Coreia do Sul, Lee Jae-myung]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pedro Sánchez chegou à cimeira da NATO em Ancara já em rota de colisão com Donald Trump por causa da despesa militar. Mas o primeiro sinal político da noite surgiu antes das declarações mais duras do presidente americano: o primeiro-ministro espanhol não ficou sentado na mesa principal do jantar de gala oferecido pelo presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, aos líderes aliados.</p>
<p>Segundo fontes de Moncloa citadas pelo &#8217;20 Minutos&#8217;, Sánchez partilhou mesa com o primeiro-ministro canadiano, Mark Carney, e com os presidentes da Polónia, Karol Nawrocki, da Finlândia, Alexander Stubb, e da Coreia do Sul, Lee Jae-myung. Na mesa principal ficaram Erdogan, Trump, o chanceler alemão Friedrich Merz, o presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer, a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni e o secretário-geral da NATO, Mark Rutte.</p>
<p>A distribuição dos lugares foi lida em Espanha como mais um sinal do desconforto em torno da posição de Madrid, que se tem recusado a acompanhar a meta de 5% do PIB em despesa militar defendida por Trump e assumida como referência no debate entre aliados. Ainda assim, fontes espanholas sublinharam que Sánchez ficou junto de líderes de países com peso estratégico relevante para a Aliança, como o Canadá, a Polónia e a Finlândia, e que conversou durante o jantar com o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky.</p>
<p>A tensão subiu de tom pouco depois. Em declarações feitas em Ancara, ao lado de Mark Rutte, Donald Trump classificou Espanha como “um caso perdido” e “um parceiro terrível”, acusando o país de não cumprir os compromissos no quadro da NATO. “Não participam, não pagam. Eu não quero ter nada a ver com Espanha. Cortem todas as relações com Espanha, incluindo visitas”, afirmou, dirigindo-se ao secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent.</p>
<p>O presidente americano foi ainda mais longe e ameaçou cortar as relações comerciais com Madrid. “Todos estão a pagar e a trabalhar, mas Espanha é abertamente hostil. Vamos ver se continuam a ser hostis quando ligarem a dizer: ‘por favor, queremos fazer comércio convosco’. Ganham tanto dinheiro connosco e vamos garantir que passam a ganhar muito menos”, declarou Trump.</p>
<p>A ameaça recupera um conflito que já vinha da anterior cimeira da NATO, quando o governo de Pedro Sánchez se afastou da meta de 5% para a defesa. Madrid defende que consegue cumprir as capacidades exigidas pela Aliança com uma despesa de 2,1% do PIB, valor que o executivo espanhol diz já ter alcançado. Trump, pelo contrário, tem insistido que os aliados europeus devem aumentar de forma substancial os orçamentos militares.</p>
<p>Mark Rutte tentou atenuar a crise e lembrou que Espanha já chegou aos 2% de despesa em defesa, apresentando esse avanço como um passo relevante. Ainda assim, o secretário-geral da NATO reconheceu que continuam a existir questões por resolver, num sinal de que a divergência espanhola continua a pesar nas discussões internas da Aliança.</p>
<p>Do lado espanhol, a resposta foi de “calma e normalidade”. Fontes do governo citadas pela &#8216;Efe&#8217; garantiram que Espanha mantém uma excelente relação social, cultural e económica com os Estados Unidos e que não tem qualquer intenção de a alterar. Moncloa sublinhou também que a União Europeia é uma união comercial e que nenhum Estado-membro pode ser discriminado individualmente nesse domínio.</p>
<p>O governo espanhol recordou ainda que os Estados Unidos têm excedente comercial com Espanha, o que significa que Washington também beneficia da relação económica entre os dois países. As mesmas fontes insistem que os laços económicos são construídos sobretudo por empresas privadas, não por governos, e que a relação bilateral é vantajosa para ambos, tanto no comércio como na defesa.</p>
<p>Na prática, a ameaça de Trump enfrenta também limites europeus. Mesmo que Washington quisesse penalizar Madrid, qualquer conflito comercial com Espanha teria impacto no mercado único e poderia obrigar a uma resposta coordenada de Bruxelas. Por isso, a crise aberta em Ancara já não se limita à despesa militar espanhola: tornou-se um novo teste à relação entre os Estados Unidos, Espanha e a própria União Europeia.</p>
<p>A cimeira deixou, assim, duas imagens políticas difíceis de separar: Sánchez longe da mesa principal dos grandes líderes da NATO e Trump a transformar a divergência sobre defesa numa ameaça comercial direta. Para Madrid, a resposta é institucional e europeia. Para Washington, a pressão é política, económica e pública.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/nao-se-podem-ver-sanchez-fica-longe-da-mesa-principal-da-nato-antes-das-ameacas-de-trump-a-espanha/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786742]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>João Nabais eleito presidente da DECO num mandato marcado pela IA e novos riscos para consumidores</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/joao-nabais-eleito-presidente-da-deco-num-mandato-marcado-pela-ia-e-novos-riscos-para-consumidores/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/joao-nabais-eleito-presidente-da-deco-num-mandato-marcado-pela-ia-e-novos-riscos-para-consumidores/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:22:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Deco]]></category>
		<category><![CDATA[João Nabais]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786735</guid>

					<description><![CDATA[Novos órgãos sociais assumem como prioridade uma DECO mais próxima dos consumidores, associados, parceiros e restantes entidades do ecossistema da proteção do consumidor]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>João Nabais foi eleito presidente da Direção da DECO para o triénio 2026-2028, na sequência da Assembleia Eleitoral realizada no dia 6 de julho, na sede e nas sete estruturas regionais da Associação.</p>
<p>A lista candidata, que reuniu nomes com experiência, renovação e conhecimento na defesa dos direitos dos consumidores, venceu um ato eleitoral que registou uma afluência às urnas acima do habitual.</p>
<p>Os novos órgãos sociais assumem como prioridade uma DECO mais próxima dos consumidores, associados, parceiros e restantes entidades do ecossistema da proteção do consumidor. O mandato agora iniciado pretende reforçar o movimento associativo e fortalecer a resposta da Associação aos desafios atuais.</p>
<p>Entre esses desafios estão a digitalização, a Inteligência Artificial, as alterações climáticas e novas formas de desigualdade económica e social, áreas que têm vindo a transformar a relação dos cidadãos com empresas, serviços públicos, plataformas digitais e mercados essenciais.</p>
