As medidas de distanciamento social podem permanecer em vigor até ao final do ano sem uma vacina contra o coronavírus, disse esta quarta-feira o director-geral da Saúde inglês, Chris Whitty.
Chris Whitty disse na conferência de imprensa diária de Downing Street que algumas restrições terão de permanecer, já que a probabilidade de ter uma vacina ou medicamentos eficazes para tratar o vírus dentro do próximo ano civil é “incrivelmente pequena”.
Um abrandamento repentino das restrições seria uma medida “totalmente irracional”, alertou Whitty, dizendo que o caminho para sair do confinamento deve ser cuidadosamente traçado para impedir que o vírus se espalhe novamente e esmague o SNS.
“A longo prazo, a saída desta crise será uma de duas coisas: a ideal é uma vacina altamente eficaz … ou medicamentos altamente eficazes”, disse o responsável aos jornalistas.
“Até que os tenhamos — e a probabilidade de os termos durante o próximo ano é incrivelmente pequena, acho que devemos ser realistas sobre isso — teremos que confiar nas medidas sociais”.







