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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Wed, 01 Jul 2026 22:30:02 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Discussões &#8220;altamente produtivas&#8221; sobre futuro de Gaza &#8211; administração interina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 22:30:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O organismo palestiniano encarregado da administração interina da Faixa de Gaza anunciou hoje que concluiu dois dias de discussões "altamente produtivas" no Chipre, para fazer avançar os planos de reconstrução do território devastado pela guerra.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O organismo palestiniano encarregado da administração interina da Faixa de Gaza anunciou hoje que concluiu dois dias de discussões &#8220;altamente produtivas&#8221; no Chipre, para fazer avançar os planos de reconstrução do território devastado pela guerra.</P><br />
<P>O Comité Nacional para a Administração de Gaza (CNAG), composto por 15 tecnocratas palestinianos, foi criado no âmbito do plano do Presidente norte-americano, Donald Trump, para pôr fim à guerra em Gaza entre o movimento islamita Hamas e Israel.</P><br />
<P>O CNAG declarou no X que realizou discussões no Chipre com &#8220;especialistas e consultores&#8221; do &#8220;Conselho da Paz&#8221;, criado por Trump, do gabinete do Alto Representante para Gaza, Nikolai Mladenov, e do Instituto Tony Blair.</P><br />
<P>As discussões centraram-se nos esforços para &#8220;aliviar o sofrimento&#8221; dos residentes, nos planos de reconstrução, na segurança e na governação, e numa estrutura para garantir a transparência e a prestação de contas aos doadores internacionais, segundo a mesma fonte.</P><br />
<P>O comité reafirmou o seu compromisso com o plano de 20 pontos de Trump e indicou que continua pronto para assumir as suas responsabilidades em coordenação com o Conselho de Paz.</P><br />
<P>No entanto, não forneceu um calendário, especificando que novas medidas serão anunciadas &#8220;assim que as condições adequadas forem cumpridas&#8221;.</P><br />
<P>O plano de Trump para pôr fim à guerra iniciada a 07 de outubro de 2023, pelo ataque sem precedentes do Hamas contra Israel, foi endossado pelo Conselho de Segurança da ONU e levou ao estabelecimento de um frágil cessar-fogo em outubro.</P><br />
<P>A sua segunda fase inclui uma retirada gradual de Israel da Faixa de Gaza, o desarmamento do Hamas e o envio de uma força internacional de estabilização, que foi anunciada e discutida, mas ainda não se concretizou.</P><br />
<P>No final de fevereiro, o Hamas declarou-se aberto à presença de uma força deste tipo em Gaza, mas sem interferência nos assuntos internos do território, que ocupou em 2007.</P><br />
<P>O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, por sua vez, ordenou ao exército, no final de maio, que alargasse o seu controlo a 70% do território.</P><br />
<P>Israel e Hamas acusam-se mutuamente, quase diariamente, de violarem o cessar-fogo no território devastado.</P><br />
<P>O CNAG é liderado pelo engenheiro Ali Shaaz, natural de Khan Yunis (sul da Faixa de Gaza), mas residente na Cisjordânia, que exerceu funções de vice-ministro dos Transportes na década de 1990 na Autoridade Nacional Palestiniana (ANP).</P><br />
<P>Paralelamente, uma delegação do Hamas deslocou-se esta semana ao Cairo para retomar as negociações sobre a segunda fase do acordo de cessar-fogo na Faixa de Gaza, reunindo-se com responsáveis e mediadores egípcios.</P><br />
<P>A delegação é encabeçada pelo líder do Hamas na Cisjordânia, Zaher Yabarín, em substituição de Jalil al Haya que liderava o processo negocial até então.</P><br />
<P>As conversações abordarão também a mobilização do CNAG, as condições de acesso das forças de proteção internacionais e, &#8220;em última instância&#8221;, a retirada total do exército israelita da Faixa de Gaza, segundo o Hamas.</P><br />
<P>O Hamas rejeitou na segunda-feira, de forma parcial, a mais recente proposta do Alto Representante para Gaza, e garantiu que apresentaria hoje uma resposta a esta.</P><br />
<P>Vários pontos da primeira fase do acordo encontram-se, na prática, completamente bloqueados, uma vez que o grupo continua a recusar-se a cumprir o ponto relacionado com o desarmamento &#8211; principal exigência israelita &#8211; e exige que Israel permita a entrada em Gaza do comité técnico para administrar a Faixa, algo que ainda não fez.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784429]]></sapo:autor>
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		<title>Brasil critica novas restrições da UE às importações de aço e cobra compensações</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 22:21:26 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Governo brasileiro lamentou hoje a decisão da União Europeia (UE) de impor novas restrições quantitativas e elevar as tarifas aduaneiras extraquota para produtos siderúrgicos, classificando a medida como unilateral e prejudicial ao comércio.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo brasileiro lamentou hoje a decisão da União Europeia (UE) de impor novas restrições quantitativas e elevar as tarifas aduaneiras extraquota para produtos siderúrgicos, classificando a medida como unilateral e prejudicial ao comércio.</P><br />
<P>&#8220;O sistema de quotas implementado hoje pela União Europeia constitui medida unilateral e não configura instrumento de compensação do ponto de vista do Governo brasileiro&#8221;, informa nota conjunta dos ministérios das Relações Exteriores e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços.</P><br />
<P>Ainda assim, Brasília afirmou que pretende manter as negociações com o bloco europeu para buscar uma solução &#8220;aceitável e mutuamente benéfica&#8221;.</P><br />
<P>Até ao momento, segundo o governo brasileiro, o país e a União Europeia não chegaram a um acordo sobre compensações pela elevação das tarifas, conforme previsto no Acordo Geral sobre Tarifas Aduaneiras e Comércio.</P><br />
<P>A nota afirma que as novas regras reduzem ainda mais o acesso de produtos siderúrgicos ao mercado europeu mesmo após o fim da salvaguarda adotada pela UE em 2018 e atingem a maioria dos parceiros comerciais do bloco.</P><br />
<P>O governo brasileiro alega que também é afetado pelo excesso de capacidade global no setor siderúrgico e reiterou que continua a defender soluções multilaterais para o problema, especialmente no âmbito do Fórum Global sobre Excesso de Capacidade Siderúrgica.</P><br />
<P>Na avaliação de Brasília, impor restrições comerciais a países que não são responsáveis pelo excesso de produção mundial não contribui para resolver a questão e pode provocar uma escalada de medidas de defesa comercial.</P><br />
<P>&#8220;A imposição de medidas de restrição comercial a países que não são a causa do problema não contribui para a busca de solução efetiva e pode levar a uma escalada de medidas de defesa comercial&#8221;, leia-se no comunicado.</P><br />
<P>O novo regulamento de tarifas sobre importação de aço entrou em vigor para proteger a indústria da UE dos impactos do excesso de produção global, substituindo as medidas de salvaguarda que expiram hoje.</P><br />
<P>A medida, segundo a Comissão Europeia, reduz as importações isentas de direitos de 26 categorias de produtos de aço para a UE em 47%, em média, face aos contingentes previstos nas medidas de salvaguarda sobre o aço.</P><br />
<P>A partir de hoje será permitida a entrada na UE de um total de 18,3 milhões de toneladas de aço isentas de direitos por ano, assegurando que os países com quem a UE tem acordos de comércio livre são favorecidos com metade da quota anual da UE (9,15 milhões), ficando a outra metade disponível para todos os parceiros comerciais sem discriminação, incluindo os de livre comércio.</P><br />
<P>A UE chegou a acordos de princípio sobre os contingentes pautais aplicáveis ao aço com 13 parceiros: Turquia, Coreia, Indonésia, Egito, Brasil, Reino Unido, Suíça, Macedónia do Norte, África do Sul, Argentina, Ucrânia, Singapura e Índia, segundo fonte comunitária.</P><br />
<P>As importações fora de contingente estarão sujeitas a uma tarifa de 50% e as novas regras têm como meta &#8220;garantir a viabilidade a longo prazo de uma indústria europeia estrategicamente crucial&#8221;, segundo um comunicado da UE.</P><br />
<P>MYMA (IG)// RBF</P><br />
<P>Lusa/</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784428]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Incêndios: Dirigente do laboratório colaborativo ForestWise salienta papel &#8220;agregador&#8221; da AGIF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 22:10:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente da ForestWise - Laboratório Colaborativo para a Gestão Integrada da Floresta e do Fogo considerou hoje, no parlamento, como "muito positivo" o trabalho da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, pelo papel "agregador" no setor.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente da ForestWise &#8211; Laboratório Colaborativo para a Gestão Integrada da Floresta e do Fogo considerou hoje, no parlamento, como &#8220;muito positivo&#8221; o trabalho da Agência para a Gestão Integrada de Fogos Rurais, pelo papel &#8220;agregador&#8221; no setor.</P><br />
