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	<title>Executive Digest</title>
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	<description>Notícias atualizadas ao minuto. Economia, política, sociedade, finanças e empresas e mercados</description>
	<lastBuildDate>Tue, 23 Jun 2026 15:37:45 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Pelo menos quatro mortos e 50 turistas retidos em favela no Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:35:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Comando Vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[O miradouro da favela de Santa Marta é um dos pontos turísticos mais visitados do Rio de Janeiro pelas suas vistas panorâmicas sobre o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e a Baía de Guanabara]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Pelo menos quatro pessoas morreram hoje durante uma operação policial na favela de Santa Marta, na zona sul da cidade brasileira do Rio de Janeiro, deixando mais de 50 turistas retidos num miradouro situado no topo da comunidade.</p>
<p>A troca de tiros começou pouco depois das 04:00 locais (07:00 em Lisboa), quando agentes policiais entraram na favela para cumprir dezenas de mandados de detenção e de busca contra suspeitos ligados ao Comando Vermelho, uma das organizações criminosas mais poderosas do Brasil, segundo um comunicado da Polícia Civil.</p>
<p>As autoridades identificaram &#8220;integrantes responsáveis pela logística do tráfico de drogas, divisão de funções e manutenção do domínio territorial armado na comunidade&#8221; localizada no famoso bairro de Botafogo, lê-se no comunicado.</p>
<p>Os turistas tinham subido ao miradouro Dona Marta para assistir ao nascer do sol e foram obrigados a refugiar-se no chão enquanto se ouviam rajadas de tiros e explosões nas imediações, segundo a imprensa local.</p>
<p>As imagens foram captadas por um fotógrafo que acompanhava o grupo e que divulgou o vídeo nas redes sociais.</p>
<p>&#8220;Parecia uma guerra, com granadas sendo lançadas. Os turistas e guias tiveram que deitar no chão, foi muito assustador, desesperador. Eu ainda estou tremendo. É uma sensação de pânico e impotência, algo realmente muito agressivo. Foi muito tiro, muito tiro&#8221;, disse o fotógrafo Ari Kaye, citado pelo portal G1.</p>
<p>Durante a operação, um passageiro de um autocarro que circulava na principal via de acesso à favela ficou ferido numa perna por uma bala perdida.</p>
<p>O miradouro da favela de Santa Marta é um dos pontos turísticos mais visitados do Rio de Janeiro pelas suas vistas panorâmicas sobre o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar e a Baía de Guanabara.</p>
<p>A ação policial faz parte da Operação Contenção, que procura travar a expansão territorial do Comando Vermelho, uma organização criada nas prisões do Rio de Janeiro na década de 1970 e que atualmente possui ramificações na maioria dos estados brasileiros e em alguns países vizinhos.</p>
<p>A primeira fase desta operação, realizada no final de outubro de 2025 nos complexos de favelas da Penha e do Alemão, foi a mais mortífera da história do Rio de Janeiro, com um balanço de 122 mortos, incluindo cinco polícias.</p>
<p>Segundo dados da Polícia Civil, desde o início da ofensiva foram detidas mais de 360 pessoas, outras 137 morreram em confrontos e foram apreendidas cerca de 480 armas de fogo, entre as quais 190 espingardas automáticas, além de mais de 51 mil munições.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780425]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Faturação da Konica Minolta Portugal cresce 5% para 41M€</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:32:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Konica Minolta Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A faturação da Konica Minolta Portugal aumentou 5%, para 41 milhões de euros, no ano fiscal 25/26 face ao anterior, destacando-se o desempenho das áreas de impressão profissional e industrial, anunciou hoje a empresa.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A faturação da Konica Minolta Portugal aumentou 5%, para 41 milhões de euros, no ano fiscal 25/26 face ao anterior, destacando-se o desempenho das áreas de impressão profissional e industrial, anunciou hoje a empresa.</P><br />
<P>Em comunicado, a Konica Minolta refere que, num contexto económico &#8220;desafiante&#8221;, o crescimento foi transversal a todas as áreas de negócio.</P><br />
<P>&#8220;Apesar de todas as áreas terem contribuído para este desempenho positivo, destacam-se particularmente as áreas de impressão profissional e industrial, que registaram crescimentos mais acentuados e reforçaram o seu peso no conjunto da operação&#8221;, salienta.</P><br />
<P>De acordo com a empresa, este desempenho segue a tendência no setor da indústria gráfica portuguesa, que representa um volume de negócios superior a 3.000 milhões de euros, com cerca de 2.100 empresas em atividade e exportações na ordem dos 600 milhões de euros.</P><br />
<P>&#8220;A procura concentra-se em produção personalizada, tiragens mais curtas e diferenciação visual, num modelo que assenta na renovação tecnológica das empresas avançando para as soluções de produção digital e na resposta a mercados internacionais&#8221;, indica.</P><br />
<P>No ano fiscal 25/26, a Konica Minolta Portugal refere que o seu desenvolvimento foi ainda impulsionado pelo &#8220;crescimento significativo&#8221; dos serviços de tecnologias da informação (TI), que &#8220;estão a dar respostas diferenciadoras às empresas que procuram soluções de &#8216;workflow&#8217; e sistemas de apoio à decisão baseados em inteligência artificial&#8221;.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, &#8220;as soluções de impressão de escritório, num contexto de pressão face à necessidade de mais sustentabilidade com a redução nos consumos de papel e a evolução para &#8216;workflows&#8217; mais digitais, manteve uma trajetória de crescimento sustentado desde o período pós-pandemia&#8221;, acrescenta.</P><br />
<P>Citado no comunicado, o &#8216;deputy managing director&#8217; da Konica Minolta Portugal e Espanha, Pedro Monteiro, aponta como objetivo para o próximo ano fiscal &#8220;manter este ritmo de crescimento, reforçar a relação de proximidade com os clientes e consolidar o investimento realizado em áreas estratégicas como a inteligência artificial e a transformação digital&#8221;.</P><br />
<P>A nível global, a Konica Minolta encerrou o último ano do seu plano estratégico de médio prazo assente na renovação do portefólio e na concentração em áreas de maior valor.</P><br />
<P>A operação portuguesa é destacada neste ciclo como &#8220;contribuidor relevante para o grupo, quer pelos resultados financeiros, quer pela liderança em projetos-piloto, com destaque para a aplicação de inteligência artificial aos processos de negócio&#8221;.</P><br />
<P>Em Portugal, a Konica Minolta prepara-se para realizar a mudança da sua sede no Parque das Nações, em Lisboa, num passo que diz sinalizar &#8220;um novo ciclo para a operação portuguesa&#8221;. Tem ainda prevista a abertura de um novo &#8216;showroom&#8217; em Coimbra, reforçando a estratégia de descentralização.</P><br />
<P>A Konica Minolta Business Solutions Portugal adotou esta designação em 2003, com a fusão entre a Konica e a Minolta. </P><br />
<P>Com sede em Lisboa, a empresa tem ainda escritórios no Porto, Coimbra e Faro, contando com um total de 200 colaboradores no país. </P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780430]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>ASAE abre três processos-crime após detetar menores com documentos falsificados para comprar álcool no Rock in Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:31:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[ASAE]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[Rock in Rio]]></category>
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					<description><![CDATA[Ação foi conduzida pela Unidade Regional do Sul da ASAE durante o último fim de semana e teve como objetivo verificar o cumprimento das normas legais aplicáveis no recinto do evento]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica instaurou três processos-crime por falsificação de documentos de identificação envolvendo menores de idade, no âmbito de uma operação de fiscalização realizada no Rock in Rio 2026.</p>
<p>A ação foi conduzida pela Unidade Regional do Sul da ASAE durante o último fim de semana e teve como objetivo verificar o cumprimento das normas legais aplicáveis no recinto do evento, com especial incidência na proteção da saúde pública e na disponibilização, venda e consumo de bebidas alcoólicas por menores.</p>
<p>No decurso da operação, foram instaurados três processos-crime e um processo de contraordenação.</p>
<p>Os três processos-crime estão relacionados com falsificação de documentos de identificação. Segundo a ASAE, envolveram três menores, todos com 16 anos, que utilizavam documentos falsificados através de manipulação digital com o objetivo de adquirir bebidas alcoólicas no interior do recinto.</p>
<p>A autoridade recorda que, nos termos da legislação penal portuguesa, os menores com idade igual ou superior a 16 anos são criminalmente responsáveis pelos seus atos, sem prejuízo do regime especial aplicável em função da idade.</p>
<p>Além dos processos-crime, foi instaurado um processo de contraordenação a um operador económico por venda de bebidas alcoólicas a menores.</p>
<p>A ASAE destaca ainda a colaboração da organização do Rock in Rio 2026 durante a operação, considerando-a essencial para a prevenção de situações ilícitas e para a promoção de um ambiente seguro para todos os participantes.</p>
