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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
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		<title>Comissão Europeia diz estar pronta para apoiar países com dificuldades nas fronteiras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:18:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Comissão Europeia]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão Europeia disse hoje estar disponível para apoiar Portugal relativamente à implementação do novo Sistema de Entrada/Saída das fronteiras europeias, que substituiu os tradicionais carimbos no passaporte por registos digitais, admitindo dificuldades nalguns Estados-membros da União Europeia.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Comissão Europeia disse hoje estar disponível para apoiar Portugal relativamente à implementação do novo Sistema de Entrada/Saída das fronteiras europeias, que substituiu os tradicionais carimbos no passaporte por registos digitais, admitindo dificuldades nalguns Estados-membros da União Europeia.</P><br />
<P>&#8220;No que diz respeito às fronteiras externas e ao sistema de controlo de fronteiras, existe agora, naturalmente, um novo sistema que tem de ser adotado. Estamos a dar todo o nosso apoio aos Estados-membros que possam estar a enfrentar dificuldades com este novo sistema, mas consideramos que ele é crucial para a nossa segurança&#8221;, afirmou a vice-presidente executiva da Comissão Europeia para a Soberania Tecnológica, Segurança e Democracia, Henna Virkkunen, em Bruxelas.</P><br />
<P>Em conferência de imprensa no dia em que propôs um novo regime para serviços móveis por satélite na União Europeia (UE), mas questionada especificamente sobre a situação em Portugal, a responsável admitiu: &#8220;Esta nova legislação entrou em vigor muito recentemente e verificamos que, em alguns Estados-membros, há agora dificuldades na sua implementação&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Ainda assim, estamos, naturalmente, prontos para apoiar os nossos Estados-membros nesta fase&#8221;, reforçou a responsável pela tutela digital.</P><br />
<P>Há precisamente uma semana, a Comissão Europeia negou à Lusa que as filas nos aeroportos em Portugal se devam ao novo Sistema de Entrada/Saída (EES, sigla em inglês), apontando que o processamento dos registos demora, em média, pouco mais de um minuto.</P><br />
<P>Entretanto, o Governo rejeitou as críticas e disse tratar-se de um problema europeu e não apenas nacional.</P><br />
<P>Novamente questionada pela Lusa, a instituição europeia recordou a resposta anterior e escusou-se a dar dados nacionais, alegando que tal cabe aos Estados-membros.</P><br />
<P>&#8220;Temos conhecimento das notícias divulgadas pelos meios de comunicação social e estamos em contacto com Portugal, tal como com todos os Estados-membros, no que diz respeito à implementação do EES [Sistema de Entrada/Saída]. Os atrasos podem ter várias causas e, muitas vezes, não estão relacionados com o funcionamento do EES&#8221;, afirmou anteriormente fonte oficial do executivo comunitário em resposta escrita enviada à agência Lusa.</P><br />
<P>De acordo com Bruxelas, &#8220;é também esse o caso aqui&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A Comissão continuará em contacto com Portugal sobre este assunto e continuará a prestar o apoio necessário. Os desafios enfrentados em Portugal, incluindo tempos de espera mais longos, não estão relacionados com quaisquer problemas no funcionamento do Sistema de Entrada/Saída&#8221;, reforçou a instituição.</P><br />
<P>Dados da Comissão Europeia enviados à Lusa revelam que, &#8220;na maioria dos Estados-membros, o processamento dos registos de primeira vez demora, em média, pouco mais de um minuto&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Quaisquer situações excecionais podem ser &#8211; e estão a ser &#8211; resolvidas através das flexibilidades e procedimentos alternativos previstos na legislação da UE. Cabe aos Estados-membros assegurar a correta implementação do EES no terreno, [sendo que] a Comissão mantém contacto com todos os Estados-membros [&#8230;] e continuará a prestar o apoio necessário&#8221;, assegurou.</P><br />
<P>Desde outubro de 2025, aquando da entrada em vigor, foram registadas quase 66 milhões de entradas e saídas neste novo sistema, bem como mais de 32.000 recusas de entrada, das quais mais de 800 pessoas foram identificadas como representando uma ameaça à segurança da UE.</P><br />
<P>O EES é um sistema digital para registar eletronicamente a entrada e saída de cidadãos de países terceiros no espaço de livre circulação Schengen, substituindo os carimbos manuais por registos biométricos e digitais.</P><br />
<P>Previsto está que, em caso de falhas técnicas do sistema, os Estados-membros possam recorrer temporariamente a procedimentos alternativos, incluindo registo manual e carimbos no passaporte, até à reposição do funcionamento normal.</P><br />
<P>Atualmente, verificam-se longas filas de espera nos aeroportos de Lisboa, Porto e Faro.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768395]]></sapo:autor>
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		<title>Adiado acórdão do caso do jovem acusado de incitar massacres no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:17:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[santa maria da feira]]></category>
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					<description><![CDATA[A leitura do acórdão do julgamento do jovem de Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, acusado de instigar massacres em escolas no Brasil, agendada para hoje, no tribunal local, foi adiada para junho, informou fonte judicial.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A leitura do acórdão do julgamento do jovem de Santa Maria da Feira, no distrito de Aveiro, acusado de instigar massacres em escolas no Brasil, agendada para hoje, no tribunal local, foi adiada para junho, informou fonte judicial.</p>
<p>Segundo a mesma fonte, o adiamento ficou a dever-se a dúvidas relacionadas com os crimes de pornografia de menores imputados ao arguido.</p>
<p>A leitura do acórdão ficou marcada para 17 de junho, pelas 14:00, no Tribunal de Santa Maria da Feira.</p>
<p>Nas alegações finais, o Ministério Público pediu a condenação do arguido numa &#8220;pena exemplar&#8221;, mas sem quantificar o número de anos.</p>
<p>Já a defesa assinalou a falta de maturidade do jovem de 18 anos, adiantando que o sistema prisional não está preparado para lidar com infratores tão jovens e pediu justiça.</p>
<p>O arguido, que está em prisão preventiva desde que foi detido em maio de 2024, é suspeito de, sobretudo na plataforma de jogos Discord, ter sido o dinamizador de um grupo no qual incitava adolescentes à prática, com transmissão em direto, de atos violentos contra si próprios, outras pessoas e animais de estimação.</p>
<p>Entre estes, está a instigação de quatro massacres em escolas no Brasil, incluindo o que ficou conhecido como o Massacre de Sapopemba, em São Paulo, no qual um adolescente de 16 anos matou a tiro uma colega de 17 e feriu outros três estudantes, em 23 de outubro de 2023.</p>
<p>Os restantes três foram travados pelas autoridades antes de acontecerem e os seus eventuais autores teriam 12, 13 e 14 anos.</p>
<p>Segundo o Ministério Público, o jovem de Santa Maria da Feira terá ainda, no mesmo grupo, planeado o homicídio de um sem-abrigo em São Paulo, em fevereiro de 2024, e incentivado e permitido a transmissão em direto de maus tratos a animais, bem como a automutilações dos adolescentes.</p>
<p>O objetivo dos autores dos atos seria obterem reconhecimento do jovem e subirem na hierarquia da comunidade &#8216;online&#8217;.</p>
<p>Algumas menores terão sido coagidas a praticar os atos depois de terem sido ludibriadas a enviarem fotografias íntimas.</p>
<p>O grupo, com presença noutras plataformas, terá igualmente servido para o suspeito partilhar pornografia de menores e difundir conteúdos de ódio contra pessoas homossexuais e negras, tendo chegado a partilhar imagens suas com uma farda nazi e uma caçadeira.</p>
<p>Na modalidade de instigação, o arguido está acusado pelo Ministério Público de um crime de homicídio qualificado, seis tentativas de homicídio e três de morte e maus tratos de animal de companhia.</p>
<p>Responde também por um crime de instigação pública a um crime, um de apologia pública de um crime, um de associação criminosa, 224 de pornografia de menores, incluindo 18 agravados, um de incitamento ou ajuda ao suicídio agravado, quatro de coação agravada e um de discriminação e incitamento ao ódio e à violência.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768374]]></sapo:autor>
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		<title>Contratos com Águas de Gaia a troco de jantares, eletrodomésticos, férias e obras, revela MP</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:17:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público (MP) sustenta que os sete funcionários da Águas de Gaia (ADGAIA) detidos manipularam, alegadamente, dezenas de contratos para adjudicação ao mesmo empreiteiro em troca de dinheiro, eletrodomésticos, compras, jantares, férias, obras em casa e consultas médicas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério Público (MP) sustenta que os sete funcionários da Águas de Gaia (ADGAIA) detidos manipularam, alegadamente, dezenas de contratos para adjudicação ao mesmo empreiteiro em troca de dinheiro, eletrodomésticos, compras, jantares, férias, obras em casa e consultas médicas.</p>
<p>Um despacho judicial, a que a agência Lusa teve hoje acesso, refere que, entre 2009 e 03 de fevereiro de 2026, um empresário da construção, outro dos 13 detidos na terça-feira pela Polícia Judiciária (PJ) na operação &#8220;Águas Turvas&#8221;, teve a adjudicação de 98 contratos públicos, de quase 11 milhões de euros, 81 deles celebrados com a ADGAIA, tendo emitido faturas à empresa municipal no montante global de cerca de 8,5 milhões de euros.</p>
<p>A investigação diz que em 2024 e em 2025 este empreiteiro faturou à ADGAIA cerca de 1,8 milhões de euros, representando 73% da sua faturação total, acrescentando que, nestes dois anos, o arguido efetuou levantamentos bancários superiores a 45 mil euros, para supostos pagamentos em numerários aos funcionários detidos, alguns dos quais diretores.</p>
<p>O despacho indica que o empresário pagou almoços e jantares aos funcionários com o objetivo de, alegadamente, os recompensar e para continuar a ser beneficiado em futuras adjudicações.</p>
<p>Entre janeiro de 2024 e outubro de 2025, este empreiteiro despendeu em almoços e jantares em restaurantes mais de 54 mil euros, 11 mil euros num só restaurante de Matosinhos, distrito do Porto.</p>
<p>O despacho judicial detalha vários almoços e jantares, incluindo de Natal, ao longo destes dois anos, alegadamente pagos pelo construtor aos funcionários da ADGAIA suspeitos, que custaram, por exemplo, 681 euros, 287 euros ou 375 euros.</p>