<p>O novo presidente da Direção defende um mandato assente em “compromisso com uma DECO mais forte, mais próxima, mais inovadora e mais preparada para defender os consumidores num tempo de profunda transformação económica, social e tecnológica”.</p>
<p>A Associação pretende desenvolver novas iniciativas, projetos e atividades orientados para a antecipação de riscos, a influência de políticas públicas na área da proteção dos consumidores e a promoção do debate sobre os impactos da transformação digital na vida dos cidadãos.</p>
<p>Os órgãos sociais eleitos para o triénio 2026-2028 integram Joana Ana Jerónimo da Silva Soares Correia como presidente da Mesa da Assembleia Geral, Paulo André Rodrigues de Lima Garcia Fonseca como vice-presidente, Carla Alexandra Maria Paquito como primeira secretária e Maria José Pargana Dionísio como segunda secretária.</p>
<p>No Conselho Fiscal, Jorge Manuel Morgado Fernandes assume a presidência, acompanhado por João Pedro Rebelo Moreira e Egídio Sacramento de Lima Ramos.</p>
<p>A Direção passa a ser presidida por João Diogo de Castro Nabais dos Santos e integra ainda Fernando José Nunes da Silva, Luísa Maria Cameira Ribeiro Lopes, Maria Leonor Mendes da Trindade, Miguel de Miranda Cabral Dias Gomes, Nuno Gonçalo de Oliveira Castanho Luís Fortes e Patrícia Ramalhete Mendes da Silva Calado.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/joao-nabais-eleito-presidente-da-deco-num-mandato-marcado-pela-ia-e-novos-riscos-para-consumidores/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786735]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>O mercado de trabalho em Portugal: uma análise comparativa na UE</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/o-mercado-de-trabalho-em-portugal-uma-analise-comparativa-na-ue/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/o-mercado-de-trabalho-em-portugal-uma-analise-comparativa-na-ue/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:20:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Randstad Insight]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=780716</guid>

					<description><![CDATA[Este estudo faz uma análise detalhada da dinâmica do mercado de trabalho em Portugal, contextualizada no panorama da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este estudo faz uma análise detalhada da dinâmica do mercado de trabalho em Portugal, contextualizada no panorama da União Europeia. Num mercado único de talento, a compreensão da posição relativa de Portugal é essencial para informar decisões estratégicas de Recursos Humanos e políticas de retenção. O objectivo deste trabalho é, portanto, determinar se os indicadores nacionais do mercado de trabalho reflectem uma trajectória de convergência com as economias mais avançadas do bloco europeu ou se, pelo contrário, persistem desvios estruturais que exijam intervenções diferenciadas.</p>
<p style="text-align: justify;">A fonte primária de informação foi a Eurostat, através do Labour Force Survey, o que assegura que as definições de emprego, desemprego e inactividade sejam aplicadas da mesma forma em todos os estados membros.</p>
<p style="text-align: justify;">Cada indicador será dividi- do em duas dimensões complementares: uma análise de corte transversal, que posiciona Portugal face aos seus pares europeus no 4.º trimestre de 2025, e uma análise de série temporal, que mostra a evolução histórica do merca- do de trabalho nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">Para ambas as dimensões complementares foram utilizados dados ajustados de sazonalidade, garantindo que as tendências observadas reflectem mudanças orgânicas na economia e não meras flutuações sazonais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Destaques</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O mercado de trabalho português no contexto Europeu</strong><br />
<strong> Uma trajectória de convergência e novos desafios</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Elevada participação:</strong> Portugal apresenta uma taxa de actividade de 79,1%, superando a média da UE em 3,5 p.p. Esta dinâmica é acompanhada por uma taxa de inactividade (20,9%) significativamente inferior à média europeia (24,4%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Integração feminina:</strong> O crescimento histórico da força de trabalho foi impulsionado pela integração das mulheres, cuja taxa de actividade saltou de 59,1% em 1995 para 75,7% em 2024.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desemprego controlado:</strong> A taxa de desemprego situa-se em 5,8%, valor inferior à média da UE (5,9%), demonstrando uma sólida convergência com as economias centrais europeias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desequilíbrio geracional:</strong> Embora o diferencial entre o desemprego jovem e o geral seja comum na Europa, em Portugal esta disparidade é crítica. O rácio de 3,4 (face aos 2,5 da UE) e uma taxa de desemprego jovem de 21,6% evidenciam uma barreira estrutural na integração de novos talentos no mercado nacional.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Redução do défice de escolaridade:</strong> O peso de profissionais pouco qualificados caiu de 76,9% em 1992 para 32,2% em 2024. No entanto, com 29,1% em 2025, Portugal ainda detém a maior percentagem da UE nesta categoria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Subutilização e desemprego de longa duração:</strong> Apesar da taxa de desemprego ser inferior à média da UE, o desemprego de longa duração afecta 36,1% dos desempregados, superando a média da UE (32,5%).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cultura de trabalho:</strong> Portugal mantém uma incidência de horários prolongados (9,1%) superior à média europeia (6,5%), afectando sobretudo empregadores e trabalhadores por conta própria.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Novas dinâmicas migratórias:</strong> O peso de estrangeiros na população activa subiu para 7,9%, reflectindo uma nova dinâmica de atracção de talento essencial para a sustentabilidade do mercado. Mesmo assim, continua a ser inferior à média da UE.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Convergência face à média da União Europeia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A análise comparativa e evolutiva dos indicadores de actividade, emprego e desemprego permite concluir que o mercado de trabalho em Portugal atravessou uma transformação estrutural nas últimas quatro décadas. Desde a adesão à então CEE, em 1986, até ao encerramento de 2025, Portugal seguiu um caminho de convergência face à média da UE, superando o bloco em algumas métricas.</p>