<P>&#8220;O impacto da AGIF foi muito positivo a todos os níveis, pelo seu aspeto agregador em todo o setor, pelo aspeto de transparência e monitorização das políticas e dos resultados, por ter posto indicadores de controlo e isso antes, de facto, não existia, ou não existia de forma tão profissional e tão organizada&#8221;, afirmou Nuno Calado.</P><br />
<P>O gestor, numa audição da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) aos Negócios dos Incêndios Rurais, acrescentou que &#8220;o ForestWise dentro do que lhe foi possível também contribuiu para alguma dessa evolução positiva&#8221; com alguns estudos e &#8220;resultados que pouco a pouco vão ser introduzidos&#8221;.</P><br />
<P>A função do ForestWise, explicou, consiste em &#8220;fazer recomendações técnicas com base científica&#8221;, que &#8220;não são opiniões, são factos&#8221;, e a atividade centra-se em &#8220;recursos humanos altamente qualificados&#8221;, que com &#8220;base na ciência e no conhecimento&#8221; avaliam e propõem &#8220;essas recomendações&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Umas já foram adotadas, outras não. Obviamente há aqui um processo normal, evolutivo, isso é normal dentro do que são as alterações a qualquer coisa&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Questionado sobre que recomendações foram concretizadas, Nuno Calado respondeu com a avaliação aos &#8220;sapadores florestais, por exemplo&#8221;, na sequência das quais o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) promoveu &#8220;alterações ao programa&#8221;, a par de &#8220;estudos e de recomendações mesmo para a AGIF&#8221;, também adotadas.</P><br />
<P>Em relação às políticas de gestão dos incêndios, o responsável da ForestWise admitiu que, como concluiu uma Comissão Técnica Independente (CTI), &#8220;havia um desequilíbrio grande&#8221;, mas nos últimos anos tem vindo a ser &#8220;feito um esforço para haver um maior equilíbrio entre prevenção e combate&#8221;.</P><br />
<P>Entre os projetos em desenvolvimento, na área da prevenção, destacou um sistema da Redes Energéticas Nacionais (REN) de câmaras de deteção nos postes de alta tensão, que com base em informação em tempo real permite fazer &#8220;modelos preditivos&#8221; do &#8220;trajeto mais provável&#8221; desse incêndio, antecipando os meios de combate.</P><br />
<P>No âmbito das respostas a questões de deputados do PSD, Chega, PS e IL, Calado assegurou não ter conhecimento de interesses económicos ou atividades lesivas do interesse público no setor em resultado dos incêndios.</P><br />
<P>E questionado como geria &#8220;potenciais conflitos de interesse&#8221; por ser responsável de regulação florestal e sustentabilidade da Sonae e presidente do ForestWise, respondeu que &#8220;da mesma forma como são geridos&#8221; em &#8220;qualquer associação empresarial&#8221;, e de acordo com a &#8220;ética de cada um&#8221;.</P><br />
<P>A Sonae, prosseguiu, participa como qualquer outra empresa em consórcios, e não entra noutros, e também pode &#8220;fazer aquisição de serviços ao ForestWise&#8221; de projetos específicos &#8220;como qualquer associado&#8221; do laboratório colaborativo.</P><br />
<P>Quanto a dúvidas sobre a avaliação do financiamento público ao ForestWise, Nuno Calado referiu que os projetos são devidamente examinados e que, em termos de financiamento, os laboratórios colaborativos (CoLab) &#8220;desejariam era que tivesse havido aqui um mecanismo de transição&#8221;, evitando a &#8220;redução de pessoal&#8221;, além disso altamente qualificado.</P><br />
<P>Em relação ao impacto socioeconómico dos CoLab em Portugal, apontou um estudo da Porto Business School, concluindo que, em 2025, &#8220;geraram 74 milhões de euros de VAB [Valor Acrescentado Bruto], 2.168 empregos, criaram 51,8 milhões de euros em remunerações e produziram 26 milhões de euros em receita fiscal&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Entre [20]21 e 25, cada euro de financiamento público esteve associado a 2,27 euros de VAB gerado na economia e cerca de 81% do financiamento público recebido, em relação ao Estado, sob a forma de receita fiscal direta, indireta e induzida&#8221;, referiu ainda, rematando: &#8220;Portanto, estamos a falar de um custo para o Estado de 19% do financiamento público, ao qual temos que somar tudo o que é a capacitação e a transferência e integração de conhecimento&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784427]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Israel reivindica eliminação de comandante do Hamas em Gaza</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:57:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As Forças de Defesa de Israel (FDI) reivindicaram hoje a eliminação de um comandante da ala militar do movimento islamita palestiniano Hamas, num ataque terça-feira no sul da Faixa de Gaza.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As Forças de Defesa de Israel (FDI) reivindicaram hoje a eliminação de um comandante da ala militar do movimento islamita palestiniano Hamas, num ataque terça-feira no sul da Faixa de Gaza.</P><br />
<P>As FDI e o Serviço Nacional de Informações (Shin Bet) declararam num comunicado conjunto que o indivíduo, identificado como Adel Jihad Muhammad Atsfur, era um &#8220;comandante de pelotão da ala militar da organização terrorista Hamas&#8221;, referindo-se às Brigadas al-Qassam.</P><br />
<P>Afirmaram ainda que Atsfur atuava como &#8220;atirador de elite&#8221; e realizava ataques &#8220;com explosivos&#8221; contra as forças israelitas posicionadas no enclave palestiniano. </P><br />
<P>&#8220;Recentemente, Atsfur tentou reforçar as capacidades da organização terrorista Hamas&#8221;, declararam.</P><br />
<P>&#8220;O terrorista representava uma ameaça para as nossas forças que operam na Faixa de Gaza e foi morto num ataque aéreo. As forças do Comando Sul das Forças de Defesa de Israel continuarão a trabalhar para eliminar quaisquer ameaças remanescentes&#8221;, acrescentaram.</P><br />
<P>Pelo menos cinco palestinianos morreram hoje em vários ataques israelitas com drones em diferentes zonas da Faixa de Gaza, apesar do cessar-fogo em vigor desde outubro de 2025.</P><br />
<P>Segundo a agência noticiosa palestiniana WAFA, um drone israelita atacou um grupo de pessoas junto à estação de al-Hilu, no norte do enclave palestiniano, provocando três mortos.</P><br />
<P>Num outro incidente, um ataque com um drone israelita fez dois mortos e quatro feridos, depois de uma aeronave não tripulada ter atingido uma concentração de civis no bairro de Sheikh Radwan, a noroeste da cidade de Gaza.</P><br />
<P>O número de mortos na ofensiva militar israelita contra a Faixa de Gaza, desencadeada na sequência dos ataques do movimento islamita Hamas, em outubro de 2023, ascende a 73.069, enquanto o número de feridos aumentou para 173.514.</P><br />
<P>Um acordo de cessar-fogo está em vigor desde 10 de outubro de 2025 entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza, mas as duas partes acusam-se mutuamente e regularmente de violar a trégua.</P><br />
<P>Em retaliação dos ataques do Hamas em outubro de 2023, nos quais cerca de 1.200 pessoas foram mortas e 251 sequestradas, Israel lançou uma operação militar em grande escala no enclave palestiniano, que provocou um desastre humanitário, a destruição de quase todas as infraestruturas do território e a deslocação de centenas de milhares de pessoas. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784426]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Médio Oriente: EUA e 12 países árabes defendem livre passagem no Estreito de Ormuz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:49:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Comando Central norte-americano (Centcom) liderou hoje uma reunião no Bahrein com altos comandantes militares de 12 países árabes sobre a segurança no Médio Oriente, onde foi defendida a livre passagem no Estreito de Ormuz, cuja soberania o Irão reclama.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Comando Central norte-americano (Centcom) liderou hoje uma reunião no Bahrein com altos comandantes militares de 12 países árabes sobre a segurança no Médio Oriente, onde foi defendida a livre passagem no Estreito de Ormuz, cuja soberania o Irão reclama.</P><br />
<P>Em comunicado, o Centcom referiu que &#8220;liderou um diálogo regional de segurança, organizado pelas Forças de Defesa do Bahrein&#8221;, com a participação do almirante Brad Cooper e de altos comandantes militares do Bahrein, Egito, Jordânia, Kuwait, Omã, Qatar, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos (EAU), Iémen, Líbano e Síria.</P><br />
<P>O diálogo de segurança com os Estados Unidos marcou &#8220;a primeira vez que os líderes militares da Síria e do Líbano participaram numa conferência regional de defesa liderada pelos EUA&#8221;, afirmou Cooper.</P><br />
<P>Durante a reunião, &#8220;analisaram o atual cenário de segurança regional e as oportunidades para reforçar a cooperação em matéria de defesa&#8221; e reafirmaram &#8220;o seu compromisso partilhado com o livre fluxo de comércio através do Estreito de Ormuz&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Continuamos a trabalhar em estreita colaboração com os nossos parceiros regionais&#8221;, afirmou Cooper, que esteve terça-feira no Líbano para coordenar com o país o acordo-quadro alcançado com Israel.</P><br />
<P>O oficial norte-americano assegurou que &#8220;os diálogos realçaram&#8221; o compromisso partilhado com a segurança e a estabilidade regional.</P><br />
