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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Duas cidadãs portuguesas morrem em acidente rodoviário em Formentera &#8211; secretário de Estado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Duas cidadãs portuguesas, com cerca de 30 anos, morreram hoje num acidente rodoviário em Formentera, Espanha, confirmou à Lusa o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, que garante estar a ser prestado o devido serviço consular. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Duas cidadãs portuguesas, com cerca de 30 anos, morreram hoje num acidente rodoviário em Formentera, Espanha, confirmou à Lusa o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, que garante estar a ser prestado o devido serviço consular. </P><br />
<P>Segundo informou a SIC Notícias, as duas vítimas morreram numa colisão entre uma mota e um táxi na ilha de Formentera e a guardia civil está a investigar as circunstâncias do acidente.</P><br />
<P>Ainda segundo o meio de comunicação social português, que cita o jornal espanhol La Razón, as jovens, que estariam a passar férias com outros amigos portugueses, seguiam numa mota quando foram atingidas por um táxi, perto de Cala Saona.</P><br />
<P>A Lusa questionou o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, Emídio Sousa, que confirmou a morte das duas cidadãs portuguesas e expressou &#8220;o mais sentido pesar aos familiares e amigos das vítimas&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Confirmamos a informação da morte de duas jovens no trágico acidente, e os nossos serviços consulares estão a acompanhar a situação, em contacto com as autoridades locais, e a prestar o apoio consular necessário&#8221;, acrescentou o governante.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792708]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Bruxelas aprova compra da Warner Bros pela Paramount com remédios que abrangem Portugal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:53:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[UE]]></category>
		<category><![CDATA[Warner Bros]]></category>
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					<description><![CDATA[Operação suscitava preocupações de concorrência porque a Paramount e a Universal já distribuem conjuntamente filmes através da United International Pictures (UIP) em vários países do Espaço Económico Europeu (EEE)]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Europeia aprovou hoje a compra da Warner Bros pela Paramount sujeita a remédios, que incluem a saída da United International Pictures na Europa e restrições durante 10 anos à distribuição conjunta de filmes, incluindo em Portugal.</p>
<p>&#8220;A Comissão Europeia aprovou, ao abrigo do Regulamento da UE relativo às concentrações, a aquisição proposta pela Paramount Skydance Corporation da Warner Bros. Discovery. A aprovação está condicionada ao pleno cumprimento dos compromissos apresentados pela Paramount&#8221;, anuncia o executivo comunitário em comunicado.</p>
<p>A operação suscitava preocupações de concorrência porque a Paramount e a Universal já distribuem conjuntamente filmes através da United International Pictures (UIP) em vários países do Espaço Económico Europeu (EEE) e a aquisição acrescentaria o catálogo da Warner a essa estrutura.</p>
<p>A Comissão Europeia concluiu que tal integração poderia conduzir a &#8220;piores condições de aluguer e distribuição para os operadores de cinema&#8221;, acabando por prejudicar os consumidores.</p>
<p>Para responder às preocupações identificadas, a Paramount comprometeu-se junto de Bruxelas a pôr termo à sua participação na UIP no EEE no prazo de 13 meses após a conclusão da operação.</p>
<p>Durante um período de 10 anos, a empresa comprometeu-se também a não celebrar, direta ou indiretamente, &#8220;qualquer acordo ou entendimento com a Universal para distribuir conjuntamente filmes no EEE&#8221;.</p>
<p>A Paramount não poderá, ainda, transferir a distribuição dos filmes da Warner do atual distribuidor da empresa para o distribuidor cinematográfico utilizado pela Paramount quando este também distribua filmes da Universal ou da Disney nos países do EEE abrangidos pelos compromissos, de acordo com Bruxelas.</p>
<p>A mesma restrição será aplicada, nos países onde a Paramount e a Universal não partilham o mesmo distribuidor, à transferência da distribuição dos filmes da Paramount para o distribuidor cinematográfico utilizado pela Warner quando este também distribua filmes da Universal ou da Disney.</p>
<p>A lista de países abrangidos inclui Portugal, além da Bulgária, Croácia, República Checa, Chipre, Dinamarca, Estónia, Finlândia, Grécia, Hungria, Islândia, Letónia, Lituânia, Noruega, Polónia, Roménia, Eslováquia, Eslovénia e Suécia.</p>
<p>Estes compromissos, segundo o executivo comunitário, &#8220;respondem integralmente às preocupações de concorrência&#8221; identificadas, ao garantir que os filmes da entidade resultante da operação não serão distribuídos conjuntamente com filmes da Universal ou da Disney.</p>
<p>Na sequência da opinião positiva obtido no âmbito do teste de mercado, a Comissão Europeia concluiu que a operação, &#8220;tal como modificada pelos compromissos&#8221;, já não suscitaria preocupações de concorrência.</p>
<p>A aplicação dos compromissos será acompanhada por um administrador independente, sob a supervisão da instituição.</p>
<p>A Paramount e a Warner estão ambas ativas na produção e distribuição de conteúdos de entretenimento cinematográfico e audiovisual, incluindo filmes e séries televisivas.</p>
<p>A operação foi notificada à Comissão Europeia em 02 de junho de 2026.</p>
<p>Na segunda-feira, a Justiça dos Estados Unidos ordenou a suspensão temporária da fusão entre a Paramount e a Warner Bros. Discovery, após 12 estados terem apresentado uma ação judicial para travar o processo devido a riscos de monopólio.</p>
<p>A juíza do Distrito Norte da Califórnia emitiu uma ordem de restrição temporária que impede a Paramount de concluir a transação durante pelo menos 14 dias e marcou uma audiência para o próximo dia 03 de agosto para determinar a decisão, segundo vários meios como a NBC News, a Associated Press (AP) ou a AFP.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792699]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Rixa entre passageiros obriga avião da easyJet a voltar para trás apenas 30 minutos após descolar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:50:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[easyJet]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Liverpool]]></category>
		<category><![CDATA[setor da aviação]]></category>
		<category><![CDATA[Tenerife]]></category>
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					<description><![CDATA[Incidente aconteceu na noite da passada terça-feira, a bordo do voo EZY3352, que transportava 186 passageiros]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um voo da easyJet com destino a Liverpool foi obrigado a regressar ao aeroporto de Tenerife Sul apenas meia hora depois da descolagem, na sequência de uma violenta rixa que envolveu cerca de dez passageiros e levou o comandante a considerar que a segurança do voo estava em risco.</p>
<p>O incidente aconteceu na noite da passada terça-feira, a bordo do voo EZY3352, que transportava 186 passageiros. Perante a escalada da situação, a tripulação pediu autorização para regressar ao aeroporto e solicitou a presença da polícia à chegada.</p>
<p>Segundo o controlador aéreo que acompanhou a operação, foi o próprio comandante quem decidiu interromper o voo devido ao perigo que a altercação representava.</p>
<p>&#8220;Um grupo de cerca de dez passageiros iniciou uma luta a bordo, e o comandante decidiu regressar devido ao risco para a segurança do voo&#8221;, explicou o serviço de controlo aéreo espanhol.</p>
<p>As autoridades aceleraram o regresso da aeronave e coordenaram a intervenção policial antes da aterragem. O avião aterrou sem incidentes e foi recebido pelas forças de segurança, que aguardavam no aeroporto de Tenerife Sul.</p>
<p>Após a intervenção da polícia, o voo acabou por retomar a viagem e prosseguiu até Liverpool.</p>
<p><strong>easyJet condena comportamento dos passageiros</strong></p>
<p>A companhia aérea confirmou o incidente e explicou que a aeronave regressou ao aeroporto devido ao comportamento perturbador de um grupo de passageiros.</p>
<p>A easyJet sublinhou que as tripulações estão preparadas para atuar rapidamente em situações deste tipo e garantiu que não tolera comportamentos que coloquem em causa a segurança dos passageiros ou da tripulação.</p>
<p>Também o controlo aéreo espanhol manifestou solidariedade para com as equipas de bordo, lamentando que este tipo de situações esteja a tornar-se cada vez mais frequente.</p>
<p><strong>Reino Unido estuda punições mais duras</strong></p>
<p>O incidente acontece numa altura em que o Governo britânico está a estudar novas medidas para combater comportamentos violentos a bordo.</p>
<p>Segundo a imprensa britânica, está a ser preparado um sistema que permitirá às companhias aéreas partilhar informações sobre passageiros problemáticos. O objetivo é que pessoas envolvidas em incidentes graves possam ser impedidas de voar não apenas na companhia onde ocorreu o incidente, mas potencialmente em qualquer transportadora que adira ao sistema.</p>
<p>A proposta encontra-se ainda em fase de desenvolvimento e prevê uma articulação entre as companhias aéreas e o Governo britânico para identificar passageiros considerados uma ameaça à segurança dos voos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792697]]></sapo:autor>