<p style="text-align: justify;">Com uma taxa de actividade de 79,1%, Portugal supera a mobilização de capital humano, sustentada historicamente pela forte participação feminina e, recentemente, pelo contributo dos fluxos migratórios. Esta maturação reflecte-se ainda na qualificação da força de trabalho, com a percentagem de activos licenciados a atingir os 36,2%, aproximando-se do padrão comunitário.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, este progresso coexiste com desafios estruturais persistentes. Portugal mantém a maior percentagem da UE de profissionais com baixas qualificações e uma cultura de horários prolongados que dista do equilíbrio vida-trabalho europeu. O ponto mais crítico reside na barreira geracional do desemprego jovem que revela uma dificuldade importante na integração de novos talentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Consulte este estudo completo e outros no site da Randstad Portugal em <a href="http://Destaques O mercado de trabalho português no contexto Europeu Uma trajectória de convergência e novos desafios Elevada participação: Portugal apresenta uma taxa de actividade de 79,1%, superando a média da UE em 3,5 p.p. Esta dinâmica é acompanhada por uma taxa de inactividade (20,9%) significativamente inferior à média europeia (24,4%). Integração feminina: O crescimento histórico da força de trabalho foi impulsionado pela integração das mulheres, cuja taxa de actividade saltou de 59,1% em 1995 para 75,7% em 2024. Desemprego controlado: A taxa de desemprego situa-se em 5,8%, valor inferior à média da UE (5,9%), demonstrando uma sólida convergência com as economias centrais europeias. Desequilíbrio geracional: Embora o diferencial entre o desemprego jovem e o geral seja comum na Europa, em Portugal esta disparidade é crítica. O rácio de 3,4 (face aos 2,5 da UE) e uma taxa de desemprego jovem de 21,6% evidenciam uma barreira estrutural na integração de novos talentos no mercado nacional. Redução do défice de escolaridade: O peso de profissionais pouco qualificados caiu de 76,9% em 1992 para 32,2% em 2024. No entanto, com 29,1% em 2025, Portugal ainda detém a maior percentagem da UE nesta categoria. Subutilização e desemprego de longa duração: Apesar da taxa de desemprego ser inferior à média da UE, o desemprego de longa duração afecta 36,1% dos desempregados, superando a média da UE (32,5%). Cultura de trabalho: Portugal mantém uma incidência de horários prolongados (9,1%) superior à média europeia (6,5%), afectando sobretudo empregadores e trabalhadores por conta própria. Novas dinâmicas migratórias: O peso de estrangeiros na população activa subiu para 7,9%, reflectindo uma nova dinâmica de atracção de talento essencial para a sustentabilidade do mercado. Mesmo assim, continua a ser inferior à média da UE. Convergência face à média da União Europeia A análise comparativa e evolutiva dos indicadores de actividade, emprego e desemprego permite concluir que o mercado de trabalho em Portugal atravessou uma transformação estrutural nas últimas quatro décadas. Desde a adesão à então CEE, em 1986, até ao encerramento de 2025, Portugal seguiu um caminho de convergência face à média da UE, superando o bloco em algumas métricas. Com uma taxa de actividade de 79,1%, Portugal supera a mobilização de capital humano, sustentada historicamente pela forte participação feminina e, recentemente, pelo contributo dos fluxos migratórios. Esta maturação reflecte-se ainda na qualificação da força de trabalho, com a percentagem de activos licenciados a atingir os 36,2%, aproximando-se do padrão comunitário. Contudo, este progresso coexiste com desafios estruturais persistentes. Portugal mantém a maior percentagem da UE de profissionais com baixas qualificações e uma cultura de horários prolongados que dista do equilíbrio vida-trabalho europeu. O ponto mais crítico reside na barreira geracional do desemprego jovem que revela uma dificuldade importante na integração de novos talentos. Consulte este estudo completo e outros no site da Randstad Portugal em www.randstad.pt/randstad-research/">www.randstad.pt/randstad-research/</a></p>
<p style="text-align: justify;">A<em>rtigo publicado na Revista Executive Digest n.º 243 de Junho de 2026</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/o-mercado-de-trabalho-em-portugal-uma-analise-comparativa-na-ue/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780716]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Intelcia:  A digitalização como motor da experiência do cliente</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/intelcia-a-digitalizacao-como-motor-da-experiencia-do-cliente/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/intelcia-a-digitalizacao-como-motor-da-experiencia-do-cliente/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:19:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cadernos Especiais]]></category>
		<category><![CDATA[Intelcia]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=781031</guid>

					<description><![CDATA[IA, automação e analytics estão a redefinir a experiência do cliente na intelcia, colocando a tecnologia no centro da transformação operacional]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A Intelcia tem vindo a reforçar a integração de tecnologias digitais nas suas operações, colocando a inovação no centro da sua estratégia de transformação digital. Em entrevista à Executive Digest, Alexandre Correia, director de IT &amp; Inovação da Intelcia, explica como a transformação digital deixou de ser apenas uma área de suporte, com a tecnologia a assumir um papel de aceleração da experiência humana, tanto para clientes como para colaboradores.</p>
<p style="text-align: justify;">Na área de customer experience, a empresa tem vindo a integrar tecnologias como a inteligência artificial, automação, analytics avançados e plataformas cloud, o que tem permitido tornar as operações «mais inteligentes, rápidas e preditivas», avança o director, melhorando significativamente a capacidade de resposta da organização. O consumidor actual procura experiências cada vez mais personalizadas, disponibilidade omnicanal e resolução imediata dos seus pedidos, factores que têm acelerado a adopção de soluções tecnológicas avançadas nas operações de apoio ao cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo, a transformação digital também está a redefinir o próprio modelo de outsourcing. A prestação de serviços de outsourcing evoluiu para uma abordagem mais estratégica e não somente operacional, combinando tecnologia, dados e talento humano, com o objectivo de potenciar a eficiência, gerar conhecimento e criar maior valor de negócio para os clientes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Eficiência e inteligência operacional</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O responsável destaca três dimensões de benefícios da digitalização: eficiência, qualidade e capacidade de escala. Do ponto de vista operacional, a Intelcia tem vindo a reduzir tempos de resposta, a automatizar tarefas repetitivas e a aumentar a produtividade das equipas, permitindo aos colaboradores dedicarem-se a «interacções de maior valor acrescentado.» No que diz respeito à qualidade, a utilização de analytics e inteligência artificial permite monitorizar as operações em tempo real, identificar padrões, antecipar problemas e actuar de forma mais proactiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Alexandre Correia adianta que é possível obter uma visão mais granular da experiência do cliente e intervir quase em tempo real sobre indicadores críticos. Outro aspecto relevante é a escalabilidade. As tecnologias digitais permitem adaptar rapidamente as operações a novos volumes, canais ou mercados, mantendo a consistência e a qualidade do serviço.</p>