<P>&#8220;Os Estados Unidos e os seus parceiros regionais operam no Médio Oriente o sistema de defesa aérea e antimíssil ativo mais sofisticado e abrangente do mundo&#8221;, observou.</P><br />
<P>Em janeiro, o Centcom e os países da região &#8220;estabeleceram uma nova célula de coordenação de defesa aérea para o Médio Oriente, destinada a partilhar informações e alertas sobre ameaças, bem como a responder a contingências&#8221;, indicou.</P><br />
<P>O encontro acontece no meio de negociações indiretas entre o Irão e os Estados Unidos no Qatar, após o ataque de Teerão na semana passada a dois navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz e a resposta norte-americana com ataques aéreos contra território iraniano no fim de semana.</P><br />
<P>O Irão reagiu à ofensiva norte-americana lançando mísseis e &#8216;drones&#8217; contra os seus aliados no Bahrein e no Kuwait.</P><br />
<P>Sobre o Estreito de Ormuz, epicentro das tensões, o chefe da equipa negocial do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou na terça-feira que Teerão &#8220;não abdicará dos seus direitos&#8221; sobre esta passagem crucial no comércio marítimo global e reiterou que a isenção de taxas para o trânsito pelo estreito terá apenas a duração de 60 dias, conforme estipulado no acordo preliminar.</P><br />
<P>&#8220;A soberania sobre o Estreito de Ormuz pertence ao Irão e a Omã, e o tráfego através do estreito é regido por acordos especificados pelo Irão. O Irão não abdicará dos seus direitos no Estreito de Ormuz em nenhuma circunstância, uma vez que estas são as nossas águas territoriais&#8221;, declarou numa entrevista transmitida pela televisão estatal IRIB.</P><br />
<P> O memorando de entendimento assinado em 17 de junho por Estados Unidos e Irão, que suspendeu as hostilidades mais de três meses após o início do conflito entre os dois lados, estipula que Teerão não irá desenvolver armas nucleares. </P><br />
<P> O texto prevê também o estabelecimento de um mecanismo para processar os &#8216;stocks&#8217; iranianos de urânio altamente enriquecido, &#8220;no mínimo, por um método de diluição no local sob a supervisão da AIEA&#8221;.</P><br />
<P> Ao abrigo do memorando, as partes têm, a partir da assinatura do documento, 60 dias para negociar um acordo de paz definitivo.</P><br />
<P>Sobre as negociações, Ghalibaf acusou os Estados Unidos de não estarem a cumprir os primeiros dos 14 pontos contidos no recente memorando de entendimento. </P><br />
<P> &#8220;Não abordaremos as restantes questões até que os cinco primeiros [pontos] estejam cumpridos. Sempre que for tomada alguma ação que viole o ponto 1, referente ao fim da guerra, agiremos em conformidade. Os acontecimentos que se desenrolam no Estreito de Ormuz são consequência disso. Os acontecimentos a que o Hezbollah está a responder no Líbano são também consequência disso&#8221;, declarou.</P><br />
<P>O dirigente iraniano defendeu o uso da força devido à falta de &#8220;lógica e entendimento&#8221; e em consequência dos ataques levados a cabo pelos Estados Unidos contra o Irão na semana passada, após Teerão ter atacado um navio que atravessava o Estreito de Ormuz. </P><br />
<P>&#8220;Consideramos o que aconteceu no Golfo Pérsico nas últimas noites uma violação do cessar-fogo&#8221;, afirmou Ghalibaf, que criticou os norte-americanos por serem &#8220;autoritários e arrogantes&#8221; nas suas ações.</P><br />
<P>&#8220;Damos prioridade ao diálogo, mas se este diálogo falhar, também estamos prontos para a guerra&#8221;, disse Ghalibaf, que é ainda presidente do Parlamento.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784425]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street abre julho em baixa arrastada pelos semicondutores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 21:36:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, com os investidores a procurarem interpretar as declarações do presidente da Reserva Federal (Fed), Kevin Warsh, em contexto de retração dos fabricantes de semicondutores.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A bolsa nova-iorquina encerrou hoje em baixa, com os investidores a procurarem interpretar as declarações do presidente da Reserva Federal (Fed), Kevin Warsh, em contexto de retração dos fabricantes de semicondutores. </P><br />
<P>O resultado da sessão indica que o índice tecnológico Nasdaq recuou 0,66%, o alargado S&amp;P500 perdeu 0,22% e o seletivo Dow Jones Industrial Average baixou 0,03%.</P><br />
<P>Wall Street começa julho com perdas generalizadas no setor dos semicondutores, que bateu recordes no primeiro semestre.</P><br />
<P>Alguns analistas comentaram que se trata de uma correção normal derivada da rotação de carteiras, perante um novo trimestre, uma vez que muitos investidores vendem as ações das tecnológicas, embolsam os ganhos e aplicam-nos, no todo ou em parte, em opções menos arriscadas. </P><br />
<P>Certo é que a Micron e a Sandisk perderam mais de 10%, a Nvidia recuou 1,25%, a Advanced Micro Devices (AMD) 6,9% e a Intel 9%.</P><br />
<P>Porém, houve desempenhos opostos, caso da Meta, que valorizou 8,8%, depois de Bloomberg e CNBC noticiarem os seus planos de criar um negócio na &#8216;nuvem&#8217;, rivalizando com Amazon Web Services e outras, para vender o seu excedente de capacidade de computação para as tecnologias de inteligência artificial (IA).</P><br />
<P>A mesma tendência, mas com menos força, foi seguida por Microsoft (3%), Alphabet (1,3%) e Apple (1,7%).</P><br />
<P>Por outro lado, os investidores estiveram atentos à intervenção de Warsh, em Sintra, no fórum promovido pelo Banco Central Europeu. </P><br />
<P>Recusando falar sobre uma subida da taxa de juro de referência, Warsh assegurou que os riscos inflacionistas diminuíram nas últimas semanas, reiterou o compromisso da Fed devolver o crescimento dos preços ao objetivo de 2% e realçou que vai manter a independência da instituição quando se tratar de decidir a política monetária. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784423]]></sapo:autor>
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		<title>Governo assina protocolo com Leiria e Marinha Grande para projeto de requalificação das praias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 20:50:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As câmaras de Leiria e da Marinha Grande assinaram hoje um protocolo com o Governo e com a Casa da Arquitetura para a concretização de um projeto de requalificação do litoral das praias daqueles concelhos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>As câmaras de Leiria e da Marinha Grande assinaram hoje um protocolo com o Governo e com a Casa da Arquitetura para a concretização de um projeto de requalificação do litoral das praias daqueles concelhos.</P><br />
<P>O projeto prevê a requalificação das frentes marítimas e de reforço da resiliência costeira do espaço urbano das praias do Pedrógão (Leiria), São Pedro de Moel e Vieira (Marinha Grande).</P><br />
<P>O protocolo de colaboração institucional da Casa da Arquitetura insere-se ao nível da &#8220;consultoria para a posterior contratação de equipa projetista, com vista a resolver problemas agravados pelas intempéries de janeiro e fevereiro de 2026, nas Praias do Pedrógão, Vieira e São Pedro de Moel&#8221;, informa uma nota do Ministério do Ambiente e Energia.</P><br />
<P>Maria da Graça Carvalho explicou que o objetivo desde protocolo prevê &#8220;toda a parte de recuperação e resiliência do litoral&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Há zonas, principalmente na Praia do Pedrógão, que precisam de encher com areia e alguma recuperação dos acessos&#8221; e a marginal, onde se poderá intervir para uma &#8220;otimização da circulação de carros, tornar mais fácil para os peões, alargar, por exemplo, passeios, ter espaços para estacionamento&#8221; sem ser em cima da praia, concretizou a ministra do Ambiente e Energia.</P><br />
<P>O objetivo é &#8220;fazer um projeto integrado, unir a praia com a envolvente, com a marginal e mesmo com a primeira linha&#8221;, reforçou a governante.</P><br />
<P>&#8220;Depois toda a parte estética, a Casa da Arquitetura irá fazer uma proposta de como fazer o arranjo do mobiliário ao longo da marginal, de alguma necessidade de pintura e de uniformização de alguns apoios de praia&#8221;, sublinhou.</P><br />
<P>Para a ministra, o projeto pretende mesmo &#8220;dar resiliência, tornar mais bonito, tornar mais acessível e otimizar os circuitos com os carros&#8221;, dando &#8220;mais espaço às pessoas para andar a pé&#8221; e ter até &#8220;mais espaços verdes&#8221;.</P><br />
<P>Na Praia da Vieira o projeto prevê também &#8220;olhar para o mercado e para o bairro dos pescadores e ver como é que integra neste conceito&#8221;.</P><br />
<P>Maria Graça Carvalho frisou que não se prevê alterações de fundo e as tradições das praias serão para manter, como a arte xávega.</P><br />
<P>O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, José Pimenta Machado, referiu que o objetivo nestas três praias é &#8220;fazer uma coisa diferente&#8221;, pelo que o projeto integra arquitetos. &#8220;Queremos fazer deste projeto uma espécie de &#8216;case study&#8217;, mais do que recuperar, é trazer a visão da arquitetura e incorporar várias especialidades&#8221;, acrescentou.</P><br />