<p>A autoridade garante que vai continuar a desenvolver ações de fiscalização, reforçando o compromisso com a defesa dos consumidores, o cumprimento da legalidade e a salvaguarda da saúde pública.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780423]]></sapo:autor>
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		<title>Especialista revela como evitar a desidratação na onda de calor — e o conselho surpreendente sobre comida e álcool</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Francisco Laranjeira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 15:16:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Ron Maughan, especialista em nutrição desportiva e professor honorário na Escola de Medicina da Universidade de St Andrews, deixou conselhos para melhor lidar com o calor extremo]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Com avisos meteorológicos amarelos e vermelhos em vigor em várias zonas de Inglaterra e do País de Gales, o risco de desidratação aumenta. E, com o Mundial a levar muitos adeptos para os bares, onde o consumo de álcool pode agravar a perda de líquidos, o &#8216;The Independent&#8217; reuniu conselhos de Ron Maughan, especialista em nutrição desportiva e professor honorário na Escola de Medicina da Universidade de St Andrews.</p>
<p>Maughan sabe do que fala. Fez parte da equipa responsável pelos estudos de 2008 que estiveram na origem das pausas de hidratação neste Mundial e há anos que investiga a forma como o corpo responde ao calor, ao exercício e à perda de líquidos. Algumas das suas recomendações são esperadas. Outras, como a utilidade de uma pizza ou de uma cerveja com limonada, podem surpreender.</p>
<p>A desidratação pode causar tonturas, cansaço, sensação de cabeça leve e, nos casos mais graves, desmaios, coma ou mesmo morte. Esses cenários extremos são raros, sublinha o especialista, porque o corpo tem mecanismos de defesa que tendem a limitar o esforço quando a temperatura sobe para níveis perigosos.</p>
<p>O problema é que, quando há desidratação, o volume de sangue diminui. Isso obriga o coração a trabalhar mais para levar sangue aos tecidos que precisam dele. Ao mesmo tempo, o sangue torna-se ligeiramente mais espesso, o que aumenta o esforço cardiovascular. Por isso, manter bons níveis de hidratação é particularmente importante para pessoas mais velhas ou menos aptas fisicamente.</p>
<p>O risco aumenta com o calor. Para arrefecer, o corpo envia sangue quente para a pele e produz suor. Mas o suor só arrefece se evaporar. Quando a temperatura é elevada e há humidade, este processo torna-se menos eficiente, o que ajuda a explicar por que motivo as ondas de calor são especialmente exigentes para o organismo.</p>
<p>A recomendação mais óbvia é beber líquidos, evitar exposição excessiva ao sol, procurar sombra, fazer pausas em locais frescos e usar estratégias de arrefecimento. Mas, segundo Ron Maughan, a escolha da bebida também conta. E a água, embora importante, não é necessariamente a bebida ideal em todas as situações.</p>
<p>Num estudo de 2016 sobre as propriedades hidratantes de diferentes bebidas, Maughan concluiu que sumos de fruta podem ajudar e que o leite também tem utilidade, por conter algum sal. O ponto essencial, explica, é não depender apenas de água simples, sobretudo quando há perda de sal através do suor.</p>
<p>“Quando transpiramos, perdemos sal, e a água não contém sal”, explica o especialista. As bebidas desportivas usadas por atletas em esforço intenso no calor contêm normalmente água, algum açúcar e sal. O sal ajuda a reter água no organismo. Sem ele, beber apenas água pode diluir os fluidos corporais e enviar ao cérebro e aos rins a mensagem de que há excesso de hidratação, levando o corpo a produzir mais urina.</p>
<p>Isto não significa, contudo, que a maioria das pessoas precise de suplementos caros de eletrólitos. Esses produtos podem ser úteis para atletas em situações extremas, como provas longas de resistência. Para a pessoa comum, uma alimentação adequada pode bastar.</p>
<p>É aqui que entra uma das sugestões mais inesperadas: água e pizza podem cumprir parte da função de uma bebida desportiva. A pizza fornece hidratos de carbono e sal. Se os rins tiverem água e sal suficientes, e estiverem a funcionar bem, conseguem regular o equilíbrio de fluidos.</p>
<p>O &#8216;The Independent&#8217; destaca que esta recomendação assenta em estudos feitos após exercício, quando as pessoas estavam desidratadas. Quando recebiam apenas água, produziam mais urina. Quando a água era acompanhada de sal, retinham melhor os líquidos ingeridos.</p>
<p>O álcool acrescenta outro fator de risco, porque é diurético: estimula os rins a produzir urina. O mesmo acontece com a cafeína. Ainda assim, o efeito depende da quantidade e do tipo de bebida.</p>
<p>Segundo Maughan, o álcool tende a estimular a produção de urina numa proporção ligada à sua concentração. Uma bebida forte, como uma dose de whisky a 40%, pode ter um efeito diurético maior do que uma cerveja com cerca de 5% de álcool. A cerveja, por conter mais água, pode deixar o organismo em melhor situação do que não beber nada.</p>
<p>O especialista alerta para um efeito perverso dos conselhos demasiado rígidos. Se se disser às pessoas para evitarem álcool, chá ou café, algumas podem simplesmente não beber água nem qualquer outro líquido. Em plena onda de calor, isso pode deixá-las mais desidratadas do que se tivessem bebido uma dessas opções com moderação.</p>
<p>A solução de compromisso proposta por Maughan é simples: uma cerveja com limonada. Ao misturar cerveja e limonada em partes iguais, reduz-se a quantidade de álcool ingerida, diminui-se o efeito diurético e mantém-se alguma sensação de prazer social. O especialista nota ainda, com humor, que há menos probabilidade de o adepto estar na casa de banho quando for marcado o golo decisivo.</p>
<p>A hidratação, no entanto, não é igual para todos. A velha regra dos oito copos de água por dia é cada vez mais questionada. Um estudo de 2022 da Universidade de Wisconsin-Madison, nos Estados Unidos, analisou mais de 5.000 pessoas de 26 países, desde bebés a adultos com 96 anos, e concluiu que a quantidade de água necessária varia muito de pessoa para pessoa.</p>
<p>Há sinais simples que ajudam a perceber as necessidades individuais. Quem se pesa antes e depois de correr ou treinar pode avaliar a perda de líquidos. Se uma pessoa de 70 quilos perder um quilo durante o exercício, perdeu cerca de 1,4% do peso corporal, o que ainda pode ser aceitável. Se perder dois quilos, deve beber mais.</p>
<p>Também há pessoas que perdem mais sal no suor. Um sinal visível é a presença de manchas brancas e secas em roupa escura, sobretudo debaixo dos braços, depois de fazer exercício. Nestes casos, pode ser necessário prestar mais atenção à reposição de sal, muitas vezes através da própria alimentação.</p>
<p>Homens, por regra, têm maior dimensão corporal e podem precisar de repor mais líquidos do que mulheres mais pequenas. Qualquer causa de perda de fluidos, incluindo a menstruação, também pode aumentar as necessidades. Já algumas pessoas idosas podem ter o mecanismo da sede diminuído e precisar de ser incentivadas a beber, especialmente se tomarem medicamentos que aumentem a produção de urina.</p>
<p>Um dos indicadores mais simples de desidratação é a cor da urina. Se for clara, semelhante a palha pálida, ao longo do dia, o corpo está provavelmente bem hidratado. A primeira urina da manhã é normalmente mais escura, porque não houve ingestão de água durante a noite.</p>
<p>Outro sinal está na pele. Se beliscar ligeiramente a pele no dorso da mão e ela demorar a voltar ao normal, isso pode indicar desidratação. Nesse caso, a resposta é simples: beber, repor líquidos e, quando necessário, acompanhar a água com alimentos que ajudem a reter esses líquidos.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780419]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>BE requer audição urgente de secretária-geral do Sistema de Segurança Interna sobre ameaças a políticos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:59:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco de Esquerda]]></category>
		<category><![CDATA[Fabian Figueiredo]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Armilar Lusitano]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O BE pediu hoje a audição parlamentar urgente da secretária-geral do Sistema de Segurança Interna sobre a coordenação entre entidades face às ameaças da extrema-direita à segurança do primeiro-ministro e de outros políticos.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O BE pediu hoje a audição parlamentar urgente da secretária-geral do Sistema de Segurança Interna sobre a coordenação entre entidades face às ameaças da extrema-direita à segurança do primeiro-ministro e de outros políticos. </P><br />
<P>No requerimento, o deputado único do BE, Fabian Figueiredo, refere que foram recentemente noticiados factos &#8220;que suscitam sérias dúvidas sobre o funcionamento dos mecanismos nacionais de coordenação e partilha de informação em matéria de combate ao terrorismo&#8221;.</P><br />
<P>Em causa está uma lista de alvos que eram visados pelo grupo neonazi Movimento Armilar Lusitano (MAL), que incluía mais de 80 personalidades e 40 políticos, noticiado na semana passada pelo semanário Expresso. Hoje, o jornal Público noticia que as secretas não terão sido informadas sobre estas ameaças.</P><br />
<P>&#8220;De acordo com a informação divulgada na comunicação social, os serviços de informações não terão sido informados da existência de ameaças à segurança de titulares de órgãos de soberania, designadamente do primeiro-ministro, do Presidente da República e de diversos deputados à Assembleia da República, nem da existência de uma listagem com mais de 170 cidadãos e mais de meia centena de organizações&#8221;, argumenta o bloquista. </P><br />