<p style="text-align: justify;">Alexandre Correia sublinha que «estamos a entrar numa nova geração de customer experience», em que a inteligência artificial deixa de ser uma «ferramenta de suporte e passa a funcionar como um verdadeiro co-piloto operacional». A IA generativa está a transformar áreas como apoio ao cliente, quality monitoring, formação, knowledge management e apoio à decisão. Actualmente, é possível apoiar os agentes em tempo real com sugestões de resposta, resumo automático de interacções, pesquisa inteligente de conhecimento e automatização documental.</p>
<p style="text-align: justify;">Já os analytics avançados permitem evoluir de uma lógica reactiva para uma lógica preditiva; passa a ser possível antecipar comportamentos, identificar riscos operacionais e recomendar acções de melhoria. A automação, por sua vez, elimina fricção operacional e acelera processos internos e externos, permitindo operações mais ágeis e eficientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Na experiência da Intelcia e na optimização do serviço ao cliente, os dados são considerados um «activo estratégico fundamental». Alexandre Correia afirma que estes permitem compreender padrões de comportamento, identificar causas de insatisfação, medir a performance operacional e antecipar ocorrências futuras.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao nível interno, a organização tem investido em plataformas analíticas e dashboards inteligentes que permitem às equipas de gestão tomar decisões mais rápidas, mais informadas e mais orientadas por evidência. No fundo, «são os dados que transformam operações tradicionais em operações inteligentes.»</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O desafio da IA na gestão da mudança</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A introdução da inteligência artificial traz consigo desafios concretos, sendo «naturais numa transformação desta dimensão», aponta o director, identificando a «gestão da mudança» como o principal desafio. A IA, ao alterar processos, funções e formas de trabalhar, exige «comunicação clara, formação e envolvimento das equipas».</p>
<p style="text-align: justify;">Outra questão é a integração tecnológica, uma vez que muitas operações trabalham com ecossistemas complexos e plataformas distintas, pelo que a «interoperabilidade é crítica». A qualidade e a governação de dados são igualmente essenciais, dado que os modelos de IA dependem directamente da qualidade da informação disponível.</p>
<p style="text-align: justify;">A superação destes obstáculos baseia-se, de acordo com o responsável, numa «abordagem muito pragmática», centrada na análise de casos de uso concretos, na medição rápida do impacto, no envolvimento das equipas operacionais desde o início e na promoção de uma cultura de inovação contínua.</p>
<p style="text-align: justify;">A adopção responsável da IA é também considerada uma prioridade estratégica, defendendo que deve ser «transparente, supervisionada e alinhada com princípios éticos claros», o que implica garantir a protecção de dados, a segurança da informação, a mitigação de enviesamentos e a supervisão humana nos processos críticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste sentido, existem mecanismos de governance, validação e monitorização contínua das soluções implementadas, assegurando o cumprimento da regulamentação e das boas práticas internacionais. O director de IT &amp; Inovação sublinha ainda que as decisões críticas com impacto directo nas pessoas devem manter sempre intervenção humana, defendendo que a inteligência artificial deve apoiar a decisão, sem substituir totalmente a responsabilidade humana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Entre tecnologia e competências humanas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A tecnologia deve servir para amplificar a componente humana, e não para a substituir, sendo, para o responsável, um «equilíbrio absolutamente crítico». Embora a tecnologia assuma um papel preponderante nas operações da Intelcia, ao permitir automatizar e acelerar processos, a experiência do cliente continua a depender da «dimensão emocional e humana da interacção».</p>
<p style="text-align: justify;">Esta ideia é reforçada pelo conceito de “human augmented by technology”, que, segundo Alexandre Correia, expressa a visão de colaboradores potenciados pela tecnologia para entregar experiências mais relevantes e de maior qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O impacto da digitalização nos perfis profissionais da Intelcia é «muito significativo e, acima de tudo, positivo», adianta o responsável. É sublinhada ainda a crescente importância das competências críticas, digitais e de colaboração com tecnologia. O surgimento de novas funções ligadas à IA, automação, data analytics, customer journey optimization e governance digital tem igualmente vindo a ganhar força. Em paralelo, a transformação digital está a valorizar competências humanas como a empatia, a curiosidade, a comunicação, o pensamento crítico e a criatividade.</p>
<p style="text-align: justify;">O cruzamento entre tecnologia e customer experience assenta em três dimensões de aprendizagem. Em primeiro lugar, a literacia digital e a capacidade de trabalhar com ferramentas tecnológicas e dados. Em segundo lugar, a capacidade analítica e o pensamento crítico, uma vez que, cada vez mais, as decisões são orientadas por informação.</p>