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		<title>Rússia abre a porta a traficantes, contrabandistas nucleares e líderes de gangues para reforçar guerra na Ucrânia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:40:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Moscovo continua a enfrentar dificuldades para recrutar soldados suficientes para compensar as perdas no campo de batalha]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Rússia aprovou uma nova lei que alarga significativamente o leque de reclusos que podem trocar a prisão pelo serviço militar na guerra da Ucrânia, numa altura em que Moscovo continua a enfrentar dificuldades para recrutar soldados suficientes para compensar as perdas no campo de batalha.</p>
<p>A legislação, aprovada pela Duma Estatal, permite que condenados por crimes como tráfico de seres humanos, contrabando de materiais nucleares, roubo de substâncias nucleares, organização de redes de imigração ilegal, banditismo ou perda de documentos classificados como segredo de Estado possam integrar as forças armadas. Em troca, os antecedentes criminais poderão ser apagados.</p>
<p>Segundo a imprensa russa, a proposta foi apresentada pelo Governo na semana passada e aprovada poucos dias depois, com o objetivo de aumentar o número de potenciais recrutas.</p>
<p>O vice-ministro da Defesa russo, Viktor Goremykin, afirmou aos deputados que estes condenados serão colocados em &#8220;unidades especiais&#8221;, separadas dos militares contratados que já servem nas forças armadas e não têm antecedentes criminais.</p>
<p>A lista de crimes agora abrangidos inclui ainda contrabando de dinheiro, armas, explosivos, drogas, agentes biológicos patogénicos e materiais nucleares, bem como infrações relacionadas com a segurança de instalações energéticas e nucleares.</p>
<p><strong>Ex-presidiários já foram associados a centenas de homicídios</strong></p>
<p>A decisão surge meses depois de uma investigação do meio de comunicação russo &#8216;Vёрстка&#8217; revelar que militares regressados da guerra na Ucrânia terão matado pelo menos 551 pessoas em território russo.</p>
<p>Segundo essa investigação, mais de metade das vítimas terá sido assassinada por antigos reclusos que tinham sido libertados para combater na Ucrânia e regressaram posteriormente ao país.</p>
<p><strong>Lei surge em plena dificuldade de recrutamento</strong></p>
<p>A aprovação da nova legislação coincide com informações divulgadas pelos serviços de informações militares da Ucrânia, segundo as quais a Rússia está longe de atingir os objetivos de recrutamento definidos para este ano.</p>
<p>De acordo com Kiev, Moscovo pretendia assinar 409 mil contratos militares em 2026, mas, até julho, apenas cerca de 195 mil tinham sido formalizados.</p>
<p>As autoridades ucranianas estimam ainda que a Rússia tenha perdido cerca de 196.700 militares desde o início do ano, incluindo mais de 115 mil baixas consideradas irrecuperáveis, além de dezenas de milhares de feridos e cerca de mil soldados capturados.</p>
<p>Nos últimos meses, vários relatórios apontaram igualmente para dificuldades no recrutamento, apesar dos incentivos financeiros oferecidos aos voluntários, incluindo problemas em preencher as novas unidades dedicadas a sistemas não tripulados.</p>
<p>Entretanto, responsáveis ucranianos afirmam que Moscovo poderá avançar com uma mobilização de até 500 mil militares durante o outono, numa tentativa de reforçar as suas forças na Ucrânia. Essas declarações não foram confirmadas pelas autoridades russas.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792693]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Recente onda de calor foi a mais letal em França desde 2003</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/recente-onda-de-calor-foi-a-mais-letal-em-franca-desde-2003/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:34:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[França]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[onda de calor]]></category>
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					<description><![CDATA[A vaga de calor que atingiu França entre 17 de junho e 02 de julho provocou 5.764 mortes em excesso, o valor mais elevado desde a canícula de 2003, revelou hoje a agência Santé publique France (SpF).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A vaga de calor que atingiu França entre 17 de junho e 02 de julho provocou 5.764 mortes em excesso, o valor mais elevado desde a canícula de 2003, revelou hoje a agência Santé publique France (SpF).</P><br />
<P>Metade destas mortes em excesso, que também afetou faixas etárias mais jovens, embora dois terços das vítimas tivessem 75 ou mais anos, foi registada em apenas três dias, entre 25 e 27 de junho, indicou a agência estatal.</P><br />
<P>O aumento da mortalidade por todas as causas &#8212; que ainda não pode ser atribuído com certeza ao calor &#8212; foi observado &#8220;em todos os grupos etários a partir dos 15 anos&#8221;, com &#8220;um aumento acentuado a partir dos 45 anos&#8221;, uma situação considerada &#8220;inédita&#8221; pelos especialistas.</P><br />
<P>Os dados sobre a mortalidade, que continuam a ser monitorizados e escrutinados nas últimas semanas, têm suscitado um intenso debate político em França, com a oposição a acusar o Governo de falta de preparação para as consequências das alterações climáticas.</P><br />
<P>O Governo francês tem procurado afastar comparações com a vaga de calor extremo de 2003, que causou cerca de 15 mil mortos em excesso, muitos deles em lares de idosos.</P><br />
<P>Ainda assim, o gabinete da ministra da Saúde francesa, Stéphanie Rist, salientou hoje que, &#8220;apesar do episódio extremamente intenso de junho (&#8230;), o número de mortes em excesso registado é claramente inferior&#8221; ao de 2003, lembrando que a vaga de calor desse ano durou cerca de três semanas, enquanto a deste ano se prolongou por 16 dias.</P><br />
<P>O especialista da SpF Guillaume Boulanger alertou, contudo, para a necessidade de prudência na comparação entre os dois episódios, separados por mais de duas décadas, devido à evolução dos sistemas de saúde e ao envelhecimento da população.</P><br />
<P>A agência estatal recordou que a recente vaga de calor, que afetou grande parte da Europa, foi marcada por uma &#8220;precocidade&#8221; e uma &#8220;duração sem precedentes&#8221;, atingindo praticamente toda a população francesa numa altura em que ainda decorriam atividades escolares e profissionais.</P><br />
<P>Dois terços das mortes em excesso registaram-se entre pessoas com 75 ou mais anos, grupo particularmente vulnerável devido ao estado de saúde mais frágil.</P><br />
<P>No entanto, a mortalidade aumentou também de forma significativa entre as pessoas com idades entre os 45 e os 64 anos, com 979 mortes em excesso, o equivalente a um aumento de 55% face ao esperado para este período.</P><br />
<P>A SpF sublinhou que estes números permanecem provisórios, aguardando-se para o outono uma avaliação das mortes efetivamente atribuíveis ao calor.</P><br />
<P>Segundo a agência, é provável que o balanço venha a aumentar, uma vez que parte das mortes atualmente classificadas como dentro da mortalidade normal poderá vir a ser atribuída às temperaturas extremas.</P><br />
<P>Na região de Paris, particularmente afetada, a mortalidade duplicou em relação ao nível habitual, com 1.999 óbitos.</P><br />
<P>As mortes aumentaram &#8220;em todos os tipos de estabelecimentos&#8221;, incluindo hospitais, lares e residências para idosos, mas &#8220;sobretudo nos domicílios&#8221;, destacou Guillaume Boulanger.</P><br />
<P>A este balanço juntam-se ainda cerca de 300 mortes em excesso registadas durante a primeira vaga de calor do ano, entre 24 e 28 de maio, menos intensa e mais curta. </P><br />
<P>França enfrentou ainda um terceiro episódio de calor extremo em meados deste mês de julho.</P><br />
<P>Segundo os especialistas, a exposição repetida a vagas de calor provoca um desgaste progressivo do organismo, afetando em especial crianças, idosos, pessoas em situação de vulnerabilidade e doentes crónicos.</P><br />
<P>Embora os dias de canícula representem apenas entre 4% e 5% dos dias do verão, concentram cerca de 30% das mortes atribuíveis ao calor durante esse período.</P><br />
<P>&#8220;A exposição ao calor pode ter impacto na mortalidade durante todo o verão&#8221;, salientou Guillaume Boulanger.</P><br />
<P>Em 2025, foram contabilizadas em França cerca de 1.900 mortes atribuídas ao calor durante três episódios distintos de canícula, mas o número total de mortes atribuíveis às temperaturas elevadas entre 01 de junho e 30 de setembro desse ano atingiu aproximadamente 5.700.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792687]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>&#8220;A pergunta não é se vão pagar mais impostos. É quando&#8221;: CEO da miio explica como evitar um travão à transição elétrica</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/a-pergunta-nao-e-se-vao-pagar-mais-impostos-e-quando-ceo-da-miio-explica-como-evitar-um-travao-a-transicao-eletrica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:29:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[Daniela Simões, CEO e cofundadora da miio, falou à 'Executive Digest' da forma como o Estado terá de encontrar uma nova solução de tributar a mobilidade, para garantir que essa mudança não compromete a transição energética]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Durante anos, comprar um carro elétrico significou uma promessa simples: menos emissões, menos manutenção e um custo por quilómetro muito inferior ao de um automóvel a gasolina ou gasóleo. Mas, à medida que os elétricos conquistam quota de mercado, cresce uma pergunta que os Governos europeus já não conseguem ignorar: quando desaparecerem as receitas geradas pelos impostos sobre os combustíveis, quem vai compensar esse dinheiro?</p>
<p>É uma discussão que já começou em países como o Reino Unido, a Austrália ou os Estados Unidos e que, mais cedo ou mais tarde, também chegará a Portugal. Para Daniela Simões, CEO e cofundadora da miio, a questão já não é saber se o Estado terá de encontrar uma nova forma de tributar a mobilidade, mas sim garantir que essa mudança não compromete a transição energética.</p>
