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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Alastramento de incêndio florestal a oeste de Madrid obriga a retirar 3.500 pessoas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:44:56 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O alastramento de um incêndio florestal a 60 km a oeste de Madrid obrigou hoje a retirar 3.500 residentes da localidade de Aldea del Fresno, por precaução, anunciaram os serviços de emergência.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O alastramento de um incêndio florestal a 60 km a oeste de Madrid obrigou hoje a retirar 3.500 residentes da localidade de Aldea del Fresno, por precaução, anunciaram os serviços de emergência.</P><br />
<P>Numa mensagem no X, Agência de Segurança e Emergências 112 de Madrid (ASEM 112) indicou que tinha enviado um alerta aos residentes de Aldea del Fresno, recomendando que retirassem para uma cidade próxima, Villamanta, para evitar o incêndio descontrolado na zona.  </P><br />
<P>Dezoito equipas de bombeiros do Corpo de Bombeiros de Madrid, bombeiros florestais, guardas florestais e da Unidade Militar de Emergência (UME) estão ativos na zona.</P><br />
<P>A autoestrada M-507 está encerrada no sentido Navalcarnero e a autoestrada N-403 está encerrada no sentido Toledo, no cruzamento das duas estradas.</P><br />
<P>Segundo fontes do governo regional, neste momento, existem três incêndios a afetar a Comunidade de Madrid: um em Villa del Prado, outro em San Martín de Valdeiglesias e outro em Almorox (Toledo), que se encontra em fase de estabilização.</P><br />
<P>A presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, alertou que a previsão meteorológica para as próximas 24 a 48 horas continua desfavorável, pelo que a operação continuará com &#8220;extrema cautela&#8221; e monitorização constante do avanço do incêndio.</P><br />
<P>A partir do Posto Avançado de Comando (PAC) instalado em Cenicientos, Ayuso afirmou que, dos mais de 850 hectares ardidos, &#8220;aproximadamente 600 estão dentro da Comunidade de Madrid, a maioria em Villa del Prado e Aldea del Fresno&#8221;.</P><br />
<P>Ayuso indicou que a prioridade neste momento é determinar quantas casas e propriedades foram afetadas, uma vez que, explicou, o estado dos edifícios ainda está a ser inspecionado para apurar a real extensão dos danos.</P><br />
<P>A Presidente afirmou que a Comunidade de Madrid irá agir &#8220;como já fez noutras ocasiões&#8221;, referindo-se à resposta dada após a tempestade DANA, que afetou vários municípios da região, quando o governo regional liderou a reconstrução das infraestruturas e prestou auxílio aos afetados.</P><br />
<P>Ayuso denunciou &#8220;o desleixo para com as zonas rurais em Espanha&#8221; e exigiu que estas ocupem um lugar prioritário na agenda pública, &#8220;em vez de se concentrarem apenas no lucro&#8221;, defendendo também a necessidade de reforçar os esforços de prevenção nas florestas.</P><br />
<P>Nesse sentido, defendeu a &#8220;limpeza das florestas&#8221;, a desflorestação e a restauração das práticas tradicionais de gestão, bem como a auscultação ativa dos agricultores, dos produtores pecuários e dos residentes afetados para evitar que incêndios como este se repitam &#8220;a cada ano, cada vez piores&#8221;.  </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793255]]></sapo:autor>
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		<title>Carneiro lembra diálogo &#8220;sem maioria absoluta&#8221; do I Governo e pede &#8220;coragem para decidir&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:37:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O secretário-geral do PS afirmou hoje que as mudanças pelo I Governo Constitucional, "sem maioria absoluta", dependeram da capacidade de diálogo e "construir consensos" e defendeu que "a democracia exige coragem para decidir".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O secretário-geral do PS afirmou hoje que as mudanças pelo I Governo Constitucional, &#8220;sem maioria absoluta&#8221;, dependeram da capacidade de diálogo e &#8220;construir consensos&#8221; e defendeu que &#8220;a democracia exige coragem para decidir&#8221;.</P><br />
<P>José Luís Carneiro falava no encerramento da sessão evocativa os 50 anos da tomada de posse do I Governo Constitucional, liderado por Mário Soares, na sede nacional do PS, em Lisboa.</P><br />
<P>Carneiro considerou que esse executivo de Soares, resultante das primeiras eleições legislativas após o 25 de Abril, &#8220;recusou soluções fáceis e populistas&#8221;, sublinhando o seu papel no lançamento das &#8220;bases para a despartidarização da Administração Pública&#8221;, promoção da justiça, pluralismo na comunicação social, o afastamento das Forças Armadas das funções de segurança civil e na aposta no &#8220;lugar de Portugal no mundo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Estava assim a erguer os pilares de um verdadeiro Estado de direito democrático&#8221;, disse, salientando ainda que esse Governo, &#8220;no plano interno, promoveu o poder local democrático, avançou com a autonomia regional e apostou na reconciliação nacional, criando condições para sarar divisões e unir os portugueses em torno de um projeto comum&#8221;.</P><br />
<P>O secretário-geral socialista enfatizou que &#8220;tudo isto foi feito sem maioria absoluta&#8221; e &#8220;com diálogo, com respeito pelas instituições e com um profundo sentido de responsabilidade democrática&#8221;, salientando que uma das &#8220;maiores lições&#8221; deste executivo é de que &#8220;a democracia não se afirma pela imposição, mas pela capacidade de construir consensos e de respeitar a diversidade de opiniões&#8221;.</P><br />
<P>Depois de defender que o contributo do PS e de Mário Soares &#8220;foi decisivo&#8221; e que o I Governo Constitucional demonstrou que &#8220;era possível governar com firmeza e, ao mesmo tempo, moderação&#8221;, rejeitando &#8220;tanto radicalismos como tentações autoritárias&#8221;, Carneiro enumerou os que considera serem os atuais desafios democráticos.</P><br />
<P>&#8220;A desconfiança nas instituições, a polarização, a atomização das sociedade e dos indivíduos, os discursos populistas, a tentação de soluções simplistas para problemas complexos. O exemplo do I Governo Constitucional lembra-nos que a resposta não está no abandono dos princípios democráticos, mas no seu aprofundamento&#8221;, disse.</P><br />
<P>O secretário-geral do PS defendeu que &#8220;governar é escolher com responsabilidade, é respeitar as regras, é fortalecer as instituições e é colocar o interesse coletivo acima de agendas imediatas e oportunistas&#8221; e &#8220;democracia exige coragem para decidir, coragem para dialogar e coragem para resistir a tudo o que a possa fragilizar&#8221;.</P><br />
<P>Para Carneiro, este caminho &#8220;não é fácil&#8221;, dado o que encara como um cenário atual de &#8220;hiperpolítica inconsequente&#8221; que &#8220;quer respostas céleres e simplistas ao virar da esquina&#8221;.</P><br />
<P>O líder socialista concluiu o discurso citando as palavras de Soares, que apontava &#8220;a habitação, a assistência médica e hospitalar e a segurança social como as &#8220;grande carências do povo português&#8221;, e afirmando o legado do seu primeiro Governo &#8220;não pertence apenas ao passado&#8221;, mas &#8220;é uma exigência permanente no presente e uma responsabilidade para o futuro&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Cabe-nos a nós estar à altura dos caminhos que então foram abertos&#8221;, rematou.</P><br />