<P>Fabian Figueiredo sustentou que &#8220;as entidades que detinham os elementos relativos a estas ameaças não os terão partilhado na Unidade de Coordenação Antiterrorismo, órgão que funciona no âmbito do Sistema de Segurança Interna e que tem precisamente por missão assegurar e incrementar a partilha de informações no domínio da prevenção e do combate ao terrorismo&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Em consequência dessa não partilha, não terá sido realizada qualquer avaliação de ameaça às pessoas visadas, nem adotadas medidas de proteção&#8221;, critica o deputado.</P><br />
<P>O bloquista faz ainda referência às declarações do ministro da Administração Interna, Luís Neves, que &#8220;reconheceu publicamente a existência de uma falha na comunicação&#8221;.</P><br />
<P>Fabian Figueiredo sustenta que a secretária-geral do Sistema de Segurança Interna &#8220;coordena o conjunto das forças e serviços de segurança e preside ao órgão de coordenação em causa, encontrando-se, por isso, em posição de prestar os esclarecimentos necessários sobre o que falhou, por que falhou e quais medidas foram ou serão adotadas para que situações desta natureza não se repitam&#8221;.</P><br />
<P>Na proposta bloquista, a audição deverá decorrer à porta fechada &#8220;pela natureza sensível da matéria, que envolve informação relativa à segurança interna e à proteção de cidadãos e organizações, devendo o seu tratamento respeitar as exigências de reserva aplicáveis&#8221;.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780401]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>CMVM avisa que Onencore e BCG não têm autorização para intermediação financeira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:58:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) avisou hoje que a plataforma Onencore e a BCG Investments Limited não estão autorizadas a exercer qualquer atividade de intermediação financeira em Portugal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) avisou hoje que a plataforma Onencore e a BCG Investments Limited não estão autorizadas a exercer qualquer atividade de intermediação financeira em Portugal.</p>
<p>&#8220;A CMVM alerta para o facto de nem a plataforma Onencore (https://onencore.com/pt) nem a entidade BCG Investments Limited estarem autorizadas junto da CMVM para o exercício de qualquer atividade de intermediação financeira em Portugal&#8221;, lê-se numa nota hoje divulgada no &#8216;site&#8217; do regulador.</p>
<p>Por outro lado, avisou que estas entidades também não estão habilitadas a realizar publicidade ou prospeção de clientes para a celebração de contratos de intermediação financeira.</p>
<p>A CMVM disse ainda que a lista das entidades autorizadas pode ser consultada no seu &#8216;site&#8217; e que todas as pessoas que estabeleceram qualquer relação comercial com a Onencore e a BCG Investments Limited podem contactá-la através do número 800 205 339 ou do &#8216;e-mail&#8217; cmvm@cmvm.pt.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780380]]></sapo:autor>
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		<title>Constrangimentos da obra da Linha Rosa ultrapassados a tempo do São João, garante Metro do Porto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:44:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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		<category><![CDATA[Porto]]></category>
		<category><![CDATA[São João]]></category>
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					<description><![CDATA[Os constrangimentos à circulação pedonal e rodoviária no Porto devido às obras da Linha Rosa foram "ultrapassados" a tempo do São João, sobrando apenas vedações às bocas de acesso às estações, garantiu hoje fonte da Metro do Porto.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os constrangimentos à circulação pedonal e rodoviária no Porto devido às obras da Linha Rosa foram &#8220;ultrapassados&#8221; a tempo do São João, sobrando apenas vedações às bocas de acesso às estações, garantiu hoje fonte da Metro do Porto.</P><br />
<P>Em resposta à Lusa, a empresa assegurou ter sido assim cumprida a promessa feita em 09 de janeiro pelo seu presidente, Emídio Gomes, numa visita com o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, a um dos túneis em construção da Linha Rosa, na qual se comprometeu a solucionar todos os impedimentos à superfície relacionados com a obra desta linha até aos festejos de São João.</P><br />
<P>&#8220;As zonas de obra em redor das novas estações Casa da Música, Galiza, Hospital Santo António e São Bento estão libertas dos trabalhos à superfície, com a consequente reabertura de vias pedonais e rodoviárias e respetivos espaços públicos. Apenas as bocas de acesso a estas estações permanecem vedadas, naturalmente e até ao momento de entrada em funcionamento desta linha&#8221;, especificou a Metro do Porto à Lusa.</P><br />
<P>A Linha Rosa do Metro do Porto, que ligará São Bento à Casa da Música, estará operacional até março de 2027, anunciou Emídio Gomes em janeiro.</P><br />
<P>Questionado hoje, à margem da apresentação do projeto de uma nova ponte pedonal a ligar o Porto a Vila Nova de Gaia, o presidente da Câmara do Porto, Pedro Duarte, enalteceu os &#8220;grandes avanços&#8221; que têm sido feitos nos últimos dias.</P><br />
<P>&#8220;Eu vou sair daqui e vou precisamente confirmar isso [se já não há obras à superfície]. Combinei até com o presidente da Metro para podermos fazer este circuito e as informações que me estão a chegar é que, desde as últimas horas, houve já mais um progresso significativo&#8221;, partilhou.</P><br />
<P>Pedro Duarte ressalvou que continuarão a existir &#8220;limitações&#8221; devido às bocas de entrada para as estações, mas que a rede viária &#8220;vai estar toda limpa&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Finalmente, ao fim de muitos e muitos anos, a cidade de Porto vai ter outra cara já durante esta noite de São João&#8221;, considerou.</P><br />
<P>Também &#8220;a tempo das festas de São João&#8221;, a Câmara do Porto anunciou hoje ter concluído a requalificação da Rua da Galeria de Paris, que fica na baixa da cidade e que estava em obras há sete meses.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780375]]></sapo:autor>
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		<title>Fertagus conta ter duas novas carruagens no primeiro semestre de 2027</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/fertagus-conta-ter-duas-novas-carruagens-no-primeiro-semestre-de-2027/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:42:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
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		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
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		<category><![CDATA[Fertagus]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A presidente da Fertagus atribuiu hoje a sobrelotação dos comboios da empresa ao aumento da procura, à falta de material circulante e a constrangimentos na infraestrutura, prevendo a entrada em serviço de novas carruagens no primeiro semestre de 2027.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente da Fertagus atribuiu hoje a sobrelotação dos comboios da empresa ao aumento da procura, à falta de material circulante e a constrangimentos na infraestrutura, prevendo a entrada em serviço de novas carruagens no primeiro semestre de 2027.</p>
<p>A presidente do conselho de administração da Fertagus, Cristina Dourado, que participou numa conferência sobre transportes públicos, no terminal fluvial do Cais do Sodré, quando questionada sobre as queixas dos utentes da Fertagus sobre a sobrelotação dos comboios, explicou que a procura na travessia ferroviária do Tejo aumentou &#8220;exponencialmente&#8221; com a redução tarifária e que o problema só será minimizado com o aumento de material circulante.</p>
<p>Nesse sentido, a presidente da Fertagus perspetivou que as primeiras duas das cinco carruagens que irão reforçar o serviço da empresa estejam disponíveis no primeiro semestre do próximo ano.</p>
<p>Cristina Dourado referiu que cada carruagem, disponibilizada pela empresa espanhola RENFE, terá uma capacidade para receber 350 pessoas.</p>
<p>Além da falta de material circulante, a administradora da Fertagus apontou para a existência de problemas na infraestrutura ferroviária, originando &#8220;afrouxamentos&#8221; na circulação.</p>
<p>Em março, a Comissão de Utentes da Fertagus enviou à Comissão Europeia uma queixa contra o Estado português por permitir que os passageiros sejam diariamente transportados em condições &#8220;fora do padrão europeu&#8221; e &#8220;com riscos de segurança&#8221;.</p>
<p>&#8220;As pessoas aglomeram-se nos cais, empurram-se, agridem-se verbal e fisicamente. Todas querem entrar nas carruagens, esmagadas, crianças inclusive, a respirar umas em cima de outras. Nesta atmosfera asfixiante, há sempre alguma pessoa a precisar de ser socorrido e o comboio tem de parar na estação seguinte e esperar por socorro&#8221;, relatou, então, à agência Lusa o porta-voz da comissão, Aristides Teixeira.</p>
<p>Já em abril deste ano, a administradora da Fertagus admitiu no parlamento que a empresa opera no limite da capacidade, apontando ao Governo a responsabilidade pelo reforço de comboios necessários para responder ao aumento da procura.</p>
<p>A Fertagus é responsável pela ligação ferroviária entre as duas margens do Tejo pela Ponte 25 de Abril, entre Lisboa e Setúbal.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780366]]></sapo:autor>