<P>A representante da Casa da Arquitetura, Rosário Gambôa, destacou que se trata de &#8220;um projeto de futuro&#8221;, que &#8220;tem a ver com o momento, mas é fundamentalmente voltado para os territórios, para o país e para as pessoas&#8221;, &#8220;respeitando a identidade e as características das povoações&#8221;.</P><br />
<P>Para o presidente da Câmara da Marinha Grande, Paulo Vicente, este protocolo contribuirá, de forma integrada, para a requalificação das frentes marítimas&#8221; das praias do Pedrógão, da Vieira e de São Pedro de Moel, &#8220;conjugando a proteção costeira, valorização urbana, identidade cultural e arquitetónica e a adaptação às alterações climáticas&#8221;.</P><br />
<P>Paulo Vicente considerou que, &#8220;muito mais do que um estudo técnico&#8221;, este protocolo &#8220;representa o início de um caminho, que permitirá planear intervenções sobre as marginais, os acessos às praias, os espaços públicos, a mobilidade, a iluminação, o mobiliário urbano, os espaços verdes e toda a relação entre a frente marítima e os núcleos urbanos valorizando simultaneamente a identidade única destas comunidades costeiras&#8221;.</P><br />
<P>Observando que este é um protocolo que &#8220;olha para o futuro&#8221;, Gonçalo Lopes, presidente da Câmara de Leiria, elogiou que o projeto integre &#8220;uma preocupação de deixar uma marca de reconstrução, mas sobretudo de uma reconstrução resiliente&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784422]]></sapo:autor>
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		<title>Médio Oriente: Parlamento israelita avança na limitação do uso de altifalantes nas mesquitas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 20:20:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Parlamento israelita, a Knesset, aprovou hoje numa primeira leitura um projeto de lei promovido pelo partido de extrema-direita do ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, que endurece as restrições para uso de altifalantes nas mesquitas.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Parlamento israelita, a Knesset, aprovou hoje numa primeira leitura um projeto de lei promovido pelo partido de extrema-direita do ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, que endurece as restrições para uso de altifalantes nas mesquitas.</P><br />
<P>A medida é considerada pelos seus opositores como uma tentativa de discriminar a minoria muçulmana do país. </P><br />
<P>A câmara aprovou com 50 votos a favor e 36 contra uma iniciativa legislativa apresentada pelo deputado Zvika Fogel, da formação de extrema-direita Otzma Yehudit (Poder Judaico), que exigiria às mesquitas ter obter permissões para utilizar altifalantes, e autorizava a Polícia a entrar nesses templos para deter eventuais infrações e aplicar multas administrativas em caso de incumprimento, que variam entre 10.000 e 50.000 xéquios (2.900 a 4.400 euros, respetivamente). </P><br />
<P>Os defensores do projeto de lei, que ainda terá de passar por debates em comissão da especialidade e outras três votações antes de se tornar lei, insistem que se trata de travar o &#8220;ruído excessivo&#8221;, dado que os muçulmanos utilizam altifalantes nas mesquitas para realizar a chamada para a oração cinco vezes por dia. </P><br />
<P>De facto, Fogel garantiu perante o plenário que a sua proposta não é uma &#8220;questão política&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Assim como a lei se aplica a salas de eventos, empresas privadas, fábricas e locais de culto de todos os tipos, também deve ser aplicada aqui com a mesma severidade&#8221;, considerou. </P><br />
<P>Ben Gvir, por sua vez, celebrou o resultado da votação e denunciou que os residentes em zonas próximas de mesquitas têm sofrido com aquele ruído excessivo durante anos. &#8220;Durante anos e anos reinou a anarquia. A governação começa pelo ruído&#8221;, afirmou, segundo o &#8216;The Jerusalem Post&#8217;. </P><br />
<P>Já os opositores ao projeto de lei, que incluem partidos da oposição e formações árabes, denunciam que a iniciativa é dirigida, na prática, a cidadãos árabes e muçulmanos e atenta contra a liberdade religiosa e de culto. </P><br />
<P>Neste sentido, o presidente do partido árabe-israelita Lista Árabe Unida, Mansur Abbas, chamou a proposta de &#8220;racista e antirreligiosa&#8221; e lamentou que uma formação como o Shas (ultra-ortodoxo) tenha aderido a ela. </P><br />
<P>&#8220;É muito dececionante e condenável. Esperávamos que um partido religioso agisse de acordo com o espírito do versículo: &#8216;Não maltratarás o estrangeiro nem o oprimirás, porque também fostes estrangeiros na terra do Egito'&#8221;, afirmou em declarações recolhidas pelo portal de notícias Ynet.</P></p>
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		<title>Amália vai ajudar militares da Marinha a tomar decisões mais rápidas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:45:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O modelo de Inteligência Artificial (IA) português Amália vai ajudar os militares da Marinha a tomar decisões mais rápidas, sem descurar o fator humano, e evitar a exposição de dados classificados ou sensíveis, adiantou hoje o ramo.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O modelo de Inteligência Artificial (IA) português Amália vai ajudar os militares da Marinha a tomar decisões mais rápidas, sem descurar o fator humano, e evitar a exposição de dados classificados ou sensíveis, adiantou hoje o ramo. </P><br />
<P>A Marinha respondia a perguntas colocadas pela agência Lusa, depois de o primeiro-ministro e presidente do PSD, Luís Montenegro, ter adiantado no 43.º Congresso do partido, em junho, que o Amália &#8211; apresentado hoje &#8211; iria &#8220;apoiar operações mais críticas, como nas Forças Armadas, na Marinha em particular&#8221;.</P><br />
<P>A Armada apontou que o Amália é o &#8220;primeiro modelo de linguagem de larga escala desenvolvido especificamente para o português europeu&#8221; e que está a ser integrado &#8220;na ferramenta de inteligência artificial Marinheiro de Silício&#8221;, atualmente em desenvolvimento pelo ramo em parceria com a NOVA FCT, &#8220;como um dos grandes modelos de linguagem disponíveis na plataforma&#8221;.</P><br />
<P>Interrogado sobre de como é que este modelo poderá ser usado na prática pelos militares, o ramo adiantou que a integração do Amália no Marinheiro de Silício permitirá disponibilizar aos militares e civis da Marinha um &#8220;assistente inteligente&#8221; capaz de apoiar &#8220;atividades de pesquisa, análise e tratamento de informação em ambientes seguros, reduzindo o tempo necessário para executar tarefas intensivas em conhecimento e aumentando a eficiência dos processos&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Este apoio assume particular relevância quando estão em causa informações classificadas, sensíveis ou críticas para a missão, cuja natureza impede a utilização de plataformas públicas de inteligência artificial&#8221;, salientou o ramo.</P><br />
<P>A Marinha prevê que esta ferramenta apoie &#8220;processos de planeamento, preparação, condução das operações e análise pós-missão, permitindo acelerar a pesquisa e exploração de informação relevante, sintetizar grandes volumes de dados e apoiar a preparação de produtos de informação destinados ao processo de decisão&#8221;. </P><br />
<P>O ramo realçou, contudo, que &#8220;o objetivo não é substituir a decisão humana, mas disponibilizar informação tratada e contextualizada que permita aos comandantes e estados-maiores decidir de forma mais rápida e mais informada&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;A ferramenta poderá apoiar os militares na consulta rápida de documentação técnica, procedimentos, diretivas e lições aprendidas, produzir sínteses de informação operacional, apoiar a tradução de documentação, estruturar conhecimento e facilitar a preparação de relatórios e produtos de apoio ao comando&#8221;, é elencado. </P><br />
<P>Em situações que exijam &#8220;rapidez de análise e decisão&#8221;, a plataforma poderá &#8220;reduzir significativamente o tempo necessário para localizar, organizar e apresentar informação relevante, contribuindo para aumentar o conhecimento situacional e apoiar as funções de comando e controlo, mantendo sempre o decisor humano como responsável pela decisão final&#8221;, insistiu a Marinha. </P><br />
<P>A integração do Amália no Marinheiro de Silício &#8220;enquadra-se na estratégia da Marinha de reforçar a soberania tecnológica e assegurar que o processamento de informação sensível possa ser realizado em ambientes controlados, sem dependência de serviços externos&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Após a sua consolidação, a arquitetura tecnológica desenvolvida no âmbito do Marinheiro de Silício poderá constituir uma referência passível de adoção por outras entidades da Administração Pública, pelas Forças Armadas e pelas forças e serviços de segurança, desde que disponham da infraestrutura computacional necessária&#8221;, acrescentou o ramo na resposta à Lusa.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784416]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ventura quer que Governo se responsabilize por problemas com exames nacionais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:35:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[ ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O presidente do Chega desafiou hoje o Governo a assumir as responsabilidades sobre o que está a correr mal na correção dos exames nacionais, considerando que faz falta ao primeiro-ministro &#8220;perceber o país em que vive&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;É um bocadinho insensato que o Governo levante perguntas e auditorias sobre o que é que está a correr mal nos exames quando é o Ministério da Educação que deve e que está a organizar esses mesmos exames. Há centenas de milhares de estudantes que estão agora a fazer os exames, com os erros que todos temos vindo a ver nas notícias, e o Governo mais uma vez desresponsabiliza-se&#8221;, criticou André Ventura em declarações aos jornalistas no Montijo, distrito de Setúbal.</P><br />