<p>Um dos episódios descritos aconteceu em 19 de dezembro de 2025, quando o empreiteiro adquiriu garrafas de whisky e outras bebidas licorosas numa garrafeira, no valor de 6.785 euros, e que ofereceu aos funcionários suspeitos que compareceram ao jantar nesse dia.</p>
<p>Descreve também viagens alegadamente pagas pelo construtor a funcionários detidos, nomeadamente a Marrocos e a Roma, em fevereiro e em abril de 2025, que custaram 2.862 euros de 3.364 euros, respetivamente, tendo também suportado, na viagem à capital de Itália, os custos das refeições realizadas pelos três suspeitos, superiores a mil euros.</p>
<p>O construtor é também suspeito de custear refeições familiares dos funcionários detidos.</p>
<p>O empreiteiro é ainda suspeito de disponibilizar, ao longo de 2025, funcionários da sua empresa para executarem obras na casa dos sogros de um dos funcionários, em Vila Nova de Gaia, distrito do Porto, para pintura de paredes, montagem de holofote, vedação de campo de galinhas, colocação de tijoleiras, sendo o custo com o material e remuneração dos funcionários suportado inteiramente pelo construtor.</p>
<p>O MP diz que o material utilizado nos trabalhos em 22 de abril de 2025 pertencia à ADGAIA.</p>
<p>O empreiteiro é também suspeito de pagar/oferecer, durante 2025, a outro dos funcionários detidos, em contrapartida das diligências com vista à adjudicação de obras a seu favor, viagens, despesas e objetos para benefício do funcionário ou do seu agregado familiar.</p>
<p>O construtor é suspeito de pagar à companheira deste funcionário uma viagem ao Brasil para visitar a família, de pagar uma consulta médica de 120 euros a esta mulher e de oferecer um frigorífico, de 390 euros, a esta família. Em dezembro de 2025, terá efetuado compras num hipermercado, de 223 euros, para entregar a esta família, entre as quais, uma carteira de 125 euros para o funcionário.</p>
<p>Na relação com um outro funcionário detido, o empreiteiro ofereceu, ao longo de 2025, vários almoços e jantares, num restaurante em Matosinhos, tendo, alegadamente, entregado a este funcionário quantias em dinheiro, em numerário, de valor ainda não apurado.</p>
<p>O construtor é também suspeito de ter dado mais de 3.000 euros a outro dos funcionários detidos.</p>
<p>Quanto à diretora detida, em contrapartidas dos procedimentos que a suspeita lançou e que se destinavam a ser adjudicados sempre ao mesmo empreiteiro, além de jantares que ofereceu à arguida e ao marido, ao longo de 2025, o construtor executou obras na residência da suspeita, no concelho de Amarante, sendo que tais obras, materiais e custos com funcionários foram integralmente suportadas pela empresa do empreiteiro.</p>
<p>Quanto ao ex-funcionário da ADGAIA detido, a investigação apurou que, em março de 2024, o suspeito, à data diretor da Direção das Águas e Abastecimento (DAA), constituiu uma sociedade à qual se dedicou plenamente a partir de maio de 2025, quando se aposentou.</p>
<p>Segundo o MP, esta sociedade não tem qualquer estrutura empresarial minimamente compatível com o exercício regular de uma atividade económica, não dispondo de trabalhadores nem de meios materiais ou logísticos.</p>
<p>Em 2024 e 2025 esta sociedade apresentou um volume de faturação de quase 1,94 milhões de euros e foi, acredita a investigação, constituída com o propósito de, através dela, o suspeito receber fundos financeiros, que lhe foram pagos por empresários detidos, como contrapartida da manipulação e favorecimento dessas empresas nos procedimentos concursais lançados por DAA, por si gerida até 15 de maio de 2025.</p>
<p>Após se aposentar, a investigação diz que o suspeito manteve a sua esfera de influência e contactos sobre alguns funcionários, particularmente sobre três dos suspeitos.</p>
<p>Os detidos na terça-feira pela PJ são sete funcionários da ADGAIA, três dos quais com cargos de chefia, um ex-funcionário e cinco empresários ligados à construção civil e à venda de materiais.</p>
<p>Em causa está a prática de crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, abuso de poder e branqueamento.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768394]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mau tempo: &#8220;É difícil&#8221; concluir apoios a casas até 30 de junho em todos os municípios, avisa ministro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:16:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Manuel Castro Almeida]]></category>
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					<description><![CDATA[O ministro da Coesão Territorial admitiu hoje que será "difícil" a conclusão, até 30 de junho, de todos os processos de apoio a habitações destruídas pelas tempestades do início do ano, sobretudo nos municípios da região Centro.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O ministro da Coesão Territorial admitiu hoje que será &#8220;difícil&#8221; a conclusão, até 30 de junho, de todos os processos de apoio a habitações destruídas pelas tempestades do início do ano, sobretudo nos municípios da região Centro.</P><br />
<P>&#8220;Continuo a ter a expectativa de ver cumprido aquilo que era o objetivo definido pelas Comunidades Intermunicipais e pelas CCDR [Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional], do dia 30 de junho. Estou convencido de que nessa altura não estará tudo pronto, mas estará tudo próximo de ficar pronto&#8221;, disse, numa audição no parlamento, Manuel Castro Almeida.</P><br />
<P>O ministro afirmou estar convencido de que este prazo será cumprido na região de Lisboa, mas não em todos os municípios do Centro.</P><br />
<P>&#8220;A região do Centro é mais difícil cumprir, mas também acredito que não andaremos muito longe. A não ser cumprido, há de ser em poucos municípios que têm um volume muito elevado de candidaturas&#8221;, afirmou, exemplificando que, das 39 mil candidaturas a apoios a habitações, o município de Leiria tem mais 10 mil, pelo que &#8220;o esforço que se lhe pede é muitíssimo maior&#8221;.</P><br />
<P>Castro Almeida sublinhou que a data de 30 de junho lhe foi indicada durante uma reunião, na zona de Leiria, com as CCDR e com as Comunidades Intermunicipais (CIM), durante a qual &#8220;uns e outros&#8221; disseram &#8220;que iam fazer os melhores esforços&#8221; para &#8220;estabelecer como objetivo o dia 30 de junho para terem os processos concluídos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Passou a dizer-se que o ministro prometeu ter tudo resolvido até ao dia 30 de junho. Não é verdade. Os factos são outros. [&#8230;] Eu adotei este prazo como bom e comuniquei que as CCDR e as Comunidades Intermunicipais iam tentar cumprir este prazo&#8221;, disse.</P><br />
<P>Castro Almeida reiterou ainda que não atribuiu a responsabilidade dos atrasos às Câmaras Municipais, realçando que estas autarquias são responsáveis pelas avaliações e &#8220;tiveram e ainda têm grande dificuldade em fazer este trabalho suplementar que acrescenta ao muito trabalho que normalmente têm&#8221;.</P><br />
<P>Na terça-feira, a CIM da Região de Leiria recusou assumir a data de 30 de junho para concluir a avaliação dos prejuízos em habitações devido ao mau tempo.</P><br />
<P>O ministro disse hoje que cerca de 40% dos processos para apoio à recuperação de habitações afetadas pelas tempestades estão resolvidos, tendo já sido pagas 9.237 candidaturas das 35.900 candidaturas.</P><br />
<P>Cerca de 4.700 candidaturas foram indeferidas, pelo que estão resolvidos &#8211; pagos ou indeferidos &#8211; 13.965 processos, ou seja, cerca de 40%.</P><br />
<P></P><br />
<P>RCS/MES (SR) // ROC </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768375]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mau tempo: E-Redes prevê enterrar linhas para reforçar rede que ficou &#8220;mais frágil&#8221;</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/mau-tempo-e-redes-preve-enterrar-linhas-para-reforcar-rede-que-ficou-mais-fragil/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:15:18 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o responsável da empresa que opera a rede de distribuição de eletricidade em Portugal continental, "a rede ficou mais frágil do que estava", depois de soluções provisórias adotadas para acelerar a reposição do fornecimento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da E-Redes disse hoje que a rede elétrica afetada pelo comboio de tempestades ficou &#8220;mais frágil&#8221; após reposições provisórias e que a empresa está agora focada em consolidar e aumentar a resiliência nas zonas atingidas.</p>
<p>&#8220;Privilegiámos muito a rapidez, o que quer dizer que parte das soluções que nós implementámos são soluções não definitivas&#8221;, afirmou José Ferrari Careto, presidente executivo da E-Redes, numa audição na Comissão de Ambiente e Energia, requerida pela Iniciativa Liberal, sobre a reposição de energia elétrica após a tempestade Kristin.</p>
<p>Segundo o responsável da empresa que opera a rede de distribuição de eletricidade em Portugal continental, &#8220;a rede ficou mais frágil do que estava&#8221;, depois de soluções provisórias adotadas para acelerar a reposição do fornecimento.</p>
<p>&#8220;Estamos agora apostados nessa consolidação, ou seja, repor como estava&#8221; e, aproveitando esse trajeto, &#8220;aumentar a resiliência através de alguns enterramentos, nomeadamente em relação a ter mais postes em alguns casos, reforçar a robustez dos cabos que estamos a instalar ou reforçar o telecomando&#8221;, acrescentou.</p>
<p>A empresa tem em curso soluções definitivas para aumentar a resiliência, incluindo o enterramento da linha de média tensão Marinha Grande-Vieira II, o enterramento da linha de alta tensão Ranha-Ortigosa-Pinheiros, em Leiria, e a alteração do percurso de uma linha de média tensão numa zona florestal da Sertã.</p>
<p>Na apresentação inicial, o responsável detalhou que a tempestade Kristin deixou um milhão de clientes sem energia elétrica no pico, em 28 de janeiro, tendo 60% sido repostos nas primeiras 24 horas.</p>
<p>José Ferrari Careto afirmou que, &#8220;neste momento&#8221;, a empresa está &#8220;100% dedicada&#8221; à consolidação das zonas afetadas pelo comboio de tempestades que assolou o país no início do ano, admitindo que a principal preocupação atual é a &#8220;disponibilidade de mão-de-obra para poder fazer essa recuperação em tempo&#8221;.</p>
<p>O presidente da E-Redes disse ainda que, &#8220;à data de hoje&#8221;, não há clientes sem fornecimento de eletricidade na sequência destas intempéries.</p>
<p>Ferrari Careto defendeu que o impacto da tempestade deve ser lido à luz do equilíbrio entre custo e risco na construção da rede elétrica ao longo de décadas.</p>
<p>&#8220;Sabemos que neste equilíbrio entre risco e custo houve um conjunto de decisões que foram sendo tomadas ao longo de muitos anos [&#8230;] em que se privilegiou, em alguns casos, o custo, ou melhor, a ausência dele, ou, noutros casos, o risco, ou a resistência, ou a robustez da rede que havia a instalar&#8221;, afirmou.</p>