<P>Antes, intervieram nesta sessão a historiadora Maria Inácia Rezola e o professor catedrático da Universidade Católica José Miguel Sardica, o antigo membro do I Governo Constitucional Rui Vilar, e Isabel Soares, filha de Mário Soares.</P><br />
<P>O I Governo Constitucional, chefiado pelo socialista Mário Soares, tomou posse a 23 de julho de 1976 depois das eleições legislativas de 1976, as primeiras depois de aprovada a Constituição de 1976, e terminou o seu mandato em janeiro de 1978, na sequência da rejeição de uma moção de confiança.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TS // RBF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793254]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CODU do Norte sofreu falha informática de duas horas que criou constrangimentos &#8211; Sindicato</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Norte registou uma falha no sistema informático entre as 19:20 e 21:20 de hoje, criando constrangimentos no atendimento de chamadas e acionamento de meios, denunciou fonte sindical.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Norte registou uma falha no sistema informático entre as 19:20 e 21:20 de hoje, criando constrangimentos no atendimento de chamadas e acionamento de meios, denunciou fonte sindical.</P><br />
<P>O presidente do Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) referiu à agência Lusa que o CODU Norte ficou sem sistema pelas 19:20, situação que durou até às 21:20.</P><br />
<P>A Lusa tentou obter informações junto do INEM mas não foi possível até ao momento.</P><br />
<P>Rui Lázaro explicou que na sequência da falha informática, após vários &#8220;minutos sem qualquer tipo de resposta, com dezenas de técnicos parados&#8221;, foi tomada a decisão de &#8220;registar em papel&#8221;, para depois a informação ser &#8220;passada aos colegas do acionamento&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Coimbra, Lisboa e Faro esteve sempre a funcionar normalmente [neste período], e as chamadas que sobraram do Porto, que foram muitas, foram desviadas para lá. O acionamento [no Norte] esteva a ser feito por Coimbra&#8221;, apontou.</P><br />
<P>Rui Lázaro sublinhou que durante este período pelo menos 50 ocorrências estiveram por ser acionadas.</P><br />
<P>O presidente do STEPH salientou que, pelas 21:20, recebeu a informação que o sistema tinha regressado no CODU do Norte, mas que o atendimento estava a funcionar a metade, por &#8220;medo de sobrecarregar o sistema&#8221;, segundo informação transmitida pelos técnicos.</P><br />
<P>O líder sindical lembrou ainda que o CODU Norte é o maior do país e o que dá mais resposta, questionando ainda se o INEM não tem disponível um sistema de &#8216;backup&#8217;.</P><br />
<P>Na semana passada a Comissão de Trabalhadores (CT) do INEM denunciou falhas no sistema informático OnCall, utilizado nos CODU, alertando para riscos no acionamento dos meios de emergência e exigindo esclarecimentos ao conselho diretivo.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793253]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Wall Street em queda pressionada pelos resultados das tecnológicas e receios sobre energia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 22:07:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em forte queda, pressionada pelas grandes perdas das gigantes tecnológicas Alphabet e Tesla após a divulgação dos seus resultados e pelo fantasma de um grande choque energético.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Nova Iorque encerrou hoje em forte queda, pressionada pelas grandes perdas das gigantes tecnológicas Alphabet e Tesla após a divulgação dos seus resultados e pelo fantasma de um grande choque energético.</P><br />
<P>Os resultados definitivos da sessão indicam que o índice seletivo Dow Jones Industrial Average caiu 0,97%, para 51.711,65 pontos, o tecnológico Nasdaq Composite caiu 2,15%, para 25.137,69 pontos, e o índice S&amp;P 500, mais abrangente, perdeu 1,21%, para 7.408,30 pontos.</P><br />
<P>Entre as maiores perdas do dia, as ações da Tesla caíram a pique 14,52%, eliminando quase 200 mil milhões de dólares em valor de mercado.</P><br />
<P>A pioneira dos veículos elétricos anunciou no dia anterior um lucro líquido inferior ao esperado para o segundo trimestre, apesar do aumento das vendas.</P><br />
<P>&#8220;A margem operacional caiu para 1,4%, a receita de créditos regulatórios caiu drasticamente e os investimentos em IA, condução autónoma e novos produtos continuaram a acelerar&#8221;, analisou Stuart Taylor, da empresa Envorso.</P><br />
<P>Também as ações da Alphabet, empresa-mãe da Google, caíram 6,89% para 318,34 dólares, apesar de um trimestre de forte crescimento, durante o qual a receita do seu negócio de computação em nuvem quase duplicou (em comparação com o ano anterior).</P><br />
<P>Segundo Bob Lang, da empresa de investimento Explosive Options, a empresa sofreu com o seu apetite por inteligência artificial, para a qual planeia gastos cada vez maiores.</P><br />
<P>&#8220;Ela não tem outra escolha senão gastar mais para acompanhar os seus concorrentes&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>&#8220;A corrida à monetização, ao poder computacional e à relevância está a intensificar-se, enquanto a perspetiva de rentabilidade permanece, na melhor das hipóteses, incerta&#8221;, o suficiente para deixar os investidores cautelosos, observou Jose Torres, da plataforma Interactive Brokers.</P><br />
<P>A liquidação foi massiva e aproximadamente 800 mil milhões de dólares em valor de mercado evaporaram-se para as &#8216;big seven&#8217;, os principais nomes da tecnologia americana.</P><br />
<P>A volatilidade do mercado também aumentou devido à &#8220;escalada das tensões geopolíticas&#8221;, segundo Torres.</P><br />
<P>O Irão e os Estados Unidos declararam a sua determinação em continuar os seus ataques, enquanto uma segunda frente foi aberta no mar Vermelho pelos rebeldes houthis do Iémen, aliados de Teerão.</P><br />
<P>Estes recentes acontecimentos impulsionaram o preço do petróleo Brent, uma referência internacional, acima dos 100 dólares por barril, a primeira vez desde maio.</P><br />
<P>Quando as expectativas de inflação aumentam, os investidores exigem maiores retornos dos investimentos para manter as suas margens.</P><br />
<P>Estes ventos contrários ofuscaram a receção positiva dada aos resultados trimestrais de várias empresas.</P><br />
<P>O grupo de defesa Lockheed Martin (subida de 10,54%, para 568,59 dólares) subiu depois de elevar as suas projeções anuais, beneficiando, em particular, da produção de munições.</P><br />
<P>A empresa de leasing United Rentals também registou um aumento de mais de 10%, enquanto a siderúrgica Cleveland-Cliffs disparou quase 16%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793252]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Israel ameaça Teerão com &#8220;golpe devastador&#8221; caso ataque o seu território</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 21:55:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, garantiu hoje que o seu país está a preparar-se para "qualquer eventualidade" e avisou que o Irão sofrerá "um golpe devastador" caso lance um ataque contra o território israelita.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Defesa israelita, Israel Katz, garantiu hoje que o seu país está a preparar-se para &#8220;qualquer eventualidade&#8221; e avisou que o Irão sofrerá &#8220;um golpe devastador&#8221; caso lance um ataque contra o território israelita.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a preparar-nos para qualquer eventualidade. Se o Irão atacar Israel, sofrerá um golpe devastador&#8221;, frisou Katz durante uma reunião de segurança, segundo um comunicado divulgado pelo Ministério da Defesa de Israel.</P><br />