<P>Para o líder do Chega, &#8220;faz falta a Luís Montenegro andar um bocadinho mais na rua, falar mais com as pessoas, ouvir as suas dificuldades e perceber o país em que vive&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;Eu acho que o grande problema deste Governo é viver longe das pessoas&#8221;, defendeu, pedindo ao Governo que pelo menos &#8220;assuma as responsabilidades quando as coisas correm mal&#8221;.</P><br />
<P>Ventura aproveitou este momento para fazer um paralelo com a questão dos combustíveis.</P><br />
<P>&#8220;Hoje chegámos a este cúmulo: o Governo fez uma pergunta à entidade de auditoria sobre porquê é que os combustíveis não estão a descer tão rápido como deveriam&#8221;, disse, considerando que isto acontece quando o executivo &#8220;é que não baixa os impostos sobre os combustíveis&#8221;.</P><br />
<P>Para o presidente do Chega, os problemas nas correções dos exames e o preço dos combustíveis são dois temas em que &#8220;ou é má-fé ou é incompetência&#8221; do Governo, o que considerou ser, nos dois casos, &#8220;um mau sinal&#8221; para o executivo de Luís Montenegro.</P><br />
<P>O presidente do Chega foi ainda questionado pelos jornalistas sobre os dois pareceres da Comissão Parlamentar de Transparência, hoje noticiados pela Lusa, que concluíram que a deputada do Chega Rita Matias violou o código de conduta por utilização abusiva do cartão de deputada na Faculdade de Letras de Lisboa e também por insultos dirigidos à socialista Isabel Moreira.</P><br />
<P>&#8220;As faculdades, as universidades, os institutos, não se preocuparam que, durante anos, o Bloco de Esquerda, o PCP, o Livre andassem nos pátios das universidades, até nos gabinetes das universidades. Mas o Chega e os seus deputados não podem ir fazer aquilo que é o contraponto dos seus pontos de vista. Isso era o que estavam habituados porque tinham as instituições reféns&#8221;, respondeu Ventura, que tinha precisamente Rita Matias ao seu lado, considerando este tema &#8220;um disparate&#8221;. </P><br />
<P>Já sobre o caso relativo à deputada Isabel Moreira, o líder do Chega disse que &#8220;se há pessoa naquele Parlamento que não tem moral para acusar ninguém de nada&#8221; é a deputada do PS, que já insultou com &#8220;atitudes absolutamente ostensivas&#8221; os deputados do Chega.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784415]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>CCB recebe esta semana peça na qual público decide se protagonista é &#8220;um inimigo do povo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:18:31 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A encenadora brasileira Christiane Jatahy e o ator Wagner Moura apresentam esta semana em Lisboa uma peça que criaram em conjunto, na qual um júri de espectadores decide se o protagonista é ou não "um inimigo do povo".]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A encenadora brasileira Christiane Jatahy e o ator Wagner Moura apresentam esta semana em Lisboa uma peça que criaram em conjunto, na qual um júri de espectadores decide se o protagonista é ou não &#8220;um inimigo do povo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um Julgamento &#8212; Depois do Inimigo do Povo, de Henrik Ibsen&#8221;, que terá apresentações no Centro Cultural de Belém entre sexta-feira e domingo, &#8220;não é uma adaptação&#8221; de &#8220;Um inimigo do povo&#8221; que Ibsen escreveu em 1882, salientou a encenadora hoje, numa conferência de imprensa em Lisboa, referindo tratar-se de &#8220;um novo texto, uma possibilidade sobre o depois&#8221; da história do texto do dramaturgo norueguês.</P><br />
<P>Na peça de Ibsen, a personagem principal, Dr. Thomas Stockmann, tenta alertar para a contaminação das águas das termas da sua cidade, na costa da Noruega. As autoridades locais, temendo o impacto financeiro na cidade com o encerramento do espaço ao turismo, hostilizam Stockmann, declarando-o um inimigo do povo.</P><br />
<P>Segundo Christiane Jatahy, na peça que chega agora a Lisboa, depois de ter sido apresentada em Amesterdão e no Brasil, &#8220;95% do texto é novo e o resto é Ibsen&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;O passado forma os personagens e a peça, que é passada completamente hoje, como se Ibsen tivesse escrito &#8216;Um inimigo do povo&#8217; há seis anos. E [a história] acontece em cada lugar onde levamos o espetáculo&#8221;, referiu.</P><br />
<P>Em &#8220;Um Julgamento&#8221; há em palco um tribunal, mas não no sentido literal. No entanto, &#8220;11 espectadores vão decidir se Thomas Stockmann [personagem interpretada por Wagner Moura] é ou não um inimigo do povo&#8221;.</P><br />
<P>A possibilidade de participar na peça é oferecida ao público no momento de entrada na sala, altura em que são distribuídas 50 pulseiras aos interessados.</P><br />
<P>Entre os 50, são sorteados onze, que estarão em palco, &#8220;mas não são expostos&#8221;.</P><br />
<P>Os jurados escrevem as perguntas, que não são identificadas, às quais a personagem de Wagner Moura responde. Além disso, explicou ainda a encenadora, &#8220;a votação sobre a inocência ou culpa de Thomas é anónima&#8221;.</P><br />
<P>Em cada cidade onde a peça é apresentada há um ator ou uma atriz local que coordena o júri. Em Portugal, foi escolhida a atriz Cleo Diára.</P><br />
<P>Wagner Moura disse que as perguntas são respondidas de improviso, visto que são feitas no momento, e para dar as respostas regressa à obra de Ibsen. </P><br />
<P>O ator e a encenadora contaram que o projeto que os trouxe agora a Portugal &#8220;começou há 20 anos&#8221;, quando Christiane Jatahy viu Wagner Moura, &#8220;um ator excecional desde sempre&#8221;, em cena.</P><br />
<P>&#8220;Eu tinha de trabalhar com ele&#8221;, partilhou, contando que a vida profissional de ambos acabou por ir adiando o projeto.</P><br />
<P>&#8220;Reencontrámo-nos há dois anos e decidimos: &#8216;É agora&#8217;. Aí começou um diálogo muito interessante, sem pressão&#8221;, descreveu a encenadora, com o ator a reforçar que &#8220;foram dois anos a fazer isso, a dialogar&#8221;.</P><br />
<P>A escolha de trabalharem a partir da peça de Ibsen junta pelo menos dois fatores: &#8220;Wagner é muito apaixonado por &#8216;Um inimigo do povo&#8217; e eu tinha muito a ideia de trabalhar sobre irmãos, de como a polarização pode irromper a família&#8221;, disse Chistiane Jatahy.</P><br />
<P>Wagner Moura reforçou que queria &#8220;muito&#8221; trabalhar a peça de Ibsen, porque sempre foi &#8220;muito louco&#8221; por ela, &#8220;e com a passagem do tempo mais ainda&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Um Julgamento&#8221; visa, entre outros, &#8220;chamar as pessoas a decidirem e pensarem&#8221;.</P><br />
<P>A peça, à semelhança da obra de Ibsen, aborda temas como ecologia, a relação entre política e ciência, o papel da imprensa, as &#8216;fake news&#8217; e &#8220;os discursos que oscilam entre a liberdade de expressão e a ameaça à democracia&#8221;.</P><br />
<P>Além de Wagner Moura, &#8220;Um Julgamento &#8212; Depois do Inimigo do Povo, de Henrik Ibsen&#8221;, conta também no elenco com Danilo Grangheia e Julia Bernat, em palco, Marojrie Estiano, Jonas Bloch e Salvador Moura, em filme.</P><br />
<P>Esta peça marca também o regresso de Wagner Moura ao teatro. A última vez que tinha subido a um palco foi em 2009, em &#8220;Hamlet&#8221;. </P><br />
<P>&#8220;O Teatro é um compromisso muito importante, muito sagrado, para mim. Só faço quando me mobiliza muito&#8221;, partilhou.</P><br />
<P>Com uma carreira iniciada no teatro, em Salvador da Bahia, Wagner Moura ganhou reconhecimento internacional ao interpretar Pablo Escobar na série &#8220;Narcos&#8221;, da Netflix. No ano passado foi distinguido no Festival de Cannes com o prémio de Melhor Ator pela sua interpretação no filme &#8220;O Agente Secreto&#8221;, de Kleber Mendonça Filho, papel que lhe valeu também um Globo de Ouro e uma nomeação aos Óscares.</P><br />
<P>&#8220;Os atores eventualmente precisam de voltar ao teatro. Eu preciso. Há no teatro uma ligação muito forte com a natureza do que é para mim ser ator&#8221;, disse.</P><br />
<P>As sessões de &#8220;Um Julgamento&#8221;, uma coprodução entre o CCB, o Holland Festival (dos Países Baixos), o Festival d&#8217;Avignon (França), o Edinburgh International Festival (Reino Unido) e o centro de artes DeSingel (Bélgica), estão praticamente esgotadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784414]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Sobe para 75 o número de portugueses e lusodescendentes mortos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:18:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 75, havendo ainda 66 desaparecidos, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de portugueses e lusodescendentes mortos devido aos sismos de quarta-feira na Venezuela subiu para 75, havendo ainda 66 desaparecidos, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).</P><br />