<p>O responsável sublinhou que &#8220;não há qualquer infraestrutura que esteja preparada ou alguma vez venha a estar preparada para qualquer evento&#8221;, mas admitiu que a E-Redes tem de retirar lições da Kristin.</p>
<p>A apresentação da empresa aponta para mais de 6.000 quilómetros de rede afetada, mais de 5.300 postes ou apoios, 8.700 postos de transformação de distribuição, 47 subestações com danos e 24 subestações sem alimentação.</p>
<p>Sobre o recurso a geradores durante a tempestade descrita como um evento de &#8220;dimensão sem precedentes&#8221;, Ferrari Careto disse que a falta destes equipamentos nunca foi um estrangulamento na reposição do serviço.</p>
<p>&#8220;Em altura alguma, o número de geradores disponíveis foi um estrangulamento na reposição do serviço&#8221;, afirmou, explicando que a empresa teve 500 geradores disponíveis no pico da crise e 470 instalados.</p>
<p>O responsável indicou que os geradores foram colocados sobretudo em postos de transformação, sempre que a rede de baixa tensão a jusante estivesse em condições de distribuir energia aos clientes finais.</p>
<p>&#8220;Não pusemos geradores em entidades privadas e não o fizemos porque entendemos que devíamos priorizar a reposição do serviço ao maior número possível de pessoas&#8221;, afirmou.</p>
<p>Ferrari Careto acrescentou que foram priorizados &#8220;hospitais&#8221; e &#8220;entidades públicas&#8221; e que, no caso das entidades privadas, a empresa entendeu que estas deveriam ter preparação própria para situações desta natureza.</p>
<p>A E-Redes disse ter mobilizado mais de 2.700 operacionais, cerca de 300 vindos de fora, incluindo parceiros internacionais, mais de 1.250 viaturas e mais de 500 geradores e cinco centrais móveis.</p>
<p>O presidente da empresa rejeitou ainda críticas sobre falta deliberada de informação, afirmando que a empresa procurou não criar expectativas que não pudesse cumprir.</p>
<p>&#8220;Tivemos uma preocupação muito grande de falar sempre verdade e de partilhar toda a informação que tínhamos com toda a gente&#8221;, disse.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768346]]></sapo:autor>
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		<title>Famílias alertam: Novas regras podem travar entrada de alunos com deficiência no ensino superior</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:13:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A polémica centra-se no impacto das alterações ao contingente prioritário para candidatos com deficiência, que passa a depender exclusivamente desse critério.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As novas regras de acesso ao ensino superior estão a gerar preocupação entre famílias de estudantes com doenças graves e incapacitantes, que alertam para o risco de exclusão de candidatos que, apesar de verem o seu percurso escolar afetado por problemas de saúde, não conseguem obter um atestado multiusos com incapacidade igual ou superior a 60%. A polémica centra-se no impacto das alterações ao contingente prioritário para candidatos com deficiência, que passa a depender exclusivamente desse critério.</p>
<p>Ao <a href="https://www.publico.pt/2026/05/27/sociedade/noticia/novas-regras-acesso-superior-restringem-entrada-estudantes-deficiencia-2176159" target="_blank" rel="noopener">Público</a>, várias famílias relatam situações em que o processo de atribuição do atestado multiusos é moroso e nem sempre reflete a realidade clínica dos estudantes. É o caso de uma mãe da região do Porto, cujo filho do 12.º ano, com síncope neurocardiogénica desde a infância, enfrenta sucessivas dificuldades administrativas e médicas para ver reconhecida a sua condição, aguardando ainda uma decisão definitiva sobre o pedido de atestado.</p>
<p>A mesma família descreve um percurso longo e burocrático, iniciado em setembro, com várias consultas de junta médica e avaliações clínicas que resultaram inicialmente num grau de incapacidade de apenas 29%, valor que não permite o acesso ao contingente especial. “Ele até tem uma mediazinha boa, mas aqui no Porto as médias são muito altas e convinha que ele ficasse próximo de casa”, refere a mãe, sublinhando que o filho poderá ser submetido a uma cirurgia delicada e que continua a aguardar nova decisão após recurso.</p>
<p>A nova portaria do Regulamento do Concurso Nacional de Acesso e Ingresso no Ensino Superior Público para 2026/27 determina agora que apenas podem concorrer ao contingente prioritário os estudantes com atestado médico de incapacidade multiusos igual ou superior a 60%, eliminando mecanismos anteriores que permitiam a inclusão de casos avaliados por comissões de peritos com base em relatórios clínicos e pedagógicos.</p>
<p>Até agora, os candidatos sem atestado podiam ser admitidos ao contingente mediante decisão favorável de uma comissão especializada, que avaliava documentação médica, informação escolar e relatórios técnico-pedagógicos. Esses elementos permitiam enquadrar situações de doenças incapacitantes mesmo quando não atingiam formalmente os 60% de incapacidade. Entre 2023 e 2025, este mecanismo permitiu analisar 48 candidaturas, das quais 37 resultaram em colocação no ensino superior.</p>
<p>Com a nova regra, esse mecanismo desaparece, o que tem levado várias famílias a alertar para o risco de exclusão de estudantes com doenças graves, mas sem acesso atempado ao atestado ou cuja condição não é devidamente enquadrada na Tabela Nacional de Incapacidades. Algumas críticas apontam ainda a morosidade do sistema de juntas médicas, com atrasos que podem comprometer prazos de candidatura.</p>
<p>Em resposta, o Ministério da Educação, Ciência e Inovação defende que a alteração pretende “clarificar e uniformizar os critérios de acesso” ao contingente e assegurar “uma avaliação objectiva, transparente e juridicamente consistente”, alinhando o regime com outros apoios estatais que já exigem o mesmo tipo de certificação. A tutela admite ter recebido alguns alertas de encarregados de educação, mas considera-os pontuais e sem expressão generalizada, acrescentando que não existem indícios de irregularidades na emissão dos relatórios técnico-pedagógicos.</p>
<p>No concurso nacional de acesso ao ensino superior, este contingente reserva atualmente 4% das vagas da primeira fase e 2% da segunda fase. Nos últimos anos, os números de colocação variaram: 214 estudantes foram colocados em 2024/25 e 152 no concurso de 2025/26, evidenciando uma utilização significativa do mecanismo agora alvo de alteração.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768275]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura diz que vai tentar corrigir na especialidade &#8220;o que está mal&#8221; na reforma do Tribunal de Contas</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/ventura-diz-que-vai-tentar-corrigir-na-especialidade-o-que-esta-mal-na-reforma-do-tribunal-de-contas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:13:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[André Ventura]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[tribunal de contas]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega disse que vai tentar, na especialidade, "corrigir o que está mal" na reforma do Tribunal de Contas, mas espera que a lei não seja aprovada em votação final global e não entre em vigor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega disse que vai tentar, na especialidade, &#8220;corrigir o que está mal&#8221; na reforma do Tribunal de Contas, mas espera que a lei não seja aprovada em votação final global e não entre em vigor.</P><br />
<P>&#8220;O Chega deu a garantia ao Presidente da República que, na fase da especialidade, mesmo tendo procurado evitar que esta lei fosse aprovada, mas que na fase da especialidade trabalhará para que, mesmo assim, haja a capacidade de corrigir o que está mal feito e, caso venha a ser aprovada, que esperemos que não aconteça, mas, caso venha a ser aprovada, que seja menos mal do que está e que não dê espaço a espaços de impunidade e de falta de transparência&#8221;, afirmou o líder do Chega.</P><br />
<P>André Ventura falava aos jornalistas no Palácio de Belém, depois de uma audiência de cerca de uma hora com o Presidente da República, António José Seguro, pedida para abordar este tema.</P><br />
<P>O líder do Chega, partido que votou contra a proposta do Governo na generalidade, quer que &#8220;a legislação que venha a ser aprovada não dê e não contrarie todo o espírito que foi, por exemplo, o espírito da segunda volta das eleições presidenciais&#8221;, disputada entre ele próprio e António José Seguro.</P><br />
<P>Segundo Ventura, &#8220;foi unânime&#8221; nos dois candidatos mais votados que o país &#8220;tinha que ter uma cultura de exigência, mesmo na administração pública, de transparência e de combate à corrupção&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768376]]></sapo:autor>
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		<title>Lisboa perde 2.000 camas e agrava pressão nos cuidados continuados, alerta associação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:12:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[ANCC]]></category>
		<category><![CDATA[Associação Nacional de Cuidados Continuados]]></category>
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					<description><![CDATA[A Associação Nacional de Cuidados Continuados (ANCC) afirmou hoje que cerca de 2.000 camas previstas no PRR para Lisboa e Vale do Tejo ficaram por executar, admitindo que a falta de resposta poderá agravar os internamentos sociais na região.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Associação Nacional de Cuidados Continuados (ANCC) afirmou hoje que cerca de 2.000 camas previstas no PRR para Lisboa e Vale do Tejo ficaram por executar, admitindo que a falta de resposta poderá agravar os internamentos sociais na região.</p>
<p>Ouvido na Comissão Parlamentar de Saúde, a requerimento do PS, sobre &#8220;o agravamento dos internamentos sociais&#8221;, o presidente da ANCC confirmou &#8220;um agravamento&#8221; da situação, numa altura em que estes casos aumentaram para 2.800 em março deste ano, ocupando 14% das camas dos hospitais públicos após alta clínica.</p>
<p>Para José Bourdain, &#8220;a solução&#8221; para esta situação poderá passar pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e pelo Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais (PARES), com a abertura de mais respostas em apoio domiciliário, estruturas residenciais para pessoas idosas (ERPI) e camas em cuidados continuados.</p>
<p>&#8220;Ainda assim, admito que o problema não se resolverá por completo, embora possa melhorar sobretudo no Norte e no Centro do país&#8221;, afirmou.</p>
<p>Já em Lisboa e Vale do Tejo, disse acreditar que o cenário &#8220;irá manter-se ou até mesmo agravar-se&#8221; devido aos atrasos na execução do PRR na área dos cuidados continuados.</p>
