A Universidade de Harvard, nos estados Unidos, está a preparar-se para receber caloiros e alguns outros estudantes no campus este semestre, mas os estudantes terão que fazer exames de coronavírus a cada três dias, sendo que as aulas serão ministradas online e não haverá lugar à redução das mensalidades, noticia a ‘CNBC’.
A instituição detalhou ainda que os alunos podem solicitar o regresso às instalações caso não tenham tecnologia suficiente em casa ou se tiverem condições familiares difíceis. A percentagem total de estudantes que vivem no campus será, ainda assim, limitada a cerca de 40%.
“Supondo que mantemos uma densidade de 40% traríamos de volta as aulas, sendo que a nossa prioridade neste momento é trazer os alunos mais velhos de volta ao campus”, disse a universidade, acrescentando que “sob esse plano, os primeiros anos voltariam para casa e continuariam em formato remoto”.
As decisões sobre o regresso na primavera estão ainda por tomar mas serão conhecidas, no máximo, em dezembro, garante a insituição.
Harvard é a mais recente escola a anunciar os seus planos para o segundo semestre, já que os casos de coronavírus continuam a aumentar nos EUA, alterando agora o anúncio anterior de que todo o ensino continuaria a desenvolver-se via online.
Outra das decisões tomadas prende-se com as mensalidades que não serão alvo de uma redução e continuarão a ser cobradas nos valores atuais (49.653 dólares), embora os estudantes matriculados remotamente não paguem taxas de alojamento e alimentação.
O semestre começará como previsto a 2 de setembro e todos os alunos que moram no campus deverão sair no Dia de Ação de Graças. Os estudantes terão que passar pelo teste para a Covid-19 ao chegarem e a cada três dias depois.
Também a Universidade de Princeton anunciou, esta segunda-feira, que trará caloiros e juniores para dentro de portas no outono. Os segundo graus juntam-se na primavera. Todos farão testes Covid-19 à chegada e “regularmente depois”. Também aqui a maioria das aulas será ministrada remotamente.