<P>De acordo com o MNE, entre os 75 mortos, 65 dos quais tinham também nacionalidade venezuelana, estão 12 crianças e 63 adultos.</P><br />
<P>O anterior balanço dava conta de 71 portugueses e lusodescendentes entre as vítimas mortais do duplo sismo que atingiu a Venezuela no dia 24 de junho.</P><br />
<P>O número de mortos provocados pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu hoje para 2.295, segundo o último balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, que registam também 11.267 feridos.</P><br />
<P>O presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, indicou a existência de 12.841 pessoas afetadas pelos sismos de 24 de junho, durante a atualização do balanço de vítimas, que era anteriormente de 1.943 mortos e 10.571 feridos.</P><br />
<P>Antes da divulgação dos novos dados oficiais, a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou sete dias de luto nacional.</P><br />
<P>Os sismos de magnitude 7,2 e 7,5 ocorreram a 200 quilómetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.</P><br />
<P>Dezenas de edifícios ruíram ou ficaram gravemente danificados na capital Caracas e na região de La Guaira, uma das mais afetadas.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784413]]></sapo:autor>
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		<title>Calor: Doze distritos sob aviso vermelho entre quinta-feira e sábado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 19:05:02 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O aviso vermelho devido ao calor vai ser alargado a partir de quinta-feira a Santarém, Portalegre, Évora e Beja, além de Lisboa e Setúbal, estendendo-se na sexta-feira a Viana do Castelo, Braga, Porto e Aveiro, além de Coimbra e Leiria.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O aviso vermelho devido ao calor vai ser alargado a partir de quinta-feira a Santarém, Portalegre, Évora e Beja, além de Lisboa e Setúbal, estendendo-se na sexta-feira a Viana do Castelo, Braga, Porto e Aveiro, além de Coimbra e Leiria.</p>
<p>De acordo com o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA), 12 dos 18 distritos de Portugal continental vão estar sob aviso vermelho (o mais grave de uma escala de três), a partir de quinta-feira e até pelo menos sábado, devido à previsão de tempo quente, com &#8220;persistência de valores extremamente elevados de temperatura, quer da máxima, quer da mínima&#8221;.</p>
<p>Os restantes seis distritos do continente, designadamente Vila Real, Bragança, Viseu, Guarda, Castelo Branco e Faro, vão estar sob aviso laranja (o segundo mais grave), entre quinta-feira e sábado, segundo o IPMA.</p>
<p>As anteriores previsões meteorológicas, divulgadas na manhã de hoje, colocavam os distritos de Lisboa e Setúbal sob aviso vermelho por causa do calor a partir de quinta-feira, estendendo-se na sexta-feira a Coimbra e Leiria.</p>
<p>O aviso vermelho é o mais grave e surge numa altura em que Portugal entra num período de temperaturas elevadas, com máximas que podem chegar aos 44 graus Celsius (ºC) e mínimas entre os 24ºC e os 28ºC.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784412]]></sapo:autor>
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		<title>Farminveste vai defender-se judicialmente de impugnação de assembleia-geral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:51:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lisboa. 01 jul 2026 (Lusa) -- A Farminveste assegurou hoje que vai defender-se "judicialmente" da impugnação da assembeia-geral (AG) de 20 de maio, após um conjunto de acionistas minoritários ter apresentado uma ação nesse sentido, segundo um comunicado ao mercado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Lisboa. 01 jul 2026 (Lusa) &#8212; A Farminveste assegurou hoje que vai defender-se &#8220;judicialmente&#8221; da impugnação da assembeia-geral (AG) de 20 de maio, após um conjunto de acionistas minoritários ter apresentado uma ação nesse sentido, segundo um comunicado ao mercado.</P><br />
<P>Na nota, divulgada pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a sociedade informou que &#8220;foi ontem [terça-feira] citada no âmbito de uma ação declarativa de impugnação de deliberações sociais intentada por um conjunto de acionistas minoritários por referência a deliberações aprovadas na assembleia-geral realizada em 20 de maio de 2026&#8221;.</P><br />
<P>Esta ação, indicou, &#8220;tem por objeto a impugnação das deliberações respeitantes à aprovação dos relatórios de gestão e contas relativos ao exercício de 2025 e à aplicação dos resultados do referido exercício, versando sobre a decisão de não distribuição de dividendos e sobre alegados vícios no processo de representação de um dos acionistas na referida&#8221; AG.</P><br />
<P>O Expresso noticiou que João Cordeiro, que liderou a Associação Nacional das Farmácias (ANF) entre 1981 e 2013, resolveu avançar com um processo em tribunal para impugnar a última AG da Farminveste, detida pela associação, para contestar a decisão da empresa de não distribuir dividendos.</P><br />
<P>Segundo o jornal, João Cordeiro, que detém cerca de 1,2% da Farminveste, defendeu que a sociedade &#8220;tem indicadores perfeitamente sólidos&#8221;, para distribuir dividendos, tendo proposto 1,5 euros por ação. A proposta não foi aprovada.</P><br />
<P>No comunicado hoje divulgado, a Farminveste considera que a AG &#8220;e as deliberações tomadas observaram os requisitos legais e estatutários aplicáveis&#8221;.</P><br />
<P>Por isso, a &#8220;sociedade exercerá integralmente os seus direitos de defesa no âmbito do processo judicial&#8221;, entendendo ainda que não existem &#8220;fundamentos que permitam concluir que esta ação seja suscetível de produzir qualquer impacto material na sua situação financeira, patrimonial ou na execução da sua estratégia de negócio&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784411]]></sapo:autor>
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		<title>Venezuela/Sismo: Número de mortos sobe para 2.295</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:49:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O número de mortos provocados pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu hoje para 2.295, segundo o último balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, que registam também 11.267 feridos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O número de mortos provocados pelo duplo sismo que atingiu a Venezuela há uma semana subiu hoje para 2.295, segundo o último balanço oficial divulgado pelas autoridades venezuelanas, que registam também 11.267 feridos.</P><br />
<P>O presidente do parlamento, Jorge Rodríguez, indicou a existência de 12.841 pessoas afetadas pelos sismos de 24 de junho, durante a atualização do balanço de vítimas, que era anteriormente de 1.943 mortos e 10.571 feridos.</P><br />
<P>Antes da divulgação dos novos dados oficiais, a Presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, decretou sete dias de luto nacional.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784410]]></sapo:autor>
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		<title>Bankinter e Plenium Partners notificam AdC sobre aquisição de duas sociedades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:14:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Bankinter e a Plenium Partners notificaram a Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a aquisição do controlo conjunto sobre a Bankinter Investment SGIIC e a Plenium Partners Asset Management SGEIC, segundo uma nota divulgada no seu 'site'.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Bankinter e a Plenium Partners notificaram a Autoridade da Concorrência (AdC) sobre a aquisição do controlo conjunto sobre a Bankinter Investment SGIIC e a Plenium Partners Asset Management SGEIC, segundo uma nota divulgada no seu &#8216;site&#8217;.</P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição pelo Bankinter, S.A. e pela Plenium Partners, S.L., do controlo conjunto sobre a Bankinter Investment SGIIC, S.A.U. e a Plenium Partners Asset Management SGEIC, S.A.&#8221;, destacou.</P><br />
<P>A AdC lembrou que o Bankinter é uma instituição financeira e de crédito que desenvolve a sua atividade sobretudo na banca de retalho em Espanha e Portugal, entre outras atividades.</P><br />
<P>Já a sociedade-mãe do grupo Plenium Partners dedica-se à gestão de ativos no setor das energias renováveis, residências de estudantes e transição energética.</P><br />
<P>Por sua vez, o Bankinter Investment SGIIC &#8212; sociedade gestora de instituições de investimento coletivo, pertence ao grupo Bankinter, sendo que em Portugal, não tem qualquer atividade. </P><br />
<P>A Plenium Partners Asset Management faz parte do grupo Plenium Partners e dedica-se &#8220;à administração e gestão de fundos de capital de risco e ativos de empresas de capital de risco&#8221;, segundo a AdC, referindo que &#8220;atualmente, gere ativos nos setores de energias renováveis, transição energética e economia circular, bem como ativos imobiliários (residências de estudantes)&#8221;.</P><br />