<p>&#8220;O PRR, na minha opinião, foi catastrófico&#8221;, afirmou, sublinhando que &#8220;dois terços do PRR ficaram por executar&#8221; nesta área, devido aos atrasos que começaram no anterior Governo e se prolongaram no atual executivo.</p>
<p>José Bourdain criticou ainda a burocracia associada à entrada em funcionamento de novas camas de cuidados continuados, relatando casos de unidades que permanecem cerca de um ano à espera de aprovação administrativa apesar de já terem instalações disponíveis.</p>
<p>Durante a audição, o responsável reiterou que o principal problema da rede continua a ser o &#8220;subfinanciamento crónico&#8221; das unidades.</p>
<p>Apesar da criação de novas camas financiadas pelo PRR, várias unidades têm encerrado por falta de sustentabilidade financeira.</p>
<p>&#8220;Temos capacidade instalada e devido ao subfinanciamento deixámos fechar camas, deixámos fechar edifícios&#8221;, afirmou, indicando que nos últimos anos encerraram mais de 300 camas. Só no final do ano passado fecharam 110 e no final de março deste ano mais 58 camas.</p>
<p>José Bourdain criticou ainda o atraso na aplicação dos aumentos previstos para o setor social, afirmando que os compromissos assinados pelos governos continuam &#8220;no papel&#8221;, apesar do aumento dos custos das instituições, sobretudo com salários.</p>
<p>&#8220;Os salários aumentam, mas depois a receita fica exatamente igual. Portanto, matematicamente é uma equação impossível&#8221;, declarou.</p>
<p>Sobre as chamadas &#8220;camas intermédias&#8221;, medida defendida pelo atual Governo, admitiu que poderá ser &#8220;uma solução interessante&#8221;, mas considerou que &#8220;a curto prazo&#8221; terá impacto reduzido, uma vez que as instituições tendem a utilizar as camas disponíveis para respostas permanentes, como cuidados continuados ou estruturas residenciais para idosos.</p>
<p>O responsável defendeu ainda que o reforço da rede de cuidados continuados, das ERPI e do apoio domiciliário permitiria aliviar a pressão sobre os hospitais.</p>
<p>&#8220;Se os apoios domiciliários funcionarem bem, se as ERPI funcionarem bem, se a rede de cuidados continuados funcionar bem (&#8230;), os hospitais são perfeitamente capazes de dar resposta às necessidades da população&#8221;, afirmou, defendendo que atualmente parte da pressão hospitalar resulta da permanência de pessoas que &#8220;não deviam estar lá&#8221;.</p>
<p>Na parte final da audição, José Bourdain criticou a composição dos grupos de trabalho ligados aos cuidados continuados, considerando que faltam representantes com conhecimento técnico e experiência prática na área.</p>
<p>&#8220;O que se espera dos responsáveis políticos é que basicamente nos ouvissem, que infelizmente não ouvem&#8221;, concluiu o presidente da ANCC, que representa cerca de 20% da rede de cuidados continuados.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768380]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Alerta para trovoadas secas e calor de 40 ºC: as regiões de Portugal em maior risco a partir desta tarde</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 12:04:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[calor]]></category>
		<category><![CDATA[estado do tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[trovoadas]]></category>
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					<description><![CDATA[Fenómeno ocorre quando há relâmpagos e trovões, mas a chuva evapora antes de chegar ao solo, devido à presença de camadas de ar muito quente e seco entre a base da nuvem e a superfície]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O calor intenso que tem marcado os últimos dias em Portugal deverá atingir o pico esta quarta-feira, com temperaturas que podem chegar aos 40/41 ºC em algumas regiões, num dia em que a instabilidade atmosférica aumenta o risco de trovoadas fortes e, em algumas zonas, de trovoadas secas. O foco principal deverá concentrar-se no Interior Norte, em particular em Trás-os-Montes, mas também nas áreas montanhosas do Centro e na província de Ourense, na Galiza, de acordo com a análise divulgada pelo Meteo Trás os Montes.</p>
<p><iframe src="https://www.facebook.com/plugins/post.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2FMeteoTrasOsMontes%2Fposts%2Fpfbid0Gkmh6MxbZgX7wojGzCRGqwR9n5as1NTFduaSMCATyabjKZ6NZoo2t9SCfDeDoRfNl&#038;show_text=true&#038;width=500" width="500" height="679" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowfullscreen="true" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share"></iframe></p>
<p>O período mais crítico deverá ocorrer durante esta tarde e o início da noite. As últimas saídas do modelo de alta resolução HARMONIE-AROME apontam para forte atividade convectiva, com núcleos potencialmente severos e elevada densidade de raios. Este cenário pode traduzir-se em trovoadas fortes, queda de granizo, rajadas de vento localmente intensas e fenómenos extremos de vento em pontos isolados.</p>
<p>O maior receio está, contudo, na possibilidade de trovoadas secas. Este fenómeno ocorre quando há relâmpagos e trovões, mas a chuva evapora antes de chegar ao solo, devido à presença de camadas de ar muito quente e seco entre a base da nuvem e a superfície. Visualmente, essa precipitação que fica suspensa e não atinge o solo é conhecida como ‘virga’.</p>
<p>O risco é particularmente relevante em dias de muito calor, baixa humidade e elevada energia convectiva. Segundo o &#8216;Tempo.pt&#8217;, as zonas onde se prevê maior concentração de descargas elétricas esta quarta e quinta-feira são as regiões Norte e Centro, sobretudo o interior e as áreas montanhosas. A tarde desta quarta-feira deverá ser o período mais agitado, com atividade elétrica prevista em parte significativa dos distritos de Viana do Castelo, Braga, Vila Real e Bragança, onde poderá ser mais intensa, bem como Guarda, Viseu, Coimbra e o interior dos distritos do Porto e Aveiro.</p>
<p>A combinação entre calor extremo, descargas elétricas e pouca precipitação aumenta o perigo de ignição de incêndios rurais. Quando os raios atingem solo seco, mato ou árvores, podem desencadear focos de incêndio, sobretudo se a chuva associada à trovoada não chegar ao solo. As rajadas convectivas, ainda que localizadas, podem depois favorecer uma propagação rápida das chamas.</p>
<p>As previsões para este tipo de situação continuam a ter elevada incerteza. As trovoadas podem formar-se de forma muito localizada, podendo ser mais intensas do que o previsto em algumas zonas e quase inexistentes noutras. Ainda assim, o consenso entre vários modelos aponta para risco acrescido no Norte do país, no Interior Norte, em Trás-os-Montes, nas zonas montanhosas do Centro e, do lado espanhol, em Ourense.</p>
<p>O risco para pessoas também não deve ser desvalorizado. Mesmo quando a trovoada é dispersa ou parece distante, os raios continuam a representar perigo em espaços abertos, junto de árvores isoladas, em zonas elevadas ou em locais sem abrigo seguro. As árvores isoladas são especialmente perigosas, por poderem funcionar como para-raios naturais.</p>
<p>Depois deste episódio de instabilidade, as temperaturas deverão começar a descer. A partir da tarde de quinta-feira, a entrada de fluxo de noroeste deverá trazer ar mais húmido e favorecer o aparecimento de nevoeiro no litoral, que poderá tornar-se persistente em algumas zonas. Até lá, o alerta principal mantém-se: calor intenso, trovoadas localmente fortes e risco de trovoadas secas com potencial para provocar ignições.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768377]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Venderam peças de avião com “risco” para passageiros e tripulantes, incluindo à TAP: agora respondem em tribunal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:49:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[TAP]]></category>
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					<description><![CDATA[Arguidos, em prisão preventiva há cerca de um ano na sequência da operação "Voo Cego" da Polícia Judiciária (PJ), são um empresário e dois funcionários da área de manutenção aeronáutica]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Três pessoas foram acusadas pelo Ministério Público (MP) de atentado contra a segurança no ar e outros crimes pela alegada venda de peças para motores sem requisitos a companhias aéreas, entre as quais a TAP, anunciou esta quarta-feira o MP.</p>
<p>Os arguidos, em prisão preventiva há cerca de um ano na sequência da operação &#8220;Voo Cego&#8221; da Polícia Judiciária (PJ), são um empresário e dois funcionários da área de manutenção aeronáutica, um deles da TAP Maintenance &#038; Engineering (TAP M&#038;E), subsidiária da TAP.</p>
<p>Segundo o Departamento Central de Investigação e Ação Penal (DCIAP), entre 2015 e 2023, os três arguidos ter-se-ão dedicado, em conjunto com um cidadão britânico, &#8220;à apropriação ilícita, nos &#8216;stocks&#8217; de companhias aéreas, entre as quais a TAP Air Portugal, SA e a Hi Fly, de peças e componentes aeronáuticos&#8221; e à sua venda, &#8220;sustentada em documentação de aeronavegabilidade falsificada, a companhias certificadas para a manutenção, reparação e operações com aeronaves&#8221;, incluindo a TAP M&#038;E.</p>
<p>O plano terá sido gizado pelo cidadão britânico e as peças vendidas através de uma sociedade constituída no Reino Unido, a AOG Technics.</p>
<p>O homem foi detido no Reino Unido em 2023 na sequência de uma denúncia da TAP M&#038;E de que os componentes adquiridos à AOG Technics &#8220;não cumpriam os requisitos de aeronavegabilidade exigidos pelos fabricantes originais dos motores CFM56&#8221;, tendo o esquema continuado através de uma outra empresa constituída então por um dos arguidos agora acusados.</p>
<p>Um &#8220;elevado número&#8221; das peças comercializadas &#8220;apresentava riscos qualificados como altos ou médios na utilização em motores em operação, acarretando perigo para a vida ou para a integridade física de passageiros e tripulantes de aeronaves em cujos motores tais peças pudessem operar, assim como para as próprias aeronaves&#8221;, concluiu uma perícia da Força Aérea Portuguesa.</p>
<p>Dois dos arguidos são ainda suspeitos de &#8220;terem ocultado à administração tributária os rendimentos obtidos nos anos fiscais de 2019 e 2020 com a prática dos factos&#8221;, refere o DCIAP.</p>
<p>Na acusação, o Ministério Público pede ainda que os três arguidos sejam condenados a pagar ao Estado, &#8220;a título de valor de vantagens ilícitas&#8221;, cerca de 1,1 milhões de euros e quase 13 mil dólares.</p>
<p>No total, os suspeitos foram acusados em 22 de maio passado dos crimes de associação criminosa, atentado contra a segurança de transporte por ar, corrupção passiva agravada, corrupção passiva no comércio privado agravada, peculato, burla qualificada, falsificação de documento, furto qualificado, acesso ilegítimo, dano informático e fraude fiscal qualificada.</p>