<p>&#8220;A pergunta não é &#8216;se&#8217;, é &#8216;quando&#8217;. E sobretudo &#8216;como&#8217;. Não é uma opinião contra os elétricos, é aritmética orçamental.&#8221;</p>
<p>A responsável, em entrevista à &#8216;Executive Digest&#8217;, lembra que o Imposto sobre os Produtos Petrolíferos (ISP) continua a representar uma importante fonte de receita para o Estado. À medida que o parque automóvel se eletrifica, essa base fiscal diminuirá de forma inevitável, obrigando os governos a procurar alternativas.</p>
<p>&#8220;Se o desenho for inteligente, pode ser neutro para o condutor e apenas substituir uma fonte de receita por outra equivalente. Se for mal calibrado, pode travar precisamente a transição energética que se pretende incentivar&#8221;, alerta.</p>
<p><strong>Uma taxa para os elétricos? &#8220;Seria o desenho errado&#8221;</strong></p>
<p>Apesar de considerar inevitável uma revisão da fiscalidade automóvel, Daniela Simões acredita que Portugal ainda não está na fase de discutir um imposto específico para veículos elétricos.</p>
<p>&#8220;Acho prematuro e, sobretudo, acho que criar uma taxa dedicada ao elétrico seria o desenho errado.&#8221;</p>
<p>Na sua perspetiva, antes de criar novos impostos poderá fazer mais sentido rever alguns benefícios atualmente atribuídos aos elétricos, como determinadas vantagens fiscais para empresas, em vez de penalizar diretamente quem opta por esta tecnologia.</p>
<p>Caso Portugal avance, no futuro, para um modelo semelhante ao que está a ser estudado noutros países, a CEO da miio defende que esse mecanismo não deve distinguir tecnologias.</p>
<p>&#8220;Se um dia se avançar para um modelo de taxa de utilização, essa taxa devia aplicar-se a todos os veículos, mantendo alguma assimetria a favor do elétrico enquanto o objetivo do país for acelerar a adoção.&#8221;</p>
<p><strong>O risco de penalizar quem já parte em desvantagem</strong></p>
<p>Entre as soluções debatidas além-fronteiras encontra-se a criação de uma taxa sobre os carregamentos efetuados na rede pública. Para Daniela Simões, essa hipótese criaria uma desigualdade difícil de justificar.</p>
<p>Quem dispõe de garagem pode carregar em casa a preços mais baixos. Já quem vive em apartamentos ou não tem estacionamento privado depende dos postos públicos e acabaria por suportar um custo acrescido.</p>
<p>&#8220;Qualquer modelo de tributação futura deve ser neutro relativamente ao ponto de acesso à energia, sob pena de criar um sistema regressivo que penaliza quem tem menos alternativas, não quem tem mais.&#8221;</p>
<p>Na prática, acrescenta, uma medida deste tipo acabaria por atingir precisamente os condutores que enfrentam maiores dificuldades para aderir à mobilidade elétrica, sobretudo nos grandes centros urbanos.</p>
<p><strong>A maior vantagem dos elétricos continua a estar em risco</strong></p>
<p>Se há um argumento que continua a convencer milhares de portugueses a trocar um automóvel a combustão por um elétrico, esse argumento continua a ser económico.</p>
<p>&#8220;O custo por quilómetro é hoje o principal argumento comercial do elétrico, mais até do que a sustentabilidade.&#8221;</p>
<p>É precisamente por isso que Daniela Simões considera essencial que qualquer alteração fiscal seja introduzida de forma gradual e previsível.</p>
<p>&#8220;Isso não significa que a fiscalidade deva ficar congelada indefinidamente. Significa que a introdução tem de ser gradual, previsível e comunicada com antecedência, para não gerar um choque que trava a curva de adoção antes de esta atingir escala.&#8221;</p>
<p><strong>Os condutores querem previsibilidade, não novos cálculos</strong></p>
<p>Se o debate político já começou a olhar para a forma como os veículos elétricos poderão vir a contribuir para as receitas do Estado, quem já conduz um elétrico parece estar preocupado com outras questões.</p>
<p>A miio acompanha atualmente mais de meio milhão de condutores em Portugal e, segundo Daniela Simões, os dados mostram uma realidade diferente daquela que muitas vezes domina o debate público.</p>
<p>&#8220;O que observamos junto de uma base de mais de meio milhão de condutores elétricos em Portugal é que a preocupação dominante não é o receio de impostos futuros. É a previsibilidade do custo mensal, a fiabilidade e a simplicidade.&#8221;</p>
<p>Mais do que procurar o carregamento mais barato, explica, os utilizadores querem saber quanto vão gastar e ter a garantia de que o posto estará operacional quando dele precisarem.</p>
<p>&#8220;Os condutores querem saber quanto vão gastar e, acima disso, que o posto vai funcionar e estar livre quando chegarem. A instabilidade e a falta de transparência preocupam mais do que a eventualidade de uma taxa que ainda não existe.&#8221;</p>
<p>Para a CEO da miio, esta é uma mensagem importante para decisores políticos e operadores do setor: a confiança dos consumidores constrói-se através da previsibilidade e da simplicidade, não da incerteza.</p>
<p><strong>&#8220;O nosso trabalho nunca está concluído&#8221;</strong></p>
<p>Foi precisamente para responder a essa necessidade que nasceu a miio. Apesar da rápida evolução do mercado da mobilidade elétrica, Daniela Simões garante que a missão da empresa permanece praticamente inalterada desde o primeiro dia.</p>
<p>&#8220;O nosso foco continua a ser o mesmo desde o primeiro dia: simplificar a experiência de carregamento e dar aos condutores total transparência sobre os custos. É um trabalho que nunca está concluído.&#8221;</p>
<p>À medida que surgem novos operadores, novas regras e diferentes modelos de negócio, o desafio passa por continuar a oferecer uma experiência simples num ecossistema cada vez mais complexo.</p>
<p>Mas crescer, sublinha, não significa apenas conquistar mais utilizadores.</p>
<p>&#8220;Enquanto empresa, o desafio passa também por conseguir acompanhar esse crescimento mantendo a agilidade e a eficiência que sempre nos caracterizaram. Crescer não significa necessariamente aumentar a estrutura ao mesmo ritmo; significa conseguir servir mais utilizadores, acrescentar mais valor e continuar a inovar de forma sustentável.&#8221;</p>
<p><strong>A transição não pode pagar a fatura sozinha</strong></p>
<p>Para Daniela Simões, é difícil imaginar um futuro em que os veículos elétricos continuem para sempre à margem da evolução fiscal que inevitavelmente acompanhará a transformação do parque automóvel.</p>
<p>A questão, insiste, não é encontrar uma forma de cobrar mais aos condutores, mas desenhar um modelo que substitua, de forma equilibrada, a receita que hoje entra através dos combustíveis fósseis.</p>
<p>Se esse equilíbrio falhar, alerta, o risco é evidente: transformar a fiscalidade num obstáculo precisamente quando a mobilidade elétrica começa a consolidar-se junto de um número crescente de portugueses.</p>
<p>A discussão, conclui, já deixou de ser apenas ambiental ou tecnológica. É também económica e orçamental. E a forma como for conduzida poderá determinar o ritmo da transição energética durante a próxima década.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792688]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 130 número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:13:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 130 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O duplo sismo que abalou a Venezuela em 24 de junho causou a morte a 130 portugueses e lusodescendentes, de acordo com o mais recente balanço avançado hoje pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE) português.</P><br />
<P>O balanço anterior, divulgado na segunda-feira, indicava 121 portugueses e lusodescendentes mortos.</P><br />
<P>Entre os 130 cidadãos portugueses e lusodescendentes mortos, dos quais 102 eram adultos e 28 menores, 112 tinham também a nacionalidade venezuelana.</P><br />
<P>O MNE português referiu ainda que continuam desaparecidos 31 cidadãos portugueses.</P><br />
<P>O número de mortos na sequência do duplo sismo que atingiu a Venezuela há quase um mês subiu para 5.346, segundo o último balanço oficial divulgado na terça-feira.</P><br />
<P>De acordo com o relatório diário publicado pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, 5.346 pessoas perderam a vida na catástrofe, contra 5.278 registadas no dia anterior. O número de feridos mantém-se em 16.740.</P><br />
<P>Vários países, incluindo Portugal e outros Estados da União Europeia, enviaram equipas de busca e salvamento para a Venezuela.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792679]]></sapo:autor>
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		<title>Grupo Arrow notifica Concorrência sobre aquisição de hotel e casino em Tróia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:12:19 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[A sociedade Flecha Lux, do grupo Arrow, notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a aquisição da Grano Salis e da CHT, que detêm o Tróia Design Hotel e o casino do mesmo hotel, de acordo com um comunicado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A sociedade Flecha Lux, do grupo Arrow, notificou a Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a aquisição da Grano Salis e da CHT, que detêm o Tróia Design Hotel e o casino do mesmo hotel, de acordo com um comunicado.</P><br />
<P>Segundo a AdC, a &#8220;operação de concentração consiste na aquisição, pela Flecha Lux S.à.r.l. do controlo exclusivo da Grano Salis &#8212; Investimentos Turísticos, jogos e Lazer, S.A. e da CHT &#8212; Casino Hotel de Tróia&#8221;.</P><br />
<P>A Concorrência detalhou que a Flecha Lux é uma sociedade do grupo Arrow, que em Portugal, está ativo, &#8220;essencialmente, na gestão de créditos vencidos e de cobrança duvidosa e em investimentos imobiliários, na exploração de alojamentos turísticos e de campos de golfe, na produção de pavimentos e revestimentos cerâmicos e na comercialização de mobiliário e equipamentos para a hotelaria&#8221;.</P><br />