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		<title>Um Wrangler grátis, um nome histórico e uma vitória quase impossível: a aposta da Jeep no Mundial</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/um-wrangler-gratis-um-nome-historico-e-uma-vitoria-quase-impossivel-a-aposta-da-jeep-no-mundial/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Automonitor]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:40:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automonitor]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Motores]]></category>
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		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[jeep]]></category>
		<category><![CDATA[Mundial'2026]]></category>
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					<description><![CDATA[Campanha foi lançada para acompanhar o Mundial'2026, atualmente a decorrer, e aposta numa mistura de futebol, identidade americana e humor publicitário]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A Jeep decidiu entrar no ambiente do Mundial&#8217;2026 com uma campanha tão patriótica quanto improvável: oferecer até 100 exemplares do Wrangler 2026 se a seleção dos Estados Unidos vencer o torneio. Mas há uma condição adicional que torna a promoção ainda mais peculiar: os vencedores têm de se chamar legalmente George Washington.</p>
<p>A &#8216;Car and Driver&#8217; escreve que a campanha foi lançada para acompanhar o Mundial&#8217;2026, atualmente a decorrer, e aposta numa mistura de futebol, identidade americana e humor publicitário. A ideia é simples na aparência, mas quase impossível na prática: só os primeiros 100 americanos legalmente chamados George Washington poderão receber um Wrangler, e apenas se os Estados Unidos forem campeões mundiais.</p>
<p>As inscrições estão abertas até 19 de julho, às 15 horas da costa leste dos Estados Unidos, coincidindo com o dia da final do Mundial. Mesmo assim, o registo não garante qualquer prémio. A oferta só será ativada se a seleção americana conquistar o torneio, um cenário considerado altamente improvável pelos próprios meios especializados.</p>
<p>A campanha, chamada “Wrangler for Washingtons”, joga com a figura do primeiro presidente dos Estados Unidos e com a imagem da Jeep como marca associada ao patriotismo americano. O objetivo é aproveitar um dos maiores eventos desportivos do ano sem recorrer a uma campanha convencional de patrocínio ou apoio à seleção.</p>
<p>O tom é assumidamente humorístico. A &#8216;Road &amp; Track&#8217; destaca que a iniciativa coloca George Washington, o nome mais simbólico da história política americana, no centro de uma campanha automóvel ligada ao futebol, num país onde o Mundial é também uma oportunidade para as marcas explorarem o crescimento da modalidade.</p>
<p>A Jeep acrescentou ainda uma figura promocional à campanha: a comediante Iliza Shlesinger, apresentada como “Chief Soccer Officer” da marca. Num anúncio de tom paródico, surge vestida com inspiração na Guerra da Independência, reforçando o contraste entre a solenidade patriótica e a improbabilidade da oferta.</p>
<p>Na prática, há duas barreiras difíceis de ultrapassar. A primeira é encontrar americanos que se chamem legalmente George Washington e estejam atentos à campanha. A segunda é esperar que a seleção dos Estados Unidos consiga vencer o Mundial, num torneio em que terá pela frente algumas das seleções mais fortes do mundo.</p>
<p>É precisamente essa improbabilidade que torna a ação eficaz do ponto de vista publicitário. A Jeep não está apenas a prometer carros; está a criar uma história fácil de partilhar, com uma condição absurda, um prémio apetecível e uma ligação direta ao momento desportivo mais mediático do verão.</p>
<p>O Wrangler encaixa bem nessa narrativa. É um dos modelos mais reconhecíveis da Jeep e continua associado à ideia de aventura, liberdade e identidade americana. Ao ligá-lo a George Washington e a uma eventual vitória dos Estados Unidos no Mundial, a marca transforma o SUV num símbolo publicitário de patriotismo levado ao extremo.</p>
<p>A campanha também mostra como o Mundial&#8217;2026 está a ser usado pelas marcas automóveis para criar histórias que vão além dos carros oficiais, das frotas de transporte e dos patrocínios tradicionais. Neste caso, a Jeep escolheu um caminho mais estranho: uma promessa real, mas dependente de uma combinação de fatores quase impossível.</p>
<p>Se os Estados Unidos levantarem o troféu e houver 100 George Washington elegíveis inscritos, a Jeep terá de entregar os Wrangler. Se isso não acontecer, a campanha já terá cumprido grande parte do objetivo: pôr toda a gente a falar de uma das promoções mais insólitas do Mundial.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780368]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Mãe de menores abandonados em Alcácer do Sal continua presa em Portugal, determina tribunal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:35:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Portugal]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alcácer do Sal]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
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					<description><![CDATA[O Tribunal da Relação de Évora (TRE) determinou hoje que a mãe das crianças francesas abandonadas na zona de Alcácer do Sal continue detida em Portugal, com o processo judicial em curso no Tribunal de Setúbal.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Tribunal da Relação de Évora (TRE) determinou hoje que a mãe das crianças francesas abandonadas na zona de Alcácer do Sal continue detida em Portugal, com o processo judicial em curso no Tribunal de Setúbal.</P><br />
<P>A mulher francesa, de 41 anos, que está em prisão preventiva, foi hoje presente no TRE, na sequência do Mandado de Detenção Europeu (MDE) de que é alvo por parte das autoridades de França, revelou o Ministério Público (MP).</P><br />
<P>Em comunicado publicado na página de Internet da Procuradoria-Geral Regional de Évora, o MP explicou que a cidadã foi ouvida e &#8220;consentiu na sua entrega ao Estado requerente, não renunciando ao princípio da especialidade&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Foi, de imediato, proferida decisão de recusa parcial do cumprimento do MDE no que respeita aos factos ocorridos em Portugal e que são objeto do já referido processo que corre termos no DIAP [Departamento de Investigação e Ação Penal] de Setúbal&#8221;, lê-se na nota.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780367]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Qatargate: Bélgica emite mandado de captura para antigo comissário europeu e pede levantamento da imunidade parlamentar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:17:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[As autoridades judiciais belgas emitiram um mandado de captura contra o antigo comissário europeu para a Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos, no âmbito da investigação ao chamado Qatargate.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>As autoridades judiciais belgas emitiram um mandado de captura contra o antigo comissário europeu para a Migração, Assuntos Internos e Cidadania, Dimitris Avramopoulos, no âmbito da investigação ao chamado Qatargate, o escândalo de alegada corrupção que abalou o Parlamento Europeu no final de 2022. Paralelamente, a justiça da Bélgica solicitou ao Parlamento grego o levantamento da imunidade parlamentar do político, atualmente deputado na Grécia, para permitir a execução da medida judicial.</p>
<p>Segundo informações divulgadas pela Euronews e pelo jornal grego Kathimerini, Avramopoulos é suspeito de ter participado numa organização criminosa relacionada com um alegado esquema de subornos envolvendo interesses do Qatar e de Marrocos junto de instituições europeias.</p>
<p>A acusação sustenta que o antigo comissário terá recebido cerca de 73 mil euros da organização não-governamental Fight Impunity, entidade fundada em 2019 pelo ex-eurodeputado italiano Pier-Antonio Panzeri, considerado uma das figuras centrais do caso.</p>
<p><strong>Justiça belga avança com pedido ao Parlamento grego</strong><br />
Com a emissão do mandado de captura, as autoridades belgas desencadearam o procedimento formal para levantar a imunidade parlamentar de Avramopoulos.</p>
<p>A documentação já foi remetida às autoridades gregas e seguirá agora o percurso institucional previsto pela legislação helénica, passando pela Procuradoria junto do Tribunal de Recurso de Atenas, pela Procuradoria do Areópago e, posteriormente, através do Ministério da Justiça, até ao Parlamento grego, que terá de se pronunciar sobre o pedido.</p>
<p>A eventual retirada da imunidade permitirá às autoridades belgas prosseguir com as diligências judiciais relacionadas com a investigação.</p>
<p><strong>Avramopoulos rejeita qualquer ligação à alegada rede de subornos</strong><br />
O antigo comissário europeu reagiu prontamente às acusações, negando qualquer envolvimento no alegado esquema de corrupção.</p>
<p>Num comunicado, o político da Nova Democracia, partido liderado pelo primeiro-ministro grego Kyriakos Mitsotakis, afirmou categoricamente: “Nunca tive qualquer relação com este caso”.</p>
<p>Avramopoulos sustentou que toda a sua ligação à Fight Impunity foi legal, transparente e devidamente declarada às autoridades competentes.</p>
<p>“O meu envolvimento com a organização foi completamente legal, auditado, aprovado, declarado e tributado”, garantiu.</p>
<p>O antigo responsável europeu foi ainda mais longe ao classificar como “arbitrária, inaceitável e suspeita” qualquer tentativa de associar o seu nome a atividades ilícitas relacionadas com a organização.</p>