<P>Em março, o Bankinter anunciou que integrou a sua sociedade gestora com a da Plenium Partners e anunciou também a compra de uma &#8220;participação significativa&#8221; na Access Capital Partners. </P><br />
<P>&#8220;Em primeiro lugar, o Bankinter Investment decidiu integrar a sua sociedade gestora com a da Plenium Partners, parceiro desde 2017 e referência nas áreas das energias renováveis, transição energética e de infraestruturas sociais&#8221;, anunciou em comunicado.</P><br />
<P>Segundo detalhou, a sociedade-mãe da Plenium Partners SGEIC passa a integrar o capital da Bankinter Investment com uma participação de 27,5%.</P><br />
<P>Esta operação vai unificar, numa única estrutura, as equipas e os ativos das duas entidades.</P><br />
<P>A conclusão da operação está sujeita às autorizações regulatórias.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784409]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>FXRS Motor notifica Concorrência da compra do Estabelecimento Comercial da FBO</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fxrs-motor-notifica-concorrencia-da-compra-do-estabelecimento-comercial-da-fbo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:08:40 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A FXRS Motor notificou a Autoridade da Concorrência da compra do Estabelecimento Comercial da FBO Motors Sports, foi hoje anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A FXRS Motor notificou a Autoridade da Concorrência da compra do Estabelecimento Comercial da FBO Motors Sports, foi hoje anunciado.</P><br />
<P>&#8220;A operação de concentração consiste na aquisição, pela FXRS Motor, S.A., sociedade-veículo, controlada pela XRS Holding SGPS, S.A. (&#8216;XRS&#8217;), do controlo sobre o Estabelecimento Comercial da FBO Motors Sports &#8212; Comércio e Reparação de Automóveis, Lda. (&#8216;Estabelecimento Comercial&#8217;)&#8221;, lê-se na informação hoje divulgada pelo regulador da Concorrência.</P><br />
<P>O Estabelecimento Comercial da FBO comercializa automóveis ligeiros novos e usados da marca Ferrari, bem como peças e acessórios, além de prestar serviços de reparação em Lisboa e no Porto.</P><br />
<P>Por sua vez, o grupo XRS comercializa, importa, aluga e repara automóveis e comercializa peças e acessórios das marcas Porsche e Bentley. </P><br />
<P>O grupo dedica-se ainda à mediação de seguros e tem estabelecimentos no Porto, Braga e Aveiro.</P><br />
<P>Quaisquer considerações sobre esta operação devem ser enviadas à Concorrência no prazo de 10 dias úteis.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784408]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mundial2026: Inglaterra bate RD Congo com &#8216;bis&#8217; de Kane e segue para &#8216;oitavos&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 18:02:52 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Inglaterra qualificou-se hoje para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a República Democrática do Congo por 2-1, com reviravolta, em Atlanta, nos Estados Unidos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Inglaterra qualificou-se hoje para os oitavos de final do Mundial de futebol de 2026, ao vencer a República Democrática do Congo por 2-1, com reviravolta, em Atlanta, nos Estados Unidos.</P><br />
<P>Brian Cipenga deu vantagem aos congoleses, logo aos sete minutos, no oitavo jogo dos &#8217;16 avos&#8217;, mas Harry Kane, o &#8216;capitão&#8217; dos &#8216;três leões&#8217;, selou a reviravolta, com golos aos 75 e 86, para passar a contar 13 em Mundiais.</P><br />
<P>No domingo, no Estádio Azteca, na Cidade do México, os ingleses defrontam nos oitavos de final os coanfitriões mexicanos, que eliminaram o Equador (2-0).</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784407]]></sapo:autor>
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		<title>Escalaram o Empire State Building, abriram uma faixa e podem ter dito “sim” a 443 metros de altura: veja o vídeo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:35:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Empire State Building]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[Nova Iorque]]></category>
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					<description><![CDATA[Segundo o ‘New York Post’, a dupla terá conseguido chegar ao topo do arranha-céus, que tem cerca de 443 metros de altura e mais de 100 andares, antes de exibir uma faixa com uma mensagem de tom pacifista]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Duas pessoas mascaradas parecem ter ficado noivas depois de subirem ao topo do Empire State Building, em Nova Iorque, esta quarta-feira. O momento foi captado em vídeo e rapidamente começou a circular nas redes sociais, mostrando o casal no topo de um dos edifícios mais icónicos do mundo.</p>
<p>Segundo o ‘New York Post’, a dupla terá conseguido chegar ao topo do arranha-céus, que tem cerca de 443 metros de altura e mais de 100 andares, antes de exibir uma faixa com uma mensagem de tom pacifista.</p>
<p>Na faixa, colocada no topo da antena do edifício, lia-se: “Quando o poder do amor vencer o amor pelo poder, o mundo conhecerá a paz.”</p>
<p>As imagens partilhadas nas redes sociais mostram duas pessoas vestidas de preto e com máscaras a tapar o rosto. Noutro vídeo, divulgado depois, é possível ver aquilo que aparenta ser um pedido de casamento, já depois de a faixa ter sido hasteada.</p>
<p>De acordo com a CBS News, as autoridades de Nova Iorque foram acionadas para a ocorrência e helicópteros foram vistos a sobrevoar o Empire State Building enquanto a situação decorria.</p>
<p>A polícia de Nova Iorque e a equipa de segurança do edifício responderam ao incidente. Para já, as identidades dos envolvidos não foram divulgadas.</p>
<p>Também não é claro como é que os dois conseguiram chegar ao topo do edifício, uma das atrações turísticas mais conhecidas e vigiadas de Nova Iorque.</p>
<p>O Empire State Building, inaugurado em 1931, continua a ser um dos símbolos mais reconhecidos da cidade. O episódio deverá agora ser analisado pelas autoridades, tanto pelo acesso não autorizado à estrutura como pelos riscos de segurança envolvidos.</p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Empire State Building Climbers — He Proposed at the Top &amp; She Said YES! — (Video: AI)</p>
<p>Update: The man who climbed the Empire State Building spire with his girlfriend just proposed to her at the very top — and she said yes! ❤️</p>
<p>What started as a daring (and illegal) stunt turned… <a href="https://t.co/HJk0JiRKdW">https://t.co/HJk0JiRKdW</a> <a href="https://t.co/Uu2FCAY5bZ">pic.twitter.com/Uu2FCAY5bZ</a></p>
<p>&mdash; Paul A. Szypula 🇺🇸 (@Bubblebathgirl) <a href="https://x.com/Bubblebathgirl/status/2072364088760369440?ref_src=twsrc%5Etfw">July 1, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
<blockquote class="twitter-tweet" data-media-max-width="560">
<p lang="en" dir="ltr">Two Climbers Scale Empire State Building Antenna — Bold Statement from the Top (Video: AI)</p>
<p>Two trespassers just climbed all the way to the top of the Empire State Building’s antenna and unfurled a black flag reading:</p>
<p>“When the power of love beats the love of power, the world… <a href="https://t.co/auWIlwZsEL">pic.twitter.com/auWIlwZsEL</a></p>
<p>&mdash; Paul A. Szypula 🇺🇸 (@Bubblebathgirl) <a href="https://x.com/Bubblebathgirl/status/2072359827838280074?ref_src=twsrc%5Etfw">July 1, 2026</a></p></blockquote>
<p> <script async src="https://platform.x.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_784394]]></sapo:autor>
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		<title>Bispos sem autorização do Papa: o desafio ultratradicionalista que ameaça reabrir um cisma na Igreja</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 17:29:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[cisma]]></category>
		<category><![CDATA[Igreja Católica]]></category>
		<category><![CDATA[lefebvristas]]></category>
		<category><![CDATA[papa leão xiv]]></category>
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					<description><![CDATA[Lefebvristas, o movimento ultratradicionalista que rejeita parte das reformas do Concílio Vaticano II, desafiou diretamente a autoridade do Papa Leão XIV ao consagrar quatro novos bispos sem autorização de Roma]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Igreja Católica voltou a enfrentar uma das suas feridas mais antigas: a rutura com os lefebvristas, o movimento ultratradicionalista que rejeita parte das reformas do Concílio Vaticano II e que, esta quarta-feira, desafiou diretamente a autoridade do Papa Leão XIV ao consagrar quatro novos bispos sem autorização de Roma.</p>
<p>A cerimónia decorreu em Écône, na Suíça, no seminário histórico da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, conhecida pela sigla FSSPX ou SSPX. Segundo a &#8216;Associated Press&#8217;, os quatro novos bispos foram consagrados perante cerca de 16.500 fiéis, numa celebração transmitida online e realizada segundo a liturgia tradicional em latim.</p>
<p>Os novos bispos são Pascal Schreiber, da Suíça, Michael Goldade, dos Estados Unidos, e os franceses Michel Poinsinet de Sivry e Marc Hanappier. A cerimónia foi conduzida pelo bispo Alfonso de Galarreta, com Bernard Fellay como co-consagrante, ambos ligados à anterior rutura de 1988.</p>
<p><strong>O que aconteceu?</strong></p>