<P>Segundo a AdC, na Península de Tróia, &#8220;explora ativos de alojamento turístico, marinas e portos de recreio, serviços de transporte marítimo em ferry, bem como concessões de praia e apoios balneares. Integra o grupo TDR, o qual também opera em Portugal as atividades de &#8216;renting&#8217; e &#8216;leasing&#8217; automóvel&#8221;.</P><br />
<P>Por outro lado, as empresas alvo da operação são sociedades que integram, em conjunto, o complexo turístico e de lazer denominado &#8220;Tróia Design Hotel e Casino do Tróia Design Hotel&#8221;, na Península de Tróia, Alentejo.</P><br />
<P>&#8220;A Grano Salis é uma sociedade ativa na exploração do empreendimento turístico Tróia Design Hotel e titular da concessão de exploração do Casino do Tróia Design Hotel&#8221;, indicou, e a CHT é &#8220;ativa na exploração hoteleira e de um casino, titular de ativos imobiliários e concessões relacionadas com o complexo Casino Hotel de Tróia&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792681]]></sapo:autor>
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		<title>Servia gelados decorados com formigas: chef de restaurante Michelin arrisca prisão na Coreia do Sul</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 17:10:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Coreia do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[restaurante Michelin]]></category>
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					<description><![CDATA[Procuradores pediram uma pena de um ano de prisão, além de uma multa, alegando que o restaurante utilizava espécies de insetos que não estão autorizadas para consumo humano na Coreia do Sul]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O proprietário de um restaurante com duas estrelas Michelin, em Seul, está a ser julgado por servir uma sobremesa decorada com formigas pretas, uma prática que, segundo o Ministério Público sul-coreano, viola as regras de segurança alimentar do país.</p>
<p>Os procuradores pediram uma pena de um ano de prisão, além de uma multa, alegando que o restaurante utilizava espécies de insetos que não estão autorizadas para consumo humano na Coreia do Sul.</p>
<p>Segundo a legislação sul-coreana, apenas dez espécies de insetos podem ser utilizadas na alimentação, entre elas gafanhotos e larvas de tenébrio.</p>
<p>As autoridades acusam o restaurante de importar formigas proibidas provenientes da Tailândia e dos Estados Unidos para decorar um sorvete servido aos clientes.</p>
<p>De acordo com a investigação, o chef colocava entre três e cinco formigas pretas em cada sobremesa para lhe conferir um sabor mais ácido.</p>
<p>As autoridades divulgaram inclusivamente uma fotografia de uma embalagem identificada como &#8220;Kitchen – Black Ants&#8221;, apreendida durante a investigação.</p>
<p>Na última audiência, o proprietário do restaurante assumiu a responsabilidade pelo sucedido e afirmou que desconhecia totalmente a legislação aplicável.</p>
<p>&#8220;Peço desculpa por este incidente, que ocorreu porque não compreendi plenamente os regulamentos em vigor&#8221;, declarou perante o tribunal.</p>
<p>A defesa argumenta, contudo, que a sobremesa era servida apenas aos clientes que aceitavam experimentar o ingrediente, sustentando que todos davam previamente o seu consentimento.</p>
<p>Apesar do processo judicial, alguns clientes elogiaram publicamente a criação. Um visitante descreveu a sobremesa nas redes sociais como uma experiência &#8220;única na vida&#8221;, afirmando que as formigas acrescentavam uma textura crocante e um sabor terroso com notas cítricas semelhantes ao capim-limão.</p>
<p>O mesmo cliente classificou a refeição como &#8220;incrível&#8221;, elogiando a criatividade do menu, a apresentação dos pratos e a experiência proporcionada pela equipa do restaurante, que incluía uma visita à cozinha e outras surpresas para os clientes.</p>
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<p></a></p>
<p style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; line-height:17px; margin-bottom:0; margin-top:8px; overflow:hidden; padding:8px 0 7px; text-align:center; text-overflow:ellipsis; white-space:nowrap;"><a href="https://www.instagram.com/p/DJUSIerBwdm/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" style=" color:#c9c8cd; font-family:Arial,sans-serif; font-size:14px; font-style:normal; font-weight:normal; line-height:17px; text-decoration:none;" target="_blank" rel="noopener">Uma publicação partilhada por 𝙛𝙤𝙤𝙙 𝙤𝙛 𝙡𝙠𝙝’𝙨 𝙙𝙖𝙮🥑 (@folkhd_)</a></p>
</div>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792678]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>A segundos da explosão: polícia salva condutor de carro em chamas e fica tudo gravado em vídeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:49:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[polícia]]></category>
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					<description><![CDATA[Incidente ocorreu a 7 de junho, em Southlake, no estado americano do Texas, durante uma patrulha de rotina na autoestrada State Highway 114]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Um polícia americano foi distinguido pela coragem demonstrada ao salvar um condutor que permanecia dentro de um automóvel em chamas, numa intervenção que ficou registada pelas câmaras instaladas na viatura policial e no uniforme do agente.</p>
<p>O incidente ocorreu a 7 de junho, em Southlake, no estado americano do Texas, durante uma patrulha de rotina na autoestrada State Highway 114.</p>
<p>O cabo Joshua Swisher tinha parado um automóvel que libertava uma grande quantidade de fumo quando a situação se agravou de forma repentina.</p>
<p>As imagens mostram o momento em que as chamas começam a sair da parte inferior do veículo poucos segundos depois de o agente se aproximar.</p>
<p>Percebendo o risco iminente de o carro incendiar-se por completo, Swisher gritou ao condutor para abandonar imediatamente o veículo.</p>
<p>&#8220;Saia do carro!&#8221;, ouve-se o polícia gritar nas imagens divulgadas pelas autoridades.</p>
<p>Sem perder tempo, o agente abriu a porta, retirou o homem do interior do automóvel e conduziu-o para uma zona segura, afastando-o do veículo em chamas.</p>
<p>O condutor escapou ileso graças à rápida intervenção do polícia, que evitou o que poderia ter terminado numa tragédia.</p>
<p>Em reconhecimento pela atuação, o Departamento de Polícia de Southlake atribuiu ao cabo Joshua Swisher a Medalha de Conduta Meritória, distinguindo a coragem, a rapidez de reação e a capacidade de decisão demonstradas durante o resgate.</p>
<p>As autoridades sublinharam que a atuação do agente foi determinante para salvar a vida do condutor e destacaram o papel dos polícias que diariamente arriscam a própria segurança para proteger a população.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Dramatic footage shows the moment Cpl. Joshua Swisher rescued a trapped driver from a burning vehicle in Southlake, Texas. Thanks to his rapid actions, the driver escaped serious injury, and Swisher has been honored with a Meritorious Conduct Award! 🔥 heroic rescue <a href="https://t.co/KMRnBYrgWz">pic.twitter.com/KMRnBYrgWz</a></p>
<p>&mdash; NYC News 24 🗞️ (@NYCNews24) <a href="https://x.com/NYCNews24/status/2079397257439564287?ref_src=twsrc%5Etfw">July 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Caught on bodycam: Southlake PD Corporal Joshua Swisher racing against fire to save a life on Highway 114. No hesitation, no second thoughts — just pure duty. The driver walked away safe. Respect. 🔥🚔 <a href="https://t.co/05ybDRHsYX">pic.twitter.com/05ybDRHsYX</a></p>
<p>&mdash; Felix Lima Fernandes (@TheFelix123) <a href="https://x.com/TheFelix123/status/2079438321546150249?ref_src=twsrc%5Etfw">July 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792674]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Europa em alerta: incêndios continuam a alastrar e agora chegam tempestades de granizo</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/europa-em-alerta-incendios-continuam-a-alastrar-e-agora-chegam-tempestades-de-granizo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:43:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Calor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Europa]]></category>
		<category><![CDATA[incêndios]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo dados europeus, este ano já ardeu mais área no continente do que a média anual registada nas últimas duas décadas, depois de três vagas de calor quase consecutivas atingirem a Europa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os bombeiros continuam a combater grandes incêndios em Espanha e França, enquanto as autoridades alertam que o risco de novos fogos permanecerá muito elevado nos próximos dias. Ao mesmo tempo, os Balcãs enfrentam uma mudança brusca do tempo, com tempestades de granizo que já provocaram feridos e danos materiais.</p>
<p>Segundo dados europeus, este ano já ardeu mais área no continente do que a média anual registada nas últimas duas décadas, depois de três vagas de calor quase consecutivas atingirem a Europa.</p>
<p><strong>Espanha continua em alerta máximo</strong></p>
<p>O maior incêndio do ano em Espanha, na província de Guadalajara, consumiu cerca de 32 mil hectares e obrigou à evacuação de 34 municípios, além de medidas de confinamento em outros 14.</p>
<p>Embora o fogo esteja agora mais controlado e alguns habitantes já tenham regressado a casa, as autoridades mantêm várias restrições e avisam que o perigo continua elevado.</p>
<p>Durante uma visita à zona afetada, o primeiro-ministro Pedro Sánchez revelou que Espanha já registou 22 grandes incêndios este ano e que mais de 100 mil hectares já arderam, um valor que corresponde à média anual da última década.</p>
<p>A agência meteorológica espanhola (AEMET) mantém o risco de incêndio em níveis &#8220;muito elevados ou extremos&#8221; em grande parte do país e nas Baleares, devido à combinação entre calor intenso, trovoadas secas e poeiras vindas do Saara.</p>