<p>A investigação começou em fevereiro de 2024 e decorreu, a partir de novembro seguinte, em &#8220;contexto de Equipa de Investigação Conjunta com o Serious Fraud Office do Reino Unido&#8221;, dedicado, tal como o DCIAP, ao combate ao crime financeiro de especial complexidade.</p>
<p>Em maio de 2025, a TAP confirmou à Lusa a realização de buscas nas suas instalações &#8220;relacionadas com um caso judicial&#8221; em que a companhia aérea &#8220;é denunciante&#8221;, escusando-se, à data, a fazer qualquer comentário.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768360]]></sapo:autor>
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		<title>Explicador. EUA preparam corte drástico no apoio militar à NATO na Europa. O que está em causa?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:45:46 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[defesa]]></category>
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					<description><![CDATA[Em causa está uma redução dos compromissos americanos no chamado ‘Modelo de Forças’ da NATO, estrutura criada após a invasão russa da Ucrânia para garantir uma resposta rápida a crises e ameaças contra o bloco]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os Estados Unidos estarão a preparar uma redução significativa da sua contribuição militar para a NATO na Europa, numa decisão que pode obrigar os aliados europeus a assumir uma fatia muito maior da defesa convencional do continente. A informação foi avançada pelo jornal alemão ‘Der Spiegel’, depois de um enviado do secretário da Defesa americano, Pete Hegseth, ter comunicado a intenção de Washington numa reunião na sede da Aliança Atlântica, em Bruxelas.</p>
<p>Em causa está uma redução dos compromissos americanos no chamado ‘Modelo de Forças’ da NATO, estrutura criada após a invasão russa da Ucrânia para garantir uma resposta rápida a crises e ameaças contra o bloco. Este modelo define as capacidades e unidades militares que o Comandante Supremo Aliado da NATO na Europa pode mobilizar para dissuadir ameaças e defender território aliado.</p>
<p>A decisão, ainda que esperada, terá surpreendido vários responsáveis aliados pela dimensão dos cortes previstos. Os Estados Unidos contribuem atualmente com quase metade das capacidades do modelo europeu, mas a Administração Trump tem pressionado há mais de um ano os parceiros europeus para uma repartição mais equilibrada dos encargos de defesa.</p>
<p>Segundo o &#8217;20 Minutos&#8217;, Alexander Vélez-Green, assessor de Pete Hegseth, apresentou aos representantes dos países da NATO dados para justificar a decisão americana. A mensagem transmitida por Washington é clara: a Europa terá de compensar a redução das capacidades militares dos EUA e assumir um papel muito mais robusto na sua própria defesa convencional.</p>
<p>Entre as áreas em análise estará uma forte redução da contribuição americana em bombardeiros estratégicos para a NATO. Também estará a ser considerada a retirada de um terço dos caças atualmente destacados para a defesa europeia. A compra de F-35 por países europeus, como Alemanha e Polónia, poderá ajudar a compensar parte dessa retirada, mas há uma diferença crítica: nenhum país europeu dispõe de bombardeiros estratégicos com capacidade para transportar armas nucleares.</p>
<p>Ainda assim, Washington terá garantido que a dissuasão nuclear na Europa continuará a ser um elemento central da sua política de defesa. O recuo americano deverá incidir sobretudo sobre capacidades convencionais, incluindo menor apoio em destróieres, submarinos, drones de reconhecimento e drones armados.</p>
<p>Na reunião em Bruxelas, o enviado da Casa Branca terá pedido aos países europeus que resolvam rapidamente as suas divergências e reforcem as capacidades em falta. Ao mesmo tempo, os Estados Unidos terão manifestado disponibilidade para continuar a cooperar com os aliados, mesmo num cenário de redução da sua presença militar direta.</p>
<p>A eventual decisão pode representar um ponto de viragem para a NATO. A Aliança já parte do princípio de que a presença americana na Europa será reduzida, mas tem insistido na necessidade de previsibilidade para que os aliados possam adaptar os seus planos de defesa. O problema é que a meta assumida no ano passado de elevar a despesa militar para 5% do PIB continua longe de ser cumprida pela maioria dos países.</p>
<p>Para a Europa, o aviso é estratégico e financeiro. Se os EUA avançarem com cortes desta dimensão, os governos europeus terão de acelerar compras militares, reforçar capacidades industriais e assumir responsabilidades que, durante décadas, dependeram em larga medida do poder militar americano.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768335]]></sapo:autor>
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		<title>Parque eólico da Galp no litoral alentejano já não vai avançar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:40:20 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Câmara de Odemira informou que a Galp não vai construir um novo parque eólico no Alentejo Litoral, para fornecimento de energia necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na unidade da empresa em Sines, distrito de Setúbal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara de Odemira informou que a Galp não vai construir um novo parque eólico no Alentejo Litoral, para fornecimento de energia necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na unidade da empresa em Sines, distrito de Setúbal.</p>
<p>Segundo a Câmara de Odemira, no distrito de Beja, em nota publicada na sua página na rede social Facebook, &#8220;em reunião com os promotores do Parque Eólico das Cachenas, estes transmitiram a decisão de não avançar com o projeto&#8221;.</p>
<p>A autarquia lembrou que, &#8220;em vários momentos&#8221;, e com sustentação no parecer da Agência Portuguesa do Ambiente (APA), &#8220;considerou que este projeto não traria quaisquer benefícios práticos para a população, bem pelo contrário&#8221;.</p>
<p>&#8220;Descaracterizaria a paisagem natural e, consequentemente, colocava em causa a atratividade turística numa zona de forte atividade económica ligada ao setor&#8221;, sustentou.</p>
<p>Por isso, acrescentou o município, &#8220;este é um momento importante de afirmação da vontade coletiva no concelho de Odemira e em especial em Vila Nova de Milfontes&#8221;.</p>
<p>A Câmara de Odemira disse ainda que o anúncio do Parque Eólico das Cachenas deu origem a uma petição &#8216;online&#8217; a pedir a sua suspensão, que recolheu 5.595 assinaturas, &#8220;demonstrando, de forma inequívoca, a unanimidade com que a comunidade rejeitou este projeto&#8221;.</p>
<p>O município acrescentou que foi também criado o grupo de trabalho SOS Malhão, &#8220;através de uma plataforma &#8216;online&#8217;, com o objetivo de fornecer e disseminar informação junto dos órgãos de comunicação social, população e salvaguardar os interesses deste território&#8221;.</p>
<p>Idealizado para garantir o fornecimento de energia elétrica renovável necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na unidade da Galp em Sines, o projeto do Parque Eólico das Cachenas esteve em consulta pública no mês de janeiro.</p>
<p>De acordo com o estudo prévio, consultado então pela agência Lusa, o futuro Parque Eólico das Cachenas consistia numa unidade de produção para autoconsumo e abrangia os territórios de quatro freguesias nos concelhos de Odemira, no distrito de Beja, de Santiago do Cacém e de Sines, no de Setúbal.</p>
<p>O projeto, cujo investimento não era revelado no documento, tinha como objetivo o fornecimento de energia elétrica renovável necessária à produção e armazenamento de hidrogénio verde na Unidade de Produção de Hidrogénio da Galp em Sines.</p>
<p>Denominado por projeto GalpH2Park, ficaria situado numa área adjacente à refinaria na Zona Industrial e Logística de Sines, tendo uma capacidade total instalada de cerca 129,2 megawatts (MW) e uma produção anual estimada de 308 gigawatts (GWh)/ano.</p>
<p>O projeto previa a instalação de 19 aerogeradores, com uma potência unitária de 6,8 MW, correspondendo a uma potência total instalada de 129,2 MW.</p>
<p>Cada aerogerador teria um diâmetro de rotor aproximado de 175 metros e uma altura entre 112 e 119 metros.</p>
<p>O documento que esteve em consulta pública acrescentava que o parque teria um prazo de vida útil de 35 anos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768348]]></sapo:autor>
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		<title>Ventura diz que Passos se referia ao Governo quando comparou &#8220;políticos postiços&#8221; a &#8220;prostitutos sem caráter&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:38:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente do Chega, André Ventura, considerou hoje que o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho se referia ao Governo quando falou em políticos que se tornam postiços comparando-os a "prostitutos sem caráter".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente do Chega, André Ventura, considerou hoje que o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho se referia ao Governo quando falou em políticos que se tornam postiços comparando-os a &#8220;prostitutos sem caráter&#8221;.</p>
<p>&#8220;Penso que é claro que o doutor Pedro Passos Coelho se estava a referir àqueles que governam não a pensar nas próximas gerações, mas a pensar nas próximas eleições. E neste momento só está a governar uma entidade, que é o Governo&#8221;, afirmou.</p>
<p>O líder do Chega falava aos jornalistas no Palácio de Belém, depois de uma audiência de cerca de uma hora com o Presidente da República, António José Seguro.</p>
<p>Na terça-feira, na apresentação de um livro onde esteve também André Ventura, o antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho criticou os políticos que, para tentarem agradar a todos ainda mais do que os populistas, se tornam postiços, comparando-os a &#8220;prostitutos sem caráter&#8221;.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768341]]></sapo:autor>
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		<title>Banco de Portugal anuncia regras mais exigentes no crédito à habitação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:38:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O governador do Banco de Portugal anunciou hoje que será proposto um 'apertar' de regras no crédito, incluindo uma taxa de esforço mais exigente que os clientes terão de cumprir no crédito à habitação.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="text-paragraph">O governador do Banco de Portugal anunciou hoje que será proposto um &#8216;apertar&#8217; de regras no crédito, incluindo uma taxa de esforço mais exigente que os clientes terão de cumprir no crédito à habitação.</p>
<p class="text-paragraph">Na apresentação do relatório de estabilidade financeira, em Lisboa, Álvaro Santos Pereira disse que o regulador e supervisor bancário vai propor a diminuição da taxa de esforço de 50% para 45% no conjunto de empréstimos bancários.</p>