<P>A reunião contou ainda com a presença do Chefe do Estado-Maior do Exército israelita, Eyal Zamir, do diretor-geral do Ministério da Defesa, Amir Baram, do comandante da Força Aérea e de autoridades dos Serviços de Informações e do Comando da Defesa Civil, a unidade militar responsável pela proteção da população civil.</P><br />
<P>As declarações do ministro surgem num momento de crescente tensão na região. </P><br />
<P>Já o Presidente norte-americano, Donald Trump, destacou hoje que está a considerar lançar um &#8220;ataque em massa&#8221; contra o Irão, de maior escala do que a operação de 40 dias iniciada a 28 de fevereiro em conjunto com Israel, embora tenha esclarecido que ainda não tomou uma decisão final.</P><br />
<P>Trump referiu que Washington está preparado para agir e manifestou a sua confiança de que Israel &#8220;juntaria em dois minutos&#8221; se lhe fosse pedido, embora tenha mantido que os Estados Unidos têm capacidade para agir de forma independente.</P><br />
<P>No mês passado, Washington e Teerão assinaram um memorando de entendimento para estabelecer um cessar-fogo, desbloquear o estreito de Ormuz e permitir tempo para negociações sobre o programa nuclear iraniano, mas a trégua falhou e os dois países têm trocado ofensivas nas últimas duas semanas. </P><br />
<P>Em retaliação aos mais recentes ataques norte-americanos, Teerão tem atacado países aliados dos Estados Unidos na região, como é o caso do Kuwait, Bahrein e Jordânia.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793251]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>César fala de &#8220;complicações&#8221; no Governo e defende diálogo ao centro como &#8220;caução do regime&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 21:12:59 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O presidente do PS pediu hoje confiança no país "sejam quais forem as contrariedade conjunturais" como as "complicações que que têm envolvido" o atual Governo e defendeu que o "diálogo entre os partidos centrais" é a "caução do regime".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do PS pediu hoje confiança no país &#8220;sejam quais forem as contrariedade conjunturais&#8221; como as &#8220;complicações que que têm envolvido&#8221; o atual Governo e defendeu que o &#8220;diálogo entre os partidos centrais&#8221; é a &#8220;caução do regime&#8221;.</P><br />
<P>Carlos César falava na abertura de uma sessão evocativa dos 50 anos do I Governo Constitucional, liderado por Mário Soares, na sede nacional do PS, em Lisboa.</P><br />
<P>O socialista afirmou que &#8220;não há nunca razão definitiva&#8221; para o país pensar que está &#8220;condenado a parar no tempo ou a andar para trás&#8221;, mesmo que haja mudanças no contexto internacional ou uma avaliação negativa do Governo.</P><br />
<P>&#8220;Mesmo nos tempos que vivemos, seja no plano europeu e internacional, seja face à avaliação que por estes dias fazemos do atual Governo da República , incluindo as complicações que têm envolvido as figuras e os mandatos do primeiro-ministro, do ministro da Presidência, da ministra da Saúde, da ministra do Trabalho, do ministro da Educação ou do ministro da Administração Interna&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>Para Carlos César, &#8220;sejam quais forem as contrariedades conjunturais&#8221;, deve-se &#8220;continuar a confiar nas capacidades e nos destinos do país&#8221;.</P><br />
<P>O dirigente do PS considerou também que se deve trabalhar sempre com o objetivo de fazer &#8220;melhor no presente pelo futuro&#8221;, defendendo que, tal como acontecia em 1976, o &#8220;diálogo social e o diálogo entre os partidos centrais da democracia, que se alternam na suas propostas, são essenciais e são a caução do regime&#8221;.</P><br />
<P>O socialista afirmou também que há o hábito de olhar para Portugal &#8220;em plano inclinado ou com sucessivas crises de estima&#8221;, mas argumentou que &#8220;há progressos que animam a história económica e social&#8221; dos últimos 50 anos do país e que &#8220;não se devem apenas ao cursos inevitável dos tempos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi por esforço dos portugueses e por lideranças como as de Mário Soares que fizemos esse percurso&#8221;, considerou ainda.</P><br />
<P>Neste discurso, Carlos César afirmou que &#8220;as orientações, iniciativas e vitórias do PS &#8220;foram decisivas para a consolidação progressiva e contínua&#8221; do caminho que se seguir após a Revolução de Abril.</P><br />
<P> </P><br />
<P>TS // RBF</P><br />
<P>Lusa / FIm</P></p>
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		<title>Seguro fecha visita com um aplauso para professores em Cabo Verde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 21:06:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Presidente António José Seguro despediu-se hoje de Cabo Verde a pedir uma salva de palmas para os professores da Escola Portuguesa na cidade da Praia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente António José Seguro despediu-se hoje de Cabo Verde a pedir uma salva de palmas para os professores da Escola Portuguesa na cidade da Praia.</P><br />
<P>«O trabalho que os professores aqui fazem é um trabalho de excelência, são sementes que todos os dias estão a regar para que o futuro produza, nas novas gerações, a cooperação que nos temos visto nas gerações atuais», disse.</P><br />
<P>«Quero pedir uma grande salva de palmas para os professores desta escola que valorizam a nossa língua e ajudam a levar cada vez mais longe a língua portuguesa», referiu António José Seguro, arrancando um aplauso da plateia que participou no encontro com a comunidade.</P><br />
<P>Entre o público, no pátio principal da escola, estavam professores que ainda cumprem os últimos dias de trabalho antes das férias letivas, empresários e outros portugueses que trabalham e residem em Cabo Verde.</P><br />
<P>O evento na Escola Portuguesa de Cabo Verde, que acolhe cerca de 1.100 alunos na Praia e 400 no Mindelo, fechou a visita oficial de três dias do Presidente da República ao arquipélago.</P><br />
<P>Na última tarde na cidade da Praia, antes de regressar a Lisboa, António José Seguro visitou hoje o centro de hemodiálise do Hospital Agostinho Neto e conheceu o beneficiário do primeiro transplante renal do país, realizado este ano com o apoio de Portugal.</P><br />
<P>«São estes exemplos que nos fazem acreditar no ser humano», em como «a cooperação é relevante e, particularmente, como a política, quando tem resultados, serve o seu sentido mais nobre: ajudar a que as pessoas tenham uma vida melhor. É esse o sentido na nossa presença em Cabo Verde», concluiu.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793249]]></sapo:autor>
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		<title>Casa Branca nega que Israel tenha pedido que acordo nuclear com Riade dependa de normalizar relações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:56:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Casa Branca afirmou hoje que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, não pediu ao Presidente Donald Trump para condicionar o acordo nuclear norte-americano com a Arábia Saudita à normalização por este país  das relações com Israel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Casa Branca afirmou hoje que o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, não pediu ao Presidente Donald Trump para condicionar o acordo nuclear norte-americano com a Arábia Saudita à normalização por este país  das relações com Israel.</P><br />