<p>Apesar de estar prevista uma ligeira descida das temperaturas na quinta-feira, os meteorologistas esperam uma nova subida no fim de semana, com máximas entre 42 e 44 graus em várias zonas do Mediterrâneo.</p>
<p><strong>França teme novos fogos</strong></p>
<p>Em França, temperaturas mais baixas e ventos menos intensos facilitaram o combate ao incêndio que já destruiu cerca de 2.500 hectares na região de Var, danificou dezenas de habitações e obrigou centenas de pessoas a abandonar as suas casas.</p>
<p>Mesmo assim, as autoridades avisam que o risco de incêndios permanecerá muito elevado no oeste, sudoeste e sudeste do país durante os próximos dias.</p>
<p>Na passada terça-feira, dois bombeiros morreram na região de Gironde quando o veículo em que seguiam foi cercado pelas chamas.</p>
<p>As autoridades francesas proibiram churrascos nas zonas mais vulneráveis e apelaram ao cancelamento de espetáculos de fogo de artifício, lembrando que nove em cada dez incêndios têm origem na atividade humana, seja por acidente ou negligência.</p>
<p><strong>Dos incêndios ao granizo</strong></p>
<p>Enquanto o sul da Europa continua sob temperaturas extremas, os Balcãs enfrentam agora tempestades severas.</p>
<p>Na Macedónia do Norte, uma forte tempestade derrubou árvores, danificou telhados e provocou cortes de eletricidade, deixando 11 pessoas hospitalizadas, três delas com ferimentos graves.</p>
<p>No Kosovo, as autoridades alertaram para a possibilidade de novas trovoadas, granizo, inundações, descargas elétricas e novos cortes de energia. Imagens divulgadas pelos meios de comunicação locais mostraram residentes a cobrir automóveis com mantas para tentar protegê-los da queda de pedras de granizo.</p>
<p>Também a Grécia e Chipre continuam a enfrentar temperaturas superiores aos 40 graus, levando os governos a proibir trabalhos no exterior durante as horas de maior calor.</p>
<p>Os cientistas alertam que as alterações climáticas provocadas pela atividade humana estão a tornar mais frequentes e intensas as ondas de calor, as secas e os grandes incêndios, ao mesmo tempo que favorecem fenómenos meteorológicos extremos, como tempestades violentas e episódios de granizo de grande dimensão.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792671]]></sapo:autor>
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		<title>Quem é Mykhailo Drapatyi? O novo chefe do exército ucraniano que muitos acreditam poder tornar-se o pior pesadelo da Rússia</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/quem-e-mykhailo-drapatyi-o-novo-chefe-do-exercito-ucraniano-que-muitos-acreditam-poder-tornar-se-o-pior-pesadelo-da-russia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:27:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Especial Ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[guerra na ucrânia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Mykhailo Drapatyi]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
		<category><![CDATA[ucrania]]></category>
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					<description><![CDATA[Novo comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia substitui Oleksandr Syrskyi]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Aos 43 anos, Mykhailo Drapatyi tornou-se o novo comandante-chefe das Forças Armadas da Ucrânia, substituindo Oleksandr Syrskyi. É o terceiro militar a ocupar o cargo desde o início da invasão russa em grande escala, em fevereiro de 2022, e chega envolto em expectativas elevadas tanto entre os soldados como na sociedade ucraniana.</p>
<p>A sua nomeação foi bem recebida por militares, analistas e movimentos civis, que viam em Drapatyi um comandante mais próximo das tropas e capaz de imprimir uma nova estratégia ao exército.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">I have decided that Mykhailo Drapatyi will become the new Commander-in-Chief of the Armed Forces of Ukraine. Together with Mykhailo, Yevhenii Khmara, and Pavlo Palisa, we determined how the General Staff of the Armed Forces of Ukraine should be reconfigured. It is a fact that… <a href="https://t.co/spK2B2ppHP">pic.twitter.com/spK2B2ppHP</a></p>
<p>&mdash; Volodymyr Zelenskyy / Володимир Зеленський (@ZelenskyyUa) <a href="https://x.com/ZelenskyyUa/status/2079664474722615574?ref_src=twsrc%5Etfw">July 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p><strong>Do curso de tanques às linhas da frente</strong></p>
<p>Natural de 1982, Drapatyi formou-se no Instituto de Tropas Blindadas de Kharkiv, em 2004, iniciando a carreira como tenente.</p>
<p>O seu nome ganhou projeção em 2014, quando um vídeo se tornou viral ao mostrar o veículo blindado que comandava a romper uma barricada montada por separatistas pró-russos durante a operação para recuperar a cidade de Mariupol.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Mykhailo Drapatyi was the commander of the legendary BMP-2 that broke through Russian-backed barricades in Mariupol on May 9, 2014.</p>
<p>At the time, Russian-backed militants were attempting to seize control of the city. Drapatyi led the armored breakthrough that helped Ukrainian… <a href="https://t.co/Tg5mX3mgzJ">pic.twitter.com/Tg5mX3mgzJ</a></p>
<p>&mdash; Saint Javelin (@saintjavelin) <a href="https://x.com/saintjavelin/status/2079655285044469867?ref_src=twsrc%5Etfw">July 21, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>Mais tarde, nesse mesmo ano, foi elogiado por conseguir retirar unidades ucranianas cercadas na região de Lugansk.</p>
<p>Em 2021 regressou aos estudos para aprofundar a formação operacional e estratégica, terminando o curso como o melhor aluno e recebendo uma espada de honra entregue pela então embaixadora britânica na Ucrânia, Melinda Simmons.</p>
<p><strong>Um dos comandantes mais respeitados da Ucrânia</strong></p>
<p>Quando a Rússia lançou a invasão em grande escala, em fevereiro de 2022, Drapatyi era comandante-adjunto das Forças Conjuntas.</p>
<p>Ao longo da guerra liderou vários agrupamentos operacionais, travando o avanço russo em direção a Kryvyi Rih e participando na libertação de várias localidades das regiões de Kherson e Dnipropetrovsk.</p>
<p>Em 2024 assumiu o comando das forças terrestres, passando a dirigir algumas das zonas mais difíceis da frente oriental.</p>
<p>Entre os militares ganhou reputação por privilegiar a preparação das tropas e por demonstrar maior preocupação com as vidas dos soldados do que muitos dos seus antecessores.</p>
<p><strong>O general que assumiu a responsabilidade</strong></p>
<p>Um dos episódios que mais marcou a sua imagem aconteceu em 2025.</p>
<p>Depois de um ataque russo contra um campo de treino na região de Dnipropetrovsk provocar a morte de 12 militares e ferir cerca de 60, Drapatyi apresentou a demissão no próprio dia, assumindo responsabilidade política e moral pelo sucedido.</p>
<p>Na altura escreveu que &#8220;um exército em que os comandantes assumem responsabilidade pela vida dos militares continua vivo. Um exército em que ninguém responde pelas perdas acaba por morrer&#8221;.</p>
<p>O gesto foi visto como um raro exemplo de responsabilização entre os altos comandos militares e acabou por reforçar o prestígio de Drapatyi. Em vez de aceitar a demissão, Volodymyr Zelensky promoveu-o para comandante das Forças Conjuntas.</p>
<p><strong>A esperança de uma nova estratégia</strong></p>
<p>Nos meses seguintes cresceram as notícias sobre alegadas divergências entre Drapatyi e Syrskyi, sobretudo quanto à condução da guerra.</p>
<p>Analistas e militares consideram que o novo comandante representa uma geração diferente de oficiais, mais aberta à inovação tecnológica e menos dependente de ofensivas frontais de elevado custo humano.</p>
<p>Segundo Mykola Bielieskov, analista da organização ucraniana Come Back Alive, Drapatyi goza de uma reputação particularmente forte entre os militares que entraram para o exército depois da invasão russa.</p>
<p>Ainda assim, alerta que o novo comandante terá de gerir limitações políticas, dependência da ajuda militar ocidental, dificuldades no recrutamento e problemas persistentes de corrupção ligados à mobilização e às aquisições militares.</p>
<p><strong>Uma tarefa que muitos consideram quase impossível</strong></p>
<p>Nas primeiras declarações após a nomeação, Drapatyi prometeu trabalhar &#8220;sem grandes promessas&#8221;, assumindo responsabilidade pelas decisões e demonstrando respeito pelos militares que combatem na linha da frente.</p>
<p>O novo comandante terá também de acelerar a modernização das forças armadas e aproveitar os avanços tecnológicos que permitiram à Ucrânia desenvolver drones e outros sistemas que têm alterado o equilíbrio no campo de batalha.</p>
<p>Apesar do entusiasmo gerado pela sua chegada, antigos responsáveis ucranianos avisam que as expectativas são enormes.</p>
<p>O antigo comandante-chefe Valerii Zaluzhnyi afirmou que Drapatyi terá &#8220;uma tarefa muito mais difícil do que imagina&#8221;, enquanto outros analistas lembram que qualquer comandante na Ucrânia acaba inevitavelmente por ser julgado pelos resultados de uma guerra que continua longe do fim.</p>
<p>Ainda assim, para muitos soldados ucranianos, a nomeação representa uma oportunidade para renovar a liderança militar e adaptar o exército a uma guerra cada vez mais tecnológica, prolongada e exigente.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792663]]></sapo:autor>
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		<title>Exames: Sindicatos atentos à 2.ª fase e garantem que professores continuarão disponíveis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:18:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Sindicatos de professores manifestaram-se hoje preocupados com os problemas na classificação dos exames nacionais do ensino secundário, afirmando que estarão atentos à 2.ª fase, mas garantiram que os docentes continuarão a estar disponíveis nas próximas etapas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Sindicatos de professores manifestaram-se hoje preocupados com os problemas na classificação dos exames nacionais do ensino secundário, afirmando que estarão atentos à 2.ª fase, mas garantiram que os docentes continuarão a estar disponíveis nas próximas etapas.</P><br />