<p class="text-paragraph">Até agora, quando concedem crédito à habitação, os bancos devem garantir que os clientes não gastam mais de 50% do seu rendimento líquido em dívidas e o regulador quer baixar essa proporção, o que significa um apertar da regra de acesso ao financiamento.</p>
<p class="text-paragraph">O BdP vai propor ainda outras alterações nas regras que os bancos têm de cumprir quando emprestam dinheiro, como a diminuição das exceções permitidas e a redução da maturidade média (duração) dos empréstimos.</p>
<p class="text-paragraph">O Banco de Portugal quer ainda que as recomendações feitas aos bancos passem a ser vinculativas.</p>
<p class="text-paragraph">&#8220;Está na hora de regras macroprudenciais serem vinculativas&#8221;, disse Santos Pereira, acrescentando que faz esse apelo ao legislador até porque é o que já se passa em muitos países europeus.</p>
<p class="text-paragraph">Apesar de ir sugerir o apertar das regras na concessão de crédito, o governador disse que o BdP está disposto a &#8220;equacionar eventuais alterações no financiamento de casa para os mais jovens&#8221;.</p>
<p class="text-paragraph">Notícias saídas na imprensa nas últimas semanas já informavam que o Banco de Portugal queria ‘apertar’ as regras do crédito à habitação, desde logo baixando a taxa de esforço máxima dos clientes.</p>
<p class="text-paragraph">Desde há algum tempo, o supervisor e regulador bancário vem mostrando que está preocupado com o ritmo de concessão de empréstimos pelos bancos devido aos riscos para clientes e para bancos, o que poria em causa a estabilidade financeira. A preocupação tem sido mais falada desde que entrou em vigor a garantia pública no crédito à habitação a jovens.</p>
<p class="text-paragraph">O &#8216;apertar&#8217; da taxa de esforço pode levar a que famílias fiquem sem acesso à compra de casa.</p>
<p class="text-paragraph">Em declarações à Lusa, em 15 de maio, a associação de defesa do consumidor Deco disse que vê com bons olhos medidas que o Banco de Portugal venham a tomar no sentido de tornar o crédito mais responsável e prevenir endividamento dos cidadãos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768340]]></sapo:autor>
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		<title>Fundo do Conselho da Paz de Trump está sem dinheiro apesar de promessas de 17 mil milhões de dólares</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:37:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Trump]]></category>
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					<description><![CDATA[ fundo criado pelo Banco Mundial para apoiar o Conselho da Paz, a estrutura promovida pelo Presidente norte-americano Donald Trump para supervisionar a reconstrução e governação de Gaza no pós-guerra, ainda não recebeu qualquer financiamento efetivo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O fundo criado pelo Banco Mundial para apoiar o Conselho da Paz, a estrutura promovida pelo Presidente norte-americano Donald Trump para supervisionar a reconstrução e governação de Gaza no pós-guerra, ainda não recebeu qualquer financiamento efetivo, apesar das promessas internacionais que totalizam cerca de 17 mil milhões de dólares. A revelação foi feita esta quarta-feira pelo Financial Times, que cita quatro fontes próximas do processo.</p>
<p>Segundo o jornal britânico, nenhuma verba foi formalmente depositada no fundo administrado pelo Banco Mundial. “Zero dólares foram depositados”, afirmou uma das fontes citadas pela publicação. Ainda assim, a estrutura criada por Trump terá recebido algumas contribuições através de mecanismos alternativos, nomeadamente por via de uma conta bancária no JPMorgan, utilizada diretamente pelo Conselho da Paz.</p>
<p>Um responsável da organização explicou ao Financial Times que foram criadas “várias opções” para receber financiamento e que, até ao momento, os países e entidades doadoras “optaram por utilizar outros mecanismos”. Ao contrário do fundo do Banco Mundial, a conta do JPMorgan não está sujeita às mesmas obrigações de transparência perante os contribuintes e membros da direção do organismo.</p>
<p>Entre os poucos montantes já identificados, Marrocos terá contribuído com cerca de 20 milhões de dólares, verba utilizada para financiar o gabinete de Nickolay Mladenov, designado como alto representante para Gaza no pós-guerra, bem como os salários do comité tecnocrático palestiniano criado para administrar o território. Já os Emirados Árabes Unidos terão disponibilizado 100 milhões de dólares destinados à formação de uma nova força policial em Gaza, embora esse financiamento permaneça congelado e o programa ainda não tenha arrancado.</p>
<p>Também o Departamento de Estado norte-americano se comprometeu a redirecionar cerca de 1,2 mil milhões de dólares de programas de ajuda internacional para projetos associados à agenda do Conselho da Paz. No entanto, segundo o Financial Times, essas verbas continuam por executar. Um assessor sénior do Congresso norte-americano afirmou ao jornal que “nenhum desse dinheiro está a ser gerido pelo Conselho da Paz” e acrescentou que o Departamento de Estado não pretende, nesta fase, entregar diretamente esses fundos à estrutura criada por Trump.</p>
<p>Apesar disso, a administração norte-americana estará a estudar a possibilidade de transferir diretamente cerca de 50 milhões de dólares para a organização. Contudo, os fundos continuam bloqueados devido à ausência de mecanismos financeiros e administrativos considerados adequados para gerir dinheiro público norte-americano.</p>
<p>O Departamento de Estado limitou-se a declarar que continua a apoiar “a visão do Presidente” e que está a avaliar “como as autoridades existentes, os programas e a coordenação interagências podem melhor apoiar esses objetivos”.</p>
<p>Entretanto, o próprio Conselho da Paz reconhece que ainda não conseguiu avançar com contratos concretos para reconstrução ou segurança em Gaza. O porta-voz da organização confirmou que já foram lançados alguns concursos preliminares, mas garantiu que nenhum contrato foi ainda adjudicado. Segundo explicou, grande parte do atraso deve-se ao facto de a estrutura ainda não operar efetivamente no terreno, numa altura em que o Hamas continua armado e sem qualquer acordo político definitivo.</p>
<p>O plano originalmente apresentado por Donald Trump previa várias fases para Gaza, incluindo o desarmamento do Hamas, a retirada das forças israelitas e a reconstrução do enclave palestiniano. No entanto, segundo o Financial Times, não houve até agora progressos significativos em nenhuma dessas áreas. Duas fontes envolvidas no planeamento da reconstrução afirmaram mesmo que “nem um único dólar norte-americano” foi ainda utilizado em obras concretas em Gaza.</p>
<p>O académico palestiniano-americano Bishara Bahbah, que participou em contactos entre a administração Trump e o Hamas, afirmou ao Financial Times que o comité tecnocrático palestiniano ainda não iniciou funções em Gaza precisamente devido à ausência de financiamento operacional. Segundo explicou, os responsáveis sabem que, assim que entrarem no território, serão confrontados por milhares de pedidos de ajuda humanitária e social, sem disporem de meios financeiros ou logísticos para responder.</p>
<p>O porta-voz do Conselho da Paz admitiu igualmente que ainda não existe um sistema funcional capaz de gerir o fluxo de bens, serviços e operações previsto no plano. “Não estamos a acumular dinheiro numa conta bancária enquanto adjudicamos contratos para coisas que não podem ser entregues”, afirmou, defendendo que a organização prefere evitar compromissos financeiros antes de existirem condições reais para executar os projetos no terreno.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768324]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>De gravata e descalço: secretário da Saúde dos EUA captura cobras e acaba mordido em vídeo viral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:30:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cobras]]></category>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Robert F. Kennedy Jr]]></category>
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					<description><![CDATA[Imagens foram divulgadas esta terça-feira e rapidamente começaram a circular pela Internet]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Robert F. Kennedy Jr., secretário da Saúde dos Estados Unidos, voltou a tornar-se viral nas redes sociais depois de publicar um vídeo em que aparece a capturar duas cobras com as próprias mãos no quintal da casa de Mehmet Oz, antigo apresentador de televisão e atual responsável pelos programas públicos de saúde Medicare e Medicaid. O &#8217;20 Minutos&#8217; relata que as imagens foram divulgadas esta terça-feira e rapidamente começaram a circular pela Internet.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Cheryl cheerleads the removal of a pair of Black Racers from Dr Oz&#39;s patio. <a href="https://t.co/A0iiRzOeIF">pic.twitter.com/A0iiRzOeIF</a></p>
<p>&mdash; Robert F. Kennedy Jr (@RobertKennedyJr) <a href="https://twitter.com/RobertKennedyJr/status/2059273262220115998?ref_src=twsrc%5Etfw" target="_blank" rel="noopener">May 26, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<p>No vídeo, com cerca de 49 segundos, Kennedy surge de camisa e gravata, mas descalço, a tentar prender os dois répteis num canto do quintal da residência de Oz, na Florida. As cobras são duas cobras-pretas-do-sul, uma espécie não venenosa comum no sudeste dos Estados Unidos e conhecida pela rapidez. Ainda assim, o episódio não ficou sem sobressalto: uma das cobras contorceu-se e mordeu a mão esquerda do secretário, sem causar ferimentos graves.</p>
<p>As imagens mostram Kennedy a segurar os animais pela cauda com a mão direita, enquanto estes tentam libertar-se. Ao fundo, é possível ouvir a mulher do secretário, a atriz Cheryl Hines, a pedir-lhe cuidado. Mehmet Oz, por sua vez, comenta que as cobras estavam a acasalar antes de serem capturadas, detalhe que ajudou a tornar o vídeo ainda mais comentado nas redes sociais.</p>
<p>O episódio foi recebido com uma mistura de espanto, humor e críticas. Especialistas citados pela Associated Press lembraram que as cobras-pretas-do-sul não são perigosas para humanos, mas podem morder em autodefesa se forem manuseadas. Também alertaram que agarrar cobras pela cauda pode provocar stress nos animais e até lesões na coluna.</p>
<p>Este está longe de ser o primeiro episódio insólito envolvendo Kennedy e animais. O caso mais conhecido foi revelado pelo próprio: em 2014, encontrou a carcaça de um filhote de urso numa estrada, colocou-a na sua carrinha com a intenção de a aproveitar mais tarde e acabou por abandoná-la no Central Park, em Nova Iorque, colocando uma bicicleta por cima para simular um atropelamento.</p>