<p style="text-align: justify;">A terceira dimensão continua a ser a componente humana, assente em características como a empatia, comunicação, adaptabilidade e inteligência emocional. «O futuro não será das pessoas que competem com a IA, mas das que conseguem trabalhar em conjunto com ela.»</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, a Intelcia tem vindo a investir na aprendizagem contínua dos seus colaboradores, através do desenvolvimento de programas de reskilling focados em competências digitais, ferramentas de IA, analytics, automação e novas metodologias de trabalho. «Acreditamos que o reskilling não é apenas uma necessidade operacional, mas também uma responsabilidade das empresas para preparar as pessoas para o futuro do trabalho», sublinha Alexandre Correia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Um futuro mais inteligente, preditivo e hiperpersonalizado</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A evolução do sector de customer experience deverá ser marcada por operações cada vez mais inteligentes, preditivas e hiperpersonalizadas. A integração crescente de inteligência artificial generativa, automação, voice analytics, agentes virtuais e plataformas omnicanal inteligentes irá redefinir a forma como as organizações interagem com os seus clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Além disso, a experiência do cliente tornar-se-á mais contextual, proactiva e instantânea, com interacções f luidas entre canais digitais e humanos. Ainda assim, o factor humano continuará a desempenhar um papel diferenciador.Quanto maior a presença de tecnologia, maior será o valor de uma interacção humana de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste contexto, a Intelcia pretende posicionar-se como um parceiro estratégico de transformação, e não apenas como um fornecedor operacional. Segundo Alexandre Correia, o objectivo passa por «combinar escala internacional, conhecimento operacional e inovação tecnológica para apoiar os clientes a reinventar a forma como interagem com os seus consumidores.» Em simultâneo, a organização está a reforçar o investimento em inteligência artificial, analytics, automação e plataformas digitais, mantendo uma abordagem pragmática e orientada para o impacto no negócio. A ambição passa por liderar esta transformação através de inovação, foco em resultados e valorização das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify;">O director de TI aponta várias tendências tecnológicas e de mercado que deverão ter um impacto significativo na digitalização e na aplicação da inteligência artificial à experiência do cliente nos próximos anos. Segundo o responsável, a IA generativa será uma das principais forças de transformação, ao revolucionar a produtividade, o apoio à decisão e a forma como as organizações interagem com os clientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra tendência destacada é a evolução para modelos cada vez mais orientados por dados e por analytics preditivo, permitindo antecipar necessidades, personalizar experiências e suportar a tomada de decisões em tempo real. Destaca ainda o crescimento de agentes inteligentes autónomos, da automação avançada e de experiências omnicanal totalmente integradas, que irão reforçar a fluidez entre canais digitais e humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, sublinha que uma das transformações mais relevantes será a «capacidade de orquestração.» Na sua opinião, o verdadeiro diferencial deixará de estar em tecnologias isoladas e passará a residir na capacidade de «orquestrar pessoas, inteligência artificial, dados, canais e processos de forma integrada e fluida.»</p>
<p style="text-align: justify;">As organizações mais competitivas serão aquelas que conseguirão criar ecossistemas inteligentes, onde a tecnologia trabalha de forma integrada para simplificar e personalizar a experiência, sem comprometer a componente humana. «A grande transformação será a convergência entre tecnologia, dados, automação e talento humano », afirma Alexandre Correia, acrescentando que as empresas que conseguirem equilibrar estes elementos serão as que liderarão o futuro da customer experience.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>E</em><em>ste artigo faz parte do Caderno Especial “Transformação Digital”, publicado na edição de Junho (n.º 243</em><em>) da Executive Digest.</em></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/intelcia-a-digitalizacao-como-motor-da-experiencia-do-cliente/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_781031]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>AEP traz compradores de seis mercados europeus ao Porto para impulsionar exportações de vinhos portugueses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/aep-traz-compradores-de-seis-mercados-europeus-ao-porto-para-impulsionar-exportacoes-de-vinhos-portugueses/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/aep-traz-compradores-de-seis-mercados-europeus-ao-porto-para-impulsionar-exportacoes-de-vinhos-portugueses/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:17:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Linkedin]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[AEP]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[vinho]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786738</guid>

					<description><![CDATA[A AEP – Associação Empresarial de Portugal está a promover a terceira edição da missão inversa Portugal Premium Wines, iniciativa que reúne no Porto importadores de seis mercados europeus e 20 produtores nacionai.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A AEP – Associação Empresarial de Portugal está a promover a terceira edição da missão inversa Portugal Premium Wines, iniciativa que reúne no Porto importadores de seis mercados europeus e 20 produtores nacionais com o objetivo de criar novas oportunidades de negócio e reforçar a presença dos vinhos portugueses nos mercados internacionais.</p>
<p>Organizada em parceria com a Câmara de Comércio e Indústria Luso-Britânica, a missão, entre os dias 6 e 9 de julho, reúne importadores provenientes do Reino Unido, Países Baixos, Bélgica, Irlanda, Alemanha e Escandinávia, que ao longo de três dias terão contacto direto com 20 produtores portugueses através de reuniões de negócios, provas de vinhos e visitas a quintas.</p>
<p>A iniciativa surge num contexto em que a diversificação de mercados e o reforço da presença internacional assumem um papel cada vez mais relevante para o setor vitivinícola nacional. O objetivo passa por criar condições para o estabelecimento de novas parcerias comerciais e aumentar a competitividade das empresas portuguesas nos mercados europeus.</p>
<p>Luís Miguel Ribeiro, presidente do Conselho de Administração da AEP, afirma que o Portugal Premium Wines &#8220;constitui uma ferramenta de internacionalização que permite colocar os produtores portugueses frente a frente com compradores qualificados, promovendo contactos comerciais de elevado valor acrescentado e contribuindo para aumentar a notoriedade e a presença dos vinhos portugueses nos mercados europeus&#8221;.</p>
<p>O responsável sublinha ainda que a iniciativa procura transformar o reconhecimento internacional da qualidade dos vinhos portugueses em oportunidades concretas de negócio, contribuindo para o crescimento das exportações e para a valorização da produção nacional.</p>
<p>A edição deste ano dá continuidade a um projeto iniciado em 2021. A primeira missão inversa reuniu 11 compradores de dez mercados internacionais e 12 produtores portugueses. Em 2024, a segunda edição contou com a participação de 10 compradores do Reino Unido e 20 produtores nacionais, consolidando este modelo de promoção internacional.</p>