<p>“Qualquer tentativa por parte das autoridades belgas de levantar a questão e implicar o meu nome em qualquer assunto relacionado com a Fight Impunity (&#8230;) é arbitrária, inaceitável, suspeita e receberá o devido tratamento por todos os meios judiciais”, afirmou.</p>
<p><strong>Ex-comissário abdica de invocar imunidade</strong><br />
Apesar de beneficiar da proteção parlamentar enquanto deputado grego, Avramopoulos declarou que não pretende utilizar esse mecanismo para impedir o avanço do processo.</p>
<p>Pelo contrário, anunciou que solicitará que o caso seja investigado em profundidade, insistindo na sua inocência.</p>
<p>Na mesma declaração, o político sublinhou que os montantes recebidos da Fight Impunity foram devidamente incluídos nas suas declarações patrimoniais e fiscais.</p>
<p>Segundo as autoridades belgas, esses pagamentos poderão estar ligados a fundos provenientes de uma alegada rede criminosa. Já Avramopoulos sustenta que todos os valores foram recebidos de forma legítima e devidamente tributados na Grécia.</p>
<p>O que dizia Avramopoulos quando o escândalo surgiu em 2022</p>
<p>Quando o Qatargate rebentou publicamente em dezembro de 2022, Dimitris Avramopoulos já tinha esclarecido a natureza da sua colaboração com a Fight Impunity.</p>
<p>Na altura, afirmou não exercer qualquer função executiva ou de gestão dentro da organização, integrando apenas o denominado Conselho de Honra da ONG juntamente com outras figuras políticas internacionais.</p>
<p>Segundo explicou então, antes de aceitar essa colaboração solicitou autorização formal à Comissão Europeia.</p>
<p>“Para a minha participação e a remuneração que lhe estaria associada pedi a autorização da Comissão Europeia, que me foi concedida por escrito pela presidente Von der Leyen”, afirmou numa declaração divulgada na época.</p>
<p>O ex-comissário acrescentou ainda que a sua participação recebeu igualmente parecer favorável do Comité Independente de Ética da Comissão Europeia em dezembro de 2020.</p>
<p><strong>Remuneração ascendia a 75 mil euros</strong><br />
De acordo com as explicações apresentadas por Avramopoulos em 2022, a remuneração acordada com a Fight Impunity correspondia a 5.000 euros mensais durante um período de um ano, entre fevereiro de 2021 e fevereiro de 2022.</p>
<p>No total, recebeu 75 mil euros, montante que, segundo garantiu, foi declarado às autoridades fiscais gregas e sujeito à respetiva tributação.</p>
<p>O antigo comissário explicou ainda que, em fevereiro de 2022, pediu o fim da remuneração devido à redução da atividade da organização.</p>
<p>“A partir de março, a minha participação tinha, na prática, terminado”, afirmou na altura.</p>
<p>Acrescentou igualmente que, assim que tomou conhecimento das investigações relacionadas com a ONG em Bruxelas, apresentou de imediato a sua demissão e solicitou a remoção do seu nome do sítio oficial da organização.</p>
<p>O escândalo que abalou o Parlamento Europeu</p>
<p>O Qatargate tornou-se público em dezembro de 2022, após uma vasta operação das autoridades belgas que resultou na apreensão de mais de um milhão de euros em numerário durante buscas realizadas em Bruxelas.</p>
<p>As operações tiveram como alvo várias figuras ligadas ao Parlamento Europeu, incluindo a então vice-presidente da instituição, a grega Eva Kaili, o seu companheiro e assistente parlamentar Francisco Giorgi e o ex-eurodeputado italiano Pier-Antonio Panzeri.</p>
<p>A investigação levou ainda à acusação de diversas personalidades por suspeitas de corrupção, branqueamento de capitais e participação em organização criminosa.</p>
<p>Entre os visados encontravam-se Panzeri, Kaili, Giorgi, bem como os antigos eurodeputados Niccolò Figà-Talamanca, Marc Tarabella e Andrea Cozzolino.</p>
<p>Segundo os investigadores, a alegada rede terá recebido subornos provenientes do Qatar e de Marrocos em troca da promoção dos interesses desses países junto das instituições da União Europeia.</p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780339]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Parlamento debate quarta-feira proposta do PCP para referendo à regionalização até 2028</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/parlamento-debate-quarta-feira-proposta-do-pcp-para-referendo-a-regionalizacao-ate-2028/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 14:12:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A Assembleia da República volta a discutir, na quarta-feira, a regionalização, num debate agendado pelo PCP, que propõe um referendo até julho de 2028 e eleições para os novos órgãos regionais nas autárquicas de 2029.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>A Assembleia da República volta a discutir, na quarta-feira, a regionalização, num debate agendado pelo PCP, que propõe um referendo até julho de 2028 e eleições para os novos órgãos regionais nas autárquicas de 2029.</P><br />
<P>Esta é a segunda vez este ano que o Parlamento debate a regionalização, depois de em abril ter discutido e rejeitado três projetos do Livre, BE e PAN.</P><br />
<P>O PCP apresentou as suas iniciativas em abril, na semana desse debate mas  optou por discuti-las agora num agendamento próprio. Sobre essa escolha, a líder da bancada comunista disse à Lusa que o partido pretende &#8220;tratar estas questões com a profundidade que elas merecem&#8221; e sublinhou que as restantes forças políticas podem contribuir com propostas.</P><br />
<P>No entanto, até ao início da tarde de hoje, foram submetidas a discussão apenas as iniciativas do PCP: um projeto de resolução que prevê a criação de um programa de trabalho para a regionalização e uma proposta de Lei-Quadro das Regiões Administrativas.</P><br />
<P>A votação das propostas em debate será feita logo após a discussão, na mesma sessão plenária.</P><br />
<P>À Lusa, Paula Santos argumentou que, a partir do contacto com as populações, se percebe que há uma necessidade avançar com a regionalização para &#8220;potenciar o desenvolvimento de cada uma das regiões e eliminar as assimetrias existentes&#8221; e referiu ainda as falhas na resposta às tempestades do início do ano como exemplo da necessidade de uma nova organização do Estado.</P><br />
<P>Para a líder parlamentar comunista, a resistência deste Governo em avançar com a regionalização nesta legislatura é uma &#8220;traição às populações e aos autarcas&#8221; e é uma posição que atrasa o desenvolvimento regional e impede o aprofundamento da democracia e participação popular.</P><br />
<P>No projeto de resolução, a bancada comunista propõe, no âmbito de um novo programa de trabalho, que a Assembleia da República promova audições sobre a regionalização até ao fim do ano e que, até 30 de junho de 2027, convide as assembleias municipais do continente a &#8220;pronunciarem-se sobre o mapa das regiões administrativas a submeter a referendo&#8221;.</P><br />
<P>O partido pretende que este pronunciamento dos municípios parta de duas delimitações: o mapa correspondente às cinco Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) existentes ou o mapa correspondente às oito regiões que foram submetidas a referendo em 1998.</P><br />
<P>Caso sejam aprovadas novas leis sobre a criação e o enquadramento das regiões administrativas, o PCP quer que as perguntas do referendo sejam aprovadas até ao fim de 2027 e que este se realize antes de julho 2028. </P><br />
<P>Em caso de uma resposta maioritária favorável à regionalização, o Parlamento, defende o PCP, deve permitir a eleição dos novos órgãos representativos regionais nas autárquicas de 2029.</P><br />
<P>Os comunistas apresentam ainda uma proposta de nova lei-quadro das regiões administrativas, que dizem ser um &#8220;primeiro passo&#8221; legislativo para o processo regionalização, a que se deve seguir a aprovação de uma lei de criação simultânea das regiões administrativas e o referendo.</P><br />
<P>Nesta proposta, o PCP defende a conversão das atuais CCDR em regiões administrativas e define o modelo que vai governar as regiões, assente numa Assembleia Regional, órgão deliberativo com 30 membros eleitos por sufrágio direto e universal e 15 eleitos pelas assembleias municipais, e uma Junta Regional, órgão executivo constituído por um presidente e seis vogais eleitos pela Assembleia Regional.</P><br />
<P>O debate tem uma duração prevista de duas horas e meia, cabendo os maiores tempos de intervenção (26 minutos) ao PCP, por ter agendado o debate, ao Governo e ao PSD. No entanto, até ao início da tarde de hoje, o executivo não confirmou a sua presença. </P><br />
<P></P><br />
<P>TS // SF</P><br />
<P>Lusa / Fim</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780352]]></sapo:autor>
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		<title>Wall Street segue em baixa pressionada pelo setor tecnológico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:56:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Revista Risco]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Os principais índices norte-americanos seguiam hoje com perdas, pressionados pelas cotadas ligadas ao setor tecnológico, num contexto de crescente apreensão quanto a prováveis subidas das taxas de juro ainda este ano, que poderão penalizar o crescimento.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Os principais índices norte-americanos seguiam hoje com perdas, pressionados pelas cotadas ligadas ao setor tecnológico, num contexto de crescente apreensão quanto a prováveis subidas das taxas de juro ainda este ano, que poderão penalizar o crescimento.</P><br />