<P>As posições foram assumidas no final das reuniões negociais realizadas hoje com o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI), em que o tema dos exames nacionais não fazia parte da ordem de trabalhos, mas foi abordado pela tutela.</P><br />
<P>&#8220;O caos dos exames foi o que foi, mas podia ter sido muito pior se não fosse a dedicação dos milhares de professores que estiveram envolvidos neste processo&#8221;, sublinhou um dos secretários-gerais da Federação Nacional dos Professores (Fenprof).</P><br />
<P>Pela primeira vez este ano, os cerca de 300 mil exames nacionais do ensino secundário foram avaliados em formato digital, mas o processo registou várias falhas técnicas.</P><br />
<P>O ministro da Educação reconheceu os problemas no processo de classificação e garantiu que nenhum aluno será prejudicado, mas cinco dias após a publicação dos resultados, continuam a identificar-se erros nas classificações e digitalizações das provas.</P><br />
<P>Pela Fenprof, José Feliciano Costa afirmou que &#8220;nenhum aluno pode ter garantias na nota que saiu&#8221; e considerou que o reduzido número de alunos que apresentou a candidatura ao ensino superior no primeiro dia do prazo (304 em comparação com 10 mil no ano passado) é reflexo dessa desconfiança.</P><br />
<P>Entretanto, decorre desde terça-feira a segunda fase dos exames nacionais, cujas provas serão avaliadas no mesmo modelo de classificação digital e, apesar das garantias do MECI de que os problemas foram resolvidos, os sindicatos manifestam-se apreensivos.</P><br />
<P>Pelo Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE) a presidente, Júlia Azevedo, disse esperar que a &#8220;experiência acumulada&#8221; durante a primeira fase permita prevenir novas falhas.</P><br />
<P>&#8220;Compete à equipa do Ministério da Educação aprimorar o processo para não repetir os erros, sendo que temos a certeza de que, quer os diretores, quer os professores classificadores, estão disponíveis para resolver esta questão&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Questionada se haverá docentes suficientes para assegurar, por um lado, as classificações dos exames realizados na segunda fase, que termina na sexta-feira, mas também os pedidos de reapreciação, Júlia Azevedo afirmou igualmente que os professores estão disponíveis.</P><br />
<P>A garantia foi partilhada pelo secretário-geral da Federação Nacional da Educação (FNE), Pedro Barreiros.</P><br />
<P>&#8220;As escolas, infelizmente, ao longo de décadas estão sistematicamente a ser chamadas para dar resposta a problemas que não são criados nem pelos professores, nem pelos alunos&#8221;, disse.</P><br />
<P>Apesar dos atrasos na divulgação das notas, o Ministério manteve os calendários da primeira fase do concurso de acesso ao ensino superior, que termina a 06 de agosto, bem como os da segunda fase dos exames.</P><br />
<P>Contudo, foi criada uma época especial de exames, a decorrer entre 03 e 08 de setembro, aberta a todos os alunos elegíveis para as provas na segunda fase, independentemente de as terem realizado ou não.</P><br />
<P>Antecipando as próximas etapas, José Feliciano Costa, acrescentou, por outro lado, que a Fenprof estará &#8220;muito atenta&#8221; à defesa dos direitos dos trabalhadores, referindo-se ao direito a férias e ao pagamento de trabalho suplementar.</P><br />
<P>Quanto ao regresso às aulas, a partir de 11 de setembro &#8211; poucos dias após o fim da época especial &#8211; o secretário-geral da Fenprof confirmou que &#8220;a serenidade e a tranquilidade com que deve abrir sempre um ano letivo estão claramente comprometidas&#8221;.  </P><br />
<P>Pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop), Daniel Martins defendeu que o ministro da Educação deve assumir as suas responsabilidades, justificando que Fernando Alexandre &#8220;agiu politicamente e o resultado foi o falhanço total&#8221;. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792656]]></sapo:autor>
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		<title>Número de eleitores brasileiros em Portugal para as eleições gerais sobe para 134 mil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:15:54 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de brasileiros recenseados em Portugal para votar nas eleições gerais do Brasil em outubro subiu 66,63% para 134.797, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O número de brasileiros recenseados em Portugal para votar nas eleições gerais do Brasil em outubro subiu 66,63% para 134.797, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).</p>
<p>Nas eleições de 2022, o número de brasileiros recenseados em Portugal cifrava-se em 80.896.</p>
<p>Para as eleições deste ano &#8211; com primeira volta agendada para 04 de outubro e a segunda para 25 do mesmo mês -, Lisboa é o maior colégio eleitoral, com o Porto em terceiro, apenas atrás da cidade norte-americana de Boston.</p>
<p>Lisboa registou o maior crescimento de eleitores entre 2022 e 2026: passou de 45,3 mil para mais de 78 mil, num aumento de 74%.</p>
<p>Já o Porto também teve um aumento expressivo, de 58%, passando de 30 mil para 47,6 mil eleitores.</p>
<p>Portugal representa 14,67% dos 918,9 mil eleitores brasileiros no exterior, apenas atrás dos Estados Unidos, que representam 28,89% do total.</p>
<p>Em declarações hoje à Lusa, o cônsul do Brasil em Lisboa, Alessandro Candeas, assegurou que a diplomacia brasileira está preparada para lidar com o aumento de 66,63% de eleitores, em Portugal, especialmente em Lisboa.</p>
<p>&#8220;Desde o ano passado, conseguimos ampliar o número de locais de votação em negociação direta com a Reitoria [da Universidade de Lisboa]: vão ser a Faculdade de Direito, a Faculdade de Letras e a Reitoria da Universidade de Lisboa&#8221;, frisou, explicando que os locais de votação passam de um para três.</p>
<p>O diplomata garantiu que já está em marcha todo o trabalho logístico de preparação, de capacitação, de capacitação de voluntários, incluindo reuniões de trabalho com a Câmara Municipal de Lisboa, com os bombeiros, com a polícia, entre outras.</p>
<p>&#8220;Não tenho nenhuma dúvida de que todo esse esforço vai ser coberto de êxito, porque estamos aqui para assegurar o direito de votar e que é o esteio de toda a nossa democracia&#8221;, sublinhou.</p>
<p>Ainda de acordo com os dados do consulado, a grande maioria dos eleitores em Portugal tem entre 25 e 49 anos, sendo que a maioria (57%) são mulheres.</p>
<p>Segundo os dados oficiais, 63% dos eleitores recenseados no país têm ou o ensino secundário ou o superior, completo.</p>
<p>Este ano, os eleitores brasileiros vão às urnas escolher políticos para os cargos de Presidente do Brasil, governador, senador, deputado federal e deputado estadual.</p>
<p>O Brasil entrou na segunda-feira numa nova fase da corrida presidencial, na qual 158,7 milhões de eleitores estão aptos a votar, com o início dos congressos partidários destinados a oficializar os candidatos às eleições, numa altura em que as sondagens dão vantagem ao Presidente, Lula da Silva, sobre o senador Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.</p>
<p>Embora as eleições se apresentem como um duelo entre Lula da Silva e Flávio Bolsonaro, outros partidos, sobretudo no campo conservador, também irão apresentar os seus candidatos à Presidência, entre os quais Romeu Zema, ex-governador do estado de Minas Gerais, e Ronaldo Caiado, ex-governador do estado de Goiás.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792638]]></sapo:autor>
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		<title>Bolsa de Lisboa fecha hoje em alta com CTT a avançarem mais de 4%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:13:57 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, avançando 1,16%, para 9.277,62 pontos, seguindo a tendência dos maiores mercados europeus, e com os CTT a avançarem mais de 4%.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa de Lisboa fechou hoje em alta, avançando 1,16%, para 9.277,62 pontos, seguindo a tendência dos maiores mercados europeus, e com os CTT a avançarem mais de 4%.</P><br />
<P>Das 16 cotadas que integram o índice PSI, 14 subiram e apenas duas desceram.</P><br />
<P>As principais praças europeias fecharam hoje em alta, com Londres a subir 1,24%, Paris 0,89%, Frankfurt 0,58%, Madrid 0,99% e Milão 0,97%.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792647]]></sapo:autor>
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		<title>Esqueça Nova Iorque ou Londres: esta é a cidade mais cara do mundo para o dia a dia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:10:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[Relatório do Deutsche Bank analisou 69 cidades em todo o mundo, comparando o preço de vários produtos e serviços correntes com base em dados da plataforma Numbeo e de outras fontes]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Quando se pensa nas cidades mais caras do mundo, os primeiros nomes que costumam surgir são Nova Iorque, Londres ou Singapura. Mas um novo estudo do Deutsche Bank conclui que é Zurique, na Suíça, que lidera o ranking dos preços mais elevados para muitas das despesas do dia a dia.</p>
<p>O relatório analisou 69 cidades em todo o mundo, comparando o preço de vários produtos e serviços correntes com base em dados da plataforma Numbeo e de outras fontes.</p>
<p>Os números ajudam a explicar a posição da cidade suíça. Um cappuccino custa, em média, 7,13 dólares (cerca de 6,1 euros), um refrigerante ultrapassa os seis dólares (5,1 euros) e um jantar de três pratos para duas pessoas num restaurante de gama média ronda os 149 dólares (127 euros).</p>