<p>O programa arrancou a 6 de julho com a receção dos compradores internacionais no Porto. O dia 7 é dedicado às reuniões individuais entre importadores e produtores, acompanhadas por provas de vinhos e momentos de networking. No dia 8, os participantes visitam várias quintas e produtores nacionais, permitindo um contacto direto com os processos de produção e com a identidade dos vinhos portugueses. A missão termina a 9 de julho, após três dias dedicados à identificação de oportunidades de negócio e ao reforço das relações comerciais entre empresas portuguesas e compradores europeus.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/aep-traz-compradores-de-seis-mercados-europeus-ao-porto-para-impulsionar-exportacoes-de-vinhos-portugueses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786738]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Operações de pagamento nos Santos Populares cresceram 26%, revela SIBS Analytics</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/operacoes-de-pagamento-nos-santos-populares-cresceram-26-sibs-analytics/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/operacoes-de-pagamento-nos-santos-populares-cresceram-26-sibs-analytics/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:10:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Santos Populares]]></category>
		<category><![CDATA[SIBS Analytics]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786717</guid>

					<description><![CDATA[O número de operações de pagamento nas noites dos Santos Populares aumentou 26% face à média diária de junho, com os turistas estrangeiros a representarem 22% do total das transações, segundo dados hoje divulgados pela SIBS Analytics.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de operações de pagamento nas noites dos Santos Populares aumentou 26% face à média diária de junho, com os turistas estrangeiros a representarem 22% do total das transações, segundo dados hoje divulgados pela SIBS Analytics.</P><br />
<P>De acordo com a informação disponibilizada, o MB WAY registou um crescimento de 24% no número de operações em comparação com a média diária de junho, consolidando-se como um dos meios de pagamento mais utilizados durante os festejos.</P><br />
<P>Em termos de valores gastos, o &#8216;ticket&#8217; médio global nas noites de festa fixou-se nos 25 euros, enquanto o valor médio das operações realizadas através do MB WAY foi de 19 euros.</P><br />
<P>A noite de Santo António, entre 12 e 13 de junho, registou a maior atividade, com um aumento de 43% no número de operações face à média do mês de junho.</P><br />
<P>O MB WAY acompanhou esta evolução, também com uma subida de 43%.</P><br />
<P>Segundo a SIBS Analytics, foi igualmente nesta noite que os turistas estrangeiros tiveram maior peso, representando 28% das operações.</P><br />
<P>O pico das transações noturnas ocorreu cerca das 02:00, com uma variação de 126% face à média diária, e o &#8216;ticket&#8217; médio a centrar-se nos 26 euros e o valor médio das operações por MB WAY nos 18 euros.</P><br />
<P>Na noite de São João, entre 23 e 24 de junho, o número de operações aumentou 24% relativamente à média do mês e as operações através de MB WAY cresceram 22%.</P><br />
<P>Os turistas estrangeiros representaram 19% das operações nesta festividade, mais dois pontos percentuais do que em 2025.</P><br />
<P>O pico das transações verificou-se às 04:00, atingindo uma variação de 284% face à média diária, com um &#8216;ticket&#8217; médio global de 22 euros e o das operações por MB WAY a rondar os 18 euros.</P><br />
<P>Já na noite de São Pedro, entre 28 e 29 de junho, o número de operações cresceu 3%.</P><br />
<P>Os turistas estrangeiros representaram 13% do total das operações, mais 12% do que nas mesmas festividades de 2025.</P><br />
<P>Nesta noite, o &#8216;ticket&#8217; médio global foi de 26 euros, enquanto o &#8216;ticket&#8217; médio das operações realizadas por MB WAY atingiu os 21 euros.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/operacoes-de-pagamento-nos-santos-populares-cresceram-26-sibs-analytics/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786717]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Dacia Striker: o novo crossover que quer juntar SUV, carrinha e berlina por menos de 25 mil euros</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/dacia-striker-o-novo-crossover-que-quer-juntar-suv-carrinha-e-berlina-por-menos-de-25-mil-euros/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/dacia-striker-o-novo-crossover-que-quer-juntar-suv-carrinha-e-berlina-por-menos-de-25-mil-euros/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Dacia Striker]]></category>
		<category><![CDATA[motores]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786712</guid>

					<description><![CDATA[Modelo surge no âmbito do plano estratégico da marca para 2030 e foi concebido para complementar o Bigster, ajudando a Dacia a conquistar novos clientes, tanto no mercado de particulares como no empresarial]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Dacia está a reforçar a aposta no segmento C com o novo Striker, um crossover que pretende juntar três propostas num só modelo: a posição de condução elevada e o espírito aventureiro de um SUV, a versatilidade de uma carrinha e a eficiência de uma berlina.</p>
<p>O modelo surge no âmbito do plano estratégico da marca para 2030 e foi concebido para complementar o Bigster, ajudando a Dacia a conquistar novos clientes, tanto no mercado de particulares como no empresarial. A ambição da marca passa por aumentar o peso do segmento C nas suas vendas totais de 20% para 33% até 2035.</p>
<p>Fiel ao ADN da Dacia, o Striker apresenta-se como um automóvel robusto, essencial, moderno e “eco-inteligente”, com uma gama abrangente de motorizações eletrificadas multi-energia. A marca promete uma proposta altamente competitiva no segmento, com custos de utilização de referência e preços a começar abaixo dos 25.000 euros.</p>
<p>O nome “Striker” remete para a ideia de “marcar um golo” ou “atingir o alvo”, numa referência direta às ambições da Dacia neste segmento. Mais do que um SUV convencional, a marca apresenta o novo modelo como uma alternativa para quem procura espaço, conforto, eficiência e capacidade para utilizações mais exigentes.</p>
<p>Com 4,62 metros de comprimento, o Striker tem dimensões próximas das de uma carrinha do segmento C, mas mantém uma distância ao solo típica de SUV: 20 centímetros na versão 4&#215;4 e 19 centímetros na versão 4&#215;2. Ainda assim, a altura total fica nos 1,53 metros, abaixo dos mais de 1,60 metros habituais nos SUV do segmento C, o que aproxima o comportamento dinâmico do universo das berlinas.</p>
<p>“O Striker é uma resposta nova e complementar às expectativas atuais do setor automóvel, baseada num equilíbrio diferente do dos SUV convencionais”, afirma David Durand, diretor de Design da Dacia.</p>