<P>Pelas 14:45 em Lisboa, o índice de referência S&amp;P 500 recuava 1,65%, para 7.349,74 pontos, e o industrial Dow Jones perdia 0,34%, para 51.534,83 pontos.</P><br />
<P>Ao mesmo tempo, o tecnológico Nasdaq cedia 1,87%, para 25.676,22 pontos.</P><br />
<P>No arranque da sessão as empresas de semicondutores estavam entre as mais penalizadas. A Micron recuava 11,91% para 1.064,72 dólares, a Intel perdia 6,31% para 132,05 dólares, ao passo que a Qualcomm cedia 8,23% para 203,63 dólares.  </P><br />
<P>As empresas especializadas em memória e armazenamento de dados também seguiam fortemente penalizadas, com a Sandisk a cair 13,22% para 1.972 dólares e a Seagate a perder 8,53% para 1.000,70 dólares. </P><br />
<P>A influenciar o desempenho do mercado financeiro estão ainda as expectativas de que a Reserva Federal norte-americana (Fed) suba as taxas de juros diretoras nos próximos meses, bem como as negociações entre o Irão e os Estados Unidos da América. </P><br />
<P>Os investidores antecipam agora que haja quase 90% de probabilidade de aumentar as taxas de juro diretoras pelo menos uma vez até ao final do ano, acima dos 57% previstos há apenas uma semana, de acordo com dados do CME Group, citados pela AP.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780330]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Ministério Público pede entre 4 e 6 anos de prisão para ex-autarca de Gaia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:56:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Ministério Público pediu hoje a condenação do ex-autarca de Gaia Eduardo Vitor Rodrigues a uma pena de prisão de quatro a seis anos, por alegadamente usar dinheiro do município para assistir a jogos do FC Porto fora do país.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Ministério Público pediu hoje a condenação do ex-autarca de Gaia Eduardo Vitor Rodrigues a uma pena de prisão de quatro a seis anos, por alegadamente usar dinheiro do município para assistir a jogos do FC Porto fora do país.</P><br />
<P>Na sessão do julgamento destinada às alegações finais, a procuradora do Ministério Publico (MP) pediu também penas de prisão suspensa entre três a quatro anos para ex-vice presidente da autarquia Patrocínio Azevedo, e da, à data, secretária da presidência.</P><br />
<P>Antes do início das alegações finais, o ex-presidente Eduardo Vítor Rodrigues pediu a palavra para reafirmar que as opções tomadas foram &#8220;claras e públicas, respeitando todas as regras e enquadradas no quadro legal daquilo que são as competências de uma câmara&#8221;, assumindo também toda a responsabilidade das opções que tomou.</P><br />
<P>&#8220;Hoje teria feito igual&#8221;, disse, referindo que deixou nos cofres da Câmara de Vila Nova de Gaia &#8220;92 milhões de euros&#8221; e que nos 12 anos em que liderou a autarquia, eleito pelo PS, foi &#8220;vítima de ódios e perseguições&#8221;, e de &#8220;denúncias anónimas&#8221; que levaram a este julgamento.</P><br />
<P>Eduardo Vítor Rodrigues disse que todas as opções que tomou foram &#8220;conscientes&#8221; e que nunca lhe passou cabeça tratar-se de &#8220;atos criminais&#8221;.</P><br />
<P>Também a defesa do ex-autarca considerou que não ficou provada &#8220;intenção danosa&#8221; e que a prova produzida pelo MP não confirmou &#8220;qualquer facto estranho ao direito&#8221; no que se refere a favorecimento pessoal ou em benefício de pessoas que integraram a comitiva que acompanhou o então presidente da Câmara de Gaia nas viagens para assistir a jogos do FC do Porto fora do país.</P><br />
<P>&#8220;Nenhuma testemunha ouvida em audiência de julgamento confirmou a apropriação indevida de dinheiros públicos ou falsificação de documentos&#8221;, disse o advogado do ex-autarca, que criticou o MP por &#8220;fazer tábua rasa&#8221; do que se passou nas audiências do julgamento, nomeadamente do que foi dito pelas testemunhas.</P><br />
<P>Também os advogados do ex-vice presidente da Câmara e da secretária da presidência, à época dos factos, defenderam que não foi produzida prova que permita sustentar qualquer condenação dos seus clientes.</P><br />
<P>Segundo a acusação do MP, Eduardo Vítor Rodrigues autorizou, em duas ocasiões, uma em 2015 e outra em 2016, despesas do município para viagens de terceiros a jogos da Liga dos Campeões, consideradas de caráter lúdico e não institucional.</P><br />
<P>Como consequência desta atuação, o erário público foi lesado num valor superior a 15.800 euros, considerou. </P><br />
<P>O ex-autarca, que liderou o município 12 anos, renunciou ao cargo em junho de 2025, depois ter sido condenado a perda de mandato por peculato, e está a ser julgado por suspeita de ter usado dinheiro do município para comprar bilhetes para assistir a jogos de futebol do FC Porto na Liga dos Campeões, afirmou que &#8220;nunca beneficiou de um cêntimo da câmara&#8221;.</P><br />
<P>A leitura da sentença ficou marcada para as 14:30 do dia 07 de julho.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780329]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>INEM regista mais 6.000 chamadas em junho face a 2025 devido ao calor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:56:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O INEM recebeu em junho cerca de 6.000 chamadas a mais do que em 2025, um aumento associado aos efeitos das temperaturas elevadas, ao agravamento de doenças crónicas e situações de doença aguda.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O INEM recebeu em junho cerca de 6.000 chamadas a mais do que em 2025, um aumento associado aos efeitos das temperaturas elevadas, ao agravamento de doenças crónicas e situações de doença aguda.</P><br />
<P>Dados avançados à agência Lusa pelo INEM apontam um &#8220;aumento significativo&#8221; da procura dos seus serviços nas últimas semanas, refletido no acréscimo do volume de chamadas recebidas nos Centros de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).</P><br />
<P>Entre 1 e 21 de junho de 2026, os CODU receberam cerca de 97.900 chamadas, uma média diária superior a 4.660 contactos. No mesmo período de 2025, a média diária situou-se em cerca de 4.377 chamadas, aproximadamente mais 287 por dia (+6,5%).</P><br />
<P>&#8220;Esta tendência é consistente com o aumento de atividade que tem vindo a ser observado desde o final de maio&#8221;, sublinha o Instituto Nacional de Emergência Médica em resposta à Lusa.</P><br />
<P>Segundo o INEM, uma parte relevante das ocorrências está associada ao agravamento de doenças crónicas e a diversas situações de doença aguda.</P><br />
<P>Entre os motivos mais frequentes de contacto, destacam-se as dificuldades respiratórias, o agravamento de patologias cardiovasculares, episódios de desidratação, alterações do estado geral, síncopes e outras situações clínicas que podem ser potenciadas pela exposição prolongada a temperaturas elevadas.</P><br />
<P>O INEM adianta que tem registado um aumento de ocorrências relacionadas com os efeitos das temperaturas elevadas, incluindo situações de desidratação e agravamento de doenças preexistentes. </P><br />
<P>&#8220;Contudo, a caracterização detalhada da gravidade clínica das ocorrências encontra-se em permanente monitorização, sendo mais evidente, nesta fase, o aumento global da procura dos serviços de emergência médica&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>De acordo com o instituto, as pessoas mais vulneráveis aos efeitos do calor intenso continuam a ser os idosos, os doentes crónicos, as crianças mais pequenas e as pessoas com maior exposição ao calor por razões profissionais ou recreativas.</P><br />
<P>Alertou ainda que os doentes com patologias cardiovasculares, respiratórias, renais ou metabólicas requerem &#8220;particular atenção&#8221; durante os períodos de temperaturas extremas.</P><br />
<P>Embora o aumento da procura esteja a ser sentido de forma generalizada em várias regiões do país, o INEM assinala que &#8220;as zonas que registam um acréscimo sazonal significativo da população tendem a exercer maior pressão sobre o Sistema Integrado de Emergência Médica, com destaque para o Algarve&#8221;.</P><br />
<P>A este propósito, recorda o Plano de Reforço Operacional para o verão, em vigor até ao final de setembro, implementado no Algarve, que contempla o reforço dos meios de emergência médica. </P><br />
<P>O INEM assegura que monitoriza continuamente os indicadores operacionais e ajusta os meios disponíveis de forma a minimizar o impacto do aumento da atividade e garantir uma resposta adequada às situações de emergência médica.</P><br />
<P>A resposta é coordenada com bombeiros, delegações da Cruz Vermelha Portuguesa, hospitais públicos, forças de segurança e entidades de proteção civil, no âmbito do Sistema Integrado de Emergência Médica. </P><br />
<P>&#8220;Esta coordenação permite adaptar os dispositivos operacionais às necessidades identificadas e reforçar a capacidade de resposta em períodos de maior pressão assistencial&#8221;, sublinha.</P><br />
<P>O INEM apela à adoção de medidas preventivas para reduzir os riscos para a saúde associados ao calor, como evitar a exposição solar nas horas de maior calor, reforçar a ingestão de água, utilizar roupa leve, permanecer sempre que possível, em locais frescos e ventilados e evitar esforços físicos intensos nos períodos mais quentes.</P><br />
<P>Aconselha especial atenção a crianças, idosos e pessoas vulneráveis, bem como contacto regular com quem possa necessitar de apoio durante períodos de calor intenso. </P><br />