<p>A lista de histórias bizarras não fica por aí. Segundo relatos da família e de biografias recentes, Kennedy terá usado uma motosserra, nos anos 1990, para cortar a cabeça de uma baleia morta que tinha encalhado perto da propriedade da família em Massachusetts, transportando-a depois numa carrinha até Nova Iorque. Mais recentemente, uma biografia referiu ainda que mutilou o pénis de um guaxinim encontrado morto numa estrada em 2001.</p>
<p>O novo vídeo reforça uma faceta pública pouco convencional do secretário da Saúde americano, conhecido tanto pelas polémicas políticas e científicas como por episódios invulgares com animais. Desta vez, porém, foi a imagem de um membro do Governo dos Estados Unidos, de gravata e pés descalços, a ser mordido por uma cobra num quintal da Florida que bastou para incendiar as redes sociais.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768292]]></sapo:autor>
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		<title>Entrevista: “Portugal tem talento, ótimas startups e empresas familiares, mas falta ligação entre estes mundos”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[André Manuel Mendes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:27:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[Porto Business School]]></category>
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					<description><![CDATA[Em entrevista à Executive Digest, Diogo Almeida Alves, Diretor do novo Centre for Entrepreneurship, Growth &#038; Competitiveness da Porto Business School, sublinha os principais bloqueios ao crescimento em Portugal e na Europa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo Centre for Entrepreneurship, Growth &amp; Competitiveness da Porto Business School surge com a missão de aproximar mundos que, apesar de interdependentes, continuam frequentemente desconectados no ecossistema económico português: o empreendedorismo, o crescimento empresarial e a competitividade.</p>
<p>À frente da iniciativa, Diogo Almeida Alves defende uma abordagem integrada, capaz de transformar inovação em escala e ambição em resultados concretos.</p>
<p>Em entrevista à Executive Digest, o diretor do centro sublinha os principais bloqueios ao crescimento em Portugal e na Europa, desde a fragmentação dos mercados à dificuldade em escalar empresas, passando por uma cultura ainda prudente face ao risco. Entre startups e empresas familiares, talento e capital, o objetivo passa por criar pontes e gerar condições para que Portugal possa afirmar-se, de forma consistente, como uma plataforma de competitividade internacional na próxima década.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que é que o Center for Entrepreneurship, Growth &amp; Competitiveness pretende mudar de forma concreta no ecossistema português — e o que é que hoje está claramente a falhar?</strong></p>
<p>O que queremos mudar é a tendência de olhar para empreendedorismo, crescimento e competitividade como temas separados.</p>
<p>Portugal tem talento, ótimas startups e empresas familiares, bem como algumas empresas com forte internacionalização. Mas muitas vezes falta ligação entre estes mundos. É importante transformar inovação em crescimento. Transformar crescimento em escala. Alavancar essa escala para desenvolver plataformas de competitividade sustentáveis e duradouras.</p>
<p>O que é preciso desenvolver não é apenas a criação de novas empresas. É a capacidade de as fazer crescer, de ligar capital a ambição, conhecimento a mercado, empresas a talento e políticas públicas a execução.</p>
<p>O Centro nasce precisamente para atuar nesse espaço: o de apoiar organizações na sua jornada de crescimento, com o objetivo de serem mais ambiciosas, mais internacionais e mais competitivas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Fala-se de Portugal como “hub de crescimento e competitividade”. O que é que isso significa na prática e em que horizonte temporal isso pode ser realidade?</strong></p>
<p>Significa criar condições reais para que Portugal seja um território onde empresas conseguem nascer, crescer, internacionalizar e competir a partir daqui.</p>
<p>Na prática, isso passa por trabalhar três aspectos de forma integrada: 1) educar, qualificar e requalificar talento; 2) desenvolver um mindset virado para o crescimento e a competividade no tecido empresarial, com parceiros internacionais fortes; e 3) uma maior capacidade de ligar stakeholders: academia, investidores, empreendedores e empresários, setor público e setor privado.</p>
<p>O horizonte temporal tem de ser realista. Não se constrói um hub em poucos anos. Mas a dez anos é possível mudar significativamente a posição de Portugal se formos consistentes: apostando em setores geoestratégicos, apoiando empresas com potencial de escala e criando instrumentos que ajudem a transformar conhecimento e inovação em valor económico e social.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O centro nasce também como resposta às barreiras estruturais da Europa. Quais são, na sua leitura, as três principais fragilidades que estão a travar o crescimento europeu?</strong></p>
<p>A primeira é a fragmentação. A Europa tem talento, ciência, capital e empresas, mas continua demasiado fragmentada em mercados, regulação e ambição.</p>
<p>A segunda é a dificuldade em escalar. Criamos boas empresas, mas demasiadas são pequenas face aos concorrentes americanos ou asiáticos.</p>
<p>A terceira é cultural e estratégica: a Europa tem uma relação ainda demasiado cautelosa com risco, crescimento e velocidade de execução. Temos excelentes diagnósticos, mas muitas vezes faltam decisões mais rápidas, capital mais paciente e maior ambição empresarial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Estamos a perder a corrida global da produtividade para outras regiões ou ainda há espaço para recuperação? O que teria de mudar já?</strong></p>
<p>Estamos claramente sob pressão. A produtividade é talvez o grande desafio estrutural da Europa e também de Portugal, mas ainda há espaço para recuperação. A questão é que não basta falar de inovação. É preciso aplicar tecnologia nos processos, nas empresas, na gestão, na indústria, nos serviços e no setor público.</p>
<p>O que teria de mudar já? Mais adoção de tecnologia, mais formação executiva orientada para decisão, mais escala empresarial, melhor gestão e maior capacidade de transformar investimento em resultados.</p>
<p>A produtividade não melhora por decreto. Melhora quando as empresas tomam melhores decisões, usam melhor tecnologia e competem de forma sustentável em mercados mais exigentes.</p>
<p><strong>O centro posiciona-se como uma plataforma entre setor público, empresas, capital e talento. Na prática, quem é que hoje mais falha nessa ligação em Portugal?</strong></p>
<p>Não colocaria a responsabilidade num único ator. Devemos analisar o tema sob um prisma sistémico. Num mundo tão rápido e incerto, as empresas, por vezes, têm dificuldades de adaptação estratégica. O setor público, muitas vezes, desenha instrumentos sem proximidade suficiente à realidade empresarial. O capital nem sempre chega às fases certas de crescimento. E o talento nem sempre encontra caminhos claros para aplicar conhecimento em projetos de escala.</p>
<p>Portanto diria que mais do que debater o que falha, é importante trabalhar para desenvolver oportunidades. Apostar em arquiteturas de conexão entre stakeholders. É precisamente aí que uma escola de negócios como a Porto Business School e o Centre for Entrepreneurship, Growth &amp; Competitiveness pode e deve ter um papel relevante: aproximar linguagem, prioridades, incentivos e execução.</p>
<ol start="6">
<li>O centro cobre desde startups a empresas familiares. Estes mundos querem realmente o mesmo tipo de apoio ou têm necessidades estruturalmente diferentes?</li>
</ol>
<p>As necessidades são diferentes, mas diria que há algo comum: ambas precisam de ambição, talento, capital e capacidade de execução.</p>
<p>Uma startup precisa muitas vezes de validação, produto, mercado, financiamento e velocidade. Uma empresa familiar pode precisar de sucessão, profissionalização, inovação, internacionalização e novos modelos de crescimento.</p>
<p>Há ainda uma oportunidade interessante: estes mundos podem aprender muito um com o outro. As startups trazem velocidade, tecnologia e experimentação. As empresas familiares trazem resiliência, indústria, mercado e visão de longo prazo. O Centre for Entrepreneurship, Growth &amp; Competitiveness vai criar pontes entre estes universos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Que tipo de outputs concretos podemos esperar deste centro — estudos, indicadores, barómetros — e como é que isso vai influenciar decisões reais de empresas e políticas públicas?</strong></p>
<p>Queremos produzir outputs que ajudem a decidir melhor.</p>
<p>Isso inclui estudos aplicados, barómetros, observatórios, programas executivos, projetos com empresas, fóruns setoriais e iniciativas de ligação entre capital, talento e empresas.</p>
<p>Mas o ponto importante é este: não queremos produzir conhecimento que fique na gaveta. Um barómetro deve ajudar empresas a perceber onde estão face ao mercado. Um observatório deve informar decisões empresariais e políticas públicas. Um estudo deve abrir caminho a programas, projetos e mudanças concretas.</p>
<p>O objetivo do Centro é transformar conhecimento em ação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tendo trabalhado em nove países e em contextos muito distintos, o que é que Portugal continua a não perceber sobre competitividade global?</strong></p>
<p>Por vezes olhamos para a competitividade como uma questão de otimização de custos ou de alavanca de incentivos. Competitividade global é muito mais do que isso. É posicionamento. É escala. É velocidade. É sofisticação. É capacidade de escolher onde queremos competir e onde podemos ser realmente bons.</p>
<p>O mercado português não pode ser a medida da nossa ambição. Aliás, diria mesmo que a (pequena) dimensão do nosso mercado é, na verdade, uma grande vantagem, pelo que podemos olhar para o mercado global como uma oportunidade a explorar, e aprender a pensar desde cedo em escala, em capital, em talento internacional e em diferenciação. Foi muito isso que aprendi ao longo da minha carreira nos 9 países onde vivi e nos mais de 15 onde trabalhei.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Diz-se que o maior bloqueio à competitividade europeia é cultural. Concorda? E como é que se muda uma cultura económica?</strong></p>
<p>Em parte, sim, mas há também barreiras regulatórias, financeiras e estruturais.</p>
<p>A Europa é excelente a proteger, regular e refletir, mas precisa de melhorar a construir, escalar e competir.</p>
<p>Contudo, mudar a cultura económica não se faz apenas com discursos. Faz-se com exemplos, incentivos, educação, capital e exposição internacional.</p>
<p>Faz-se celebrando mais quem cresce, quem arrisca, quem exporta, quem cria emprego qualificado e quem compete globalmente.</p>