<p>O ponto central é simples, mas canonicamente grave: a Fraternidade São Pio X decidiu ordenar quatro bispos sem mandato pontifício. Na Igreja Católica, a nomeação e consagração de bispos exigem autorização do Papa, porque os bispos fazem parte da sucessão apostólica e governam em comunhão com Roma.</p>
<p>O Vaticano tinha avisado que a consagração de bispos sem autorização papal constituiria um ato cismático e poderia acarretar a excomunhão automática dos envolvidos. A Associated Press sublinha que, embora estas ordenações sejam consideradas válidas do ponto de vista sacramental, são ilícitas por terem sido realizadas contra a vontade expressa do Papa.</p>
<p>Leão XIV tentou travar a rutura até ao fim. Numa carta datada de 29 de junho, divulgada pelo Vatican News, o Papa fez um apelo direto à Fraternidade para que desistisse das consagrações, afirmando que “rasgar a túnica inconsútil de Cristo” seria um pecado de extrema gravidade.</p>
<p>“Peço-vos de todo o coração: recuai”, escreveu o Papa, avisando que o ato privaria os fiéis da receção legítima dos sacramentos e abriria uma nova ferida na comunhão da Igreja.</p>
<p><strong>Quem são os lefebvristas?</strong></p>
<p>Os lefebvristas são os membros e seguidores da Fraternidade Sacerdotal São Pio X, fundada em 1970 pelo arcebispo francês Marcel Lefebvre. A sua sede histórica fica em Écône, na Suíça, e o movimento nasceu em oposição às reformas introduzidas pelo Concílio Vaticano II, realizado entre 1962 e 1965.</p>
<p>A FSSPX rejeita ou contesta vários aspetos da Igreja pós-conciliar, incluindo a reforma litúrgica que permitiu a celebração da missa nas línguas nacionais, a abertura ecuménica, a liberdade religiosa e uma visão mais colegial do governo da Igreja. Para os lefebvristas, estas mudanças representaram uma cedência da Igreja à modernidade.</p>
<p>O movimento continua a celebrar a missa tradicional em latim, segundo o rito anterior ao Concílio Vaticano II, e apresenta-se como guardião da verdadeira tradição católica. A Associated Press descreve a FSSPX como um grupo tradicionalista que cresceu ao longo das últimas décadas, com padres, seminaristas, escolas, comunidades religiosas e fiéis em vários países.</p>
<p>Segundo estatísticas da própria Fraternidade citadas pela AP, a FSSPX conta com centenas de sacerdotes e seminaristas, além de religiosos, religiosas e leigos ligados à missa tradicional. O movimento tem presença internacional e mantém uma estrutura que muitos observadores veem como uma espécie de Igreja paralela, ainda que a própria Fraternidade rejeite a ideia de estar separada de Roma.</p>
<p><strong>Porque é que isto é tão grave para Roma?</strong></p>
<p>O problema não é apenas litúrgico. Não está em causa só a missa em latim. O conflito toca o núcleo da autoridade papal e da unidade da Igreja Católica.</p>
<p>Na disciplina católica, ordenar bispos sem autorização do Papa é uma violação grave, porque desafia diretamente a autoridade do Bispo de Roma e rompe a comunhão hierárquica. É por isso que o Vaticano fala em ato cismático.</p>
<p>Um cisma, em direito canónico, é uma rutura de comunhão com o Papa e com os membros da Igreja que estão em comunhão com ele. No caso da FSSPX, a rutura tem uma dimensão dupla: é institucional, porque a Fraternidade age sem mandato de Roma; e doutrinal, porque rejeita partes importantes do caminho assumido pela Igreja desde o Concílio Vaticano II.</p>
<p>Leão XIV reconheceu, na sua carta, que muitos fiéis ligados à Fraternidade têm apego à liturgia, zelo apostólico e desejo de fidelidade à tradição. Mas advertiu que esse apego não pode justificar um ato que rasga a unidade da Igreja.</p>
<p><strong>O que dizem os lefebvristas?</strong></p>
<p>A Fraternidade São Pio X defende que as consagrações são necessárias para garantir a continuidade do seu ministério sacramental. O superior-geral, padre Davide Pagliarani, tem invocado um “estado de necessidade”, argumentando que os bispos sobreviventes das consagrações de 1988 são idosos e que a Fraternidade precisa de novos bispos para confirmar fiéis e ordenar sacerdotes segundo o rito tradicional.</p>
<p>A FSSPX insiste que não pretende criar uma autoridade paralela nem separar-se da Igreja Católica. Num comunicado anterior à cerimónia, citado pela AP, a Fraternidade afirmou que o objetivo era assegurar a continuidade da administração dos sacramentos da Ordem e da Confirmação segundo o rito tradicional.</p>
<p>Durante a homilia em Écône, Pagliarani apresentou a decisão como um ato de serviço à Igreja, apesar de Roma a considerar uma desobediência grave. A lógica da Fraternidade é a de que a Igreja atravessa uma crise doutrinal e litúrgica e que, perante essa crise, seriam admissíveis meios excecionais.</p>
<p>Esse argumento, porém, é rejeitado por Roma e por muitos tradicionalistas que permanecem em plena comunhão com o Papa. Para estes setores, a defesa da missa tradicional não pode justificar ordenações episcopais sem mandato pontifício.</p>
<p><strong>Porque se fala novamente em 1988?</strong></p>
<p>A crise atual repete, quase quatro décadas depois, o episódio que marcou a rutura original entre Marcel Lefebvre e Roma. Em 1988, Lefebvre consagrou quatro bispos sem autorização do Papa João Paulo II. O Vaticano respondeu com excomunhões e considerou o ato cismático.</p>
<p>Entre os quatro bispos então consagrados estavam Alfonso de Galarreta e Bernard Fellay, que agora voltaram a desempenhar um papel central na cerimónia de Écône. A repetição do gesto dá à crise atual uma forte carga simbólica: os lefebvristas não apenas mantêm a rutura histórica, como a renovam para uma nova geração.</p>
<p>Nos anos seguintes, Roma tentou várias aproximações. Bento XVI liberalizou em 2007 o uso da missa tradicional em latim através do documento “Summorum Pontificum” e, em 2009, levantou as excomunhões dos bispos consagrados por Lefebvre. Mais tarde, o Papa Francisco restringiu fortemente a celebração da missa tridentina com o documento “Traditionis Custodes”, em 2021, numa tentativa de travar divisões internas em torno da liturgia.</p>
<p><strong>Quem são “uns” e “outros” neste confronto?</strong></p>
<p>De um lado está Roma, representada pelo Papa Leão XIV e pela Santa Sé. A posição do Vaticano é que a unidade da Igreja exige comunhão com o Papa, aceitação da autoridade pontifícia e respeito pelas decisões do Concílio Vaticano II.</p>
<p>Do outro está a Fraternidade São Pio X, que se vê como defensora da tradição católica anterior ao Concílio Vaticano II. Para os lefebvristas, a Igreja pós-conciliar afastou-se de elementos essenciais da fé, e a missa tradicional em latim é um símbolo dessa resistência.</p>
<p>Há ainda um terceiro grupo: os tradicionalistas que gostam da missa antiga, criticam algumas decisões recentes de Roma, mas permanecem em comunhão com o Papa. Alguns deles simpatizam com parte das preocupações da FSSPX, mas consideram que consagrar bispos sem autorização pontifícia é um ato ilegítimo de desobediência.</p>
<p>Massimo Faggioli, professor de Teologia na Universidade Villanova, citado pela Associated Press, descreveu a atual FSSPX como uma espécie de “Tradicionalismo 2.0”, mais profissional na comunicação, mais digital e mais consciente da sua identidade pública.</p>
<p>A própria organização do evento em Écône reforçou essa leitura. A cerimónia foi transmitida em direto, preparada para milhares de participantes, com alojamentos, refeições, estacionamento, transporte e até lembranças, incluindo uma caixa comemorativa de vinhos alusiva à consagração dos quatro bispos.</p>
<p><strong>O que pode acontecer agora?</strong></p>
<p>A consequência canónica mais imediata é a excomunhão automática, conhecida como latae sententiae, para os bispos consagrados e para os que participaram diretamente na consagração. Isto significa que a pena decorre do próprio ato, ainda que o Vaticano possa posteriormente emitir uma declaração formal a confirmar a situação.</p>
<p>Na prática, os novos bispos não poderão exercer legitimamente ministério na Igreja Católica, e os atos realizados pela FSSPX continuarão a existir numa zona de forte tensão canónica: alguns sacramentos podem ser válidos, mas ilícitos, por serem celebrados fora da plena comunhão com Roma.</p>
<p>A Santa Sé poderá ainda rever concessões feitas à Fraternidade nos últimos anos, nomeadamente em matéria de confissões e casamentos. A AP assinala que, sob pontificados anteriores, Roma chegou a reconhecer determinadas faculdades sacramentais da FSSPX, precisamente para proteger os fiéis que recorrem aos seus padres.</p>
<p>Politicamente, a crise é também um teste para Leão XIV. O Papa, que tem procurado apresentar-se como figura de unidade, enfrenta agora um desafio direto de um movimento que rejeita elementos centrais da Igreja pós-conciliar e que não parece interessado em recuar.</p>
<p>A questão decisiva é saber se esta rutura ficará limitada à FSSPX ou se dará novo fôlego a outros grupos ultratradicionalistas em tensão com Roma. A presença anunciada de figuras da extrema-direita italiana, como membros da Forza Nuova, na cerimónia de Écône, acrescenta uma dimensão política a um conflito que é, antes de mais, religioso e eclesial.</p>
<p>Para já, a fotografia é clara: o Papa pediu que recuassem, os lefebvristas avançaram e Roma vê o gesto como uma nova ferida na unidade católica. O conflito não começou esta semana, mas a consagração de quatro novos bispos sem autorização papal garante que a rutura continuará a marcar a Igreja durante os próximos anos.</p>
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