<p>O café é um dos exemplos mais impressionantes. Zurique é a única cidade do estudo onde um cappuccino ultrapassa a barreira dos sete dólares, um preço cerca de 40% superior ao registado há dez anos. Em comparação, a mesma bebida custa pouco mais de dois dólares em Roma ou Milão.</p>
<p>Mas o elevado custo de vida vai muito além da restauração. Uma corrida de táxi de apenas cinco quilómetros ronda os 32 dólares (27 euros), o valor mais elevado entre todas as cidades analisadas, enquanto um bilhete de cinema custa cerca de 25 dólares (21 euros), colocando Zurique e Genebra no topo desta categoria.</p>
<p>Apesar destes preços, a Suíça continua também a destacar-se pelos salários elevados. Segundo o Deutsche Bank, Zurique e Genebra lideram o ranking mundial de rendimento disponível depois de pagos os impostos e a habitação. Um casal que arrende um apartamento com três quartos pode dispor de mais de 10 mil dólares mensais após suportar essas despesas.</p>
<p>Os analistas atribuem grande parte desta realidade à valorização do franco suíço ao longo das últimas décadas, que aumentou significativamente o custo dos bens e serviços quando comparados com outras moedas.</p>
<p>No extremo oposto surge Tóquio. Apesar de ser uma das maiores capitais económicas do mundo, a cidade japonesa apresenta preços surpreendentemente acessíveis em várias categorias.</p>
<p>O estudo refere, por exemplo, que arrendar um apartamento com três quartos custa menos de um terço do valor praticado em Nova Iorque. Além disso, Tóquio é atualmente o local mais barato do mundo para comprar um iPhone, graças à desvalorização do iene.</p>
<p>O relatório identifica ainda outras cidades que lideram categorias específicas de preços. Ancara, na Turquia, tem o iPhone mais caro do mundo devido à elevada carga fiscal; Sydney destaca-se pelo preço dos cigarros; Singapura lidera no custo do vinho de gama média; Telavive regista o menu mais caro do McDonald&#8217;s; Dubai apresenta algumas das cervejas importadas e ligações à internet mais dispendiosas; São Francisco tem os ginásios mais caros e Nova Iorque continua a ser a cidade com as rendas mais elevadas, onde um apartamento T1 no centro custa, em média, 4.285 dólares (cerca de 3.650 euros) por mês.</p>
<p>Já Berlim surge no topo da tabela dos serviços domésticos, com contas mensais de eletricidade, aquecimento, água e recolha de lixo que rondam os 410 dólares (350 euros) para uma habitação de cerca de 85 metros quadrados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792645]]></sapo:autor>
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		<title>Pernas à mostra, pelos em debate: a inesperada guerra do verão nos escritórios japoneses</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 16:04:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Medida faz parte da iniciativa Tokyo Cool Biz, lançada em abril pela governadora Yuriko Koike para ajudar a enfrentar as temperaturas extremas e reduzir o consumo de energia durante o verão]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os homens japoneses estão, este verão, a mostrar mais pernas do que nunca nos escritórios. A culpa é de uma nova recomendação do Governo Metropolitano de Tóquio, que incentiva os trabalhadores a trocarem o tradicional fato e gravata por roupa mais fresca, incluindo&#8230; calções.</p>
<p>A medida faz parte da iniciativa Tokyo Cool Biz, lançada em abril pela governadora Yuriko Koike para ajudar a enfrentar as temperaturas extremas e reduzir o consumo de energia durante o verão.</p>
<p>Mas aquilo que começou como uma campanha para aliviar o calor rapidamente deu origem a uma polémica inesperada.</p>
<p>Enquanto muitos trabalhadores elogiam o conforto de poder ir de calções para o escritório, outras vozes criticam o facto de as mulheres continuarem, em muitos locais de trabalho, a sentir pressão para usar collants quando mostram parte das pernas.</p>
<p>E há ainda quem tenha encontrado outro motivo de queixa: os pelos das pernas dos colegas.</p>
<p>Nas redes sociais japonesas começou a circular o termo &#8220;sunehara&#8221;, uma junção das palavras japonesas para &#8220;canela&#8221; e &#8220;assédio&#8221;, utilizada para descrever o desconforto provocado por colegas que exibem pernas muito peludas.</p>
<p>&#8220;Queremos dar mais opções às pessoas durante o calor extremo, não dizer-lhes o que devem vestir. Desde que a roupa não seja ofensiva, não deveria haver qualquer problema&#8221;, explicou à &#8216;BBC&#8217; Noboru Watanabe, responsável ambiental do Governo Metropolitano de Tóquio.</p>
<p>A discussão teve um efeito inesperado: algumas clínicas especializadas em depilação a laser dizem estar a receber mais homens preocupados com a aparência das pernas.</p>
<p>Akifumi Funatsu, diretor da Gorilla Clinic, afirma que muitos clientes já não procuram tratamentos apenas por razões estéticas, mas também por considerarem que mostrar pernas sem pelos faz parte da etiqueta profissional.</p>
<p>Segundo o médico, existe a perceção de que muitas mulheres preferem que os homens tenham menos pelos nas pernas, levando alguns trabalhadores a recorrer à depilação para evitar situações embaraçosas.</p>
<p>A campanha Cool Biz não é nova. Foi criada em 2005, quando Yuriko Koike era ministra do Ambiente, incentivando os trabalhadores a abandonarem a gravata e o casaco durante os meses mais quentes para reduzir o recurso ao ar condicionado.</p>
<p>Após o sismo e o tsunami de 2011, o programa evoluiu para o Super Cool Biz, alargando as recomendações de poupança energética tanto aos escritórios como às habitações.</p>
<p>Este ano, porém, o calor está a atingir níveis excecionais. A Agência Meteorológica do Japão introduziu mesmo a expressão &#8220;kokusho-bi&#8221;, ou &#8220;dia de calor brutal&#8221;, para assinalar jornadas em que os termómetros ultrapassam os 40 graus Celsius.</p>
<p>Só na semana entre 6 e 12 de julho, sete pessoas morreram devido a golpes de calor e 4.580 foram hospitalizadas, segundo a Agência de Gestão de Incêndios e Desastres.</p>
<p>Além do ar condicionado e da hidratação, os japoneses têm recorrido a soluções cada vez mais criativas para enfrentar as altas temperaturas, desde roupa equipada com ventoinhas incorporadas a toalhitas refrescantes, guarda-sóis com proteção térmica e pequenas ventoinhas portáteis.</p>
<p>Especialistas alertam, contudo, que a melhor defesa continua a ser a adaptação gradual do organismo ao calor antes do pico do verão, sobretudo num país onde a elevada humidade dificulta a evaporação do suor e aumenta o risco de insolação.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792641]]></sapo:autor>
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		<title>O risco político já não vem de longe: chegou a casa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:59:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>
		<category><![CDATA[Facebook]]></category>
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		<category><![CDATA[Acácio Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Willis Towers Watson]]></category>
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					<description><![CDATA[Opinião de Acácio Ferreira, Diretor de Credit and Surety, da Willis Towers Watson]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Por Acácio Ferreira, Diretor de Credit and Surety, da Willis Towers Watson</p>
<p>Durante décadas, gerir risco político significava sobretudo vigiar o que se passava longe: golpes de estado em economias emergentes, expropriações em ditaduras instáveis, guerras civis em regiões periféricas. Hoje, essa visão já não chega. Para qualquer empresa com operações internacionais, o risco mais difícil de gerir pode estar, precisamente, dentro de portas.</p>
<p>A tentação de olhar para o risco político como algo exterior, associado a paisagens distantes e claramente instáveis, sempre foi confortável. Permitia às multinacionais pensar-se como entidades neutras, “cidadãs do mundo”, que navegam entre jurisdições sem nunca se confundirem com nenhuma delas. Essa narrativa está cada vez mais insustentável. A polarização política dentro dos próprios países de origem, as tensões comerciais entre grandes blocos económicos e a multiplicação de ataques a infraestruturas críticas tornaram o risco político um fenómeno tão doméstico quanto internacional.</p>
<p>Basta olhar para o que aconteceu com as tarifas comerciais nos últimos anos. Não foi uma guerra distante que mais perturbou as cadeias de abastecimento globais, foi a imprevisibilidade de decisões tomadas em capitais aparentemente estáveis, com efeitos imediatos sobre custos, margens e decisões de investimento em setores que nada tinham a ver com a disputa original. Produtores que perdem acesso a um mercado procuram outro; esse reencaminhamento de fluxos comerciais cria, por sua vez, novas pressões competitivas em geografias que se julgavam protegidas. O risco político deixou de ser um evento isolado para se tornar uma condição estrutural da economia global.</p>
<p><strong>Quando a fronteira entre segurança nacional e negócio desaparece</strong></p>
<p>Há ainda um segundo fenómeno que merece atenção: a chamada “zona cinzenta”, esse espaço ambíguo entre a paz e o conflito declarado, onde ataques a cabos submarinos, redes elétricas ou sistemas informáticos ocorrem sem reivindicação clara de autoria. Estas ações já não visam apenas Estados; visam, cada vez mais, empresas privadas, que se tornam alvos colaterais, ou mesmo diretos, de disputas geopolíticas que não escolheram travar.</p>
<p>Esta realidade obriga a repensar a própria fronteira entre risco de segurança nacional e risco comercial. Quando uma empresa de logística vê os seus sistemas atacados por suspeita de retaliação política contra o seu país de origem, deixa de fazer sentido tratar esse incidente como um problema puramente técnico ou operacional. É, também, um problema geopolítico, e deve ser gerido como tal, com a mesma atenção dedicada tradicionalmente a riscos de mercado ou de crédito.</p>
