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Hidrogénio em ‘ponto de inflexão’ com mercado de 11 mil milhões prestes a explodir

Após décadas de falsos inícios, a tecnologia do hidrogênio está posicionada para ‘ganhar asas’ à medida que os custos de produção em queda, as melhorias tecnológicas e um impulso global em direção à sustentabilidade convergem, de acordo com o Bank of America. 

O banco acredita que esta conjuntura ideal gerará 2,5 mil milhões de dólares em receita direta – ou 4 mil milhões se a receita de produtos associados, como vínculos com células de combustível for contabilizada – com o potencial de mercado total a chegar aos 11 mil milhões em 2050.

“O hidrogénio pode colmatar as nossas necessidades de energia, abastecer os nossos carros, aquecer as nossas casas e ajudar a combater as mudanças climáticas”, detalhou o banco, citado pela ‘CNBC’.

“Acreditamos que estamos a chegar ao ponto de aproveitar o elemento que compõe 90% do universo, de forma efetiva e económica”, ressalvou.

A tecnologia ainda não descolou por vários motivos, em seu entender. Segunda analisa o Bank of America, destaca-se o facto de o hidrogénio ser caro, ou seja, ter ainda um processo de produção com altos custos, pois precisa ser produzido com outra fonte de energia e também porque é menos eficiente em termos de energia do que os combustíveis fósseis.

O Bank of America comparou o setor aos smartphones pré-2007 ou à internet, defendendo que agora é a hora de olhar para este potencial “antes que se torne popular”.

Entre os setores que podem se beneficiar estão industrial, infraestrutura e renováveis.

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