<P>&#8220;O Presidente toma sempre a decisão final sobre os acordos, e este é um ponto que já referiu várias vezes. Afirmou que, se a Arábia Saudita não aderir aos Acordos de Abraão, o pacto será cancelado&#8221;, afirmou a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt.</P><br />
<P>Questionada diretamente sobre se Netanyahu, aliado próximo de Trump, teria alguma relação com esta exigência, Leavitt negou: &#8220;Que eu saiba, não&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>O Presidente norte-americano afirmou na rede social Truth Social que o acordo, já aprovado pela Casa Branca, &#8220;está totalmente condicionado à adesão da Arábia Saudita aos respeitados e bem-sucedidos Acordos de Abraão&#8221;, acrescentando que &#8220;os Estados Unidos não se opõem às instalações nucleares civis (não enriquecidas)&#8221;.</P><br />
<P>Trump tem procurado alargar os Acordos de Abraão, lançados em 2020 durante o seu primeiro mandato e que estabeleceram relações diplomáticas entre Israel e vários países árabes. O governante considera a eventual adesão da Arábia Saudita como um dos principais objetivos da sua política para o Médio Oriente.</P><br />
<P>Trump garantiu que o entendimento não permitirá o enriquecimento de urânio por parte da Arábia Saudita, apesar das crescentes preocupações por parte dos especialistas nucleares que alertam para a ausência de mecanismos de salvaguarda que impeçam qualquer enriquecimento de urânio suscetível de ser utilizado para fins militares.</P><br />
<P>O acordo foi anunciado na madrugada de quarta-feira, em plena escalada do conflito entre os Estados Unidos e o Irão, desencadeado no final de fevereiro por ataques israelo-americanos contra Teerão, com o pretexto de impedir que a República Islâmica se dotasse de armas nucleares.</P><br />
<P>O gabinete do primeiro-ministro israelita reagiu hoje às declarações de Trump considerando que o reconhecimento por parte da Arábia Saudita de Israel seria um &#8220;avanço histórico&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Tal como afirmou o Presidente Trump, a adesão da Arábia Saudita aos Acordos de Abraão constituiria um avanço histórico para a paz no Médio Oriente&#8221;, declarou o gabinete de Benjamin Netanyahu num comunicado.</P><br />
<P>Em Washington, a secretária de imprensa norte-americana acrescentou, após a mensagem do presidente sobre os Acordos de Abraão, que desconhecia qualquer telefonema entre Trump e o príncipe herdeiro e primeiro-ministro saudita, Mohammed bin Salman.</P><br />
<P>&#8220;Continuaremos a dialogar com os nossos homólogos sauditas para finalizar o acordo e esperamos vê-los aderir aos Acordos de Abraão em breve&#8221;, disse Leavitt.</P><br />
<P>O protocolo poderá gerar milhares de milhões de dólares para as empresas norte-americanas e constituiria uma vitória para a Arábia Saudita, de maioria sunita, face ao seu rival iraniano de longa data, liderado por xiitas.</P><br />
<P>O texto do acordo assinado pelo secretário da Energia norte-americano, Chris Wright, e pelo homólogo saudita, o príncipe Abdelaziz ben Salmane, ainda tem de ser submetido ao Congresso dos Estados Unidos, de maioria republicana.</P><br />
<P>Este acordo abre caminho à construção de centrais nucleares na Arábia Saudita, que, neste momento, depende de centrais a gás e a petróleo para a produção de eletricidade.</P><br />
<P>Logo após o anúncio, as críticas centraram-se na possibilidade de Riade poder enriquecer urânio.</P><br />
<P>O Wall Street Journal tinha afirmado anteriormente que uma cláusula previa a construção de um complexo de enriquecimento de urânio no reino saudita, caso um estudo conjunto determinasse que tal se justificava.</P><br />
<P>Na quarta-feira, o secretário de Energia norte-americano limitou-se a declarar que o acordo lançava &#8220;as bases jurídicas para uma parceria de várias décadas&#8221; e respeitava &#8220;os mais elevados padrões em matéria de segurança nuclear e não proliferação&#8221;.</P><br />
<P>Também o secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, afirmou hoje que Riade pretendia desenvolver um programa nuclear &#8220;pacífico e civil&#8221; e garantiu que o acordo incluía &#8220;garantias para assegurar que não possa ser transformado num programa de armamento&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793248]]></sapo:autor>
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		<title>Governo quer concluir nova estratégia para comunidades ciganas e integra tema na área da Igualdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 20:24:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo está a finalizar a nova Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas, que passa da área das migrações para a tutela da Igualdade, mudança que reflete o reconhecimento dos ciganos como portugueses de pleno direito, anunciou hoje.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo está a finalizar a nova Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas, que passa da área das migrações para a tutela da Igualdade, mudança que reflete o reconhecimento dos ciganos como portugueses de pleno direito, anunciou hoje.</P><br />
<P>A secretária de Estado Adjunta, da Juventude e da Igualdade, Carla Rodrigues, afirmou que a anterior Estratégia Nacional para a Integração das Comunidades Ciganas, criada em 2013, foi sucessivamente prorrogada até 2023 e que, quando o atual Governo tomou posse, não existia uma nova estratégia aprovada nem estavam concluídos os trabalhos preparatórios.</P><br />
<P>Segundo a governante, foi o anterior executivo, ainda sob a tutela da Presidência do Conselho de Ministros, que iniciou o processo de elaboração da nova estratégia, coordenado pela então Estrutura de Missão para a Igualdade (EMA), através de reuniões com associações da comunidade cigana, entidades da sociedade civil e outras organizações, das quais resultou um documento que está agora a ser trabalhado.</P><br />
<P>No decorrer de uma audição na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, em que esteve a ser ouvida a equipa da ministra Margarida Balseiro Lopes, a secretária de Estado reconheceu que representantes da comunidade cigana manifestaram preocupação com o atraso na aprovação da estratégia, mas garantiu que esse processo não comprometeu a continuidade das medidas em curso.</P><br />
<P>Destacou que estão abertos avisos no valor de seis milhões de euros destinados à continuidade de projetos dirigidos às comunidades ciganas.</P><br />
<P>Carla Rodrigues assegurou também que programas como o ROMED e o OPRE, de bolsas de estudo, prosseguiram sem interrupções.</P><br />
<P>A secretária de Estado adiantou que o objetivo é concluir a nova estratégia &#8220;o mais rapidamente possível&#8221;, evitando qualquer quebra no financiamento das associações que trabalham com estas comunidades.</P><br />
<P>De acordo com Carla Rodrigues, o novo documento representa também uma mudança de paradigma, deixando de privilegiar a integração para colocar a tónica na inclusão, na igualdade e no reforço da participação das comunidades ciganas na definição de respostas para os seus problemas.</P><br />
<P>A governante justificou ainda a transferência desta matéria da área das migrações para a tutela da Igualdade, defendendo que os ciganos vivem em Portugal há mais de 500 anos e são &#8220;portugueses de pleno direito&#8221;.</P><br />
<P></P><br />