<p>O desenho exterior combina linhas horizontais, inspiradas nas berlinas e carrinhas, com proporções e elementos mais verticais associados aos SUV. A marca destaca a linha de ombros bem definida, que liga os conjuntos de luzes dianteiros e traseiros e estrutura toda a carroçaria, dividindo visualmente o automóvel entre uma zona superior mais fluida e aerodinâmica e uma zona inferior mais robusta.</p>
<p>Acima dessa linha, o para-brisas inclinado, o tejadilho alongado e a janela traseira inclinada procuram criar um perfil mais elegante e eficiente. Abaixo, as superfícies tornam-se mais verticais, com maior sensação de força, estabilidade e presença na estrada. As barras de tejadilho integradas reforçam o lado funcional e aventureiro do modelo, sem quebrar a fluidez do desenho.</p>
<p>O Striker é também o primeiro modelo a estrear a nova assinatura luminosa LED em forma de “T” da Dacia, posicionada nos quatro cantos do automóvel. Na dianteira, surge integrada numa grelha preta brilhante com o emblema “Dacia Link” ao centro. Na traseira, a assinatura luminosa aparece numa faixa preta larga, com o nome “Dacia” em letras em relevo.</p>
<p>O modelo estará disponível com jantes de 17 polegadas, podendo receber, em opção, jantes de 18 e 19 polegadas. A gama de cores inclui sete opções a partir da versão Expression, entre as quais dois novos tons: Frost Green e Cosmic Blue.</p>
<p>Pensado para diferentes estilos de vida, o novo Dacia Striker será proposto em níveis de equipamento com orientações distintas. A versão Extreme dirige-se a utilizadores mais ativos, que procuram um automóvel preparado para escapadelas, lazer e utilização mais exigente. Inclui proteção exterior em Starkle®, estofos laváveis em TEP Microcloud e tapetes de borracha com 50% de material reciclado.</p>
<p>Nesta versão, a condução fora de estrada é reforçada pela distância ao solo elevada, pela possibilidade de transmissão 4&#215;4 e pelo sistema híbrido 150 4&#215;4, dependendo da configuração escolhida. A função de controlo de velocidade em descidas, de série no Striker Extreme, atua nos travões para evitar perdas de controlo em declives com pouca aderência.</p>
<p>Já a versão Journey aposta sobretudo no conforto em viagens longas e deslocações em família. Entre os equipamentos disponíveis estão banco do condutor com regulação elétrica, bancos dianteiros e volante aquecidos, estofos em tecido e TEP Microcloud, e porta traseira elétrica.</p>
<p>Com aerodinâmica otimizada, postura robusta e foco na eficiência, o Striker posiciona-se como uma nova proposta da Dacia para o segmento C, procurando atrair quem quer mais espaço e versatilidade sem entrar no território tradicional dos SUV maiores e mais caros.</p>

<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-10.webp'><img fetchpriority="high" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-10-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-10-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-10-75x75.webp 75w" /></a>
<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-9.webp'><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-9-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-9-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-9-75x75.webp 75w" /></a>
<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-8.webp'><img decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-8-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-8-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-8-75x75.webp 75w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-8-1200x1200.webp 1200w" /></a>
<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-7.webp'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-7-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-7-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-7-75x75.webp 75w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-7-1200x1200.webp 1200w" /></a>
<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-6.webp'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-6-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-6-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-6-75x75.webp 75w" /></a>
<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-5.webp'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-5-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-5-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-5-75x75.webp 75w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-5-1200x1200.webp 1200w" /></a>
<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-4.webp'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-4-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-4-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-4-75x75.webp 75w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-4-1200x1200.webp 1200w" /></a>
<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-3.webp'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-3-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-3-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-3-75x75.webp 75w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-3-1200x1200.webp 1200w" /></a>
<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-2.webp'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-2-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-2-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-2-75x75.webp 75w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-2-1200x1200.webp 1200w" /></a>
<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-1.webp'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-1-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-1-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-1-75x75.webp 75w" /></a>
<a href='https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker.webp'><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="600" src="data:image/svg+xml,%3Csvg%20xmlns=&#039;http://www.w3.org/2000/svg&#039;%20viewBox=&#039;0%200%20600%20600&#039;%3E%3C/svg%3E" class="attachment-bricks_medium_square size-bricks_medium_square bricks-lazy-hidden" alt="" data-src="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-600x600.webp" data-type="string" data-sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" data-srcset="https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-600x600.webp 600w, https://executivedigest.sapo.pt/wp-content/uploads/2026/07/Dacia-Striker-75x75.webp 75w" /></a>

]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/dacia-striker-o-novo-crossover-que-quer-juntar-suv-carrinha-e-berlina-por-menos-de-25-mil-euros/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786712]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Taxa Euribor sobe a três, a seis meses a 12 meses</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-euribor-sobe-a-tres-a-seis-meses-a-12-meses/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-euribor-sobe-a-tres-a-seis-meses-a-12-meses/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 10:00:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Euribor]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786714</guid>