<P>Deve ser procurada assistência médica perante sinais de desidratação, alterações do estado de consciência, dificuldade respiratória ou golpe de calor.</P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780328]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Espanha sufoca sob calor histórico: mais de 100 estações meteorológicas ultrapassam os 40 graus</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/espanha-sufoca-sob-calor-historico-mais-de-100-estacoes-meteorologicas-ultrapassam-os-40-graus/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Pedro Zagacho Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:51:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[A vaga de calor que está a afetar a Europa continua a bater recordes e a estabelecer novos marcos climatológicos. ]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A vaga de calor que está a afetar a Europa continua a bater recordes e a estabelecer novos marcos climatológicos. Dados divulgados pela Agência Estatal de Meteorologia de Espanha (AEMET) revelam que 101 das 828 estações meteorológicas da sua rede registaram, na segunda-feira, temperaturas iguais ou superiores a 40 graus Celsius, num dos episódios de calor mais intensos alguma vez observados no início do verão.</p>
<p>Entre os valores mais elevados registados encontra-se a cidade de Andújar, na província de Jaén, onde os termómetros ultrapassaram os 45 graus Celsius. O calor extremo fez-se também sentir no nordeste da Península Ibérica, com localidades como Lleida e diversas zonas do vale do Ebro a ultrapassarem os 42 graus.</p>
<p>A dimensão do fenómeno levou a AEMET a destacar a extensão geográfica das temperaturas extremas, que se espalharam por várias regiões do país, refletindo a intensidade da massa de ar quente que permanece sobre a Península.</p>
<p>Além das temperaturas máximas excecionalmente elevadas, as mínimas noturnas também estão a atingir valores raramente observados.</p>
<p>Segundo a AEMET, cerca de três dezenas de estações meteorológicas não registaram temperaturas inferiores a 25 graus durante a madrugada, fenómeno conhecido como &#8220;noite tórrida&#8221;. Estas condições dificultam significativamente o arrefecimento dos edifícios e aumentam os riscos para a saúde, sobretudo entre idosos e pessoas vulneráveis.</p>
<p>Ainda mais impressionante foi o que aconteceu em algumas zonas da costa de Almería. A agência meteorológica espanhola revelou que este foi o terceiro dia consecutivo em que as temperaturas mínimas não desceram dos 30 graus Celsius.</p>
<p>A AEMET sublinhou que, até este ano, nunca tinham sido registadas temperaturas mínimas iguais ou superiores a 30 graus durante o mês de junho na Península Ibérica. Trata-se de um marco sem precedentes nos registos climatológicos disponíveis.</p>
<p><strong>Ondas de calor estão a tornar-se mais frequentes</strong><br />
O porta-voz da AEMET, Rubén del Campo, alertou para uma tendência cada vez mais evidente de antecipação e intensificação das ondas de calor em Espanha.</p>
<p>Segundo o responsável, o país registou ao longo da sua história meteorológica doze ondas de calor durante o mês de junho, mas metade desses episódios ocorreu apenas desde 2015.</p>
<p>&#8220;Há uma evidência de que os episódios de ondas de calor aparecem agora no início do verão com muito mais frequência do que acontecia nas décadas anteriores&#8221;, explicou Rubén del Campo.</p>
<p>O especialista acrescentou que o fenómeno não se limita ao mês de junho. De acordo com os estudos realizados, as ondas de calor estão a tornar-se mais frequentes, mais intensas e mais prolongadas ao longo de toda a estação quente.</p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780317]]></sapo:autor>
	</item>
		<item>
		<title>Insolvências de empresas sobem 2,7% até maio, indica Allianz Trade</title>
		<link>https://executivedigest.sapo.pt/insolvencias-de-empresas-sobem-27-ate-maio-allianz-trade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:50:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Atualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Empresas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[Portugal registou 955 insolvências de empresas até maio, uma subida "moderada" de 2,7% face aos 930 processos do mesmo período de 2025, o que exige "prudência" e "acompanhamento atento", segundo uma análise divulgada hoje pela Allianz Trade.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>Portugal registou 955 insolvências de empresas até maio, uma subida &#8220;moderada&#8221; de 2,7% face aos 930 processos do mesmo período de 2025, o que exige &#8220;prudência&#8221; e &#8220;acompanhamento atento&#8221;, segundo uma análise divulgada hoje pela Allianz Trade.</P><br />
<P>&#8220;Embora a evolução global permaneça relativamente contida, a leitura dos dados revela um enquadramento que continua a exigir prudência e acompanhamento atento, num contexto em que a capacidade de adaptação, a disciplina financeira e a gestão de liquidez permanecem determinantes para a resiliência das empresas&#8221;, lê-se no relatório.</P><br />
<P>Segundo detalha, a evolução mensal evidencia comportamentos distintos ao longo do período: Após um fevereiro &#8220;particularmente favorável&#8221; (-16,3%), março e abril registaram &#8220;acelerações mais expressivas&#8221; (+22,2% e +21,0%, respetivamente), enquanto maio voltou a apresentar uma evolução mais positiva, com uma redução homóloga de 9,5%.</P><br />
<P>A Allianz Trade explica que &#8220;esta alternância de ritmos sugere que o tecido empresarial continua a enfrentar desafios relevantes, mas sem sinais claros de deterioração transversal&#8221;.</P><br />
<P>Por dimensão, as microempresas continuaram a concentrar a maioria das insolvências, representando 66% do total dos processos registados. </P><br />
<P>Em contrapartida, as pequenas empresas reduziram o número de insolvências em 8,4%, enquanto as médias empresas aumentaram 32,4%, ainda que mantendo um peso relativamente reduzido no universo total analisado.</P><br />
<P>As insolvências continuam concentradas nas empresas com mais de 10 anos de atividade, responsáveis por mais de metade dos processos registados.</P><br />
<P>&#8220;Ainda assim, merece particular atenção o aumento de 26,1% observado nas empresas com idades compreendidas entre os dois e os cinco anos, sinalizando maiores dificuldades numa fase crítica de consolidação dos negócios&#8221;, aponta o relatório.</P><br />
<P>Por setores, os serviços e a construção apresentaram os aumentos mais relevantes de insolvências, com crescimentos homólogos de 14,8% e 9,7%, respetivamente, evidenciando &#8220;a sensibilidade destas atividades ao contexto económico, aos custos operacionais e às condições de financiamento&#8221;.</P><br />
<P>Em sentido contrário, o retalho registou uma &#8220;redução expressiva&#8221; de 16,8%, enquanto o agroalimentar e os têxteis apresentaram recuos de 5,4% e 0,9%, respetivamente, &#8220;traduzindo uma evolução mais favorável&#8221;. </P><br />
<P>A Allianz Trade destaca ainda o aumento registado nos setores químico, &#8216;commodities&#8217; e tecnologias de informação, mas nota que partem de &#8220;bases estatísticas mais reduzidas, pelo que a sua leitura deve ser feita com prudência&#8221;.</P><br />
<P>Em termos regionais, Porto e Lisboa continuam a concentrar o maior número de insolvências, representando conjuntamente cerca de 44% do total nacional. </P><br />
<P>A evolução homóloga revela, contudo, dinâmicas distintas entre os principais distritos, com Lisboa a registar um aumento de 7,5%, enquanto o Porto apresentou uma queda de 8,9%. </P><br />
<P>Destacam-se ainda Setúbal (+32,6%), Viseu (+16,7%), Braga (+12,2%) e Leiria (+8,3%), com crescimentos acima da média nacional. </P><br />
<P>Em sentido contrário, Coimbra (-40,6%), Santarém (-38,2%) e Castelo Branco (-31,6%) evidenciaram &#8220;reduções expressivas&#8221;. </P><br />
<P>Globalmente, a Allianz Trade considera que os primeiros cinco meses de 2026 &#8220;continuam a transmitir uma imagem globalmente equilibrada do tecido empresarial português&#8221;.</P><br />
<P>&#8220;Apesar da subida moderada das insolvências, os dados não apontam para um agravamento transversal do risco, mas antes para uma evolução diferenciada entre setores, regiões e tipologias de empresas&#8221;, sustenta.</P><br />
<P>Num ambiente económico que continua marcado pela incerteza, por custos de financiamento ainda exigentes e por desafios de competitividade, a Allianz Trade salienta que &#8220;a proximidade ao mercado e a monitorização contínua dos sinais de risco permanecem essenciais para antecipar tendências e apoiar uma tomada de decisão informada&#8221;. </P></p>
]]></content:encoded>
					
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780318]]></sapo:autor>
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		<item>
		<title>Trump inicia quarta-feira celebrações dos 250 anos da Independência dos EUA com comício</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:46:34 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Presidente norte-americano, Donald Trump, dará na quarta-feira início a uma vasta programação que assinala o 250.º aniversário da Independência dos Estados Unidos (EUA) com um comício na inauguração da "Grande Feira Estadual Americana" em Washington.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Presidente norte-americano, Donald Trump, dará na quarta-feira início a uma vasta programação que assinala o 250.º aniversário da Independência dos Estados Unidos (EUA) com um comício na inauguração da &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221; em Washington. </P><br />
<P>&#8220;Quarta-feira, 24 de junho, será o pontapé inicial da nossa celebração de verão em comemoração aos 250 anos da Independência Americana! (&#8230;) Vamos divertir-nos e celebrar a América&#8221;, escreveu Trump na sua rede social Truth Social, ao convocar os norte-americanos a juntarem-se às festividades.</P><br />