<P>&#8220;Esta transferência da área das migrações para a área da igualdade faz todo o sentido e demonstra que da parte do Governo há um respeito para com estas comunidades. Deixam de ser tratadas como comunidades migrantes e passam a ser tratadas como portugueses de pleno direito&#8221;, afirmou.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793247]]></sapo:autor>
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		<title>LE: Benfica arranca época com derrota na Suíça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:59:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Benfica arrancou hoje oficialmente a época 2026/27 com uma derrota, ao perder 2-1 em casa dos suíços do St. Gallen, em jogo da primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Benfica arrancou hoje oficialmente a época 2026/27 com uma derrota, ao perder 2-1 em casa dos suíços do St. Gallen, em jogo da primeira mão da segunda pré-eliminatória da Liga Europa de futebol.</P><br />
<P>A formação helvética adiantou-se no marcador aos 37 minutos, por Aliou Baldé, o Benfica, ainda com muitas indefinições no seu plantel, reagiu a este primeiro golo com o empate sete minutos, através de Rafa, mas o St. Gaal voltou para a frente do marcador e sentenciou o encontro aos 80, com um golo de Tom Gaal.</P><br />
<P>O encontro da segunda mão está agendado para dentro de uma semana, no dia 30 de julho, no Estádio da Luz, com o vencedor da eliminatória a defrontar na ronda seguinte o conjunto que sair do confronto entre o Sturm Graz e os escoceses do Hearts, tendo os austríacos vencido na primeira mão por 4-0.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<item>
		<title>Incêndios: Portugal envia dois aviões e uma equipa para combater fogos em França</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:55:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal vai enviar na sexta-feira para França duas aeronaves e uma equipa de sete elementos para auxiliar no combate aos incêndios rurais na região de Saumos, informou hoje a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal vai enviar na sexta-feira para França duas aeronaves e uma equipa de sete elementos para auxiliar no combate aos incêndios rurais na região de Saumos, informou hoje a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).</P><br />
<P>Segundo a ANEPC, Portugal vai mobilizar a capacidade nacional rescEU sendo a missão constituída por duas aeronaves do tipo Fire Boss (aviões bombardeiros médios anfíbios) e por uma equipa de sete elementos, integrando dois representantes da ANEPC, três pilotos e dois mecânicos do operador aéreo.</P><br />
<P>&#8220;Na sequência dos incêndios rurais que afetam o município de Saumos, em França, e em resposta à ativação do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia (UCPM) pelas autoridades francesas, Portugal, através da Autoridade ANEPC, mobiliza na sexta-feira a capacidade rescEU posicionada em território nacional, para apoiar as operações de combate aos incêndios&#8221;, afirma a autoridade em comunicado.</P><br />
<P>A partida está prevista para as 08:30, com as aeronaves a descolarem do Aeródromo de Vila Real, estando a chegada ao Aeroporto de Bordeaux-Mérignac prevista para as 13:00 (hora local).</P><br />
<P>O apoio logístico à missão será assegurado pela Força Aérea Portuguesa, através de uma aeronave C-130, responsável pelo transporte do pessoal e do equipamento de manutenção das aeronaves e que partirá da Base Aérea n.º 6, no Montijo.</P><br />
<P>A capacidade destacada integra a reserva europeia rescEU, criada no âmbito do Mecanismo de Proteção Civil da União Europeia para reforçar a resposta dos Estados-Membros perante emergências de grande dimensão, nomeadamente incêndios rurais, sempre que as capacidades nacionais se revelem insuficientes.</P><br />
<P>A ANEPC adianta que mantém o acompanhamento permanente da evolução da situação e do perigo de incêndio rural, assegurando que este destacamento é efetuado sem comprometer a capacidade de resposta operacional em território nacional.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793245]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Plano nacional de combate ao racismo prorrogado perante taxa de execução de 16%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:46:36 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O plano nacional de combate ao racismo 2021-2023 foi prorrogado e a medida aprovada hoje em Conselho de Ministros, anunciou a ministra Margarida Balseiro Lopes, tendo em conta a "miserável taxa de execução".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O plano nacional de combate ao racismo 2021-2023 foi prorrogado e a medida aprovada hoje em Conselho de Ministros, anunciou a ministra Margarida Balseiro Lopes, tendo em conta a &#8220;miserável taxa de execução&#8221;.</P><br />
<P>A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, que tem também as pastas das minorias e do combate ao racismo, esteve hoje a ser ouvida na comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, durante a qual culpou o Partido Socialista (PS) pelo facto de não haver um novo plano nacional de combate ao racismo.</P><br />
<P>Em resposta a perguntas da deputada socialista Elza Pais, Margarida Balseiro Lopes afirmou que &#8220;é profundamente injusto&#8221; que o PS diga que &#8220;o anterior plano caiu e não há nenhum novo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Efetivamente não há nenhum novo. E porquê que não há nenhum novo? Porque quando nós entrámos em funções e pegámos no plano que existia, tínhamos entre 2021 e 2023 uma taxa de execução que a todos nos deve envergonhar, permita-me que lhe diga. Porque a taxa de execução em 2024 deste plano era de 16%. 16% de medidas concluídas&#8221;, criticou a ministra.</P><br />
<P>Segundo Balseiro Lopes, &#8220;face a esta profunda insuficiência de execução do anterior plano, o Governo optou por prorrogar o plano que existia&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Isso já foi aprovado, foi hoje aprovado em reunião de Conselho de Ministros, a prorrogação do anterior plano, não só para melhorarmos estas miseráveis taxas de execução, mas sobretudo também para garantir a necessidade de cumprimento da condição habilitadora do Pessoas 2030 que este plano complementa&#8221;, afirmou.</P><br />
<P>&#8220;Depois prepararemos então um novo plano&#8221;, acrescentou.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793244]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Sobe para 194 cidades no estado brasileiro Rio Grande do Sul afetadas por fortes chuvas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:43:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Brasília 23 jul 2026 (Brasília) -- Subiu para 194 o número de cidades afetadas e mais de mil pessoas tiveram de deixar as suas casas devido às fortes chuvas e vendavais que assolam o estado brasileiro do Rio Grande do Sul, disseram hoje autoridades locais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Brasília 23 jul 2026 (Brasília) &#8212; Subiu para 194 o número de cidades afetadas e mais de mil pessoas tiveram de deixar as suas casas devido às fortes chuvas e vendavais que assolam o estado brasileiro do Rio Grande do Sul, disseram hoje autoridades locais.</P><br />
<P>Desde o fim de semana até à última atualização da Defesa Civil do Rio Grande do Sul divulgada hoje, já são 1.147 pessoas fora de suas casas, 728 das quais realojadas em abrigos e 419 acolhidas por familiares e amigos.</P><br />
<P>Na quarta-feira, eram 143 cidades atingidas e mais de 200 pessoas fora das suas casas e, segundo explicou a Defesa Civil, o aumento de desalojados registados em menos de 24 horas deve-se ao facto de, em diferentes regiões do estado, os rios terem subido e causado inundações.</P><br />