					<description><![CDATA[A taxa Euribor subiu hoje a três, a seis e a 12 meses face a terça-feira.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A taxa Euribor subiu hoje a três, a seis e a 12 meses face a terça-feira.</P><br />
<P>Com as alterações de hoje, a taxa a três meses, que avançou para 2,353%, continuou abaixo das taxas a seis (2,567%) e a 12 meses (2,737%). </P><br />
<P>A taxa Euribor a seis meses, que passou em janeiro de 2024 a ser a mais utilizada em Portugal nos créditos à habitação com taxa variável, subiu hoje, ao ser fixada em 2,567%, mais 0,025 pontos do que na véspera.</P><br />
<P>Dados do Banco de Portugal (BdP) referentes a maio indicam que a Euribor a seis meses representava 39,77% do &#8216;stock&#8217; de empréstimos para a habitação própria permanente com taxa variável. </P><br />
<P>Os mesmos dados indicam que as Euribor a 12 e a três meses representavam 31,39% e 24,45%, respetivamente.</P><br />
<P>No mesmo sentido, a três meses a taxa avançou 0,040 pontos, para 2,353%.</P><br />
<P>Já no prazo a 12 meses, a taxa Euribor avançou hoje para 2,737%, mais 0,042 pontos que na sessão anterior. </P><br />
<P>Em 11 de junho, como antecipado pelo mercado, o BCE decidiu na reunião de política monetária subir, pela primeira vez desde setembro de 2023, as taxas diretoras, designadamente em 0,25 pontos percentuais. </P><br />
<P>Na anterior reunião, em 30 de abril, o BCE manteve as taxas diretoras, pela sétima reunião de política monetária consecutiva, como também tinha sido antecipado pelo mercado e depois de oito reduções desde que a entidade iniciou o ciclo de cortes em junho de 2024.</P><br />
<P>A próxima reunião de política monetária do BCE realiza-se em 22 e 23 de julho em Frankfurt.</P><br />
<P>Em junho, a média mensal da Euribor subiu a três e a seis meses, tendo recuado a 12 meses.</P><br />
<P>A seis meses, a média subiu 0,060 pontos, para 2,596%, a três meses avançou 0,113 pontos, para 2,339%, enquanto a 12 meses recuou 0,006 pontos, para 2,798%.</P><br />
<P>As Euribor são fixadas pela média das taxas às quais um conjunto de 21 bancos da zona euro está disposto a emprestar dinheiro entre si no mercado interbancário.</P></p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/taxa-euribor-sobe-a-tres-a-seis-meses-a-12-meses/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786714]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Bruxelas avalia compromissos da Sanofi após posição dominante em vacina da gripe</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/bruxelas-avalia-compromissos-da-sanofi-apos-posicao-dominante-em-vacina-da-gripe/</link>
					<comments>https://executivedigest.sapo.pt/bruxelas-avalia-compromissos-da-sanofi-apos-posicao-dominante-em-vacina-da-gripe/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jul 2026 09:58:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Sanofi]]></category>
		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://executivedigest.sapo.pt/?p=786700</guid>

					<description><![CDATA[A Comissão Europeia abriu hoje uma consulta pública sobre compromissos da farmacêutica francesa Sanofi após uma investigação por alegado abuso de posição dominante na promoção da sua vacina contra a gripe para pessoas vulneráveis na União Europeia (UE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia abriu hoje uma consulta pública sobre compromissos da farmacêutica francesa Sanofi após uma investigação por alegado abuso de posição dominante na promoção da sua vacina contra a gripe para pessoas vulneráveis na União Europeia (UE).</p>
<p>&#8220;A Comissão Europeia convida todas as partes interessadas a apresentar comentários sobre os compromissos propostos pela Sanofi para responder a preocupações de concorrência relacionadas com uma campanha de comunicação que poderá ter depreciado a única vacina concorrente contra a gripe recomendada para doentes vulneráveis com fatores de risco&#8221;, anuncia a instituição em comunicado.</p>
<p>Em causa está a investigação de Bruxelas para avaliar se a Sanofi promoveu, desde 2024, uma campanha junto de profissionais de saúde que poderá ter prejudicado a vacina concorrente Fluad, da CSL Seqirus, ao sugerir que a sua base científica era inferior à da vacina Efluelda, comercializada pela empresa francesa.</p>
<p>De acordo com o executivo comunitário, a Sanofi poderá ter transmitido informações que &#8220;sugeriam que a base de evidência da Fluad era mais fraca do que a da Efluelda&#8221;, contrariando as avaliações do Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças e dos grupos técnicos nacionais de vacinação da Alemanha e França.</p>
<p>Bruxelas indicou ainda que a empresa poderá ter &#8220;representado de forma incorreta as recomendações nacionais de vacinação&#8221; e sugerido que a recomendação da Fluad na Alemanha continuava sujeita a &#8220;objeções científicas não resolvidas&#8221; por parte de sociedades médicas.</p>
<p>Por isso, a Comissão Europeia considera, numa avaliação preliminar, que a Sanofi poderá ter uma posição dominante nos mercados de vacinas reforçadas contra a gripe na Alemanha e França e que a conduta em análise poderá constituir um abuso dessa posição, em violação das regras comunitárias.</p>
<p>Para responder às preocupações, a Sanofi propôs agora publicar declarações nos seus &#8216;sites&#8217; alemão e francês durante dois anos, reconhecendo as avaliações das autoridades técnicas.</p>
<p>Na Alemanha, a empresa comprometeu-se a esclarecer que o grupo técnico nacional de vacinação concluiu que &#8220;a Efluelda e a Fluad têm ambas uma base de evidência robusta&#8221; e que as duas vacinas foram recomendadas de forma equivalente para pessoas idosas.</p>
<p>A farmacêutica propôs, ainda, limitar a comunicação junto de profissionais de saúde, comprometendo-se a não &#8220;criticar, pôr em causa ou contradizer&#8221; recomendações nacionais de vacinação, nem apresentar a Fluad de forma negativa ou sugerir vantagens da Efluelda sem suporte em informação aprovada pelas autoridades de saúde ou em estudos comparativos adequados.</p>
<p>Os compromissos apresentados pela Sanofi vigorariam até março de 2030 e seriam acompanhados por um supervisor independente.</p>
<p>A Comissão Europeia estará a ouvir as partes interessadas até 21 de agosto.</p>
<p>Se considerar que as medidas propostas são suficientes, Bruxelas poderá torná-las juridicamente vinculativas.</p>
]]></content:encoded>
					
					<wfw:commentRss>https://executivedigest.sapo.pt/bruxelas-avalia-compromissos-da-sanofi-apos-posicao-dominante-em-vacina-da-gripe/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_786700]]></sapo:autor>
	</item>
	</channel>
</rss>