<p>Esta mudança coloca as multinacionais perante um dilema incómodo: até que ponto devem alinhar-se com os interesses de segurança nacional dos países onde estão sediadas, mesmo quando isso implica custos acrescidos ou perda de competitividade noutros mercados? Não há resposta fácil. Mas a ideia de uma empresa completamente neutra, equidistante de qualquer lealdade nacional, parece cada vez mais uma ficção confortável, difícil de sustentar num mundo de boicotes, controlos à exportação e políticas industriais estratégicas.</p>
<p><strong>Repensar a estrutura, não apenas a cobertura do risco</strong></p>
<p>A resposta tradicional ao risco político sempre passou por instrumentos de mitigação: seguros, diversificação geográfica, relações diplomáticas, mecanismos legais internacionais. Existem soluções de cobertura de risco político especialmente concebidas para proteger investimentos, ativos e transações internacionais contra expropriações, restrições cambiais, violência política ou incumprimentos. Esses instrumentos continuam a ser indispensáveis, mas começam a revelar-se insuficientes para um cenário em que o próprio modelo de negócio pode ter de ser redesenhado.</p>
<p>Não é por acaso que cada vez mais organizações ponderam seriamente separar operações entre diferentes blocos geopolíticos, criando estruturas independentes para mercados que, no passado, funcionavam de forma integrada. Esta não é uma decisão tomada com leveza; implica custos elevados, perda de sinergias e complexidade acrescida. Mas é, também, um sinal claro de que a globalização sem fronteiras políticas, tal como a conhecemos nas últimas três décadas, está a dar lugar a um modelo mais fragmentado, onde a geografia volta a importar.</p>
<p>Para as empresas portuguesas com ambições internacionais, e mesmo para as que já operam em mercados externos há anos, a lição é clara: gerir risco político deixou de ser uma função de retaguarda, confinada a relatórios anuais de compliance. Tornou-se uma questão estratégica de primeira linha, que exige presença ao mais alto nível de decisão e uma capacidade de antecipação que, até há pouco tempo, poucas organizações julgavam necessária.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[Acácio Ferreira, Diretor de Credit and Surety, da Willis Towers Watson]]></sapo:autor>
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		<title>Europa prepara míssil para atingir Moscovo: Reino Unido e Alemanha desenvolvem arma com alcance de 2.000 quilómetros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:47:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alemanha]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Reino Unido]]></category>
		<category><![CDATA[Rússia]]></category>
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					<description><![CDATA[Informação é avançada pelos jornais 'Welt' e 'The Telegraph', que citam várias fontes britânicas e alemãs ligadas ao planeamento da defesa]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Reino Unido e a Alemanha estão a desenvolver, de forma discreta, um novo míssil de longo alcance capaz de atingir alvos até 2.000 quilómetros dentro do território russo, num projeto que pretende reforçar a capacidade militar europeia e reduzir a dependência dos Estados Unidos.</p>
<p>A informação é avançada pelos jornais &#8216;Welt&#8217; e &#8216;The Telegraph&#8217;, que citam várias fontes britânicas e alemãs ligadas ao planeamento da defesa.</p>
<p>Batizado Deep Precision Strike (DPS), o programa prevê o desenvolvimento de uma arma de elevada precisão destinada a destruir infraestruturas militares estratégicas, como centros de comando, bases logísticas e linhas de abastecimento, caso a NATO entre em conflito direto com a Rússia.</p>
<p>Segundo aquelas publicações, o míssil deverá entrar ao serviço em 2034 e constitui o principal projeto da cooperação militar entre Londres e Berlim, combinando financiamento alemão com tecnologia britânica.</p>
<p>O DPS foi apresentado na cimeira da NATO realizada em julho, em Ancara, como um programa liderado pelo Reino Unido, avaliado em cerca de 35 mil milhões de euros e que envolve 12 países da Aliança Atlântica. A Alemanha deverá assumir um papel central no desenvolvimento do sistema.</p>
<p>As autoridades estudam atualmente duas soluções técnicas: um míssil de cruzeiro de baixa altitude, concebido para escapar aos sistemas de defesa aérea russos, e um míssil hipersónico, capaz de viajar a mais de cinco vezes a velocidade do som.</p>
<p>Segundo o &#8216;Welt&#8217;, o Governo britânico pretende acelerar o calendário e transformar o atual acordo político num programa formal de desenvolvimento já no próximo ano.</p>
<p>Especialistas em defesa consideram que o projeto reflete a crescente preocupação europeia com a escassez de capacidades próprias para ataques de longo alcance. Atualmente, a NATO dispõe de um número limitado de mísseis convencionais capazes de atingir alvos muito distantes, dependendo sobretudo dos mísseis americanos Tomahawk.</p>
<p>&#8220;Deep Precision Strike significa a capacidade de atacar alvos estratégicos, como quartéis-generais ou centros logísticos, cuja destruição comprometeria toda a cadeia de abastecimento da linha da frente&#8221;, explicou Sidharth Kaushal, especialista do centro de estudos britânico Royal United Services Institute (RUSI).</p>
<p>O programa integra um reforço mais vasto da cooperação militar entre Reino Unido e Alemanha, iniciado com a Declaração de Trinity House, em 2024, e aprofundado através do Acordo de Kensington, assinado em 2025.</p>
<p>Nos últimos meses, várias empresas alemãs do setor da defesa reforçaram os investimentos em território britânico. A Rheinmetall inaugurou uma fábrica de produção de artilharia em Telford, a Heckler &#038; Koch expandiu a capacidade industrial em Essex e a Helsing abriu recentemente, em Plymouth, uma unidade dedicada ao fabrico de drones submarinos equipados com inteligência artificial.</p>
<p>Apesar do avanço do projeto, o calendário previsto está longe de reunir consenso. O antigo comandante das forças americanas na Europa, Ben Hodges, classificou como &#8220;absurdo&#8221; esperar até 2034, lembrando que a Ucrânia já utiliza drones capazes de atingir alvos situados a cerca de 2.000 quilómetros de distância.</p>
<p>Também Nico Lange, especialista alemão em segurança, defendeu que a Europa deveria concentrar esforços na criação de capacidades terrestres de ataque profundo nos próximos meses, em vez de adiar esse objetivo durante quase uma década.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_792609]]></sapo:autor>
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		<title>Banco de Portugal está a preparar comparador de remuneração de depósitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Jul 2026 15:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[banco de Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Francisco Guedes de Oliveira]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[A administradora do Banco de Portugal (BdP), Francisca Guedes de Oliveira, disse hoje no parlamento que o banco central está a trabalhar num comparador de produtos de poupança, incluindo as remunerações dos depósitos, para ajudar os clientes a escolher.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A administradora do Banco de Portugal (BdP), Francisca Guedes de Oliveira, disse hoje no parlamento que o banco central está a trabalhar num comparador de produtos de poupança, incluindo as remunerações dos depósitos, para ajudar os clientes a escolher. </P><br />
<P>Atualmente, no Portal do Cliente Bancário do BdP já existe uma ferramenta que permite aos consumidores comparar as comissões dos serviços associados às contas de pagamento (como os custos com a manutenção de conta, disponibilização de cartões de débito e de crédito, levantamentos em numerário e transferências).</P><br />
<P>Hoje, na comissão de orçamento e finanças, questionada sobre as baixas remunerações dos depósitos em Portugal, Francisca Guedes de Oliveira disse que o Banco de Portugal está a trabalhar num comparador de produtos de poupança.</P><br />
<P>A Autoridade da Concorrência (AdC) recomendou, esta semana, ao BdP que crie um comparador das taxas de remuneração dos depósitos pagas pelos bancos, para incentivar a mobilidade dos clientes entre as instituições financeiras e melhorar a concorrência.</P><br />
<P>A sugestão faz parte da versão final do estudo da AdC &#8220;Mobilidade dos consumidores na banca a retalho em Portugal&#8221;, que inclui 17 recomendações dirigidas ao banco central e aos legisladores (Governo e deputados) para diminuir os custos de pesquisa e comparação dos produtos bancários (das contas de pagamento, dos créditos e dos depósitos).</P><br />
<P>No estudo, a AdC refere que &#8220;os depósitos são a principal fonte de financiamento dos bancos e o principal instrumento de poupança das famílias e das empresas&#8221;, notando que, em Portugal, a remuneração dos depósitos a prazo está &#8220;em níveis inferiores à média ponderada da zona euro&#8221;, e sublinhando que &#8220;a concorrência induz&#8221; os bancos a oferecer taxas mais elevadas.</P><br />
<P>Atualmente, o portal do &#8220;Cliente Bancário&#8221; do BdP inclui uma ferramenta que permite aos consumidores comparar as comissões dos serviços associados às contas de pagamento (como os custos com a manutenção de conta, disponibilização de cartões de débito e de crédito, levantamentos em numerário e transferências).</P><br />
<P>A Autoridade da Concorrência propõe que o BdP pondere &#8220;o alargamento do âmbito do &#8216;comparador de comissões&#8217; no sentido de incluir produtos de poupança&#8221;.</P><br />
<P>Segundo os últimos dados disponíveis, a remuneração dos novos depósitos a prazo aumentou em maio pelo quarto mês consecutivo, para 1,48%, uma tendência em linha com a zona do euro.</P><br />
<P>Em maio, Portugal foi o sexto país com a taxa mais baixa da zona euro.</P></p>
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