<P>Na cidade com o maior número de desalojados, 100 pessoas, em Arroio do Rato, as chuvas e rajadas de vento provocaram danos em telhados de 16 casas e no edifício do poder executivo local.</P><br />
<P>Pelo estado, várias estradas e pontes estão interditadas, seja pelas inundações dos rios, seja por deslizamentos de terra, além de quedas de árvores e postes de eletricidade.</P><br />
<P>Em muitas cidades afetadas, famílias inteiras estão a dormir em abrigos improvisados em escolas públicas.</P><br />
<P>O número de cidades atingidas pelo forte temporal e cheias dos rios já representa quase 40% do total de 497 municípios do Rio Grande do Sul.</P><br />
<P>Uma casa inteira a se arrastada pela correnteza é mais uma imagem registada pela imprensa local, que tem reportado o drama das famílias gaúchas ao deixarem as suas casas por receio das inundações.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793243]]></sapo:autor>
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		<title>Luís Montenegro diz que Portugal é hoje mais amigo do investimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:42:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu que Portugal "é hoje mais amigo do investimento", destacou as parcerias "de topo" com os EUA e Alemanha e considerou que o combate à pobreza se faz com a criação de riqueza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defendeu que Portugal &#8220;é hoje mais amigo do investimento&#8221;, destacou as parcerias &#8220;de topo&#8221; com os EUA e Alemanha e considerou que o combate à pobreza se faz com a criação de riqueza.</P><br />
<P>No discurso de cerca de 20 minutos que proferiu, na Figueira da Foz, na cerimónia de marcou o início da obra de construção de uma fábrica de componentes para centros de dados, Luís Montenegro assinalou que Portugal é um país com estabilidade política, económica e financeira.</P><br />
<P>&#8220;Como disse há pouco um representante da empresa [a multinacional norte-americana e alemã Hennig] que investe aqui na Figueira da Foz,  é um país com bom ambiente de negócios, é um país com um bom povo, é um país com jovens qualificados, com boa localização do ponto de vista geográfico, é um país que hoje é mais amigo do investimento do que era ontem&#8221;, argumentou o chefe do Governo.</P><br />
<P>&#8220;E isto é simplesmente registar a evolução, não tem mais nenhum juízo que não seja esse, é olhar para a frente, não olhar para trás (&#8230;) dizemo-lo de peito aberto e convictamente&#8221;, vincou Luís Montenegro.</P><br />
<P>Acrescentou que o país quer cobrar menos impostos sobre quem trabalha e, deste modo, &#8220;premiar o esforço, o mérito, o resultado dos trabalhadores, e é um país que também quer premiar o resultado das empresas, para que as empresas tenham mais instrumentos para investirem mais&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um país que, para pagar melhores salários, também tem de ter empresas mais lucrativas, porque as empresas não podem pagar aquilo que não produzem. [Portugal] é um país que sabe que para combater a pobreza, para combater a desigualdade, para combater a dificuldade, tem de criar riqueza&#8221;, frisou Luís Montenegro.         </P><br />
<P>&#8220;A pobreza combate-se com a criação de riqueza&#8221;, reforçou.</P><br />
<P>Agradecendo aos empresários norte-americanos e alemães pelo investimento de 51 milhões de euros na Figueira da Foz &#8212; que visa a criação de cerca de 450 postos de trabalho &#8211; e pela confiança colocada no nosso país, o primeiro-ministro notou, no entanto, que se trata de &#8220;um obrigado que é moderado&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Porque confiam em Portugal, também, para ganharem dinheiro e para poderem ter os lucros legítimos e expectáveis nos vossos negócios. Isto é uma situação &#8216;win-win&#8217;, queremos ganhar todos&#8221;, destacou.</P><br />
<P>Sobre a relação económica de Portugal com os EUA e Alemanha, Luís Montenegro classificou-a como parcerias de topo, com dois parceiros com os quais o país tem feito um caminho de reforço da cooperação.</P><br />
<P>O primeiro-ministro voltou a dizer que, em 2025, Portugal bateu o recorde de investimento direto estrangeiro contratualizado na AICEP &#8212; Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.</P><br />
<P>Este dado, cujos valores não divulgou, foi um resultado só comparável ao verificado &#8220;quando se contratualizou o estabelecimento da Auto Europa [fábrica do grupo Volkswagen] em Portugal&#8221;, no início da década de 1990.</P><br />
<P>&#8220;No outro dia, disse isto na Assembleia da República, eventualmente não disse as palavras todas que disse agora, o que suscitou logo uma grande querela e uma imputação de que não era rigoroso, porque 2025 não foi o ano de maior investimento direto estrangeiro em Portugal. Foi o ano em que a AICEP, o Estado português subscreveu, contratualizou, o maior volume estrangeiro de investimento em Portugal&#8221;, insistiu Montenegro.</P><br />
<P>&#8220;Foi o que acabamos de fazer aqui, agora, foi o ano em que fizemos mais coisas destas, se quiserem, para ser assim uma proclamação mais direta&#8221;, justificou, aludindo o contrato hoje assinado entre os investidores e a AICEP, no valor de 7,7 milhões de euros.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793242]]></sapo:autor>
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		<title>Financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica incluido no OE 2027 &#8211; Ministra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:26:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A ministra da Cultura garantiu hoje que nenhuma resposta de apoio a vítimas vai encerrar por causa do fim dos financiamentos europeus e que o financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica será assegurado pelo Orçamento do Estado para 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A ministra da Cultura garantiu hoje que nenhuma resposta de apoio a vítimas vai encerrar por causa do fim dos financiamentos europeus e que o financiamento da rede nacional para vítimas de violência doméstica será assegurado pelo Orçamento do Estado para 2027.</P><br />
<P>Margarida Balseiro Lopes esteve hoje a ser ouvida na Comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, onde assumiu o &#8220;compromisso de assegurar, também através do Orçamento do Estado e já em 2027, o financiamento da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Deste modo, nenhuma resposta de apoio às vítimas, quer no domínio da violência doméstica, quer já agora no domínio do tráfico de seres humanos, vai encerrar em consequência do termo dos financiamentos europeus&#8221;, afirmou a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, que tem também as pastas da igualdade de género e da prevenção e combate à violência doméstica.</P><br />
<P>Segundo a ministra, tratou-se de concretizar um objetivo assumido desde o início, ou seja, o &#8220;compromisso de gradualmente transitar o financiamento das respostas da Rede Nacional de Apoio às Vítimas de Violência Doméstica para o Orçamento do Estado&#8221;.</P><br />
<P> &#8220;Terminando assim com o ciclo de instabilidade e fragilidade decorrente do facto de esta rede ser essencialmente sustentada por fundos europeus&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Margarida Balseiro Lopes explicou que as respostas que terminavam entre junho e dezembro de 2026 tiveram o financiamento assegurado até ao final do ano, adiantando que estão em causa 80 respostas, distribuídas entre os anos de 2026 e 2027.</P><br />