<P>Trump irá discursar na abertura da &#8220;The Great American State Fair&#8221; [Grande Feira Estadual Americana, na tradução para português], que, de 25 de junho a 10 de julho, estará aberta ao público no National Mall, um amplo parque no centro da capital federal norte-americana, onde estão localizados monumentos como o Lincoln Memorial ou o Washington Monument.</P><br />
<P>A iniciativa pretende dar destaque à história, cultura e património dos EUA.</P><br />
<P>&#8220;Poderás presenciar impressionantes sobrevoos militares com caças de precisão e bombardeiros furtivos, pilotados pelos nossos pilotos militares americanos, que provaram ser a elite do mundo&#8221;, indicou o Presidente, descrevendo o evento como uma &#8220;homenagem patriótica&#8221; em Washington DC, &#8220;uma das cidades mais seguras do mundo, que está a ser embelezada a níveis nunca antes vistos&#8221;.</P><br />
<P>O evento pretende ser uma montra para todos os estados e territórios norte-americanos. Mas, apenas alguns dias antes do início da Feira, vários estados recusaram-se a participar.</P><br />
<P>Pelo menos sete estados governados por democratas optaram por não enviar representantes oficiais à &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221; e alguns expressaram preocupação com a possibilidade do evento estar a tornar-se mais partidário do que o anunciado. </P><br />
<P>Massachusetts, Carolina do Norte, Washington, Illinois, Oregon e Connecticut alegaram restrições orçamentais como justificação para não participarem, segundo o portal The Hill, que noticiou ainda que as autoridades do turismo do Maine recusaram o convite devido a compromissos de agenda durante a &#8220;alta temporada de verão&#8221;. </P><br />
<P>Já um porta-voz do conselho de turismo da Pensilvânia disse ao The Hill que o estado ainda está a decidir se participará ou não. </P><br />
<P>Contudo, segundo o &#8216;site&#8217; oficial do evento, mais de 150 expositores de todos os &#8220;estados e territórios, empresas, inovadores e organizações cívicas&#8221; estarão presentes na &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221;, que apresentará &#8220;o melhor da América através de pavilhões estaduais, exposições industriais, atrações para toda a família, exibições de filmes, apresentações musicais, conjuntos militares, sobrevoos espetaculares, programação cultural diária e uma icónica roda-gigante&#8221;.</P><br />
<P>A ausência de vários estados não é a única polémica a marcar as festividades dos 250 anos da assinatura da Declaração de Independência dos Estados Unidos (1776).</P><br />
<P>Diversos artistas também cancelaram a sua participação nas festividades no National Mall após apontarem ligações do evento com a Casa Branca (presidência norte-americana). </P><br />
<P>Entre os que abandonaram o cartaz estão o cantor de &#8216;rock&#8217; Bret Michaels, vocalista da banda Poison, bem como as bandas Alabama, The Marshall Tucker Band, The Oak Ridge Boys e o músico &#8216;country&#8217; Mark Wills.</P><br />
<P>O grupo &#8220;Freedom 250&#8221;, responsável pela &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221; e respetivos concertos, foi lançado no ano passado pelo Governo de Trump. No entanto, a organização garante que o evento é apartidário.</P><br />
<P>O &#8220;Freedom 250&#8221; é distinto do &#8220;America250&#8221;, uma iniciativa bipartidária estabelecida pelo Congresso em 2016 para planear as comemorações dos 250 anos da Independência.</P><br />
<P>O grupo bipartidário é liderado por membros nomeados por ambos os partidos, Democrata e Republicano, e realizará os seus próprios eventos. Entre eles, estão as comemorações do 04 de Julho em Nova Iorque, Filadélfia e Califórnia, e festas de rua por todo o país.</P><br />
<P>Face à desistência dos artistas, Trump decidiu entrar em cena para liderar o lançamento da Feira através de um comício, já na quarta-feira.</P><br />
<P>Ainda antes da inauguração da &#8220;Grande Feira Estadual Americana&#8221;, Donald Trump comemorou o seu 80.º aniversário na Casa Branca, em 14 de junho, com um evento de artes marciais mistas &#8216;Ultimate Fighting Championship&#8217; (UFC), o qual procurou associar também às comemorações dos 250 anos da Independência.</P><br />
<P>Já para 04 de Julho, Dia da Independência, Donald Trump planeia realizar o comício político &#8220;mais espetacular de sempre&#8221; em Washington.</P><br />
<P>&#8220;Teremos o comício mais espetacular de sempre por TRUMP, uma HOMENAGEM À AMÉRICA&#8221;, declarou Trump, igualmente na Truth Social e recorrendo mais uma vez à escrita em maiúsculas para enfatizar a sua mensagem.</P><br />
<P>Na mesma mensagem, garantiu que fará &#8220;um discurso imperdível&#8221;, numa &#8220;homenagem ao povo, ao espírito, à força, à determinação e aos triunfos&#8221; do país.</P><br />
<P>A celebração do 04 de Julho, marcada por grandes fogos de artifício no coração da capital federal, é tradicionalmente apolítica.</P><br />
<P>O único pedido do grupo &#8220;Freedom 250&#8221; à Pyrotecnico, empresa responsável pela criação do espetáculo de pirotecnia, foi que superasse o recorde das Filipinas de 2016 para a maior queima de fogos de artifício da história, de acordo com o jornal USA Today.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780316]]></sapo:autor>
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		<title>Metro de Lisboa lança projeto-piloto em outubro para antecipar hora de abertura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:39:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[SAPO Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[O Metro de Lisboa vai lançar um projeto-piloto em outubro que prevê a antecipação em uma hora do horário de abertura (05:30), para adaptar a oferta às "novas necessidades", anunciou hoje a presidente do conselho de administração.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Metro de Lisboa vai lançar um projeto-piloto em outubro que prevê a antecipação em uma hora do horário de abertura (05:30), para adaptar a oferta às &#8220;novas necessidades&#8221;, anunciou hoje a presidente do conselho de administração.</P><br />
<P>O anuncio foi feito por Cristina Vaz Tomé durante uma conferência sobre transportes públicos, realizada no terminal fluvial do Cais do Sodré.</P><br />
<P>&#8220;Não podemos manter os horários do passado. Temos de dar a resposta ao presente&#8221;, sublinhou a presidente do conselho de administração do Metropolitano de Lisboa, assegurando que existe um alinhamento com o Governo.</P><br />
<P>Cristina Vaz Tomé explicou que o projeto-piloto para antecipar em uma hora o início de funcionamento do serviço do metropolitano, que atualmente é às 06:30, irá arrancar em outubro deste ano.</P><br />
<P>&#8220;Estes testes vão permitir afinar esta modalidade para iniciar em janeiro de 2027&#8221;, acrescentou, ressalvando que ainda não existe um modelo definido, nomeadamente se esta mudança irá incluir os fins de semana.</P><br />
<P>Cristina Vaz Tomé referiu ainda que estas mudanças implicam alterações ao contrato de concessão.</P><br />
<P>O Metropolitano de Lisboa opera diariamente com quatro linhas: Amarela (Rato-Odivelas), Verde (Telheiras-Cais do Sodré), Azul (Reboleira-Santa Apolónia) e Vermelha (Aeroporto-São Sebastião).</P><br />
<P>Normalmente, o metro funciona entre as 06:30 e as 01:00.</P></p>
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		<sapo:autor><![CDATA[CAMPO_VAZIO_780315]]></sapo:autor>
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		<title>Viticultores obrigados a apresentar declaração de colheita até 31 de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Executive Digest com Lusa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 13:34:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[O Governo determinou que os viticultores passam a estar obrigados a apresentar uma declaração de colheitas até 31 de outubro de cada ano, cerca de um mês antes do que estava anteriormente estipulado, foi anunciado.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><P>O Governo determinou que os viticultores passam a estar obrigados a apresentar uma declaração de colheitas até 31 de outubro de cada ano, cerca de um mês antes do que estava anteriormente estipulado, foi anunciado. </P><br />
<P>A declaração &#8220;deve ser apresentada até 31 de outubro de cada ano&#8221;, lê-se numa portaria assinada pelo ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes, publicada em Diário da República. </P><br />
<P>No diploma, o Governo indicou que o prazo de entrega, inicialmente, terminava em 15 de novembro de cada ano, tendo sido, posteriormente, alterado para o dia 30 do mesmo mês por conveniência administrativa. </P><br />
<P>Contudo, justificou um novo ajustamento com a &#8220;atual situação do setor vitivinícola&#8221;, de modo a assegurar a conformidade dos registos obrigatórios, prevenir eventuais manipulações e reforçar a competitividade. </P><br />
<P>Ainda assim, ressalvou, que em casos excecionais poderá haver uma prorrogação. </P><br />
<P>Os viticultores associados a uma ou mais adegas ou agrupamentos e que lhe tenham entregado a totalidade da sua produção de uvas ou de mosto, &#8220;tendo reservado o direito de obter por vinificação uma quantidade inferior a 1.000 litros para consumo do agregado familiar&#8221;, ficam isentos de apresentar a declaração, &#8220;desde que a adega ou agrupamento em causa esteja obrigado a fazê-lo&#8221;. </P><br />
<P>A declaração deve ser submetida através do Sistema de Informação da Vinha e do Vinho (SIVV). </P><br />
<P>A portaria em causa entra em vigor na quarta-feira.  </P></p>
]]></content:encoded>
					
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