<p>A cultura muda quando o sistema começa a recompensar comportamentos de excelência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Em Portugal ainda falta ambição ou falta execução?</strong></p>
<p>Temos pessoas muito ambiciosas e empresas extraordinárias. Contudo, enquanto sistema, temos potencial para fazer melhor. Muitas empresas querem crescer, mas precisam de apoio na organização e preparação para escalar.</p>
<p>E a execução é o grande teste. Estratégia sem execução é uma ideia. Ambição sem execução é intenção.</p>
<p>O desafio é criar condições para que mais empresas passem da intenção à prática: com melhor gestão, melhor acesso a capital, melhor talento, mais internacionalização e maior disciplina de execução.</p>
<p>E é nesta interseção, traduzindo a importância de um ecossistema de ação, que o novo Centre for Entrepreneurship, Growth &amp; Competitiveness da Porto Business School se posiciona.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768326]]></sapo:autor>
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		<title>Ébola: Canadá suspende emissão de documentos de viagem para residentes de vários países</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:22:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Canadá]]></category>
		<category><![CDATA[Ébola]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Canadá anunciou a suspensão da emissão de documentos de viagem para residentes na República Democrática do Congo (RDCongo), Uganda e Sudão do Sul devido ao surto de ébola.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Canadá anunciou a suspensão da emissão de documentos de viagem para residentes na República Democrática do Congo (RDCongo), Uganda e Sudão do Sul devido ao surto de ébola.</P><br />
<P>Esta suspensão inclui o cancelamento de vistos temporários e pedidos de residência permanente previamente aprovados.</P><br />
<P>A Agência de Saúde Pública do Canadá, ligada ao Departamento de Saúde e Serviços Humanos, declarou que estas &#8220;ações decisivas&#8221; em resposta ao surto de Ébola incluem &#8220;a implementação de medidas temporárias nas fronteiras para reduzir o risco de entrada e propagação do vírus no Canadá&#8221;.</P><br />
<P>Em um comunicado, a agência explicou que as autoridades &#8220;suspenderão a emissão de documentos de imigração para os residentes de países que apresentem um risco elevado ou muito elevado devido ao surto de ébola&#8221;, uma medida que estará em vigor durante 90 dias a partir de hoje. </P><br />
<P>&#8220;Isto significa que mesmo aqueles que já possuem um visto de residência temporária, uma autorização de viagem eletrónica ou um visto de residência permanente aprovados não poderão viajar para o Canadá enquanto os seus documentos de imigração estiverem suspensos&#8221;, indicou a agência de saúde canadiana, antes de referir que, durante este período, &#8220;a tomada de decisão sobre os pedidos destes documentos apresentados por residentes destes países&#8221; também está suspensa.</P><br />
<P>A agência acrescentou que será implementada uma medida adicional, em vigor entre 30 de maio e 29 de agosto, exigindo que os canadianos e estrangeiros que cheguem ao país depois de terem estado na República Democrática do Congo, Uganda ou Sudão do Sul nos últimos 21 dias cumpram uma quarentena de 21 dias, mesmo que não apresentem sintomas compatíveis com o Ébola.</P><br />
<P>Otava explicou que está a &#8220;adotar uma postura de precaução devido à gravidade do surto de ébola e à situação internacional&#8221;, incluindo o facto de o país ser um dos três &#8212; juntamente com os Estados Unidos e o México &#8212; que vão receber o Campeonato do Mundo de futebol da FIFA nas próximas semanas.</P><br />
<P>O diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, alertou na segunda-feira que o surto de ébola &#8220;vai piorar antes de melhorar&#8221;. </P><br />
<P>A OMS declarou em 17 de maio uma Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional, o segundo nível mais elevado, mas determinou que o surto &#8220;não preenche os critérios para uma emergência pandémica&#8221;.</P><br />
<P>A epidemia já conta com mais de 900 casos suspeitos e 220 mortes suspeitas, mas a organização alertou para a possibilidade de &#8220;um surto potencialmente muito maior do que o que está a ser detetado atualmente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768186]]></sapo:autor>
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		<title>Irão: Guerra constitui o principal risco para a estabilidade financeira, alerta BCE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:20:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
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		<category><![CDATA[BCE]]></category>
		<category><![CDATA[Guerra no Médio Oriente]]></category>
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					<description><![CDATA[O Banco Central Europeu (BCE) considera que o conflito no Irão é o principal risco para a estabilidade financeira da zona euro, alertando que países altamente endividados poderão enfrentar um agravamento dos prémios de risco caso aumentem a despesa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Banco Central Europeu (BCE) considera que o conflito no Irão é o principal risco para a estabilidade financeira da zona euro, alertando que países altamente endividados poderão enfrentar um agravamento dos prémios de risco caso aumentem a despesa.</P><br />
<P>O BCE afirmou no Relatório de Estabilidade Financeira, publicado hoje, que &#8220;as perspetivas para a estabilidade financeira da zona euro estão a ser moldadas pelo &#8216;stress&#8217; geoeconómico e pelas interrupções no abastecimento energético&#8221;.</P><br />
<P>A entidade monetária destacou no relatório semestral que ainda se desconhece a gravidade e a duração das consequências.</P><br />
<P>O vice-presidente do BCE, Luis de Guindos, afirmou ao apresentar o relatório que &#8220;o atual impacto na oferta energética coloca riscos de subida para a inflação e de descida para o crescimento económico&#8221;.</P><br />
<P>Também poderá aumentar a volatilidade do mercado e por à prova a capacidade de reembolso da dívida, uma vez que os custos financeiros aumentam num contexto de crescimento económico mais fraco, acrescentou Luis de Guindos na sua última conferência de imprensa como vice-presidente do BCE, uma vez que o seu mandato de oito anos termina a 31 de maio.</P><br />
<P>O sistema financeiro global e a economia real entraram em 2026 com uma resistência significativa, mas o impacto geoeconómico da guerra no Médio Oriente põe à prova essa resistência, segundo o BCE.</P><br />
<P>Além disso, a incerteza sobre o comércio global e a cooperação internacional amplificam o &#8216;stress&#8217; geoeconómico, apesar dos mercados financeiros estarem a ajustar-se.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, os prémios de risco das obrigações corporativas são baixos em todo o mundo, pelo que o preço é &#8220;vulnerável a um nível invulgarmente elevado de incerteza geopolítica e política&#8221;, segundo o BCE.  </P><br />
<P>A confiança nos mercados financeiros poderá deteriorar-se, porque os riscos relacionados com os acontecimentos geopolíticos, orçamentais e macrofinanceiros parecem subestimados.</P><br />
<P>Outra das consequências que a guerra no Irão pode desencadear é um aumento dos prémios de risco da dívida soberana de alguns países altamente endividados, uma vez que a expansão orçamental no novo contexto geopolítico pode exercer uma pressão adicional sobre as finanças públicas, advertiu o BCE.</P><br />
<P>Os bancos da zona euro têm lidado bem com a atual incerteza, acrescentou o BCE, porque têm &#8220;uma rentabilidade sólida e amplas reservas de capital e liquidez&#8221;.</P><br />
<P>No entanto, se as condições do mercado se tornarem mais voláteis, poderão surgir riscos de liquidez e de financiamento devido ao sistema bancário paralelo.</P><br />
<P>&#8220;A qualidade dos ativos dos bancos também poderá deteriorar-se se as condições macrofinanceiras se agravarem significativamente em resultado da guerra no Médio Oriente, embora as suas exposições diretas à região sejam limitadas e concentradas em poucos bancos&#8221;, segundo o BCE.  </P><br />
<P>Um conflito prolongado pode ter efeitos negativos nas empresas de setores sensíveis ao comércio, à energia e às taxas de juro, o que, por sua vez, pode deteriorar as condições do mercado de trabalho e exercer pressão sobre o custo de vida das famílias.</P><br />
<P>O banco salientou também que &#8220;os riscos para a cibersegurança e as ameaças híbridas às infraestruturas críticas estão a aumentar neste contexto geopolítico complexo&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_768198]]></sapo:autor>
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		<title>PSI em baixa com Galp e EDP a descerem mais de 2%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 May 2026 11:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[PSI]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Galp e a EDP a liderarem as quedas e a descerem 2,10% para 18,87 euros e 2,03% para 4,35 euros.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A bolsa de Lisboa negociava hoje em baixa, com a Galp e a EDP a liderarem as quedas e a descerem 2,10% para 18,87 euros e 2,03% para 4,35 euros.</p>
<p>Cerca das 09:30 em Lisboa, o PSI mantinha a tendência da abertura e baixava 0,58% para 9.142,32 pontos, com sete empresas a descer, oito a subir e uma a manter a cotação (NOS em 5,23 euros).</p>
<p>Às ações da Galp e da EDP seguiam-se as da EDP Renováveis, REN e Teixeira Duarte, que desciam 1,73% para 14,21 euros, 1,25% para 3,55 euros e 1,11% para 0,44 euros.</p>
<p>A Mota-Engil e Ibersol baixavam 0,33% para 4,83 euros e 0,17% para 11,66 euros.</p>
<p>Em sentido contrário, os CTT, Semapa e Jerónimo Martins avançavam 0,89% para 6,20 euros, 0,85% para 23,70 euros e 0,75% para 18,74 euros.</p>
<p>A Navigator, BCP e Sonae subiam 0,47% para 3,41 euros, 0,39% para 0,99 euros e 0,21% para 1,89 euros.</p>
<p>As outras duas empresas que se valorizavam eram a Altri (0,20% para 4,94 euros) e a Corticeira Amorim (0,15% para 6,61 euros).</p>
<p>Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em alta, com o petróleo a cair, enquanto não há avanços sobre as negociações entre Teerão e Washington para chegar a um acordo de paz e para a reabertura do estreito de Ormuz.</p>
<p>O preço do petróleo Brent, de referência na Europa, para entrega em julho, descia 2,14% para 97,45 dólares.</p>
<p>Os futuros do Dow Jones e do Nasdaq registam avanços de 0,24% e de 0,14%, respetivamente.</p>
<p>Na agenda do dia, destaca-se na Europa a publicação do Relatório de Estabilidade Financeira do BCE, os pedidos de emprego, a confiança do consumidor e o registo de automóveis em França.</p>
<p>Este último indicador também será publicado na Alemanha e em Itália.</p>
<p>O euro estava em alta e subia 0,12% para 1,1645 dólares, no mercado de câmbios de Frankfurt.</p>
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