<P>&#8220;As que terminam em [20]27, à medida que terminarem, transitam para o Orçamento do Estado&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>Revelou que o Governo não se limitou a incluir no OE o valor que era financiado por fundos europeus.</P><br />
<P>&#8220;Se nós considerássemos apenas aquilo que era financiado pelos fundos europeus, nós estaríamos a falar de 8.487.000 euros, mas nós quisemos, além de garantir essa base de financiamento, de fazer incrementos salariais e o pagamento do subsídio de turno, para garantir que os profissionais que trabalham nestas respostas têm melhores condições&#8221;, adiantou.</P><br />
<P>De acordo com a ministra, o valor inscrito no OE será de cerca de 11,9 milhões de euros.</P><br />
<P>Acrescentou que com esta transição para o Orçamento do Estado vai ser possível &#8220;assegurar maior estabilidade, previsibilidade e sustentabilidade às respostas existentes, bem como criar condições para continuar a valorizar o trabalho das equipas que diariamente acompanham e apoiam as vítimas&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Além disso, e contrariamente ao que sucedia com os fundos europeus, este novo modelo de financiamento vai ser acompanhado por uma atualização dos montantes atribuídos às estruturas, reforçando assim a capacidade de resposta destas entidades&#8221;, disse Margarida Balseiro Lopes.</P><br />
<P>Na mesma altura, a ministra adiantou que está previsto abrir até ao final do ano várias linhas de financiamento para criar novas respostas multidisciplinares no domínio da violência doméstica e violência sexual.</P><br />
<P>Disse também que solicitou ao Centro de Planeamento e de Avaliação de Políticas Públicas a realização da primeira avaliação da nova Ficha de Avaliação de Risco, &#8220;um ano após a sua entrada em vigor, de forma a identificar oportunidades de aperfeiçoamento e assegurar que este instrumento continua a responder adequadamente às necessidades identificadas pelas entidades que o aplicam&#8221;.</P><br />
<P>Relativamente ao tráfico de seres humanos, a ministra adiantou que &#8220;um dos principais desenvolvimentos dos últimos dois meses&#8221; foi a criação do grupo de trabalho que irá elaborar um regime jurídico integrado para esta área.</P><br />
<P>Acrescentou que no dia 30 de julho, Dia Mundial contra o Tráfico de Pessoas, vai entrar em funcionamento uma nova linha de apoio técnico e financeiro, com uma verba de 100 mil euros, para &#8220;apoiar iniciativas dirigidas ao reforço da prevenção, da capacitação dos profissionais e da proteção das vítimas&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793241]]></sapo:autor>
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		<title>Vulcan investe 140,6 ME para primeira mina elétrica em Moçambique e África</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:22:37 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A mineradora Vulcan investiu cerca de 140,6 milhões de euros na eletrificação da mina de Moatize, no centro de Moçambique, projeto que permitirá produzir até 300 megawatts de energia, reduzir o consumo de diesel e os impactos ambientais.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A mineradora Vulcan investiu cerca de 140,6 milhões de euros na eletrificação da mina de Moatize, no centro de Moçambique, projeto que permitirá produzir até 300 megawatts de energia, reduzir o consumo de diesel e os impactos ambientais.</P><br />
<P>&#8220;Estamos a instalar uma `powerplant´ de 300 megawatts e cerca de 90 megawatts serão usados nas nossas operações de mineração, 30 serão usados para essa sessão e cerca de 100 serão usados para eletrificação da nossa linha&#8221;, explicou Mukesh Kumar, diretor-executivo da mineradora, que explora as minas de carvão na província de Tete, centro de Moçambique.</P><br />
<P>Falando durante a inauguração dos equipamentos na mina de Moatize, o responsável afirmou que o projeto, orçado em cerca de 160 milhões de dólares (140,6 milhões de euros), permitirá à empresa alcançar a autossuficiência energética e fornecer à rede nacional a energia excedente produzida.</P><br />
<P>A mineradora explora em Moatize uma área de 250 quilómetros quadrados e a comunidade mais próxima das minas está localizada a cerca de 350 metros.</P><br />
<P>&#8220;O nosso último objetivo é melhorar, aumentar a capacidade ou a economia do país. Hoje em dia gastamos cerca de 150 milhões de dólares [131,8 milhões de euros] só na importação de diesel&#8221;, avançou Kumar.</P><br />
<P>O responsável destacou que o projeto trará múltiplos benefícios, com a eliminação dos impactos ambientais associados à operação, a eletrificação total dos equipamentos e o aproveitamento dos resíduos da central termoelétrica para a produção de cimento verde, permitindo à Vulcan tornar-se na primeira mina totalmente elétrica de África.</P><br />
<P>Etevão Pale, ministro dos Recursos Minerais e Energia de Moçambique disse, na ocasião, que o projeto representa um passo decisivo para uma mineração mais sustentável e eficiente, destacando a redução do consumo de gasóleo, das emissões de poeiras e a melhoria das condições ambientais das comunidades que vivem nas zonas próximas da mina.</P><br />
<P>&#8220;Primeiro é a redução do consumo de combustível, sabemos que basicamente o país ainda não produz combustível, gasóleo e pretendemos que esta operação seja mais eficiente, tenham menos custos ambientais e possam trazer mais valor para o próprio país e para a própria empresa em si e para os próprios moçambicanos, na perspetiva de que vai aumentar a produtividade da mina&#8221;, defendeu.</P><br />
<P>Pale salientou que a eletrificação das operações contribuirá para a redução significativa da emissão de poeiras, melhorando a qualidade ambiental e as condições de vida das comunidades vizinhas.</P><br />
<P>&#8220;Espera-se uma melhoria significativa da qualidade ambiental e das condições de vida das comunidades residentes nas zonas circunvizinhas à mina&#8221;, concluiu.</P><br />
<P>A empresa privada indiana faz parte do Jindal Group, com um valor de mercado de 18 mil milhões de dólares (15,5 mil milhões de euros), e antes já estava presente em Moçambique, operando a mina Chirodzi, localizada também na região de Tete.</P><br />
<P>Só nos últimos três anos, a Vulcan produziu anualmente mais de 35 milhões toneladas de carvão nas suas minas em Moatize, uma operação comprada, em abril de 2022, à brasileira Vale por mais de 270 milhões de dólares (233 milhões de euros).</P><br />
<P>A Vale esteve presente em Moçambique por 15 anos, tendo explorado a mina de Moatize e 912 quilómetros de ferrovia no Corredor Logístico de Nacala para o transporte de carvão, infraestrutura também vendida à Vulcan.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793240]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Guiné-Bissau: Portugal confirma que vai acolher Domingos Simões Pereira para tratamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:05:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou hoje que Portugal vai acolher "por razões médicas e humanitárias" o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério dos Negócios Estrangeiros confirmou hoje que Portugal vai acolher &#8220;por razões médicas e humanitárias&#8221; o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.</P><br />
<P>&#8220;Portugal acolhe Domingos Simões Pereira, conforme solicitado pelos seus familiares, depois da libertação hoje ocorrida por razões médicas e humanitárias&#8221;, lê-se no comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico.</P><br />
<P>&#8220;Reconhecendo o gesto humanitário, continuaremos a trabalhar com empenho e recato, pelas vias diplomáticas, no quadro da CPLP [Comunidade dos Países de Língua Portuguesa] e em cooperação com a CEDEAO [Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental] e União Africana, em prol do regresso das instituições da Guiné-Bissau à normalidade constitucional e democrática&#8221;, frisou a diplomacia portuguesa.</P><br />
<P>&#8220;Sempre no respeito pelo povo guineense e pela soberania da Guiné-Bissau, país e povo amigo e irmão, fundador da CPLP&#8221;, completou.</P><br />
<P>Simões Pereira cumpria prisão preventiva desde o passado dia 10 de julho, no âmbito de um processo em que é acusado pela justiça militar de participação numa alegada tentativa de golpe de Estado ocorrida em outubro de 2025.</P><br />
<P>Citando o despacho do juiz, uma fonte da defesa do político disse à Lusa, num contacto telefónico feito a partir de Lisboa, que Simões Pereira foi autorizado a ausentar-se da Guiné-Bissau durante noventa dias e nesse período não poderá desenvolver atividade política.</P><br />
<P>A mesma fonte adiantou que a decisão do juiz se baseou num relatório médico do Hospital Militar de Bissau, segundo o qual seria necessário que o líder do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) fosse observado num centro médico especializado em Portugal.</P><br />
<P>Durante a conversa telefónica, a fonte explicou à Lusa que Domingos Simões Pereira abandonou as celas da Segunda Esquadra de Bissau, às 18:20 minutos (hora de Bissau), seguindo para o Aeroporto Internacional Osvaldo Vieira, onde irá embarcar num voo da TAP para Lisboa.</P><br />
<P>&#8220;Já saiu e segue para o aeroporto na companhia de alguns familiares diretos&#8221;, disse à Lusa a mesma fonte, adiantando, entretanto, que Domingos Simões Pereira já se encontra no avião.</P><br />
<P> </P><br />
<P>MIM (MLL)//</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793239]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Estoril Open: Darderi afasta finalista de 2024 e encontra Faria nos &#8216;quartos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 19:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O tenista italiano Luciano Darderi, segundo cabeça de série, vai defrontar o português Jaime Faria nos quartos de final do Estoril Open, após ter derrotado o espanhol Pedro Martínez, finalista em 2024.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O tenista italiano Luciano Darderi, segundo cabeça de série, vai defrontar o português Jaime Faria nos quartos de final do Estoril Open, após ter derrotado o espanhol Pedro Martínez, finalista em 2024.</P><br />
<P>Depois de ter ficado isento da primeira ronda, o transalpino, 21.º do ranking ATP, estreou-se da melhor forma no Clube de Ténis do Estoril, com uma vitória por 6-0 e 6-1, em apenas uma hora e três minutos, sobre o &#8216;qualifier&#8217; espanhol, que é 159.º do mundo.</P><br />
<P>Nos quartos de final, marcados para sexta-feira, Darderi, que vem de uma derrota na final de Bastad, na Suécia, vai encontrar Jaime Faria (88.º), que está pela primeira vez nesta fase do torneio, face ao triunfo sobre o peruano Gonzalo Bueno (180.º), que vinha da qualificação, por 6-2 e 6-4.</P><br />
<P>Este será o segundo encontro entre os dois tenistas, com o português a ter vencido o italiano na primeira ronda em Santiago do Chile em 2025.</P><br />
<P></P><br />
<P>NFO/SRYS // MO</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793238]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>URGENTE: Guiné-Bissau: Portugal confirma que vai acolher Domingos Simões Pereira para tratamento médico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:56:50 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo português confirmou hoje que Portugal vai acolher "por razões médicas e humanitárias" o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo português confirmou hoje que Portugal vai acolher &#8220;por razões médicas e humanitárias&#8221; o opositor guineense Domingos Simões Pereira, que saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva.</P><br />
<P>&#8220;Portugal acolhe Domingos Simões Pereira, conforme solicitado pelos seus familiares, depois da libertação hoje ocorrida por razões médicas e humanitárias&#8221;, lê-se no comunicado divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros.</P><br />
<P>O opositor guineense Domingos Simões Pereira saiu hoje da cadeia, onde se encontrava em prisão preventiva, por ordens do juiz de Instrução Criminal, Mamadú Embaló, que autorizou que viajasse para Portugal, onde se vai submeter a tratamento médico.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_793237]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Lucros do grupo Ramada sobem 31,6% para 2,9 ME até junho</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/lucros-do-grupo-ramada-sobem-316-para-29-me-ate-junho/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:39:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O grupo Ramada encerrou o primeiro semestre com um resultado líquido consolidado atribuível aos acionistas de 2,9 milhões de euros, um aumento de 31,6% face ao período homólogo, segundo comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O grupo Ramada encerrou o primeiro semestre com um resultado líquido consolidado atribuível aos acionistas de 2,9 milhões de euros, um aumento de 31,6% face ao período homólogo, segundo comunicado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM). </P><br />
<P>As receitas totais do grupo Ramada Investimentos e Indústria ascenderam a 5,7 milhões de euros até junho, o que representa um recuo de 12,2% face a igual período do ano passado.</P><br />
<P>Este desempenho deve-se &#8220;essencialmente&#8221; ao efeito da venda, em 2025, &#8220;dos imóveis arrendados à Socitrel e a consequente perda da sua contribuição para as receitas do grupo&#8221;, bem como à &#8220;mais-valia registada, em 2025, com a alienação do armazém de Palmela&#8221;, justifica. </P><br />
<P>Em termos de custos totais, estes ascenderam a 1,29 milhões de euros, um aumento de 75,7% face ao primeiro semestre de 2025. </P><br />
<P>&#8220;Esta evolução ficou a dever-se, por um lado, ao incremento dos encargos com conservação e reparação e, por outro, aos custos associados ao processo, atualmente em curso, de cancelamento das inscrições hipotecárias e das consignações de rendimentos que oneravam os prédios rústicos do grupo, na sequência da amortização dos financiamentos bancários ocorrida em 2024 e da subsequente emissão dos respetivos distrates, no final de 2025&#8221;, acrescenta. </P><br />
<P>Relativamente aos encargos com conservação e reparação, a empresa refere, por isso, o impacto dos custos decorrentes das tempestades Kristin e Marta, que assolaram a região Centro no início de fevereiro, sublinhando que &#8220;provocaram danos com alguma materialidade, em particular, nos imóveis industriais do Grupo Ramada localizados em Vieira de Leiria e na Marinha Grande, tendo-se registado ainda danos, de menor expressão, no imóvel sito em Ovar&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Na sequência destes eventos, o grupo promoveu, de imediato, todas as intervenções necessárias à reparação dos imóveis afetados, assegurando a rápida reposição das respetivas condições de operacionalidade, a continuidade da atividade desenvolvida pelos arrendatários e a preservação do valor dos ativos&#8221;, adianta o grupo. </P><br />
<P>No primeiro semestre do ano, o EBITDA (resultado antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) caiu 25%, em comparação com o período homólogo, para 3,789 milhões de euros.</P></p>
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